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‘Legends of Tomorrow’: John Constantine não retornará para a 7ª temporada

Segundo o ComicBook.com, a The CW revelou recentemente que John Constantine fará sua aparição final em Legends of Tomorrow nos próximos episódios da 6ª temporada.

Entretanto, isso não significa que Matt Ryan, intérprete do personagem, não aparecerá mais na série. Na verdade, o ator continuará como parte do elenco como o Dr. Gwyn Davies, um excêntrico cientista do começo do século XX que pode ser a única esperança para o time na sétima temporada. Mais detalhes não foram revelados.

Lembrando que o novo episódio do sexto ciclo será exibido em 08 de agosto.

O capítulo é intitulado “The Final Frame” e mostra os heróis sendo abduzidos por alienígenas – de novo.

“Quando as Lendas rastreiam outra cápsula alienígena, encontram um dispositivo que os transporta para uma pista de boliche cósmica. Antes de se consultarem com Sara, Astra e Rory, Spooney faz uma aposta contra os atuais campeões em troca de uma viagem de volta a Waverider, mas nem todos ficam felizes com o plano quando percebem contra quem irão jogar. Em outro lugar, Nate planeja um encontro romântico para ele e Zari, mas nada vai conforme o planejado. Enquanto isos, Behrad e Gary tentam distrair Ava dos planos de casamento”.

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Legends of Tomorrow’: Trailer dos próximos episódios promete novas aventuras aos heróis; Confira!

Durante a Comic-Con@Home, a The CW divulgou o trailer dos próximos episódios da 6ª temporada de Legends of Tomorrow, prometendo várias aventuras incríveis para os heróis protagonistas.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio, intitulado “The Final Frame”, será exibido em 08 de agosto.

“Quando as Lendas rastreiam outra cápsula alienígena, encontram um dispositivo que os transporta para uma pista de boliche cósmica. Antes de se consultarem com Sara, Astra e Rory, Spooney faz uma aposta contra os atuais campeões em troca de uma viagem de volta a Waverider, mas nem todos ficam felizes com o plano quando percebem contra quem irão jogar. Em outro lugar, Nate planeja um encontro romântico para ele e Zari, mas nada vai conforme o planejado. Enquanto isos, Behrad e Gary tentam distrair Ava dos planos de casamento”.

Assista à promo:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Abe’: Drama com Noah Schnapp e Seu Jorge ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do drama ‘Abe‘, estrelado por Noah Schnapp (‘Stranger Things’) e Seu Jorge (‘Marighella’).

Confira:

Fernando Grostein Andrade é responsável pela direção.

A trama segue Abe (Schnapp), um garoto de 12 anos que cozinha para unir a família metade de origem palestina e metade israelense. Pelas ruas do Brooklyn, Abe conhece Chico Catuaba (Jorge), um chefe brasileiro que mistura sabores do mundo todo em uma feira gastronômica de rua. Explorando a vida e Nova Iorque, escondido dos pais, Abe faz um pedido especial para Chico: quer trabalhar e aprender “fusion food”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de agosto.

‘Snake Eyes’ tem estreia morna nos EUA após alta de nova variante de COVID

G.I.Joe Origens – Snake Eyes‘ bateu de frente com o suspense ‘Tempo‘ nas bilheterias dos EUA e saiu em segundo lugar, estreando com US$ 13.3 milhões.

As bilheterias norte-americanas sofreram uma queda de 25% em comparação ao final de semana anterior. Analistas apontam que o resultado abaixo do esperado se deve ao surto da variante delta do COVID – que viu os casos aumentarem em 80% na cidade de Los Angeles.

Para termos de comparação, os dois filmes anteriores da franquia, ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ e ‘G.I. Joe: Retaliação‘, estrearam com US$ 54.7 milhões e US$ 40.5 milhões nos EUA, respectivamente.

No mercado internacional, ‘G.I.Joe Origens – Snake Eyes‘ arrecadou US$ 4 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 17.3 milhões.

É um começo abaixo de esperado, ainda mais se consideramos o orçamento de US$ 88 milhões da produção.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de agosto.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

 

‘Tempo’: Suspense de M. Night Shyamalan estreia no topo das bilheterias dos EUA

Após fortes finais de semana para a indústria, as bilheterias dos EUA voltaram a apresentar um resultado abaixo do esperado (uma queda de 25% em comparação ao final de semana anterior). O novo suspense do cineasta M. Night Shyamalan, intitulado ‘Tempo‘, estreou no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 16.5 milhões.

Esse é o sexto filme do diretor a estreou em primeiro lugar nos EUA, mas vale destacar que o resultado representa a PIOR estreia da carreira de Shyamalan.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 6.5 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 23 milhões – o que é um bom começo para uma produção que custou apenas US$ 18 milhões.

A recepção morna nos cinemas pode ter sido influenciada pela ascensão da variante delta do COVID – que viu os casos aumentarem em 80% na cidade de Los Angeles.

No entanto, o público também não parece ter ficado encantado com o suspense, dando-lhe uma nota C+.

Tempo‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de julho.

O longa é baseado nos quadrinhos Sandcastle, de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.

A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.

O elenco conta com Gael García BernalVicky KriepsRufus SewellKen LeungNikki Amuka-BirdAbbey LeeAaron Pierre, Alex WolffEmbeth Davidtz, Eliza Scanlen, Emun Elliott, Kathleen Chalfant e Thomasin McKenzie.

‘Viúva Negra’ ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar de ter enfrentado quedas bruscas em arrecadação, ‘Viúva Negra‘ continua apresentando uma performance forte nas bilheterias. Em menos de um mês, o longa da Marvel ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 154.8 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 167.1 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 314.9 milhões mundialmente.

Vai assistir Viúva Negra? Entenda como funciona o Premier Access do Disney+

Vale lembrar que a Disney+ anunciou que o longa arrecadou mais US$ 60 milhões através do Premier Access em seu primeiro final de semana.

Confira os principais comentários abaixo:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

‘Velozes e Furiosos 9’ ultrapassa US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais

Velozes e Furiosos 9‘ continua pisando no acelerador! A sequência ultrapassou a impressionante marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 163.3 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 436.8 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 600.2 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 463.1m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Governo quer ACABAR com o ingresso de meia-entrada no Brasil

A ANCINE (Agência Nacional do Cinema) e o Ministério da Economia estudam extinguir a política de ingresso de meia-entrada em cinemas, museus e teatros no Brasil.

A agência em questão abriu recentemente um pleito público sobre a viabilidade e os efeitos da obrigatoriedade da política. O ME se posicionou a favor da anulação desses direitos culturais.

De acordo com a própria ANCINE, essa articulação veio como resposta à queda das vendas de ingressos de valor inteiro – cujo percentual se isolou em apenas 21,6% no ano passado.

Entretanto, a ideia enfrenta um problema gigantesco: o valor dos ingressos. Segundo o diretor do PROCON-SP e o secretário da Defesa do Consumir, Fernando Capez, retirar esse direito do consumidor não apresenta quaisquer garantias de que o preço das entradas seja reduzida.

“Isso é retirar um direito consolidado do consumidor. Não há garantia qualquer de que [a decisão] resulte em ingressos mais baratos”, ele comentou.

A política de meia-entrada para estudantes, pessoas com deficiência e jovens, de baixa renda, com idade entre 15 e 29 anos, foi instaurada em 2013 e serve como ativo para o fomento do consumo de cultura no Brasil. Para os idosos, esse direito existe de 2003 e se insere no Estatuto do Idoso. As informações são da Fórum.

Os Filmes dos Anos 80 que tiveram sequências anunciadas que NUNCA aconteceram

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como O Poderoso Chefão II, Tubarão 2, O Exorcista II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action, com roteiro de David S. Goyer, e com o novo queridinho da geração Netflix, Noah Centineo, no papel de ambos Príncipe Adam e He-Man.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

Os Poucos Remakes que são Melhores que o Filme Original

Talvez o termo que mais faça os cinéfilos rangerem os dentes seja remake. As infames refilmagens chegaram para ficar e, em sua grande maioria com toda certeza são, digamos, no mínimo desnecessárias. Mas é claro que para toda regra existe a exceção. E assim, para cada 10 obras refilmadas, ganhamos ao menos uma para salvar o dia.

Esses bons exemplares servem, acima de tudo, para mostrar que se desenvolvidos da maneira certa, os remakes pode acrescentar muito ao material original, expandindo sua mitologia e modernizando o conceito para os novos tempos e novos públicos – sem que precisemos esquecer do clássico. Um bom exemplo disso é o que a série Westworld criou, em especial em sua primeira temporada, em relação ao que havia sido trabalhado no filme homônimo de 1973.

Pensando nisso, o CinePOP cria uma nova matéria colocando nos holofotes algumas ótimas refilmagens que, além de funcionarem muito bem por conta própria, ainda conseguem ser tão boas (ou quem sabe até melhores) que os filmes originais. Vem conhecer.

A Mosca (1986)

Baseado no conto homônimo de George Langelaan, A Mosca da Cabeça Branca (1958) é uma produção B da FOX que ganhou status de cult – e foi lançada numa época áurea para este tipo de filme, ficções científicas e histórias fantásticas. Quase trinta anos depois do original, a mesma FOX lançava o remake, e não poderia ter escalado diretor melhor, já que David Cronenberg fez carreira em cima do horror corpóreo e do grotesco – encaixes perfeitos para a natureza desta trama.

Nas duas versões, o protagonista brinca de Deus ao criar uma nova tecnologia que transporta matéria de um receptáculo ao outro. Ambos são obcecados com seu trabalho e têm seus laboratórios em sua própria casa. A diferença é que no original, Andre (David Hedison) é um pai de família e sua mulher (Patricia Owens) é a verdadeira protagonista. A história também começa pelo fim, e o que vemos é inteiramente um flashback contado pela esposa. A experiência, por sua vez, termina por dividir Andre em dois seres. O remake ganha ares de superprodução, com um orçamento de US$15 milhões – o que eleva os efeitos práticos criados aqui a outro patamar, ainda hoje alguns dos mais memoráveis da década e vencedor do Oscar de melhor maquiagem.

Bravura Indômita (2010)

Essa é páreo duro. O filme original conta com uma grande atuação do eterno cowboy John Wayne, que inclusive conquistou o único Oscar de sua carreira pelo trabalho, e está no panteão de seus melhores filmes do gênero. Lançado em 1969, o longa é baseado no livro de Charles Portis e também recebeu indicação no Oscar por sua canção original. Quarenta e um anos depois foi a vez dos irmãos Coen, celebrados cineastas, adaptarem o clássico faroeste para a Paramount.

Se formos comparar unicamente os prestígios das produções, a versão dos Coen sai na frente, com 10 indicações ao Oscar – entre elas melhor filme, diretor, roteiro, fotografia, ator principal e atriz coadjuvante -, mesmo que não tenha levado nenhuma. O veterano Jeff Bridges faz um trabalho tão bom quanto Wayne na pele do caolho Rooster Cogburn, e Matt Damon e Josh Brolin são adições de luxo a qualquer elenco. Se tem outro ponto no qual o remake sai vitorioso novamente é na escalação da menina Hailee Steinfeld no papel de Mattie Ross. A começar que Steinfeld tinha mesmo 16 anos na época, ao contrário dos vinte e poucos de Kim Darby no filme original. Uma das principais diferenças é a inclusão de um epílogo com Mattie já adulta e sem braço, ausente no clássico.

Sob o Domínio do Mal (2004)

Outra disputa duríssima. Paranoia é a palavra central desta trama escrita pelo autor Richard Condon, que teve o seu livro adaptado ao cinema pelo diretor John Frankenheimer em 1962. Aqui, a Guerra-Fria e o pânico norte-americano do comunismo servem como tema na história sobre um grupo de militares dos EUA sequestrado por forças soviéticas durante uma operação em terras estrangeiras, sofrendo lavagem cerebral a fim de cometerem atos terríveis. Tudo canalizado por uma família política ambiciosa e sem escrúpulos.

No remake de Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes), lançado 42 anos depois do original, sai a paranoia da Guerra Fria, dos coreanos, soviéticos e comunistas, e entra a da Guerra do Golfo, a dos atentados terroristas, e de grandes empresas farmacêuticas e militares. Sai também Frank Sinatra como o protagonista Marco e entra Denzel Washington, servindo a narrativa de maior representatividade. Outros membros do batalhão ganham mais destaque no remake também, além de qualquer filme lucrar com a presença de Meryl Streep. Aliás, o remake ganha muitos pontos somente pela dobradinha Washington/Streep.

Um Crime Perfeito (1998)

Esta remake orquestrado por Andrew Davis (O Fugitivo) consegue um feito impensável: melhorar Alfred Hitchcock. Baseado na peça de Frederick Knott, Hitchcock cria Disque M para Matar (1954) bem no estilo de uma montagem teatral – com poucos cenários (basicamente o apartamento do casal protagonista) e a ação toda baseada em diálogos. O fato faz deste longa uma bela companhia para Festim Diabólico (1948), outra obra do icônico diretor confeccionada em tais moldes.

O remake, mais arrojado e chamativo, acerta ao mesclar os personagens do assassino e do amante num só, eliminando assim a existência de um “mocinho”. Na nova versão, não existem santos, e sim pecadores – o que torna tudo mais crível. Outro ponto a favor é a concentração de uma linha investigativa, ao contrário da “volta ao mundo” que a polícia precisa realizar para conseguir concluir o caso no original. E o que dizer do “passeio” que uma condenada à morte é permitida fazer bem na véspera de sua execução – bem, hoje em dia tais momentos podem não descer tão redondos assim, e o remake fez bem em elimina-los. Fora isso, na refilmagem não existe espaço para a comicidade, incluída no original através do Inspetor Hubbard (John Williams), quase um Poirot. Talvez por isso, no remake tenha sido escalado para o mesmo personagem o ator David Suchet, que viveu o detetive criado por Agatha Christie na série homônima, de 1989 a 2013.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Dirigido pelo rei do cinema B Roger Corman, esta produção de baixo orçamento lançada em 1960 pode se gabar de sua ideia original e alucinada, e de ser um dos primeiros projetos a contar com a participação do astro Jack Nicholson num papel coadjuvante. A trama mostra um tímido funcionário de uma floricultura descobrindo uma planta carnívora como nenhuma outra. O filme, que mistura comédia e terror, se tornou cult e virou um musical nos palcos no início da década de 1980.

Em 1986, tal peça era adaptada ao cinema na forma de uma grande produção dirigida por Frank Oz. Igualmente um musical, o filme manteve alguns atores dos palcos e adicionou grandes nomes da comédia de Hollywood dos anos 1980 ao elenco – gente como Rick Moranis, Steve Martin, Bill Murray e John Candy desfilam em tela. O remake ganhou ainda mais tintas de item cult, se tornando unanimemente preferida em relação ao original. A surpresa é que uma nova versão da história está sendo desenvolvida pelo diretor de Com Amor, Simon (2018), e com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco.

Scarface (1983)

Por falar em remakes da década de 1980 que ganharão novos remakes, aqui temos o inesquecível neoclássico de Brian De Palma, com uma das mais chamativas atuações do mestre Al Pacino. Scarface: A Vergonha de uma Nação (1932) é um dos filmes responsáveis por cimentar o cinema de máfia e suas alegorias como conhecemos hoje. A influência do longa sobre um bandido chamado Tony que escala até o topo do submundo do crime ecoa até hoje.

Cinquenta e um (uma boa ideia) anos depois, o diretor De Palma reimaginaria o clássico, com roteiro assinado por Oliver Stone. A ideia é tirar a história de Chicago e a levar até Miami, onde um imigrante ilegal foragido de Cuba faz a trama ganhar novos contextos políticos. Pacino vive o Tony da vez, e assim como no original sobe na cadeia alimentar da contravenção, assassinatos e todo tipo de crime até o topo. Mesmo tido como exagerado hoje, o remake de Scarface é um dos filmes mais adorados do gênero, e conta com coadjuvantes de luxo como Michelle Pfeiffer e Mary Elizabeth Mastrantonio. Outra semelhança entre os longas é a frase “The World is Yours”, mostrada em momentos específicos de ambos.

O Professor Aloprado (1996)

O saudoso Jerry Lewis ficou imortalizado como um dos maiores nomes do humor no cinema mundial. E foi justamente de sua cabeça que saiu a ideia para O Professor Aloprado – a história sobre um gênio da ciência muito tímido e atrapalhado (o típico nerd), cuja maior vontade é ser popular com as mulheres. Bem, não se pode ter tudo. Ou será que sim? Escrito e dirigido pelo próprio ator, esta espécie de O Médico e o Monstro cômico foi lançado em 1963, e mostra um sujeito retraído criando uma fórmula que o torna um “ás” com as mulheres – hoje, leia-se um “macho tóxico”.

O Professor Aloprado, de Jerry Lewis, foi um sucesso e se tornou seu filme mais famoso. Trinta e três anos depois, outro humorista sensação se apropriou do material, elevando ainda mais o jogo. Eddie Murphy foi sucesso no humorístico Saturday Night Live, e em seu início de carreira no cinema marcou um golaço com Um Tira da Pesada (1984). Depois disso, ficou entre altos e baixos, e foi com sua versão de O Professor Aloprado que o ator recuperaria seu status de outrora. Então, mais do que um filme, para Murphy a obra significou o resgate de sua carreira. A boa sacada do roteiro é fazer do protagonista um homem com baixa autoestima devido ao sobrepeso. A lição final, no entanto, é o oposto da gordofobia, é a de aceitarmos quem somos de verdade. Outro ponto positivo é a atuação de Murphy como vários membros da família Klump, referência a Um Príncipe em Nova York (1988), outro grande acerto de sua filmografia.

Onze Homens e um Segredo (2001)

Já tivemos um filme protagonizado por Frank Sinatra na lista, e agora chega o segundo. Tanto Sob o Domínio do Mal (1962) quanto Onze Homens e um Segredo (1960) são ótimos filmes, mas produtos de seu tempo. Aqui mais ainda, o longa parece ter sido feito na famosa circunstância da camaradagem – pense em Adam Sandler e seus amigos saindo de férias para gravar Gente Grande, por exemplo. Na década de 1960, tínhamos o chamado Rat Pack (o “grupo de ratos”), comandado por Sinatra e seus comparsas (Sammy Davis Jr., Dean Martin, entre outros) – um grupo de malandros sedutores, que adoravam beber e fumar, e eram os caras mais descolados da época.

Justamente por isso, quando foi a hora do alternativo Steven Soderbergh regravar o longa 41 anos depois, sua principal motivação foi reunir um elenco tão “legal” quanto e estipular o clima de brincadeira e camaradagem nos bastidores – que se reflete na tela. Assim, George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, entre outros, desfilam num dos maiores e melhores elencos de todos os tempos. É claro que para esta modernização a trama fica um pouco mais complexa e repleta de reviravoltas – assim como melhor aprofundamento de personagens. A principal diferença é, claro, o avanço na tecnologia, e o fato de que no original todos eram colegas das forças armadas planejando um grande golpe em Las Vegas.

Guerra dos Mundos (2005)

Tudo começou com a obra literária do autor H.G. Wells, que conta em detalhes como ocorreria uma invasão alienígena na Terra saída de Marte – lançada ainda em 1897. Antes desta primeira adaptação do livro clássico ao cinema, de 1953, no entanto, tivemos a infame transmissão de rádio, na qual Orson Welles relata a chegada de marcianos ao nosso planeta de forma tão precisa que criou uma histeria em massa, em 1938. Produzido por dois anos até seu lançamento, a Paramount criou esta superprodução – que pegava carona no filão da década da ficção científica, com diversos paralelos traçados, o maior deles sendo o medo e a paranoia do “estrangeiro” em meio à Guerra Fria.

E quando pensamos em alienígenas e superproduções, qual cineasta vêm à mente de forma quase instantânea. Acertou quem disse Steven Spielberg. Após os sucessos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T. – O Extraterrestre (1982), o diretor trata pela primeira vez os visitantes interplanetários como vilões – afinal, esta é toda a essência do material original. Mesmo após Independence Day (1996) – o Guerra dos Mundos dos novos temposSpielberg consegue entregar uma obra relevante, em especial por centrar sua trama numa família: um pai fazendo de tudo para proteger seus dois filhos. Pode parecer destoante, mas o que o cineasta faz é algo mais intimista, pessoal e dramático dentro da megalomania que uma situação destas apresenta.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Como dito, os anos 1950 foram o berço da ficção científica no cinema – com diversas produções clássicas desta época ainda lembradas como alguns dos maiores exemplares do gênero na sétima arte. É exatamente onde O Monstro do Ártico (1951) se encaixa. Baseado no conto ‘Who Goes There’, de John W. Campbell Jr., o filme apresenta um grupo de cientistas e militares em uma base americana no Alaska, descobrindo uma criatura alienígena congelada na neve. A criatura, é claro, foge e se torna uma ameaça para a equipe, matando seus membros.

Trinta e um anos depois, o cultuado John Carpenter, então no auge de sua carreira, refilma a obra, dando sua própria abordagem diferenciada. A trama é movida para a Antártida, onde temos desta vez uma equipe inteiramente constituída de homens, ao contrário do original. Além disso, o terror começa em uma base norueguesa vizinha, e o primeiro contato com o monstro é através de um cachorro contaminado. A grande diferença, entretanto, é a maior graça do remake. Enquanto no original, a produção não contava com um orçamento folgado, a criatura era apenas um monstro de macacão no estilo Frankenstein, descrito como um vegetal humanoide. Já na refilmagem, Carpenter pôde brincar bastante com o conceito, fazendo da criatura um ser transmorfo, que podia se parecer com qualquer um, inclusive animais, como cachorros. Ao mesmo tempo em que as mutações grotescas se tornaram o chamariz do longa, com efeitos práticos reverenciados até hoje.

Julianne Moore gostaria de voltar para a franquia em ‘Jurassic World 4’

O vindouro Jurassic World: Domínio não apenas servirá como o terceiro capítulo da franquia rebootada, mas também como a sexta entrada da icônica saga, visto que trará o retorno dos atores da trilogia original – incluindo Jeff GoldblumLaura Dern.

E parece que mais um membro dos primeiros filmes expressou interesse em revisitar o universo: a vencedora do Oscar Julianne Moore, que estrelou a sequência ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park como a Dra. Sarah Harding.

Em uma nova entrevista ao Collider, a atriz revelou que ainda não foi contatada pela produção, mas estaria disposta a voltar à franquia.

“Sim, como Sarah Harding. Talvez ela não tenha contado toda sua história. Não sei. Mas ninguém me contatou ainda. E tudo bem! Mas se eles me chamassem? Com certeza! Com certeza, com certeza”.

Enquanto promovia a série ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘, o diretor Colin Trevorrow aumentou as expectativas sobre ‘Domínio‘.

“Este é o filme que eu esperava fazer desde o início. É aquele em que passamos os últimos dois filmes construindo. Realmente era parte de uma história maior e parte de um design.”, ele afirmou.

Segundo ele, a participação de Sam Neill, Dern e Goldblum vai surpreender as pessoas.

“Acho que as pessoas podem estar subestimando o tamanho e a importância do retorno dos personagens de Laura Dern e Sam Neill e Jeff Goldblum neste filme. Vai ser surpreendente. Esse elemento – a capacidade de pegar esses personagens amados de quase 30 anos agora e entender como eles interagem uns com os outros no contexto de um mundo que realmente nunca vimos antes e não fomos capazes de testemunhar até agora é muito emocionante para mim.”, concluiu.

Jurassic World: Domínio teve sua estreia adiada em um ano. Outrora agendado para o 2021, o novo capítulo da franquia chegará aos cinemas apenas em 10 de junho de 2022.

A companhia também divulgou o cartaz oficial da continuação, que traz todos os nomes protagonistas da próxima aventura.

Confira:

‘MegaTubarão 2’ ganha título oficial

MegaTubarão 2‘ ganhou título oficial: o filme será lançado como ‘Meg 2: The Trench’ (‘MegaTubarão 2: A Trincheira‘).

Warner Bros contratou o cineasta Ben Wheatley, que recentemente comandou o terror ‘Rebecca‘ da Netflix.

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica em vídeo do primeiro filme:

‘Mulher-Hulk’: Astro de ‘Arrow’ entra para a nova série do Disney+

Segundo o ComicBook.comJosh Segarra, conhecido por seu papel como Adrian Chase na adorada série Arrow, entrou para o elenco da aguardada ‘Mulher-Hulk’. Entretanto, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Segarra se junta à protagonista Tatiana Maslany (‘Orphan Black’), que viverá a personagem-titular. O elenco também conta com Ginger GonzagaMark Ruffalo, Renée Elise Goldsberry, Jameela Jamil Tim Roth. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Lembrando que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Kat CoiroAnu Valia entram como diretoras da série.

A história é centrada na advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner que recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tornou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.

Segundo o site The Direct, a série trará um aspecto bastante interessante e particular do Universo Cinemático Marvel à vida: a quebra da quarta parede.

As informações idnicam que haverá “diversos momentos” em que Jennifer Walters/Mulher-Hulk (Maslany) irá conversar diretamente com o público. Além disso, acredita-se que Jennifer terá ciência de que é um personagem dentro do MCU.

Vale lembrar que, apesar das similaridades com ‘Deadpool’ (que faz utilização do mesmo recurso nos filmes e nos quadrinhos), Mulher-Hulk não é estranha à quebra da quarta parede, como fez nas HQs The Sensational She-Hulk, de John Byrne, em que constantemente zombava dos heróis e fazia questão de lembrá-los de que “não eram reais”.

Grandes Atrizes de Hollywood que hoje estrelam Séries de TV

O cinema e a TV sempre coexistiram, mas nem sempre de forma pacífica. Enquanto em seus primórdios, a telona era considerada um programa de luxo para a alta classe da sociedade, a TV, apesar de inicialmente ser um item raro somente para alguns, logo se popularizou mostrando-se um entretenimento mais mundano. A diversão entrava em sua casa de graça (ou quase), ao contrário do evento que era ir ao cinema.

Para atores e artistas em geral, se destacar na TV era a porta de entrada para algo maior, para se tornar um ator de cinema. Assim, muitos intérpretes ainda percorrem esta rota, conseguindo inclusive tornarem-se grandes astros do cinema. Voltar, no entanto, fazendo o caminho inverso, era considerado cair em desgraça.

Hoje, com produções televisivas mais caras (ou tão caras quanto, com orçamentos milionários) as obras do cinema, donas de uma liberdade criativa maior, privilegiando ideias originais; numa era em que o cinema parece apenas reciclar marcas pré-estabelecidas, é natural que todo e qualquer grande ator faça a migração reversa, buscando qualidade na TV. Assim, diretores, roteiristas e diversos outros profissionais da área são comumente vistos em trabalhos nas telinhas atualmente, recebendo inclusive o mesmo salário astronômico das telonas.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar esta matéria para falar de algumas das maiores estrelas da atualidade, que optaram protagonizar séries ou minisséries de TV recentemente. Sim, é um admirável novo mundo, onde a televisão reina absoluta.

Meryl Streep

Bem, a matéria poderia acabar por aqui. Quando soubemos que a estrela máxima do cinema, Meryl Streep, aceitou participar de uma série de TV, percebemos que não existe mais limite do tamanho de uma intérprete nas telinhas. E o melhor, humilde como é (sinal de um grande ser humano), Streep topou um papel coadjuvante e ainda por cima na segunda temporada de uma série, ou seja, pegaria o bonde andando. Tudo bem que sendo um programa do porte do drama Big Little Lies, da HBO, ajuda muito o caso. Streep tem 44 anos de carreira, 89 créditos como atriz, 3 Oscar decorando sua casa, e mais outras absurdas 18 indicações.

Jane Fonda

Tão grande quanto Meryl Streep, ou quem sabe ainda maior, Jane Fonda é um dos grandes nomes da sétima arte. No auge de seus gloriosos 82 anos, a eterna Barbarella tem 2 estatuetas do Oscar em casa e outras 5 indicações. Fonda tem nada menos que 60 anos de carreira (e você, quantos tem de vida?) e 57 bem escolhidos créditos como atriz, além de ter esbofeteado a musa Jennifer Lopez em A Sogra (2005) – se isso não é moral.

Nesta fase de sua carreira, a veterana optou pela TV, onde protagoniza na Netflix a série cômica Grace and Frankie, ao lado de outro ícone, Lily Tomlin. O programa lançou sua sexta temporada em janeiro deste ano, e já tem programada a sétima para o ano que vem. Antes disso, Fonda já havia marcado presença na telinha, em participações mais que especiais recorrentes ao longo das três temporadas da elogiada The Newsroom, da HBO, sobre os bastidores de um telejornal.

Glenn Close

Uma das maiores injustiçadas vivas dos prêmios da Academia, a veterana Glenn Close já brincou que sempre foi muito confundida com Meryl Streep, “menos na hora de ganhar o Oscar”, como diz sempre a mesma. Bem, outra semelhança entre as duas é a escolha por participar de uma série de TV.

Close, que tem 45 anos de carreira e 86 créditos como atriz, possui nada menos que 7 indicações ao Oscar sem vitória – a última ocorreu ano passado pelo drama A Esposa. Close protagonizou por 5 temporadas (de 2007 a 2012) a série Damages, na qual interpretou uma grande advogada servindo de tutora para a novata interpretada por Rose Byrne. Antes disso, a atriz havia participado como personagem fixa da quarta temporada do seriado policial The Shield: Acima da Lei.

Jessica Lange

Outra grande intérprete ainda em atividade, Jessica Lange tem suas duas estatuetas do Oscar decorando a prateleira. Além dos dois prêmios, a veterana consta com outras 4 indicações abrilhantando sua filmografia. São nada menos do que 44 anos de carreira, datando lá de seu primeiro papel no remake de King Kong (1976), com um total de 45 créditos como atriz – incluindo um filme onde aterrorizou Gwyneth Paltrow (Segredo de Sangue, 1998) e ganhou nosso respeito. Just kidding.

Como o público mais jovem deve saber muito bem, Lange ficou conhecida para a nova geração devido ao programa de terror do canal FX, American Horror Story (História de Horror Americana). A série de antologia, na qual a cada temporada uma nova trama é contada, teve Lange como estrela nas 4 primeiras temporadas, e em participações na quinta e na oitava.

Lange também estrelou a interessante minissérie Feud (2017), sobre a lendária rivalidade das estrelas clássicas Joan Crawford (Lange) e Bette Davis (Susan Sarandon). Atualmente, Lang pode ser vista na série da Netflix, The Politician, cuja segunda temporada estreia este ano (assim esperamos).

Helen Mirren

Longa vida à Rainha. Sim, a Rainha Elizabeth II é imortal, mas no cinema, nossa Rainha é Helen Mirren, e a talentosa veterana britânica tem até o Oscar pelo papel em A Rainha (2006) para provar. Fora esta honraria máxima da Academia, são mais outras 3 nomeações. Mirren está na estrada como atriz há nada menos do que 53 anos e coleciona impressionantes 132 créditos como intérprete.

Em seu repertório, Mirren soma grandes mulheres da história, assim um de seus papeis recentes mais elogiados foi na pele de Catarina II da Rússia, na minissérie da HBO, Catherine The Great (2019). Em 2005, um ano antes de seu papel vencedor do Oscar, a atriz já havia curiosamente vivido numa minissérie a Rainha Elizabeth I, num programa homônimo.

Julia Roberts

Agora, saímos de uma geração e adentramos outra. Assim, os fãs de cinema mais jovens começam a se familiarizar mais com as estrelas recentes. Julia Roberts é um ícone para toda uma geração, e se tornou uma das estrelas mais reconhecíveis do mundo através de seu papel em Uma Linda Mulher (1990), que lhe rendeu sua segunda indicação ao Oscar. A vitória, no entanto, viria em 2001, com Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento.

Além de seu brinquedinho dourado em casa, Roberts tem mais outras 3 indicações. Uma das maiores estrelas que Hollywood já viu, Roberts tem 33 anos de carreira, e 64 créditos como atriz. Nesta nova fase de sua carreira, aos 52 anos de vida, seu último trabalho até então foi nas telinhas, na série de antologia da Amazon, Homecoming (2018), onde viveu uma terapeuta ajudando veteranos de guerra a se readaptarem em sociedade.

Homecoming tem sua segunda temporada programada para este ano, desta vez protagonizada por Janelle Monáe.

Nicole Kidman

Nicole Kidman é da mesma geração de Julia Roberts, mas demorou um pouco mais para se consolidar na carreira como estrela. De fato, sua consagração ocorreu mais para o final da década de 1990. A havaiana gigantesca recebeu sua primeira indicação ao Oscar em 2002, por Moulin Rouge!, e a vitória sairia logo no ano seguinte, como protagonista de As Horas. Além destas duas, a loira tem mais outras duas indicações no currículo. São 37 anos de carreira e 86 créditos como atriz na filmografia.

A ex de Tom Cruise foi uma das grandes escalações da prestigiada Big Little Lies, a qual protagonizou por duas temporadas. Antes disso, Kidman havia protagonizado a segunda temporada da série criada por Jane Campion, Top of the Lake (2017). Este ano, a estrela poderá ser vista no papel de uma terapeuta de sucesso, protagonizando a minissérie da HBO, The Undoing.

Renée Zellweger

A grande vencedora do Oscar deste ano, como protagonista por Judy – Muito Além do Arco-Íris, Renée Zellweger andava meio sumida e quase caiu no ostracismo, apesar de já ser uma estrela vencedora do Oscar (Could Montain). Ser indicado ao Oscar é um privilégio e algo muito difícil de ser alcançado – é só ver o grande número de atrizes talentosas que ainda não tiveram esta honraria em sua carreira. Agora imagine ter duas estatuetas para chamar de sua. É isto que Zellweger alcançou.

Este ano foi sua volta aos holofotes. Antes do prêmio máximo do cinema, a atriz ensaiou a volta, ao protagonizar para a Netflix a série deliciosamente novelesca Dilema, na qual viveu uma vilã daquelas de dar gosto. Zellweger tem 28 anos de carreira e 45 créditos como atriz. E até a perdoamos por O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno (1995) no início de carreira. Além das duas vitórias no Oscar, ela possui outras duas indicações.

Jennifer Aniston

Calma, sabemos que Jennifer Aniston se tornou uma estrela devido ao seriado atemporal Friends (1994-2004) – mesmo que antes disso tenha participado da série baseada no sucesso Curtindo a Vida Adoidado, Ferris Bueller (que durou apenas uma fatídica temporada), no papel da irmã do protagonista. Sabia desta? Aniston é um dos maiores exemplos de estrela das telinhas que se torna estrela das telonas. Já faz muitos anos que os fãs pedem uma reunião dos amigos para um revival nas telinhas ou quem sabe nas telonas. E agora a turminha parece inclinada à ideia.

Antes disso acontecer, no entanto, Aniston retornou à TV como protagonista ano passado, no drama The Morning Show – o programa usado como carro-chefe do novo streaming da Apple: Apple TV+. Pelo papel de uma apresentadora de um programa matutino, Aniston recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, e a série já foi renovada para seu segundo ano – com estreia para 2020. A estrela tem 32 anos de carreira, 63 créditos como atriz, mas ainda não possui uma indicação ao Oscar para chamar de sua – embora tenha chegado perto com o drama Cake – Uma Razão para Viver (2014), tida como uma de suas melhores atuações no cinema.

Halle Berry

Halle Berry viu sua carreira cambalear devido a escolhas ruins consecutivas. Podemos afirmar como epicentro de tal ruína o desastre conhecido como Mulher-Gato (2004). Mas Berry conseguiu dar a volta por cima recentemente no cinema, escolhendo participações em franquias de sucesso, vide Kingsman: O Círculo Dourado (2017) e John Wick 3: Parabellum (2019). Fora isso, em papeis mais dramáticos, vale a pena mencionar o inédito nos cinemas brasileiros, Kings: Los Angeles em Chamas (2017).

Porém, Berry guardará para sempre em sua história um feito que jamais será apagado, pelo contrário, seu legado é importantíssimo e permanecerá eterno, muito depois dela ter deixado esta existência. Berry é a primeira atriz negra na história do cinema a ganhar o Oscar na categoria principal. Se isto não é algo importante, não sabemos o que é.

Foi pelo longa A Última Ceia (2001), sua primeira e única indicação, que Halle Berry marcaria seu nome na eternidade. A carreira de Berry já tem 31 anos de estrada, e 56 créditos como atriz. Em 2014, ela migrou para a TV protagonizando a ficção científica Extant, do canal CBS, no qual interpretava uma astronauta que se descobre grávida durante sua missão espacial. O programa durou duas temporadas, até 2015.

Drew Barrymore

Drew Barrymore é um dos exemplos mais citados de uma atriz mirim que conseguiu se firmar como estrela também na fase adulta. Ainda na infância, em um de seus primeiros papeis de destaque do cinema, a atriz viveu a inesquecível menininha de E.T. – O Extraterrestre (1982), um dos grandes sucessos do cinema entretenimento. Ou seja, a carreira de Barrymore já rola há 42 anos, mesmo que a atriz tenha apenas 45 anos de idade.

São 76 créditos como atriz, incluindo sucessos como Para Sempre Cinderela (1998), Nunca Fui Beijada (1999), As Panteras (2000) e Como se Fosse a Primeira Vez (2004), ainda sem uma nomeação ao Oscar. Ela também vem construindo uma bela carreira como produtora, inclusive como dona da franquia as Panteras no cinema. A primeira incursão pela TV ocorreu em 2017, no programa cômico sobre zumbis, Santa Clarita Diet, do qual igualmente é produtora. O seriado durou 3 temporadas até 2019.

Amy Adams

Você sabia que… Amy Adams é italiana? A estrela perfeita sem defeitos nasceu em Vicenza, Veneto, norte da Itália, filha de pais americanos, e depois foi criada no Colorado, EUA. Ah sim, você estava esperando que eu falasse que Adams é a Leonardo DiCaprio de saias, com 7 indicações ao Oscar ainda sem vitória. Isso nem precisa mais ser dito. Sabemos também que a estrela, dona de uma carreira de 21 anos, e 61 créditos como atriz, logo terá em mãos sua estatueta do careca dourado.

Depois de viver três vezes a repórter Lois Lane nos malfadados filmes do Universo DC no cinema (será que ela já está livre deste compromisso?), Adams protagonizou na TV um texto da talentosa Gillian Flynn (Garota Exemplar), na pele de… uma jornalista – desta vez com sérios problemas psicológicos, em Objetos Cortantes (2018). Pelo papel, Adams recebeu uma indicação ao Globo de Ouro. E adivinhe, não levou. Típico.

Reese Witherspoon

Reese poderia muito bem estar no topo da lista, por um detalhe específico. A estrela está mergulhando de cabeça na TV atualmente, em uma série de prestígio atrás da outra. Assim como a colega Drew Barrymore, Witherspoon se tornou uma empresária do mundo do cinema, com uma carreira bem sucedida como produtora.

Conhecida por seus papeis adolescentes em Medo (1996), Eleição (1999), Segundas Intenções (1999) e Legalmente Loira (2001) – que ganhará uma terceira parte em breve, com a própria novamente no papel -, a estrela adentrou a década de 2000 debaixo de prêmios, levando para casa o Oscar de melhor atriz por Johnny e June (2005). Quase dez anos depois e a atriz repetia o feito, com uma indicação por Livre (2014). São 29 anos de carreira, com 61 créditos como atriz.

Na TV, tudo começou com Big Little Lies, a qual produziu e estrelou por duas temporadas. Depois partiu para The Morning Show, novamente nas duas funções. Fechando a trinca, atualmente em cartaz, Little Fires Everywhere, da Hulu, baseado num Best seller dramático, Reese estrela lado a lado com outro grande nome da TV, Kerry Washington, de Scandal.

Emma Stone

Chegamos à atriz mais jovem da lista. Emma Stone tem 31 anos de idade, 15 anos de carreira, e uma filmografia de 49 créditos como atriz. Além disso, seu prestígio a rendeu a tão almejada estatueta do Oscar em 2017 por La La Land. Fora esta, Stone possui mais duas indicações no currículo, sendo a última ano passado por A Favorita.

No topo do mundo na atualidade, ou de Hollywood, como uma das jovens estrelas mais quentes do momento (mesmo tendo escorregadas como Sob o Mesmo Céu em seu histórico, afinal quem nunca?), Stone poderia apenas aceitar papeis no cinema nesta altura de sua carreira. No entanto, a estrela é outra que reafirma o poder que a TV possui hoje em dia, ao acertar a participação como protagonista na minissérie Maniac (2018), da Netflix. Com ecos de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004) e A Origem (2010), o programa não é para os fracos de estômago, ou seria de mente?

Anne Hathaway

Finalizando a matéria, colocamos os holofotes agora em Anne Hathaway – conhecida nos bastidores por ser uma “theatre child”, termo usado para uma artista precoce que cresce ambiciosa. Hathaway começou adolescente nos filmes O Diário da Princesa (2001), da Disney, e desde lá se vai uma carreira de 21 anos, com 47 créditos como atriz. Na fase adulta, se destacou em O Diabo Veste Prada (2006), onde teve a grande chance de atuar ao lado da icônica Meryl Streep.

Dois anos depois e a estrela estava na cerimônia do Oscar, indicada por O Casamento de Rachel, onde viveu uma problemática irmã da noiva. Alguns anos depois, Hathaway finalmente levaria o tão sonhado prêmio para casa, por seu retrato da sofrida Fantine no clássico musical Os Miseráveis (2012). Seus últimos trabalhos no cinema não tem tido muita sorte, vide Oito Mulheres e um Segredo (2018), Calmaria (2019) e As Trapaceiras (2019).

Mas a estrela achou um bom abrigo na TV, de quebra ganhando um de seus melhores personagens em anos recentes, e fazendo por onde com uma de suas melhores interpretações igualmente. Em Amor Moderno (2019), série de antologia da Amazon, Hathaway vive uma jovem com um forte grau de bipolaridade.

‘Motoqueiro Fantasma’: Zack Snyder vai dirigir reboot na Marvel? Diretor responde!

Em entrevista ao Tyrone Magnus, o cineasta Zack Snyder (‘Army of the Dead’) desmentiu os rumores sobre o seu envolvimento com o reboot de ‘Motoqueiro Fantasma‘, que alegadamente está em desenvolvimento pela Marvel.

“Eu não estou envolvido. Realmente existe um rumor sobre isso? é divertido, para ser honesto. As pessoas ficam repassando esses rumores como se fossem verdade, mas não é.”

No entanto, o diretor mostrou interesse em adaptar outra HQ da Marvel: ‘Elektra Vive‘, criada por Frank Miller e Lynn Varley, e lançada em 1990. “Eu lembro de pensar que seria legal dirigir uma adaptação [dessa graphic novel], mas ainda não tive resposta da Marvel,” afirmou Snyder.

Vale lembrar que o Hulu estava desenvolvendo uma série derivada de ‘Agents of SHIELD‘ que seria focada no Motoqueiro Fantasma – que seria interpretado pelo Gabriel Luna –, mas o projeto foi engavetado.

Nos cinemas, o personagem ganhou dois filmes estrelados pelo Nicolas Cage. Ambos foram massacrados pelos críticos, mas se tornaram um sucesso moderado ao arrecadarem US$ 361.2 milhões ao total.

Lindsay Lohan quer ‘Meninas Malvadas 2’ com o elenco original

Meninas Malvadas‘ é um daqueles filmes que não importa quantas vezes a gente assista, sempre iremos rir como se fosse a primeira vez! Lançado em 2004, a comédia é sucesso até hoje, servindo de inspiração e referência para diversos artistas e projetos que vieram depois.

E o desejo por uma sequência genuína não é novo. Embora a produção tenha ganhado uma continuação totalmente desconexa à original, muitos fãs já se questionaram a respeito da possibilidade do elenco oficial retornar às telonas, em um novo capítulo.

E a atriz Lindsay Lohan mais uma vez expressou seu desejo por reunir As Poderosas, em uma continuação direta de ‘Meninas Malvadas‘, durante uma entrevista ao talk show online Lights Out With David Spade.

Na ocasião, ela disse:

“Eu, provavelmente, deveria retornar a fazer filmes em algum momento. Eu acho que fiquei apegada a ‘Meninas Malvadas‘ por muito tempo. Eu queria voltar com ‘Meninas Malvadas 2′. Voltar a trabalhar com a Tina Fey e todo o elenco novamente, além do diretor Mark Waters. Isso era o que eu realmente queria. Eu estava tão empolgada para fazer isso. No entanto isso está nas mãos deles, mas seria algo muito empolgante”.

Em ‘Meninas Malvadas‘, A adolescente Cady Heron foi educada na África pelos seus pais cientistas. Quando sua família se muda para os subúrbios de Illinois, Cady finalmente vai para escola pública e recebe uma rápida introdução às leis tácitas de popularidade que dividem seus colegas. Sem querer, ela acaba se envolvendo com um grupo de patricinhas chamado As Poderosas, mas ela logo aprenderá que o universo juvenil escolar é mais feroz que uma selva.

A produção contou com um orçamento de US$ 17 milhões e uma bilheteria surpreendente de US$ 129 milhões.

Zack Snyder divulga cartaz de ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa’, pré-sequência de ‘Army of the Dead’

O Zack Snyder divulgou um novo cartaz oficial da pré-sequência de ‘Army of the Dead‘.

Com o título nacional ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa‘ (Army of Thieves), o filme será focado em Dieter – o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer.

O filme terá painel hoje, na San Diego Comic-Con.

Confira os cartazes e as primeiras imagens:

A ação se passará antes dos eventos do filme de Zack Snyder, e a estreia acontece ainda no segundo semestre de 2021 – sem data definida.

Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “, revelou Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.

O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, e uma sequência direta.

O diretor Zack Snyder disse que sabe para onde vai a história a partir daqui:

“Olha, se alguma vez houve o desejo de mais Army of the Dead, eu sei exatamente onde a história vai. Então, sim, estamos prontos para fazer a sequência”, disse Snyder ao Entertainment Tonight . 

Confira a nossa crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

 

‘As Branquelas 2’: Fãs estão PIRANDO com o anúncio da sequência

Já se foram quase 20 anos desde o lançamento de ‘As Branquelas‘ (2004), mas a comédia permanece tirando gargalhadas do público. E finalmente Marlon e seu irmão Shawn Wayans vão conseguir tirar a sequência do papel.

Durante uma entrevista ao Page Six, as irmãs Paris Hilton e Nicky Hilton confirmaram que vão aparecer em uma sequência de ‘As Branquelas‘, que ironicamente foi inspirado nas herdeiras do hotel Hilton.

No Twitter, os fãs estão fazendo festa com anúncio. Alguns estão pedindo até que o Amazon Prime assuma o filme após o streaming lançar ‘Um Príncipe em Nova York 2‘  33 anos depois do original.

Confira:

 

No começo do mês, Paris Hilton revelou:

“Quando eu vi Marlon na semana passada, ele realmente perguntou ‘Você e sua irmã estariam interessadas em fazer uma participação especial na parte 2?’ e eu disse, ‘Sim, 100% seria muito divertido “, explicou Paris.

Nicky concordou, dizendo: “Isso seria muito engraçado.” 

Mais informações sobre a sequência serão divulgadas em breve.

Durante esses anos, uma das maiores dúvidas dos fãs é quem foram as personalidades da vida real que serviram de inspiração para a criação das patricinhas Brittany (Maitland Ward) e Tiffany Wilson (Anne Dudek).

Em seu perfil do Instagram, Marlon Wayans matou a curiosidade dos fãs ao publicar uma foto ao lado de Paris Hilton, declarando:

“A branquela original e eu.”

Ao longo do texto, ele explicou como surgiu a ideia do filme, estrelado em parceria com seu irmão, Shawn.

“A história é engraçada. Um dia meu irmão me ligou às 03h e disse: ‘Marlon, devíamos interpretar garotas brancas’ e eu respondi: ‘você está doidão?’. No dia seguinte, ele me mostrou uma revista com Paris Hilton e sua irmã na capa, dizendo que devíamos interpretar garotas como aquelas. Eu entendi imediatamente. Elas eram a porta de entrada para a cultura pop.”

Vale lembrar que Paris foi uma das socialites mais populares no início dos anos 2000, sempre causando devido ao seus comportamentos problemáticos, sua vida badalada e colecionando uma extensa lista de polêmicas.

Já sua irmã mais nova, a estilista Nicky Hilton, sempre manteve a vida pessoal discreta e longe dos holofotes, mas também serviu de inspiração para a comédia.

Wayans também fez questão de agradecer às irmãs pela oportunidade de retratálas de forma humorada no cinema.

“Fizemos esse filme com alegria para celebrar uma época especial em nossas vidas. Então, sou muito grato a Paris e Nicky por serem nossas musas inspiradoras. Eu amo vocês.”

No entanto, a parte da publicação que mais chamou atenção dos fãs é que o astro indica que pode haver uma sequência há caminho ao escrever:

“Quando fizermos ‘As Branquelas 2‘, vamos às compras.”

Confira:

 

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood.

O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

‘Viúva Negra’: Sósia de Scarlett Johansson VIRALIZA nas redes sociais; Confira!

Apesar de ‘Viúva Negra‘ marcar a despedida de Scarlett Johansson como Natasha Romanoff, isso não significa que o público vai ficar sem novidades da personagem.

Isso porque uma sósia de Johansson vem fazendo sucesso nas redes sociais e conquistando os fãs do MCU por conta de sua incrível semelhança com a estrela.

Trata-se da Tiktoker russa que atende pelo nome artístico de Kate Johansson.

A jovem está dominando a internet com seus vídeos, que incluem uma série de performances como cosplayer da Viúva Negra.

Kate já acumulou mais de 05 milhões de seguidores graças aos vídeos, e alguns deles chegam a ser assustadores, fazendo qualquer um confundi-la com a verdadeira intérprete da heroína.

Entre os vídeos, Kate imagina Romanoff em situações inusitadas, como dançando ao som de músicas engraçadas ou se empanturrando com doces e fast foods.

Por conta disso, uma multidão de usuários do TikTok, Instagram e Twitter já estão fazendo campanha para verem Kate e Scarlett juntas num desses vídeos.

Isso seria realmente interessante! Você concorda?

Confira os vídeos da cosplayer:

@kate_johansson♬ original sound – Josh & Bronson

@kate_johansson♬ yup thats me – Vector

@kate_johansson♬ bills – hayden’s side chick

@kate_johansson😂😂😂♬ original sound – Selwyn Huqueriza

 

No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘Robin Hood’: Disney dá sinal verde para mais um remake em live-action

Segundo o site Heat Vision, os estúdios Walt Disney deram sinal verde para um remake em live-action do clássico animado Robin Hood.

Detalhes sobre o projeto não foram divulgados, mas sabe-se que o diretor Carlos Lopez Estrada (Ponto Cego) está a bordo para comandar o projeto.

Justin Springer será o produtor. O filme irá estrear no serviço de streaming Disney+, seguindo os passos de A Dama e o Vagabundo, e irá recriar os animais através de CGI.

A animação original foi lançada em 1973 e dirigida por Wolfgang Reitherman, sendo o segundo longa-metragem feito após a morte do realizador Walt Disney.

Há muito tempo atrás, em uma terra distante, uma história extraordinária de coragem e amizade acontece. Robin Hood, uma raposa heroica, juntamente com seu fiel companheiro urso, João Pequeno e a sua banda de homens alegres evocam os atos mais famosos, engraçados e ousados, um após o outro, para roubar o ganancioso Príncipe João e trazer a felicidade para os moradores da floresta.
Robin Hood foi indicado ao Oscar de Melhor Canção Original, mas conquistou apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes.