Em FOI APENAS UM ACIDENTE, quando o mecânico Vahid encontra por acaso o homem que acredita ter sido seu torturador na prisão, ele o sequestra decidido a se vingar. A única pista sobre a identidade de Eghbal é o som peculiar de sua perna protética, e Vahid, então, recorre a um grupo de vítimas libertas em busca de confirmação.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Jafar Panahi também assina o roteiro do longa;
Em ETERNIDADE, na vida após a morte, onde as almas têm uma semana para decidir onde passar a eternidade, Joan enfrenta a escolha impossível entre o homem com quem passou a vida e o seu primeiro amor, que morreu jovem e esperou décadas pela sua chegada.
Não é exagero dizer que a maioria das meninas cresce ouvindo histórias romantizadas sobre o período da gestação e da maternidade, condicionando a percepção da jovem criança de que não só a gravidez, mas todo o tornar-se mãe seria como um conto de fadas, em que tudo só dá certo e não há dores nem dúvidas. Quem já gestou ou já se tornou mãe sabe que, na prática, não é bem assim. Há inúmeras camadas não ditas sobre esse período, tidas como tabu, como segredo, como assuntos que não devem ser revelados em sua totalidade. Felizmente, entretanto, os tempos atuais buscam trazer olhares mais realistas e sinceros sobre a experiência feminina, e uma importante ferramenta nesse sentido é o filme ‘Mãe Fora da Caixa’, longa brasileiro em cartaz no circuito nacional.
Manu (Miá Mello, de ‘Meu Passado me Condena’) é uma mulher batalhadora que lutou muito para chegar aonde está, e hoje é gerente de um renomado hotel de luxo. Até por isso, Manu tem tudo sob controle, com absolutamente tudo planejado em planilhas, listas e cronogramas. Porém, ela está prestes a dar à luz à sua primeira filha com seu marido, André (Danton Mello, de ‘Ninguém é de Ninguém’), que, por uma enorme coincidência, acaba de ser promovido no trabalho e a partir de agora terá que ficar metade da semana fora, em viagem, e metade em casa. Certa de que consegue dar conta de tudo sozinha e que sua bebê não irá forçá-la a mudar seu planejamento, Malu se torna mãe e descobre, aos poucos, que nem tudo dá para ficar sob seu controle.
Baseado na obra homônima de Thaís Vilarino – que também foi adaptada para o teatro com a própria Miá como protagonista –, o grande trunfo de ‘Mãe Fora da Caixa’ é conseguir falar de gestação, maternidade e puerpério de uma maneira mais direta, não romantizada e completamente natural. Para tal, a história não se furta de mostrar uma protagonista que vai se tornando mãe à medida em que entende e descobre como as coisas vão funcionando para si e para sua filha, para o bem e para o mal, enquanto o tempo vai passando para ambas – tal como é a vida – e a importância de a mãe ter uma rede de apoio ao seu redor.
Totalmente à vontade com o tema e com este universo, Miá Mello é o grande brilho de ‘Mãe Fora da Caixa’, seja com seu carisma natural, seja por aproximar sem esforço o espectador das inquietações de Manu. Bem como Malu Valle, que interpreta a mãe da protagonista e imprime um tom leve e divertido que só quem já passou pela experiência e sabe que eventualmente a “ficha vai cair” consegue empregar.
Com roteiro de Patricia Corso, Patricia Leme e Clara Peltier, além de adaptar um livro que virou peça era necessário, acima de tudo, dialogar com a mulher e o pensamento modernos. A maternidade não exclui nem o trabalho nem o casamento, e vice-versa. Assim, Manu passa o filme inteiro tentando equilibrar todos os elementos da sua vida, mas, por ser uma mulher que teve que lutar muito para chegar ao cargo que possui, tem dificuldades de pedir ajuda, seja à sua mãe, ao marido, à melhor amiga. Esse também é um dos grandes dilemas da maternidade – em quem confiar quando se precisa voltar à rotina? – e que se torna o ponto central do filme de Manuh Fontes, mas cuja resolução, ao final, deixa os argumentos em cima da mesa, sem amarrá-los bem.
Mais que um filme, ‘Mãe Fora da Caixa’ é um valoroso retrato da experiência maternal falada de maneira direta e sem tabus.
O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, abordou recentemente as preocupações dos críticos em relação à aquisição da Warner Bros., garantindo que os filmes do estúdio tradicional continuarão a ser lançados nos cinemas.
A Netflix está em processo de adquirir a Warner Bros. Discovery e sua plataforma HBO Max por US$ 82,7 bilhões. A declaração de Sarandos visa tranquilizar a comunidade cinematográfica que teme o fim da janela de exibição tradicional do estúdio.
Em uma teleconferência com investidores e imprensa, Sarandos destacou o compromisso da Netflix com a janela de cinema, mesmo que de forma curta:
“Não é como se tivéssemos oposição a filmes indo para os cinemas. Minha resistência tem sido principalmente em relação às longas janelas exclusivas, que não consideramos muito amigáveis ao consumidor”, disse Sarandos à Variety.
Sarandos confirmou que a Netflix manterá o ciclo de distribuição da Warner Bros. Discovery, que começa com a exibição em tela grande:
“Mas quando falamos sobre manter a HBO operando, basicamente como está, isso também inclui o contrato de filmes da Warner Bros., que prevê um ciclo que começa no cinema, o qual continuaremos a apoiar”, acrescentou.
Ele reconheceu que essa janela “evoluirá”, mas reiterou o objetivo de agradar o consumidor:
“Eu não vejo isso como uma mudança na abordagem para filmes da Netflix ou da Warner. Acredito que, com o tempo, as janelas evoluirão para serem muito mais amigáveis ao consumidor, permitindo alcançar o público mais rapidamente… Eu diria que, por enquanto, você pode contar que tudo o que está planejado para ir aos cinemas pela Warner Bros. continuará indo”, destacou.
O foco principal da Netflix permanece no streaming: “Mas nosso objetivo principal é levar filmes de estreia para nossos assinantes, porque é isso que eles procuram”.
As declarações de Sarandos respondem diretamente aos críticos, especialmente considerando que, no ano passado, ele havia afirmado que os cinemas estavam ultrapassados para grande parte do público:
“Se você tem a sorte de morar em Manhattan e pode caminhar até um multiplex e assistir a um filme, isso é fantástico. A maior parte do país não pode”, disse Sarandos.
Em SOLDADO DE CHUMBO, o ex-agente das forças especiais Nash Cavanaugh é recrutado pelo governo e forçado a confrontar o passado. Anos depois de abandonar um culto liderado pelo perigoso Bokushi, Nash precisa voltar à fortaleza onde ex-companheiros de guerra se transformaram em soldados de uma causa cruel. Ao lado do agente Emmanuel Ashburn, ele embarca em uma missão repleta de ação e vingança em um confronto explosivo.
Em “D.P.A. 4: Detetives do Prédio Azul 4 – O Fantástico Reino de Ondion”, Mel (Emilly Puppim) e Zeca (Stéfano Agostini) encaram uma mega, hiper, superperigosa missão em busca de Max (Samuel Minervino), que sumiu misteriosamente. Eles desconfiam que o amigo foi levado para o reino mágico de Ondion por Juks (Enzo Campeão), um dos vilões da trama. Os dois detetives conseguem chegar lá através do portal do apartamento 333 do Prédio Azul, que foi aberto para transportar Rúbia (Anna Sophia Folch), Brisa (Cléo Faria), Berenice (Nicole Orsini), Leocádia (Cláudia Netto) e Theobaldo (Charles Myara) até a festa de aniversário de Berta (Suely Franco).
Curiosidades:
» A franquia foi criada pela escritora Flávia Lins e Silva, e o primeiro filme foi lançado há 10 anos;
» O quarto filme dará continuidade aos eventos em ‘Detetives do Prédio Azul: O Filme‘ (2017), ‘Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano‘ (2018) e ‘Detetives do Prédio Azul 3: Uma Aventura no Fim do Mundo‘ (2020);
“O elenco do filme merece crédito, não tanto por suas atuações, mas pela capacidade de manter a seriedade durante toda a projeção.” (The Hollywood Reporter)
“O roteiro não tem a menor inspiração. Ele avança de cena em cena em um ritmo lento, com um desdém pela lógica que beira o desprezo — ou a insanidade.” (TheWrap)
“A história — sobrecarregada e sem tensão — é um coquetel diluído de infâncias problemáticas e negligência parental, e quaisquer tentativas de humor (com exceção das cenas envolvendo o Skeet Ulrich) parecem esquisitas.” (New York Times)
“‘Five Nights at Freddy’s 2’ se preocupa mais em servir easter eggs para os fãs dos jogos do que ser um filme competente.” (Bloody Disgusting)
“É um filme de terror surpreendentemente desajeitado. Não é apenas bobo. É simplesmente ruim, talvez até pior que o primeiro.” (Variety)
“Os mascotes assassinos podem até conseguir escapar, mas esta sequência nunca se liberta de sua própria convencionalidade.” (Screen International)
“Este filme é uma bagunça incoerente que, antigamente, teria sido lançada direto em DVD. ‘Five Nights at Freddy’s 2’ tem uma vibe de programa infantil educativo, sem terror de verdade e sem a menor noção de que deveria ter.” (Associated Press)
Vale lembrar que o terror já está em exibição nos cinemas nacionais.
Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.
Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.
O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.
Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.
Skeet Ulrichfoi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.
Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.
O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.
O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna Grace, Wayne Knight e Megan Fox.
A 2ª temporada de ‘Paradise’, elogiada série de suspense político do Disney+, teve seus primeiros cinco minutos exibidos na CCXP.
Confira a descrição:
Despeserada, ela se junta a sua colega de trabalho Gayle para reunir surprimentos e se esconder no porão da icônica casa de Elvis, onde fica a sala do falecido artista.
Pouco depois ela testemunha uma mudança drástica no clima e o mar começa a subir e avançar na cidade, levando as duas a buscarem abrigo no porão. No entanro, o caos começa a imperar, cortando a rede de energia e gerando tremores assustadores.
A Marvel Studios divulgou um trailer de ‘Magnum’ (‘Wonder Man’), a mais nova série em live-action do Universo Cinemático Marvel, na CCXP.
Confira a descrição:
Eles acabarão se unindo em busca do sonho do estrelato, em um teaser que traz ares de uma comédia de erros, com muita ironia e um humor levemente autodepreciativo.
Pelo teaser, é possível perceber referências ao estilo dos Irmãos Coen.
A produção tem estreia agendada para o dia 27 de janeiro de 2026, às 22h (horário de Brasília), no Disney+.
Na trama…
O aspirante a ator Simon Williams está lutando para engrenar em sua carreira. Durante um encontro casual com Trevor Slattery, um ator cujos maiores papéis podem já ter ficado para trás, Simon descobre que o lendário diretor Von Kovak está refazendo o filme de super-heróis “Wonder Man”. Em extremos opostos de suas carreiras, esses dois atores perseguem obstinadamente papéis transformadores neste filme, enquanto o público dá uma espiadinha nos bastidores da indústria do entretenimento.
A série terá 8 episódios com duração de 30 minutos cada.
O diretor Destin Daniel Cretton, responsável por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, está à frente do projeto como produtor e dirige alguns episódios da série.
A primeira temporada chocou os fãs ao apresentar a morte de Foggy Nelson, o melhor amigo de Matt Murdock. No entanto, apesar da cena emocionante, muitos fãs criaram teorias de que o personagem poderia estar vivo.
Agora, conforme reportado pelo ComicBookMovie, o ator Charlie Cox (Demolidor) falou abertamente sobre o destino de Foggy, indicando que as teorias dos fãs estão incorretas:
“Mas o Demolidor ouviu o coração dele parar. Ele está morto [risos]. Sinto muito. Estou muito triste. Eu estou. Adoro essa teoria, mas está errada”, disse o ator, com um sorriso no rosto, em tom de brincadeira.
A esperança dos fãs em relação à sobrevivência de Foggy Nelson não é infundada, já que houve precedentes nos quadrinhos.
Em uma das ocasiões mais relevantes para a narrativa da série, Foggy foi esfaqueado enquanto visitava Matt na prisão e, para protegê-lo, entrou no Programa de Proteção a Testemunhas, simulando sua morte. A crença dos fãs era que a série poderia seguir um caminho semelhante para trazê-lo de volta.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
‘Zootopia 2’ segue em exibição nos cinemas, consolidando o sucesso da franquia da Disney. A atriz e dubladora Ginnifer Goodwin, voz original da protagonista Judy Hopps, não apenas comentou sobre os rumores do relacionamento com Nick Wilde, mas também confirmou o status romântico da dupla.
Em entrevista à Variety, Goodwin destacou que a dinâmica de Judy e Nick na sequência reflete a evolução de um relacionamento profundo:
“Conversamos sobre o fato de que Judy e Nick estão agora em uma fase em que vocês acabaram de se mudar juntos, quando um relacionamento ainda é novo, mas de repente vocês moram na mesma casa e estão descobrindo o que fazer. Sinto que, sem dúvida, esses personagens são almas gêmeas. Isso nem precisava ser discutido”, afirmou a atriz.
Questionada se o filme é intencionalmente uma história de amor romântica, Goodwin detalhou a abertura da Disney para celebrar todos os tipos de amor e a validade das interpretações dos fãs:
“Já ouvi falar das tocas de coelho [referindo-se às teorias de fãs]. Ainda não me aprofundei nessas histórias, mas o que mais amo na Disney é que todos os tipos diferentes de amor são celebrados. Assim como ‘Frozen’ é uma celebração do amor entre irmãos, tudo o que as pessoas tiram de ‘Zootopia’ é válido”, afirmou.
“Fizemos esse filme para o público, então faça com ele o que quiser. Como espectadores, todos nós nos colocamos nos espaços mentais dos personagens enquanto assistimos, e eu abraço tudo isso”, destacou.
A atriz concluiu com uma divertida observação dos bastidores com o dublador de Nick Wilde:
“A única coisa que posso dizer é que Jason Bateman e eu brincamos sobre que tipo de criatura surgiria da Judy e do Nick como filhotes, e ele apontou que uma raposa e um coelho fazem um ‘Engraçado’ [Funny]”, concluiu.
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
A estrela Margot Robbie, que produz e estrela a nova adaptação de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, saiu em defesa da escalação de Jacob Elordi no papel de Heathcliff, uma escolha que gerou críticas online por se desviar da descrição do personagem no romance de Emily Brontë de 1847.
Em entrevista à Variety, Robbie defendeu a decisão, pedindo que o público aguarde o resultado: “Eu entendo. Não há mais nada a discutir até que as pessoas vejam o filme”.
A polêmica em torno de Elordi intensificou-se porque o personagem Heathcliff é descrito como “de pele escura” no livro. No entanto, foi a diretora, Emerald Fennell, quem primeiro teve a ideia ao ver Elordi de costeletas: “Meu Deus, é o Heathcliff da capa do livro que eu tinha desde adolescente”.
Robbie demonstrou total confiança na performance de Elordi: “Eu o vi interpretando Heathcliff. E ele é Heathcliff. Eu diria, só esperem. Confie em mim, vocês vão ficar felizes. Ele é incrível e eu acredito muito nele. Honestamente, acho que ele é o Daniel Day-Lewis da nossa geração”.
Ela ainda ressaltou a linhagem de grandes atores que interpretaram o papel, como Laurence Olivier, Richard Burton, Ralph Fiennes e Tom Hardy.
Emerald Fennell também defendeu apaixonadamente a escolha de Margot Robbie como Catherine Earnshaw, mesmo que a cor do cabelo e a idade da atriz não correspondam exatamente ao livro:
“Cathy é uma estrela”, explicou a diretora. “Ela é determinada, maldosa, uma sádica recreativa, uma provocadora. Ela exerce crueldade de um jeito que é perturbador e fascinante. O desafio era encontrar alguém que você perdoasse, apesar de tudo, alguém que literalmente todo mundo no mundo entendesse por que você a ama. É difícil encontrar esse tipo de poder de estrela. Margot vem com uma energia enorme. É isso que Cathy precisa”.
A nova versão de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ será lançada nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026.
Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.
Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.
À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.
O ator Nicholas Galitzine, estrela de sucessos como ‘Uma Ideia de Você’ e ‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’, relembrou recentemente seu primeiro dia de filmagem em ‘100 Nights of Hero’, uma fantasia de época ousada dirigida porJulia Jackman.
Em entrevista à Variety, Galitzine descreveu a inusitada introdução ao projeto: “Eles disseram: ‘Sim, você vai estar nu, coberto de sangue, arrastando um cervo pelo castelo’. E eu pensei: ‘Claro'”.
Galitzine comparou a natureza única de ‘100 Nights of Hero’ com a experiência de atuar no filme queer-adolescente ‘Bottoms’ (em que interpretou um atleta ridículo) e explicou por que se sentiu atraído por projetos que não são puramente comerciais:
“Eu tinha essa sensação de que, olha, talvez esse filme não estivesse em todos os cinemas do país ou do mundo, mas que seria muito culturalmente significativo e um tipo de culto”, diz Galitzine sobre o trabalho em ‘Bottoms’. “E senti exatamente a mesma coisa quando li 100 Nights”.
O ator destacou a facilidade com que aceitou o papel: “Assim que li o roteiro, estava completamente dentro. Era tão visceral, e a Julia [Jackman] tem um estilo meio Lanthimos na maneira como gosta de filmar, então foi uma decisão fácil”.
Galitzine se adaptou rapidamente ao estilo de filmagem rápido e direto de Jackman, que ele descreveu como quase “clandestino”:
“É um exercício interessante de atuação: não pensar demais; improvisar; simplesmente ir. Com o rumo que minha carreira tomou, liderando esses filmes incríveis, mas de grande orçamento, foi muito revigorante e desafiador”, destacou.
Inspirada em “As Mil e Uma Noites”, ‘100 Nights of Hero’ acompanha a história de duas mulheres apaixonadas, Cherry e Hero. Cherry é casada com Jerome, que, apesar do casamento, faz uma aposta com seu amigo Manfred, um vilão lascivo. Jerome aposta que Manfred conseguirá seduzir Cherry em 100 noites; se Manfred tiver sucesso, Jerome entregará Cherry a ele. Cherry, entretanto, não está interessada e desenvolve um plano com Hero. Ao longo das 100 noites, Hero contará uma série de histórias fascinantes para desviar Manfred de suas tentativas de sedução.
A atriz Sydney Sweeney se manifestou recentemente sobre a controversa campanha de jeans da American Eagle que gerou grande repercussão e críticas no início do ano. Na época, a polêmica viralizou, envolvendo até mesmo figuras políticas.
Segundo a Variety, Sweeney afirmou que nunca sentiu a necessidade de emitir um comunicado formal:
“Eu sei quem eu sou. Sei quais são os meus valores. Sei que sou uma pessoa gentil”, afirmou Sweeney. “Sei que amo muito, e estou apenas empolgada para ver o que vem a seguir. Então, realmente, não deixo que outras pessoas definam quem eu sou”.
Falando especificamente sobre a campanha e a reação negativa que se seguiu, Sweeney manteve a calma e focou no produto:
“Eu fiz um anúncio de jeans. A reação definitivamente foi uma surpresa, mas eu amo jeans. Tudo o que eu uso são jeans. Estou literalmente de jeans e camiseta todos os dias da minha vida… Eu sabia, no fim das contas, para o que aquele anúncio era, e era apenas sobre ótimos jeans. Isso não me afetou de nenhuma forma”, afirmou.
Para quem não se lembra, a campanha da American Eagle com Sweeney usava o slogan “Sydney Sweeney Has Great Jeans” (Sydney Sweeney Tem Jeans Ótimos), um trocadilho com “great genes” (bons genes/boa genética). Isso gerou indignação online, com críticas de que a empresa estaria glorificando a “herança branca” e o corpo magro da atriz. Alguns usuários chegaram a comparar os anúncios a “propaganda nazista”.
A controvérsia foi tão intensa que alcançou a esfera política. O gerente de comunicações Steven Cheung classificou a repercussão como um exemplo de “cultura do cancelamento fora de controle”.
Sobre isso, o vice-presidente JD Vance zombou dos liberais por criarem histeria em torno da campanha, dizendo: “Meu conselho político aos democratas é continuar dizendo que todo mundo que acha Sydney Sweeney atraente é um nazista. Parece que essa é a estratégia deles”.
Enquanto o Presidente Donald Trump celebrou, após surgirem relatos de que Sweeney era registrada como republicana.
“Ela é republicana registrada? Ah, agora eu amo o anúncio dela! Você se surpreenderia com quantas pessoas são republicanas… Se Sydney Sweeney é republicana registrada, acho que o anúncio dela é fantástico!”, destacou.
Sweeney disse que foi “surreal” ver Trump e Vance comentando sobre os anúncios, mas afirmou que ela própria se manteve distante da controvérsia em grande escala:
“Eu meio que deixei meu telefone de lado”, disse a atriz. “Eu estava filmando todos os dias. Estou filmando ‘Euphoria’, então trabalho 16 horas por dia e não levo muito o telefone para o set. Então eu trabalho, volto para casa e durmo. Então, realmente, não vi muita coisa disso”.
Um ponto que Sweeney fez questão de acompanhar foi o desempenho das ações da American Eagle, que se valorizaram em 38% durante a controvérsia. Ela desmentiu os rumores negativos que circulavam:
“Eu estava ciente dos números enquanto aconteciam. Então, quando vi todas as manchetes dizendo que as visitas às lojas haviam caído uma certa porcentagem, nada disso era verdade. Tudo foi inventado, mas ninguém podia dizer nada porque [a empresa] estava em seu período de silêncio. Então, era tudo só muito barulho”, concluiu.
Lembrando que seu trabalho mais recente é ‘A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de janeiro de 2026.
Na trama…
“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”
Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco.
Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.
O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.
O ator em ascensãoMason Thames estrela da franquia de terror ‘Telefone Preto’, comentou recentemente o sucesso da saga e as possibilidades de um terceiro longa.
Em entrevista ao ComicBook, Thames demonstrou confiança no diretor e roteiristaScott Derrickson para dar continuidade à história:
“Quero dizer, isso vale para o primeiro filme também. Cada um deles é sua própria história, e acho que, se houver outra história a ser contada… sabe, não acho que faríamos apenas por dinheiro”, afirmou
“Pensei sobre isso no primeiro filme. Eu não sabia como eles continuariam a história, mas o Scott me ligou e disse: ‘Eu tenho uma ideia’, e eu aceitei totalmente. Porque, se há uma história a ser contada, o Scott sabe qual é, ele tem uma visão, então vai ser ótimo. Então, se ele tiver outra e achar que há mais história para contar e uma forma de continuar, então, sim, talvez”, destacou Thames.
O ator também destacou o que considera um dos pontos fortes da franquia: as diferenças no tom narrativo entre o primeiro e o segundo filme.
“O que eu adoro tanto nos nossos filmes Telefone Preto é que eles têm vibrações e tons tão diferentes. Não tão diferentes assim, mas no sentido do horror… e você percebe isso se assistiu aos dois filmes. Acho que você pode vê-los como dois filmes distintos”, disse Thames.
Ele detalhou a evolução de seu personagem, Finn:
“O primeiro era sobre uma criança se tornando adolescente e passando por um evento traumático, e o segundo é sobre um adolescente se tornando adulto e lidando com esse trauma. E este mergulha muito mais no aspecto sobrenatural, o que é muito irado, e aquelas sequências de sonho são visualmente deslumbrantes”, disse Thames.
O ator refletiu sobre seu crescimento pessoal e profissional ao longo da série:
“Foi louco voltar para esse papel cinco anos depois. Muita coisa acontece, pessoalmente, e também como ator, sinto que você aprende muito. Então, poder voltar e trazer essas experiências novamente para o Finn foi… foi uma honra”, concluiu.
‘Zootopia 2’ segue em exibição nos cinemas, consolidando o sucesso da franquia bilionária da Disney. A atriz e dubladora Ginnifer Goodwin, voz original da protagonista Judy Hopps, comentou recentemente a popularidade da sequência e revelou suas expectativas para um possível terceiro longa.
Em entrevista à Variety, Goodwin destacou o vasto potencial inexplorado do universo de ‘Zootopia’:
“Existem outros mundos que eu adoraria ver explorados, porque nem pensei quando estávamos fazendo o primeiro, tipo, ‘E os animais semi-aquáticos?'”, afirmou.
A atriz mencionou que a cena pós-créditos de ‘Zootopia 2’ já aponta para essa expansão:
“Se você ficou para a cena pós-créditos de ‘Zootopia 2’, apresentamos outro mundo com um novo tipo de animal. Eu nem fingiria poder prever o que eles vão fazer com ‘Zootopia 3′”, completou.
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
Trazendo filmes novíssimos de realizadores e artistas famosos do universo do cinema mundial, o Festival de Cinema Francês do Brasil consolida-se a cada ano que passa, agora com um novo nome, como um dos eventos cinematográficos mais importantes a chegar ao país. Um desses artistas presentes na programação deste ano é o veterano cineasta francês Michel Gondry.
Dos videoclipes até o mundo mágico do cinema, a carreira de Gondry na sétima arte decolou anos atrás, mas antes disso ele já era um renomado diretor de clipes de grandes nomes da música, como Paul McCartneye Bjork. A virada na carreira veio há cerca de duas décadas, quando esse criativo realizador, neto do engenheiro e inventor Constant Martin – conhecido por criar um aparelho eletrônico eficiente antes mesmo da existência dos sintetizadores – presenteou os cinéfilos do mundo inteiro com a obra-prima protagonizada por Kate Winslet e Jim Carrey, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, que lhe rendeu o Oscar de Melhor roteiro no ano de seu lançamento.
Depois vieram ‘Rebobine, Por favor’, Sonhando Acordado, A Espuma dos Dias e uma série de curtas-metragens que foram consolidando uma filmografia de respeito, criando histórias deliciosas e sem esquecer das reflexões que todo bom roteiro deve provocar nos espectadores.
Seu novo trabalho, o média-metragem Maya, Me Dê um Título, selecionado para o Festival de Cinema Francês do Brasil, explora uma técnica específica de animação com enorme criatividade, construindo uma narrativa delicadamente construída que insere histórias dentro de histórias a partir da relação de um pai cineasta e a saudade da filha.
A trama é muito bem bolada. Por conta da distância, um diretor de cinema resolve criar uma dinâmica com a filha, Maya: pedindo a ela que envie ideias para curtas-metragens de animação nos quais ela será a personagem principal. Ao longo do tempo, de um inusitado terremoto a criação de um avião-pássaro, passando por situações em que ela diminui tamanho, ou se torna uma sereia, ou mesmo em um oceano destruído por ketchup chegando nas incertezas da pandemia, um alegre e contagiante vínculo é criado.
Cena do filme: ‘Maya, me dê um Título’, disponível na programação do Festival de Cinema Francês do Brasil
Nessa forma contagiante de aproximar a família ao rico universo da sétima arte da qual faz parte, Gondry mais uma vez brinda os cinéfilos transformando em poesia seu amor por tudo que o cerca. (leia a crítica completa do filme aqui)
O Cinepop está fazendo a cobertura do Festival de Cinema Francês do Brasil, não deixem de conferir todas nossas matérias no site e pelas redes sociais.
Quem não gosta de um bom filme francês? Apresentando um recorte profundo e contemporâneo de uma das filmografias mais aclamadas por cinéfilos de todo o mundo, o Festival de Cinema Francês do Brasil 2025 trouxe na bagagem um leque filmes interessantes de novos e experientes cineastas, que vem adicionando emoção e reflexão ao panorama atual desse país que todos nós amamos.
Entre os títulos que serão exibidos até o dia 10 de dezembro, em diversas cidades brasileiras, três filmes logo se tornaram um grande destaque por conta de uma temática em comum: as emoções e os comportamentos nas relações interpessoais, que rapidamente se transformam em um mar de reflexões sobre a sociedade atual.
Um deles é O Apego(leia a crítica do filme aqui). Dirigido pela parisiense Carine Tardieu e baseado na obra L’Intimité, de Alice Ferney, o filme apresenta uma narrativa que consegue se posicionar entre o dito e o sentido, traduzindo o interior dos personagens e suas emoções conflitantes. Consegue chegar em pontos de rasgar o coração com uma leveza poética pronta para distribuir reflexões ligadas às complexidades do desamor.
Sandra (Valeria Bruni Tedeschi) é uma mulher solteira que vive seus dias dedicada ao trabalho como administradora de uma livraria. Um dia, sua vizinha da frente precisa que ela cuide de seu filho pequeno, Elliot, pois está em trabalho de parto e precisa ir ao hospital. Quando a vizinho morre durante o parto, o marido dela, Alex (Pio Marmaï), enfrenta a dor dessa perda, e Sandra passa a fazer cada vez mais parte dessa família, acompanhado situações pelos meses que se seguem após o ocorrido.
Outro título que chamou nossa atenção foi Mãos à Obra (leia a crítica do filme aqui). Esse longa-metragem nos mostra um homem e sua série de decepções e aprendizados ao decidir por uma grande virada na vida: trocando a estabilidade e encontrando desilusões. O protagonista dessa história se coloca como observador do que gira ao seu redor, sem nunca perder a esperança – mesmo diante de dificuldades evidentes.
Paul (Bastien Bouillon) deixou uma carreira de relativo sucesso na fotografia para se arriscar no universo literário. Pressionado a realizar um grande romance – com seus trabalhos anteriores sendo um sucesso com os críticos e um fracasso de vendas – e com as contas se acumulando, ele precisa enfrentar a situação enquanto lida com a distância dos filhos, que estão indo com a ex-esposa morar no Canadá, além dos questionamentos e preocupações do pai. Enfrentando essas e outras questões para manter seu novo desejo vivo, Paul luta para sobreviver junto a seus sonhos e acaba se cadastrando em um aplicativo que funciona como um leilão de trabalhos mal pagos.
E vale mencionar também, talvez, o filme mais impressionante e certeiro de todos esses – dentro do recorte mencionado. O Estrangeiro(leia a crítica completa aqui) do cultuado cineasta francês François Ozon expõe de forma brilhante o ‘melô da indiferença’. A natureza das relações interpressoais, sob o ponto de vista de um personagem com uma indiferença alarmante, é o alicerce desse longa-metragem denso que destrincha a morte moral do incômodo, em vez do arrependimento. Nada em O Estrangeiro, é rasteiro: do amor às hipocrisias, vamos caminhando pelas camadas que revelam através de um observador apático diante do que está ao seu redor.
Em uma Argélia do início dos anos 1930, com grande desigualdade social entre franceses e argelinos nativos, conhecemos Meursault (Benjamin Voisin, em atuação irretocável), um homem que vive seus dias com um distanciamento emocional latente em relação a toda construção de relações que estabelece. Após sua mãe morrer em um asilo, ele se reaproxima de Marie (Rebecca Marder), uma conhecida de outros tempos com quem acaba se envolvendo. No entanto, distante de qualquer vínculo mais próximo, se vê envolvido em um assassinato a sangue frio, sendo julgado e condenado.
O Cinepop está fazendo a cobertura do Festival de Cinema Francês do Brasil, não deixem de conferir todas nossas matérias no site e pelas redes sociais.
Estreia: 29 de Janeiro de 2015 – Relançamento em 4 de Dezembro de 2025 nos cinemas
Sinopse:
Documentário sobre a cantora Cássia Eller, uma poderosa força inquieta no palco e a timidez em pessoa fora dele. Um dos grandes nomes da música brasileira, Cássia Eller marcou a década de 1990 e chocou o país com sua morte precoce em 2001. Um filme sobre a cantora, a mãe, a mulher que expôs sua vida pessoal e rompeu barreiras, deixando um belo legado social e artístico.
Curiosidades:
» Foi exibido na sessão Hour Concours, do Festival do Rio 2014.
» Os cantores Zélia Duncan, Nando Reis, e a companheira de Cássia, Maria Eugênia, participam do documentário.
A Paramount+ renovou oficialmente a série ‘Landman‘ para a 3ª temporada.
Estrelada por BillyBobThornton, a produção se tornou uma das 10 séries mais vistas do segmento streaming durante o quarto trimestre de 2024. O seriado ainda manteve uma audiência sólida no início de 2025, acumulando quase 9.7 bilhões de minutos de visualização ao longo de 11 semanas, no ranking TOP 10 de Streaming da Nielsen.
Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a segunda temporada segue em exibição. O próximo episódio, intitulado Dancing Rainbows, irá ao ar no dia 7 de dezembro.
Baseada no podcast ‘Boomtown‘, a série e é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.
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