A Paramount+ finalmente anunciou quando a sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ será lançada em seu catálogo brasileiro.
O longa chegará ao serviço de streaming no dia 4 de dezembro.
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe enfrentam sua missão mais perigosa: destruir a inteligência artificial conhecida como “A Entidade”, que ameaça o mundo inteiro ao controlar sistemas globais e arsenais nucleares.
Com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou quase US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais – alcançando o TOP 9 das maiores arrecadações do ano.
Com 5 reviews publicadas até o momento, a série ‘Tudo é Justo‘ (All’s Fair), nova produção do Ryan Murphy (‘American Horror Story’), amargou 0% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral detonou o roteiro, destacando a falta de profundidade. Além disso, a atuação da Kim Kardashian também foi duramente criticada; sendo considerada incapaz de transmitir qualquer emoção sincera de um texto que não se esforça em desenvolver suas próprias personagens.
Separamos os trechos das principais críticas:
“É uma série dolorosamente difícil de assistir. Está abaixo de todos os envolvidos, até mesmo da Kim Kardashian, que parece entediada na maior parte do tempo. E ela não está sozinha. O absurdo ocasionalmente arranca uma risada, mas não é o suficiente para compensar o tédio.” (Pajiba)
“A atuação da Kim Kardashian, rígida e sem emoção, não oferece uma única nota de autenticidade; e é exatamente isso que o roteiro, também rígido e sem emoção, merece.” (The Hollywood Reporter)
“Fascinantemente, incompreensivelmente e existencialmente terrível… É tão horrível que chega a ser desprezível.” (Guardian)
“A série se apresenta como uma fábula feminista sobre advogadas corajosas que se vingam de homens ricos e cruéis, mas, na verdade, é um monumento de mau gosto à mesma ganância, vaidade e avareza que supostamente critica.” (The Times UK)
“Ryan Murphy é o sumo sacerdote da televisão brega e de mau gosto, e este ano ele se superou com uma série de terror alucinante que certamente provocará pesadelos no espectador desavisado.” (Daily Telegraph UK)
A história se passa no século XVIII e acompanha Ann Lee (Seyfried), líder religiosa e fundadora do Movimento Shaker, proclamada como a personificação feminina de Crist
The Testament of Ann Lee acompanha a trajetória real de Ann Lee, fundadora dos Shakers, uma seita devocional do século XVIII. Reverenciada por seus seguidores, Ann pregava a igualdade de gênero e social enquanto lutava para construir uma comunidade utópica. Entre êxtase e desafios, sua liderança transforma vidas e deixa um legado de fé, coragem e devoção, retratado com músicas tradicionais dos Shakers reinventadas e coreografias envolventes.
A direção e o roteiro ficam por conta de Mona Fastvold, que conduz a narrativa com sensibilidade e profundidade.
De acordo com o Deadline, projeções recentes indicam que a sequência ‘Zootopia 2‘ deve arrecadar em torno de US$ 125 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA.
A expectativa é que a animação se torne a segunda maior abertura da história para o período de Ação de Graças no país, atrás apenas de ‘Moana 2‘ (US$225.4M) e ultrapassando ‘Frozen 2‘ (US$125M em 5 dias).
Vale lembrar que a Disney figura em 9 posições do TOP 10 das maiores estreias estendidas do feriado de Ação de Graças.
Para termos de comparação, o longa original abriu com US$ 75 milhões no território norte-americano. Porém, ao manter uma excelente estabilidade nos cinemas, a produção conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
A sequência ‘Zootopia 2‘ será lançada nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.
Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.
Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.
Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.
Sem muitos detalhes, a atriz interpretará uma personagem chamada Jessica.
Além dela, o próximo ciclo ainda irá introduzir Betsy Brandt (‘Breaking Bad’), Michiel Huisman (‘A Maldição da Residência Hill’) e James Frain (‘True Blood’).
A próxima temporada deve se aprofundar ainda mais na mitologia das bruxas, introduzindo novos feitiços familiares enquanto explora os acontecimentos históricos de Salem – o que inclui a infame caça às bruxas e o seu folclore.
Thomas Schnauz assumirá como coshowrunner ao lado de Esta Spalding.
Sem previsão de lançamento, o terceiro ciclo deve estrear em 2026.
Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.
A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.
Myra Ruiz, atriz brasileira que deu vida a Elphaba no musical “Wicked” e dubla a personagem no filme, usou as redes sociais para desabafar sobre um episódio ocorrido em São Paulo durante o lançamento do longa.
Nas redes, Myra revelou que não pôde permanecer no mesmo ambiente que o elenco do filme.
Myra apareceu nos stories para falar um pouco sobre a premiere de ontem, até então, elas não podiam ficar nem no mesmo ambiente que o elenco do filme. 😔
Mas ela agradeceu a todo amor e carinho que vem recebendo.
Vale lembrar que o longa enfrentou outros problemas, como o cancelamento da participação de Ariana Grande e o impedimento de Fabi Bang de participar da foto do elenco.
Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.
A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.
De acordo com o Variety, Sarah Paulson (‘Tudo é Justo’) está em negociações finais para se juntar ao elenco da 4ª temporada de ‘Monstros‘, série antológica baseada em crimes reais.
A atriz irá interpretar a assassina em série Aileen Wuornos.
Vale lembrar, no entanto, que o próximo ciclo será focado nos crimes de Lizzie Borden, conhecida como a “assassina do machado”. O site afirma que a produção deve “explorar o impacto de Borden na percepção de outras assassinas, assim como a terceira temporada se aprofundou no impacto dos crimes de Ed Gein na cultura popular”.
Lizzie Borden foi julgada e absolvida dos assassinatos de seu pai e madrasta em 1892, em Fall River, Massachusetts.
O caso original recebeu grande atenção nos EUA, permanecendo como parte da cultura popular americana nas décadas seguintes. Lizzie Borden já foi retratada em inúmeras adaptações para o cinema, a televisão e o teatro, e chegou a ser interpretada pela Christina Ricci em um filme da Lifetime.
Millie Bobby Brown revelou recentemente à Vogue britânica que seu maior problema com a imprensa é a necessidade que os jornalistas têm de atacar celebridades abertamente em manchetes.
A atriz, conhecida por seu trabalho na popular série ‘Stranger Things’, viralizou em março ao publicar um vídeo no Instagram criticando o Daily Mail e outros sites por praticarem bullying contra ela com manchetes que criticavam sua aparência física durante a turnê de imprensa do filme ‘The Electric State’, da Netflix.
Brown contou à revista que chorava todos os dias por ter que aturar essas manchetes.
“‘Meu Deus, o que ela fez com o rosto? Por que ficou loira? Parece ter 60 anos!’”, disse Brown, zombando das manchetes da imprensa. “Eu respeito o jornalismo. Adoro ler artigos sobre as minhas pessoas favoritas e saber o que elas andam fazendo. Entendo que existem paparazzi, mesmo que seja invasivo, mesmo que eu ache isso horrível – sei que esse é o trabalho de vocês… Mas não me ataquem logo de cara na manchete. É muito errado e é bullying, especialmente com meninas jovens que são novas nesse meio e já estão questionando tudo sobre isso”.
As diversas manchetes escritas sobre Brown na época incluíam coisas como “Por que a Geração Z, como Millie Bobby Brown, está envelhecendo tão mal?” e “O que Millie Bobby Brown fez com o rosto?”.
Tais artigos deixaram Brown “deprimida por três ou quatro dias”, ela conta. A atriz até se lembrou de ter chorado nos bastidores do BRIT Awards antes de entregar um prêmio a Sabrina Carpenter.
“Eu estava chorando enquanto faziam meu cabelo e maquiagem. Meus olhos se encheram de lágrimas até quando vi [Sabrina] nos bastidores”, ela se recorda. “A mentalidade dela é muito do tipo ‘que se danem’, algo que eu já sabia lá no fundo, mas quando você ouve outra pessoa dizer isso, você pensa: ‘Isso! É isso aí!’”.
Brown conclui:
“Se o fato de eu ser loira ou usar mais maquiagem realmente te incomoda, vou falar sobre isso – não só por mim, mas por todas as outras garotas que querem experimentar um novo penteado ou usar batom vermelho. Tipo, me deixem em paz, sabe? Eu tenho 21 anos. Vou me divertir, brincar e ser eu mesma”.
Em entrevista à Harper’s Bazaar (via Deadline), a atriz Aimee Lou Wood (‘The White Lotus’, ‘Sex Education’) detalhou um incidente no set de ‘Anxious People’, longa de Marc Forster coestrelado por Angelina Jolie.
Wood contou que começou a entrar em pânico durante a filmagem de uma cena emocionante, porque estava recebendo instruções de membros da equipe que gritavam. Segundo o veículo de imprensa, ela pediu apenas uma direção, uma única voz e que nenhum movimento de mão fosse feito em seu campo de visão.
“Passei anos me sentindo incapaz de dizer algo assim por medo de parecer argumentativa – mas agora sinto que posso assumir o controle do que preciso para prosperar e dizer às pessoas o que não funciona para mim”, disse a atriz. “Quando me manifestei, tudo o que eu conseguia ver era Angelina me dando um sinal de positivo. Ela é possivelmente a mulher mais famosa de todos os tempos, mas é tão normal”.
Wood disse que sentiu uma sensação semelhante de catarse após seus comentários sobre uma esquete do programa ‘Saturday Night Live’, que ridicularizava sua aparência. De acordo com a atriz, foi como “quebrar um padrão”de não enfrentar os valentões da infância.
A comédia, ambientada na véspera do Natal, acompanha a banqueira de investimentos Zara (Jolie) relutantemente se misturando a um grupo de estranhos em uma casa aberta. Quando um assaltante de banco inadvertidamente toma o grupo como refém, o caos e o compartilhamento excessivo se instalam, segredos são revelados e literalmente nada sai conforme o planejado.
‘Superman‘ se tornou um dos filmes mais populares de 2025 ao reintroduzir o icônico personagem agora como parte do DCU. Agora, parece que a DC Studios e a Warner Bros. querem tentar marcar presença na próxima cerimônia de premiações.
De acordo com a Variety, o longa-metragem foi submetido às categorias de drama do Globo de Ouro 2026, que acontece no dia 11 de janeiro.
Os estúdios apostaram em ‘Superman’ para as categorias de Melhor Filme – Drama, Melhor Ator – Drama para David Corenswet, Melhor Atriz Coadjuvante – Drama para Rachel Brosnahan e Melhor Ator Coadjuvante para Nicholas Hoult.
Outras submissões incluem Melhor Direção – Drama e Melhor Roteiro – Drama para James Gunn, além de Melhor Canção Original por “The Mighty Crabjoy’s Theme”, assinada por Gunn, Eric Nally e Devin Williams.
Os indicados serão revelados no dia 8 de dezembro.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
A Netflix divulgou uma nova série de cartazes da 5ª (e última) temporada de ‘Stranger Things’, destacando o elenco principal e apresentando Derek Turnbow, que se junta à produção no papel de Jake Connelly.
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
‘Batman – Parte II’ continua causando burburinho entre os fãs, que desejam desesperadamente saber quem será o vilão da sequência, principalmente após o impacto que Colin Farrell trouxe ao interpretar o Pinguim.
Há alguns nomes populares na boca dos internautas, incluindo a icônica Hera Venenosa, que já foi vivida por atrizes como Uma Thurman em ‘Batman & Robin’ e Bridget Regan na série ‘Batwoman’. Porém, uma nova artista se pronunciou sobre querer viver a antagonista no vindouro filme de Matt Reeves.
Em uma recente entrevista (via CBM), Madelaine Petsch (‘Riverdale’, ‘Os Estranhos’) explicou por que está tão interessada em levar Hera Venenosa para as telonas, sugerindo que talvez tenha a chance de fazer isso em ‘Batman – Parte II’.
“Estamos trabalhando nisso”, ela disse. “Me vesti de Hera Venenosa. Há muitos Halloweens, só para chamar a atenção deles. É tipo, ‘ei, Matt Reeves, estamos prestando atenção?’ Eles ainda não fizeram o filme, então quem sabe?”.
Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.
A Netflix divulgou o teaser oficial de ‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’ (The Seven Dials Mystery), a nova adaptação em live-action de um dos clássicos da “Rainha do Crime”.
“Ambientado em 1925 e descrito como um “drama espirituoso, épico e rápido”, ‘O Mistério dos Sete Relógios’ acompanha uma luxuosa festa em uma casa de campo onde uma brincadeira parece ter dado terrivelmente errado. No final, cabe à mais improvável das detetives – a curiosa Lady Eileen “Bundle” Brent – desvendar uma trama arrepiante que mudará sua vida, revelando o mistério da casa de campo”.
Em uma parceria surpreendente com a aclamada produtora A24 (conhecida por filmes como ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) com a Netflix, foi anunciada a produção de um reality show de competição inspirado no popular jogo cooperativo ‘Overcooked‘.
Segundo o Deadline, a nova atração seguirá o estilo dos reality shows familiares e de competição já consagrados na Netflix, como ‘Mandou Bem’ e ‘Jogo da Lava‘. A proposta é trazer para a televisão os desafios culinários intensos e o caos divertido que tornaram o jogo um sucesso entre os fãs.
O projeto, que estaria em estágios iniciais de desenvolvimento, conta com a participação de peso dos criadores do jogo: Gemma Langford, Oli De-Vine e Phil Duncan, da Ghost Town Games (desenvolvedora de Overcooked!).
A A24 também está na produção, marcando a primeira incursão do estúdio independente no gênero de reality show de competição.
Até o momento, representantes da Netflix e da A24 se recusaram a comentar oficialmente o projeto.
O Que é Overcooked!?
Para quem não conhece o clássico que virou febre, “Overcooked!” é um jogo de simulação de culinária para 1 a 4 jogadores.
Nele, os chefs trabalham juntos para preparar, cozinhar e servir pratos contra o tempo em cozinhas cheias de obstáculos e perigos (como balões de ar quente, geleiras ou plataformas em movimento). O desafio está em coordenar as tarefas e completar os pedidos antes que os clientes se irritem e saiam do restaurante.
O novo filme está sendo desenvolvido pela Disney, que detém os direitos da franquia ‘Muppets’. Vale lembrar que a carismática e temperamental porquinha, criada porJim Henson e apresentada ao público pela primeira vez no programa ‘The Muppet Show’ nos anos 1970, nunca havia sido protagonista de um longa solo.
Jennifer Lawrence e Stone atuarão como produtoras, enquantoCole Escola, vencedor do prêmio Tony por sua peça da Broadway Oh, Mary!, será o responsável pelo roteiro.
“Não sei se posso anunciar isso, mas vou fazer mesmo assim… Emma Stone e eu estamos produzindo um filme da Miss Piggy, e Cole está escrevendo o roteiro”, revelou Lawrence ao Jimmy Fallon no Tonight Show.
Após a empolgação dos apresentadores, que perguntaram se as amigas de longa data pretendem atuar juntas, Lawrence brincou: “Acho que sim. Temos que fazer… É um absurdo nunca termos feito um filme juntas”.
A atriz também contou como surgiu a ideia do projeto, explicando que tudo começou durante os confinamentos da pandemia, em meio ao auge da chamada “cultura do cancelamento”.
“Uma amiga disse: ‘A Miss Piggy é um ícone feminista. Seria hilário se ela fosse cancelada'”, lembrou Lawrence. “Esse não é necessariamente o enredo, mas foi o que fez a ideia começar a tomar forma”.
A Crunchyroll divulgou recentemente o trailer oficial da aguardada 3ª temporada do anime ‘Oshi no Ko’. A nova fase da série tem estreia confirmada para janeiro de 2026.
“Já se passaram seis meses desde o lançamento de ‘POP IN 2’. Graças ao trabalho árduo de MEMcho, o grupo B-Komachi está prestes a alcançar o sucesso. Aqua é um artista multitalentoso, e a carreira de Akane como atriz está decolando. Enquanto isso, Kana perdeu a alegria que tinha antes. Para descobrir a verdade por trás das mortes de Ai e Goro, Ruby continua a sua jornada no mundo do entretenimento… usando mentiras como arma”, diz a sinopse.
Nosso suporte emocional em todos os momentos, as mães marcam nossas vidas por meio de um vínculo eterno de amor e cuidado. Muitas vezes superando e enfrentando obstáculos, tornam-se o maior exemplo de um amor constante, durante toda uma trajetória. Pensando sobre esse assunto, reunimos abaixo uma lista com ótimos filmes onde a resiliência materna é uma variável que salta aos nossos olhos:
Gal (Shirley Cruz) é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido (Seu Jorge), foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.
Apresentando um recorte sobre a relação de fora para dentro – focado nos familiares de condenados por delitos que cumprem pena em regime fechado em uma prisão da Argentina – o longa-metragem argentino A Mulher da Filacostura sua ficção a partir de uma base inspirada em fatos reais, ocorridos há duas décadas, sobre uma mulher que viu seu mundo desabar com a prisão do filho mais velho e precisou se adaptar à situação.
Ambientada numa Brasília de quase quarenta anos atrás, conhecemos Helena (Carolina Dieckmann) e seus dois filhos – uma criança e um adolescente – que chegam à capital do Brasil e se mudam para um prédio numa região central. Frustrada pela partida do marido, que logo viaja a negócios, ela se vê perdida e aflita, enquanto marcas do passado e inesperadas aventuras do presente se chocam, nos levando a um recorte cheio de conflitos, não só pra ela, mas para seus dois filhos.
Rita é uma mulher batalhadora que luta diariamente para conseguir dias melhores ao lado do filho, Léo, no Morro do Vidigal, Rio de Janeiro. No dia do aniversário de 12 anos dele, ela passará por uma série de situações com enormes desgastes – muitas delas ligadas ao pai de Léo, Dudu, um malandro com dívidas que rouba o dinheiro contado para a festa. Assim, ao longo de 24 horas, vamos conhecendo muitos conflitos e outros personagens que ajudam a contar essa história.
Na trama, acompanhamos a jornada de dor, tristeza e lampejos ligados à esperança de Julia (Julieta Egurrola), uma artista plástica que vê sua vida tomar outros rumos quando, durante uma viagem a uma cidade do México, sua filha, a psicóloga Gertrudis, desaparece. Lutando com todas as forças que lhe restam, passando pelos absurdos burocráticos, descasos de autoridades, sem saber em quem confiar, acaba conhecendo Abril (Teresa Ruiz), uma jornalista disposta a se juntar a ela nessa caminhada e a denunciar os horrores da violência que encontra pelo caminho.
Desde o nascimento do filho Lucca, o casal Bárbara e Andrés enfrentam as probabilidades contra uma condição complicada provocada pela paralisia cerebral que atinge a criança. Quase sem esperanças de melhorias para o quadro do primeiro filho, com a epilepsia debilitando cada vez mais o estado de saúde, uma chance aparece do outro lado do planeta: um tratamento inovador na Índia que pode mudar a vida deles para sempre. Lutando contra todo tipo de adversidade, eles embarcam para o que pode ser o início de um passo importante.
Ao longo de 107 minutos de projeção, vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com às incertezas que duram até os dias atuais.
Blondi é uma mulher imatura, perto dos 40 anos, que trabalha em uma empresa que produz uma espécie de Censo. Mãe desde os 15 anos do já adulto Mirko, preenche as lacunas do seu cotidiano indo de um lado para o outro com o filho e sendo amiga dos amigos dele. Quando algumas decisões de pessoas próximas a ela acontecem, Blondi começa a perceber que não tem como controlar os rumos da vida dos outros, fazendo passar por transformações na sua própria trajetória.
Elisabeth se separou recentemente de um homem que a abandonou e agora vive com os filhos, Judith e Mathias, em um belo apartamento. Mas a situação deles não é tão confortável assim, passando por várias fases e apertos financeiros. Um dia, chega na vida dessa família Talulah, uma jovem com problemas com drogas que acabará se sentindo aceita nessa família, mesmo com idas e vindas.
Pureza vive uma vida simples com seu filho, Abel. Quando esse último resolve ganhar a vida em uma região distante de onde mora, a mãe logo fica sem saber notícias sobre ele. Assim, a protagonista, durante meses, resolve ir atrás do paradeiro de seu único filho e acaba se deparando com absurdos políticos e o trabalho escravo em lugares onde a lei parece não existir. Essa mãe, que iniciou uma busca por seu filho, acabou sendo uma intensa força propulsora para denúncias contra o trabalho escravo no Brasil.
A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de ‘Twinless – Um Gêmeo a Menos‘, drama LGBTQ+ estrelado por Dylan O’Brien e James Sweeney.
Na trama, Roman, abalado pela morte do irmão gêmeo, encontra no luto uma solidão que parece invencível. Ao se unir a um grupo de apoio para pessoas que perderam seus gêmeos, ele conhece Dennis e nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e complexa.
A estrela Jennifer Lawrence falou recentemente sobre o suspense ‘Morra, Amor’ (Die My Love), onde contracena com Robert Pattinson. Explicando porque não precisou de um coordenador de intimidade para as cenas com o ator.
Segundo o Deadline, Lawrence explicou que se sentiu à vontade com Robert Pattinson desde o início:
“Fizemos aulas de dança juntos, que foram como exercícios de trabalho em equipe. No fim, acabou sendo mais útil para a coreografia das cenas de sexo e das cenas de luta”, afirmou.
Questionada sobre a presença de um coordenador de intimidade, um profissional cada vez mais comum em Hollywood, Lawrence disse não se lembrar se havia um, mas explicou por que a presença ou ausência não a afetou.
“Talvez tivéssemos um, ou talvez não, mas de qualquer forma eu me senti muito segura com ele. Ele não é tarado e é completamente apaixonado pela [parceira] Suki [Waterhouse]. Nós falávamos principalmente sobre nossos filhos e relacionamentos, então não havia aquela coisa estranha tipo: ‘Será que ele acha que eu gosto dele?'”, destacou
Ela acrescentou uma crítica velada à conduta de alguns atores na indústria:
“Se tivesse um pouco disso, eu provavelmente teria um coordenador de intimidade. Muitos atores homens ficam ofendidos se você não quer transar com eles, e aí vem a punição. Mas ele não era assim, só pra deixar claro”, acrescentou.
Os coordenadores de intimidade são profissionais contratados para facilitar a comunicação entre atores e diretores durante cenas íntimas, uma função que surgiu como resposta ao movimento #MeToo.
Lawrence também abordou as cenas de nudez no filme, que foram gravadas enquanto ela estava grávida do segundo filho. A gravidez, segundo ela, ajudou a aliviar a pressão estética:
“Eu não me importo com nudez. Não sou sensível em relação a isso”, disse. “Acho que estar grávida tirou muito da minha ansiedade com a aparência. Antes de Que Horas Eu Te Pego? (No Hard Feelings), eu fazia dieta, cortava carboidratos e malhava o tempo todo. Em Die My Love eu estava grávida. O que eu ia fazer? Parar de comer?”
Foi divulgado um clipe inédito de ‘Morra, Amor‘ (‘Die, My Love’), suspense psicológico estrelado por Jennifer Lawrence (‘Jogos Vorazes’) e Robert Pattinson (‘Batman’).
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.
Na trama…
Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson), um jovem casal prestes a ter um bebê, deixa Nova York e se muda para uma casa herdada no campo. Com a chegada da criança e o ambiente isolado, Grace se vê em uma jornada de autodescoberta. À medida que enfrenta seus próprios limites, ela se encontra não na fraqueza, mas na força de sua imaginação e na intensidade de uma vivacidade indomável.
Mona Fastvold (‘O Sonâmbulo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela assinou ao lado de Brady Corbet.
Ann Lee, a líder fundadora do movimento Shaker, é proclamada como o Cristo feminino. A trama mostra como ela estabeleceu uma sociedade utópica onde os Shakers adoram por meio de música e dança.
Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram bastante o filme, destacando especialmente a atuação marcante de Amanda Seyfried no papel principal, Ann Lee.
Confira as reações:
“Embora ela seja claramente meio excêntrica, Ann tem otimismo, compaixão e vida, que Fastvold revela em uma série de números musicais hipnotizantes extraídos das verdadeiras escrituras dos Shakers. Também ajuda muito ter Amanda Seyfried no papel principal”, disse Damon Wise do Deadline
“Dramaticamente, o filme pode se tornar cansativo ao longo de seus longos 136 minutos de duração. Mas é como um verdadeiro espetáculo de música e dança, a forma mais inesperada e ousada que a história de Lee poderia assumir, que o filme se torna mais impressionantemente convincente”, disse Guy Lodge da Variety.
“Em última análise, Fastvold merece admiração por realizar um projeto claramente concebido com poucas preocupações comerciais”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Fastvold une forma e função para encontrar uma líder religiosa do século XVIII em seus próprios termos, oferecendo uma encantadora e moderna reinterpretação de uma melodia antiquada”, disse Ben Croll do TheWrap.
“Nos seduzindo com vários números musicais, permitindo que abracemos sua essência final como uma fábula de recuperação, Amanda Seyfried brilha com convicções compassivas pelo que parece revolucionário, o controle da mulher sobre seu próprio corpo”, disse Nicholas Bell do ION Cinema.
“As comparações com O Brutalista são inevitáveis… No entanto, a grandiosidade livre e os detalhes minuciosos, sujos e realistas do filme de Fastvold são totalmente únicos: assim como Ann, fiquei tonto e sem fôlego com sua grandeza e coragem”, disse Robbie Collin do Daily Telegraph.
“É um tecido desgastado de história que contém momentos de ousadia artística e beleza, mas que nem sempre se entrelaça em algo satisfatório e sólido”, disse Wendy Ide do Screen International.