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‘O Páramo’: Terror sobrenatural estilo ‘A Bruxa’ estreia na Netflix

O terror sobrenatural ‘O Páramo‘ (The Wasteland) já está disponível na Netflix.

Na trama, ambientada durante o século 19, uma família isolada do mundo recebe a visita de um ser maligno que se nutre de medo. Será que o pequeno Diego pode salvar sua mãe dessa nova ameaça?

Confira o trailer:

David Casademunt é responsável pela direção.

Lucía e seu filho vivem longe da sociedade, em uma área plana onde quase não há vida. A pequena unidade familiar composta por mãe e filho quase não recebe visitantes e o seu objetivo é desenvolver uma existência pacífica. No começo eles conseguem, mas o aparecimento de uma criatura misteriosa e violenta que começa a assombrar sua pequena casa colocará à prova o relacionamento que os une.

Stephanie Bursill e Charleen Williams estrelam a produção.

‘A Morte do Demônio 4’: Diretor compartilha áudio SINISTRO do processo de edição do terror; Confira!

Através do seu Twitter, o diretor Lee Cronin compartilhou com um novo vídeo mostrando os bastidores do processo de edição do terror ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ (Evil Dead Rise), revelando um trecho SINISTRO do áudio do longa.

Recentemente, Bruce Campbell revelou que o novo filme terá um tom “sombrio e sério”, ao contrário dos filmes antigos da franquia original.

“O novo filme será diferente [dos anteriores]. Será muito sombrio e terá um tom bastante sério. Há atuações fortes e ótimas. É sobre uma mãe solteira que precisa lidar com o livro dos mortos. A história gira em torno do livro… O livro foi passado de mão em mão. As pessoas tentam se livrar dele – tentam enterrá-lo ou destruí-lo – mas não conseguem. Então, esse livro continua aparecendo. Essa é uma história sobre o que acontece quando esse livro é introduzido nas vidas de um grupo específico de pessoas. E como elas lidam com essa situação.”

Ele continua, “A família no começo da história não é a mesma ao final do filme. Todos os personagens fazem parte da mesma família nesse filme. E eu acho que possuir e matar seus próprios parentes é ainda mais pesado.”

A trama seguirá duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa SutherlandLily Sullivan, cujo reencontro é interrompido quando demônios são libertados, colocando-as em uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais terrível de família que se pode imaginar.

Gabrielle Echols (‘Caminhos da Memória’), Morgan Davies (‘O Caçador) e Nell Fisher completam o elenco.

Sam RaimiBruce Campbell, diretor e astro, respectivamente, da trilogia original, serão os produtores da nova versão.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

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‘The White Lotus’: Aubrey Plaza estrelará a 2ª temporada da série

De acordo com o TVLine, Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation’) irá estrelar a 2ª temporada da série ‘The White Lotus‘.

A atriz irá interpretar Harper Spiller, uma mulher de férias com seu marido e seus filhos.

Além dela, o próximo ciclo também contará com Michael Imperioli (‘Os Sopranos’) e o retorno de Jennifer Coolidge (‘Two Broke Girls’), que roubou a cena na primeira temporada.

A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.

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Mahershala Ali, o próximo ‘Blade’, estrelará nova série de suspense do Hulu

De acordo com o TVLine, Mahershala Ali (‘True Detective’), que irá interpretar o próximo ‘Blade‘ da Marvel, irá estrelar a nova série de suspense do Hulu, intitulada ‘The Plot‘.

Além de protagonizar, Ali também servirá como produtor executivo do projeto.

A produção, baseada no livro homônimo de Jean Hanff Korelitz, contará com oito episódios.

Na trama…

“Jake, um autor em crise, está desesperado por qualquer oportunidade para ajudar a reviver sua carreira. Quando uma oportunidade irresistível lhe é apresentada, Jake comete um ato terrível que mudará sua vida para sempre. Agora, alguém sabe o seu segredo e o está ameaçando… e nós veremos quão longe Jake irá para proteger a vida que ele construiu.”

O projeto será conduzida pela produtora Onyx Collective, que foca em conteúdo para artistas não caucasianos e vozes poucos representadas.

Novas informações serão divulgadas em breve.

‘Grown-ish’: Formatura da Zoey é destaque no trailer da segunda metade da 4ª temporada; Assista!

O canal Freeform divulgou o trailer da segunda metade da 4ª temporada de ‘Grown-ish‘.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 27 de janeiro.

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

Yara Shahidi, Trevor Jackson, Francia Raisa, Emily Arlook, Jordan Buh, Chloe Bailey, Halle Bailey e Luka Sabbat estrelam.

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‘Astrid & Lilly Save the World’: Amigas caçam monstros no trailer da nova série do SyFy; Confira!

O canal SyFy divulgou o trailer completo da série de terror cômica ‘Astrid & Lilly Save the World‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 26 de janeiro.

“O colégio já é difícil quando você é diferente, mas quando as melhores amigas Astrid (Jana Morrison) e Lilly (Samantha Aucoin) acidentalmente abrem um portal para uma dimensão monstruosa, as coisas ficam muito mais complicadas. Agora, cabe a elas banir as criaturas sinistras e salvar o mundo, tornando-se as heroínas fortes que elas deveriam ser. Isso é… se elas conseguirem sobreviver aos horrores do ensino médio.”

O roteiro foi escrito por Noelle StehmanBetsy Van Stone, que também servem como produtores executivos ao lado de Lance Samuels, Daniel Iron e Samantha Levine.

Danishka Esterhazy é responsável pela direção.

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RANKING | As revelações mais CHOCANTES do assassino Ghostface na franquia ‘PÂNICO’

Cuidado: possíveis spoilers à frente para aqueles que não assistiram aos filmes

A icônica franquia slasher Pânico está prestes a ganhar seu quinto filme – e já está criando inúmeras teorias na mente dos fãs, incluindo quem pode ser o novo serial killer da saga.

Enquanto mais detalhes sobre a narrativa (e pistas sobre o assassino) não são revelados, é sempre bom relembrar da revolução que os filmes causaram no gênero do terror e no próprio cinema. E, para continuar nosso mini-especial, montamos uma lista ranqueando todos os homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface, desde Billy Loomis e Stu Macher até Jill Roberts. E é claro, suas motivações para assassinar geral.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

7. CHARLIE WALKER, Pânico 4

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Intérprete: Rory Culkin

Depois do controverso terceiro filme da franquia, Wes Craven levou mais de uma década para revisitar Pânico e apresentar o clássico do slasher a uma nova geração – não apenas de personagens, mas também de fãs. Entretanto, apesar da ótima atuação de Emma Roberts como a psicótica Jill Roberts, a revelação de Charlie Walker (Rory Culkin) como o segundo assassino não causou tanto fervor e não o transformou em um serial killer memorável o suficiente para alcançar o topo da lista (ainda mais considerando sua subordinação à colega de crime).

 

6. MICKEY ALTIERI, Pânico 2

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Intérprete: Timothy Olyphant

Mickey é um dos assassinos mais relembrados da saga – e não é por qualquer razão: além da interpretação aplaudível de Timothy Olyphant, o insano personagem levou Sidney Prescott (Neve Campbell) a duvidar de todos à sua volta para isolá-la e atacar pela última vez. Mesmo com uma personalidade pérfida e uma backstory sólida o suficiente para nos convencer, Mickey encontrou seu fim de uma maneira não muito honrável e, como se não bastasse, foi ofuscado pela parceira de crime.

 

5. JILL ROBERTS, Pânico 4

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Intérprete: Emma Roberts

Apesar das críticas mistas, Pânico 4’ é uma entrada subestimada da saga slasher e conseguiu, em certos aspectos, revitalizar a série de filmes ao trazer a narrativa para a era digital. E é claro que, com a emergência das redes sociais, a serial killer Jill (vivida por Emma Roberts) partiria de uma linha similar: invejando a fama da prima, Sidney, Jill arquitetou uma história muito similar ao que a protagonista vivera e fez questão de se tornar a final girl e se tornar o centro dos holofotes – isso é, até morder a própria língua e ter o destino de todos os outros homicidas da franquia.

 

4. STU MACHER, Pânico

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Intérprete: Matthew Lillard

Antes de eternizar Salsicha no live-action ‘Scooby-Doo’Matthew Lillard encarnou o memorável antagonista Stu Macher em Pânico, de 1996. Apesar de não ser o vilão principal – visto que esse cargo é destinado a Billy Loomis -, Stu causou um choque muito maior quando se revelou como um dos serial killers. A construção irreverente e a falta de detalhes significativos sobre suas reais intenções ainda levantam questões sobre o que ele desejava no final de contas (e, mesmo sem respostas, é sempre divertido revisitar essas teorias).

 

3. SRA. LOOMIS, Pânico 2

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Intérprete: Laurie Metcalf

Quando Debbie Salt apareceu na porta do teatro da Faculdade Windsor e revelou ser a Sra. Loomis, mãe de Billy, o mundo ficou chocado ao vê-la se revelar como a outra assassina de Pânico 2’. Auxiliada pela conturbada mente de Mickey, a personagem mergulhou numa vendeta pessoal, mostrando que era tão psicologicamente deturpada quanto o próprio filho e que faria de tudo para matar Sidney. Como se não bastasse, a complexa personalidade da Sra. Loomis foi absorvida com perfeição pela incrível Laurie Metcalf – que roubou a cena todas as vezes em que aparecia.

 

2. BILLY LOOMIS, Pânico

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Intérprete: Skeet Ulrich

Billy Loomis foi o primeiro assassino da franquia Pânico e foi encarnado brilhantemente por Skeet Ulrich. Billy posou como o namorado de Sidney e prometeu ficar ao lado dela depois de Ghostface colocar seu alvo na protagonista, além de jurar protegê-la de qualquer mal. Porém, ele foi o responsável por arquitetar o plano de matar a mãe de Sidney, acusando-a de ter um caso com o pai dele e afastá-lo da família. Billy tem as “melhores” motivações da franquia, e também se mostra um sociopata de primeira. Mas se não fosse o Roman, ele ainda estaria feliz com a Sidney. Talvez…

 

1. ROMAN BRIDGER, Pânico 3

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Intérprete: Scott Foley

Pânico 3’ representou uma leve queda na qualidade da franquia, mas ainda assim é um filme acima da média. Criticando Hollywood e os podres que se escondem por trás dos bastidores do show business, o longa tem seus pontos altos – entretanto, um deles não é Roman Bridger (Scott Foley). Além de ser o serial killer mais prolífico, com nada menos que nove mortes sob sua reputação, o personagem carrega uma história incrível demais – tendo sido o “responsável” por dar início a toda a franquia. A cena do embate entre ela e a meia-irmã Sidney é uma das melhores e mais intensas de toda a franquia, com um desfecho de matar.

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia ‘PÂNICO’

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

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‘Spencer’: Filme que traz Kristen Stewart como Princesa Diana é ANTECIPADO no Brasil

Após vários adiamentos, ‘Spencer‘ agora teve sua estreia antecipada nos cinemas nacionais. A Diamond Films confirmou que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 27 de Janeiro de 2022 – uma semana antes do previsto.

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Pablo Larraín (‘LOVE: A História de Lisey’) conquistou 86% de aprovação da críticas, com 6 avaliações positivas e apenas uma negativa, até o momento.

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Veja as principais críticas:

Xan Brooks, The Guardian

Kristen Stewart se mostra totalmente atraente no papel-título. Ela tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando se considera que Diana fez uma atuação desajeitada e educada ela mesma, enfeitando sua alta altivez inata e elegante com aparas coquetes estudadas. Quando ela desabou, perdeu o equilíbrio, foi como assistir uma mulher perfeita que na verdade é falha. Mas Stewart captura efetivamente a agonia de uma mulher tão programada e isolada que sente que não tem escapatória e perdeu de vista quem ela é.

Owen Gleiberman, Variety

Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma; ela muda seu aspecto, seu ritmo, seu carma. Assistindo-a interpretar Diana, vemos um eco, talvez, da própria relação ambivalente de

Pete Hammond, Deadline

Eu não tenho palabras sobre o desempenho de Stewart, passando de uma impressão de uma figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem ela era. É uma reviravolta estimulante, amarga, comovente e totalmente deslumbrante, levando Diana por caminhos que não vimos representados como neste retrato hipnotizante.

Guy Lodge, Weekend

Escolher Stewart, outra celebridade reservada que conhece o brilho obsessivo e autoritário do fandom melhor do que a maioria, é inspirador. Seu desempenho não é apenas um feito de mimetismo totalmente transformador, embora ela tenha prestado atenção detalhada à postura e pose de Diana, especialmente. Em vez disso, é uma evocação irônica e empática de uma mulher de alguma forma bloqueada de suas vidas interna e externa, congelada no corredor – antes de correr para a escada de incêndio.

 

Confira o teaser legendado:

Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxe Natalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

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Kristen Stewar Diana Spencer

Chefe da Warner fala sobre possível ADIAMENTO do novo ‘Batman’

Jason Kilar, chefe do departamento de cinema da Warner Bros., falou sobre um possível novo adiamento de ‘Batman‘ por conta do avanço no número de infectados pela variante Ômicron no mundo todo.

“Estamos monitorando a tudo que está acontecendo com a Ômicron ao redor do mundo. Por enquanto, ainda estamos felizes com a data que temos. Mas vamos continuar analisando essa situação diariamente”, afirmou ao Puck News. 

Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março deste ano.

Assista aos trailers e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estétic

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

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Netflix lança novo suspense sci-fi com Chloë Grace Moretz que foi MASSACRADO pelos críticos

Com 30 críticas publicadas até o momento, o suspense de ficção científica ‘Mãe x Androides‘ (Mother/Android), estrelado pela Chloë Grace Moretz, conquistou apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O filme foi lançado no Brasil exclusivamente pela Netflix na última semana.

O consenso geral é que, apesar da boa atuação dos protagonistas, o longa falha em apresentar uma história empolgante – sendo taxada como “deprimente e sofrida”.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Talvez a única coisa boa que possa ser dita sobre esse filme deprimente do Hulu é que não é tão ruim quanto o seu título.” (IndieWire)

“É um filme bem construído que sabe trabalhar bem com as limitações dos seus recursos, integrando seus cenários com bons efeitos visuais para criar a imagem de uma civilização definhando em poucos meses.” (Variety)

“Infelizmente, apesar da boa performance dos protagonistas e uma história com conexões pessoais dos cineastas, a trama falha em capturar nossa imaginação.” (Los Angeles Times)

“Há ótimas atuações nesse filme dirigido por Mattson Tomlin, que não tem medo de mostrar à audiência doses generosas de violência, sofrimento e tristeza.” (Wall Street Journal)

“No final das contas, ‘Mother/Android’ conta uma história dura e sombria sobre sacrifício, sobrevivência e nossa excessiva confiança na tecnologia.” (Detroit News)

“Essa ficção científica incrível e transcendente é um conto intenso cheio de cenas tensas e dramáticas. Ao terminar o filme, fiquei impactado e mal posso esperar para assisti-lo novamente.” (Joblo)

 

 

Na trama, em um mundo pós-apocalíptico assolado pela revolta dos androides, uma jovem grávida e seu namorado buscam desesperadamente um lugar seguro.

Confira:

Algee Smith, Raúl Castillo, Jon F. Merz, Kiara Pichardo, Jason Bowen e Jared Reinfeldt também estrelam o filme.

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‘Coração de Ferro’: Série pode incluir vilão com conexão ao Homem de Ferro

De acordo com o The Illuminerdi, o filho de Obadiah Stane série o principal vilão da série ‘Coração de Ferro‘, da Marvel Studios em parceria com a Disney+.

Para quem não se lembra, Stane foi interpretado por Jeff Bridges em ‘Homem de Ferro‘ (2008), sendo o primeiro vilão do MCU.

Foi dito que o filho de Stane é descrito como um personagem por volta dos 40 anos, com uma mente brilhante e um senso de humor cômico, mas que não é o que parece e tem muitos segredos a esconder.

Nos quadrinhos, o filho mais conhecido de Obadiah é Ezekiel ‘Zeke’ Stane, que fez sua primeira aparição no arco ‘The Order‘ como um oponente de Tony Stark.

Matt Fraction (‘Gavião Arqueiro’), criador do personagem o descreve como “um homem de negócios e uma espécie de terrorista ideológico, que não tem absolutamente nenhuma lealdade a qualquer tipo de lei, credo ou facção. Ele não quer derrotar Tony Stark, ele quer torná-lo obsoleto.”

Ele acrescenta:

“O Windows quer estar em todos os computadores do mundo, mas o Linux e Stane querem destruir os computadores. Ele é o código aberto para a opressão do código fechado de Stark. Ele não tem sede, nem base, nem conta bancária. Ele é um verdadeiro vírus de computador, completamente fora da rede, flexível e móvel. Stane é um futurista evoluído muito mais inteligente, ágil e antenado.”

 

Anteriormente, um usuário do Twitter teve acesso ao Production Weekly e revelou que as gravações da série serão iniciadas somente no final abril de 2022, em Chicago, Illinois, nos EUA.

Além disso, a publicação traz uma pequena sinopse da atração, dizendo o seguinte:

“Inspirada por Tony Stark, a genial Riri Williams decide criar sua própria armadura para lutar pelo bem. Essa garota super inteligente trabalha duro e trará muita humanidade ao seu papel como a super-heroína Coração de Ferro”.

Para quem não sabe, o Production Weekly é considerado a principal fonte da indústria do entretenimento quando se trata de rastrear os dados de produções de filmes e séries.

Confira a publicação:

Por enquanto, não se sabe como o legado do falecido Homem de Ferro será retratado na trama, nem se Robert Downey Jr. fará alguma participação especial.

Lembrando que Williams será vivida por Dominique Throne (‘Judas e o Messias Negro’) e será introduzida em Pantera Negra 2‘.

Anteriormente, uma página do Twitter entregou as primeiras pistas sobre a introdução da personagem ao MCU.

As imagens mostram veículos sendo transportados para Worcester, Massachusetts, e apresentam uma identificação de ‘Cambridge’.

Cambridge Massachusetts, é a localização do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a escola que Riri frequenta enquanto constrói o traje da Coração de Ferro.

Então é possível que o filme mostre certos detalhes da jovem idealizando o projeto, que será mais explorado na série da Disney+.

Confira as imagens:

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a série, que será escrita e produzida por Chinaka Hodge (‘Expresso do Amanhã’).

Além disso, maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre outros nomes no elenco, candidatos à direção e nem quantidade de episódios.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas em breve!

Para quem não a conhece, Riri Williams apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing.

Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

Confira a primeira imagem oficial da série:

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Ben Affleck revela experiência que o deixou ARRASADO em ‘Batman vs Superman’

Quando Ben Affleck foi escalado como o novo intérprete do Homem-Morcego em ‘Batman vs Superman’, o astro enfrentou uma onda de críticas negativas.

Tudo porque muitos fãs do ‘Demolidor‘ insistiam em dizer que ele arruinou o personagem na adaptação dirigida por Mark Steven Johnson (‘Motoqueiro Fantasma’) em 2003.

No entanto, quando Affleck foi escolhido como o Cavaleiro das Trevas, ele tinha acabado de lançar ‘Argo‘, filme vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado em 2013.

Por conta disso, ele revelou que ficou extremamente magoado pela rejeição do público e chegou a duvidar se era mesmo capaz de ser o Cavaleiro das Trevas.

Enquanto participava do The Howard Stern Show (via Comic Book), o astro disse que:

“Eu fiquei ferido, arrasado [quando li tantas críticas]. Fiquei menos magoado do que 10 anos antes [na época de ‘Demolidor’]. Mas fiquei magoado porque me senti inútil, eu pensava: ‘O que devo fazer para agradar o público?’ Entende o que quero dizer? Só quem passa por isso sabe o terror que é.”

Ele continuou:

“Achei que era uma ideia interessante [fazer o Batman], mas fiquei sabendo que fizeram petições para que eu fosse demitido. E essas coisa tiveram umas 100 mil assinaturas, as pessoas não tinham nada melhor para fazer? Mas, ironicamente, isso me motivou… E eu fiz o filme porque queria alegrar meus filhos, queria que eles vissem e se orgulhassem.”

Recentemente, Affleck confirmou ao The Herald Sun que ‘The Flash‘ vai marcar sua última atuação na pele do Homem-Morcego.

Mesmo assim, ele disse que o retorno valeu à pena, já que o filme tem a melhor cena do Batman que ele já gravou.

“Eu nunca disse isso, mas talvez minhas cenas favoritas como Batman esteja em ‘The Flash’. Particularmente, eu adorei minha atuação neste filme. Espero que mantenham a integridade do que fizemos porque achei ótimo e realmente interessante, foi bem diferente, mas não de uma forma positiva.”

Infelizmente, ele admite que só se encontrou no personagem agora que está se despedindo do papel.

“Foi muito divertido, satisfatório e encorajador fazer este filme. Teve um momento que eu pensei: ‘Uau – acho que finalmente me encontrei como Batman. Essa experiência foi uma despedida muito boa para o personagem.”

E aí, você está animado para revê-lo como o herói?

Com estreia marcada para 04 de novembro deste ano, ‘The Flash‘ promete uma épica aventura de viagem no tempo quando o herói decide voltar ao passado na tentativa de impedir a morte da mãe.

E a trama será marcada por um enorme conflito emocional, como revelou o diretor Andy Muschietti durante sua participação da DC FanDome.

De acordo com o Comic Book, o cineasta disse que:

“Como um filme de super-heróis, ‘The Flash’ é uma grande aventura de ação, mas o que realmente me atraiu para o projeto foi sua carga emocional. O conflito emocional que Barry carrega por conta de sua viagem ao passado foi muito conveniente para mim.”

Ele continuou:

“Há uma mensagem bem forte por trás disso. Eu amo tramas de viagem no tempo e todos os elementos que vem junto com essa ideia, mas o coração da história é um menino que procura sua mãe, e isso é o que me atraiu, foi o que me deu aquele empurrãozinho emocional.”

Como os fãs já sabem, Nora Allen morreu misteriosamente quando Barry era apenas uma criança, e seu pai foi acusado de assassinato.

Após anos tentando provar a inocência do pai, Barry vê a chance de corrigir a tragédia ao perceber que tem o poder de voltar no tempo.

Confira o teaser:

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

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POLÊMICO filme com Scarlett Johansson que fracassou nos cinemas se torna um SUCESSO na Netflix

Em ‘Ghost in the Shell: A Vigilante do Amanhã‘, acompanhamos a ciborgue Major e suas missões especializadas no combate contra o ciberterrorismo junto com sua força tarefa, a Seção 9, treinada para frustrar os planos de cibercriminosos e hackers.

Apesar da premissa instigante, a adaptação dirigida por Rupert Sanders em 2017 se tornou alvo de uma grande polêmica entre os fãs do mangá japonês.

Isso porque o público esperava que a protagonista fosse interpretada por uma atriz asiática, mas a Paramount Pictures escolheu Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’) para o papel principal.

Desde o anúncio, a produção sofreu diversas críticas e até ameaças de boicote por conta do whitewashing (embranquecimento) do elenco.

Ainda assim, a produção seguiu em frente com a escolha e, como o previsto, o resultado foi um fracasso de crítica e público.

Orçado em US$ 110 milhões, o longa prometia renovar o gênero da ficção científica tanto pela narrativa quanto pelo visual futurista, mas arrecadou apenas US$ 169,8 milhões pelo mundo.

No Rotten Tomatoes, o índice de aprovação dos críticos é de apenas 43% de aprovação, enquanto o público lhe deu 51% de avaliações positivas.

Mesmo assim, o filme vem encontrando uma boa recepção desde que foi adicionado ao catálogo da Netflix, como já acontece com títulos que tiveram o mesmo destino de ‘Ghost in the Shell à época de seus lançamentos.

De acordo com o Flix Patrol, a versão live-action vem apresentando ótimos resultados assim que chega à plataforma em diversos países.

Embora o portal não tenha divulgado números, seus algorítmos analisaram que a adaptação gerou tantas visualizações que se tornou o 20º título mais assistido da plataforma nos últimos cinco anos em escala global.

Por outro lado, a pesquisa mostra que o filme vira sensação quando chega ao catálogo, mas perde força ao longo das primeiras semanas.

Já em 2022, o longa retornou ao catálogo e parece que continua atraindo os assinantes.

Assista ao trailer:

‘Naomi’: Passado da heroína é destaque nas imagens oficiais do episódio 01×02; Confira!

A CW divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Unidentified Flying Object’, segundo episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, nova série de super-heróis comandada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

O episódio vai ao ar no dia 18 de janeiro de 2022. Enquanto isso, vale lembrar que a série estreia oficialmente amanhã, dia 11.

Confira as imagens, junto com a sinopse:

Na trama, “depois de uma chocante revelação feita por Dee (Alexander Wraith), Naomi (Kaci Walfall) pede a ajuda de seus amigos para explorar mais fundo o mistério que rodeia as ocorrências inexplicadas em Port Oswego – e se elas têm alguma relação com seu passado. Enquanto isso, os pais de Naomi (Barry WatsonMouzam Makkar) são pegos de surpresa pelas perguntas da filha. Outro encontro sombrio com Zumbado (Cranston Johnson) deixa Naomi abalada, e ela pede ajuda de Dee para dar o próximo passo em direção ao seu destino”.

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Relembre o trailer:

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

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Batoré, ator e comediante, morre aos 61 anos

Ivanildo Gomes Nogueira, mais conhecido como Batoré, morreu nesta segunda-feira (10) aos 61 anos. Nos últimos anos, ele travou uma batalha contra o câncer.

O ator, humorista, apresentador e político brasileiro morreu na Unidade de Pronto Atendimento de Pirituba, em São Paulo.

“As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido”, divulgou em nota da Prefeitura.

Suas primeiras aparições na TV foram no programa Show de Calouros, do apresentador Silvio Santos no SBT, na década de 1980, mas ele só se tornou conhecido ao integrar o elenco do programa A Praça É Nossa, também do SBT, na década de 1990 com o Personagem Batoré.

Em 20 de julho de 2019, retornou a Praça é Nossa depois de 15 anos afastado.

‘Pânico’: Ghostface liga para Drew Barrymore em novo e divertido comercial; Confira!

Para promover o próximo episódio de The Drew Barrymore Show, a icônica atriz e apresentadora Drew Barrymore se reuniu com Ghostface para anunciar a próxima leva de convidados do programa: Neve CampbellCourteney CoxDavid Arquette (o elenco original da franquia Pânico).

No teaser promocional, o assassino da saga liga para Barrymore em uma homenagem à clássica cena de abertura do filme de 1996 – em que a atriz aparece como Casey Becker.

Confira:

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

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‘Pacificador’: Vídeo promocionais nos levam aos bastidores da série derivada de ‘O Esquadrão Suicida’; Confira!

A HBO Max divulgou dois novos vídeos de bastidores de ‘Pacificador‘, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, apresentando cenas inéditas da já elogiada produção.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a conquistou 90% de aprovação, com nota 7.40/10 baseada em 20 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.

Confira os principais comentários abaixo:

“Uma obra-prima sangrenta e violenta que permanece na atmosfera de ‘O Esquadrão Suicida” – Mama’s Geeky.

“Uma indesculpável paródia de séries de super-heróis que também é um ótimo show de super-heróis” – Rolling Stone.

‘Pacificador’ traz bastante da diversão de James Gunn” – TV Line.

‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.

‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” – CNN.com.

A produção irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

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Crítica | Sundown: Tim Roth em surpreendente drama dirigido pelo mexicano Michel Franco

Filme assistido durante o Festival de Toronto

Um misterioso milionário de férias em Acapulco muda os rumos da sua vida de forma inesperada e faz da mexicana cidade praiana o seu novo lar. Longe da sua suntuosa fortuna, ele passa a levar os dias como um estrangeiro sem lar, sem posses e sem pretensão. Sundown inicialmente se apresenta como um drama misterioso, de poucos diálogos e comportamentos um tanto suspeitos. Diante de um filme magnético que está sempre à beira de um inesperado acontecimento, passamos a primeira meia hora tentando compreender essa versão de Tim Roth que, aos 60 anos, exala uma sensualidade e um carisma inegáveis, enquanto se relaciona com uma jovem latina que sequer fala o seu idioma.

Michel Franco nos surpreende em Sundown, com uma jornada que só exige de nós a curiosidade cinéfila de quem está disposto a sair da sua zona de conforto, em direção a uma experiência cinematográfica mais complexa e incomum. Fazendo do drama uma espécie de carta de amor ao seu povo e ao seu país, ele traz um roteiro repleto de reviravoltas socioemocionais que fazem um contraste entre a estonteante beleza natural de Acapulco, com os seus perigos – como sendo uma cidade praiana regada pela impunidade e criminalidade.

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O longa é genuinamente uma suave declarou de amor ao estilo de vida latino – sempre tão encantador para os estrangeiros europeus e norte-americanos -, enquanto também se posiciona como um relato honesto e genuíno das mazelas deste país de Terceiro Mundo que tanto se parece com o Brasil em vários aspectos. E à medida em que Franco constrói esse cenário de background sócio político e estrutural, ele também nos entrega uma trama que nos surpreende, sempre nos intrigando por esse misterioso homem de meia idade e milionário, que optou por se desligar da sua própria realidade e família.

Nos levando a uma constância de questionamentos a respeito das motivações do nosso protagonista – que é pouco falante, mas vive intensamente a atmosfera de Acapulco -, o drama é capaz de transformar uma simples história familiar em algo soberbo e intrigante. Franco desenvolve sua trama em uma espiral caótica de eventos, que não apenas transformam a nossa percepção inicial do filme, como também nos leva a um final excelente e inesperado.

Diferente e hipnotizante, Sundown é o tipo de filme para quem está cansado dos tradicionais e bem formatados dramas familiares. Com Roth nos cativando a cada cena, a produção é uma experiência deliciosa como tantas vezes o cinema independente é capaz de nos proporcionar.

‘The Morning Show’ é renovada para a 3ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série dramática ‘The Morning Show‘ para a 3ª temporada.

No entanto, de acordo com o TVLine, Charlotte Stroud (‘Homeland’) assumirá como a showrunner do próximo ciclo, substituindo Kerry Ehrin – que permanecerá apenas como consultante para a série.

A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam. O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup e Gugu Mbatha-Raw.

Esquenta PÂNICO | Relembre o clássico A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven

Freddy Krueger é um antagonista slasher que dispensa grandes apresentações. Você, leitor, pode até não ter assistido aos filmes, mas provavelmente sabe quem é o maníaco que assassina jovens incautos no mundo dos sonhos. Dirigido e roteirizado por Wes Craven em 1984, o personagem surgiu quando Michael Myers havia dado um intervalo em sua matança e Jason Voorhees começava a apresentar alguns sinais de cansaço. Com longa estrada na cultura pop desde que surgiu pela primeira vez, o humorado e irônico vilão das garras afiadas, trajado com sua blusa de listras vermelhas e verdes, juntamente com seu inconfundível chapéu, assustou plateias no mundo inteiro e serviu de referência para diálogos metalinguísticos em diversos filmes desde os anos 1980, desde breves menções, como Transformers e Deadpool, às ilações no primeiro episódios da franquia Pânico, além da presença em episódios de Looney Tunes, Todo Mundo Odeia o Chris, Doug, Turma da Mônica, The Simpsons, dentre muitas outras narrativas.

O que faz deste vilão um personagem com legado tão extenso? Para quem conhece A Hora do Pesadelo, a resposta não é complexa. Freddy Krueger é um ícone sobrevivente na cultura pop, âmbito de produção que descarta tão rápido quanto constrói coisas. Isso porque é forte, apresenta diálogos humorados, mas repleto de elementos filosóficos, permite reflexões em torno de suas origens, dentre outras questões em torno da estrutura narrativa que o inseriu na história relativamente recente do cinema. Além de ser forte enquanto personagem, Freddy Krueger foi concebido pelo excelente trabalho de maquiagem da equipe de Kathryn Fenton, setor que ganhou visual mais impactante com os figurinos de Dana Lyman e elementos do design de produção de Gregg Fonseca, todos captados pela direção de fotografia de Jacques Haitkin, eficiente nas cenas de perseguição, adequada nos ângulos que apresentam o antagonista em posição de poder, além da iluminação ideal para passagens soturnas e ambivalentes.

Robert Englund, no papel que definiu a sua carreira, é também um dos responsáveis por tornar o personagem memorável. Eis o enredo: um grupo de amigos assombrados pelo mesmo monstro. Nancy (Heather Langenkamp), Tina (Amanda Wyss), Rod (Nick Corri) e Glen (Johnny Depp) descobrem que dividem o mesmo pesadelo todas as noites, perseguidos por uma figura sombria trajada da maneira descrita anteriormente. É uma imagem desagradável, assustadora com a pele queimada e garras com lâminas afiadas e ameaçadoras. Depois de investigar e buscar diálogo, descobrem que o seu nome é Freddy Krueger. As coincidências começam a se conectar, numa assustadora trajetória de sangue quando percebem que a presença monstruosa é parte de uma vingança sobrenatural que promete um rastro de horror sem precedentes em Springwood. Nancy, mais astuta que os demais pertencentes do ciclo, percebe que os adultos escondem um segredo obscuro sobre o assunto quando o nome do “monstro” é mencionado.

Em camadas que se revelam aos poucos, somos informados que Freddy Krueger foi liberado pela justiça corrupta da cidade, incapaz de dar ao ceifador de crianças o final que os pais de muitas vítimas desejavam. Assim, os justiceiros decidem, eles mesmos, coibirem as futuras ações de um homem transtornado mentalmente. É quando Freddy, impedido de seguir adiante, é queimado vivo, deixando esta vida para se tornar a demoníaca entidade habitante dos pesadelos dos jovens incitados em descobrir os segredos por debaixo do tapete daquela cidade. Ao passo que Freddy é revelado, começa a ganhar mais força e liberdade para habitar as zonas da realidade. Destruir esse monstro acompanhado de diálogos sádicos e repleto de trocadilhos será o trabalho de Nancy, uma das melhores final girl dos anos 1980.

Em seu rastro de sangue e pavor, Freddy Krueger protagoniza cenas marcantes, tais como o assassinato de Tina, arrastada pelas paredes repletas de sangue, a descida de Glenn pela cama que o suga e depois, expele jarros frenéticos de sangue para todo lado, além da famosa perseguição da abertura, com o antagonista e seus braços enormes. Memorável também são as garras de Krueger na parede do quarto de Nancy, cena retomada na primeira temporada de Stranger Things num acertado tom metalinguístico. São passagens que tangem aos elementos estéticos de A Hora do Pesadelo, filme que só envelheceu diante dos efeitos visuais, mas é algo que não impacta em seus aspectos dramáticos bem concebidos por Wes Craven no auge do seu talento enquanto cineasta e dramaturgo, realizador “autor”, consciente dos desdobramentos de todos os setores de produção de seu filme.

Charles Bernstein, responsável pela trilha sonora, edifica de maneira eficiente a música que acompanha os personagens, composição que muita gente, ainda hoje, acha arrepiante, em especial, a canção de ninar, tão inesquecível quanto os arranjos de John Carpenter para Halloween – A Noite do Terror, conduções musicais memoráveis na seara dos filmes slasher. São poucas notas, mas a quantidade eficiente para se tornar o tema principal de toda a franquia, melodia arrepiante que dialoga com a imagem de Krueger, fortalecida mais adiante, durante e depois do término do filme, cristalizado para sempre em nosso imaginário. Ainda sobre tópicos sonoros, importante também o trabalho envolvente da equipe de Jess Soraci no design de som, parte da equipe técnica importante no desenvolvimento de um filme de terror.

Para a concepção de A Hora do Pesadelo, Wes Craven contou que emulou muitos elementos da sua vida, em especial, os seus medos de infância. Em texto de apresentação para o livro Never Sleep Again, de Thommy Huston, crítica genética bastante elucidativa do clássico slasher, o cineasta conta que tinha muitos pesadelos quando era criança. Ele sempre questionava a sua mãe sobre a possibilidade de acompanha-lo nos sonhos e assim, ajuda-lo a resolver os conflitos desta seara assustadora de suas noites de sono. Objetiva e gentil, a sua mãe disse que “o sonho era o único lugar onde nós só podemos ir sozinhos”. Foi um momento amedrontador, mas fundamental para que nós, cinéfilos, ganhássemos anos depois, o filme com Freddy Krueger. Da janela do seu quarto que tinha vista para a rua onde um homem misterioso o assustou certa noite, ao se aproximar do vidro e olhar fixamente para Craven, enquanto tentava dormir, e os estudos sobre psicologia e sonhos, realizados durante a época de faculdade, a semente de Krueger atravessou um longo processo de germinação, por isso fixou-se tão bem quando teve a oportunidade de ganhar “vida” dentro da lógica mágica cinematográfica.

Ademais, ao longo de seus 91 minutos, A Hora do Pesadelo flerta com a ambivalência de seu desfecho que permite interpretações múltiplas. Teria sido um pesadelo coletivo de todas as pessoas da cidade, em especial, de Elm Street, reduto da classe média local e seus receios e inseguranças? Diferente de Jason, Michael ou qualquer outro assassino slasher, Freddy ataca as pessoas em seus pesadelos, algo mais difícil de escapar, pois tal como sabemos, não podemos comandar todos os aspectos desse ambiente onírico. Você, caro leitor, já deve ter tido um desses sonhos ruins, despencando de uma altura aterrorizante ou tendo que lidar com uma situação abominável, fora de seu controle, digamos, racional, não é mesmo? É com isso que A Hora do Pesadelo trabalha, um conjunto de conflitos estabelecidos diante de situações que muitas vezes fogem do nosso controle, matéria-prima básica para o desenvolvimento dramático que nos envolve e faz refletir e temer.

Vamos agora analisar o filme em pormenores. Preparados?

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Na abertura deste slasher inovador, a equipe de Wes Craven destaca o modo de operação de Freddy Krueger na concepção de sua imagem aterrorizante. Um suéter de duas cores contrastantes, isto é, verde e vermelho, escolhidas cuidadosamente para os efeitos semióticos pretendidos pela narrativa e a confecção da icônica luva com garras afiadas, idealizada para destroçar, nos pesadelos, e, concomitantemente, na realidade, os jovens incautos de A Hora do Pesadelo. Design de som, trilha sonora e design de produção trabalham assertivamente para compor os elementos visuais atmosféricos que predominam ao longo de todo o filme.

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Em seu primeiro encontro com Freddy Krueger, Tina atravessa uma aterrorizante jornada com muito uso de efeitos especiais, direção de fotografia com iluminação soturna e design de som que evidencia o perigo representado pelo antagonista dos pesadelos. Na esteira do legado de A Hora do Pesadelo, esta é uma das passagens mais emblemáticas e recorrentes quando o filme é referenciado na cultura pop.

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Logo após o seu “amargo pesadelo” de Tina, acompanhamos uma passagem com atmosfera ainda onírica, nebulosa, na rua onde Freddy Krueger vai tornar a existência dos jovens da narrativa num pesadelo constante. As crianças que brincam de pular corda entoam a emblemática música tema, numa contagem numérica aterrorizante, responsável por reforçar os horrores do antagonista no passado e o seu retorno para o tempo presente. No carro vermelho, referência direta ao monstro das garras afiadas e ao seu caminho de sangue, os personagens incautos se apresentam para o espectador, vítimas de um pesadelo que parecerá não ter fim.

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Num encontro entre os jovens para assistir filmes e comer pipoca, eles compartilham as coincidências em torno do mesmo pesadelo nas últimas noites. Cada um descreve Fredy Krueger e a similaridade das situações oníricas despertará a curiosidade de Heather, uma final girl com faro investigativo. Na sequência seguinte, um dos momentos de contato entre o antagonista e Heather, passagem também bastante referenciada na cultura pop.

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Apesar de alguns efeitos especiais não surtirem o mesmo efeito da época, 1984, A Hora do Pesadelo traz sequências icônicas que tal como já mencionado, ganharam versões metalinguísticas em outros filmes, séries, videoclipes, etc. A cena em questão é parte do pesadelo de Tina, momento em que sua vida é aniquilada pelo antagonista com garras afiadas e mortais. Mais adiante, o design de som delineia o quão sádico é Freddy Krueger, figura que traça faíscas com suas garras e não poupa ninguém quando o assunto é o estabelecimento de sua vingança contra os jovens de Elm Street, algo devidamente explicado no desfecho.

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Outra passagem memorável: Freddy Krueger ataca Tina e o seu namorado é quem leva a culpa pelo crime sangrento. Arrastada pelas paredes do quarto, a cena foi uma das mais trabalhosas para Wes Craven e teve releitura no assassinato da babá de Dylan, o filho de Heather, no também ótimo O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger. Inspirada nos efeitos de filmes como O Picolino, com seus cenários móveis e diferenciados, os realizadores de A Hora do Pesadelo capricharam na concepção e entregaram uma boa cena, ainda muito eficiente para os padrões do público contemporâneo.

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Nesta sequência, proposital ou não, a caminhada de Nancy se assemelha ao trilhar de Jamie Lee Curtis como Laurie Strode em Halloween: A Noite do Terror, de 1978, clássico de John Carpenter que ganhou ressonâncias na onda slasher dos anos 1980. A moça atravessa a rua tranquila, sem grandes dispersões e barulhos, até encontrar com o namorado de Tina, na posição de fugitivo. Mais adiante, outra sequência de pesadelo, desta vez, na escola. Cena também memorável e bastante reiterada em outros filmes, tais como a refilmagem de 2010 e o turbinado crossover de Freddy Krueger com Jason Vorhees, de Sexta-Feira 13.

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A famosa sequência do pesadelo na escola continua, com o cadáver de Tina ensanguentado, para o horror de Nancy. Na sala de aula, a perspectiva dos realizadores nos remete, mais uma vez, ao clássico momento de Jamie Lee Curtis também estudando, enquanto Michael Myers espreita do lado de fora. São construções estruturais diferentes, mas com mesma perspectiva.

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Duas passagens também emblemáticas: o banho de Nancy, ameaçada pela presença de Freddy Krueger em sua banheira, e a angustiante subida pelas escadas, momento em que o antagonista estabelece uma série de peripécias para a garota enfrentar, trechos que se aproxima do final apoteótico e dinâmico. Nas passagens exclusivamente oníricas, a direção de fotografia capricha no uso da luz azul, tendo em vista buscar o efeito imersivo desejado.

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A hora da verdade: Nancy sonha durante um exame e nesta dinâmica, traz o chapéu de Freddy Krueger para a realidade. Mais adiante, a sua mãe alcoólatra expõe a verdade para a filha: Freddy foi morto no passado, acusado de ter abusado dos jovens desta rua. Agora, sublimados pelos acontecimentos recalcados na mente, o grupo precisará se articular para sobreviver, algo que, no entanto, já não é mais viável para dois deles, aniquilados impiedosamente por Freddy.

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Interessante observar como A Hora do Pesadelo possui um manancial de cenas icônicas. Nestas passagens, temos um ataque de Freddy Krueger pelo telefone, tentativa de manter Nancy constantemente aterrorizada e, mais adiante, o momento em que o namorado da garota, interpretado por Johnny Depp, é sugado pela cama, numa das melhores passagens da produção.

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Como uma boa protagonista, Nancy percebe que precisará enfrentar de uma vez por todas o seu maior pesadelo. Para isso, prepara o campo de batalha e produz as suas próprias armadilhas, mantendo-se distante do comum na narrativa slasher, filmes que em geral, a mocinha depende do homem para salvar a si e aos demais. Com atmosfera que mescla sonho e realidade, a direção de fotografia trabalha assertivamente na composição da luz, um dos trunfos do filme.

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Deitada na cama, Nancy espera o antagonista aparecer em seus pesadelos, para assim trazê-lo para a realidade e eliminar de uma vez por todas o seu reinado de horror. Adiante, após uma angustiante sequência de batalha e perseguição, Nancy organiza o fim de seu algoz com o elemento que mais o aterroriza: o fogo. Freddy Krueger aparentemente é aniquilado, mas uma passagem final, aparentemente pesadelo, indica que as coisas não se encerraram tão fácil. O psicopata onírico retornaria, tantas vezes, em filmes sofríveis, até reencontrar o seu criador em 1994, no metalinguístico O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger, a ser analisado em pormenores na próxima edição.