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‘Reminiscence’: Ficção científica estrelada por Hugh Jackman ganha teaser misterioso; Confira!

A Warner Bros. divulgou o primeiro teaser oficial do suspense de ficção científica ‘Reminiscence‘, estrelado pelo Hugh Jackman (‘Logan’).

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na plataforma da HBO Max no dia 03 de setembro.

Confira:

Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, faz sua estreia diretorial com o projeto.

A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?

O elenco ainda conta com Thandie Newton, Cliff Curtis, Marina de Tavira, Daniel WuMojean Aria, Brett Cullen, Natalie Martinez, Angela Sarafyan e Nico Parker.

‘Eu Me Importo’: Katya e Trixie Mattel reagem ao novo suspense criminal da Netflix; Confira!

‘Eu Me Importo’, novo suspense criminal estrelado por Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’), já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagem ao filme.

Confira:

Marla Grayson (Pike) é uma renomada guardiã legal que gosta de ficar com pessoas idosas e ricas. Às custas da última, ela leva uma confortável vida de luxo. Quando ela pensa ter encontrado uma nova vítima perfeita, descobre que a mesma guarda segredos perigosos. Com base nisso, Marla vai ter que usar toda sua astúcia se quiser continuar viva.

O filme é dirigido por J. Blakeson.

‘Peacemaker’: Danielle Brooks na nova imagem de bastidores oficial da série; Confira!

Em seu Twitter oficial, James Gunn uma nova imagem de bastidores da série Peacemaker, derivada de ‘O Esquadrão Suicida.

A foto estampa Danielle Brooks (‘Orange Is the New Black’), que dará vida a Leota Adebayo.

Confira:

A produção conta com John Cena, Chukwudi Iwuji, Lochlyn Munro, Annie Chang, Christopher HeyerdahlElizabeth Faith LudlowRizwan ManjiAlison Araya, Lenny Jacobson, Danielle Brooks, Steve Agee, Robert Patrick, Jennifer Holland e Chris Conrad.

Detalhes específicos da trama ainda estão em segredo, mas sabemos que a série deve explorar as origens de Peacemaker, um homem que acredita na paz a qualquer custo, não importa quantas pessoas ele tenha que matar para obtê-la.

Vale reforçar que a  série da HBO Max fará parte do universo cinematográfico da DC, o DCEU. A informação foi revelada pelo próprio James Gunn, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Ao todo, a 1ª temporada terá apenas oito episódios de uma hora de duração e Gunn irá assumir a direção de alguns deles, incluindo o piloto.

Peter Safran entra como produtor executivo, enquanto Cena auxilia na supervisão do projeto.

Para quem não conhece, o Peacemaker é um mestre das armas que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para isso.

A obra irá expandir o universo que Gunn está criando com ‘O Esquadrão Suicida, que tem estreia marcada para o dia 06 de agosto de 2021.

‘Law & Order: Organized Crime’ ganha primeiro teaser OFICIAL; Confira!

A vindoura série spin-off ‘Law & Order: Organized Crime‘ ganhou seu primeiro teaser oficial, lançado pela NBC.

A estreia acontece no dia 01 de abril.

Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.

Christopher MeloniTamara TaylorDylan McDermottDanielle Moné Truitt.

‘Mythic Quest’: 2ª temporada ganha trailer e data de estreia; Confira!

Apple divulgou recentemente o trailer oficial de Mythic Quest: Raven’s Banquet’.

O vídeo também anuncia que os novos episódios serão lançados no dia 07 de maio de 2021.

Confira:

A série foi criada por Rob McElhenneyCharlie DayMegan Ganz.

Com a quarentena finalmente no fim, a 2ª temporada de Mythic Quest traz todos de volta ao escritório (bom, quase todos), tentando crescer sobre o sucesso de Raven’s Banquet ao expandi-lo. Entretanto, Ian e a recém-promovida a co-diretora criativa, Poppy, lutam com a direção do jogo. Enquanto isso, C.W. se reconcilia com algumas coisas não resolvidas de seu passado, os testadores testam os limites de um romance dentro do escritório e David perte outra mulher conforme Jo o deixa para trás.

McElhenney, Charlotte NicdaoDavid HornsbyDanny PudiF. Murray AbrahamImani HakimJessie EnnieAshly Birch estrelam.

‘Batwoman’: 2ª temporada ganha belíssimos cartazes individuais; Confira!

A CW divulgou recentemente vários cartazes individuais da 2ª temporada de Batwoman, estampando os personagens protagonistas.

Confira:

O próximo episódio, intitulado “Gore on Canvas” vai ao ar hoje, 21 de fevereiro.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Mortal Kombat’: Elenco reage ao primeiro trailer do reboot; Confira!

Em seu Twitter oficial, o astro Ludi Lin divulgou um novo vídeo em que o elenco protagonista de Mortal Kombat reage ao recente primeiro trailer.

Confira:

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Homem-Formiga 3’: Evangeline Lilly revela quando as filmagens da sequência irão começar

Em seu Instagram oficial, Evangeline Lilly, que reprisa seu papel como Hope van Dyne no vindouro Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, revelou quando as filmagens da sequência irão começar.

Ao responder a um dos comentários em uma publicação, Lilly confirmou que o longa será rodado a partir do verão estadunidense de 2021 (ou seja, entre junho e agosto deste ano).

Confira:

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ ainda trará Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa. Michelle Pfeiffer reprisará seu papel como Janet Van Dyne, enquanto Kathryn Newton será Cassie Lang.

A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022. Peyton Reed retorna na direção.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

Metal Gear Solid | 5 Personagens para serem Adaptados no FILME

Vindouro filme da franquia ainda não revelou o elenco completo

Em dezembro de 2020 foi noticiado que o ator Oscar Isaac estava em negociações avançadas para o papel principal de Solid Snake em Metal Gear Solid, adaptação da famosa franquia de jogos de Hideo Kojima. No entanto, além de Isaac ninguém mais (até o fechamento desse texto) foi noticiado como possibilidade para interpretar qualquer outro personagem.

Pouco da trama foi anunciado também, ainda sendo difícil dizer quais jogos serão adaptados e por consequente quais personagens podem aparecer a partir disso. A confirmação de Solid Snake como protagonista e a divulgação de uma arte conceitual mostrando o Metal Gear Rex confirmam que a trama deve sim se manter bastante fiel àquela apresentada em Metal Gear Solid de 1998.

Mesmo assim, como sonhar ainda é de graça, segue abaixo uma lista de cinco personagens da franquia que podem vir a dar as caras no futuro filme. Seja por participação ou no mais puro fanservice.

5) Liquid Snake

Essa é a possibilidade mais óbvia de ser o grande antagonista do filme, caso o projeto siga fielmente o jogo. Liquid Snake é, à altura do enredo, o líder da FOXHOUND e utiliza de táticas terroristas para ameaçar o governo dos EUA a lhe entregar os restos mortais de seu antigo líder, Big Boss. Caso contrário ele poderia ordenar um ataque nuclear em qualquer ponto do mundo.

Liquid Snake conhece todas as táticas de Solid

Como o próprio nome sugere, Liquid e Solid são considerados irmãos; o que torna a escolha de Solid para a missão como algo não acidental. Liquid Snake também tem outros planos além dos restos mortais de Big Boss, mais especificamente se apropriar do Metal Gear REX; a arma mais poderosa do mundo

4) Meryl Silverburgh

De início não sendo nada mais do que uma ideia rejeitada por Kojima que deveria estar em outro jogo e acabou sendo usada em Metal Gear Solid, a valente Meryl acabou assumindo contornos mais ativos no projeto até se tornar a dupla de Solid Snake na tentativa de derrotar a FOXHOUND. Altamente capacitada, ela se recusa a tomar parte do motim liderado pela organização mencionada e outras forças especiais em uma base que guarda armas nucleares, levando a sua prisão.

Meryl é uma das personagens mais marcantes da franquia

Eventualmente, após o incidente, ela e Solid Snake fantasiam uma vida juntos mas ela tem vida curta pois Snake sabe que ele não foi moldado para aquilo. Meryl ainda teria participação em outro jogo da franquia, Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots que cronologicamente é o último da saga. 

3) Kazuhira Miller

Ok, a partir desse ponto abre-se um leque de personagens não necessariamente ligados ao Solid Snake (personagem de Oscar Isaac). Isso porque a franquia segue por duas linhas temporais diferentes: uma focada no passado, durante a Guerra Fria, tendo Naked Snake como seu protagonista maior e outra no futuro próximo aonde quem assume o manto de herói é Solid Snake. No caso de Kazuhira Miller, ele possui importante papel em ambas as cronologias.

Miller foi o braço direito de Big Boss e mestre de Solid Snake

A começar quando junto com Naked Snake ele fundou a organização Militaires Sans Frontières (Militares sem fronteira) em 1974 para atuar no mercado de segurança privada, tornando-se assim um grande amigo do lendário soldado. Anos depois, Miller, tendo abandonado o Kazuhira e assumido Mcdonald, treina Solid Snake para se tornar um super espião. Miller tem papel essencial em pelo menos três jogos (Peace Walker, Phantom Pain e Metal Gear Solid) sendo que no último ele tem a função de suporte constante pelo rádio. Sua participação no filme é muito provável de ocorrer.

2) Boss

Essa aqui não tem ligação direta com Solid Snake mas tem grande importância para Naked Snake. Boss foi uma lendária comandante da Segunda Guerra Mundial, cujo esquadrão formado por soldados com habilidades especiais levou à vitória dos aliados sobre o eixo. À ela também é creditado o nascimento das forças especiais dos EUA e na lore do jogo seu nome tem imenso peso. Ela também foi a mestra de Naked Snake, tendo sido responsável por recrutá-lo e ensinar tudo o que sabia.

A lendária Boss foi peça ativa do terceiro título da franquia e no amadurecimento de Naked Snake

A personagem só foi introduzida na saga após Metal Gear Solid, logo não existem referências a ela no jogo. Já o caso do filme pode ser algo completamente diferente, ainda mais se os planos forem os de criar uma nova franquia; inserir referência aos feitos de Boss no passado e de sua relação maternal com Naked Snake não só enriqueceria mais o segundo para o público como também poderia estabelecer as bases de uma possível adaptação de Metal Gear Solid 3: Snake Eater, jogo em que ela é um dos personagens principais.

1) Big Boss (Naked Snake)

Nenhum outro personagem tem maior peso na franquia do que Big Boss (título conquistado após derrotar a já mencionada Boss), ou como era conhecido antes Naked Snake. Presente desde o primeiro título em 1987 como uma figura antagônica e a partir de 2005 como protagonista a figura de Snake sempre esteve operando nos bastidores, aonde os acontecimentos giravam ao redor dele e a decisão dos personagens eram uma consequência de suas ações.

Big Boss é o grande protagonista de toda a saga Metal Gear e provavelmente estará presente no filme

Em Metal Gear Solid apenas a ideia de recuperar seus restos mortais já serve como catalisador inicial dos planos de Liquid Snake e da FOXHOUND. Nos dois jogos anteriores a experiência de lidar com ele pelo rádio e na eventual revelação de sua ameaça implica na imediata reprovação a essa figura. Porém, no decorrer da franquia, quando é revelado os feitos dele durante a Guerra Fria e o jogador experimenta seu ponto de vista sobre os fatos, o que era inicialmente um vilão terrorista se torna uma figura muito mais cinza e trágica. Revelando assim o grande protagonista da franquia.

Os Filmes de Terror mais Esperados de 2021 e 2022

Sim, meus amigos. A COVID parou o mundo, e com os cinemas não seria diferente.

Pensando nisso, no “ano que não aconteceu”, visando 2021, 2022 e nosso amor por cinema, em especial os filmes de terror, o CinePOP resolve aqui em sua nova matéria colocar você a par dos próximos lançamentos de nosso gênero preferido. Vem com a gente saber o que estreia em quesito de terror nos próximos meses, e não esqueça de anotar no seu caderninho e comentar abaixo. Vem conhecer.

A Lenda de Candyman

O icônico vilão Candyman está programado para a estreia nos EUA em 2021, após ser adiado por conta do COVID-19. Este é um dos filmes de terror que mais nos deixa ansiosos e esperamos poder assisti-lo em breve – de preferência numa sala de cinema. Lançamento da Universal Pictures, trata-se de uma “sequência espiritual” da franquia iniciada em 1992 sobre uma assombração vingativa. Com forte carga racial, o novo longa tem produção de Jordan Peele e direção da jovem Nia DaCosta – confirmada como diretora do blockbuster Capitã Marvel 2.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio

A franquia Invocação do Mal se tornou um baita sucesso e gerou alguns derivados – como os filmes da boneca Annabelle e A Freira. Mas o que todos querem ver mesmo são os assustadores casos do casal Warren, vivido por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Seu último filme foi há quatro anos (não estamos contando com Annabelle 3) e seu tão aguardado retorno era programado para este ano. Mais assustador que as assombrações do casal, a COVID empurrou o longa para o ano que vem, onde tem estreia programada para o dia 4 de junho de 2021 nos EUA.

Um Lugar Silencioso 2

Tão popular quanto a citada franquia da Warner acima, Um Lugar Silencioso marcou um golaço para a Paramount, se tornando um dos sucessos surpresa de 2018. Naturalmente um sinal verde foi dado para uma nova investida neste universo pós-apocalíptico onde o silêncio é o melhor aliado dos humanos contra seres verdadeiramente monstruosos. Um filme feito em família, a continuação traz novamente Emily Blunt protagonizando, e seu marido John Krasinski na direção. No entanto, esta sequência estava prestes a estrear quando explodiu a pandemia – tendo inclusive realizado exibições de imprensa, pré-estreia nos EUA, divulgação e entrevistas. Tudo, é claro, precisou ser engavetado, e a nova data agora é no dia 23 de abril de 2021 nos EUA.

Last Night in Soho

Outro que pulou fora de 2020 rumo a 2021 (23 de abril nos EUA), esta produção é uma das que mais chama nossa atenção dentre os próximos lançamentos do gênero. A causa disso são duas palavras: Edgar Wright – diretor da chamada trilogia do Cornetto. O jovem cineasta é um de nossos favoritos e aqui resolve investir em seu primeiro filme de terror declarado, sem qualquer menção à comédia, o que nos deixa animadíssimos. Para termos uma ideia, o sujeito pulou fora de Homem-Formiga (2015) porque a Marvel queria podá-lo, ou seja, vem filme autoral aí – esse é o melhor tipo! A trama, mostra uma apaixonada por moda viajando no tempo de volta para os anos 1960, tendo a chance de conhecer seu ídolo. No entanto, toda ação gera uma reação…

A Escolhida

Com um pegada totalmente Corra! (2017), Janelle Monaè é a protagonista deste longa que aborda o terror na forma do racismo. Esta igualmente era uma das produções em vias de estrear quando se abateu a pandemia. Nos EUA, sua estreia foi relocada para os streamings e a data agora é para o dia 18 de setembro deste ano. No Brasil, porém, a Paris Filmes pretende garantir uma estreia nos cinemas. Na trama, Monaè vive uma autora de muito sucesso, uma verdadeira mulher empoderada. Aparentemente, de forma inexplicável, ela se vê de volta ao passado, numa era de escravidão, onde se encontra numa plantação sem muito poder dizer ou fazer. Puro enigma.

Pânico 5

Ao contrário de muitos nesta lista, o quinto filme da franquia Pânico foi oficializado recentemente, com a data prevista para 14 de Janeiro de 2022. O que sabemos é que a distribuição agora é da Paramount, e que já foram confirmados no elenco o trio principal: Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette – reprisando seus papeis de Sidney, Gale e Dewey respectivamente. A direção é da dupla responsável pelo sucesso recente Casamento Sangrento, já que o veterano saudoso Wes Craven nos deixou em 2015 – fazendo de Pânico 5 o primeiro na franquia sem sua direção. Kevin Williamson também não volta no roteiro, trabalhando apenas como produtor aqui. Há rumores da participação de Selena Gomez. Veremos. [OBS] Antes do lançamento desta matéria, Pânico 5 teve sua estreia adiada para janeiro de 2022 nos EUA.

Filme de M. Night Shyamalan

Ainda sem título ou sinopse divulgados, tudo que sabemos do novo filme de terror do mestre do plot twist M. Night Shymalan é que será bancado novamente pela Universal. Ah sim, a data foi confirmada para 23 de julho de 2021, em pleno verão norte-americano – época dos maiores lançamentos do ano, o que demonstra confiança do estúdio. O elenco é de peso e conta com nomes como Gael García Bernal (Wasp Network), Alex Wolff (Hereditário), Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres), Thomasin McKenzie (Jojo Rabbit), Vicky Krieps (Trama Fantasma) e Abbey Lee (Mad Max: Estrada da Fúria).

Halloween Kills – O Terror Continua

Sequência de Halloween (2018), este é o segundo capítulo de uma planejada trilogia, toda dirigida por David Gordon Green. O filme anterior serviu de homenagem e reboot para a série, eliminando todos os filmes da franquia após o primeiro. Mesmo que nem tudo tenha funcionado e o longa tenha desapontado alguns fãs, como este que vos fala, seu sucesso para a Blumhouse foi inegável. Assim uma continuação seria lançada logo este ano, espantada pelo COVID. Uma coisa é certa, a data do dia das bruxas não poderia ser evitada. Assim, Halloween Kills tem estreia planejada para o dia 15 de outubro de 2021 nos EUA – é claro, com o retorno de Jamie Lee Curtis como Laurie, sua filha e sua neta, a fim de destruir a masculinidade tóxica de Michael Myers.

Espíritos Obscuros

Apesar de não muito conhecido, este “Antlers” (no título original) é uma das produções mais interessantes da lista. Mais um terror que pulou fora do “falido” ano de 2020, sua nova vaga ficou para o dia 19 de fevereiro nos EUA – o que pode favorecê-lo já que trata-se de uma produção mais intimista. No entanto, dois fatores chamam atenção acima de quaisquer outros aqui. O primeiro é a produção do veterano Guillermo del Toro, especialista no gênero. O segundo é a direção de Scott Cooper, acostumado a filmes maiores voltados ao drama e ao grande público, vide Coração Louco (que deu o Oscar para Jeff Bridges) e Aliança do Crime (que traz Johnny Depp como um mafioso, irreconhecível). Esta é a primeira investida do cineasta no terror, e conta a história de uma professora (Keri Russell) às voltas com um estranho aluno e uma lenda local em sua pequena cidade.

Invasão Zumbi 2

Sim, sabemos que estava faltando um bom filme de zumbis na lista. E que tal um com sabor bem internacional. Vindo da Coreia do Sul, o primeiro Invasão Zumbi se tornou um enorme sucesso mundial, inclusive em nosso país, sendo enaltecido como um dos melhores exemplares dentro do subgênero em anos. E se no filme original tivemos o início da contaminação num filme mais contido (basicamente ocorrendo dentro de um trem), quatro anos depois a sequência encontra um mundo devastado, numa realidade mais comum aos filmes do tipo. Dirigido pelo mesmo Yeon Sang-ho do original, Península (como também é conhecido) estreou este mês nos EUA, e é prometido para o dia 12 de novembro ainda este ano no Brasil.

Espiral – O Legado de Jogos Mortais

Por mais que achemos que uma franquia ou uma ideia já foi usada à exaustão, sempre pode existir um sopro de ar fresco com a criatividade e os envolvidos certos. É claro que isso nem sempre pode ser garantia de sucesso também, mas ao menos desperta a curiosidade para um produto já muito batido. É o caso com o novo Jogos Mortais – sim, nada menos que o nono filme da franquia desde 2004 (este, o primeiro derivado). O que causaria repulsa imediata para os não aficionados, se transforma em atrativo ao sabermos os nomes de alguns envolvidos. A começar pelo produtor e protagonista Chris Rock, mais associado a comédias, cujo envolvimento pode trazer um sabor especial – assim esperamos. O ator trouxe consigo para o elenco o colega Samuel L. Jackson. Fora isso, os nomes de Leigh Whannell (O Homem Invisível) e James Wan na produção são chamarizes extras. Espiral foi outro que deixou o barco afundado de 2020 e partiu para o dia 21 de maio de 2021, enfrentando a concorrência do verão norte-americano.

Estou Pensando em Acabar com Tudo

Esse chega em breve, como um lançamento Netflix. A estreia já é agora, dia 4 de setembro. O que chama atenção dos cinéfilos nesse terror pra lá de esquisito – é só dar uma olhada no trailer – é a direção de Charlie Kaufman, especialista em obras bizarras, abstratas, mas completamente profundas, vide Quero Ser John Malkovich, Brilho Eterno de uma Mente sem lembranças e Anomalisa. Aqui, ele se embrenha pelo terror, numa obra igualmente complexa. A premissa básica mostra uma jovem viajando para conhecer os pais de seu namorado. Bem, como nada nos filmes de Kaufman é simples, essa visita trará reflexões assombrosas na cabeça da moça.

Fuja

Existem os filmes que bateram o pé e vão encarar uma estreia nos cinemas ainda para 2020, e existem aqueles que foram adiados para 2021. No meio desta confusão, existem os que tiveram lançamento alterado para vídeo (streaming) e o pior dos casos: os que ficaram perdidos no limbo das estreias – simplesmente sumindo de qualquer cronograma. O caso mais notório é este Fuja (Run), protagonizado pela talentosa Sarah Paulson – que vinha gerando expectativa em sua estreia ainda para 2020. A trama, aparentemente traz a atriz no papel de uma mãe excessivamente zelosa. Sua filha, criada em reclusão em casa, começa a suspeitar das intenções da mulher. Seja lá por qual motivo, o filme foi “eliminado” da grade de lançamento e deverá encontrar uma estreia em vídeo nos EUA. No Brasil, no entanto, a Paris Filmes bancou seu lançamento nos cinemas ainda para esse ano, no dia 26 de novembro. Justamente devido à sua trama, o longa era anteriormente conhecido por aqui como ‘Mamãe’.

Dark Harvest

Baseado num livro, este é o novo filme do diretor David Slade, do terror de vampiros 30 Dias de Noite. Pouco se sabe sobre o longa até este momento, apenas que a trama é centrada num bizarro e aterrorizante ritual de iniciação para jovens rapazes numa cidadezinha americana. A estreia é prometida para o dia 24 de setembro de 2021. Ou seja, até lá muito ainda irá rolar em relação à esta produção.

Uma Noite de Crime 5

Sabe aquela história das ideias exaustivas? Pois é, esta franquia facilmente poderia se encaixar. No entanto, continua fazendo sucesso e atraindo o público. Nascido de uma trama criativa, sobre uma noite na qual todo e qualquer tipo de crime é permitido, a franquia foi se expandindo a cada nova sequência, gerou uma prequel e até uma série de TV – além de alguns curtas sobre o tema. E no dia 21 de julho de 2021 lançará um quinto filme, encarando o competitivo verão norte-americano. Desta vez as vítimas da “noite do expurgo” serão Josh Lucas, Will Patton, Ana de la Reguera e Leven Rambin. O roteiro segue com James DeMonaco.

A Babá: Rainha da Morte

Divertido prazer culposo da Netflix, A Babá é um slasher “terrir”, que pega muito emprestado da cartilha de Pânico – ou seja, um terror adolescente espertinho, repleto de tiradas de humor. A surpresa aqui foi a direção de McG, cineasta acostumado com superproduções, vide As Panteras e O Exterminador do Futuro: Salvação. Na trama, um menino tem a babá dos sonhos, na pele da bela Samara Weaving. O que ele não contava é que ela e seus amigos adolescentes iriam usar sua casa numa noite para um ritual satânico, onde ele seria a principal oferenda. Na sequência, prometida para o dia 10 de setembro na plataforma de streaming, todo o elenco retorna, assim como o diretor McG, e a temática segue num clima demoníaco, desta vez com doses sobrenaturais.

Escape Room 2

Como dito, acima da qualidade, o cinema como um negócio sempre analisa seus números. Se deu resultado na bilheteria pode ficar seguro de que irá gerar uma sequência. Afinal, hoje todos os grandes estúdios procuram uma franquia para chamar de sua – embora muitos pensem ou queiram acreditar, a indústria do cinema não funciona unicamente de sonhos, é preciso dinheiro também. A esperança é sempre que a nova investida desperte interesse de criatividade da parte dos realizadores. Assim chegamos até este Escape Room, terror da Sony que investe nas infames “salas de fuga” interativas como temática de sua obra. O primeiro foi um sucesso e no dia 1º de janeiro de 2021, o segundo é esperado. A novidade no elenco é a atriz Isabelle Fuhrman, a Órfã (2009) em pessoa.

A Ilha da Fantasia

Esse foi lançado um pouco antes da pandemia nos EUA, no dia 14 de fevereiro, e tinha data próxima para o lançamento no Brasil também. O adiamento fez o longa da Sony quase ser lançado direto em vídeo por aqui, caminho que pode muito bem ainda percorrer. Enquanto nada é definido sobre sua estreia – ainda sem data definida -, só resta aos fãs aguardarem para poder conferir esta que é a adaptação da Blumhouse para a série clássica dos anos 1970, sobre uma ilha misteriosa e seus enigmáticos anfitriões capazes de realizar os desejos de seus visitantes. Aqui, a nova roupagem a transforma num filme de terror. O elenco é encabeçado pela jovem Lucy Hale e por Michael Peña, na pele do icônico Sr. Roarke – imortalizado por Ricardo Montalban.

Morbius

Tudo bem, muitos podem achar que Morbius não é exatamente um filme de terror, já que é baseado no personagem saído dos quadrinhos do universo do Homem-Aranha. Mas o fato é que o subgênero dos super-heróis tem investido nesta mistura, como Os Novos Mutantes, e a Sony já prometeu mais intensidade também para Venom: Tempo de Carnificina, sequência do filme de 2018. Aqui temos um médico testando um novo experimento em si mesmo, e se transformando num vampiro genético. Jared Leto é quem compra o barulho na pele do anti-herói, e Daniel Espinosa (Vida) é quem comanda na direção. Ah sim, Michael Keaton retornará a seu personagem de Homem-Aranha: De volta ao lar (2017), fazendo assim a primeira ponte entre os filmes da Sony e o Universo da Marvel na Disney. A estreia é prometida para março de 2021 no Brasil.

Novo Atividade Paranormal

Esse ainda é uma grande incógnita. Inclusive sobre sua contagem de sequências, já que enquanto a maioria dos veículos o consideram o sétimo da franquia, o IMDB o cataloga como o oitavo filme! O que acontece é que o famoso banco de dados deve estar contando com o derivado Atividade Paranormal Tóquio, lançado em 2010. Depois disso, no entanto, tivemos outros dois filmes, os quais mais ou menos também se comportam como derivados: Atividade Paranormal – Marcados pelo Mal (2014) e Dimensão Fantasma (2015). Agora chega o novo filme, confirmado e prontamente adiado de 2021 para 2022. Tudo o que sabemos é que o roteiro será de Christopher Landon, diretor de Marcados pelo Mal e da franquia divertida A Morte te dá Parabéns (2017 e 2019).

Medo Profundo 2

Existem os filmes gêmeos e os filmes de títulos gêmeos. Esse item se encaixa no segundo exemplar. Pode causar muita confusão aos fãs do gênero, mas este longa nada tem a ver com a franquia de tubarões (2017 e 2019) cujo título original é 47 Meters Down. Essa trata-se de uma franquia mais obscura, sobre crocodilos, cujo primeiro filme foi lançado, vejam só, em 2007! Treze anos depois e a Paris Filmes se prontificou a lançar o filme nos cinemas, que promete surgir para agradar os fãs de thrillers sobre ataques de crocodilos gigantes. A estreia é programada para fevereiro de 2021 no Brasil.

The Owners

A jovem Maise Williams (Game of Thrones) parece ser uma querida, mas não costuma dar muita sorte no cinema, com a maioria dos filmes estrelados por ela amargando estreia direto em vídeo. Sua grande chance no cinema, Os Novos Mutantes, foi lançado debaixo de críticas duríssimas e a própria até mesmo tirou sarro com a situação. Mas aqui a carismática atriz tenta de novo com este thriller/terror, que usa como clara inspiração o sucesso O Homem nas Trevas (2016). No filme, Williams faz parte de um grupo de delinquentes que invadem uma casa a fim de roubar o cofre nela contido. No entanto, quando os idosos donos retornam, a mesa vira e as vítimas se tornam predadores dos criminosos. O filme tem estreia prometida para 4 de setembro de 2020 nos EUA.

Wrong TurnPânico na Floresta

Franquia Slasher bagaceira, recomendada apenas para os aficionados ou fanáticos pelo subgênero. Apenas o filme original, Pânico na Floresta (2003), foi lançado nos cinemas brasileiros, e este amigo que vos fala o conferiu na telona. Bem, acho que posso me encaixar na definição acima. Seja como for, suas continuações, 5 ao total, foram todas lançadas em vídeo no Brasil. Esse, no entanto, se trata de um reboot da franquia, que irá zerar todas as sequências e promete começar de novo. E para a empreitada, as presenças de Matthew Modine (Nascido para Matar) e Emma Dumont (The Gifted) no elenco. O filme ainda não possui data de estreia definida.

Remakes que Ficaram Melhores que os Filmes Originais

Talvez o termo que mais faça os cinéfilos rangerem os dentes seja remake. As infames refilmagens chegaram para ficar e, em sua grande maioria com toda certeza são, digamos, no mínimo desnecessárias. Mas é claro que para toda regra existe a exceção. E assim, para cada 10 obras refilmadas, ganhamos ao menos uma para salvar o dia.

Esses bons exemplares servem, acima de tudo, para mostrar que se desenvolvidos da maneira certa, os remakes pode acrescentar muito ao material original, expandindo sua mitologia e modernizando o conceito para os novos tempos e novos públicos – sem que precisemos esquecer do clássico. Um bom exemplo disso é o que a série Westworld criou, em especial em sua primeira temporada, em relação ao que havia sido trabalhado no filme homônimo de 1973.

Pensando nisso, o CinePOP cria uma nova matéria colocando nos holofotes algumas ótimas refilmagens que, além de funcionarem muito bem por conta própria, ainda conseguem ser tão boas (ou quem sabe até melhores) que os filmes originais. Vem conhecer.

A Mosca (1986)

Baseado no conto homônimo de George Langelaan, A Mosca da Cabeça Branca (1958) é uma produção B da FOX que ganhou status de cult – e foi lançada numa época áurea para este tipo de filme, ficções científicas e histórias fantásticas. Quase trinta anos depois do original, a mesma FOX lançava o remake, e não poderia ter escalado diretor melhor, já que David Cronenberg fez carreira em cima do horror corpóreo e do grotesco – encaixes perfeitos para a natureza desta trama.

Nas duas versões, o protagonista brinca de Deus ao criar uma nova tecnologia que transporta matéria de um receptáculo ao outro. Ambos são obcecados com seu trabalho e têm seus laboratórios em sua própria casa. A diferença é que no original, Andre (David Hedison) é um pai de família e sua mulher (Patricia Owens) é a verdadeira protagonista. A história também começa pelo fim, e o que vemos é inteiramente um flashback contado pela esposa. A experiência, por sua vez, termina por dividir Andre em dois seres. O remake ganha ares de superprodução, com um orçamento de US$15 milhões – o que eleva os efeitos práticos criados aqui a outro patamar, ainda hoje alguns dos mais memoráveis da década e vencedor do Oscar de melhor maquiagem.

Bravura Indômita (2010)

Essa é páreo duro. O filme original conta com uma grande atuação do eterno cowboy John Wayne, que inclusive conquistou o único Oscar de sua carreira pelo trabalho, e está no panteão de seus melhores filmes do gênero. Lançado em 1969, o longa é baseado no livro de Charles Portis e também recebeu indicação no Oscar por sua canção original. Quarenta e um anos depois foi a vez dos irmãos Coen, celebrados cineastas, adaptarem o clássico faroeste para a Paramount.

Se formos comparar unicamente os prestígios das produções, a versão dos Coen sai na frente, com 10 indicações ao Oscar – entre elas melhor filme, diretor, roteiro, fotografia, ator principal e atriz coadjuvante -, mesmo que não tenha levado nenhuma. O veterano Jeff Bridges faz um trabalho tão bom quanto Wayne na pele do caolho Rooster Cogburn, e Matt Damon e Josh Brolin são adições de luxo a qualquer elenco. Se tem outro ponto no qual o remake sai vitorioso novamente é na escalação da menina Hailee Steinfeld no papel de Mattie Ross. A começar que Steinfeld tinha mesmo 16 anos na época, ao contrário dos vinte e poucos de Kim Darby no filme original. Uma das principais diferenças é a inclusão de um epílogo com Mattie já adulta e sem braço, ausente no clássico.

Sob o Domínio do Mal (2004)

Outra disputa duríssima. Paranoia é a palavra central desta trama escrita pelo autor Richard Condon, que teve o seu livro adaptado ao cinema pelo diretor John Frankenheimer em 1962. Aqui, a Guerra-Fria e o pânico norte-americano do comunismo servem como tema na história sobre um grupo de militares dos EUA sequestrado por forças soviéticas durante uma operação em terras estrangeiras, sofrendo lavagem cerebral a fim de cometerem atos terríveis. Tudo canalizado por uma família política ambiciosa e sem escrúpulos.

No remake de Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes), lançado 42 anos depois do original, sai a paranoia da Guerra Fria, dos coreanos, soviéticos e comunistas, e entra a da Guerra do Golfo, a dos atentados terroristas, e de grandes empresas farmacêuticas e militares. Sai também Frank Sinatra como o protagonista Marco e entra Denzel Washington, servindo a narrativa de maior representatividade. Outros membros do batalhão ganham mais destaque no remake também, além de qualquer filme lucrar com a presença de Meryl Streep. Aliás, o remake ganha muitos pontos somente pela dobradinha Washington/Streep.

Um Crime Perfeito (1998)

Esta remake orquestrado por Andrew Davis (O Fugitivo) consegue um feito impensável: melhorar Alfred Hitchcock. Baseado na peça de Frederick Knott, Hitchcock cria Disque M para Matar (1954) bem no estilo de uma montagem teatral – com poucos cenários (basicamente o apartamento do casal protagonista) e a ação toda baseada em diálogos. O fato faz deste longa uma bela companhia para Festim Diabólico (1948), outra obra do icônico diretor confeccionada em tais moldes.

O remake, mais arrojado e chamativo, acerta ao mesclar os personagens do assassino e do amante num só, eliminando assim a existência de um “mocinho”. Na nova versão, não existem santos, e sim pecadores – o que torna tudo mais crível. Outro ponto a favor é a concentração de uma linha investigativa, ao contrário da “volta ao mundo” que a polícia precisa realizar para conseguir concluir o caso no original. E o que dizer do “passeio” que uma condenada à morte é permitida fazer bem na véspera de sua execução – bem, hoje em dia tais momentos podem não descer tão redondos assim, e o remake fez bem em elimina-los. Fora isso, na refilmagem não existe espaço para a comicidade, incluída no original através do Inspetor Hubbard (John Williams), quase um Poirot. Talvez por isso, no remake tenha sido escalado para o mesmo personagem o ator David Suchet, que viveu o detetive criado por Agatha Christie na série homônima, de 1989 a 2013.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Dirigido pelo rei do cinema B Roger Corman, esta produção de baixo orçamento lançada em 1960 pode se gabar de sua ideia original e alucinada, e de ser um dos primeiros projetos a contar com a participação do astro Jack Nicholson num papel coadjuvante. A trama mostra um tímido funcionário de uma floricultura descobrindo uma planta carnívora como nenhuma outra. O filme, que mistura comédia e terror, se tornou cult e virou um musical nos palcos no início da década de 1980.

Em 1986, tal peça era adaptada ao cinema na forma de uma grande produção dirigida por Frank Oz. Igualmente um musical, o filme manteve alguns atores dos palcos e adicionou grandes nomes da comédia de Hollywood dos anos 1980 ao elenco – gente como Rick Moranis, Steve Martin, Bill Murray e John Candy desfilam em tela. O remake ganhou ainda mais tintas de item cult, se tornando unanimemente preferida em relação ao original. A surpresa é que uma nova versão da história está sendo desenvolvida pelo diretor de Com Amor, Simon (2018), e com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco.

Scarface (1983)

Por falar em remakes da década de 1980 que ganharão novos remakes, aqui temos o inesquecível neoclássico de Brian De Palma, com uma das mais chamativas atuações do mestre Al Pacino. Scarface: A Vergonha de uma Nação (1932) é um dos filmes responsáveis por cimentar o cinema de máfia e suas alegorias como conhecemos hoje. A influência do longa sobre um bandido chamado Tony que escala até o topo do submundo do crime ecoa até hoje.

Cinquenta e um (uma boa ideia) anos depois, o diretor De Palma reimaginaria o clássico, com roteiro assinado por Oliver Stone. A ideia é tirar a história de Chicago e a levar até Miami, onde um imigrante ilegal foragido de Cuba faz a trama ganhar novos contextos políticos. Pacino vive o Tony da vez, e assim como no original sobe na cadeia alimentar da contravenção, assassinatos e todo tipo de crime até o topo. Mesmo tido como exagerado hoje, o remake de Scarface é um dos filmes mais adorados do gênero, e conta com coadjuvantes de luxo como Michelle Pfeiffer e Mary Elizabeth Mastrantonio. Outra semelhança entre os longas é a frase “The World is Yours”, mostrada em momentos específicos de ambos.

O Professor Aloprado (1996)

O saudoso Jerry Lewis ficou imortalizado como um dos maiores nomes do humor no cinema mundial. E foi justamente de sua cabeça que saiu a ideia para O Professor Aloprado – a história sobre um gênio da ciência muito tímido e atrapalhado (o típico nerd), cuja maior vontade é ser popular com as mulheres. Bem, não se pode ter tudo. Ou será que sim? Escrito e dirigido pelo próprio ator, esta espécie de O Médico e o Monstro cômico foi lançado em 1963, e mostra um sujeito retraído criando uma fórmula que o torna um “ás” com as mulheres – hoje, leia-se um “macho tóxico”.

O Professor Aloprado, de Jerry Lewis, foi um sucesso e se tornou seu filme mais famoso. Trinta e três anos depois, outro humorista sensação se apropriou do material, elevando ainda mais o jogo. Eddie Murphy foi sucesso no humorístico Saturday Night Live, e em seu início de carreira no cinema marcou um golaço com Um Tira da Pesada (1984). Depois disso, ficou entre altos e baixos, e foi com sua versão de O Professor Aloprado que o ator recuperaria seu status de outrora. Então, mais do que um filme, para Murphy a obra significou o resgate de sua carreira. A boa sacada do roteiro é fazer do protagonista um homem com baixa autoestima devido ao sobrepeso. A lição final, no entanto, é o oposto da gordofobia, é a de aceitarmos quem somos de verdade. Outro ponto positivo é a atuação de Murphy como vários membros da família Klump, referência a Um Príncipe em Nova York (1988), outro grande acerto de sua filmografia.

Onze Homens e um Segredo (2001)

Já tivemos um filme protagonizado por Frank Sinatra na lista, e agora chega o segundo. Tanto Sob o Domínio do Mal (1962) quanto Onze Homens e um Segredo (1960) são ótimos filmes, mas produtos de seu tempo. Aqui mais ainda, o longa parece ter sido feito na famosa circunstância da camaradagem – pense em Adam Sandler e seus amigos saindo de férias para gravar Gente Grande, por exemplo. Na década de 1960, tínhamos o chamado Rat Pack (o “grupo de ratos”), comandado por Sinatra e seus comparsas (Sammy Davis Jr., Dean Martin, entre outros) – um grupo de malandros sedutores, que adoravam beber e fumar, e eram os caras mais descolados da época.

Justamente por isso, quando foi a hora do alternativo Steven Soderbergh regravar o longa 41 anos depois, sua principal motivação foi reunir um elenco tão “legal” quanto e estipular o clima de brincadeira e camaradagem nos bastidores – que se reflete na tela. Assim, George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, entre outros, desfilam num dos maiores e melhores elencos de todos os tempos. É claro que para esta modernização a trama fica um pouco mais complexa e repleta de reviravoltas – assim como melhor aprofundamento de personagens. A principal diferença é, claro, o avanço na tecnologia, e o fato de que no original todos eram colegas das forças armadas planejando um grande golpe em Las Vegas.

Guerra dos Mundos (2005)

Tudo começou com a obra literária do autor H.G. Wells, que conta em detalhes como ocorreria uma invasão alienígena na Terra saída de Marte – lançada ainda em 1897. Antes desta primeira adaptação do livro clássico ao cinema, de 1953, no entanto, tivemos a infame transmissão de rádio, na qual Orson Welles relata a chegada de marcianos ao nosso planeta de forma tão precisa que criou uma histeria em massa, em 1938. Produzido por dois anos até seu lançamento, a Paramount criou esta superprodução – que pegava carona no filão da década da ficção científica, com diversos paralelos traçados, o maior deles sendo o medo e a paranoia do “estrangeiro” em meio à Guerra Fria.

E quando pensamos em alienígenas e superproduções, qual cineasta vêm à mente de forma quase instantânea. Acertou quem disse Steven Spielberg. Após os sucessos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T. – O Extraterrestre (1982), o diretor trata pela primeira vez os visitantes interplanetários como vilões – afinal, esta é toda a essência do material original. Mesmo após Independence Day (1996) – o Guerra dos Mundos dos novos temposSpielberg consegue entregar uma obra relevante, em especial por centrar sua trama numa família: um pai fazendo de tudo para proteger seus dois filhos. Pode parecer destoante, mas o que o cineasta faz é algo mais intimista, pessoal e dramático dentro da megalomania que uma situação destas apresenta.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Como dito, os anos 1950 foram o berço da ficção científica no cinema – com diversas produções clássicas desta época ainda lembradas como alguns dos maiores exemplares do gênero na sétima arte. É exatamente onde O Monstro do Ártico (1951) se encaixa. Baseado no conto ‘Who Goes There’, de John W. Campbell Jr., o filme apresenta um grupo de cientistas e militares em uma base americana no Alaska, descobrindo uma criatura alienígena congelada na neve. A criatura, é claro, foge e se torna uma ameaça para a equipe, matando seus membros.

Trinta e um anos depois, o cultuado John Carpenter, então no auge de sua carreira, refilma a obra, dando sua própria abordagem diferenciada. A trama é movida para a Antártida, onde temos desta vez uma equipe inteiramente constituída de homens, ao contrário do original. Além disso, o terror começa em uma base norueguesa vizinha, e o primeiro contato com o monstro é através de um cachorro contaminado. A grande diferença, entretanto, é a maior graça do remake. Enquanto no original, a produção não contava com um orçamento folgado, a criatura era apenas um monstro de macacão no estilo Frankenstein, descrito como um vegetal humanoide. Já na refilmagem, Carpenter pôde brincar bastante com o conceito, fazendo da criatura um ser transmorfo, que podia se parecer com qualquer um, inclusive animais, como cachorros. Ao mesmo tempo em que as mutações grotescas se tornaram o chamariz do longa, com efeitos práticos reverenciados até hoje.

‘Doutor Estranho 2’ deve incluir Rintrah, o minotauro mágico

Rintrah

Uma nova notícia do site The Direct sugere que o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ pode incluir um personagem bastante interessante à trama: Rintrah.

O personagem, que, segundo as informações, será interpretado por Adam Hugill, é um minotauro interdimensional que tem habilidades similares às de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch).

Rintrah apareceu pela priemeira vez na revista Doutor Estranho #80, conforme ele e seu mestre, Enitharmon – um mago parecido com um dinossauro – foram tabulados com a missão de consertar um rasgo na Capa da Levitação utilizada pelo herói.

Em uma recente aparição à New York Filme Academy, o presidente da Marvel, Kevin Feige, deixou claro que a produção trará sequências assustadoras similares a filmes dirigidos ou produzidos pelo lendário Steven Spielberg:

‘Multiverso da Loucura’ é o melhor título que já pensamos até hoje, inclusive, o que já nos deixa animados. Mas não necessariamente diria que é um filme de terror… Será um grande filme do MCU com sequências de terror”.

Confira abaixo o que podemos esperar da continuação:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem  exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E com a série WandaVision vai influenciar diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022

Os Filmes dos Anos 80 que Prometeram Sequências que Nunca Vieram

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como O Poderoso Chefão II, Tubarão 2, O Exorcista II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action, com roteiro de David S. Goyer, e com o novo queridinho da geração Netflix, Noah Centineo, no papel de ambos Príncipe Adam e He-Man.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

‘Reminiscence’: Ficção científica estrelada por Hugh Jackman ganha nova data de estreia

Inicialmente previsto para abril, a Warner Bros. finalmente anunciou a nova data de estreia do suspense de ficção científica ‘Reminiscence‘, que é estrelado pelo Hugh Jackman (‘Logan’).

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na plataforma da HBO Max no dia 3 de setembro.

Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, fará sua estreia diretorial.

A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?

O elenco ainda conta com Thandie Newton, Cliff Curtis, Marina de Tavira, Daniel WuMojean Aria, Brett Cullen, Natalie Martinez, Angela Sarafyan e Nico Parker.

‘Dragon’s Blood’: Anime da Netflix baseado nos jogos ‘DOTA 2’ ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série animada ‘DOTA: Dragon’s Blood‘.

Confira:

A produção é baseada no universo dos jogos DOTA 2.

A trama segue Davion, um renomado Cavaleiro do Dragão dedicado a livrar o mundo das forças do mal. Após um encontro com um poderoso e antigo dragão e com a nobre Princesa Mirana, que segue em sua própria missão secreta, Davion acaba se envolvendo em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

A série será lançada na plataforma no dia 25 de março.

Kate Winslet investiga assassinato no trailer LEGENDADO de ‘Mare of Easttown’, nova série da HBO

HBO divulgou o trailer legendado da minissérie ‘Mare of Easttown‘, estrelada pela vencedora do Oscar Kate Winslet.

Confira:

No Brasil, a produção irá estrear no dia 18 de abril.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

Zendaya e John David Washington compartilham lista com suas produções favoritas na Netflix

Para promover o lançamento do romance ‘Malcolm & Marie‘, a Netflix convidou os astros Zendaya (‘Euphoria‘) e John David Washington (‘TENET‘) para compartilharem uma lista com suas produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

Vale lembrar que o longa já está disponível na Netflix!

O longa foi escrito e dirigido por Sam Levinson, criador da aclamada série original da HBO, ‘Euphoria‘.

Ao retornar para casa após a estreia de seu filme, o cineasta Malcolm aguarda a resposta da crítica ao lado da namorada, Marie. Mas a noite toma um rumo inesperado quando revelações importantes colocam o amor do casal à prova.

‘Army of the Dead’: Terror zumbi de Zack Snyder ganha cartaz e data de estreia; Confira!

A Netflix finalmente anunciou quando ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘, novo terror zumbi do diretor Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), será lançado.

O longa irá estrear na plataforma no dia 21 de maio.

Confira o primeiro cartaz:

Confira também as primeiras cenas do longa, no minuto 1:15:

Em entrevista ao Slashfilm, Snyder garantiu que o seu novo filme de zumbis será épico; com muita ação e efeitos práticos.

“90% dos nossos zumbis são efeitos práticos. Há guerra com zumbis, sequências de ação e muita luta; meu amigo, e parceiro de longa data, Damon Caro trabalhou pesado para criar caos zumbi em um nível épico.”

Ele continua, “Eu adoro filmes que são divertidos, mas não são bobos. É uma linha tênue. Eu queria que esse filme fosse uma insanidade zumbi descontrolada. Meus parceiros da Netflix me apoiaram e entraram nessa jornada comigo.”

O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, foi rodado em Las Vegas.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção, que também conta com Ella Purnell, Theo Rossi (‘Luke Cage‘), Ana De La Reguera (‘Tudo e Todas as Coisas‘) e Huma Qureshi (‘Kaala‘).

Invasão em Las Vegas‘ é produção da Netflix e tem estreia prevista para esse semestre.

‘A Protetora’: Ruby Rose quebra tudo no trailer do novo lançamento do Première Telecine

Lançamento Première Telecine, ‘A Protetora‘ (The Doorman) chegou ao streaming do Telecine e à sessão superestreia do Telecine Premium.

Na trama, Ruby Rose vive uma ex-soldado que volta aos EUA após sua missão terminar em tragédia. Ao tentar levar uma vida mais tranquila, consegue um emprego como porteira em um edifício residencial, mas o que ela não esperava é que teria que voltar a usar suas habilidades para salvar sua família.

Assista ao trailer:

Jean Reno, Aksel Hennie, Rupert Evans e Louis Mandylor estão no elenco.

Star Wars Insider comemora sua 200ª edição com belas capas variantes da saga; Confira!

A revista Star Wars Insider comemorou na semana passada o lançamento de sua 200ª edição com belas capas variantes da saga.

As capas trazem os principais símbolos da saga no imaginário popular: os icônicos droides R2-D2 e C-3PO.

Djin Djarin e Grogu também ganharam os holofotes, já que ‘O Mandaloriano‘ se tornou o novo sinônimo de ‘Star Wars‘.

Publicada pela primeira vez em 1987 sob o nome The Lucasfilm Fan Club, a revista contém seções que destacam as novidades no universo de ‘Star Wars‘, incluindo a realizações de eventos, lançamentos de livros e quadrinhos, prévias exclusivas, artigos, entrevistas, e perguntas e respostas com a participação dos leitores.

Confira as capas:

Lembrando que a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ já está em exibição na Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.