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Crítica | WandaVision | Marvel dá seus primeiros passos ‘pra valer’ na televisão

Passamos os últimos meses acompanhando assiduamente as desventuras de Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) tentando levar uma vida comum no subúrbio e falhando miseravelmente. Com toda uma estética diferente, WandaVision foi o primeiro passo de um projeto do Marvel Studios que simplesmente não podia dar errado, que era começar a construir seu universo estendido também na televisão. Se a série não fosse bem sucedida nas telas do Disney+, não apenas os personagens dela corriam risco de não retornarem, mas também todo o MCU poderia desandar.

Dessa forma, a Marvel investiu um bom orçamento na série, permitindo melhores efeitos visuais, figurinos e permitindo certas situações que há pouco tempo não eram pensadas para esse formato, como lutas mais elaboradas auxiliadas pela computação gráfica. Afinal, se tudo que acontece nas telinhas vai repercutir e influenciar diretamente no que vemos na telona, a empresa não pode dar mole de rebaixar o nível de seu conteúdo. E veremos isso se tornar cada vez mais frequente nas próximas produções. Alguns veículos estrangeiros estão comentando, por exemplo, que o investimento na próxima série Original Marvel no Disney+, Falcão e o Soldado Invernal, terá um orçamento final próximo ao custo de um filme do Universo Estendido Marvel. Bastante surpreendente para uma produção televisiva.

Em WandaVision, essa verba faz sim a diferença, mas o grande mérito mesmo é saber trabalhar os personagens. Se a história não for boa, o Mickey pode colocar um bilhão de dólares que a série não vai dar certo. E como a proposta deste seriado era abordar o luto por meio de clássicos da televisão, foi um grande acerto chamar uma equipe criativa que conhece o formato televisivo desde pequeno. O próprio diretor da série foi um ator mirim televisivo. Isso fez a diferença na hora de brincar com as câmeras, os diálogos, os efeitos visuais replicando os da época retratada no episódio, assim como os figurinos e os comerciais repletos de easter eggs.

Só não dá pra dizer que a série é perfeita porque ela teve uma barriga ali mais pra reta final, quando o formato televisivo foi dando espaço ao formato cinematográfico. A sensação que deu é que a Marvel acertava 100% quando não tentava explicar a estranheza e os mistérios construídos nos primeiros episódios, mas aí se empolgava tanto com o que estava construindo, que deixava “a peteca cair”, querendo explicar tudo. Se todos esses mistérios tivessem sido construídos para serem resolvidos nos dois últimos episódios, provavelmente teria atingido a perfeição. Por mais controverso que pareça, os melhores momentos são justamente quando ela não tenta se adequar ao formato padrão do MCU.

Voltando a falar sobre os personagens, a equipe criativa realmente entendeu o momento da dupla de protagonistas e construiu suas falas para refletirem a confusão que a própria série tenta causar. Se você não entendeu o que estava acontecendo nos primeiros episódios, fique tranquilo… Os personagens também não entenderam. Essa dúvida constante sobre a própria existência e se tudo aquilo era real causou um desconforto bom, fugindo do que já estamos acostumados a ver em produções do gênero, e ajudou a introduzir os novos personagens, como a bruxa Agatha Harkness/ Agnes (Kathryn Hahn), o novo “Mercúrio” (Evan Peters), o Visão Branco e os gêmeos, que virão a ser o Wiccano e o Célere em uma futura adaptação dos Jovens Vingadores. Todos eles surgiram de forma inusitada, e seriam considerados “forçados” caso fossem introduzidos da maneira tradicional. Essa ambientação anormal, tensa e divertida ajudou o público a comprar essa galera nova e até mesmo a se acostumar com antigos personagens em uma nova versão, como a Monica Rambeau (Teyonah Parris), agora uma super-heroína, a tagarela Darcy Lewis (Kat Dennings), que se formou no doutorado, e o Agente Woo (Randall Park), que foi de “agente da condicional” do Homem Formiga para chefe de equipe no FBI.

E é muito legal saber que esses personagens serão usados novamente no futuro, tanto na TV quanto nos cinemas. A principal dessa nova leva provavelmente será a Monica, que vai assumir o manto de Fóton e vai trabalhar com os Skrulls, já abrindo caminho para Invasão Secreta. Além disso, a Feiticeira Escarlate será peça central do segundo filme do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), e também não dá para descartar a Agatha, até porque tem um filme do Quarteto Fantástico vindo aí e ela é parte importante para a mitologia deles também. Fazendo um adendo aqui: essa parte é toda especulação, coisa que o formato de lançamento de um episódio por semana permitiu. Fazia um tempo que uma produção desse tamanho não engajava os fãs dessa maneira. Foi bola dentro total do Disney+, mesmo que isso tenha acontecido mais por uma falta de uma maior variedade de produções originais no catálogo do que por opção mercadológica. Foi algo benéfico não só para a série, mas também para o público, que ganhou um novo assunto semanal para teorizar e discutir online nesses tempos de pandemia.

Ah, é sempre bom lembrar que essa não foi a primeira empreitada da Marvel nas TVs e Streaming em tempos de MCU. Eles já tiveram sua primeira série ambientada no universo estendido iniciada lá em 2013, que foi Agentes da Shield, e teve também muitos acertos e erros com os heróis urbanos feitos em parceria com a Netflix, como Demolidor e Jessica Jones. Sem contar o fracasso retumbante que foi a trágica série dos Inumanos. Ou seja, eles testaram bastante até onde poderiam ir antes de começar esse universo integrado do Disney+.

Havia uma expectativa de que o Demolidor e os personagens da Netflix participassem dos filmes, mas bastou Punho de Ferro desandar que a possibilidade foi descartada.

Enfim, com um roteiro criativo, mas com algumas “barrigas” criadas pelas próprias expectativas da equipe de criação, WandaVision chegou ao final com muito mérito, entregando uma produção muito acima da média. Com esse sarrafo mais alto, a Disney vai precisar manter ou superar essa qualidade daqui pra frente. E nessa hora a experiência inconstante com as séries da Netflix deve pesar para manter essa vontade de querer se superar. Com atuações muito boas em personagens excelentes, o saldo da primeira produção original da Marvel no Disney+ é bem positivo. Revolucionaram o mercado? Não acredito, mas nem sempre queremos ver alguém inventando a roda, basta nos entregar uma boa história e bom desenvolvimento de personagens que já ficamos mais que satisfeitos. E isso WandaVision faz muito bem. Fica difícil de controlar a ansiedade para ver o que a Marvel fará daqui pra frente, porque seus primeiros passos no Disney+ foram muito promissores.

 

Crítica | Lucicreide vai pra Marte – Fabiana Karla brilha em comédia brasileira gravada na NASA

“O brasileiro precisa ser estudado pela NASA” é um dos comentários mais postados nas redes sociais, especialmente quando lemos alguma matéria inacreditável de algum brasileiro fazendo algo impensável. Bom, agora de fato a NASA pôde estudar uma brasileiríssima arretada, pois ‘Lucicreide vai pra Marte’ estreia nos cinemas de todo país essa semana e, sim, ela esteve no centro espacial estadunidense.

Lucicreide (Fabiana Karla) trabalha fazendo faxina na casa de Arnaldo (Renato Chocair), um especialista responsável por escolher os brasileiros que irão participar de uma missão única em Marte, numa viagem sem volta. Mãe de cinco filhos bem pestinhas e com uma sogra bem abusada que se muda para sua casa, Luci sonha em poder dar um tempo nisso tudo e se mandar para outro lugar. Um dia, o filho de Arnaldo propõe gravar um vídeo de Lucicreide para inscrevê-la como candidata, porém, um erro faz com que o vídeo na verdade seja enviado como a escolha de Arnaldo, e, assim, a confusão está armada e ‘Lucicreide vai pra Marte’.

Cinco pessoas assinam o roteiro desse filme: Chico Amorim, Dadá Coelho, Fabiana Karla, Rodrigo Cesar e Cadu Pereiva, responsáveis por dois núcleos bastante evidentes do longa, que não se misturam. Não que isso seja um problema na produção, mas fica um pouco esquisito observar a facilidade com que a patroa de Lucicreide simplesmente entra na casa dela e dá ordens à sogra da protagonista, demonstrando o quanto esse núcleo não entrou em harmonia com a aventura de Luci.

Por outro lado, o roteiro não perdeu a oportunidade de construir uma comédia instrutiva, com base científica sobre tudo que se passa na telona. Lucicreide vai para a NASA, realizar um treinamento para suportar o estilo de vida em Marte, e em toda essa parte o filme explica ao espectador como funcionam as máquinas, para quê servem os procedimentos, como matérias como Física e Química são fundamentais para a construção desses equipamentos, etc. Quando paramos para pensar que o público-alvo desse filme é pessoas muitas vezes distantes desse universo, é muito louvável que o longa faça essa aproximação, deixando claro que as Lucicreides podem ir para Marte, para a NASA ou para onde ela quiser. As cenas gravadas no centro espacial estadunidense foram realmente realizadas lá, no Kennedy Space Center, na Flórida, o que torna ‘Lucicreide vai pra Marte’ o primeiro filme brasileiro gravado naquela locação, e o primeiro desde ‘Armaggedon’, de 1998.

Fabiana Karla brilha no seu primeiro protagonismo em longa-metragem, firmando-se como uma das melhores atrizes de comédia brasileira – e, quem sabe, de outros gêneros também. Sua capacidade de se transformar para viver uma personagem tão forte, tão peculiar em seus trejeitos e sua notável desenvoltura em proferir falas com tanta rapidez e firmeza indicam que Fabiana veio para ficar entre as estrelas mais competentes e carismáticas da dramaturgia brasileira. Mérito também do diretor Rodrigo Cesar, que, junto com Fabiana, construiu uma protagonista que transborda um quadro do programa ‘Zorra Total‘ e que espelha a mulher nordestina resiliente, batalhadora, amorosa, que não tem medo de nada.

Lucicreide vai pra Marte’ é uma divertida e respeitosa comédia, que faz um bom uso do entretenimento alinhado ao conhecimento científico de modo a instruir o grande público. É um filme para rir, mas não se surpreenda se você acabar chorando também.

Crítica | #SemSaída – SURPREENDENTE terror estilo ‘Jogos Mortais’

Tem gente que curte um romance meloso recheado de clichês, e tem gente que, por exemplo, se amarra em ver filmes de terror sádico nos quais os personagens sofrem todo tipo de tortura lutando pela própria vida. Esse tipo de filme ganhou muito público com a franquia ‘Jogos Mortais’ (que está prestes a lançar mais um título, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’, possivelmente esse ano ainda) e com o assustador ‘O Albergue’, que trouxe a ameaça para o universo colorido dos turistas. Para quem curte esse tipo de história, está em cartaz nos cinemas o longa ‘#SemSaída’ – que está dando o que falar.

Cole (Keegan Allen) desde pequeno se exibiu na internet. Começou com seus pais gravando vídeos dele e postando nas redes e, enquanto crescia, o jovem compartilhou no youtube todas as experiências mais marcantes de sua vida. Isso fez com que ele se tornasse um dos influencers mais bam-bam-bam do mundo, e, agora, para comemorar os 10 anos de canal e os milhões de seguidores, sua namorada Erin (Holland Roden), o melhor amigo Thomas (Denzel Whitaker) e seus amigos Dash (George Janko) e Sam (Siya) armam uma surpresa para Cole junto com o empresário Andrei (Pasha D. Lychnikoff): uma viagem surpresa para a Rússia para participar e transmitir ao vivo de um jogo de “Escape Room” – um desafio em que pessoas ficam trancadas em um ambiente e têm uma hora para resolver os mistérios, pois só assim conseguirão escapar do lugar. Só que o que era para ser uma grande diversão acaba se tornando uma experiência muito intensa de luta por sobrevivência.

Escrito e dirigido por Will Wernick, a produção estadunidense parte de um mote muito simples para construir uma atmosfera de terror assustador e totalmente possível: em um mundo em que curtidas são mais importantes do que a experiência em si, e que quando se tem toda a sua vida exposta na internet é preciso estar repetidamente em busca de novas e melhores experiências, nada é o suficiente – portanto, há a necessidade de constante superação, o que faz com que os limites sejam sempre desafiados e, assim, as pessoas frequentemente se colocam em potenciais situações de risco. Tudo por um like.

Com um argumento interessante, ‘#SemSaída’ é constante em seu desenvolvimento e possui uns plot twist inesperados. Dado o aspecto de produção independente, surpreende ver a qualidade do resultado final, inclusive para as cenas de terror e de tortura, com uma maquiagem bem feitinha, atuações convincentes e situações em cujas antecipações do que está por vir constroem sensações de angústia e repulsa no espectador. Para quem curte violência gráfica em história de ficção bem próximas da realidade, ‘#SemSaída’ é uma boa opção em cartaz nos cinemas. E vale também ficar de olho no diretor, Will Wernick, que está se especializando em histórias de terror em situações de confinamento. Deve vir mais coisa bizarramente interessante por aí na carreira dele.

Crítica Netflix | Identidade: Rebecca Hall estreia na direção em drama racial com Ruth Negga e Tessa Thompson

Ruth Negga and Tessa Thompson appear in Passing by Rebecca Hall, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Edu Grau.All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

A necessidade de pertencimento pode muitas vezes se tornar um gatilho para as crises existenciais. E em uma América que definia suas preferências, qualidades e atribuições a partir de um controle racial feito com o papel pardo, esse sentimento se fortalece ainda mais em toda uma comunidade. Identidade (Passing) é um drama racial que expõe esse temores presentes nos Estados Unidos, em uma era pré-Leis de Jim Crow (aquelas que segregaram brancos e pretos). Trazendo duas mulheres pretas de tons mais claros no centro da narrativa, a produção aborda as dores da busca por uma identidade racial, social e cultural, em virtude dos complexos racistas que regiam uma nação inteira.

Rebecca Hall inicia a sua jornada como cineasta com o pé direito. Conhecida por suas performances em filmes como O Presente e Vicky Cristina Barcelona, ela mostra uma nova faceta de talentos, assinando o roteiro e a direção da produção. Buscando colocar a audiência sob a mesma ótica de um filme de época, ela incorpora bem a narrativa baseada nos anos 20, sob uma fotografia em preto e branco que garante sutileza e delicadeza, à medida que se comunica habilmente com o contexto vigente da trama.

Com uma belíssima fotografia e uma direção autoral ainda em formação, Identidade traz Tessa Thompson e Ruth Negga lado a lado como as grandes protagonistas: Duas mulheres que dividiram a sua adolescência e que se reencontram inesperadamente. Enquanto a primeira leva uma vida pautada pela culturalidade afro americana do bairro Harlem, a outra conseguiu passar no teste do papel pardo e engana o seu esposo – um homem branco vivido por Alexander Skarsgård -, fingindo ser uma mulher caucasiana que toma “um pouquinho” de sol, vez outra.

Longe de sua identidade racial e cercada por um universo racista, Kendry (Negga) encontra na antiga amizade sua chance de talvez achar a identidade que perdera para a mentira. Mas digladiando em uma vida dupla, ela viverá à beira do abismo, a um instante de ser descoberta – gerando uma atmosfera de suspense diferente, salpicada por um drama onde a obsessão e a insegurança pautam as atitudes dos protagonistas. Identidade é cativante por ir além de questões sociorraciais, fazendo da sua trama um estudo de personagem, que visa analisar como o comportamento humano se transforma diante das mais adversas circunstâncias.

Aqui, embora a história de Kendry seja baseada no romance renascentista de Nella Larsen, lançado em 1929, a obra relata complexidades absolutamente realistas e que genuinamente definiram uma parte significativa da comunidade negra na década de 20. E mesmo sendo de época, Identidade é atual por suas reflexões a respeito da identidade que buscamos ter. Em tempos onde muitos projetam vidas plásticas impecáveis cercadas por filtros e imagens estrategicamente feitas para o Instagram, a verdade se tornou quase relativa e nem tudo que brilha é de fato ouro.

O longa se comunica conosco por meio da sua categórica linguagem visual, que se destaca na cativante e carismática performance de Ruth Negga. Ao seu lado, Tessa Thompson perde boa parte do seu brilho, em uma atuação básica, como ela normalmente está habituada a entregar em seus filmes. Às vezes meio monótono e de ritmo vez outra lento, o thriller dramático cresce mais a partir de sua principal protagonista, que dá seu jeito de sempre roubar a cena. Mais ainda que seu enredo se desenvolva bem, partindo para confrontos poderosos, seu desfecho carece de vigor. É impactante sim, mas perdeu a oportunidade de ser definitivamente chocante, se tornando memorável.

Judas e o Messias Negro

(Judas and the Black Messiah)

 

Elenco:

Daniel Kaluuya

LaKeith Stanfield

Dominique Fishback

Jesse Plemons

 

Direção: Shaka King

Gênero: Biografia

Duração: 126 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Fevereiro de 2021

Sinopse: 

Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tentativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca. Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.

Crítica | Judas e o Messias Negro – Poderosa cinebiografia sobre líder dos Panteras Negras com astro de ‘Corra!’ (Nota: 10.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado na história de vida de Fred Hampton, integrante do Partido dos Panteras Negras;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | A Viúva das Sombras – Terror baseado em história real copia ‘A Bruxa de Blair’

O cinema é uma excelente ferramenta para aproximar culturas. Através dos filmes, podemos viajar para diferentes países e conhecer histórias em apenas duas horas. E, graças a distribuidoras como a Paris Filmes, por exemplo, o público brasileiro tem a oportunidade de ver na tela grande novas narrativas de gêneros populares em nosso território, como o terror. Com um esforço dedicado, nos últimos anos a Paris Filmes tem distribuído aqui diversos filmes de terror russos, como o recente ‘A Viúva das Sombras’, que chega essa semana às telonas.

Numa floresta ao noroeste de São Petersburgo, na Rússia, um grupo de socorristas voluntários se junta para encontrar o jovem Nikita (Oleg Chugunov), que está desaparecido. Kristina (Anastasiya Gribova) está preocupada em registrar tudo com sua câmera, enquanto Vika (Viktotiya Potemina), Ilya (Ilya Agapov), Lyosha (Aleksey Aniskin) e Andrey (Konstantin Nesterenko) buscam os rastros do menino pela floresta densa. Entretanto, o que era para ser um simples treinamento de busca acaba trazendo à tona uma lenda urbana local que eles nem desconfiavam ser verdade…

A Viúva das Sombras’ é uma história supostamente baseada em uma história real. Supostamente, pois, buscando as informações na internet, não se acha nada que não seja sobre o filme. A intenção da produção é fazer algo como ‘A Bruxa de Blair’ – que, por sua vez, só deu bastante certo por ter sido a primeira aí da virada do milênio em misturar ficção e realidade a ponto de deixar o espectador confuso. Tanto isso é verdade que logo no início do filme entra uma mensagem, anunciando que os produtores pedem que não se busquem informações sobre o caso real. Esquisiiiito isso…

Escrito por Natalya Dubovaya, Ivan Kapitonov e Ivan Minin, o roteiro é raso e pretensioso. Valendo-se das crenças locais de uma lenda urbana russa (sobre uma mulher, uma viúva, que teria estrangulado o marido e o enterrado na floresta de São Petersburgo e, desde então, teria se tornado um espírito maligno que prende as pessoas nessa floresta e não as deixa sair), o enredo tenta criar uma atmosfera de suspense sobrenatural, mas falha terrivelmente na execução. Os personagens masculinos são colocados como aqueles que tomam todas as decisões da trama, relegando às mulheres a histeria e a obediência. Em determinado ponto, por exemplo, um deles simplesmente decide que vai amarrar uma mulher na outra e simplesmente vai lá e faz. Isso mesmo, ele amarra uma na outra porque decidiu que isso era bom.

O principal entrave em ‘A Viúva das Sombras’ é que ele quer ser mais do que é. Na tentativa de recriar uma lenda urbana local, o filme foca mais nos conflitos interpessoais do que na ameaça sobrenatural, explicando a tal lenda muito brevemente e inserindo poucos elementos de terror ou suspense. Estas cenas, por suas vezes, não instigam, e passam até a sensação de que a sonoplastia está desencaixada, pois o som dos clímax entra depois do impacto visual. Sem contar que, uma vez mais, um filme de terror russo chega ao Brasil dublado em inglês, distanciando ainda mais qualquer vínculo que o espectador possa tentar criar com a trama. Talvez se chegassem na língua original não ficasse com um resultado tão superficial.

A Viúva das Sombras

(The Widow)

 

Elenco:

Hugo Diego Garcia

Keri Blunt

Jonathan Tafler

 

Direção: Keri Blunt

Gênero: Terror

Duração: 80 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 4 de Março de 2021

Sinopse: 

A produção é baseada em eventos reais e conta a história de jovens voluntários que entram em uma mata para o resgate de um garoto. Mais de 300 pessoas se perderam pela região nos últimos tempos, mas apenas alguns foram localizados: todos nus. No anoitecer, a comunicação é cortada e sem sinal nos celulares e rádios, o grupo começa enfrentar algo desconhecido e sobrenatural. De acordo com uma lenda local, eles estão na presença da Viúva das Sombras.

Crítica | A Viúva das Sombras – Terror baseado em história real copia ‘A Bruxa de Blair’ (Nota: 4.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Keri Blunt também estrela a produção;

» O longa é baseado no curta-metragem homônimo lançado em 2020;

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Mais que Especiais

(The Specials)

 

Elenco:

Vincent Cassel

Reda Kateb

Hélène Vincent

 

Direção: Olivier Nakache, Éric Toledano

Gênero: Drama

Duração: 114 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Fevereiro de 2021

Sinopse: 

Bruno e Malik vivem há 20 anos num mundo diferente: o mundo das crianças e dos adolescentes autistas. Responsáveis por duas organizações sem fins lucrativos, proporcionam formação a jovens de zonas desfavorecidas para que estes possam ser cuidadores em casos extremos recusados por todas as outras instituições.

Curiosidades: 

» A trama é inspirada na vida de Stéphane Benhamou e Daoud Tatou, que criaram duas organizações dedicadas a ajudar jovens com autismo;

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Depois a Louca Sou Eu

 

Elenco:

Débora Falabella

Yara de Novaes

Gustavo Vaz

Duda Batista

Romulo Arantes Neto

Evandro Mesquita

 

Direção: Julia Rezende

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Fevereiro de 2021

Sinopse: 

Jovem, intensa e autêntica, Dani só queria levar uma vida normal. Mas, desde criança, vive em descompasso com seu mundo. Enquanto encanta a todos com o talento que a torna uma brilhante escritora, ela tenta de todas as formas controlar seus medos e constantes crises de ansiedade.

Crítica | Depois a Louca Sou Eu – Débora Falabella é o destaque em nova comédia dramática (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» O longa foi selecionado para a Mostra Brasil da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo;

» Interpretada por Débora Falabella, a personagem vive em descompasso com o mundo e tenta levar uma vida normal apesar das crises de ansiedade que a acompanham desde a infância.

» O elenco também conta com Yara de Novaes, Gustavo Vaz, Duda Batista, Rômulo Arantes Neto, Evandro Mesquita, Cristina Pereira, Debora Lamm e Beatriz Oblasser;

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Milla Jovovich e Paul W.S. Anderson vão adaptar nova história do autor de ‘Game of Thrones’

De acordo com o Deadline, o diretor Paul W.S. Anderson (‘Resident Evil’) está encabeçando uma adaptação cinematográfica de ‘In the Lost Lands‘, aclamado conto de fantasia escrito por George R.R. Martin (‘Game of Thrones’).

O projeto é um dos poucos relacionados a Martin que não foram adquiridos pela HBO, responsável pela série ‘GoT‘ e pela vindouro spin-off ‘House of the Dragon‘.

Na trama, uma rainha desesperada para obter o dom da transformação toma uma ousada decisão ao invocar a temida e poderosa feiticeira Gray Alys para ajudá-la a alcançar seu desejo.

Enviada para a selva fantasmagórica das Terras Perdidas, Alys e seu guia, o vagabundo Boyce, devem superar homens e demônios em uma fábula que explora a natureza do bem e do mal, dívida e realização, e amor e perda.

Até agora, o elenco conta com Milla Jovovich (‘Monster Hunter’), esposa de Anderson, e Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’).

Jovovich será Gray Alis, enquanto Bautista será Boyce.

O trio também está por trás da produção, junto com Jeremy Bolt, Jonathan Meisner e Constantin Werner.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Monster Hunter

(Monster Hunter)

 

Elenco:

Milla Jovovich

Tony Jaa

T.I.

Meagan Good

Diego Boneta

Josh Helman

Jin Au-Yeung

Ron Perlman

 

Direção: Paul W.S. Anderson

Gênero: Ação

Duração: 104 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 90 milhões

Estreia: 25 de Fevereiro de 2021

Sinopse:

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Crítica | Monster Hunter – Milla Jovovich em mais um filme cheio de ação e com pouca história (Nota: 6.0)

Crítica em Vídeo:

Assista a nossa entrevista com Milla Jovovich e Paul W.S. Anderson:

Curiosidades:

» Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13). O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”;

» O longa baseado no fenômeno global dos videogames conta com a direção de Paul W.S. Anderson (‘Resident Evil’);

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

‘Duas Tias Loucas de Férias’: Comédia com Kristen Wiig estreia no Brasil direto em VOD; Saiba onde assistir!

Duas Tias Loucas de Férias (Barb and Star Go to Vista Del Mar), comédia estrelada por Kristen WiigAnnie Mumolo, não será mais lançado nos cinemas nacionais.

O filme chegou sem muito alarde direto em VOD, nas plataformas Apple TV, NOW, Google Play, YouTube e SKY Play.

Na trama, duas melhores amigas deixam sua cidade no centro-oeste pela primeira vez e se envolvem em uma confusão repleta de amor e crime na Flórida.

Assista a nossa crítica:

A dupla assina o roteiro do longa. Essa é a primeira vez que Wiig e Mumolo trabalham em uma nova trama juntas, desde sua última parceria, na hilária comédia Missão Madrinha de Casamento (indicado a duas estatuetas do Oscar).

Will Ferrell, Jessica Elbaum (‘Fora de Série‘) e Adam McKay (‘Vice‘) assumem os papéis de produtores, por meio do selo Gloria Sanchez Productions.

Além de escrever, a dupla vai produzir e estrelar a produção. Josh Greenbaum assume a direção. Ele é conhecido por seu vasto trabalho como diretor em séries de TV. Entre seus trabalhos, estão episódios de ‘Fresh Off the Boat‘, ‘New Girl‘ e ‘Single Parents‘.  

FUJA

(Run)

 

Elenco:

Sarah Paulson

Pat Healy

Erik Athavale

 

Direção: Aneesh Chaganty

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Netflix em 2 de Abril de 2021

Sinopse: 

Uma mãe cria sua filha adolescente em isolamento, apenas para ver sua vida começar a se desenrolar quando ela descobre o passado sinistro de sua mãe.

Assista a crítica:

Crítica | Sarah Paulson e Kiera Allen brilham em ‘Fuja’, um dos melhores thrillers do ano

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor do aclamado suspense ‘Buscando…‘;

» Além de dirigir, Chaganty também coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian;

Trailer:

Cartazes: 

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Crítica | Judas e o Messias Negro – Poderosa cinebiografia sobre líder dos Panteras Negras com astro de ‘Corra!’

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Entre recortes de notícias e rápidas tomadas que servem como uma janela para o passado, a própria história fala por si só nos primeiros minutos do longa Judas e o Messias Negro. Não é difícil notar o quanto William O’Neal é uma complexa mancha no passado do partido dos Panteras Negras. Como alguém que timidamente ganhou espaço servindo um dos seus principais líderes, Fred Hampton, ele carregou em si a identidade do grupo e contraditoriamente a missão de ser um infiltrado do FBI entre os seus militantes. De um efêmero assaltante de carros com uma carteira forjada de agente policial, O’Neal passou para o lado oculto e sombrio da história preta, como aquele que – embora não tenha destruído uma revolução – se viu forçado a matar um dos seus mais ávidos e emblemáticos líderes.

A nova cinebiografia de Shaka King é categórica logo em sua cena de abertura e não perde tempo de tela com trivialidades que poderiam dispersar a narrativa. Focando sua trama no hiato temporal em que as histórias de Billy e Fred se encontram, o longa é firme em seu roteiro e se desenvolve bem ao longo de suas duas horas de duração, seguindo uma narrativa mais linear – mas que em momento algum dispersa o nosso interesse. Abusando em sua estética a partir da direção de fotografia, Judas e o Messias Negro nos chama a atenção pela escolha de sua iluminação, sempre mais amarelada e mais baixa, fazendo a pele retinta dos seus protagonistas reluzir em tela.

Usando a luz como uma forma de salientar a necessidade dos Panteras Negras sempre agirem às escuras – em virtude da constante perseguição policial, o cineasta Shaka King incorpora a fotografia do filme à própria narrativa, tornando-a quase um personagem com vida própria em cena. A técnica ainda cria um contraste com as atuações de Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield, que brilham em suas performances ricas de simbolismo e donas de uma expressividade hipnotizante. Em Judas e o Messias Negro, ambos são as contradições que se completam, como camaleões que se transformaram de tudo aquilo que já fizeram no passado.

Com a voz ritmada, como quem parece sempre entoar o mais profundo poema, Kaluuya se entrega às suas falas e discursos com precisão, sempre com pausas pontuais e fluidez em suas cenas. Dominando as tomadas que protagoniza com facilidade, ele se mescla à personalidade do militante Fred Hampton, nos levando a uma genuína viagem ao passado. De olhos fechados, é difícil discernir quando o astro sai e quando Hampton entra, solidificando o perfeito enlace entre ator e personagem.

Stanfield mais uma vez mostra a riqueza de suas performances, conhecidas muito bem no cinema independente em filmes como Desculpe Te Incomodar e na aclamada série Atlanta. Com uma linguagem corporal completa e imersiva, ele conquista a audiência pelo seu olhar, entrega os pensamentos mais profundos de seu personagem apenas pela sua expressividade e mostra um contraste extraordinário entre a euforia de agir de forma escusa e o pavor da certeza da injustiça e infidelidade diante de um homem inocente. Suas constantes oscilações em tela vidram os nossos olhos em sua atuação, nos proporcionando uma experiência cinematográfica profundamente dilacerante e angustiante. Daniel e Lakeith ganham ainda mais força em tela com Jesse Plemons e Martin Sheen, que como personagens terciários entendem a profundidade de suas respectivas ligações com o protagonismo preto em tela e salientam a extensão da qualidade da direção de Shaka King e de seu roteiro co-escrito com Will Berson.

Com um figurino nostálgico que revela muito mais que a padronagem dos figurinos dos anos 70, destacando ainda o lindo contraste dos uniformes dos Panteras Negras em meio às cores e tons da época, a cinebiografia produzida por Ryan Coogler (Pantera Negra, da Marvel) é o mais puro deleite cinematográfico. Poderosa em sua mensagem – que não faz apologias políticas, retendo-se unicamente aos fatos – e angustiante pelo desenrolar dos seus acontecimentos, Judas e o Messias Negro é muito mais do que esperamos de um drama biográfico. Catártico, reflexivo e complexo na construção de seus personagens, a produção é também o símbolo da riqueza existente em um filme, quando a sua história é narrada pelas mãos da pessoa certa.

Fúria Incontrolável

(Unhinged)

 

Elenco:

Russell Crowe

Caren Pistorius

Jimmi Simpson

Gabriel Bateman

 

Direção: Derrick Borte

Gênero: Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: Amazon Prime em Março de 2021

Sinopse: 

A história gira em torno de uma mulher chamada Rachel, que se envolve em uma discussão nada amigável no trânsito no momento errado e com o motorista errado.

Curiosidades: 

» O roteirista Carl Ellsworth também é responsável pelos elogiados ‘A Última Casa‘, ‘Paranoia‘ e ‘Voo Noturno‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Top Gun: Maverick’: Tom Cruise foi PROIBIDO pela Marinha dos EUA de fazer cena de ação

Tom Cruise é conhecido por fazer as mais perigosas e insanas cenas de ação de seus filmes, mas dessa vez ele foi longe demais.

O ator foi impedido pela Marinha norte-americana de pilotar um jato de combate F-18 real para a sequência de ‘Top Gun‘, de acordo com um dos produtores do filme.

O produtor Jerry Bruckheimer revelou à Empire que o ator foi proibido de realizar a cena.

“Tom queria ter certeza de que os atores poderiam realmente estar nos F-18s durante as filmagens da sequência – mas tê-lo pilotando um era, aparentemente, irresponsável. A Marinha não o deixou pilotar um F-18. Mas ele pilota um P-51 no filme e pilota helicópteros. Ele pode fazer praticamente qualquer coisa em um avião.”, afirmou.

No final, Cruise e alguns de seus colegas de elenco filmaram cenas dentro da aeronave enquanto pilotos qualificados cuidavam do voo real.

Bruckheimer afirmou que o filme permitirá que os espectadores “experimentem como é estar em um F-18, dentro do cockpit”.

Top Gun: Maverick‘ teve sua estreia agendada para 22 de julho no Brasil.

Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris

Lembrando que a sequência estreia em 09 de julho nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

Massacrado pela crítica, ‘Mundo em Caos’, com Daisy Ridley e Tom Holland, é adiado no Brasil

Mundo em Caos‘ (Chaos Walking), estrelada por Daisy Ridley e Tom Holland, teve sua estreia adiada no Brasil.

O filme estava programado para ser lançado pela Paris Filmes nos cinemas nacionais em 11 de março, e agora teve sua estreia adiada para 8 de abril.

Com 21 reviews computadas até o momento, o longa conquistou apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, “apesar das tentativas de fazer algo original no gênero, a trama falha em deixar sua marca na ficção científica e o desenvolvimento fraco da produção enterra a progressão da história”.

Separamos alguns trechos das principais críticas:

“Não faltam detalhes imaginativos de ficção científica ou atores talentosos no filme, mas a trama se resume a personagens que mal conhecemos perseguindo uns aos outros e gritando.” (TheWrap)

“Além de ser irritante, depressivo e repulsivo, ‘Mundo em Caos’ tem muito ao seu favor.” (San Francisco Chronicle)

“O diretor Doug Liman oferece um filme com um conceito interessante – podemos ouvir tudo o que os personagens estão pensando –, mas que rapidamente se torna desgastante.” (Variety)

“Considerando os lançamentos durante a pandemia do diretor Doug Liman, ‘Mundo em Caos’ definitivamente tem uma premissa mais interessante do que ‘Locked Down’. Mas isso não significa que você deva voltar correndo aos cinemas para ver.” (EW)

Daisy Ridley e Tom Holland não têm química em ‘Mundo em Caos’ e a premissa central, o “barulho”, é extremamente irritante e persiste por todo o filme.” (MovieWeb)

“Apesar de todas as tentativas de se criar um filme de ficção científica original, a trama ainda se desenvolve de uma forma bastante genérica, cheio de clichês convencionais.” (Gone With The Twins)

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance homônimo escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

Público está dividido sobre ‘Um Príncipe em Nova York 2’; Confira as REAÇÕES!

Um Príncipe em Nova York 2’ já estreou no catálogo da Amazon Prime Video e dividiu a opinião dos críticos. No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 51% de aprovação, com nota 5.60/10 baseada em 96 reviews até o momento.

A divisão também refletiu no público, que teve reações mistas no Twitter.

Pensando nisso, separamos as principais reações… e depois as críticas dos profissionais.

Confira as reações:

Confira as principais críticas:

“Eu fiquei desconfortável quando assisti [ao primeiro filme] aos 15 anos. Continuo desconfortável agora” – Film Freak Central.

“[O filme] erra algumas coisas, mas ainda assim acerta várias outras” – London Evening Standard.

“Não parece que os cineastas escreveram um novo roteiro, e sim reescreveram o antigo” – New York Magazine/Vulture.

“Está tudo aqui. Mas essa parada de Melhores Hits parece cansada sob os olhos de Eddie Murphy” – Detroit News.

“No final, Um Príncipe em Nova York 2’ nos ganha. É estranho como esses filmes criam um sentimento bem aconchegante” – San Francisco Chronicle

Assista a nossa crítica:

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

‘Harry Potter’: Tom Felton emociona os fãs com rara imagem ao lado de Emma Watson e Alfie Enoch; Confira!

A franquia ‘Harry Potter‘ se tornou parte da infância de muitas pessoas e continua transmitindo nostalgia, ainda mais quando algum membro do elenco compartilha curiosidades sobre os bastidores.

Em seu perfil do Instagram, Tom Felton, intérprete de Draco Malfoy, emocionou seus seguidores ao publicar uma foto ao lado de Emma Watson e Alfie Enoch, a Hermione Granger e o Dino Thomas.

Até o momento, a imagem já recebeu mais de dois milhões de likes e comentários de todos os tipos, incluindo de fãs pedindo novas produções da franquia.

Em um dos comentários, um fã disse:

“Eu acreditava que você e Emma não se davam bem, mas vocês parecem ser grandes amigos. Sinto falta de vê-los juntos na tela.”

Confira a publicação:

 

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Uma publicação partilhada por Tom Felton (@t22felton)

Por falar nisso, o THR divulgou que CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, participou e uma conferência para investidores e falou sobre uma possível expansão da franquia ‘Harry Potter’.

“Tem uma coisinha chamada ‘Harry Potter‘, que é uma das franquias mais amadas do cinema. E estamos extremamente gratos por podermos fazer parceria com [a criadora] J.K. Rowling. Então eu diria que há muita diversão e potencial vindo aí.”, disse o executivo.

Kilar não entrou em detalhes sobre quais seriam esses planos de desenvolvimento, mas o anúncio vem logo depois que rumores apontaram que a Warner Bros. e a HBO Max estavam interessadas em uma série de TV live action baseada nos livros escritos por Rowling.

Vale lembrar que muitos fãs desejam ver uma adaptação do livro ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’, ambientado décadas depois da derrota de Voldemort.

A trama acompanha Alvo Severo Potter e sua jornada por Hogwarts como membro da Sonserina, onde ele faz amizade com Scorpio Malfoy, filho de Draco.

Alvo deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ele e seu pai aprendem uma incômoda verdade: às vezes, as trevas vêm de lugares inesperados.

Apesar da expectativa em tono da sequência, ainda não há nada confirmado sobre os novos projetos da franquia.

Além disso, ainda não está claro como Rowling pretende dar continuidade ao universo ‘Harry Potter’ nas telinhas, então não se sabe se a trama vai seguir os eventos dos filmes ou se serão baseadas em arcos aleatórios dos romances relacionados à saga principal.

Por outro lado, os fãs detestaram quando surgiram os rumores sobre a série de TV, e alguns até estavam promovendo uma campanha para que a Warner desistisse da ideia.

Confira as reações:

Expandir o mundo de ‘Harry Potter‘ continua a ser uma prioridade para HBO Max e Warner Bros., que junto com a criadora J.K. Rowling, controla os direitos de propriedade.

Harry Potter‘ é uma das propriedades intelectuais mais valiosas da Warner.

lembrando que a série literária de Rowling foi adaptada como oito filmes que arrecadaram mais de US$ 07 bilhões em todo o mundo.

‘Liga da Justiça’: Mulher-Maravilha ganha destaque em cartaz individual do Snyder Cut; Confira!

Depois de divulgar um teaser individual da Mulher-Maravilha (Gal Gadot) para a nova versão de ‘Liga da Justiça‘, a HBO Max liberou também um pôster dando destaque à personagem.

Confira, junto com o teaser dos outros heróis:

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes: