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‘Tremembé’: Prime Video renova sucesso para a 2ª temporada e confirma chegada de Robinho à prisão

A série nacional ‘Tremembé’, do Prime Video, que acompanha o cotidiano de alguns dos criminosos mais notórios do Brasil, foi oficialmente renovada para a segunda temporada. A novidade foi divulgada com entusiasmo por Marina Ruy Barbosa, protagonista que interpreta Suzane von Richthofen.

“Me ligaram direto de Tremembé. E dessa vez não era golpe. Chegou a confirmação que vocês estavam esperando!”, escreveu a atriz em sua conta.

Marina Ruy Barbosa revela POR QUE topou viver Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’ [EXCLUSIVO]

A conta oficial do Prime Video no Brasil também confirmou a notícia, atiçando a curiosidade do público:

“VOCÊS PEDIRAM ‼️ E agora é oficial: a 2ª temporada de Tremembé vem aí… Em breve, vamos descobrir novas histórias do presídio dos famosos”, escreveu.

Conforme noticiado pelo Extra, a nova temporada promete expandir o foco narrativo, explorando a vida das detentas Suzane von Richthofen (interpretada por Marina Ruy Barbosa) e Elize Matsunaga (Carol Dias) fora do ambiente prisional.

Além disso, a ala masculina do presídio dos famosos ganhará a chegada de dois novos personagens baseados em casos de grande repercussão:

  • Thiago Brennand (empresário).
  • Robinho (ex-jogador de futebol).

Ambos, condenados por estupro, terão suas histórias usadas para contrastar a diferença de tratamento, poder e privilégio que recebem dentro do sistema carcerário.

‘Tremembé’: Roteirista revela casos que pretende explorar em possível 2ª temporada

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

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A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

Kleber Mendonça Filho compara ‘O Agente Secreto’ com a política atual do Brasil

O cineasta Kleber Mendonça Filho continua colhendo o sucesso de seu filmeO Agente Secreto e, recentemente, ofereceu reflexões profundas sobre a mensagem da obra, ambientada há 50 anos, e sua conexão com a situação política contemporânea do Brasil.

Em uma entrevista ao Deadline, Mendonça Filho discutiu como, apesar de a sociedade ter evoluído, o Brasil viu um retrocesso político alarmante que ecoou o período retratado no longa.

“Acho que, por mais que a sociedade hoje em todo lugar ainda tenha tantas questões para resolver, nós melhoramos como sociedade. O uso de palavras, por exemplo, acho que há palavras muito duras no roteiro, e tive que discutir isso enquanto ensaiávamos e filmávamos o filme”, afirmou.

“Mas, ironicamente, eu sempre achei que estava escrevendo uma peça de época, o que estava, mas por causa do que aconteceu no Brasil nos últimos 10 anos, realmente voltamos no tempo de muitas maneiras”, acrescentou.

‘O Agente Secreto’: Diretor revela se acredita que reação seria diferente no governo Bolsonaro

O cineasta traçou um paralelo direto entre o período da ditadura e a ascensão da extrema-direita, focando no Comitê da Verdade e Reconciliação e seu desmonte:

“Tivemos um presidente [Jair Bolsonaro] que agora está indo para a cadeia. E isso é sobre o Comitê da Verdade e Reconciliação criado por Dilma Rousseff [presidente do Brasil de 2011 a 2016]”, destacou.

“E acho que isso coloca as coisas em perspectiva, porque Dilma Rousseff também foi torturada no início dos anos 70. Ela se tornou presidente e então criou o comitê. Quando ela é deposta, a extrema-direita entra, e então alguém como Jair Bolsonaro basicamente derruba o Comitê da Verdade e Reconciliação dizendo que ‘só os cães procuram ossos'”, acrescentou.

“Então é quase como se eu estivesse escrevendo uma peça de época, mas ao mesmo tempo, me encontrava em uma nova versão contemporânea do Brasil, que na verdade tentava trazer de volta os bons velhos tempos do regime”, afirma.

Por fim, o diretor afirma que a reeleição do Presidente Lula, culminou com um retorno à normalidade democrática.

“Mas, felizmente, agora em 2025 parece um pesadelo pelo qual passamos, e o pesadelo acabou quando [Luiz Inácio Lula da Silva] voltou para seu terceiro mandato. E neste momento, no Brasil, e quero dizer, agora, acho que estamos em uma situação muito boa em termos da reconstrução do pensamento democrático neste país. Estamos de volta a ter um governo que respeita o ideal democrático do país”, concluiu.

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Wagner Moura, estrela de ‘O Agente Secreto’, fala sobre seus medos em relação à Inteligência Artificial

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.  

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

‘007’: Dick Van Dyke revela por que recusou viver James Bond

Dick Van Dyke, o lendário ator de Mary Poppins, surpreendeu ao revelar a razão inusitada pela qual recusou o papel de James Bond após ser convidado pelo produtor Albert “Cubby” Broccoli.

Conforme o Deadline, Van Dyke relembrou sua resposta direta a Broccoli:

“Você já ouviu o meu sotaque britânico?”, disse Van Dyke, referindo-se às críticas intensas que recebeu por seu forçado sotaque cockney no filme Mary Poppins (1964).

Após a recusa do ator, o papel de007 acabou nas mãos de George Lazenby para 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade’ (1969).

Apesar de ter declinado, Van Dyke refletiu que ter aceito teria sido “uma grande experiência” e que, com o tempo, o público provavelmente “aceitaria” vê-lo interpretando o espião.

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Aos 99 anos e celebrando 75 anos de carreira, Van Dyke também ponderou sobre outro papel que recusou e que o persegue até hoje: trabalhar em um filme com Cary Grant.

“Eu me arrependo disso todos os dias da minha vida. Eu recusei Cary Grant. Nem acredito”, confessou Van Dyke.

Com a morte de Grant em 1986, essa oportunidade se perdeu para sempre, levando Van Dyke a uma reflexão melancólica sobre seus colegas:

“Todos se foram. Todos aqueles caras, todos aqueles comediantes, todos os meus velhos amigos se foram. Eu sobrevivi a todos eles — e vivi para ver algumas coisas”, concluiu.

‘Wicked: Parte 2’ estreia em PRIMEIRO LUGAR nos cinemas nacionais; ‘Truque de Mestre 3’ fica em 2º!

Wicked: Parte 2‘ estreou nos cinemas nacionais em primeiro lugar na quinta-feira, 20 de Novembro, levando 156 mil espectadores aos cinemas. A surpresa ficou por conta de ‘Truque de Mestre – O 3º Ato‘, que se manteve muito bem na segunda posição com mais 128 mil espectadores, mostrando o poder da franquia no Brasil.

Em terceiro lugar, ficou ‘O Agente Secreto‘ com 40 mil espectadores, seguido pelo lançamento de ‘Jujutsu Kaisen: Execução‘ em quarto.

O Sobrevivente‘, da Paramount Pictures, abriu em quinto lugar com 23.1 mil espectadores.

Confira o TOP 6, segundo o FilmeB:

Wicked: Parte 2‘ deve abrir em torno de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Projeções indicam que o longa deve arrecadar entre US$ 125-150 milhões em sua estreia nos EUA. Internacionalmente, a produção deve somar cerca de US$ 70 milhões através de 78 mercados.

A expectativa é que a continuação supere a abertura global do primeiro filme, tornando-se a maior estreia da história para um longa baseado em um musical da Broadway.

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Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ alcançou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram os visuais do filme, chamando-o de “esplêndido”. Apesar de considerarem a segunda parte tão boa quanto o primeiro e uma adaptação incrível, muitos ainda a veem como um pouco inferior ao longa original.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

“Os efeitos visuais são de primeira linha. Assim como toda essa esplêndida e cinematográfica adaptação musical que, se você somar os tempos de duração dos dois filmes, fica apenas dois minutos abaixo de cinco(!) horas. Para ser honesto, eu queria mais”, afirmou Pete Hammond do Deadline.

“O filme corrige uma queixa comum do espetáculo, dando à dupla mais cenas (e músicas) juntas nesse trecho final, que agora soa como uma história robusta por si só”, disse Peter Debruge do Variety.

“Ariana Grande a preenche com tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, o filme inteiro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Se você gostou do que Wicked fez com o material, Wicked: Parte 2 é exatamente o que você estava esperando. Toda a empolgação que ficou ali, no fundo da sua mente, volta com tudo no momento em que o primeiro número musical começa”, disse Alex Harrison do Screen Rant.

“As coisas que não funcionaram da primeira vez, bem, elas ainda não funcionam. As coisas que deram certo em Wicked? Elas ainda dão, só que um tantinho melhor”, disse Kate Erbland do IndieWire.

Wicked: Parte 2 não é apenas uma adaptação fiel, mas também desenvolve o que funcionou no primeiro filme enquanto se apoia nas atuações principais. Os personagens são mais maduros e complexos, tornando-o um sucessor digno do primeiro filme”, disse Therese Lacson do Collider.

“Uma Parte Dois bem mais sombria e emocional, que culmina em uma conclusão incrivelmente catártica, embora não seja tão cativante quanto sua predecessora”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.

“Ainda assim, a sensação de uma obra que, na tradução de um meio para outro, deixa de desafiar a gravidade e meio que despenca de modo brusco de volta à terra firme não é algo fácil de dissipar”, disse David Fear do Rolling Stone.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ vai ser RELANÇADO novamente nos cinemas após sucesso da reestreia

Após o relançamento bem-sucedido de ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ nas bilheterias Brasileiras por um dia, em 15 de Novembro, a Warner Bros. decidiu relançar o filme mais um dia nas telonas.

Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ será relançado de novo no dia 13 de Dezembro, mais uma vez em comemoração aos 20 anos do lançamento original.

Relançado no dia 15 de Novembro, o filme conquistou o segundo lugar nas bilheterias.

Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ foi exibido apenas um dia no fim de semana, no sábado (15), e arrecadou R$ 7,14 milhões nas bilheterias em seu relançamento. O primeiro lugar ficou com ‘Truque de Mestre – o 3º Ato‘ (R$ 9,79 milhões), e o terceiro lugar ficou com ‘O Agente Secreto‘ com R$ 4,14 milhões.

Confira os dados da Comscore:

Harry Potter e o Cálice de Fogo’ representa o VERDADEIRO amadurecimento dos bruxinhos

Em 2004, a franquia Harry Potter passava por uma profunda mudança em sua estética com o lançamento de ‘O Prisioneiro de Azkaban’, adaptando o terceiro romance da saga assinada por J.K. Rowling. É notável como, através de uma sólida direção de Alfonso Cuarón, toda a imagética antes infantil que rodeava Harry, Rony e Hermione começou a transformar em um profundo conto de terror e suspense que apenas ganharia mais camadas nos capítulos seguintes. Todavia, enquanto o filme em questão deu os primeiros passos nesse amadurecimento compulsório, não foi até ‘O Cálice de Fogo’ que as temáticas receberiam uma roupagem ainda mais densa e chocante.

Lançado um ano depois de ‘Prisioneiro de Azkaban’, a quarta iteração da franquia mágica se inicia com uma tenebrosa e arrepiante sequência que dá continuidade aos eventos anteriores. Após escapar de uma possível prisão, Rabicho (Timothy Spall) reúne-se com outros asseclas de Lord Voldemort para trazê-lo de volta à vida, esquadrinhando um plano temeroso cujos corolários são inimagináveis. Pouco depois, percebemos que o retorno d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está intrinsicamente ligado aos constantes pesadelos sofridos por Harry (Daniel Radcliffe), indicando que o perigo está cada vez mais perto e premeditando reviravoltas que mudariam para sempre a perspectiva do protagonista acerca da própria vida e do que irá acontecer.

Durante a Copa Mundial de Quadribol, Harry, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) ficam cara a cara com os Comensais da Morte, seguidores ferrenhos de Voldemort, pela primeira vez – e têm certeza de que, talvez, Hogwarts não seja mais tão segura (não que fosse uma fortaleza impenetrável, para início de conversa). Assim que conseguem se desvencilhar das garras do Ministério da Magia, que acreditam que os três jovens foram responsáveis por dessacralizar o mundo dos bruxos com a invocação da Marca Negra, eles voltam à escola para descobrirem que ela será palco do Torneio Tribuxo – uma competição árdua que reúne os melhores alunos para digladiarem pela honra eterna, enfrentando obstáculos mortais em três provas quase impossíveis. E, como podemos imaginar, Harry é selecionado para participar do Torneio, tornando-se uma presa fácil para forças externas encontrarem-no e matarem-no.

É notável a mudança artística que acomete o filme: se no capítulo anterior tínhamos sido engolfados na melancolia do azul e do verde, aqui ambos os tons são camuflados com pinceladas mais obscuras e de pura desesperança. É claro que tais conceitos seriam explorados com firmeza maior nos títulos subsequentes, mas o diretor Mike Newell e o diretor de fotografia Roger Pratt compõe um contraste significativo de cores que permeia as tramoias de Voldemort e seus asseclas, o coming-of-age dos personagens principais, que agora adentram a adolescência e as significativas mudanças hormonais, o Baile de Inverno e as tarefas do Torneio Tribruxo. Mesmo com uma quantidade exacerbada de tramas e subtramas, a estética identitária une os pontos em uma letargia que se sagra nos momentos finais do terceiro ato.

O motivo é simples: esta é a primeira vez que Harry e seus amigos lidam, de fato, com o conceito da morte. É claro que o nosso herói já tinha presenciado a morte dos pais, mas era muito novo para sequer se lembrar de alguma coisa. Agora, ele tem a maturidade o suficiente para não apenas sofrer com as angústias de sua idade – como o amor não correspondido, os traumas de um passado que se recusam a ir embora e uma necessidade de se provar para todos -, mas com uma desesperadora tragédia à qual ele é impotente para impedir.

Como bem nos lembramos, a terceira tarefa do Torneio é ambientada em um labirinto metamorfo recheado de criaturas perigosas – algo que não vemos no filme, mas que está presente no romance original. Eventualmente, Harry e Cedrico (Robert Pattinson) encontram a Taça da Vitória no centro do labirinto e, ao tocarem-na, são transportados para um cemitério amedrontador, coberto por uma densa névoa e onde Lord Voldemort seria trazido de volta à vida por Rabicho. Mas, antes disso acontecer, Cedrico tenta proteger seu amigo ao enfrentar Rabicho, apenas para ser atingido pelo feitiço Avada Kedavra e transformar-se em um cadáver gélido e inexpressivo. Depois de enfrentar Voldemort e os Comensais com a ajuda da energia psíquica daqueles que já se forma, incluindo seus pais, Harry consegue levar o corpo de Cedrico de volta a Hogwarts e anunciar que o Lorde das Trevas, enfim, retornou.

Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, estando presente no momento da morte de Cedrico, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.

Lembrando que a saga Harry Potter está disponível no catálogo da HBO Max.

 

Matthew Lillard enaltece ‘Carrie, a Estranha’ e coroa Mike Flanagan como mestre do terror

O ator Matthew Lillard, que interpretará o personagem Henry Grayle na nova série de ‘Carrie, a Estranha’ (adaptação do épico conto de Stephen King), dirigida por Mike Flanagan, recentemente compartilhou suas primeiras impressões sobre o projeto, confirmando que as filmagens foram concluídas.

Segundo o ComicBookMovie, Lillard se mostrou muito otimista com o que viu: “Sim, encerramos as filmagens há duas semanas. Eu vi os três primeiros episódios. Mike Flanagan é o diretor mais rápido que já vi na minha vida. A série está tão boa. É ridículo”.

“A única coisa chata é que o público terá de esperar até o próximo outono [do hemisfério norte] para assistir, mas a verdade é que Mike é um dos nossos grandes contadores de história”, compartilhou.

Lillard rasgou elogios ao trabalho de Flanagan, destacando seu cuidado e inteligência na adaptação da obra de Stephen King:

“Ele é tão cuidadoso, tão inteligente, e acho que ele se importa profundamente com o gênero, com Stephen King e com contar histórias, contar a história da heroína, que é a Carrie. Acho que é algo com que todos podem se identificar, e ele adaptou isso para o mundo em que vivemos hoje. Acho que será um grande sucesso para ele”, concluiu.

O ator também deu detalhes sobre a dinâmica dos personagens na trama:

“Posso dizer que pais, alunos e professores estão todos misturados na trama. Eu chamaria pais e professores de ‘time titular’, os adultos mais velhos observando esses jovens e percebendo que nossa indústria está em ótima forma. Eles são atores incríveis. Trabalhar com eles foi maravilhoso. Mike Flanagan… sempre que ele liga, eu corro para fazer o que for. Ele é simplesmente o melhor”, concluiu.

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Lembrando que Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) já havia confirmado através de seu Instagram que as gravações da nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’ foram encerradas.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios. Axelle Carolyn e Kate Siegel também dirigem a série.

Desenvolvida para o Prime Video, a nova versão será estrelada por Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’).

A minissérie contará com oito episódios.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco traz Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Kate Siegel (‘A Maldição da Residência Hill’), Michael Trucco (‘Hush: A Morte Ouve’), Katee Sackhoff (‘O Espelho’), Rahul Kohli (‘Missa da Meia-Noite’), Crystal Balint (‘A Queda da Casa de Usher’), Danielle Klaudt (‘A Queda da Casa de Usher’), Heather Graham (‘Do Inferno’), Tim Bagley (‘O Casal Perfeito’), Tahmoh Penikett (‘Dollhouse’), Mapuana Makia (‘Doogie Kamealoha M.D.’), Naika Toussaint (‘Simplesmente Apaixonados’), Delainey Hayles (‘Entrevista com o Vampiro’), Cassandra Naud (‘Influencer’) e Rowan Danielle completam o elenco.

 Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.

10 filmes que fazem qualquer casal repensar a relação — cuidado com o play!

Um relacionamento amoroso, seja ele quanto tempo tem, não é fácil. Seja por situações mal resolvidas ou pela descoberta de que são dois mundos completamente diferentes que resolveram se juntar, as dúvidas são constantes quando o assunto é a continuação ou término da relação. Para você que está passando por esse momento, segue abaixo uma lista de filmes que podem fazer você refletir sobre o tema:

 

Proposta Indecente (Mercado Play)

Um dos filmes da carreira de Demi Moore mais exibidos na Sessão da tarde e em outros programas televisivos por aqui no Brasil, Proposta Indecente, dirigido por Adrian Lyne, conta a formação de quase um triângulo amoroso sob os pontos de vistas de um casal (Diana e David) que vai mal financeiramente e certo dia um milionário parece oferecendo uma grande quantia de dinheiro para passar uma noite com Diana. O final desse filme é arrebatador.

 

Já era Hora (Netflix)

Com uma proposta interessante de navegar nos caminhos indecifráveis que podem se abrir no destino, o longa-metragem italiano Já era Hora, disponível na Netflix, através de um ótimo protagonista, nos conta uma história cheia de altos e baixos na vida de um advogado atrapalhado, consumido pelo trabalho, que vê seu mundo virar de cabeça pra baixo quando percebe estar saltando de forma aleatória para o ano seguinte.

 

A Avaliação (Prime Video)

Mia (Elizabeth Olsen) e Aaryan (Himesh Patel) vivem em uma casa confortável num futuro que sofre com as mudanças climáticas, afetando de forma preponderante a vida na Terra. Com o desejo de terem um filho, o casal precisa passar por uma avaliação e assim são submetidos a situações peculiares pela avaliadora Virginia (Alicia Vikander).

 

É Apenas uma Fase, Amor (Diamond Films+)

Paul (Christoph Maria Herbst) é um escritor, pai de três filhos, que passa por uma fase de observação sobre a importância do sexo na sua vida. Sua esposa, Emilia (Christiane Paul), uma atriz que trabalha como dubladora, já dá sinais de esgotamento pela distância que os separam, diferente de outros tempos onde eram bem mais animados e grandes desbravadores das estradas da vida. Eles então enfrentam uma iminente separação que vai fazer com que essas duas almas repensem sobre tudo que viveram (e como querem viver) suas vidas a partir dessa ruptura.

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

A divertida comédia francesa Quarto 212 usa, sem abusar, do choque da fantasia e das curiosidades do consciente para falar de muitos sentimentos. Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta francês Christophe Honoré, o longa-metragem joga para o público um recorte intimista de um casamento à beira da ruína.

 

Doente de Mim Mesma (MUBI)

Signe (Kristine Kujath Thorp) está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.

 

A Pior Pessoa do Mundo (Prime Video)

Dirigido por Joachim Trier, esse filmaço nos leva até a história de uma jovem perto dos 30 anos que se encontra em diversas dúvidas na sua vida, passando por momentos importantes e amadurecendo conforme reflete sobre o que passou.

 

Band Aid (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos o casal Anna (Zoe Lister-Jones) e Ben (Adam Pally), que vivem uma imensa crise. Mesmo existindo muito amor na casa, as brigas são diárias e a rotina está deprimindo o casal. Até que certo dia, eles resolvem fazer o inusitado, compor músicas sobre todas as brigas que tiveram e assim montam uma banda junto com seu vizinho de porta.

 

Um Clímax entre Nós (Netflix)

De forma leve e divertida aborda um assunto que ainda é tabu para algumas pessoas: o sexo. Tenda a consciência como um peculiar narrador, vamos acompanhando os conflitos que se sucedem na vida de uma jovem insatisfeita na sua relação sexual com o namorado.

 

A Hipnose (MUBI)

Na trama, conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum) que estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato esse que mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.

 

Kevin Spacey diz estar sem-teto após queda em Hollywood: “Não tenho casa”

O ator Kevin Spacey falou recentemente sobre o colapso de sua carreira em Hollywood devido às acusações de agressão sexual, revelando que se encontra sem uma residência fixa.

Em declaração à Variety, Spacey detalhou sua situação atual: “Estou vivendo em hotéis, estou vivendo em Airbnbs. Estou indo para onde o trabalho está. Eu literalmente não tenho casa, é isso que estou tentando explicar… Os custos desses últimos sete anos foram astronômicos. Tive muito pouco entrando e tudo saindo”.

Em junho de 2024, durante uma entrevista ao programa Piers Morgan Uncensored, o ator já havia contido as lágrimas ao revelar que sua casa em Baltimore estava entrando em processo de execução hipotecária. Spacey explicou que devia “milhões” em honorários legais devido às diversas acusações de agressão sexual contra ele.

Ele morava em Baltimore desde o início das filmagens da série House of Cards em 2012, de onde foi demitido pela Netflix em 2017 devido a alegações de comportamento sexualmente inadequado no set.

Na época, Spacey afirmou a Morgan: “Não tenho certeza de onde vou morar agora… Não posso pagar as contas que devo”.

Kevin Spacey pede a liberação total dos arquivos de Epstein: “Para quem não tem o que temer, a verdade não pode esperar”

Desde que as acusações de agressão sexual e comportamento inadequado vieram à tona durante o movimento #MeToo em 2017, vários processos legais foram movidos contra Spacey, que negou todas as alegações.

  • Em 2022, um júri em Nova York concluiu que Spacey não molestou o ator Anthony Rapp, que o acusava de agressão sexual no início dos anos 1980, quando Rapp tinha 14 anos.
  • No ano seguinte, um tribunal do Reino Unido considerou Spacey inocente de nove acusações de agressão sexual feitas por quatro denunciantes.

Diversas outras acusações e ações judiciais foram encerradas.

Kevin Spacey recebe prêmio em Cannes e faz discurso contra o “cancelamento”

Apesar da situação, Spacey expressou seu desejo de retornar a papéis de alto nível, indicando que há conversas em andamento.

“Estamos em contato com pessoas extremamente poderosas que querem me colocar de volta ao trabalho. E isso vai acontecer no momento certo. Mas também digo que o que a indústria parece estar esperando é receber permissão, de alguém em uma posição de enorme respeito e autoridade”, disse Spacey 

Ele mencionou que o aval de um diretor renomado seria o catalisador: “Então, minha sensação é que, se Martin Scorsese ou Quentin Tarantino ligarem [para meu empresário, Evan Lowenstein] amanhã, tudo estará resolvido. Eu ficaria incrivelmente honrado e encantado quando alguém desse nível de talento pegar o telefone”.

Cynthia Erivo fala sobre defender Ariana Grande em pré-estreia de ‘Wicked: Parte 2’: “Só queria garantir que ela estava bem”

Mulher com pele verde e chapéu preto
wicked

Cynthia Erivo, a intérprete da icônica Elphaba em Wicked: Parte 2’, comentou recentemente sobre sua atitude de sair em defesa de sua coestrela, Ariana Grande, durante a première em Singapura, após um homem invadir o evento e se aproximar da artista.

Em entrevista à Variety, Erivo explicou que agiu por instinto: “Eu não estava realmente pensando. Eu só queria ter certeza de que minha amiga estava segura. Tenho certeza de que ele não queria nos fazer mal, mas você nunca sabe com essas coisas. Eu só queria garantir que ela estava bem. Esse foi meu primeiro instinto”.

O homem identificado como Johnson Wen, de 26 anos e conhecido por ser um invasor recorrente de eventos, foi condenado após o incidente em que agarrou a cantora e atriz Ariana Grande no tapete amarelo da pré-estreia de Wicked: Parte 2’.

O incidente ocorreu enquanto Grande, que interpreta Glinda no filme, caminhava pelo tapete vermelho/amarelo. Wen invadiu a área de segurança e colocou um braço ao redor da artista, sendo rapidamente interceptado pela equipe de segurança e por sua coestrela, Cynthia Erivo, que se interpôs entre ele e Grande.

Homem que agarrou Ariana Grande em pré-estreia de ‘Wicked: Parte 2’ é acusado de perturbação pública

Segundo a BBC, Wen se declarou culpado da acusação de ser uma perturbação pública. Ele foi condenado a nove dias de prisão, após os promotores solicitarem uma sentença mais longa, argumentando que ele era um “invasor em série” que utilizava seu comportamento para ganhar popularidade online.

Em Singapura, a perturbação pública é penalizada com até três meses de prisão e/ou multa.

Após ser liberado temporariamente, Wen chegou a postar em suas redes sociais: “Querida Ariana Grande, obrigado por me deixar pular no Tapete Amarelo com você”.

No tribunal, Wen prometeu ao juiz que “não faria isso de novo”.

Sucesso! ‘Wicked: Parte 2’ quebra recorde histórico de pré-vendas

Wen é notoriamente conhecido por invadir palcos e eventos de celebridades. Clipes em sua conta do Instagram, onde ele é conhecido como “Pyjama Man”, mostram que ele também invadiu:

  • Um show de Katy Perry.
  • Um concerto de The Chainsmokers.
  • Vários eventos esportivos, incluindo a final da Copa do Mundo FIFA de 2023.

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Wicked: Parte 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais

Primeiras Impressões | ‘Wicked: Parte 2’ é a conclusão perfeita para o evento musical do século

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Diretor defende ‘Toy Story 5’ e revela que o novo filme inicia uma nova trilogia

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O diretor Andrew Stanton, responsável porToy Story 5’, o próximo longa da icônica franquia de brinquedos da Pixar, defendeu o lançamento do novo filme e compartilhou sua visão sobre a evolução da saga em entrevista à Variety.

Stanton fez uma distinção entre os filmes, dividindo a franquia entre a trilogia original e as histórias que vieram depois:

“Então, ‘3’ foi o fim… dos anos do Andy. Ninguém está sendo privado da própria trilogia. Eles podem ficar com ela e nunca assistir a mais nada se não quiserem. Mas eu sempre adorei como esse mundo nos permite abraçar o tempo e a mudança. Não há promessa de que tudo fique preservado como âmbar”, afirmou.

Vários Buzz Lightyears em nova foto de ‘Toy Story 5’; Confira!

Sobre a trama deToy Story 5’, que abordará a chegada da tecnologia na vida das crianças e dos brinquedos, Stanton esclareceu o foco central da história:

“O filme na verdade nem é sobre uma batalha, e sim sobre a percepção de um problema existencial: o fato de que ninguém realmente brinca mais com brinquedos”, destacou.

Ele acrescentou que a tecnologia não será tratada como a antagonista da história: “A tecnologia mudou a vida de todos, mas estamos perguntando o que isso significa para nós, e para nossos filhos. Não podemos simplesmente transformar a tecnologia na vilã”.

Toy Story 5’ tem estreia prevista nos cinemas para 19 de junho de 2026, em uma produção da Disney e Pixar.

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Vale lembrar que o primeiro teaser, que apresenta os amados brinquedos confrontando um novo computador, alcançou 142 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após o lançamento.

Segundo o Deadline, esse desempenho inicial coloca o trailer à frente de outros grandes lançamentos recentes de animação:

  • ‘Meu Malvado Favorito 4’: 75 milhões de visualizações na abertura.
  • ‘Kung Fu Panda 4’: 57,9 milhões de visualizações na abertura.

O trailer se aproxima dos números de ‘Super Mario Bros. Movie’, que atingiu 146,3 milhões em três dias.

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O sucesso do trailer foi impulsionado pelas mídias sociais, com destaque para as seguintes plataformas:

  • Instagram: Gerou o maior número de visualizações (47 milhões).
  • TikTok: Em segundo lugar, com 37 milhões de visualizações.

O lançamento também gerou mais de 142 mil menções em todas as plataformas de redes sociais, posicionando o filme e seus personagens em 2º e 3º lugar nos trending topics do Twitter/X.

A reação do público foi majoritariamente positiva, com destaque para dois temas centrais, segundo a reportagem.

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Além de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody), o elenco de vozes conta com:

A nova aventura será codirigida por Andrew Stanton (diretor de ‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris, com produção de Jessica Choi.

Brasil terá uma nova MAJOR: Amazon MGM Studios abrirá um escritório de distribuição no Brasil

amazon mgm studios
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A Amazon MGM Studios confirmou que abrirá um escritório de distribuição no Brasil e, a partir de 2026, passará a distribuir diretamente seus filmes no território nacional.

A informação foi revelada com exclusividade ao Portal Exibidor pelo executivo Caio Meira, que assume o cargo de Head of Brazil Theatrical Distribution e será responsável por conduzir a implantação e expansão das operações da companhia no país.

A decisão ocorre quase quatro anos após a aquisição da MGM pela Amazon, concluída em fevereiro de 2022. Para liderar o novo braço de distribuição, a empresa escolheu Meira, profissional com trajetória consolidada no mercado audiovisual. Ele iniciou a carreira na Cinemark, atuou por quase dez anos como diretor de vendas da Paramount no Brasil e, mais recentemente, estava no México como diretor de distribuição e vendas da Universal — onde também liderava os lançamentos da Warner, já que, no mercado mexicano, a Universal é responsável pela distribuição dos títulos do estúdio.

“Feliz em poder voltar a trabalhar no Brasil, assumindo o desafio de coordenar a abertura da operação de cinema dessa importante companhia que é a Amazon MGM Studios. A experiência de trabalhar por quatro anos e meio em um mercado de destaque mundial, como o mexicano, distribuindo conteúdos de dois grandes estúdios, como Universal e Warner, foi extremamente enriquecedora”, comemora Caio Meira. 

O executivo chega ao Brasil no fim de novembro para iniciar os trabalhos preliminares. A formação da equipe nacional está prevista para começar em janeiro, enquanto o escritório deve ser inaugurado entre janeiro e abril — período que também marca o início da distribuição própria no país.

Até lá, a Sony Pictures continuará responsável pelos lançamentos da Amazon MGM, conforme acordo firmado recentemente entre as empresas. Com o fim do contrato com a Sony, a Amazon MGM assumirá integralmente a distribuição de seus filmes no Brasil. Produções nacionais que venham a ser desenvolvidas pelo estúdio, como ocorreu com ‘Perrengue Fashion‘, realizado em parceria com a Paris Filmes, também passarão a ficar sob a gestão de Caio Meira.

‘Terror em Silent Hill: Regresso’ ganha novo trailer; Confira!

‘Terror em Silent Hill: Regresso’, adaptação do jogoSilent Hill 2”, ganhou seu mais novo trailer, levando-nos novamente à assombrada cidade marcada pela presença do aterrorizante Pyramid Head.

A Paris Filmes agendou o lançamento para 12 de março, nos cinemas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Hannah Emily AndersonEvie Templeton também integram o elenco como Mary e Laura, respectivamente.

‘Silent Hill’: Astro do novo filme da franquia revela que foi EXAUSTIVO participar do projeto

Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.

Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.

‘Os Normais’, com Fernanda Torres, e as Famosas Séries Brasileiras que Ganharam Filmes para o Cinema!

As Famosas Séries Brasileiras que Ganharam Filmes para o Cinema… A conexão entre o cinema e a TV é forte, e data de muito tempo. Podemos dizer, desde os primórdios do conteúdo televisivo. Essa ligação audiovisual ocorre pelo mundo, incluindo aqui no Brasil. Isso explica, por exemplo, o sucesso dos filmes dos Trapalhões na década de 1980 – quando os longas do quarteto batiam produções Hollywoodianas nas bilheterias de nosso país. Eles eram o verdadeiro fenômeno de público. Saídos, é claro, de seu próprio programa de TV, em especial o mais famoso deles na rede Globo. O mesmo se aplica à rainha dos baixinhos, Xuxa, outra personalidade que emplacou nas telonas, depois do sucesso nas telinhas.

Mas não foram apenas Os Trapalhões e a Xuxa que emplacaram nos cinemas após o sucesso na TV. Personalidades como Sérgio Mallandro, Faustão, Angélica, entre outros, também obtiveram a cereja do bolo de suas carreiras nas telonas. Aqui iremos listar algumas famosas séries brasileiras e programas de TV que migraram das telinhas para as telonas. Relembre as séries brasileiras que ganharam filmes para o cinema.

Os Normais (2003)

Um dos programas de maior sucesso da TV brasileira na década de 2000, ‘Os Normais’ foi criado e escrito pela saudosa Fernanda Young, uma das vozes mais originais de nossa dramaturgia. A proposta era falar de forma “nua e crua” sobre o relacionamento de um casal (Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães), abordando questões modernas para a época. A série durou três temporadas, de 2000 a 2003. No mesmo ano do término do programa, foi lançado o primeiro longa-metragem para o cinema. Seis anos depois, ganhávamos também uma sequência do filme, com ‘Os Normais 2 – A Noite Mais Maluca de Todas’.

A Grande Família (2007)

Aqui temos um caso curioso. Acontece que, embora a grande maioria conheça ‘A Grande Família’ em sua versão de 2001 – com Marco Nanini, Marieta Severo e Pedro Cardoso (imortalizado como Agostinho Carrara) -, o programa na verdade se trata de um remake de uma série brasileira da década de 1970, que trazia nomes como Jorge Dória, Eloísa Mafalda e Osmar Prado no elenco, e que marcou toda uma geração (seus pais ou avós certamente falam dela ainda hoje). É inegável também, por mais sucesso que a original tenha feito, a reimaginação a superou em todos os sentidos, ainda mais na popularidade. A prova disso foram as 14 temporadas que durou. Enquanto o programa ainda estava no ar, tivemos um filme para fazer companhia, que foi lançado nos cinemas em 2007.

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A Taça do Mundo é Nossa (2003)

Com esse título enaltecendo a paixão nacional, o futebol, a trupe do Casseta & Planeta estreava seu primeiro filme nas telonas em 2003. O ‘Casseta & Planeta’ começou nas páginas de revistas e tabloides ainda em 1986. Em 1992, o grupo de humoristas ganhava seu primeiro programa na TV. Dono de um humor escrachado e incorreto, o programa casou bem com a época e foi um enorme sucesso. Formado por esquetes, ‘Casseta & Planeta Urgente’ durou até 2012. O primeiro filme, ao contrário, teve um enredo passado na década de 1970, no qual um grupo de delinquentes tenta roubar a taça Jules Rimet. O grupo ainda estrelaria ‘Seus Problemas Acabaram’ (2006) e ‘As Aventuras de Agamenon – O Repórter’ (2012).

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Sai de Baixo (2019)

Não dá para entender como algumas coisas demoram tanto a acontecer. Esse foi o caso com a versão para o cinema de um dos programas mais populares da TV brasileira. ‘Sai de Baixo’ reinou nas noites de domingo, em meados dos anos 90. A família disfuncional do bairro do Arouche, em São Paulo, encabeçado pelo rouba cenas Miguel Falabella como Caco Antibes (ao lado de Agostinho Carrara, os dois mau-caráter mais carismáticos e engraçados do Brasil). ‘Sai de Baixo’ ficou no ar de 1996 a 2013, mas no cinema, o filme só rolou quanto o hype já havia passado há muito tempo, em 2019.

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Vai que Cola (2015)

Casseta & Planeta’, ‘Sai de Baixo’, ‘Os Normais’ e ‘A Grande Família’ são séries icônicas da TV brasileira, e serão para sempre lembrados como algumas das melhores de nossa dramaturgia de todos os tempos. Mas isso não significa que nosso país não siga criando programas populares muito queridos. Um que segue se reinventando e ainda está no ar depois de 10 temporadas é ‘Vai que Cola’. A estreia da série foi em 2013, e dois anos depois, o programa ganhava um filme para chamar de seu, igualmente estrelado pelo saudoso Paulo Gustavo no papel de Valdomiro, um golpista que precisa se refugiar em uma pensão no Méier, no Rio de Janeiro. Apesar do sucesso, uma sequência do filme só seria lançada em 2019, na forma de ume prequel, uma história passada antes inclusive da série, que mostra como tudo começou.

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Tô de Graça (2024)

Outro programa que fez e ainda faz muito sucesso na TV a cabo é ‘Tô de Graça’, estrelado por Rodrigo Sant’Anna no papel da humilde e desbocada Maria da Graça. A série estreou em 2017, e durou seis temporadas até 2022. É claro que o sucesso merecia uma adaptação cinematográfica, que estreou nas telonas este ano, em junho.

Os Caras de Pau (2014)

Um dos maiores humoristas do Brasil, o astro Leandro Hassum começou a fazer sucesso na comédia quase infantil ‘Os Caras de Pau’, que era exibido na TV Globo nos domingos pela tardinha. O programa estreou em 2010 e durou até 2013. Hassum fazia par com Marcius Melhem, como uma espécie de ‘Gordo e Magro’ modernos e tupiniquins. Hassum deslanchou no cinema em filmes próprios, mas fez questão de estrelar ao lado do amigo uma versão de ‘Os Caras de Pau’ para as telonas, que estreou em 2014.

Os Suburbanos (2022)

Rodrigo Sant’Anna é um dos novos reis do humor brasileiro. Além de ‘Tô de Graça’, o comediante emplacou também em outra série do canal Multishow da TV a cabo: ‘Os Suburbanos’, programa que estreou em 2015, e tem seis temporadas, com 150 episódios. A ideia, baseada em uma peça de autoria de Sant’Anna (de 2005), é retratar a vida dos subúrbios do Rio de Janeiro, tendo como protagonista Jefinho do Pagode, um aspirante a cantor da música popular brasileira. A versão para o cinema estreou em 2022. O curioso é que Sant’Anna já havia feito um filme de título e premissa similar, com ‘Um Suburbano Sortudo’, de 2016.

Novelas

Tieta do Agreste (1996)

Tieta’ é a segunda novela mais vista na história da rede Globo. Exibida originalmente em 1989, o folhetim irá ser reprisada novamente em breve (enquanto não ganha o tão esperado reboot). Baseada na obra de Jorge Amado, a ideia foi levada para o cinema, com o título original do livro ‘Tieta do Agreste’, em 1996, onde Tieta era vivida por Sônia Braga (substituindo Betty Faria).

O Bem-Amado (2010)

Novela clássica de 1973, sobre um político corrupto, mas carismático, de uma pequena cidade do interior, baseada na peça de Dias Gomes, que também escreveu o texto da novela. A versão para o cinema estreou em 2010, trazendo Marco Nanini como Odorico Paraguaçu, o saudoso José Wilker como Zeca Diabo, e Matheus Nachtergaele como Dirceu Borboleta. Dirigido por Guel Arraes, o longa tentou repetir o clima e o sucesso de ‘O Auto da Compadecida’ e ‘Lisbela e o Prisioneiro’.

Giovanni Improtta (2013)

Uma outra tendência na década passada no cinema nacional era spin-offs de personagens que se destacavam em novelas – ao invés de versão para o cinema das próprias novelas. Por exemplo, ao invés de uma adaptação para o cinema da popular ‘Senhora do Destino’ (já pensou ver a vilã Nazaré Tedesco nas telonas, chamando a protagonista Maria do Carmo de “anta nordestina”?), a opção foi levar apenas um de seus personagens mais divertidos e carismáticos, o ex-bicheiro Giovanni Improtta, vivido pelo saudoso José Wilker, sozinho para o cinema, em um filme próprio.

Crô (2013)

O mesmo ocorreu com ‘Crô – O Filme’. Assim como Giovanni Improtta, Crô (papel de Marcelo Serrado) era um personagem secundário da novela ‘Fina Estampa’ (outra novela do horário nobre da rede Globo, as 21horas). O curioso é que Crô era o aliado da vilã da novela, Tereza Cristina, papel de Christiane Torloni – uma espécie de secretário / mordomo. Logo no ano seguinte após o término da novela, Crô ganharia seu próprio filme. Mas não apenas isso. O sucesso foi tanto que cinco anos depois seria lançado a sequência ‘Crô em Família’.

Manifesto

(Manifesto)

 

Elenco:

Cate Blanchett
Erika Bauer
Ruby Bustamante

Diretor: Julian Rosefeldt

Gênero: Drama

Duração: 89 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 26 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? Uma homenagem às declarações artísticas e inovadoras do século XX, dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch, esta série de reencenações interpretadas por Cate Blanchett explora os componentes performativos e o significado político dessas declarações.

Curiosidades: 

» O filme foi exibido no TRIBECA FILM FESTIVAL, FESTIVAL DE SUNDANCE e FESTIVAL DE ROTERDÃ 2017.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

James Cameron revela juramento de sangue para fazer sequência de ‘Alita: Anjo de Combate’: “Estamos fazendo progresso”

O cineasta James Cameron, que atuou na produção e roteiro da adaptação para os cinemas de Alita: Anjo de Combate, falou recentemente sobre a aguardada possibilidade de uma sequência da obra.

Segundo o AnimeMojo, Cameron destacou o forte desejo de dar continuidade ao longa de 2019:

“Eu aprecio a lealdade dos fãs de Alita. Robert Rodriguez e eu fizemos um juramento de sangue para fazer pelo menos mais um filme de Alita. Na verdade, estamos pensando em uma arquitetura que possa conectar a um terceiro filme, mas ficaremos satisfeitos se conseguirmos fazer apenas mais um. E estamos fazendo progressos nesse sentido”, afirmou.

Alita: Anjo de Combate é baseado na popular série de mangás de Yukito Kishiro.

O primeiro longa arrecadou US$ 404.9 milhões nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de US$ 170 milhões.

Alita: Anjo de Combate’ está disponível para streaming no Disney+.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Executivo da HBO confirma discussões sobre 2ª temporada de ‘Pinguim’

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Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO Max, falou recentemente sobre o futuro de ‘Pinguim’, a série derivada de sucesso de ‘The Batman’.

Embora ainda não haja uma confirmação oficial, o executivo revelou que o estúdio tem grande interesse em continuar a produção.

“Estamos conversando com a equipe da DC sobre como poderia ser uma segunda temporada de The Penguin”, afirmou Bloys, conforme o ComicBookMovie.

A série, estrelada por Colin Farrell, acompanhou a jornada de ascensão do vilão Pinguim até que ele conseguisse dominar Gotham. A produção foi um sucesso tanto de crítica quanto de público.

Vale lembrar que o ator Colin Farrell está confirmado para retornar como o icônico vilão no filme ‘The Batman: Parte II’, a sequência do épico dirigido por Matt Reeves.

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pinguim batman

A sequência do aclamado filme dirigido por Matt Reeves já tem data marcada: ‘The Batman – Parte II’ estreia nos cinemas em 1º de outubro de 2027.

Segundo Reeves, as filmagens estão previstas para começar entre o fim de abril e o início de maio de 2026.

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Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Crítica | Homo Argentum – Guillermo Francella Abrilhanta Compilado de Crônicas do Homem Contemporâneo

Existem três nomes argentinos que, se colocados lado a lado numa produção, é certeza de qualidade: Guillermo Francella, Mariano Cohn e Gastón Duprat. A dupla de roteiristas e diretores, indicados ao Oscar por ‘O Cidadão Ilustre’, tem como assinatura criar histórias que observam o cotidiano e o contemporâneo, acentuados por uma forte crítica social, principalmente sobre o próprio país, Argentina. E desde que Francella começou a estrelar seus filmes, o trio conquistou não só o público argentino, mas o latino-americano, principalmente o brasileiro. Por essas e outras que ‘Homo Argentum’, novo projeto dos três, teve pré-estreia no Festival do Rio 2025, com a presença de Mariano Cohn apresentando-o ao público presente.

Em um compilado que totaliza uma hora e cinquenta, ‘Homo Argentum’ traz dezesseis histórias que duram entre um e vinte minutos mais ou menos. Todas são estreladas por Guillermo Francella, que se caracteriza de forma diferente para cada uma delas. Algumas histórias possuem mais personagens e diálogos, outras, são tão rápida como um mero episódio da vida cotidiana. O projeto, é verdade, poderia ser uma série de mini histórias, como o ‘What If’ da Marvel, mas o fato de terem optado pelo formato de longa-metragem não só emprega um quê de ousadia no projeto como também aposta na sua projeção: ver a essas dezesseis histórias no cinema faz tem muito mais impacto pela experiência coletiva de reagir às tramas juntos, ao invés de sozinho em casa.

Das histórias, vale separar a primeira (não à toa, o carro chefe da produção), em que Francella vive um homem de classe média alta debatendo a migração compulsória dos jovens para a Europa, e, em seguida, vai à varanda fumar um cigarro e um acidente acontece. A maestria com que o semblante do personagem muda no acidente e momentos após é fabulosa, e comprova porque é um dos maiores atores da atualidade.

Em outro momento, Francella é um pai cuja esposa morreu há um tempo e cujos filhos se reúnem para falar da herança, após o pai anunciar estar namorando a governanta da casa. Outra história sensacional aborda um homem rico que é abordado por um rapaz que vende doces; compadecido com a situação do rapaz, o homem oferece um almoço, depois um banho de loja, um aparelho de celular… tudo realizado com o maior desprendimento.

Situações como essas são recorrentes em ‘Homo Argentum’, que uma vez mais evidencia o olhar extremamente crítico dos roteiristas e diretores em ver o homem contemporâneo em todas as suas camadas, tirando-lhe as máscaras e revelando-o tal como é. Aqui, tendo o dinheiro e a posse como fio condutor, os diretores convidam o espectador a refletir sobre as situações e personagens apresentados, sempre através do viés do humor, do cinismo e da conveniência, afinal, tanto as situações quanto os personagens parecem com algo pelo qual passamos ou alguém que conhecemos. Como diz a ironia do título, é um exercício de observação da evolução humana – se é que se pode usar essa palavra para caracterizar o homem de hoje.

Altamente irônico e sem medo de colocar uma lente na sujeira debaixo do tapete da classe média, ‘Homo Argentum’ é um exercício ótimo sobre até onde vai a hipocrisia social em prol do benefício próprio.

O filme chega dia 20 de novembro na DisneyPlus.

Desabafo de um crítico nostálgico: Por que os filmes não são tão bons como antigamente?

Será que vai existir um novo ‘Esqueceram de Mim‘? Essa dúvida veio na minha cabeça depois que eu assisti ‘Um Natal Ex-Pecial‘ na Netflix. O streaming arrasou em trazer a minha eterna musa da adolescência Alicia Silverstone de volta em um filme de Natal, que é uma farofinha gostosa, mas não tem o impacto que os filmes antigos tinham. É um clichê bem executado. Estamos vivendo em um momento à base da nostalgia: reciclar o que funcionou e adicionar elementos que nos lembrem do passado. Os anos 80 e 90 nunca estiveram tão na moda quanto hoje em dia. Temos até a volta do chocolate Surpresa. Mas me indaga a pensar o que nos faz se apegar tanto às décadas passadas.

Os filmes traziam histórias inovadoras e desbravadoras, como ‘Jurassic Park‘ e ‘ET‘, e elas continuam sendo revividas nos cinemas com sequências e derivados, mas não possuem o mesmo impacto narrativo que tiveram outrora. E isso me faz pensar no que consumimos e no que queremos consumir. Ficou muito mais fácil reviver histórias antigas do que iniciar novas. Quais filmes modernos viraram franquias? Em que momento paramos de idealizar novas histórias para viver apenas de histórias que já conhecemos e que nos trazem conforto?

É muito difícil achar um filme atual bom, seja nos streamings ou nos cinemas, mas também quando eles chegam poucas pessoas tem acesso ou interesse. As histórias mais interessantes acabam chegando em poucas salas de cinemas, passando batido, e quem sabe uma hora encontramos em algum streaming. Eu pude ver alguns filmes muito interessantes em festivais de cinema. ‘Baby‘ foi um deles.

Baby

E aí começa um novo problema, de como você pode acessar novas histórias. Indiquei o filme para um amigo, mas não estava nos streamings que ele assinava. E ele já assinava vários. Não dá para assinar mais um streaming só pra ver um filme que não está no seu streaming. Antes você ia na locadora e escolhia um filme. Pronto. Simples. Agora, são dezenas de streamings a rodo. Muito conteúdo, mais do mesmo. E quando você quer indicar um filme, não está no streaming que a pessoa assina. E cá estou de novo em um retrato nostálgico sentindo saudade das velhas locadoras. “É só comprar o filme no streaming, uai”. Fato. Mas de repente voltamos na era da TV a cabo. O filme que quero sempre parece estar no streaming que não assino. E quantos streamings…

Ficar zapeando e procurando um título bom pra assistir, horas e horas. Uma busca solitária. Sem a interação das videolocadoras e sem o charme de pedir ajuda para o atendente. Quem sabe até descolar o VHS lançamento que está escondido embaixo do balcão para os clientes VIPs? Ou se deparar com a fita de Faces da Morte e ficar morrendo de medo? Ou dar uma envergadinha para a sessão adulta com medo de ser descoberto? Ah, que saudade das videolocadoras.

Videolocadoras e a quantidade de opções

Me faz pensar que nossos sentimentos ao assistir a um filme não estavam só no produto em si, mas em toda a jornada para descobri-lo. A magia dos filmes antigos talvez estava na história que nos levou a eles. Hoje temos muitas ofertas, mas tudo parece mais do mesmo. Antes, blockbusters eram raros e preciosos. Quando um blockbuster ia ser lançado, tinhamos meses de preparação. Lembro de ir comprar a revista SET para saber como o Stephen Sommers conseguiu transformar o The Rock em um Escorpião na sequência do maravilhoso ‘A Múmia‘. Que filme delicioso. Hoje vejo quão porco foi o CGI, mas na época eu não me importava. Foram meses me preparando para aquele lançamento, com filas no cinema. 1999 foi o melhor ano da história do cinema. E ‘Independence Day‘? E o que foi o fuá em torno de ‘A Bruxa de Blair‘? Eu nunca sai tão aterrorizado do cinema em imaginar que sim, aquilo podia ter sido verdade e foi vendido como. Que marketing genial, meu Deus. E nem vou falar de ‘Matrix‘ por que esse merece uma matéria só pra ele. Quando teremos algo parecido? O Bug do Milênio nos bugou? A internet nos deixou muito acelerados? Sem paciência?

Matéria de O Retorno da Múmia na revista SET

Isso me leva a pensar que hoje estamos pecando pelo excesso. Temos um blockbuster chegando por fim de semana nos cinemas, um filme imperdível. Você precisa ver. “Não perca, hein?”. As vezes até dois blockbusters no mesmo fim de semana, como o fenômeno ‘Barbenheimer‘. Mas as histórias não parecem mais tão atrativas, e bora rebuscar o passado pra reviver uma história confortante. Amo. ‘Pânico 7‘, ‘Eu Sei o Que vocês Fizeram no Verão Passado‘ (dessa vez eu preferia não ter sabido), a estafa dos super-heróis. Muitas sequências. Poucas histórias inéditas. Nos apegamos ao passado e às franquias. Salvo algumas excessões, como ‘Pecadores‘, ‘Faça Ela Voltar‘ e ‘O Agente Secreto‘. E de repente, ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ volta aos cinemas e estreia em segundo lugar nas bilheterias. Levou 373 MIL pessoas aos cinemas. Em um dia. Um filme lançado há 20 anos. Estamos relançando filmes antigos. Acho que não sou só eu que estou nostálgico.

Sem entrar no tabu da qualidade do conteúdo ofertado hoje em dia tanto nos cinemas quanto nos streamings, que me faz ter saudades imensas de passar as manhãs assistindo os mesmo episódios de ‘A Caverna do Dragão‘ no Xou da Xuxa. Eram episódios repetidos que pareciam novos, tamanha a complexidade. Falando nisso, quando conseguir, assista ao fofo filme nacional ‘O Último Episódio‘, de Maurílio Martins. Um coming of age delicioso que se passa nos anos 90 e aborda toda essa nostalgia. O filme saiu em poucas salas de cinema, e em breve deve chegar ao streaming. Espero que seja em um streaming que você assine. Risos.

Mas eu queria saber de você. Por que estamos tão apegados às histórias do passado e por que não nos interessamos pelas histórias novas? O que falta? Qualidade? Conteúdo?

Jay Kelly

(Jay Kelly)

 

Elenco:

George Clooney
Adam Sandler
Laura Dern

 

Direção: Noah Baumbach

Gênero: Drama

Duração: 132 min.

Distribuidora: O2 Play

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2025 (Nos Cinemas) – 5 de Dezembro de 2025 (Netflix)

Sinopse: 

O astro do cinema JAY KELLY confronta seu passado e seu presente em uma jornada caótica pela Europa com seu dedicado agente.

Ao longo do caminho, os dois precisam confrontar os relacionamentos com pessoas queridas e o legado que vão deixar.

Crítica: 

Crítica | George Clooney comanda a honesta e inofensiva dramédia ‘Jay Kelly’, de Noah Baumbach

Curiosidades: 

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“Não deixe sua vida passar despercebida”: Laura Dern se emociona ao falar sobre ‘Jay Kelly’

Noah Baumbach revela processo de criação de ‘Jay Kelly’: “Não sabia exatamente o que era”

» Além de dirigir, Noah Baumbach também assina o roteiro ao lado de Emily Mortimer;

» Após uma passagem limitada pelos cinemas, o longa chegará ao serviço de streaming da Netflix no dia 5 de dezembro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | George Clooney comanda a honesta e inofensiva dramédia ‘Jay Kelly’, de Noah Baumbach

Noah Baumbach tem uma visão bastante singular sobre o mundo – e utiliza a complexidade do ser humano como força-motriz de histórias de amadurecimento e de perseverança, por mais minimalistas que sejam. Responsável por produções como ‘Margot e o Casamento’, ‘Frances Ha’, ‘Ruído Branco’ e ‘História de um Casamento’, Baumbach frequentemente trabalha com a esposa, Greta Gerwig, e une comédia e drama para retratar os altos e baixos da própria existência. Agora, o cineasta está de volta com um ambicioso projeto intitulado Jay Kelly – uma dramédia estrelada por George Clooney e Adam Sandler que aposta na metalinguagem para pontuações filosóficas e sociais.

Na trama, Clooney interpreta o popular ator titular, Jay Kelly, que ascendeu ao estrelato de maneira meteórica e é conhecido mundo afora. Após terminar as filmagens de seu último projeto, Jay começa a refletir sobre a vida e sobre seu relacionamento com as filhas, acreditando ter perdido boa parte da infância e da adolescência das meninas em prol das burocracias e dos comprometimentos exigidos pela vida hollywoodiana. E, nas duas semanas de folga que conseguiu antes de rodar o próximo longa, Jay decide deixar tudo para trás para encontrar a caçula, Daisy (Grace Edwards), em sua viagem para a Europa ao lado dos amigos, levando sua equipe em uma inofensiva jornada de redescoberta.

Em mais de duas horas, Baumbach navega por sátiras sutis que não criticam apenas a predatória atmosfera da indústria cinematográfica, mas a impalpabilidade da fama em detrimento da humanidade. Responsável pelo roteiro ao lado de Emily Mortimer, que interpreta Candy no projeto, o realizador transforma Jay Kelly em um encontro entre as icônicas e inalcançáveis estrelas de cinema da Era de Ouro de Hollywood, como Clark Gable e Humphrey Bogart, mas nos convida aos bastidores das manchetes e dos holofotes ao levar o protagonista em uma tentativa de recuperar as glórias de um passado no anonimato – colocando-o em xeque constante com as escolhas que fez e os arrependimentos que carrega.

De certa maneira, a ambientação do filme é carregada com uma melancolia permanente que guia não só Jay, mas os outros personagens – afinal, cada um é engolfado nesse impulso existencial que cruza os oceanos. Temos Ron (Adam Sandler), assessor de Jay, que tenta convencê-lo a focar em suas responsabilidades, mas cede aos caprichos do cliente e procura encontrar um meio-termo entre seus desejos e o que é imprescindível; Liz (Laura Dern), publicista do astro e movida por um senso corporativista metódico que entra em conflito com questões não resolvidas com seu ex-noivo, Ron, que abandonou aos pés da Torre Eiffel; e até mesmo Daisy, que se sente invadida pelo comportamento impetuoso do pai, que a encontra através de faturas de cartão de crédito.

O tema principal do filme, e que reflete o apreço de Baumbach por questões existencialistas, já nos é apresentada no letreiro que precede a primeira cena do projeto – uma frase de Sylvia Plath que discorre sobre o desafio de interpretar a si mesmo. Jay funciona como materialização dessa declaração ao não saber mais quem é, deixando se levar pela necessidade de provar e de imortalizar personagens, que o vão destituindo de sua própria essência até o epifânico momento em que decide ir atrás da filha. Destrinchando-se nas subtramas que acompanham os coadjuvantes, os aspectos filosóficos ganham espaço de forma singela e, apesar de se manterem numa superficialidade cômoda, funcional.

Enquanto a relação entre sua vida pessoal e profissional se torna mais intrincada, seja pela fotografia ambígua de Linus Sandgren ou pela cândida trilha sonora de Nicholas Britell, o destaque destina-se aos atores: Clooney diverte-se ao interpretar Jay Kelly, talvez trazendo experiências próprias para compor o arco tour-de-force que o acompanha até o encerramento do longa; Sandler volta a nos encantar com seus meandros dramáticos, entregando um dos papéis mais sólidos de sua carreira; e Dern retoma colaboração com Baumbach em uma rendição que ecoa seu trabalho em ‘História de um Casamento’. Billy Crudup também dá as caras como Tim, ex-colega de Jay que acusa o astro de ter usurpado tudo o que deveria ter ao roubar um importante papel – e que dá início à jornada de rendição do protagonista.

Ainda que Jay Kelly seja um dos filmes mais honestos de Noah Baumbach, ele não é livre de erros – e, em determinado momento, percebemos que a longa duração do projeto não é justificada, valendo-se de limitações impostas pela narrativa em si e por repetições que tentam ser mascaradas pela mesma sutileza empregada na construção dos personagens. Entretanto, o resultado é aprazível o suficiente para nos comover e para nos satisfazer em sua completude – deixando que o elenco brilhe e nos guie nessa trajetória.

Jay Kelly

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