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‘O Deus da Floresta’: Atriz de ‘Until Dawn’ se junta ao elenco da nova série de SUSPENSE da Netflix

De acordo com o Deadline, Ella Rubin (‘Until Dawn: Noite de Terror’) foi confirmada no elenco de ‘O Deus da Floresta‘ (The God of the Woods), nova série de suspense que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Ela se junta às atrizes Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Kerry Condon (‘Mergulho Noturno’), previamente anunciadas.

A trama acompanha o misterioso desaparecimento de uma adolescente, Barbara Van Laar, em um acampamento de verão em 1975, que remete ao desaparecimento não resolvido de seu irmão mais velho, catorze anos antes. A série conta a história da abastada família Van Laar enquanto seus membros lutam para manter a união familiar, desenterrando segredos devastadores no processo.

O seriado é baseado no romance homônimo escrito por Liz Moore.

A autora também servirá como showrunner, roteirista e produtora executiva ao lado de Liz Hannah (‘The Girl from Plainville’).

Hawke dará vida a Judy Luptack, uma investigadora inteligente e quietamente determinada que é escalada para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de uma jovem garota em um acampamento de verão em Nova York.

Condon, por sua vez, será Alice Van Laar, uma mulher que, endurecida pela dor de uma tragédia familiar do passado e presa em um casamento desprezível, é forçada a encarar o inimaginável quando sua filha de 13 anos desaparece.

Produzida pela Sony Pictures Television, O Deus da Florestaé um drama multigeneracional ambientado nas montanhas Adirondack. À medida que passado e presente colidem, a riqueza e a influência dos Van Laar se desfazem, revelando as consequências danosas do privilégio e do abuso de poder.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Evanescence lança clipe oficial do single “Who Will You Follow”; Confira!

O prestigiado grupo vencedor do Grammy Evanescence lançou hoje (15) o videoclipe oficial de “Who Will You Follow”, lead single de seu vindouro sexto álbum de estúdio.

Intitulado Sanctuary, o compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 5 de junho, marcando seu primeiro lançamento desde 2021, com ‘The Bitter Truth’.

Confira:

Evanescece foi formada em 1994 pela cantora e tecladista Amy Lee e pelo guitarrista Ben Moody, em Little Rock, Arkansas. A estreia oficial da banda ocorreu com o elogiado e memorável álbum ‘Fallen’, que contou com os singles “Bring Me to Life”“My Immortal” e vendeu mais de quatro milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, além de garantir duas estatuetas do Grammy ao grupo.

Com mais de 20 milhões de vendas ao redor do planeta, a banda permitiu que o goth-rock ganhasse espaço no cenário mainstream, angariando milhões de fãs ao redor do mundo. Em 2023, eles performaram para o maior público da carreira na cidade de São Paulo, no estádio Allianz Parque.

‘The Boys’: Showrunner explica morte de [SPOILERS] no penúltimo episódio da série

[AVISO DE SPOILERS]

O penúltimo episódio da temporada final de The Boys já está disponível no Prime Video e entregou um dos momentos mais sombrios da produção: a despedida do Francês (Frenchie). O personagem sacrificou a própria vida para impedir que o Capitão Pátria alcançasse Kimiko e Sister Sage, encerrando sua jornada como o “coração” técnico e emocional da equipe.

Conforme o ComicBookMovie, o showrunner Eric Kripke explicou a difícil decisão de eliminar um dos integrantes originais do grupo de Billy Butcher às vésperas do series finale.

“Nós sabíamos que precisávamos matar um dos The Boys, afirmou Kripke. “Você não pode ter uma chance de vitória sem que isso custe algo realmente importante aos seus heróis. Sempre achei que O Senhor dos anéis fazia isso muito bem, assim como Game of Thrones. Para criar impacto narrativo, os heróis precisam pagar um preço alto, porque é assim que funciona no mundo real.”

O produtor detalhou o processo de escolha do personagem que deixaria a trama: “Começamos a analisar cada personagem para decidir qual morte seria a mais devastadora emocionalmente. Acho que desde cedo sabíamos que seria o Francês. Em muitos sentidos, Francês e Kimiko são o coração da série. Apesar de serem assassinos, os dois possuem uma doçura emocional muito forte”.

Kripke concluiu reforçando a necessidade narrativa do sacrifício: “Sabíamos que isso causaria o máximo de destruição emocional possível, e acho que precisava acontecer. Eles não teriam chance de vencer se Francês não se sacrificasse”.

Na narrativa, Francês e Sister Sage trabalham contra o tempo para replicar em Kimiko o experimento que concedeu ao Soldier Boy a capacidade de neutralizar o Composto V. O objetivo era capacitar a jovem a remover o V1 do organismo do Capitão Pátria.

Entretanto, o líder dos Sete descobre o paradeiro do esconderijo. Para garantir a segurança de Kimiko, Francês a oculta e confronta o vilão em uma sala de urânio, ativando uma carga de radiação que atinge ambos. Embora o experimento tenha sido concluído, a eficácia contra o Capitão Pátria permanece incerta. Após o antagonista abandonar o local, Francês sucumbiu aos ferimentos e faleceu nos braços de Kimiko, consolidando o tom trágico do encerramento da série.

Prime Video anuncia exibição do último episódio de ‘The Boys’ nos cinemas

The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

‘Berlim e a Dama com Arminho’: Spin-off de ‘La Casa de Papel’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Berlim e a Dama com Arminho‘, série derivada do sucesso ‘La Casa de Papel‘, já está disponível no streaming.

O spin-off foi lançado hoje, 15 de maio, no catálogo da Netflix, dando continuidade à história do personagem-título Berlim, interpretado por Pedro Alonso.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Alex Pina.

Neste novo capítulo da saga, Berlim (Alonso) e seu bando se reúnem para roubar uma famosa pintura de Leonardo Da Vinci em uma cidade extraordinária, Sevilha.

O elenco ainda conta com o retorno de Michelle Jenner (Keila), Tristán Ulloa (Damián), Begoña Vargas (Cameron), Julio Peña Fernández (Roi) e Joel Sánchez (Bruce).  Inma Cuesta faz sua estreia no universo com a próxima temporada.

‘Kylie’: Documentário sobre a icônica popstar Kylie Minogue ganha BELÍSSIMO cartaz; Confira!

Netflix divulgou um cartaz inédito de Kylie, seu novo documentário original centrado no ícone do pop australiano Kylie Minogue.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 20 de maio.

Confira, junto ao trailer:

Ventureland, companhia responsável pelos docs ‘Beckham’‘Wham!’, fica responsável pelo projeto de três episódios, com John Battsek assumindo o cargo de produtor.

Michael Harte entra como diretor.

Kylie acompanha a vida de uma das artistas mais conhecidas do planeta, Kylie Minogue, que navega por seus arquivos e reflete sobre uma carreira que conta com duas estatuetas do Grammy Awards80 milhões de discos vendidos, além de constantes reinvenções artísticas. Filmes caseiros, fotografias pessoais e novas entrevistas compõe o projeto, à medida que reflete sobre o escrutínio público, perda e doenças.

Como revelado em uma declaração oficial, Kylie conta como as coisas são, com reflexões de amigos, família e colaboradores – incluindo Dannii MinogueJason DonovanNick CavePete Waterman“.

Minogue permanece como uma das grandes estrelas pop do planeta, bem como a artista mais bem-sucedida da Austrália. Alcunhada como a “princesa do pop“, seus hits incluem “Can’t Get You Out of My Head”“Get Outta My Way”“Spinning Around” e “Padam Padam”. Vencedora de 18 prêmios ARIA, ela começou sua carreira como atriz na soap opera ‘Neighbours’, em 1980, antes de transicionar para o cenário musical.

Após sucesso de temporadas anteriores, ‘Donatello’ retorna a São Paulo em novo palco

Após temporadas de destaque entre Rio e São Paulo e reconhecimento da crítica especializada, o musical brasileiro Donatello retorna ao Teatro do Núcleo Experimental a partir de 6 de junho para uma nova temporada na capital paulista.

Com realização do Ministério da Cultura e da Encanto Artístico e patrocínio da Colormix, o espetáculo escrito e protagonizado por Vitor Rocha inicia um novo ciclo após conquistar duas indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital, incluindo na categoria de Roteiro Original, além de três indicações ao Prêmio FITA, entre elas Melhor Espetáculo. Rocha também foi premiado como Revelação tanto como autor quanto ator na Festa Internacional de Teatro, consolidando o trabalho como um dos destaques recentes da cena autoral do teatro musical brasileiro. Pela primeira vez desde a estreia, a montagem passa a ocupar a grade regular de finais de semana, com sessões aos sábados e domingos. Os ingressos já estão à venda pela Sympla.

A nova temporada também reforça a trajetória da Encanto Artístico dentro da cena autoral paulistana. Responsável por montagens como ‘Cargas D’Água’, ‘Bom Dia Sem Companhia’, ‘O Mágico Di Ó’ e ‘Se Essa Lua Fosse Minha’, a produtora vem consolidando um repertório marcado por musicais originais que transitam entre memória, relações humanas e identidade brasileira. Dentro desse percurso, Donatello retorna aos palcos após reunir mais de dois mil espectadores em sessões intimistas de lotação esgotada, reafirmando a força de produções autorais que seguem encontrando novas possibilidades de circulação no teatro musical contemporâneo.

Com uma narrativa delicada e atravessada por humor, afeto e memória, Donatello constrói uma reflexão sobre envelhecimento, relações familiares e os impactos do Alzheimer na vida cotidiana. Sem recorrer ao melodrama, o texto acompanha as marcas deixadas pelo esquecimento enquanto propõe um olhar humano sobre aquilo que permanece vivo mesmo diante da perda gradual das lembranças. Ao longo da encenação, o musical também provoca reflexões sobre a maneira automática com que muitas vezes atravessamos a vida e como pequenas experiências afetivas acabam se tornando os vínculos mais duradouros da memória.

A história acompanha Amendoim, personagem vivido por Rocha, que revisita a relação com o avô após o diagnóstico da doença. Quando percebe que, apesar de esquecer nomes e acontecimentos, o avô ainda preserva lembranças ligadas aos sabores de sorvete, o jovem transforma experiências compartilhadas em sabores capazes de atravessar o tempo. Em pouco mais de uma hora de espetáculo, infância, adolescência e vida adulta se misturam em uma narrativa lúdica e sensível, conduzindo o público por diferentes fases da trajetória de Amendoim enquanto a relação entre os dois personagens ganha novas camadas emocionais ao longo da montagem.

A interatividade também ocupa papel importante na encenação e reforça o caráter vivo da experiência proposta pelo musical. A cada sessão, palavras sugeridas pelo público minutos antes do terceiro sinal são incorporadas à narrativa, criando pequenas variações no texto e transformando a dinâmica de cada apresentação. A proposta se une à direção de Victoria Ariante, que aposta em uma encenação intimista e sensível, embalada pelas músicas originais compostas por Elton Towersey e executadas ao vivo por Felipe Sushi ao piano, criando uma atmosfera que aproxima público e personagens de maneira delicada e afetiva.

Com direção de produção de Luiza Porto, preparação de elenco de Letícia Helena, design de luz de Wagner Pinto, design de som de Paulo Altafim, através da ÁUDIO S.A, e cenotecnia de Batata Rodriguez,Donatello segue ampliando sua trajetória dentro da nova geração de musicais brasileiros autorais que vêm encontrando no teatro intimista um caminho potente para aproximar público, memória e emoção.

Novos inimigos e batalhas no trailer da 3ª temporada da animação ‘Minhas Aventuras com o Superman’; Confira!

Adult Swim e a HBO Max divulgaram o trailer oficial da 3ª temporada da aclamada animação Minhas Aventuras com o Superman.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 13 de junho na plataforma de streaming.

Confira:

A nova temporada trará figuras clássicas da DC com novas roupagens:

  • Cyborg Superman: Hank Henshaw, já introduzido anteriormente, retorna como o vilão logo no início. Esta versão terá uma ligação direta com Lex Luthor.
  • Superboy (Conner Kent): O personagem aparecerá com seu visual icônico inspirado nos anos 90 e terá um papel complexo ao longo da trama.
  • Aço (John Henry Irons): Confirmado na temporada, embora com uma participação menor, possivelmente preparando terreno para um destaque maior no futuro.
  • Erradicador: O surgimento do personagem é mantido sob sigilo, reservado como surpresa para a estreia.

A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam. Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.

O amor está no ar no trailer completo do romance ‘Quinze Dias’; Confira!

Conspiração Filmes divulgou o novo trailer oficial de Quinze Dias, adaptação do romance best-seller de Vitor Martins.

O longa chega aos cinemas no dia 18 de junho.

Confira:

O filme é dirigido por Daniel LieffRay TavaresVitor Brandt assinam o roteiro da adaptação.

Na trama…

Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. Mas as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos quinze dias, enquanto seus pais viajam. Felipe entra em desespero porque Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e talvez ainda seja). Inseguro, Felipe não sabe como interagir com o vizinho. Os dias que prometiam paz e tranquilidade acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, fazendo Felipe mergulhar em todas suas questões e inseguranças. Apesar das diferenças, ou por causa delas, os dois acabam se reaproximando e vivendo uma jornada de autodescoberta mútua.

Miguel Lallo, Diego Lira, Débora Falabella, Mariana Santos, Silvio Guindane, Olívia Araújo, Mika Soeiro, Bel Moreira, Augusto Madeira, Fernando Caruso, Márcio Vito, João Gabriel Chaseliov, João Gabriel Marinho e Victor Galisteu estrelam.

‘O Falcão do Golfe’: Comédia esportiva com Will Ferrell ganha trailer HILÁRIO e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da nova comédia esportiva estrelada por Will Ferrell (‘Casamentos Cruzados’).

Intitulada O Falcão do Golfe (‘The Hawk’), a produção tem lançamento marcado para o dia 16 de julho na plataforma de streaming.

Na trama, Lonnie Hawkins (Ferrell), o golfista número um de 2004, luta na reta final de sua carreira para recuperar seu brilho. Seu corpo pede aposentadoria, mas seu coração diz que ele ainda não terminou. Sua ex-esposa, Stacy, e seu filho Lance, o novo queridinho do golfe, sabem que ele já era. Mas, com mais um título importante para conquistar e completar o Grand Slam do golfe, Lonnie se recusa a acreditar que está a apenas uma tacada da maior volta por cima da história do golfe.

Confira:

Molly ShannonChris ParnellKatelyn TarverDavid Hornsby também fazem parte do elenco.

Inicialmente, a série seria co-criada e estrelada por Ramy Youssef (Ramy), ao lado de Ferrell e dos roteiristas Josh Rabinowitz e Andy Campagna, da produtora Cairo Cowboy. No entanto, os três deixaram o projeto em 2024 por diferenças criativas.

Com a saída da equipe original, Ferrell convocou colaboradores de longa data, como: Chris Henchy (parceiro em várias produções de Ferrell), Harper Steele (que atuou com Ferrell no documentário Will & Harper), David Gordon Green (Halloween Ends) e Andrew Guest (Brooklyn Nine-Nine, Community).

Confira o trailer DUBLADO de ‘Stuart Fails to Save the Universe’, novo derivado de ‘The Big Bang Theory’

A série The Big Bang Theory é uma das mais populares das últimas décadas e deu origem a diversas produções derivadas, como o vindouro spin-off Stuart Fails to Save the Universe.

Agora, a HBO Max Brasil divulgou o teaser trailer dublado da produção derivada, anunciando a data de estreia para 23 de julho.

Confira, junto às imagens promocionais:

O elenco conta com Kevin SussmanLauren LapkusBrian PosehnJohn Ross BowieRyan CartwrightJosh BrenerTommy Walker.

“A nova série se passa após os eventos da produção original e acompanha Stuart, o dono da loja de quadrinhos, que acidentalmente desencadeia uma catástrofe multiversal ao quebrar um dispositivo criado por Sheldon e Leonard. Agora, ele precisa restaurar a realidade ao lado de sua namorada Denise (Lauren Lapkus), do geólogo Bert (Brian Posehn) e do físico quântico Barry Kripke (John Ross Bowie), enquanto encontra versões alternativas dos personagens queridos pelos fãs”, diz a sinopse.

Chuck Lorre retorna como produtor executivo ao lado de Bill Prady e Zak Penn (‘Os Vingadores’), prometendo uma proposta ousada: unir o humor clássico de The Big Bang Theory com elementos de super-heróis, ficção científica e fantasia.

Esse será o terceiro spin-off do universo deThe Big Bang Theory, após o sucesso de Young Sheldon e ‘Georgie & Mandy’s First Marriage’.

O vencedor do Emmy e do Grammy Danny Elfman (‘Desperate Housewives’, ‘O Estranho Mundo de Jack’) ficará responsável pela trilha sonora da série.

Após passagem no Rio de Janeiro, musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega à capital paulista

Após passagem pelo Rio de Janeiro, o espetáculo musical ‘Diana – A Princesa do Povo’ chega pela primeira vez a São Paulo em 2026, ampliando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, o espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros é assinado pela Estamos Aqui Produções, responsável por sucessos premiados como ‘Quase Normal’‘A Cor Púrpura’‘Querido Evan Hansen’. Os ingressos já podem ser adquiridos pela Sympla e na bilheteria do teatro.

A estreia na capital paulista ocorre no último dia 14 de maio, no Teatro Liberdade, aumentando o alcance de uma história que segue despertando fascínio, debate e comoção em todo o mundo. Em ambas as praças, o musical chega em uma montagem brasileira não-réplica, que propõe um olhar diferenciado sobre a trajetória da mulher que conquistou o mundo — sem abrir mão da sofisticação, da essência e do impacto emocional dessa história real.

No papel-título está Sara Sarres, um dos nomes mais referenciais do teatro musical brasileiro. Dona de uma carreira sólida com quase 25 anos de trajetória no Brasil e no exterior, a atriz e cantora protagonizou títulos consagrados como ‘Les Misérables’‘O Fantasma da Ópera’‘West Side Story’‘Cats’‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, seu último trabalho no Brasil antes de se mudar para fora do país. Longe dos palcos brasileiros há quase cinco anos, após um período de três anos no Canadá e atualmente residindo nos Estados Unidos, a artista retorna especialmente para viver Diana, a mulher por trás do mito, a convite dos produtores Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr.

O elenco reúne ao todo 23 atores e tem como núcleo central, além de Sara SarresClaudio Lins no papel do Príncipe Charles, em uma interpretação que explora as contradições e dilemas do herdeiro do trono; Simone Centurione como a Rainha Elizabeth, símbolo de poder e tradição; e Giselle Prattes no papel de Camilla Parker Bowles, figura central nos conflitos emocionais e públicos vividos por Diana. Esses personagens conduzem os principais embates afetivos, institucionais e midiáticos que atravessam a trajetória da princesa e da Família Real britânica, enquanto os demais integrantes do elenco — cujos nomes serão revelados em breve — completam o conjunto responsável por dar densidade e amplitude à narrativa.

Nesta nova montagem, o espetáculo investe em nuances mais próximas da realidade emocional da princesa, explorando sua humanidade, complexidade e força. A mulher que revolucionou a monarquia britânica, transformando dor em voz e empatia em legado, ganha corpo e alma em uma encenação que aposta na emoção e na grandiosidade cênica, conduzida por uma equipe criativa formada também por Thalyson Rodrigues na direção musical, Natália Lana na cenografia, Ney Madeira e Dani Vidal nos figurinos, Sueli Guerra nas coreografias e Anderson Bueno no visagismo. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.

Crítica | Henry Cavill e Jake Gyllenhaal estrelam o divertido thriller de ação ‘Na Zona Cinzenta’

Ao longo de sua carreira, Guy Ritchie comandou diversas produções que conquistaram popularidade considerável, desde a divertida duologia ‘Sherlock Holmes’, estrelada por Robert Downey Jr., passando pela elogiada ação ‘O Agente da U.N.C.L.E.’ e culminando no bilionário remake em live-action ‘Aladdin’. Mesmo passando por altos e baixos, Ritchie sempre conseguiu encantar o público com histórias instigantes e bastante práticas – e, este ano, está retornando aos thrillers de ação com Na Zona Cinzenta, que estreou neste último dia 14 de maio nos cinemas nacionais.

A trama nos apresenta a Rachel Wild (Eiza González), uma habilidosa negociadora que oferece seus serviços à magnata Bobby Sheen (Rosamund Pike) após o último responsável por reaver uma fortuna de um bilhão de dólares das mãos de um impiedoso e tirânico oligarca chamado Manny Salazar (Carlos Bardem) ter sido assassinado por seu capanga. Rachel, conhecida no ramo por uma imprescindível inteligência e um talento invejável para lidar com as situações mais caóticas possíveis. Munida com um competente time legal e tecnológico, ela escala um time de agentes de elite liderados por Bronco (Jake Gyllenhaal) e Sid (Henry Cavill) para ajudá-la nessa empreitada, garantindo sua segurança caso alguma coisa dê errado.

Bronco e Sid têm habilidades muito específicas que lhe permitem enxergar os mínimos detalhes mesmo em territórios extremamente intrincados e perigosos – e que os torna essenciais para que o meticuloso plano criado por Rachel para desmoralizar o império de Salazar seja concretizado. Navegando pela zona cinzenta entre a moral e a imoral, a negociadora, ao lado de seus “meninos”, como carinhosamente os apelida, ataca cada elemento da vida de Salazar para garantir que ela tenha sua atenção e a convide para uma reunião de negócios em sua ilha particular. E, à medida que entra na toca do lobo, Bronco, Sid e seus agentes garantem que cada aspecto do local já tenha sido esquadrinhado para garantir a remoção de Rachel caso as coisas saiam do controle.

Ritchie explora território bastante conhecido e aposta em tropos que já delineou em produções anteriores. O problema é que o realizador, também responsável pelo roteiro, leva um tempo para encontrar o ritmo e a identidade do longa-metragem, valendo-se de uma convergência descompensada de vários estilos que, cena a cena, são decantados até voltarem aos trilhos. Seja na narração de Rachel, que deixa de existir no meio do ato de abertura, seja diálogos expositivos demais, o filme demora para engrenar, mas logo deixa que o carisma do elenco ofusque os equívocos cometidos por Ritchie.

González tem uma presença imponente em tela e transforma Rachel em uma magnética personagem que se afasta de seus outros trabalhos no cinema – e que serve como um complementar interessante às breves aparições de Pike como Bobby (com quem inclusive já contracenou em ‘Eu Me Importo’). Enquanto ambas as atrizes têm um peso significativo em tela, o destaque vai para as divertidas e despojadas performances de Gyllenhaal e Cavill: Bronco e Sid têm personalidades muito distintas, mas que partem de um mesmo ponto e se desenrolam em trocas afiadas, trazendo um pouco de leveza e de ironia para o irruptivo universo criado por Ritchie – e que não seria possível sem a sólida química que os astros mantêm entre si e com González.

Ritchie mergulha no frenesi cênico desde os primeiros minutos, recusando-se a deixar o público sequer piscar. Por vezes, a história torna-se densa demais para ser acompanhada sem alguns escorregos; todavia, se o realizador peca no roteiro, garante que nossa atenção seja fisgada novamente com clássicas montagens de treinamento intensivo, sequências de fuga em alta velocidade e um jogo de forças opostas que nos é nostálgica e convidativa. Talvez o maior deslize cometido seja a falta de um conflito real que dê mais sustância para esse complexo cosmos, sendo deixado de lado para que uma tardia reviravolta encerre a narrativa.

Na Zona Cinzenta pode ter os seus problemas, mas, eventualmente, funciona como uma aprazível produção que se vale de momentos saudosistas e familiares para entregar o que se espera de um filme de Guy Ritchie. Mais do que isso, o diretor garante que os personagens não sejam descartáveis e que cada escolha do elenco tenha sido feita a dedo para nos fazer sair da sala do cinema satisfeitos.

Madonna lança remix de “I Feel So Free”; Ouça!

A rainha do pop Madonna está pronta para voltar às suas raízes no mundo da música com o vindouro Confessions II, após assinar um novo contrato com a Warner Records.

O compilado de originais funciona como sequência do aclamado e premiado Confessions on a Dance Floor, lançado em 2005. O projeto trará a cantora e compositora ao lado de Stuart Price, que produziu o disco original.

O álbum tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão16 faixas na versão deluxe e já conta com duas faixas lançadas: “I Feel So Free”“Bring Me Love” (esta em colaboração com a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter).

Agora, continuando a promoção do compilado, Madonna lançou o remix oficial de “I Feel So Free”, produzido pela aclamada Peggy Gou.

Ouça uma prévia:

 

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O álbum marca o primeiro de originais de Madonna desde ‘Madame X’, lançado em 2019 e que contou com os singles “Medellín”“Dark Ballet”“God Control”.

Confessions on a Dance Floor foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”“Sorry”“Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como BeyoncéLady GagaBritney Spears.

Peter Jackson compara ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ com ‘Coringa’, com Joaquin Phoenix

O cineasta Peter Jackson falou ao IndieWire sobre ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum‘ e disse que ele e sua parceira de longa data, Fran Walsh, encontraram inspiração em uma fonte inusitada para dar vida ao filme.

“Estávamos pensando no filme original do ‘Coringa’, aquele com Joaquin Phoenix”, disse Jackson. “Na forma como explorou a psicologia do Coringa enquanto contava uma história. Temos a história que está nos apêndices, e vamos contá-la, mas a partir da perspectiva interna de Gollum.”

Quanto ao principal motivo pelo qual Jackson não está dirigindo o filme, mas sim Andy Serkis, diretor de ‘A Revolução dos Bichos‘, Jackson não está tão preocupado.

“Achei que o filme seria mais interessante se o Andy o dirigisse”, disse ele. “Sinceramente, acredito que, se for um filme sobre o vício e os conflitos internos do Gollum, o Andy faria um filme muito mais interessante do que eu. Se eu achasse que faria um filme melhor, eu o faria. Mas pensei: ‘Tem um cara aqui que vai fazer um filme realmente interessante, e esse cara não sou eu’.” 

Sobre a abordagem do novo longa, Jackson destacou a conexão de Andy Serkis com o protagonista: “É uma história mais interna, sobre a psicologia e o vício de Gollum. É uma trama muito pessoal para ele. Andy conhece esse personagem melhor do que qualquer um. Nem pensei em mim mesmo. A versão mais empolgante desse filme é com Andy Serkis dirigindo”.

Atuando agora como produtor, Jackson reforçou sua confiança no colega: “Estou deixando tudo nas mãos dele. Estou aqui para ajudar no que puder, mas não interfiro. Dei a ele a maior liberdade possível”.

Andy Serkis, que recentemente dirigiu ‘Venom: A Última Rodada’, assumirá o comando da obra ambientada antes dos eventos de ‘A Sociedade do Anel‘. Além de dirigir, Serkis reprisará seu papel como Gollum e já trabalha com um elenco de peso para explorar o passado de Sméagol.

A Warner Bros. Pictures e a New Line Cinema anunciaram oficialmente que O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum será lançado nos cinemas em 17 de dezembro de 2027.

A nova produção marca o reencontro de nomes consagrados por trás do sucesso de ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’. Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens, vencedores do Oscar e responsáveis por adaptar a obra de J.R.R. Tolkien para os cinemas, assumem novamente como produtores do projeto. Zane Weiner também retorna como produtor.

O filme será estrelado e dirigido por Andy Serkis, que volta ao papel de Gollum, personagem icônico interpretado por ele por meio de captura de movimento nas trilogias anteriores. Serkis também atua como produtor executivo ao lado de Jonathan Cavendish, parceiro de longa data em sua produtora The Imaginarium.

O roteiro está nas mãos de Fran Walsh e Philippa Boyens, em parceria com Phoebe Gittins e Arty Papageorgiou.

‘Off Campus’ | Astros falam sobre cenas de sexo e os filmes clássicos que inspiraram a série

Off Campus: Amores Improváveis‘, nova série baseada na saga literária best-seller de Elle Kennedy, já está disponível na Prime Video com seus oito episódios, que convidam o público a se aventurar pela inesperada história de amor de Hannah Wells e Garrett Graham, dois universitários de mundos distintos que se unem em prol de um acordo.

E a produção promete surpreender os fãs da saga literária, não apenas pelo teor das cenas de sexo, mas também pela complexidade de seus protagonistas, vividos por Ella Bright e Belmont Cameli. E durante uma entrevista ao CinePOP, eles revelaram detalhes do mais novo sucesso dos streamings, comentaram sobre os principais easter-eggs espalhados ao longo dos capítulos e refletiram sobre os clássicos dos cinema que inspiraram a trama.

Durante o bate-papo, Belmont Cameli ainda ponderou sobre o equilíbrio que o roteiro traz ao apresentar as aguardadas cenas de sexo em um contexto narrativo coerente – sem torná-las gratuitas e vulgares.

Assista:

Vale lembrar que a sérue 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 11 avaliações da crítica especializada, além de aprovação de 87% por parte do público.

‘Amores Improváveis’ está disponível no Prime Video.

A franquia de livros conta com cinco volumes que retratam um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto elas lidam com o amor, a mágoa e a autodescoberta, construindo amizades profundas e laços duradouros enquanto enfrentam as complexidades que acompanham a transição para a vida adulta.

Cada um dos quatro primeiros romances conta a história de amor de um jogador de hóquei, sendo o quinto uma coletânea de novelas dos quatro casais.

A primeira temporada da adaptação seriada, baseada no primeiro livro, ‘O Acordo’, acompanha o romance improvável entre Hannah Wells (Ella Bright), uma estudante de música irônica e odiadora de hóquei, e o pivô estrela da Briar University, Garrett Graham (Belmont Cameli).

O elenco ainda conta com Antonio CiprianoJalen Thomas BrooksMika AbdallaJosh HeustonKhobe ClarkeStephen Kalyn.

A série foi criada por Louisa Levy, que também assume a cadeira de produtora executiva e showrunner ao lado de Gina Fattore.

Lembrando que ‘Amores Improváveis’ já foi renovada para a 2ª temporada.

As Continuações de Comédias Cult que Ficaram bem abaixo do original

Quem é rei, nunca perde a majestade. Bem, esse ditado não é inteiramente verdade. Pelo menos não para estas comédias cult de imenso sucesso. Acontece que ser sucesso em uma época específica, não significa que o sucesso irá retornar muitos anos depois. Afinal, muitos filmes são produtos de sua época, de um período específico, no qual se tinha uma mentalidade específica sobre certos temas e assuntos. Assim como a sociedade evolui, o pensamento sobre determinados tópicos também. E assim, como resultado temos filmes que ficam deslocados, tentando resgatar o sucesso que não está mais lá. Abaixo daremos uma olhada em alguns casos assim. Confira.

Abracadabra 2

Uma grande demonstração de perda de prestígio que se tem com o passar das décadas é lançar a continuação de um sucesso dos cinemas direto em streaming. Ou seja, o seu filme, que antes era digno das telonas e levou massas ao cinema, agora ficou restrito a um lançamento para ser assistido em casa. Esse é o caso com quase todos os itens que separamos para você nessa lista. A começar com ‘Abracadabra 2’.

O primeiro filme não foi um sucesso em seu lançamento nos cinemas em 1993, mas fez barulho no mercado de vídeo nas locadoras, tornando a história sobre o trio de irmãs bruxas um item cult adorado por gerações. Esses fãs clamavam por uma sequência por três décadas. Até que ela finalmente chegou, diretamente na Disney+. E não apenas isso, como não gerou, nem de perto, o mesmo burburinho do anterior. De qualquer forma, novos rumores apontam para um terceiro filme ainda.

Desencantada

Seguindo a mesma linha de sucesso cult, ‘Encantada’ é outra produção da Disney, mirada para toda a família, que colocou verdadeiramente o nome de Amy Adams no mapa (apesar de a atriz já ter sido indicada ao Oscar antes disso, mas por um filme que ninguém conhece até hoje). A ideia aqui era subverter o conto clássico das princesas, mostrando que a mulher empoderada não precisa mais de um príncipe (mesmo já em 2007). ‘Encantada’ recai praticamente na mesma categoria do primeiro ‘Abracadabra’, embora tenha feito muito mais sucesso em sua estadia nos cinemas. Assim, no mesmo ano de ‘Abracadabra 2’, a Disney lançava também ‘Desencantada’, a continuação do sucesso com Adams. E o que podemos dizer é que ‘Desencantada’ passou tão em branco, que muitos sequer notaram que o longa foi lançado.

Um Príncipe em Nova York 2

Já tivemos continuações de sucessos dos anos 90 e dos anos 2000, agora voltaremos mais um pouco no tempo para a sequência de um cult dos anos 80 (a época mais inesquecível e incorreta da história da humanidade). No entanto, o que podemos dizer é que ‘Um Príncipe em Nova York’ foi um sucesso retumbante, que se tornou um dos maiores trabalhos da carreira do astro Eddie Murphy. O ator havia se tornado um astro internacional em 1984 com ‘Um Tira da Pesada’, e quatro anos depois consolidaria sua carreira como um dos maiores nomes de Hollywood – graças ao primeiro ‘Um Príncipe em Nova York’. Durante mais de três décadas, o primeiro filme se manteve como um dos melhores que nunca haviam ganhado uma continuação. Isso mudou em 2021, com a sequência lançada direto para a Amazon Prime Video – sem, é claro, o mesmo impacto cultural do icônico primeiro.

Um Maluco no Golfe 2

Os fãs já perceberam a mais nova tendência de Hollywood: as sequências-legado, ou seja, continuações tardias de grandes sucessos cult do passado. Seja dos anos 80, 90 ou 2000. O que o público já pôde perceber também é que tirando raros casos (vide, ‘Top Gun Maverick’ e o recente ‘O Diabo Veste Prada 2’), em sua grande maioria essas sequência-legado deixam muito a desejar. Foi assim com ‘Um Maluco no Golfe 2’ também. O que todas elas têm em comum é que se tornam lançamentos exclusivos nos streamings – ou seja, se fosse antigamente, seriam consideradas continuações direto em vídeo de algum sucesso dos cinemas. ‘Um Maluco no Golfe’, de 1996, não foi um enorme sucesso comercial, mas se tornou um dos filmes mais apreciados da carreira de Adam Sandler (quiçá sua comédia mais querida). E bem, a continuação, como sabemos, passou bem longe disso, apesar da expectativa.

Borat 2

O mesmo pode ser dito da sequência de ‘Borat’. O primeiro filme, de 2006, se tornou uma das comédias mais incorretas da história do cinema. Pertencente ao gênero conhecido como “mockumentary”, o longa original era herdeiro do clássico ‘Isto é Spinal Tap’ e influenciou obras como ‘O que Fazemos nas Sombras’, por exemplo. Aqui, acompanhamos um repórter cazaquistanês viajando até os EUA para o maior choque cultural que o cinema já viu. ‘Borat’ se tornou um fenômeno pop, sendo imitado e referenciado em todos os cantos, se tornando inclusive uma das melhores comédias de todos os tempos, na opinião de muitos. Mas essa era uma época em que se fazer humor incorreto ainda era permitido. Em meio à pandemia, com um lançamento direto no streaming, o segundo ‘Borat’ seguiu com seu estilo incorreto, desafiando os padrões atuais. Porém, o público atual já tem outra mentalidade, e viu tudo de outra forma. Resultado, o segundo ‘Borat’ sequer foi notado.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

Esse é o único exemplo da lista em que a sequência foi lançada nos cinemas, embora tivesse toda a cara de uma estreia direto na Disney+. O que acontece é que a estrela Jamie Lee Curtis, ainda mais depois de seu prestígio na vitória do Oscar 2023, deve ter lutado com unhas e dentes para colocar esta continuação nos cinemas. E deu certo. O problema é que ninguém estava a fim de prestigiar. O primeiro filme, ‘Sexta-Feira Muito Louca’, de 2003, era na verdade o remake de uma produção de 1976 chamada ‘Se Eu Fosse Minha Mãe’, estrelada por Jodie Foster novinha como a filha.

Para o remake, os produtores tentaram trazer Foster para o papel da mãe, mas a atriz duas vezes vencedora do Oscar não aceitou. Assim, a solução foi substituí-la por Jamie Lee Curtis. O longa se tornou um sucesso (mais nas locadoras) e marcou a boa fase da então promissora Lindsay Lohan. Em 2025, vinte e dois anos depois do original, chegou a tão aguardada sequência. E bem, o que temos a dizer é que as coisas não são mais como antes, principalmente para a carreira de Lohan. Assim, a sequência conseguiu o feito de arrecadar menos nas bilheterias que seu antecessor.

Good Burger 2

Que filme é esse? É o que a grande maioria pode perguntar. Vamos lá, estamos aqui para explicar. O ano era 1996, e o canal infantil Nickelodeon estava à toda, rivalizando com a programação para toda a família do Disney Channel, por exemplo. Uma das atrações de maior sucesso era a série ‘Kenan e Kel: Dois Caras Muito Doidos’, estrelada por Kenan Thompson e Kel Mitchell, jovens astros negros do canal. O programa durou de 1996 a 2001, e no auge dessa popularidade, a dupla resolveu estrelar seu próprio filme com ‘A Guerra do Hambúrguer’, de 1997 (ou ‘Good Burguer’).

Na trama a dupla interpreta funcionários de uma rede de fast food que leva o título do filme em inglês. O longa, feito para os fãs da dupla e do seu programa na TV, se tornou um sucesso cult. Assim, numa época de sequências-legado para filmes cult que nem todos conhecem, Kenan e Kel também retornaram. E sim, direto para o streaming. Porém, para complicar ainda mais a vida da dupla, seu streaming sequer é popular com a Disney+, a Amazon Prime Video ou a Netflix. Acontece que o filme da dupla foi lançado na Paramount+, que quase ninguém assina.

Zoolander 2

Acima eu havia dito que ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ era a única continuação da lista a ter sido lançada nos cinemas ao invés do streaming. Na verdade, temos mais uma. ‘Zoolander 2’ chegava aos cinemas há exatamente dez anos. Durante mais de uma década, o ‘Zoolander’ original (de 2001) teve tempo para crescer e se tornar uma comédia de sucesso cult, graças às locadoras e suas exibições na TV a cabo e na TV aberta. O filme original, escrito, dirigido e estrelado por Ben Stiller, apresenta o personagem título, em uma grande brincadeira com o mundo da moda, das passarelas e dos modelos masculinos. O longa não foi um sucesso retumbante nos cinemas, mas teve tempo de crescer no mercado de home vídeo. Foi esse status de cult que possibilitou o sinal verde para uma sequência quinze anos depois do original. Mas ‘Zoolander 2’ é mais um filme que demonstra que por mais que um filme tenha um público fiel e faça sucesso em uma determinada época, sua continuação irá seguir pelo mesmo caminho.

Pequenos Espiões: Apocalipse

Nos dois últimos itens da lista, teremos filmes infantis mirados para toda a família. E ambos com assinatura do diretor Robert Rodriguez, que nos últimos anos luta para conseguir se envolver com bons projetos. Sua ideia para o ‘Pequenos Espiões’ original (de 2001) era criar um filme que seus filhos pudessem assistir. Um homem muda quando tem filhos, e Rodriguez, após uma carreira fazendo filmes violentos e subversivos de ação, terror e suspense, resolveu criar obras mais aprazíveis para todo tipo de público. Além de testar a capacidade dos efeitos especiais de sua própria companhia, a Troublemaker Studios. Assim nascia o filme original, sobre dois irmãos, uma menina e um menino, que precisam se tornar super espiões tecnológicos para salvar os pais. O sucesso garantiu duas sequências lançadas de forma consecutiva até 2003. Todos escritos e dirigidos pelo cineasta. Em 2011, ele voltava para o quarto filme, com novos atores para um reboot da franquia, que não deu muito certo. E novamente Rodriguez esteve à frente de ainda mais um reboot, em 2023, que não apenas morreu na praia, mas foi ainda menos aceito pelo grande público – lançado direto na Netflix.

Pequenos Grandes Heróis

Finalizando a lista, e também um lançamento da Netflix com assinatura de Robert Rodriguez temos a sequência espiritual do infantil ‘As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl’, de 2005. O filme original é o exemplo de que um cineasta jamais deve ceder ao impulso do nepotismo e deixar seus filhos pequenos participarem de um projeto por pura vaidade. Mas foi o que Rodriguez fez aqui, já que a ideia para o longa partiu de seu filhinho, Racer. A aventura infantil flopou, mas o cineasta até que teve uma tirada criativa para a sequência. Ao invés de simplesmente realizar um filme dois com os mesmos personagens, o que o diretor fez foi criar uma história original sobre heróis e seus filhos, e encaixar os personagens Sharkboy e Lavagirl no roteiro, como coadjuvantes.

‘Virgin River’: Ator de ‘Um Amor de Natal’ entra para o elenco da 8ª temporada; Conheça o personagem!

O ator Mitchell Slaggert, conhecido por seus trabalhos emLandman e ‘Um Amor de Natal’ é a nova adição ao elenco da oitava temporada deVirgin River. Ele assumirá um papel recorrente no drama romântico da Netflix, que recentemente deu início às suas filmagens em Vancouver, no Canadá.

Conforme o Deadline, Slaggert interpretará Eddie, descrito como um paramédico carismático cujo temperamento pode “curar a alma além do corpo”.

De acordo com a descrição oficial: “Ele é um sujeito tranquilo e encantador, que nunca imaginou viver em uma cidade pequena, mas, graças à sua curiosidade natural e entusiasmo pela vida, Eddie irá explorar tudo o que Virgin River tem a oferecer”.

Embora ainda não tenha sido revelado quem será o empregador direto de Eddie, a natureza de sua profissão indica que ele terá interações frequentes com personagens centrais da trama, como o Dr. Mullins (Tim Matheson), Mel (Alexandra Breckenridge) e a chefe dos bombeiros Kaia (Kandyse McClure). Além disso, há expectativa de cenas ao lado de Brady (Ben Hollingsworth), caso o bombeiro voluntário se recupere do acidente de moto ocorrido no final da sétima temporada.

Seguindo a tradição da série, o novo personagem também deve se ver envolvido em tramas românticas que agitarão a pacata cidade.

Para celebrar o início dos trabalhos, a protagonista Alexandra Breckenridge compartilhou uma selfie ao lado de Martin Henderson há duas semanas.

‘Virgin River’: DOIS atores deixam o elenco do popular drama da Netflix

Virgin River’ está disponível no catálogo da Netflix.

TESTE DE CINEFILIA! 10 Filmes dos anos 90 que Quase NINGUÉM Lembra; Assistiu algum?

Os anos 80 podem ser considerados o berço da cultura pop como a conhecemos hoje, e o lar de muitas franquias ainda hoje queridas pelo público. Mas é inegável também que todos que adoram esta década, guardam carinho muito especial pela seguinte também, os anos 90. Essas duas décadas fazem uma dobradinha muito especial no coração dos fãs e de todos que nelas cresceram. Os anos 90 deram continuidade ao avanço tecnológico e introduziram, por exemplo, o uso do CGI (os efeitos por computação gráfica), elevando o cinema entretenimento a outro patamar. E sim, muitos afirmam que a década de 90 trouxe filmes ainda melhores e mais badalados hoje que sua predecessora.

É um caso a se argumentar e talvez exista razão – apesar de termos muito carinho pelos filmes dos anos 80. Afinal, nos anos 90 fomos presenteados com filmes inesquecíveis como os dois ‘Esqueceram de Mim’, ‘Jurassic Park’, ‘O Exterminador do Futuro 2’, ‘Pulp Fiction’, ‘Forrest Gump’, ‘Clube da Luta’, ‘Uma Linda Mulher’, ‘Os Bons Companheiros’, ‘O Show de Truman’ e ‘Titanic’, só para citar alguns. Mas assim como os anos 80, a década de 90 também guarda seus filmes escondidos, aqueles que muitas vezes nem mesmo o cinéfilo mais aplicado já ouviu falar.

E nessa nova matéria iremos descortina-los para você. Confira abaixo.

Tammy e o T-Rex (1994)

Começamos a lista com um item completamente obscuro, que na época de seu lançamento talvez nem mesmo os parentes dos envolvidos tenham tomado conhecimento. Mas nos últimos anos, ‘Tammy e o T-Rex’ vem ressurgindo graças à internet e se tornando um item cult graças à sua trama para lá de bizarra. Afinal, mistura dinossauros, mortos-vivos, trocas de corpos, romance e um cientista louco. Ah sim, traz no elenco também atores em início de carreira como Denise Richards e o saudoso Paul Walker.

Na trama, Walker e Richards são namorados, mas o rapaz sofre um trote violento nas mãos de valentões e termina morto. Isto é, até seu corpo ser levado para um insano cientista, que coloca seu cérebro dentro de um grande animatrônico na forma de um tiranossauro Rex. Agora, como um lagartão artificial, o sujeito pode exercer sua vingança, ao mesmo tempo em que retoma o romance com a amada.

O Futuro da Raça Humana (1991)

Quando o filme de super-herói latino da DC, ‘Besouro Azul’, foi lançado nos cinemas, você certamente ouviu alguma análise o comparando com ‘The Guyver’, título original deste longa. Pois bem, lançado nos cinemas e assistido por menos gente do que cabe em um BRT, este foi outro longa que ressurgiu como item cult na época das vídeo locadoras. E sim, ele guarda semelhanças com o citado herói de Xolo Maridueña.

Com produção da New Line Cinema, antes de ser uma propriedade da Warner, a trama é bem parecida com a do escaravelho azul. Aqui, uma corporação esconde um artefato alienígena, mas o segredo acaba saindo de seus laboratórios e vai parar nas mãos de um jovem chamado Sean Barker (Jack Armstrong). Acontece que o tal artefato é uma bio-armadura que se funde com seu hospedeiro se transformando numa criatura chamada Guyver. No elenco, Mark “Luke Skywalker” Hamill vive um agente da CIA.

Força Excessiva (1993)

Na minha recente matéria dos filmes dos anos 80 que você não sabia que existiam, citei um filme policial cômico estrelado pelo eterno Sr. Miyagi de ‘Karatê Kid’, Pat Morita – o filme ‘Batendo de Frente’. Agora temos outro astro veterano da franquia de karatê adolescente, este mais familiar ao público graças ao sucesso da série ‘Cobra Kai’. Falamos do grande vilão Terry Silver (vivido por Thomas Ian Griffith).

O ator também estrelou seu próprio veículo policial, mas este mais voltado para a ação e o suspense, e não tanto para a comédia. E quando digo seu veículo, a expressão é literal, já que o roteiro foi escrito pelo próprio Griffith. No filme (também da New Line) ele vive um policial investigando o envolvimento de outros policiais no desaparecimento de uma grande quantia de dinheiro, e a matança promovida pela máfia. No elenco, nomes como James Earl Jones, Lance Henriksen, Tony Todd e Burt Young. O filme está completando 30 anos.

Freiras em Fuga (1990)

Na dramaturgia e especialmente em comédias, os autores vira e mexe encontram um espaço em seus textos para colocar algum foragido indo se refugiar em um convento. Aconteceu inclusive recentemente na novela ‘Terra e Paixão’ da Globo, com a protagonista Aline (Barbara Reis). O caso mais notório, é claro, é com a comédia de Whoopi GoldbergMudança de Hábito’ (1992), no qual vive uma cantora de cabaré que testemunha um crime da máfia e precisa se esconder, disfarçada de freira. Dois anos antes, no entanto, a Fox já havia aplicado essa fórmula em ‘Freiras em Fuga’, no qual dois criminosos homens (Eric Idle, veterano do ‘Monty Python’; e Robbie Coltrane – o saudoso Hagrid de ‘Harry Potter’) se disfarçam de freira para fugir do chefe, da polícia e de rivais. Ficou “igualzinho”.

Deu Tudo Errado (1996)

Antes de ser uma apresentadora de um dos talk shows diurnos mais populares da década passada (que recentemente deu uma decaída devido a algumas polêmicas de bastidores), a representante LGBTQIA+ Ellen DeGeneres era atriz e comediante. Começando sua carreira nos palcos de stand-up, Ellen ganharia seu próprio programa (que levava seu nome) na TV em 1996.

A série bem à frente de seu tempo, trazia a primeira protagonista gay da TV norte-americana, e DeGeneres aproveitava a oportunidade para sair do armário ao lado da personagem. Foi no auge dessa popularidade que ela estrelou a comédia ‘Deu Tudo Errado’ para a Disney (através da Touchstone Pictures), que passou em branco. No filme, ela vive uma mulher hétero solitária que parece ter encontrado o homem perfeito (papel de Bill Pullman), mas ela logo descobrirá que não é bem assim.

O Último Jantar (1995)

De uma comédia passamos para outra, essa dona de um teor bem mais ácido e provocativo. Recentemente, escrevi uma matéria comentando melhor sobre esse filme (você pode conferir abaixo no link), que é uma verdadeira pérola escondida e uma produção bem à frente de seu tempo. Chama atenção a participação de uma Cameron Diaz (atualmente longe dos holofotes há 10 anos) bem jovenzinha em um de seus primeiros trabalhos no cinema após a estreia em ‘O Máskara’.

Leia também: ‘O Último Jantar’ na HBO Max | Cult dos anos 90 com Cameron Diaz ressurge mais atual do que nunca!

Ela é apenas uma das peças num elenco de jovens nomes promissores da época. Na trama, cinco universitários dividem uma grande casa, três rapazes e duas moças. Todos possuem pensamentos liberais e uma visão de mundo mais voltada a ideais de esquerda. Seus convidados nos jantares, por outro lado, são extremistas conservadores. Quando o filme foi feito não existia a ruptura de ideologias políticas que encontramos hoje e o filme já colocava o dedo na ferida indo a extremos.

Impróprio para Menores (1992)

Por falar em comédias ácidas, uma das duplas do cinema que quase ninguém comenta, talvez por ser inusitada, foi a formada por Michael Caine e Christopher Reeve, o eterno Superman. A parceria dos dois começou em ‘Armadilha Mortal’ (1982), longa de Sidney Lumet, que se comporta muito como uma peça teatral, digna dos livros de Agatha Christie. Um suspense repleto de reviravoltas, onde nada parece o que é, com apenas três atores em cena e um cenário, uma grande casa no lago. Dez anos depois, os dois repetem a dose, dessa vez falando sobre uma peça teatral verdadeiramente. Eles fazem parte de uma trupe que está prestes a estrear sua mais nova obra. Porém, tudo que pode dar errado, dará.

As Novas Aventuras de Mowgli (1997)

Um dos romances mais adorados de todos os tempos no terreno infantil é o livro do autor Rudyard KiplingO Livro da Selva’ (no Brasil conhecido como ‘Mogli – O menino Lobo’ graças ao desenho da Disney) – que deu origem até mesmo a uma marca de bolsas e mochilas. A animação da Disney da década de 1960 ganhou uma versão bem fiel em live-action (e CGI) em 2016, que ainda é enaltecida como uma das melhores adaptações do segmento.

Mas bem antes disso, em 1994, a própria Disney investia na primeira versão em live-action do conto (esse sim sem o uso de CGI e com animais de verdade), apostando em um Mogli já adulto nas formas de Jason Scott Lee e com o título original ‘O Livro da Selva’. Três anos depois, pelas mãos da TriStar Pictures (Sony), ganhávamos ainda um novo filme de ‘Mogli’, desta vez mais fiel e com o protagonista ainda na infância. Esse, no entanto, é um filme ainda mais desconhecido.

‘Mogul Mowgli’: Riz Ahmed vive um rapper com doença autoimune no trailer do novo drama; Confira!

Os Irmãos Cara de Pau 2000 (1998)

Um dos filmes mais cult da década de 80, e que fez um tremendo sucesso na época, ‘Os Irmãos Cara de Pau’ infelizmente não é uma obra muito comentada nos dias de hoje tanto como deveria. Comédia alucinada com toques musicais, o filme marcou entre outras coisas por ser o maior sucesso da carreira do saudoso John Belushi, uma força da natureza que nos deixou cedo demais devido às drogas. Não fosse por isso, ‘Os Irmãos Cara de Pau’ seria perfeito para ganhar uma continuação. Bem, e quando isso jamais impediu os executivos de Hollywood? Sendo assim, 18 anos depois da estreia do original, era lançada uma sequência, obviamente sem Belushi. Mas trazendo John Goodman como um novo membro da banda, além de inúmeras outras participações especiais. E se as novas gerações não são familiares com o original, o que dirá com essa continuação esquecida.

Vírus (1999)

Terminando a lista, justamente com uma produção de 1999, o último ano da década de 90. Aqui, os produtores Universal resolviam pegar carona no sucesso ‘Halloween H20’ do ano anterior, que colocou Jamie Lee Curtis novamente como protagonista de um filme de terror. Aproveitando esse hype, Curtis era o chamariz desta ficção assustadora, passada em um navio abandonado, onde um vírus vindo do espaço mesclava seres humanos com peças e partes mecânicas, criando ameaças bizarras. No elenco, Donald Sutherland, William Baldwin e Joanna Pacula coadjuvavam. Sim, este filme passou nos cinemas, e sim este amigo que vos fala o assistiu nas telonas.

10 Filmes MARAVILHOSOS dos Anos 80 que Foram Fracasso de Bilheterias

10 Filmes MARAVILHOSOS dos Anos 80… Um dos fenômenos mais interessante na arte e na cultura popular é o chamado teste do tempo. A arte é reflexo de seu tempo, o que inclui fatores sociais e políticos. E o cinema é a arte que mais muda em seus discursos, por serem obras longas, nas quais muitos elementos são empregados. Podemos reparar isso até mesmo voltando apenas dez ou vinte anos no passado, já que nossa sociedade muda com tremenda rapidez. Alguns discursos e pensamentos já não são mais adequados.

Outras produções, por outro lado, podem ser consideradas à frente de seu tempo, fazendo mais sentido hoje do que na época em que foram lançadas – afinal, vivemos em um movimento cíclico, onde vire e mexe ideias e costumem podem voltar. Sendo assim, o teste do tempo pode ser enxergado de duas formas. Filmes que fizeram muito sucesso em sua época de lançamento, mas que foram se apagando com o passar dos anos por não fazerem mais tanto sentido. E o inverso. Filmes que ninguém deu muita bola quando estrearam, mas que com o passar do tempo foram se tornando mais populares do que nunca.

Aqui, nessa nova matéria iremos dar uma olhada em alguns filmes dos anos 80 muito cultuados e adorados hoje em dia, mas que quando estrearam nos cinemas se tornaram fracasso de público / bilheteria. Confira.

O Enigma de Outro Mundo

enigma cinepop
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Outro filme do mesmo ano de ‘Blade Runner’, ‘O Enigma de Outro Mundo’ era a grande aposta da Universal para aquele ano. O estúdio dava carta branca para John Carpenter, após o sucesso de ‘Halloween’ e ‘Fuga de Nova York’, produções mais baratas que haviam rendido lucro para seus estúdios. Assim, com mais dinheiro, Carpenter pôde criar um verdadeiro épico atemporal da paranoia e da ficção científica (além do terror). Refilmagem de ‘O Monstro do Ártico’ (dos anos 50), esse é um bom exemplo de remake superior ao original. Apesar de todos os atrativos, com alguns dos efeitos práticos mais impressionantes já filmados, e de ter sido redescoberto nas locadoras, quando estreou nos cinemas foi fracasso de crítica e público, arrecadando US$19.8 milhões em um orçamento de US$15 milhões.

Quatro décadas do clássico ‘O Enigma de Outro Mundo’

Blade Runner – O Caçador de Androides

bladerunner cinepop
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Um dos filmes de ficção científica mais influentes da história do cinema, ainda hoje impressionando devido à sua direção de arte, e criação de um mundo futurista sem precedentes, ‘Blade Runner’ era para ter sido o terceiro mega sucesso da carreira de Harrison Ford após as franquias ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’. Mas não foi bem assim, e devido à sua narrativa lenta, com estilo noir detetivesco, o filme passou abaixo de todos os radares. Com orçamento de US$28 milhões, arrecadou mundialmente apenas US$41 milhões, vindo a ser redescoberto nas locadoras. O novo ‘Blade Runner 2049’ (2017) sofreu do mesmo problema.

Produtora de ‘Blade Runner 2099’ PROCESSA Elon Musk por usar imagens do filme

Os Aventureiros do Bairro Proibido

aventureiros cinepop
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Mais um filme de John Carpenter na lista. Hoje, o diretor é um dos mais cultuados, ou quem sabe “o” mais cultuado, pela geração que cresceu nos anos 80. Mas é aí que está: essa geração era muito nova para prestigiar os filmes de Carpenter nos cinemas. Seus pais, por outro lado, ignoraram solenemente as obras do diretor. Clássico da Sessão da Tarde, ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ vem prometendo um remake com Dwayne Johnson há tempos. O original, no entanto, teve orçamento de US$25 milhões e bilheteria de US$11 milhões.

Kurt Russell retornará na sequência de ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’? Ator responde!

Cobra

cobra cinepop
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Lançado no mesmo ano do item acima, esse é um clássico policial absoluto, que a geração dos anos 80 não cansava de assistir nas reprises da TV aberta. Aliás, por aqui em nosso país o título do filme sempre foi ‘Stallone Cobra’ – mas isso foi só por aqui, já que o astro Sylvester Stallone não seria tão egocêntrico ao ponto de colocar seu sobrenome no título de um filme. ‘Cobra’ rendeu o dobro de seu orçamento de US$25 milhões, mas não fez o sucesso esperado, ainda mais levando em conta que no ano anterior Stallone havia emplacado acertos estrondosos com ‘Rocky IV’ e principalmente ‘Rambo 2’. Sendo assim, ‘Cobra’ nunca ganharia sua merecida sequência.

CLÁSSICOS! 10 Filmes dos Anos 80 que Fizeram Todo Fã Ficar Esperando Pela Sequência…

Brazil – O Filme

brazil cinepop
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Quando falamos em filmes de ficção científica que usam muito mais ideias do que ação e efeitos em seus retratos do futuro e questionamentos, dois saltam imediatamente à cabeça: ‘Blade Runner’ e este ‘Brazil – O Filme’. São futuros diferentes, mas de certa forma complementares. Aqui, temos um mundo altamente burocrático e sombrio, onde todos dão atenção extrema à superficialidade e futilidade, desviando atenção do que verdadeiramente importa. Nesse cenário, o protagonista Jonathan Pryce deseja escapar e alçar voo. Uma obra cult por excelência e um dos melhores filmes dos anos 80, ‘Brazil’ não fez sucesso em sua estreia, rendendo apenas US$9 milhões em um orçamento de US$15 milhões.

Deu a Louca nos Monstros

monstros cinepop
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A maioria dos filmes da lista são cults redescobertos anos depois de sua estreia. Alguns deles fizeram muito sucesso anos depois, na época das locadoras ou quando foram exibidos pela primeira vez na TV aberta, mas depois desapareceram novamente para as gerações seguintes. Esse é o caso com ‘Monster Squad’, que não permaneceu na cultura pop como ‘Blade Runner’, ‘Cobra’ ou ‘Brazil’. Esse aqui é uma mistura de ‘Os Goonies’ com os monstros clássicos da Universal, vide Drácula, Frankenstein e o Lobisomem (com apoio da Múmia e o Monstro da Lagoa Negra). Com orçamento de US$12 milhões, rendeu apenas US$3.7 milhões nas bilheterias.

Willow – Na Terra da Magia

willow cinepop
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Willow se tornou cult logo quando foi lançado nas locadoras. Na TV aberta também fez sucesso com sua história de fantasia, magia e aventura. Tanto que durante todos esses anos desde sua estreia nas telonas, os fãs saudosistas do filme sempre ficaram imaginando como seria uma continuação do longa. E finalmente puderam saber com uma série que continua o filme, lançada para a Disney+. Infelizmente, assim como o filme original, o programa não vingou e foi cancelado após uma temporada. ‘Willow’, de George Lucas, custou US$35 milhões (um valor alto para os padrões da época) e não se tornou nenhum Star Wars, rendendo US$57 milhões. Não foi um fiasco como alguns da lista, mas estava longe do sucesso planejado.

Highlander – O Guerreiro Imortal

highlander cinepop
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Nem mesmo a trilha sonora composta pela icônica banda Queen foi capaz de salvar ‘Highlander’ do fracasso comercial nos cinemas. Mas foi só o filme cair no mercado de vídeo nas locadoras para um novo público o descobrir e fazer dele o cult da vez. A verdade é que nos anos 80, o público que ia aos cinemas eram os hoje cinquentões. Os hoje quarentões ficavam em casa e alugavam fitas de vídeo. Assim, descobriram ‘Highlander’ e fizeram dele um sucesso, abrindo portas para uma franquia que, bem, verdade seja dita, deveria ter parado no primeiro. Agora, um remake de alto nível é planejado com Henry Cavill no papel protagonista. Mas nos anos 80, o primeiro Highlander rendeu apenas US$5.9 milhões em um orçamento de US$16 milhões.

Uma Noite Alucinante

alucinante cinepop
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O primeiro ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’ foi praticamente o trabalho de conclusão do curso de cinema do diretor Sam Raimi. Feito à toque de caixa, com seus amigos interpretando os personagens, o terror virou item cult em Sessões de meia noite pelo mundo, e uma das obras mais adoradas no gênero. A demora por continuar a história se deu porque Raimi precisou crescer e aparecer, fazendo seu nome no mercado. Assim recebeu a chance de recontar a mesma história com mais recursos dando continuidade a ela. O sucesso foi grande nas locadoras, na TV aberta e com os críticos, mas no cinema ninguém quis saber do segundo ‘Evil Dead’. Assim, com orçamento de US$3.6 milhões, rendeu apenas US$5.9 milhões.

Labirinto – A Magia do Tempo

labirinto cinepop
labirinto cinepop

Outra produção icônica, que a geração dos anos 80 guarda com muito carinho, ‘Labirinto’ traz um dos primeiros trabalhos da graciosa Jennifer Connelly, ainda bem jovenzinha, precisando resgatar seu irmão bebê sequestrado por criaturas mitológicas e levado a um labirinto – a mando do rei dos duendes, papel do músico David Bowie, se divertindo horrores, e também cuidando da trilha sonora do filme. É simplesmente impossível ter crescido na época e não ter se deparado com este filme em algum momento. Porém, ‘Labirinto’ foi mais um que sofreu em sua época de estreia nos cinemas, vindo a ser redescoberto nas locadoras. Com orçamento de US$25 milhões, rendeu apenas US$15 milhões em bilheteria.

1994 ou 1999? Qual foi o MELHOR ano do cinema? Te ajudamos a decidir qual foi a MELHOR leva de filmes da década de 90…

Qual foi o MELHOR ano do cinema? Os Anos 80 foram o divisor de águas para o cinema e quem ama filmes. Se hoje temos a cultura pop fervendo a todo vapor, é preciso agradecer a essa década tão incorreta que passou em nossas vidas (isto é, quem estava vivo para experimentar toda a sua glória), mas jamais deixará nossas mentes e corações. Foi nos anos 80 que os chamados blockbusters se consolidaram.

O período trouxe filmes que ainda fazem parte da cabeceira de todos os cinéfilos, como o universo de ‘Star Wars‘ e ‘De Volta para o Futuro‘, por exemplo. Na década seguinte, Hollywood deu continuidade, evoluindo as superproduções a um novo patamar com os primeiros filmes a fazerem uso do hoje chamado CGI (efeitos gerados através de computação gráfica). É justamente dessa década, os anos 90, que iremos falar nessa nova matéria.

Dando continuidade a nossa série de matérias sobre “qual ano de determinada década foi o melhor”, depois de ter passado pelos anos 80, chegamos agora aos anos 90. Foi nesse período de dez anos que o mundo do entretenimento deu um salto gigantesco, aprendendo a criar com ferramentas digitais – o que permitiria a imaginação correr solta, agora de forma sem limites na hora de contar histórias.

Foi nos anos 90, por exemplo, que vimos os dinossauros voltar à vida, impressionando audiências no mundo todo. Antes disso, nos maravilhamos com um vilão constituído de metal líquido, vindo do futuro, que não podia ser destruído. Vimos um desenho animado ganhar vida em carne e osso de forma inacreditável. Os primórdios dessa tecnologia marcaram essa década especial com sabor único.

Mas os anos 90 ainda guardaram alguns dos mais adorados filmes da história, ainda hoje muito comentados e celebrados como algumas das melhores produções que o cinema já criou. Você faz ideia de quais sejam? Quais os seus favoritos? E Qual seu ano preferido em matéria de filmes na década de 90? Ajudamos você a decidir. Confira abaixo.

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1990

Quando falamos no início da década de 90, um filme fez enorme sucesso pegando a todos de surpresa. Trata-se do filme para toda a família ‘Esqueceram de Mim’, que até hoje segue como a pedida perfeita para a época do Natal (apesar de sua trama consistir em ladrões tentando invadir a casa de um menino e este judiar deles até dizer chega), e fez de Macaulay Culkin um dos maiores astros de Hollywood, aos 10 anos de idade. Mas é claro que 1990 tem outros destaques, como os românticos indicados ao Oscar ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’, ‘Uma Linda Mulher’ e ‘Edward Mãos de Tesoura’. Quando o assunto é Oscar, o recordista daquele ano foi o faroeste ‘Dança com Lobos’. Temos ainda os épicos de máfia ‘Os Bons Companheiros’ e ‘O Poderoso Chefão 3’, e os blockbusters ‘De Volta para o Futuro 3’, ‘O Vingador do Futuro’ e ‘Duro de Matar 2’.

1991

O ano de 1991 serviu, entre outras coisas, como divisor de águas para a indústria de Hollywood. Trouxe, por exemplo, o próximo passo em termos de efeitos especiais com ‘O Exterminador do Futuro 2’. Trouxe também a Disney a um novo nível com ‘A Bela e a Fera’, a primeira animação indicada ao Oscar de melhor filme da história. Teve também o primeiro diretor negro indicado ao Oscar (e o mais jovem), com John Singleton por ‘Os Donos da Rua’. E, é claro, o papa-tudo ‘O Silêncio dos Inocentes’, o último longa a ganhar o chamado “Big Five” no Oscar, prêmios de melhor filme, diretor, atriz, ator e roteiro. O ano reservou ainda os blockbusters ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’, ‘Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões’ e ‘A Família Addams’, o thriller policial ‘Caçadores de Emoção’, o escracho de ‘Top Gang!’ e o drama cultuado ‘Thelma & Louise’.

1992

Talvez nada tenha sido mais impactante para o mundo do cinema em 1992 do que a chegada de Quentin Tarantino (de forma discreta ainda) em ‘Cães de Aluguel’. A Disney emplacava de novo, dessa vez com ‘Aladdin’. E também tivemos os repetecos dos sucessos de ‘Batman – O Retorno’ e ‘Esqueceram de Mim 2’. Quando o assunto é o Oscar, quem comandou a festa foi o faroeste ‘Os Imperdoáveis’, o grande vencedor daquele ano, o drama ‘Perfume de Mulher’ e o thriller ‘Questão de Honra’. Fora isso, o ano ainda tinha espaço para sucessos colossais como a comédia ‘Mudança de Hábito’, o thriller romântico ‘O Guarda-Costas’ e o thriller erótico ‘Instinto Selvagem’. Difícil é decidir o melhor.

1993

É impossível falar do ano de 1993 sem lembrar de ‘Jurassic Park’, um dos maiores fenômenos da década de da história do cinema. E também sem lembrar do diretor Steven Spielberg, já que além de revolucionar com os dinossauros mais realistas e vivos que o cinema já havia visto (dando um novo gás nos efeitos especiais), ainda emplacou com ‘A Lista de Schindler’, seu filme sério, ainda muito enaltecido, sobre o holocausto – o mais badalado do Oscar daquele ano. 1993 teria ainda grandes comédias atemporais como ‘Feitiço do Tempo’ e ‘Uma Babá Quase Perfeita’, blockbusters como ‘O Fugitivo’ e ‘A Família Addams 2’, dramas que mexeram com o público na época, como ‘Filadélfia’ e ‘Proposta Indecente’ e filmes infantis cult como a animação ‘O Estranho Mundo de Jack’ e ‘Abracadabra’.

1994

O ano de 1994 é provavelmente o melhor da década de 90. Bem, mas não quero influenciar ninguém, já que grande parte do público adora também o ano de 1999 na mesma década. Acontece que em 1994, temos uma trinca quase imbatível com ‘Um Sonho de Liberdade’, o filme número 1 (imutável) no IMDB, ‘Pulp Fiction’ (ainda o filme preferido de Quentin Tarantino para a maioria de seus fãs) e ‘Forrest Gump’, um dos maiores fenômenos da história do cinema. Como superar isso? Mas ainda não acabou, já que a Disney elevava o jogo com ‘O Rei Leão’, Jim Carrey entrava em cena com ‘O Máskara’, Tom Cruise assustava em ‘Entrevista com o Vampiro’, Keanu Reeves acelerava em ‘Velocidade Máxima’ e Brandon Lee se despedia em ‘O Corvo’. Ainda sobrava espaço para os cults, com o romance ‘Quatro Casamentos e um Funeral’ e o thriller ‘O Profissional’.

1995

Novo ano na década de 90, novos marcos para o cinema. É impossível não começar falando da Disney com ‘Toy Story’, a primeira animação inteiramente computadorizada da história, que revolucionaria não apenas o mercado das animações, mas a forma como o público e as novas gerações se relacionariam com elas. Foi também a chegada de um novo 007 bem aceito depois de Roger Moore e o fracasso da escolha de Timothy Dalton. Em ‘007 Contra Goldeneye’, Pierce Brosnan se tornaria o James Bond para toda uma geração. Era também a chegada de um novo Batman nas formas de Val Kilmer e um novo rumo para a franquia nos cinemas com ‘Batman Eternamente’. Mas quando falamos dos filmes queridos de verdade no ano de 1995, precisamos falar dos suspenses de gelar a espinha ‘Seven’ e ‘Os Suspeitos’, do romance ‘Antes do Amanhecer’, do policial ‘Fogo Contra Fogo’, da comédia adolescente ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, da aventura para toda a família ‘Jumanji’ e do épico vencedor do Oscar ‘Coração Valente’.

1996

Foi tanta coisa boa acontecendo no ano de 1996, que infelizmente tivemos que deixar de fora algumas verdadeiras preciosidades, como ‘Fargo’ e ‘Trainspotting’. Imperdoável? Talvez, mas preferimos nos concentrar em blockbusters como ‘Missão: Impossível’, ‘Twister’ e ‘Independence Day’, na comédia ‘O Professor Aloprado’, no romance ‘Romeu e Julieta’, no thriller ‘Tempo de Matar’, nos terrores cult ‘Pânico’, ‘Jovens Bruxas’ e ‘Um Drink no Inferno’, e no infantil ainda muito querido sucessor de ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’, ‘Space Jam’. Foi justo?

1997

É simplesmente impossível falar do ano de 1997 sem falar em ‘Titanic, de James Cameron. Um filme que tinha tudo para flopar e se tornar um dos maiores fiascos da sétima arte, em especial devido aos atrasos nas filmagens e estouros no orçamento – se tornando uma das produções mais caras da história. O resultado, no entanto, foi contra todas as previsões, escrevendo o filme no olimpo da sétima arte. O ano também foi de outros grandes sucessos, como a sequência de ‘Jurassic Park’, ‘O Mundo Perdido’, as voltas por cima de Julia Roberts em ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’, e Jim Carrey em ‘O Mentiroso’. Teve Quentin Tarantino com seu terceiro filme, ‘Jackie Brown’, e a Disney com ‘Hércules’. Fora isso, também reservou sucessos surpresa, como ‘MIB – Homens de Preto’, ‘O Quinto Elemento’, ‘A Outra Face’ e ‘Advogado do Diabo’.

1998

Dois filmes comandaram o ano de 1998. Primeiro, ‘Armageddon’, filme de desastre sobre um meteoro colidindo com a Terra, de Michael Bay, estrelado por Bruce Willis, foi o campeão de bilheteria do ano. Já ‘O Resgate do Soldado Ryan’, filme de Segunda Guerra de Steven Spielberg, com Tom Hanks, também se tornou um imenso sucesso de bilheteria e escalou diretamente até o Oscar. O ano contou ainda com ‘Shakespeare Apaixonado’, o grande vencedor do Oscar de melhor filme, os emocionantes ‘O Show de Truman’, ‘Patch Adams’ e ‘Cidade dos Anjos’ e o cult ‘A Outra História Americana’. A Disney também marcou presença com a cultura asiática em ‘Mulan’, e a Marvel dava os primeiros passos para se tornar o que é hoje com ‘Blade – O Caçador de Vampiros’. Ah sim, 1998 ainda trouxe o filme nacional é que provavelmente o mais querido dos anos 90, ‘Central do Brasil’.

1999

Como dito, dois anos brigam pelo pódio dos anos 90 na opinião dos fãs, cinéfilos e críticos: o ano de 1994 e esse ano de 1999. Embora, claro, tantos outros espectadores possam ter outro como seu preferido. Mas o fato é que 1999 teve muita coisa boa e revolucionária. Como, por exemplo, ‘Clube da Luta’, de David Fincher. E que tal ‘Matrix’? Ou quem sabe ‘O Sexto Sentido’, filme que marcou M. Night Shyamalan em Hollywood. Ah sim, foi o ano de retorno para uma certa franquia do espaço conhecida como ‘Star Wars’, em ‘A Ameaça Fantasma’. O terror também esteve bem servido com o indie ‘A Bruxa de Blair’, que se tornou igualmente fenômeno. E o diretor de ‘Um Sonho de Liberdade’ voltava à vida na cadeia com Stephen King em ‘À Espera de um Milagre’. Ainda teve espaço para aventura à moda antiga, com ‘A Múmia’, romance com ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’ e comédias adolescentes, comportadas (’10 Coisas que eu Odeio em Você’) e escrachadas (‘American Pie’).