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Jovem descobre ter super-poderes ESTRANHOS no trailer da série sul-coreana ‘Cashero’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial de Cashero, sua mais nova série sul-coreana de super-heróis.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 26 de dezembro.

Confira:

A série é dirigida por Lee Chang-min.

Lee JaneJeon Chan-ho assinam o roteiro, que é baseado na webtoon homônima.

Na trama…

Kang Sang-ung (Lee Jun-ho) é um funcionário comum de um centro comunitário que, de repente, adquire superpoderes que variam de acordo com a quantidade de dinheiro que ele tem em mãos. A cada uso de seus dons, seus fundos se esgotam, e a vida modesta e os sonhos de Sang-ung são virados de cabeça para baixo, enquanto ele se vê envolvido em um mundo de poderes ocultos e atos heroicos de alto custo.

Kim Hye-junKim Byong-chulKim Hyang-gi coestrelam.

‘Resident Evil’: Diretor do reboot revela que NUNCA assistiu aos filmes com Milla Jovovich

Zach Cregger ganhou reconhecimento significativo após encabeçar os elogiados ‘Noites Brutais’‘A Hora do Mal’ – e, agora, caminha para a ambiciosa e aguardada adaptação da clássica franquia de jogos Resident Evil.

Em uma recente participação ao podcast Crew Call, do Deadline (via CBM), o realizador trouxe algumas informações interessantes sobre o projeto e admitiu que nunca assistiu a nenhum dos filmes dirigidos por Paul W.S. Anderson e estrelados por Milla Jovovich.

Essa revelação veio quando foi questionado sobre o que teria mudado nos longas, ao que respondey: “nunca vi um filme de Resident Evil… Nunca, mas joguei os jogos religiosamente. Então, conheço Resident Evil intimamente como uma franquia de jogos. Acho que é inerentemente cinematográfico e há algo na estrutura e no ritmo desses jogos que me fascina. E nunca vi um filme realmente explorar o que esses jogos oferecem.”

“Então, não posso comentar sobre o que os filmes anteriores fazem bem ou mal. Mas posso dizer que estou empolgado em fazer este filme porque adoro a ‘atmosfera de suspense’ que esses jogos naturalmente possuem. E a ideia de poder fazer um filme narrativo com a estrutura do videogame… Para mim, é inacreditável que ainda não tenha acontecido. Parece que este filme deveria ter sido feito há muito tempo. Estou empolgado por poder fazê-lo, e com uma franquia tão grande e tão respeitada globalmente, é uma verdadeira honra”, ele acrescentou.

Mulher correndo de zumbis em cenário apocalíptico.

Austin Abrams, do terror ‘A Hora do Mal‘, será o protagonista da nova versão.

O elenco ainda contará com Paul Walter Hauser (‘Black Bird’), Zach Cherry (‘Ruptura’), Kali Reis (‘True Detective’) e Johnno Wilson (‘A Casa da Raven’).

Anteriormente, Cregger havia revelado que a nova adaptação não será “completamente fiel” aos jogos: “É um roteiro original. É uma história estranha. Eu escrevi e amei a narrativa. Não tem nada a ver com os outros filmes baseados em ‘Resident Evil’. Se eu fizer meu trabalho do jeito certo, [a nova adaptação] será única e diferente.”

Ele completa, “Sou um grande fã dos jogos, já os joguei. Não sei quantas vezes já joguei o quarto jogo. Eu realmente amo. Eu definitivamente não estou tentando ser completamente fiel à mitologia dos jogos. Quero contar uma história que seja autêntica à experiência que você sente ao jogar os jogos”. 

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de Setembro de 2026.

Além de dirigir, Cregger também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Artigo | Relembrando o CLÁSSICO ‘De Volta para o Futuro’, que faz quarenta anos

A história da sétima arte é marcada por filmes ruins, filmes bons e filmes clássicos – tão clássicos que chegam a se tornar emblemas da criação humana audiovisual. Em mais de cem anos, diversas produções alcançaram esse imponente status, como foi o caso do ícone do expressionismo alemão ‘Nosferatu’, o irretocável drama de máfia ‘O Poderoso Chefão’ e o primeiro blockbuster do cinema ‘Tubarão’. E, nesse seleto grupo, existe um popular e prestigiado longa-metragem que chegou aos cinemas há quarenta anos e que, mesmo hoje, continua influenciando realizadores e artistas por sua incrível mistura de ficção científica e aventura, eternizando uma das maiores narrativas da cultura pop: De Volta para o Futuro.

Dirigido por Robert Zemeckis, o longa-metragem é centrado no jovem Marty McFly (Michael J. Fox), que mora na cidade de Hill Valley, Califórnia, com a mãe alcoólatra Lorraine (Lea Thompson), o pai covarde e submisso George (Crispin Glover), e os irmãos Dave (Marc McClure) e Linda (Wendie Jo Sperber). Sonhando com o momento em que deixará a cidade para trás e começará sua vida de verdade – e jurando não cometer os mesmos erros que seus pais -, Marty é amigo do excêntrico cientista conhecido como Doutor Brown (Christopher Lloyd), que tem um apreço significativo por viagens no tempo e realiza diversos experimentos malucos para provar seu valor para a comunidade científica.

Em uma determinada noite, o Doutor pede a ajuda de Marty para uma experiência que mudará a história – e que, surpreendendo a todos, funciona: o cientista transformou um carro DeLorean em uma máquina do tempo, e tem não apenas o jovem como sua testemunha, mas uma gravação que prova que romper o limite cronológico que conhecemos é possível. Porém, o momento de conquista se transforma em tragédia quando a dupla é interceptada por um grupo de terroristas do qual o Doutor roubou o plutônio necessário para fazer a máquina funcionar, culminando no assassinato do cientista e numa viagem só de ida de Marty para trinta anos no passado.

Após entrar no DeLorean para salvar sua vida, Marty viajou três décadas no tempo, de volta para 1955, onde foi recepcionado por uma Hill Valley bastante diferente da que conhecia – incluindo uma versão mais jovem e feliz da mãe (que bizarramente desenvolve uma quedinha pelo “estranho” recém-chegado à cidade); e uma versão ainda submissa do pai, que enfrenta a valentia constante e insuportável de Biff Tannen (Thomas F. Wilson), que se tornou chefe de George no futuro e continua a tratá-lo como um zé-ninguém. O problema é que a chegada de Marty deu início a um efeito cascata que impediu que os pais se conhecessem e colocou o futuro dele e da família em xeque – compelindo-o a procurar o Doutor para corrigir o erro.

Responsável também pelo roteiro ao lado de Bob Gale, Zemeckis não apenas arquitetou um dos melhores filmes dos anos 1980, mas um dos títulos seminais que definiram o gênero sci-fi do cinema contemporâneo e que, através de um enredo espirituoso e despojado, influenciou diversos realizadores que mergulharam no gênero. Afinal, quando pensamos nas múltiplas incursões que esse tipo de história esquadrinha, títulos desde ‘O Exterminador do Futuro 2’, ‘Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica’ e ‘Palm Springs’ se beneficiaram das explorações promovidas por Zemeckis, colhendo os frutos plantados pelo diretor tantas décadas atrás.

O sucesso do longa, entretanto, não se deve apenas à imortalização dos tropos da ficção científica sob uma perspectiva nova e bastante original, mas à temática e aos arquétipos que Zemeckis e Gale construíram para fundar as bases desse épico cinematográfico: de um lado, Marty representa a essência do herói mítico analisado por Joseph Campbell, colocado frente a frente com uma realidade a que não está acostumada e que o lança em uma jornada heroica para reparar os danos causados e trazer ordem de volta ao mundo; Brown, emergindo como o mentor, é pincelado com as fórmulas dos “cientistas loucos” sem deixá-lo cair nos convencionalismos, e sim garantindo um encontro certeiro de drama e comédia que o torna complexo e envolvente; e, permeando esses dois conduítes, as ramificações exploram o conceito de família e conflitos intergeracionais que reverberam entre passado e presente como um contínuo inescapável.

O filme encontrou uma sólida recepção crítica e de público assim que chegou aos cinemas, arrecadando impressionantes US$398,2 milhões ao redor do planeta e angariando diversos elogios por parte dos especialistas. Tais conquistas deram origem a duas sequências diretas de qualidade muito similar, sagrando a trilogia como uma das melhores do cinema, e arquitetou uma sólida estrutura parassocial que, assim como outros clássicos, o retira de rótulos cronológicos. Em outras palavras, é inegável o apelo estético que De Volta para o Futuro carrega consigo entre as várias gerações que descobrem ou redescobrem essa obra-prima – tornando-o atemporal mesmo quarenta anos depois de seu lançamento.

Lembrando que a trilogia completa está disponível no catálogo da HBO Max.

Os Jovens Atores Promissores de Hollywood que Foram CANCELADOS!

Existem várias formas de um artista ser cancelado. E isso não é coisa apenas para sub-celebridades da internet. Nos dias de hoje, em tempos sensíveis e politicamente corretos, qualquer tipo de comportamento considerado inadequado pode ser o bastante para cancelar até mesmo o astro ou estrela mais famoso da maior indústria de cinema do mundo. A acusação mais grave é sempre a criminosa, ou seja, estupro ou abuso sexual. Nessa já caíram poderosos, como Harvey Weinstein, um dos maiores produtores da indústria, e ator duas vezes vencedor do Oscar Kevin Spacey, um notório abusador e assediador de menores.

É claro que existe cancelamento por outros motivos além do de natureza sexual. Por exemplo, que tal agressão física contra sua companheira? Uma batalha nos tribunais para definir um relacionamento tóxico repleto de escândalos? Fetiches de natureza canibal? Casos extraconjugais e falta de profissionalismo quando se está dirigindo um filme? Abuso de substâncias ilícitas? Apoios políticos controversos? Bem, temos de tudo nesta lista. E abaixo iremos conhecer o caso de dez jovens atores promissores (e alguns já bastante estabelecidos) cujas carreira foram canceladas após escândalos envolvendo sua vida pessoal. Será que existe futuro para algum deles? Confira.

Jonathan Majors

Um dos astros negros mais promissores de Hollywood nos últimos cinco anos, Jonathan Majors caiu em desgraça após ter sido preso por agressão contra sua então namorada Grace Jabbari. Tudo aconteceu em 2023, quando sua carreira se encontrava no auge. Majors havia tirado a sorte grande ao ser escolhido para viver o vilão Kang, o qual a Marvel Studios preparava para ser o grande antagonista de sua mais recente fase – inclusive intitulando o quinto filme dos Vingadores com o nome do personagem – o longa seria ‘Vingadores: A Dinastia Kang’. Majors chegou a aparecer como o vilão nas duas temporadas de ‘Loki’ e em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’. No mesmo ano, viveu o antagonista em ‘Creed III’, outro trabalho de destaque. Como dito, em 2023, após o escândalo, a carreira de Majors foi interrompida, e a Marvel o substituiu por Robert Downey Jr., focando agora no vilão Doutor Destino. No meio disso tudo, o ator “cancelado” ainda arrumou tempo para se casar com a atriz Meagan Good.

Amber Heard

Outro caso de cancelamento que se tornou muito público, foi o escândalo do divórcio do ator Johnny Depp, que ainda inclui acusações de agressão, dedos decepados e até defecação na cama. Amber Head começou sua carreira ainda nos anos 2000, e embora nunca tenha se tornado uma atriz do time A de Hollywood, trabalhou com cineastas renomados como Niki Caro, John Carpenter, Robert Rodriguez e James Wan. Em 2011, a atriz engatou em um relacionamento com Johnny Depp, 23 anos mais velho. Eles se casariam em 2015, e o matrimônio seria envolto em polêmicas – até explodir de vez em 2016 com um escândalo e um julgamento. Amber, cujo maior trabalho foi como a heroína Mera nos dois filmes de ‘Aquaman’ (2018 e 2023), perdeu o processo e teve que pagar US$1 milhão para o ex. Ela largou a carreira de atriz e se mudou para a Espanha buscando uma vida nova e privacidade. Ela teve uma filha em 2021 e gêmeos em 2025.

Armie Hammer

O californiano Armie Hammer chamou atenção pela primeira vez ao interpretar gêmeos no indicado ao Oscar ‘A Rede Social’, de David Fincher. Esse seria seu trampolim para o estrelato. Daí vieram ‘J. Edgar’, de Clint Eastwood (ao lado de Leonardo DiCaprio), os blockbusters ‘O Cavaleiro Solitário’ (com Johnny Depp) e ‘O Agente da UNCLE’ (com Henry Cavill); até o auge em ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. Hammer é outro que coleciona trabalhos ao lado de gente tarimbada, como Julia Roberts, Amy Adams e já esteve em um projeto produzido por Martin Scorsese.

E assim como os colegas acima, Armie Hammer foi outro jovem ator promissor de Hollywood que caiu em desgraça e foi cancelado. Como nos casos acima, ele é outro que deixou um escândalo envolvendo a vida pessoal acabar com sua carreira no cinema. No caso de Hammer, um fetiche no mínimo bizarro: a prática do canibalismo. Embora fosse casado, Hammer tinha alguns casos extraconjugais, e em conversas com suas amantes descrevia atos macabros que gostaria de realizar com elas. Seu cancelamento ocorreu em 2021, mas o ator voltou a participar de filmes e ao que parece planeja um retorno ao cinema, mesmo que em produções B.

James Franco

O maior “veterano” da lista, James Franco estava em todos os lugares ao mesmo tempo. Sua carreira como ator começou no fim dos anos 90, e ele já foi inclusive indicado ao Oscar como protagonista pelo drama real ‘127 Horas’. Dentre seus filmes mais famosos estão blockbusters como a trilogia ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, ‘Oz – Mágico e Poderoso’, também de Raimi, e ‘Planeta dos Macacos – A Origem’. Fora isso Franco tem nada menos que 38 créditos como diretor, seja em filmes, séries, minisséries e filmes para a TV. Porém, em 2014, Franco foi acusado de assédio sexual por algumas de suas alunas, algumas inclusive menores de idade. Franco também era professor e dava aula de atuação em escola de prestígio. Depois disso, sua carreira saiu dos trilhos por completo, e o ator nunca mais apareceu em uma produção de prestígio. Apesar disso, ele segue atuando em projetos menores e desconhecidos do grande público.

Ezra Miller

Outro que tinha um futuro brilhante pela frente, Ezra Miller participou de filmes cult de prestígio como ‘Precisamos Falar sobre o Kevin’ e ‘As Vantagens de ser Invisível’. Depois disso assinou contrato com a Warner para estrelar grandes produções como a franquia ‘Animais Fantásticos’, o derivado do universo mágico de Harry Potter. Mas o grande divisor de águas em sua carreira seria o papel do herói Flash, o qual interpretou pela primeira vez em uma ponta em ‘Batman vs. Superman’, e depois seguiu em ‘Liga da Justiça’. Porém, à altura que o filme solo do herói foi lançado, com ‘Flash’ em 2023, um escândalo de agressão envolvendo o ator e uma fã em um bar – tudo filmado -, já havia explodido nas redes sociais e em manchetes pelo mundo. Assim, grande parte dos espectadores resolveu boicotar o longa, fazendo dele um fracasso. E a carreira de Miller parou por aí.

Nate Parker

Por falar em jovens atores negros em ascensão na competitiva indústria de Hollywood, não foi apenas Jonathan Majors que viu sua carreira interrompida devido a um escândalo. Sete anos antes, outro jovem ator promissor viu sua carreira ir pelo ralo graças a uma mancha de seu passado. Nate Parker havia trabalhado com Denzel Washington, Richard Gere e Spike Lee. Em ‘Esquadrão Red Tails’ foi produzido por George Lucas. Parker protagonizou também o romance elogiado ‘Nos Bastidores da Fama’, em 2014. Porém, seu divisor de águas seria mesmo ‘O Nascimento de uma Nação’, projeto escrito, produzido, dirigido e estrelado por Nate Parker, que pega o clássico de 1915 dirigido por D.W. Griffith (considerado hoje um filme racista) e o subverte, apresentando o ponto de vista dos escravos.

O filme fez um baita sucesso no festival de Sundance no início de 2016, e começava a galgar seu favoritismo para o Oscar. Não fosse uma pequena grande pedra em seu caminho. Acontece que a família da vítima resolveu tornar pública uma mancha na vida pessoal do ator e diretor. Na época em que ainda estava na faculdade, ele e um amigo estupraram uma jovem. Seu amigo foi condenado, ele foi absolvido. Porém, a vítima se matou. Assim, a família dela trouxe a história de volta à tona, para coincidir com o lançamento do que seria o grande divisor de águas na carreira de Nate Parker. Já dá para imaginar o que aconteceu depois. Afinal, você já tinha ouvido falar de Nate Parker?

Ansel Elgort

Poucos jovens atores se tornaram tão queridinhos nos últimos 10 anos quanto Ansel Elgort. Sua cara de bom-moço o garantiu o título de galã para a nova geração. Ele estrelou filmes como o romance ‘A Culpa é das Estrelas’, a trilogia ‘Divergente’ e a comédia de ação ‘Em Ritmo de Fuga’. Fora isso, em seu último trabalho foi dirigido por Steven Spielberg no remake do clássico musical ‘Amor, Sublime Amor’, de 2021. Com tantos trabalhos de prestígio, Elgort estava destinado ao sucesso. Isto é, não fosse a acusação de estupro feita por uma jovem, na época menor de idade. Pois é, de bom-moço ele só tinha a cara mesmo. Assim, obviamente, Hollywood virou as costas para o ator.

Cara Delevingne

O problema da modelo transformada em atriz Cara Delevingne foi diferente dos demais. Ela não fez mal a outra pessoa, e sim a si mesma. Acontece que a protagonista de obras ambiciosas como ‘Valerian e a Cidade dos Mil Planetas’ e ‘Cidades de Papel’, além de ‘Esquadrão Suicida’, foi consumida por seu vício em drogas, chegando até mesmo a preocupar amigas próximas, como a estrela Margot Robbie (com quem atuou em ‘Esquadrão Suicida’). Robbie em uma visita de intervenção, deixou o local em choque e aos prantos, ao ver o estado da amiga. Delevingne também foi vista fora de si perto de um aeroporto, descalça e descabelada. Tudo isso ocorreu em 2022. Ela inclusive disse que sua depressão era tão grave que estava suicida. Três anos depois, felizmente, a atriz parece em uma rota de recuperação.

Olivia Wilde

Esse também não foi um cancelamento oficial, como nos primeiros itens, afinal a atriz não cometeu um crime. O que aconteceu aqui foi apenas um comportamento nada profissional, que pode ter queimado um pouco o filme da então promissora cineasta Olivia Wilde. Mais conhecida como atriz, Wilde estrelou superproduções como ‘Tron – O Legado’, ‘Cowboys e Aliens’, além do prestigiado ‘Ela’, de Spike Jonze. Em 2019, ela se tornaria também diretora, comandando a comédia juvenil dona de muito coração ‘Fora de Série’. Os elogios foram tantos que garantiram para Wilde uma parceria com a Marvel, no comando de um de seus blockbusters. Porém, tudo o que bastou para pôr tudo a perder foi seu filme seguinte na direção, o ambicioso ‘Não se Preocupe Querida’.

Foi reportado que a diretora se envolveu com um de seus atores, o cantor Harry Styles, e que sumiam juntos do set por horas. Esse comportamento errático a colocou em rota de colisão com a protagonista Florence Pugh, que a acusava de falta de profissionalismo e inclusive chegou a dizer que precisou ela mesma dirigir diversas cenas, já que Wilde ficava mais fora do set com o namorado do que no comando da produção. Para piorar a situação, Wilde era casada na época, com o ator Jason Sudekis, que não deixou por menos e mandou entregar os papeis de divórcio bem no meio da apresentação de Wilde sobre o filme em um grande evento de cinema. O vídeo viralizou nas redes sociais. Depois disso, Wilde deu uma sumida, tanto como atriz, quanto como diretora.

Gal Gadot

Outra que não foi “oficialmente cancelada”, a israelense Gal Gadot passou por um grande susto recentemente, quando foi diagnosticada com um grande coágulo cerebral durante a gravidez de seu quarto filho. Essa luta pela vida fez com que o público se compadecesse de seu drama e cessasse um pouco o fogo contra a atriz. A verdade é que este caso médico só se tornou de conhecimento público nos últimos meses. Antes disso, no entanto, Gadot havia perdido grande parte de seu prestígio junto aos fãs de cinema. Mesmo sem ser conhecida como uma grande atriz (pelo contrário, com a grande maioria não tendo papas na língua na hora de comentar sobre seu talento na atuação), Gadot havia conquistado o público graças ao seu desempenho como a Mulher-Maravilha.

Tudo viria por água abaixo este ano. Primeiro, o universo DC na Warner mudou de direção, e os novos administradores acharam por bem recomeçar do zero, entre outras coisas após o fracasso de ‘Mulher-Maravilha 1984’ (2020), e tiraram Gadot de sua personagem mais marcante. Depois viria o fiasco conhecido como ‘Branca de Neve’, o remake em live-action de um clássico Disney mais odiado pelo grande público. Junto ao lançamento do blockbuster, veio a polêmica defesa da atriz ao seu país, durante o que muitos chamaram de massacre palestino na Faixa de Gaza. O fato fez com que grande parte de Hollywood lhe desse as costas e a atriz inclusive precisou limitar os comentários em suas redes sociais. Agora veremos o que o futuro guarda para ela na maior indústria de cinema do mundo.

Letitia Wright

Finalizando, temos outra jovem atriz, parte de um universo de super-heróis no cinema, que quase botou tudo a perder. Letitia Wright ganhou o estrelato ao roubar a cena como Shuri, a irmã genial, carismática e muito divertida do protagonista em ‘Pantera Negra’ (2018). O filme se tornou um fenômeno e Shuri rapidamente era a personagem preferida de grande parte dos fãs da Marvel. Todo mundo queria ver qual seria o próximo passo da personagem nas telonas na eventual sequência do blockbuster. Mas foi aí que a tragédia se abateu e o ator Chadwick Boseman, intérprete do herói, viria a falecer de câncer (o qual manteve em segredo até sua morte) em 2020. Como fazer a sequência de um sucesso sem seu protagonista? Substituir seria um caminho, mas como forma de homenagear o ator, os produtores decidiram matar também o personagem.

Assim, Letitia Wright assumiu o protagonismo e o manto do herói. A polêmica mesmo rolou nos bastidores, depois da Covid. Isso porque Wright na vida real é uma anti-vacina e se recusou a tomar as medidas impostas para um ambiente seguro no set. A informação vazou, e a atriz chegou inclusive a fazer vídeos expondo seu pensamento – mais associado a uma visão política de direita. Ou seja, pegou muito mal em sua comunidade e com os fãs, que passaram a ver a atriz e a personagem com outros olhos. Fora isso, quase boicotou a continuação ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’. Por sorte, os executivos souberam rapidamente fazer uma contenção de danos e não se falou mais no assunto. Resta saber como ficará a carreira da atriz no pós-Marvel.

RUMOR: Insider revela DURAÇÃO de ‘He-Man: Mestres do Universo’; Confira!

O novo filme live-action He-Man: Mestres do Universo realizou sua priemira exibição-teste de uma versão não finalizada – com um resultado positivo, apesar de pontuais comentários negativos sobre algumas mudanças.

Como compartilhado pelo insider e jornalista Daniel Richtman, uma fonte contou a ele que o longa-metragem é “muito bom”. De maneira similar, o perfil @Cryptic4KQual reiterou os comentários de Richtman ao confirmar que ouviu as mesmas impressões do projeto (via CBM).

Agora, o insider aproveitou as grandes expectativas para revelar que o longa-metragem tem duração de “cerca de duas horas” – um tempo considerável para introduzir o público aos personagens e ao incrível mundo de He-Man.

Vale notar que nenhuma das informações foi oficialmente confirmada, então as trate como rumores.

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

O longa ‘Mestres do Universo’ tem lançamento programado para 5 de junho de 2026.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e tem roteiro de Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

“A história acompanha o Príncipe Adam aos 10 anos, que é separado de sua espada mágica e cai na Terra. Quase vinte anos depois, Adam retorna a Eternia para enfrentar as forças malignas do Esqueleto, precisando desvendar os mistérios de seu passado para se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo”, diz a sinopse.

Elenco Principal:

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Romance gay ‘Pillion’ conquista quatro estatuetas do British Independent Film Awards

Os vencedores do British Independent Film Awards 2025 foram revelados neste último domingo (30) – e o drama gay BDSM Pillion, que marca a estreia do diretor Harry Lighton, dominou a edição com nada menos que quatro prêmios, incluindo Melhor Filme Britânico Independente.

O longa conta a história de um carismático motociclista que cruza caminho com um tímido jovem, desenvolvendo uma relação de dominância e submissão que foi amplamente elogiada pelos críticos. Alexander SkarsgardHarry Melling estrelam o longa, que também levou para casa as estatuetas de Melhor Estreia no Roteiro para Lighton, Melhor FigurinoMelhor Maquiagem e Cabelo.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026, pela Diamond Films.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance Box Hill, de Adam Mars-Jones.

Na trama, Colin, um homem tímido, conhece Ray, um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.

Douglas HodgeLesley SharpJake ShearsPaul TallisAnthony Welsh e mais completam o elenco.

Pillion teve sua estreia oficial no Festival de Cannes 2025, onde foi aplaudido pelo público e conquistou raros 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – e conquistou o prêmio Un Certain Regard de Melhor Roteiro.

British Independent Film Awards 2025 | Drama gay BDSM ‘Pillion’ é o grande vencedor da premiação; Confira a lista!

Os vencedores do British Independent Film Awards 2025 foram revelados neste último domingo (30) – e o drama gay BDSM ‘Pillion’, que marca a estreia do diretor Harry Lighton, dominou a edição com nada menos que quatro prêmios, incluindo Melhor Filme Britânico Independente.

O longa conta a história de um carismático motociclista que cruza caminho com um tímido jovem, desenvolvendo uma relação de dominância e submissão que foi amplamente elogiada pelos críticos. Alexander SkarsgardHarry Melling estrelam o longa, que também levou para casa as estatuetas de Melhor Estreia no Roteiro para Lighton, Melhor FigurinoMelhor Maquiagem e Cabelo.

O prêmio de Melhor Direção foi dado a Akinola Davies Jr., que fez sua estreia com o aclamado ‘My Father’s Shadow’Tom BasdenTim Key venceram na categoria de Melhor Roteiro por ‘The Ballad of Wallis Island’, enquanto Robert Aramayo levou a estatueta de Melhor Atuação por ‘I Swear’.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR FILME BRITÂNICO INDEPENDENTE
“The Ballad of Wallis Island”
“I Swear”
“A Sombra do Meu Pai”
“Pillion” (VENCEDOR)
“Urchin”

MELHOR ATUAÇÃO
Robert Aramayo,” I Swear” (VENCEDOR)
Frank Dillane, “Urchin”
David Jonsson, “Wasteman”
Jennifer Lawrence, “Morra, Amor”
Harry Melling, “Pillion”
Cillian Murphy, “Steve”

MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE
Tom Blyth, “Wasteman”
Scott Ellis Watson, “I Swear”
Jay Lycurgo, “Steve” (VENCEDOR)
Peter Mullan, “I Swear”
Maxine Peake, “I Swear”
Alexander Skarsgård, “Pillion”

MELHOR ATUAÇÃO EM CONJUNTO
Ebada Hassan, Saffiya Ingar, “Brides”
Tim Key, Tom Basden, “The Ballad of Wallis Island” (VENCEDORES)
Andrea Riseborough, Brenda Blethyn, “Dragonfly”

MELHOR DIREÇÃO
Laura Carreira, “On Falling”
Akinola Davies Jr, “A Sombra do Meu Pai” (VENCEDOR)
Kirk Jones, “I Swear”
Harry Lighton, “Pillion”
Lynne Ramsay, “Morra, Amor”

MELHOR ROTEIRO
Tom Basden, Tim Key, “The Ballad of Wallis Island” (VENCEDORES)
Laura Carreira, “On Falling”
Wale Davies, “A Sombra do Meu Pai”
Kirk Jones, “I Swear”
Harry Lighton, “Pillion”

PRÊMIO DOUGLAS HICKOX PARA MELHOR ESTREIA DIRETORIAL
Laura Carreira, “On Falling”
Akinola Davies Jr, “A Sombra do Meu Pai”
Harris Dickinson, “Urchin”
Harry Lighton, “Pillion”
Cal Mcmau, “Wasteman” (VENCEDOR)

PRODUTOR REVELAÇÃO
Wyn Baptiste, “Shoot the People”
Charlotte Knowles, “Palestine Comedy Club”
Joann Kushner, “Lifehack”
Dhiraj Mahey, “Ish” (VENCEDOR)
Archie Pearch, “Urchin”

PERFORMANCE REVELAÇÃO

Scott Ellis Watson, “I Swear”
Ebada Hassan, “Brides”
Safiyya Ingar, “Brides”
Posy Sterling, “Lollipop” (VENCEDORA)
Connor Tompkins, “The Son and the Sea”

MELHOR ESTREIA NO ROTEIRO
Hunter Andrews, Eoin Doran, “Wasteman”
Tom Basden, Tim Key, “The Ballad of Wallis Island”
Laura Carreira, “On Falling”
Wale Davies, “A Sombra do Meu Pai”
Harry Lighton, “Pillion” (VENCEDOR)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
“Antidote” — James Jones, David Moulton
“Mother Vera” — Cécile Embleton, Alys Tomlinson, Laura Shacham
“Motherboard” — Victoria Mapplebeck
“The Shepherd and the Bear” — Max Keegan, Elizabeth Woodward, Amanda Mcbaine, Jesse Moss
“A Want in Her” — Myrid Carten, Tadhg O’Sullivan, Roisín Geraghty, Kat Mansoor (VENCEDOR)

MELHOR ESTREIA NA DIREÇÃO – DOCUMENTÁRIO
Myrid Carten, “A Want in Her” (VENCEDORA)
Cécile Embleton, Alys Tomlinson, “Mother Vera”
Victoria Mapplebeck, “Motherboard”

PRÊMIO RAINDANCE MAVERICK
“Foul Evil Deeds,” Richard Hunter
“Holloway,” Sophie Compton, Daisy-May Hudson, Stella Heath Keir, Alice Hughes, Polly Creed
“Mother Vera,” Cécile Embleton, Alys Tomlinson, Laura Shacham
“Motherboard,” Victoria Mapplebeck
“A Want in Her,” Myrid Carten (VENCEDORA)

MELHOR FILME INTERNACIONAL INDEPENDENTE
“Foi Apenas um Acidente”
“Valores Sentimentais” (VENCEDOR)
“Sirāt”
“Sorry, Baby”
“O Som da Queda”

MELHOR ESCALAÇÃO DE ELENCO
Shaheen Baig, “Brides”
Shaheen Baig, “Urchin”
Kharmel Cochrane, “Tempo de Guerra”
Lauren Evans, “I Swear” (VENCEDORA)
Robert Sterne, “Steve”

MELHOR FOTOGRAFIA
Charlotte Bruus Christensen, “H Is for Hawk”
Jermaine Edwards, “A Sombra do Meu Pai”
Cécile Embleton, “Mother Vera”
Seamus Mcgarvey, “Morra, Amor” (VENCEDOR)
Piotr Niemyjski, “A Pale View of Hills”

MELHOR FIGURINO
Susie Coulthard, “100 Nights of Hero”
Kirsty Halliday, “Tornado”
Grace Snell, “Pillion” (VENCEDORA)
Sayaka Takahashi, Matthew Price, “A Pale View of Hills”
PC Williams, “A Sombra do Meu Pai”

MELHOR MONTAGEM
Ronan Corrigan, Aleksandr Kletsov, “Lifehack”
Omar Guzmán Castro, “A Sombra do Meu Pai”
Fin Oates, “Tempo de Guerra” (VENCEDOR)
Sam Rice-Edwards, “One to One: John & Yoko”
Gareth C. Scales, “Pillion”

MELHORES EFEITOS
Simon Stanley-Clamp, Ryan Conder, “Tempo de Guerra” (VENCEDORES)
Victor Tomi, “Morra, Amor”
Hayley Williams, Conor O’Sullivan, Martin Malmqvist, “The Thing With Feathers”

MELHOR SUPERVISÃO MUSICAL
Phil Canning, “Wasteman”
Ian Neil, Raife Burchell, “Morra, Amor” (VENCEDORES)
Bridget Samuels, “Urchin”

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO
Kehinde Are, Feyzo Oyebisi, “A Sombra do Meu Pai”
Diandra Ferreira, “Pillion” (VENCEDORA)
Paul Gooch, Tristan Versluis, “Tempo de Guerra”
Colleen Labaff, Miho Suzuki, “Morra, Amor”
Natasha Lawes, “100 Nights of Hero”

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Tom Basden, Adem Ilhan, “The Ballad of Wallis Island” (VENCEDORES)
Bobby Krlic, “Anemone”
Jed Kurzel, “Tornado”
CJ Mirra, Duval Timothy “A Sombra do Meu Pai”
Steven Price, “Ocean With David Attenborough”

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Jennifer Anti, Pablo Anti, “A Sombra do Meu Pai”
Mark Digby, “Tempo de Guerra”
Tim Grimes, “Morra, Amor”
Nathan Parker, “Harvest” (VENCEDOR)
Sofia Sacomani, “100 Nights of Hero”

MELHOR SOM
Steve Fanagan, Stevie Haywood, “Anemone”
Tim Burns, Paul Davies, Linda Forsén, Andrew Stirk, Ron Osiowy, “Morra, Amor”
Nina Hartstone, Jake Whitelee, Jens Petersen, Mike Tehrani, Rob Davidson, “Ish”
CJ Mirra, James Ridgway, Joe Jackson, Adele Fletcher, Pius Fatoke, “A Sombra do Meu Pai”
Glenn Freemantle, Mitch Low, Howard Bargroff, Ben Barker and Richard Spooner, “Tempo de Guerra” (VENCEDOR)

MELHOR CURTA BRITÂNICO
“Flock” — Mac Nixon, Matt Ashwell, Daley Nixon
“Magid/ Zafar” — Luís Hindman, Sufiyaan Salam, Aidan Robert Brooks (VENCEDOR)
“A Sisyphean Task” — Gus Flind-Henry, George Malcher, George Telfer
“Stomach Bug” — Matty Crawford, Karima Sammout Kanellopoulou
“Two Black Boys in Paradise” — Ben Jackson, Baz Sells, Dean Atta

CINEMA DO ANO
Depot Cinema
The Magic Lantern Cinema (VENCEDOR)
Montrose Playhouse
Queen’s Film Theatre
Watershed

Nova comédia NATALINA com Michelle Pfeiffer chega esta semana ao streaming!

A icônica Michelle Pfeiffer está retornando ao mundo dos filmes com ‘Um. Natal. Surreal.’, nova comédia natalina do Prime Video.

O longa chega à plataforma de streaming no próximo dia 03 de dezembro, a tempo das comemorações de fim de ano, e Michael Showalter (‘Uma Ideia de Você’) na cadeira de direção.

Na trama, Pfeiffer dá vida a Claire Clauster, uma mulher que está organizando uma festa muito especial de Natal para a família. Entretanto, quando seus parentes a esquecem em meio a uma confusão, Claire bola um plano diferente para eles – desaparece e deixando a família sem ideia de onde ela poderia estar.

Chloë Grace Moretz, Dominic Sessa, Felicity Jones, Denis Leary, Jason Schwartzman, Eva Longoria e Danielle Brooks completam o elenco.

Showalter também assina o roteiro ao lado de Chandler Baker.

Relembre o trailer:

 

Jodie Foster volta a defender que ‘Assassinos da Lua das Flores’, de Scorsese, deveria ter sido lançado como uma minissérie

A vencedora do Oscar Jodie Foster sugeriu que o épico dramático ‘Assassinos da Lua das Flores’, de Martin Scorsese, teria funcionado melhor como uma minissérie de oito horas feita diretamente para o streaming, em vez de um filme de três horas e meia.

Foster fez o comentário em uma conversa no palco do Festival de Cinema de Marrakech, no domingo (30), onde foi homenageada com um prêmio especial.

Foster falava sobre como enxergava o futuro do cinema e sua adesão ao modelo de drama para streaming após sua experiência em True Detective’, sugerindo que o formato substituiu o longa-metragem tradicional como meio de explorar grandes narrativas.

“O streaming consegue fazer coisas que não conseguimos mais fazer nos filmes tradicionais. A verdadeira narrativa nos Estados Unidos agora está no streaming. Os grandes filmes de super-heróis das franquias são o que você vê nos cinemas, mas a narrativa real está no streaming”, ela disse.

“Estou abraçando essa ideia de que existem dois extremos opostos na indústria: um que é o Hollywood convencional, com filmes de grandes distribuidoras, e o outro, com filmes mais independentes, que são totalmente semelhantes à indústria independente que existe na Europa e em outros lugares”, Foster continua.

“E depois há o streaming. Você consegue contar histórias de oito horas, ou histórias de cinco temporadas, onde pode explorar todos os ângulos de uma forma que jamais seria possível em um longa-metragem. Eu adoro essa liberdade”.

Foster, então, citou o longa de Scorsese como um exemplo de uma história que teria funcionado melhor como uma série de streaming de alta qualidade do que como um filme longo.

“Ele queria explorar a experiência dos nativos americanos naquela época e o que tivemos foi um filme muito interessante sobre dois caras que vão e voltam a conversar”, disse ela, referindo-se aos personagens interpretados por Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.

‘Assassinos da Lua das Flores’ está disponível no catálogo da Apple TV.

Crítica | Minka Kelly e Tom Wozniczka brilham na adorável rom-com natalina ‘Borbulhas de Amor’

Em Borbulhas de Amor, Minka Kelly interpreta Sydney Price, uma ambiciosa executiva estadunidense que se vê diante de uma oportunidade única quando é selecionada por seu chefe para representar a The Roth Group na compra da Champagne Chateau, um importante vinhedo francês que está sendo cobiçado por diversos grupos interessados em adquirir a marca. Antes de sua viagem, Sydney promete à irmã que não se afogará no trabalho e que tirará pelo menos uma noite para se divertir em Paris, a cidade mais romântica do planeta. Mesmo a contragosto, ela aceita o pedido e, assim que chega ao hotel, decide tirar essa tarefa de sua lista antes de concentrar na apresentação de seu projeto para conseguir o contrato.

Ao visitar a pequena livraria conhecida como Les Etoiles, Sydney cruza caminho com um charmoso homem chamado Henri (Tom Wozniczka), que imediatamente se encanta pela beleza da turista americana e que chama a atenção da nossa protagonista. Sydney cede aos encantos do estranho e aceita conhecer a capital francesa tomada pelo clima natalino, apaixonando-se à primeira vista e sendo correspondida por completo. O que ela não imaginava é que Henri é filho de ninguém menos que Hugo Cassell (Thibault de Montalembert), dono da Champagne Chateau e herdeiro do império de bebidas. A partir daí, os dois navegam entre sentimentos crescentes que se misturam com dois lados opostos de uma mesma moeda – lançando-os em um tour-de-force romântico e muito bem espirituoso.

Assim como diversos outros títulos de fim de ano da Netflix, Borbulhas de Amor não falharia em nos encantar com uma história cândida, honesta e adorável, acompanhando outras rom-coms que a gigante do streaming lança ano após ano. Todavia, há uma certa originalidade artística que se apodera do projeto e que se vale da ótima química dos protagonistas e dos coadjuvantes para usar as fórmulas do gênero a seu favor e nos engolfar em uma despojada narrativa que se estende por pouco mais de noventa minutos. E, apoiando-se numa estética dupla que singra entre a vibrante atmosfera urbana de Paris e o idílico e onírico panorama interiorano do Château de Cassel, o belíssimo casarão da família a que Sydney e os outros “competidores” da marca são convidados, o filme entrega o que promete sem se estender demais e sem se render a uma seriedade desnecessária.

A gigante do streaming parece estar acertando na escolha dos diretores de seus projetos de fim de ano: afinal, Michael Fimognari ficou responsável por ‘Feliz Assalto!’, que chegou recentemente ao catálogo do serviço, e fez um ótimo trabalho ao retornar para o mundo das comédias românticas; agora, chegou a vez de Mark Steven Johnson voltar a esse adorado universo depois de ter trabalhado com a plataforma em ‘Amor em Verona’ e ‘Amor Garantido’. Ainda que se valendo das conhecidas jogadas panorâmicas para reiterar o escopo quase fabulesco dos cenários, além do campo-contracampo que une os protagonistas em um familiar arco amoroso, Johnson faz um trabalho prático e seguro – que não foge do óbvio, mas se mantém pragmático como deveria.

Responsável também pelo roteiro, o realizador fornece ritmo através de diálogos rápidos e emulativos que acompanham os arquétipos que os personagens representam: para além de Sydney e Henri, temos Brigitte Laurent (Astrid Whettnall), uma executiva francesa que acredita que a tradição é a maneira certa de salvar o legado do Champagne Chateau; Otto Moller (Flula Borg), um empresário alemão com poucas habilidades sociais, mas com o coração no lugar certo; e Roberto Salazar (Sean Amsing), um vibrante festeiro que não entende nada do mundo dos negócios, mas sabe como viver a vida ao máximo. Cada um deles ajuda a compor essa atmosfera improvável que se vale de uma sutil e precisa imponência e que é explorada na medida certa.

Navegando por clichês inescapáveis, Kelly e Wozniczka escapam dos tropos lovers-to-enemies-to-lovers que poderiam pincelar a relação entre os dois para uma história amadurecida e que parte da honestidade e da integridade do que representam. Mesmo defendendo seus ideais e permanecem leais a um caráter intrínseco aos arquétipos que representam, os personagens são passíveis de erros – e isso só é possível com o ótimo trabalho dos atores, que explodem numa química apaixonante e que reitera o espírito natalino que vem se apoderando dessas últimas semanas do ano.

Borbulhas de Amor pode até ter seus erros, mas funciona como o esperado e chama nossa atenção por colocar as fórmulas das comédias românticas dentro de um espectro mais adulto e mais esperançoso. Prestando homenagens a incontáveis clássicos do gênero, o filme acerta onde deve e nos encanta com sua natural modéstia.

Insider revela motivo PRINCIPAL do cancelamento da série documental ‘Marvel Studios: Avante’

O lançamento do Disney+ ao redor do mundo abriu portas para que a Marvel Studios expandisse o Universo Cinemático Marvel para as telinhas – com produções como ‘WandaVision’‘Falcão e o Soldado Invernal’‘Loki’. E um dos títulos que faz parte da divisão Marvel Television é a série documentária Marvel Studios: Avante’, que explora os bastidores dos filmes e dos programas televisivos da Saga do Multiverso.

O primeiro deles foi lançado em março de 2021, explorando o making-of de ‘WandaVision’, série centrada na Feiticeira Escarlate e no Visão. Pouco depois, títulos como ‘Falcão e o Soldado Invernal’‘Viúva Negra’‘What If…?’ e muitos outros foram lançados para esquadrinhar os bastidores da Fase 4 do MCU.

Para a Fase 5, a franquia ganhou mais títulos especiais que nos levaram para detrás das câmeras de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’‘Deadpool & Wolverine’‘Agatha Desde Sempre’. Entretanto, este ano, nenhum título da Marvel integrou o Marvel Studios: Avante’, com a série sendo oficialmente cancelada em junho.

Agora, o The DisInsider fez uma análise detalhada do cancelamento dos documentários, explicando: “fontes da indústria afirmam que a Disney+ e a Marvel Studios não têm planos de trazer a série de volta tão cedo”.

O site acrescenta: “a Disney não cancelou Assembled porque as pessoas odiaram. A verdade é muito mais prosaica: dinheiro. Cada minuto de conteúdo no Disney+ custa algo para a empresa, mesmo um documentário que usa principalmente imagens gravadas durante a produção normal”.

“Esses custos se acumulam. Quando a Disney analisou os números, a audiência dos episódios de ‘Avante’ simplesmente não justificava manter a série no ar. A triste verdade sobre o streaming é que cada programa, mesmo um documentário de baixo orçamento, precisa se esforçar muito para entrar no serviço”.

O relatório aponta ainda que o especial sobre ‘Agatha Desde Sempre’ foi lançado gratuitamente no YouTube – ou seja, não era exclusivo do Disney+. “Essa ação deixou claro que a direção não acreditava mais que o programa atrairia ou fidelizaria clientes”, acrescenta a publicação.

Crítica | ‘O Apego’ – Retrato sensível sobre perdas e encontros que logo vira um livro aberto de emoções [Festival de Cinema Francês do Brasil]

É tão bom quando nos deparamos com uma obra profunda, ao mesmo tempo sensível e inquietante, que nos faz pensar sobre nós e o nosso papel no mundo quando somos convidados a ouvir mais do que dizer. Selecionado para a programação do Festival de Cinema Francês do Brasil 2025, o longa-metragem O Apego é uma jornada de emoções que vai direto ao ponto de seu discurso, avançando para um desenvolvimento que equilibra as facetas do distanciamento emocional, da perda e do desencanto, transformando uma história cheia de variáveis em um livro aberto de emoções.

Sandra (Valeria Bruni Tedeschi) é uma mulher solteira que vive seus dias dedicada ao trabalho como administradora de uma livraria. Um dia, sua vizinha da frente precisa que ela cuide de seu filho pequeno, Elliot, pois está em trabalho de parto e precisa ir ao hospital. Quando a vizinha morre durante o parto, o marido dela, Alex (Pio Marmaï), enfrenta a dor dessa perda, e Sandra passa a fazer cada vez mais parte dessa família, acompanhando situações pelos meses que se seguem após o ocorrido.

Dirigido pela parisiense Carine Tardieu e baseado na obra L’Intimité, de Alice Ferney, o filme apresenta uma narrativa que consegue se posicionar entre o dito e o sentido, traduzindo o interior dos personagens e suas emoções conflitantes. Consegue chegar em pontos de rasgar o coração com uma leveza poética pronta para distribuir reflexões ligadas às complexidades do desamor.

Explorando dicotomias – de forma muito mais profunda do que as obviedades entre a vida e a morte – por meio de relações de afeto e das surpresas nas interações que surgem quando menos esperamos, o filme também mostra como os pequenos gestos podem iniciar a construção de um recomeçar. Um ponto chama a atenção e se torna o elo que amarra os temas e desenvolve personagens de forma certeira: a troca de perspectivas constante, uma sacada simples que funciona como uma luva e oferece um bom ritmo à narrativa.

Há muitas formas de enxergar O Apego – e isso é mais um mérito. Um recorte maduro sobre o amadurecer e o reprender após uma tragédia, os desenrolares nas expectativas e olhares para o mundo. Qualquer ponto que te fisgar vai desembarcar na certeza que é normal haver desamor, mas que isso pode mudar a qualquer momento – faz parte da vida. Essa facilidade de conversar com a realidade, aproxima o público.

Na trilha sonora, a belíssima canção brasileira Você Abusou, de Antônio Carlos e Jocafi – uma das canções brasileiras mais famosas fora do Brasil – dá o toque final, uma surpreendente cereja do bolo, a uma obra marcante e que vai provocar o desejo de encontros para longas conversas.

Guy Pearce anuncia AFASTAMENTO das redes sociais após comentários sobre Israel; Saiba mais!

O ator Guy Pearce (‘O Brutalista’, ‘A Mulher na Cabine 10’) emitiu um pedido de desculpas formal nesta última quinta-feira (27) por compartilhar “desinformação e falsidades” sobre Israel nas redes sociais enquanto demonstrava apoio à Palestina online.

“Chegou ao meu conhecimento que, ao demonstrar meu apoio à Palestina, compartilhei inadvertidamente artigos e/ou declarações que continham desinformação e falsidades”, ele disse à Jewish News. “Tenho consciência de como compartilhar conteúdo impreciso pode causar confusão e angústia; por isso, peço profundas desculpas. Certamente me esforçarei para ser mais diligente no futuro e verificar tudo o que compartilho online”.

De acordo com o veículo de imprensa, Pearce compartilhou informações que traziam declarações controversas do comentador político de extrema-direita e supremacista Nick Fuentes.

Ele também divulgou materiais que culpavam Israel pelos ataques terroristas às Torres Gêmeas no dia 11 de setembro de 2001, acusavam oficiais locais em facilitar o assassinato do ativista conservadores Charlie Kirk e apontavam que “as três maiores companhias de pornografia [do mundo] estão sob tutela de judeus”.

A Jewish News também relata que Pearce compartilhou uma publicação no início de novembro que dizia: “lembrem-se, quando os sionistas dizem que o Islã destruirá a América… Enquanto vários grandes cassinos/hotéis de Las Vegas que causaram vícios em jogos de azar, dívidas e prostituição foram criados e pertencem a sionistas judeus… Os sionistas (não os judeus) querem que vocês temam as pessoas que se opõem à corrupção que eles estão criando”.

No sábado de manhã (29), o ator publicou uma declaração no X (antigo Twitter) anunciando uma pausa das redes sociais em meio à represália que enfrentou.

“No início desta semana, pedi desculpas por compartilhar publicações e comentários enganosos e imprecisos nas redes sociais”, ele escreveu. “Eu disse cada palavra daquele pedido de desculpas de forma honesta, mas reconheço que ações concretas devem acompanhar qualquer pedido de desculpas. Para evitar mais mágoas, confusões ou danos a outras pessoas, vou me afastar das redes sociais por enquanto”.

Antes de ‘Eternos’, Chloé Zhao quase dirigiu OUTRO filme do MCU; Saiba mais!

A cineasta Chloé Zhao, vencedora do Oscar por ‘Nomadland’, abordou recentemente o desempenho de Eternos, o longa-metragem da Marvel que enfrentou um fracasso de crítica e bilheteria, resultando no cancelamento de planos de sequência e deixando a equipe do filme sem um caminho claro no Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

E, durante uma recente entrevista ao podcast The Town, Zhao revelou que quase dirigiu outro filme do panteão super-heroico antes de Eternos‘Viúva Negra’, estrelado por Scarlett JohanssonFlorence Pugh.

“Durante aqueles dez anos em que viajei pelos Estados Unidos, aprendendo novos estilos de vida e criando uma relação com a natureza, havia algo fervilhando dentro de mim de forma muito intensa”, ela disse. “A referência ao vulcão surgiu, e isso se materializou em Eternos. Porque Eternos, em sua essência, é uma história sobre um panteão de deuses discutindo a natureza da humanidade.”

“E foi a minha maneira de tentar processar todas as perguntas que eu tinha durante aqueles dez anos de produção dos três primeiros filmes. Além disso, eu adoro narrativas alegóricas. Adoro histórias que constroem mitologias. Cresci lendo mangá e anime. Então foi incrível poder explorar esse universo”.

Zhao explicou ainda que a Marvel Studios não a “descobriu”. Pelo contrário, foi ela quem os contatou, ainda que o chefe da companhia, Kevin Feige, tenha demonstrado grande interesse em tê-la no time.

“Inicialmente, fiz o teste para [dirigir] ‘Viúva Negra’, mas houve um conflito de agenda. Então, quando Nate Moore, meu produtor emEternos, me mostrou o roteiro, eu pensei: ‘nossa!'”, ela revelou. “Eu teria que lidar com todos esses imortais, como em uma peça grega, para discutir a humanidade. E também criar monstros e deuses espaciais, certo? Provavelmente deveria ter me assustado. Não sei. Tenho a tendência de me precipitar”.

Quanto à possibilidade de retornar ao MCU, parece que a repercussão de Eternos não a desanimou: “sim, eu voltaria. Com a história certa, se me escolherem”.

Chloé Zhao volta a falar sobre o FUTURO de ‘Eternos’: “Adoraria trazê-los de volta”

Diretora de ‘Eternos’ comenta INTENSA experiência com o filme da Marvel: “Precisava de uma pausa”

Apesar da presença de um elenco de peso, que incluiu Richard Madden, Gemma Chan, Angelina Jolie e Salma Hayek, e da direção de uma vencedora do Oscar, o desempenho deEternos ficou muito aquém das expectativas.

O filme registrou apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou pouco mais de US$402 milhões globalmente, um retorno insatisfatório considerando seu alto orçamento de US$236,2 milhões.

Lembrando que ‘Eternos’ está disponível no Disney+.

Os Eternos são uma raça de seres imortais que viveram durante a antiguidade da Terra, moldando sua história e suas civilizações enquanto batalhavam os malignos Deviantes.

Orçamento de ‘Deadpool & Wolverine’ foi MUITO MAIOR que o esperado, revela a Forbes

O filme ‘Deadpool & Wolverine’ provou ser um fenômeno de bilheteria, arrecadando mundialmente cerca de US$ 1,338 bilhão. No entanto, apesar desse sucesso estrondoso, novas informações indicam que o longa-metragem pode não ter sido tão lucrativo quanto o número da bilheteria sugere.

De acordo com um novo relatório publicado pela Forbes, com base em informações fornecidas pelos veículos The Standard e That Park Place, o orçamento do terceiro capítulo da franquia foi muito maior que o anteriormente revelado valor de US$200-US$250 milhões.

Segundo o veículo, o Reino Unido, onde parte do projeto foi rodado, reembolsa até 25,5% do orçamento de um filme, desde que pelo menos 10% da produção seja realizada no país. Como explica o The Standard, para receber esse benefício, os estúdios precisam enviar informações financeiras detalhadas sobre o projeto ao governo. Os relatórios orçamentários apresentados revelaram que, até 31 de outubro de 2024, Deadpool & Wolverine’ havia acumulado um custo de produção gigantesco de US$533,7 milhões (sem contar as despesas de marketing).

Esse valor coloca o filme entre os dez mais caros da história de Hollywood. Nos documentos financeiros, é destacado que os custos finais do projeto ultrapassaram o orçamento de produção.

Devido à produção ter ocorrido principalmente no Pinewood Studios, a Marvel Studios cumpriu os requisitos de produção do Reino Unido e recebeu incentivos fiscais significativos.

  • Incentivos Fiscais Recebidos (aproximadamente): US$ 104,7 milhões
  • Custo de Produção Líquido: US$ 429 milhões.

Além dos custos de produção, a Marvel teve outras despesas significativas:

  • Cerca de US$ 11,2 milhões por mês foram destinados à equipe do filme (composta por cerca de 105 funcionários mensais).
  • Os custos de publicidade e marketing, que geralmente são dezenas de milhões de dólares para um blockbuster desse porte.

Com um custo de produção superior a US$400 milhões antes de qualquer gasto com marketing, o filme, mesmo arrecadando uma bilheteria massiva, não gerou tanto lucro para a Disney quanto se esperava.

Vale lembrar que o Mercenário Tagarela fará parte do elenco de ‘Vingadores: Apocalipse’, que chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026.

‘Deadpool & Wolverine’ está disponível no Disney+.

Tessa Thompson comenta sobre o FUTURO de Valquíria no MCU

Tessa Thompson fez sua estreia no Universo Cinemático Marvel como uma ex-Valquíria asgardiana (que agora atende pelo nome de Valquíria) em Thor: Ragnarök’, de Taika Waititi, antes de reprisar o papel na sequência ‘Amor e Trovão’.

Thompson também deu as caras como a personagem em Vingadores: Ultimato’ e fez uma breve aparição em ‘As Marvels’ – e não ficaríamos surpresos se ela retornasse em Vingadores: Doomsday’ ou em Vingadores: Guerras Secretas’.

Agora, durante uma entrevista à EW, a atriz foi questionada sobre o futuro da Valquíria nesse panteão super-heroico.

“Ligue para o Kevin Feige”, ela respondeu, rindo. “Eu gosto muito de interpretar a personagem e gosto dela. O que é tão divertido nesses filmes e o motivo pelo qual o público ainda se interessa por eles é a combinação de personagens e como eles se transformam em relação uns aos outros. Então, há muitas coisas que eu amo na Valquíria, mas a questão é a Valquíria em relação a quem ela é”.

Thompson também contou que está ansiosa para trabalhar com Pedro Pascal, que estreou como Reed Richards em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, lançado este ano.

A atriz afirma que adora “a ideia de contracenar com meu amigo Pedro Pascal. É uma verdadeira brincadeira, e explorar isso com pessoas que você admira. Você exercita diferentes habilidades, é muito divertido”.

Em entrevista, Josh Brolin fala sobre Thanos, James Bond e afirma que não tem medo de Donald Trump

Josh Brolin é um dos membros mais conhecidos da extensa família da Marvel Studios, visto que interpretou Thanos, o Titã Louco, em diversas produções do Universo Cinemático Marvel.

Fazendo sua estreia em 2014 com ‘Guardiões da Galáxia’, Thanos ganhou mais protagonismo em Vingadores: Guerra Infinita’ ao emergir como o principal vilão da Saga do Infinito – eventualmente sendo derrotado em Vingadores: Ultimato’. E, como apontam rumores recentes, Brolin retornará como o vilão em Vingadores: Doomday’ e/ou Vingadores: Guerras Secretas’ como uma variante.

Em uma recente entrevista com o The Independent, Brolin refletiu sobre sua carreira e se recordou com carinho de seu tempo dentro do MCU.

“Parecia haver uma trajetória perfeita de dez anos”, ele disse. “Você está usando um macacãozinho, com bolinhas por todo o rosto, e é uma brincadeira, e você tem que confiar totalmente na sua imaginação. É incrível”.

Desde então, Brolin trabalhou com o cineasta Denis Villeneuve nos filmes de Duna, aproveitando a entrevista para falar sobre o plano do diretor de assumir as rédeas do reboot de 007. “Acho que vai ser fantástico”, disse o ator entusiasmado. “Adoro passar tempo com ele. Eu faria qualquer coisa com o Denis. Fale de um cara que não se deixou influenciar pela opinião alheia”.

Em outro momento da conversa, Brolin foi questionado sobre as notáveis semelhanças entre seu personagem na vindoura sequência Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out e o atual presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

No filme, o astro dá vida ao Monsenhor Wicks, um autoritário e tradicionalista clérigo que controla com mãos de aço a paróquia de uma pequena cidade. O longa chega ao catálogo da Netflix no próximo dia 12 de dezembro, trazendo ainda nomes como Josh O’ConnorGlenn Close no elenco.

“Eu poderia inventar alguma coisa e dizer que isso se originava de uma espécie de ganância trumpista”, ele disse, acrescentando que esse não era o caso. “Wicks acumula uma sensação de poder, e então não há limites.”

“Não tenho medo do Trump, porque, embora ele diga que vai ficar para sempre, isso simplesmente não vai acontecer. E se acontecer, lidarei com a situação”, afirmou. “Mas, tendo sido amigo do Trump antes de ele ser presidente, conheço uma pessoa diferente.”

Brolin finaliza: “não existe gênio maior do que ele no marketing – ele pega a fraqueza da população em geral e a supre. E é por isso que acho que muitas pessoas sentem que têm um mascote nele. Acho que tem muito menos a ver com Trump do que com a população em geral e sua necessidade de validação”.

‘Livros Restantes’, novo longa estrelado por Denise Fraga, chega aos cinemas em dezembro

Livros Restantes, novo longa da diretora e roteirista Marcia Paraiso, estrelado por Denise Fraga, estreia nos cinemas no dia 11 de dezembro.

O filme apresenta um olhar sensível sobre a coragem de uma mulher em mudar radicalmente de vida depois dos cinquenta anos.

Confira o trailer:

Na trama…

Depois de toda uma vida em uma comunidade de pesca em Florianópolis, a professora Ana Catarina prepara-se para mudar para Portugal. Entre desapegos materiais e muitas decisões, a mais desafiadora é se desvencilhar de 5 livros, que guardam dedicatórias de amigos que foram importantes, em diferentes momentos de sua vida. Ana decide reencontrar aqueles que a presentearam, entregando esses livros para que os guardem, quem sabe até uma possível volta, quem sabe para sempre. Os reencontros, alguns passados 20 anos, mexem nas profundezas de sua memória, fazendo-a refletir sobre o passado para seguir em frente na nova vida.

O que Ana não previa era o impacto desses reencontros, de revirar o passado, reviver emoções e encontrar não os amigos de anos atrás, mas as pessoas em quem se transformaram. Essa entrega de livros acaba por mexer no presente e impulsionar Ana Catarina para que repense e resolva questões guardadas nas profundezas de sua memória, traumas que carrega, situações adormecidas e silenciadas. Só se rearrumando ela vai conseguir, de fato, resolver o passado, viver o presente e fazer do futuro um caminho libertário.

Augusto MadeiraRenato TurnesVanderleia WillAndrea BuzatoMarcinho GonzagaManuela CampagnaPaulo VasilescuSevero CruzJoana dos Santos e outros integram o elenco.

Filme infantil ‘O Diário de Pilar na Amazônia’ ganha trailer recheado de AVENTURAS; Confira!

Foi divulgado recentemente o trailer oficial de O Diário de Pilar na Amazônia, filme que foi exibido na 49ª Mostra de São Paulo e que chega aos cinemas nacionais no dia 15 de janeiro.

Confira:

O longa é dirigido por Eduardo VaismanRodrigo Van Der Put.

Flávia Lins e Silva, que assinou o romance infantil original, assume o cargo de roteirista ao lado de João Costa Van Hombeeck.

Na trama…

Pilar é uma jovem curiosa e exploradora que viaja até a floresta amazônica através de uma rede mágica que foi presente de seu avô. Lá, ela conhece Maiara, ribeirinha que teve sua comunidade destruída. Em meio a muita aventura, com a ajuda de seres folclóricos, Pilar, seu gato Samba e seus amigos embarcam na missão de reencontrar a família de Maiara e impedir o desmatamento da floresta.

Lina Flor (Pilar), Miguel Soares (Breno), Sophia Ataíde (Maiara) e Thúlio Naab (Bira) estrelam o filme.

‘Jay Kelly’: Exibido na Mostra de São Paulo, filme com George Clooney e Adam Sandler estreia esta semana no streaming

 ‘Jay Kelly, comédia dramática estrelada por George Clooney e Adam Sandler, que fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Veneza e foi selecionado como filme de encerramento da Mostra de São Paulo, chega esta semana ao streaming.

O longa-metragem será lançado no catálogo da Netfix no próximo dia 5 de dezembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Jay Kelly’: Dramédia com George Clooney e Adam Sandler estreia com 83% de aprovação no RT!

Noah Baumbach, conhecido por ‘História de um Casamento‘ e ‘Frances Ha‘, dirige a produção a partir de um roteiro coescrito com Emily Mortimer, que também integra o elenco.

A Netflix se referiu ao projeto como uma “comédia de partir o coração”, embora pouco se saiba sobre ele além disso. Segundo a sinopse, “todo mundo conhece Jay Kelly… mas Jay Kelly não conhece a si mesmo”.

Crítica | George Clooney comanda a honesta e inofensiva dramédia ‘Jay Kelly’, de Noah Baumbach [Mostra SP]

A comédia dramática conta ainda com um time de peso formado por Billy Crudup, Laura Dern, Grace Edwards, Stacy Keach, Riley Keough, Patrick Wilson, Nicôle Lecky, Thaddea Graham, Jim Broadbent, Eve Hewson, Alba Rohrwacher, Lenny Henry, Josh Hamilton e Greta Gerwig.

Com um elenco estelar e lançamento posicionado estrategicamente, o longa desponta como uma das principais apostas da Netflix para a temporada de prêmios 2024/2025.