O reboot de ‘Anaconda‘ estreia nos cinemas no Natal e a Sony Pictures fez uma brincadeira nas redes sociais: E, se em ‘Anaconda‘, a protagonista fosse de outra espécie de cobra? 🤔
‘Naja‘, ‘Coral‘, ‘Jararaca‘. Você assistiria?
Bom, com certeza não seria tão grande, literalmente, quanto a diva que você vai encontrar em 25 de dezembro nos cinemas.
Confira:
E, se em #AnacondaFilme, a protagonista fosse de outra espécie de cobra? 🤔
Bom, com certeza não seria tão grande, literalmente, quanto a diva que você vai encontrar em 25 de dezembro nos cinemas. pic.twitter.com/hN978fCjbv
‘Anaconda‘ recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade.
A nova versão foi classificada pelo MPAA por “violência, ação, linguagem forte, uso de drogas e referências sugestivas”.
Apesar do novo filme ter um tom mais cômico, a classificação é a mesma do longa original, de 1997, e da sua sequência, ‘Anaconda 2 – A Caçada Pela Orquídea Sangrenta‘. Apesar das cenas de terror, a franquia nunca foi conhecida por cenas sangrentas.
O reboot será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de dezembro.
A trama acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.
A expectativa em torno de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, terceiro capítulo da franquia de James Cameron, cresce à medida que a estreia se aproxima, mas um detalhe importante permanece envolto em mistério: o orçamento oficial do filme.
Cameron já admitiu publicamente que a produção consumiu “uma tonelada de dinheiro” e que, para compensar esse investimento, seria necessário arrecadar “duas toneladas”. A fala bem-humorada não revela números, mas deixa claro que o risco financeiro é elevado — e que a Disney dependerá fortemente do desempenho nas bilheterias globais.
O histórico da franquia ajuda a dimensionar o desafio, que foi bem lucrativo até aqui. O primeiro ‘Avatar‘, lançado em 2009, custou cerca de US$ 237 milhões e se tornou um fenômeno cultural, encerrando sua carreira cinematográfica com aproximadamente US$ 2,92 bilhões — até hoje a maior bilheteria da história.
Porém, apenas uma parte desse valor chega ao estúdio. Em média, grandes produções ficam com aproximadamente metade da bilheteria global, já que os exibidores retêm entre 45% e 55% dependendo do país. Isso significa que a Fox, responsável pelo lançamento na época, teria ficado com algo em torno de US$ 1,46 bilhão.
A esse número é preciso subtrair os gastos, que vão muito além do orçamento de produção. O filme custou cerca de US$ 237 milhões para ser feito, e campanhas de marketing dessa escala normalmente variam entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões. Considerando uma estimativa conservadora de US$ 150 milhões, o custo total sobe para aproximadamente US$ 387 milhões.
Com isso, a matemática final revela um retrato impressionante: mesmo após descontar a participação dos cinemas e os gastos de promoção, ‘Avatar‘ teria rendido um lucro estimado de cerca de US$ 1,07 bilhão. É um resultado extraordinário, raríssimo na indústria, e explica por que o filme não apenas se tornou um marco tecnológico e cultural, mas também um dos maiores acertos financeiros da história do cinema.
Treze anos depois, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ repetiu o poder de atração do original, embora com um orçamento ainda mais agressivo, estimado entre US$ 350 milhões e US$ 460 milhões. Mesmo assim, o filme superou expectativas e acumulou cerca de US$ 2,32 a 2,34 bilhões ao redor do mundo. Segundo análises de mercado, o lucro líquido ficou na casa dos US$ 531 milhões, uma cifra impressionante para qualquer estúdio — e especialmente importante para justificar o futuro da saga.
Esse histórico coloca uma pressão natural sobre ‘Fogo e Cinzas‘. O mercado cinematográfico pós-pandemia é menos previsível: há mais competição por atenção, o consumo de streaming é dominante e o público está mais seletivo. Mesmo assim, a marca ‘Avatar‘ continua sendo uma das poucas com alcance global suficiente para mirar bilheterias bilionárias.
A falta de um valor oficial impede qualquer cálculo preciso sobre quanto ‘Fogo e Cinzas‘ precisa faturar para se pagar. Porém, especula-se que o terceiro filme custou entre US$ 250 e 300 milhões, precisando de aproximadamente US$ 900 milhões para se pagar.
James Cameron, por sua vez, já admitiu um certo nervosismo em relação ao lançamento, reconhecendo que o sucesso do terceiro filme será crucial para determinar o rumo da franquia.
O diretor afirmou que projetos como esses que custam caro precisam arrecadar “duas toneladas de dinheiro” para se pagar.
“Não tenho dúvidas de que este filme vai dar lucro. A questão é: será que vai dar lucro suficiente para justificar uma nova produção?. Estou no universo de Avatar há 20 anos. Na verdade, 30 anos, porque escrevi em 1995, mas não trabalhei continuamente nele durante os primeiros 10 anos. Sim, com certeza. Se for aqui que termina, ótimo,” ele admitiu.
Segundo o Deadline, o filme deve abrir com um valor entre US$ 100 e 130 milhões nos EUA. As projeções indicam que o longa é a primeira escolha de público tanto entre homens quanto entre mulheres.
Embora a previsão seja sólida, a abertura de ‘Fogo e Cinzas’ aponta para um resultado abaixo do seu antecessor.
Para efeito de comparação: ‘Avatar: O Caminho da Água’ (Avatar: The Way of Water) estreou com US$ 134,1 milhões em 2022.
Vale lembrar que, na época, as previsões para ‘O Caminho da Água’ indicavam uma abertura maior (entre US$ 150 milhões e US$ 175 milhões), mas o filme acabou ficando abaixo disso.
O desempenho de ‘Avatar’ historicamente é impulsionado por uma longa permanência nos cinemas, e não apenas pelo fim de semana de abertura.
Durante a turnê de imprensa, o diretorJames Cameron reiterou que o futuro da saga depende do sucesso de ‘Fogo e Cinzas’.
“Estou envolvido com ‘Avatar’ há vinte anos, na verdade trinta, porque escrevi o roteiro em 1995, mas não trabalhei nele continuamente durante os primeiros dez anos”, disse Cameron ao jornalista Matthew Belloni (via CBM).
“Houve um breve período de interesse em 1995, e então todos disseram: ‘você está louco’, e eu o engavetei por dez anos. Só voltamos a trabalhar nele seriamente em 2005”.
“Sim, com certeza. Claro”, disse ele, abordando a possibilidade de ‘Fogo e Cinzas’ ser o final da história de ‘Avatar’. “Se for aqui que termina, ótimo. Há uma ponta solta. Vou escrever um livro. Responderei a todas as perguntas”.
Questionado se consideraria deixar alguém continuar a franquia Avatar, Cameron respondeu: “De jeito nenhum. Olha, eu tenho opções. Existem níveis nos quais eu consigo me envolver. Não acho que jamais haverá uma versão em que haja outro filme de ‘Avatar’ que eu não tenha produzido de perto”.
Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.
Antes de chegar aos cinemas, ‘Eternos’ veio acompanhado de uma grande expectativa por parte dos fãs do Universo Cinemático Marvel – não apenas por um elenco estelar que incluiu Richard Madden, Gemma Chan, Angelina Jolie e Salma Hayek, mas pela presença da vencedora do Oscar Chloé Zhao (‘Nomadland’) na cadeira de direção.
Apesar da sólida equipe envolvida no projeto, o resultado foi bem aquém do esperado: o filme amargou 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou pouco mais de US$402 milhões ao redor do mundo (contra um altíssimo orçamento de US$236,2 milhões).
Agora, em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, Zhao comentou a intensa experiência de ter dirigido o filme da Marvel logo após comandar o drama vencedor do Oscar ‘Nomadland’, revelando que precisou tirar uma longa pausa para se recuperar.
“Eu precisava de uma pausa depois de ‘Eternos’ e ‘Nomadland’, porque esses dois filmes foram muito intensos”, ela disse. “Foi um após o outro, rodando-os e lançando-os. Então, acho que foi o acúmulo de uma década de trabalho ininterrupto”.
Zhao, então, foi questionada se estava nervosa com a recepção crítica de seu próximo filme, ‘Hamnet’, visto os comentários negativos sobre o longa do MCU. “Acho que é como quando você tem um filho. Você faz tudo o que pode para criá-lo, e provavelmente cometeu erros ao longo do caminho, [há coisas] que gostaria de ter feito melhor”, ela disse.
“Estou falando dos meus dois últimos filmes que estrearam na mesma época [‘Nomadland’ e ‘Eternos’] — aí você os lança para o mundo, e o mundo tem reações muito inesperadas em relação a eles, sobre as quais você não tem controle”, a diretor acrescenta. “É preciso aprender a amar a imperfeição dos seus filhos, porque isso é amar a imperfeição em si mesmo. E esse não foi um processo fácil para mim da última vez”.
Lembrando que ‘Eternos’ está disponível no Disney+.
Os Eternos são uma raça de seres imortais que viveram durante a antiguidade da Terra, moldando sua história e suas civilizações enquanto batalhavam os malignos Deviantes.
‘De Volta para o Futuro’ permanece como uma das franquias mais populares e mais amadas pelo público – tendo eternizado Michael J. Fox e Christopher Lloyd como Marty McFly e o Doutor Brown, dois dos personagens mais conhecidos da cultura pop.
Todavia, a trama também contou com uma breve trama romântica envolvendo Marty e Jennifer Parker. A personagem foi interpretada por Claudia Wells no primeiro capítulo da trilogia, sendo substituída por Elisabeth Shue para o segundo e terceiro filmes. E, como revelado pelo próprio Fox, outra atriz quase interpretou seu par romântico no clássico sci-fi.
Em seu livro de memórias ‘Future Boy’, o astro explicou que, quando substituiu o protagonista Eric Stoltz como Marty, a co-estrela Melora Hardin estava alta demais para interpretar a namorada do personagem no primeiro filme.
“Meu objetivo quando criança era a autopreservação. Os valentões frequentemente zombavam da minha altura, um alvo fácil. Sofri a indignidade de piadas sobre minha altura e preconceito por ser baixinho”, escreveu ele, segundo a Entertainment Weekly, observando que sua altura “me favoreceu quando eu era um ator adolescente interpretando uma criança mais nova, mas se voltou contra mim quando adulto, ao concorrer a papéis românticos ao lado de atrizes mais altas”.
Fox continuou: “lamento que esse preconceito tenha afetado inadvertidamente outra integrante do elenco de ‘De Volta para o Futuro’ – Melora Hardin, a talentosa atriz que interpretou Jennifer, namorada de Marty, ao lado do altíssimo Eric Stoltz”.
“Melora, vários centímetros mais alta do que eu, foi substituída no filme depois que assumi o papel de Marty”, acrescentou. “Inicialmente, [o diretor Robert Zemeckis] achou que talvez o público pudesse ignorar nossa diferença de altura, mas quando consultou rapidamente as mulheres da equipe, elas o asseguraram de que a garota alta e bonita do ensino médio raramente escolhe o baixinho bonitinho.”
“Ninguém pediu minha opinião, mas eu teria defendido Melora”, concluiu Fox.
‘Deadpool & Wolverine’ fez um sucesso tremendo ao chegar aos cinemas em 2024, trazendo Ryan Reynolds e Hugh Jackman como os respectivos personagens titulares.
Durante uma recente entrevista com Kevin McCarthy (via The Playlist), o diretor Shawn Levy foi questionado sobre uma possível continuação da franquia – e, ao que tudo indica, uma quarta aventura estrelada pelo Mercenário Tagarela está nos planos do realizador.
“Sou fã de muitos ‘terceiros filmes’ de trilogias”, explicou ele. “Adoro ‘De Volta para o Futuro 3’. Adoro ‘O Retorno do Rei’. ‘Ultimato’ proporcionou uma experiência muito superior ao público, porque levou dez anos e uma série de filmes para chegarmos àquilo”.
“Quando você conta uma história que tem a vantagem de uma conexão de legado entre o público e os personagens, você já está meio que em segundo plano”.
Levy continuou: “quando olho para ‘Deadpool & Wolverine’, vejo que se tornou uma carta de amor ao legado da [20th Century Fox]. Também conseguimos aproveitar anos de narrativa consagrada”.
O diretor confirmou ainda que está pensando bastante em como poderia fazer outro filme do Deadpool, sem o fator nostalgia.
“Não sei sobre a regra dos três, porque a verdade é que, quando penso, por exemplo, ‘ok, como fazemos outro filme do Deadpool?'”, ele disse. “Sequências são difíceis. São assustadoramente difíceis. Fiz três filmes de ‘Uma Noite no Museu’. Foi um trabalho árduo todas as vezes. Então, sim, tendo visto como a salsicha das sequências é feita, acho todo o assunto um pouco estressante porque você quer acertar”.
Lembrando que ‘Deadpool & Wolverine’ está disponível no Disney+.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine’. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O espetáculo estreia no dia 22 de janeiro no Almeida Theatre, em Londres, estendendo-se até o dia 14 de março.
Em 2014, o musical — com libreto de Roberto Aguirre-Sacasa, música e letras de Duncan Sheik e direção de Rupert Goold — teve sua estreia no mesmo teatro, com Matt Smith (‘The Crown’, ‘A Casa do Dragão’) interpretando o personagem. Benjamin Walker também estrelou uma produção de curtíssima temporada em 2016, na Broadway.
Em uma declaração oficial, Froushan disse que, com exceção de seu trabalho como Noël Coward em ‘Downton Abbey: O Grande Final’, construiu sua carreira interpretando psicopatas.
“Personagens complexos e com os quais o público se identifica, então, de certa forma, esse papel parece, e é assustador dizer isso, uma escolha natural”, ele afirmou. “Em ‘Demolidor: Renascido’, interpretei essencialmente um assassino com traços sociopatas. Em ‘Carnival Row’, interpretei uma espécie de jovem aristocrata arrogante e muito vingativo”.
A trama leva o público para Nova York, na geração yuppie nos anos 80, onde um corretor da Wall Street, Patrick Bateman é um assassino frio e, instigado por suas emoções, mata todos os que ficam em seu caminho e ameaçam suas ambições.
O romance já ganhou uma elogiada e popular adaptação para os cinemas em 2000, dirigida por Mary Harron e estrelada por Christian Bale.
‘Percy Jackson e os Olimpianos’ se tornou uma das séries mais populares do Disney+, funcionando como uma ótima adaptação dos romances de Rick Riordan – e, muito em breve, a produção retornará com episódios inéditos.
A 2ª temporada da série chega à plataforma de streaming no próximo dia 10 de dezembro, com a história sendo baseada no segundo volume da saga literária, ‘O Mar de Monstros’.
O novo ciclo contará com oito episódios, seguindo os passos da iteração de estreia:
Episódio 1:I Play Dodgeball with Cannibals (Eu jogo queimada com canibais) Episódio 2:Demon Pigeons Attack (Pombos demoníacos atacam) Episódio 3:We Board the Princess Andromeda (Embarcamos no Princesa Andrômeda) Episódio 4:Clarisse Blows Up Everything (Clarisse explode tudo) Episódio 5:We Check In to C.C.’s Spa & Resort (Fazemos check-in no Spa & Resort da C.C.) Episódio 6:Nobody Gets the Fleece (Ninguém consegue o velocino) Episódio 7:I Go Down with the Ship (Afundo junto com o navio) Episódio 8:The Fleece Works Its Magic Too Well (O velocino faz sua magia bem demais)
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
As expectativas em torno de ‘A Odisseia’, adaptação do épico poema grego de Homero encabeçada pelo vencedor do Oscar Christopher Nolan, crescem dia após dia – e os fãs do prestigiado realizador estão inclusive considerando o lançamento do trailer oficial como um evento.
Segundo o World of Reel, um prólogo de seis minutos está programado para ser exibido nos cinemas IMAX em 12 de dezembro. Ele será transmitido junto com os filmes ‘Uma Batalha Após a Outra’ e ‘Pecadores’ e, como era de se esperar, terá exclusividade total dessas telas.
No entanto, espera-se que um novo trailer seja exibido antes de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ na semana seguinte, a partir de 19 de dezembro. É provável que o material também seja exclusivo para os cinemas, mas acredita-se que será disponibilizado online pouco depois.
O insider Daniel Richtman também comentou sobre o trailer, revelando que a prévia terá 1 minuto e 52 segundos de duração.
A estreia no Brasil está marcada para o dia 16 de julho de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Confira a sinopse oficial:
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estãoAnne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize Theron, Robert Pattinson, Jon Bernthal, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Bill Irwin, Samantha Morton, Zendaya e outros.
A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘AOdisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.
As expectativas em torno de ‘A Odisseia’, adaptação do épico poema grego de Homero encabeçada pelo vencedor do Oscar Christopher Nolan, crescem dia após dia – e os fãs do prestigiado realizador estão inclusive considerando o lançamento do trailer oficial como um evento.
Segundo o World of Reel, um prólogo de seis minutos está programado para ser exibido nos cinemas IMAX em 12 de dezembro. Ele será transmitido junto com os filmes ‘Uma Batalha Após a Outra’ e ‘Pecadores’ e, como era de se esperar, terá exclusividade total dessas telas.
No entanto, espera-se que um novo trailer seja exibido antes de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ na semana seguinte, a partir de 19 de dezembro. É provável que o material também seja exclusivo para os cinemas, mas acredita-se que será disponibilizado online pouco depois.
O insider Daniel Richtman também comentou sobre o trailer, revelando que a prévia terá 1 minuto e 52 segundos de duração.
A estreia no Brasil está marcada para o dia 16 de julho de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Confira a sinopse oficial:
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estãoAnne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize Theron, Robert Pattinson, Jon Bernthal, John Leguizamo, Elliot Page, Himesh Patel, Bill Irwin, Samantha Morton, Zendaya e outros.
A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘AOdisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.
A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de dezembro.
Rohan Campbellinterpretará Billy Chapman, o protagonista que embarca em uma brutal onda de assassinatos vestido como Papai Noel.
Na trama, ele contracena com Ruby Modine, que interpreta Pamela, uma colega por quem Billy nutre uma paixão não correspondida. O elenco também ganhou novos nomes confirmados: Mark Acheson, David Lawrence Brown e David Tomlinson.
Mike P. Nelson, diretor de ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘, comandará a nova versão. Ele também assinará o roteiro do longa.
No filme original, o pequeno Billy testemunha o assassinato de seus pais pelas mãos de um maníaco fantasiado de Papai Noel. Anos depois, ele sai do orfanato e decide se tornar a lendária figura natalina… com a intenção de punir todos que foram malvados.
Scott J. Schneid e Dennis Whitehead, produtores executivos do filme original de 1984, retornarão ao lado de Jamie R. Thompson.
Brandon Hill & Brad Miska (‘Terrifier 3’) também servirão como produtores executivos ao lado de Erick Opeka e Yolanda Macias.
“Sempre fui um grande fã de ‘Natal Sangrento’ e mal posso esperar para apresentar a visão do Mike para este icônico slasher,” declarou Brandon Hill, diretor executivo de aquisições da Cineverse. “Como vimos neste ano, há uma grande demanda para filmes de terror independentes, e nós acreditamos que podemos alcançar um público sólido através dos cinemas, lançamento digital e streaming.”
Vale lembrar que o terror clássico já havia ganhado uma refilmagem em 2012, estrelada por Jaime King e Malcolm McDowell.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.
Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.
A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.
O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-Jones, Aaron Moten e Kyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).
Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.
Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
O aclamado musicista porto-riquenho Bad Bunny será a grande atração do Super Bowl LX, assumindo as rédeas do show do intervalo – mas ele não estará sozinho no line-up, visto que a Roc Nation e a Apple Music escalaram outros nomes de grande peso para comporem o time de artistas do evento.
Neste último domingo (30), a NFL anunciou que Brandi Carlile, Charlie Puth e Coco Jones foram confirmados no line-up pré-jogo, que acontece no dia 8 de fevereiro de 2026, em Santa Clara, Califórnia, com exibição pela NBC.
Puth irá performar o hino nacional dos Estados Unidos, enquanto Carlile encabeça a canção “America the Beautiful”. Jones, por sua vez, irá cantar “Lif Every Voice and Sing”.
Pouco depois, o vencedor de três estatuetas do Grammy Bad Bunny sobe aos palcos para uma performance vibrante, entrando para uma respeitável lista de artistas que o jogo escalou para o show do intervalo – incluindo Prince, Michael Jackson, Lady Gaga, Madonna e Beyoncé.
Sucesso! A sequência ‘Zootopia 2‘ arrecadou sólidos US$ 556.4 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, o longa abriu no topo com US$ 156 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças, tornando-se a segunda maior estreia da história do feriado (atrás apenas de ‘Moana 2‘; US$225.4M em cinco dias).
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 400.4 milhões – sendo 68% deste valor proveniente exclusivamente da China.
O longa dominou as bilheterias ao redor do mundo e o Deadline fez um complicado com todos os recordes quebrados em sua estreia.
RECORDES NOS EUA:
Segunda maior abertura da história do feriado de Ação de Graças, atrás apenas de ‘Moana 2’ (US$225.4M).
Segunda maior abertura do final de semana regular de Ação de Graças, atrás apenas de ‘Moana 2’ (US$139.7M).
Segunda maior arrecadação da história da Black Friday (US$38.5M), atrás apenas de ‘Moana 2’ (US$54.3M).
Segunda maior arrecadação da quarta-feira antes do feriado de Ação de Graças (US$39.5M), atrás apenas de ‘Moana 2’ (US$57.8M).
Segunda maior pré-estreia da história para uma sequência da Walt Disney Animation Studios (US$10.2M), atrás apenas de ‘Moana 2’ (US$13.8M).
Terceira maior abertura regular da história da Walt Disney Animation Studios, atrás apenas de ‘Moana 2’ (US$139.7M) e ‘Frozen 2’ (US$130.2M).
Disney figura em 9 posições do TOP 10 das maiores aberturas da história do feriado de Ação de Graças.
Terceira maior abertura regular da história da Walt Disney Animation Studios.
CHINA:
Sexta maior abertura da história, incluindo filmes locais e hollywoodianos.
Segunda maior abertura da história para um filme hollywoodiano, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato’.
Maior abertura da história para um filme animado hollywodiano.
Já se tornou a maior arrecadação de um filme animado hollywodiano desde ‘Vingadores: Ultimato.
Em apenas cinco dias, já se tornou a maior arrecadação da história para um filme animado hollywoodiano.
Quarta maior arrecadação da história para um filme animado.
Já ultrapassou a arrecadação total do primeiro filme (RMB 1,530M).
O nono maior dia de arrecadação de todos os tempos, incluindo filmes locais e hollywoodianos.
RECORDES INTERNACIONAIS:
Quarta maior abertura internacional de todos os tempos.
Maior abertura internacional da história para um filme animado.
Maior abertura internacional da história para uma produção da Walt Disney Animation Studios.
Maior abertura internacional para um filme hollywoodiano de 2025.
Maior abertura da história da Walt Disney Animation Studios na Polônia, Hungria, Cazaquistão, Eslováquia, Turquia, Ucrânia, Hong Kong, Taiwan, Vietnã e Bolívia.
RECORDES GLOBAIS:
Maior abertura global da história para um filme animado (US$556M), superando ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma’ (US$431.2M).
Quarta maior abertura global de todos os tempos, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato (US$1.2B), ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$640.5M) e ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (US$600.5M).
Maior abertura global de 2025, superando ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma’ (US$431.2M)
Maior abertura global da história para uma sequência animada, superando ‘Moana 2’ (US$389.3M).
Maior abertura global da história da Walt Disney Animation Studios.
Maior abertura global da história para uma animação da Disney.
Maior abertura global para uma sequência desde ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.
Maior aumento no desempenho da estreia em comparação ao longa original para qualquer franquia animada (239%).
O longa alcançou o topo das bilheterias globais, domésticas e internacionais.
Vale lembrar que ‘Zootopia 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
Sucesso! A sequência ‘Zootopia 2‘ superou todas as expectativas, abrindo com impressionantes US$ 556.4 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa a maior estreia global da história para um filme animado – ultrapassando o fenômeno chinês ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$431.22M).
O longa da Disney se tornou um enorme sucesso na China, arrecadando US$ 272 milhões em seu primeiro final de semana. O desempenho representa a sexta maior abertura da história do país – além de ser o segundo maior lançamento hollywoodiano da história, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘.
Nos EUA, a animação abriu com US$ 156 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças, tornando-se a segunda maior estreia da história do feriado (atrás apenas de ‘Moana 2‘; US$225.4M em cinco dias).
Com 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A do público no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo filme original.
Vale lembrar que ‘Zootopia 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
A jornalista britânica Anna Wintour, que é apontada como a principal inspiração para a personagem Miranda Priestly (interpretada por Meryl Streep) em ‘O Diabo Veste Prada’, falou recentemente sobre o impacto do filme na indústria da moda.
Segundo o Deadline, a ex-editora da Vogue recentemente refletiu sobre o filme de 2006 baseado no livro de sua ex-assistente Lauren Weisberger, para o qual ela admitiu que “foi à estréia vestindo Prada, completamente sem ter ideia do que seria o filme”.
“A indústria da moda foi muito gentil, expressando preocupação de que o filme me pintasse de forma negativa”, afirmou Wintour.
No final, Wintour achou o longa justo: “Tinha muito humor, muito charme, tinha Meryl Streep… Quero dizer, tinha Emily Blunt. Todas foram incríveis. No fim das contas, achei que foi uma representação justa”.
Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.
Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.
A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.
No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.
Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.
Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.
‘O Diabo Veste Prada’, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
Ns últimos dias o co-CEO da DC Studios, James Gunn, confirmou que a sequência ‘Superman: Man of Tomorrow’ (‘Superman: Homem do Amanhã’, em tradução livre’).
Gunn irá dirigir e escrever o longa (tendo revelado recentemente que já completou o primeiro tratamento do roteiro), entrando também como produtor ao lado de Peter Safran.
Agora, na mais recente newsletter do conhecido jornalista Jeff Sneider, rumores apontam que Skyler Gisondo deve reprisar seu papel como Jimmy Olsen, colega de Clark e de Lois no Planeta Diário.
Vale lembrar que ‘O Homem do Amanhã’ estreia nos cinemas em 9 de julho de 2027.
“Estou totalmente farto do tratamento. Meus tratamentos são incrivelmente intensos. Eles não são tratamentos regulares”, disse Gunn sobre o Homem do Amanhã no mês passado. “São tratamentos de 60 páginas com diálogo e tudo mais. E então, agora estou apenas transformando isso em um roteiro. Estamos planejando quando vamos filmar isso. Vai ser muito mais cedo ou mais tarde.”
Vale lembrar que ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.
Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O ator Glen Powell acredita que o sucesso deChris Pratt como Senhor das Estrelas em ‘Guardiões da Galáxia’ foi um ponto de virada em Hollywood. Em entrevista à Variety, Powell comentou que o trabalho de Pratt abriu espaço para protagonistas “um pouco mais bobos e alegres”, um estilo que ele se identifica.
“Eu me lembro quando o Chris Pratt estourou em ‘Guardiões da Galáxia'”, disse Powell. “Não há dúvida de que isso ajudou, não ser sombrio ou fechado. Tipo, eu não sou o Christian Bale. O Christian Bale tem uma gravidade e um peso, e o Pattinson tinha o estilo dele. E quando o Pratt surgiu na cena fazendo coisas um pouco mais bobas e alegres, foi aí que eu senti que estava mais à vontade. E é aí que eu sinto que eu tenho uma ‘marcha’ que é um tempero necessário em Hollywood, e não é uma marcha que muitos caras podem jogar”.
Para se preparar para papéis de ação, Powell conta com a orientação de seu mentor, Tom Cruise, com quem trabalhou em ‘Top Gun: Maverick’. Cruise o aconselhou a encarar o trabalho como um esforço físico.
“Eu sabia que, baseado no livro de Stephen King, [meu personagem] Ben Richards era um tanque”, disse Powell, referindo-se ao seu papel em um projeto futuro. “Eu pensei: ‘Ok, eu tenho que ser um pouco uma arma.’ E foi por isso que eu treinei do jeito que treinei. Coloquei muita massa muscular. Muito disso foi funcional. Muito disso foi para eu poder absorver golpes. Mas também foi autêntico para o público… Eu fui de ‘Ah, eu sou um ator em um filme’ para ‘Eu sou um atleta de alta performance'”.
Powell ressaltou a sorte de ter Cruise como mentor: “Eu sou muito sortudo por ter alguém como o Tom, com quem eu posso literalmente chegar e falar: ‘Ei, o que eu faço para sobreviver a algo?'”.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Em 2025, completamos dez anos de uma safra de filmes que chegaram com grandes expectativas, prometendo conquistar o público com histórias envolventes, efeitos visuais impressionantes e elencos de peso. No entanto, apesar do investimento e do marketing agressivo, várias dessas produções acabaram fracassando em agradar tanto a crítica quanto os espectadores. Seja por roteiros confusos, personagens mal desenvolvidos ou decisões criativas questionáveis, esses filmes tentaram, mas não conseguiram deixar sua marca, tornando-se exemplos clássicos de oportunidades perdidas no cinema contemporâneo.
Essas obras, que deveriam ser sucessos, acabaram gerando mais frustração do que entusiasmo, muitas vezes recebendo reações negativas e comentários irônicos nas redes sociais. Completando uma década desde seu lançamento, elas permanecem como lembranças de projetos ambiciosos que não souberam equilibrar expectativas e execução. Revisitar esses filmes é também um exercício de entender como nem toda tentativa de agradar a audiência resulta em sucesso, e como o cinema pode ser imprevisível, mesmo quando conta com todos os ingredientes para brilhar. Confira abaixo os que selecionamos para você.
‘O Destino de Júpiter‘ fracassou por entregar uma trama excessivamente confusa, personagens rasos e um tom que oscilava entre o épico e o absurdo, sem nunca encontrar equilíbrio. Dirigido pelas irmãs Wachowski (que foram tão felizes em ‘Matrix‘, mas depois nunca mais acertaram nada), o filme tentou criar um novo universo de ficção científica grandioso, mas se perdeu em diálogos expositivos, escolhas visuais exageradas e atuações pouco convincentes — com destaque negativo para Eddie Redmayne, cujo vilão sussurrado virou meme. Apesar dos efeitos visuais impressionantes, a história de uma faxineira destinada a governar o universo soou boba e desconectada, afastando até mesmo os fãs mais dedicados do gênero.
Carga Explosiva – O Legado
Também trocando lebre por gato, um novo exemplar de uma pseudo-franquia de ação trocava seu protagonista. Assim como o item acima trouxe Rupert Friend no lugar do mais famoso Timothy Olyphant, a franquia criada por Luc Besson não via nem sombra de Jason Statham, colocando Ed Skrein no seu lugar. O quarto filme foi recebido com desapontamento por não conseguir capturar a energia e o carisma do original estrelado por Jason Statham. Embora tentando reinventar a franquia com Ed Skrein no papel principal, o filme sofreu com um roteiro genérico. A narrativa previsível e a ausência do carisma do protagonista original deixaram a sensação de que ‘O Legado‘ é apenas uma cópia barata, sem personalidade, que não convenceu nem os fãs mais dedicados, tornando-se um reboot esquecido rapidamente.
O Exterminador do Futuro – Gênesis
‘O Exterminador do Futuro: Gênesis‘ desagradou público e crítica por tentar reinventar a franquia de forma confusa e incoerente, misturando linhas do tempo, alterando eventos clássicos e apostando em reviravoltas que pareciam forçadas — como transformar John Connor em vilão! Apesar do retorno de Arnold Schwarzenegger e da intenção de homenagear os filmes originais, o roteiro caótico, o excesso de CGI e a química fraca entre os protagonistas tiraram o impacto emocional e a tensão que marcaram os primeiros filmes, deixando a sensação de um reboot desnecessário e sem identidade.
Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível
Dirigido por Brad Bird e estrelado por George Clooney, o filme tinha uma premissa instigante sobre otimismo e inovação, mas se perdeu em longas explicações, pouca ação e um desenvolvimento raso dos personagens. A tentativa de transmitir uma mensagem positiva sobre o futuro acabou soando moralista e pretensiosa, e o potencial criativo do universo de Tomorrowland— inspirado em uma área dos parques da Disney — foi subaproveitado, frustrando as expectativas do público. Prometeu uma aventura futurista grandiosa e cheia de ideias inspiradoras, mas entregou uma narrativa confusa, arrastada e excessivamente didática.
O que falar dessa bomba que já não tenha sido muito dito? O longa foi amplamente rejeitado por ser uma adaptação sombria, sem charme e desconectada da essência dos personagens. Tentando seguir a tendência de super-heróis mais “realistas”, o filme trocou o espírito leve e aventureiro da equipe por um tom sério e deprimente, com um roteiro inconsistente, ritmo desastroso e um clímax apressado e sem impacto. As mudanças de tom nos bastidores, interferências do estúdio e conflitos com o diretor Josh Trank resultaram em um filme que parece inacabado, sem identidade e incapaz de aproveitar o carisma do elenco. Ao final, o público ficou com a sensação de que o maior superpoder ali foi desperdiçar uma das equipes mais clássicas da Marvel.
Você lembra desse fracasso com F maiúsculo? Dirigido por Joe Wright, ‘Peter Pan‘ (2015) naufragou ao tentar reinventar a clássica história com excesso de CGI, escolhas narrativas esquisitas e um tom que parecia não saber se era para crianças ou adultos. A trama de origem do menino que não queria crescer misturou piratas, fadas, profecias e minas flutuantes com um vilão (Barba Negra, vivido por Hugh Jackman) exagerado e um Capitão Gancho transformado em herói galante, o que confundiu tanto fãs antigos quanto novos. Visualmente chamativo, mas emocionalmente vazio, o filme não conseguiu capturar a magia nem o senso de aventura da lenda de Peter Pan — e terminou como um espetáculo visualmente ruidoso e narrativamente perdido.
Caçadores de Emoção – Além do Limite
Talvez nunca um reboot de um clássico querido tenha sido tão esquecível quanto esse. ‘Caçadores de Emoção: Além do Limite‘ (2015) falhou ao tentar reviver o espírito do clássico de 1991, oferecendo uma trama clichê, personagens superficiais e uma execução rasa. A tentativa de criar uma história de ação moderna com a mesma energia de adrenalina do original não deu certo, já que o filme se perdeu em cenas de ação excessivas, com efeitos visuais artificiais e um enredo previsível. Mesmo com uma premissa promissora envolvendo uma nova geração de caçadores de adrenalina, o filme careceu da mesma energia e empolgação que fez o filme de 1991 ser tão querido, deixando a sensação de que, no fim, a busca por emoções fortes acabou sendo entediante.
Pobre Vin Diesel. O ator parece funcionar apenas com ‘Velozes e Furiosos‘. Essa se mostrou outra tentativa frustrada do ator montar uma nova franquia. ‘O Último Caçador de Bruxas‘ foi uma tentativa ambiciosa de transformar Vin Diesel em um herói místico badass, mas acabou tropeçando em um roteiro genérico, mitologia confusa e cenas de ação sem impacto. Com uma premissa até promissora — um guerreiro imortal caçando bruxas em pleno século XXI — o filme se leva a sério demais, sem nunca entregar emoção real ou senso de diversão. Nem o bom elenco de apoio (que inclui Michael Caine e Elijah Wood) conseguiu salvar a produção do clima morno e das frases de efeito sem alma. O resultado é um blockbuster que queria ser épico, mas parece uma longa campanha de RPG que ninguém pediu para assistir.
Você lembrava desse? O pretenso blockbuster entrou para a história como “o filme que nunca existiu”, pelo menos aqui no Brasil. ‘Projeto Almanaque‘ foi um filme que misturou ficção científica adolescente com a estética de found footage, mas acabou entregando um filme bagunçado, cheio de clichês e com um uso cansativo da câmera tremida. A ideia de um grupo de jovens que descobre como viajar no tempo tinha potencial, mas o roteiro se perde em decisões bobas, personagens rasos e um desenvolvimento previsível que transforma uma premissa promissora em mais um filme genérico de Sessão da Tarde. No Brasil, o filme era prometido para chegar aos cinemas pela Paramount, com o material promocional como cartazes, displays e trailers a toda. E bem, como um passe de mágica, tudo sumiu.
Você sabia que existe outro filme baseado no videogame Hitman, além do 2007 com Timothy Olyphant? A versão de 2015, apesar de tentar renovar a saga do assassino geneticamente modificado com sequências de luta estilizadas e efeitos visuais modernos, o filme tropeçou na falta de profundidade narrativa e na química inexistente entre o elenco. A trama, cheia de clichês e previsível, não conseguiu capturar o clima tenso e frio dos jogos que inspiraram a produção, deixando fãs e espectadores comuns frustrados com um resultado que soa mais como uma tentativa preguiçosa de franquia do que um thriller de ação memorável. Ah sim, nada de Olyphant, substituído por Rupert Friend.
Kang Sang-ung (Lee Jun-ho) é um funcionário comum de um centro comunitário que, de repente, adquire superpoderes que variam de acordo com a quantidade de dinheiro que ele tem em mãos. A cada uso de seus dons, seus fundos se esgotam, e a vida modesta e os sonhos de Sang-ung são virados de cabeça para baixo, enquanto ele se vê envolvido em um mundo de poderes ocultos e atos heroicos de alto custo.
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