A MGM+ lançou recentemente um de seus projetos mais ambiciosos – a épica série ‘Robin Hood’, baseada na icônica história do “ladrão honrado”.
A produção foi lançada na plataforma de streaming neste último dia 2 de novembro, com a exibição dos dois primeiros episódios.
A série foi criada por Jonathan English, produtor executivo de ‘Librarians: The Next Chapter‘. John Glenn (‘SEAL Team’) entra como showrunner.
‘Robin Hood’ é uma adaptação moderna do conto clássico sobre o fora da lei que rouba dos ricos e dá aos pobres, e sua épica história de amor com a corajosa Marian. Na trama, após a invasão normanda da Inglaterra, Rob, filho de um guarda florestal saxão, e Marian, filha de um lorde normando, se apaixonam e decidem lutar juntos por justiça e liberdade. Enquanto Rob ascende como líder de um bando de bandidos rebeldes, Marian se infiltra no poder da corte. Juntos, eles farão de tudo para frustrar a corrupção real e trazer paz à terra.
‘Vingadores: Doomsday’ é um dos filmes mais aguardados da nova fase do Universo Cinemático Marvel, chegando aos cinemas mundiais apenas no ano que vem – e parece que o longa irá emocionar os inveterados fãs desse panteão super-heroico.
Em uma recente entrevista ao Screen Rant, o astro Simu Liu, que retorna como o herói Shang-Chi para o ambicioso projeto, comentou sobre o que o público pode esperar do longa.
“Sim, três: um sonho realizado”, disse o ator ao ser questionado a descrever o filme em três palavras. “Quero dizer, há tantos atores no elenco, e trabalhar com essas pessoas como colegas é realmente incrível, porque cresci assistindo a muitos deles.”
Ele acrescentou: “de muitas maneiras, parece uma carta de amor a todo o gênero de filmes de super-heróis. E acho que isso é muito divertido.”
Liu conclui, afirmando que ‘Vingadores: Doomsday’ é “para todos os desajustados, os esquisitos e os azarões que cresceram lendo histórias em quadrinhos e sentindo que havia esperança para eles de alguma forma – que não importava se eles não se encaixassem. Acho que sempre haverá um lugar especial no meu coração para todo esse gênero”.
Vale lembrar que ‘Doomsday’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Já a sequência ‘Guerras Secretas’ está programado para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
O Prime Video divulgou um teaser inédito da segunda temporada de ‘Maxton Hall: Um Mundo Entre Nós‘. Os primeiros episódios chegam ao catálogo em 7 de novembro.
Os novos episódios são baseados no livro “Save You”, segundo volume da trilogia best-seller escrita por Mona Kasten e publicado por LYX.
Até aqueles que voam alto também podem cair. Depois de uma noite de paixão em Oxford e com seu maior objetivo de vida ao alcance, tudo parece estar indo perfeitamente bem para Ruby (Harriet Herbig-Matten). Mas um golpe do destino na família de James (Damian Hardung) muda tudo e o próprio James, entre todas as pessoas, a faz voltar das nuvens para uma dura realidade. Ruby está arrasada. Ela nunca teve sentimentos tão fortes por alguém como tem por James – e também nunca foi tão magoada por ninguém. Ela quer sua antiga vida de volta, onde ninguém em Maxton Hall a conhecia e ela não fazia parte do mundo elitista de seus colegas de classe. Mas ela não pode esquecer James – especialmente porque ele está fazendo tudo o que pode para reconquistá-la.
Segundo o Deadline, Kyle Gallner (‘Sorria’, ‘Desconhecidos’) irá estrelar e escrever o vindouro thriller de monstros de sobrevivência ‘Man Vs.’.
Roy Lee (‘A Hora do Mal’) e Steven Schneider (‘Sobrenatural’) entram como produtores através da Spooky Pictures. Chad Villella (‘Casamento Sangrento’), Stephen Braun e Ross Putnam completam o time.
Justin Martinez (‘V/H/S/Beyond’) assume a cadeira de direção.
Na trama…
Traído e abandonado para morrer em um inverno implacável nas Montanhas Rochosas, um garimpeiro ferido da corrida do ouro (Gallner) precisa usar tudo o que estiver ao seu alcance para sobreviver aos elementos, animais selvagens e um perigo ancestral iminente, muito mais aterrorizante do que qualquer coisa que ele pudesse imaginar.
A produtora japonesa Toho utilizou suas redes sociais para divulgar o novo logo e o título oficial da aguardada sequência de ‘Godzilla Minus One’, o épico do monstro situado no Japão pós-Segunda Guerra Mundial.
O novo longa-metragem será intitulado ‘Godzilla Minus Zero’. O anúncio foi feito com um teaser que apresenta o título e o novo logo, gerando grande expectativa entre os fãs.
‘Godzilla Minus One’ foi um sucesso estrondoso, sendo aclamado pela crítica e pelo público. O filme fez história ao se tornar o primeiro da icônica franquia kaiju a conquistar um Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.
Detalhes exatos da trama de ‘Godzilla Minus Zero’ ainda não foram revelados, mas o novo filme deve manter o estilo e o tom dramático e sério que marcaram o filme original.
O título ‘Minus One’ se referia ao Japão ter voltado a um estado “menos um” (abaixo do zero) após o fim da guerra. O novo título, ‘Minus Zero’, indica que a sequência apresentara uma possível reflexão sobre a reconstrução e o trauma coletivo.
Lembrando que ‘Godzilla Minus One’ está disponível na Netflix.
O filme se passa em um Japão social e economicamente devastado após o término da Segunda Guerra Mundial, na qual o país saiu perdendo. A situação chega a um nível ainda mais crítico quando uma gigantesca e misteriosa criatura surge do mar para assolar o país, o temível kaiju. Sob esse pano de fundo, sentindo-se como se tivesse enganado a morte muitas vezes, está Kōichi Shikishima (Ryunosuke Kamiki), um piloto Kamikaze. E quando seu grupo é atacado na Ilha Odo, com muitos engenheiros de aviões de guerra mortos pelo monstro gigantesco, uma enorme culpa pesa sobre Shikishima, agora sobrevivente.
Entrando em uma missão pessoal para defender suas pessoas queridas e vingar a morte de seus companheiros, Shikishima se une a um grande grupo de veteranos de Guerra, para finalmente derrotar o monstro conhecido como Godzilla.
Manny Jacinto, ator da série ‘Star Wars: O Acólito’, recentemente comentou sobre os planos iniciais da produção que visavam conectar seu personagem, Qimir, ao universo mais amplo de ‘Star Wars’.
“Eu cheguei a ler um artigo sobre isso, e acho que a Leslye [Headland, showrunner da série] esclareceu um pouco”, disse o ator, conforme o Comic Book Movie. “Uma das possibilidades era que Qimir fosse um dos primeiros Cavaleiros de Ren, algo que poderia ter sido explorado”.
Jacinto também indicou que a segunda temporada (que não será produzida) poderia ter explorado “uma relação mais de Mestre e Padawan entre Qimir e Vernestra Rwoh”.
‘Star Wars: O Acólito’ se tornou a primeira série live-action de ‘Star Wars’ da Disney a ser oficialmente cancelada após uma única temporada. Apesar do cancelamento, Manny Jacinto deixou aberta a possibilidade de um retorno:
“Estou sempre pronto e adoraria voltar, se eles me aceitassem”, confirmou o ator. “Foi o papel de uma vida, e tenho muito orgulho do que fizemos em O Acólito e do relacionamento entre Osha e Qimir.”
O ator aproveitou para comentar sobre um ponto que ele considera ausente nas grandes franquias de hoje, incluindo ‘Star Wars’:
“Eu sinto que, em muitas das franquias atuais, está faltando romance. Falta amor, falta conexão entre os personagens. Temos as grandes cenas de luta e as histórias de origem dos heróis, mas eles quase nunca têm relações reais com outras pessoas, é algo estranho”, concluiu.
Ele destacou o relacionamento entre Qimir e Osha como um acréscimo valioso:
“E é por isso que eu amei o relacionamento entre Qimir e Osha, porque trouxemos de volta esse elemento de relacionamento dentro de um universo tão grandioso. Acho que precisamos de mais disso”, concluiu Jacinto. “Foi o que tornou os personagens e a história mais envolventes, em vez de apenas termos grandes sequências de ação, que eu também adorei”.
Criada por Leslye Headland, a trama leva os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.
Depois de viajar por diferentes festivais de cinema, incluindo o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, ‘Cyclone’ ganha nova data para chegar aos cinemas brasileiros.
Com distribuição da Bretz Films, o longa estreia em 4 de dezembro, narrando a história de uma escritora talentosa e persistente, lutando para não ser silenciada na São Paulo do início do século XX.
Na trama, Luiza Mariani (‘Todas as Canções de Amor’) é Daise, uma operária que divide seu tempo entre o trabalho em uma gráfica, onde garante seu sustento, e sua paixão pela dramaturgia. Quando ganha uma bolsa para estudar teatro em Paris, logo descobre que o maior obstáculo para realizar seus sonhos é ter nascido em um mundo onde as mulheres sequer são donas do próprio corpo.
O longa é inspirado na história de Maria de Lourdes Castro Pontes, figura apelidada como Miss Cyclone pelos Modernistas, a partir de uma perspectiva contemporânea, feminina e feminista. Diante dos poucos registros sobre a Cyclone da vida real, a roteirista Rita Pfiffer preenche as lacunas da sua trajetória e cria uma personagem original, capaz de honrar a memória da única mulher a participar de ‘O Perfeito Cozinheiro das Almas Deste Mundo’, de Oswald de Andrade, na mesma medida que reflete os dilemas das mulheres modernas.
Lembrando que o compilado de originais conta com 12 faixas, incluindo os singles“One of the Greats” e a faixa-título, e foi disponibilizado nas plataformas de streaming no último dia 31 de outubro.
Relembre a tracklist:
1. Everybody Scream
2. One of the Greats
3. Witch Dance
4. Sympathy Magic
5. Perfume and Milk
6. Buckle
7. Kraken
8. The Old Religion
9. Drink Deep
10. Music by Men
11. You Can Have It All
12. And Love
As gravações do longa-metragem já foram finalizadas em Nova Jersey, Estados Unidos.
Melissa Miller Costanzo assume a cadeira de direção e fica responsável pelo roteiro – que é adaptado do romance de estreia ‘Plain Jane’, de Barrie Levitt Knee.
Na trama…
Jane Cooper (Levy), uma mulher impulsionada por questões morais e uma playlist meticulosamente selecionada, decide completar a Maratona de Garden State enquanto lida com um casamento em ruínas, a morte iminente de sua melhor amiga e uma decisão que mudará sua vida e da qual ela não consegue fugir.
A Knee of B’s Knees, a LLC e Matt Jensen ficam responsáveis pela produção. Jax Katz assume a cadeira de produtor executivo.
Dan Morgan (Mark Wahlberg) é muitas coisas: um marido dedicado, um pai amoroso, um famoso vendedor de carros. Ele também é um ex-assassino. E quando seu passado encontra seu presente, ele é forçado a levar sua família desavisada em uma viagem de carro diferente de qualquer outra.
Segundo o Deadline, Daisy Ridley (‘Star Wars’) irá estrelar ‘Killa Bee’, cinebiografia sobre uma enfermeira da UTI que se tornou um implacável lutadora de MMA.
A trama é centrada em Bryony Tyrell, mãe de dois filhos, com mestrado em enfermagem e formação em biologia molecular, que trabalhava na UTI durante o dia, enfrentando os desafios do sistema público de saúde britânico (NHS), e à noite se transformava em uma das principais promessas do MMA no Reino Unido.
Bryony começou a praticar kickboxing na universidade e conquistou a faixa preta antes de se dedicar às artes marciais mistas. Ela começou a competir como amadora antes de chegar ao profissionalismo e conquistou vários cinturões.
Em uma declaração oficial, Ridley disse:
“A história de Bryony é de extraordinárias coragem e resiliência. Fiquei profundamente comovida com sua jornada emocionante e inspiradora. Mal posso esperar para levar seu espírito para as telas”.
O filme traz Kenton Oxley na cadeira de direção, enquanto Ruth Sewell assina o roteiro. Lucinda Thakrar e Mark Vennis entram como produtores e Michael Foster assume o posto de produtor executivo.
‘I Love LA’, nova série de comédia criada e protagonizada por Rachel Sennott, chegou à plataforma da HBO Max no último dia 2 de novembro – e, agora, a plataforma de streaming divulgou o trailer dos próximos episódios da atração.
A temporada de estreia conta com oito episódios, exibidos em caráter semanal até o dia 21 de dezembro.
A trama é centrada em um grupo de amigos ambiciosos que navegam pelas atribulações da vida e do amor em Los Angeles.
Glen Powell, astro em ascensão de filmes como ‘Todos Menos Você’ e ‘Top Gun: Maverick’, falou recentemente sobre a possibilidade de estrelar um filme de super-heróis. Apesar de ser um dos atores mais requisitados da atualidade, Powell revelou não ter interesse em integrar o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) ou o DCU (Universo DC).
Segundo o ComicBookMovie, Powell comparou a dinâmica de um de seus personagens a um super-herói, mas ressaltou sua preferência por narrativas mais pé no chão.
“Michael Waldron e eu criamos Chad Powers, e sempre o concebemos como uma história de super-herói”, disse o ator. “Existe muito daquela dinâmica Batman/Bruce Wayne aí. Há a versão super de você, e há a versão que você pode esconder do mundo”.
Powell confessou amar a essência das histórias de heróis, mas justificou por que as super-histórias de hoje não o atraem da mesma forma: “Então, eu amo a dualidade das histórias de super-heróis. Amo a ideia de identidades secretas. Amo tudo isso, mas não posso dizer que há um super-herói específico que eu esteja perseguindo. Veja, o que eu sempre gostei nas histórias de super-heróis é que elas são sobre os primeiros dias de algo, a construção de algo”.
“Eu não me sinto, como pessoa, um super-herói. Quando alguém se torna ‘super’, eu meio que deixo de sentir, não sei, a mesma conexão emocional”, concluiu.
O ator justificou seu foco atual em projetos como o reboot de ‘O Sobrevivente’ (The Running Man), que ele descreve como a antítese do gênero de super-heróis:
“Estou me divertindo. Veja, o que eu realmente amo em Running Man, mais do que qualquer outra coisa, é que é sobre um cara comum enfrentando probabilidades extraordinárias, sabe? Acho que essas histórias de azarões foram os filmes que me fizeram entrar nesse ramo”, afirmou.
Embora respeite o trabalho da Marvel e da DC, Powell valoriza os filmes em que o público pode se enxergar no protagonista:
“As histórias que me inspiram, as que eu sempre quis fazer parte, são aqueles filmes que você via nos anos 1980, início dos 1990 e 2000, filmes que realmente são O Homem contra o Sistema, essas histórias de Davi e Golias onde ninguém é super”, ressaltou.
“Pra mim, é uma sensação diferente sair do cinema pensando: ‘Ah, esse cara poderia ser eu’. Se você reunir força suficiente, energia suficiente… ‘Isso poderia ser eu’. Então acho que essa é a diferença. Simplesmente não sinto que as histórias de super-heróis se apliquem a mim da mesma forma que uma história de azarão”, concluiu.
A trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.
A direção fica a cargo de Edgar Wright(‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.
Após o sucesso estrondoso de ‘Guerreiras de K-Pop’ (K-Pop: Demon Hunters), a rapper coreano-americana Rei Ami, que empresta seu talento musical à personagem Zoey, revelou que está ansiosa e aguardando um sinal verde para uma possível sequência do filme animado.
Conforme o Deadline, Rei Ami expressou seu entusiasmo: “Estou esperando a ligação, assim como vocês! Vocês vão descobrir quando eu descobrir, então a gente conversa depois”.
A artista comentou sobre a impressionante popularidade do projeto, que acompanha um poderoso girl group de K-pop que precisa derrotar uma boy band de demônios determinada a dominar o mundo.
Ela se mostrou chocada e feliz ao ver o filme virar fantasia infantil de Halloween: “Está em todos os lugares, não consigo escapar disso, meu Deus… E não estou reclamando, por favor! Quero ver mais”.
Rei Ami ainda não conseguiu assimilar o tamanho do sucesso do filme, que quebrou recordes para a plataforma de streaming, tornando-se o filme mais popular já lançado pela Netflix. A trilha sonora original também alcançou marcas históricas, igualando resultados de artistas como Miley Cyrus e Harry Styles.
“Isso é um fenômeno cultural. Os recordes, as manchetes, é algo absolutamente sem precedentes. Estou tão honrada e impressionada, e acho que estou genuinamente comovida pelo poder da música e da boa arte”, refletiu. “Foi exatamente isso que este filme e esta trilha fizeram: trouxeram esperança e luz a um mundo tão sombrio e triste. Sinto-me absolutamente honrada e privilegiada por fazer parte disso”.
Casey Cott, ex-astro da série ‘Riverdale’, foi escalado para o papel principal no filme independente ‘Games We Play’. O longa marca a estreia na direção de longas-metragens de Rachael Dahl.
Segundo o Deadline, Cott atuará ao lado da roteirista e atriz Margot Pitts, que também faz sua estreia em um longa. As filmagens estão em andamento em Long Island e têm previsão de serem concluídas em meados de novembro.
‘Games We Play’ é descrito como um thriller que mergulha no terror psicológico durante um fim de semana de viagem que se transforma em um pesadelo.
“O filme acompanha Imogen (Margot Pitts) que, junto de seu namorado Jack (Casey Cott) e seus dois melhores amigos de infância, Gage e Freddie (Dylan McTee e Adam Faison), embarca em uma viagem de fim de semana. Lá, ela é forçada a participar de um torneio de jogos de alto risco, o que a leva a questionar sua sanidade e sua própria segurança”, diz a sinopse.
O roteiro foi coescrito por Molly Scharlin Ben-Hamoo em parceria com a protagonista Margot Pitts.
Além de Cott e Pitts, o elenco também conta com Dylan McTee (‘Wrong Turn’) e Adam Faison (‘Hellraiser’).
O texto a seguir discorre sobre os dois primeiros episódios.
Desde seu lançamento há alguns anos, a Apple TV mostrou ter potencial imensurável para produções de ótimas qualidade – e, semana a semana, continua a nos encantar com histórias originais e envolventes que nos fisgam logo nos primeiros segundos. Dramas como ‘The Morning Show’, comédias como ‘O Estúdio’ e suspenses como ‘Slow Horses’ são alguns dos títulos que compõe seu exímio catálogo; agora, chegou o momento da plataforma de streaming reiterar seu status com o recente lançamento da minissérie ‘Mistério em Cemetery Road’, estrelada por ninguém menos que Emma Thompson e Ruth Wilson.
A trama é centrada em Sarah Trafford (Wilson), uma conservacionista que trabalha para um museu de artes da pequena cidade de Oxford. Certa noite, voltando do trabalho, ela cruza caminho com uma pequena garota que salva uma borboleta de ser atropelada por sua bicicleta. Encantada com o momento único, ela chega em casa, onde seu marido, Mark (Tom Riley), a espera para um jantar com um intragável cliente chamado Gerard (Tom Goodman-Hill) e com um casal de amigos boêmios, Wigwam (Sinead Matthews) e Rufus (Ken Nwosu). Em meio a discussões acaloradas sobre privilégios e consciência de classe, uma explosão irrompe ao fundo e interrompe o jantar.
Sarah descobre que uma casa local explodiu após um vazamento de gás, culminando na morte de toda a família – exceto a jovem garotinha caçando borboletas que conhecera horas antes, que é levada para a UTI. Resolvendo visitá-la no hospital, Sarah descobre que ela foi apagada de qualquer veículo midiático, enquanto o caso foi sinalizado como sigiloso pelos oficiais envolvidos na investigação, levando suspeitas. Ela, então, decide contratar o casal de investigadores particulares formado por Zoë Boehm (Thompson) e Joe Silverman (Adam Godley) para descobrir o que está acontecendo – revelando uma rede mortal de segredos e perigos que coloca todos na mira de um inimigo implacável.
Baseado no romance homônimo de Mick Herron, o projeto encabeçado por Morwenna Banks revela seu apreço por tramas instigantes e calcadas em mistérios cabulosos (afinal, ela é uma das roteiristas da já mencionada série ‘Slow Horses’, estrelada por Gary Oldman). Apoiando-se em território familiar, Banks parece nos engolfar em um espaço e um tempo fora da realidade, restrito ao barril de pólvora que se acendeu nas íngremes e estreitas ruas de Oxford e que está prestes a explodir a qualquer momento. Sarah, Zoë e Joe se veem arrastados para uma conspiração governamental que os arremessa a um complexo mistério – e que culmina no assassinato de Joe pelas mãos de Rufus, que escondia quem realmente era atrás de uma máscara de bondade e apoio.
Se os dois primeiros capítulos dão o tom da série, com certeza não medem esforços para isso, apostando fichas em cenas frenéticas e uma tensa atmosfera que se apodera da trama. Banks trabalha lado a lado com a diretora Natalie Bailey, que garante um certo isolamento por parte de Sarah conforme ela parece reencontrar um propósito outrora perdido com o desaparecimento da garotinha, aproximando-a pouco a pouco de Zoë (que lida com seus próprios problemas e com assuntos não resolvidos que resolveu trancar a sete chaves). Pouco a pouco, a altivez das cenas dramáticas dá espaço a uma sombria batalha pela sobrevivência que transforma cada sequência em um labiríntico e inescapável círculo de fogo.
As incursões técnicas são muito bem estruturadas e constantemente reafirmam um prospecto derradeiro e ineludível – seja pela paleta de cores sombria, seja pela solidão em que Sarah e Zoë se encontram, convergindo para um ponto em comum quando a conspiração toma níveis avassaladores que colocam em xeque sua própria integridade. E é claro que nada disso seria possível sem a presença formidável e explosiva de duas grandes atrizes da indústria do entretenimento: Thompson, conhecida por sua inegável versatilidade performática, domina as telas com garras de ferro, navegando pela complexidade de sua personagem; Wilson, por sua vez, nos encanta ao afastar-se por completo da persona vilanesca que viveu em ‘Fronteiras do Universo’ e encontrando-se em uma espécie de jornada do herói sem precedentes.
Os dois primeiros episódios de ‘Mistério em Cemetery Road’ trazem inúmeras referências do gênero que explora, mas faz isso sem arquitetar uma mera emulação – e sim buscando picos de originalidade que são esquadrinhadas minuto a minuto. Guiada pela força de um elenco estelar e de uma preciosidade cênica muito bem-vinda, a série reitera a incrível qualidade de uma das melhores plataformas de streaming da atualidade.
O filme ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra‘, baseado no livro clássico de Stephen King, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 20 milhões.
Nos EUA, o longa soma US$ 35.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 19.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 54.4 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$6.1M), Rússia (US$4M), França (US$2.9M), Alemanha (US$1.9M) e México (US$1.2M).
Além de ter recebido uma nota B do público no CinemaScore, o filme conquistou 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Para termos de comparação, essa é a maior média de aprovação para uma adaptação cinematográfica de Stephen King desde ‘Um Sonho de Liberdade‘, de 1994.
A Netflix divulgou um vídeo inédito com os treze primeiros minutos da 2ª temporada de ‘Round 6: O Desafio‘ (Squid Game: The Challenge), reality show competitivo inspirado na popular série ‘Round 6‘ (Squid Game).
O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 4 de novembro.
O programa recruta 456 jogadores para competirem por US$4.56 milhões ao participarem de jogos inspirados na série original – além de alguns novos –, com o objetivo de evitar a eliminação.
Felizmente, os perdedores não serão assassinados. Neste jogo, o pior destino será voltar para a casa de mãos vazias.
Em entrevista ao ComicBookMovie, Tom Hanks revelou sua opinião sobre os filmes de super-heróis, falando sobre os universos da DC e da Marvel nas telonas.
Ao ser questionado sobre os longas do gênero, Hanks elaborou o que pensa e sugeriu que esses filmes agora precisam explorar ideias diferentes.
“Acho que houve um período de tempo, e eu me senti assim também, em que víamos esses filmes fantásticos, seja da DC ou do MCU, para ver essas versões melhores de nós mesmos. ‘Deus, às vezes sinto que sou um X-Men. Estou tão confuso quanto o Homem-Aranha. Estou tão irritado quanto o Batman e amo meu país tanto quanto o Capitão América. Eu gostaria de emular todos esses caras.’ Acho que já percorremos esse caminho e tivemos provavelmente 20 anos, 15 anos para explorar esse tipo de coisa e agora acho que estamos em um lugar evolutivo de: ‘E a história é o quê? E o tema é o quê? E o objetivo deste filme é o quê?'”, disseTom Hanks.
Em sua carreira, Tom Hanks nunca atuou em uma produção baseada em HQs de ambas as editoras, seja como herói ou como vilão.
Na entrevista, o astro foi questionado se teve conversas com Kevin Feige (Marvel) ou James Gunn (DC) para discutir possíveis papéis nesses universos.
“Não. Não, acho que é porque… eu não estou no foco deles. Não sou contra, eu acho, mas ao mesmo tempo… vou te dizer isso agora, meu prato de opções está bem cheio. Tenho muitas coisas com as quais estou sonhando e tentando fazer acontecer”, falou Hanks.
A Apple TV+ está seguindo adiante com a sequência do aclamado drama de guerra ‘Greyhound – Na Mira do Inimigo‘ e segundo o site Deadline, as filmagens da produção já possuem data de início e serão iniciadas em janeiro de 2026 em Sydney, Austrália.
Além de reprisar seu papel como capitão Krause, o astro Tom Hanks também assina o roteiro da continuação. O diretor Aaron Schneider retorna, assim como o produtor Gary Goetzman.
O próximo capítulo da saga ‘Greyhound‘ acompanhará Krause e sua tripulação indo das praias da Normandia até o oceano no Pacífico, enquanto ajudam a mudar o rumo da guerra.
Segundo o portal, a Apple TV+ já está negociando o retorno do elenco principal do primeiro filme. Isso inclui o astro Stepen Graham, que arrebatou o primeiro trimestre de 2025 com a aclamada série ‘Adolescência‘.
Os acordos ainda não foram oficializados, mas as expectativas são altas de que os personagens principais retornem.
‘Greyhound – Na Mira do Inimigo‘ está disponível na Apple TV+.
Após ter sido desbancada por ‘Chainsaw Man – O Filme: O Arco da Reze‘, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) finalmente conseguiu alcançar o topo das bilheterias dos EUA.
O longa baseado no romance homônimo de Colleen Hoover arrecadou US$ 8.1 milhões em seu segundo final de semana no país, sofrendo uma queda de apenas -41% em comparação ao final de semana anterior.
Ao total, todos os filmes em cartaz arrecadaram apenas US$ 49 milhões no território norte-americano, o que representa o pior final de semana de 2025. Além disso, este ano registrou o pior desempenho em quase três décadas para o mês de outubro nas bilheterias domésticas.
Com uma arrecadação conjunta de US$ 425 milhões, o valor só fica acima do montante alcançado em outubro de 1997 (US$385M).
Nos EUA, ‘Se Não Fosse Você‘ soma US$ 27.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 22.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 50 milhões.
Para termos de comparação, o resultado representa quase metade do orçamento da adaptação – que girou em torno de US$ 30 milhões.
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara.