“Tenho que dizer que não vi o original, então talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar sobre as diferenças do original. Dá para acreditar nisso? Dá para acreditar? Eu sei. Eu quero muito assistir agora que, sabe, já passamos da fase de produção. Eu realmente quero muito assistir. Mas mesmo só quando li a sinopse, pensei: “Nossa, isso é completamente diferente, sabe? Parece que o único fio condutor é a ideia básica de uma babá que chega em casa e causa estragos, e os filmes definitivamente compartilham isso, mas todo o resto é um mundo completamente novo, uma nova família, uma nova… e inerentemente isso significa que é uma história completamente diferente.” Então, é, eu… eu não senti que assistir ao filme me informaria muito sobre o que estávamos fazendo. Mas eu quero ver.”, afirmou.
Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.
Michelle Garza Cervera é responsável pela direção.
Micah Bloomberg, de ‘Homecoming‘ e ‘Santuário‘, assina o roteiro da nova versão.
Em entrevista ao Scream Obsessed, Rose McGowan (‘Planeta Terror’) comentou sobre a homenagem à sua personagem Tatum Riley no sétimo filme da franquia ‘Pânico‘.
Apesar dela ter morrido no primeiro filme, seu legado continua através da filha mais velha da Sidney Prescott – interpretada pela Isabel May.
“A Sidney ter nomeado a filha dela de Tatum deixou meu coração feliz, e sei que também deixou muitos outros [fãs da franquia] felizes. Parece certo. A Tatum vive.”
Ela completa, “Sinto que a saga ‘Pânico’ tem os melhores fãs do mundo. Sei que não sou imparcial, mas acredito que isso é verdade.”
‘Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro de 2026.
Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.
Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.
De acordo com o Deadline, Holt McCallany (‘Mindhunter’) será o protagonista do suspense ‘Paradise: Disturbed‘.
Na trama…
“Quando uma série de assassinatos ritualísticos começa a ter como alvo um grupo unido de jogadores de golfe, o investigador aposentado da OSI, Ron Lee (McCallany), é forçado a confrontar um assassino brilhante e provocador — enquanto seu parceiro, Tim Pond, luta para impedi-lo de perder o controle.”
Em entrevista ao Deadline, os criadores Matt &Ross Duffer comentaram sobre o que podemos esperar do vindouro spin-off de ‘Stranger Things‘.
A dupla ressaltou a importância de criar algo novo neste universo, que justificasse sua existência e encontrasse sua própria identidade.
“[O spin-off de ‘Stranger Things’] realmente vai acontecer. Estamos muito animados com a equipe que montamos. Estamos desenvolvendo este projeto bem rápido, então deve sair do papel em breve. [O derivado] será muito diferente de ‘Stranger Things’. Foi criado com muita paixão, não obrigação. Não nos sentimos forçados a isso.”
Eles completam, “Queremos que este projeto pareça especial quando for lançado. Queremos que o título ‘Stranger Things’ seja sinônimo de qualidade. Então, eu e o Ross nos mantivemos bastante envolvidos no desenvolvimento do spin-off. Queríamos ter cuidado com a expansão deste universo.”
Vale lembrar que o ciclo final de ‘Stranger Things‘ será dividido em três partes:
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
A continuação está programada para estrear no dia 31 de dezembro de 2026.
A trama acompanhará a jornada de autoconhecimento e reinvenção, em que Bruna Surfistinha ressurge como um símbolo que ainda reverbera no inconsciente coletivo. O filme vai mostrar o que a fama fez com Bruna, codinome de Raquel Pacheco, e como ela lidou com as consequências de ser conhecida.
O elenco ainda contará com o retorno de Drica Moraes como Larissa, a cafetina que viu o despertar de Bruna Surfistinha; Cássio Gabus Mendes como Huldson, um dos pares românticos da protagonista; e Fabiula Nascimento como Janine, a antagonista que se torna sua grande amiga
O primeiro filme, lançado em 2011, levou 2.2 milhões de pessoas aos cinemas e foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel Pacheco.
O insider The Beyond Reporter divulgou uma suposta sinopse do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’, que se for verdadeira parece bem interessante.
Confira:
O teaser começa com uma narração em off do Doutor Destino (Robert Downey Jr.), que fala sobre sua vida de provações e sofrimentos. Victor Von Doom aparece em um cemitério na chuva, com o rosto oculto, até que a cena é interrompida por uma explosão de chamas, deixando apenas a silhueta de seu traje.
A tela se transforma com uma poderosa explosão e a voz de Loki desaparece. Thor aparece em uma vasta costa, Sam Wilson e Reed Richards olham para o céu com medo, e o Doutor Estranho corre por uma sala escura enquanto dois universos colidem. Cidades também são vistas sendo destruídas simultaneamente em dois planetas.
Doom declara que irá libertar a armadilha eterna na qual estava prisioneiro. Várias batalhas protagonizadas pelo próprio Doom são mostradas, seguidas por uma narração adicional feita por ele. Após uma máscara cair, revela-se que o rosto de Doom está gravemente desfigurado, com uma grande cicatriz e uma textura semelhante à lama queimada.
O trailer termina com Steve e Peggy emergindo de um portal no estilo da TVA e olhando diretamente para a câmera.
Além disso, há novidades sobre a Mística de Rebecca Romijn, que, em vez de aparecer nua, agora terá um super-figurino: um vestido branco com detalhes azuis nos ombros e no centro do peito, calças brancas por baixo, um X no cinto e uma tiara com caveira.
Já o figurino de Shang-Chi sofreu o que é descrito como um “rebaixamento”. Ele é bem parecido com o que vimos no filme solo do personagem, mas agora se assemelha mais a uma jaqueta de couro, com o vermelho mais escuro.
Os rumores também indicam a presença de uma espécie de Conselho dos Destinos, uma variação do Conselho de Kangs. Ele teria duas Destinas femininas, uma com capa roxa e máscara dourada, e outra com capa e máscara douradas, além de uma terceira usando a clássica capa verde.
Produzido pela aclamada A24, o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 3 de setembro de 2026.
A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.
O curta é o primeiro de uma série que já acumulou mais de 190 milhões de visualizações online até o momento.
Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.
O Prime Video anuncia hoje a segunda temporada da série ‘Tremembé‘, após o sucesso instantâneo ao levar o espectador para dentro do presídio mais famoso do país. Estrelada por Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Lucas Oradovschi, Carol Garcia, Letícia Rodrigues e grande elenco, a nova leva de episódios acompanhará os desdobramentos marcantes da primeira temporada, trará novas histórias e será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime.
“O engajamento excepcional da audiência nas histórias e personagens retratados em Tremembé, é resultado da união de um elenco de extrema qualidade com um primor técnico de roteiro e produção. Construímos um universo de true crime diverso no Prime Video que nos deixa ainda mais empolgados para a próxima temporada”, diz Julia Prioli, Head of Scripted Originals for Brazil, Amazon MGM Studios.
Na segunda temporada de ‘Tremembé‘, Suzane von Richthofen segue como protagonista na ala feminina e enfrenta sua maior prova de fogo: descobrir se será aceita pela sociedade na vida fora da prisão. Elize Matsunaga também busca recomeçar no regime aberto, enquanto se arrisca em uma nova profissão. Na ala masculina, Thiago Brennand e Robinho, milionários condenados por crimes sexuais, chegam a Tremembé e instauram um contraste de poder e privilégio entre os presos.
“O sucesso de Tremembé é a validação dos nossos esforços em compreender a demanda do público por histórias com as quais possam se conectar, além do olhar dedicado ao Brasil e sua produção cultural”, completa Felipe Tewes, Head of Originals for Brazil, Amazon MGM Studios.
Quem são os presos mais famosos retratados (e ainda presentes) no presídio de Tremembé
O apelidado “presídio dos famosos” realmente abriga (ou já abrigou) figuras criminais bastante notórias no Brasil. Aqui estão alguns dos nomes mais emblemáticos, segundo reportagens recentes:
Robinho: o ex-jogador de futebol foi condenado a 9 anos por estupro coletivo na Itália, e a condenação foi homologada no Brasil. Ele está preso em Tremembé desde março de 2024, em regime fechado.
Thiago Brennand: empresário condenado por estupro, com várias decisões judiciais confirmando penas.
Roger Abdelmassih: ex-médico de reprodução assistida, condenado a 181 anos por casos de estupro envolvendo suas pacientes.
Fernando Sastre Filho: outro nome citado entre os presos ainda na unidade, responde por homicídio qualificado e lesão corporal a partir de um grave acidente de trânsito.
A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.
Claire fica radiante quando sua filha, Robin, é milagrosamente reanimada após um acidente fatal. Mas seu alívio se transforma em pavor ao perceber mudanças na filha, suspeitando que algo sombrio a tenha seguido de volta da beira da morte.
O elenco ainda conta com Freya Hannan-Mills, Giovanni Cirfiera, Tommaso Basili, Alessandro Riceci, Andrea Bruschi, Babetida Sadjo, Syama Rayner e Carlotta Proietti.
A produção estreará oficialmente no dia 28 de novembro.
Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.
Estamos chegando no final do ano – e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de relembrar as melhores e as piores produções que o cenário do entretenimento nos entregou até então.
Depois de passarmos pelas Melhores Animações do Ano e pelos Melhores e Piores Filmes de Terror do Ano, chegou o momento de mergulhar de cabeça no circuito televiso e de streaming para compilar as Dez melhores séries de 2025 até agora – que traz a épica conclusão de ‘Andor’, a divertida comédia LGBTQIA+ ‘Muito Esforçado’ e a segunda temporada do drama distópico ‘The Last of Us’.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita do ano:
Depois de uma década frustrando os fãs com histórias cansativas e sem muito nexo, ‘Black Mirror’ aprendeu com os erros e nos entregou uma de suas melhores temporadas este ano. A nova leva de episódios resgatou as glórias da antologia sci-fi de maneira impecável, trazendo um de seus melhores episódios de volta para mais uma empreitada (“USS Callister: Into Infinity”) e reunindo um elenco admirável que incluiu Issa Rae, Paul Giamatti e Emma Corrin para narrativas pungentes, emocionantes e reflexivas ao extremo.
A 2ª temporada de ‘The Last of Us’ recebeu críticas injustas por parte do público, que condenaram escolhas artísticas que afastaram a narrativa do game original. Porém, analisar esse espetacular ciclo com essa visão é um erro crasso e sem sentido, visto que lidamos com plataformas midiáticas diferentes. Afinal, o apreço dramático e estético do time envolvido com essa temporada é inegável, destinando esforços para tramas humanas em meio à impiedosidade assassina de uma natureza implacável – e de que forma a queda da civilização moderna é o ponto de início para uma barbárie sem fim.
8. MUITO ESFORÇADO
Em ‘Muito Esforçado’, Benito Skinner utiliza suas próprias experiências pessoais para construir uma profunda e jocosa narrativa de aceitação e descobrimento que não posa apnenas como um um exercício de entretenimento, mas uma forma saudável e terapêutica de analisar sua evolução. Afinal, a experiência de “sair do armário” é conhecida a quase todos os membros da comunidade queer – e ver um enredo assim ser remodelado na forma mais pura da diversão tem um valor inestimável de uma representatividade que não se força a esvaziamentos de pauta, e sim que foca em uma situação antropológica específica, tratada com propositais exageros e quebras de expectativa muito inteligentes. E, ao longo de oito curtos episódios, Skinner sabe muito bem o que está fazendo ao nos encantar com sólidas subtramas e atuações irretocáveis.
Michelle Williams é uma das atrizes mais prestigiadas do cenário do entretenimento atual – e, produção a produção, reitera sua invejável versatilidade artística. Na minissérie ‘Morrendo Por Sexo’, William se joga de cabeça em um de seus melhores papéis, interpretando uma mulher que é diagnosticada com câncer terminal e resolve deixar o marido em busca de um prazer sexual que nunca experimentou. E, construindo uma narrativa tragicômica de ponta, Liz Meriwether e Kim Rosenstock alcançam um sucesso absoluto que merece ser apreciado em cada um de seus detalhes.
Seguindo os passos da recente mini-franquia ‘Entre Facasa e Segredos’, ‘Assassinato na Casa Branca’ é um deleite do começo ao fim – uma divertida dramédia de suspense misteriosa de proporções épicas que nos levam ao interior da Casa Branca em um jogo de gato e rato que nos guia, episódio a episódio, em direções diferentes até culminar em uma reviravolta inesperada e complexa em demasia. Através de oito episódios frenéticos, o criador Paul William Davies apresenta uma série de personagens muito bem desenvolvidos e dotados de um certo ar de superioridade e complacência que logo cai por terra à medida que todos se tornam suspeitos – e são investigados pela presença revigorante de Uzo Aduba como a investigadora Cordelia Cupp.
Um dos principais emblemas da nova era da Apple TV+ é o suspense psicológico ‘Ruptura’. Tendo retornado com uma exemplar 2ª temporada, a produção manteve o altíssimo nível do ciclo de estreia e abriu ainda mais espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um elenco estelar, que inclui Adam Scott, Britt Lower, Patricia Arquette e Sarah Bock.
Depois de ter estrelado o drama médico ‘ER’, Noah Wyle retornou como estrela de mais uma produção do gênero com ‘The Pitt’, que chegou sem muito barulho ao catálogo da Max e, em pouco tempo, encantou os assinantes e os críticos ao redor do mundo. A beleza da série não vem apenas com o trabalho quase simbiótico de um elenco de peso, e sim acompanhado de uma precisão inenarrável da vida dos profissionais de medicina e de um cuidado estético que costuma passar batido pelas narrativas desse tipo.
3. ADOLESCÊNCIA
A Netflix acertou em cheio ao lançar a minissérie ‘Adolescência’ em sua grade de programação – e não apenas por um time de atores que incluiu Owen Cooper em uma estreia memorável e Stephen Graham em uma poderosa rendição, mas pelas ousadias estéticas que trouxeram elementos novos aos gêneros criminal e de drama psicológico. Com um grande impacto político na discussão sobre temas como educação e a problemática da “manosfera”, a minissérie discorre sobre como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.
É inegável dizer que certas incursões recentes da franquia ‘Star Wars’ falharam em conquistar o público e a crítica, como foi o caso da despojada ‘Skeleton Crew’ e da subestimada ‘O Acólito’ – ambas canceladas pelo Disney+ após não cumprirem com as expectativas. Felizmente, a 2ª temporada de ‘Andor’ veio para nos entreter do começo ao fim com uma história ainda melhor que o ciclo de estreia, auxiliando a expandir um cosmos vibrante e explosivo e cuidando para que cada elemento fosse rearranjado a fim de fornecer uma conclusão digna – e guiada pela performance admirável de Diego Luna.
1. O ESTÚDIO
É muito difícil encontrarmos alguma produção realmente ruim no expansivo e quase irretocável catálogo da Apple TV+ – e, neste ano, Seth Rogen firmou parceria com a plataforma de streaming para a divertida, envolvente e incrivelmente bem delineada ‘O Estúdio’, dramédia metalinguística que nos leva aos bastidores de um estúdio cinematográfico que tenta se salvar da própria ruína.
Aqui, o estelar elenco domina as telas com fervor aplaudível, com destaque às atuações irretocáveis de Rogen, Kathryn Hahn, Catherine O’Hara e a presença pontual e espetacular de ninguém menos que Martin Scorsese (que, inclusive, deve faturar uma indicação ao Emmy de Melhor Convidado). Em meio a atuações irretocáveis, o teor cômico constrói uma belíssima e instigante jornada que eleva a si mesmo à enésima potência em uma sarcástica trama autocrítica que se vale de quebras de expectativa muito sagazes.
Em E A FESTA CONTINUA!, Rosa é a alma da comunidade e matriarca de uma grande família no bairro operário da antiga Marselha. Cercada pela inércia ao aproximar-se da aposentadoria, começa a perder o encanto pela vida, até que conhece Henri e percebe que nunca é tarde demais para realizar os seus sonhos pessoais e profissionais.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Robert Guédiguian também assina o roteiro ao lado de Serge Valletti;
Em CLUBE ZERO, uma professora aceita um emprego em uma escola de elite e forma um forte vínculo com cinco alunos – um relacionamento que acaba tomando um rumo perigoso.
Uma série mexeu demais comigo… ‘Years and Years‘ abordava a vida de uma família em meio aos acontecimentos geopoliticos mundiais e me tocou profundamente por sua narrativa inteligente, e por ter previsto várias coisas que aconteceram mesmo antes de acontecer. O que me deixou bastante instigado a assisti-la de novo, mas eis que descubro que a série literalmente SUMIU. Produzida pela BBC e exibida pela HBO Max, a série foi removida do catálogo do streaming. Ficou um tempo no Prime Video. E puf. Sumiu também. Então decidi relembrá-la aqui com vocês, por que tenho certeza de que quem assistiu ficou maravilhado e assustado com o futuro que a série trazia, e que parece em partes estar acontecendo.
‘Years and Years é uma série britânica criada por Russell T Davies que mistura drama familiar, ficção científica e crítica sociopolítica para traçar um retrato assustadoramente verossímil das próximas décadas. A trama acompanha a família Lyons — uma típica família britânica de Manchester — ao longo de 15 anos, entre 2019 e 2034, enquanto o mundo sofre transformações drásticas em política, economia, tecnologia e moralidade.
Tudo começa em 2019, com a reeleição de Donald Trump nos Estados Unidos e uma crescente onda de populismo que se espalha pela Europa. No Reino Unido, surge Vivienne Rook (interpretada pela brilhanteEmma Thompson), uma carismática e controversa empresária e comentarista política que ganha notoriedade por declarações chocantes e xenófobas — uma figura que simboliza o avanço de lideranças autoritárias e o colapso do discurso político tradicional. Sua ascensão ecoa os movimentos populistas globais, alimentados pelo medo, desinformação e desencanto com a política convencional.
Enquanto isso, o mundo vive uma sucessão de crises globais. As tensões entre dois países culminam num conflito que causa instabilidade geopolítica e uma série de consequências econômicas. A crise dos refugiados se agrava, e o governo britânico, sob a influência de Vivienne Rook e seu partido “Four Star Party” (cujo nome vem de um palavrão censurado nos noticiários), adota medidas cada vez mais autoritárias — campos de concentração disfarçados de centros de “reassentamento”, perseguições políticas e o fechamento das fronteiras.
A série acompanha essas transformações através da vida cotidiana dos Lyons:
Daniel Lyons, um funcionário público gay, trabalha com refugiados e acredita em políticas de acolhimento, até que se apaixona por Viktor, um refugiado ucraniano que foge da perseguição e acaba sendo deportado ilegalmente. Sua história traz à tona o drama humano da imigração e a brutalidade dos sistemas de controle de fronteira.
Stephen Lyons, o irmão mais velho, prospera como consultor financeiro, mas vê sua fortuna desaparecer após um colapso bancário — um retrato do capitalismo volátil e das desigualdades crescentes. Sua família é obrigada a se adaptar a um novo estilo de vida, simbolizando a fragilidade da classe média.
Edith Lyons, ativista política, viaja o mundo documentando injustiças e acaba se envolvendo em ações clandestinas contra governos autoritários. Ela é uma das vozes mais lúcidas da série, lutando para denunciar abusos e revelar verdades escondidas.
Rosie Lyons, que vive com paralisia, representa as classes trabalhadoras e o impacto direto das políticas de austeridade, da precarização do trabalho e das transformações tecnológicas.
E no centro de todos, a matriarca Muriel Lyons, que observa, com a sabedoria e o ceticismo de quem já viveu guerras e crises, como o mundo parece repetir seus erros em nova escala.
Muriel faz um monólogo que mexeu demais comigo, como as caixas de supermercado estão sumindo e dando espaço para máquinas:
https://www.youtube.com/watch?v=L6OBQMCEwaM
À medida que os anos avançam, a série mostra um mundo tecnologicamente avançado, mas moralmente em ruínas. A inteligência artificial e o transumanismo ganham espaço — a neta Bethany, por exemplo, deseja “transcender” o corpo humano, implantando chips e se tornando uma “pessoa digital”. Essa subtrama discute a fusão entre homem e máquina e as fronteiras éticas da tecnologia.
Paralelamente, o planeta enfrenta crises climáticas, colapsos econômicos e apagões tecnológicos. A desinformação domina as redes sociais, e as pessoas vivem em bolhas ideológicas. O sistema político britânico entra em colapso completo sob o domínio de Vivienne Rook, que implanta um regime totalitário disfarçado de democracia populista.
O clímax da série ocorre quando os Lyons, devastados por perdas pessoais e revoltas sociais, decidem agir. Daniel morre tragicamente tentando salvar Viktor, que foge para o Reino Unido. Edith, já gravemente doente por exposição à radiação após um ataque nuclear em Hong Kong, lidera uma missão para invadir um dos campos de concentração onde refugiados são exterminados. Com ajuda de tecnologia e coragem, eles expõem os horrores do governo de Rook, desencadeando um levante popular.
O final é ambíguo e profundamente simbólico. Muriel, em sua velhice, faz um discurso poderoso sobre a responsabilidade coletiva da população — que permitiu a ascensão de tiranos ao escolher o conforto e a indiferença. A série termina com uma nota agridoce: Edith morre, mas sua consciência é digitalizada, unindo-se a Bethany num espaço virtual — um vislumbre de esperança num futuro onde a humanidade pode sobreviver de forma diferente, ainda que fragmentada.
A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma empregada e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.
A trama de Sem Ursos segue duas histórias de amor paralelas nas quais os parceiros são frustrados por obstáculos ocultos e inevitáveis, a força da superstição e a mecânica do poder.
Curiosidades:
» Além de dirigir e estrelar, Jafar Panahi também assina o roteiro do longa;
‘Wicked: Parte 2’ segue fazendo sucesso nas telonas, o que levanta entre os fãs a dúvida: será que podemos ter um ‘Wicked 3′? Vale lembrar que o segundo filme conclui a adaptação do clássico musical da Broadway.
Dana Fox, roteirista de ‘Wicked: Parte 2’, abordou a possibilidade de uma sequência durante uma entrevista ao Deadline, expressando seu carinho pelos personagens e a vontade de retornar ao universo de Oz.
Fox revelou que a cena final de ‘Wicked: Parte 2’ já insinua uma possível continuação, atiçando a curiosidade sobre o destino das protagonistas:
“Eu ficaria honrada se alguém me convidasse para fazer parte de Wicked 3. E acho que esses personagens são tão queridos que ver o que eles estariam fazendo… Para mim, o momento em que Elphaba diz, em off: ‘Eu sei que ela nunca pode saber que estamos vivas’… Eu pensei: alguém está pedindo para descobrir que elas estão vivas em algum momento. Isso soa como um ‘olá’. Isso é picante para mim. Eu amo a ideia de poder reencontrá-las algum dia”, afirmou.
A roteirista também mencionou outras possibilidades, incluindo um prelúdio, e ponderou sobre o equilíbrio entre expandir a história e preservar a obra original:
“Minha filha quer um prelúdio, então eu faço o que meus filhos pedem. Eu fico tipo ‘claro, um prelúdio parece ótimo’, mas, honestamente, seria uma honra estar envolvida em qualquer coisa, se acontecer”, destacou.
“Mas às vezes acho que as melhores coisas da vida são aquelas que precisamos cuidar como tesouros delicados. E isso, às vezes, significa não mexer no que já é muito, muito bom”, concluiu.
Embora ‘Wicked 3’ não esteja confirmado, relatórios anteriores já indicavam que a Universal Pictures está ativamente estudando múltiplas ideias de prequels, sequências e spin-offs para o universo.
‘Wicked: Parte 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.
Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ alcançou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram os visuais do filme, chamando-o de “esplêndido”. Apesar de considerarem a segunda parte tão boa quanto o primeiro e uma adaptação incrível, muitos ainda a veem como um pouco inferior ao longa original.
“Os efeitos visuais são de primeira linha. Assim como toda essa esplêndida e cinematográfica adaptação musical que, se você somar os tempos de duração dos dois filmes, fica apenas dois minutos abaixo de cinco(!) horas. Para ser honesto, eu queria mais”, afirmou Pete Hammond do Deadline.
“O filme corrige uma queixa comum do espetáculo, dando à dupla mais cenas (e músicas) juntas nesse trecho final, que agora soa como uma história robusta por si só”, disse Peter Debruge do Variety.
“Ariana Grande a preenche com tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, o filme inteiro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Se você gostou do que Wicked fez com o material, Wicked: Parte 2 é exatamente o que você estava esperando. Toda a empolgação que ficou ali, no fundo da sua mente, volta com tudo no momento em que o primeiro número musical começa”, disse Alex Harrison do Screen Rant.
“As coisas que não funcionaram da primeira vez, bem, elas ainda não funcionam. As coisas que deram certo em Wicked? Elas ainda dão, só que um tantinho melhor”, disse Kate Erbland do IndieWire.
“Wicked: Parte 2 não é apenas uma adaptação fiel, mas também desenvolve o que funcionou no primeiro filme enquanto se apoia nas atuações principais. Os personagens são mais maduros e complexos, tornando-o um sucessor digno do primeiro filme”, disse Therese Lacson do Collider.
“Uma Parte Dois bem mais sombria e emocional, que culmina em uma conclusão incrivelmente catártica, embora não seja tão cativante quanto sua predecessora”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.
“Ainda assim, a sensação de uma obra que, na tradução de um meio para outro, deixa de desafiar a gravidade e meio que despenca de modo brusco de volta à terra firme não é algo fácil de dissipar”, disse David Fear do Rolling Stone.
A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).
O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).
» A cinebiografia vai acompanhar a evolução do Rei do Rock até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks;
» Os pais do Elvis Presley seriam vividos originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, mas os atores acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do COVID;
Presa em uma fazenda isolada, Pearl precisa cuidar do seu pai doente sob a vigilância amarga de sua mãe devota. Desejando pela vida luxuosa que ela vê nos filmes, Pearl encontra sua ambição, tentação e repressão em rota de colisão nessa icônica história de origem da assassina de ‘X: A Marca da Morte‘.
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