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‘Primeira Morte’: Sarah Catherine Hook espera que a série seja renovada para a 2ª temporada

A nova série de vampiros da NetflixPrimeira Morte, já se tornou uma das grandes sensações da plataforma de streaming – e tanto os fãs quanto os atores querem que a produção seja renovada para a 2ª temporada.

Em uma recente entrevista ao The Wrap, a atriz Sarah Catherine Hook, que interpreta Juliette, falou sobre o prospecto do show voltar para mais episódios e encorajou o público a continuar assistindo à temporada de estreia.

“Acho que se vocês assistirem à série e garantirem que ele fique no Top 10 na Netflix para conseguirmos uma 2ª temporada, então tenho certeza de que poderemos voltar”, ela comentou. “Então coloque. Todo mundo, coloque em sua TV e nós vamos ficar bem. Nós vamos voltar. Não se preocupem”.

Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.

Criada por V. E. Schwab, a série é baseada em seu conto homônimo.

O elenco ainda conta com Elizabeth Mitchell, Aubin Wise, Jason Robert Moore, Gracie Dzienny, Will Swenson, Phillip Mullings Jr., Dominic Goodman, Dylan McNamara, MK xyz, Jonas Dylan Allen e Roberto Mendez.

Felicia D. Henderson (‘The Quad’) é a showrunner da série.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Assista ao incrível desafio em grupo do episódio 07×06!

A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando o divertido e incrível desafio em grupo do 6º episódio.

No capítulo em questão, as competidoras se dividiram em dois grupos para performarem duas músicas originais em um retorno aos anos 2000.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o próximo capítulo será exibido no dia 24 de junho.

O novo ciclo é formado pelas vencedoras Shea Couleé (All Stars 5), Jaida Essence Hall (Season 12), Yvie Oddly (Season 11), Trinity The Tuck (All Stars 4), Monét X Change (All Stars 4), Jinkx Monsoon (Season 5), Raja (Season 3) e The Vivienne (UK Season 1).

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.

Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.

A atriz Cameron Diaz, a supermodelo Naomi Campbell e a cantora e compositora Tove Lo farão parte do painel de jurados. Os outros convidados incluem Daphne Guinness, Kirby Howell-Baptiste, Jeffrey Bowyer-Chapman, Nikki Glaser, Betsey Johnson, Janicza Bravo, Ben Platt, Ronan Farrow e Hannah Einbinder.

George Sear e Michael Cimino falam sobre seus momentos FAVORITOS de ‘Love, Victor’ [EXCLUSIVO]

A 3ª (e última) temporada de ‘Love, Victor‘ já chegou ao Star+ e nosso jornalista Thiago Nolla teve o prazer de conversar com os astros George Sear (Benji) e Michael Cimino (Victor) em uma entrevista exclusiva.

Na conversa, a dupla falou de seus momentos favoritos da elogiada série, além de comentarem sobre a importância da produção para a representatividade LGBTQIA+.

Confira:

No ciclo de encerramento, “Victor não só terá que decidir com quem quer ficar, como também quem ele quer ser. Enquanto Victor e os seus amigos decidem seus planos pós-ensino médio, eles terão que enfrentar novos problemas que virão com suas escolhas para o futuro”.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger.

A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual.

Ana OrtizJames MartinezIsabella FerreiraMateo FernandezRachel Naomi HilsonBebe Wood e outros completam o elenco.

‘Monstros no Trabalho’: 2ª temporada da animação ganha primeiro teaser OFICIAL; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada da animação ‘Monstros no Trabalho‘, spin-off da aclamada animação ‘Monstros S.A.‘.

O próximo ciclo está programado para estrear apenas em 2023.

Confira:

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

John GoodmanBilly Crystal voltam a dublar os icônicos Sully e Mike, respectivamente. O elenco da série também é composto por John Ratzenberger, Jennifer Tilly e Bob Peterson.

Monstros S.A.‘ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a pré-sequência ‘Universidade dos Monstros‘, em 2013.

‘The Old Man’: Drama policial com Jeff Bridges ganha novo vídeo promocional; Confira!

The Old Man‘, série de drama policial estrelada por Jeff Bridges (‘Homem de Ferro’), já estreou oficialmente e, para promovê-la, a FX divulgou um novo vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer completo:

Originalmente programada para estrear em 2021, a produção entrou em hiato depois que Bridges foi diagnosticado com linfoma, em 2020.

Marcando o retorno do astro às telinhas após mais de 50 anos longe da TV, ‘The Old Man‘ foi escrita por Jon Steinberg e Robert Levine, co-criadores de ‘Black Sails‘.

Baseada no romance homônimo, escrito por Thomas Perry, a narrativa acompanha Dan Chase (Bridges), um agente da CIA aposentado que agora vive em reclusão, até que um assassino de aluguel o obriga a voltar aos tempos de guerra.

O elenco também inclui John Lithgow como Harold Harper, diretor assistente do FBI para contra-inteligência; Alia Shawkat como a protegida de Harper, Angela Adams; E. J. Bonilla como agente da CIA Raymond Waters; Gbenga Akinnagbe como o contratado de operações especiais Julian Carson; e Amy Brenneman como Zoe McDonald, uma mulher que se envolve com Chase quando ela aluga um quarto para ele.

‘Concorrência Oficial’: Filme com Antonio Banderas e Penélope Cruz ganha data de estreia no Star+!

A comédia Concorrência Oficial, estrelada por Antonio BanderasPenélope Cruz, ganhou data de estreia no Star+ Brasil.

O elogiado longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 01 de julho.

Um bilionário com medo de perder sua significância decide fazer um filme para deixar sua marca. Para fazer isso, ele contrata os melhores: um time sensacional composto por Lola Cuevas (Cruz), uma cineasta famosa, e dois atores incrivelmente habilidosos mas com egos enormes, Félix Rivero (Banderas) e Iván Torres (Oscar Martínez). Um é ator famoso em Hollywood e outro um ator radical de teatro, ambos lendas mas não os melhores amigos. Com uma série de coisas que Lola pede para os atores fazerem, não só terão que se aturar enquanto contracenam, mas também terão que decidir qual legado querem deixar.

Assista ao trailer:

O filme é dirigido por Gastón DupratMariano Cohn.

Pilar CastroIrene EscolarManolo SoloCarlos HipólitoJosé Luis GómezNagore AranburuKoldo OlabarriJuan Grandinetti completam o elenco.

‘La Casa de Papel: Coreia’: Série da Netflix ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

Netflix divulgou um novo cartaz belíssimo de La Casa de Papel: Coreia’, que tem estreia marcada para o dia 24 de junho na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

La Casa de Papel: Coreia’ foi dirigida por Kim Hong-sun e escrita por Ryu Yong-jae.

Yoo Ji-taePark Hae-sooJeon Jong-seoLee Won-jongPark Myung-hoon estrelam.

A narrativa é ambientada em uma situação de crise de reféns na Península Coreana, envolvendo um gênio estrategista e pessoas com diferentes personalidades e habilidades.

‘The Bear’: Comédia com astro de ‘Shameless’ ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

FX divulgou recentemente o primeiro teaser oficial de ‘The Bear’, comédia estrelada por Jeremy Allen White (‘Shameless’).

Além disso, foi revelado que a série tem estreia agendada para o dia 23 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, White interpreta um jovem chef que retorna para Chicago para comandar o restaurante da família.

O elenco ainda conta com Ebon Moss-Bachrach (‘NOS4A2’), Ayo Edebiri (‘Dickinson’), Lionel Boyce (‘Hap & Leonard’), Abby Elliott (‘SNL’) e Liza Colón-Zayas (‘In Treatment’); Edwin Gibson e o chef Matty Matheson terão papéis recorrentes.

O episódio piloto foi escrito e dirigido por Christopher Storer (‘Dickinson’), que também servirá como produtor executivo da comédia, ao lado de Hiro Murai (‘Atlanta’) e Nate Matteson (‘Station Eleven’).

Temporada final de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ será LINDA, revela atriz

Jurassic World: Acampamento Jurássico’ retorna em breve com a 5ª e última temporada e, em entrevista ao ComicBook.com, a atriz Kausar Mohammed falou um pouco sobre o que os fãs podem esperar do ciclo final, dizendo que ele será “lindo”.

“Você vai continuar a ver esse grupo de seis crianças literalmente lutando pelas próprias vidas e existindo em um mundo em que não há adultos”, Mohammed, que dubla Yasmina “Yaz” Fadoula, conta. “São apenas eles e como eles vão se unir e funcionar sozinhos. E, depois, os dinossauros são sempre ótimos. O que dizemos no show é: ‘você vem pelos dinossauros e fica pelos personagens’, algo assim. Então, eu sei também que, quando nós gravamos, é um mundo totalmente diferente quando a animação ganha vida e eu sempre fico boquiaberta com a arte que o time criativo constrói. É sempre muito lindo”.

Lembrando que a série retorna com novos episódios no dia 21 de julho.

Confira o teaser:

Na trama da temporada final, a chegada do Sr. Kon, pai do Kenji, renova a esperança de resgate dos sobreviventes, mas, quando os planos nefários da Corporação Mantah entram em ação e um traidor se revela, os outros terão que se juntar para salvarem os dinossauros e voltarem para casa.

A produção conta com as vozes de Paul-Mikél Williams (‘Westworld’), Jenna Ortega (‘Você’), Ryan Potter (‘Titãs’), Raini Rodriguez (‘Austin & Ally’), Sean Giambrone (‘The Goldbergs’) e Mohammed (‘Silicon Valley’).

‘Stranger Things’: Joseph Quinn revela que o final da 4ª temporada será SURPREENDENTE

A 4ª temporada de Stranger Things vem quebrando recordes e mais recordes desde sua estreia na Netflix – e os fãs estão extremamente animados para conferir os dois episódios finais do recente ciclo, que serão lançados no dia 01 de julho.

Para aumentar nossas expectativas, o astro Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson, conversou com o The Guardian e prometeu que os capítulos de conclusão serão surpreendentes.

“O fato é que eles têm a minha família refém em algum lugar e, se eu revelar alguma coisa, nunca mais vou vê-los”, ele brincou. “Não, eu posso dizer que há uma cena com guitarras e que a escala e a ambição são surpreendentes. Todas as sementes que foram plantadas dão frutos e é tudo apenas carnificina. Você sabe que o finale tem duas horas e meia, certo? Terminar com esse episódio monstruoso é muito ousado”.

Em outra entrevista, dessa vez à Vulture, Quinn revelou quais ícones da década de 1980 inspiraram a aparência de seu personagem.

“O mais legal desse personagem é seu gosto musical, e o visual dele foi inspirado em todas aquelas bandas de heavy metal que eram febre nos anos 80 – , acho que Eddie Van Halen foi a principal inspiração, mas também tem um pouco dos caras do Iron Maiden e do Mötley Crüe.”

Nas redes sociais, o personagem já virou um dos assuntos mais comentados após a estreia da 4ª temporada da série.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Assista aos HILÁRIOS erros de gravação de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ fez um sucesso imenso nas bilheterias mundiais e, agora, os fãs do MCU poderão ver inúmeros conteúdos extras com o iminente lançamento do longa-metragem em DVD e Blu-ray, agendado para o dia 26 de julho.

Para promover a versão física, foi divulgado um breve vídeo com os hilários erros de gravação do longa-metragem.

O restante dos conteúdos inclui cenas deletadas, processo de construção da narrativa e como foi introduzir America Chavez ao projeto.

Confira:

Lembrando que o filme tornou-se o mais lucrativo da carreira do diretor Sam Raimi, arrecadando US$ 942,5 milhões pelo mundo.

Até então, o título pertencia a Homem-Aranha 3‘, lançado em 2007.

Assista à nossa crítica de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ e siga o CinePOP no YouTube:

Baz Luhrmann revela por que decidiu contar a história de ‘Elvis’ pela perspectiva do Coronel Tom Parker [COLETIVA]

Elvis Presley é considerado, até hoje, como um dos maiores ícones da indústria fonográfica e do entretenimento. Alcunhado como O Rei do Rock, Elvis é conhecido por múltiplas gerações e, ainda que não seja o artista favorito dos ouvintes mais novos, com certeza todos já ouviram algumas de suas canções mais famosas – como “Jailhouse Rock”“Love Me Tender”“Can’t Help Falling in Love”. E, agora, o icônico musicista ganhará uma aguardada cinebiografia comandada por Baz Luhrmann.

Na longa-metragem, Austin Butler interpreta o personagem titular e faz um trabalho magnífico ao absorver todos os trejeitos de Presley, passando por um longo processo laboral e tornando-se rapidamente um dos favoritos para a próxima temporada de premiações – podendo conseguir uma cobiçada estatueta do Oscar de Melhor Ator.

Afastando-se dos convencionalismos de cinebiografias, Luhrmann constrói uma frenética e colorida jornada que explora a ascensão e a queda de Elvis. A trama parte de uma perspectiva do Coronel Tom Parker (interpretado por ninguém menos que Tom Hanks), empresário musical que “descobriu” o cantor e o ajudou a trilha uma meteórica fama que culminaria em sua trágica e precoce morte. E, apesar dos deslizes, o longa-metragem configura-se como uma carta de amor para um dos maiores símbolos musicais do planeta e que estende seu legado até os dias de hoje.

Recentemente, o CinePOP participou de uma coletiva de imprensa com os nomes por trás do projeto – e o nosso Thiago Nolla traz para vocês as principais revelações e algumas curiosidades de bastidores contados pela equipe.

Na coletiva, Luhrmann abriu a sessão de perguntas e respostas ao ser questionado sobre o motivo que o levou a abraçar uma produção tão ambiciosa quanto esta e de que maneira a transformaria em algo seu. Afinal, o cineasta, considerado um dos principais autores do cenário contemporâneo, calcou seu nome com obras instantaneamente reconhecíveis como o musical ‘Moulin Rouge’ e a adaptação ‘O Grande Gatsby’.

“Acho que é mais que apenas uma história sobre a vida de Elvis”, ele contou. “Mas ele tem uma vida tão incrível para ser explorada, os Estados Unidos nos anos 1950, 1960 e 1970. E, para além do relacionamento entre Elvis e o Coronel Tom Parker, [o filme] é sobre show e negócios, sobre gerenciamento e controle e exploração – e também sobre criatividade na solidão e na verdade. Acho que tudo isso está ocorrendo no mundo agora, e pareceu uma forma incrível de pegar uma ótima vida, ótimas músicas e explorar ideias ótimas”.

Em se tratando de uma dramatização cinebiográfica, é sempre um trabalho complicado selecionar os acontecimentos que entrarão para o filme, ainda mais pelo fato de ser impossível condensar tudo em algumas horas (ou, neste caso, em quase três horas de duração). Dessa forma, Luhrmann teve de selecionar com minúcia e cautela o que faria parte do corte final.

“Bom, há coisas sem as quais você não consegue contar a história, [como] não retratar os Estados Unidos nos anos 1950, 1960 e 1970 e não poder falar sobre alguém que é da música sem lidar com os artistas e a música afroamericanas”, o cineasta conta. “Essa jornada em que Elvis mergulhou e os artistas com que ele tinha um relacionamento – esses personagens eram os Estados Unidos. E onde estamos agora? Nós evoluímos, nós crescemos mais? E, no caminho, temos essa experiência íntima de um cara chamado Elvis e um cara chamado Tom Parker. Essa é a verdade. Espero que as pessoas [vejam o filme] e pensem: ‘legal, estávamos lá, mas onde estamos agora? Estamos regredindo?’”.

Como já mencionado nesta breve matéria, ‘Elvis’ parte de uma perspectiva diferenciada dos projetos do gênero, optando guiar a narrativa principal pelos olhos de Tom Parker. Luhrmann também foi questionado sobre o que o levou a fazer essa escolha para o filme.

“Nós poderíamos simplesmente contar: Elvis nasce, ele faz isso, ele tem uma história extraordinária. Mas quando temos que lidar com a venda e a alma do personagem que a maioria das pessoas encara como o vilão. E, nessa história, ele debate e argumenta: ‘eu não sou o vilão’. Dá a nós uma tensão incrivelmente dramática e nos permite ir a lugares e revelar coisas que não poderíamos revelar de outra forma. Creio que nos ajuda a explorar uma ideia maior: como Elvis veio de raízes bastante humildes, da pobreza e enfrentando a perda da mãe, e voou tão alto e então, como Ícaro, tragicamente despencou. Por que isso aconteceu? E ele fala: ‘ah, vocês acham que fui eu, o magnata malvado, quem fez isso?’. Mas o que ele diz no filme é: ‘tudo o que eu fiz foi o meu trabalho’”.

O cineasta continua, revelando um dos vários eventos que não foi incluído no longa-metragem e que reitera a complexidade de Tom Parker.

“Há uma história, que não está no filme, em que, quando Elvis morre e o Coronel fica sabendo, ele pega o telefone e diz: ‘faça mais discos’. E nós pensamos: ‘nossa, que homem sem coração’. Mas o Coronel diria: ‘você queria os discos, não queria? Eu só estava fazendo o meu trabalho. Sempre que um ícone morre, nós corremos para ouvir sua música. Então, eu o estava mantendo vivo para vocês’. E, quando lembramos que ele estava ganhando dinheiro com isso, percebemos que é um relacionamento complicado, um relacionamento entre coração e mercado. É uma das histórias mais memoráveis dos Estados Unidos”.

Lembrando que ‘Elvis’ chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de julho.

10 Grandes FRACASSOS de Bilheteria que Completam 12 anos em 2022

O que faz de um filme ruim? Embora ruim e fracasso sejam conceitos diferentes, podemos apontar três condições aplicáveis em tais casos. A primeira é nosso gosto particular, que verdadeiramente independe de qualquer outro fator externo. Num aspecto menos pessoal, existe a avaliação crítica, realizada pela imprensa. Este conceito é mutável de época em época, já que a história nos apresentou fracassos de crítica que adquiriram status de cult, ganhando ao longo dos anos seus apreciadores. Tudo que necessita é um argumento forte o suficiente que convença e se sustente.

Mas o que não muda é o que usaremos como base para esta matéria – assim como temos feito com todas os itens desta coluna. E ele é o fracasso de bilheteria. Tudo bem que o mercado de vídeo impulsionou certos filmes que haviam passado batido nas salas de cinema, em especial durante os anos 1980, e hoje em dia temos a Netflix, que vive nos surpreendendo com seus filmes do top 10 – dentre os quais em tempos recentes apareceram obras como Férias Frustradas (2015), por exemplo, que nas telonas não venderam ingressos suficientes.  Tal sobrevida, no entanto, não desfaz seu fiasco inicial – já que em sua estreia, que é o que importa para os realizadores, não atingiu o esperado.

Pensando nisso, e como forma de promover uma segunda chance a tais filmes (alguns esquecidos, outros odiados), o CinePOP resolve dar uma nova olhada em mais um grupo de dez filmes, que não tiveram sorte ao serem lançados nas telonas. Estes, completando agora 12 anos de sua estreia. Veja abaixo e não esqueça de comentar.

O Último Mestre do Ar

Começamos enfiando o dedo na ferida. Ah, M. Night Shyamalan, gostamos tanto de você e de seus filmes iniciais. Travar uma guerra com os críticos pode ser uma batalha perdida – e é o que tem feito gente como Adam Sandler, por exemplo. Desde a recepção morna de A Vila (o filme mais subestimado de sua carreira), Shyamalan iniciou uma batalha com os avaliadores, inclusive “matando-os” de forma cruel em A Dama na Água (2006) – um conto de ninar que contava para os filhos. E por falar neles, eles foram a razão do envolvimento do diretor com esta adaptação de um desenho de sucesso em versão live action. Os filhos do cineasta eram fãs do material, e assim o paizão decidiu presenteá-los. A pergunta que fica é: será que eles gostaram?

A principal diferença que os fãs notaram foi a exclusão de qualquer humor. O filme de Shyamalan é sisudo, sombrio e excessivamente dramático – sem qualquer alegria, uma das qualidades da série animada. Porém, ao contrário do que se possa imaginar, O Último Mestre do Ar não foi um fracasso retumbante, muito devido ao mercado internacional sólido que temos hoje – que impede muitos fiascos de se tornarem um rombo financeiro para o estúdio. Assim, a Paramount e a Nickelodeon não ficaram totalmente no prejuízo. Com um orçamento inflado de US$150 milhões, a produção não chegou a se pagar nos EUA, arrecadando US$130 milhões por lá. O que salvou foram os US$188 milhões arrecadados ao redor do mundo. No entanto, ainda ficando bem longe do planejado.

O Turista

Considerado um dos pontos baixos do cinema no início da década passada, o filme que reuniu os astros Johnny Depp e Angelina Jolie (então no auge de sua popularidade) consta com 20% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar do pouco apreço angariado pelo filme desde seu lançamento, curiosamente ele não foi indicado para o prêmio Framboesa de Ouro, e ainda levou indicações em uma boa premiação, o Globo de Ouro, com nomeações para Depp, Jolie e o filme – é claro que o fato virou motivo de piada na época. Sorte igual não teve o diretor alemão Florian Henckel von Donnersmarck que, saído do sucesso A Vida dos Outros (2006), só voltaria a filmar oito anos depois de O Turista. Algumas feridas demoram a sarar.

Depp. Jolie. Veneza. Uma trama de espionagem. O que poderia dar errado? Uma das acusações foi a falta de química entre os protagonistas. Seja como for, O Turista exigiu da Sony/Columbia o absurdo orçamento de US$100 milhões, recuperando em bilheteria somente um pouco mais da metade disso, com US$67 milhões em caixa nos EUA. Novamente, o mercado internacional teve que sair ao resgate, equilibrando um pouco as coisas para o filme. Mas o estrago já estava feito.

O Aprendiz de Feiticeiro

A Disney também quer vir brincar e entrar na nossa lista dos fracassos de bilheteria. Como sempre dizemos aqui, nenhum estúdio é à prova de falhas, nem mesmo a toda poderosa casa do Mickey. É mais do que normal as famosas escorregadas. E aqui foi justamente o que ocorreu com esta reunião de elenco e equipe do sucesso A Lenda do Tesouro Perdido (2004). O “Código Da Vinci” da Disney trouxe Nicolas Cage e o diretor Jon Turteltaub colaborando e o sucesso foi tanto que reprisaram a dobradinha na continuação de 2007. Porém, quando foi a vez da trifeta, algo saiu do trilho.

O filme é uma espécie de adaptação de um dos segmentos do clássico Fantasia (1940) no qual Mickey veste as roupas de mago, com direito até mesmo às vassouras no cômodo inundado. O “Mickey” da vez é Jay Baruchel e Nicolas Cage é o mestre feiticeiro. Para a “brincadeira”, o estúdio desembolsou extasiantes US$150 milhões de orçamento e viu de volta nos EUA, apenas US$63 milhões. Com a bilheteria internacional, o longa conseguiu ao menos se pagar – mas se mantendo bem longe do planejado.

Zona Verde

Como no item acima, muitas vezes os executivos de estúdios partem do pensamento de repetir o “time que está ganhando”. Foi assim com a citada parceria entre Nicolas Cage, a Disney e Jon Turteltaub, e foi assim também aqui, com Matt Damon, o diretor Paul Greengrass e a Universal Pictures, responsáveis pelo sucesso da franquia Bourne. Tais elementos eram reprisados neste Zona Verde, visando guardar na garrafa um segundo raio como sua fórmula de sucesso. Nem mesmo do gênero a obra saiu, já que este é igualmente um thriller de espionagem político, com Damon batendo de frente com seus superiores de agência. E você, já tinha ouvido falar sobre o filme?

O que não conseguiram fazer igual foi o desempenho do longa, que logo caiu no esquecimento – e talvez tenha sido mesmo essa a vontade dos envolvidos. Porém, apesar do público não ter comparecido, Zona Verde não é um filme ruim, e tem uma avaliação mediana dos críticos. Mas, como dito, o que conta aqui é seu desempenho financeiro. Assim, com um orçamento de impactantes US$100 milhões, Zona Verde passou em branco nos cinemas dos EUA, fazendo uma bilheteria de US$35 milhões. Pelo mundo arrecadou quase US$120 milhões, o que foi melhor, mas o filme mal conseguiu se pagar.

Jonah Hex – Caçador de Recompensas

O que, você pergunta? Sim, este filme caiu no anonimato, mas ele era uma grande aposta de uma adaptação de quadrinhos da DC Comics (sim!) e, foi lançado nos cinemas. Ao menos nos EUA. Na lista, já falamos de produções da Paramount, Sony, Disney e Universal. Quem está faltando? Ah sim, a Warner. Bem, se pudessem voltar no tempo, certamente iriam querer lançar este Jonah Hex direto na plataforma, assim talvez o estrago fosse menor.

Como dito, adaptação dos quadrinhos de faroeste e fantasia da DC, Jonah Hex conta a história de um pistoleiro voltando dos mortos com o rosto deformado para se vingar de seus desafetos. E não pense você que esta é uma produção B do cinema, já que protagonizando temos ninguém menos que o Thanos da Marvel em pessoa, Josh Brolin. Ao seu lado, a então musa mais “baixada” da internet, Megan Fox – você lembra dela? Jonah Hex teve um orçamento de US$50 milhões, mas só rendeu em bilheteria um quinto disso, com US$10 milhões, sequer conseguindo se pagar e entrando no hall das “bombas” homéricas de Hollywood.

As Viagens de Gulliver

E pensar que a atriz Emily Blunt deixou de participar como a Viúva Negra em Homem de Ferro 2, cedendo seu lugar para Scarlett Johansson, devido ao compromisso com este filme. Bem, se o mundo não é justo, a indústria do cinema apenas reflete isso. Entre mortos e feridos, Blunt sacudiu a poeira e deu a volta por cima, conseguindo firmar sua carreira e se tornar uma estrela de muito prestígio. Mas sim, ainda a queremos em algum filme de heróis, de preferência da Marvel. Aqui, ela estrela para a Fox – um estúdio que ainda não havia sido mencionado -, neste veículo infantil para o humorista Jack Black.

Uma reimaginação do clássico literário de Jonathan Swift, o filme traz Black como um canastrão perdedor, se tornando náufrago e descobrindo uma civilização monárquica, onde todos os cidadãos são minúsculos como polegares. No meio deles, está a princesa vivida por Emily Blunt. As Viagens de Gulliver é inofensivo, bem, menos em seu orçamento, já que custou ao estúdio a “bagatela” de US$112 milhões – um dos mais inflados do ano. Como resposta, o público nos EUA virou as costas, rendendo em bilheteria apenas US$42 milhões. Novamente aqui, o longa era salvo pelo mercado internacional, que dobrou seu valor de produção.

Zé Colmeia – O Filme

Por falar em filmes infantis, esta foi uma produção que caiu rapidamente no esquecimento, sendo pouco comentada hoje em dia – com muitos sequer sabendo de sua existência. Tentando recriar o sucesso de adaptações da Hanna-Barbera como Os Flintstones (1994) e Scooby-Doo (2002), chegava há dez anos o primeiro (e último) live action do urso comedor de cestas de piquenique e seu fiel escudeiro baixinho: Zé Colmeia e Catatau. Para dublar as animações criadas em CGI, Dan Aykroyd e Justin Timberlake cediam as vozes dos ursos grande e pequeno respectivamente.

Com produção da Warner, Zé Colmeia almejava um sucesso no feriado de fim de ano, mas logo viveu para ser massacrado pela crítica, com irrisórios 13% de aprovação da imprensa especializada. Em termos de bilheteria, seu destino não foi muito diferente, não emplacando como deveria com a criançada. Porém, dentre os itens desta lista, Zé Colmeia é um dos mais “bem sucedidos”, já que ao menos conseguiu se pagar e se saiu relativamente bem no mercado internacional. Mesmo assim, não foi o suficiente para receber sinal verde em uma continuação. Com um orçamento de US$80 milhões, o filme rendeu US$100 milhões nos EUA, ficando quites com o gasto.

Os Perdedores

Agora temos um título que condiz com o tema desta lista e com o conteúdo de seu longa. Aqui, voltamos ao tópico das adaptações de quadrinhos, e novamente nos deparamos com um selo da DC Comics. Com o cacife de ter roteiristas do porte de Peter Berg e James Vanderbilt, Os Perdedores fala sobre uma equipe especial do governo, tipicamente envolvida em “missões suicidas”, que são traídos por seus superiores, se tornando renegados e agindo por conta própria. Ou seja, uma mistura de quadrinhos com o seriado Esquadrão Classe A – que no mesmo ano ganhava adaptação para as telonas também.

E sendo esta uma adaptação da DC, é claro que por trás bancando teríamos a Warner, que desembolsou US$25 milhões (um valor até modesto) e escalou gente como Zoe Saldana, Chris Evans e Idris Elba (que depois se bandearam para a Marvel) para protagonizar. Mesmo contando com um valor de produção de pequeno porte, Os Perdedores não teve força suficiente para sequer se bancar, arrecadando nos EUA US$23 milhões, e apenas mais US$6 milhões mundiais. No Brasil, sendo lançado direto em vídeo. Você conhecia?

Burlesque

Com minguados 37% de aprovação da imprensa, este musical tem a pecha de juntar em tela duas divas de gerações distintas: Christina Aguilera (em seu primeiro trabalho no cinema) e a veterana Cher – ambas donas de vozeirões graves. Apesar do pouco apreço da crítica e fãs (com Cher sendo inclusive indicada para pior atriz no Framboesa de Ouro), o longa conseguiu emplacar no Globo de Ouro, com três indicações, incluindo melhor filme. A Verdade é que Burlesque não tem nada de Burlesco, sendo um musical bem comportado e beirando o juvenil.

Produção da Sony/Columbia, Burlesque contou com um orçamento avantajado de US$55 milhões, para o padrão do gênero. Assim, o público não ligou muito de ver as musas nas telonas – já que Aguilera havia feito sucesso mesmo dez anos antes. O filme terminou sua carreira nos cinemas dos EUA com um total de US$39 milhões em bilheteria. O que salvou, por pouco, foi o mercado internacional – que ajudou com pouquinho mais da metade deste valor.

Como Você Sabe

Hoje, Reese Witherspoon se reinventou como estrela irretocável, empoderando e inspirando mulheres no cinema e no mercado do audiovisual em si. Vendo que não haviam bons papeis sendo oferecidos, ela fundou sua própria produtora e emplacou um sucesso atrás do outro na TV com programas como Big Little Lies, Pequenos Incêndios e Morning Show. Antes, no entanto, Reese passou por uma epopeia e talvez tenha sido filmes como este Como Você Sabe que a fizeram correr atrás e pegar as rédeas da própria carreira. E para completar, o longa ainda foi o responsável por “aposentar” o monstro Jack Nicholson, sendo o último de sua carreira, até o momento.

Quando acerta, o cineasta James L. Brooks, diretor do filme, entrega obras como Melhor é Impossível (1997). Mas quando erra, pode realizar produções melancólicas e enfadonhas, como é o caso deste filme, mais doloroso do que topada na unha. Dono de 31% de aprovação da imprensa, essa “ida ao dentista” contou com um embasbacante orçamento de US$120 milhões (aonde o dinheiro foi?), pagos pela Columbia/Sony. É claro que essa brincadeira não iria dar certo, e como resultado, Como Você Sabe retornou somente US$30 milhões nos EUA e mais US$18 milhões ao redor do mundo. Chegando em nosso país direto em vídeo. No filme, Reese vive uma mulher dividida entre um sujeito egocêntrico e insuportável (Owen Wilson) e um perdedor azarado compulsivo (Paul Rudd). Um verdadeiro achado, certo, meninas? Só não temos mais pena dela, porque acabamos sofrendo mais ao assistir este longa.

‘Lightyear’ é DOMINADO por ‘Jurassic World’ e decepciona nas bilheterias dos EUA

A animação ‘Lightyear‘ decepcionou em sua estreia nos cinemas norte-americanos, arrecadando apenas US$ 51 milhões durante o seu primeiro final de semana – quase um terço abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 70 milhões.

O longa da Pixar foi barrado do topo das bilheterias por ‘Jurassic World: Domínio‘, que fez jus ao seu título e arrecadou US$ 58.6 milhões em seu segundo final de semana. De acordo com o Deadline, a vitória de ‘Domínio‘ se deve ao maior número de salas especiais em exibição, como IMAX. O site destaca que ‘Jurassic World‘ ocupou 51% do formato premium contra 43% de ‘Lightyear‘.

Internacionalmente, ‘Lightyear‘ arrecadou US$ 34.6 milhões através de 43 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 85.6 milhões.

Apesar do resultado abaixo do esperado, o longa ainda registrou a MAIOR estreia para uma animação após o período de pandemia, conseguindo se manter no mesmo nível da estreia de outros sucessos da Pixar, como ‘Viva – A Vida É uma Festa‘ (US$51M) e ‘Ratatouille‘ (US$47M).

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘Top Gun: Maverick’ já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente

Sucesso! ‘Top Gun: Maverick‘ continua sendo um fenômeno nas bilheterias, onde já arrecadou quase US$ 900 milhões mundialmente.

O longa representa a segunda MAIOR bilheteria do ano, atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$942.5M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 466.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 419 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou incríveis US$ 885.1 milhões mundialmente. Além disso, ‘Top Gun: Maverick‘ conseguiu ultrapassar ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ (US$791M), tornando-se a MAIOR bilheteria global da carreira do Tom Cruise.

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘Jurassic World: Domínio’ ultrapassa US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar das críticas negativas, a sequência ‘Jurassic World: Domínio‘ continua a DOMINAR as telonas. O longa permaneceu no topo das bilheterias norte-americanas, barrando a estreia da animação ‘Lightyear‘, com sólidos US$ 58.6 milhões durante o seu segundo final de semana.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 249.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 372.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou incríveis US$ 622.1 milhões mundialmente – o que representa a quinta MAIOR bilheteria do ano.

Vale lembrar que longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

NOSTALGIA! Os Filmes de Terror que Completam 20 ANOS em 2022

21 aninhos. E você nem viu passar. Este ano algumas superproduções muito queridas e populares de Hollywood completam aniversário. Nem dá para acreditar. Veja, por exemplo, o primeiro filme do Homem-Aranha nas telonas, dirigido por Sam Raimi. Outro exemplo seria o primeiro Resident Evil, protagonizado por Milla Jovovich. Ou ainda o primeiro live-action do Scooby-Doo.

Todos são filmes pop, ainda muito queridos pelo grande público. Fora a surpresa de todos já terem completado 21 anos de lançamento, outra é perceber que todos eles seguem inseridos na cultura popular, seja através de reboots, remakes ou novas adaptações. Aqui, no entanto, não iremos falar sobre os blockbusters famosos e sim sobre um tipo específico de filme que adoramos e sabemos que vocês também: os filmes de terror!

Confira abaixo as produções do gênero mais famosas que entram agora na vida adulta – completando 21 anos em 2022.

Extermínio

Importantíssimo para o terror, esse foi o filme que redefiniu o subgênero dos zumbis para os anos 2000 – influente até hoje na forma como a cultura pop retrata os mortos-vivos comedores de carne. Antes disso, a referência eram as obras de George Romero, como o clássico absoluto A Noite dos Mortos-Vivos, e até suas “paródias”, vide A Volta dos Mortos Vivos. Mas foi esse pequeno filme britânico e independente, que não causou tanto barulho em sua estreia, mas se tornou um cult instantâneo, que daria o pontapé inicial na forma como as criaturas seriam retratadas dali para a frente. Ou seja, acelerados como se tivessem tomado ecstasy, ao invés de lentos como nos clássicos. De Madrugada dos Mortos, passando por Todo Mundo Quase Morto, até The Walking Dead, a febre dos zumbis modernos deve muito a este filme simples, mas muito eficiente, que mostra um sujeito (Cillian Murphy) acordando em Londres para uma realidade repleta de infectados.

A Última Profecia

Baseado em uma lenda urbana norte-americana, ou segundo muitos relatos, numa história verídica ocorrida em West Virginia, em Point Pleasant, entre 1966 e 1967. Na época, diversos moradores do local clamavam ter vislumbrado uma criatura humanoide, de olhos avermelhados, que emitia grunhidos e possuía penas de pássaro, sendo descrito como um híbrido entre um homem e uma ave. A criatura ganha ainda mais ares sobrenaturais em sua retratação neste filme, produzido pela Lakeshore Entertainment, e distribuído pela Sony Pictures. O filme traz o astro Richard Gere no papel protagonista, como um jornalista que perde sua esposa num acidente de automóvel, e decide ir para a cidadezinha investigar as aparições da criatura. Curiosamente, mantendo a tradição dos filmes “gêmeos”, no mesmo ano era lançado O Mistério da Libélula, thriller que Kevin Costner fez para a Universal Pictures, dono de um enredo muito semelhante.

Navio Fantasma

Superprodução da Warner, de US$20 milhões, este terror era uma de suas grandes apostas para a época – há 21 anos no passado. Com produção de Joel Silver e Robert Zemeckis, através do selo da dupla, a Dark Castle Entertainment (responsável por lançamentos como A Casa da Colina, Treze Fantasmas, Na Companhia do Medo e A Casa de Cera, por exemplo), a ideia era ter uma espécie de O Iluminado (1980), inteiramente passado ao invés de em um hotel, num navio onde coisas muito ruins aconteceram. Na trama, Gabriel Byrne e Julianne Marguiles protagonizam como parte de um grupo de piratas modernos, que vasculham embarcações atrás de seus tesouros. Ao se depararem com o navio de luxo onde uma terrível tragédia ocorreu, eles precisaram enfrentar seus maiores demônios.

O Chamado

Talvez a produção de terror mais querida lançada há 21 anos, O Chamado é também uma das poucas refilmagens consideradas superiores ao seu original. Aqui trata-se do terror japonês Ringu, de 1998 – que quatro anos depois ganhava nova roupagem em Hollywood produzido pela Dreamworks Pictures. O filme foi também responsável pelo estrelato da protagonista Naomi Watts, que interpreta uma jornalista se deparando com uma história macabra e sobrenatural, envolvendo mortes de adolescentes e uma lenda urbana sobre uma fita VHS que após assistida mata seu espectador em uma semana. E quem jamais esquecerá a menina fantasma Samara?

Sinais

O diretor M. Night Shyamalan surgiu no mundo do cinema com os dois pés na porta, ao entregar o seminal O Sexto Sentido (1999). Depois de uma passagem pelo cult Corpo Fechado (2000) sem o mesmo resultado, o cineasta retornava no comando de um longa mais parecido com o teor de seu primeiro grande sucesso. Ou seja, um filme mais voltado para o terror, mas sem esquecer os elementos humanos que tanto enriqueciam suas obras. Aqui Shyamalan dava um tempo de Bruce Willis e escalva Mel Gibson para o papel de um pastor, pai de família vivendo numa fazenda, que perde a sua fé após o acidente que tirou a vida de sua esposa. O grande Joaquin Phoenix possui um papel importante vivendo o irmão mais novo do protagonista, o ajudando a criar seus dois filhos pequenos. Como tragédia pouca é bobagem, esta família se vê em meio a um mistério de proporção interplanetária. Definitivamente um dos filmes mais angustiantes de Shyamalan, e também um dos mais tensos – mesmo que o desfecho registre uma de suas conhecidas escorregadas.

Medo Ponto Com

Você lembra deste filme desavergonhado aqui? Nos primórdios da internet, o que não faltaram foram produtores picaretas para usufruir de tal modernidade, transformando a famosa sigla da rede mundial que transporta qualquer um para outro continente num piscar de olhos, em título de sua obra de terror. Com distribuição da mesma Warner nos EUA, e a Sony no resto do mundo, Medo Ponto Com copia O Chamado mas faz diferente. Ao invés de uma fita VHS amaldiçoada, que tal um site da internet amaldiçoado – afinal fitas já estavam fora de moda e DVDs e a internet eram as novidades da época. E que tal ao invés de uma jornalista tentando proteger seu pequeno filho, dois detetives interpretados por Stephen Dorff e Natascha McElhone. E se você achou que falta a Samara, engana-se, porque este filme tem sua própria versão de uma personagem dando rosto à assombração, com Jeannine, papel da alemã Gesine Cukrowski. Ganha um prêmio quem disser qual dos dois filmes permaneceu na mente dos fãs.

Halloween: Ressurreição

O que?! Há 21 anos tivemos um exemplar da querida franquia slasher Halloween e eu ainda não havia colocado na lista nas posições mais altas, como é possível? Calma, querido leitor, não se surpreenda. O que acontece é que aqui falamos de Halloween Ressurreição, considerado por muitos fãs da saga de Michael Myers nas telonas como um de seus piores exemplares, ou quem sabe “o pior”! O mais dolorido sobre o filme é saber que ele continuou o divertido e bem sucedido Halloween H20, comemoração em grande estilo da franquia, 20 anos depois do original. Tudo parecia encerrado na conclusão de H20, mas é claro que os produtores não iriam eliminar de vez sua galinha dos ovos de ouro. Em revelações recentes, a musa Jamie Lee Curtis afirmou inclusive que já sabia que H20 teria continuação enquanto o filmava, pois estava em seu contrato. Ela queria que H20 fosse o final. Seja como for, quatro anos depois de H20 ficamos sabendo que Michael não estava de verdade morto, e quem morre é Laurie (Curtis), quando o psicopata a encontra num hospital psiquiátrico. Daí em diante é só ladeira abaixo para o filme, que usa dois elementos que eram novidade na época: os reality shows e a internet – para criar um programa passado dentro da casa de Michael. É claro que o dono da casa aparece para estregar a festa.

Cabana do Inferno

Terror podreira cult, esse filme foi o responsável por revelar ao mundo (em especial ao mundo do terror) o açougueiro Eli Roth. O apadrinhado de Quentin Tarantino fez seu debute em longas com este filme que utiliza o subgênero dos terrores de cabana – consolidados com Evil Dead – e tenta subverte-lo ao trazer em sua história (escrita por Roth) não um serial killer, mas uma doença altamente infecciosa e as consequências disso para um grupo de universitários isolados na floresta. Apesar de não ser exatamente um slasher, pode ter certeza que Roth não poupa as nojeiras em litros e litros de sangue. Fora isso, através de certo humor e momentos nonsense, o cineasta deixa sua marca transformando esta obra, que certamente não é para todos os gostos, num cult imediato.

Malditas Aranhas!

Por falar em filmes de terror que utilizam bastante humor em sua narrativa, aqui temos o maior exemplar do “terrir” na lista. Também pudera, como levar a sério um terror sobre aranhas gigantes soltas em uma cidadezinha americana. Assim como O Ataque dos Vermes Malditos, os realizadores deste longa produzido pela Warner pelo orçamento de US$30 milhões souberam que precisavam rir com o filme, para o público não rir DO filme. Quem protagoniza é David Arquette, então saído da fama da trilogia Pânico – filmes de terror que igualmente utilizavam bastante humor. A trama, como você pode imaginar, mostra aranhas expostas a uma substância química, crescendo a um tamanho descomunal. A surpresa no elenco, no entanto, ao menos hoje, é a presença da musa Scarlett Johansson ainda bem novinha em um de seus primeiros papeis de destaque no cinema. Ela vive a filha da xerife que dá uma bela lição em um pretendente abusador.

O Olho que Tudo Vê

Para minha última escolha da lista, trago um filme não muito conhecido. Ou devo dizer, bem desconhecido. O legal do cinema é às vezes nos pegarmos indo assistir a um filme totalmente inusitado, que não possui uma campanha de marketing massiva ou que desaparece tão rápido que quando o reencontramos por algum motivo, pensamos: “Ah, é verdade, eu vi este filme no cinema”. Um orgulho para todo cinéfilo. E este foi uma de minhas sessões mais inusitadas. Você já tinha ouvido falar sobre este terror?  A produção não é tão B assim, afinal trata-se de um lançamento na Universal Pictures, um dos maiores estúdios de Hollywood. Assim como Halloween Ressurreição, este filme pega carona no auge dos reality shows e suas câmeras escondidas, para contar a história de um programa onde cinco jovens precisarão passar um ano numa casa em local remoto, a fim de brigarem pelo prêmio de US$1 milhão. No decorrer deste tempo, situações bizarras vão se amontoando, até descobrirem que a realidade que vivem não é exatamente da forma que imaginavam. Ah sim, no elenco um tal de Bradley Cooper em início de carreira.

As Séries MARAVILHOSAS Que Marcaram a Infância de Quem Tá chegando nos 40 anos…

Nostalgia é a palavra de ordem para muitos. E isso é verdade até mesmo quando falamos dos produtores de Hollywood. Ou de que outra forma você explicaria as inúmeras continuações, refilmagens e reinícios de filmes que marcaram época, seja nos anos 80, 90 ou ainda mais antigos.

Existem aqueles que afirmam de pés juntos que não se fazem mais filmes como antigamente. Bem, isso é verdade. Em partes porque nossa sociedade mudou tanto que seria impossível replicar certos conceitos hoje. Então, para o bem ou para o mal, as produções audiovisuais da atualidade refletem os nossos tempos. O lado negativo é a crescente onda de reciclagem, como se produtos verdadeiramente originais fossem raros de encontrar.

Todas as histórias do mundo já foram contadas e o resto são pequenas derivações do mesmo. Será? Seja como for, isso não pode ser dito quando falamos de séries de TV. Ao contrário das produções cinematográficas as séries televisivas deram um pulo grandioso em qualidade. Isso porque os seriados estão cada vez mais cinematográficos, tendo a liberdade de contar certas histórias que o cinema de entretenimento não possui mais.

É inegável ao olharmos para trás como os programas de TV deixaram de ser puro escapismo serial e se tornaram histórias interligadas, com começo, meio e fim, que afetam diretamente seu resultado ao desfecho – ao invés, digamos, de uma nova história do zero a cada semana.

Apostando na nostalgia e no saudosismo – só para variar – trazemos uma nova matéria. Aqui iremos revisitar com você os programas que faziam sucesso há 30 anos atrás em todos os lares pelo mundo. Vejamos se você de fato já ouviu falar sobre alguma delas.

De quais você se lembra?

Home Improvement

O programa que revelou o humorista Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear nos filmes da franquia Toy Story) e fez dele um astro da TV americana foi um dos maiores sucessos do início dos anos 90 e chegou a ser exibida por aqui no Brasil em um canal a cabo. Conhecida também como “o homem da ferramenta”, esse era o apelido do personagem vivido por Allen, apresentador de um programa que falava sobre reparos domésticos, onde ensinava a cuidar e consertar a casa. A série fez enorme sucesso, durando 8 temporadas até 1999.

Família Dinossauros

Essa, tenho certeza, é inesquecível. Sucesso absoluto ao ser exibida de forma inédita na Globo há 30 anos, depois indo parar nas mãos do SBT e finalmente agora está disponível no acervo da Disney+ onde promete sem dúvida cativar uma nova legião de fãs de uma geração mais jovem. Na época a série foi muito definida como “uma resposta ao sucesso de Os Simpsons”, já que trazia uma estrutura familiar bem parecida com o desenho dos personagens amarelos, até mesmo um bebê. É claro, mudando o fato de agora serem dinossauros e não humanos amarelados. O grande atrativo era o artesanato por trás da criação dos dinossauros, através de um misto de roupas de borracha e animatrônicos. Isso, dois anos antes da estreia de Jurassic Park. O seriado durou 4 temporadas até 1994.

Step by Step

 

Outra série familiar, essa comédia infanto-juvenil era exibida na forma de dobradinha em meados da década de 90 no canal Warner lado a lado com Três é Demais (Full House). Aqui também tínhamos uma “casa cheia”, quando um pai solteiro (Patrick Duffy) decide ir morar junto com sua companheira, uma mãe solteira (Suzanne Somers). Ele leva seus três filhos e ela faz o mesmo – jovens que variam desde a infância até o fim da adolescência. O programa ficou no ar por 7 temporadas, até 1998.

Clarissa Sabe Tudo

Outro programa infanto-juvenil, esse era protagonizado pela musa adolescente da década de 90, Melissa Joan Hart. A atriz, é claro, viria a ficar conhecida em sua série seguinte, a cultuada Sabrina – Aprendiz de Feiticeira, que ganhou reboot recentemente na Netflix. Quem sabe algum produtor não se anima de trazer Clarissa de volta também. Aqui, cujo o título original é Clarissa Explains It All, Hart interpreta a adolescente espertinha do título, que vive quebrando a quarta parede e explicando as ações e situações de todos à sua volta para o público. O programa durou 5 temporadas até 1994.

Silk Stalkings

Primeiro seriado de ação policial e investigação da lista, Silk Stalkings fez enorme sucesso durante o início dos anos 90 e trazia uma dupla de detetives “muito quente” desvendando casos de assassinato em Palm Beach, na Flórida. A química dos protagonistas foi o que moldaria, por exemplo, os personagens de Arquivo X e as diversas duplas de parceiros profissionais de sexo oposto, com enorme tensão sexual. Rob Estes e Mitzi Kapture viveram os sargentos Chris Lorenzo e Rita Lee Lance. A dupla estrelaria até a quinta temporada – quando seu arco se encerraria. Na mesma temporada, mas já em 1996, uma nova dupla era introduzida, mas não agradaria o público, sendo logo substituídos pelos sargentos Tom Ryan e Cassy St. John (Chris Potter e Janet Gunn) – que permaneceriam até o final do programa, num total de 8 temporadas, em 1999.

Justiça Final

Quem cresceu durante os anos 90 certamente irá lembrar do juiz Nicholas Marshall, já que essa série (Dark Justice no original) marcou o período em suas exibições à noite na Globo com episódios inéditos. Este que vos fala lembra vividamente de assistir ao seriado durante as férias de verão na casa de praia de um amigo. Homem da lei durante o dia, justiceiro à noite, o personagem principal até lembra o herói cego Demolidor, da Marvel. Aqui, ao invés de um advogado, o personagem principal era um juiz, que saía com sua moto pelas madrugadas atrás dos criminosos que a lei não conseguia alcançar nos tribunais, após o assassinato de sua esposa e filha. O programa durou 3 temporadas até 1993. Uma curiosidade é que o personagem principal mudou de intérprete ao fim da primeira temporada. Isso ocorreu porque o primeiro ano do programa foi filmado na Espanha e com a mudança nas temporadas seguintes para Los Angeles, Ramy Zada não estaria disponível devido à mudança de locações, sendo substituído por Bruce Abbott.

Um Hóspede do Barulho

Se esse título lhe é familiar, você não está enganado. A esta altura não era novidade filmes de sucesso do cinema se transformarem em séries de TV. E aqui temos a versão para as telinhas de uma produção de Steven Spielberg. Trata-se de Harry and the Hendersons (no original), um “derivado” de E.T. – O Extraterrestre, trocando apenas o pequeno alienígena por um pé-grande e o ambiente urbano da cidade, por uma casa rural da família protagonista. Quase nenhum dos principais envolvidos com o filme de 1987 retornou para a série, o que inclui as ausências de Spielberg, do pai da família John Lithgow (substituído no programa por Bruce Davison) e inclusive o intérprete do “gorilão”, Kevin Peter Hall, na série vivido por Patrick Pinney e Dawan Scott. Somente o maquiador Rick Baker, que ganhou o Oscar pela criação do pé-grande no filme, retornava para continuar seu trabalho de excelência também na série. O programa durou 3 temporadas até 1993.

O Elo Perdido

Por falar em adaptações, não são apenas os filmes que ganharam versões para as telinhas, muito comuns nas décadas de 70, 80 e 90. Nessa época, os produtores de Hollywood também requentavam ideias do passado, tirando do forno marcas conhecidas a fim de capturar uma nova legião de fãs. Mas nem sempre dava certo. Missão: Impossível, por exemplo, era uma série que fez muito sucesso nos anos 60, e depois foi trazida de volta nos anos 80 sem o mesmo impacto, antes de virar uma superprodução nos cinemas com Tom Cruise. Aqui algo parecido ocorria. O Elo Perdido fez muito sucesso nos anos 70, ao contar a história da família Marshall, que volta no tempo para a época dos dinossauros. Há 30 anos, uma nova investida foi tentada nesta trama, desta vez focando na família Porter – onde muitos acabaram conhecendo esta história. O programa durou 2 temporadas até 1992 e depois renderia um filme de 2009 com Will Ferrell.

Justiça das Ruas

Todos conhecem bem o ator Carl Weathers. Imortalizado como Apollo Creed na franquia Rocky, foi devido ao seu personagem que o derivado Creed, com Michael B. Jordan pôde fazer sucesso. Weathers apareceu em inúmeros filmes de ação de sucesso nos anos 80, como O Predador (1987) e Action Jackson (1988). Hoje, o ator segue em atividade, marcando presença na famosa série da Disney+ O Mandaloriano, primeiro derivado nas telinhas do universo de Star Wars. Mas o flerte do ator com a TV não é de agora e há 30 anos no passado, ele protagonizava seu terceiro seriado. Em Steet Justice (no título original), Weathers vivia Adam Beaurdreaux, veterano da Guerra do Vietnã, gravemente ferido em combate e resgatado por uma família de missionários. Anos depois, o protagonista agora trabalha como policial e está decidido a encontrar o filho de tal família, agora crescido, ao saber que os pais dele foram mortos. O programa durou 2 temporadas até 1993.

Roteirista acredita que ‘Homem-Aranha 4’ com Tobey Maguire e Sam Raimi vai acontecer em breve

David Koepp, um dos roteiristas do primeiro ‘Homem-Aranha‘ (2002), revelou que ficou muito emocionado ao ver o retorno de Tobey Maguire em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.

Ele acredita que é uma questão de tempo para a Sony aprovar um quarto filme da saga dirigida por Sam Raimi mostrando o que aconteceu com o Peter Parker/Homem-Aranha daquele universo.

“Eu tenho certeza que falta pouco para eles confirmarem uma história sobre essa versão do Homem-Aranha com 40 anos e ver como o público reage. É claro que eu iria assistir. Essas histórias ainda são contadas de forma belíssima e o público as ama.”‎, afirmou à Variety.

Raimi (á revelou estar “completamente interessado” em dirigir a sequência – dando continuidade à franquia original que foi iniciada em 2002.

“Eu não pensei que seria possível voltar [para aquela franquia], mas, depois de me jogar no multiverso, eu percebi que qualquer coisa é possível atualmente. Então, eu estou completamente interessado [em dirigir ‘Homem-Aranha 4’].”

Anteriormente, o cineasta havia comentado que adoraria voltar a trabalhar com o Tobey Maguire: “Eu amo o Tobey. Amo a Kirsten Dunst. Acredito que tudo é possível, mas não tenho uma história em mente ou planos. Não sei se a Marvel estaria interessada em fazer ‘Homem-Aranha 4’ atualmente. Não sei o que eles acham sobre isso, mas seria incrível. E, mesmo que não seja em uma sequência do Homem-Aranha, eu adoraria trabalhar novamente com o Tobey, em um papel diferente.” 

‘Elvis’ abre com 79% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A cinebiografia ‘Elvis‘, que gira em torno do lendário Elvis Presley, chega em breve aos cinemas brasileiros – e parece estar fazendo um sucesso considerável entre os críticos internacionais.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 79% de aprovação, com nota 6.90/10 baseada em 58 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “a fórmula padrão das cinebiografias é balançada […] com a energia estonteantes e o estilo perfeito de Baz Luhrmann, complementados pela performance incrível de Austin Butler“.

Confira os principais comentários abaixo:

‘Elvis’ é muito longo, muito melodramático, muito tudo. Mas é também bastante divertido” – Baltimore Magazine.

“O que acontece quando o diretor de ‘Moulin Rouge!’ faz um filme sobre Elvis? Bastante ritmo, música e brilho” – Metro.co.uk.

‘Elvis’ é um filme vibrante, que é o que esperaríamos de um filme de Luhrmann – mas o que é mais impressionante é como ele usa a música para levá-lo ao próximo nível” – Mat’s Entertainment.

“O retrato do declínio inexorável de Elvis é epítome de um filme que regularmente se afasta das observações sobre o ícone para meramente falar sobre seu poder de estrelato” – Slant Magazine.

“O Rei vive!” – Toronto Star.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

O longa é estrelado por Austin ButlerTom HanksOlivia DeJonge e chega aos cinemas nacionais no dia 14 de julho.

Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’) entra como diretor.

O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.