O drama ‘Sonhos de Trem’ (Train Dreams), cotado para o Oscar, estreou oficialmente na plataforma de streaming Netflix. Para celebrar o lançamento, a plataforma divulgou um novo trailer sobre o filme.
O longa é uma adaptação do livro homônimo de Denis Johnson e acompanha a jornada de Robert Grainer, um homem comum que trabalhava como diarista. Em meio ao luto pela perda da família, Grainer precisa se adaptar à vida no Oeste Americano no início do século XX.
Clint Bentley assina a direção do longa e também foi responsável pelo roteiro, ao lado de Greg Kwedar. Os dois cineastas colaboraram recentemente no roteiro indicado ao Oscar por Sing Sing.
‘DAVI’, filme animado da Angel Studios, divulgou seu mais novo trailer, destacando o protagonista Rei Davi, um dos personagens mais célebres da Bíblia.
O longa-metragem de animação tem estreia marcada para 19 de dezembro nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá.
A Angel Studios promete uma jornada musical e épica do jovem pastor que se torna o mais famoso Rei de Israel.
Sinopse: “Em um reino dilacerado pelo medo e pela corrupção, um menino pastor é chamado para enfrentar um gigante e a escuridão atrás dele. Com nada além de fé, coragem e uma funda, ele desafia um império e desperta o coração de uma nação. Das colinas tranquilas de Belém ao rugido do campo de batalha, sua jornada moldará reis, testará corações e revelará que a maior força é encontrada na confiança, não no poder”.
Para quem não conhece, Davi é um dos personagens mais emblemáticos da Bíblia. Ainda jovem, enfrentou e derrotou o gigante Golias, tornando-se símbolo de fé e coragem. Além disso, é creditado como autor de diversos Salmos e é lembrado como o mais famoso rei de Israel.
A produção de ‘DAVI’ é a mais recente empreitada da Angel Studios, que se consolidou no mercado com produções aclamadas e de grande impacto como ‘The Chosen’ (série sobre a vida de Jesus), ‘Som da Liberdade’ e ‘Som da Esperança – A História de Possum Trot’.
A atrizGal Gadot, que deu vida à Rainha Má no live-action de ‘Branca de Neve’, falou recentemente sobre o desempenho do filme, que fracassou nas bilheterias, e revelou que toparia reprisar o papel em um possível derivado da vilã.
Durante uma entrevista à US Weekly, Gadot afirmou, mostrando-se entusiasmada com a ideia: “Eu adoraria fazer isso. Sim. Diga ao [CEO da Disney] Bob [Iger]. Bob, eu faço isso”.
Ainda que não haja relatos de uma sequência ou spin-off de ‘Branca de Neve’, a Disney já aprovou filmes de vilões independentes em outras ocasiões, como ‘Malévola’ (2014) e ‘Cruella’ (2021).
Gadot demonstrou carinho pelo papel, relembrando o fascínio de interpretar a vilã:
“Lembro toda vez que ia até o espelho dizer a frase: ‘Espelho mágico na parede.’ Há algo tão poderoso e humilde nisso. Há algo tão incrível em interpretar um personagem maior que a vida”, disse a atriz ao D23 em março.
‘Barrela’ talvez seja uma das peças literárias e artísticas de maior significado da memória nacional, e não apenas por ter partido de uma das mentes mais brilhantes do cenário dramatúrgico, Plínio Marcos, mas por permanecer dentro de um espectro assustadoramente atual mesmo décadas desde seu lançamento. Ao denunciar a falência do sistema carcerário e funcionar como uma poderosa análise da condição humana, a peça é um arauto crítico sobre a sociedade brasileira e inclusive foi censurada durante a Ditadura Militar – ganhando espaço para ser reencenada após a queda do governo golpista e a retomada de poder por parte dos agentes democráticos.
Agora, o Coletivo da Ponte se lança a mais uma adaptação do projeto, apresentando-se na FUNARTE em cinco apresentações que se estendem até o dia 14 de dezembro – e oferecendo uma perspectiva diferente, original e pungente que não deve nada às outras incontáveis versões que a narrativa ganhou para os palcos. Apoiando-se nas experimentações artísticas de Bertolt Brecht, a produção sagra-se uma das melhores do ano ao não poupar esforços para esquadrinhar as mínimas incursões imortalizadas por Marcos em uma jornada que navega pela opressão, pelo isolamento e pela falta de prospecto através de personagens complexos que discutem sobre a diferença entre a sobrevivência mandatória e a destituição do que, de fato, significa existir.
A trama se passa em uma cela de prisão e gira em torno de seis detentos: Bahia (Ivan Teixeira), Fumaça (Mariana Nolla), Tirica (Daya Cristine), Bereco (Gabriela Bonavita), Portuga (Rafa Oliveira) e o Louco (Rony Fou). Em uma determinada noite, Portuga acorda os outros presos após ter um pesadelo com o fantasma da ex-mulher – dando início a um jogo de gato e rato marcado por alfinetadas que escalam a níveis perigosos e catastróficos, colocando-os em um beco sem saída que culmina em desentendimentos, ressentimentos, traumas e morte. Logo de cara, Portuga demonstra ter uma inimizade com Tirica, ambos sendo alvos de comentários zombeteiros que trazem à tona o que uma pessoa é forçada a fazer para sobreviver dia após dia – alimentando uma rixa que se espalha para os outros detentos: Bereco, o líder da gangue; Fumaça e Bahia, que insurgem como os escapes cômicos da narrativa; e o Louco, que vive à mercê de Bereco e que enxerga o restrito mundo em que está da maneira que pode.
Enquanto o Coletivo já havia apresentado a peça outras vezes, essa, talvez, seja a mais ambiciosa – e a que mais encontra sucesso. O diretor Gustavo Nolla, aliando-se à assistente e à preparadora corporal Claudia Nolla, se esquiva dos convencionalismos do gênero explorado para construir uma experiência sinestésica e sistemática que não só estende suas influências para Brecht, como supracitado, mas transforma a cela de prisão em uma jaula animalesca que esquadrinha conceitos como naturalismo e determinismo. As referências a técnicas calcadas por Rudolf Laban e a presença inesperada dos conceitos de viewpoints transformam o drama em uma experimentação antropozoomórfica que arremessa os protagonistas em um relento esquecido, um ermo onde o comportamento bárbaro e impulsivo é regente – e os presos são isolados em uma desumanização compulsória que é própria do falido sistema carcerário.
Cada movimento é pensado com cautela e detalhe, seja nos movimentos títeres que reiteram a condição dos presos ao espaço, ao tempo e à circunstância em que estão, procurando o mínimo de hierarquia em meio à selvageria. Bereco, nesse quesito, é construído em meio a uma frágil sensação de imponência que mascara uma melancolia inescapável e a certeza de que, como ele mesmo diz, passará o resto dos seus dias encarcerado – e cada um dos outros detentos é forçado a enfrentar demônios internos que se exteriorizam em pulsões que nos envolvem ao longo de breves sessenta minutos de espetáculo.
O trabalho de elenco é rigoroso e primoroso, garantindo um máximo aproveitamento de atores cujo trabalho já tive a oportunidade de acompanhar e que, para essa nova temporada de ‘Barrela’, alcançam um amadurecimento fabuloso – seja com o retorno de rostos familiares, seja com a presença de Teixeira como um ótimo Bahia e com Gian Vitor fazendo sua estreia como o ingênuo Garoto, que fica preso durante uma noite na mesma cela que os protagonistas (tornando-se um bode expiatório em uma das sequências mais chocantes e bem construídas da peça). E, compondo a estética dessa instalação experimental, temos o uso de objetos metálicos, grades de arame farpado e um conceito mais minimalista do que maximizado que dialoga com a repetitiva e angustiante sonoplastia de Diana Leocata e a iluminação industrial e quase distópica de Henrique Balleiras.
Apesar dos momentâneos deslizes, a nova versão de ‘Barrela’ apresentada pelo Coletivo da Ponte é uma conquista teatral e um suprassumo cênico que transforma o clássico de Plínio Marcos em uma epopeia dramática de tirar o fôlego – e que faz um ótimo uso do lúdico para garantir que cada aspecto e cada incursão seja absorvida ao máximo pelo público.
‘Vingadores: Doomsday’ está ganhando uma série de vazamentos, mas todos possivelmente falsos. Porém, uma série de fotos supostamente vazadas do set parecem ser reais demais para terem sido criadas por IA. Mas provavelmente foram.
A primeira imagem mostra a formação dos X-Men de ‘Vingadores: Doomsday’ — Ciclope (James Marsden), Magneto (Ian McKellen), Mística (Rebecca Romijn), Gambit (Channing Tatum), Noturno (Alan Cummings), Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Charles Xavier (Patrick Stewart) — todos juntos, trajando uniformes fiéis aos quadrinhos. A foto rapidamente incendiou debates online.
Enquanto alguns afirmavam que era apenas mais uma criação de inteligência artificial, outros defendiam que ela possuía detalhes “realistas demais” para ter sido gerada por esse tipo de ferramenta. A discussão, enfim, era tudo menos simples.
O caos continuou com uma suposta “selfie” de Teyonah Parris, James Marsden e Channing Tatum caracterizados como seus personagens. Contudo, o telefone que a atriz segurava — apresentado como um iPhone 17 Pro — não correspondia ao design real do aparelho, mais uma pista clara de que se tratava de uma imagem gerada por inteligência artificial.
Confira:
New image of the X-Men on the set of Doomsday. Apparently it is a leaked image from the reshoots involving the X-Men. pic.twitter.com/u8jtV5Vntq
Além disso, o insider The Beyond Reporter divulgou uma suposta sinopse do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’, que se for verdadeira parece bem interessante.
O teaser começa com uma narração em off do Doutor Destino (Robert Downey Jr.), que fala sobre sua vida de provações e sofrimentos. Victor Von Doom aparece em um cemitério na chuva, com o rosto oculto, até que a cena é interrompida por uma explosão de chamas, deixando apenas a silhueta de seu traje.
A tela se transforma com uma poderosa explosão e a voz de Loki desaparece. Thor aparece em uma vasta costa, Sam Wilson e Reed Richards olham para o céu com medo, e o Doutor Estranho corre por uma sala escura enquanto dois universos colidem. Cidades também são vistas sendo destruídas simultaneamente em dois planetas.
Doom declara que irá libertar a armadilha eterna na qual estava prisioneiro. Várias batalhas protagonizadas pelo próprio Doom são mostradas, seguidas por uma narração adicional feita por ele. Após uma máscara cair, revela-se que o rosto de Doom está gravemente desfigurado, com uma grande cicatriz e uma textura semelhante à lama queimada.
O trailer termina com Steve e Peggy emergindo de um portal no estilo da TVA e olhando diretamente para a câmera.
Além disso, há novidades sobre a Mística de Rebecca Romijn, que, em vez de aparecer nua, agora terá um super-figurino: um vestido branco com detalhes azuis nos ombros e no centro do peito, calças brancas por baixo, um X no cinto e uma tiara com caveira.
Já o figurino de Shang-Chi sofreu o que é descrito como um “rebaixamento”. Ele é bem parecido com o que vimos no filme solo do personagem, mas agora se assemelha mais a uma jaqueta de couro, com o vermelho mais escuro.
Os rumores também indicam a presença de uma espécie de Conselho dos Destinos, uma variação do Conselho de Kangs. Ele teria duas Destinas femininas, uma com capa roxa e máscara dourada, e outra com capa e máscara douradas, além de uma terceira usando a clássica capa verde.
A Disney divulgou uma nova prévia da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, destacando o protagonista da série, Percy, vivido por Walker Scobell.
A nova temporada vai adaptar o segundo livro deRick Riordan, “Percy Jackson e o Mar de Monstros”, continuando a jornada do jovem semideus em sua missão pelo Acampamento Meio-Sangue.
Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para o dia 10 de dezembro.
A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.
Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.
‘Happy Face: Um Serial Killer‘, série de suspense estrelada por Dennis Quaid (‘O Intruso’) estreou recentemente no Paramount+ e se tornou um sucesso de crítica.
Abrindo com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi elogiada pelas performances de seu elenco principal e por saber trabalhar o gênero true crime, mantendo a audiência vidrada a todo momento.
Confira a opiniões:
“Infelizmente, usar um assassino de verdade para contar essa história faz de ‘Happy Face’ o tipo de crime real que explora as questões que cercam o gênero, ao mesmo tempo em que usa sofrimento genuíno para tornar a série mais emocionante”. – Alan French, Sunshine State Cineplex
“Criada pela showrunner Jennifer Cacicio e pela poderosa dupla de produtores executivos Robert e Michelle King (Evil, The Good Wife), Happy Face desfere um golpe impressionante contra a glorificação habitual de assassinos em série em nossa cultura”. – Kelcie Mattson, Collider
“Parte processual, parte história familiar, é um híbrido que nunca funciona, apesar das atuações fortes e dos momentos poderosos”. – Keith Phipps, TV Guide
“Fãs de crimes reais, sua próxima obsessão pela TV chegou”. – Kristy Puchko, Mashable
“Por melhores que Annaleigh Ashford e Dennis Quaid sejam em seus respectivos papéis, Happy Face teria funcionado melhor se tivesse se atido à história real e não a esta história fictícia e sensacionalista”. – Alex Maidy, JoBlo’s Movie Network
“Cheio de mistério, curiosidade e profundidade em seu assustador olhar sobre os efeitos de verdades horríveis e traumas na vida e identidade de alguém, e graças a uma narrativa fabulosamente intrigante e performances memoráveis de nosso elenco, é uma delícia de maratonar”. – Keeley Brooks, Loud and Clear Reviews
“Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”
O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.
Jennifer Cacicio serve como roteirista, showrunner e produtora executiva.
O astro Paul Rudd revelou detalhes sobre o aguardado reboot de ‘Anaconda’, que promete trazer a icônica franquia de volta aos cinemas com uma abordagem inovadora.
O filme, que contará com Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) eJack Black (‘Escola de Rock’), será uma comédia meta “totalmente única”, segundo Rudd.
Segundo o JoBlo, Rudd comparou o tom do filme ao de ‘O Peso do Talento‘:
“Vocês viram ‘O Peso do Talento’? Então, é o mesmo diretor, e o tom desse filme, que era meio que uma meta-comédia, é parecido. É sobre um grupo de pessoas que, com certeza, foram inspiradas e amaram o filme ‘Anaconda’ dos anos 90. Mas não é um remake. É algo totalmente único. É engraçado”, explicou.
O longa chega aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2025.
A trama do novo ‘Anaconda’ acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.
Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.
Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.
O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.
O live-action atualmente está no catálogo da Prime Video e entrou para a lista dos títulos mais vistos desse mês no streaming.
A adaptação enfrentou dificuldades no desempenho comercial após ter sido produzido com um alto investimento de US$ 60 milhões.
De acordo com um recém-divulgado relatório fiscal da Toei Animation, correspondente ao segundo trimestre deste ano, o filme resultou em um impacto negativo nas finanças do estúdio, causando um verdadeiro “rombo” em suas receitas.
Os números apresentados no relatório apontam para um lucro de 3,9 bilhões de ienes com a distribuição internacional de filmes nesse período.
Essa cifra, embora seja significativa, é consideravelmente menor quando comparada à arrecadação obtida no último trimestre do ano fiscal de 2023, que atingiu a marca de mais de 21 bilhões de ienes.
Para efeito de comparação, a receita operacional da Toei Animation foi dividida por regiões geográficas. A seguir, estão os valores arrecadados em cada uma delas:
Japão: 120 milhões de ienes
América do Norte: US$ 1,1 milhão
América Central e do Sul: US$ 4,36 milhões
Europa: US$ 1,1 milhão
O resultado da bilheteria nos Estados Unidos e na América Latina, que totalizou aproximadamente US$ 5,46 milhões, representou uma queda significativa em relação às expectativas iniciais para o filme.
Esse desempenho comercial abaixo do esperado afetou a expectativa do estúdio de desenvolver uma franquia completa de até sete filmes com base em ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘.
A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stueckenacompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.
Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.
A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.
O gênero fantástico sempre esteve em nossas vidas – seja na literatura, no cinema ou na televisão. Desde os primórdios da contação de histórias, artistas incríveis tiveram a capacidade de nos transportar para mundos distantes, recheados de criaturas sobrenaturais e mitológicas, que nos apresentavam uma nova perspectiva aventuresca movida por acontecimentos soberbos e épicos.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes de fantasia dos anos 1980 – desde a clássica aventura ‘A História Sem Fim’ até o adorado ‘A Princesa Prometida’.
Em 1987, Cher, Michelle Pfeiffer e Susan Sarandon uniam forças para enfrentar Jack Nicholson na divertida comédia fantástica sombria ‘As Bruxas de Eastwick’ – que, quase quarenta anos depois de sua estreia, envelheceu como uma boa e inebriante garrafa de vinho. Com performances icônicas e uma atmosfera despojada e aprazível, o filme comandado por George Miller acompanha três melhores amigas que não sabem que são bruxas e que suas reuniões informais culminaram na formação de um coven; pouco depois, a chegada de um homem misterioso à cidade onde moram dá início a um jogo de gato e rato entre ele e entre as mulheres.
9. O DRAGÃO E O FEITICEIRO (1981)
A beleza de ‘O Dragão e o Feiticeiro’ está na forma como remodela clássicas narrativas de fantasia em um inesperado e sombrio épico que, mesmo não tendo cativado o público à época de seu lançamento, caiu no gosto dos cinéfilos décadas depois pelos impressionantes efeitos visuais e por uma história honesta e bastante prática. Dirigido por Matthew Robbins e apresentando um lado atípico da Walt Disney Studios – que co-produziu a obra -, a trama é centrada no rei Casiodorus Rex, que faz um pacto com um dragão, que, em troca do sacrifício de algumas virgens, deixará a aldeia em paz. Um velho feiticeiro e seu jovem aprendiz decidem então matar o dragão e salvar a próxima moça.
8. O FEITIÇO DE ÁQUILA (1985)
‘O Feitiço de Áquila’ é provavelmente um filme que você não conhece – mas deveria. Contando com a sólida direção de Richard Donner, a trama nos leva para a Europa medieval do século XII e traz atuações incríveis de Michelle Pfeiffer, Rutger Hauer e Matthew Broderick, todos nutrindo de uma química apaixonante que até mesmo ofusca os breves erros de ritmo. O enredo é centrado em um casal que se torna alvo do ódio de um bispo invejoso, que lança um feitiço sobre os dois: de dia, ela fica sob uma forma de falcão; de noite, ele se transforma em um lobo – impedindo que eles se encontrem e vivam felizes para sempre.
7. WILLOW – NA TERRA DA MAGIA (1988)
Um dos títulos mais relembrados e memoráveis do gênero fantástico na década de 1980 é o incrível filme ‘Willow – Na Terra da Magia’. Estrelado por Warwick Davis em uma performance magnética, o longa-metragem dirigido por Ron Howard acompanha o personagem titular, um anão da raça nelwyn que cruza caminho com uma jovem bebê princesa que é a chave para derrotar a poderosa e impiedosa rainha Bavmorda (Jean Marsh), colocando um fim em seu reino de caos. É claro que Bavmorda e seu séquito também estão em busca da princesa, tentando encontrá-la e despachá-la ao submundo para que uma antiga profecia não se cumpra – e, aliado ao divertido mercenário Madmartigan (Val Kilmer), Willow enfrenta os mais diversos obstáculos para cumprir com a missão que lhe foi dada.
Tornando-se uma das produções favoritas dos fãs de fantasia e de marionetes, ‘O Cristal Encantado’ sagrou-se como um dos símbolos dos anos 1980 e inspirou inúmeras narrativas que seguiriam os mesmos passos. Dirigido por ninguém menos que Jim Henson e Frank Oz, a instigante trama nos leva a outro planeta, em um passado distante, onde Cristal Encantado foi danificado e deu-se início a uma era de caos. Jen, uma órfã que foi criada pela pacífica raça de magos conhecida como Mystics, embarca em uma jornada para encontrar o pedaço desaparecido do Cristal e trazer de volta equilíbrio para o universo.
5. LABIRINTO – A MAGIA DO TEMPO (1986)
‘Labirinto – A Magia do Tempo’ tem uma história parecida a vários outros filmes de fantasia dos anos 1980 – em que não teve o reconhecimento merecido à época de seu lançamento para se transformar em um clássico cult exaltado pela crítica. Contando com performances incríveis de David Bowie e Jennifer Connelly, bem como uma sólida e fabulosa direção do lendário Jim Henson, a trama é centrada em Sarah, uma jovem que se sente frustrada por ter que cuidar do irmão caçula. Desejando se livrar da criança, ela recebe a visita do Rei dos Duendes, que sequestra o bebê e compele a menina a partir numa jornada perigosa através de um labirinto para resgatar o irmão antes que ele seja transformado em um duende.
‘A Pequena Sereia’ é simplesmente o filme responsável por dar início à Era da Renascença da Walt Disney Studios: para além da aclamação crítica, o sucesso financeiro da obra permitiu à Casa Mouse a produção de obras como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’, ‘A Bela e a Fera’ e tantos outras, estendendo seu legado aos dias atuais como nenhum outro – e contando com uma belíssima história que marcou e continua marcando gerações. A trama acompanha Ariel, uma sereia princesa de dezesseis anos de idade insatisfeita com a vida no fundo do mar e curiosa sobre o mundo na terra. Ela se apaixona por um príncipe humano e faz um acordo com a bruxa do mar para transformar-se em humana.
3. A HISTÓRIA SEM FIM (1984)
No clássico ‘A História sem Fim’, Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, que classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido. A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian.
É notável como o universo arturiano sempre serviu de inspiração para diversas incursões audiovisuais – tanto na televisão quanto no cinema. Em 1981, uma das melhores releituras dessas clássicas novelas de cavalaria ganhou forma pelas mãos de John Boorman: ‘Excalibur’. Inspirado livremente na lenda do Rei Arthur, a trama é centrada em Arthur, um servente e filho bastardo do lorde Uther Pendragon, que recebe a mágica espada Excalibur para reunir os Cavaleiros da Távola Redonda e unificar o reino de Camelot – tudo isso com a ajuda do mago Merlin. No entanto, este monarca enfrenta grandes desafios à sua frente em busca do amor, do Cálice de Cristo e da sobrevivência de sua nação.
Apesar de ter tido uma estreia bastante modesta entre os críticos e nas bilheterias, ‘A Princesa Prometida’ possui um impacto inegável não apenas no cenário dos filmes de fantasia, mas no escopo da sétima arte como um todo. A aventura estrelada por nomes como Cary Elwes, Mandy Patinkin, Robin Wright e tantos outros transformou-se em um clássico cult com o passar dos anos e, nos dias de hoje, é considerado como uma das melhores produções não apenas de Rob Reiner, mas da década de 1980. A trama acompanha a bela Buttercup, uma jovem que é raptada e mantida encarcerada contra a sua vontade – obrigada a se casar com o odioso príncipe Humperdinck. Porém, o corajoso Westley, seu verdadeiro amor e que retorna como um impiedoso pirata, parte em uma missão para salvá-la.
As nossas crenças e a fé estão embutidos em toda nossa trajetória de vida. Em momentos críticos ou mesmo num presente repleto de dúvidas, esses fatores nos ajudam de alguma forma a nos guiar por qualquer caminho. Pensando nesse recorte, separamos histórias contadas através do cinema que circulam esse tema:
Na trama, conhecemos Eric LeMarque (Josh Hartnett), um jovem que nos últimos meses se perdeu completamente na vida. Viciado em drogas, afastado da mãe, deu adeus a uma vida de sucesso no mundo do Hóquei no gelo e agora vive aos pés de uma montanha onde pratica snowboard quase que diariamente sem muitas pessoas saberem de seu paradeiro. Certo dia, acorda em sua rotina de busca da salvação de seu vício, faz exercícios físicos, se alimenta de maneira balanceada e parte para a montanha surfar na neve. Após receber uma carona de uma bela jovem responsável por resgates emergenciais, chega até o topo da montanha, com o tempo fechando e, após uma descida complicada, acaba ficando preso na neve durante dias. Assim, para sobreviver, precisará de muita força de vontade, criatividade e sorte.
A fraternidade é inegociável. O que você perguntaria ao líder da igreja católica se tivesse a oportunidade de estar frente a frente com ele? No documentário Amém: Perguntando ao Papa, jovens entre 20 e 25 anos, católicos e não católicos, com experiências de vida diversas, praticantes da língua espanhola, tem a chance de conversar com uma das pessoas mais influentes do mundo em um bate-papo franco, honesto, sem deixar de navegar em temas conflitantes, polêmicos. Longe dos muros do Vaticano, já que o papo ocorreu em um bairro de Roma chamado Pigneto em junho do ano passado, a roda de conversa vai da questão da migração, passando pelo aborto, pela identidade de gênero e orientação sexual, até os abusos na igreja, entre outros temas.
El Reino de Dios
Na trama, conhecemos Neimar (Diego Armando Lara Lagunes), um jovem menino carinhoso, curioso, que vive em uma cidadezinha no interior do México. Criado mais pela avó do que pela mãe, ele está prestes a completar a primeira comunhão. Só que nas horas que se seguem após esse momento importante para ele e sua família alguns eventos insistem em aparecer levando Neimar a ganhar lições para toda uma vida.
Nas Ondas da Fé
Na trama, conhecemos o esforçado Hickson (Marcelo Adnet), um técnico de informática que faz bicos com um carro de som que leva mensagens carinhosas. Ele mora com a esposa Jéssika (Letícia Lima) em uma casa no subúrbio carioca. Certo dia, após ir até um culto, consegue uma oportunidade de emprego em uma rádio gospel e após uma brincadeira pensando que estava fora do ar, alcança um enorme sucesso com um programa onde assume o papel de um pastor falando para um enorme público.
Na trama, acompanhamos a amargurada Joana (Dira Paes) que trabalha em cartório todo digitalizado anos à frente do nosso. No seu dia a dia busca resolver questões entre casais tendenciando o resultado final. Joana e o marido, tentam buscar na fé a salvação para resolver o problema de não terem filhos, assim são devotos do Divino Amor, uma espécie de religião repleta de simbolismos. Intensas cenas de sexo envolvem a trama que busca no retrato do corpo e da fé os argumentos para suas questões chave.
Na trama, inteiramente rodada em Nova York, conhecemos o perturbado jornalista Paul (Brenton Thwaites) que após voltar do Afeganistão, onde fora como correspondente de guerra, tem uma crise enorme em seu casamento e vive buscando ultrapassar seus obstáculos sempre com muita dificuldade de entender a si mesmo. Um certo dia, é colocado a ele uma pauta, onde o inusitado acontece: seu entrevistado alega ser Deus (David Strathairn). Tentando entender tudo que acontecer a seguir de suas inicias conversas com esse misterioso homem, Paul acaba embarcando em uma jornada de curar feridas de sua própria vida.
Na linda história, baseada no livro Francisco: Vida y Revolucion, de Elisabetta Pique, conhecemos Jorge Mario Bergoglio (Darío Grandinetti), ou como gosta de ser chamado até hoje, o Padre Jorge. Somos testemunhas de sua trajetória desde o início de seu desejo em se tornar padre e todas as dificuldades que enfrentou como Arcebispo em Buenos Aires. Conflitos que vão desde o enfrentamento da ditadura militar na Argentina até a luta pelos que moram em bairros pobres em sua cidade de coração. Padre Jorge sempre seguiu seus instintos e nunca teve medo de ameaças, assim, chegou à reunião do sacro colégio de cardeais, convocado para eleger um novo pontífice (conclave) em meio a uma batalha não comentada entre os conservadores e o progressistas, se tornando Papa Francisco, sucedendo o Papa Bento XVI, que abdicou ao papado em 28 de fevereiro de 2013. Uma jornalista chamada Ana (Silvia Abascal) acompanha essa trajetória por meio de entrevistas e coberturas sobre a votação do novo Papa.
Últimos Dias no Deserto
Na trama, baseado no Velho Testamento, acompanhamos Jesus (Ewan McGregor) viajando totalmente sozinho pelo deserto alguns dias. Em jejum, caminhando muitas vezes sem saber a direção correta para Jerusalém, Jesus encontra uma família, um menino com sonhos a realizar e um pai com uma visão descrente sobre o mundo que vive. Ao mesmo tempo, a personificação do Diabo põe totalmente em cheque seu amor pelo pai e sua incrível fé.
Na trama, conhecemos o jovem Piscine que carinhosamente é chamado de Pi por todos ao redor. Uma lenda das aulas de matemática, o jovem indiano é pego pela curiosidade e se descobre praticante de três religiões, fato que o ajuda na maior aventura da sua vida: quando seus pais resolvem mudar de país, o adolescente precisa abandonar seu grande amor e se distanciar de seus poucos amigos rumo à uma terra nova e cheia de oportunidades. Seus pais possuem um zoológico e resolvem levar todos os animais juntos na viagem. Acontece que perto de chegar ao destino, acontece uma tragédia e Pi se vê em meio ao oceano com alguns deles. Com poucos recursos, usando toda sua inteligente e colocando em xeque sua fé, Piscine precisa enfrentar o grande desafio de sua vida e lutar pela sobrevivência.
Na trama, em passagens rápidas e intensas em certos anos, acompanhamos o encontro entre Jorge Bergoglio (Jonathan Pryce) e Joseph Ratzinger (Anthony Hopkins), o atual e o ex-papa. A fundo em seus modos de pensar, vamos descobrindo curiosidades – algumas com boas pitadas de licença poética e imaginária – uma que evoluiu outra que ainda não consegue de desprender da defesa de tradições ultrapassadas. Discutindo o tempo todo sobre tabus e temas contemporâneos, pequenos flashbacks resgatam épocas passadas da vida do popular atual papa.
O jovem atorFinn Wolfhard, conhecido eternamente como Mike de ‘Stranger Things’, falou recentemente sobre a quinta e última temporada do sucesso da Netflix, revelando que não acredita que o encerramento da série seja realmente o fim da produção.
Durante uma entrevista à Variety, Wolfhard expressou seu sentimento sobre o desfecho:
“Não acho que algum dia vou realmente sentir que é o fim. A série vai viver de tantas formas que espero que ainda pareça relevante para as pessoas daqui a alguns anos. Quanto ao final real da história, não sei. Quer dizer, tem um motivo para termos terminado, e acabou”, afirmou.
“Mas quem pode dizer que os Duffers, em 10 anos, quando tiverem outra ideia, vão fazê-la? Depende deles. Acho bom que seja o fim, mas parte de mim espera que não seja”, destacou.
Wolfhard também comentou sobre seu último dia no set da série, que encerrou as gravações no dia 20 de dezembro de 2024.
“Lembro de olhar para todo mundo e dizer: ‘Vamos não sair. Vamos ficar juntos o máximo que pudermos neste momento antes de sairmos.’ Porque aí vira sobre todo mundo. Não é mais só a nossa praia. Não somos só nós”, relembrou. “Foram menos de 10 minutos. Acho que foram uns três ou quatro minutos, só sentados ali, só para sentirmos que estávamos fazendo do nosso jeito e processando juntos. Foi muito especial simplesmente estar sentado com todo mundo e absorver tudo juntos. Foi o episódio de ‘Stranger Things’ mais real de todos os tempos”, concluiu.
Vale lembrar que o ciclo final de ‘Stranger Things‘ será dividido em três partes:
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O cineasta Ryan Coogler confirmou oficialmente que ‘Pantera Negra 3’ será seu próximo projeto, marcando seu aguardado retorno à franquia de sucesso da Marvel.
As filmagens devem começar já em 2026 para uma estreia em 2027, e o filme ganhou um possível título pra lá de instigante.
Segundo o Production List, o terceiro filme da elogiada franquia será intitulado ‘Black Panther: Shadows of Wakanda’ (‘Pantera Negra: Sombras de Wakanda’, em tradução literal). Vale lembrar, porém, que o site em questão tipicamente compila informações de postagens no Facebook e no YouTube – o que indica que o título já havia sido comentado entre os fãs em ambas as plataformas.
Em entrevista ao Deadline, Ryan Coogler falou que já está trabalhando no filme: “Se fosse qualquer outra pessoa, eu diria: ‘Não posso nem confirmar nem negar’. Mas estamos trabalhando pesado nisso… Sim, é o próximo filme”.
Anteriormente, o jornalista Jeff Sneider revelou que a Marvel já sabe quem será o novo Pantera Negra, após a morte de Chadwick Boseman:
“Acho que eles sabem quem querem para T’Challa. Ouço dizer que estão escalando os X-Men, não importa o que digam. Me disseram que, em agências internas, eles definitivamente estão apresentando clientes para os X-Men. Mas sim, para T’Challa, não sei se será Damson Idris… Acho que David Jonsson está realmente bem cotado para isso”, afirmou.
O mais novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, ‘O Agente Secreto’, está fazendo um estrondoso sucesso nas telonas, já marcando história no cinema nacional.
Conforme noticiado pela Rolling Stone, em sua terceira semana em cartaz, o longa superou a marca de 750 mil espectadores no Brasil. Com esse número, o filme ultrapassou a bilheteria de ‘Bacurau’, que havia registrado 730 mil espectadores, consagrando-se como o longa de maior bilheteria do diretor.
A distribuidora Vitrine Filmes celebrou o feito nas redes sociais, destacando o recorde: “Mais de 750 mil pessoas já viram O Agente Secreto nos cinemas! É com muito orgulho que anunciamos que O Agente Secreto se tornou hoje a maior bilheteria da história da Vitrine Filmes!”.
Além deWagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.
O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator paraWagner Moura.
Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.
A reta final de novembro segue trazendo novidades para os catálogos dos principais streamings do Brasil. Dentre produções originais e filmes recém-saídos dos cinemas, o que não falta são opções para assistir.
Pensando nisso, o CinePOP separou cinco filmes que acabaram de chegar para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana. Confira!
Adaptação do livro homônimo do autor português Valter Hugo Mãe, O Filho de Mil Homens conta as histórias de um pescador fechado para o mundo que acaba adotando um órfão, um rapaz LGBT que é julgado e oprimido pela própria mãe, e uma moça que mora em uma ilha, na qual é vítima de preconceito por conta do nanismo. Quando ela engravida, a situação fica ainda mais complexa. Contado pela ótica do diretor Daniel Rezende, o longa é uma grande aposta dramática da Netflix para o mercado nacional.
Dirigido pelo ousado Luca Guadagnino, Depois da Caçada foi escolhido como filme de abertura do Festival do Rio 2025 e surpreendeu. Estrelado por Andrew Garfield e Julia Roberts, o longa é um suspense dramático sobre a “cultura do cancelamento”. A trama acompanha uma professora universitária que promove uma festa em sua casa, mas logo vê sua vida virar de cabeça pra baixo quando uma aluna que ela admirava alega ter sofrido agressão sexual de outro aluno durante a festa. O filme, então, constrói as narrativas dos personagens para mexer com o público sobre o que realmente pode ter acontecido.
Neste remake do clássico suspense dos anos 80, um casal incomum começa um relacionamento muito apaixonado. Eles se casam e constroem um linda família juntos, enquanto o marido deslancha em sua carreira de arquiteto e a esposa abre mão dos sonhos na culinária para criar a molecada. Porém, após um projeto dar extremamente errado, o rapaz perde seu nome no mercado e passa a ficar mais em casa, enquanto a moça deslancha na carreira que sempre sonhou. Com o passar dos anos, a relação vai ficando insustentável, principalmente depois de uma “casa dos sonhos” entrar na jogada, fazendo com que um queira matar o outro. Nessa nova versão, o suspense dá lugar a uma comédia politicamente incorreta muito divertida.
O último filme da saga de Ed e Lorraine Warren chegou ao streaming, concluindo uma das franquias mais populares da história do terror. A trama aqui não foge muito dos outros capítulos. Os caçadores do sobrenatural enfrentam uma ameaça pessoal que envolve uma bebê que eles sequer tiveram ainda. Além disso, eles enfrentam uma entidade que se manifesta e ataca por meio de espelhos em um casarão assustador.
Remake do filme de paranoia dos anos 90, A Mão Que Balança o Berço conta a história de uma família chefiada por uma mãe consolidada no ramo do Direito, que decide contratar uma babá para ajudar na criação dos dois filhos do casal. A princípio, a jovem Polly parece a babá ideal. Ela é carinhosa, responsável e organizada. Porém, conforme o tempo passa, ela começa a desconfiar da família e vice-versa. Com essa confiança arranhada, desenha-se um bom suspense para ser assistido em casa.
Vencedor de 25 prêmios nacionais e internacionais, ‘A Queda do Céu‘ teve a sua première mundial no Festival de Cannes, dentro da prestigiada Quinzena dos Realizadores, e foi lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, 20. O documentário é imperdível.
O líder Yanomami Davi Kopenawa é o personagem central do documentário, sendo acompanhado juntamente com a comunidade de Watorikɨ ao longo do importante ritual Reahu. O longa é baseado no livro homônimo escrito pelo xamã e pelo antropólogo francês Bruce Albert.
Segundo a cultura dos Yanomami, são eles que seguram o céu e impedem o fim do mundo.
Assista ao trailer:
Os diretores comentam a chegada do filme nos cinemas brasileiros:
“É emocionante ver o filme chegar aos cinemas no Brasil depois da belíssima trajetória realizada no mundo. A imagem da Queda do Céu trazida pelos Yanomami e por Davi Kopenawa é uma síntese precisa das questões mais urgentes do nosso tempo e do nosso país. O Brasil não se sustenta sem a escuta profunda dos povos indígenas, e o filme é um convite para essa escuta”, disse Eryk Rocha.
Para Gabriela Carneiro da Cunha, “é uma alegria chegar ao Brasil com ‘A Queda do Céu’ e poder trazer para os próprios brasileiros as palavras desse imenso pensador Yanomami. Muitos aqui ainda não conhecem a força do pensamento de Davi Kopenawa. O filme é um convite para ver, ouvir e sonhar com os Yanomami um outro projeto de Brasil”.
A imprensa também vem respondendo com entusiasmo ao filme, a exemplo da recente recomendação de Devika Girish no The New York Times. Em seu artigo, a jornalista destaca que “há mais de um século, os Yanomami vêm sendo assolados por invasores: primeiro missionários, depois madeireiros e agora garimpeiros, que destroem seu habitat e trazem doenças e destruição ao povo. Os cineastas não estão isentos dessa história. Em um momento marcante do filme, um ancião olha para a câmera e reconhece que permite ser filmado pelos diretores, apesar do sofrimento causado por ‘homens brancos’ como eles. ‘Parem de nos incomodar! Espero que contem isso aos brancos’, ele diz. Seu apelo não é apenas pela sobrevivência da aldeia, mas de todo o planeta”.
A excelente recepção crítica de ‘A Queda do Céu‘ se estende para outros veículos internacionais, atualmente ostentando a aprovação de 100% no agregador de críticas Rotten Tomatoes.
Segundo Jason Gorber, do POV Magazine, o filme “conta com o ritmo calmo e deliberado de seu tema e narrador e faz jus às ideias de Davi Kopenawa, colocadas em primeiro plano, com a oferta de imagens deslumbrantes sustentando esses comentários e reflexões como parte de um todo”.
Já Ankit Jhunjhunwala, do The Playlist, destaca que “o documentário é envolvente desde o primeiro quadro, enquanto os cineastas nos lançam de cabeça nos modos de vida dos Yanomami”.
Para Carlos Aguilar, da Variety, é “uma das obras de não-ficção mais necessárias e contundentes da memória recente”.
Documentário brasileiro mais premiado do último ano, ‘A Queda do Céu‘ participou de 80 festivais no Brasil e no mundo e, entre os prêmios recebidos, venceu o Grande Prêmio do Júri da Competição Kaleidoscope do festival DOC NYC, o maior festival de documentários dos Estados Unidos da América.
A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Too Much‘, comédia romântica criada pela Lena Dunham (‘Girls’), depois de apenas uma temporada.
“Nossa intenção sempre foi criar uma série limitada. Eu tinha a intenção de contar uma clássica história de amor, incluindo todas as suas complexidades, em um formato que não seria possível através de um filme,” declarou Dunham.
Felizmente, a criadora não descarta a possibilidade de revisitar este universo: “Quem sabe… Talvez possamos retornar no futuro quando parecer certo reencontrar esses personagens. Mas, neste momento, darei uma de Mary Poppins e irei na direção da próxima família (imaginária) que precisa de mim.”
A trama de ‘Too Much‘ gira em torno de Jessica (Meg Stalter), uma workaholic nova-iorquina de 30 e poucos anos, que tenta se recompor após o fim de um relacionamento que acreditava ser para sempre. Perseguida pelas próprias memórias — e por amizades que ela mesma sabotou —, Jessica vê em uma mudança para Londres a chance de recomeçar. Seu plano: viver em isolamento como uma irmã Brontë moderna.
No entanto, os planos mudam ao conhecer Felix (Will Sharpe), um britânico excêntrico e emocionalmente imprevisível — ou, como descreve a sinopse oficial, “uma sequência ambulante de bandeiras vermelhas”. Mesmo assim, a conexão entre os dois é inegável.
“Tenho que dizer que não vi o original, então talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar sobre as diferenças do original. Dá para acreditar nisso? Dá para acreditar? Eu sei. Eu quero muito assistir agora que, sabe, já passamos da fase de produção. Eu realmente quero muito assistir. Mas mesmo só quando li a sinopse, pensei: “Nossa, isso é completamente diferente, sabe? Parece que o único fio condutor é a ideia básica de uma babá que chega em casa e causa estragos, e os filmes definitivamente compartilham isso, mas todo o resto é um mundo completamente novo, uma nova família, uma nova… e inerentemente isso significa que é uma história completamente diferente.” Então, é, eu… eu não senti que assistir ao filme me informaria muito sobre o que estávamos fazendo. Mas eu quero ver.”, afirmou.
Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.
Michelle Garza Cervera é responsável pela direção.
Micah Bloomberg, de ‘Homecoming‘ e ‘Santuário‘, assina o roteiro da nova versão.
Em entrevista ao Scream Obsessed, Rose McGowan (‘Planeta Terror’) comentou sobre a homenagem à sua personagem Tatum Riley no sétimo filme da franquia ‘Pânico‘.
Apesar dela ter morrido no primeiro filme, seu legado continua através da filha mais velha da Sidney Prescott – interpretada pela Isabel May.
“A Sidney ter nomeado a filha dela de Tatum deixou meu coração feliz, e sei que também deixou muitos outros [fãs da franquia] felizes. Parece certo. A Tatum vive.”
Ela completa, “Sinto que a saga ‘Pânico’ tem os melhores fãs do mundo. Sei que não sou imparcial, mas acredito que isso é verdade.”
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro de 2026.
Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
De acordo com o Deadline, Holt McCallany (‘Mindhunter’) será o protagonista do suspense ‘Paradise: Disturbed‘.
Na trama…
“Quando uma série de assassinatos ritualísticos começa a ter como alvo um grupo unido de jogadores de golfe, o investigador aposentado da OSI, Ron Lee (McCallany), é forçado a confrontar um assassino brilhante e provocador — enquanto seu parceiro, Tim Pond, luta para impedi-lo de perder o controle.”
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