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Os perigos AUMENTAM no trailer dos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Fallout’; Confira!

A 2ª temporada de Fallout, adaptação pós-apocalíptica da aclamada franquia homônima de games, já estreou no Prime Video – nos prometendo uma incrível narrativa que se desenrolará nas próximas semanas.

Agora, foi divulgado a prévia dos próximos episódios do novo ciclo.

Confira:

 

No Rotten Tomatoes, a nova iteração conquistou impressionantes 98% de aprovação, com base em 42 reviews até o momento. A encargo de comparação, a temporada de estreia teve 93% de aprovação entre a crítica internacional.

Confira alguns comentários abaixo:

“Quando se trata de dois atores humanos trocando insultos, Fallout– com crânios explodindo e tudo mais – se destaca muito acima da maioria das adaptações de videogames” – Daily Telegraph (UK).

Fallout nunca peca por falta de confiança, mas sofre de uma dispersão conceitual semelhante, já que os personagens são separados e enviados em arcos que parecem nunca se cruzar” – RogerEbert.com.

“Sombria, ousada e diabolicamente divertida, a segunda temporada de Falloutdá continuidade ao sucesso da adaptação do videogame com mais emoção, mais comédia e mais cabeças explodindo” – Loud and Clear Reviews.

“O que Falloutpode não ter em conteúdo, compensa de sobra em escopo, estilo e espetáculo, continuando a cumprir seu propósito como uma aventura de ficção científica subversiva e uma série digna do nome Fallout” – Nerdspin.

“A segunda temporada de Falloutse baseia na sólida fundação da primeira iteração, com novos locais empolgantes e temas fortes – mas tem dificuldades em equilibrar tudo isso” – Discussing Film.

“Como adaptar de forma eficaz um mundo tão rico e variado e condensá-lo em apenas oito horas de televisão? Falloutquase conseguiu” – That Hashtag Show.

Falloutretorna com uma segunda temporada explosiva e extremamente divertida, que entrega ainda mais daquilo que tornou a primeira temporada tão agradável” – Black Girl Nerds.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

10 séries pra maratonar e fingir que sua vida não é tão dramática quanto Grey’s Anatomy

Uma das coisas mais divertidas quando assistimos a uma série é logo perceber uma forte identificação, seja por uma situação ou mesmo pelas ações de personagens. Alguns projetos, deixando aquele gostinho de quero mais, nos conduzem para jornadas interessantes que nos levam a reflexões sobre nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista bem legal para você que ama refletir sobre a vida a partir de uma boa série:

 

Os Ladrões de Diamante (Netflix)

Com um roteiro bem bolado que explora uma tentativa de roubo cinematográfico, chegou sem muito ‘oba oba’ na Netflix uma intrigante minissérie policial de apenas três capítulos que consegue jogar uma lupa para um amplo contexto de uma Inglaterra no início dos anos 2000. Produzido por Guy Ritchie e tendo no centro dos holofotes os pontos de vistas ladrões, polícia e imprensa, Os Ladrões de Diamante é um prato cheio pra quem curte true crime!

 

O Monstro em Mim (Netflix)

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

 

Cortina de Fumaça (Apple Tv plus)

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

 

Jogo Cruzado (Disney Plus)

https://youtu.be/k1dlbjUmqxg?si=MO2_TwcVbI9jTr5e

Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.

 

A História da minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Jerry Springer: Brigas, Câmera, Ação (Netflix)

Tudo – e realmente tudo – pela audiência. Chegou na Netflix no início de 2025, uma minissérie de dois episódios que mostra os bastidores e depoimentos da equipe de um dos mais polêmicos shows televisivos da história da televisão mundial.

 

Belo: Perto Demais da Luz (Globoplay)

Buscando apresentar retratos de uma trajetória com altos e baixos de um dos mais bem sucedidos cantores brasileiros, o documentário Belo: Perto Demais da Luz ao longo de quatro episódios – todos já disponíveis na Globoplay – joga para o público reflexões sobre as polêmicas e o caminho trilhado pelo paulista Marcelo Pires Vieira.

 

Magnatas do Crime (Netflix)

Ação e humor debochado na medida certa. Diretamente da mente criativa do cineasta britânico Guy Ritchie, chegou na Netflix um seriado que possui uma narrativa detalhista, que encontra um ritmo intenso num habilidoso jogo de perspectivas com excêntricos e inconsequentes personagens.

 

O Falso Sheik (Prime Video)

Reflexões sobre as linhas tênues entre jornalismo e crime. Na década de 1990, tabloides sensacionalistas dominam as rodas de conversa de uma sociedade sedenta pela informação – e ainda longe dos avanços das redes sociais. Nesse período, no Reino Unido, um introspectivo e reservado repórter buscava seu espaço ilustrando situações e transformando em interesse público, inclusive se passando por um falso sheik.

 

Amor Platônico (Apple Tv Plus)

A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade.

10 FILMES pra ver quando a bad chega sem avisar

Nem tudo é maravilha em nossas vidas; há dias em que o que mais queremos é correr para casa e, quem sabe, ligar a tv e assistir a um bom filme. O cinema nos ajuda a sair um pouco da realidade que muitas vezes pode ser bem intensa. Para você que busca um abrigo na sétima arte após momentos difíceis vividos, separamos abaixo uma lista com sugestões para você conferir:

 

Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial (Netflix)

A criatividade para entender os contextos de uma época que não volta mais. Em Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial, disponível na Netflix, o cineasta texano Richard Linklater volta as suas origens para resgatar memórias dentro de uma fábula impossível sobre a ajuda de um menino na ida do homem à lua.

 

Manga (Netflix)

Lærke (Josephine Park) é uma mulher que busca os próximos passos no ramo hoteleiro. Mãe da jovem Agnes (Josephine Højbjerg), ela nunca consegue arrumar tempo para a filha. Focada em uma nova missão determinada pela chefe, Joan (Paprika Steen), ela parte para Málaga com o objetivo de convencer o viúvo Alex (Dar Salim) a vender suas valiosas terras, que abrigam uma enorme plantação de mangas. Tudo que ela não esperava era se apaixonar por ele.

 

The Lunchbox (MUBI)

Na curiosa história, conhecemos dois personagens que sofrem por amor. Saajan Fernandes é um homem solitário que está prestes a se aposentar. Já Ila (Nimrat Kaur), é uma mulher que se sente muito sozinha, pois, é rejeitada pelo marido que a trai constantemente. Quando um equívoco no sistema de entregas de refeições de Mumbai – os Dabbawallahs – acontece, todo almoço preparado por Ila para seu marido vai para Saajan. Assim, essas duas almas carentes por um grande novo amor, constroem juntos um mundo paralelo de amizade, carinho e afeto.

 

O Ídolo (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Depois de brindar os cinéfilos com excelentes filmes como Omar (2013) e Paradise Now (2005), o cineasta israelense Hany Abu-Assad voltou às telonas dessa vez para contar uma história baseada em fatos reais, repleta de sofrimento e chances de alcançar o tão sonhado sucesso.

 

A Geração do Mal (Prime Video)

Gintas é um delegado de uma pequena cidade na Lituânia que, ao almejar ser o prefeito do lugar, uma enxurrada de situações macabras se juntam à sua própria inconsequência.

 

27 Noites (Netflix)

Leandro (Daniel Hendler) é um perito designado por um tribunal para avaliar Martha (Marilú Marini), uma mulher octagenária, depois que suas filhas a internam, de forma involuntária, em uma clínica, com a justificativa que sofre com demência frontotemporal e vem tomando atitudes suspeitas. Conforme vai se aproximando da mulher, ele acaba entendendo melhor todo o contexto, passando também por uma enorme transformação em sua própria vida.

 

Stans (Paramount Plus)

Chegou de mansinho ao catálogo da Paramount Plus um documentário interessante que parte de uma relação entre um dos maiores rappers da história – ícone de uma geração dos anos 1990/2000 – e seu fandom, abrindo um leque de camadas originais e cheias de intensidade, que vão de encontro a momentos marcantes de sua carreira. Stans é muito mais que um olhar sobre o vínculo entre fã e artista: é uma imersão em sentimentos reais expressos em canções que atingiram em cheio corações pelo mundo – e que, logo, viraram arte.

 

O Ônibus Perdido (Apple Tv Plus)

Kevin (Matthew McConaughey) é um motorista de ônibus escolar, perto dos 40 anos, que voltou para a cidade onde nasceu e tenta se entender com o único filho. Um dia, após um incêndio florestal com alta taxa de propagação, ele fica com a missão de resgatar um grupo de crianças e a professora Mary (America Ferrera), no colégio onde estavam.

 

Paz e Chocolate (Prime Video)

Nessa bela história inspirada em fatos reais, acompanhamos uma família refugiados sírios que chegou ao Canadá e conseguiu criar um negócio lucrativo de chocolates.

 

As primeiras férias não se esquece jamais! (Filmelier Plus)

Ben (Jonathan Cohen) é um empresário hipocondríaco que possui inúmeras manias. Também conhecemos a desbravadora de novas aventuras Marion (Camille Chamoux), uma desenhista de história em quadrinho que mora com dois amigos. Esses dois, até então estranhos, acabam se conhecendo no aplicativo Tinder e logo marcam de se encontrar. Após uma noite muito divertida e especial, combinam de viajarem para um lugar inusitado: a Bulgária!

‘Pânico’ faz 29 Anos – Relembre TODAS as REGRAS dos Filmes de Terror da Franquia!

Quem diria que um pequeno filme slasher, que brincava e homenageava o gênero que reinou nos anos 80, lançado há exatos 29 anos (em dezembro de 1996), viria a se tornar a franquia mais bem-sucedida do gênero – com seis longas em seu acervo, e um sétimo prometido para o próximo ano? Certamente, nem mesmo seus criadores ou elenco.

Pânico’ surgiu no final de 1996 (chegando ao Brasil no início de 1997) e se vendeu muito pelo roteiro espertíssimo escrito por Kevin Williamson. Não podemos deixar de mencionar a direção de Wes Craven, um mestre do gênero, que recobrava a boa forma depois de uma escorregada com ‘Um Vampiro no Brooklyn’ no ano anterior. O sucesso fez de ‘Pânico’ tendência, e logo uma nova enxurrada de filmes do tipo assolava o fim dos anos 90.

Enquanto seus imitadores caíam pelo caminho, ‘Pânico’ se mantinha forte e seguia em frente. Mas seu caminho não foi fácil. A franquia só veria uma nova guinada em popularidade após o falecimento de Craven, ao ser assumida pela dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett em ‘Pânico’ (2022) – o reboot com o novo elenco. A franquia ganhou novo fôlego e irá se tornar uma nova trilogia muito breve, com o lançamento do sétimo filme.

Para já irmos nos preparando para o que o sétimo filme nos trará – entre outras coisas o retorno de Neve Campbell como Sidney – resolvemos revisar as regras dos filmes de terror mencionadas em todos os filmes da franquia ‘Pânico’. Confira abaixo.

Pânico (1996) – Brincando com os clichês de terror

Em 1996, ‘Pânico’ deu novo sabor aos filmes de terror adolescentes, os chamados slasher, ao, entre outras coisas, brincar com seus padrões e regras, exibindo bastante metalinguagem ao falar sobre suas conveniências. Pela primeira vez, os personagens dentro do filme eram fãs de terror (como qualquer adolescente da época) e sabiam tudo sobre tais obras. O principal “estudioso” destes clichês é Randy (Jamie Kennedy), um nerd cinéfilo que conhece tudo de tais filmes.

Quem não lembra da cena no final de ‘Pânico’ durante uma festa na qual Randy cita as famosas regras? A primeira é que nunca se pode fazer sexo. Essa é a regra básica dos slashers, vide ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’. Os jovens mais despudorados são sempre os primeiros a morrer, e as heroínas virginais são quem sobrevivem. Outras relacionadas a esta perda da inocência são: “nunca se pode beber ou usar drogas”, o que igualmente recai no fator pecado – como se os assassinos fossem quase uma punição divina. E por fim, é claro, o famoso: sob nenhuma circunstância diga “eu volto já”, porque você não voltará. Outro clichê de filmes do tipo, de personagens que costumam não retornar mais.

Pânico 2 (1997) – A Sequência Precisa ser Sempre Maior e com Mais Mortes

Novamente aqui temos uma trinca de regras, de novo explicadas por Randy, o especialista em terror. E como os realizadores se arrependem de tê-lo matado. Imagine, Randy poderia estar até hoje na franquia. Mas o destino quis que ele fosse eliminado justamente na continuação. O que de certa forma demonstrou, na época, que ninguém estava seguro, nem mesmo personagens queridos. Mas bem, se Stu pode voltar (é o que querem os fãs), por que não Randy?

Ao invés de explicar em uma festa como no original, Randy deixa claro para Dewey (David Arquette) em um restaurante as novas regras. Aqui, a brincadeira era em cima de continuações – mas não apenas de terror. Em uma cena na aula de cinema, os alunos tentam decidir quais são as continuações melhores que seus originais, e para muitos ‘Pânico 2’ se junta a elas. A primeira regra diz respeito ao escopo do filme, que precisa superar em tudo seu original. Em especial, quando falamos em filmes de terror, em relação à contagem de corpos. Ainda dentro desta categoria, as cenas de morte precisam ser mais elaboradas – como uma sofisticação da sequência.

No filme, antes que pudesse mencionar a terceira regra, Randy é interrompido por Dewey – mas sua frase pode ser ouvida por completo no trailer do filme. E o que Randy conclui é: “nunca, sob nenhuma circunstância, presuma que o assassino esteja morto”. Essa é uma regra muito utilizada para os vilões imortais que costumam aparecer nas continuações de filmes de terror, que sempre pulam para um último susto antes do fim. E ‘Pânico’ igualmente soube brincar bem com este clichê, seja no original ou em sua primeira continuação. É bom sempre ter certeza de que o assassino esteja realmente morto antes de dar por terminada a história.

Pânico 3 (2000) – As Regras de uma Trilogia

Após o sucesso do segundo filme, esperava-se um ‘Pânico 3’ logo em 1998 – o que pegaria o hype dos slasher do fim dos anos 90. Mas ele não veio assim tão rápido quanto o segundo. Assim os fãs precisaram esperar angustiantes três anos para mais um episódio, que ao que tudo indicava encerraria a trilogia. E sim, ‘Pânico’ se tornava uma trilogia. Desta forma, as regras agora se aplicavam aos famosos três filmes do cinema, como ‘O Poderoso Chefão’, ‘De Volta para o Futuro’ e por assim vai.

Mesmo morto, quem explica as regras novamente é Randy. O milagre foi que o rapaz, prevendo sua possível derrocada, resolveu se filmar em vídeo explicando como as coisas seguiriam dali para frente. Randy começa dizendo que desta vez o assassino será “super-humano”, o que até flertou com um teor sobrenatural. Quando ‘Sexta-Feira 13’ começou, não se tratava de um slasher sobrenatural, mas se tornou um com o passar dos filmes. Estaria ‘Pânico’ destinado a seguir pelo mesmo caminho? Como sabemos bem, a resposta é não. Mas tentaram nos ludibriar com o colete à prova de balas do assassino desta vez.

A segunda regra foi “que todos, incluindo os personagens principais, desta vez podem morrer”. Afinal, trata-se do encerramento da obra – pelo menos era o que se imaginava na época. Desta forma, após matar Randy no segundo filme, o que esta nova regra afirmava é que Sidney, Gale ou Dewey poderiam morrer. Mas para o bem de todos, ao menos na época, ela não se concretizou. Finalizando a nova trilogia de regras, “o fantasma de Randy” sugeria que “o passado irá voltar para atormentá-los”. Em muitos filmes de terror, o assassino tem ligação com o passado dos protagonistas. E em ‘Pânico 3’, além de Sidney ter visões de sua falecida mãe – todo o backstory da matriarca é revelado, descortinado em Hollywood. É claro, além de uma conexão bem íntima entre a mocinha e o vilão.

Pânico 4 (2011) – Regras de Remakes, Reboots ou Sequências

Curiosamente, Wes Craven e Kevin Williamson, os criadores originais, decidiam tirar ‘Pânico’ da gaveta onze anos após seu suposto encerramento para uma nova trilogia. A dupla previa a era das franquias e filmes como ‘Velozes e Furiosos’, por exemplo, mudavam de marcha rumo ao sucesso. Assim, a brincadeira desta vez era com a onda de remakes que assolava o gênero do terror. ‘Pânico 4’ não era bem uma refilmagem, mas tentava de alguma forma ser um reboot para a franquia. Apesar de ser um dos exemplares mais queridos dos fãs, o resultado nas bilheterias não se tornou um incentivo para novos investimentos nesta linha narrativa.

Sem Randy de vez, afinal ele não poderia aparecer em uma nova fita, quem faz o papel de cicerone das regras é a dupla Robbie (Erik Knudsen) e Charlie (Rory Culkin). Algumas das regras aqui são subversões das regras anteriores, para uma nova geração. Dentre elas: “as virgens podem ser vítimas agora”. Ou seja, nem o pudor típico da geração anos 80 poderá salvar um personagem nos dias de hoje. Outra regra afirma que as mortes precisam ser mais extremas e explícitas – herança dos torture porn, vide ‘Jogos Mortais’ e ‘O Albergue’.

Outras regras mencionadas pela dupla afirmam que o novo filme deve homenagear o original, porém, sem tentar redefini-lo. Assim como também deverá conter uma cena de abertura impactante, que mostrará ao que o filme veio. É claro que o filme contém, de forma metalinguística, uma abertura assim. E por fim, as novas regras afirmam que personagens LGBTQ+ são prováveis de chegaram ao fim do filme vivos – já prevendo uma época mais politicamente correta.

Pânico (2022) – Agora sim um reboot concluído com regras clássicas para uma nova Era

Pânico 5’ conseguiu o que o anterior havia tentado – ser o reinício para uma nova trilogia. E tudo o que bastou foram 10 anos. Quando foi anunciado, agora nas mãos da Paramount e com uma nova equipe atrás e na frente das câmeras, muitos se perguntaram se ‘Pânico’ ainda tinha fôlego. E a resposta veio a galope, sim tinha. Os fãs antigos queriam e toda uma nova geração de amantes de terror embarcou na proposta. Desta vez, mesmo respeitando os personagens-legado, as protagonistas eram as irmãs Carpenter, Melissa Barrera e Jenna Ortega.

No quinto filme, coube ao veterano Dewey ditar as regras para a nova geração. Ele já havia passado quatro vezes por situações do tipo, e aprendido muito bem as regras do gênero. Sendo assim Dewey começa com “Nunca confie em seu interesse amoroso”. Afinal, diversos personagens da franquia perderam suas vidas por fazerem justamente isso. A própria Sidney provou isso em primeira mão. E bem, podemos dizer que essa tal regra serviu também para Sam (Melissa Barrera).

A segunda regra é parecida com a do terceiro, citando que ‘o assassino sempre tem a ver com o passado”. Ou seja, o vilão invariavelmente tem conexão com a vida prévia de uma das vítimas, em especial as heroínas. Por fim, uma nova regra aponta que o círculo de amizades da primeira vítima sempre tem alguma ligação com o assassino. Mais uma vez essa regra serve para tentar descobrir a verdadeira identidade do vilão.

Pânico VI (2023) – As Regras de uma Franquia

Pode parecer curioso, mas foi somente com esse sexto filme que ‘Pânico’ se deu conta que se tratava oficialmente de uma franquia. É que a primeira trilogia era planejada apenas como uma trilogia. O quarto filme tentou se tornar uma franquia sem sucesso. O mesmo foi tentado pelo quinto filme, desta vez com sucesso e sinal verde para mais filmes. O sexto foi a concretização da franquia finalmente. Assim, esperamos o sétimo filme ansiosos.

No anterior eu disse que Dewey havia sido encarregado de explicar as regras. Acontece que desde o episódio passado tínhamos uma legítima herdeira do legado de Randy: sua sobrinha Mindy (Jasmin Savoy Brown), a nova especialista em filmes de terror da série. A primeira regra mencionada por Mindy para a nova investida é “Tudo é maior do que da última vez”. Ou seja, similar à da primeira continuação, levando em conta que o sexto é a primeira continuação do pós-reboot.

A segunda regra é mais interessante, e fala “espere o completo oposto do que o filme anterior ofereceu”. No caso de ‘Pânico VI’, pela primeira vez na franquia, a ação ocorreu em Nova York, ao contrário da cidade mais interiorana de Woodsboro, que dominou quase toda a franquia. Fora isso, essa é a primeira vez que Ghostface usou uma arma de fogo. Finalizando as novas regras de Mindy, “nem mesmo os personagens legado estão salvos e os personagens principais são dispensáveis pelo bem da longevidade da franquia”.

Bem, quanto aos personagens-legado vimos isso no filme anterior com a morte de um protagonista clássico. Mas poderíamos brincar que outra personagem-legado que não esteve salva foi a própria Sidney, ausente do sexto filme por motivo da esnobada que Neve Campbell recebeu dos produtores. Em contrapartida, as personagens principais dispensáveis no sétimo serão mesmo as de Melissa Barrera e Jenna Ortega – uma despedida e a outra tendo pulado fora. A vida segue imitando a arte.

29 anos de PÂNICO | Saiba várias CURIOSIDADES do clássico filme de terror slasher

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico fez 29 anos de lançamento no dia 18 de Dezembro de 1996 nos EUA, mas só chegou no Brasil no dia 31 de Janeiro de 1997… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar.

Baseado em uma história REAL

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

 

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

10 FILMES PERFEITOS pra zerar a preguiça do fim de semana!

O fim de semana chegou e agora só queremos pipoca, sofá – e filmes bons para conferir! Nesse momento de nossa semana, onde conseguimos relaxar, é aquela hora para atualizarmos sobre bons projetos que estão disponíveis pelos streamings. Pensando nisso, resolvemos criar um lista bem legal com algumas sugestões:

 

Os Belos Dias (Reserva Imovision)

Na história, acompanhamos a dentista Caroline (Fanny Ardant), que, ao aposentar, passa por um processo de mudança e busca por liberdade. Para quebrar sua rotina tediosa, ela se inscreve em um clube cheio de atividades. Assim, redescobre a vida, se sente mais jovem e se envolve com um homem mais novo – seu professor de informática – gerando uma série de acontecimentos culminando em um desfecho emocionante.

 

O Clube do Crime das Quintas-Feiras (Netflix)

Com atuações maravilhosas e um ritmo equilibrado, percorremos a história de um grupo de pessoas na melhor idade que vivem em um enorme lar e se reúnem para refletir sobre crimes. Até que, um dia, um assassinato acontece bem próximo a eles, levando-os a embarcar pelas verdades sobre o ocorrido.

 

O Vale do Amor (Reserva Imovision)

Valley of Love (no original), conta a história de um ex-casal francês que, de forma inesperada, volta a se encontrar após certo tempo, ao receber uma carta do filho falecido. Assim, entre as dores que jamais cicatrizam e sem a menor perspectiva de algum final feliz, a dupla embarca numa jornada melancólica.

 

Doce e Sangrento (Netflix)

Parthiban (Joseph Vijay) é um homem querido por todos, carinhoso, pai de família, dono de um café, que mora numa confortável casa desde que se mudou para uma cidade na Caxemira. Vivendo em paz seus dias, sempre está disposto a ajudar sua comunidade. Certo dia, após alguns criminosos entrarem em seu bar e tacarem o terror, o protagonista consegue combatê-los, virando logo uma celebridade local. Até que logo depois, a notícia chega até uma perigosa gangue que alega: Parthiban na verdade é um ex-membro deles. A partir daí, algumas verdades começam a aparecer.

 

As Quatro Filhas de Olfa (Filmelier Plus)

Ao longo de 107 minutos de projeção, vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com às incertezas que duram até os dias atuais.

 

O Congresso Futurista (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Escrito e dirigido pelo cineasta Ari Folman, O Congresso Futurista nos mostra a história de uma mulher, muito famosa no passado, que recebe uma inusitada proposta de um grande estúdio para ter sua imagem totalmente digitalizada, desencadeando uma série de conflitos a partir disso.

 

Camponeses (HBO MAX)

Jagna é uma jovem sonhadora e delicada que mora numa pequena aldeia dominada por homens gananciosos. Quando é seduzida por Antek, um homem casado, acaba tendo um casamento arranjado com o pai dele, Boryna, o mais rico homem da região. Levada por uma correnteza de incertezas, com a inveja dos outros integrantes do lugar dando início a fofocas cruéis, aos poucos vai entrando em rota de colisão com todos do lugar.

 

Sem Coração (Netflix)

Tamara (Maya de Vicq) é uma jovem alegre e repleta de amigos que vive seus últimos momentos numa cidade no litoral de Alagoas, onde nasceu e foi criada. Certo dia, ela escuta falar de uma outra jovem, conhecida como ‘sem coração’ (Eduarda Samara), uma menina solitária que ajuda o pai, pescador, nos trabalhos profissionais. Aos poucos, Tamara começa a desenvolver uma atração por essa jovem.

 

Que Mal Eu Fiz a Deus? (Prime Video)

Claude Verneuil (Christian Clavier) é um homem com uma vida boa que vive seu final de vida ao lado da esposa. A pacata vida deste orgulhoso cidadão francês é completamente abalada quando é apresentado aos pretendentes de suas filhas.

 

O Despertar de Motti (Netflix)

Na trama, conhecemos o tímido Motti Wolkenbruch (Joel Basman), um jovem exemplar que se dedica à faculdade de economia de tarde e pela manhã ajuda seu pai na contabilidade da empresa da família. Ele enfrenta o maior obstáculo da vida quando se apaixona por Laura (Noémie Schmidt). Motti, movido por esse sentimento tão grandioso que temos como o amor, quer navegar e ser comandante de seu próprio destino, nada arranjado.

 

 

Crítica | ‘Alvo da Máfia’ – Chegou à Netflix um verdadeiro parque de diversões dos clichês!

Ligamos na Netflix para conferir o atual Top 1 da plataforma, sempre com o coração aberto para nos surpreendemos com boas histórias. Não foi o que aconteceu. Ao tentar abordar uma jornada de redenção e novos olhares sobre uma alma completamente envolvida na violência e desumanidade ao longo da vida, o longa-metragem Alvo da Máfia se revela como um entretenimento rápido e rasteiro que, em menos de 15 minutos, despeja um mar de conflitos mal resolvidos na tela, culminando em um final previsível e com soluções óbvias.

Dirigido pelo cineasta tailandês Wych Kaosayananda, com roteiro assinado por Peter M. Lenkov e Ken Solarz, o filme busca a mesma receita de bolo de muitos outros filmes de ação. Não avança em camadas, deixando o rastro de sangue ditar o ritmo de sua trama. Com a perspectiva centrada em seu fraco protagonista – cuja construção não ganha maiores observações – somos conduzidos para um sonolento parque de diversões dos clichês.

Bang (Jack Kesy) é um assassino de aluguel caladão que trabalha para uma organização criminosa comandada por um inescrupuloso empresário (Peter Weller, aquele mesmo famoso intérprete de Robocop). Após sofrer um atentado e ficar entre a vida e a morte, ele se recupera e passa a enxergar o mundo com outros olhos, embarcando em jornada de redenção ao se aproximar da esposa de seu doador.

Sem a pitada de criatividade que cada vez mais os cinéfilos procuram, e abusando de fórmulas gastas e situações violentas, o projeto avança como um desfile de estereótipos pelas linhas de um roteiro preguiçoso, que busca equilíbrio em uma narrativa marcada por um ritmo acelerado e por personagens na contramão do carisma, carentes de complexidade.

Alvo da Máfia se consolida como mais um filme esquecível disponível pelos streamings neste ano – uma obra sem personalidade, que cata os cacos de estruturas requentadas de um gênero carente de boas histórias para entregar somente o mais do mesmo.

Crítica | ‘A Última Fronteira’ – Entre bons e sonolentos episódios, série da APPLE TV se resume a uma gangorra de emoções apenas satisfatória

A Apple Tv vem trazendo, ao longo de sua ainda curta história, diversas obras de impacto quando o assunto é séries. Você pode perceber isso pelas diversas listas de melhores do ano espalhadas pela internet, nas quais sempre aparece uma série desse poderoso streaming – que talvez ainda não tenha o reconhecimento que merece. A Última Fronteira, criada por Jon Bokenkamp e Richard D’Ovidio, chegou para tentar ser mais um desses competentes títulos: uma trama de espionagem ambientada no frio do Alaska que distribui reflexões sobre moral, família e identidade.

Ao longo dos seus 10 episódios, acompanhamos Frank (Jason Clarke – um dos atores mais subestimados dos últimos anos) um policial federal alocado no Alaska, sua terra natal, com fortes marcas no passado. Ele precisa lidar com a inusitada queda de um avião repleto de prisioneiros perigosos e ir à caça dos sobreviventes. Nessa perigosa caminhada, acaba recebendo a ajuda da misteriosa Sidney (Haley Bennett), uma agente da inteligência norte-americana que parece saber muito mais do que revela.

A narrativa propõe alguns olhares sobre a situação central de sua premissa, oferecendo ao público dois protagonistas, duas perspectivas. Em um primeiro momento – e talvez a base mais sólida dessa história – conhecemos um homem que tenta reestruturar sua família após uma tragédia do passado, algo que estremeceu a relação com a esposa e afastou um pouco o filho. Guiado por princípios e buscando não entrar nos deslizes da hipocrisia, Frank é aquele típico policial boa praça: que todos gostam e defensor da sua comunidade. Esse personagem é muito bem lapidado através de mais uma ótima atuação de Jason Clarke.

Quando entramos nas verdades sobre Sidney e ganhamos a oportunidade de seguir por sua perspectiva, o roteiro busca encontrar rapidamente as peças do quebra-cabeça que se apresenta, embolando explicações. Ao transformar a ambígua agente secreta em uma peça que transita entre o que pode certo ou errado – com contradições e conflitos morais – a narrativa se perde em meio a uma embolada trama de espionagem, que vai perdendo aos poucos o sentido.

De um ponto simples de seu enredo à forma como a história se apresenta (o roteiro), essa série parece não conseguir sustentar todos os elementos de impacto que propõe. Há bons episódios e outros sonolentos, resultando em uma gangorra de emoções apenas satisfatória. A aposta em compor personagens com certo grau de anti-heroísmo, como forma de validar falhas morais evidentes, acaba sendo um tiro no pé de uma narrativa que poderia nos envolver bem mais.

Crítica | ‘Xamã: O Exorcista Pagão’ – Um filme de exorcismo convencional com excessos de Jump Scare

Os filmes sobre exorcismos – ou mesmo sobre situações inexplicáveis ligadas ao sobrenatural – sempre despertam uma enorme curiosidade do público. A questão é como a premissa se desenvolve em forma de narrativa: se abrem contextos ou ficam estáticas, com a função meramente exclusiva de pontos de partidas para conflitos que buscam a tensão. Dentro dessa corrente, chegou à HBO MAX um suspense/terror que envolve crenças, fé, o sofrimento físico e espiritual, além do sombrio daquilo que foge à compreensível.

Xamã: O Exorcista Pagão, dirigido pelo cineasta colombiano Antonio Negret, apostas suas fichas em uma jornada de cura que envolve interseções religiosas e o querer acreditar, sob o ponto de vista de uma missionária que percorre uma estrada de descrença e o questionamento pessoal. Essa trajetória é inserida em uma narrativa repleta de movimentos que alcançam o susto – o recurso narrativo conhecido como Jump Scare -, algo que deixa de surpreender no decorrer da trama.

Candice (Sara Canning) chegou tempos atrás com seu marido Joel (Daniel Gillies) e o filho Elliot (Jett Klyne) até ao Equador para evangelizar toda uma região indígena que mora numa região fria e remota. Aceita pela comunidade, os planos são de ampliar a estadia e cumprir o objetivo proposto. Só que isso tudo muda quando seu filho é possuído por uma espírito maligno, e tudo que ela acredita cai por terra, tendo que encontrar soluções ligadas à uma sabedoria que desconhece, e até mesmo ao exorcismo, conforme a situação se complica.

O roteiro, assinado por Daniel Negret (irmão do diretor), é até certo ponto um enorme enigma, sem reviravoltas que saltam aos olhos mas que se reconstrói a cada virada de página. Parte de uma validação da fé desenfreada que parece buscar alguma crítica social, mas logo se expande, dentro dos contextos dos conflitos apresentados, até alcançar um ato amoral simbólico que subverte o entendimento da base que sustenta a história. Isso até pode ser visto como algo interessante, mas a forma como se desenvolve, principalmente pela tentativa de chegar na tensão a qualquer custo, deixa peças pelo caminho.

Rodado em uma famosa região montanhosa, perto dos Andes, Xamã: O Exorcista Pagão chegou ao Top1 da HBO MAX. Não é um dos piores filmes desse subgênero do terror – longe disso. Pra quem curte pular da cadeira com sustos clássicos de filmes de terror, pode ser que o projeto cumpra seu papel; já para quem busca algo mais elaborado, com explicações diretas e roteiro amarrado, aí a probabilidade de agradar é mais baixa.

Crítica | ‘Homem x Bebê’ – Aquele humor que estávamos com saudade – e que ainda funciona!

Aos 70 anos, e após uma breve participação no longa-metragem Wonka (2023), o ator e comediante britânico Rowan Atkinson, conhecido por seu inesquecível personagem Mr. Bean, volta a uma grande produção, dessa vez em parceria com a NETFLIX. Homem x Bebê, minissérie curtinha de apenas quatro episódios, apresenta eventos dissonantes na vida de um homem ingênuo mas de bom coração que se vê envolvido em uma situação pra lá de inusitada.

Trevor (Rowan Atkinson) é um cara gente boa, mas vive ressentido ao ver os laços familiares se quebrarem após um divórcio tempos atrás, principalmente pela distância que tem da filha, Maddy (Alanah Bloor). No último dia como zelador de uma escola, acaba se deparando com uma situação peculiar: esqueceram um bebê no local. Precisando ir até uma entrevista de emprego que pode mudar sua vida, ele decide levar a criança consigo. Assim, eles chegam até um luxuoso apartamento, onde Trevor tem a missão de cuidar até os donos chegarem. Confusões não faltam durante os dias que passam nesse lugar.

Criado pelo próprio Atkinson em parceria com William Davies, o projeto busca o riso por meio de situações cotidianas ligadas à paternidade – e consegue isso na maior parte do tempo. Adepto do slapstick, um estilo de humor caracterizado por situações levadas ao absurdo – uma influência do cinema mudo –, um dos mais famosos comediantes do planeta consegue desenvolver um personagem carismático e engraçado, navegando por uma narrativa objetiva e linear, que vai direto aos seus pontos.

Longe de ser brilhante, com alguns exageros que podem incomodar pela redundância, mas com um humor que acessa nossa nostalgia, Homem x Bebê nos conquista logo de cara. Impressiona como as situações ilógicas conseguem paralelos com o lado afetivo do cotidiano de muitos de nós. O roteiro é muito simples e super eficiente. Longe de entrar em perguntas como: ‘o que você faria nessa situação?’, o prazer da risada se torna algo frequente – antecipando qualquer indagação e criando um vínculo instantâneo com o público.

Com ações desastradas, expressões faciais marcantes e aquele recheio de comédia escrachada – bem executada -, parece que quatro episódios somente são muito pouco. Fica um gostinho de quero mais! O curioso final aberto abre uma margem gigante para que possamos reencontrar esse mais novo personagem marcante na carreira de um genial artista, que sempre teve o sorriso dos outros como objetivo.

10 SÉRIES ARREBATADORAS para não largar a tela!

Com narrativas envolventes que apresentam inúmeras questões de forma equilibrada e fazendo refletir, algumas séries acabam chamando a atenção. Baseada em fatos reais ou mesmo uma criativas ficções, muitas dessas produções acabam passando desapercebidas. Pensando nisso, separamos abaixo algumas obras seriadas interessantes para você incluir na lista da sua próxima maratona:

 

Mistério em Cemetery Road (Apple Tv)

Nessa série que acabou de chegar à Apple Tv, acompanhamos a história de uma restauradora de artes que, após uma explosão na vizinhança, passa a investigar as verdades sobre o ocorrido, contando com a ajuda de uma detetive.

 

Thank You, Goodnight: A História de Bon Jovi (Disney Plus)

Minissérie de quatro episódios disponíveis no Disney Plus, apresenta o passado e o presente de uma banda prestes a completar 40 anos, relembrando suas histórias até a fama a partir de uma turnê que marca as quatro décadas de sua existência.

 

Watchmen (HBO MAX)

Brilhante minissérie que revista uma das mais aclamadas HQ’s da década de 1980, nos leva até uma realidade alternativa ambientada décadas depois da história dos quadrinhos, onde alguns famosos personagens retornam após alguns ocorridos.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv Plus)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem-sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo e, tempos depois, ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Na Mira do Júri (Prime Video)

Abordando em detalhes um julgamento onde todos são atores, exceto um dos jurados, acompanhamos uma ideia inusitada que mistura reality show e pegadinha, se tornando um dos projetos mais criativos do universo dos streamings nos últimos anos.

 

Entourage (HBO MAX)

Ao longo de oito temporadas, conhecemos Vince, um jovem ator que se torna um badalado artista em Hollywood. Vivendo fases de altos e baixos na carreira, está sempre cercado dos amigos de infância e pelo indecifrável Ari Gold, seu agente.

 

Silo (Apple Tv)

Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

Vale o Escrito – A Guerra do Jogo do Bicho (Globoplay)

Uma impactante série documental, de tremendo sucesso, que mostra toda a história do jogo do bicho no Rio de Janeiro, do seu início até os tempos atuais.

 

Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade (Prime Video)

Reunindo detalhes e desdobramentos de uma tragédia ocorrida em uma pequena cidade universitária norte-americana, ao longo de quatro episódios, Uma Noite em Idaho: Os Assassinatos na Faculdade joga luz sobre os fatos ocorridos em 13 de novembro de 2022.

 

The Chosen (Netflix/Prime Video)

Criada pelo norte-americano Dallas Jenkins, The Chosen de forma simples e inspiradora nos leva a conhecer os ensinamentos de Jesus e os pontos de vistas de todos que o seguiam.

Se ‘American Pie’ MARCOU sua vida, esses 10 Filmes são pra você!

Lembra daquelas comédias americanas que marcaram os anos 2000? American Pie foi uma das franquias mais marcante dessa época, trazendo o protagonismo para a juventude e seus conflitos. Mas não foi só esse projeto que ficou nas memórias de muitas pessoas. Abaixo, segue uma lista com outras obras – daquela época ou mais recentes – que também exploraram esse universo!

 

Projeto X – Uma Festa Fora de Controle

Quem nunca sonhou em dar uma grande festa, chamar todos os conhecidos da escola ou faculdade e ser lembrado por isso por onde passa?  Em Projeto X, três amigos exageram na dose e realizam uma grande comemoração, recheada de confusões.

 

Superbad: É Hoje

Dirigido por Greg Mottola e lançado em 2007, a comédia Superbad: É Hoje nos leva até a história de dois estudantes do ensino médio que desejam curtir ao máximo essa fase final da adolescência antes de irem para a faculdade, se metendo em uma confusão atrás da outra.

 

Eurotrip – Passaporte para a Confusão

Scott (Scott Mechlowicz) acabou de concluir o ensino médio, e ao mesmo tempo, termina de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada, Fiona (Kristin Kreuk). Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim, acreditando ser um homem – só que ele está enganado. A pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador, na verdade, é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa, em busca de Mieke.

 

Caindo na Estrada

Lançado 25 anos, e pegando carona no sucesso American Pie, o longa-metragem Caindo na Estrada nos mostra as aventuras de alguns amigos que embarcam em uma jornada eletrizante para não deixar que uma fita comprometedora chegar nas mãos da namorada de um deles.

 

Desastre Total: O Verdadeiro Projeto X (Netflix)

Um convite para uma festa de aniversário de uma jovem de 16 anos viraliza pelo Facebook e logo vira o estopim de uma história que marcou uma cidadezinha na Holanda e ganhou as páginas policiais. Abordando esse peculiar caso que envolve inúmeras questões desde a falta de preparo das forças policiais até o comportamento descontrolado de jovens em busca de diversão, a Netflix, no seu ótimo projeto Desastre Total, apresenta um média-metragem documental marcante que gera muitas reflexões sociais.

 

Finalmente 18

Nessa comédia lançada em 2013, acompanhamos a saga de alguns amigos que comemoram o aniversário de um deles, que está prestes a realizar uma prova importante nas próximas horas, de maneira muito intensa. O longa-metragem é assinado pelos cineasta Jon Lucas e Scott Moore.

 

Te Peguei!

O filme conta uma história para lá de inusitada de um grupo de amigos – já na fase adulta de suas vidas – que durante o mês de maio pregam inusitadas situações para brincar de ‘pega a pega’. Apenas um deles nunca perdeu nessa brincadeira, Jerry (Jeremy Renner), que vai se casar, o que faz com que seus amigos bolem diversos planos mirabolantes para tentar enfim pegar o melhor jogador do grupo de amigos. A brincadeira chama a atenção de Rebecca (Annabelle Wallis), jornalista de um famoso jornal, que passa a acompanhar a saga dos amigos em busca da vitória.

 

A Ressaca

Dirigido pelo ator, escritor e cineasta norte-americano Steve Pink, A Ressaca nos apresenta quatro amigos que se reúnem, após tempos distantes, em um resort para poderem curtirem e relembrarem as inúmeras histórias. Só que após uma grande bebedeira, acabam acordando em meados da década de 1980, tendo a chance – ou não – de reescrever suas histórias.

 

Vizinhos

Na trama, conhecemos o casal Mac (Seth Rogen) e Kelly (Rose Byrne) que vive tranquilamente com sua filhinha em um simpático bairro em um subúrbio dos Estados Unidos. Certo dia, o grupo de uma fraternidade aluga a casa ao lado da deles, desencadeando uma série brigas e confusões em meio a festas de grandes proporções.

 

Se Beber, não Case!

Se Beber, não Case! estreou nos cinemas sem muito oba oba no ano de 2009 e aos poucos foi se tornando um imenso sucesso. Na trama, um grupo de amigos vai comemorar a despedida de solteiro de um deles e acordam na manhã seguinte cheios de situações inusitadas que precisam entender como ocorreram. Dirigido por Todd Phillips (Coringa) e protagonizado por Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis.

 

‘Vingadores: Doutor Destino’ ganha vídeo do set com Kevin Feige; Assista!

Vingadores: Doutor Destino‘ (Vingadores: Doomsday) chega aos cinemas em 17 de dezembro de 2026, e foi divulgado um vídeo do presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, nos sets de filmagens.

No vídeo, ele fala que ele está muito emocionado no set no último dia de filmagem da produção e parabeniza a Hot Toys por seus 25 anos.

Confira:

A Marvel Studios segue expandindo seu Universo Cinematográfico (MCU) e ‘Vingadores: Doutor Destino‘ já desponta como um dos projetos mais comentados pelos fãs. Embora o estúdio ainda mantenha muitos detalhes sob sigilo, algumas informações oficiais e diversos rumores ajudam a desenhar o que pode estar por vir.

Até o momento, ‘Vingadores: Doutor Destino‘ é tratado como um dos próximos grandes eventos do MCU, prometendo reunir diferentes heróis apresentados nas fases mais recentes.  Um dos pontos mais comentados é a presença do vilão Doutor Destino (Doctor Doom), personagem clássico da Marvel Comics e frequentemente associado a histórias de grande impacto.

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ tem estreia MORNA nas bilheterias dos EUA

Avatar: Fogo e Cinzas‘ finalmente chegou aos cinemas do mundo todo, mas teve um começo morno nas bilheterias norte-americanas.

O filme arrecadou US$ 12 milhões nas pré-estreias de quinta-feira e US$ 25 milhões na sexta-feira.

No sábado, arrecadou cerca de US$ 28 milhões, uma queda de 23% em relação à sexta-feira (contando com os números das pré-estreias), o que deve resultar em uma estreia total de US$ 88 milhões.

Essa diferença entre a bilheteria de sábado e a de sexta-feira, incluindo as pré-estreias, é exatamente a mesma de ‘Aquaman‘ em 2018, com queda de 23%. ‘Avatar: O Caminho da Água‘ teve uma queda de 17% no sábado, totalizando US$ 44,3 milhões no primeiro dia. Se essa estreia se mantiver nos Estados Unidos, será a sétima melhor abertura de dezembro, atrás de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (US$ 260,1 milhões), Star Wars: O Despertar da Força (US$ 247,9 milhões), Star Wars: Os Últimos Jedi (US$ 220 milhões), Star Wars: A Ascensão Skywalker (US$ 177,3 milhões), Rogue One: Uma História Star Wars (US$ 155 milhões) e Avatar: O Caminho da Água (US$ 134,1 milhões).

Se encerrar o fim de semana com US$ 88 milhões, será uma queda bem grande em relação a abertura do segundo filme da franquia, com US$ 134,1 milhões.

Em 2009, ‘Avatar‘ estreou com US$ 77 milhões e, assim como ‘Avatar: O Caminho da Água‘, acabou arrecadando mais de US$ 2 bilhões no mundo todo.

Mundialmente, ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ deve arrecadar em torno de US$ 340-380 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o segundo filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, abriu com US$ 444 milhões neste mesmo período, em 2022.

A expectativa é que o novo longa do James Cameron supere o live-action de ‘Lilo & Stitch‘ (US$341M), e se torne a segunda maior estreia global do ano – atrás apenas da animação ‘Zootopia 2‘ (US$560.3M).

Internacionalmente, a produção deve somar em torno de US$ 250-275 milhões.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ já está em exibição nos cinemas.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘Godmother’: Youtuber Jacksepticeye fará sua estreia no terror com novo longa

Sean McLoughlin, mundialmente conhecido como Jacksepticeye, está expandindo seus horizontes para o cinema. O YouTuber fará sua estreia na produção cinematográfica com o terror independente ‘God Mother’.

Segundo o portal FearHQ, o longa acompanha Theo, que viaja com seu namorado Colby para uma região montanhosa e desértica em busca de um refúgio romântico. No entanto, a viagem toma um rumo sinistro quando um casal de aposentados invade o espaço dos jovens com intenções sombrias.

O elenco de peso traz Dee Wallace (‘E.T. – O Extraterrestre’) em um dos papéis principais. Além dela, participam Paige Evans (‘Revival’), Cameron Cuffe (‘Krypton’), Riley Dandy (‘Christmas Bloody Christmas’) e o veterano Bruce Davison (‘X-Men’).

O roteiro é assinado por John Veron e Alanah Pearce, que também atua como produtora criativa, ao lado de Craig Sherwood, Nate Lipp e Eric Michael Kochmer.

‘Wicked: Parte 2’: Cynthia Erivo revela se Glinda sabe que Elphaba está viva

A estrela Cynthia Erivo, que interpreta a Bruxa Má do Oeste no aguardadoWicked: Parte 2’, comentou recentemente sobre o desfecho do longa e revelou se Glinda sabe que sua amiga sobreviveu.

Em entrevista à Variety, Erivo discutiu se a Bruxa Boa acredita que Elphaba continua viva após a suposta morte causada pelo balde de água de Dorothy. “Acho que ela não sabe. Na verdade, eu apostaria que Glinda não sabe que Elphaba está viva”, afirmou a atriz.

Para Erivo, manter Glinda no escuro é essencial para o arco da personagem:  “Acho que ela precisa que ela acredite que não está viva. Mesmo com a abertura do livro, acho que a abertura do livro no final para ela é mais um sinal de que ela é digna da magia que aquele livro tem, que foi o que Elphaba disse: você tem, precisa aprender a usá-lo agora. Você tem que ser o bem que muda as coisas. Tem que significar algo, e você precisa descobrir como trabalhar com essa magia. Você não teve magia até agora. Agora você tem a oportunidade de encontrar uma forma de usá-la, de encontrar uma forma de tê-la”.

‘Wicked: Parte 2’: Final do longa cria erro de roteiro com ‘O Mágico de Oz’

Por fim, Erivo se despediu de Elphaba com profunda gratidão. “Eu adoraria agradecer a ela por me levar a mais um capítulo da minha vida que eu jamais poderia imaginar. Este não é apenas um filme popular, é um movimento cultural. Sou muito grato por ter sido o veículo através do qual esse personagem pôde ganhar vida. Ela sempre vai fazer parte de mim. Ela definitivamente tem um grande pedaço do meu coração”.

Wicked: Parte 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

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A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

James Cameron detona o Oscar por “ignorar” filmes de ficção científica: “Nunca é devidamente reconhecida”

O cineasta James Cameron, mente por trás do fenômeno bilionário Avatar, disparou críticas contra a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em entrevista recente, o diretor afirmou que o Oscar falha sistematicamente ao não valorizar produções de ficção científica.

De acordo com a Variety, Cameron revelou que a premiação nunca é uma prioridade em seu processo criativo.

“Eu não penso muito no Oscar”, disse Cameron. “Intencionalmente, eu não penso nisso neste ponto. Não tento fazer um filme para agradar à sensibilidade deles… eles não costumam reconhecer filmes como ‘Avatar’ ou filmes de ficção científica. A ficção científica quase nunca é devidamente reconhecida”.

Para exemplificar seu ponto, Cameron citou a exclusão de Denis Villeneuve da categoria de Melhor Direção por ‘Duna’ e ‘Duna: Parte Dois’.

“Denis Villeneuve fez esses dois filmes magníficos de ‘Duna’ e, aparentemente, esses filmes se fizeram sozinhos, porque ele não foi considerado como diretor, nem mesmo pelo Sindicato dos Diretores”, recordou.

Cameron finalizou com uma alfinetada sobre o propósito de seu trabalho: “Tipo, ok, você pode jogar o jogo das premiações ou pode jogar o jogo que eu gosto de jogar, que é fazer filmes que as pessoas realmente vão assistir. Desculpa!”.

James Cameron revela reação de Bob Iger após assistir ao corte inicial de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’

Atualmente, ‘Avatar: Fogo e Cinzas’, novo filme da franquia, está em cartaz nos cinemas nacionais.

De acordo com o Deadline, a sequência deve arrecadar em torno de US$ 340-380 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o segundo filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, abriu com US$ 444 milhões neste mesmo período, em 2022.

A expectativa é que o novo longa do James Cameron supere o live-action de ‘Lilo & Stitch‘ (US$341M), e se torne a segunda maior estreia global do ano – atrás apenas da animação ‘Zootopia 2‘ (US$560.3M).

Internacionalmente, a produção deve somar em torno de US$ 250-275 milhões.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Avatar: Fogo e Cinzas’ será lançado nos cinemas nacionais amanhã (18).

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘Emily em Paris’: Final da 5ª temporada presta homenagem a diretor de produção que faleceu durante as gravações

A 5ª temporada de ‘Emily em Paris’, o fenômeno da Netflix estrelado por Lily Collins, já está disponível, levando a protagonista a novas aventuras por Roma, Veneza e a Cidade Luz.

No entanto, o clima de celebração divide espaço com uma emocionante homenagem: o episódio final é dedicado a Diego Borella, assistente de direção que faleceu durante as gravações da série.

Borella, um experiente profissional italiano da equipe, passou mal e desmaiou durante os preparativos para uma cena no icônico Hotel Danieli, em Veneza. O incidente, ocorrido em agosto, levou à paralisação temporária das filmagens da Paramount Television Studios.

Em entrevista ao Deadline, o criador da série, Darren Star, lamentou a perda: “Foi um momento muito trágico. Ele fazia parte da nossa equipe em Veneza, mas somos todos uma família. Fizemos questão de homenageá-lo e dedicar o último episódio a ele”.

Diego Borella integrava a equipe criativa da série como assistente de direção (AD). Ele faleceu em 22 de agosto deste ano, aos 47 anos, vítima de uma parada cardíaca durante os últimos dias de filmagem da produção, no Hotel Danieli, em Veneza.

‘Emily em Paris’ está disponível na Netflix. 

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Nos novos episódios, Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.

‘Emily em Paris’: Gravações da 5ª temporada são interrompidas após morte no set

Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.

Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.

‘Heated Rivalry’: Estrelas revelam que cenas de sexo foram mais fáceis que as de hóquei

Os atores Hudson Williams e Connor Storrie, protagonistas da série de romance LGBTQIA+ Heated Rivalry, falaram recentemente sobre os bastidores da produção, em especial, sobre o desafio de gravar as cenas de sexo e as sequências de hóquei.

Durante entrevista ao Deadline, os atores comentaram o que foi mais exigente fisicamente e tecnicamente no set.

“Eu prefiro fazer as cenas de sexo, porque as cenas de hóquei… meus pés doem, depois vêm as cãibras, e eu não sou tão bom assim. Então, preciso ser muito cuidadoso para não parecer um farsante”, afirmou Williams. “Já nas cenas de sexo, ensaiamos bastante e sabíamos exatamente o que iríamos fazer antes de começar, o que acaba tornando tudo muito mais divertido”.

Storrie concordou e destacou a dificuldade de interpretar atletas profissionais: “Sim, é como uma dança. Concordo totalmente. As cenas de hóquei não são fáceis. Quero dizer, é difícil se enxergar como um jogador da NHL no auge da carreira. Essas pessoas trabalham a vida inteira para chegar lá. Então, quando você calça os patins e fica ao lado de caras que fazem isso há uns 20 anos, você pensa: “Ok, estou dando conta”. É muito exigente fisicamente. Além disso, ficar no gelo por tanto tempo chega a dar enjoo. Não sei, são as luzes, o frio… não é nada fácil”.

‘Heated Rivalry’: Série de romance LGBTQ+ é RENOVADA para a 2ª temporada

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Hudson Williams e Connor Storrie estrelam a produção.

O elenco ainda conta com François Arnaud, Robbie GK, Sophie Nélisse, Ksenia Daniela Kharlamova, Dylan Walsh e Christina Chang.

Baseada no livro homônimo de Rachel Reid, a produção se tornou o maior lançamento da história do serviço de streaming canadense.

Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.

Wagner Moura revela seus filmes FAVORITOS, de ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’ a ‘Pixote’

O Agente Secreto‘ está em exibição nos cinemas nacionais e o astro Wagner Moura continua divulgando o filme pelo mundo.

Ele participou do Criterion Closet, programa em que revelou os seus filmes preferidos.

Deus e o Diabo na Terra do Sol (Brasil, 1964), de Glauber Rocha
O Emprego (Il Posto, Itália, 1961), de Ermmano Olmi
Pixote, a Lei do Mais Fraco (Brasil, 1980), de Héctor Babenco
Limite (Brasil, 1931), de Mário Peixoto
Memórias do Subdesenvolvimento (Cuba, 1968), de Tomás Gutiérrez Alea
Rosetta (França/Bélgica, 1999), de Luc Dardenne e Jean-Pierre Dardenne
O Garoto com uma Bicicleta (França, 2011), de Luc Dardenne e Jean-Pierre Dardenne

Assista:

Durante sua passagem pelo Festival do Rio, Wagner já tinha revelado seu desejo de trabalhar com os irmãos Dardenne.

Assista a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

Wagner Moura, estrela de ‘O Agente Secreto’, fala sobre seus medos em relação à Inteligência Artificial

O The Hollywood Reporter divulgou recentemente suas apostas para os indicados ao Oscar, e entre os principais destaques estão o longa brasileiroO Agente Secreto e o astro brasileiro Wagner Moura.

A reportagem aposta em Wagner Moura para uma indicação de Melhor Ator, ao lado de nomes como Leonardo DiCaprio (‘Uma Batalha Após a Outra’), Timothée Chalamet (‘Marty Supreme’), Michael B. Jordan (‘Pecadores’) e George Clooney (‘Jay Kelly’).

Outra categoria em que a reportagem destaca o longa nacional é Melhor Filme Internacional, ao lado de ‘Valor Sentimental’ (Noruega), ‘Foi Apenas um Acidente’ (França), ‘Nenhuma Outra Escolha’ (Coreia do Sul) e ‘2000 Metros Até Andriivka’ (Ucrânia).

Além disso, a reportagem considera O Agente Secreto uma ameaça capaz de surpreender, podendo conquistar indicações em categorias como Melhor Filme, Melhor Diretor (Kleber Mendonça Filho) e Melhor Roteiro Original (Kleber Mendonça Filho).

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.