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Dua Lipa | Ranqueamos os álbuns de um dos MAIORES nomes do pop atual

Dua Lipa ascendeu a uma fama meteórica após o lançamento de seu álbum de estúdio homônimo em 2017 e, desde então, lançou singles de extremo sucesso que caíram no gosto popular e que lhe renderam um Grammy Award de Artista Revelação.

Em 2020, a artista lançou seu segundo CD, Future Nostalgia, que tornou-se um dos queridinhos dos fãs de pop e da crítica por seu teor saudosista e por suas dançantes e cativantes canções – isso sem mencionar os incríveis videoclipes que acompanharam as faixas. E, neste ano, ela retornou aos holofotes com o lançamento do antecipado Radical Optimism que, apesar de não ter tido a mesma solidez das iterações predecessoras, contou com algumas incursões muito bem-vindas.

Para celebrar essa carreira que certamente ainda tem muito a nos contar, preparamos um brevíssimo ranking de todos os seus álbuns de estúdio.

Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

3. RADICAL OPTIMISM (2024)

“Dentre os outros ápices da produção, podemos citar “Whatcha Doing”, que brinca com incursões do electro-funk com o pandeiro e um impactante baixo para nos levar a uma viagem no tempo para os anos 1990 – por mais que escolhas no refrão soem um pouco estranhas; “Maria”, pegando referências do EDM e da folktronica exploradas por nomes como Avicii no início da década de 2010, começa a amarras as pontas soltas deixadas pelas tracks anteriores para uma satisfatória conclusão que explode no power-pop de “Happy For You”. É notável como Dua, aliando-se a um time considerável de produtores e compositores, faz o máximo possível para agradar a seus fãs – mas, em dado momento, percebemos que alguma coisa está faltando” – Thiago Nolla

2. DUA LIPA (2017)

Antes de parar o mundo com o aclamado e saudosista Future Nostalgia, a cantora e compositora Dua Lipa fez sua estreia oficial no mundo da música com seu álbum homônimo. Com críticas bastante positivas, a produção não fez sucesso gigantesco à época de seu lançamento, levando um ano até dominar as paradas mundiais e, eventualmente, se tornar o mais ouvido na plataforma do Spotify por uma artista feminina, além de ter vendido 6 milhões de unidades. Contando com inúmeras versões, o compilado gerou uma série de singles bastante conhecidos, como “New Rules”“IDGAF”, “Hotter Than Hell”“Blow Your Mind (Mwah)” e vários outros – além de incorporar inúmeros estilos musicais, desde o pop-noir ao pop progressivo e ao R&B.

1. FUTURE NOSTALGIA (2020)

“[Com Future Nostalgia], Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa” – T.N.

De 300 a MIB | 10 adaptações dos quadrinhos que viraram enormes sucessos!

O mundo dos quadrinhos já se tornou inspiração de muitos roteiristas em adaptações cinematográficas. Pensando nisso, e buscando sair da obviedade dos filmes já conhecidos da Marvel, segue abaixo uma lista com 10 adaptações dos quadrinhos que viraram enormes sucessos!

 

300

Dirigido por Zack Snyder, o longa-metragem 300 nos mostra a guerra entre o Rei Leônidas e seu exército contra o Rei Xerxes. Baseado na série de quadrinhos homônima de Frank Miller e Lynn Varley.

 

No Limite do Amanhã

Na trama, baseada na obra All You Need Is Kill, de Hiroshi Sakurazaka, ambientada em um futuro apocalíptico, acompanhamos um soldado norte-americano da área de publicidade do exército, chamado Cage (Tom Cruise), que nunca lutou em uma guerra. Depois de uma reunião surpreendente, é mandado forçadamente para a linha de frente da maior guerra da história mundial. Só que quando ele falece no campo de batalha, milagrosamente consegue despertar exatamente na manhã do ocorrido, rotina que se instaura a cada nova morte, deixando Cage com a obrigação de vencer a guerra contra os alienígenas contando com a ajuda da soldado modelo Rita (Emily Blunt).

 

Oldboy

Dirigido por Park Chan-wook, baseado na obra-prima japonesa homônima escrita pela dupla Nobuaki Minegishi e Garon Tsuchiya, o projeto faz arte da chamada ‘Trilogia da Vingança’ do aclamado diretor. Passando pelo forte drama do protagonista, o roteiro caminha com brilhantismo para suas verdades impressionantes que mostram até a última gota de sangue caminhos que levam ao sofrimento.

 

Red – Aposentados e Perigosos

Baseado nos quadrinhos homônimo criado por Warren Ellis e Cully Hamner, em Red – Aposentados e Perigosos acompanhamos um ex-agente que precisa reunir seu antigo time para enfrentar um enorme desafio.

 

O Assassino

As fraquezas e as certezas. Bem distante de qualquer conflito de valores morais, caminhando numa reta sem volta longe de algum sentido sobre vida, O Assassino tem um protagonista intrigante que numa espécie de monólogo onde somos testemunhas de uma série de expressões de pensamentos, caminhamos num recorte da sua vida dominado pela sua psicopatia, o niilismo e flertando com o descontrole. Com roteiro assinado por Andrew Kevin Walker (roteirista de Seven – Os Sete Crimes Capitais), baseado em uma história em quadrinhos francesa homônima, escrita por Alexis Nolent e com ilustrações de Luc Jacamon, o filme tem a direção de um exímio contador de histórias: David Fincher.

 

Marcas da Violência

As verdades de um desconstrução. Baseado em uma história em quadrinhos homônima da DC Comics, assinada pela dupla John Wagner e Vince Locke, Marcas da Violência explora vários sentidos para o que podemos entender como violência. Na figura de um pai de família, super querido pela comunidade onde mora, o roteiro nos leva em direção a uma desconstrução, um lado sombrio que a mente humana é capaz de esconder. Dirigido pelo experiente cineasta canadense David Cronenberg, o filme esteve na competição pela Palma de Ouro no ano de seu lançamento mundial.

 

Oblivion

Baseado em um quadrinho criado pelo próprio diretor do longa Joseph Kosinski, em Oblivion acompanhamos um homem que cuida de manutenções em um planeta Terra no futuro que foi afetado por ataques alienígenas e acaba descobrindo segredos sobre o passado.

 

Estrada para Perdição

Disponível no catálogo da Star Plus, e dirigido pelo premiado cineasta Sam Mendes, o filme nos leva para o início da década de 30, durante os tempos de depressão (desaceleração econômica histórica que aconteceu na maior potência do mundo) onde conhecemos um homem que trabalha para um gângster e vê seu destino mudar após uma situação trágica. O roteiro é baseado numa graphic novel assinada pela dupla Max Allan Collins e Richard Piers Rayner.

 

MIB – Homens de Preto

Na trama, dois policiais, um experiente em questões ligados a extraterrestres e um que acabou de ser chamado para esse projeto do governo precisam enfrentar vários desafios. O filme é baseado no quadrinho homônimo criado por Lowell Cunningham.

 

Kingsman – Serviço Secreto

Na trama, baseada numa série de quadrinhos de Dave Gibbons e Mark Millar, conhecemos a história de Harry Hart (Colin Firth) um homem elegante que faz parte da organização de espionagem secreta denominada Kingsman. Anos atrás, durante uma rotina de treinamentos, um de seus homens morre salvando sua vida. Anos se passam e o filho desse homem que falecera é escolhido por Harry para adentrar ao Kingsman, só que para isso precisará completar um treinamento insamente difícil ao lado de outros concorrentes. Em paralelo a isso, Harry e toda Kingsman começam a investigar um milionário do ramo da tecnologia que pretende dominar o mundo.

 

 

 

Helena Bonham Carter está em negociações para estrelar 4ª temporada de ‘The White Lotus’

A HBO divulgou recentemente as primeiras novidades sobre a escalação da próxima temporada de The White Lotus. Helena Bonham Carter estaria em negociações para estrelar a 4ª temporada da série antológica.

A notícia foi compartilhada pelo Deadline, que destacou que, embora o estágio das tratativas não tenha sido revelado, fontes afirmam que conversas exclusivas já estão em andamento entre as partes.

Caso a participação seja confirmada, Helena Bonham Carter será a primeira atriz do novo elenco a se juntar ao resort de luxo.

Helena Bonham Carter é conhecida pelo seu trabalho em ‘Harry potter’, ‘Alice no País das Maravilhas’ e ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.

Detalhes da trama da 4ª temporada ainda não foram divulgados, mas a reportagem indica que a nova história será ambientada na França.

No mês passado, Casey Bloys, presidente e CEO de Conteúdo da HBO e HBO Max, já havia confirmado que o processo de escalação do novo elenco havia começado.

Emmy Awards 2025 | ‘The White Lotus’ conquista 23 indicações à premiação, incluindo Melhor Série de Drama

‘Socorro!’, terror de sobrevivência de Sam Raimi, ganha nova data de estreia no Brasil

A 20th Century Studios divulgou a nova data de estreia de ‘Socorro!‘ (Send Help), novo terror de sobrevivência do diretor Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Janeiro de 2026, uma semana antes do previsto.

Rachel McAdams (‘Voo Noturno’) e Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’) estrelam a produção.

Em ‘Socorro!‘, dois “colegas” de trabalho ficam presos em uma ilha deserta (O’Brien e McAdams), sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.

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Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

Fãs estão super EMPOLGADOS com o trailer do live-action de ‘Street Fighter’; Confira as reações!

A Paramount Pictures divulgou o primeiro teaser da adaptação live-action de ‘Street Fighter‘ e os fãs foram ao delírio.

Com fotografia radiante e fiel ao visual dos personagens, a produção parece ter saído direto do icônico jogo da Capcom.

Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria.

Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de outubro.

Kitao Sakurai (‘Twisted Metal’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Dalan Musson (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’).

O elenco conta com Noah Centineo (Ken Masters), Andrew Koji (Ryu), Callina Liang (Chun-Li), Cody Rhodes (Guile), Orville Peck (Vega), Curtis “50 Cent” Jackson (Balrog), Jason Momoa (Blanka), Vidyut Jammwal (Dhalsim), Olivier Richters (Zangief), Hirooki Goto (E. Honda), David Dastmalchian (M. Bison), Joe “Roman Reigns” Anoa’i (Akuma), Andrew Schulz (Dan Hibiki), Eric André (Don Sauvage), Mel Jarnson (Cammy), Rayna Vallandingham (Juli) e Alexander Volkanovski (Joe).

Live-action de ‘Street Fighter’ contrata novo diretor

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

‘Natal Sangrento’: Roteirista revela planos para sequência do terror; “Eu já comecei”

O terror natalinoNatal Sangrento (‘Silent Night, Deadly Night’), mal estreou e o roteirista e diretor do filme, Mike P. Nelson, revelou recentemente que já tem ideias concretas para a continuação.

Em entrevista ao Deadline, Nelson demonstrou entusiasmo com o potencial de uma nova história: “Eu já comecei a brincar com ideias e a entrar no clima de como isso poderia ser”.

Nelson destacou que as ideias já foram compartilhadas com os produtores e o elenco principal, que as receberam de forma positiva:

“Digamos apenas que existem algumas ideias realmente divertidas e malucas que estamos discutindo agora. Inclusive, apresentei rapidamente algumas delas aos produtores outro dia e também joguei algumas ideias para a Ruby [Modine] e o Rohan [Campbell], e eles curtiram totalmente. Então, sim, vamos jogar isso para o universo, e, quando acontecer, aconteceu”, concluiu.

Crítica | Natal Sangrento – Papai Noel Serial Killer Toca o TERROR em Divertida Nova Adaptação

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https://www.youtube.com/watch?v=v-Wl9es3dZ8

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de dezembro.

Rohan Campbell interpretará Billy Chapman, o protagonista que embarca em uma brutal onda de assassinatos vestido como Papai Noel.

Na trama, ele contracena com Ruby Modine, que interpreta Pamela, uma colega por quem Billy nutre uma paixão não correspondida. O elenco também ganhou novos nomes confirmados: Mark Acheson, David Lawrence Brown e David Tomlinson.

Mike P. Nelson, diretor de ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘, comandará a nova versão. Ele também assinará o roteiro do longa.

Scott J. SchneidDennis Whitehead, produtores executivos do filme original de 1984, retornarão ao lado de Jamie R. Thompson.

Brandon Hill & Brad Miska (‘Terrifier 3’) também servirão como produtores executivos ao lado de Erick Opeka e Yolanda Macias.

“Sempre fui um grande fã de ‘Natal Sangrento’ e mal posso esperar para apresentar a visão do Mike para este icônico slasher,” declarou Brandon Hill, diretor executivo de aquisições da Cineverse. “Como vimos neste ano, há uma grande demanda para filmes de terror independentes, e nós acreditamos que podemos alcançar um público sólido através dos cinemas, lançamento digital e streaming.”

O FILME DE TERROR DO MOMENTO! Longa sobre Xamã Exorcista estreia em 1º lugar entre os filmes mais vistos de streaming

Xamã: O Exorcista Pagão‘ (2025), dirigido por Antonio Negret e escrito por seu irmão Daniel Negret, estreou ontem no catálogo da HBO Max e já figura em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos do streaming.

Ambientado nas montanhas e vilarejos remotos do Equador, o longa prometia renovar a fórmula de filmes de possessão ao misturar o folclore indígena andino com a tradicional batalha entre o bem e o mal. Porém, para muitos críticos e espectadores, a simples mudança de cenário não foi suficiente para superar um roteiro que transita entre o comum e o subaproveitado.

No Rotten Tomatoes, o filme conquistou 64% de aprovação dos críticos com base em 22 críticas, enquanto no Popcornmeter (votos do público) está acima de 80%, indicando uma disparidade entre críticos e audiência mais casual.

Confira, com o trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=PLNwdYw8HTU

A história acompanha Candice (Sara Canning) e Joel (Daniel Gillies), um casal de missionários cristãos que vive no interior do Equador com seu filho adolescente, Elliot (Jett Klyne), onde tentam converter a população local ao cristianismo sob o pretexto de caridade. Tudo muda quando Elliot, desobedecendo advertências de crianças indígenas, entra em uma caverna proibida e volta portando um artefato antigo — e com ele, uma presença maligna ancestral ligada ao espírito do Supay, considerado o Deus da Morte pela cultura local.

Quando o adolescente começa a manifestar sintomas clássicos de possessão — vômitos, convulsões e comportamento errático — Candice imediatamente culpa o xamã local (Humberto Morales) e acha que a solução está em um exorcismo tradicional. O conflito cresce então entre a fé católica intransigente da protagonista, reforçada pelo Padre Meyer (Alejandro Fajardo), e as tradições espirituais ancestrais que a comunidade indígena tenta proteger e explicar.

Mais do que um filme de terror sobrenatural, ‘Xamã: O Exorcista Pagão‘ tenta explorar temas sociais e culturais difíceis, como a mentalidade colonialista dos missionários estrangeiros, a arrogância de impor uma única visão religiosa e o encontro (e choque) com crenças que antecedem o cristianismo na região. Essa crítica subjacente foi destacada por algumas análises como o ponto mais interessante do filme, embora sua execução tenha sido considerada desigual.

Enquanto alguns espectadores elogiam a atmosfera e a cinematografia, colocando em foco paisagens e ambientações autênticas, outros apontam que o roteiro se apoia demais em clichês de possessão e jump scares, deixando a reflexão cultural em segundo plano.

‘Pacto Brutal’: Documentário sobre a morte de Daniella Perez faz SUCESSO e figura no TOP 7 da HBO Max

O documentário ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez‘ voltou a fazer sucesso no catálogo da HBO Max e atualmente está em sétimo lugar entre as séries mais assistidos do streaming.

Em 1992, a atriz e bailarina Daniella Perez foi assassinada por Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, em um crime cruelmente premeditado. A morte prematura da jovem de 22 anos mexeu com o País. O assassinato da Daniella, filha da autora e produtora brasileira, ganhadora do Emmy Internacional, Gloria Perez, ganhou notoriedade e ocupou as primeiras páginas dos jornais nacionais por anos.

Depois de três décadas, Gloria Perez revisita a busca pela verdade por trás desta história que mudou sua vida para sempre. A autora compartilha sua experiência conforme a produção apresenta, em registros inéditos, os detalhes das investigações e o julgamento deste caso de homicídio duplamente qualificado.

Confira, com o trailer:

Como mãe da vítima, ela rastreou testemunhas, identificou evidências e ajudou a expor erros das autoridades brasileiras. Sua atuação foi fundamental para a resolução do caso, além de ter deixado um legado ao conseguir a alteração da legislação brasileira, passando a incluir homicídio qualificado dentro dos crimes hediondos.

Para Guto, a produção corrobora para a elucidação desta tragédia que marcou o Brasil. “Por meio de um minucioso trabalho de pesquisa, trazemos à luz a barbaridade do crime, com informações que não foram reveladas à época do assassinato.”

Segundo Tatiana “o caso Daniella Perez inspira muitos sentimentos e sua retratação documental revela não apenas a Daniella quanto artista, filha e esposa, mas também a deficiência do sistema jurídico brasileiro.”

O documentário chocou os assinantes da plataforma por conta das imagens impactante do cadáver da atriz.

A filha da autora e produtora Gloria Perez tinha apenas 22 anos quando foi brutalmente assassinada pelo ex-ator Guilherme de Pádua e sua ex-esposa, Paula Thomaz, com 18 golpes de tesoura, em 1992.

Além de ferimentos no pulmão e outras regiões do tronco, Daniella sofreu oito perfurações só no coração, que chega a ficar exposto em algumas fotografias.

Em entrevista ao Uol (via Folha), Gloria revelou que ela mesma fez questão de conceder as fortes imagens porque:

“Se você quer contar essa história, tem que mostrar o que eles fizeram”, referindo-se à violência do crime.

Ao longo da conversa, a autora diz que entregou à produção do documentário todos os arquivos e fotografias do caso, que conta com registros explícitos e até mesmo desconfortáveis sobre o crime.

Ainda assim, Gloria reforça que presenciar a brutalidade do crime foi ainda mais doloroso do que rever as fotos, e lamenta que o caso tenha sido classificado como um mero acaso.

“Diziam que foi um acidente do acaso. Mas não foi uma coisa casual. Quando você olha aquelas fotos, você vê que não tem nada de momento, foi feito de uma forma quase ritualística. Não vou discutir a proporção das fotos, mas sim a brutalidade contida naquelas fotos.”

Para ela, mostrar a verdade sem filtros é uma necessidade para evitar que o caso seja amenizado, como a defesa de Guilherme e Paula tentou fazer na época.

“Você olha pra as fotos e vê que foi exatamente aquilo que foi feito. Então, me dói ver aquilo? Muito. Mas me doeu ver aquilo ao vivo, como eu vi. E ver depois como aquilo foi tratado de maneira amenizada.”

Dirigida por Tatiana Issa e Guto Barra, que também assina o roteiro, a produção reconstitui em cinco episódios os detalhes sobre o caso que impactou o Brasil.

Crítica | Rian Johnson acerta novamente com o impecável e introspectivo ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’

Crítica livre de spoilers.

Rian Johnson tem um apreço significativo pelo gênero do mistério e encontrou uma forma de reafirmar a originalidade desse tipo de narrativas em 2019 com o lançamento do primeiro capítulo da franquia Entre Facas e Segredos. Apresentando o charmoso e sagaz detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) ao mundo e sagrando-o ao lado de outros icônicos personagens como Hercule Poirot e Sherlock Holmes, Johnson conquistou o público e a crítica e logo partiu para uma segunda iteração tão incrível quanto a original – ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out.

Em seus filmes, o cineasta resolveu mergulhar na hipocrisia da high society, esquadrinhando as falsidades e as artimanhas de pessoas poderosas que não contavam com a inteligência de um dos detetives mais conhecidos do planeta – e que foram arremessadas em complexas trama de vingança e ressentimento. O que nos leva a 2025: Johnson havia anunciado um terceiro longa-metragem para a saga dois anos atrás e, assim que possível, revelou que Benoit voltaria para mais um intrigante e intrincado caso com ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, que chega ao catálogo da Netflix no dia 12 de dezembro e que, como podíamos imaginar, mantém o impecável nível dessa aplaudível franquia.

Afastando-se dos vibrantes e expansivos cenários imponentes das incursões predecessoras, o realizador se apropria do denso catálogo de Agatha Christie para construir uma derradeira e profunda atmosfera sombria e quase sinestésica que transforma o enredo em um tour-de-force religioso e político com personalidades marcadas pelo trauma, pela culpa e pelo fundamentalismo. Aqui, Benoit atende um chamado para investigar o assassinato de um carismático e controverso padre chamado Jefferson Wicks (Josh Brolin). Líder da paróquia de uma pequena cidade, Jefferson era conhecido e adorado pelos membros da igreja, incluindo a devota Martha Delacroix (Glenn Close), o doutor Nat Sharp (Jeremy Renner), a advogada Vera Draven (Kerry Washington), a ex-violoncelista Simone Vivane (Cailee Spaeny), o autor Lee Ross (Andrew Scott), o jardineiro Samson Holt (Thomas Haden Church) e o aspirante a político Cy Draven (Daryl McCormack).

Porém, o império do Monsenhor Wicks é colocado em xeque quando um jovem padre chamado Jud Duplenticy (Josh O’Connor) é enviado para a paróquia e percebe que o trabalho de seu superior é excludente, precário e problemático, deixando-o embriagado de poder ao acreditar ser a representação máxima de Deus na Terra e utilizando de seu status para controlar seu rebanho com falsas promessas e uma visão bastante retrógrada do mundo – impedindo que mudanças necessárias sejam feitas. Quando Wicks é alvo de um homicida, os olhos se voltam para o temperamento curto e explosivo de Jud, que se torna alvo de investigação por parte de Benoit e da chefe da polícia Geraldine Scott (Mila Kunis) – desdobrando-se em uma teia de mentiras que esconde o verdadeiro culpado.

Johnson, retornando tanto para a cadeira de direção quanto para o roteiro, descreve um introspectivo épico que é reafirmado pelas engrenagens que compõe esse turbulento mistério – colocando altas expectativas para o mais novo caso de Benoit. E, mais do que nunca, o detetive se vê diante de becos sem saída e labirintos inescapáveis que colocam sua mente em xeque, principalmente para destituir o caráter espiritual que se apodera dos suspeitos (ainda mais quando uma câmera de segurança flagra o suposto corpo do Monsenhor saindo de uma cripta selada) e encontrar o aspecto que falta para encaixar as peças do quebra-cabeça.

É notável como o cineasta parece seguir os passos de Kenneth Branagh com sua saga centrada em Hercule Poirot, unindo razão e misticismo em um único lugar – mas aproveitando o espaço que tem para conduzir as cenas com um humor ácido e diálogos sardônicos que envolvem os personagens em uma loucura inexplicável que singra entre os “mistérios da fé” e uma artimanha muito bem pensada que envolve uma joia de família escondida há décadas. Dessa forma, ele escala Steve Yedlin para firmar uma fotografia opressiva e eliminatória que isola os protagonistas em meio a uma fé cega e autodestrutiva – e a necessidade humana de se apoiar no impalpável e no invisível para seguir em frente.

Craig reprisa mais uma vez seu papel como Benoit em mais uma incrível performance, dessa vez deixando que a humanidade por trás do detetive ganhe palanque significativo à medida que ele desembaraça um sangrento novelo de lã – e, como é de se esperar, o fabuloso elenco o acompanha com um trabalho admirável. O’Connor se despede da construção despojada em ‘Rivais’ para encarnar um padre cheio de arrependimentos e movido pela vontade de fazer do mundo um lugar melhor e encontrar luz nas trevas; Close, que já havia participado do recente ‘A Casa Torta’, retorna aos filmes de mistério em uma atuação impecável como Martha; e Brolin expande sua versatilidade performática como o odiável Monsenhor Wicks em uma das grandes atuações de sua carreira.

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out é mais um acerto de Rian Johnson para seu expansivo cosmos detetivesco – e o que podemos considerar a melhor entrada de uma trilogia que continua a celebrar o gênero em questão e a mostrar que histórias boas ainda podem ser contadas das mais diversas maneiras. Ao longo de quase duas horas e meia, o diretor constrói uma carta de amor aos filmes de mistério sem se deixar levar por uma desmedida ambição e mostrando um lado que ainda não tínhamos visto dentro dessa irretocável saga.

‘Pânico 7’ ganha display super inventivo nos cinemas norte-americanos; Confira!

Pânico 7‘ ganhou um display super inventivo nos cinemas norte-americanos, com uma faca cravada em uma base cheia de sangue e o slogan “Queime Tudo”.

Confira, com duas novas imagens destacando o personagem de Joel Mchale, o policial Mark Evans:

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro de 2026.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Sony faz postagem misteriosa com Tom Holland que pode indicar a data do trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’; Confira!

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas no ano que vem, trazendo a nova jornada do Amigão da Vizinhança interpretado por Tom Holland e com direção de Destin Daniel Cretton.

Com a estreia se aproximando, a conta britânica do Twitter da Sony Pictures publicou um GIF de Peter Parker de um dos primeiros filmes do Homem-Aranha, acrescentando: “Tudo o que queremos para o Natal é Tom Holland”, com alguns emojis reveladores.

O primeiro trailer de ‘Vingadores – Destino‘ será lançado no dia 19, mas será que teremos um trailer de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ no Natal?

Confira:

Será que teremos algum material promocional do filme de presente de Natal para os fãs?

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

A estreia do filme segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Vivo ou Morto’: Nova sequência de ‘Entre Facas e Segredos’ estreia na Netflix com 93% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

Com 231 reviews publicadas até o momento, a sequência ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out‘ estreou hoje na Netflix após conquistar impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclamou o terceiro filme da franquia ‘Entre Facas e Segredos‘, considerando-o mais centrado que o capítulo anterior. O grande destaque, no entanto, fica por conta da química entre os atores Daniel Craig e Josh O’Connor – que formam uma excelente dupla nas telas.

Separamos os trechos das principais críticas:

Crítica | Rian Johnson acerta novamente com o impecável e introspectivo ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’ 

“Mais focado do que o exuberante filme anterior, ‘Vivo ou Morto’ busca, de forma agradável, respostas tanto existenciais quanto terrenas.” (AV Club)

“Gótico, iconoclasta, envolvente, com uma crítica mordaz à América moderna e, para completar, muito engraçado. É mais um mistério policial extremamente satisfatório do Benoit Blanc.” (Empire Magazine)

“Com um roteiro seguro que ousa fazer perguntas existenciais junto com as reviravoltas usuais do gênero, este pode ser o melhor filme da franquia até o momento.” (Observer UK)

“‘Vivo ou Morto’ é mais sóbrio que o filme anterior, tem um mais parecido com o longa original, mas não é tão inteligente quanto nenhum dos dois em sua solução.” (Independent UK)

“‘Vivo ou Morto’ parece menos o terceiro filme de uma série de mistérios e mais com a confiante terceira temporada de uma série de prestígio — uma em que os criadores se sentem totalmente seguros de suas capacidades, certos de entregar algo cativante.” (Consequence)

Rian Johnson reuniu seu elenco mais forte até agora. Daniel Craig e Josh O’Connor formam uma dupla de detetives que nos faz lembrar de Sherlock Holmes e Watson.” (Time Out)

“O filme satiriza as convenções das histórias de detetive, mas nunca se torna tão autoconsciente a ponto de você deixar de levá-lo a sério.” (Slant Magazine

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.s.

Daniel Craig reprisa o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

‘Dark Horse’: Produtora da cinebiografia de Bolsonaro recebeu mais de R$ 100 milhões da Prefeitura de São Paulo

O anúncio de Dark Horse, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro estrelada por Jim Caviezel, gerou grande atenção e curiosidade. Agora, uma investigação do Intercept Brasil revelou detalhes controversos sobre a produção do longa.

O filme foi produzido pela Go Up Entertainment, liderada por Karina Ferreira da Gama. No entanto, o que chamou a atenção é que Karina da Gama também está à frente do Instituto Conhecer Brasil (ICB), uma ONG que possui um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo, gerida por Ricardo Nunes (MDB).

O ICB ficou responsável por instalar 5 mil pontos de Wi-Fi gratuitos em comunidades de baixa renda na cidade, no âmbito do programa WiFi Livre SP.

A ONG apresentou sua proposta em uma licitação em julho do ano passado. Um adiantamento de R$ 26 milhões foi realizado para agilizar a instalação de parte dos pontos antes das eleições municipais.

No entanto, conforme a reportagem, após as eleições que reelegeram Nunes, apenas 3.200 dos 5 mil pontos propostos foram estabelecidos.

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Além disso, a investigação destaca que o valor da contratação do ICB se mostra acima do normal em comparação com projetos semelhantes. Por exemplo, no final de 2023, a Prefeitura contratou a Prodam (empresa municipal de informação e tecnologia) para instalar quase 11 mil pontos de Wi-Fi em unidades educacionais por R$ 125 milhões.

Outro ponto levantado é que o Instituto Conhecer Brasil não possuía nenhuma experiência prévia com instalação ou manutenção de pontos de Wi-Fi antes do contrato com a gestão Nunes. Sua área de atuação era, na verdade, eventos religiosos.

Em 2018, por exemplo, o ICB realizou o encontro literário IDE, um evento milionário com autores gospel financiado com emendas de ex-vereadores, como Milton Leite (União Brasil) e o bispo da Universal Atílio Francisco (Republicanos).

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Ao Intercept Brasil, ambas as partes negam irregularidades e defenderam a separação entre os projetos:

Prefeitura de SP afirmou que a contratação do Instituto Conhecer Brasil foi regular e que considera “irresponsável” qualquer associação entre as filmagens do longa e o programa WiFi Livre SP.

E o Instituto Conhecer Brasil (ICB) declarou que os projetos são “executados de forma independente” e que “não financia projetos ou atividades de outras organizações”. A ONG reforçou que todas as suas ações “seguem rigorosamente os termos contratuais, a legislação vigente e as diretrizes dos órgãos de controle”.

O longa é estrelado por Jim Caviezel (‘A Paixão de Cristo’), além de Esai Morales (‘Missão: Impossível – O Acerto Final’), Lynn Collins (‘John Carter – Entre Dois Mundos’) e Felipe Folgosi.

Cyrus Nowrasteh assume a cadeira de direção. Mário Frias, Secretário Especial da Cultura durante a gestão Bolsonaro, ficou responsável pelo roteiro.

Mais informações não foram reveladas.

Bolsonaro assumiu a presidência do Brasil entre 2019 e 2022, tentando se reeleger para um segundo mandato, mas perdendo a eleição para Luiz Inácio Lula da Silva. Após inúmeras polêmicas que envolveram discursos desmoralizantes e preconceituosos, negligência médica durante a pandemia de COVID-19 e organização de um golpe de Estado, Bolsonaro se encontra atualmente preso em uma cela da Polícia Federal, cumprindo a pena de 27 anos.

Confira:

 

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Primeiras Impressões | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ é o capítulo mais espetacular da franquia

Em 2009, James Cameron voltou a reafirmar sua visionária visão cinematográfica, depois de ter encantado os cinéfilos ao redor do mundo com ‘Aliens, o Resgate’, ‘O Exterminador do Futuro’ e ‘Titanic’, com o aclamado Avatar. Introduzindo-nos ao mundo de Pandora e aos Na’vi, a história explorou o caráter inerente do ser humano à ambição e à autodestruição, colocando como alvo um planeta extraterrestre que deverá ser colonizado pelos homens – colocando em xeque a simbiótica cultura do planeta.

Caindo no gosto das críticas e assumindo o posto de maior bilheteria da história até ser desbancado por ‘Vingadores: Ultimato’, o longa ganhou uma sequência que chegou aos cinemas quase uma década e meia mais tarde. Avatar: O Caminho da Água’, apesar de se valer dos mesmos tropos narrativos do filme original, expandiu a mitologia de Pandora ao nos introduzir ao povo da água – e nos preparando para um antecipadíssimo terceiro capítulo que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de dezembro.

Desde seu anúncio oficial, Avatar: Fogo e Cinzas’ singrava à sombra dos capítulos anteriores, colocando em dúvida a necessidade de mais um capítulo. Porém, ao afastar-se das incursões exploradas nos dois primeiros filmes, o projeto consegue oferecer algo novo ao focar não apenas no épico espetáculo cinematográfico rodado em 48 frames por segundo, mas nas relações entre os personagens. Cameron, responsável também pelo roteiro, mostra estar disposto a arriscar onde se é devido, não pensando duas vezes antes de arquitetar um conflito fabuloso que une tecnologia e arte em um mesmo lugar.

Sam Worthington, Zoë Saldaña, Kate Winslet e Stephen Lang são alguns dos nomes que retornam, mergulhando em arcos que se mantêm fiéis ao desenvolvimento de suas respectivas personas à medida que esquadrinham novos territórios. Oona Chaplin, o grande destaque do novo capítulo, faz um sólido trabalho como a vilanesca e psicótica Varang, roubando os holofotes como uma das melhores antagonistas da franquia até agora – e trazendo ritmo e profundida para expressivas três horas e vinte que se desenrolam com fluidez.

A crítica completa sai no dia 16 de dezembro, às 11h.

‘Batman 2’: Brad Pitt não estrelará o longa, diz rumor

Novas informações sobre a aguardada sequência ‘Batman Parte 2’ foram divulgadas, desmentindo os rumores iniciais que circulavam na internet sobre a participação de uma grande estrela de Hollywood no filme.

Conforme noticiado pelo The Hollywood Reporter, apesar das especulações iniciais, fontes próximas à produção afirmam que Brad Pitt não estará no longa.

Os rumores indicavam que o ator estaria trabalhando no filme, juntando-se ao diretor Matt Reeves e ao protagonista Robert Pattinson.

LEMBRANDO QUE ATÉ O MOMENTO AS INFORMAÇÕES NÃO PASSAM DE RUMORES

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As filmagens de ‘Batman – Parte II’ estão previstas para começar entre o fim de abril e o início de maio de 2026.

Além de assinar o roteiro, Matt Reeves também retornará à direção.

Robert Pattinson reprisará seu papel como o herói titular.

O primeiro filme está disponível na HBO Max.

 

Freddie Highmore vai estrelar comédia romântica da Sony

O ator Freddie Highmore, famoso por seus papéis principais nas aclamadas sériesThe Good Doctor e Bates Motel, foi escalado para protagonizar a nova comédia romântica da Sony Pictures, intitulada ‘Life on Other Planets’.

Conforme o Deadline, Highmore será a estrela do projeto, cujos detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo.

O projeto, que ainda não tem um diretor contratado, está em estágio inicial de desenvolvimento.

O roteiro é assinado por Pat Cunnane, cujo script de ficção científicaEternity foi altamente elogiado.

Highmore, que foi indicado ao Globo de Ouro, é um nome conhecido tanto na televisão quanto no cinema. Além de estrelarThe Good Doctor, onde também atuou como produtor executivo, sua carreira cinematográfica inclui: Em Busca da Terra do Nunca e A Fantástica Fábrica de Chocolate’.

‘Peaky Blinders’: Cillian Murphy retorna como Thomas Shelby em nova imagem; Confira!

A Netflix divulgou recentemente o novo cartaz de Peaky Blinders: O Homem Imortal’, filme que dará sequência à aclamada série. Cillian Murphy retorna ao papel icônico de Thomas Shelby.

A estreia está marcada para 20 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

‘Peaky Blinders’ vai ganhar uma série SEQUÊNCIA com Cillian Murphy como produtor executivo

O filme, que dá sequência ao sucesso criado por Steven Knight, chega após uma série de seis temporadas aclamadas pelo público.

A trama do filme de Peaky Blinders se concentra em Tommy Shelby durante o período tumultuado da Segunda Guerra Mundial e apresenta novos integrantes no elenco, como Rebecca Ferguson, Keoghan e Tim Roth.

Mais detalhes sobre os personagens inéditos ainda são um mistério.

Tom Harper fica responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Knight.

Relembre o trailer da 6ª e última temporada de Peaky Blinders’:

Laurence Fishburne recorda processo doloroso de treinamento para ‘Matrix’: “Eu sentia dor o tempo todo”

O ator Laurence Fishburne, famoso por seu papel como Morpheus na franquia Matrix, relembrou recentemente o intenso e doloroso treinamento físico para o icônico longa-metragem, revelando ter muitas lembranças difíceis dos bastidores.

‘Eu sentia dor o tempo todo”, afirmou conforme a Variety.

Fishburne explicou que ele e seus colegas de elenco (Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss) foram os pioneiros:

“Fomos essencialmente os primeiros atores ocidentais a trabalhar no estilo de Hong Kong”, disse ele. “E então [o coreógrafo de artes marciais] Yuen Woo-ping estava muito preocupado que não conseguiríamos [realizar isso]. Então ele nos treinou muito, nos treinou como atletas profissionais. E foi no meio desse treino que entendi por que pagam tanto dinheiro aos atletas profissionais: porque atletas profissionais estão sempre com dor. Às vezes não sinto dor, como quando você vai à academia e fica dolorido por um dia. Eles estão sentindo dor o tempo todo”, acrescentou.

Mais de um quarto de século depois, Fishburne brinca que as dores persistem: “Está tudo, quer dizer, ainda está no corpo. Cada um de nós tinha dois treinadores, e eles nos deram muito, muito trabalho!”.

Apesar das dificuldades nos bastidores,Matrix (1999) se tornou um fenômeno mundial, arrecadando cerca de US$ 460 milhões nas bilheterias globais. O sucesso deu origem a Matrix Reloaded’ (2003), que ultrapassou US$ 740 milhões, e Matrix Revolutions’ (2003), com aproximadamente US$ 427 milhões. Já Matrix Resurrections’ (2021) teve desempenho bem mais modesto, somando cerca de US$ 157 milhões em todo o mundo.

‘Matrix 5’: Laurence Fishburne fala sobre possibilidade de reprisar papel como Morpheus na franquia

Vale lembrar que um dos momentos mais famosos do filme ocorre quando Morpheus diz a Neo que ele “nasceu em cativeiro” e oferece a escolha entre aceitar a pílula azul (voltar a dormir na ilusão) ou a pílula vermelha (acordar e descobrir a verdade).

Este conceito foi apropriado por movimentos de extrema-direita e, ao longo dos anos, se tornou uma parte significativa de sua retórica, simbolizando o despertar para uma “verdade” supostamente oculta por um sistema opressor (a “lacração”).

Matrix’ está disponível na HBO Max.

Estudo revela que atores são o principal fator de sucesso dos dramas verticais, aponta estudo

Um novo estudo, divulgado pelo Deadline, revela que a escolha de conteúdo em vídeos verticais, como o microdrama Tudo Por Uma Segunda Chance (um exemplo de novela vertical), é guiada primordialmente pela conexão com os atores favoritos, e aponta uma forte rejeição do público a conteúdos criados por Inteligência Artificial (IA).

A Pesquisa com Fãs da Vertical Drama Love 2025, que entrevistou participantes majoritariamente de países ocidentais, traça um panorama do crescente fenômeno dos dramas verticais.

O estudo aponta a rotina de consumo:

  • Quase 64% dos espectadores assistem a esse tipo de conteúdo todos os dias.
  • 25% assistem “várias vezes” por semana. Muitos chegam a passar várias horas por dia assistindo.
  • Em comparação com o ano anterior, quase 63% dos entrevistados disseram que estão assistindo a mais dramas verticais.

Os motivos citados para o aumento incluem o formato curto e viciante, a lealdade aos atores, a melhoria na qualidade da produção e atuação, e o aumento geral da oferta. Apenas 7,8% disseram estar assistindo menos, citando custos crescentes, histórias repetitivas e temas desagradáveis (como bullying, misoginia e violência).

Os aplicativos mais populares de longe são ReelShort, DramaBox, Vigloo e GoodShort. Um número significativo de fãs tem mais de 40 aplicativos de vídeo vertical instalados em seus celulares.

Jovens preferem YouTube e vídeos curtos à TV e streaming, aponta pesquisa!

A pesquisa deixa claro que os atores são o fator decisivo para a audiência:

  • A presença do ator protagonista é o elemento mais importante, influenciando a decisão de assistir para quase 88% dos entrevistados.
  • Em seguida vêm as atrizes protagonistas (68,8%), o ato de rolar a tela (56%) e o humor geral (41,1%).
  • Títulos em alta foram um fator para apenas 23,4%.

A forte conexão com os artistas humanos é refletida na rejeição ao conteúdo gerado por IA:

  • 70,2% dos entrevistados disseram que não assistiriam a conteúdo criado por IA, mesmo que a história fosse forte.
  • Apenas 5,6% disseram estar abertos a assistir a conteúdos de IA com uma história forte.

O principal motivo da rejeição é a ausência ou perda de atores humanos, o medo da substituição de empregos e a descrição de atuações por IA como “sem vida”, “sem emoção”, “robótica” e incapaz de reproduzir as nuances humanas.

Em termos de enredo, o público busca leveza e romance, mas demanda diversidade e rejeita temas sombrios:

Para quase 44% dos entrevistados, o romance é essencial nos dramas verticais. O tropo “inimigos que se apaixonam” aparece como o mais popular, seguido por “almas gêmeas predestinadas”, bilionários e relacionamentos por contrato.

Por outro lado, há forte rejeição a violência, misoginia e narrativas mais sombrias e perturbadoras, envolvendo temas como violência durante a gravidez, drogas colocadas em bebidas, abortos forçados, humilhação, abuso infantil e animal e exposição pública vexatória. Quase 57% dos participantes acreditam que há violência em excesso nos dramas verticais.

O estudo identificou um forte desejo por “significativamente mais diversidade racial” nas narrativas, especialmente em papéis de protagonistas. Há uma percepção de que muitos aplicativos parecem “exclusivamente brancos”, com minorias sendo frequentemente relegadas a papéis de assistentes, vilões ou figurantes.

  • Narrativas LGBTQ+: Embora a homossexualidade masculina esteja representada, há uma lacuna em histórias sobre mulheres lésbicas, bissexuais, trans, não binárias e queer.
  • Outras Minorias: Fãs também notaram a pouca representação de deficiência e a escassez de exemplos positivos de corpos plus size.

Adolescentes preferem conteúdo com identificação em vez de fantasia, diz pesquisa

A pesquisa, realizada entre 25 de outubro e 10 de novembro, coletou 1.670 respostas completas (e foi oferecida apenas em inglês).

  • Gênero: Quase todos os participantes eram mulheres.
  • Idade: Dois terços estavam na faixa etária de 35 a 64 anos.
  • Localização: Mais da metade era da América do Norte.
  • Novidade: Mais de 20% dos entrevistados assistem há menos de seis meses, e quase 40% entre seis e 12 meses, destacando a recente explosão do formato no Ocidente.
  • Outros Streamings: Quase 84% dos fãs de vídeos verticais usam outros serviços de streaming pagos (como Netflix e Disney+), mas apenas 44% foram ao cinema nos últimos seis meses. Cerca de 25% não pagam por conteúdo.

Jim Carrey quase desistiu de ‘O Grinch’ após sofrer com exaustivo processo de maquiagem

O astro Jim Carrey relembrou recentemente seu trabalho em O Grinch (2000), o clássico natalino, revelando que quase abandonou o filme devido ao processo “excruciante” da maquiagem, que inicialmente demorava oito horas por dia.

O especialista em efeitos especiais Rick Baker detalhou à Variety a luta para convencer o estúdio a investir na transformação, além da simples pintura verde:

“O estúdio disse: ‘Estamos pagando US$ 20 milhões ao Jim e queremos vê-lo. É só pintá-lo de verde'”, disse Baker. “Mas não é ‘Como o Jim Carrey Verde Roubou o Natal’. É ‘Como o Grinch Roubou o Natal’. Ele deveria parecer um personagem de fantasia”.

A reação pública ao teste de maquiagem de Baker convenceu a Universal a ceder à visão do ‘Grinch’ como um personagem de fantasia.

‘O Grinch 2’: Jim Carrey revela interesse em reprisar icônico papel

Para Carrey, porém, a experiência foi extremamente torturante, devido ao nível de transformação exigido pelo personagem.

“Quando chegou a hora de realmente desenhar o Grinch para que ele parecesse o Grinch, eles tiveram que colocar a ponta do meu nariz sobre a parte superior do nariz do personagem. Todo o resto ficou coberto, e eu não conseguia respirar pelo nariz. Eles tiveram muita dificuldade para criar aberturas na máscara. No fim, acabei respirando pela boca durante todo o filme”, explicou o comediante.

Ele acrescentou: “O figurino era feito de pelos de iaque absurdamente coçantes, o que me deixava louco o dia inteiro. Eu tinha dedos de quase 25 centímetros, então não conseguia me coçar, tocar o rosto ou fazer qualquer coisa. Usava dentes que exigiam que eu aprendesse a falar com eles, além de lentes de contato que cobriam todo o globo ocular. Eu só conseguia enxergar por um pequeno túnel à minha frente”.

O produtor Brian Grazer revelou que a equipe chegou a oferecer a Carrey o uso de efeitos digitais para deixar seus olhos verdes, mas o ator recusou.

“Ele não quis. Queria ter olhos verdes de verdade. Era como se tivesse frisbees nos olhos. Ele sentia muita dor”, destacou.

Carrey reconheceu que a decisão partiu dele próprio: “Foi algo que eu pedi, então não posso culpar ninguém além de mim mesmo. É preciso ter cuidado com o que se deseja. Quando você vê um ator interpretando um papel de dor excruciante, não pensa muito nisso. Mas o ator precisa viver aquele sentimento. Ele não vai para casa e simplesmente para de senti-lo”.

Jim Carrey pode estrelar live-action de ‘Os Jetsons’

O diretor Ron Howard contou que Carrey começou a sofrer ataques de pânico nos primeiros dias de filmagem devido ao desconforto da maquiagem: “Eu o via deitado no chão entre as montagens de cena, com um saco de papel marrom. Literalmente no chão. Ele estava miserável”.

Após o primeiro dia de gravações, que exigiu oito horas na cadeira de maquiagem, Carrey chegou a ameaçar abandonar o filme

“Ele estava pronto para devolver os US$ 20 milhões! E ele estava falando sério”, revelou Howard.

Para impedir que Carrey desistisse, a produção trouxe um especialista radical:

“Richard Marcinko treinava agentes da CIA e membros de forças especiais a suportar tortura. Ele me deu uma lista enorme de coisas para fazer quando eu começasse a entrar em colapso: dar um soco forte na própria perna, pedir para um amigo de confiança me dar um soco no braço, comer tudo o que estivesse à vista, mudar padrões no ambiente. Se houvesse uma TV ligada quando eu começasse a surtar, desligá-la e ligar o rádio. Fumar o máximo possível. Existem fotos minhas como o Grinch sentado na cadeira do diretor com uma piteira longa, porque o pelo de iaque pegaria fogo se o cigarro chegasse muito perto”, recordou.

Carrey concluiu destacando algo inesperado que o ajudou a suportar o processo.

“Depois descobri que o homem que me treinou para suportar o Grinch também foi um dos fundadores da SEAL Team Six. Mas o que realmente me ajudou durante o processo de maquiagem, que depois reduziram para cerca de três horas, foram os Bee Gees. Eu ouvia toda a discografia deles enquanto me maquiavam. A música deles é tão alegre. Nunca conheci Barry Gibb, mas gostaria de agradecê-lo”, concluiu.

O Grinch’ está disponível no Prime Video.

Na trama, um Grinch que odeia o Natal resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade de Quemlândia possam comemorar a data festiva. Para tanto, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal.

Taylor Momsen, Jeffrey Tambor, Christine Baranski, Bill Irwin e Molly Shannon completam o elenco da comédia.

Ron Howard assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Jeffrey Price e Peter S. Seaman.

Assista a uma cena do filme: