Ambientada nos subúrbios contemporâneos, ‘The ‘Burbs’ acompanha um jovem casal que retorna à casa de infância do marido. O mundo deles vira de cabeça para baixo quando novos vizinhos se mudam para a casa ao lado, trazendo à tona antigos segredos da rua sem saída, e novas ameaças mortais destroem a ilusão de sua pacata vizinhança.
Na trama, Maddie é uma adolescente presa na vida após a morte investigando seu próprio desaparecimento misterioso; ela parte em uma jornada para resolver crimes enquanto se ajusta ao ensino médio na vida após a morte, mas quanto mais perto ela chega da verdade, mais segredos e mentiras ela descobre.
‘Platonic’, elogiada série de comédia estrelada por Rose Byrne e Seth Rogen, se tornou uma das produções mais populares da Apple TV – e, agora, os fãs podem celebrar!
A plataforma de streaming confirmou recentemente que a atração foi renovada para a 3ª temporada.
A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.
Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.
O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).
Kang David é um juiz de grande sucesso, e embora seu êxito se deva à sua eficiência e raciocínio rápido, seu maior defeito é a obsessão pelo materialismo e pelo sucesso. Um dia, uma crise inesperada o afasta do cargo, e ele se torna um advogado de interesse público.
Lançada há menos de uma semana, a sequência ‘O Troll da Montanha 2‘ está fazendo sucesso na plataforma brasileira da Netflix – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito explorando os incríveis efeitos visuais do longa.
A produção conseguiu alcançar o topo dos filmes mais assistidos do serviço de streaming, desbancando ‘Feliz Assalto‘, ‘O Chamado da Floresta‘, ‘Garfield‘, ‘Zona de Risco‘, entre outros.
Na trama, Ine Marie Wilmann, Kim Falck e Mads Sjøgård Pettersen usem forças para defender a Noruega de um novo troll.
Roar Uthaug retorna à direção, enquanto Espen Aukan está de volta como roteirista.
No novo filme, as forças armadas norueguesas que estão enfrentando uma nova ameaça, mas estão totalmente equipadas para enfrentar a besta que é feita de pedra e terra. Os protagonistas do longa original — a professora de paleontologia Nora (Ine Marie Wilmann), o conselheiro político Andreas Isaksen (Kim Falck) e o major do exército Kristoffer Holm (Mads Pettersen) — estão de volta à batalha.
Vale lembrar que o longa dividiu opiniões dos críticos com 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. Enquanto alguns críticos elogiam a abordagem diferenciada deste “filme de monstros”, outros acreditam que a sequência não conseguiu justificar sua existência.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘O Troll da Montanha 2’ é ainda mais tedioso e decepcionante do que seu antecessor medíocre.” (Decider)
“Este filme sofre de problemas comuns de qualquer sequência. Mas, como fã de filmes de kaiju, não posso deixar de apoiá-lo, pois oferece uma variedade muito necessária a este subgênero.” (Digital Mafia Talkies)
“A caracterização é superficial e as piadas são fracas. A mitologia nórdica é um ponto de partida atípico para filmes de monstros, mas, ao utilizá-la de forma tão mecânica como neste caso, o filme tem poucas chances de se destacar em meio à mesmice dos filmes de baixo orçamento.” (Guardian)
“Já assisti dois filmes dessa franquia e ainda não sei se devemos torcer pelos trolls ou não.” (Ready Steady Cut)
“É um pouco exagerado? Sem dúvida. Isso faz parte do seu charme? Com certeza. ‘O Troll da Montanha 2’ é incrível. Ambicioso, divertido e assumidamente gigantesco.” (SciFiNow)
“‘O Troll da Montanha 2’, sequência do aclamado filme norueguês de 2022, não tem ação suficiente para justificar sua existência.” (RogerEbert.com)
“Além de ser uma experiência incrivelmente divertida, o filme ainda traz uma abordagem totalmente nova para um filme de monstros que definitivamente tem potencial para se tornar uma das importações mais impressionantes da Netflix.” (Inverse)
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.
Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
‘IT: Bem-Vindos a Derry‘, série derivada do terror ‘IT: A Coisa’, é uma das produções mais populares e elogiadas do ano – expandindo a icônica mitologia criada por Stephen King. E é claro que a atração não ficaria de fora da CCXP 2025.
A HBO Max trouxe uma ativação especial do spin-off, convidando o público a participar de uma espécie de “casa do terror” cuja entrada se dá no infame cinema de Derry e termina nos encanamentos da cidade onde vive a perigosa entidade que assume a forma de Pennywise, contando com várias referências a esse panteão.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
“Com quatro episódios lançados, a 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma melhora satisfatória em relação à já sólida 1ª temporada”, afirmou Aidan Kelley do Collider.
“Com sua segunda temporada, Percy Jackson e os Olimpianos, do Disney+, prova que chegou para ficar, e não vai cair nas mesmas armadilhas de outras adaptações malfadadas”, afirmou Dais Johnston do Inverse.
“Scobell incorpora esse personagem icônico sem esforço, mesmo que o público possa sentir que sua interpretação carece de mais contundência. A 2ª temporada também desperdiça o potencial de subverter expectativas e, no fim das contas, Percy Jackson aposta no seguro”, afirmou Martin Carr da CBR.
“A segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma grande aventura ao redor do mundo, e seu trio de protagonistas cresce de forma adequada, tornando-se mais velho e emocionalmente maduro para enfrentá-la”, afirmou Lauren Coates do Next Best Picture.
“Se você vai gostar da série ou não, imagino que será fortemente influenciado por quanto você amava os livros de Rick Riordan quando criança, e eu amava, muito, mas a ação é ágil, os monstros são agradavelmente nojentos e o humor continua afiado”, afirmou Vicky Jessop do Standard.
“A 2ª temporada de Percy Jackson and the Olympians é um retorno mágico a um mundo onde mitologia não é apenas algo que você aprende e esquece. É maior. É mais irreverente. É mais ousada. E pode muito bem ser melhor do que a 1ª temporada”, afirmou Lissete Lanuza Sáenz do Fangirlish.
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
A produção chegará ao serviço de streaming no dia 15 de janeiro.
Na trama…
Acompanhamos as aventuras de uma nova turma de cadetes em um dos lugares mais lendários da galáxia. Sob o olhar atento e exigente de seus instrutores, eles descobrirão o que é preciso para se tornarem oficiais da Frota Estelar enquanto navegam por amizades florescentes, rivalidades explosivas, primeiros amores e um novo inimigo que ameaça tanto a Academia quanto a própria Federação.
Vale lembrar que Paul Giamattiserá o vilão principal da 1ª temporada, enquanto Holly Hunterdará vida a uma das capitãs e à chanceler atual da Academia Espacial.
A atração conta com Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) e Noga Landau (‘Nancy Drew’) atuam como coshowrunners e produtores executivos.
Na trama, Maddie é uma adolescente presa na vida após a morte investigando seu próprio desaparecimento misterioso; ela parte em uma jornada para resolver crimes enquanto se ajusta ao ensino médio na vida após a morte, mas quanto mais perto ela chega da verdade, mais segredos e mentiras ela descobre.
É o mundo do Capitão Pátria, completamente sujeito aos seus caprichos erráticos e egocêntricos. Hughie, Mother’s Milk e Frenchie estão presos em um “Campo da Liberdade”. Annie luta para organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers. Kimiko está desaparecida. Mas quando Butcher reaparece, pronto e disposto a usar um vírus que eliminará todos os Supers do mapa, ele desencadeia uma série de eventos que mudarão para sempre o mundo e todos nele.
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
O fim de ano é sempre uma época um tanto quanto delicado. Enquanto muitas pessoas se revezam para atender a todas as confraternizações, outras se agitam para organizar as festas. E, enquanto o Natal é o início de verão aqui no Brasil, o que crescemos vendo, nas tvs e nos cinemas, é filmes e séries natalinas com muito frio e neve, retratando uma cultura alheia à nossa. No intuito de aproximar a data festiva a realidade de muitos brasileiros, produtoras e realizadores têm buscado criar filmes e séries com nossas características, como o especial ‘O Natal dos Silva’, série brasileira com exibição semanal no Canal Brasil e também disponível na Globoplay.
Diferente do ano anterior, esse ano Luciano (Robert Frank) pretende passar o Natal com sua família e levar sua nova namorada, Lin (Aisha Brunno), com quem tem planos de se casar – mas isso é surpresa. Ao chegar na casa de sua tia Bel (Rejane Faria, de ‘Marte Um’), os dois se deparam com a pior recepção possível: Bel, em vez de feliz, se mostra extremamente estressada e irritada não só com a presença dos dois, mas com o fato de a festa ter ficado toda às suas custas. E, à medida que os outros convidados da família vão chegando, a irritabilidade entre todos vai se intensificando. Uma vez que este é o primeiro Natal sem a matriarca da família, que falecera no ano anterior, dessa vez os Silva terão que passar a noite feliz entre eles, e entender qual o verdadeiro espírito natalino.
Dividida em cinco episódios de aproximadamente quarenta minutos cada, esta é a primeira incursão seriada da Filmes de Plástico, produtora mineira que caiu no gosto do público jovem, responsável por sucessos como ‘Marte Um’ e ‘O Último Episódio’. ‘O Natal dos Silva’ é criada porGabriel Martins (diretor de ‘Marte Um’), roteirizada por ele e André Novais Oliveira e dirigida pelos dois, junto com Maurílio Martins (todos da Filmes de Plástico).
Partindo da ideia de trazer uma história de Natal com mais cara e sabor brasileiros, ‘O Natal dos Silva’ dedica muito tempo na treta familiar – um pouco a mais do que o espectador pode estar disposto a ver. Quer dizer, é claro que toda família tem briga e lavagem de roupa suja no fim de ano, mas, até mesmo por isso, assistir uma série que passa mais da metade de seu tempo nisso pode acabar cansando o espectador. Inclusive a protagonista, Bel, não é/está só mal-humorada, ela xinga, e muito, e não apenas os palavrões corriqueiros mais comuns, mas também aqueles mais pesados, que destoam no audiovisual; a frequência com que a personagem se pronuncia assim acaba ajudando a pesar mais o clima da série, que demora a suavizar. Talvez a história fosse no formato de um longa, esse tempo da treta se passasse mais rápido e, portanto, tivesse um menor impacto.
Ainda assim, ‘O Natal dos Silva’ faz um olhar mais despretensioso do fim de ano brasileiro, mostrando os percalços da família comum e a rede de afetos que se cria apesar das farpas trocadas ao longo do ano, com direito a amigo oculto nas famílias maiores porque, afinal, não dá para comprar presente para todos. ‘O Natal dos Silva’ é muito bem produzido, uma opção brasileira para o fim de ano aos que curtem histórias de Natal.
O ator Matthew Lillard, que interpretou o icônico serial killer Stu Macher no primeiro filme da franquia ‘Pânico’ (1996), falou recentemente sobre o momento em que descobriu que sua voz seria usada no teaser de ‘Pânico 7’, e, mais importante, que ele realmente voltará à série.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Lillard comentou a cena de encerramento do primeiro trailer de ‘Pânico 7’, onde sua voz diz “Isso vai ser divertido!”:
“Eu não fazia ideia”, admitiu o ator. “O único poder que se tem nesse negócio é dizer sim ou não, e uma vez que você diz sim, você não tem mais controle algum”.
Lillard compartilhou o momento exato em que o diretor e roteiristaKevin Williamson o contatou para confirmar seu retorno, desmentindo boatos anteriores:
“Eu estava caminhando. Estava em uma ligação de trabalho com minha empresa, Find Familiar Spirits”, lembra o ator. “Coloquei-os em espera porque Kevin Williamson me ligou no meio do dia”.
“Eu fiquei tipo, ‘Isso é muito estranho’. Atendi o telefone, conversamos cinco minutos sobre coisas aleatórias, e ele perguntou: ‘Você quer voltar?’ Eu literalmente fiquei tipo, ‘Meu Deus!’ Eu gritei”, destacou.
O ator revelou a razão por trás da negação pública de Williamson sobre o retorno de Stu: “Quando ele me perguntou, eu disse: ‘Achei que você não queria que eu estivesse no filme’. Ele respondeu: ‘Eu só queria que você ficasse quieto, porque eu quero você no filme'”.
Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
A atriz Sydney Sweeney se manifestou recentemente sobre a controversa campanha de jeans da American Eagle que gerou grande repercussão e duras críticas no início do ano, envolvendo até mesmo discussões sobre política e etnia.
Conforme o Entertainment Weekly, Sweeney desabafou sobre a reação intensa do público e da mídia à campanha:
“Sinceramente, fiquei surpresa com a reação. Não apoio as opiniões que algumas pessoas escolheram associar à campanha. Muitos atribuíram a mim motivos e rótulos que simplesmente não são verdadeiros”, disse Sweeney.
A campanha em questão da American Eagle usava o slogan “Sydney Sweeney Has Great Jeans”(Sydney Sweeney Tem Jeans Ótimos), um trocadilho com “great genes” (bons genes/boa genética).
Isso gerou forte indignação online, com críticas de que a campanha estaria implicitamente glorificando a “herança branca” e o corpo magro da atriz. Alguns usuários chegaram a comparar os anúncios a “propaganda nazista”.
A atriz também afirmou que “age com bondade” em sua vida pessoal e sugeriu que não deseja mais se associar ao ódio:
“Quem me conhece sabe que estou sempre tentando unir as pessoas. Sou contra o ódio e a divisão”, destacou.
Sweeney explicou por que quebrou seu silêncio sobre a polêmica:
“No passado, minha postura era nunca responder a críticas negativas ou positivas”, continuou. “Mas recentemente percebi que meu silêncio sobre essa questão só aumentou a divisão, e não a diminuiu. Então espero que este novo ano traga mais foco no que nos une, em vez do que nos separa”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro de 2026.
Na trama…
“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”
Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.
Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.
O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.
O ator e ex-lutador John Cena, estrela da série ‘Pacificador’, revelou recentemente que sua controversa declaração sobre Taiwan em 2021 quase custou seu papel como o herói da DC. Na época, Cena se envolveu, sem querer, em uma discussão sensível sobre o status de Taiwan como país.
Conforme o ComicBookMovie, Cena detalhou o contexto da polêmica, que surgiu durante uma entrevista em mandarim:
“Estudei mandarim por uma década. Morei na China por um tempo. Filmei um longa com Jackie Chan… Fiz um pacto comigo mesmo: vou fazer 70% da minha mídia em mandarim”, explicou Cena.
O erro ocorreu ao ler um teleprompter durante a turnê de imprensa:
“Fiz um pacto comigo mesmo: vou fazer 70% da minha mídia em mandarim… Uma delas dizia: ‘Taiwan… será o primeiro país a ver isso.’ Estava tudo em mandarim. Eu não revisei as falas. Apenas li o prompter. Foi como um momento à la Ron Burgundy”, acrescentou.
A declaração gerou insatisfação na China, levando Cena a pedir desculpas ao país. No entanto, o pedido de desculpas o colocou em um fogo cruzado:
“Ao pedir desculpas à China, irritei meu próprio país. Sou patriota. Amo os Estados Unidos da América e tudo o que ele representa. Mas para ninguém aquilo foi suficiente. Ninguém ficou feliz. Todo mundo ficou p***”, reconheceu Cena.
Cena disse que acreditou que o incidente colocaria em risco sua participação na 1ª temporada de ‘Pacificador’:
“Acho que fui o único cara quase ‘cancelado’ por fazer o dever de casa”, comentou. “Eu estava filmando Pacificador, Temporada 1, e quando começaram a falar de tudo isso, fui direto ao James Gunn e disse: ‘Cara, se você precisar me demitir, eu entendo'”.
“Eu não apenas deixei de consertar o buraco no barco, eu afundei o Titanic”, acrescentou.
O ator não foi demitido, mas afirmou que não falará mais mandarim em turnês de imprensa, temendo causar novas ofensas.
A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão (BAFTA) divulgou que sua composição de 14 mil membros está significativamente mais diversa, após um processo de mudança que começou há cinco anos.
Conforme a Variety, o sindicato revelou que, em 2025, alcançou quase todas as metas de representatividade estabelecidas em 2020:
20% de integrantes de grupos étnicos minoritários (atual: 19,85%).
12% de pessoas surdas, com deficiência ou neurodivergentes (atual: 12,84%).
10% de pessoas LGB+ (atual: 13,29%).
Embora a meta de 50% de mulheres ainda não tenha sido alcançada, a organização destacou um progresso notável: 51% dos novos membros admitidos desde 2020 se identificam como mulheres.
Uma meta relacionada à origem socioeconômica não havia sido definida em 2020. A BAFTA introduziu a questão e começou a reportar os dados em 2023.
A origem socioeconômica passou a ser considerada apenas em 2023, após recomendações da Comissão de Mobilidade Social. Hoje, 19% dos membros vêm de famílias da classe trabalhadora, e 21% dos novos integrantes desde 2020 se identificam nesse grupo.
Metas para 2030
A partir de 2026, a BAFTA ampliará seus objetivos:
Aumentar para 18% a representatividade de pessoas surdas, com deficiência ou neurodivergentes até 2030.
Atrair 25% de novos membros de origens socioeconômicas mais baixas.
Aprofundar a análise sobre a participação de pessoas não brancas em cargos de liderança.
Ampliar o número de mulheres nos setores de games e em funções técnicas, onde a representatividade atual é inferior a 40%.
Declarações da liderança
“Tenho orgulho do progresso da BAFTA na construção de uma comunidade diversificada, que reflete a amplitude de talentos do cinema, dos games e da televisão”, afirmou Sara Putt, presidente da instituição. “Há desafios sistêmicos que ainda limitam oportunidades, especialmente para pessoas com deficiência e para profissionais de origem da classe trabalhadora, e precisamos continuar pressionando por mudanças”.
Andrew Miller, membro do conselho e do Grupo Consultivo de Deficiência, reforçou: “Inclusão não acontece sozinha; exige esforço e compromisso. Com quase 13% de membros declarando alguma deficiência e uma meta ambiciosa para 2030, a BAFTA está liderando pelo exemplo no avanço da representatividade”.
Atualmente, cerca de 10 mil membros participam da votação anual dos prêmios de cinema, games e televisão. Só em 2025, 782 novos membros titulares foram admitidos.
O atorJoel Edgertonrebateu publicamente a declaração do cineasta James Cameron de que filmes de streaming não deveriam ser elegíveis ao Oscar. Edgerton defendeu que as plataformas são vitais para dar oportunidades e que seu trabalho não deve ser inferiorizado.
Em entrevista à Variety, Edgerton criticou a divisão na indústria e a importância dos streamers para a diversidade de vozes:
“Não deveríamos ficar discutindo entre nós sobre o que tem ou não o direito de ser visto, premiado ou fazer parte da conversa, porque existem pessoas que só têm oportunidade graças aos streamers. Eu não acho necessariamente que algo deva ser visto como inferior”, afirmou.
Edgerton reconheceu o argumento de Cameron sobre a necessidade de proteger a experiência cinematográfica, mas salientou o custo humano de limitar a elegibilidade:
“Acho que o ponto do James é que deveria haver uma luta mais robusta pela sobrevivência do cinema, mas isso não pode acontecer às custas de pessoas cuja única chance de fazer um filme é através de um streamer, e que não teriam chance de serem vistas e ouvidas”, explicou.
“Eu realmente respeito isso. James é um dos grandes. Ele faz filmes em grande escala. Sempre foi um pioneiro”, acrescentou.
O debate sobre a elegibilidade no Oscar continua dividindo a comunidade de Hollywood:
O ator Stellan Skarsgård endossou a posição de Cameron: “É a única forma de fazer os cinemas sobreviverem. É a única forma de fazer o cinema sobreviver. E sem cinema, você não tem Netflix”.
Já o diretor Park Chan-wook discordou da exclusão: “Eu entendo o sentimento por trás do que [Cameron] disse, mas com o número crescente de grandes filmes feitos para streaming, simplesmente não acho que isso combine com a realidade em que vivemos hoje”.
Edgerton concluiu sua defesa do streaming com uma reflexão pessoal sobre como o cinema se consome e o que realmente define um grande filme:
“Um amigo uma vez me perguntou: ‘Quantos dos seus filmes favoritos você realmente viu no cinema?’ A maioria dos meus filmes favoritos foi feita nos anos 70… Eu não tive chance de vê-los no cinema; só assisti em fita VHS numa TV horrível. E ainda são meus filmes favoritos”, destacou.
Edgerton finalizou: “Eu ainda morreria pela causa do cinema, pelo menos parcialmente. Mas também sou pragmático”.
Em 2023, o fenômeno de bilheteria da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s, adaptação da popular série de jogos criada por Scott Cawthon, conquistou o público mundial e se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano, marcando de vez o retorno do horror com animatrônicos ao centro da cultura pop. Agora, o pesadelo está longe de ter acabado: um novo e perturbador capítulo desse universo sombrio se prepara para começar.
Passou-se um ano desde os eventos sobrenaturais que transformaram a Freddy Fazbear’s Pizza em cenário de um massacre envolto em mistério. Desde então, os boatos e relatos sobre o que realmente aconteceu dentro do restaurante abandonado se espalharam pela cidade, distorcidos pelo tempo e transformados em uma lenda urbana kitsch. Essa curiosidade mórbida do público acabou inspirando o surgimento do primeiro FazFest, um festival local que celebra — sem saber o quão perigoso isso pode ser — o mito dos animatrônicos.
Enquanto isso, o ex-segurança Mike Schmidt (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) lutam para manter uma aparência de normalidade. Eles fazem tudo ao alcance para proteger Abby (Piper Rubio), a irmã mais nova de Mike, uma garota de 11 anos que sobreviveu aos horrores da pizzaria e que guarda uma ligação emocional profunda com os animatrônicos. Nenhum dos dois tem coragem de revelar à menina a verdade sobre o trágico destino de seus “amigos”.
No entanto, quando Abby, movida por saudade e por um senso de lealdade inocente, foge de casa para tentar reencontrar Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, ela acaba despertando forças que deveriam permanecer enterradas. Sua busca desencadeia uma cadeia de eventos cada vez mais ameaçadores, expondo segredos há muito soterrados e revelando a vergonhosa e aterrorizante origem de Freddy Fazbear. O que emerge das sombras é um horror antigo, cuidadosamente ocultado por décadas — e agora impossível de conter.
» O elenco de Five Nights at Freddy’s 2 reúne rostos já conhecidos e novos destaques. Retornam Theodus Crane, como Jeremiah, e o lendário Matthew Lillard, novamente no papel de William Afton, figura central do terror da franquia. O filme também apresenta novos personagens vividos por Freddy Carter (Shadow and Bone, Pennyworth), Wayne Knight (Jurassic Park, Seinfeld), Mckenna Grace (da franquia Ghostbusters e Annabelle Comes Home) e o ícone do terror Skeet Ulrich (Scream, Riverdale), expandindo ainda mais o universo sombrio que conquistou milhões.
» A adaptação live-action ‘Five Nights At Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ se tornou o filme de maior bilheteria da história da Blumhouse.
» O filme arrecadou US$ 297 milhões nas bilheterias globais. O recordista anterior de maior filme da Blumhouse foi ‘Fragmentado‘, thriller de M. Night Shyamalan de 2016, estrelado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy. Esse filme arrecadou US$ 278,5 milhões quando encerrou sua exibição nos cinemas.
» ‘Five Nights At Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ também superou a arrecadação total de ‘A Freira 2’ (US$268M), tornando-se o maior terror do ano.
A 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, teve quatro cenas exibidas na CCXP.
Confira a descrição:
No Taxi, a tensão amorosa entre Annabeth e Percy fica ainda mais evidente. A caminho do acampamento de sangue, a dupla tenta descobrir o paradeiro de Grover e recebem o código 30317512 como sua localização.
Ali, vemos o Velocino de Ouro, capaz de curar tudo, e Grover pede socorro a Percy, entregando o mesmo código apresentado pelas Irmãs como sua localização.
Na quarta cena, testemunhamos a emocionante Corrida de Bigas, onde a dupla de Annabeth confrontará direramente Percy e Tyson. Com efeitos práticos impressionantes, a cena é bem elaborada e promete fortes emoções para os fãs!
“Mar de Monstros”, fez uma estreia extremamente positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 100% de aprovação da crítica, com base nas primeiras seis avaliações. Para efeito de comparação, a 1ª temporada, que adaptou “O Ladrão de Raios”, conquistou 91% de aprovação da crítica, com base em 65 avaliações.
Os críticos que já assistiram aos quatro episódios liberados da nova temporada elogiaram a produção, destacando que a 2ª temporada pode ser ainda superior à primeira.
“Com quatro episódios lançados, a 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma melhora satisfatória em relação à já sólida 1ª temporada”, afirmou Aidan Kelley do Collider.
“Com sua segunda temporada, Percy Jackson e os Olimpianos, do Disney+, prova que chegou para ficar, e não vai cair nas mesmas armadilhas de outras adaptações malfadadas”, afirmou Dais Johnston do Inverse.
“Scobell incorpora esse personagem icônico sem esforço, mesmo que o público possa sentir que sua interpretação carece de mais contundência. A 2ª temporada também desperdiça o potencial de subverter expectativas e, no fim das contas, Percy Jackson aposta no seguro”, afirmou Martin Carr da CBR.
“A segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma grande aventura ao redor do mundo, e seu trio de protagonistas cresce de forma adequada, tornando-se mais velho e emocionalmente maduro para enfrentá-la”, afirmou Lauren Coates do Next Best Picture.
“Se você vai gostar da série ou não, imagino que será fortemente influenciado por quanto você amava os livros de Rick Riordan quando criança, e eu amava, muito, mas a ação é ágil, os monstros são agradavelmente nojentos e o humor continua afiado”, afirmou Vicky Jessop do Standard.
“A 2ª temporada de Percy Jackson and the Olympians é um retorno mágico a um mundo onde mitologia não é apenas algo que você aprende e esquece. É maior. É mais irreverente. É mais ousada. E pode muito bem ser melhor do que a 1ª temporada”, afirmou Lissete Lanuza Sáenz do Fangirlish.
A 2ª temporada da série chega à plataforma de streaming no próximo dia 10 de dezembro.
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
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