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Ryan Reynolds gostaria de “estar no ‘Liga da Justiça’ do Snyder”

Por anos, muitos fãs acreditaram que Ryan Reynolds poderia retornar como o Lanterna Verde em uma participação especial na versão de ‘Liga da Justiça‘ do Zack Snyder.

O ator foi ao Twitter abordar os rumores de maneira bastante brincalhona, como sempre.

“Eu adoraria estar no filme da Liga da Justiça de Zack Snyder e ouvi dizer que já posso estar nele”, ironizou. 

Recentemente, o diretor Zack Snyder foi questionado por um fã sobre uma possível participação do Lanterna Verde na sua versão de ‘Liga da Justiça‘. Apesar de não ter confirmado exatamente, o cineasta respondeu a pergunta com um emoji piscando, indicando que o herói deve, de fato, aparecer.

Há muito tempo, fãs especulam sobre a possível participação do Lanterna Verde no Cut Snyder do longa, e, aparentemente, o herói deve mesmo dar as caras. Ansiosos?

A Warner divulgou mais informações sobre como os fãs poderão assistir o ‘Liga da Justiça‘ do Zack Snyder aqui no Brasil.

O filme estará disponível de 18 de março até 7 de abril como um vídeo premium sob demanda em lojas digitais do país, incluindo Apple TV, Claro, Google Play, Looke, Microsoft, Playstation, Sky, Uol Play, Vivo e WatchBr.

Confira:

Depois, ele ficará disponível exclusivamente para streaming na HBO Max, após o lançamento da plataforma no país.

Robert Englund queria sequência de ‘Freddy vs. Jason’ no lugar de remake

Em entrevista ao Too Fab, o astro Robert Englund revelou que achou o lançamento do remake de ‘A Hora do Pesadelo‘ muito prematuro, e afirmou que gostaria de ter feito uma sequência de ‘Freddy vs. Jason‘ antes do reboot da franquia.

“Acho que o remake foi feito de forma muito apressada. Acredito que o remake de ‘A Hora do Pesadelo’ foi muito prematuro. Nós devíamos ter feito uma sequência para ‘Freddy vs. Jason’ e esperado mais uns 5 ou 10 anos. Acho que a mesma coisa aconteceu com ‘Brinquedo Assassino’.”

Ele continua, “Freddy ainda faz parte da cultura popular. [A imagem dos filmes antigos] em Blu-ray em uma tela grande é até melhor atualmente do que quando os longas foram lançados nos cinemas. Qualquer pré-adolescente com 12 anos que assistir vai amar. Você não precisa alcançar uma nova geração ainda.”

Recentemente, rumores apontam que um possível remake de ‘Freddy vs. Jason‘ está em desenvolvimento.

Foi dito que o longa deve servir como um meio para revitalizar ambas as franquias para as novas gerações, já que ‘A Hora do Pesadelo‘ também perdeu força nos últimos anos.

Maiores detalhes não foram revelados, então não há informações sobre direção, elenco e previsão de estreia.

Considerando que os criadores de ‘Sexta-Feira 13‘ continuam brigando pelos direitos da franquia, o remake pode demorar um bom tempo para entrar em produção.

Lançado em 2003, ‘Freddy vs Jason‘ se tornou parte oficial do cânone de ambas as franquias e apresentou pela primeira vez um crossover entre vilões de filmes de terror slasher.

Dirigido por Ronny Yu, o longa arrecadou US$ 116,6 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de apenas US$ 25 milhões.

Há alguns meses, Eliajh Wood declarou seu desejo de desenvolver um reboot de A Hora do Pesadelo através de sua produtora, a SpectreVision.

Durante uma entrevista para o Coming Soon, o astro revelou seu desejo de trazer Robert Englund como Freddy Krueger para os novos filmes.

Além disso, Wood também revelou que não pretende recontar a história de origem do vilão para investir em uma história completamente diferente.

“Se vamos dar continuidade a essa franquia, precisamos trazer Robert Englund de volta para mais filmes. Mas não acho interessante contar a mesma história de novo, e não precisamos contar sua origem mais uma vez… Na verdade, [o foco] nem deve ser tanto sobre Freddy Krueger.”

Para alguns, reduzir a presença de Freddy pode ser uma ideia arriscada, mas vale lembrar que o original foi focado em Nancy (Heather Langenkamp) e suas amigas tentando sobreviver aos ataques do vilão.

Lembrando que um novo filme ainda não oficialmente confirmado, já que a ideia está nos estágios iniciais, mas parece que a SpectreVision já entrou em contato com Englund para duscutir as negociações para o papel.

Lançado em 1984, o filme original foi escrito e dirigido por Wes Craven, falecido em 2015, e trouxe a participação de Johnny Depp, Ronee Blakley, Heather Langenkamp, Amanda Wyss, e Nick Corri.

Desde então, o filme construiu um enorme legado para o subgênero slasher, dando origem a seis sequências e um remake.

Ao total, a franquia arrecadou mais de US$ 583 milhões pelo mundo e tornou-se a terceira saga de terror mais lucrativa da história – perdendo para ‘Sexta-Feira 13(US$671,5 milhões) e ‘Halloween(US$620,4 milhões).

‘Raya e o Último Dragão’ DECEPCIONA nos EUA, com estreia menor de ‘Tom e Jerry’ e ‘Os Croods 2’

De acordo com o Deadline, a nova animação da Disney, ‘Raya e o Último Dragão‘, arrecadou apenas US$ 8.6 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Para termos de comparação, a produção, que foi exibida em 2.045 salas de cinema do país, teve uma estreia menor que o live-action de ‘Tom e Jerry‘ (US$ 14.1 milhões) e da sequência ‘Os Croods 2‘ (US$ 9.7 milhões).

Além do impacto da pandemia de COVID, grande parte do fraco desempenho do longa se deve ao boicote de diversas redes de cinema, que se recusaram a exibir a animação devido a recusa da Disney em alterar os termos de exibição do filme em sua plataforma de streaming.

Internacionalmente, a animação arrecadou US$ 26.2 milhões através de 23 mercados.

Vale lembrar que ‘Raya e o Último Dragão‘ já está disponível na plataforma do Disney+ no Premier Access, com o custo extra de R$ 69,90 para os assinantes, que poderão ver e rever a animação quantas vezes quiserem nos seus dispositivos preferidos.

O longa ficará à venda no Disney+ por tempo limitado, entre 5 a 19 de março.

Os assinantes Premier Access visualizarão a animação assim que clicarem na área exclusiva, sem prazos para assisti-la, sem interrupções e sem outras limitações além das já estipuladas no contrato de assinantes e enquanto mantiverem sua assinatura ativa.

Para os assinantes que não optarem pelo passe, o filme estará disponível no Disney+ a partir de 23 de abril sem custos extras.

Assista ao trailer:

Dirigido por Hall e por Carlos López Estrada, o longa é a 59º animação da Disney e sua primeira aventura de fantasia inspirada nas culturas do sudeste asiático.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Kelly Marie Tran estrela a produção, dando voz à Raya. O elenco ainda conta com Awkwafina como Sisu, Gemma Chan como Namaari, Daniel Dae Kim como Benja, Sandra Oh como Virana e Benedict Wong como Tong.

Netflix | Franquias para ir Aquecendo os Lançamentos de 2021, durante a fase Vermelha

Cinemas fechados mais uma vez. Por uma boa razão. O Brasil entra agora numa fase alarmante durante a pandemia. Enquanto você fica em casa em segurança, saindo apenas para o essencial – temos certeza disso -, fazemos por aqui nossa parte dando dicas do que assistir durante esta nova reclusão. E para começar nossa série de matérias, escolhemos produções do líder do mercado: a Netflix. Mas não apenas isso, e para você ir aquecendo os motores, resolvemos selecionar franquias ou filmes de sucesso parte do acervo da plataforma que terão novos exemplares lançados muito em breve ainda este ano – ou que estrearam recentemente. Vamos conferir.

Leia também: Dicas de Filmes lançamentos para ficar em casa e maratonar na Netflix durante a fase vermelha

Liga da Justiça / Batman vs Superman

Na internet só se fala da versão do diretor Zack Snyder para a Liga da Justiça. Para quem esteve em Marte nos últimos tempos, o cineasta não pôde finalizar a versão dos cinemas e se afastou do projeto, levando outro diretor a assumir. Agora, a Warner lançará sua versão para o filme, contendo 4 horas de duração, novas cenas, maior desenvolvimento e mais personagens. O longa (e põe longa nisso) vai ao ar no dia 18 de março, numa plataforma que ainda não chegou ao Brasil (a HBO Max) – no entanto, outros serviços de streaming por aqui irão oferecer a superprodução. E para você não ficar boiando, a Netflix oferece o filme que deu início a este universo, o polêmico Batman vs Superman, que está completando 5 anos em 2021, ocasião perfeita para uma nova chance. Fora isso, disponibiliza também Mulher-Maravilha (2017), a obra mais elogiada desta fase da DC – cuja sequência foi lançada no fim do ano passado. E se você, assim como nós, for um cinéfilo/nerd metódico, ainda temos a versão dos cinemas de Liga da Justiça (2017), para examinar bem de perto notando as diferenças cruciais – as quais esperamos que sejam muitas.

Godzilla e Kong

Metade da internet fala sobre Liga da Justiça de Zack Snyder e a outra metade fala sobre o vindouro Godzilla vs Kong, também prometido para março (ou ao menos estava) nos cinemas. Nos EUA será lançado na mesma plataforma citada acima. E sim, já tiveram outros filmes dentro deste “monstroverso” que seria interessante você assistir antes deste embate emblemático de titãs. Dois deles você pode conferir na Netflix. O primeiro é Godzilla (2014), o marco zero deste universo compartilhado. O filme conta com dois jovens atores talentosos protagonizando Elizabeth Olsen e Aaron Taylor-Johnson, aqui interpretando marido e mulher. No ano seguinte, a dupla viria a viver irmãos no filme da Marvel, Vingadores: Era de Ultron (2015). Olsen ganhou série própria na Disney+ na pele da mesma personagem, com WandaVision, fenômeno de audiência. O segundo que você deve ver é Kong: Ilha da Caveira (2017), que se passa durante a Segunda Guerra Mundial e traz no elenco outros três “Vingadores”: Brie Larson (Capitã Marvel), Tom Hiddleston (Loki) e Samuel L. Jackson (Nick Fury). Só faltou mesmo Godzilla – Rei dos Monstros (2019) no acervo da Netflix para completar a tríade – que você igualmente deve assistir.

Um Príncipe em Nova York

Estreou nesta sexta-feira, dia 5 de março, na plataforma concorrente Amazon, a tão esperada continuação deste querido filme da década de 80. A sequência demorou nada menos que 33 anos para sair do papel, e mostra o príncipe Akeem (Eddie Murphy), agora se tornando rei e descobrindo um filho em Nova York, precisando retornar para a América. E aí é onde você pode realizar uma dobradinha entre as duas grandiosas plataformas, conferindo primeiro este verdadeiro clássico da comédia, antes de partir para a novidade. Um Príncipe em Nova York (1988) segue muito atual e hilário, sendo um dos maiores sucessos da carreira do astro Eddie Murphy. Para termos uma ideia, o filme já havia feito muito do que foi criado e elogiado no fenômeno Pantera Negra (2018), ou seja, uma obra com um elenco majoritariamente negro, passado num país fictício da África, muito rico e próspero, onde o protagonista é o monarca absoluto. Ambos também são sobre quebra de tradição e amor. A diferença é que neste as risadas e nudez são garantidas.

Karatê Kid

Aqui, com esta franquia, seguindo um círculo completo na Netflix. Uma das mais bem sucedidas empreitadas da plataforma atualmente é a série Cobra Kai, que estreou sua terceira temporada no início de 2021 e já tem a quarta confirmada. O programa se tornou um dos mais adorados pelos espectadores do mundo inteiro, sejam eles “órfãos” veteranos ou simplesmente novos fãs que não necessariamente conheciam os filmes antigos. Bem, seus problemas acabaram. Seja você um conhecedor pleno atrás de nostalgia e uma nova visita, ou esteja querendo saber do passado do que assiste, a Netflix acaba de trazer em seu acervo a franquia inteira (ou quase) de Karatê Kid. Os três primeiros filmes (1984, 1986 e 1989) com Ralph Macchio (Daniel LaRusso) e o saudoso Pat Morita (Sr. Miyagi) são pura nostalgia. E embora o primeiro seja disparado o melhor, todos são necessários para maior apreciação do programa, acredite. Só faltou mesmo o quarto longa, com protagonismo de Hilary Swank. Embora seja “duro de doer”, seria interessante que tivesse significado para a série igualmente (quem sabe com uma participação da atriz vencedora do Oscar e seu encontro com Daniel San, já que ambos foram treinados pelo mesmo querido mestre). Ah sim, ao invés deste, temos o remake de 2010, com Jackie Chan e Jaden Smith, na Netflix.

Matrix

Sim, Matrix irá lançar um quarto filme ainda este ano, lá no final em dezembro. Programado para o feriado de fim de ano nos EUA, no dia 22 dezembro, quase no natal, Matrix 4 será mais um filme da Warner para o acervo da HBO Max. No Brasil, dependendo de como estivermos até lá, deverá ser lançado nas salas de cinema. O novo longa trará de volta os protagonistas Keanu Reeves (Neo) e Carrie-Anne Moss (Trinity), mas por enquanto nada de Laurence Fishburne e seu Morfeus. No entanto, Jada Pinkett Smith (Niobe) e Lambert Wilson (Merovingian), das sequências estão confirmadíssimos. Na direção, apenas um, ou melhor, agora uma, das Wachowski, Lana. No quesito sangue novo, as adições são Yahya Adbul-Mateen II (Aquaman), Jessica Henwick (Punho de Ferro), Neil Patrick Harris (Desventuras em Série), Jonathan Groff (Mindhunter) e Priyanka Chopra (O Tigre Branco). Para você ir relembrando ou simplesmente ficando a par (já que no fim de ano só se falará disso), a Netflix tem disponível em seu catálogo a trilogia Matrix completa, com o primeiro (1999) e as sequências, Matrix Reloaded e Revolutions, ambas lançadas em 2003. Matrix foi um dos filmes mais influentes da virada do século.

Space Jam – O Jogo do Século

A Warner não está para brincadeira esse ano. Muito devido à pandemia, mas também pensando em alavancar seu novo produto de streaming, a citada HBO Max, o estúdio resolveu lançar todos os seus filmes na plataforma, incluindo as superproduções, e já tivemos três na lista, chegando agora ao quarto. Lançado há 25 anos, Space Jam foi o Uma Cilada para Roger Rabbit (1988) dos anos 90. Bem, talvez em menor escala já que o longa citado atingiu algo sem precedentes: juntar propriedades de vários estúdios para um único filme. Aqui, temos apenas os personagens da Warner / Looney Tunes, o que já está mais que suficiente. Na trama, o futuro dos queridos cartoons está em risco, e sua liberdade dependerá da vitória num jogo de basquete contra terríveis monstros. Assim, Pernalonga, Patolino e toda a turma alistam a ajuda do então aposentado Michael Jordan para retornar às quadras e salva-los. Apesar da atuação robótica do protagonista jogador, o filme é pra lá de divertido. Comemorando os 25 anos do lançamento, uma sequência finalmente sairá do forno de presente. O astro da vez é Lebron James, que unirá forças com os velhos conhecidos. A favor da continuação, o avanço tecnológico para colocar atores reais e desenhos juntos lado a lado. Space Jam – O Novo Legado estreia em julho, enquanto isso você mata a saudade do original na Netflix.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Mais para cima, eu disse que só se falaria de Matrix 4 no fim do ano. Bem, a verdade é que a nova aventura cibernética de Neo e companhia precisará dividir os holofotes com a terceira incursão de Tom Holland como o maior herói da Marvel, o Homem-Aranha. No Way Home, título oficializado, promete a reunião dos três Homem-Aranha do cinema, além de Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield. Por quanto tudo não passa de rumor, mas já temos confirmadas as presenças de Alfred Molina, reprisando o papel do vilão Dr. Octopus, de Homem-Aranha 2 (2004), e Jamie Foxx, como Electro, de O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014). Leia nas entrelinhas. Após o sucesso de WandaVision, tudo que não foi respondido no programa será continuado aqui, já que teremos inclusive a presença de Benedict Cumberbatch como o Doutor Estranho. E se você não é um fã ávido da Marvel mas não quer ficar por fora da trama, uma dica é De Volta ao Lar (2017), primeira parte da jornada de Holland como o herói – aproveitando que este foi um dos únicos filmes da Marvel retirados para compor o acervo da Disney+.

Missão: Impossível

Se já não fosse motivo suficiente rever de tempos em tempos os filmes desta franquia por serem simplesmente incríveis, e um marco da mescla entre suspense, tramas intrigantes e ação desenfreada, um novo longa desta série no cinema, o sétimo, é prometido ainda para 2021, em novembro. Assim, nada mais justo (e divertido) do que dar aquela refrescada na memória reassistindo todas as missões do agente Ethan Hunt – o segundo mais famoso do cinema. E sim, eu disse todas, já que a Netflix traz os seis filmes lançados até o momento em seu acevo. Tudo começou há 25 anos, com Missão: Impossível, de Brian De Palma, o mais voltado ao suspense. Na sequência, de 2000, o mestre da ação John Woo, deu novos ares mostrando que a série tinha potencial para ser blockbuster. O terceiro (2006), dirigido por J.J. Abrams, começou a se alinhar mais com a forma do que a franquia deveria ser no cinema, e introduziu uma linha narrativa mantida até hoje (com a esposa do protagonista). O quarto, Protocolo Fantasma (2011), pode ser considerado o primeiro da nova fase de sucesso, que finalmente afinou a franquia num só tom. O quinto, Nação Secreta (2015), e o sexto, Efeito Fallout (2018), são o auge, abrindo inúmeras possibilidades para esta franquia longeva, que não tem data para acabar.

Red Sonja | Reboot pode enfim entregar versão digna da personagem

Guerreira do universo de Conan pode ter uma chance de redenção na nova aventura

A produção do vindouro reboot de Red Sonja não está sendo fácil. Inicialmente foi confirmado que o diretor Bryan Singer comandaria toda a realização, porém ele foi imediatamente afastado após denúncias de assédio sexual virem à tona em 2019. No mesmo ano foi declarado pelo estúdio, a Millenium Films, que a produção seria então paralisada.

Assim permaneceu até há alguns dias quando foi anunciado que Jill Soloway será a nova diretora e roteirista de Red Sonja. No seu currículo constam participações nos roteiros de séries como O Mundo de Tara, A Sete Palmos e Transparent; essa última sendo uma produção criada e conduzida exclusivamente por ela. Para o portal Deadline, Soloway afirmou que “mal pode esperar para trazer o épico mundo de Red Sonja à vida”, além de “explorar essa poderosa mitologia e o que significa ser uma heroína”.

A heroína Red Sonja está inserida no universo de Conan, o Bárbaro sendo livremente inspirada em outra personagem, essa criada pelo autor da saga Robert E.Howard, chamada Red Sonya de Rogatino para o conto The Shadow of Vulture. A diferença primordial é que essa história não possui quaisquer ligações com as aventuras do famoso bárbaro pois enquanto o primeiro se passa durante a Era Hiboriana (o equivalente ficcional de Howard à pré-história), o segundo tem sua ambientação estabelecida no século XVI durante uma disputa entre o império Ottomano e o império Austro-Húngaro.

A primeira aparição de Red Sonja foi em uma aventura de Conan

A versão mais conhecida da guerreira hiboriana vem da sua série solo nos quadrinhos da Marvel Comics publicados em 1975 e com a assinatura de Roy Thomas (que por sua vez também foi o responsável por adaptar pela primeira vez os livros de Robert E. Howard sobre Conan para os quadrinhos em outubro de 1970). Sua estreia, no entanto, aconteceu em 1973 durante a aventura em Conan, the Barbarian #23 como uma coadjuvante. 

Na ocasião o protagonista acaba sendo perseguido por soldados turanianos liderados por Mikhal Oglu (também conhecido como Vulture ele é uma clara referência ao principal vilão de The Shadow of Vulture, que por sua vez também é o título da edição 23, herdando não só o mesmo nome do temível assassino do Grão-vizir como também a mesma função de antagonista em ambas as tramas). Após os turanianos invadirem um pequeno vilarejo onde descansava, Conan consegue fugir mas é perseguido por eles até os portões da cidade de Makkalet. Cercado por turanianos, ele é salvo por um grupo de soldados liderados por alguém autointitulada Red Sonja.

Um detalhe sobre essa primeira aparição é que nessa ocasião Red Sonja ainda não trajava a famosa “armadura de bikini” com o qual a personagem se tornou icônica, sendo que essa vestimenta só foi usada a partir de The Savage Sword of Conan #1 em agosto de 1974 e ainda assim ela não era colorida. A sensualidade da personagem agiu em concordância com a proposta final do título, identificado oficialmente como revista para fugir da censura que existia sobre os quadrinhos, que era a de publicar histórias chocantes e violentas para um público maior de idade.

Famoso traje surgiu primeiramente em “Savage Sword of Conan”

A altura dos anos 80 a popularidade da heroína já estava muito bem estabelecida pelas suas aventuras solo e por participações em outros títulos da empresa (mais especificamente quando ela troca de corpo com a Mary Jane e luta ao lado do Homem-Aranha contra o feiticeiro Kulan Gath em Marvel Team-Up #79). Isso tudo levou à 1985 quando foi lançado o filme Red Sonja, estrelado por Brigitte Nielsen no papel título, no Brasil intitulado Guerreiros de Fogo.

Idealizada pelo produtor Dino De Laurentiis como o primeiro spin-off da saga Conan no cinema, protagonizada por Arnold Schwarzenegger, filmes esses que também foram produzidos por ele, a produção teria a difícil missão de condensar anos de história da Red Sonja em uma trama linear e direta em pouco menos de uma hora e meia. O resultado não foi positivo, com a crítica apontando para a má direção de Richard Fleischer (o mesmo de Conan – O Destruidor, 1984), péssima atuação de Birgitte Nielsen e o roteiro de qualidade duvidosa como as razões do fracasso da obra.

Nem mesmo a participação de Schwarzenegger como Kalidor (a produção não havia obtido os direitos de utilizar Conan na trama então criaram um “novo” personagem) suavizou as pancadas do público. O próprio astro fala abertamente que esse foi um dos piores filmes da sua carreira. Inevitavelmente a rápida má fama obtida pela obra teve impacto notável na bilheteria. 

Nem a presença de Schwarzenegger salvou o filme do desastre.

Tendo um orçamento de mais ou menos US$ 15 milhões, o filme arrecadou, segundo o portal Box Office Mojo, apenas US$ 6.951.415. É interessante constatar que praticamente 99% desse valor final foi alcançado graças ao desempenho nas bilheterias nacionais, pois no resto do mundo o valor alcançado foi de apenas US$ 2.782. O fracasso do filme é constantemente citado como uma das razões, senão a principal, da franquia Conan, o Bárbaro ter sido abandonada. 

As aventuras de Red Sonja nos quadrinhos continuaram a ser publicadas pela Marvel Comics até dezembro de 1995 quando após a publicação de Red Sonja: Scavenger Hunt a editora decidiu por não aproveitar mais a personagem. Apenas em 2005 ela voltaria a ter um título solo, dessa vez pelas mãos da Dynamite Entertainment (a mesma editora de The Boys e da versão em quadrinhos de Game of Thrones) que se mantém até os dias atuais. 

 

Christian Bale investigará assassinatos no novo suspense da Netflix

De acordo com o Deadline, Christian Bale estrelará o suspense ‘The Pale Blue Eye‘, que está sendo desenvolvido pela Netflix.

O ator interpretará um detetive investigando uma série de assassinatos em uma academia militar, sendo ajudado por um jovem posteriormente conhecido como Edgar Allan Poe.

O longa será baseado no livro homônimo de Louis Bayard.

Scott Cooper será responsável pela direção.

Esse filme marcará a terceira colaboração entre Bale e Cooper, após ‘Tudo por Justiça‘ e ‘Hostis‘.

As filmagens devem começar assim que Bale terminar suas gravações na sequência ‘Thor: Amor e Trovão‘ e no novo filme, ainda sem título, dirigido por David O. Russell.

Os 25 Anos de ‘Falling Into You’, o álbum mais icônico de Céline Dion

Céline Dion tornou-se uma das divas da música pouco depois de ter participado do Festival Eurovision, ascendendo a uma fama mundial sem quaisquer precedentes. Creditada como a principal responsável na internacionalização da música francofônica, seu sucesso planetário e estupendo tomaria forma mais sólida a partir da década de 1990, mais precisamente há 25 anos com o lançamento do icônico e multipremiado Falling Into You – certamente sua produção mais conhecida.

O álbum, que configura a lista dos mais vendidos de todos os tempos com mais de 32 milhões de cópias comercializadas – à frente de títulos como ‘21’, de Adele, e ‘Hotel California’, da banda Eagles –, é composto por grande parte das faixas mais icônicas da carreira de Dion, incluindo as baladas “It’s All Coming Back to Me Now” e “All By Myself”, bem como ao cover animado e explosivo de “River Deep, Mountain High”. Ademais, das catorze tracks da versão padrão do CD, mais de metade ganhou o status de single, colocando a artista no centro dos holofotes e nas manchetes dos jornais e revistas mais conceituados dos países de língua inglesa.

Combinando elementos que variam desde incursões orquestrais até cânticos africanos, Falling Into You permitiu que a cantora, dona de uma das vozes mais poderosas de sua geração e até mesmo da atualidade, trilhasse seu caminho como bem entendesse – vindo a resgatar tais elementos para futuras incursões, como ‘A New Day Has Come’ (2002) e o recente ‘Courage’ (2019), que marcou seu tão aguardado comeback depois de anos longe da música em virtude da precoce morte do marido. Marcado pelo uso constante de elementos de percussão, a crítica pode não ter caído de amores pela dissonante produção de suas faixas, mas isso não muda o fato do compilado ser um dos mais importantes das décadas passadas e da carreira de Dion. Afinal, foram as músicas arquitetadas principalmente por nomes como Jim Steinman, Diane Warren, Eric Carmen e tantos outros que alavancaram rendições belíssimas e memoráveis que são apreciadas até os dias de hoje.

“Because You Loved Me”, um dos carros-chefes e a segunda música promocional da obra, integrou o drama romântico ‘Íntimo e Pessoal’, estrelado por Robert Reford e Michelle Pfeiffer. Recebida com aclame crítica pelos especialistas, a faixa também foi um sucesso comercial que atingiu o topo das paradas de inúmeros países, incluindo Estados Unidos, Canadá e Austrália. Ela também foi agraciada com inúmeras condecorações e honrarias, como um Grammy de Melhor Música Escrita para Mídia Visual, além de indicações a Música do Ano e Gravação do Ano. Assinada por Warren, a iteração também foi relembrada durante as cerimônias do Oscar e do Globo de Ouro, vendendo mais de 5 milhões de cópias em apenas seis meses.

Com o álbum, Dion encontrou a tão esperada maturidade artística, que já vinha mostrando em suas explorações francesas anteriores. A clássica sensualidade mostra-se com força descomunal na balada romântica “Seduces Me”, que mistura melodias latinas com guitarras ecoantes, além de vocais irretocáveis e exuberantes. “If That’s What It Takes”, regravação de “Pour que tu m’aimes encore”, abre espaço para a sutileza do onirismo lírico, acompanhado de mensagens adoráveis, por mais formulaicas e familiares que sejam. Ora, a artista até mesmo faz questão de homenagear um de seus grandes ídolos, Aretha Franklin, com a moderna releitura de “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman”.

Foi essa capacidade de reinvenção e de se manter fiel às suas raízes que permitiu que Falling Into You rodasse o mundo e estourasse como inúmeros recordes de vendas. A originalidade da presença de Dion, aqui, é constantemente pincelada com meneios para Tina Turner, Ella Fitzgerald, Etta James e tantas outras fortes mulheres que pavimentaram as estradas para que a performer e suas contemporâneas exibissem sem medo todas as suas habilidades para um público que ansiava por mais. “Call the Man” mais uma vez opta por reduzir o ritmo e criar uma densa e narcótica atmosfera, apostando fichas em uma melancolia fonográfica gospel que há muito não se via no cenário do entretenimento – e a apresentação da música com um coro de 30 vozes durante o World Music Awards permanece gravado na memória de quem a assistiu.

Levando para casa o prêmio de Álbum do Ano e Melhor Álbum Pop Vocal na cerimônia do Grammy Awards, a obra-prima de Céline Dion continua sendo redescoberta e renegando às duras críticas que a cauterizaram dolorosamente à época de seu lançamento. Afinal, são poucas as investidas musicais que conseguiram o feito de Falling Into You – e poucas que conseguiram ultrapassá-lo.

‘Liga da Justiça’: Fotos comparam as versões de Joss Whedon e Zack Snyder e diferença é IMPRESSIONANTE

Na época de seu lançamento, ‘Liga da Justiça‘ foi alvo de grandes controvérsias, em virtude do seu tumultuado processo de criação que fora comprometido e da repentina saída de Zack Snyder da direção, após o trágico falecimento de sua filha.

E com Joss Whedon recebendo a missão de finalizar o longa, a aguardada adaptação dos quadrinhos acabou sofrendo drásticas mudanças e intervenções que comprometeram profundamente o resultado final, gerando uma avalanche de críticas negativas, tanto por parte dos fãs, bem como por parte da imprensa.

Agora que a versão de Snyder está chegando e ganhando diversos vídeos promocionais, os fãs decidiram comparar as duas versões e a diferença é gritante.

Confira:

Assista ao trailer do Superman e do Batman:

Segundo a produtora do longa e esposa do diretor, Deborah Snyder, o cineasta Christopher Nolan – produtor executivo de ‘Liga da Justiça‘ – chegou a aconselhar Zack a jamais assistir a versão de Whedon, pois “ela partiria o seu coração“.

A informação foi revelada durante uma entrevista à revista Vanity Fair. Na ocasião, ela revelou que Nolan exibiu o longa para ela e ponderou sobre como foi “estranha” a experiência de assistir a um filme que havia mudado drasticamente da proposta original projetada pelo seu esposo.

“Foi uma experiência…muito estranha. Eu não sei quantas pessoas passaram por essa experiência. Você trabalhou em algo por tanto tempo, vai embora e então vê o que aquilo acabou se tornando. Eles vieram e disseram: ‘Você nunca deve ver esse filme, porque eu sabia que partira o coração dele'”. 

Lembrando que o filme será lançado em VOD no Brasil e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘WandaVision’: Kathryn Hahn revela qual década ela mais gostou de revisitar

Em entrevista ao ComicBook, Kathryn Hahn revelou qual década ela mais gostou de revisitar na série ‘WandaVision‘, que explorou diversos períodos da televisão americana no decorrer dos seus episódios.

“Acho que eu gostei mais de revisitar os anos 80, pois eu era uma criança nessa época, então eu me senti muito nostálgica; as músicas e até mesmo as roupas que eu tive que vestir. Eu me senti como a Isabel Marant: calças prestes dobráveis, sapatilhas e abotoaduras. Eu diria que me senti em casa durante os anos 80, em termos de estilo. Eu amo um cabelo esparafatoso.”

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Titãs’: Confira os possíveis títulos dos episódios da 3ª temporada!

O site The Vulcan Reporter divulgou uma lista com os possíveis títulos dos 10 primeiros episódios da 3ª temporada de ‘Titãs‘, deixando de fora apenas os três capítulos finais do próximo ciclo.

Confira:

  • Episódio 1: Barbara Gordon (Escrito por Richard Hatem & Geoff Johns)
  • Episódio 2: Red Hood [Capuz Vermelho] (Escrito por Tom Pabst)
  • Episódio 3: Hank & Dove [Rapina e Columba] (Escrito por Jamie Gorenberg)
  • Episódio 4: Blackfire [Estrela Negra]
  • Episódio 5: Lazarus
  • Episódio 6: Lady Vic
  • Episódio 7: 51 Percent [51%]
  • Episódio 8: Home [Casa]
  • Episódio 9: Souls [Almas]
  • Episódio 10: Troubled Water [Águas Agitadas]

Vale lembrar que a informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Novidades da 3ª temporada

Vale lembrar, que a terceira temporada trará Jason tramando uma jornada para derrubar os ‘Titãs‘.

Nos quadrinhos, Jason Todd foi morto pelo Coringa e ressuscitou sob o polêmico codinome Capuz Vermelho, tornando-se um assassino frio e calculista. Apesar de ser pouco adaptado em animações e em nenhuma versão live-action, o personagem se tornou um dos anti-heróis mais populares de DC.

Além disso, o icônico supervilão Espantalho, alter-ego do Dr. Jonathan Crane, também fará sua estreia na série.

Informações sobre elenco ou em quantos capítulos os personagens irão aparecer não foram reveladas.

Relembre o trailer da temporada anterior:

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

A série foi criada por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Ritchson) e Columba (Kelly) também irão retornar.

‘Hide And Seek’: Jonathan Rhys Meyers estrelará remake do suspense coreano

O site Bloody Disgusting divulgou a primeira imagem oficialmente do suspense ‘Hide And Seek‘, remake hollywoodiano estrelado por Jonathan Rhys Meyers (‘Dracula’).

Confira:

A nova versão é escrita e dirigida por Joel David Moore, que estrelou ‘Terror no Pântano‘ e ‘Avatar‘.

“Quando um rico empresário segue uma pista para encontrar seu irmão desaparecido, ele mergulha de cabeça em um submundo distorcido de invasores e vagabundos que ameaça separar sua família enquanto ele luta para manter sua sanidade.”

O elenco ainda conta com Jacinda Barrett (‘Bloodline’), Joe Pantoliano (‘Os Sopranos’) e Mustafa Shakir (‘Luke Cage’).

O longa foi adquirido pela Saban Films, mas ainda não possui previsão de estreia.

‘Thor: Amor e Trovão’: Vídeo e fotos mostram a Jane Foster de Natalie Portman recuperando o Mjolnir

A atriz vencedora do Oscar Natalie Portman está de volta à Marvel, em ‘Thor: Amor e Trovão‘ e suas filmagens já estão acontecendo na Austrália.

E as novas fotos e vídeo do set mostram como ela ganhará os poderes de Mjolnir e como isso afetará Nova Asgard, em um cenário que presta homenagem a Odin de Anthony Hopkins.

Confira:

Além disso, um novo vídeo dos bastidores está circulando na internet e traz Portman desempenhando uma arriscada cena de ação.

Na tomada em questão, é possível notar que ela é suspensa no ar com a ajuda de equipamentos de segurança e dublês. Além disso, ela aparenta estar recebendo uma forte carga sobre o seu corpo, a contar pelos seus rápidos movimentos.

Confira:

Confira também mais algumas imagens dos bastidores:

O elenco do filme conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Crítica em Vídeo | Duas Tias Loucas de Férias – Comédia escrachada e nonsense que me fez rir HORRORES

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO de Duas Tias Loucas de Férias (Barb and Star Go to Vista Del Mar), comédia estrelada por Kristen WiigAnnie Mumolo.

Assista a crítica:

O filme está disponível pela Apple.

A dupla assina o roteiro do longa. Essa é a primeira vez que Wiig e Mumolo trabalham em uma nova trama juntas, desde sua última parceria, na hilária comédia Missão Madrinha de Casamento (indicado a duas estatuetas do Oscar).

Will Ferrell, Jessica Elbaum (‘Fora de Série‘) e Adam McKay (‘Vice‘) assumem os papéis de produtores, por meio do selo Gloria Sanchez Productions.

Além de escrever, a dupla vai produzir e estrelar a produção. Josh Greenbaum assume a direção. Ele é conhecido por seu vasto trabalho como diretor em séries de TV. Entre seus trabalhos, estão episódios de ‘Fresh Off the Boat‘, ‘New Girl‘ e ‘Single Parents‘. 

Os 15 Atores Que Mais Brilharam na pele de Super-heróis

Não há como negar que os filmes de super-heróis têm conquistado cada vez mais espaço nas salas de cinemas. E nos corações dos espectadores. Em 2019, foram lançados Capitã Marvel, Shazam!, Hellboy, Vingadores: Ultimato, X-Men: Fênix Negra, Homem-Aranha: Longe de Casa, Vingadores: Ultimato e… o filme do vilão Coringa.

Sabendo da paixão do público pelo gênero, o CinePOP resolveu relembrar 15 atores que encarnaram perfeitamente super-heróis. É importante destacar que a lista engloba apenas filmes, então séries das parcerias Marvel/Netflix ou DC/Warner acabaram ficando de fora. A seleção também não conta com vilões, então não adianta reclamar da ausência de nomes como Joaquin Phoenix, Heath Ledger ou Tom Hiddleston.

Confira nossa lista completa! E corre nos comentários para fazer a sua!

15 | Michael Keaton (Batman)

Muitos anos antes de se arriscar como o Abutre em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, Michael Keaton interpretou o Homem-Morcego em Batman – O Filme e Batman: O Retorno, ambos dirigidos por Tim Burton. O ator, como nenhum outro depois dele, encarnou como ninguém o lado glamouroso de Bruce Wayne. Keaton acabou deixando o personagem após a saída de Burton, mas escreveu seu nome na história das adaptação de HQs.

14 | Wesley Snipes (Blade)

É difícil Wesley Snipes entrar numa lista de “melhor qualquer coisa”. Sempre foi um ator mediano. E, nos últimos tempos, acabou preso por problemas com a justiça americana. Mas é inegável que o ator foi a escolha perfeita para o papel de Blade na trilogia formada por Blade: O Caçador de Vampiros, Blade II e Blade: Trinity. A química entre ator e personagem foi tão boa que até hoje (15 anos depois) Snipes é cotado para voltar a viver Blade.

13 | Chloë Grace Moretz (Hit Girl)

Lançado em 2010, Kick-Ass: Quebrando Tudo é uma ótima adaptação dos quadrinhos de Mark Millar. E tem como principal destaque a presença de Chloë Grace Moretz como Hit Girl. À época, a atriz tinha apenas 13 anos. Foi insano (e brilhante) ver alguém tão jovem num papel tão violento. A personagem se destacou tanto que acabou ganhando mais espaço na continuação Kick-Ass 2. Chegou-se a falar na possibilidade de um filme-solo, mas acabou não acontecendo.

12 | Ron Perlman (Hellboy)

Como falamos na abertura, temos um novo Hellboy chegando aos cinemas em 2019. Agora, interpretado por David Harbour. Por mais que haja uma curiosidade para ver o ator de Stranger Things no papel, também há uma lamentação de que Ron Perlman não está mais na pele do personagem. Ainda mais que Ron e Guillermo del Toro sempre manifestaram interesse em fazer um Hellboy 3. Eles mereciam. E a gente também. Ron tem o porte físico e o senso de humor perfeitos para o papel.

11 | Jackie Earle Haley (Rorschach)

Jackie Earle Haley é o único caso dessa lista que interpretou o personagem apenas uma vez. E o ator conseguiu se destacar mesmo sem mostrar o rosto. Em Watchmen – O Filme, Jackie criou um Rorschach de deixar Alan Moore orgulhoso. Pode-se argumentar que o filme de Zack Snyder se preocupa mais com o estilo do que com o conteúdo. Mas este, sem dúvida, não é o caso da performance do ator.

10 | Chris Hemsworth (Thor)

Chris Hemsworth parecia ter sido escolhido para ser apenas um rostinho (e tudo mais) bonito em Thor. Com o tempo, e o desenvolver do Universo Cinematográfico da Marvel, o ator mostrou que era muito mais que isso. Além de se dar bem nas cenas de ação, Hemsworth mostrou ter carisma e até mesmo bom humor. Ele está divertidíssimo em Thor: Ragnarok e Vingadores: Guerra Infinita. A gente quase o perdoa por não ter mirado na cabeça de Thanos.

09 | Christian Bale (Batman)

Mais um Homem-Morcego na área. Não se preocupe, é o último – desculpa, Ben! Christian Bale deu mais profundidade ao herói na trilogia formada por Batman Begins, Batman: O Cavaleiro das Trevas e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, todos dirigidos por Christopher Nolan. O ator é charmoso, arrogante e intenso. Ou seja, um Bruce Wayne perfeito.

08 | Gal Gadot (Mulher-Maravilha)

Mostrando que os chiliques nerds geralmente não fazem sentido, Gal Gadot provou para o mundo que é uma Mulher-Maravilha de primeira. A atriz foi a melhor coisa de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, arrasou em seu filme solo e voltou a ir bem em Liga da Justiça. Além de bonita, a atriz mostrou ter muito senso de humor e carisma na pele da heroína. Que venha Mulher-Maravilha 1984.

07 | Tom Holland (Homem-Aranha)

Tobey Maguire, em sua fase pré Aranha-Emo, brilhou na pele do amigo da vizinhança, então a disputa de quem é o melhor intérprete do herói merece atenção. Uma coisa é clara, no entanto, nenhum dos atores anteriores incorporaram tão bem o Aranha dos quadrinhos como Tom Holland. O jovem ator revelou ter carisma, talento e muita desenvoltura para as cenas de ação, além de um senso de humor perfeito para o personagem.

06 | Samuel L. Jackson (Nick Fury)

Sam Jackson poderia estar nessa matéria por Gelado, personagem que dublou em Os Incríveis e Os Incríveis 2. Mas sua participação como Nick Fury é ainda mais lendária, afinal ele foi o elo de ligação do Universo Cinematográfico da Marvel até chegarmos em Os Vingadores. O ator está presente em nove filmes do MCU, incluindo o ainda inédito Capitã Marvel. E sempre impondo uma presença digna de quem consegue liderar todos aqueles heróis.

05 | Patrick Stewart (Professor Xavier)

James McAvoy fez um trabalho incrível como Professor X nos últimos filmes de X-Men, mas mesmo assim não chegou perto de marcar tanto quanto a participação de Patrick Stewart na pele do personagem. O ator de 78 anos deu legitimidade ao universo mutante e criou um Charles Xavier complexo e repleto de nuances. E ainda fez uma parceria incrível com Ian McKellen, que brilhou na pele de Magneto, e que só está fora desta matéria por ser um vilão.

04 | Ryan Reynolds (Deadpool)

Ryan Reynolds protagonizou um caso duplo de “volta por cima”. O sucesso de Deadpool não só deu uma nova oportunidade ao ator no mundo dos super-heróis (como esquecer Lanterna Verde?), como deu nova chance ao personagem. Para quem não lembra, Ryan interpretou Deadpool pela primeira vez no trágico X-Men Origens: Wolverine. Felizmente, o ator não desistiu do personagem e, com a ajuda dos fãs, conseguiu fazer a Fox investir em Deadpool e Deadpool 2. Reynolds mostrou desenvoltura para as cenas de ação e, melhor, um humor insano completamente condizente com o personagem.

03 | Christopher Reeve (Superman)

Henry Cavill é (ou foi) um bom Superman, mas ninguém marcou – e dificilmente marcará – tanto quanto Christopher Reeve. O astro viveu o personagem em Superman: O Filme, Superman II: A Aventura Continua, Superman III e Superman IV: Em Busca da Paz. Reeve sofreu um acidente na década de 90 e acabou tetraplégico, vindo a falecer em 2004. Ainda assim, estará sempre na memória do público como o Homem de Aço ideal, passando charme, elegância e força. Um herói na vida real.

02 | Robert Downey Jr. (Homem de Ferro)

Foi difícil deixar Robert Downey Jr. fora da primeira posição. O ator é praticamente o grande responsável por fazer do Universo Cinematográfico da Marvel um sucesso. Ele foi quem abriu as portas com Homem de Ferro (2008) e seguiu brilhando em vários outros filmes do estúdio. Agora, rumores dão conta de que pode fazer sua despedida em Vingadores: Ultimato. Não há como se preparar para isso. A verdade é que Downey Jr. é o Tony Stark perfeito. Charmoso, arrogante e com grande senso de humor. Difícil imaginar o que seria do MCU sem ele. Mas…

01 | Hugh Jackman (Wolverine)

Existe um motivo para Robert Downey Jr. estar com a medalha de prata e este motivo é Hugh Jackman. O astro australiano assumiu o papel de Wolverine por acaso. Escalado para o personagem, Dougray Scott viu sua agenda de filmagens em Missão Impossível 2 prejudicar a produção de X-Men: O Filme. Sem poder esperar, a Fox desiste do ator e escala Jackman. Depois disso, tudo é história. Hugh vive o personagem em oito filmes, além de ser citado/mostrado como piada nos dois longas do Deadpool. Se tivéssemos como parâmetro os cinco filmes de X-Men ou os dois primeiros de Wolverine, talvez Hugh Jackman ficasse atrás de Downey Jr. na seleção. Mas é aí que entra Logan. Em 2017, o ator se despediu do personagem de forma tocante e brutal em um dos melhores filmes de super-heróis já feitos. E, na verdade, elevou o gênero e entregou um verdadeiro drama.

‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman surge musculosa em novas imagens dos bastidores

A atriz vencedora do Oscar Natalie Portman está de volta à Marvel, em ‘Thor: Amor e Trovão‘ e suas filmagens já estão acontecendo na Austrália.

E as novas fotos do set mostram que a atriz levantou peso e malhou bastante para viver a versão feminina de Thor.

Os fãs perceberam que os braços da atriz estão muito mais musculosos que antes.

Confira:

Além disso, um novo vídeo dos bastidores está circulando na internet e traz Portman desempenhando uma arriscada cena de ação.

Na tomada em questão, é possível notar que ela é suspensa no ar com a ajuda de equipamentos de segurança e dublês. Além disso, ela aparenta estar recebendo uma forte carga sobre o seu corpo, a contar pelos seus rápidos movimentos.

Confira:

Confira também mais algumas imagens dos bastidores:

O elenco do filme conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Disney dá sinal verde para o remake em live-action de ‘Robin Hood’

Segundo o site Heat Vision, os estúdios Walt Disney deram sinal verde para um remake em live-action do clássico animado Robin Hood.

Detalhes sobre o projeto não foram divulgados, mas sabe-se que o diretor Carlos Lopez Estrada (Ponto Cego) está a bordo para comandar o projeto.

Justin Springer será o produtor. O filme irá estrear no serviço de streaming Disney+, seguindo os passos de A Dama e o Vagabundo, e irá recriar os animais através de CGI.

A animação original foi lançada em 1973 e dirigida por Wolfgang Reitherman, sendo o segundo longa-metragem feito após a morte do realizador Walt Disney.

Há muito tempo atrás, em uma terra distante, uma história extraordinária de coragem e amizade acontece. Robin Hood, uma raposa heroica, juntamente com seu fiel companheiro urso, João Pequeno e a sua banda de homens alegres evocam os atos mais famosos, engraçados e ousados, um após o outro, para roubar o ganancioso Príncipe João e trazer a felicidade para os moradores da floresta.
Robin Hood foi indicado ao Oscar de Melhor Canção Original, mas conquistou apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Robert Englund quer reboot de ‘A Hora do Pesadelo 2’ explorando homossexualidade do protagonista

Editorial use only. No book cover usage. Mandatory Credit: Photo by Moviestore/Shutterstock (1562579a) A Nightmare On Elm Street 2: Freddy's Revenge, Mark Patton Film and Television

Em entrevista ao Too Fab, Robert Englund revelou que gostaria de ver um reboot de ‘A Hora do Pesadelo 2‘, com uma trama que explorasse abertamente a homossexualidade do protagonista.

“O segredo de ‘A Hora do Pesadelo’ é a perda da inocência. Os personagens precisam ser adolescentes normais que são perseguidos por essa entidade maligna que os fazem perder essa inocência em diversos níveis; sexual, violência, assassinato, morte, perceber as falhas dos seus pais, todas essas coisas.”

Ele continua, “Se eles fizessem um reboot de ‘A Hora do Pesadelo 2’, por exemplo, eles precisam realmente explorar aquela narrativa, com o Freddy brincando com a sexualidade do personagem principal. Atualmente, essa temática é algo muito mais confortável socialmente e seria divertido ver o Freddy perseguindo um garoto que é gay. Obrigá-lo a sair do armário. O público iria aceitar isso atualmente.”

Recentemente, criaram um trailer conceitual incrível, reimaginando a franquia como uma série da Netflix. Confira:

 

A franquia original teve início em 1984 e, desde então, arquitetou um inegável legado para o subgênero slasher, se estendendo ao longo de sete filmes e um remake. A primeira investida foi dirigida e roteirizada por Craven, trazendo em seu elenco nomes como Robert EnglundJohnny DeppRonee BlakleyHeather LangenkampAmanda WyssNick Corri e outros.

Craven também voltaria a comandar A Hora do Pesadelo 7: O Novo Pesadelo’, em 1994. Em 2003, Freddy enfrentaria Jason Vorhees, o antagonista de Sexta-Feira 13, no cross-over Freddy vs. Jason. Em 2010, Jackie Earle Haley substituiria Englund no papel principal no remake A Hora do Pesadelo, que acabou se tornando um sucesso comercial apesar das críticas negativas.

No geral, a saga arrecadou mais de 583 milhões de dólares e tornou-se a terceira saga do terror mais lucrativa da história – perdendo para Sexta-Feira 13 (US$671,5 milhões) e Halloween (US$620,4 milhões).

Nenhuma outra informação foi divulgada.

As Duplas Mais Inusitadas dos Anos 80 no Cinema

Os anos 1980 estão de volta! Os anos 1980 são agora! A cultura desta época fanfarrona nunca esteve tão em voga (bem, sem contar na própria década em si). Franquias e propriedades nascidas no período são revitalizadas a todo momento, seja no mundo do cinema, desenhos e música. Atualmente, um dos grandes responsáveis por dar novo gás aos 80´s para esta geração é fruto de um canal de streaming. Stranger Things, da Netflix, surfou na popularidade da época para se tornar um fenômeno.

No programa, os realizadores já perceberam que um dos grandes atrativos é a união de duplas ou grupos inusitados de personagens. Assim, desde a segunda temporada, o banguela Dustin (Gaten Matarazzo) tem passado muito mais tempo com Steve (galã fútil reabilitado) – vivido por Joe Keery –  do que com seus companheiros. Na nova temporada, o roteiro ainda tratou de incluir a decidida Robin (Maya Hawke) e a “pentelha” Erica (Priah Ferguson) na mistura. Max (Sadie Sink) e Eleven (Millie Bobby Brown) esqueceram a rivalidade da temporada passada e criaram um forte laço girl power, e até o durão Hooper (David Harbour) precisou passar tempo considerável com o “inimigo”, o cientista russo Alexei “Smirnoff” (Alec Utgoff).

Pensando nisso, o CinePOP resolveu relembrar algumas das uniões mais inusitadas que ocorreram durante os anos 1980 no cinema. Vem com a gente conhecer.

Sylvester Stallone & Pelé

Começamos a lista com uma dupla cujo elo único é o esporte. Esse inusitado encontro ocorreu no drama de guerra Fuga para a Vitória (1981), no qual ambos são prisioneiros – ao lado de Michael Caine – e montam um time de futebol para enfrentar a Alemanha nazista (por favor, queremos este remake). Na época, Stallone ainda não era conhecido como o herói de ação que viria a se tornar (fato cimentado após o lançamento de Rambo 2 – A Missão, de 1985), mas já era famoso pelo papel do pugilista Rocky Balboa.

 

O ator, inclusive, já havia interpretado o papel do lutador duas vezes a esta altura – no segundo filme, dirigido pelo próprio. Pelé, considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos, também ensaiou uma carreira como ator de cinema, lançando filmes nas décadas de 1970 e 1980 (incluindo Os Trapalhões e o Rei do Futebol – sucesso nacional de 1986).

Superman & Richard Pryor

Bem, devemos dizer Christopher Reeve e Richard Pryor. Mas a verdade é que o ator ficou imortalizado pelo papel e parece se transformar numa entidade própria ao protagonizar a franquia. Aqui, em Superman III (1983), infelizmente, foi onde esta série de filmes começou a apresentar desgaste, culminando no desastroso Superman IV – Em Busca da Paz (1987) – considerado um dos piores blockbusteres de todos os tempos.

Não deixa de ser pra lá de estranho ver um filme do maior super-herói de todos os tempos voltado para a comédia. E praticamente protagonizado por Pryor, um dos maiores nomes do humor na época, que tem tanto tempo de tela (ou até mais) do que o próprio Superman. A decisão curiosa começou a tomar forma quando Pryor foi a um talk-show e começou a se derreter em elogios aos filmes do Superman. Não deu outra, um tempo depois, os executivos da Warner motivados pela paixão do humorista resolveram colocá-lo para estrelar o terceiro filme do Homem de Aço. Fato parecido ocorreria no terceiro filme do Batman no cinema, quando Jim Carrey pôde usar e abusar do seu repertório exagerado como o Charada no filme de 1995.

Michael J. Fox & Joan Jett

Os anos 1980 foram salpicados por diversas participações de artistas da música arriscando sua vez nas telonas. Prince, Madonna, Michael Jackson, David Bowie, Cher, Tina Turner, entre outros, tentaram a sorte, com variados níveis de sucesso. A roqueira Joan Jett já recebeu sua própria biografia com The Runnaways – As Garotas do Rock (2010), interpretada por Kristen Stewart. Mas em 1987, a morena cheia de atitude protagonizou seu único filme com Luz da Fama.

E não para por aí, Jett protagonizou lado a lado com Michael J. Fox, então saído do sucesso De Volta para o Futuro (1985), no qual coincidentemente interpretava um jovem guitarrista de uma banda. No filme, a dupla é dirigida por ninguém menos que Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver), que também escreveu o longa. Jett e Fox interpretam irmãos com sonho de sucesso na música, precisando escolher entre a fama e a família.

Madonna & Sean Penn

Bem, se a ideia de ter a Material Girl e o notório bad boy juntos num filme soa estranho, que tal se eu te contar que eles foram casados na vida real por quatro anos (de 1985 a 1989). E não apenas isso, durante o período ficaram conhecidos como um dos casais mais problemáticos de Hollywood, protagonizando brigas homéricas – e sempre se metendo em encrenca com os paparazzi. Foi neste período também que resolveram fazer um filme juntos, e o resultado foi Surpresa em Shanghai (1986), aventura de época passada na década de 1930, na qual Madonna contrata o personagem de Penn para encontrar uma relíquia. O filme se mostrou reflexo de sua relação: uma bagunça. Nem precisa dizer que se tornou fracasso de crítica e público, e hoje ressurgiu como obra cult, devido ao misticismo em torno dos bastidores.

Isabelle Huppert & Steve Guttenberg

Muitos talvez não estejam associando o nome à pessoa. Bem, Steve Guttenberg ficou famoso pelos filmes canastrões da franquia Loucademia de Polícia, na qual nos quatro primeiros filmes (1984, 1985, 1986 e 1987) interpretou o protagonista Mahoney. Tudo bem que o sujeito tentou arriscar em alguns papeis mais sérios, e até mesmo em comédias menos pastelão, mas não deixa de ser inusitado vê-lo dividindo a tela com a francesa Isabelle Huppert, hoje considerada uma grande dama do cinema.

Huppert, musa francesa adorada pelos cinéfilos, também já teve seus dias de luta. Ela esteve, por exemplo, em Portal do Paraíso (1980), superprodução considerada um dos maiores flops da história de Hollywood, o épico foi o responsável por falir a MGM na época. O encontro de Huppert e Guttenberg ocorreu não numa comédia, mas num suspense digno de Hitchcock: Uma Janela Suspeita (1987). Ao contrário da maioria dos filmes desta lista, este resulta numa produção eficiente, embora não muito conhecida do grande público.

Meryl Streep & Roseanne Barr

A comediante Roseanne Barr atualmente se tornou uma figura maldita, cancelada graças a seu racismo inerente, exaltado numa época delicada e de muita representatividade. A humorista fez carreira com seu estilo desbocado e politicamente incorreto, justamente por isso ficou deslocada nos tempos atuais. No fim da década de 1980, ela era a maior estrela da televisão americana graças ao programa que protagonizava e que levava seu nome: Roseanne. O programa inclusive ganhou um revival, mas foi prontamente desligado após as infelizes declarações da atriz nas redes sociais.

Na época, aproveitando a popularidade da humorista, nada melhor do que tratar de colocá-la no cinema também. Mas seu par em tela para a empreitada foi o que chamou atenção em Ela é o Diabo (1989). Para o papel da “outra”, a mulher por quem o marido de Roseanne a deixa no filme, foi escalada ninguém menos do que a toda poderosa Meryl Streep. A monstra sagrada já provou saber se divertir por diversas vezes em comédias, mas Ela é o Diabo foi seu debute no gênero. Streep, na época, já tinha duas estatuetas do Oscar (por Kramer vs. Kramer e A Escolha de Sofia) e outras seis indicações. Ou seja, foi muito inusitado vê-la em uma comédia escrachada ao lado de Roseanne.

Sylvester Stallone & Dolly Parton

Se acharam a união de Sylvester Stallone e Pelé em Fuga para a Vitória (1981) estranha, ainda não tinham visto nada. Inusitado mesmo foi ver o musculoso astro da ação adentrando o mundo da música country ao lado da icônica Dolly Parton em Rhinestone – Um Brilho na Noite (1984).

Fuga para a Vitória ao menos se tratava de um filme de drama e aventura, gênero com o qual o grandalhão Stallone estava mais acostumado. Rhinestone foi a primeira investida do astro na comédia após o sucesso – nesta época Sly já havia feito três filmes de Rocky e um de Rambo. Dá uma olhada nesta trama: Parton vive uma cantora country que faz uma aposta de transformar um sujeito qualquer num cantor. Eis que cai em seu colo o troglodita Stallone, que vive um taxista. Stallone cantando?! E você está perdendo esta…

Sting & Jennifer Beals

No panteão dos cantores arriscando como atores na década de 1980, temos também o famoso ex-líder da banda The Police, Sting. O cantor ativista já havia marcado presença no clássico Duna (1984), de David Lynch, na pele de Feyd Rautha – que ganhará reimaginação pelas mãos de Denis Villeneuve. No ano seguinte, Sting resolveu se enveredar em uma obra igualmente ambiciosa, uma releitura do clássico A Noiva de Frankenstein (1935).

Antes de Angelina Jolie ser cogitada para o papel no agora cancelado (até segundo plano) Dark Universe, outra atriz já havia vivido a personagem morta-viva no cinema depois da icônica Elsa Lanchester. Trata-se de Jennifer Beals, musa 80´s recém saída do sucesso de Flashdance (1983). No filme A Prometida (The Bride, 1985), Sting vive o Doutor Frankenstein, criando e se apaixonando por Eva (Beals), uma mulher trazida de volta à vida.

Dennis Hopper & Leatherface

O primeiro Massacre da Serra Elétrica (1974) chocou o mundo com seu realismo cru e se tornou um sucesso cult. Baseado em eventos levemente verídicos, o terror não pedia uma continuação. Mas doze anos depois, o próprio Tobe Hooper, diretor do original, resolveria revisitar o universo da família canibal, num filme de tonalidade totalmente diferente. Afinal, qual a graça de se repetir?

Assim, Hooper mudou o conceito da abordagem em O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986), transformando o longa em uma paródia de filmes do gênero. Insano e nonsense, a continuação soa muito como Twin Peaks encontra filmes de terror slasher, colocando no meio desta receita de bolo os psicopatas do original – todos devidamente repaginados. Leatherface, o maníaco que usa máscara feita de pele humana, não podia faltar. E além de uma nova musa, nas formas da estonteante Caroline Williams, Hooper tratou de escalar um ator doido o suficiente para topar a empreitada. Dennis Hopper não só topou, como mergulhou de cabeça. E pôde empunhar ele mesmo uma grande serra elétrica. Algo me diz que todos tinham que se preocupar mais com ele do que com Leatherface

Arnold Schwarzenegger & Danny DeVito

E se Sly tentava sem sucesso aderir à sua primeira comédia, deixando um pouco de lado sua estigma de brutamontes, seu maior rival nas telas mostrava êxito na mesma empreitada. Enquanto Rhinestone viveu para ser um fracasso, Irmãos Gêmeos (1988), primeira investida do astro da ação Arnold Schwarzenegger num gênero voltado toda a família, se tornava sucesso de crítica e público.

A proposta desta comédia dirigida por Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era tirar graça ao ter os irmãos gêmeos mais diferentes possíveis. Assim, quem seria o inverso completo do grandalhão aloirado? O baixinho, gordinho e careca Danny DeVito nunca foi o estereotipo de galã, mas sempre fez sucesso no cinema com seu tipo cafajeste de fala mansa. Assim, estava criada a dupla de irmãos mais incomum do cinema. Por décadas uma sequência vem sendo prometida.

‘Intelligence’: David Schwimmer é um agente especial no trailer LEGENDADO da série de comédia

Intelligence, série de comédia estrelada por David Schwimmer, ganhou seu trailer legendado.

Assista:

A produção foi criada por Nick Mohammed, que também assina o roteiro.

A trama envolve um agente da NSA (Schwimmer) que se une com um analista de computadores para formar uma nova unidade de investigação de crimes cibernéticos na agência de defesa do Reino Unido.

Mohammed, Sylvestra Le TouzelGana BayarsaikhanJane Stanness completam o elenco.

Lindsay Lohan faz campanha para ‘Meninas Malvadas 2’ acontecer com elenco original

Meninas Malvadas‘ é um daqueles filmes que não importa quantas vezes a gente assista, sempre iremos rir como se fosse a primeira vez! Lançado em 2004, a comédia é sucesso até hoje, servindo de inspiração e referência para diversos artistas e projetos que vieram depois.

E o desejo por uma sequência genuína não é novo. Embora a produção tenha ganhado uma continuação totalmente desconexa à original, muitos fãs já se questionaram a respeito da possibilidade do elenco oficial retornar às telonas, em um novo capítulo.

E a atriz Lindsay Lohan mais uma vez expressou seu desejo por reunir As Poderosas, em uma continuação direta de ‘Meninas Malvadas‘, durante uma entrevista ao talk show online Lights Out With David Spade.

Na ocasião, ela disse:

“Eu, provavelmente, deveria retornar a fazer filmes em algum momento. Eu acho que fiquei apegada a ‘Meninas Malvadas‘ por muito tempo. Eu queria voltar com ‘Meninas Malvadas 2′. Voltar a trabalhar com a Tina Fey e todo o elenco novamente, além do diretor Mark Waters. Isso era o que eu realmente queria. Eu estava tão empolgada para fazer isso. No entanto isso está nas mãos deles, mas seria algo muito empolgante”.

Em ‘Meninas Malvadas‘, A adolescente Cady Heron foi educada na África pelos seus pais cientistas. Quando sua família se muda para os subúrbios de Illinois, Cady finalmente vai para escola pública e recebe uma rápida introdução às leis tácitas de popularidade que dividem seus colegas. Sem querer, ela acaba se envolvendo com um grupo de patricinhas chamado As Poderosas, mas ela logo aprenderá que o universo juvenil escolar é mais feroz que uma selva.

A produção contou com um orçamento de US$ 17 milhões e uma bilheteria surpreendente de US$ 129 milhões.