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’24 Horas’ pode ter nova temporada em formato antológico

Será que o formato Ryan Murphy de antologia também vai conseguir se adequar a ‘24 Horas‘?!

Durante o Television Critics Association, os produtores da série revelaram que uma das ideias propostas é tornar o formato antológico, ou seja, abordando temas diferentes a cada temporada, e não somente terrorismo ou assuntos ligados a segurança nacional.

“Estamos realmente explorando o futuro, a próxima versão de 24 horas talvez possa ser uma narrativa antológica. Temos uma ideia muito emocionante sobre como fazer isso”, disse Dana walden, uma das produtoras da série.

Quando questionada sobre o cancelamento de ‘24 Legacy’, Dana comentou o seguinte:

“Quanto mais pensamos, mais acredito que deixamos isso de lado para porque contamos histórias sobre esses personagens exatamente iguais e neste exato ambiente de trabalho. Para nós, era algo muito semelhante à série original.”

Estrelada pela revelação de ‘Straight Outta Compton’, Corey Hawkins, ‘24: Legacy’ parecia ter um futuro promissor para o canal, considerando o investimento pesado em seu lançamento.

Estreando o spin-off logo após o encerramento do Super Bowl, a série também chegou a bater recordes para a Fox antes mesmo de seu lançamento, com seu trailer sendo visualizado 10 milhões de vezes.

Crítica | Dark – Nova série de Suspense da Netflix

Quem somos? Para onde vamos? É possível viajar no tempo? Os seres humanos estão sempre à procura de respostas para perguntas tão velhas quanto o universo, tentando entender qual é o nosso papel aqui e como fomos criados…

Usando essa eterna busca por respostas como tema, a Netflix vem se especializando em realizar séries de ficção científica que tentam dar novas visões à essas perguntas. Com o sucesso fenomenal de ‘Stranger Things’, o serviço de streaming apostou na sensacional ‘The OA’ e agora lança a maravilhosa série alemã ‘Dark’.

Sem dar SPOILERS, explicaremos por cima – bem superficialmente – a trama. Ao mesmo tempo que o jovem Erik (Paul Radom) desaparece em uma cidade cheia de segredos, um pai de família se suicida. Ele deixa uma carta para sua mãe e seu filho, que só pode ser aberta no dia 4 de Novembro de 2019. Nenhum minuto antes disso.

Com um primeiro episódio tenso e intenso, a série já conquista o expectador ao apresentar algumas perguntas insanas sem respostas. Ela logo nos desperta o interesse em saber o que existe por trás do mistério da cidade de Winden, que tem uma usina de energia elétrica como seu maior ponto turístico.

À partir daí, a série traz um ritmo lento e sufocante com mais perguntas do que respostas. Conhecemos os vários personagens que iremos acompanhar, como Katharina (Jördis Triebel) – cujo filho desapareceu, Hannah (Maja Schöne) – que alimenta uma paixão proibida, e Ulrich Nielsen (Oliver Masucci) – um homem que embarca numa jornada para encontrar seu filho desaparecido mas acaba encontrando muito mais.

A pergunta não é quem sequestrou a criança… mas quando.

Quando a série começa a responder algumas de suas loucas perguntas, é viciante continuar assistindo aos episódios. É daquelas séries feitas para maratonar em um dia, que não te deixa sair nem para ir até a cozinha tamanho o suspense criado entre um episódio e outro.

Apesar do começo lento, a série engata no meio de sua temporada e se torna um vício desenfreado, quando as cartas começam a ser reveladas e você descobre sobre o que a série está abordando. São 10 episódios de 50 minutos que te prendem do começo ao fim.

O criador Baran bo Odar (diretor do inédito Sleepless, com James Foxx) consegue criar uma trama redonda, apesar de trazer uma história cíclica, que se encerra satisfatoriamente. Outro ponto positivo é a fotografia belíssima, que abusa do ar misterioso da cidade Winden e a assustadora floresta que a cerca, sem esquecer da usina elétrica, imponente na vista aérea da cidade. A trilha sonora, repleta de hits dos anos 80, é a cereja do bolo.

O desfecho é genial, abordando um assunto que vem sendo tratado mais frequentemente nos cinemas em em obras de ficção científica, vide os geniais ‘Interestelar’, de Chris Nolan, e ‘O Predestinado’, de Peter e Michael Spierig.

Dark’ é, literalmente, uma viagem pelo tempo e espaço que pode explodir sua mente enquanto você tenta descobrir a grande resposta, aquela que estava ali o tempo todo e você não conseguia enxergar. É recheada com suspenses, mistérios e coisas estranhas.

Produzida pela Alemanha, a série sela o acordo de US$ 1,5 bilhão que a Netflix fez com diversos países europeus para a produção de séries, filmes e programas de TVs. Se a intenção era reproduzir o sucesso de ‘Stranger Things’, ‘Dark’ provavelmente será muito bem sucedida.

Dark’ estreia na Netflix do Brasil dia 1º de Dezembro.

‘Vingadores: Eternos’? Foto pode ter entregado o título do 4º filme

Os irmãos Russo, diretores de ‘Vingadores 4, publicaram uma imagem misteriosa no Intagram. A foto mostra o set do filme, com Joe Russo sentado no meio, com a legenda “olhe com atenção”, indicando que há algo escondido na foto.

Não demorou muito para os fãs começarem a especular que a imagem entrega o título oficial do filme.

É possível ver 4 símbolos A (A4) na Foto, e também os símbolos A e E.

Sendo assim, acredita-se que o filme pode se chamar ‘Avengers Eternal‘ (Vingadores Eternos), baseada na escada e na caixa à direita (veja a foto abaixo). O título se conecta a uma popular teoria que o filme seria intitulado ‘Avengers Forever‘.

“Eu acredito que o título será ‘Vingadores: Eternos’. Um fã perguntou aos irmãos Russo se o título seria ‘Vingadores Forever’. Os diretores disseram que não é, mas que era um palpite bem próximo. Forever e Eternal significam a mesma coisa, e você pode ver A e E na foto que os irmãos Russo postaram.”,  publicou o usuário do Instagram dxwsonlucas.

 

O que você achou da teoria? O que acha do título ‘Vingadores: Eternos‘?

 

O CinemaBlend divulgou uma possível data para o lançamento do trailer de ‘Vingadores 4‘, se o estúdio seguir a mesma estratégia de marketing de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

O primeiro trailer do terceiro filme da franquia foi lançado no dia 29 de Novembro de 2017.

Segundo assim, a data mais provável para o trailer de ‘Vingadores 4‘ é em novembro deste ano.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de abril de 2019.

A mudança de identidade de ‘Game of Thrones’

Game of Thrones é um fenômeno. Lançada em 2011, a série da HBO baseada no sucesso literário “As Crônicas de Gelo e Fogo“, de George R. R. Martin, conquistou uma legião de fãs ao longo dos anos e foi a causadora de muitas lágrimas de telespectadores dos mais diversos países no mundo durante os seus episódios. São inúmeros momentos marcantes dentro da produção que já se tornaram memoráveis e eternos na mente de todos. Cada um tem seu preferido, assim como suas preferências em relação aos personagens e às casas. Quem terminará a história no trono?

Enquanto produção televisiva, Game of Thrones foi um marco por diferentes motivos. Primeiro, por questões financeiras. O orçamento da série é extremamente alto e bate todos os recordes possíveis. Citando um exemplo em números, cada episódio da oitava – e última – temporada custou 57 milhões de reais. Isso faz com que o nível de produção seja elevado e torna possível usar efeitos de grande qualidade, assim como a exploração de cenários e elenco. O resultado: momentos dignos de filmes de primeira linha como a Batalha dos Bastardos ocorrida na sétima temporada. Uma obra de arte.

Porém, a série da HBO não se sustenta apenas em produção. Seu roteiro, baseado nos livros, é irretocável e mesmo com uma grande quantidade de personagens e arcos a serem explorados, fluiu de modo perfeito por muito tempo. Tanto o andamento da história quanto os diálogos foram excelentes por várias temporadas seguidas e deixaram o nível muito acima da média.

Dito isso, nas últimas temporadas exibidas, muitos fãs passaram a realizar alguns questionamentos em relação à identidade da produção televisiva. Alguns elementos foram trocados, alguns de modo orgânico, outros não, e fizeram com que alguns passassem a gostar mais ainda da série, enquanto outros passaram a ter  ressalvas, fazendo assim com que o amor diminuísse um pouco.

Mas afinal, o que mudou?

Política x Fantasia

Desde os primeiros minutos do episódio inicial já é possível notar elementos de fantasia dentro do contexto da série. Chegar ao ponto em que se encontra atualmente não é surpresa para ninguém, visto que a magia e o misticismo sempre fizeram parte da série. Porém, nas primeiras temporadas, o que predominava em Game of Thrones enquanto gênero era a Política.

Alianças e traições. Este era o pilar principal, considerando que até então se tornar o Rei e assim ocupar o Trono de Ferro era o plot máximo e o objetivo de grande parte dos personagens. Neste ponto da série, grandes batalhas eram raras e o diálogo era a principal ferramenta do roteiro. Em muitos episódios das primeiras temporadas não há nenhum conflito físico. Apenas conversa. Ainda assim, prendia a todos os fãs devido às consequências que aquelas trocas de favores/informações influenciavam de modo direto e indireto às outras casas.

Dragões? Ainda eram bebês. White Walkers? Apareciam vez ou outra. Batalhas de grandes proporções? Raríssimas.

Episódios baseados neste modelo corriam o sério risco de serem considerados “arrastados”, mas de um modo geral não é o que acontecia.

Com o desenrolar da história, houve uma inversão. A Fantasia ganhou um maior destaque e se sobressaiu, embora a Política ainda esteja sempre presente lá. Conquistar o Trono de Ferro já não é mais a meta máxima, embora muitos ainda foquem nesse objetivo. Os problemas se tornaram maiores, assim como as batalhas.

Os dragões ganharam um espaço e enlouqueceram uma grande base de fãs. White Walkers passaram a ser mais explorados e fizeram com que a atenção se voltasse a eles. A política sempre esteve presente, mas ela já não predomina. Esta gradual mudança, protagonizada principalmente pelo plot de Daenerys, fez com que a Targaryen se tornasse uma das personagens mais queridas da série e mudou o modo de lidar com adversidades em Game of Thrones, com uma ação muito mais direta e agressiva. Um poder bélico muito acima dos demais, sem níveis de comparação e que aliança nenhuma seria suficiente para deter.

Isso fez com que a série ficasse mais acessível e atraente a telespectadores casuais. Houve uma virada de tom que mudou a perspectiva de muitos e fez com que brilhasse os olhos de fãs da série da HBO por todo o mundo. Esse lado mais fantástico de Game of Thrones ganhou grandes proporções e fez com que todo o jogo de roteiro de fortalecimento de poder a partir das alianças tivesse um peso menor, embora ainda constantemente presente. O poder de fogo (literalmente) passou a ser o fator decisivo.

Qualquer um pode morrer (Ou não)

No início, o que mais chamou a atenção foi a morte de Ned Stark.

 

Como assim a figura que poderia ser visto como protagonista da série foi morta logo na primeira temporada? Isso não é possível!

 

Game of Thrones desde sempre deixava claro o recado: qualquer um pode morrer. Qualquer um mesmo. Independentemente do peso do personagem à história, o seu salário, seu currículo, o fato de ser bom ou mau ou qualquer outro fator.

Se o personagem dentro do contexto da série acabasse caindo em uma situação sem saída, as consequências naturais aconteceriam. Não existia Deus Ex-Machina nem personagem salvador surgindo no último segundo de modo inexplicável ou apenas figurantes sendo prejudicados. O “realismo” de Game of Thrones no que diz respeito a (não) conseguir se livrar de um acontecimento no qual parecesse inevitável era absoluto e causava medo aos fãs, que temiam que o personagem preferido fosse morto a qualquer momento.

Para quebrar este conceito, na sétima temporada Jon Snow liderou o “Esquadrão Suicida” em um plano não muito bem elaborado. Como resultado, se viu cercado por inimigos, entre eles, o Rei da Noite, num contexto no qual parecia não haver solução. O grupo era absolutamente menor em termos de números, porém, não contou com nenhuma baixa relevante. Além disso, teve em seu desfecho Daenerys chegando no último segundo para salvar a todos, no exato momento em que mais se precisava. Um recurso não tão comum em Game of Thrones.

Para ser justo, houve uma perda sentida pelos fãs. Viserion, um dos três (agora dois) dragões de Daenerys, foi atingido, morto e depois revivido para servir ao inimigo. Ainda assim, todo este plano de ir Além da Muralha foi criticado do início ao fim, desde a sua premissa perigosa não muito inteligente à sua execução falha.

Dito isso, Jon Snow e Daenerys são elementos fundamentais do plot de Game of Thrones e a sobrevivência de ambos era necessária, ao menos até a última temporada. Ainda assim, os acontecimentos poderiam ser melhor trabalhados para que situações de roteiro como esta não tivessem uma reprodução aquém do nível de Game of Thrones estabelecido por anos.

Série vs Livros

Na base de fãs de Game of Thrones há uma guerra interna. Visto que a série já passou os acontecimentos dos livros – a base original da obra – muitos desconsideram e criticam praticamente tudo que passou a ser canônico a partir da produção televisiva. Se não foi algo oriundo do livro, logo é considerado como errado. Do outro lado, os fãs da série defendem os rumos que a HBO está dando à história, independentemente de ter um horizonte literário ou não.

Essa falta de referência dos livros fez com que o tom da obra da HBO fosse levemente alterado, porém percebido, e dividiu os amantes da série. Afinal, Game of Thrones segue seu tom de excelência ou não? Se a resposta for não, é culpa dos produtores que não conseguiram manter um bom rumo sem os livros? Se sim, a crítica ao andamento da história é mimimi dos leitores?

Joenerys

Jon Snow e Daenerys são personagens chave. O nome da saga é Crônicas de Gelo e Fogo, logo, faz todo o sentido tudo rondar a estes dois, que são caracterizados por estes dois elementos. Querido por muitos fãs, todo o arco de ambos vem sendo trabalhado desde o início e o protagonismo da dupla aumentou gradativamente a cada temporada.

Isso fez com que o, agora, casal ganhasse status de personagens principais da série por um longo período, à medida que o fim se aproximou.

Game of Thrones teve um protagonismo claro na primeira temporada e o nome dele era Ned Stark. Porém, a sua estrela durou apenas nove episódios. Após a sua morte, não era possível determinar quem era o personagem principal da série. Tudo era distribuído de modo equilibrado.

A partir de determinado ponto, as atenções se voltaram aos dois citados e isso gerou uma ruptura. Por um lado, este rumo foi criticado por romper a divisão do jogos dos tronos. Por outro, elogiado por manter os holofotes naqueles que realmente eram importantes e essenciais para o plot principal da obra.

E aí fica a questão: O que é melhor? Distribuir o tempo de tela de modo mais igualitário entre todos ou dar a maior atenção aos, agora, principais e que são aqueles que de fato podem fazer a diferença na resolução da maior trama da série?

Amando ou odiando o rumo em que Game of Thrones se encontra, o fato é que a produção da HBO é um marco na televisão mundial e fez com que a noite de domingo de milhões de pessoas fosse especial e apreensiva. A conclusão da série é extremamente aguardada e mobiliza uma quantidade imensurável de fãs.

Game of Thrones é um marco na história das séries e já carimbou lugar especial no coração de todos, independentemente de suas mudanças e seu desfecho.

‘Dois Irmãos’: Animação da Pixar ganha novos e coloridos cartazes; Confira!

A animação da Pixar, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘, ganhou três novos e coloridos cartazes, que destacam alguns dos personagens do longa.

Confira:

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de março.

‘Um Lugar Silencioso 2’ terá painel HOJE no Geek Nation com Renato Marafon; Assista!

A Paramount Pictures realizará um painel especial de ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2‘ durante o Geek Nation hoje, dia 15 – e o nosso editor-chefe Renato Marafon será um dos CONVIDADOS ESPECIAIS.

O painel terá uma discussão sobre o filme com participação de Marafon, Renata Boldrini e Fábio Hurtado.

O painel acontece das 22h50 às 23h10. Para assistir, acesse aqui!

A estreia acontece em 23 de abril de 2021.

Confira nossas reações ao filme:

 

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘Alita: Anjo de Combate’: Petição pedindo SEQUÊNCIA já soma mais de 170 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 170.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.” 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

‘Entrevista com o Vampiro’: Atriz de ‘Avatar 2’ viverá a pequena Claudia na adaptação

De acordo com o Deadline, Bailey Bass (‘Avatar 2’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview With the Vampire), série baseada na saga clássica de Anne Rice.

Ela viverá a pequena Claudia, transformada em vampira por Louis e Lestat, que foi interpretada pela maravilhosa Kirsten Dunst no filme de 1994.

Vale lembrar que Dunst tinha 12 anos e foi indicada ao Globo de Ouro pelo filme.

Jacob Anderson (‘Game of Thrones’) interpretará o vampiro Louis de Pointe du Lac, papel de Brad Pitt no filme de 1994.

Sam Reid (‘The Newsreader’) estrelará como o vampiro Lestat.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.

Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunning, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

Vale lembrar que a AMC também adquiriu os direitos de ‘A Hora das Bruxas‘, outra saga literária criada pela autora.

Rice será a produtora executiva ao lado do filho, Christopher Rice.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

Todos os filmes da franquia ‘Invocação do Mal’ estrearam na HBO MAX; Confira nosso Ranking do PIOR ao MELHOR!

Invocação do Mal chegou aos cinemas 2013 e se mostrou um sucesso tão grande que, além da óbvia continuação, gerou derivados criando todo um universo cinematográfico interligado. O último exemplar desta ambiciosa empreitada foi Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, que arrecadou US$ 206,4 milhões mundialmente.

Enquanto os fãs aguardam o confirmado ‘A Freira 2‘, a HBO Max adicionou em seu catálogo TODOS os filmes da franquia de terror.

Para você se divertir (ou se assustar), o CinePOP resolveu criar mais um ranking listando todos os oito filmes (sim, já tem isso tudo desde 2013) deste “Conjuring Universe” expandido, do pior ao melhor. Portanto, veja abaixo nossas colocações e não esqueça de comentar dizendo se concorda e caso contrário, deixe a sua ordem de preferência. Vamos lá.

08 | Annabelle

Neste primeiro spin-off de Invocação do Mal, o foco foi a boneca Annabelle. Pode parecer estranho, mas o objeto demoníaco fez tanto sucesso que ganhou um filme só dela. Talvez esta tenha sido a primeira vez na história do cinema na qual uma boneca que era parte de outro longa, conquistou uma produção só sua.

Seja como for, o consenso geral foi de que Annabelle (2014) não estava no mesmo patamar do que havia sido criado anteriormente. Parte disso se deve pela falta da direção de James Wan, aqui servindo apenas como produtor. O roteiro, escrito por Gary Dauberman – que depois viria a criar os textos de Annabelle 2 e 3, It:A Coisa e a A Freira – é interessante e criativo, inserindo as seitas fanáticas da época no contexto da trama, vide Charles Manson e seus seguidores. O problema principal é a direção anêmica de John R. Leonetti (Mortal Kombat: A Aniquilação e 7 Desejos). Mesmo com as críticas negativas, gerou uma franquia derivada que já chega em seu terceiro filme.

 

07 | Annabelle 3: De Volta para Casa

A franquia derivada começou mal com o primeiro Annabelle (2014) e finalmente decolou com o ótimo Annabelle 2: A Criação do Mal (2017), mas volta a decepcionar em seu terceiro filme – que parece mais a aventura Uma Noite no Museu do que um filme de terror.

O filme começa bem ao trazer uma participação especial de Patrick Wilson e Vera Farmiga como Ed e Lorraine Warren passando o maior sufoco ao trazer a boneca endemoniada para casa e prendê-la no Museu do Ocultismo. Após a interessante e sombria introdução, a história se perde.

O roteiro não decola e abusa de momentos que dão mais sono do que medo. A trama volta a ficar interessante no ato final, mas até lá o espectador já desistiu de se interessar pelos personagens e pelas dezenas de entidades que são apresentadas na esperança de criar novos filmes solos e franquias. O terror está no desconhecido, mas aqui todas as entidades são mostradas exaustivamente até perdemos o medo delas.

O mais triste é ver o potencial desperdiçado, já que o filme poderia apresentar várias novas entidades que poderiam – e devem – ganhar filme solo…

 

06 | A Maldição da Chorona

Não, não é um filme sobre a Chiquinha do ‘Chaves‘. Se você não conhece a Chorona, não se preocupe. Muito conhecida no México, a Lenda Urbana nunca teve força no Brasil. Trata-se de uma entidade sobrenatural que se assemelha ao nosso Bicho-Papão.

O terror acompanha a jovem assistente social Anna (Linda Cardelini), que precisa cuidar dois dois filhos sozinha após a morte do marido. Após se envolver com um caso de abuso infantil, ela acaba atraindo a fúria da Chorona e contará com a ajuda de um Curandeiro (Raymond Cruz) para salvar seus filhos da poderosa entidade.

O grande acerto do filme está em seu elenco. Linda Cardelini, que interpretou a Velma de ‘Scooby-Doo‘, entrega uma atuação bastante sóbria e série que contrasta com o humor de Reymond Cruz (‘Breaking Bad‘), que interpreta um Curandeiro expulso da Igreja Católica. Porém, o grande destaque vai para os filhos da protagonista (vividos por Jaynee-Lynne Kinchen e Roman Christou), que demonstram um grande talento para filmes de terror e são responsáveis pelas melhores cenas do filme.

A direção de Michael Chaves, que comandará ‘Invocação do Mal 3‘, não tem o brilhantismo de James Wan mas é bastante competente ao entregar sustos para a audiência, mesmo que abusando para os velhos clichês do gênero.

 

05 | A Freira

A Freira foi o primeiro filme a dar o novo tom da franquia: mais humor e menos sustos. Prometido como “O Capítulo Mais Aterrorizante da franquia”, o filme segue o caminho completamente oposto. Novamente produzido por James Wan (baseado em uma história sua) e com roteiro de Gary Dauberman, fica clara a falta que um bom diretor faz no comando de uma obra – embora muitos não percebam. Corin Hardy, de A Maldição da Floresta (2015), entrega um filme estiloso… mas não consegue assustar a audiência.

Este é o segundo spin-off da franquia Invocação do Mal, focado desta vez na freira demônio Valak (Bonnie Aarons), que apareceu pela primeira vez no segundo filme (2016).  Taissa Farmiga, irmã na vida real de Vera Farmiga (a protagonista da franquia Invocação do Mal), vive a personagem principal do filme, a noviça Irene – uma personagem interessante, que poderia ser melhor explorada.

Se tivesse sido vendido como um “filme divertido”, talvez não decepcionasse tanto.

 

04 | Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio

Dessa vez, Wan resolveu deixar a cadeira de direção para alguém familiar ao universo: Michael Chaves. O nome pode soar um pouco estranho, mas o diretor ganhou fama ainda em 2019 com o lançamento de ‘A Maldição da Chorona’, cujas tentativas de trazer o mínimo de originalidade não conseguiram ofuscar os múltiplos deslizes da produção. É claro que, por ter se tratado da estreia em longa-metragem, abocanhar um projeto de tamanho nível era arriscado – e os mesmos erros se alastram para Invocação do Mal. Desde uma penosa direção nada inspirada até emulações fracas de elementos cansativos, é complicado chegar ao final dessa “assombrosa” aventura sem ficar imaginando o que aconteceria se as peças se encaixassem com maior fluidez.

‘A Ordem do Demônio’ é uma desequilibrada entrada a Invocação do Mal e, ainda que seja melhor que certos capítulos da saga, é tão apaixonado pelo que já foi entregue que se esquece de buscar uma identidade própria. Enquanto temáticas como família e amor foram trazidos em fusão ao terror e ao suspense nas investidas anteriores, o recente filme quer dizer tantas coisas que acaba não dizendo nada.

 

03 | Annabelle 2: A Criação do Mal

O melhor filme da trilogia Annabelle, de longe! A trama se passa antes do primeiro Annabelle e antes dos Invocação do Mal. Aqui, como diz o título, somos levados a conhecer a origem da boneca, quem a construiu e como ela se tornou maldita. Um grupo de meninas de um orfanato são levadas para sua nova moradia pela freira que cuida delas (papel da bela, carismática e talentosa Stephanie Sigman), local este que guarda os segredos e origens da boneca.

Melhores atores, clima mais assustador, melhor diretor (David F. Sandberg, do bem sucedido Quando as Luzes se Apagam).  Annabelle 2 consegue assustar e dar medo, algo que o primeiro e terceiro filme da boneca do capiroto falham em fazer.

02 | Invocação do Mal 2

Essa aqui foi muito difícil! Decidir ente Invocação do Mal 1 e 2 não é uma tarefa fácil. Os dois filmes são muito bons e se completam de uma forma perfeita. É muito raro, como citado, mas esta continuação consegue adicionar inúmeros elementos novos e com muita criatividade chega a superar seu antecessor em variados quesitos. Um que sobressai, sem dúvidas, é a adição de personagens malditos e icônicos a serem combatidos. Aqui, além de Annabelle (ela não pode faltar), temos a Freira Valak, o Homem Torto (que igualmente merecia um spin-off) e o fantasma rancoroso de Bill Wilkins. O caso retratado, com a família britânica, igualmente é uma história real.

O que faz da sequência um filme tão bom é o fato de conseguir estabelecer momentos mais calmos para contrabalancear o terror e a tensão. Assim, temos cenas como a que Patrick Wilson canta Elvis para as crianças com seu violão. Raramente, nos deparamos com um momento tão solene dentro de uma produção de terror. E você pergunta, por que então Invocação 2 não está em primeira posição? Justamente porque o longa, por melhor que seja, segue de perto o que havia sido estabelecido no ótimo filme original e deve a ele grande parte de seu êxito. O que não tira nem uma grama da excelência que é esta segunda parte de uma grande saga.

 

01 | Invocação do Mal

Quando foi lançado em 2013, Invocação do Mal seguia a linha do terror de assombrações e possessões demoníacas. No entanto, já chegava enaltecido pelos especialistas, pois fazia uso de grandes personagens, intérpretes talentosos (Vera Farmiga saía de uma indicação ao Oscar) e um diretor que cimentava seu nome no gênero, tendo comandado sucessos como Jogos Mortais (2004) e Sobrenatural (2010). Nenhum outro, no entanto, faria tanto sucesso quando as desventuras assombradas do casal Warren, ápice dos moldes do novo terror para muitos.

Na trama, dois especialistas do sobrenatural, marido e mulher, investigam a fazenda repleta de entidades de uma grande família. O filme chamou atenção por se tratar de uma história real. Foi aqui que a boneca Annabelle foi introduzida ao mundo e ganhou seus próprios filmes logo depois. A continuação seguiu pela mesma linha, sendo inclusive superior ao original para muitos. Aqui, porém, por muito pouco, optamos por colocar o original, que ditou a batida da franquia em primeira posição. E não estamos sozinhos nesta opinião.

Esperamos que a franquia volte a ter a pegada assustadora dos dois primeiros Invocação do Mal ao invés de continuar seguindo por um caminho mais comercial e menos assustador. E você?

‘Grease: Rise of the Pink Ladies’ é CANCELADA após 1 temporada

Grease: Rise of the Pink Ladies, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’, foi CANCELADA pelo Paramount+.

Segundo a Variety, o streaming também decidiu remover a série para diminuir as taxas e impostos.

Não foi revelado quando a série será removida.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.

De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.

Annabel Oakes (‘Atypical’) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.

Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.

‘Planeta dos Macacos’ pode ganhar mais CINCO filmes

Planeta dos Macacos: O Reinado’ obteve a maior pré-estreia da franquia desde o seu reboot, segundo a Variety. O novo filme da icônica série já arrecadou US$ 6,6 milhões em pré-estreias.

Este é o quarto filme da franquia de reinicialização moderna e está projetado para arrecadar entre US$ 50 milhões e US$ 55 milhões em seu fim de semana de estreia, o que está alinhado com os três filmes anteriores.

Com todo esse sucesso, a franquia está longe de acabar. Rick Jaffa, co-roteirista do filme, revelou ao The Hollywood Reporter que existem planos para mais cinco filmes, em um total de 9.

“Estabelecemos as histórias para pelo menos mais dois filmes com esses personagens,” declarou Rick Jaffa.

A roteirista Amanda Silver afirmou:

“Quando você teve a ideia para um arco de nove filmes, há muito tempo, achavamos que era muito ambicioso. Mas, aqui estamos. Já fizemos quatro deles”.

“É verdade. Eu não sei se vamos até o nono, mas eu gostaria muito. Já conversamos com Wes (Ball) e Josh (Friedman)… agora a 20th Century Studios deve decidir sobre os próximos filmes”, concluiu Jaffa.

O reboot inicial de 2011, Planeta dos Macacos: A Origem’, alcançou uma abertura de US$ 54,8 milhões (com US$ 1,3 milhão de pré-estreias); o segundo filme da série, Planeta dos Macacos: O Confronto’, lançado em 2014, detém o recorde de fim de semana de estreia com US$ 72 milhões (sendo US$ 4,1 milhões de pré-estreias); enquanto Planeta dos Macacos: A Guerra’ arrecadou US$ 56,2 milhões (com US$ 5 milhões de pré-estreias).

Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

Hulk Vermelho é destaque em novo comercial de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ ganhou um novo comercial que dá destaque ao Thaddeus “Thunderbolt” Ross, personagem interpretado por Harrison Ford. Confira:

Segundo o The Hollywood Reporter, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ deve atingir bons números de bilheteria, especialmente no feriado prolongado de Valentine’s Day e Dia dos Presidentes, marcado para fevereiro de 2025.

As previsões iniciais indicam que o longa pode estrear com uma arrecadação superior a US$ 90 milhões nos Estados Unidos, posicionando-se entre os lançamentos mais fortes da história para esse período.

Essa mesma janela de estreia já foi palco de sucessos como o primeiro ‘Deadpool’ e ‘Pantera Negra‘, ambos gigantes nas bilheterias.

Para alcançar o sucesso esperado, a Marvel Studios aposta em um retorno às suas origens com ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, entregando uma trama focada na ação política, um elemento que foi amplamente explorado em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’, um dos maiores sucessos do estúdio.

Lembrando que este será o primeiro filme do UCM com Sam Wilson como o novo Capitão, após o personagem ter assumido o escudo deixado por Steve Rogers.

Uma das grandes ameaças enfrentadas pelo herói no filme será o Hulk Vermelho, interpretado por uma das maiores lendas de Hollywood: Harrison Ford, que faz sua estreia no universo da Marvel.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ terá uma hora e cinquenta e oito minutos de duração, o que o torna o filme mais curto do herói no UCM.

O longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Relembre o trailer:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘A Múmia 4’: Brendan Fraser se diverte na atração Revenge of the Mummy nos Universal Studios; Veja foto!

Voltando ao personagem! Brendan Fraser se divertiu muito enfrentando na atração de Revenge of the Mummy: The Ride nos Universal Studios em preparação para retomar o papel de Rick O’Connell em ‘A Múmia 4‘.

Confira a foto:

‘Maldição da Múmia’: Blumhouse quer que as pessoas saibam que Brendan Franser NÃO ESTÁ no filme

Os cineastas Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett compartilharam recentemente o entusiasmo de reunir Brendan Fraser e Rachel Weisz para um novo capítulo da franquiaA Múmia. Em entrevista à Entertainment Weekly, Gillett descreveu o projeto como um “sonho”, algo que a dupla nunca imaginou que se tornaria realidade.

“É simplesmente muito bonito, assustador e grandioso, é incrível”, afirmou o diretor.

A dupla revelou que o grande responsável por viabilizar o retorno foi o produtor William Sherak, parceiro de longa data em filmes como Casamento Sangrento (2019),Pânico (2022) ePânico VI’.

Segundo Gillett, a ideia surgiu de forma inesperada nos bastidores de Abigail“William está sempre um passo à frente de nós. Enquanto eu e Matt estávamos focados em terminar o dia de filmagem com oito cenas complexas pela frente, William já falava do próximo projeto. Ele disse: ‘Acho que vou conseguir A Múmia para vocês’. Nós pensamos que era loucura, que não haveria como ele realizar isso”.

Entretanto, o produtor provou que estavam errados. Ao final das filmagens de Abigail, os diretores já estavam reunidos com o roteirista David Coggeshall para desenvolver a proposta oficial. Apesar da empolgação, Gillett admite que manteve os pés no chão: “Estamos neste meio tempo suficiente para saber que nada é real até que aconteça de fato. Aprendemos a manter certa distância emocional para evitar decepções”.

Para os diretores, o maior selo de qualidade do projeto é o aval dos protagonistas originais.

“O roteiro tem todo o coração e o desenvolvimento de personagens que se poderia esperar. Não acho que Brendan e Rachel aceitariam se não amassem o texto. É um roteiro excelente e será muito divertido de filmar”, concluiu.

A Múmia 4’ estreia dia 19 de maio de 2028 nos cinemas.

TUDO o que sabemos sobre ‘A Múmia 4’

Ninfomaníaca – Volume 1

Vocês sabiam que o ingrediente secreto do sexo é o amor? Após dirigir os excelentes Anticristo (2009) e Melancolia (2011), o extraordinário cineasta Lars Von Trier chega aos cinemas de todo mundo com a parte final da sua “Trilogia da Depressão”, Ninfomaníaca. Divido em dois volumes, o drama é conduzido com uma delicadeza fora do comum, misturada com um falso lirismo. Feito para chocar, o aguardado e polêmico trabalho do mais famoso cineasta dinamarquês de todos os tempos, é uma pequena obra-prima que será alvo de discussões durante longos anos.

Nesse primeiro volume, somos surpreendidos com o inusitado encontro entre Seligman (Stellan Skarsgård) e Joe (Charlotte Gainsbourg).  O primeiro, um homem simples e inteligente que adora conversar sobre pescaria. A segunda, sofrera uma agressão misteriosa e aceita desabafar toda sua história até aquele momento. Joe é viciada em sexo e ao longo de anos se viu em situações constrangedoras desde a perda da virgindade até os dias atuais. Conforme conta sua história para Seligman, os dois personagens começam a discutir a sexualidade, e a verdadeira face de uma sociedade que preza pelo desejo, com diversas comparações com o cotidiano humano.

Uma grande tela preta permanece durante um longo período logo no início da projeção, ao som da chuva caindo, deixando o espectador paralisado com o inusitado. Já sabíamos que estávamos prestes a assistir mais um show deste polêmico cineasta ganhador da Palma de Cannes no ano de 2000 com o filme Dançando no Escuro. Passando pela polifonia de Bach e as analogias improváveis entre o sexo e a matemática, representada pelo famoso teorema de Fibonacci, o cineasta de 57 anos explora o mundo da sexualidade de uma maneira tão radical que até Alfred Kinsey ficaria de olhos esbugalhados.

A narrativa é feita de maneira abarcante se sustentando em cima das opiniões de Seligman sobre as situações que passara Joe. Esse bate-bola é tão pungente aos olhos de Joe que o sarcasmo toma conta rapidamente da situação, levando o público a diversos risos entre um raciocínio e outro. A protagonista, vista em duas fases nessa primeira parte, consegue ser forte o suficiente para enfrentar todo aquele drama que passara, relatando todos os detalhes com uma forte dor e desespero.

Os coadjuvantes que aparecem neste volume, alguns atores famosos só vão aparecer no volume dois como o Willem Dafoe (L), contribuem cada qual no seu quadrado para ajudar a contar essa história. Em relação a isso, vale mencionar que a personagem de Uma Thurman, Mrs. H, é um dos grandes destaques da fita. Desesperada e humilhada, parte para o confronto de maneira tão incisiva que acaba provocando na personagem principal um complexo conflito. Outro destaque é Jerome (interpretado por Shia Lebouf) que aparece em duas fases na vida de Joe. Seguro e com um baita entendimento de seu personagem, o ator californiano, famoso por sua presença em Transformers, tem uma cena de penetração que vai dar o que falar, principalmente pela maneira como foi filmada.

Von Trier é assim mesmo. Gosta de provocar o público a todo instante com suas ideias. Dessa vez abordando a sexualidade não tem medo dela ser vista de maneira aberta, nua, sem cortes, a cada instante gerando um constrangimento aos mais puritanos. Arrogante e debochado, o roteiro (assinado pelo próprio criador do Dogma 95) consegue reunir um conjunto de ações envolventes além de diálogos para lá de antológicos que deixam o público fascinado por essa história. Não deixem de conferir esse trabalho impecável que mais parece uma poesia picante. Bravo!

Crítica | ‘Explosão no Trem-Bala’ – Remake Japonês que chegou na NETFLIX ganha fôlego trazendo os pormenores em forma de crítica social

Como lidar com uma situação drástica de risco nacional? Buscando respostas para essa pergunta, o longa-metragem japonês Explosão no Trem-Bala mistura ação, policial e drama trazendo os pormenores de conflitos que se cruzam quando um trem com mais de 300 passageiros está em risco de explodir. Remake de um badalado filme japonês lançado em meados da década de 1970 – O Trem-Bala – ganha fôlego trazendo os pormenores em forma de crítica social.

Tinha tudo para ser mais um dia calmo e tranquilo para Kazuya Takaichi (Tsuyoshi Kusanagi), o responsável por um moderno trem que faz um longo percurso com destino final na capital japonesa, Tóquio. A questão é que logo nos primeiros minutos de viagem acaba sendo avisado pelo centro de controle que há várias bombas instaladas ao longo da composição. Correndo contra o tempo em busca de soluções, Kazuya e outros personagens importantes farão de tudo para salvar os passageiros.

O roteiro consegue de forma bem inteligente apresentar seu caos das emoções em momentos decisivos onde todos os personagens encontram seus espaços nas camadas que se abrem. Aliado a uma narrativa cheia de adrenalina e tensão – com cenas de ação bem executadas – essa se torna uma união satisfatória para as mais de duas horas de projeção.

E não pensem que os clichês atrapalham. Contido em quase todas as produções do gênero ação, aqui há um drible no óbvio trazendo para a trama central um interessante cardápio repleto de críticas sociais. Desde o posicionamento do governo japonês em casos de terrorismo, passando por outras questões políticas – até mesmo a força das redes sociais nos tempos atuais –  o longa-metragem que chegou nesse final de abril na Netflix é um equilibrado emaranhado de ações e consequências.

Com seu abre-alas ao melhor estilo ‘Missão Impossível’, Explosão no Trem-Bala traz para os tempos modernos uma história parecida já contada 50 anos atrás mas dando seu próprio toque de originalidade. Esse é um filme que consegue prender a atenção.

Relembre a carreira de Joel Schumacher

Hoje Hollywood perde um de seus grandes talentos. O diretor Joel Schumacher, nome conhecido por cinéfilos, entusiastas casuais da sétima arte e aficionados pelo mundo do entretenimento de forma geral, nos deixou aos 80 anos após algum tempo lutando contra o câncer.

O motivo do estrelato se deu quando Schumacher assumiu a direção dos filmes do Batman em meados dos anos 1990 – elevando sua carreira a outro patamar e atraindo para si a atenção de um público mais abrangente.

Indicado à Palma de Ouro (prêmio máximo no prestigiado Festival de Cannes), Schumacher era produtor, roteirista e em seu currículo teve 35 créditos como diretor. Como forma de homenagear este cultuado cineasta, o CinePOP relembra para você a carreira deste grande artista.

Início de Carreira

Filho de mãe sueca, o nova yorkino Joel Schumacher começou sua vida profissional como designer e vitrinista de lojas de sua cidade natal, logo seguindo para a faculdade de moda e depois trabalhando nesta indústria. Schumacher só viria a ingressar na vida de cinema aos trinta e poucos anos, e muitos de seus filmes refletem seu passado como estilista.

Muitos diretores de sucesso começaram suas carreiras no comando de vídeo clipes, mas no caso de Schumacher, eles só viriam após ter seu nome estabelecido em Hollywood. Em 1988, após já ter na bagagem dois filmes de sucesso, o cineasta comandou o clipe ‘Devil Inside’, da banda INXS.

Seus primeiros filmes foram ainda na década de 1970, com dois longas produzidos direto para a TV, em 1974 e 1979. O primeiro, Virginia Hill, é a biografia da ex-prostituta namorada do mafioso Bugsy Siegel; o segundo, Amateur Night at the Dixie Bar and Grill, relata o cotidiano de um bar country e seus shows de talento.

Curiosamente, foi o clássico Grandes Esperanças (1946), de David Lean, baseado no icônico livro de Charles Dickens, que despertou o interesse de Schumacher a perseguir a carreira no cinema.

Anos 1980

O primeiro filme de Schumacher lançado para o cinema foi A Incrível Mulher que Encolheu (1981), baseado no livro de Richard Matheson – uma comédia com Lily Tomlin. Dois anos depois, e o diretor continuava no gênero da comédia com o escrachado non sense Táxi Especial (1983), sobre um grupo de taxistas em Washington e suas desventuras com a companhia em que trabalham. O longa conta com o infame Mr. T (Esquadrão Classe A e Rocky III).

Foi na sequência que Schumacher se tornaria um nome a se prestar atenção em Hollywood, ao entregar dois anos depois a dramédia O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), sobre um grupo de amigos recém-saídos da faculdade, precisando encarar a vida adulta. No longa, escrito pelo próprio, o diretor teve sob seu comando o grupo de jovens atores conhecidos como Brat Pack – os talentos mais promissores da geração 80’s. Dentre eles: Demi Moore, Rob Lowe, Andrew McCarthy, Emilio Estevez, Judd Nelson, Ally Sheedy, Andie MacDowell e Mare Winningham.

Para a geração que cresceu nos anos 80, porém, nenhum filme seria mais emblemático na filmografia do diretor do que Os Garotos Perdidos (1987) – cult de vampiros bancado pela Warner, com Kieffer Sutherland, Jason Patric, Corey Haim e Corey Feldman. Com uma filmografia calcada na comédia, ação e alguns sustos, em 1989, Schumacher dava um passo além, investindo num drama adulto produzido pela Paramount. Um Toque de Infidelidade (1989), com Ted Danson e Isabella Rossellini é refilmagem de uma obra francesa sobre troca de casais.

Anos 1990

Ainda na década de 1980, o investimento em Joel Schumacher já havia se tornado tão confiável que os grandes estúdios lhe ofereciam trabalho constante, e o diretor lançava filmes a cada dois anos. Essa periodicidade seguiu pelos anos 1990. Nos dois primeiros anos da década, o cineasta construía uma dinâmica de sucesso com a estrela Julia Roberts. Numa dobradinha, a dupla lançava em sequência o thriller Linha Mortal (1990) – indicado ao Oscar de efeitos sonoros – e drama romântico Tudo por Amor (1991), para a Columbia/Sony e a Fox respectivamente.

A esta altura, Joel Schumacher já era um diretor altamente prestigiado em Hollywood – tendo transitado por diversos gêneros (e exibido sucesso neles) e se tornado homem de confiança dos maiores estúdios, algo muito importante na indústria. Voltando para a Warner, ele comandou Um Dia de Fúria (1993), com Michael Douglas, e O Cliente (1994), adaptação de John Grisham, indicado ao Oscar de melhor atriz para Susan Sarandon. Ambos de boa repercussão e sucesso. Neste período também, o cineasta voltaria ao mundo dos vídeo clipes assinando ‘Heaven Help’, de Lenny Kravitz, e ‘Kiss From a Rose’, de Seal.

Foi sua bagagem até então, e a boa relação com a Warner, que lhe garantiram o sinal verde para o comando em Batman Eternamente (1995), sua primeira incursão em um filme de super-herói, e um do qual era muito fã. Quando Tim Burton foi afastado por seus filmes com o personagem serem considerados muito sombrios e violentos, Schumacher foi instruído (ou obrigado) a produzir obras mais simpáticas às crianças. O resultado foi favorável, já que a aventura fez US$336 milhões mundialmente. Já a sequência, Batman & Robin (1997), não teria a mesma sorte e ficaria marcado como uma das piores produções cinematográficas da história – motivo de piadas e chacotas. Schumacher inclusive chegou a pedir desculpas na frente das câmeras para os fãs no lançamento de uma edição comemorativa do filme em DVD.

Para muitos, Joel Schumacher se tornaria uma personalidade estigmatizada depois do ocorrido. Porém, assim como Paul Verhoeven (e seu Showgirls), por exemplo, seu legado é muito maior – mesmo que nenhum lançamento consecutivo tenha verdadeiramente sido tão impactante ao ponto de apagar o gosto amargo no paladar dos fãs. Ainda nos anos 1990, o diretor lançaria obras aclamadas e de sucesso relativo, como Tempo de Matar (1996), segunda e mais eficiente adaptação de Grisham; 8mm (1999), descida ao “inferno” do cineasta com seu filme mais intenso; e Ninguém é Perfeito (1999), outra obra escrita pelo próprio, sobre a relação de amizade entre um segurança homofóbico (Robert De Niro) e seu vizinho Drag Queen (Philip Seymour Hoffman).

Anos 2000

Na nova década, Joel Schumacher se cercou de atores de prestígio e alguns promissores talentos. Descobriu o irlandês Colin Farrell no drama de guerra Tigerland: A Caminho da Guerra (2000) e repetiu a parceria no suspense Por um Fio (2002). Trabalhou com Anthony Hopkins na ação de espionagem Em Má Companhia (2002); com Cate Blanchett na biografia O Custo da Coragem (2003); e novamente com Jim Carrey no thriller Número 23 (2007). Todos variando o nível de sucesso, mas sem uma produção arrebatadoramente unânime. No período, sua aposta mais ambiciosa foi para a Universal com a versão para o cinema da grandiosa peça O Fantasma da Ópera (2004), de Andrew Lloyd Weber – escolhido a dedo pelo autor da obra devido ao uso da música proposta por Schumacher em Os Garotos Perdidos. Segundo relatos, o diretor foi a primeira e única opção para o musical.

O Fantasma da Ópera ficou abaixo do esperado em termos financeiros e falhou em agradar a crítica. O fato fez o cineasta se voltar a obras de menor orçamento, como o terror Renascido das Trevas (2009), com Henry Cavill e Michael Fassbender – então ilustres desconhecidos. Fassbender disse em entrevista que Schumacher foi o melhor diretor com quem já trabalhou.

Últimos Trabalhos

Em seus últimos filmes, Joel Schumacher resolveu se manter menor, mais minimalista. Na última década entregou apenas dois longas para o cinema. Twelve: Vidas Sem Rumo (2010) tentou resgatar o feeling de Schumacher para o universo dos jovens de seus primeiros sucessos. Aqui, baseado num livro, dando enfoque a um clima mais sombrio, com temas como tráfico de drogas e assassinato. Emma Roberts foi a revelação do elenco. O segundo, e canto do cisne para o diretor foi Reféns (2011), que usou como protagonistas os colaboradores do cineasta Nicolas Cage (8mm) e Nicole Kidman (Batman Eternamente), juntos em tela pela primeira vez. O filme, porém, passou em branco – não sendo por assim dizer um trabalho muito expressivo de nenhuma das partes.

Os últimos trabalhos assinados por Joel Schumacher foram os episódios 5 e 6 da primeira temporada da série de sucesso House of Cards (2013), série que deu o pontapé inicial para mostrar o que seria o colosso Netflix. A série tinha produção de David Fincher, amigo pessoal de Joel Schumacher.

Só para quem é raiz! A “Rambo-mania” completa 40 anos! Você lembra?

O sucesso estrondoso de ‘Rambo: Programado para Matar (1982) catapultou Sylvester Stallone ao estrelato como um dos maiores ícones do cinema de ação dos anos 80. O filme original, baseado no romance First Blood, apresentou ao público o personagem John Rambo, um veterano traumatizado da Guerra do Vietnã que luta contra as autoridades locais em uma pequena cidade. Com uma combinação de ação, drama psicológico e um protagonista complexo, First Blood conquistou tanto o público quanto a crítica, tornando-se um clássico instantâneo e abrindo caminho para uma franquia que marcaria uma geração. Esse sucesso criou grande expectativa para a sequência, que viria a ser ‘Rambo 2 – A Missão‘, filme que completa 40 anos de sua estreia em 2025.

Após o sucesso do primeiro filme, a equipe criativa, liderada por Sylvester Stallone, decidiu expandir o universo de Rambo, transformando-o de um drama psicológico em uma ação explosiva e cheia de adrenalina. ‘Rambo 2 – A Missão foi concebido para mostrar o herói em uma missão de resgate no Vietnã, destacando a guerra, o patriotismo e o combate direto contra as forças inimigas. Stallone assumiu novamente o papel principal e também contribuiu como roteirista, ao lado de James Cameron, buscando criar uma narrativa que, além de manter o carisma do personagem, elevasse o nível das cenas de ação e efeitos especiais, apostando num tom mais épico e de grande espetáculo. O filme prometia trazer mais intensidade, tiroteios e sequências memoráveis, ampliando a mitologia de John Rambo para um público global.

Rambo 2 – A Missão foi dirigido por George P. Cosmatos, um cineasta conhecido por sua habilidade em comandar grandes produções de ação e aventura. Cosmatos, no ano seguinte, voltaria a comandar Stallone no cult máximo do cinema policial ‘Cobra‘ (1986) – no Brasil conhecido pela alcunha infame ‘Stallone Cobra‘, infelizmente não repetindo o sucesso. Sua direção em ‘Rambo 2 trouxe uma pegada ainda mais apoteótica e visualmente impactante, realçando as cenas de combate e o clima tenso das missões de guerra. Sob sua batuta, o filme conseguiu ampliar a grandiosidade da franquia, entregando um espetáculo que combinava ação ininterrupta e emoção, característica fundamental para o sucesso do longa.

O elenco de ‘Rambo 2 – A Missão contou com Sylvester Stallone no papel icônico de John Rambo, o veterano endurecido e habilidoso em combates que retorna ao Vietnã para uma missão de resgate crucial. Ao seu lado, Richard Crenna reprisou o papel do coronel Trautman, mentor e figura paternal de Rambo, oferecendo equilíbrio e contexto emocional à trama. O filme também apresentou Charles Napier como o burocrata Murdock, que comete o maior erro de sua vida: trair Rambo (como é dito em um dos diálogos). E ainda, Steven Berkoff, um dos atores-personagens preferidos para vilões dos anos 80 (tendo sido o antagonista de ‘Um Tira da Pesada‘ também), aqui como um cruel militar russo. Finalizando o elenco, Martin Kove (o Kreese de ‘Karatê Kid‘) como o soldado Ericson; e a asiática Julia Nickson no papel de Co, o contato de Rambo no Vietnã, e interesse amoroso do herói.

Por mais que tenha sido muito vendido como retrato de propaganda era Ronald Reagan, do patriotismo exacerbado americano, do herói infalível que faz tudo por seu país, ‘Rambo 2‘ é também uma crítica a esse sistema. Por mais que não pareça. Acontece que, assim como em ‘Nascido em 4 de Julho‘ (1989), o patriotismo do protagonista se torna decepção, neste caso quando o herói é traído e abandonado por seus compatriotas. No final, Rambo vira as costas para o país que o renegou pela segunda vez (após o filme original).

Em ‘Rambo 2, John Rambo recebe a tarefa de retornar ao Vietnã para uma missão de reconhecimento com o objetivo de localizar e fotografar prisioneiros de guerra americanos ainda desaparecidos. O que parecia ser uma operação simples logo se complica quando Rambo descobre que os militares subestimaram a resistência inimiga e que a situação é muito mais perigosa do que o esperado. Preso em território hostil, ele precisa usar toda sua habilidade, força e inteligência para sobreviver às emboscadas e aos ataques das tropas vietnamitas enquanto tenta cumprir sua missão e resgatar os prisioneiros.

Uma das mudanças mais marcantes entre ‘Rambo: Programado para Matar e ‘Rambo 2 – A Missão está na abordagem do personagem principal. No primeiro filme, John Rambo é retratado como uma figura trágica e vulnerável, um veterano traumatizado pela guerra e rejeitado pela própria nação, cuja violência surge como resposta ao abuso e à marginalização. Já na sequência, Rambo assume uma postura muito mais heroica e implacável — quase um super-soldado —, transformando-se num símbolo de força, redenção e poder militar americano. Essa mudança de tom reflete não só o desejo de transformar a franquia em um blockbuster de ação, mas também o clima político e cultural dos anos 80, com Hollywood adotando uma visão mais idealizada do soldado americano.

Além da transformação do personagem, ‘Rambo 2 – A Missão também apresentou uma mudança significativa no estilo e no tom em comparação ao primeiro filme. Enquanto ‘Programado para Matar é um drama de ação com forte carga emocional e crítica social — centrado na solidão, no trauma de guerra e no desprezo pelos veteranos —, a sequência aposta em um espetáculo visual de guerra, com cenas grandiosas de explosões, batalhas e combates corpo a corpo. O tom mais contido e introspectivo do original dá lugar a uma narrativa mais direta, voltada para o entretenimento e para a ação desenfreada, aproximando o longa dos moldes clássicos do cinema de ação dos anos 80. A mudança agradou ao grande público, mas dividiu parte da crítica, que viu na sequência uma simplificação do drama complexo do primeiro filme.

Com o lançamento de ‘Rambo 2 – A Missão, em 1985, o personagem vivido por Sylvester Stallone transcendeu o cinema e se transformou em um verdadeiro ícone da cultura pop mundial. O sucesso estrondoso do filme gerou um fenômeno conhecido como Rambomania, que se espalhou rapidamente por diversos países. Rambo virou sinônimo de força, coragem e patriotismo exagerado, sendo estampado em camisetas, desenhos animados, brinquedos, cartazes, lancheiras, jogos de videogame e programas de TV. Crianças imitavam o herói, amarrando faixas vermelhas na cabeça e empunhando armas de brinquedo, enquanto adultos viam nele uma figura de resistência e poder, especialmente em um contexto ainda marcado pela Guerra Fria. A estética do filme e o visual de Rambo — com músculos à mostra, cicatrizes e armamento pesado — se tornaram referência obrigatória para a ação dos anos 80.

No Brasil, a Rambomania também chegou com força total. O filme foi exibido com enorme sucesso nos cinemas e, posteriormente, na televisão, onde alcançou audiências impressionantes. Produtos licenciados invadiram bancas, lojas e programas infantis, com revistinhas, bonecos genéricos e até paródias em programas humorísticos. E quem poderia esquecer o infame concurso do “Rambo brasileiro”, no programa do SBT Viva a Noite, apresentado pelo saudoso Gugu Liberato. O nome “Rambo” virou parte do vocabulário popular, sendo usado para descrever qualquer pessoa vista como durona ou valente. Nas brincadeiras de rua, crianças disputavam quem seria o “Rambo” da vez. O impacto cultural foi tão grande que, mesmo décadas depois, o personagem ainda é lembrado com nostalgia por toda uma geração que cresceu sob a influência desse herói explosivo e invencível.

A recepção crítica a ‘Rambo 2 – A Missão foi bastante dividida. Muitos críticos viram o filme como um retrocesso em relação ao original, apontando a falta de nuance emocional e a transformação do personagem em uma figura quase caricatural. A violência excessiva, o roteiro simplificado e o tom propagandista também foram alvos de críticas, especialmente por analistas que esperavam uma continuação mais densa e crítica, como o primeiro filme. No entanto, outros reconheceram a competência técnica do longa e elogiaram sua direção enérgica, a produção grandiosa e o carisma de Sylvester Stallone, que se consolidava ali como uma das maiores estrelas de ação do cinema.

Já entre o público, ‘Rambo 2 foi um enorme sucesso. O filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente e se tornou uma das maiores bilheteiras de 1985, transformando Stallone em um símbolo global do cinema de ação. Em muitos países, o longa foi visto como uma catarse patriótica — especialmente nos Estados Unidos —, enquanto em outros serviu como puro entretenimento escapista. Com sua força comercial e cultural, ‘Rambo 2 – A Missão ajudou a redefinir os padrões do gênero de ação e deixou uma marca duradoura na cultura pop.

Rambo 2 – A Missão não apenas consolidou John Rambo como um dos maiores ícones da história do cinema de ação, como também moldou toda uma geração de filmes que viriam a seguir. Transformando um ex-soldado traumatizado em um herói quase mitológico, o longa definiu o estilo visual, o tom e o apelo popular que marcariam a era de ouro do gênero nos anos 80. Mesmo com as críticas à sua abordagem mais simplista e explosiva, o filme se tornou um marco cultural, eternizando frases, imagens e atitudes que ainda hoje ecoam no imaginário coletivo. Mais do que uma sequência, ‘Rambo 2 foi o nascimento de um mito — e a prova de que, às vezes, um herói de ação pode dizer muito com poucas palavras e muitos tiros. Ah sim, e caso você não saiba, ‘Rambo 2‘ foi indicado ao Oscar… ao menos o de melhor edição de efeitos sonoros.

‘Westside’: Novo reality musical da Netflix ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer do seu novo reality show musical, intitulado ‘Westside‘.

Confira:

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 9 de novembro.

Suas histórias, suas músicas. Nove músicos talentosos recebem a maior oportunidade de suas vidas, mas será que conseguirão superar todos os desafios?

As músicas da série já estão disponíveis:

‘Annabelle 3’: Boneca assombra em novo cartaz sinistro; Confira!

O terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ ganhou um novo cartaz.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2436166749748027?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘The Undoing’: Minissérie da HBO ganha novo trailer e data de estreia; Confira!

A HBO divulgou o novo trailer legendado da minissérie ‘The Undoing‘, estrelada pela Nicole Kidman.

A produção irá estrear no dia 10 de maio.

Criada por David E. Kelley, a produção é uma adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.

A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.

O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherlande Edgar Ramirez.

Tubarões alienígenas atacam no trailer BIZARRO de ‘Contatos com Tubarões do Terceiro Grau’

O terror trash ‘Contatos com Tubarões do Terceiro Grau‘ (Shark Encounters of the Third Kind) ganhou um trailer bizarro.

Confira:

O longa é dirigido por Mark Polonia.

Um grupo de alienígenas hostis colide no fundo do oceano e, por meio de controle mental, usa tubarões para aterrorizar uma pequena cidade cheia de segredos na esperança de completar sua missão de invasão. Depende de um grupo distinto de habitantes da cidade resolver isso, mas no final são tubarões contra alienígenas em um clímax surpreendente.

Titus HimmelbergerNatalie HimmelbergerJennie Russo estrelam a produção.

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ terá que lutar pela sobrevivência no terror ‘The Bog’

De acordo com o Deadline, Janel Parrish (‘Pretty Little Liars’) estrelará o terror ‘The Bog‘.

O elenco ainda contará com Jonathan Bennett (‘Meninas Malvadas’), Mark Ryder (‘Borgia’), Timothy Murphy (‘Westworld’) e Robert Clohessy (‘Blue Bloods’).

Na trama…

Inspirada por assombrosos eventos reais, a trama segue dois casais, liderados pela problemática Collette (Parrish), que conectam por meio de amizade, infidelidade e uma trágica morte familiar, decidem fazer uma viagem épica nas remotas Terras Altas da Escócia para ficar longe de tudo e se reconectar em uma das cabanas antigas e isoladas que pontilham a área. O que começa como a melhor época de suas vidas – e um retiro de casais muito necessário e solicitado por médicos –, rapidamente foge do controle. Lá, eles se veem aterrorizados por moradores desconhecidos e, sem o conhecimento deles, são submetidos a um ritual místico de caça milenar.

Myles Clohessy será responsável pela direção, que também escreveu o roteiro do filme ao lado de Phil Harrell e Emma Harrell.

As filmagens estão programadas para começarem em outubro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Assassinato na fronteira é investigado no trailer do suspense ‘Águas Selvagens’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer do suspense nacional ‘Águas Selvagens‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de maio.

Roly Santos é responsável pela direção.

Quando o investigador Lúcio Gualtieri aceita um trabalho para solucionar um crime cometido na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, ele se vê perseguido por uma organização criminosa envolvida em uma trama macabra de assassinatos. Ao descobrir uma verdade obscura que coloca em prova todas as suas crenças, o ex-policial precisará enfrentar seu passado conturbado, enquanto tenta sobreviver aos perigos dessa zona de águas selvagens.

O elenco conta com Roberto Birindelli, Mayana Neiva, Leona Cavalli, Daniel Valenzuela, Alana Lópes, Juan M. Tellategui, Luiz Guilherme, Néstor Nuñez e Mario José Paz.

A Baleia

(The Whale)

 

Elenco:

Brendan Fraser
Sadie Sink
Hong Chau
Samantha Morton
Ty Simpkins

 

Direção: Darren Aronofsky

Gênero: Drama

Duração: 117 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

A trama conta a história de um homem de 270 quilos chamado Charlie, que tenta se reaproximar da filha adolescente depois de abandoná-la para ficar com um amante. Após a morte do companheiro, Charlie se entrega a um transtorno alimentar compulsivo em resposta ao luto, o que acaba transformando-o em obeso mórbido.

Crítica: 

Crítica | A Baleia é – sem sombra de dúvidas – um EMOCIONANTE conto sobre perdão e reconciliação familiar

Curiosidades: 

» Brendan Fraser foi ovacionado em pé durante seis minutos depois que os créditos subiram nas telonas do Festival de Veneza;

» O longa-metragem foi indicado em quatro categorias no Critics Choice Awards 2023, incluindo Melhor Ator para FraserMelhor Atriz Jovem para Sadie SinkMelhor Roteiro Adaptado para Samuel D. HunterMelhor Cabelo e Maquiagem;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘It’s a Wonderful Knife’: Slasher natalino estilo ‘Pânico’ será para MAIORES por “violência sangrenta”

O terror ‘It’s a Wonderful Knife‘, slasher natalino no mesmo estilo que o clássico ‘Pânico‘, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, uso de drogas e linguagem”.

Na trama, um ano depois de salvar sua cidade de um assassino psicótico na véspera de Natal, a vida de Winnie Carruthers não é nada maravilhosa – mas, quando ela deseja nunca ter nascido, ela se encontra em um universo paralelo aterrorizante e descobre que, sem ela, as coisas poderiam ser muito, muito piores.

Agora, o assassino está de volta e ela deve se unir ao desajustado da cidade para identificar o assassino e voltar à sua própria realidade.

Confira o trailer:

Tyler MacIntyre (‘As Garotas da Tragédia’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jane Widdop (‘Yellowjackets’), Joel McHale (‘Becky’), Justin Long (‘Noites Brutais’), Katharine Isabelle (‘Possuída’), Jess McLeod (‘Um de Nós Está Mentindo’) e Cassandra Naud (‘Influencer’).

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de novembro.

Josh Hartnett esconde segredo SINISTRO no trailer dublado de ‘Armadilha’, novo thriller de M. Night Shyamalan

A Warner Bros. divulgou o novo trailer dublado de ‘Armadilha‘, o novo filme de M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º d agosto.

Escrito e dirigido por Shyamalan, ‘Armadilha‘ é estrelado por Josh Hartnett, Ariel Donoghue, Saleka Shyamalan, Hayley Mills e Allison Pill.

Anteriormente, Josh Hartnett (’30 Dias de Noite’) revelou que o longa será muito “bizarro e sombrio”, e confessou que a produção irá surpreender os espectadores: “Trabalhar com o M. Night Shyamalan foi uma das melhores experiências da minha carreira. Acredito que ele é um artista verdadeiro – Com ‘A’ maiúsculo. Sinto que as pessoas ficarão surpresas com o filme que estamos fazendo. É um longa muito bizarro, muito sombrio e selvagem.”

Ele completa, “[Meu papel em ‘Armadilha’] será diferente. Eu tento fazer isso com todos os meus personagens. Se você só fica interpretando os mesmos papéis, isso acaba deixando o público entediado.”

Vale lembrar que, recentemente, o cineasta fechou contrato com a Warner Bros. para a produção e direção de projetos originais. O acordo foi firmado pouco depois da Warner também ter fechado contrato com outros grandes nomes da indústria do entretenimento – incluindo Akiva GoldsmanBaz Luhrmann.

Sob a nova parceria, o diretor e sua companhia Blinding Edge Pictures irão desenvolver projetos originais para o cineasta produzir e/ou dirigir com a supervisão da Warner Bros. Pictures e da New Line Cinema.

Amores Materialistas

(Materialists)

 

Elenco:

Dakota Johnson
Chris Evans
Pedro Pascal

 

Direção: Celine Song

Gênero: Comédia romântica

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em AMORES MATERIALISTAS, os negócios de uma casamenteira de Nova York se complicam quando ela se envolve em um triângulo amoroso com seu ex-namorado ator, que ganha a vida como garçom, e um novo pretendente ricaço.

Crítica: 

Crítica | Amores Materialistas – Celine Song apresenta um roteiro afiado, mas um romance SEM FAÍSCAS

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Celine Song também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Sophie Turner é alvo de conspiração no trailer DUBLADO de ‘O Roubo’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘O Roubo‘ (STEAL), nova série de suspense estrelada pela Sophie Turner (‘Game of Thrones’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 21 de janeiro.

Um dia de trabalho típico em uma empresa de investimentos de fundos de pensão é interrompido quando uma gangue de ladrões violentos invade o local e obriga Zara (Turner) e seu melhor amigo Luke (Archie Madekwe) a cumprir suas exigências. Mas quem roubaria bilhões de libras das aposentadorias de pessoas comuns — e por quê?

Criada por S.A. Nikias, a série conta com a direção de Sam Miller e Hettie Macdonald.

O elenco ainda conta com Jacob Fortune-Lloyd, Andrew Howard, Ellie James, Jonathan Slinger, Harry Michell, Thomas Larkin, Tara Summers e Sarah Belcher.

Scarlett Johansson fala sobre polêmica de “embranquecimento” em ‘Ghost in the Shell’

Scarlett Johanson abordou a controvérsia em torno do elenco em ‘Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘, em uma nova entrevista para a edição de março da revista Marie Claire.

“Eu certamente nunca presumiria atuar outra raça de uma pessoa. A diversidade é importante em Hollywood e eu nunca gostaria de me sentir como se estivesse interpretando um personagem que soaria ofensivo”.

“Além disso, ter uma franquia com uma protagonista feminina no comando é uma oportunidade tão rara”, ela continuou. “Certamente, sinto a enorme pressão disso – o peso de uma propriedade tão grande sobre os meus ombros”.

O filme foi criticado quando a Paramount Pictures anunciou Johansson como The Major, uma agente meio-humano, meio ciborgue, que caça criminosos para a força-tarefa de elite, Seção 9. As raízes japonesas do personagem no material de ficção científica despertaram reivindicações da adaptação do anime.

Para inflamar a questão de suposto “embranquecimento” do filme ainda mais, um relatório reivindica os produtores realizaram testes para dar aos atores feições mais asiáticas. Segundo o documento, os testes foram descartados. De acordo com a Paramount, Scarlett não foi submetida a esse procedimento.

O produtor Steven Paul mais tarde defendeu a escalação de Johansson em uma entrevista com BuzzFeed:

“Eu não acho que foi apenas uma história japonesa. ‘Ghost in the Shell’ tem uma trama muito internacional e não foi apenas focada nos japoneses; Era para envolver o mundo inteiro. É por isso que eu digo que a abordagem internacional é, eu acho, a abordagem certa para ela”.

Em imagens de bastidores lançadas para o filme, Mamoru Oshii, que dirigiu a versão original do anime, deu sua benção para a nova adaptação, além de afirmar que ‘Ghost in the Shell’ é “muito fiel à versão original”:

Scarlett Johansson no papel de Motoko, do começo ao fim, superou minhas expectativas para a personagem. Estou certo de que este será o filme mais lindo da série até agora”.

a famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

 

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

Série ‘Runaways’ conquista 82% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A nova série da Marvel desenvolvida para a Hulu, ‘Runaways’, já estreou na plataforma de streaming e conquistou a crítica especializada.

Com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção com elenco teen recebeu elogios por sua narrativa e pela autenticidade na abordagem dos quadrinhos, de uma maneira que gere identificação com a nova geração de adolescentes.

E se você não tem certeza se vale a pena ou não conferir a nova produção, trouxemos as principais avaliações para te incentivar a descobrir o que Marvel tem a oferecer em sua primeira série para o Hulu.

Confira:

“A história dos super poderes surgindo na fase de descobertas funciona muito bem, e ‘Runaways’ tem muita promessa, apesar do lento início”. – Vinnie Mancuso, New York Observer

“Ela teve o começo bem atraente, graças à narrativa confiante de Schwartz e Savage e se continuar caminhando nesse ritmo, a série pode se tornar um verdadeiro hit viciante. Sendo assim, ela é uma das séries mais promissoras da Marvel no momento”. – Liz Shannon Miller, indieWire

“O acúmulo de séries ruins baseadas em quadrinhos no último ano pode ter te feito você entrar em colapso até a semana do Dia de Ação de Graças, mas guarde espaço para ‘Runaways’”. – Joanna Robinson, Vanity Fair

“Mas essa primeira parte da temporada, pelo menos, não explora aquela oportunidade de se destacar. Como a maioria dos adolescentes, ‘Runaways’ só quer se encaixar”. – Willa Paskin, Slate

“‘Runaways’, os quadrinhos e a série, são construídos na mesma e sólida premissa: E se seus pais fossem realmente tão maus como você se convenceu que eles eram, quando era adolescente?” – Glen Weldon, NPR

“Há uma sensibilidade amarga para o conflito do vácuo na geração”. – Matt Roush, TV Insider

 

Na história de ‘The Runaways’, os personagens mais jovens descobrem que seus pais são vilões e acabam formando uma unidade familiar improvável, à medida que descobrem a si mesmos e seus próprios poderes.

 

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Samuel L. Jackson encerra suas filmagens; Confira a imagem!

O veterano Samuel L. Jackson já encerrou suas filmagens para a sequência ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Em uma publicação por meio de seu Instagram, ele revelou que está colocando o traje de Nick Fury de volta na caixa, uma clara alusão ao fim de suas filmagens.

E embora ele não tenha confirmado que o longa em questão seria ‘Homem-Aranha‘, sua geolocalização ratifica a informação. A foto fora publicada em North Woolwich, Newham, Reino Unido. O local fica a menos de uma hora de distância de carro de onde Tom Holland foi visto gravando a sequência há dois meses.

Confira:

Back in the box!! Let the games begin.#whatittakestogetyachty

Uma publicação compartilhada por Samuel L Jackson (@samuelljackson) em

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘A Black Lady Sketch Show’: Angela Bassett e Laverne Cox estrelam quadro HILÁRIO; Assista!

A HBO divulgou um novo quadro cômico do divertido programa ‘A Black Lady Sketch Show‘, que traz as atrizes Angela Bassett e Laverne Cox como as estrelas.

O sketch apresenta um grupo de apoio à mulheres negras extremamente vaidosas e mostra, com muita ironia e sarcasmo, o quão nociva a indústria da beleza pode ser.

Assista, na íntegra:

A produção conta com Issa Rae (‘Insecure‘) entre os produtores executivos e foi criada por Robin Thede, mais conhecida por seu trabalho em ‘The Rundown‘, série da emissora norte-americana BET, que possui puma programação destinada ao público negro.

O programa é descrito como “uma série narrativa que se passa em uma mágica realidade sem limites cheia de dinâmica, personagens hilários e celebridades como convidados”.

Além ser a autora do programa, Thede também estrelará o projeto, ao lado de Ashley Nicole Black, Gabrielle Dennis (‘Marvel’s Luke Cage‘) e Quinta Brunson (‘iZombie‘).

 

‘The Boys’: Curta-metragem explica o que Billy Bruto fez durante o seu sumiço; Assista!

A 2ª temporada de ‘The Boys‘ ganhou um novo curta-metragem, intitulado ‘Butcher: A Short Film‘, que explica o que Billy Bruto estava fazendo durante o seu sumiço no começo da segunda temporada.

Assista:


Confira também o teaser do próximo episódio:

 

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We’ve got a big storm coming on episode 4 of #TheBoysTV

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Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.