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Amanda Seyfried diz que ‘Mamma Mia 3’ está “esperando sair do papel”

A estrela Amanda Seyfried, conhecida por seu papel na bem-sucedida franquia musical Mamma Mia!’, deu esperanças concretas aos fãs ao revelar que a possibilidade de um terceiro filme está em discussão ativa, afirmando que o projeto está “esperando sair do papel”.

Em entrevista à Variety, Seyfried detalhou uma conversa recente que teve com a produtora Rita Wilson:

“Eu estava conversando com a Rita Wilson ontem à noite. Alguém tinha dito mais cedo naquela noite: ‘Acabei de falar com a Rita Wilson. Ela disse que ‘Mamma Mia 3′ não está fora de questão.’ E eu pensei: ‘esperando sair do papel’. Ela concordou comigo”, afirmou.

Seyfried expressou que seria “bobo” não fazer a sequência, dada a popularidade da franquia e a disponibilidade de grandes nomes do elenco:

“Seria tão bobo se isso não tivesse acontecido. Quer dizer, eles continuam fazendo ‘Velozes e Furiosos’. Já fizemos o segundo ‘Mamma Mia’. Meryl está disponível. Vamos nessa. Só me coloque numa ilha com a Christine Baranski. Só me leve de volta lá. Ela é uma das deusas do nosso tempo”, afirmou a atriz.

Amanda Seyfried quer Sydney Sweeney e Sabrina Carpenter em ‘Mamma Mia 3’

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Lançado em 2008, ‘Mamma Mia!‘ acompanha Sophie (Seyfried), que convida os três ex-namorados de sua mãe (Meryl Streep) para seu casamento em uma ilha grega, na esperança de descobrir quem é seu pai biológico.

A sequência de 2018, ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘, explora o passado de Donna (vivida por Lily James nas cenas de flashback) e mostra Sophie reabrindo o hotel da família após a morte da mãe — com direito a uma aparição especial de Cher como a avó Ruby.

Resta saber se ‘Mamma Mia! 3‘ será mais uma sequência entre tantas ou o raro caso em que o público (e o elenco) ainda canta por mais.

Confira o trailer de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!‘:

A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.

O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.

‘Pagans’: Drew Goddard, de ‘Buffy’ e ‘Cloverfield’, anuncia nova série SOBRENATURAL para a Netflix

Segundo o DeadlineJoshua Zetumer (‘Say Nothing’), Drew Goddard (‘Buffy, a Caça-Vampiros’, ‘Cloverfield’) e Sarah Esberg estão desenvolvendo um novo drama sobrenatural para a Netflix, intitulado ‘Pagans’.

O trio também assume a função de produção executiva através da Goddard Textiles.

As boas novas foram anunciadas após uma competitiva disputa que se desenrolava desde setembro deste ano, com uma aprovação direta pela plataforma de streaming.

A trama de ‘Pagans’ é centrada em um homem que se torna o único responsável por seus dois filhos após a trágica perda da esposa. Enquanto seu filho é típico, sua filha, Alice, é tudo menos isso. O que começa como uma relação tensa entre pai e filha logo se transforma em algo muito mais sinistro.  Misturando emoção, terror e humor, o longa usa o gênero para desenterrar todos os pensamentos sombrios que os pais têm, o tipo de pensamento sobre o qual mãe e pai nunca deveriam conversar.

Zetumer entra como roteirista e showrunner da série, enqunato Andrea Massaro assume a função de co-produtora executiva.

Mais detalhes não foram divulgados.

Sydney Sweeney diz que sua página “For You” do TikTok é dominada por ataques de ódio

A estrela de Euphoria, Sydney Sweeney, fez uma revelação perturbadora ao contar que a página “For You Page – FYP” de sua conta pública no TikTok é quase inteiramente dominada por conteúdo de ódio direcionado a ela.

Conforme a Variety, a atriz compartilhou o incidente durante uma conversa com a colega de profissão, Amanda Seyfried, detalhando como o algoritmo do TikTok direciona seu conteúdo:

“Depende de qual TikTok eu estou usando”, disse Sweeney. “Se eu entro no meu TikTok privado, toda a minha For You Page é cheia de fatos históricos e artesanato. Se eu entro na minha página @syds_garage [sua conta pública], infelizmente é muito ódio sobre mim”.

A revelação chocou Seyfried: “Syd’s Garage? O seu TikTok público? Então foda-se o TikTok. Foda-se o TikTok!”.

Sydney Sweeney se menifesta sobre POLÊMICA campanha de jeans: “Fiquei surpresa com a reação”

Sweeney vem enfrentando ódio online durante grande parte de sua carreira, intensificado este ano por sua campanha de jeans para a American Eagle.

A campanha gerou indignação online, pois usava o slogan Sydney Sweeney Has Great Jeans” (“Sydney Sweeney tem ótimos jeans”), um trocadilho com “great genes” (“bons genes”/“boa genética”). Alguns espectadores acusaram os anúncios de glorificar a “herança branca” e o físico magro da atriz, transformando a controvérsia em ataques pessoais.

‘Dig’: Geraldine Viswanathan é escalada para a nova série de COMÉDIA do criador de ‘Parks and Recreation’

A atriz Geraldine Viswanathan (‘Thunderbolts*’, ‘Garotas em Fuga’) foi escalada para a série de comédia Dig, criada por Mike Schur (‘Parks and Recreation’) para a Peacock (via Deadline).

A atriz se junta aos previamente confirmados Amy Poehler (‘Meninas Malvadas’) e Hugh Laurie (‘House’), que serão coprotagonistas.

A série, ainda em desenvolvimento, é inspirada no romance Excavations’, de Kate Myers. Poehler e Schur estão coescrevendo o episódio piloto.

A sinopse oficial descreve a história como centrada em quatro mulheres que trabalham em uma escavação arqueológica na Grécia, cada uma lidando com momentos decisivos em suas vidas. Quando o grupo descobre um segredo antigo capaz de reescrever a história, elas se veem envolvidas em uma conspiração internacional de grandes proporções.

Viswanathan interpretará Dylan, que, após uma ausência de cinco anos, retorna impulsivamente à escavação na Grécia para resolver assuntos inacabados.

Além de Poehler e Schur, a equipe criativa inclui J.J. Philbin (‘Only Murders in the Building’, ‘Single Parents’), que também atua como roteirista e produtora executiva.

Morgan Sackett, Dave Becky, David Miner (pela 3 Arts Entertainment), Sharon Jackson (pela Ocean Avenue), Kate Arend e Jordan Grief (pela Paper Kite) assinam como produtores executivos, ao lado da autora Kate Myers.

O projeto é desenvolvido pela Universal Television, estúdio com o qual Poehler, Schur e Sackett possuem acordos exclusivos.

‘The Pitt’: Meta Golding, Christopher Thornton e MAIS são escalados para a 2ª temporada

O aclamado drama médico The Pitt se tornou uma das produções mais adoradas do ano – e em breve retornará com novos episódios.

Agora, o Deadline revela que quatro novos membros foram escalados em caráter recorrente à próxima temporada: Meta Golding (‘Rabbit Hole’), Luke Tennie (‘Abbott Elementary’), Christopher Thornton (‘O Poder e a Lei’) e Travis Van Winkle (‘Fubar’).

Golding será a enfermeira Noelle Hastings; Tennie será o Dr. Crus Henderson, residente do quarto ano de medicina que trabalha nos plantões noturnos; Thornton dará vida ao Dr. Caleb Jefferson, que trabalha na área psiquiátrica; e Van Winkle será Curtis Larson, um paciente agressivo da ala emergencial.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 8 de janeiro de 2026.

Lembrando que a 2ª temporada ainda contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano) no elenco.

Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.

Estrelada por Noah Wyle (E’R’), que também escreve e produz, ‘The Pitt‘ conta com um elenco de apoio forte, incluindo Katherine LaNasa, Tracy Ifeachor, Taylor Dearden, Isa Briones e Shawn Hatosy como convidado especial.

O elenco ainda conta com Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

Criador de ‘Sons of Anarchy’ está desenvolvendo nova série CRIMINAL para a MGM+

Segundo o Deadline, Kurt Sutter, conhecido por seu trabalho na elogiada e popular série Sons of Anarchy, está desenvolvendo uma nova série criminal noir para a MGM+.

A produção ainda não tem título definido ou muitos detalhes confirmados.

A trama nos leva para a cidade de Los Angeles nos anos 1950 e é centrada em um investigador particular que lida com o crime e com policiais corruptos que vivem à sombra do glamour de Hollywood em sua Era de Ouro.

Sutter assume os cargos de roteirista e de produtor executivo, além de entrar como showrunner do projeto.

O projeto ainda marca a primeira vez que Sutter mergulha no cenário dos dramas criminais desde que trabalhou como roteirista na série ‘The Shield’. Mais recentemente, ele criou o drama faroeste ‘The Abandons’, deixando a atração pouco antes do término das filmagens.

Um representante da MGM+ se recusou a comentar.

2ª temporada de ‘Fallout’ tem estreia ANTECIPADA no Prime Video!

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A 2ª temporada de Fallout, adaptação pós-apocalíptica da aclamada franquia homônima de games, teve sua estreia antecipada no Prime Video.

Anteriormente programada para amanhã, 17 de dezembro, a nova iteração foi lançada hoje, 16 de dezembro, na grade da plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

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Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘I Love LA’: Confira a prévia do ÚLTIMO episódio da 1ª temporada!

A HBO divulgou a prévia oficial do oitavo e último episódio da 1ª temporada de I Love LA, aclamada série de comédia criada e estrelada por Rachel Sennott (‘Shiva Baby’).

Intitulado “I Love NY”, o capítulo vai ao ar no próximo dia 21 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

 

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

A trama acompanha um ambicioso grupo de amigos que enfrenta os desafios da vida e do amor em Los Angeles. Maia é uma jovem aspirante a empresária de talentos que tenta se destacar no competitivo mundo de Los Angeles quando sua amiga da faculdade, Tallulah (Odessa A’zion), uma influenciadora em ascensão, chega à cidade.

A série é coestrelada por Jordan Firstman como Charlie, Josh Hutcherson como Dylan, Odessa A’zion como Tallulah e True Whitaker como Alani.

Leighton Meester, Moses Ingram, Lauren Holt, Elijah Wood, Quenlin Blackwell, Josh Brener, Tim Baltz, Froy Gutierrez e Colin Woodell completam o elenco.

Sennott, Lorene ScafariaBill BenzKevin Bray integram o time de diretores.

‘BOOTS’: Série LGBTQ+ da Netflix é CANCELADA após uma temporada

Netflix cancelou oficialmente a série ‘BOOTS‘, comédia dramática estrelada por Miles Heizer (’13 Reasons Why’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’), depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, o serviço de streaming chegou a discutir a possibilidade de uma segunda temporada com a Sony Pictures Television – que estendeu o contrato dos seus atores –, mas as negociações não foram para frente.

A produção registrou 9.4 milhões de visualizações em sua primeira semana, e passou quatro semanas no TOP 10 da Netflix – alcançando a segunda posição das séries mais assistidas da plataforma.

Crítica | ‘BOOTS’ é uma inesperada surpresa da Netflix guiada pela ótima performance de Miles Heizer

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Andy Parker, que também assume a cadeira de showrunner ao lado de Jennifer Cecil.

BOOTS é uma dramédia que oferece uma abordagem irreverente e excêntrica das histórias coming-of-age. Ambientada no mundo difícil e imprevisível do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA na década de 1990 — quando ser gay nas forças armadas ainda era ilegal —, a série acompanha Cameron Cope (Heizer), um homem sem rumo e enrustido, e seu melhor amigo Ray McAffey (Liam Oh), filho de um fuzileiro naval condecorado, enquanto se juntam a um grupo diversificado de recrutas.

Juntos, esse time navega pelas minas terrestres literais e metafóricas do campo de treinamento, forjando laços improváveis ​​e descobrindo seu verdadeiro eu em um ambiente projetado para levá-los ao limite. Com humor afiado e muita emoção, BOOTS é uma série sobre amizade, resiliência e encontrar seu lugar no mundo — mesmo quando esse mundo parece determinado a mantê-lo na linha ou deixá-lo para trás.

O elenco ainda conta com Cedrick CooperAna AyoraAngus O’BrienDominic GoodmanKieron MooreNicholas LoganRico ParisBlake BurtLogan GouldZach Roerig e outros.

BOOTS conta com oito episódios e é baseada no livro de memórias The Pink Marine, assinado por Greg Cope White.

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

O primeiro teaser trailer de ‘Vingadores: Destino’ vazou online na manhã de hoje e, com ele, começaram a surgir informações importantes sobre o que a Marvel prepara para os próximos dias. Segundo novas revelações, a estratégia de divulgação já está em andamento — e será dividida por personagens.

De acordo com o site Feature First, a primeira prévia oficial, com foco total no Capitão América, será exibida nos cinemas antes de Avatar: Fogo e Cinzas já neste fim de semana. Na segunda semana, o destaque muda completamente e passa para Thor.

A informação foi reforçada pelo insider @MyTimeToShineH, o mesmo que descreveu com precisão absoluta o teaser de Steve Rogers. Segundo ele, o teaser centrado no Deus do Trovão mostra Thor em uma floresta, ajoelhado em oração a Odin, momentos antes de uma grande batalha. O objetivo é claro e emocional: pedir que volte vivo para casa, para sua filha.

O vazamento não para por aí. Um terceiro teaser já está confirmado e será focado no Doutor Destino, vivido por Robert Downey Jr.. Ainda não há detalhes visuais sobre essa prévia, mas ela marcará o encerramento da sequência de teasers individuais.

Depois disso, a Marvel parte para o golpe final: o quarto teaser será, de fato, o trailer completo do filme. A expectativa é que ele seja lançado online no Ano Novo. Por enquanto, só existe uma descrição em áudio — e ela indica algo grande.

Segundo a fonte, o trailer começa lento, tenso e inquietante, com um clima sombrio, mas não totalmente desesperador. Há um fio de esperança. As primeiras notas da trilha surgem de forma espaçada, lembrando a música ouvida aos 2:21 do segundo trailer de ‘Venom‘. Aos poucos, o ritmo cresce.

Em seguida, o tom muda levemente, lembrando o trailer de Thunderbolts da “Absolute Cinema”, mas de forma mais contida. A trilha ganha uma batida profunda, quase como um coração pulsando. A partir daí, entra o clássico ritmo de montagem da Marvel, até a música explodir em força emocional, com a fonte descrevendo o momento como algo “no melhor estilo Vingadores”.

Outro detalhe crucial veio logo depois. @MyTimeToShineH revelou que Vingadores: Vingadores – Destino terá um forte tema de paternidade.
Steve Rogers terá um filho.
Thor, uma filha.
Doutor Destino perdeu o próprio filho — e busca vingança por isso.

Além disso, Reed Richards e Franklin Richards também estarão no filme, reforçando ainda mais esse eixo emocional entre pais e filhos.

Diante disso, tudo indica que esses laços familiares serão o coração emocional não apenas do filme, mas também dos teasers. Se a viagem de Steve Rogers ao passado para viver com Peggy Carter foi, de fato, o estopim das Incursões que levaram à queda do Multiverso, então a tentativa de Doutor Destino de destruir essa realidade pode ser o conflito central de ‘Vingadores: Apocalipse‘.

Com trailers vazando, teasers já programados para os cinemas e um lançamento completo cada vez mais próximo, fica claro: a campanha de marketing do próximo grande evento da Marvel Studios já começou — e não vai desacelerar tão cedo.

A Disney soltará quatro teasers do filme ao longo de um mês, com as cópias de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ nos cinemas.

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

10 filmes que mostram que quando a esmola é demais até o santo desconfia

O mundo dos trambiqueiros já ganhou muitas histórias através de filmes. Geralmente em tramas puxadas para a comédia, já vimos as mais loucas trajetórias de personagens que se metem em inúmeras confusões. Para lembrar algumas dessas obras, segue abaixo uma ótima lista:

 

Fé demais não cheira bem

Lançado no ano de 1992 nos cinemas, essa comédia estrelada por Steve Martin nos conta a história de um trapaceiro que explora os caminhos da fé e dos milagres para benefício próprio viajando pelos Estados Unidos. Dirigido por Richard Pearce.

 

Nas Ondas da Fé

Na trama, conhecemos o esforçado Hickson (Marcelo Adnet), um técnico de informática que faz bicos com um carro de som que leva mensagens carinhosas. Ele mora com a esposa Jéssika (Letícia Lima) em uma casa no subúrbio carioca. Certo dia, após ir até um culto, consegue uma oportunidade de emprego em uma rádio gospel e após uma brincadeira pensando que estava fora do ar, alcança um enorme sucesso com um programa onde assume o papel de um pastor falando para um enorme público.

 

Os Olhos de Tammy Faye

Na trama, conhecemos algumas fases da vida de Tammy Faye (Jessica Chastain), primeiro uma criança criada com a religião muito próxima de sua família, depois sua chegada na faculdade de estudos bíblicos, onde conhece o futuro marido Jim Bakker (Andrew Garfield). A partir do momento que se casa, resolve com o marido jogarem as mensagens de fé e esperança pelos Estados Unidos até que começam a perceber uma oportunidade de alcançar cada vez mais pessoas indo para a televisão e criando um show cristão. Só que o tempo passa, o sucesso chega, mas os pecados cometidos nesses tempos de ganância e ego inflado batem à porta deixando poucas escolhas aos envolvidos.

 

Os Salafrários

Na trama, conhecemos Clóvis (Marcus Majella) um homem que teve uma infância difícil passando por vários lares que já adulto resolveu viver de malandragem, mais precisamente um falsificador de obras de arte. Quando um de seus projetos criminosos dá errado, ele acaba encontrando com Lohane (Samantha Schmütz), sua meia irmã que levava uma vida honesta com seu trailer fazendo hambúrgueres em Magé até ser passada pra trás por trambiqueiros. Agora, partindo rumo à região dos lagos no Rio de Janeiro os irmãos precisam se unir para buscar novos objetivos.

 

Mixed by Erry

Na trama, conhecemos Enrico ‘Erry’ Frattasio (Luigi D’Oriano), um jovem tímido morador da região de Forcella, parte da grande Nápoles, que passou a infância tendo como referência o pai trambiqueiro, um falsificador de famosas bebidas destiladas. Erry sempre amou o universo musical, e tornando um grande conhecedor das novidades pela planeta e quando chega próximo da maioridade tem o sonho de ser DJ. Como todas suas tentativas não dão muito certo, ao lado de um dos irmãos Peppe (Giuseppe Arena) resolvem criar um negócio onde playlists de músicas nacionais e internacionais eram colocadas em uma fita k7 e vendidas por toda a região onde moravam. O negócio acaba sendo uma avalanche de sucesso, e com a chegada do irmão caçula ao negócio, Angelo (Emanuele Palumbo), o trio monta um verdadeiro império da pirataria se tornando um enorme alvo para as ações da polícia federal italiana.

 

Sharper – Uma Vida de Trapaças

Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.

 

Golpe Duplo

Na trama, conhecemos Nicky (Will Smith) um empreendedor do ramo da malandragem que durante certos períodos do ano, reúne uma equipe de trambiqueiros em algum lugar dos Estados Unidos e juntos aplicam golpes de médio porte. Para se juntar a sua equipe e um novo trabalho, Nicky vai atrás de Jess (Margot Robbie) e a seleciona para o novo golpe. Quando acaba o trabalho, Nicky e Jess estão envolvidos (sentimentalmente falando) e o primeiro resolve ir embora e não viver esse amor. Passam-se três anos e o destino coloca novamente os dois apaixonados frente a frente em um novo trabalho.

 

Eu me Importo

Na trama, conhecemos Marla Grayson (Rosamund Pike), uma mulher de forte personalidade que achou uma mina de ouro em um negócio (nada ético) bastante rentável de guardiã de legal de pessoas idosas que não conseguem mais tomar atitudes. Com esquemas com uma médica, casas de saúde para idosos e enrolando juízes, ao lado de sua parceira de vida e sócia Fran (Eiza González) estão sempre planejando o próximo golpe. Um dia aparece a ficha de Jennifer Peterson (Dianne Wiest) e assim Marla rapidamente vira sua guardiã legal. Só que dessa vez, o alvo tem muito mais segredos do que aparenta e trará graves problemas para Marla e seus integrantes do esquema.

 

As Trambiqueiras

Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.

 

Trapaça

Na trama, acompanhamos a trajetória de Irving Rosenfeld (Christian Bale), um especialista na arte das malandragens e transações duvidosas. Amante de Jazz, com seu chamativo barrigão e adepto da peruca contra a calvice precoce, vive empreendendo criminosamente pelas ruas de sua cidade. Certo dia, durante uma festa, conhece o amor de sua vida, a bela ruiva Sydney Prosser (Amy Adams) e juntos são procurados pelo FBI para ajudar na prisão de diversos políticos e figuras importantes da alta sociedade norte-americana. O plano, que é o passaporte de fuga da prisão para eles, corria perfeitamente bem até a chegada da mulher de Irving, Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) que arruma uma confusão após outra.

Femme Fatale | Escolhemos as MELHORES músicas do 7º álbum de Britney Spears

Britney Spears é um dos nomes mais importantes da música – e não é por qualquer motivo que é considerada a princesa do pop.

Ganhando fama mundial em 1999 com o lançamento do álbum ‘…Baby One More Time’, Spears ascendeu a um estrelato meteórico que eternizou diversas canções na indústria fonográfica e que deram início a um movimento que sofreria alterações constantes com o passar do tempo, o teen pop. Aproveitando para falar sobre angústias e amores juvenis, Spears logo amadureceu e apostou fichas em investidas mais sensuais, envolventes e indesculpáveis que promoveram uma grande mudança em sua carreira.

Em 2011, a performer voltava ao cenário da música com um sólido corpo de canções originais intitulado Femme Fatale. Contando com os singles “Hold It Against Me”“Till the World Ends”, o álbum incorporou elementos do dance-pop, do synth-pop e do EDM para uma vibrante celebração hedonista que trouxe Max Martinwill.i.amTravis Barker e vários outros para auxiliá-la nessa jornada.

Para celebrar seu recente 14º aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do disco.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “SELFISH”

É costumeiro que músicas com grande potencial de se tornarem sucessos sejam deixadas de lado por grandes artistas – seja por decisões da gravadora ou pela falta de um plano um pouco mais detalhado. E esse é o caso de “Selfish”, uma das pequenas joias que se ocultam no álbum. A track foi erroneamente deixada de lado, visto que é uma das melhores entradas de Femme Fatale, seja pela familiaridade de sua progressão, seja pelas mensagens subliminares que se escondem em seus versos.

4. “I WANNA GO”

Trazendo referências à famosa banda de rock inglesa New Order“I Wanna Go” é uma das faixas mais bombásticas de Femme Fatale e nos chama a atenção não apenas pela sólida produção, cortesia de Martin e de Shellback, mas pela praticidade com a que ganha vida – uma infusão explosiva de dance-popHi-NRG que fala sobre se livrar de amarras impostas por outrem e se libertar em um ímpeto de empoderamento. A música foi lançada como terceiro single do compilado de originais.

3. “TILL THE WORLD ENDS”

“Till the World Ends”, funcionando como uma epígrafe electro-dance, é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma ‘Britney’ e ‘In The Zone’ – mas elevado à décima potência no tocante à contemporaneidade e a uma proposital produção sem limites estéticos.

2. “CRIMINAL”

É quase irrelevante comentar a beleza irretocável de “Criminal”, semi-balada que, na versão padrão do álbum, finaliza essa jornada com toque de ouro. A narrativa se afasta dos convencionalismos imortalizados por Spears ao longo da carreira e traz Martin de volta à forma; talvez o aspecto que mais nos chame a atenção seja o fato da iteração não ser tão agressiva quanto suas conterrâneas e refletir a vulnerabilidade que tanto amamos na cantora.

1. “HOLD IT AGAINST ME”

lead single de Femme Fataleganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.

Anthony Mackie, o ‘Capitão América’, estrelou filme de US$ 150 milhões que NUNCA foi lançado

Desertwarrior

Anunciado em 2021 como uma das grandes apostas do cinema épico contemporâneo, Desert Warrior surgiu cercado de expectativas. Com um orçamento estimado em US$ 150 milhões e um elenco de peso liderado por Anthony Mackie (Capitão América: Admirável Mundo Novo) e pelo vencedor do Oscar Ben Kingsley, o projeto prometia apresentar uma visão grandiosa do antigo mundo árabe. Sob a supervisão da MBC, a proposta era ambiciosa: oferecer uma narrativa histórica capaz de dialogar com uma nova geração de cineastas locais, ampliando suas referências para além do modelo tradicionalmente imposto por Hollywood.

No entanto, passados mais de três anos desde o início das filmagens, o longa parece ter se perdido em um limbo de produção. As atualizações tornaram-se escassas, e o silêncio em torno do projeto começou a gerar dúvidas sobre seu futuro.

A história se passa no período pré-islâmico e retrata o conflito entre tribos árabes e o Império persa-sassânida, na região que hoje corresponde ao sul do Iraque.

A trama acompanha Hind (Aiysha Hart), uma princesa árabe que se recusa a se tornar concubina do cruel imperador Kisra (Ben Kingsley). Após fugir para o deserto, ela cruza o caminho de um enigmático fora da lei conhecido apenas como Bandido (Anthony Mackie) e, aos poucos, passa a reunir tribos rebeldes para enfrentar o poderoso exército de Kisra.

A direção ficou a cargo de Rupert Wyatt, conhecido por seu trabalho na franquia Planeta dos Macacos. Nos bastidores, relatos iniciais eram bastante positivos, com elogios à escala das filmagens, ao cuidado estético e, principalmente, às atuações de Mackie e de Aiysha Hart, apontada como o coração emocional da narrativa. Ainda assim, com o passar do tempo, o entusiasmo foi sendo substituído por incertezas.

Nas redes sociais, membros da equipe passaram a resgatar fotos antigas dos bastidores, levantando especulações sobre o real status do filme e se ele, de fato, chegará algum dia aos cinemas. Fontes indicam que um corte final ainda depende da aprovação de Wyatt, que deixou o projeto em meio a divergências criativas e, posteriormente, acabou retornando. Para agravar a situação, exibições-teste indicaram dificuldades de conexão com o público, enquanto versões preliminares não convenceram executivos norte-americanos envolvidos no processo.

Paralelamente, começaram a surgir questionamentos sobre a abordagem adotada pelo filme. Parte da equipe e dos executivos levantou preocupações sobre o fato de uma história profundamente ligada ao passado árabe estar sendo conduzida majoritariamente por cineastas ocidentais, o que poderia comprometer a autenticidade cultural e histórica da obra.

As tensões internas se intensificaram ao longo de 2023. Em fevereiro daquele ano, Christina Wayne, executiva da Amazon Studios, foi integrada à produção para supervisionar uma das unidades do filme. Pouco depois, ela trouxe Alexandra Milchan (TÁR) para reforçar o time. Também participavam das decisões criativas figuras centrais da MBC, como o CEO Sam Barnett, o presidente sheik Waleed al-Ibrahim e o gerente sênior Ali Jaafar.

Com o avanço do projeto, surgiram novos impasses. A MBC solicitou que Wyatt reduzisse a duração do longa — originalmente com 155 minutos — em cerca de 20%, para atender a exigências contratuais. Além disso, o tom da narrativa virou motivo constante de atrito. Enquanto Wyatt defendia um filme mais autoral, carregado de nuances e complexidade dramática, os executivos desejavam algo mais próximo de um épico clássico nos moldes de Coração Valente (1995). Segundo o Deadline, apesar dos conflitos, todas as partes envolvidas afirmavam agir “com as melhores intenções” em relação ao projeto.

Em julho de 2023, uma versão inacabada de Desert Warrior foi exibida em um teste de público em Las Vegas — e os resultados foram desanimadores. Apenas 25% dos entrevistados demonstraram interesse no filme. Entre as críticas mais recorrentes estavam o ritmo arrastado, a sensação de que a história se estendia além do necessário e a dificuldade de compreender as motivações dos personagens principais, mesmo após a inclusão de cenas adicionais para esclarecer o arco do personagem de Mackie.

“A confusão era grande, não apenas no início, mas também mais adiante, o que esvaziava a resposta geral à história e o engajamento com os protagonistas”, apontava a pesquisa.

Representantes da MBC minimizaram o impacto dos testes, afirmando que esse tipo de exibição é comum e serve justamente para ajustar ritmo e clareza narrativa. Pessoas próximas à produção também lembraram que diversos sucessos de bilheteria tiveram recepção fraca em pesquisas iniciais. Ainda assim, os números reacenderam o debate sobre a receptividade do público a uma interpretação ocidental de uma história árabe. O elenco principal contava com poucos atores árabes, o texto foi descrito como excessivamente rebuscado, quase shakespeariano, e a precisão histórica virou tema de discussões internas, evidenciando choques culturais ao longo do processo.

Wyatt afirmou que a versão exibida no teste não refletia sua visão original, alegando que o corte havia sido alterado após sua saída do projeto, em abril de 2023. Outros envolvidos, no entanto, sustentaram que as mudanças foram mínimas. De toda forma, a montadora Kelley Dixon (Pantera Negra: Wakanda para Sempre) acabou sendo chamada para assumir uma nova reedição do filme.

Sem uma data oficial de lançamento até o momento, Desert Warrior segue envolto em incertezas. Ainda assim, acredita-se que a produção possa finalmente chegar aos cinemas no próximo ano, encerrando uma trajetória marcada por ambição, conflitos criativos e um longo caminho até a linha de chegada.

Quer assistir a uma comédia romântica fofa, apaixonante e DELICIOSA? Veja essa dica na Netflix!

Nos últimos tempos, a Netflix tem feito cada bomba que qualquer filme original já parece carregar consigo um certo tipo de preconceito de parte do público. Só que Amor à Primeira Vista pode marcar uma “virada de chave” na empresa, porque é um verdadeiro filmaço. Curiosamente, apesar de ser uma clássica comédia romântica, o longa já faz questão de anunciar desde o princípio que não é sobre amor, mas sobre destino e as probabilidades que ele envolve.

Inspirado no livro A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, da norte-americana Jennifer E. Smith, o filme é conduzido por uma narradora-personagem que conta a história de como os caminhos de Hadley (Haley Lu Richardson) e Oliver (Ben Hardy) se cruzaram quase que magicamente no aeroporto, e como essas 8h que eles passaram juntos seriam decisivas para o futuro dos dois. A menina estava indo dos EUA para Londres, onde seu pai iria se casar novamente, enquanto o rapaz, britânico, estava voltando para casa, onde um nada convencional evento de família ocorreria. Então, por obra do destino, eles acabaram passando um voo juntos e eventualmente se apaixonaram, mesmo que não admitam inicialmente.

E o mais interessante dessa proposta é que em menos de 20 minutos de filme, o casal já exala tanta química que o espectador se vê embarcado, torcendo pelo romance dos dois, independentemente do que venha a ocorrer a seguir. É uma construção de personagens muito bem feita, porque insere o público nos “encontros” deles como observador, despertando a curiosidade para saber mais sobre eles. E isso é amplificado pelas intervenções da narradora, interpretada pela competente Jameela Jamil, que aparece ao longo da trama como diferentes personagens e costuma quebrar a quarta parede, falando ao público como se fosse uma fofoca recém-saída do forno. Ela também traz dados e estatísticas o tempo inteiro sobre as mais diversas situações, é incrível.

A direção de Vanessa Caswill, já famosa nas produções da BBC, foge do convencional ao evitar os planos clássicos das comédias românticas, apesar de se render a alguns em certos momentos, o que traz ao filme uma condução muito agradável de se assistir. A trama conta com momentos não lineares, sempre em prol de desenvolver melhor seu casal principal. Só que o seu maior mérito é mesmo o roteiro. Ele não tem problemas em assumir clichés e os usa para construir um história emocionante que aquece o coração para tentar reestabelecer sua fé no amor.

E como o texto e a direção são muito bons, isso já garante uns 70% do sucesso deste filme. Com a trilha sonora escolhida a dedo para amplificar a sensação de “calorzinho no coração”, chega a uns 75%. Ou seja, a chance de escorregar ficaria a cargo do elenco. E olha, eles impressionam também. Apesar de já estar perto dos 30, Haley Lu Richardson passa tranquilamente como uma jovem recém-saída da adolescência, com 20 anos. E como ela tem um passado no ramo dos dramas e das histórias de amores impossíveis, como no ótimo A Cinco Passos de Você (2019), a atriz sabe exatamente como interpretar a mocinha em dúvidas do próprio futuro. E ela esbanja química com Ben Hardy, que tem uma carreira recente, mas com alguns projetos bem variados, como X-Men: Apocalipse (2016) e Bohemian Rhapsody (2018), em que interpreta o baterista Roger Taylor. Com 32 anos, o ator também consegue convencer como um jovem de 22 anos que baseia sua vida nas estatísticas de sua graduação em matemática. E para quem o viu como o galã psicótico no questionável thriller erótico do Prime Video, The Voyeurs (2021), vê-lo assumir uma personalidade tímida de um nerdzinho apaixonado é uma mudança muito drástica, e mostra como ele entrou bem no papel. Juntos, eles formam um casal fantástico e instigante.

Além disso, mesmo não sendo um filme sobre amor, o longa faz alguns questionamentos bem sutis sobre o que é amar e como uma decisão simples, como a de carregar ou não um telefone celular pode influenciar diretamente todo seu futuro. Uma das reflexões mais interessantes é sobre o uso do amor na sociedade. Em dado momento da história, é mostrado que as pessoas remetem ao amor em despedidas assustadoramente mais do que em começos ou recomeços.

Em meio a essa paixão crescente e praticamente impossível, as questões pessoais da dupla entram em jogo, fazendo com que eles precisem se resolver com suas famílias ou com seus conflitos internos para que o destino possa agir. Afinal, o destino só entra em ação se você deixar.

Entendendo com maestria a arte de contar uma boa história, Amor à Primeira Vista é a melhor comédia romântica do ano, mesclando elementos clássicos do gênero com uma proposta mais Pop, e garantindo muita emoção para quem for assistir. E como não tem uma duração muito longa (1h30 aproximadamente), é o programa ideal para quem busca um excelente filme para assistir no fim de semana.

Amor à Primeira Vista está disponível na Netflix.

NOSTALGIA! 10 ÓTIMOS álbuns que completam 15 anos em 2025

loud rihanna

2025 está chegando ao fim – e, com ele, não podemos deixar de nos lembrar de álbuns incríveis que fazem bodas.

Há uma década e meia, nomes como Kanye West (agora conhecido pelo nome artístico de Ye), RobynKaty Perry e tantos outros dominavam o cenário fonográfico com produções que marcaram época e que caíram no gosto tanto da crítica (ainda que tardiamente) e do público.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez ótimos álbuns que completam 15 anos em 2025 para você relembrar ou conhecer.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

DOO-WOPS & HOOLIGANS, Bruno Mars

Antes de se transformar no icônico musicista como o conhecemos hoje, Bruno Mars chegou comedido ao cenário musical em 2010, com o lançamento de ‘Doo-Wops & Hooligans’. A produção, vindo pouco depois do EP ‘It’s Better If You Don’t Understand’, contou com nomes como NeedlzSupa DupsJeff Bhasker em uma jornada pelo otimismo sem fronteiras e uma análise sobre solidão, dor e relacionamento falidos – que geraram clássicos como “Just The Way You Are”“Talking to the Moon”.

THE SUBURBS, Arcade Fire

Aclamado pelos críticos e sagrando-se um dos álbuns mais populares e bem-sucedidos dos anos 2010, ‘The Suburbs’ continuou a ótima maré criativa da banda de indie rock Arcade Fire. Emergindo como um complexo e maduro corpo de trabalho, o disco rendeu seis singles promocionais e garantiu reconhecimento ainda maior por parte do grupo musical – além de ter levado para casa o Grammy de Álbum do Ano em 2011.

LOUD, Rihanna

É quase impossível acreditar que, há 15 anos, Rihanna lançava seu quinto álbum de estúdio. Afastando-se do tom mais sombrio e incisivo de seu disco anterior, ‘Rated R’, a cantora e compositora resolveu voltar um pouco mais no tempo ao reiterar sua afeição por produções uptempo e por atmosferas mais otimistas e vibrantes. Sucesso de vendas e um dos favoritos do público, o álbum rendeu nada menos que sete singles, incluindo as icônicas “Only Girl (In the World)”“S&M”“Man Down”.

APHRODITE, Kylie Minogue

Aphrodite cumpriu o que prometia e resgatou a glória de Kylie Minogue após certos deslizes dos anos anteriores: a performer, em 2010, era uma fênix que ganhava o mundo mais uma vez com um disco que não apenas envelheceu muito bem, mas que, quase uma década e meia mais tarde, continua original, inovador e dançante ao extremo. Dominando as paradas da Billboard com seus quatro singles alcançado o topo da Hot Dance Club Songs, ela reencontrava a si mesmo com competentes e memoráveis rendições – além de ter tido a oportunidade de trabalhar com um dos produtores mais requisitados do momento.

SPEAK NOW, Taylor Swift

Por incrível que pareça, o terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e meia e, apesar de manter similaridades com o disco anterior, ‘Fearless’, serviu para provar que a loirinha compunha suas próprias músicas. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, de longe, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

TEENAGE DREAM, Katy Perry

Apesar de ter sido recebido com críticas mistas à época de seu lançamento, Teenage Dream é, sem sombra de dúvida, um marco na música pop e um arauto iconográfico de Katy Perry. Em um olhar mais contemporâneo (mais de uma década depois de seu lançamento), é notável que, apesar dos problemas, a artista se mostrou ousada em provocar os ouvintes com certos experimentalismos ainda crus, apostando fichas em faixas hedonistas e pessoais, ao mesmo tempo – além de carregar músicas que são conhecidas até hoje.

THE FAMILY JEWELS, Marina Diamandis

Marina Diamandis não é um nome tão conhecido quanto deveria, mas seu “extinto” alter-ego Marina and the Diamonds dominou o cenário indie no começo dos anos 2010, transformando-a em uma força de respeito. Fazendo sua estreia oficial em 2010 com o subestimado The Family JewelsMarina mergulhou de cabeça em uma estética mais conceitual e deu vida a músicas que ficaram bastante populares

MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye

My Beautiful Dark Twisted Fantasy é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

TENSO! Série sobre abuso psicológico da Netflix vai te deixar ASSUSTADO…

Um retrato intenso e perturbador do abuso psicológico e de suas profundas consequências. Vinda diretamente da Alemanha, a minissérie — dividida em seis episódios — lança um olhar sensível e ao mesmo tempo angustiante sobre o estresse pós-traumático, explorando as marcas deixadas na vida de diferentes pessoas.

No centro da narrativa está uma jovem cujo destino é drasticamente transformado após passar meses em cativeiro, forçada a abdicar da própria identidade e a viver sob a imposição de ser outra pessoa, em uma experiência de extremo controle e violência emocional.

O roteiro aposta em uma estrutura fragmentada e deliberadamente não linear. As informações são apresentadas de forma aparentemente desconexa, como peças de um quebra-cabeça que, aos poucos, vão se encaixando. A cada revelação, novas camadas da história surgem, abrindo caminhos inesperados e ampliando o mistério, o que mantém o espectador constantemente atento às pistas deixadas ao longo dos episódios.

Depois da Cabana é uma adaptação do livro Dear Child, romance de quase 400 páginas lançado em 2019 pela escritora alemã Romy Hausmann, e traduz para a tela a densidade psicológica e o clima sufocante da obra original.

Na trama, conhecemos uma mulher na casa dos 30 anos (Kim Riedle) que consegue fugir de um cativeiro, situado numa cabana numa floresta pouco frequentada, onde viveu durante um bom tempo ao lado de duas crianças como se fosse a mãe delas convivendo com regras rígidas impostas por uma pessoa que se identifica como o pai das crianças. Uma dessas crianças, inclusive, foge com ela. A polícia fica logo sabendo da situação e começa uma investigação que acaba se tornando um complemento a uma outra investigação sobre uma mulher que está 13 anos desaparecida. Assim, aos poucos os mistérios vão caindo e vamos rumando para as verdades.

Assista ao trailer:

As diversas óticas para todos os acontecimentos que se sucedem no presente dão dinamismo à narrativa. Temos a visão de um casal que sofre faz mais de uma década com o desaparecimento da única filha e observa de duas maneiras distintas o que acontece no presente deles. Dois policiais que nunca se viram precisam reunir peças juntos para entender todo o plano macabro que culminou em mortes, lavagem cerebral e desaparecimentos.  A visão das vítimas do sequestro ganham caminhos diferentes, uma da criança que vive sobre o conceito de regras rígidas impostas pela autoridade que ela conhece como pai e uma outra da última sequestrada que não consegue encontrar o equilíbrio após o trauma que sofreu.

Ao longo de mais de quatro horas de duração, esse projeto alemão convida o espectador a percorrer caminhos densos e emocionalmente desgastantes, mergulhando nas estradas turbulentas de um distúrbio marcado por gatilhos profundos e dolorosos: o estresse pós-traumático. A narrativa se constrói a partir das feridas deixadas por experiências extremas, revelando como o trauma se manifesta de maneiras distintas, mas igualmente devastadoras, na vida de cada personagem envolvido. O ponto de interseção entre todos eles não está apenas nos acontecimentos em si, mas nos abalos psicológicos que surgiram a partir de uma mesma situação, conectando suas histórias de forma silenciosa e inquietante.

Não se trata de uma minissérie interessada em grandes reviravoltas ou em surpreender o público com a identidade por trás dos crimes cometidos. Esses elementos existem, mas ocupam um papel secundário dentro da proposta maior da obra. O foco principal está na reflexão sobre a mente humana, em suas fragilidades, mecanismos de defesa e na forma como tenta sobreviver após experiências traumáticas. A psique dos personagens é o verdadeiro campo de análise da narrativa, que prefere o aprofundamento emocional ao choque fácil.

A cada novo episódio, peças aparentemente soltas vão se encontrando e se encaixando, formando uma ampla e complexa teia de acontecimentos. Gradualmente, as verdades sobre o que realmente aconteceu vêm à tona, ao mesmo tempo em que se tornam evidentes as marcas deixadas por esse sofrimento prolongado — algumas claramente visíveis, outras silenciosas e quase imperceptíveis, mas igualmente dolorosas. O resultado é o retrato de um pesadelo que parece nunca ter fim, ecoando mesmo após o encerramento da história. Depois da Cabana está disponível na Netflix.

 

Suposto teaser de ‘Vingadores: Destino’ VAZA na internet e traz retorno de [SPOILER]; Assista!

Um suposto teaser de ‘Vingadores: Destino’ (Avengers: Doomsday) vazou na internet e traz o retorno de Chris Evans como o Capitão América original, que voltou para o passado para ter sua vida normal com Peggy Carter no final de ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019).

O teaser mostra o bebê deles.

Confira:

 

O teaser bate com a descrição que havia vazado, e tem sido removido por Copyright nas redes sociais.

A Disney soltará quatro teasers do filme ao longo de um mês, com as cópias de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ nos cinemas.

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Paulo Gustavo é homenageado na première de ‘Agentes Muito Especiais’; Assista!

A première de Agentes Muito Especiais, comédia estrelada por Marcus MajellaPedroca Monteiro, aconteceu nesta segunda-feira, 15, em São Paulo, e contou com uma homenagem especial ao ator Paulo Gustavo.

O filme é baseado em uma ideia original do Paulo Gustavo com Marcus Majella, e acompanha Jeff e Johnny – uma dupla que tem um sonho: entrar para a polícia do Rio de Janeiro.

Durante um treinamento, eles recebem do comandante a missão de se infiltrar numa penitenciária para desmantelar o terrível “Bando da Onça”, que aterroriza a cidade. Disfarçados de presidiários, eles se juntam aos bandidos e fogem com eles da cadeia, para tentar desvendar o mistério que envolve a líder da quadrilha.

Depois de muita confusão, o destino junta criminosos e policiais no mesmo lugar: num grande evento de moda. Ali, Jeff e Johnny vão tentar provar que podem ser respeitados agentes da lei.

O longa estreia dia 8 de janeiro nos cinemas nacionais.

Confira:

Pedro Antônio assume a cadeira de direção.

Dira PaesMalu ValleChico DiazBarbara Reis e mais também fazem parte do elenco.

Crítica | Sexa – Gloria Pires Estreia na Direção com Inspirador Filme às Sexagenárias

Uma das coisas que a pandemia evidenciou é que todos nós, enquanto sociedade, precisamos olhar com mais atenção para os idosos. Foi também durante esse período (de muitas limitações) que pequenos gestos se tornaram enormes exemplos, como o da atriz Glória Pires, que durante tanto tempo interpretou mocinhas na tv e que por tanto tempo teve seus cabelos pintados para parecer mais jovem do que sua idade verdadeira – foi no período pandêmico que Glória decidiu parar de pintá-los e assumir publicamente suas madeixas grisalhas. Esse gesto, que parece simples, empoderou centenas de mulheres, de várias idades, pois, como pessoa pública, passava uma mensagem importante: abrace-se, e deixe os padrões estéticos de lado. Assim, não era de surpreender que, alguns anos depois, ela estrelasse (e dirigisse) um filme como ‘Sexa’, em cartaz nos cinemas após exibição no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo.

Hoje é aniversário de 60 anos de Bárbara (Glória Pires) – e isso a deixa em pânico. Fixada nesse número, a coisa toda só piora quando sai para celebrar com seu filho, Rodrigo (Danilo Mesquita), e a nora, Natália (Luana Tanaka), e Rodrigo faz comentários etaristas e controladores, arruinando o jantar. Frustrada, Bárbara sai sozinha e acaba conhecendo Davi (Thiago Martins), um rapaz mais novo que se encanta por ela imediatamente. Só que Bárbara além de sentir o peso da idade, também sente culpa e ansiedade por se envolver com um homem mais novo, e, apesar de sua melhor amiga e vizinha Cristina (Isabel Fillardis) encorajá-la a viver a vida, Bárbara está confusa e insegura.

Com muita sensibilidade, o roteiro de ‘Sexa’ – escrito por Guilherme Gonzalez, Bianca Lenti e Glória Pires – joga luz sobre o universo sexagerário de maneira bastante honesta, com toda a sua glória (com o perdão do trocadilho) e seus desafios cotidianos. Ou seja, se por um lado traz uma protagonista autônoma, dona do próprio dinheiro e que se sustenta sem dificuldades, por outro também mostra as consequências da pressão social (oriunda da sociedade machista) que é internalizada nas mulheres (principalmente nelas), com a qual todas nós crescemos ouvindo e que, quando chegamos à essas idades-chave, torna-se quase impossível ignorar.

O maior acerto do filme é certamente ter Glória Pires na direção desse projeto; dada a relevância do tema, torna-se ainda mais especial por esta ser sua primeira incursão como diretora. E, por ser sua primeira vez, ainda que aqui e ali haja imprecisões, Glória demonstra ser perfeitamente apta a comandar um projeto cinematográfico – que seja o primeiro de muitos!

A personagem Bárbara é um reflexo de tantas e tantas mulheres, principalmente as do eixo urbano classe-média: aquelas que mesmo tendo conquistado autonomia financeira e (possivelmente) criado o filho sozinha, depara-se com um filho interesseiro, manipulador, controlador e sanguessuga financeiro – aquele que, ciente de que tem o suporte econômico da mãe, nem tem emprego, pois será para sempre sustentado por ela. Bárbara é aquela mulher que foi perdendo as ousadias e as coragens com o passar da idade, e, hoje, aos 60, acredita de verdade que deve se portar como uma velha senhora de 60 anos igual às dos filmes de antigamente. Desse contraste, vem a melhor personagem do filme, Cristina, que é exemplo diário de desprendimento comportamental, um lembrete leve e bem-humorado à protagonista de que é possível sim viver sem deixar a idade pesar nas decisões. Isabel Fillardis está excelente no timing e nas tiradas, evidenciando a importância das mulheres terem um ciclo de amizades com o qual contar.

Sexa’ é um filme bastante inspirador, e o fato de ser uma comédia romântica só melhora a probabilidade de sua mensagem principal chegar ao seu público-alvo: a de que está tudo bem completarmos 60 anos, está tudo bem mesmo. Torcemos por um ‘Sexa 2’!

EXCLUSIVO | Dylan O’Brien revela detalhes sobre arrebatadora dramédia premiada no Festival de Sundance 2025

O som estarrecedor de uma batida de carro é o contato inicial que marca nossa peculiar jornada de descobertas com Twinless. Diante de uma vitrine vazia, apenas absorvemos o caos daquele instante à distância, em meio a ecos, incapazes de entender qual história está sendo apresentada. Até então, nada daquele momento realmente nos afeta. Vazio de significado e de profundidade, ele aparenta ser apenas um enxerto em uma trama sobre luto.

Mas o que James Sweeney é capaz de fazer com seu roteiro é o que torna Twinless uma experiência tão arrebatadora e voraz. Se você espera uma comédia bromance prestes a se desabrochar a partir das mazelas do peso da morte, se engana. Mas se está disposto a mergulhar em um universo de peculiaridades emocionais que nos arrebatam, esse é o lugar certo. Escrito a partir da “obsessão” do jovem diretor por gêmeos, o longa independente que brilhou no Festival de Sundance 2025 é uma oportunidade rara de verdadeiramente se surpreender com o comum, a partir da complexa e – por vezes – irreparável mente humana.

Fruto de uma longa gestação cuja data inicial remonta a 2015, Twinless nasce a partir da fascinação de Sweeney por essa intrínseca relação entre gêmeos e a inerente e diferente ligação emocional que os tornam partes quase iguais em vidas distintas. “Tudo começou quando eu fiquei sabendo da existência de um grupo de apoio para gêmeos. Eu também cheguei a namorar um gêmeo e quando eu era criança, queria muito ter um irmão gêmeo, então eles sempre fizeram parte da minha fascinação”, explica.

Se moldando ao longo dos anos, sem referências rígidas – mas absorvendo ecos de personagens moralmente falhos e emocionalmente instáveis -, o roteiro de Twinless é também uma amálgama de experiências vividas pelo cineasta ao longo dos últimos anos. Além disso, o curto filme traz sua própria perspectiva impressa naquilo que observava no comportamento alheio.

“Eu via pedaços do filme em todo lugar. Sempre que aparecia um personagem tomando decisões questionáveis, eu me perguntava o que aquela figura tinha que o fazia se conectar tanto comigo. Então sim, era isso. Mas também observei uma gama de produções, de Brian De Palma a Ingrid Vai Para o Oeste, passando por Garotos de Programa, de Gus Van Sant”, refletiu.

E no centro de Twinless está a excepcional performance de Dylan O’Brien, que interpreta irmãos gêmeos que destoam não apenas em suas caracterizações físicas, mas principalmente em sua linguagem corporal. Uma vez mais surpreendendo o público com sua versatilidade e habilidades camaleônicas de se revelar diante das telas, o astro foi premiado em Sundance 2025 por sua atuação. Aqui ele reitera o quão confortável se sente na cena independente, transformando papéis que teoricamente poderiam ser amorfos em espetáculos visuais que enchem os olhos e capturam nossa atenção sem cerimônia.

Para o ator, a construção dos personagens foi menos sobre truques técnicos e mais sobre clareza emocional. “A técnica é atuar”, resume. “O roteiro já deixava esses personagens muito claros e distintos. Eu tive anos para deixá-los viverem na minha cabeça, para entender quem eles eram”. Para o astro, que ascendeu ao estrelato pelo sucesso de Maze Runner, há diversas características de seus protagonistas em sua própria personalidade. “Eles representam diferentes aspectos da minha humanidade, diferentes caminhos que eu já percorri. Foi sobre identificar isso e trazer à tona”.

Essa diferenciação sutil também se construiu em colaboração com a equipe. Figurino, maquiagem e pequenas escolhas visuais ajudaram a marcar contrastes sem nunca quebrar a verossimilhança. “A gente brincava com ideias, como a possibilidade de um deles ter bigode, mas sempre tomando cuidado para não virar algo que distraísse. O meu maior medo não era parecer dois homens diferentes, e sim que eles não parecessem ser irmãos”, compartilhou o ator.

E entre os momentos mais difíceis da produção, a cena mais trabalhosa foi, naturalmente, aquela que une todos os pontos da narrativa. Se apresentando como uma reviravolta não apenas impactante para os personagens, mas também para a audiência. O take em questão é um divisor de águas na relação entre os amigos Roman (O’Brien) e Dennis (Sweeney).

Para James, além da carga dramática, foi também o ponto em que suas funções de diretor e ator mais se chocaram:

“Acho que foi nessa cena que senti que minhas responsabilidades como diretor e ator foram mais sobrecarregadas, porque foi a cena mais exigente, emocionalmente, que tive que fazer. E foi um dia muito longo. De modo geral, também havia uma cena de risco. Sabe, eu estava refletindo sobre uma cena em que eu literalmente recebia…Spoiler alert, um pouco de maquiagem de efeitos especiais. E houve uma tomada que eu tive que dirigir de dentro do trailer por walkie-talkie, porque eu fisicamente não conseguia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Foi um dia desafiador de multitarefas”.

Essa carga emocional não se restringe apenas ao clímax da comédia dramática. Marcada por momentos de alívio que funcionam como um frescor revigorante para a audiência, a produção nos toma pelas diversas camadas que seus personagens são capazes de apresentar em menos de duas horas de trama. Subvertendo nossa percepção sobre a narrativa e sobre as motivações de seus protagonistas, Twinless é o cinema indie em sua forma mais completa.

Da memória afetiva criada por um hit clássico dos anos 2000 que embala algumas das cenas mais críticas, ao choque perante uma cruel e inexorável verdade capaz de romper laços profundos, o longa de James Sweeney é inesperado em seus três atos. Ele desafia nossa confiança e compreensão sobre o outro e é capaz de nos deixar à deriva, diante da imensidão de sentimentos que nos proporciona. É atemporal, é visceral, é inesgotável em seus sentidos.

Em Twinless, Roman, abalado pela morte do irmão gêmeo, encontra no luto uma solidão que parece invencível. Ao se unir a um grupo de apoio para pessoas que perderam seus gêmeos, ele conhece Dennis e nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e complexa.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Sweeney escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem.

Aisling Franciosi, Lauren Graham, Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino completam o elenco.

O’Brien e Miky Lee entram como produtores executivos ao lado de Ali Jazayeri, David Gendron e Liz Destro.