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‘After 3 – Depois do Desencontro’ ganha data de estreia no Amazon Prime

O Prime Video anuncia a estreia do filme ‘After 3 – Depois do Desencontro‘ (After We Fell) no serviço de streaming em 1º de Janeiro. Com direção de Castille Landon, o longa é o terceiro filme da franquia baseada no romance de Anna Todd e que apresenta os atores Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin como protagonistas. O elenco traz ainda Rob Estes, Louise Lombard e Chance Perdomo.

Após After (2019) e After – Depois da Verdade (2020), After – Depois do Desencontro (2021) retrata o impacto das decisões de Tessa em seu relacionamento com Hardin. Os dias vão passando e Tessa vê sua vida mudar completamente. As revelações sobre sua família e a de Hardin vão colocar em xeque tudo o que eles sabiam, com a possibilidade de um futuro cada vez mais incerto para seu tórrido e apaixonado.

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Vale lembrar que ‘After 3 – Depois do Desencontro‘ e quarto (e último) filme da franquia, intitulado ‘After Ever Happy‘, foram filmados simultaneamente na Bulgária.

Crítica | É o Amor: Família Camargo – Pai e filha falam sobre dores e amores em documentário para fãs

Independente de opiniões, 2 Filhos de Francisco: A História de Zezé Di Camargo & Luciano é um dos filmes mais marcantes do cinema brasileiro da década de 2000. Dirigido pelo eficiente cineasta Breno Silveira (À Beira do Caminho), o longa que conta a história de uma das maiores duplas sertanejas do Brasil parou a nação, levou quase 5 milhões de pessoas aos cinemas e eternizou o fenômeno musical também na sétima arte. E se engana quem pensa que 2 Filhos de Francisco se sustenta apenas através do prévio apelo popular dos artistas, a biografia foi construída de maneira inteligente, colocando Francisco Camargo, pai dos cantores, como o verdadeiro protagonista da produção. Escolha inteligente por parte de Breno, que mostrou a série de batalhas e conquistas travadas por Seu Francisco que, em vários momentos, beirou o inacreditável. Tudo isso pra que suas crias pudessem, pelo menos, ser ouvidas numa rádio local.

Mais de 15 anos depois, Zezé Di Camargo volta a uma produção audiovisual com o documentário É o Amor: Família Camargo, dessa vez pela Netflix, e que, de novo, aborda vivencias familiares do cantor, mas agora trazendo outras facetas. Nessa série, que mais parece uma espécie de reality show da família Camargo, passada na fazenda É o Amor durante a fase mais crítica da pandemia da Covid-19, acompanhamos novos dilemas íntimos e um pouco de como é a convivência daquelas pessoas. A atmosfera, apesar de afetuosa em grande parte do tempo, também é conflituosa e envolta aos acontecimentos recentes que ocorreu naquele microcosmo.

Não temos, por exemplo, a presença do irmão Luciano que havia dado uma pausa na dupla para dedicar mais atenção a sua carreira na música gospel. Então o que você vai encontrar em É o Amor pouco tem a ver com a carreira musical da dupla, mas, sim, com os casos reais e as vivências de Zezé e sua filha Wanessa Camargo – ainda que a música esteja sempre ali presente na rotina de ambos. Aliás, a série mostra o fazer do projeto que eles estão montando junto ao produtor Kassim, onde realizarão um álbum de Pai e Filha com a participação de vários artistas populares da música brasileira. Então, além de vermos todas as conversas sobre a vida dos famosos, acompanhamos os seus métodos de trabalho, onde criaram em casa mesmo um estúdio improvisado para gravar o tal novo disco.

Só que, obviamente, o que chama mais atenção aqui são as diversas passagens e momentos intensos que ocorreram nos últimos anos dentre o seio familiar. O documentário começa relembrando a vida antes da fama, a luta de Seu Franciso e Dona Helena, a carreira e a poder midiático colossal de Zezé e Luciano, além dos conflitos passados até aquele recorte que será a verdadeira história que a produção seguirá. Vemos, além das passagens de sucesso, o momento mais crítico que a família Camargo passou, quando um irmão de Zezé foi sequestrado na década de 90. Testemunhamos como essa situação mexeu com eles a ponto de terem que mudar de país. O show discute também o começo da carreira de Wanessa Camargo e a dúvida que pairava a despeito do seu talento, onde a ideia do público é que ela construiria sua história através do prestigio do pai, entre outras questões.

Até que finalmente chegamos na série de eventos que resultou no motivo de fazer esse documentário. É claro que a produção rendeu milhões a família Camargo, mas, ao mesmo tempo, foi uma boa oportunidade de exporem, por eles mesmos, tudo o que a imprensa de fofoca publicou de maneira trôpega. Começando, claro, pela separação de Zezé Di Camargo e sua ex-esposa, Zilú Godoy, com quem trava uma briga judicial até hoje. Algo que não excluiu a presença de Zilú na produção e a sua visão sobre toda essa situação. Bem como Zezé também faz mea-culpa e expõe que nunca foi santo – leia-se fiel. A própria Wanessa diz que as brigas do casal resumiam-se as desconfianças da mãe e o jeito galanteador do pai com as fãs e admiradoras. Além de todo problema conjugal e da total exposição da mídia, temos aqui a revelação por trás da separação, a esposa atual de Zezé, Graciele Lacerda. Esta que Wanessa diz ter rejeitado a princípio, sobretudo pela família ter passado por tudo aquilo, mas depois entendeu que aquilo era natural. Zezé ainda demonstra certa admiração por Zilú e reconhece a importância da mulher em sua vida e carreira, entretanto também deixa claro que tudo aconteceu por esforço dele próprio.

Ao mesmo tempo somos apresentados ao momento mais forte desse documentário, a gravidez de Wanessa Camargo. Ao lado do empresário e marido Marcus Buaiz, Wanessa conta como foi todo processo da sua curta gestação e o aborto prematuro e doloroso que sofreu. Junte isso a separação dos pais e a um baque tão gigantesco quanto a perda do filho: a morte de Seu Francisco! Tudo parecia ruir ao redor da cantora, que entrou numa depressão profunda, doença que pouco entendida pelos amigos e familiares – aliás, pela sociedade de maneira geral. Wanessa então revela como está sendo sua reconstrução e até se expõe através de filmagens reais da doença, quando estava bastante debilitada, já que a execução do documentário ocorreu justamente durante essa situação extrema. Algo que pode ser um gatilho pra alguns, mas também servir de aprendizado para outros.

Contudo, à primeira vista, É o Amor: Família Camargo não possui nenhum apelo para aqueles que estão pouco se importando ou no mínimo preocupados em conhecer, um pouco que seja, a respeito da vida dos famosos ou qualquer pessoa do meio. No entanto, caso decida abrir a mente e ignorar algumas conveniências e o viés deveras chapa branca, vai presenciar uma história de conflitos em meio ao paraíso da fama e da riqueza sem fim. Os fãs que acompanham de perto a vida dessas duas figuras terão aí um prato cheio pra conhecer, ainda mais, a rotina dos ídolos. Em todo caso, vale conferir a tentativa.

‘Friends’ | Saiba Quais Atores Quase Viveram os 6 Amigos na Querida Comédia da TV

Um verdadeiro marco para as comédias comportamentais na TV (as chamadas sitcoms), a série Friends definiu uma geração e continua a conquistar novos adeptos mesmo quase 20 anos depois de seu encerramento. Não é exagero dizer que o programa criado por David Crane e Marta Kauffman se tornou um fenômeno cultural ultrapassando barreiras territoriais e conquistando o mundo – isso numa época anterior ao que temos hoje com a globalização da internet. Quando Friends foi ao ar em 1994, as TVs por assinatura (a cabo ou antenas) ainda estavam engatinhando no Brasil, por exemplo. Assim, impressiona ainda mais sua escalada midiática.

A ideia de ter seis amigos solteiros, três homens e três mulheres, na faixa dos vinte e poucos anos, morando em Nova York e dividindo apartamentos, enfrentando problemas financeiros, de relacionamento e profissionais era uma proposta moderninha, mas bem real para a época. Diferente dos demais programas a abordarem tal tópico (como por exemplo Seinfeld, que havia estreado em 1989 debaixo de uma audiência baixa – correndo risco de ser cancelado antes de mostrar seu verdadeiro potencial), Friends tinha um clima mais pop, arrojado e falava diretamente com diversas faixas etárias, desde crianças, adolescentes e jovens adultos. Este foi o segredo da fórmula de sucesso que continua a gerar fãs hoje em dia. Curiosamente, o título original não era sequer Friends e o piloto foi gravado com o nome Insomnia Cafe (Café da Insônia) e Six of One (Seis de Um), já pensou?

No ar por 10 temporadas até 2004, recentemente a HBO Max trouxe um presentaço para os fãs em seu acervo (onde constam todas as propriedades da Warner, sejam filmes ou na TV): a tão aguardada reunião dos amigos na frente das telas. Friends: The Reunion junta pela primeira vez desde o encerramento da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer para, ao lado de convidados muito especiais, realizar uma jornada na lembrança, revivendo alguns dos momentos mais especiais do programa. Pensando nisso, decidimos colocar os holofotes mais uma vez nesta comédia tão querida, trazendo uma matéria diferente. Aqui iremos conhecer os atores que quase viveram Rachel, Ross, Joey, Monica, Chandler e Phoebe no lugar dos intérpretes que tanto amamos no papel. Certamente seria uma série bem diferente. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Rachel GreenTéa Leoni

Jennifer Aniston foi a atriz que conseguiu mais destaque dentro do elenco de seis protagonistas. A atriz imediatamente engatou filmes no cinema e se tornou uma das queridinhas de Hollywood para comédias românticas. Aniston não foi, porém, a primeira escolha para o papel de Rachel. Sua colega de elenco Courteney Cox foi quem recebeu a proposta inicial para a personagem, decidindo ficar com o papel de Monica ao invés. Assim, os criadores foram atrás de Téa Leoni (Jurassic Park III), que recusou o papel, preferindo se tornar protagonista solo de seu próprio seriado de comédia, The Naked Truth (1995-1998). Leoni voltaria à TV em 2014 no seriado Madam Secretary, da CBS, que durou até 2019. Outra que quase conseguiu o papel, e chegou na reta final dos testes, foi Elizabeth Berkley, então conhecida pelo programa juvenil Saved By the Bell – Galera do Barulho (1989-1992). Eventualmente, Aniston foi a preferida e Berkley seguiu para estrelar o polêmico Showgirls (1995).

Monica GellerJaneane Garofalo

Como dito, antes de eternizar a “maníaca” com TOC de limpeza e organização Monica, a atriz Courteney Cox havia sido oferecida a personagem Rachel. Por outro lado, o criador David Crane disse ter criado Monica pensando especificamente na atriz Janeane Garofalo, rainha dos dramas românticos indie dos anos 90. Garofalo, amiga e ex-companheira de Ben Stiller na vida real, recusou o papel de Monica na série e foi estrelar Caindo na Real (1995), o filme de Stiller, protagonizado por Winona Ryder e Ethan Hawke, que fez sucesso com jovens alternativos da época. Outra atriz que quase ficou com o papel antes de Cox foi Jamie Gertz, conhecida por diversos filmes que marcaram a década de 80, como o clássico de vampiros Os Garotos Perdidos (1987). Após perder o papel, Gertz partiu para estrelar o filme sobre caçadores de tornados produzido por Steven Spielberg, Twister (1996).

Phoebe BuffayEllen DeGeneres

O papel da amalucada de alma hippie Phoebe ficou eternizado pela performance da loirinha Lisa Kudrow. Antes de cair em suas mãos, porém, a personagem era tida como a mais disputada do programa, gerando centenas de testes de atrizes no período. Algumas das mais famosas foram a comediante ruivinha Kathy Griffin e a altíssima Jane Lynch, que ficaria conhecida pelo papel da professora Sue na série Glee (2009-2015). Porém, dentre as candidatas para viver a cantora da música “Smelly Cat” na série a que mais se destaca é a apresentadora Ellen DeGeneres. Sensação da TV atual, antes de ter seu próprio talk show com auditório, Ellen era conhecida como humorista e atriz. Não ter conseguido o papel de Phoebe em Friends terminou sendo bom para DeGeneres, já que no mesmo ano ganharia sua própria série para estrelar (intitulada Ellen), onde ainda no início da década de 90 pôde revolucionar ao assumir sua opção sexual tanto dentro quanto fora das telas.

Joey TribbianiVince Vaughn

Favorito de muitos fãs, Joey é burro como uma porta, mas tem o maior coração do grupo. Mulherengo e comilão, o descendente de italianos incialmente era planejado para ser um personagem meio canalha e babaca. Uma vez contratado, Matt LeBlanc perguntou aos escritores por que os outros seriam amigos dele com essas características duvidosas? Assim o personagem ganhou qualidades, digamos, mais amistosas. Antes de LeBlanc, Hank Azaria testou para o papel e disse que foi o único que precisou testar mais de uma vez. Azaria ficaria conhecido por dublar diversos personagens na série animada Os Simpsons e participaria de Friends no papel de David em cinco episódios. Outro ator notório que quase ficou com o papel de Joey foi Vince Vaughn, que apesar de não ter conseguido o papel se tornou um verdadeiro astro do cinema no gênero da comédia. Já imaginou como seria o grandalhão no papel de Joey dizendo “How ‘u doin?”. No entanto, os responsáveis pela escalação disseram que ninguém testou melhor para o personagem do que LeBlanc.

Chandler BingJon Favreau

Chandler é o brincalhão do grupo, e nas palavras do próprio, usa o humor como autodefesa. É difícil imaginar outro senão Matthew Perry no papel. Mas a primeira opção dos realizadores foi pelo então apenas ator Jon Favreau. Hoje, um diretor e produtor estabelecido e responsável pelos sucessos da Disney, vide O Mandaloriano, além, é claro, de ter construído as bases para o Universo Marvel no Cinema com os dois primeiros Homem de Ferro. Em meados da década de 90, no entanto, Favreau tinha outros planos para sua carreira, e recusou o papel de Chandler na série. Logo depois, ganharia destaque pelo roteiro e protagonismo de Swingers – Curtindo a Noite, primeira peça rumo ao seu estrelato. Curiosamente, Favreau viria a participar de alguns episódios de Friends na pele de Pete Becker (em 1997), o namorado milionário de Monica. Outro que fez teste para Chandler e que parece ter mais a ver com o personagem foi Jon Cryer. O ator não conseguiu o papel, mas dez anos depois marcaria com seu próprio seriado de sucesso em Dois Homens e Meio (2003-2015).

Ross GellerEric McCormack

Diferente dos demais colegas membros do elenco, David Schwimmer não teve muita concorrência para o papel do Dr. Ross Geller e foi o primeiro contratado para ser um dos protagonistas da série. Mas apesar do favoritismo de Schwimmer, outros atores chegaram a fazer teste para o papel, entre eles o mais notório foi Eric McCormack – que depois ficaria conhecido como Will, o advogado gay da revolucionária e representativa Will & Grace (que retornou para novas temporadas atualmente, após sua estreia no fim da década de 90). Ross Geller é o nerd de plantão do grupo, doutor em paleontologia, ele tem a segurança de um emprego no museu de Nova York, o qual mantém ao longo de toda sua trajetória. Em questão de relacionamentos pessoais, Ross não é tão bom assim. Com uma atitude derrotista, o personagem ficou conhecido no início do programa por carregar uma “nuvem negra” em cima da cabeça. Curiosamente, Schwimmer viria a participar do revival de Will & Grace, atuando ao lado de McCormack (que quase viveu Ross).

‘Não Olhe para Cima’: Meryl Streep pensou que ELOGIO de Jennifer Lawrence e Jonah Hill fosse uma OFENSA; Entenda!

Não Olhe para Cima‘ é um dos filmes mais aguardados de dezembro e traz um elenco repleto de estrelas, incluindo Meryl Streep, Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence e Jonah Hill.

Na trama, DiCaprio e Lawrence vivem dois astrônomos, que embarcam numa turnê de imprensa para alertar sobre um asteróide que destruirá o planeta.

Streep interpreta a presidente dos Estados Unidos, que precisa lidar com a euforia causada pela revelação da dupla.

Como acontece em quase todo filme, ‘Não Olhe para Cima‘ tem um divertida história dos bastidores protagonizada por Streep, Lawrence e Hill.

Ao longo do trabalho, Lawrence e Hill não paravam de se referir a Streep como GOAT, sigla para Greatest of all Time (a melhor de todos os tempos)… No entanto, a palavra também significa cabra ou bode, em inglês.

Nem é preciso dizer a confusão que isso causou, não é? Isso porque Streep chegou a pensar que os colegas a estavam insultando, chamando-a de cabra.

Mas é claro que ela ficou lisonjeada com o elogio depois que tudo foi esclarecido.

A história foi compartilhada por Lawrence durante sua participação no The Late Show with Stephen Colbert, e também por Hill ao participar do The Tonight Show with Jimmy Fallon.

Ao tocar no assunto, Lawrence disse:

“Assim que começamos a trabalhar, nós imediatamente chamamos Meryl de GOAT… Estávamos fazendo uma sessão de fotos, e eu disse algo como, ‘Ei, GOAT…’ E Meryl meio que disse: ‘Isso mesmo, diga à cabra velha para onde ir.’ E eu disse, ‘Meryl, você sabe que GOAT significa A Melhor de Todos os Tempos, certo?’ E ela disse: ‘Ohhhhh! Não! Sério?'”

Hill deu sua versão, dizendo:

“Para mim, Meryl é a GOAT. Ela é a maior de todos os tempos. Então, a semana inteira eu disse: ‘Trabalhar com Meryl é a melhor coisa para mim. Ela é a GOAT‘. Teve um dia que estávamos numa entrevista coletiva e ela ficou tipo: ‘Jonah está muito saidinho para o meu lado, ele está me chamando de cabra a semana toda’. E ela é tão legal que nem ficou ofendida por isso! E Jennifer disse, ‘Não, Meryl, esqueceu? GOAT é a melhor de todos os tempos.'”

Confira as entrevistas:

Dirigida por Adam McKay (‘A Grande Aposta’), a sátira sci-fi da Netflix dividiu a crítica especializada no Rotten Tomatoes e abriu com 63% de aprovação, com nota 6.40/10.

Segundo o consenso geral, Não Olhe para Cima almeja a algo muito grande para aterrissar de forma consistente, mas a sátira de McKay acerta seu alvo de negação coletiva”.

Confira os principais comentários abaixo:

Não Olhe para Cima é inteiramente sobre ciência, baby” – Inverse.

“Certamente um dos piores filmes de 2021 – uma bagunça arrogante e insuportável” – Midwest Film Journal.

“O conceito do filme poderia ser bastante prático – em mãos cuidadosas” – Globe and Mail.

Não Olhe para Cima talvez seja o filme mais engraçado de 2021 – e o mais depressivo também” – San Francisco Chronicle.

“Um filme com todas as coisas certas a dizer […], mas concecbido dentro de uma sátira tão desajeitada que é o suficiente para tornar um abraçador de árvores em um pró-desmatamento” – TheWrap.

Lembrando que o filme tem estreia agendada para o dia 24 de dezembro.

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima? 

O filme estreia no streaming dia 24 de Dezembro de 2021, a tempo de conquistar indicações na temporada de premiações.

McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível A Grande Aposta (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e Vice, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.

McKay entra como produtor ao lado de Kevin Messick.

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

OI? Fãs começam a fazer campanha para OUTRO Snyder Cut…

Os fãs do diretor Zack Snyder são extremamente insaciáveis, e geralmente conseguem o que querem.

Após passarem quatro anos movimentando as redes sociais para conseguir o lançamento do Snyder Cut de ‘Liga de Justiça’, os fãs agora querem o Snyder Cut de outra produção do diretor.

E agora os Snyderfãs querem o corte do diretor do substimado ‘Sucker Punch – Mundo Surreal‘, também dirigido por Zack Snyder.

O diretor atiçou os fãs ao revelar em seu perfil do Vero que há uma versão mais longa da fracassada adaptação lançada em 2011.

Para quem não se lembra, o filme arrecadou apenas US$ 89,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçament pode US$ 83 milhões.

No Rotten Tomatoes, renomado site agregador de críticas, o longa também registra apenas 22% de aprovação.

Será que uma nova versão do filme pode render uma melhor avaliação?

De qualquer forma, as protagonistas Jenna Malone (Rocket) e Abbie Cornish (Sweet Pea) estão apoiando a ideia.

A informação foi revelada por um usuário do Twitter, que publicou prints dos stories das atrizes fazendo campanha para que o lançamento aconteça.

Na ocasião, elas compartilharam uma notícia confirmando a existência do corte e Malone escreveu:

“Queridos, vamos dar continuidade ao movimento. #Releasethesnydercut”

Em seguida, Cornish republicou a mensagem.

Confira:

 

Com a decisão da Warner de ceder aos fãs e entregar o que eles pediram, uma onda de produções pode embarcar na ideia e receber uma versão bem diferente daquela que o público conhece.

Mas infelizmente para os fãs, ‘Sucker Punch‘ é propriedade da Warner Bros, e o estúdio deixou bem claro que eles cortaram todas as relações com Snyder.

Então é pouco provável que o lançamento aconteça.

Ontem, Snyder se abriu sobre seu conturbado passado em entrevista à Esquire e revelou o que pensa da versão de Joss Whedon para ‘Liga da Justiça‘, lançada em 2017.

“É muito difícil de você trabalhar três anos em uma coisa e depois vê-la destruída. Isso é grande e é difícil para qualquer um, como você pode imaginar. A lição que aprendi nos últimos cinco anos é que você realmente precisa apenas fazer o que ama. Você realmente tem que fazer o filme que você ama ”, afirmou Snyder.

Crítica | Nicole Kidman é a verdadeira estrela do drama biográfico ‘Being the Ricardos’

‘I Love Lucy’ se tornou uma das sitcoms mais famosas e importantes da era de ouro da televisão norte-americana e, até hoje, estende sua influência em quaisquer produções do gênero. Estrelada pelos lendários Lucille Ball e Desi Arnaz, a série fez um estrondo gigantesco de público e promoveu uma revolução estética na indústria do entretenimento, principalmente pela química dos protagonistas quanto pela forma de produção e concepção.

No mais novo filme original do Prime Video, o diretor e roteirista Aaron Sorkin resolveu utilizar um dos momentos mais cruciais da sitcom para explorar a intrincada e complexa relação entre Ball e Arnaz, que eram casados na vida real e que enfrentaram momentos de pura agonia frente ao cenário político do show business e da própria nação. Em ‘Being the Ricardos’, como ficou conhecido o longa-metragem, a história, a princípio, nos leva de volta aos bastidores da sitcom e à semana mais crucial das gravações – mas não leva muito tempo até que um desconjuntado roteiro resolve ir e viajar ao passado para tentar explicar as origens da relação do casal em questão e fornecer certa luz sobre como um enredo romântico se desenlaçou em uma amálgama de traição e desconfiança.

O resultado parte dos mesmos obstáculos enfrentados por Sorkin em sua estreia na cadeira de direção, A Grande Jogada – que é o excesso de incursões desnecessárias e sequências que seriam facilmente editadas e colocadas como extras em uma suposta versão física. É claro que o realizador já demonstrou seu apreço incontrolável por acontecimentos verídicos, amadurecendo sua estética com o ótimo Os 7 de Chicago; porém, seu desejo de manter a teatralidade e o classicismo de ‘I Love Lucy’ foi um tanto quanto discutível, considerando que múltiplas escolhas se aglutinam em uma profusão cansativa que oscila entre o melodrama e o reflexivo. Felizmente, os problemas que despontam na iteração são ofuscados pela performance aplaudível de nomes como Javier Bardem, J.K. Simmons, Nina Arianda e, principalmente, da icônica Nicole Kidman (sedenta por mais uma estatueta do Oscar).

Chamar o roteiro de Sorkin de “desconjuntado” é quase um crime – ainda mais lembrando de sua obra-prima, ‘A Rede Social’. Entretanto, é notável como não há uma preocupação em equilibrar as várias partes do filme, exigindo que ele ora direcione a atenção para o comando de cada cena, ora para como os atores irão se entregar aos diálogos. Nesse quesito, Kidman faz um trabalho incrível e, mais uma vez, reitera sua versatilidade artística, firmando-se como uma das maiores atrizes de sua geração: sua rendição como Ball é aplaudível e irretocável, capturando trejeitos físicos e vocais do e criando um arco sólido o suficiente para nos guiar durante duas horas. Bardem também encanta dentro do inexplicável charme exalado por Arnaz, enquanto Simmons e Arianda foram as escolhas perfeitas para William Frawley e Vivian Vance.

De fato, o elenco é o bem de maior valor do longa – motivo pelo qual é utilizado como chamativo para o público. Os personagens são bem delineados e, desde a abertura, são exaltados dentro do conflito que paira na atmosfera principal: Lucille sempre lutou para conquistar seu espaço na indústria do entretenimento e, no momento que acreditou que sua carreira estava prestes a começar, enfrentou a problemática do etarismo e se viu obrigada a dar dois passos para trás. Quando “resgatada” por uma emissora televisiva, ela se aliou ao marido, Desi, para estrelar a sitcom que originou a cinebiografia. No auge de sua fama, Lucille enfrentou boatos sobre sua posição partidária e virou alvo de um escândalo de adultério envolvendo o esposo – ambos os eventos se fundindo em uma explosão vulcânica que colocou em xeque o que ela realmente acreditava.

Em meio a tantas reviravoltas, Sorkin mergulha de cabeça na exposição imagética, em um frenesi descomedido que realiza um movimento constante de dilatação e expansão – tanto em relação à narrativa quanto à condução. O retorno ao passado não é bem demarcado e, por vezes, não é imediatamente absorvida pelos espectadores (e nem mesmo tem um propósito muito explorado). O foco, aqui, deixa de ser as controvérsias acerca de ‘I Love Lucy’, afasta-se do período delimitado pelo objeto de estudo e até mesmo abandona certo protagonismo de Desi, exigindo que Lucille comande qualquer cena em que apareça – lutando para ter sua voz ouvida e percebendo que, ao passar boa parte do tempo almejando por um lar, alimentou uma situação simbiótica com o estúdio que a acolheu e com a jovem dona de casa que se tornou parte de si mesma.

Muitas coisas são omitidas para garantir maior fluidez de ‘Being the Ricardos’, mesmo não funcionando em algumas partes. No final das contas, a obra é divertida e nos deixa curiosos para saber a conclusão do enredo, contando com um desfecho surpreendentemente coeso e uma sensação agridoce de que o enorme potencial não foi esmiuçado por completo.

Saiba Quais Foram os 10 Primeiros BLOCKBUSTERS da História de Hollywood

Hoje o conceito de blockbuster se refere às superproduções mega milionárias dos grandes estúdios norte-americanos, repletas de efeitos, realizados em escala monstruosa, com um orçamento mais que inflado, e que são verdadeiras máquinas de fazer dinheiro (bem, ao menos as que emplacam no gosto do público e terminam não rendendo prejuízo). Mas a verdade é que o conceito nasceu lá atrás, ainda em meados da década de 1970, e tinha uma definição um pouco diferente. Antes, o termo (que significa literalmente “arrasa-quarteirão”), se referia a filmes que ressoam muito culturalmente, para além das salas de cinema.

Antes de 1975, os filmes não eram um assunto cultural. Eram comentados somente pelos apreciadores e “permaneciam nas salas de cinema”, sem que o público “os levassem para casa”. Com o primeiro blockbuster da história a coisa foi diferente. O filme permanecia culturalmente relevante, instigando conversas sobre ele nos mais variados âmbitos. As pessoas não se cansavam de comentá-lo no trabalho, escolas, e em eventos sociais. Este era um filme que transcendia o fato de ser “apenas” uma produção cinematográfica, para se tornar um verdadeiro evento. Após a sessão, as pessoas davam a volta no quarteirão e retornavam para a fila a fim de assistir novamente em sequência. As filas dobravam os quarteirões. As sessões lotavam. O longa gerava todo tipo de merchandising. É claro que com tudo isso uma gorda bilheteria vinha atrelada. Mas o lucro absurdo era consequência de todos os outros fatores.

Assim, nesta matéria iremos festejar os filmes evento – parte tão constante de nossa cultura atual de entretenimento. Se não fossem estes filmes, nada disso existiria. Aqui, iremos olhar os 10 primeiros blockbusters da história e comentá-los. Para todos os propósitos, levaremos em conta os primeiros filmes a ultrapassar a assombrosa marca de US$200 milhões em bilheteria somente em seu próprio território, os Estados Unidos. Esses filmes, não por acaso, se tornaram tão forte em nosso subconsciente e na sociedade mundial, que ainda hoje são comentados ou seguem gerando novos produtos. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

01) Tubarão (1975)

No começo da matéria, citei que o ano de 1975 foi o grande divisor de águas para o cinema como o conhecemos hoje. Precisamos contextualizar que essa era a época do movimento chamado “Nova Hollywood”, realizadores jovens crescidos na contracultura do período dos hippies, onde a sociedade mundial passava por grande transformação de valores. Assim, a maneira de se contar histórias, e a narrativa cinematográfica nunca mais seriam as mesmas depois disso. Foi quando chegaram diretores como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Brian De Palma, George Lucas e Steven Spielberg. Este último foi quem comandou o fenômeno Tubarão, conhecido por ser o primeiro blockbuster da história. “O filme que tirou as pessoas das praias e levou aos cinemas”, como diz o slogan, foi responsável por inaugurar a era dos grandes filmes no verão norte-americano – antes uma época não muito favorável para tais lançamentos. Tubarão mudou isso e criou a casa dos chamados “summer blockbusters”.

02) Guerra nas Estrelas (1977)

Já que vamos tratar de um assunto nostálgico nesta matéria, nada melhor do que chamar o primeiro Star Wars por seu nome de batismo aqui no Brasil, o bom e velho Guerra nas Estrelas – como ficou conhecido nas exibições da rede Bandeirantes. E se Tubarão mudava o cinema para Hollywood e o cinema de forma geral, com a história sobre um grande peixe assassino aterrorizando uma cidadezinha numa ilha, este segundo item foi ainda mais longe, criando todo um universo e produções interligadas. Hoje se fala muito sobre o que a Marvel Studios alcançou em seus filmes, mas a proposta não é inédita. O colega de Spielberg, George Lucas, seria endeusado pelos fãs, criando um novo tipo de espectador de cinema: o nerd. O primeiro Star Wars capturou a imaginação de sua audiência como nenhum outro filme havia ousado fazer – e criou tendência. Logo todo estúdio queria ter sua própria aventura espacial.

03) O Império Contra-Ataca (1980)

Tubarão e Guerra nas Estrelas eram os dois filmes mais bem sucedidos de Hollywood de todos os tempos no fim dos anos 1970. Logo, o mundo estava aos pés da dupla visionária Spielberg e Lucas. O grande segredo dos amigos é que faziam filmes jovens e dinâmicos, tão indicados para as crianças e os adolescentes quanto para os adultos. Assim não eliminavam nenhuma parcela do público. E se antes os pais iam aos cinemas, enquanto os filhos ficavam brincando, agora todos podiam ir juntos. Nos anos seguinte, grandes produções miravam ao posto de novo blockbuster do “pedaço”; filmes como Superman – O Filme (1978), Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978), Alien – O Oitavo Passageiro (1979) e até mesmo Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), do próprio Spielberg. Eles até chegaram perto, mas não conseguiram quebrar a barreira astronômica (na época) de US$200 milhões de bilheteria. O terceiro a fazer isso seria novamente Lucas com a continuação do fenômeno Star Wars. O Império Contra-Ataca (1980) inaugurava os anos 80 com chave de ouro, e embora não tenha feito o mesmo sucesso que o original, hoje não existe um fã hoje que não cite este segundo como superior.

04) Os Caçadores da Arca Perdida (1981)

A dupla mais famosa de Hollywood no fim dos anos 1970 e início de 1980 era Steven Spielberg e George Lucas. Os três maiores sucessos da história do cinema eram deles. Então, se sozinhos já faziam este estrago, imagine juntos. O primeiro Indiana Jones é um produto de autoria da colaboração destas duas mentes iluminadas. Tudo surgiu quando Spielberg estava perto de fechar para dirigir uma aventura de 007 – na época personificado por Roger Moore. Lucas o fez desistir, clamando ter algo melhor para o colega comandar. E não deu outra. Foi Lucas que pensou num herói aventureiro nos moldes do cinema matinê, que iria elevar o subgênero ao mainstream e transformar o que deveria ser uma obra tipicamente B, de aventura na selva, em um dos maiores fenômenos dos anos 1980 e do cinema como um todo. Desta forma, a dupla ia moldando também os anos 1980.

05) E.T. – O Extraterrestre (1982)

Mais um golaço de Steven Spielberg. O cineasta revezava sucessos com seu amigo George Lucas, e assim iam dominando Hollywood e o mundo. Num ano, o maior sucesso era de Spielberg, no outro, o fenômeno era de Lucas. E assim eles foram consolidando seus nomes. Com E.T., o diretor deixou fluir seu lado criança e criou para si uma fama de ser o eterno Peter Pan, um adulto com alma de garoto, fazendo a fantasia de todo o planeta virar realidade. Famílias inteiras iam ao cinema para se emocionar com a criaturinha espacial fofa, perdida em nosso planeta e acolhida por um grupo de crianças e adolescentes – o principal deles vendo na criatura um substituto da ausência de sua figura paterna, um assunto muito pessoal para o diretor. Além de tudo, E.T. é um caso raríssimo de produto dos anos 1980 que ainda não teve uma continuação.

06) O Retorno de Jedi (1983)

Quando não era um, era o outro. Era muito difícil quebrar o domínio dos “donos do cinema blockbuster”, Steven Spielberg e George Lucas. Ano após ano um deles dominava as bilheterias com algum novo produto. No caso de Lucas, o cineasta conseguiu emplacar uma das trilogias mais queridas da história do cinema e trabalhar uma marca verdadeiramente poderosa. Lucas na verdade dirigiu apenas o filme original e depois disso se tornou produtor e um mega empresário da área, deixando outros cineastas comandarem os dois outros filmes, além de criar o personagem e as histórias de Indiana Jones. Nessa época, Star Wars já era uma verdadeira febre, e gerava todo tipo de produto licenciado, desde bonecos, roupas, lençóis, lancheiras, e até jogos de videogame. Podemos dizer sem medo que a franquia das galáxias criada por Lucas foi o primeiro grande evento cinematográfico da história e tudo o que veio a seguir foi por causa dele.

07) Os Caça-Fantasmas (1984)

Quando os mais velhos citam incansavelmente a importância de Os Caça-Fantasmas na cultura pop, talvez os mais novos não consigam compreender ou dimensionar. O longa sobre os investigadores paranormais interpretados por Bill Murray, Dan Aykroyd, Harold Ramis e Ernie Hudson, e dirigido por Ivan Reitman foi o primeiro a quebrar a hegemonia Spielberg-Lucas nas bilheterias norte-americanas e no subconsciente da cultura pop. E isso é um feito impressionante. Enquanto buscavam um sucessor para substituir Star Wars como favorito dos jovens, Os Caça-Fantasmas chegou sorrateiramente e se tornou o novo fenômeno mundial, sem o dedo de qualquer um dos dois marqueteiros. Lucas e Spielberg bem que tentaram com a continuação de Indiana Jones, O Templo da Perdição, que foi lançado no mesmo ano. Mas com uma trama mais sombria, o filme não causava o impacto do primeiro e nem seu sucesso.

08) Um Tira da Pesada (1984)

Em meados dos anos 1980, o conceito do blockbuster já estava bem implantado na cultura americana. Os filmes se tornavam cada vez maiores e mais ambiciosos. Assim, era de se esperar a cada ano um novo sucesso que se tornava “maior que a vida” e fazia as pessoas não pararem de falar sobre ele. O ano de 1984 trouxe dois. Após Os Caça-Fantasmas, lançado nas férias de verão nos EUA, outro filme mostrava que os blockbusters poderiam ser lançados em qualquer época, até mesmo no fim do ano. Um Tira da Pesada fez do humorista Eddie Murphy uma estrela de renome internacional. Saído do programa Saturday Night Live, ele até já havia tido sucessos com 48 Horas (1982) e Trocando as Bolas (1983), mas nada seria como este filme sobre um policial linha dura de Chicago, investigando um caso em Los Angeles, terra dos ricos, famosos e exóticos. Com o filme, Murphy provava que poderia segurar uma história sozinho, pela primeira vez.

09) De Volta para o Futuro (1985)

Os anos 1980 são marcados por produções muito queridas. Se formos parar para pensar, a lista é extensa e praticamente inesgotável. É muita coisa boa. Todos se tornaram sensação despertando imediato status de culto. Seu sucesso enchia o bolso dos produtores de dinheiro e gerava todo tipo de ligação com o filme, como por exemplo desenhos animados. Mas a verdade é que a lista dos que de fato ultrapassavam a quantia de US$200 milhões em bilheteria no território norte-americano era um pouco mais seleta. Como visto acima, apenas oito filmes haviam realizado o feito até 1984. Com a chegada de 1985, ganhávamos mais um item para a lista. De Volta para o Futuro é citação obrigatória quando falamos não apenas em blockbusters, e produções queridas dos anos 80; mas também como um filme que se mantém popular até hoje, citado em muitas listas dos melhores de todos os tempos. O conto sobre viagem no tempo marcaria também a volta de Steven Spielberg aos holofotes, num filme com produção sua.

10) Batman (1989)

É surpresa até mesmo para nós perceber que muitos filmes queridos e inesquecíveis da década de 80, que fizeram enorme sucesso, não conseguiram de fato superar a marca dos US$200 milhões em bilheteria para serem considerados oficialmente um blockbuster no período. Mas isso não diminui em nada o seu feito, sua importância ou a paixão que os fãs possuem por eles. Após De Volta para o Futuro, os anos seguinte enfrentaram um leve hiato de blockbusters. Filmes como Top Gun – Ases Indomáveis e Crocodilo Dundee, ambos de 1986, chegaram muito perto de bater essa marca. Mas quem de fato viria a se consolidar em tal definição seria Batman, de Tim Burton, lançado no fim da década, em 1989. Os anos de 1986, 1987 e 1988 marcariam ausência de um filme verdadeiramente avassalador, mesmo contendo verdadeiras obras-primas. A febre só tornaria a ocorrer com este importante longa de entretenimento, que mostrou que os quadrinhos podiam ser uma excelente fonte para um material adulto e sombrio, inaugurando assim uma nova era.

‘O Livro de Boba Fett’: Personagem se prepara para a batalha em imagem inédita; Confira!

A revista Total Film divulgou uma imagem inédita de ‘O Livro de Boba Fett‘, mostrando o personagem vivido por Temuera Morrison se preparandpo para uma batalha.

Confira:

Falando nisso, Fett fez seu retorno ao universo de ‘Star Wars‘ na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ desde que foi visto sendo engolido pelo Sarlacc em ‘O Retorno de Jedi’.

Mas, até agora, não sabemos como ele se tornou o caçador de recompensas que conhecemos em ‘O Império Contra-Ataca‘.

Além disso, outra grande curiosidade dos fãs é como sua armadura acabou nas mãos de Cobb Vanth (Timothy Olyphant).

Por conta disso, ainda há muitos mistérios que precisam de explicações sobre o caçador de recompensas.

Durante uma entrevista para a SFX Magazine (via CBR), Morrison tocou no assunto e garantiu que algumas lacunas sobre o mercenário serão preenchidas na série ‘O Livro de Boba Fett’.

“O que me deixou mais feliz fazendo essa série é que a história preenche algumas lacunas [sobre o personagem]. Definitivamente, haverá uma série de respostas. Algumas satisfatórias, outras que funcionam mais como referências, outras bem curtas, mas todas precisas.”

Lembrando que ‘O Livro de Boba Fett‘ tem estreia marcada para 29 de dezembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Gavião Arqueiro’ e ‘Venom 2’ são os títulos mais PIRATEADOS de 2021

De acordo com o Comic Book, o conteúdo da Marvel ainda é o principal alvo da pirataria online, já que ‘Gavião Arqueiro e ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ lideram a lista de produções mais baixadas este ano.

Gavião Arqueiro‘ foi um dos lançamentos de streaming mais aguardados do segundo semestre, e assim que os episódios são disponibilizados na Disney+, ganham cópias em sites piratas.

Já ‘Venom 2′ chegou recentemente aos serviços de VOD, tornando-se um alvo mais fácil para piratas baixarem e compartilharem.

Entre os filmes mais pirateados, ‘Venom 2‘ ocupa o 1º lugar, seguido por ‘O Último Duelo‘, drama histórico dirigido por Ridley Scott. ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ ficou com o 3º lugar.

Logo atrás vem ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, também da Marvel, e ‘Duna‘, remake dirigido por Dennis Villeneuve.

Entre as séries de TV, ‘A Roda do Tempo‘ assume a 2ª posição, enquanto ‘Dexter: New Blood’ fica em 3º lugar. O 4º e o 5º lugar ficam com ‘Star Trek: Discovery’ e ‘Succession‘, respectivamente.

Lembrando que o 4º episódio de ‘Gavião Arqueiro chegou hoje na Disney+.

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Que FOFO! Amazon Prime divulga o trailer do filme ‘Hotel Transilvânia: Transformonstrão’

O Prime Video lançou hoje o trailer oficial do novo filme de animação Original ‘Hotel Transilvânia: Transformonstrão‘. O longa estreia exclusivamente no Prime Video em 14 de janeiro de 2022, em mais de 240 países e territórios.

Neste longa, Drac (Brian Hull) e o bando estão de volta para uma aventura totalmente nova, com sua tarefa mais aterrorizante até agora. Quando a misteriosa invenção de Van Helsing (Jim Gaffigan), o “Raio Monstrificador”, fica descontrolada, Drac e seus amigos monstros são todos transformados em humanos, e Johnny (Andy Samberg) se torna um monstro. Em seus novos corpos incompatíveis – Drac, destituído de seus poderes, e Johnny amando a vida como um monstro – o grupo de Drac contará com a ajuda de Mavis (Selena Gomez) para correr ao redor do mundo e encontrar uma cura antes que a mudança se torne permanente – e antes que eles enlouqueçam um ao outro.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido por Derek DrymonJennifer Kluska, este será o último capítulo da franquia.

A produção conta com o retorno das vozes de Selena Gomez, Keegan-Michael Key, Molly Shannon, David Spade e Andy Samberg.

A Sony Pictures pegou todos de surpresa ao confirmar que Adam Sandler não estará de volta para dublar o Drácula. Em seu lugar, foi chamado o pouco conhecido Brian Hull.

Vale lembrar que o longa anterior, ‘Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas‘, se tornou a animação de maior bilheteria da Sony Pictures, com arrecadação de US$ 526.5 milhões.

Juntos, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 1.3 bilhão.

‘A Vizinha da Mulher na Janela’: Thriller cômico estrelado por Kristen Bell ganha tenso trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou hoje (08) o trailer oficial de A Vizinha da Mulher na Janelathriller psicológico cômico estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’, ‘Frozen’).

A minissérie tem estreia marcada para o dia 28 de janeiro de 2022.

Confira:

Rachel RamrasHugh DavidsonLarry Dorf entram como criadores.

Para Anna (Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, vê a vida passar sem ela. Mas um vizinho bonitão (Tom Riley) se muda para a casa da frente, e as coisas parecem começar a mudar. Até que ela testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação?

Samsara Yett, Michael Ealy, Mary Holland, Shelley Hennig, Cameron Britton, Christina Anthony e Benjamin Levy Aguilar completam o elenco.

‘Avatar 2’: Produtor explica demora, revela DETALHES da história e nova foto dos bastidores

Em entrevista á Total Film, o produtor Jon Landau explicou por que a sequência de ‘Avatar‘ está demorando tanto: eles tiraram tempo para escreverem os roteiros até ‘Avatar 5‘.

“Os roteiros são o projeto com o qual trabalhamos. Então, grande parte do nosso tempo foi escrevendo… com o desafio de cada um desses quatro roteiros ter de se resolver individualmente em uma história que termina com uma grande resolução emocional – mas quando você olha para eles como um todo, o arco de história de todos os quatro filmes cria uma saga épica ainda maior.”, ele afirmou.

Avatar 2‘ terá Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldana) como país e vai se passar vários anos após o primeiro filme.

Na trama, a vida idílica dos Sullys é interrompida quando a operação de mineração RDA retorna a Pandora, forçando Jake a levar a família para “o que é visto como um porto seguro” no recife.

“E quando você chega ao recife, haverá um clã que chamamos de Metkayina. Os Sullys não estão mais no ambiente que eles conhecem, a floresta tropical. Eles se tornam peixes fora d’água. Eles se tornam peixes fora d’água culturalmente e ambientalmente”, ele concluiu.

Veja uma nova foto dos bastidores e siga o CinePOP no YouTube:

 

Avatar 2‘ foi confirmado para 16 de dezembro de 2022. Vale lembrar que esta é a sétima vez que a sequência é adiada.

Avatar arrecadou US$ 2.798,9 bilhões mundialmente.

Crítica | Horror Sangrento – Indígenas lutam contra ZUMBIS em terror gore

Os povos indígenas vêm buscando representação e representatividade em todos os campos de atuação, e isso inclui o cinema. Após décadas sendo retratados como os pele-vermelhas no Velho Oeste que ou eram mortos, ou eram aliados dos mocinhos brancos, hoje os indígenas lutam para serem os protagonistas de suas próprias histórias, seja do gênero que for. Como por exemplo o recém-lançado nas plataformas de aluguel sob demanda no Brasil ‘Horror Sangrento’, um filme de terror gore slasher protagonizado e escrito por indígenas.

Na Reserva Indígena de Red Crow, coração da aldeia Crow, no centro dos Estados Unidos, o xerife Traylor (Michael Greyeyes) cuida da tranquilidade local, apesar de seus próprios filhos, Joseph (Forrest Goodluck) e Lysol (Kiowa Gordon), se meterem em confusão constantemente. Então, ele recebe um chamado esquisitíssimo: seu próprio pai, Gisigu (Stonehorse Lone Goeman), pescou salmões e, enquanto os estripava, percebeu que os peixes voltavam à vida! Em seguida, um cachorro que precisou ser sacrificado também voltou à vida, ao mesmo tempo em que o pequeno posto de saúde local começa a receber muitos pacientes mordidos que, subitamente começam a morder outras pessoas. Assim, em pouco tempo, uma horda de zumbis começa a se formar dentre a população da reserva, e Traylor irá precisar proteger os habitantes daquela terra sagrada.

Escrito e dirigido por Jeff Barnaby – que é indígena Mi’kmaq, que cresceu na reserva Listuguj, em Quebec, no Canadá –, ‘Horror Sangrento’ é o tipo de filme que pensa para além das pautas raciais e de luta, focando na criação de uma cultura de entretenimento que cuida e pensa na representação e na representatividade indígena em si, em qualquer tipo de narrativa e gênero, e isso é muito bom, especialmente quando percebemos a incrível oportunidade que é poder assistir a um filme assim aqui no Brasil.

Entretanto, o roteiro de ‘Horror Sangrento’ dá alguns saltos que perdem o espectador; por outro lado, faz umas interessantes transições de tempo através de estetização em animação, tal como uma HQ, fazendo referência à provável inspiração do filme: ‘The Walking Dead’. Entretanto, a direção faz cortes abruptos no enredo para mudar o núcleo abordado, como quem teve que editar o conteúdo filmado para caber em uma hora e meia de filme, prejudicando, assim, a continuidade da história.

Mas já que o que importa é o quesito terror gore e slasher, ‘Horror Sangrento’ é um prato cheio para os fãs do gênero: há diversas cenas de tripas sendo comidas por zumbis, sangue jorrando estilo anos 80, cabeças sendo decepadas e/ou cortadas ao meio por espadas e serras elétricas, enfim, de tudo um pouco para nenhum fã se sentir contrariado. Também a maquiagem e a atuação dos zumbis são bastante convincentes, inclusive os efeitos especiais dos salmões voltando à vida. Para quem curte, é um filme imperdível.

Horror Sangrento’ é uma boa opção do gênero que produz verdadeiras pérolas, apreciadas por um público muito seleto. O longa acerta ao misturar terror com um elenco e uma temática toda indígena, abrindo a possibilidade para muitas interpretações alegóricas desse entretenimento. Com muito sangue, tripas e zumbis para todos os lados, é um filme que irá agradar quem curte essas características em um filme de terror.

‘Station Eleven’: Série pós-apocalíptica da HBO Max ganha novo trailer LEGENDADO; Confira!

A HBO Max divulgou o novo trailer legendado da minissérie pós-apocalíptica ‘Station Eleven‘.

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A produção irá estrear oficialmente no dia 16 de dezembro.

Criada por Patrick Somerville, a série é baseada no romance homônimo de Emily St. John Mandel.

A trama pós-apocalíptica que se estende em múltiplas linhas do tempo. A minissérie conta a história de sobreviventes de uma gripe mortal, à medida que tentam reconstruir e reimaginar um novo mundo conforme se atêm ao melhor do que foi perdido.

O elenco conta com Mackenzie Davis (Kirsten), Hamish Patel (Jeevan), David Wilmot (Clark), Nabhaan Rizwan (Frank), Philippine Velge (Alexandra), Daniel Zovatto (O Profeta), Lori Petty (A Condutora), Gael García Bernal (Arthur), Caitlin FitzGerald (Elizabeth) e Danielle Deadwyler (Miranda).

Crítica | ‘Love, Victor’ retorna com uma 2ª temporada surpreendente e honesta

‘Com Amor, Simon’ se tornou uma das comédias românticas mais divertidas dos últimos anos, principalmente por tratar com tanto carinho e sem quaisquer estereótipos um dos momentos mais complicados da comunidade LGBTQIA+: se assumir para a família e para os amigos.

Pouco tempo depois, o Hulu havia anunciado uma série derivada do universo criado por Becky Albertalli na forma da série ‘Love, Victor’, que conseguiu expandir a narrativa de modo mais profundo e trazendo elementos diferentes para a familiaridade estética. Na primeira temporada, Victor (Michael Cimino) se mudou do Texas para Los Angeles, lidando com todas as tribulações da adolescência enquanto lutava para entender a própria sexualidade. Apesar de ter se envolvido com a garota mais popular da escola, Mia (Rachel Hilson), Victor tinha olhos apenas para o charmoso Benji (George Sear), escondendo como se sentia para se encaixar tanto no núcleo escolar quanto no familiar – ainda mais considerando que os pais vinham de uma criação bastante conservadora e que não abria muito espaço para algo além do “normal”.

Agora, retornando para novos episódios, a obra arquitetada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger começa quando o protagonista titular conta aos pais que é gay e, esperando uma resposta turbulenta, é recebido com certo choque que rege a atmosfera de cada um dos capítulos. A ideia aqui é desconstruir até mesmo o que esperaríamos de personagens movidos por crenças tradicionalistas – motivo pelo qual o pai, Armando (James Martinez), é muito mais acolhedor por entender que o filho é daquele jeito e que está feliz. Os problemas despontam no relacionamento entre Victor e a mãe, Isabel (Ana Ortiz), cujos valores são colocados em xeque e transformam laços outrora sólidos em frágeis linhas. Centrado nessa trama em específico, ambos ganham dimensões além do esperado e navegam por mudanças profundas que levam Isabel a questionar inclusive a congregação da qual pertence e Victor a perceber que precisa se impor e deixar claro que nada daquilo é uma fase.

É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante.

Até mesmo Pilar (Isabella Ferreira) se afasta da pose rebelde que mostrou anteriormente para entender que as coisas são muito mais complexas do que aparentam e que ela sente orgulho do próprio irmão pela coragem de se assumir – sendo a única a sequer julgar quem Victor é. Nesse âmbito, o trabalho de condenar as atitudes de Isabel, que também enfrenta uma separação e um desejo de reconciliar o casamento com Armando, é muito difícil, visto que ela é obrigada a desconstruir o que lhe foi passado e entender que, não importa o que aconteça, ela ama o filho e só quer que ele seja feliz.

Há certas repetições que se alastram pelos episódios, como as constantes desavenças entre Victor e Benji. Após se assumirem para os colegas e perceberem que tudo irá mudar, a mentalidade de ambos entra em conflito pelo fato de não terem a mesma experiência, seja em relação a sexo, seja em relação a mostrar-se para os outros. Cimino não abandona os trejeitos mais tímidos e reservados do protagonista, mas os utiliza para mudar aspectos da própria personalidade, permitindo que ele comece a falar sobre preconceitos e aceitação. Mais do que isso, ele também percebe que existem pessoas que passam por situações piores, como é o caso de Rahim (Anthony Keyvan), amigo muçulmano de Pilar que morre de medo em se assumir para os pais e sofre dentro da própria comunidade por ser afeminado e por não seguir padrões de gênero.

Love, Victor — “The Sex Cabin” – Episode 204 — On a weekend getaway, Victor and Benji hope to take their relationship to the next level. Victor (Michael Cimino) and Benji (George Sear), shown. (Photo by: Michael Desmond/Hulu)

Enquanto o ritmo e a condução das iterações podem ser frenéticos demais, os breves trinta minutos dão conta de manter a estrutura idealizada pela maior parte do tempo – e, por se valer de uma rom-com coming-of-age, é natural que clichês existam nos diálogos e na correlação de um personagem a outro. Afinal, estamos lidando com jovens e com um entendimento de mundo que cresce dia após dia, em esferas mais interiores e exteriores ao mesmo tempo. Victor chega a servir de guia para Rahim em relação a um espectro que continua sendo difícil e passível de repulsão por quem não compreende a beleza multifacetada da vida – mesmo esbarrando na superficialidade pontual das críticas raciais.

‘Love, Victor’ retorna com uma surpreendente evolução e uma carga emocional que não se vale do melodrama, e sim de um retrato singelo do que é enfrentar a adolescência nos dias de hoje. Recheado de sutilezas e de um gancho espetacular para o próximo ciclo, os episódios nutrem do valor escapista sem perder a mão de nos levar a refletir sobre a liberdade de sermos quem somos.

Sindicato elege os 10 MELHORES ROTEIROS do século 21; Confira!

O Sindicato dos Roteiristas da América (Writers Guild of America) elegeu os 10 MELHORES Roteiros do século 21.

A decisão foi tomada a partir de uma votação interna feita entre os membros da organização. O Top 10 ainda conta com outros filmes poderosos como ‘Parasita‘ e a ‘Rede Social‘.

Confira o Top 10 completo:

  1. Corra!
  2. Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
  3. A Rede Social
  4. Parasita
  5. Onde os Fracos Não Têm Vez
  6. Moonlight: Sob a Luz do Luar
  7. Sangue Negro
  8. Bastardos Inglórios
  9. Quase Famosos
  10. Amnésia

O roteiro do terror ‘Corra!‘ ficou na primeira posição. Lançado no Festival de Sundance 2017, o filme surpreendeu o público com uma aterrorizante história que transforma o racismo no foco central da trama.

E com um baixíssimo orçamento de meros US$ 5 milhões, o longa que marca a estreia do então comediante Jordan Peele na direção, conquistou US$ 255 milhões nas bilheterias e 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A produção ainda recebeu quatro indicações ao Oscar – faturando a categoria de Melhor Roteiro Original.

Em ‘Corra!‘, agora que Chris e sua namorada, Rose, chegaram à fase de conhecer os pais no namoro, ela o convida para um fim de semana no interior com Missy e Dean. A princípio, Chris acha que o comportamento excessivamente agradável dos dois como tentativas nervosas de lidar com o relacionamento inter-racial da filha, mas, conforme o fim de semana avança, uma série de descobertas cada vez mais perturbadoras o levam a uma verdade que ele jamais poderia ter imaginado.

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9 séries que foram canceladas pela NETFLIX em 2021 até o momento

Desde o início da pandemia, os amantes de séries de TV vem sendo surpreendidos por uma sucessão de inesperados cancelamentos de algumas das suas mais amadas produções.

E o ano de 2021 tem se mostrado bem semelhante. Com novas séries que não tiveram uma chance sequer de renovação para uma segunda temporada, outros títulos populares e de longevidade também viram suas narrativas serem abruptamente interrompidas pelo cancelamento.

Para você se informar, separamos aqui TODAS as 9 séries que passaram pelo facão da Netflix, seja por baixa audiência ou corte de custos nessa era pandêmica.

Dash & Lily

Os opostos se atraem quando o cínico Dash e a otimista Lily trocam mensagens e desafios em um caderno que vão deixando em diferentes pontos de Nova York.

Uma temporada

O Legado de Júpiter

A primeira geração desses super-heróis manteve o mundo seguro por quase um século. Mas será que seus filhos vão conseguir carregar esse legado?

Uma temporada

Meu Pai e Outros Vexames

Um pai solteiro, dono de uma empresa de cosméticos, precisa aprender na marra a lidar com a filha adolescente, que foi morar com ele.

Uma temporada

Família em Concerto

Depois de fracassar na carreira, uma aspirante a cantora country encontra uma vida nova como babá dos cinco filhos adoráveis de um viúvo bonitão.

Uma Temporada

Amizade Dolorida

Uma universitária de Nova York que faz bico como dominatrix contrata seu melhor amigo da escola, recém-saído do armário, como seu assistente.

Duas temporadas

Pit Stop

Kevin James interpreta o chefe de uma equipe de NASCAR em Pit Stop. Quando o dono da equipe se aposenta e passa a liderança para a filha, James precisa evitar que as modificações propostas por ela acabem prejudicando o grupo.

Uma temporada

Professor Iglesias

O hilário professor Gabriel Iglesias dá aula na escola onde estudou e tenta fazer a diferença na vida de alguns alunos desajustados, mas cheios de talento.

Três temporadas

Os Irregulares de Baker Street

Na Londres do século 19, um grupo de jovens se dedica a solucionar crimes sobrenaturais a pedido do Dr. Watson e de seu parceiro Sherlock Holmes.

Uma temporada

Grand Army

Cinco alunos da maior escola pública do Brooklyn encaram um mundo caótico na luta por sobrevivência, liberdade e um futuro melhor.

Uma temporada

The Last Kingdom

Enquanto Alfredo, o Grande, defende seu reino de invasões nórdicas, Uhtred – um saxão criado por vikings – planeja reivindicar o que é seu por direito.

Quatro temporadas

‘Como Treinar o Seu Dragão’: Série ambientada nos dias atuais ganha novo trailer e pôster oficial; Confira!

A Dreamworks divulgou um novo trailer e um pôster de ‘Dragons: The Nine Realms‘, série derivada da franquia ‘Como Treinar o Seu Dragão‘.

Com estreia agendada para 23 de dezembro nas plataformas Hulu e Peacock, esta é a 3ª derivada da animação original, seguindo os passos de ‘Dragões’ e ‘Dragões – Equipe de Resgate’.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O interessante é que a trama será ambientada nos dias atuais, 1.300 anos após os eventos de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘, mostrando as criaturas voadoras apenas como lendas no mundo moderno… A princípio.

Quando uma anomalia geológica abre uma imensa fissura com quilômetros de profundidade na superfície da Terra, cientistas de todo o mundo se reúnem em uma nova instalação de pesquisa para estudar o misterioso fenômeno.

Logo, um grupo de crianças desajustadas, trazidas ao local por seus pais, descobrem a verdade sobre os dragões e onde eles estão se escondendo – um segredo que devem manter para si mesmos para proteger o que descobriram.

Confira o teaser e a 1ª imagem oficial:

‘Sonic 2’: Cartaz traz o ouriço ao lado de Tails em uma fuga do Dr. Eggman; Trailer sai amanhã!

Sonic 2‘ teve seu primeiro cartaz oficial divulgado hoje que traz o ouriço ao lado de Tails em uma fuga do Dr. Eggman.

O trailer será divulgado amanhã, dia 9.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.” 

A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.

O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘John Wick 4’ terá um GRANDE DESFALQUE em seu time…

John Wick 4 e 5‘ estão em produção com um GRANDE desfalque em sua equipe.

O criador e roteirista original da franquia, Derek Kolstad, revelou ao Collider que não foi convidado para roteirizar os dois novos filmes.

Na ocasião, o roteirista dos três primeiros filmes, se esquivou de uma resposta concreta, mas disse estar empolgado para o que virá em breve na aclamada saga de ação:

“Na verdade eu não estou envolvido no quarto e no quinto filme. Em um determinado momento, o estúdio vai te dizer que sua criação está formada e você deseja a ela boa sorte. Eu ainda sou próximo de Chad [Stahelski] e do Dave [Leitch] e não sei o que vai acontecer, mas estou empolgado para ver”. 

O roteiro do novo filme é escrito pelos pouco conhecidos Michael Finch e Shay Hatten.

Com as filmagens de ‘John Wick 4‘ finalizadas, o possível título da sequência pode ter sido revelado. Alguns membros da equipe do longa receberam brindes da produção, que trazem o título ‘John Wick 4: Hagakure‘.

Hagakure é uma antiga palavra japonesa que faz referência a um livro escrito por Yamamoto Tsunetomo, samurai japonês nascido em 1659 e falecido em 1719.

John Wick 4‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de maio de 2022.

Lembrando que Donnie Yen, Shamier Anderson, Bill Skarsgård, Hiroyuki Sanada, Scott Adkins e Clancy Brown foram adicionados ao elenco, então Wick deve enfrentar algum deles em sua jornada ou contar com sua ajuda.

A sequência também trará o retorno de Laurence Fishburne como Rei dos Mendigos, Lance Reddick como Charon, o concierge do Hotel Continental Hotel e Ian McShane como seu empresário Winston.

Embora os detalhes da sequência esteja em segredo, o filme anterior terminou com Wick (Reeves) sendo baleado por Winston, que aparentemente o trai em fidelidade à Alta Cúpula.

Então a continuação mostrará os desdobramentos desta reviravolta.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões. 

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’