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Tom Ellis, de ‘Lúcifer’, revela ter feito testes para estrelar ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’

Antes de Pedro Pascal ser oficializado como Reed Richards/Sr. Fantástico em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, uma gama de atores estava na disputa para encarnar o herói – incluindo Tom Ellis, astro da série ‘Lúcifer’.

Em uma entrevista ao Square Mile, ele conta:

“Houve um grupo seleto de pessoas que foram convidadas para fazer teste para Reed Richards. Eu estava esperando a hora certa, em termos de timing e personagem, para aparecer. E me lembro de olhar para a foto de Richards nos quadrinhos e pensar: ‘essa pode ser a escolhida’. Somos bem parecidos.”

Ellis, então, enviou o material de audição, apenas para descobrir que Pascal já havia sido escalado para interpretar o herói. “Para ser justo, ele não está muito presente”, ele brincou. “Mas ele é ótimo. Ele é ótimo. Estou ansioso para ver. O trailer parece bem divertido”.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ultrapassa MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais

O filme, que arrecadou mais de meio bilhão nas bilheteiras, foi elogiado pela crítica e pelo público ao apresentar uma nova versão da Primeira Família da Marvel.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Artes inéditas revelam cena DESCARTADA envolvendo Sue Storm e o Toupeira

Crítica | ‘Os Pestes’ é uma fraca e esquecível adaptação do romance infantil de Roald Dahl

Roald Dahl é um dos romancistas mais populares de todos os tempos e um dos emblemas da literatura infantil de língua inglesa. Seus divertidos romances já foram traduzidos para inúmeras línguas e ganharam incontáveis adaptações para o cinema e para a televisão – como ‘Convenção das Bruxas’, ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ e ‘Matilda’, cada qual tornando-se um clássico com o passar dos anos e apresentando narrativas destinadas não apenas aos pequenos, mas a todos que aceitassem essa aventura. Agora, mais um de seus livros foi selecionado para um tratamento fílmico: Os Pestes.

Estreando no catálogo da Netflix neste último dia 17 de outubro, a trama nos apresenta ao Sr. e à Sra. Peste (cujas vozes são emprestadas de Johnny Vegas e Margo Martindale). O casal está junto há mais de quarenta miseráveis anos, tornando a vida um do outro um inferno a cada dia, pregando peças um tanto quanto perigosas, encontrando alegria no prospecto de abrir um parque de diversões chamado Pestelândia. Entretanto, as coisas não saem como o planejado e, no dia da grande abertura, o parque é interditado e condenado permanentemente por incontáveis violações sanitárias e de segurança.

Jurando vingança contra as autoridades e contra os habitantes da fictícia cidade de Triperot, os Pestes roubam um caminhão carregado com carne de cachorro-quente líquida, contaminando a reserva de água e causando uma explosão gigantesca que causa uma inundação e um caos descontrolado. E essa vingança afeta a vida das jovens crianças que moram no orfanato da cidade, incluindo Bento (Ryan Lopez), um menino cujo sonho é ser adotado por uma família. Prestes a finalmente realizar seu desejo, seus futuros pai e mãe mudam de ideia com medo de que ele esteja contaminado. Não demora muito até que sua melhor amiga, Bissa (Maitreyi Ramakrishnan), resolve enfrentar os Pestes e fazê-los pagar pelo que fizeram, tentando arrancar uma confissão para mostrar às autoridades.

O problema é que, após um glorioso momento em que o casal vai preso, a fiança dos criminosos é paga por um grupo da cidade que quer que eles abram o parque, tornando Triperot um ponto turístico novamente e trazendo alegria de volta aos habitantes. E, em meio a tantas coisas acontecendo e a tantas subtramas que se abrem ao longo de pouco mais de 100 minutos, o novo projeto original da gigante do streaming falha em nos conquistar ao querer dar um passo maior que a perna e se esquecendo de trazer alguma centelha de originalidade a um enredo que já foi levado várias vezes ao cenário audiovisual.

A animação é dirigida por Phil Johnston, que não é nenhum novato ao gênero: afinal, ele é responsável por coassinar o roteiro de ótimos títulos como ‘Detona Ralph’ e ‘WiFi Ralph: Quebrando a Internet’, mostrando que tem um tato inegável para trazer divertidas e inspiradoras narrativas às telonas. Responsável tanto pela direção quanto pela história, Johnston parece sem inspiração para trazer o conto de Dahl à vida, movendo-se por arcos tão previsíveis quanto a premissa e transformando cada um dos personagens em arquétipos cansativos que denotam uma profunda divisão entre o bem e o mal. Em outras palavras, o realizador, que é acompanhado de Meg Favreau na adaptação, cria maniqueísmos vencidos que não nos encantam como poderiam.

Para além das tramas envolvendo o Sr. e a Sra. Peste e os órfãos Bento e Bissa, outras explorações se ramificam, incluindo uma família de macacos que está presa nas facilidades do parque para servir de combustível às atrações, e uma breve backstory de Triperot que envolve um lago que há bastante tempo secou. O longa não conta com qualquer linha de raciocínio sólida para explicar as mensagens que tenta passar até o terceiro ato, onde diálogos repetitivos sobre bonança, respeito e solidariedade são materializados em uma conclusão tão barata que chega a ser risível.

Se a narrativa não nos emociona em qualquer âmbito que seja, deixando-nos com um gosto de frustração na boca à medida que se desenrola, ao menos a preocupação estética é notável. Tanto a sombria e inóspita fotografia de Todd Jansen quanto os efeitos supervisionados pela Jellyfish Pictures funcionam como deveriam, nos transportando a um cenário de guerra quase pós-apocalíptico que é envolto pela ambição desmedida e pelo individualismo irrefreável. E, compondo essa breve seleção de acertos, o trabalho do elenco é polido o bastante para trazer comicidade e drama nos níveis certos a um bagunçado roteiro.

Os Pestes tinha tudo para se sagrar uma das melhores animações do ano, mas não sabe explorar o próprio potencial e prefere se inclinar para fórmulas batidas do gênero, pincelando uma história descompensada com discussões rasas demais para serem levadas a sério e uma preocupação maior com o estilo do que com o conteúdo.

‘Star Wars’: Laurence Fishburne, astro de ‘Matrix’, fala sobre possibilidade de integrar épica saga

O astro Laurence Fishburne, conhecido por seu papel icônico em ‘Matrix’, falou recentemente sobre a possibilidade de integrar a lendária franquia Star Wars’.

Segundo o site Deadline, durante um painel na NYCC (New York Comic Con), o ator foi questionado sobre participar de uma “galáxia muito distante” e rapidamente afirmou: “Não, estou de boa”.

Ele complementou, explicando seu atual relacionamento com a saga: “Estou assistindo tudo. Estou vendo tudo de Star Wars, estou no meio de Rebels agora, cara. Estou tranquilo no sofá com Star Wars. Não preciso de um sabre de luz. Não preciso, pew pew!, não preciso disso”.

‘Star Wars’: Mark Hamill volta a comentar possibilidade de reprisar papel como Luke Skywalker

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Ethan Hawke está disposto a retornar para ‘O Telefone Preto 3’: “Gostaria de ir ao INFERNO com o Sequestrador”

A aguardada sequência ‘O Telefone Preto 2‘ (The Black Phone 2) já chegou aos cinemas de todo o mundo, expandindo a mitologia criada por Scott Derrickson e trazendo Mason Thames, Madeleine McGraw e Ethan Hawke de volta para mais uma ótima história de terror e suspense.

E, apesar de ter estreado nos últimos dias, Hawke já se pronunciou sobre um possível terceiro capítulo da saga de terror, dizendo que já tem até algumas ideias do que fazer com seu personagem, o mortal Sequestrador.

“[O] gênero [do terror] é um ótimo lugar para se explorar, e cada gênero é uma espécie de continuação, de certa forma, porque você constrói a partir de expectativas preexistentes. Eu gostaria de ir para o inferno com o Sequestrador. É isso que eu gostaria de fazer”, ele conta à EW.Gostaria de conhecê-lo. Esse seria o meu sonho para o terceiro filme, que fosse uma narrativa sobre o personagem que o fez existir, quem ele é agora e como ele está assombrando os sonhos de outras pessoas”.

Anteriormente, em conversa ao Bloody Disgusting, Derrickson revelou que a sequência é inspirada no clássico da literatura ‘A Divina Comédia’, assinada por Dante Alighieri, e que narra as aventuras do próprio autor pelo Inferno, pelo Purgatório e pelo Paraíso.

“Toda a ideia do Inferno ser um lugar frio vem de Dante, dos antigos estudantes de filosofia da literatura e do meu amor por ‘Inferno’. Eu simplesmente acho que a ideia do Sequestrador ser o pior dos piores e vir do nono círculo do Inferno, onde as pessoas estão congeladas, é convincente. Citamos ‘Inferno’ mais adiante com: ‘Abandone toda a esperança. Você entra aqui’. Tudo isso faz parte da tapeçaria do frio neste filme”.

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

Crítica | Scott Derrickson constrói um épico invernal slasher com o ótimo ‘O Telefone Preto 2’

Em 2021, Mason Thames e Ethan Hawke protagonizaram um dos terrores mais elogiados do ano – ‘O Telefone Preto’. Baseado no conto de mesmo nome de Joe Hill, o longa-metragem no apresentou a Finney Blake, um jovem menino que é raptado pelo serial killer conhecido como O Sequestrador. Preso no porão da casa do psicopata, Finney começa a receber ligações de um antigo telefone preto preso à parede, conversando com os espíritos das outras vítimas do assassino que ainda estão presas. Conseguindo arquitetar um plano que garante não apenas sua sobrevivência, mas a morte de seu algoz, Finney torna-se um herói local ao colocar um fim no reino de caos e morte do Sequestrador.

Quatro anos depois do sucesso crítico e comercial do filme, o diretor e roteirista Scott Derrickson anunciou uma aguardada sequência que chegou aos cinemas nacionais recentemente. Expandindo a mitologia criada pelo capítulo anterior e investindo mais esforços em incursões sobrenaturais, O Telefone Preto 2 encontra sucesso em não apenas remodelar a fórmula, como também em esquadrinhar a complexidade de seus personagens principais e coadjuvantes para garantir total atenção do público. Mergulhando em uma atmosfera quase sinestésica, Derrickon constrói uma sequência que vale a pena ser conferida e que nos envolve do começo ao fim.

A trama se passa em 1982, quase meia década depois da morte do Sequestrador (Hawke). Finney (Thames), lidando com um temperamento explosivo e com impulsos de raiva que o isolam de qualquer amizade, percebe que a irmã mais nova, Gwen (Madeleine McGraw), voltou a ter pesadelos constantes com estranhas mortes que aconteceram em meados dos anos 1950 no Acampamento Alpine Lake – o mesmo lugar que sua mãe trabalhou como monitora muitos anos atrás. Certa de que as visões e os sonhos têm relação com o Sequestrador, ela convence Finney e Ernesto (Miguel Mora), irmão de uma das vítimas do homicida, Robin, a viajar até o acampamento cristão para que possam investigar o que está acontecendo.

Não ajuda muito que, em alguns dos seus sonhos, Gwen conversa com uma versão mais jovem da própria mãe, indicando que o psicopata nutre de laços com a família há mais tempo do que imaginavam. E o fato de um telefone preto idêntico ao do porão do serial killer estar logo do lado de fora do acampamento não melhora o prospecto das coisas – logo revelando que o Sequestrador não apenas está de volta em uma forma espectral e vingativa, como foi responsável pelo brutal assassinato de três garotos em Alpine Lake (todos buscando alguém que possa encontrar seus corpos e livrá-los do sofrimento em um eterno purgatório).

O capítulo predecessor trouxe uma dosagem bem equilibrada entre terror e suspense, prestando homenagens a projetos similares e focados em cárceres privados e a iminência da tortura e da morte, e navegando por jogos psicológicos que causaram marcas profundas em Finney. Aqui, Derrickson, unindo-se ao corroteirista C. Robert Cargill, promove uma mudança de escopo ao abrir as portas para um cenário grandioso, mas igualmente solitário e opressivo. O cineasta nos leva à inospitabilidade de uma armadilha a céu aberto, um cemitério que ainda sangra com uma trágica história e cujas terras foram maculadas pelo pior lado do ser humano – e que ganha força com a arbitrária e elusiva fotografia de Pär M. Ekberg.

Enquanto Finney se vê novamente numa corrida contra o tempo e numa desesperada tentativa de salvar a irmã do ataque do Sequestrador, Gwen torna-se protagonista de seu próprio pesadelo ao ser arremessada em uma mistura de ‘True Detective: Terra Noturna’ e ‘A Hora do Pesadelo’, emergindo como uma reformulação das icônicas final girls que é atormentada a ponto de se render à insanidade. E, à medida que o enredo trilha seu caminho para um apoteótico clímax, Thames e McGraw se entregam a ótimas performances que auxiliam na expansão desse sangrento microcosmos – e é claro que o retorno de Hawke como o mortal vilão é preciso em cada uma das cenas em que aparece, transformando o astro em um demoníaco antagonista que não será impedido novamente de conseguir o que quer.

Ainda que os pontuais deslizes não tenham presença marcante para nos privar de uma aprazível experiência cinematográfica, o longa por vezes se vale de previsibilidades convencionais e um demasiado apreço por jumpscares – encontrando sucesso maior quando foca no suspense em vez do terror, como vemos em incríveis sequências envolvendo os espíritos das crianças mortas. Todavia, o resultado e O Telefone Preto 2 é mais positivo do que poderíamos esperar e justifica sua existência ao se equiparar à qualidade do capítulo inicial.

Diretor de ‘O Telefone Preto 2’ revela que CLÁSSICO da literatura inspirou a sequência

A aguardada sequência ‘O Telefone Preto 2‘ (The Black Phone 2) já chegou aos cinemas de todo o mundo, expandindo a mitologia criada por Scott Derrickson e trazendo Mason Thames, Madeleine McGraw e Ethan Hawke de volta para mais uma ótima história de terror e suspense.

Em uma recente entrevista ao Bloody Disgusting, Derrickson e o corroteirista C. Robert Cargill revelaram como a ideia para uma continuação surgiu, dizendo que tudo foi fruto de uma conversa com Joe Hill, autor do conto original.

“Ele apenas disse: ‘um telefone toca, Finney atende, e é o Sequestrador ligando do inferno’”, disse Cargill.

“O ponto de partida para mim foi: onde vamos ambientar isso?”, afirmou Derrickson. “Eu estava orgulhoso de como o primeiro filme realmente recriou minha experiência em North Denver, neste bairro da classe trabalhadora em 1978. Então, surgiu a ideia de fazer um filme de acampamento, ambientando-o em um acampamento, mas não em um acampamento de verão, um de inverno, para onde eu ia quando era adolescente. E a violência fria daquele tipo de ambiente, as Montanhas Rochosas no inverno à noite, onde a temperatura chega a 15, 21 graus abaixo de zero, o fator de sensação térmica e as memórias que tenho daquela experiência no acampamento, tudo isso se tornou muito interessante para mim, porque eu sentia como se nunca tivesse visto aquilo. Já vimos muito terror em acampamentos de verão. Acampamento de inverno ambientado em 1982? Interessante.”

O cineasta continua, revelando que um clássico da literatura italiana e mundial inspirou a história da sequência: o poema épico ‘A Divina Comédia’, de Dante Alighieri, que narra as aventuras do próprio autor pelo Inferno, pelo Purgatório e pelo Paraíso.

“Toda a ideia do Inferno ser um lugar frio vem de Dante, dos antigos estudantes de filosofia da literatura e do meu amor por ‘Inferno’. Eu simplesmente acho que a ideia do Sequestrador ser o pior dos piores e vir do nono círculo do Inferno, onde as pessoas estão congeladas, é convincente. Citamos ‘Inferno’ mais adiante com: ‘Abandone toda a esperança. Você entra aqui’. Tudo isso faz parte da tapeçaria do frio neste filme”.

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

“Ser naturalista é inibitório”: Charlie Kaufman e Eva H.D. falam sobre o curta ‘Como Fotografar um Fantasma’, exibido na Mostra de São Paulo [EXCLUSIVO]

A 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo está a todo vapor, trazendo uma seleção incrível de longas, curtas e animações para o público. O evento não apenas realizou uma curadoria impressionante de títulos, como trouxe convidados ilustres para conversas marcantes com os espectadores – incluindo o vencedor do Oscar Charlie Kaufman.

Conhecido por explorações sobre a mente humana e sobre a vida e a morte, além de um apreço significativo pela estética surrealista, Kaufman ganhou destaque inegável com uma gama de títulos que, até hoje, são abraçados pelos fãs, incluindo ‘Quero Ser John Malkovich’, ‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’ e ‘Anomalisa’. Este ano, ele retornou com o curta-metragem Como Fotografar um Fantasma, que foi exibido no Festival de Veneza e chega à capital paulista para encantar sua legião de seguidores.

O projeto marca mais uma colaboração com a roteirista Eva H.D., com quem já trabalhou no curta ‘Jackals & Fireflies’, e acompanha dois fantasmas na cidade de Atenas que navegam pela árdua história da icônica cidade – desde suas antigas glórias até a brutal ditadura dos anos 1970, enquanto discorrem sobre ressentimentos, assuntos inacabados e a impossibilidade de seguir em frente mesmo quando o fim é inevitável e imutável.

Em uma entrevista exclusive, tive a oportunidade de conversar com a dupla, que comentou sobre como o filme ganhou vida. “Eu estava em Atenas, em um coletivo de artes queer chamado LALA”, Eva explicou. “E dois dos meus amigos… Bem, vários amigos meus estava lá. Eles me convidaram para uma residência, onde você se hospedava em um apartamento que eles tinham e que usavam para seus projetos insanos. Então, eu queria escrever um roteiro sobre Atenas”.

“E então, eu disse: ‘ei, Charlie, quer fazer isso?’. E ele disse que sim. E aqui estamos”.

A colaboração entre Kaufman e H.D., na verdade, data de antes de ‘Jackals & Fireflies’, visto que um dos contos da autora foi escolhido para compor o roteiro do thriller psicológico surrealista ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’. Como é de costume em sua filmografia, Kaufman retomou seu trabalho em explorar a complexidade do ser humano como ele. “Acho que explore a vulnerabilidade [das pessoas] porque eu me sinto vulnerável. Não sei o que mais dizer. Digo, é uma questão multifacetada”.

Crítica | Charlie Kaufman explora a efemeridade da vida e a permanência da memória com o curta ‘Como Fotografar um Fantasma’ [Mostra SP]

“Estou tentando encontrar uma resposta para a morte em meu trabalho? É algo que você vê [no projeto]?”, ele me questiona, transformando a entrevista em um glorioso bate-papo. Respondo ao cineasta que o curta não necessariamente procura uma resposta, mas algo que nos motiva a viver, em virtude da inevitabilidade da morte – algo que é rearranjado para o filme. “A morte deles e sua condição de fantasmas são uma espécie de evolução da vida. É o que acho que talvez nos permita olhar para o que eles tinham ou não enquanto estavam vivos. Certamente há uma mudança nesse relacionamento”, ele afirma.

“Você explora muito a ansiedade”, Eva acrescenta, dirigindo-se ao diretor. “Algo que [os fantasmas] não conseguem sentir porque você não consegue ficar ansioso. Eles estão preocupados, estão tristes, têm problemas não resolvidos. Mas você não consegue ter ansiedade funcionalmente em um mundo no qual você não tem autonomia. Literalmente, nenhuma autonomia porque você está morto. Seu medo da morte já se dissipou, eu presumo, a essa altura. Então talvez seja uma mudança… Talvez, sim”.

Aproveito o momento para comentar que, ao assistir à obra, percebo que os fantasmas possuem uma certa agência, por assim dizer, não por si próprios, mas como frutos do mundo em que viveram e dos assuntos pendentes que levaram para o pós-vida, algo que explica os ressentimentos dos quais falam. “Isso é muito verdade”, eles comentam.

O curta marca mais uma parceria entre Kaufman, H.D. e Jessie Buckley. A aclamada atriz estrela ‘Estou Pensando…’ e foi a primeira escolha da dupla para coprotagonizar Como Fotografar um Fantasma ao lado de Josef Akiki.

“Sim”, Kaufman respondeu quando lhe fiz essa pergunta. “Porque ela é uma atriz incrível. Ela é incrível. E uma pessoa incrível”. H.D. também rasgou elogios para Buckley ao dizer que “é muito divertido fazer um projeto artístico com ela. Ela está aberta a experimentar as coisas”.

Os projetos de Charlie e de Eva têm uma clara inspiração pelas incursões surrealistas, construindo narrativas que fogem da realidade como a conhecemos e a remodelam como um reflexo pulsante e onírico que se mostra presente desde a montagem à estética de direção.

Entretanto, a roteirista prefere encarar essas tendências como “hiper-realistas”.

“Acho que às vezes o que as pessoas percebem como surrealismo, eu percebo como hiper-realismo”, ela explica. “Porque às vezes, quando você descreve o que realmente está lá, as pessoas dizem: ‘nossa, é surreal’. [Mas] essas cores são as cores do mundo. Esse comportamento é o comportamento do mundo. Às vezes, a verdade literal parece ser a mais surreal de todas”.

Ela completa: “você acrescenta alguns fantasmas, eles provavelmente são a coisa menos estranha em tudo. Entende o que quero dizer? Então, sim, acho que há um jogo interessante entre reconhecer o que é real e se refugiar nos rótulos de surreal”.

“Eu diria que, para mim, me prender a algo que imagino ser naturalista é inibitório”, Kaufman diz, dando seu parecer sobre o assunto. “E que, se eu me permitir pensar mais de uma forma onírica, eu posso… Sinto que posso encontrar algo que considero verdadeiro. E sim, acho que me ajuda, no processo de escrita, a me libertar”.

Como Fotografar um Fantasma’ é exibido antes das sessões de ‘Sirât’ e ‘Anomalisa’ na Mostra de São Paulo.

‘Pacificador’ | As produções canônicas do DCU após a segunda temporada da série

A segunda temporada de Pacificador chegou ao fim na última semana, trazendo pistas sobre o futuro do Universo DC nos cinemas, mas também sobre seu passado. Por resgatar personagens do antigo DCEU, construído com base na visão de Zack Snyder, James Gunn pode ter confundido alguns.

Vale dizer que o diretor e CEO do DC Studios já havia afirmado algumas vezes só seria canônico aquilo que fosse mencionado pelos personagens ou mostrado em flashbacks, permitindo que filmes antigos fossem referenciados, mas necessariamente dizer que os eventos aconteceram exatamente como foram mostrados nesses filmes antigos.

Por exemplo, o Pacificador impediu a invasão alienígena na primeira temporada junto com seus novos amigos. A diferença é que, nessa realidade, a Liga da Justiça não foi ao seu encontro, mas a Gangue da Justiça.

Ou seja, até o momento, existem produções 100% canônicas e outras parcialmente canônicas. Para tentar te ajudar a entender essa leve bagunça multiversal, o CinePOP vai listar o que é ou não canônico nesse DCU. Confira!

Parcialmente canônico:

O antigo DCEU teve uma porção de filmes, sendo a maioria verdadeiros desastres de crítica e público. No entanto, o envolvimento de James Gunn em uma franquia em específico fez com que o diretor resgatasse um núcleo que vem se mostrando fundamental para a construção desse novo universo. Ou seja, são filmes cujos eventos aconteceram de forma muito similar, mas não igual, que influenciaram diretamente nos eventos desse novo universo. São eles:

Esquadrão Suicida (2016)

Considerado um dos piores filmes do DCEU, e com razão, Esquadrão Suicida (2016) marcou o início do fim daquele universo. Sua falta de definição sobre o tom que seria seguido complicou todo o desenvolvimento do DCEU e abriu as portas para a verdadeira bagunça que aquele universo viraria nos anos seguintes. No entanto, o núcleo da A.R.G.U.S. e das ações desumanas de Amanda Waller (Viola Davis) são fundamentais para o arco narrativo de James Gunn. A formação e fracasso da Força Tarefa X segue influenciando no DCU até hoje, principalmente nos vilões.

Mais do que isso, a segunda temporada de Pacificador confirmou que o relacionamento de Rick Flag (Joel Kinnaman) com June Moone (Cara Delevingne), parte importantíssima do primeiro Esquadrão Suicida, não apenas aconteceu no DCU, como também foi interrompido por um caso amoroso entre Rick e Emilia Harcourt (Jennifer Holland), que reflete diretamente na relação dela com o Pacificador.

Então, sim, há elementos que fazem desse filme parcialmente canônico, enquanto outros jamais serão canonizados por James Gunn, como o Coringa de Jared Leto, ator que conta com o mais puro desprezo do diretor, que já chegou a criticá-lo publicamente nas redes sociais e já até mesmo fez uma piada envolvendo sua banda em uma das novas produções.

O Esquadrão Suicida (2021)

Primeiro projeto de James Gunn para a DC, esse filme nasceu nos últimos suspiros do DCEU, fazendo dele quase um reboot do longa de 2016. Com liberdade total, Gunn comandou o time como uma nova tentativa da Força Tarefa X, novamente apostando nos atos desumanos de Waller (Davis). Foi aqui, por exemplo, que todo o núcleo do Pacificador foi introduzido. Por isso, O Esquadrão Suicida é um filme 99% canônico no novo DCU. Seus eventos são repetidamente referenciados e mostrados nas novas produções, sendo fundamental para os arcos do Pacificador e Rick Flag Sr., por exemplo, assim como os rumos de Amanda Waller, que acaba sendo traída por seus funcionários, colocando a A.R.G.U.S. em crise.

Até o momento, os únicos momentos não canônicos são o fato do Sanguinário (Idris Elba) ter derrotado o Superman com um tiro de Kryptonita – no caso, ele derrotou o Super do Henry Cavill -, o TDK ser vivido pelo Nathan Fillion, que agora vive o Guy Gardner, e ainda há uma indefinição sobre a Arlequina (não se sabe se Margot Robbie voltará ou não para o papel, apesar de Gunn já ter dito que conta com ela). Tirando isso, é um filme que é praticamente todo canônico.

Pacificador – Temporada 1 (2022)

Por fim, outra produção que é 99% canônica é a primeira temporada de Pacificador. Tudo que foi alterado para o novo Universo DC foi mostrado no flashback de abertura da segunda temporada, que se resumiu a praticamente a cena de encontro com a Liga da Justiça, que foi transformada na Gangue da Justiça nessa temporada nova. De resto, tudo aconteceu igualzinho.

Talvez uma piada ou outra dele sacaneando os heróis da Liga. Mas, num geral, é uma produção praticamente toda canônica.

100% canônico:

As produções lançadas a partir de 2024 nos cinemas ou streamings podem ser consideradas 100% canônicas, já que tiveram total envolvimento de James Gunn e seu planejamento para esse universo compartilhado. São elas:

Comando das Criaturas (2024/25)

creature comandos (1)

Lançada em dezembro de 2024, essa série animada escrita e dirigida por James Gunn conta a história de um grupo de criaturas não-humanas convocado pela A.R.G.U.S. para ser liderado por Rick Flag Sr. (Frank Grillo) em uma missão política internacional. Após as ações de Waller nas produções semicanônicas serem explicitamente condenadas pelo governo americano, ela desativa a Força Tarefa X e encontra essa brecha na lei para convocar monstros, que não se enquadram como seres humanos, para fazerem o mesmo que o Esquadrão Suicida. A série, por exemplo, referencia a morte de Rick Flag (Kinnaman) e conta a história do Doninha (Sean Gunn), explicando como ele foi parar na prisão que o levaria a integrar a Força Tarefa X no filme de 2021. Essa série é a primeira produção completamente canônica do DCU.

Superman (2025)

O primeiro filme 100% canônico do DCU não poderia ser outro. Superman traz o maior herói desse universo dando seus primeiros passos em sua missão de proteger Metrópolis e o planeta Terra. Estrelado por David Corenswet, o longa estabelece um forte núcleo político desse novo universo, trazendo Rick Flag Sr. para a cena, já que ele passa a assumir um papel de destaque no meio dos meta-humanos, após concluir sua missão em Comando das Criaturas.

Mais do que isso, o filme já plantou sementes para o futuro do DCU, trazendo novos heróis, vilões e grupos que prometem se formar em breve. Sem contar que é um dos filmes mais sensacionais do ano.

Pacificador – Temporada 2 (2025)

Por fim, a segunda temporada de Pacificador já é ambientada no DCU, mesclando parte importante de sua trama com uma Terra alternativa. Ela prossegue com o desenvolvimento do Pacificador (John Cena) e seus amigos, que vêm de traumas consideráveis dos eventos vividos nos eventos das produções que citamos anteriormente nesta matéria. Diante desses conflitos, eles tentam seguir seus dias, mas são atormentados pelas consequências de suas escolhas.

Quando o Pacificador acidentalmente encontra uma dimensão paralela onde ele é considerado um super-herói e não um estorvo, ele decide se mudar para lá, causando um verdadeiro colapso na A.R.G.U.S., que acabou de lidar com o quase fim do mundo ocasionado pela falha dimensional de Metrópolis. Com um ressentido Rick Flag Sr. na liderança, a A.R.G.U.S. vai atrás do Pacificador, nem que isso signifique se aliar os piores inimigos possíveis.

DC Elseworlds:

Por fim, existe um selo chamado DC Elseworlds. Ele envolve produções que integram a “nova DC”, mas não são ambientadas no DCU. São histórias que acontecem em universos alternativos, criando suas próprias franquias. São os casos de:

Coringa (2019 – 2024)

Iniciada em 2019, a franquia Coringa não tinha a menor pretensão de virar saga. A ideia de Todd Phillips era apenas um filme. No entanto, com o sucesso bilionário do longa de 2019, a Warner deu um cheque em branco para o diretor fazer uma sequência. E assim nasceu o polêmico Coringa: Delírio a Dois (2024), que trouxe Lady Gaga como Arlequina e fez um forte trabalho em desconstruir o personagem de Joaquin Phoenix, que vinha sendo tratado como herói por comunidades tóxicas da internet, que se identificaram com um vilão cujas principais características eram ser um fracasso e um paciente negligenciado pelo sistema de saúde falho de Gotham.

Com o resultado péssimo do segundo filme, tanto de crítica quanto de bilheteria, os planos de um terceiro capítulo foram oficialmente apagados, fazendo dessa franquia parte do selo DC Elseworlds, que ocorre em universos alternativos e não influencia na linha do tempo principal do DCU.

Batman (2022)

Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

A Epic Crime Saga do Batman de Robert Pattinson segue a todo vapor. Criada por Matt Reeves, essa realidade alternativa, que traz um Homem-Morcego iniciante, foi tão bem quista pela crítica e pelo público que há fãs que pedem até hoje para que James Gunn tire esse Batman do Elseworlds e o insira no DCU. Porém, Gunn já disse várias vezes que não mexerá no personagem – e nem nesse universo – que é comandado pela mente criativa de Reeves.

Pinguim (2024)

Considerado um Batman 1.5, a minissérie mostra a consequência das ações do Batman no filme em uma Gotham tomada pelo crime organizado. Na ausência de um chefão da máfia, o Pinguim (Colin Farrell) deixa de ser apenas um dono de boate mafioso para trilhar o caminho de ser o maior mafioso da cidade, preenchendo lacunas deixadas pela morte de Falcone. Ambas as produções são parte dessa “Nova DC”, mas com zero influência na linha do tempo principal do DCU.

Todas as produções citadas na matéria estão disponíveis no HBO Max.

 

“O final é chocante”, prometem criadores de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Os irmãos Andy e Barbara Muschietti, responsáveis pelos filmes ‘It: A Coisa’, falaram recentemente sobreIT: Bem-Vindos à Derry, a mais nova produção que expande o universo de Pennywise.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Andy Muschietti revelou que o projeto nasceu de uma antiga fascinação pelo vilão: “Eu e Bill [Skarsgård, que interpreta Pennywise] fantasiávamos sobre o personagem Bob Gray e uma história de origem. Havia entusiasmo para voltar e explorar a complexidade desse personagem”.

O que começou como uma ideia para um filme rapidamente se transformou em uma série de nove episódios. Andy explicou o apelo do formato longo: “Nunca fizemos TV antes, mas há várias séries que significam muito para mim. Gosto do formato, de ter uma tela maior para contar histórias e do impacto que isso causa no público”.

Pennywise faz novas vítimas no SANGRENTO trailer de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’; Confira!

A nova série é diretamente inspirada em uma parte específica do livro de Stephen King, os chamados “Interlúdios”, que exploram o passado de Derry e as catástrofes que ocorrem a cada poucas décadas, quando a entidade ‘IT’ desperta.

O próprio autor, Stephen King, aprovou o projeto com entusiasmo: “Fico feliz que Andy Muschietti vá comandar essas festividades assustadoras, junto com sua talentosa irmã Barbara. Balões vermelhos para todos!”

Andy Muschietti enfatiza que a intenção da série é perturbar o público desde o início: “Queríamos elevar o nível do choque. Foi uma decisão nossa começar com um evento impactante o suficiente para colocar o público numa posição onde nada é garantido, onde nada é seguro. A construção da cena é algo que valorizamos muito. Claro, o final é chocante, mas o caminho até lá é o que a torna especial”.

Em tela, Derry é retratada como um retrato meticuloso da vida americana dos anos 60. A ambientação explora o medo da Guerra Fria e a paranoia da época, o que se reflete na trama, que envolve uma base militar próxima que guarda segredos.

“Foi muito interessante explorar o que os anos 60 representavam nos EUA, e do que as crianças tinham medo”, diz Andy. “Era a Guerra Fria. Crianças faziam simulações de explosão nuclear nas escolas. Havia paranoia no ar”.

A produção estreará oficialmente no dia 26 de outubro, na HBO Max.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retornará como o icônico Pennywise.

O elenco ainda contará com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

‘Bem-Vindos à Derry’ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

‘Euphoria’: Fenômeno da HBO anuncia 18 novos atores

A aguardada 3ª temporada deEuphoria, a série de sucesso da HBO, divulgou um elenco reforçado, que inclui 18 novos atores, conforme noticiado pelo Deadline.

Bella Podaras, Bill Bodner, Cailyn Rice, Colleen Camp, Danielle Deadwyler, Eli Roth, Gideon Adlon, Hemky Madera, Homer Gere, Jack Topalian, Jessica Blair Herman, Kwame Patterson, Madison Thompson, Matthew Willig, Natasha Lyonne, Rebecca Pidgeon, Sam Trammell e Trisha Paytas.

‘Euphoria’: Sharon Stone revela que ajudou Eric Dane a conseguir papel

Além das novidades, a temporada marca o retorno de grande parte do elenco principal, já confirmado: Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie, Maude Apatow, Martha Kelly, Chloe Cherry e Colman Domingo.

Também retornam outros nomes do elenco original, como: Alanna Ubach, Daeg Faerch, Dominic Fike, Melvin “Bonez” Estes, Nika King, Paula Marshall, Sophia Rose Wilson e Zak Steiner.

Dominic Fike revela que fez teste para ‘Euphoria’ de ressaca: “Cheguei ao teste totalmente acabado”

Outros recém-chegados já confirmados anteriormente incluem: Adewale Akinnuoye-Agbaje, Toby Wallace, Sharon Stone, Rosalía, Marshawn Lynch, Darrell Britt-Gibson, Kadeem Hardison, Priscilla Delgado, James Landry Hébert, Anna Van Patten e Asante Blackk.

As filmagens da nova temporada seguem em andamento em Los Angeles, um processo impulsionado por um crédito fiscal de US$ 19,4 milhões concedido pelo estado da Califórnia.

Sobre o futuro da série, o criador Sam Levinson expressou confiança: “Acredito que vocês ficarão muito satisfeitos com esta temporada e com a forma como vamos concluir o arco narrativo de cada personagem”.

‘Euphoria’: Eric Dane revela que temia que elenco se tornasse insuportável

A nova temporada de ‘Euphoria’, que contará com oito episódios, tem previsão de estreia para 2026.

O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma g  arota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

15 Filmes imperdíveis para curtir na Mostra de Cinema de São Paulo

Entre estreias aguardadas, produções premiadas e descobertas que prometem marcar o circuito de festivais, a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo chega com uma seleção de títulos que traduzem a pluralidade e a vitalidade do cinema contemporâneo.

Do realismo visceral latino-americano à poesia visual asiática, passando por dramas intimistas e experiências radicais de linguagem, reunimos 16 filmes imperdíveis que celebram o poder transformador da arte cinematográfica — e que fazem desta edição uma das mais versáteis e instigantes dos anos recentes.

Novembro

Presos em um banheiro por mais de 27 horas durante a tomada do Palácio da Justiça, guerrilheiros do M-19, juízes e cidadãos civis encaram algo mais violento do que balas: suas próprias convicções — ou o colapso delas. Fora, o caos. Dentro, uma nação à beira do precipício. Exibido no Festival de Toronto.

Atropia

Quando uma aspirante a atriz em um centro de dramatização militar se apaixona por um soldado escalado para interpretar um insurgente, suas emoções não simuladas ameaçam atrapalhar a performance.

Vencedor do prêmio de melhor filme na seção U.S. Dramatic do Festival de Sundance 2025.

Omaha

Após uma tragédia familiar, os irmãos Ella e Charlie são inesperadamente acordados pelo pai e levados em uma jornada pelo país, vivenciando um mundo que nunca tinham visto antes. À medida que a aventura se desenrola, Ella começa a entender que as coisas podem não ser o que parecem. O longa foi exibido no Festival de Sundance 2025.

À Paisana

Na Nova York dos anos 1990, um policial disfarçado recebe a missão de atrair e prender homens gays. No entanto, ele se surpreende ao descobrir uma conexão brilhante com um de seus alvos. À medida que a conexão secreta se aprofunda e a pressão interna para efetuar prisões se intensifica, ele se vê dividido entre o dever e o desejo.

Vencedor do prêmio especial do júri para o elenco do filme na seção U.S. Dramatic do Festival de Sundance.

Quase Deserto

Em uma Detroit pós-pandêmica, dois imigrantes latinos indocumentados se veem envolvidos em um assassinato e, sem querer, resgatam a única testemunha: uma mulher com uma síndrome rara que lhe dá olhos infantis, dificuldades de socialização e uma percepção além do comum – ela enxerga o que ninguém mais vê. Agora, essa tríade improvável protagoniza sua própria aventura, onde redenção, traição e ironia se entrelaçam em meio aos escombros de uma cidade que esconde segredos sujos sob o disfarce de reconstrução.

Eddington

Em maio de 2020, um impasse entre o xerife e o prefeito de uma pequena cidade desencadeia o caos, colocando vizinho contra vizinho em Eddington, no Novo México. Dirigido por Ari Aster, o mesmo responsável pelos aclamados ‘Hereditário’ e ‘Midsommar’, o faroeste criminal traz Pedro Pascal, Joaquin Phoenix e Emma Stone à frente no elenco.

Exibido no Festival de Cannes.

The Choral

Yorkshire, 1916. Os membros masculinos de uma sociedade coral se alistam na Primeira Guerra Mundial, deixando o exigente Dr. Guthrie para recrutar adolescentes. Juntos, eles vivenciam a alegria de cantar enquanto os jovens lutam com o iminente recrutamento.

Exibido no Festival de Toronto.

Sorry, Baby

Algo ruim aconteceu com Agnes. Mas a vida continua — pelo menos para todos ao redor dela.

Mais um aclamado projeto da A24, o longa foi o vencedor do prêmio de melhor roteiro da seção U.S Dramatic do Festival de Sundance 2025. Além disso, o filme também foi exibido na Quinzena dos Cineastas do Festival de Cannes.

Amor, Apocalipse

Adam é um gentil dono de um canil. Hipersensível e à beira da depressão, ele esconde de seu pai, um homem incapaz de demonstrar afeto, os medos existenciais que o consomem, enquanto permite que seu jovem assistente se aproveite de sua bondade. Para aliviar a ecoansiedade, Adam encomenda uma lâmpada solar terapêutica. Em contato com o suporte técnico do fornecedor dessa lâmpada, conhece Tina, uma mulher radiante, cuja voz dissipa suas angústias. Esse encontro inesperado muda tudo: a Terra estremece, corações explodem, e ele se depara com o amor.

Exibido na Quinzena dos Cineastas do Festival de Cannes.

Broken English

Sobrevivente, provocadora e figura verdadeiramente singular, a cantora e compositora Marianne Faithfull passou mais de seis décadas desafiando expectativas, lançando mais de 35 álbuns e se reinventando constantemente. Realizado com sua participação direta, o filme é um retrato sem concessões de uma vida marcada pela fama, pela criatividade e pelo peso constante da observação pública; uma existência fragmentada, mas inquebrável.

A narrativa se desenrola dentro do imaginário Ministério do Não-Esquecimento, uma instituição cinematográfica onde memória e mito se entrelaçam. O elenco conta com Tilda Swinton e George MacKay, além de participações de amigos e colaboradores como Nick Cave & Warren Ellis, Courtney Love e Suki Waterhouse. O resultado é um gesto de resiliência e rebeldia que transcende gêneros cinematográficos — a última declaração de Marianne Faithfull, seu desafiador canto do cisne.

Exibido no Festival de Veneza.

Springsteen: Salve-me do Desconhecido

Baseado no livro de Warren Zanes, acompanhamos a criação do álbum “Nebraska”, de Bruce Springsteen, de 1982, quando ele era um jovem músico à beira do estrelato global, lutando para conciliar as pressões do sucesso com os fantasmas do seu passado. Captado em um gravador de 4 canais no quarto de Springsteen em Nova Jersey, o álbum marcou um momento crucial em sua vida e é considerado uma de suas obras mais importantes — um disco acústico cru e atormentado, povoado por almas perdidas em busca de algo para acreditar.

Exibido no BFI London Film Festival.

Nouvelle Vague

Depois de escrever para os Cahiers du Cinéma, o jovem Godard decide que fazer filmes é a melhor crítica cinematográfica. Ele convence Beauregard a financiar um longa-metragem de baixo orçamento, criando um roteiro com Truffaut sobre um casal de gângsteres.

Esta é a história de Godard filmando “Acossado” (1960), contada no estilo e no espírito com que Godard fez “Acossado”.

Exibido no Festival de Cannes.

No Other Choice

Man-su, especialista em fabricação de papel com 25 anos de experiência, leva uma vida tão plena que pode dizer a si mesmo, com convicção: “Tenho tudo o que preciso”. Ao lado da esposa Miri, dos dois filhos e de seus cães, vive dias felizes, até ser surpreendido pela notícia de que foi demitido. O choque é devastador, mas, ainda assim, Man-su promete a si mesmo que encontrará um novo emprego em três meses pelo bem da família. Porém, a realidade se revela bem mais complicada. Apesar da determinação, ele passa mais de um ano pulando de entrevista em entrevista e se sustentando com um trabalho no comércio.

Em pouco tempo, começa a correr o risco de perder a casa pela qual tanto lutou. No desespero, aparece de surpresa na Moon Paper para entregar seu currículo, mas acaba humilhado pelo gerente de linha Sun-chul. Convencido de que é mais qualificado do que qualquer candidato para trabalhar na empresa, Man-su toma uma decisão drástica: “Se não existe uma vaga para mim, vou ter que criá-la”. Adaptação do livro “O Corte”, de Donald E. Westlake.

Exibido no Festival de Veneza e no Festival de Toronto, onde recebeu o prêmio do público de melhor filme internacional.

Luz

No cintilante néon das ruas de Chongqing, na China, um ex-detento procura desesperadamente sua filha. Enquanto isso, uma galerista de Hong Kong vai até Paris para lidar com a doença de sua madrasta. Essas vidas distintas se cruzam em um mundo de realidade virtual chamado LUZ, onde um animal místico revela de maneira inesperada verdades ocultas, dando início a uma jornada de descobertas e conexões.

Estrelado pela aclamada atriz francesa Isabelle Huppert, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Sundance 2025.

Queen Kelly

Fruto de quase 40 anos de trabalho, Queen Kelly é um filme que celebra o cinema mudo em sua mais pura essência. Restaurado pelo arquivista e preservador Dennis Doros, o longa estrelado por Gloria Swanson jamais fora rodado em sua completude e apenas fora finalizado ao chegar em suas mãos.

A trama se passa no imaginário país europeu de Cobourg-Nassau, em algum momento antes da Primeira Guerra Mundial, a cruel rainha Regina V se torna obcecada por seu noivo irresponsável, o príncipe Wolfram. Quando ele conhece Patricia Kelly, uma jovem inocente e provocante que vive em um convento, acaba se apaixonando por ela. Ansioso para vê-la antes do casamento, Wolfram leva Kelly ao palácio. Ao descobrir os dois juntos, a rainha a açoita e a expulsa. Chamada ao leito de morte de sua tia, Kelly fica chocada ao se ver em um bordel. Em seus últimos momentos, a tia implora que a jovem se case com Jan, o rico e sifilítico dono do lugar.

Exibido no Festival de Cannes.

‘X-Men’: Laurence Fishburne, astro de ‘Matrix’, revela desejo de viver Charles Xavier no Reboot

O ator Laurence Fishburne (‘Matrix’) revelou recentemente qual franquia ele gostaria de integrar, manifestando o desejo de fazer parte do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), mais especificamente dos ‘X-Men’.

Segundo o Deadline, Fishburne expressou a vontade de interpretar um mutante, citando Charles Xavier.

“Eu sei que eles estão falando sobre ‘X-Men’ agora”, disse Fishburne. “Neste momento, eu quero uma de duas coisas. A primeira seria: o que vocês acham de Laurence Fishburne como Professor X?”

James McAvoy está empolgado com possível reboot de ‘X-Men’

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, já confirmou que o estúdio está desenvolvendo um reboot de ‘X-Men’, com direção de Jake Schreier (‘Thunderbolts’).

O personagem Charles Xavier, líder dos X-Men e conhecido como Professor X, foi interpretado por Patrick Stewart nos filmes anteriores (que retornará em Doomsday), e por James McAvoy, que deu vida a uma versão mais jovem do mutante.

‘Vingadores: Doomsday’: Charlie Cox revela se Demolidor aceitaria entrar para os Novos Vingadores

x-men

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Georgie e Mandy’: Showrunner comenta sobre divórcio inevitável do casal na série derivada

Steve Holland, o showrunner responsável por ‘Georgie e Mandy: Seu Primeiro Casamento’ (Georgie & Mandy’s First Marriage), spin-off de Young Sheldon, falou recentemente sobre o futuro da série, abordando em especial o divórcio do casal.

Durante uma entrevista ao Deadline, Holland destacou que, ao contrário deYoung Sheldon, ele ainda não sabe quando o divórcio de Georgie e Mandy acontecerá.

“Não acho [que seja um problema]. Acho que é bom. Sabemos de algumas coisas que estão no ar. Não é como foi com Young Sheldon. A gente sabia quando o George Sr. morria, era quando o Sheldon tinha 14 anos, antes de ir para o Caltech”, explicou Holland.

O showrunner ressaltou a liberdade criativa que essa incerteza oferece: “Sabemos de algumas coisas que vão acontecer na história do Georgie, mas não sabemos quando. Isso nos dá muita liberdade para explorar o caminho e encontrar uma forma de chegar a esses pontos de um jeito que pareça natural e surpreendente”.

Ele comparou o divórcio iminente a uma ameaça constante na narrativa: “O fato de você saber que vai acontecer é como uma espada pendurada sobre o relacionamento deles. Você não sabe quando, mas sabe que, em algum momento, ela vai cair”.

A série se passa no universo de The Big Bang Theory, na qual o Sheldon adulto revela que Georgie se casou e se divorciou duas vezes. Curiosamente, suas duas ex-esposas mantêm uma relação positiva com Sheldon, a ponto de parabenizá-lo por ganhar o Prêmio Nobel.

No Brasil, a produção está disponível no catálogo do Max.

Estrelada por Montana JordanEmily Osment, a trama acompanha o casal titular conforme cria sua jovem família no Texas e enfrenta os desafios da vida adulta, da paternidade e do casamento.

Chuck Lorre, Steven Molaro e Steve Holland são os responsáveis pelo derivado do universo de ‘The Big Bang Theory‘.

Zach Cregger afirma que derivado de ‘A Hora do Mal’ focado na Tia Gladys “é uma história com vida própria”

Zach Cregger, diretor e responsável pelo sucesso de terror ‘A Hora do Mal’, falou recentemente sobre o filme derivado focado na personagem Tia Gladys (interpretada por Amy Madigan), destacando seu desejo de que o longa tenha uma identidade própria.

Conforme o Deadline, Cregger admitiu ter refletido se a revelação da origem da vilã poderia tirar parte da mística do filme original.

“Isso passou pela minha cabeça. Mas acho que a história da Gladys é tão interessante que vai soar completamente separada, é uma história com vida própria. E não acho que isso vá diminuir A Hora do Mal”, afirmou Cregger.

Possível pré-sequência de ‘A Hora do Mal’ deve explorar origem de personagem misteriosa

Diante da reação extremamente positiva dos fãs à personagem de Tia Gladys, Cregger comentou o entusiasmo:

“Tem sido o maior prazer da minha vida ver a Amy [Madigan] nesse papel e tudo o que isso tem gerado. Só posso torcer para que existam muitas ‘Gladyses de Halloween’ por aí”, concluiu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘A Hora do Mal’ finca os dentes em uma poderosa e arrepiante narrativa

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrela a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

10 CURIOSOS FILMES para um sábado de reflexões!

Sabadão chegando, e nada melhor do que ligar a televisão e assistir a um filme que vai fazer você pensar sobre a vida. Para você que está zapeando pelos streamings à procura de alguma obra interessante, seguem abaixo algumas sugestões:

 

O Truque da Galinha (Reserva Imovision)

Na curiosa trama, acompanhamos uma família de origem humilde que está prestes a comemorar mais um aniversário de um dos seus membros. Durante a festividade, um mágico vai se apresentar e acaba transformando o pai em uma galinha. A partir desse inesperado acontecimento, a mãe, que sempre se dedicou ao marido e a criação das crianças, precisará tomar decisões importantes sem esquecer de pelo menos tentar encontrar soluções para ter seu marido de volta.

 

Greice (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Buscando ampliar suas reflexões através de contextos que envolvem um passado sem deixar de tocar em pontos que ligam a atualidade entre dois países, o longa-metragem Greice é um projeto que deixa suas marcas através de uma narrativa divertida e segura que nos leva até uma carismática protagonista, amiga das circunstâncias.

 

Veja como eles Correm (Disney Plus)

Na trama, primeiro longa-metragem da carreira do cineasta britânico Tom George, ambientada em uma Londres dos anos 1950, conhecemos os bastidores da peça A Ratoeira, da famosa escritora britânica Agatha Christie. Após uma comemoração de artistas e produtores pela centésima apresentação, Leo (Adrien Brody) é encontrado morto. A partir desse crime, entram em cena o Inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a jovem policial Stalker (Saoirse Ronan), que se jogam em uma série de entrevistas para a resolução do assassinato.

 

Não se Preocupe, querida (HBO MAX)

Alice (Florence Pugh) vive em um bairro repleto de harmonia, onde a felicidade parece reinar 24 horas por dia. Seu marido Jack (Harry Styles) é um engenheiro que trabalha em um lugar misterioso. Certo dia, ela começa a ter algumas alucinações, começando a olhar ao seu redor de outras formas – achando brechas nessa vida perfeita. Assim, a protagonista embarca em uma jornada de descobertas que vão muito além do que imaginava.

 

Gêmeo Maligno (Telecine)

O casal Rachel (Teresa Palmer) e Anthony (Steven Cree), após uma trágico acidente de carro, perdem um dos filhos gêmeos e resolvem se mudar para Finlândia. Anthony é escritor e conhece mais a região do que a esposa. No início, buscam se ambientar com tradições locais em uma região que insiste em falar a língua local, mesmo sabendo o inglês. Não conseguindo se adaptar, o cotidiano de Rachel é repleto de sonhos estranhos. A desconfiança em relação a tudo e a todos começa a ser algo presente.

 

O Peso do Talento (Telecine)

Na trama, conhecemos o ator Nicolas Cage (Nicolas Cage) em fase conturbada na carreira e cheio de conflitos com sua ex-esposa Olivia (Sharon Horgan) e sua filha já adolescente. Sem conseguir um trabalho decente junto ao seu agente Fink (Neil Patrick Harris), acaba aceitando a inusitada proposta de passar uns dias na casa de um fã milionário, Javi (Pedro Pascal). Assim, acaba se metendo em uma enorme confusão quando uma investigação precisará da ajuda do protagonista. Hilário do início ao fim, esse projeto é uma divertida aventura, cheia de caras e bocas, de um personagem único do cinema.

 

Nove Dias (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Will (Winston Duke) vive em uma casa longe de tudo e todos passando seus dias acompanhando, por meio de algumas televisões, a vida de algumas pessoas que vamos saber mais tarde que já estiveram perto dele. Até que uma dessas pessoas morre em um acidente, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Assim, ao longo dos nove dias seguintes, almas não nascidas começam a bater em sua porta para uma espécie de processo de seleção, e por essa mesma seleção, é onde chega Emma (Zazie Beetz), um alguém que o fará refletir sobre a própria vida.

 

A Mão de Deus (Netflix)

Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta italiano Paolo Sorrentino, A Mão de Deus, produção da Netflix, aborda o luto, a perda, as escolhas, aqueles momentos onde nossas vidas dão uma virada e algumas coisas esquecidas em nosso imaginário acabam se tornando peças chaves em um mundo voltado à realidade.

 

Três Estranhos Idênticos (Netflix)

Por meio de memórias, documentos e depoimentos, vamos acompanhando a surpresa de três irmãos gêmeos adotados por lares diferentes que não sabiam da existência um do outro. Ao longo do tempo acabam enfrentando uma jornada ainda mais profunda e surpreendente para saber o que aconteceu.

 

O Diário de um Maquinista (Prime Video)

Ilija (Lazar Ristovski) é um homem já beirando a melhor idade, vindo de uma família de maquinistas, profissão que segue desde que se conhece por gente. Sempre ao lado de seu cachorrinho Rocco, pilota Locomotivas pelas estradas da Sérvia. Certo dia, acaba salvando a vida de Sima (Petar Korac), um jovem deixado na porta de um orfanato. O tempo passa e logo viram pai e filho. Mais velho, o segundo insiste em ser maquinista, mas Ilija não quer isso para o filho. Assim, embarcam em uma jornada de teimosia rumo a um objetivo incerto.

Ator de ‘9-1-1’ perde processo contra Disney após ser demitido por não tomar vacina

O ator Rockmond Dunbar, que processou a produtora da série 9-1-1, teve uma atualização em seu caso judicial. Dunbar alegava ter sido demitido da produção devido à sua convicção religiosa que se opunha à vacina contra a COVID-19.

Segundo a Variety, o júri de oito membros decidiu por unanimidade a favor da 20th Television, empresa pertencente à Disney. Ao ouvir o veredicto, Dunbar reagiu visivelmente abalado.

“Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus!”, gritou o ator, antes de se virar para a esposa e os filhos, que o acompanhavam na galeria. “Sinto muito. Sinto muito. Vamos ficar bem”.

Chris O’Donnell enfrenta TORNADO gigante no trailer de ‘9-1-1: Nashville’, spin-off de ‘9-1-1’

Em 2022, Dunbar processou a 20th Television, alegando que a produção não respeitou sua crença religiosa ligada aos princípios da Congregation of Universal Wisdom, que se opõe a vacinas e outras intervenções médicas.

O personagem de Dunbar, Michael Grant, foi retirado da série em 2021, após a produtora impor a obrigatoriedade de vacinação para atores e membros da equipe nos estúdios.

Oi? Angela Bassett é enviada para o ESPAÇO no trailer da 9ª temporada de ‘9-1-1’; Confira!

Durante os quatro dias de julgamento, realizados em Los Angeles, o ator testemunhou sobre sua crença de que a vacina contra a COVID-19 é prejudicial e contrária aos ensinamentos de Deus.

“O homem criou a vacina da COVID-19 para te separar de Deus”, declarou Dunbar. “Esta é uma guerra espiritual. Uma guerra do mal contra o bem. Eu fiquei do lado do bem. Do lado de Deus. Fiquei nos ombros de Deus”.

No entanto, os advogados da Disney, liderados por Maria Rodriguez, do escritório McDermott Will & Schulte, contestaram a credibilidade da crença de Dunbar. A defesa destacou que o ator faz uso regular de testosterona sintética e anastrozol, substâncias consideradas “sacrilégios” pelo líder da própria congregação mencionada por Dunbar.

Em seu depoimento, o ator admitiu: “Não sou perfeito”. Rodriguez, em sua argumentação final, exibiu uma lista com 37 medicamentos que Dunbar já havia utilizado: “Isso está muito longe de ser perfeito. Nem chega perto”.

‘9-1-1’: Atores são promovidos ao elenco regular na 9ª temporada

Dunbar revelou que ganhava US$ 100 mil por episódio, mesmo naqueles em que seu personagem não aparecia. “Era o trabalho dos sonhos. Foi como ganhar na loteria”.

Desde sua demissão, ele alegou estar enfrentando dificuldades para encontrar trabalho. “Estou afundado. Gastei toda a minha aposentadoria. Essa situação me levou a um buraco financeiro do qual nunca conseguirei sair”.

Apesar do revés financeiro, o ator manteve a firmeza de sua decisão: “Podem levar meus carros, meu dinheiro, não me importo. O que importa é sair daqui com a alma intacta. Este foi meu teste espiritual, e eu passei”.

‘9-1-1’: Oliver Stark fala sobre o futuro de Buck na nova temporada

Sobre o veredito, em nota oficial, a 20th Television declarou: “Estamos satisfeitos com o veredicto de hoje, que confirma que a 20th Television agiu de forma justa e legal com o Sr. Dunbar”.

Ao ser abordado fora do tribunal, o ator manteve sua convicção: “Deus ainda venceu hoje”.

O próximo ciclo chegará ao serviço de streaming no dia 16 de janeiro de 2026.

A nona temporada promete novas histórias extraordinárias, incluindo um homem sendo engolido por uma baleia, uma catástrofe meteórica e até mesmo uma inesperada aventura espacial.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Dica do fim de semana | Novidades do terror para conferir no HBO Max

Quando o assunto é filme de terror, nenhuma outra plataforma de streaming investiu tanto nas novidades do que o HBO Max. Dos maiores sucessos do ano, praticamente todos estão lá.

Por isso, o CinePOP separou essas cinco novidades e colocou um extra, que não é desse ano, mas acabou de entrar no catálogo do streaming e vale a pena ser assistido. Confira!

A Substância

a substância

Uma estrela da televisão americana (Demi Moore) é descartada por supostamente estar “velha demais para a TV”. Sentindo-se inútil e mal consigo, ela topa fazer parte de um misterioso experimento de laboratório que permitiria a ela viver sua “melhor versão” novamente. Então, uma versão mais jovem sua (Margaret Qualley) nasce de sua coluna. No entanto, enquanto uma vive, a outra fica desmaiada. Agora, suas duas versões vivem um embate de quem deve assumir o controle. É um Body Horror muito eficiente, que rodou o mundo colecionando prêmios em 2024, conquistando várias indicações ao Oscar.

Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado

Recém-saído dos cinemas, Eu Sei o Que Vocês Fizeram No Verão Passado é o quarto capítulo da saga clássica dos anos 90. Na trama, 27 anos após os eventos do segundo filme, um acidente de carro é encoberto pelas autoridades locais. Um ano depois, os envolvidos no acidente retornam para a cidade, onde recebem um bilhete dizendo que ele alguém sabia o que eles fizeram no verão passado. Sim, um novo assassino com gancho na mão surge na cidade, fazendo com que esse novo grupo busque ajuda dos sobreviventes do filme original.

Premonição 6: Laços de Sangue

Grande sucesso comercial do ano e maior bilheteria da saga icônica dos anos 2000, Premonição 6 mostra a origem da perseguição da morte aos pobres coitados que tentam apenas levar a vida após evitarem acidentes terríveis. Desta vez, porém, é revelado que a morte está indo atrás dos membros de uma família em específico, cuja matriarca evitou uma tragédia sem precedentes nos anos 60. Agora, seus descendentes, que não deveriam existir, vão morrer um por um – daquela forma sádica que só a morte dessa franquia sabe fazer.

Extermínio: A Evolução

Sucesso do primeiro semestre de 2025, Extermínio: A Evolução enfim chegou ao streaming. Terceiro capítulo da saga iniciada em 2002, esse thriller foi filmado com iPhones 15 Pro Max, o que dá a ele um visual bem específico. A trama segue acompanhando a Terra infectada pelo vírus que transformou a população mundial em zumbis. Quase 30 anos após o vazamento dessa ‘Raiva’ para humanos, os humanos não infectados sobrevivem sob uma forte quarentena em ilhas. Na história, após um dos sobreviventes fugir desta ilha de quarentena rumo ao continente, um grupo de humanos vai atrás dele e acabam descobrindo como é a vida dos infectados.

Pecadores

Pecadores aposta na dobradinha de sucesso de Ryan Coogler e Michael B. Jordan para fazer um dos grandes fenômenos do terror de 2025. Ambientado no velho oeste, o longa acompanha as desventuras de gêmeos (Michael B. Jordan) que voltam para o lar após um período de assaltos pelo país. Por lá, eles planejam abrir um bar só para pessoas negras. Porém, a habilidade ancestral da música do primo deles acaba chamando a atenção de vampiros demoníacos, que vão fazer de tudo para tentarem entrar no recinto e massacrar todos lá dentro. Dono de uma trilha musical original espetacular, o longa conquistou o coração dos fãs e pode aparecer até mesmo dentre os indicados ao Oscar na próxima temporada de premiações.

Barbarian

Antes de conquistar público e crítica com A Hora do Mal (2025), Zach Cregger já havia lançado um longa muito interessante em 2022, que acabou de chegar ao catálogo do HBO Max. Em Barbarian, uma jovem vai até um bairro decadente de Detroit para uma entrevista de emprego. Porém, devido a um erro do aplicativo, ela acaba indo para uma casa que já estava alugada. Apesar de sua intuição mandá-la ir embora, ela decide passar a noite lá. No dia seguinte, porém, ela vai descobrir que há coisas muito mais sombrias no lugar do que um rapaz desconhecido.

Crítica | ‘Caramelo’ emociona em uma viagem afetiva pela brasilidade

“Há encontros que têm o poder de mudar a vida da gente”

Há cerca de um ano, quando a Netflix anunciou que lançaria um filme sobre um vira-latas caramelo, houve quem torcesse o nariz, mas também despertou um interesse. Afinal, anualmente, o cinema americano lança uma porção de produções estreladas por cachorros – geralmente todas iguais –, então por que o Brasil, o país que mais tem pais de pet por metro quadrado no mundo, não poderia lançar sua própria versão dessas histórias?

E o resultado dessa empreitada é Caramelo, um filme que trabalha de forma calorosa sua brasilidade para contar uma história emocionante sobre uma amizade capaz de mudar vidas. A trama começa de uma forma tão orgânica que fica impossível não se render aos personagens nos primeiros 15 minutos de filme. Um cachorrinho vira-latas é abandonado ainda filhote. Nas ruas, ele aprende a se virar e a sobreviver com muita malandragem, até que seu caminho cruza com o de Pedro, um aspirante a chef de cozinha que sonha com a oportunidade de ascender no restaurante em que trabalha.

Divulgação/ Netflix © 2025

De formas que somente a vida pode explicar, esse encontro inesperado se desenvolve em uma amizade para toda a vida, com o simpático doguinho atuando nos pequenos detalhes para ajudar o amigo, que mesmo sem falar “cachorrês”, compreende as respostas e ações do bichinho com uma sensibilidade muito interessante de se ver.

Então, como num golpe de sorte, as coisas começam a dar certo no trabalho de Pedro, que passa a viver seu sonho. Porém, na mesma velocidade que as coisas boas surgem, uma notícia devastadora toma conta da vida do rapaz, que descobre ter um câncer no cérebro e passa a sofrer com os efeitos de um tratamento agressivo, enquanto tenta manter segredo de seus amigos e família. Só que é aquilo, não dá para esconder do mascote, que passa a movimentar a vida do jovem, trazendo alegria nos detalhes e despertando sentimentos que ele não acreditava que seria mais capaz de sentir.

Divulgação /Netflix © 2025

O grande mérito desse filme é justamente saber como trabalhar a brasilidade de forma orgânica. Quando anunciaram o projeto, havia um temor de que fosse apenas mais um filme fazendo piadas batidas sobre “vira-lata caramelo”, “tomar um litrão”, “pagar boletos” e afins. Era um medo de estereótipos extremamente batidos do que é ser jovem no Brasil. Mas a forma como o diretor Diego Freitas trabalha o cotidiano tipicamente brasileiro é tão natural que fica impossível não se encantar. Os cenários são facilmente identificáveis, as ambientações de apartamentos, casas e lojas são muito críveis, a iluminação é aconchegante. E como a trama gira em torno da gastronomia, existe um trabalho espetacular de construir e retratar afeto de uma forma que liga um povo a suas raízes. É um filme perfeito para quem, por exemplo, não está mais morando no país. Ele é capaz de despertar um sentimento de saudade sem fazer esforço.

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As relações entre os personagens são muito críveis, por mais duras que sejam as situações em que elas nascem. E mesmo nos momentos de maior previsibilidade, é tudo tão bem construído que te toca no fundo da alma. Em especial, vale destacar as interações de Rafa Vitti (Pedro) com o cachorrinho Amendoim, que interpreta o Caramelo, mas principalmente as interações entre o ator (humano) e a mãe, vivida por Kelzy Ecard. É um trabalho tão afetivo que convence ao primeiro contato que eles são mãe e filho. É uma relação belíssima construída em poucas, mas significativas cenas.

Divulgação /Netflix © 2025

Em um cenário tão batido de filmes de cachorro, Caramelo consegue construir uma história tipicamente brasileira, que aborda os altos e baixos da vida cotidiana de milhões de brasileiros por aí. Nada mais “a gente” que ter um sonho interrompido por notícias ruins e ainda assim encontrar forças para seguir na luta e tentar superá-las. Nada mais “a gente” que ficar encantado por um cachorrinho endemoniado que ninguém entende como você aguenta, mas ainda assim nutrir um amor inexplicável por aquela bolinha de pelos. Nada mais “a gente” que saber que existem motivos para sorrir mesmo quando a vida não ajuda. É uma jornada emocionante, divertida e acima de tudo, é nossa. Um filmaço brasileiro que se orgulha das próprias raízes e exalta seu povo com muita simpatia, resiliência e beleza.

Divulgação /Netflix © 2025

Caramelo está disponível na Netflix.

Adeus a Hawkins? Irmãos Duffer revelam que derivado de ‘Stranger Things’ será “como uma folha em branco”

Matt e Ross Duffer, criadores do fenômeno da Netflix,Stranger Things, falaram recentemente sobre o encerramento da série e o lançamento de seus derivados. Eles destacaram que a decisão foi tomada para garantir que “não quisessem deixar nenhuma grande trama ou arco de personagem inacabado”.

“Fizemos absolutamente tudo o que ainda queríamos fazer com os Demogorgons, o Devorador de Mentes, o Vecna, o Mundo Invertido, Hawkins e esses personagens”, disse Matt Duffer à Variety. “É uma história completa. Está encerrada”.

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Os irmãos também explicaram que, para os projetos derivados, eles não esperam explorar uma narrativa mais ampla dentro do mesmo universo, como fazem as séries de ‘Star Wars’.

“É algo muito diferente de Star Wars”, disse Matt. “Não funciona assim”.

Sobre este e possíveis futuros spin-offs, Ross comentou: “Eles vão existir em um mundo um pouco diferente. Vai haver algum tipo de ligação, mas é quase como uma antologia. Porque não somos Star Wars. Não dá para dizer: ‘Agora estamos neste planeta'”.

Matt complementou, explicando a limitação desse tipo de expansão: “Você fica muito limitado. E isso começa a ser frustrante do ponto de vista narrativo”.

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Os Duffer desenvolveram o projeto derivado enquanto trabalhavam na quinta e última temporada, e o processo tem sido “muito divertido”, de acordo com Matt: “Estamos começando com novos personagens, é como uma folha em branco. Não estamos presos a nós mesmos. É algo refrescante”.

Ele continuou, enfatizando o objetivo criativo: “A ideia é não fazer só por fazer. E a Netflix tem sido surpreendentemente paciente, embora agora eu sinta essa paciência começando a se esgotar um pouco com o fim da série se aproximando. Mas eles estão compreendendo”.

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Vale lembrar que o ciclo final será dividido em três volumes: o primeiro será lançado no dia 26 de novembro; o segundo, no dia 25 de dezembro; e o capítulo final chegará à plataforma no dia 31 de dezembro.

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Channing Tatum se machuca em cena pelado de ‘O Bom Bandido’: “Tenho até hoje a cicatriz”

O ator Channing Tatum, que interpreta o fugitivo Jeffrey Manchester no longaO Bom Bandido’, filme baseado em uma história real, compartilhou recentemente os bastidores de uma cena de nudez particularmente caótica.

Jeffrey Manchester (Channing Tatum), conhecido como o “Ladrão do Telhado”, é flagrado pelo gerente da Toys ‘R’ Us, Mitch (vivido por Peter Dinklage), enquanto tomava banho. Completamente nu, o invasor é forçado a fugir pela loja, tropeçando em objetos antes de escalar uma parede para escapar.

“Não foi nada agradável, porque eu estava pelado, então não podia usar proteção nem nada”, disse Tatum, conforme noticiado pelo Deadline. “Estava molhado e ensaboado, e a cena foi simplesmente uma bagunça”.

O ator relembrou o momento em que se feriu: “Eu realmente me machuquei ao pular na grade de bicicletas, e depois tive que fazer aquele salto engraçado para meu esconderijo. Não consegui passar direto pela borda do esconderijo e ralei minha [perna]. Ainda tenho uma cicatriz disso na perna, e tivemos que colar e continuar filmando”.

Tatum também comentou sobre a dificuldade de filmar a cena sem expor demais: “Acho que a coisa mais memorável foi olhar para o Derek [Cianfrance, o diretor] e perguntar: ‘Como vamos filmar isso? Porque de qualquer ângulo, vai aparecer alguma coisa.’ E ele disse: ‘Sim, vamos descobrir.’ E eu fiquei tipo: ‘O que significa vamos descobrir? Porque você está logo atrás de mim enquanto pulo na parada. Vai estar bem na linha de visão'”.

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Curiosamente, a cena marcou o primeiro encontro de Tatum com o colega de elenco, Peter Dinklage. O ator relembrou essa introdução inusitada: “Eu disse: ‘Olá, Sr. Dinklage. Eu sou o Channing. Vamos ter uma experiência hoje.’ Mas ele é um cara sensacional. É uma lenda. Uma verdadeira lenda. E ele está incrível nesse filme, aliás… Ele simplesmente tornou tudo mais fácil, engraçado e divertido”.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) é responsável pela direção.

Baseada na história real de Jeffrey Manchester, a trama acompanha um pai em dificuldades que se dedica a roubar restaurantes McDonald’s abrindo buracos nos telhados, o que lhe rendeu o apelido de ‘Roofman’ (Homem do Telhado). Após escapar da prisão, ele vive secretamente dentro de uma loja de brinquedos por seis meses, sobrevivendo sem ser notado enquanto planeja seu próximo passo. Mas quando se apaixona por Leigh, uma mãe divorciada atraída por seu charme inegável, sua vida dupla começa a se desfazer, desencadeando um jogo de gato e rato envolvente e cheio de suspense, à medida que seu passado se aproxima.

O elenco ainda conta com Kirsten DunstPeter Dinklage, Juno Temple, LaKeith Stanfield e Ben Mendelsohn.