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As Continuações de Comédias Cult que Ficaram bem abaixo do original

Quem é rei, nunca perde a majestade. Bem, esse ditado não é inteiramente verdade. Pelo menos não para estas comédias cult de imenso sucesso. Acontece que ser sucesso em uma época específica, não significa que o sucesso irá retornar muitos anos depois. Afinal, muitos filmes são produtos de sua época, de um período específico, no qual se tinha uma mentalidade específica sobre certos temas e assuntos. Assim como a sociedade evolui, o pensamento sobre determinados tópicos também. E assim, como resultado temos filmes que ficam deslocados, tentando resgatar o sucesso que não está mais lá. Abaixo daremos uma olhada em alguns casos assim. Confira.

Abracadabra 2

Uma grande demonstração de perda de prestígio que se tem com o passar das décadas é lançar a continuação de um sucesso dos cinemas direto em streaming. Ou seja, o seu filme, que antes era digno das telonas e levou massas ao cinema, agora ficou restrito a um lançamento para ser assistido em casa. Esse é o caso com quase todos os itens que separamos para você nessa lista. A começar com ‘Abracadabra 2’.

O primeiro filme não foi um sucesso em seu lançamento nos cinemas em 1993, mas fez barulho no mercado de vídeo nas locadoras, tornando a história sobre o trio de irmãs bruxas um item cult adorado por gerações. Esses fãs clamavam por uma sequência por três décadas. Até que ela finalmente chegou, diretamente na Disney+. E não apenas isso, como não gerou, nem de perto, o mesmo burburinho do anterior. De qualquer forma, novos rumores apontam para um terceiro filme ainda.

Desencantada

Seguindo a mesma linha de sucesso cult, ‘Encantada’ é outra produção da Disney, mirada para toda a família, que colocou verdadeiramente o nome de Amy Adams no mapa (apesar de a atriz já ter sido indicada ao Oscar antes disso, mas por um filme que ninguém conhece até hoje). A ideia aqui era subverter o conto clássico das princesas, mostrando que a mulher empoderada não precisa mais de um príncipe (mesmo já em 2007). ‘Encantada’ recai praticamente na mesma categoria do primeiro ‘Abracadabra’, embora tenha feito muito mais sucesso em sua estadia nos cinemas. Assim, no mesmo ano de ‘Abracadabra 2’, a Disney lançava também ‘Desencantada’, a continuação do sucesso com Adams. E o que podemos dizer é que ‘Desencantada’ passou tão em branco, que muitos sequer notaram que o longa foi lançado.

Um Príncipe em Nova York 2

Já tivemos continuações de sucessos dos anos 90 e dos anos 2000, agora voltaremos mais um pouco no tempo para a sequência de um cult dos anos 80 (a época mais inesquecível e incorreta da história da humanidade). No entanto, o que podemos dizer é que ‘Um Príncipe em Nova York’ foi um sucesso retumbante, que se tornou um dos maiores trabalhos da carreira do astro Eddie Murphy. O ator havia se tornado um astro internacional em 1984 com ‘Um Tira da Pesada’, e quatro anos depois consolidaria sua carreira como um dos maiores nomes de Hollywood – graças ao primeiro ‘Um Príncipe em Nova York’. Durante mais de três décadas, o primeiro filme se manteve como um dos melhores que nunca haviam ganhado uma continuação. Isso mudou em 2021, com a sequência lançada direto para a Amazon Prime Video – sem, é claro, o mesmo impacto cultural do icônico primeiro.

Um Maluco no Golfe 2

Os fãs já perceberam a mais nova tendência de Hollywood: as sequências-legado, ou seja, continuações tardias de grandes sucessos cult do passado. Seja dos anos 80, 90 ou 2000. O que o público já pôde perceber também é que tirando raros casos (vide, ‘Top Gun Maverick’ e o recente ‘O Diabo Veste Prada 2’), em sua grande maioria essas sequência-legado deixam muito a desejar. Foi assim com ‘Um Maluco no Golfe 2’ também. O que todas elas têm em comum é que se tornam lançamentos exclusivos nos streamings – ou seja, se fosse antigamente, seriam consideradas continuações direto em vídeo de algum sucesso dos cinemas. ‘Um Maluco no Golfe’, de 1996, não foi um enorme sucesso comercial, mas se tornou um dos filmes mais apreciados da carreira de Adam Sandler (quiçá sua comédia mais querida). E bem, a continuação, como sabemos, passou bem longe disso, apesar da expectativa.

Borat 2

O mesmo pode ser dito da sequência de ‘Borat’. O primeiro filme, de 2006, se tornou uma das comédias mais incorretas da história do cinema. Pertencente ao gênero conhecido como “mockumentary”, o longa original era herdeiro do clássico ‘Isto é Spinal Tap’ e influenciou obras como ‘O que Fazemos nas Sombras’, por exemplo. Aqui, acompanhamos um repórter cazaquistanês viajando até os EUA para o maior choque cultural que o cinema já viu. ‘Borat’ se tornou um fenômeno pop, sendo imitado e referenciado em todos os cantos, se tornando inclusive uma das melhores comédias de todos os tempos, na opinião de muitos. Mas essa era uma época em que se fazer humor incorreto ainda era permitido. Em meio à pandemia, com um lançamento direto no streaming, o segundo ‘Borat’ seguiu com seu estilo incorreto, desafiando os padrões atuais. Porém, o público atual já tem outra mentalidade, e viu tudo de outra forma. Resultado, o segundo ‘Borat’ sequer foi notado.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

Esse é o único exemplo da lista em que a sequência foi lançada nos cinemas, embora tivesse toda a cara de uma estreia direto na Disney+. O que acontece é que a estrela Jamie Lee Curtis, ainda mais depois de seu prestígio na vitória do Oscar 2023, deve ter lutado com unhas e dentes para colocar esta continuação nos cinemas. E deu certo. O problema é que ninguém estava a fim de prestigiar. O primeiro filme, ‘Sexta-Feira Muito Louca’, de 2003, era na verdade o remake de uma produção de 1976 chamada ‘Se Eu Fosse Minha Mãe’, estrelada por Jodie Foster novinha como a filha.

Para o remake, os produtores tentaram trazer Foster para o papel da mãe, mas a atriz duas vezes vencedora do Oscar não aceitou. Assim, a solução foi substituí-la por Jamie Lee Curtis. O longa se tornou um sucesso (mais nas locadoras) e marcou a boa fase da então promissora Lindsay Lohan. Em 2025, vinte e dois anos depois do original, chegou a tão aguardada sequência. E bem, o que temos a dizer é que as coisas não são mais como antes, principalmente para a carreira de Lohan. Assim, a sequência conseguiu o feito de arrecadar menos nas bilheterias que seu antecessor.

Good Burger 2

Que filme é esse? É o que a grande maioria pode perguntar. Vamos lá, estamos aqui para explicar. O ano era 1996, e o canal infantil Nickelodeon estava à toda, rivalizando com a programação para toda a família do Disney Channel, por exemplo. Uma das atrações de maior sucesso era a série ‘Kenan e Kel: Dois Caras Muito Doidos’, estrelada por Kenan Thompson e Kel Mitchell, jovens astros negros do canal. O programa durou de 1996 a 2001, e no auge dessa popularidade, a dupla resolveu estrelar seu próprio filme com ‘A Guerra do Hambúrguer’, de 1997 (ou ‘Good Burguer’).

Na trama a dupla interpreta funcionários de uma rede de fast food que leva o título do filme em inglês. O longa, feito para os fãs da dupla e do seu programa na TV, se tornou um sucesso cult. Assim, numa época de sequências-legado para filmes cult que nem todos conhecem, Kenan e Kel também retornaram. E sim, direto para o streaming. Porém, para complicar ainda mais a vida da dupla, seu streaming sequer é popular com a Disney+, a Amazon Prime Video ou a Netflix. Acontece que o filme da dupla foi lançado na Paramount+, que quase ninguém assina.

Zoolander 2

Acima eu havia dito que ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ era a única continuação da lista a ter sido lançada nos cinemas ao invés do streaming. Na verdade, temos mais uma. ‘Zoolander 2’ chegava aos cinemas há exatamente dez anos. Durante mais de uma década, o ‘Zoolander’ original (de 2001) teve tempo para crescer e se tornar uma comédia de sucesso cult, graças às locadoras e suas exibições na TV a cabo e na TV aberta. O filme original, escrito, dirigido e estrelado por Ben Stiller, apresenta o personagem título, em uma grande brincadeira com o mundo da moda, das passarelas e dos modelos masculinos. O longa não foi um sucesso retumbante nos cinemas, mas teve tempo de crescer no mercado de home vídeo. Foi esse status de cult que possibilitou o sinal verde para uma sequência quinze anos depois do original. Mas ‘Zoolander 2’ é mais um filme que demonstra que por mais que um filme tenha um público fiel e faça sucesso em uma determinada época, sua continuação irá seguir pelo mesmo caminho.

Pequenos Espiões: Apocalipse

Nos dois últimos itens da lista, teremos filmes infantis mirados para toda a família. E ambos com assinatura do diretor Robert Rodriguez, que nos últimos anos luta para conseguir se envolver com bons projetos. Sua ideia para o ‘Pequenos Espiões’ original (de 2001) era criar um filme que seus filhos pudessem assistir. Um homem muda quando tem filhos, e Rodriguez, após uma carreira fazendo filmes violentos e subversivos de ação, terror e suspense, resolveu criar obras mais aprazíveis para todo tipo de público. Além de testar a capacidade dos efeitos especiais de sua própria companhia, a Troublemaker Studios. Assim nascia o filme original, sobre dois irmãos, uma menina e um menino, que precisam se tornar super espiões tecnológicos para salvar os pais. O sucesso garantiu duas sequências lançadas de forma consecutiva até 2003. Todos escritos e dirigidos pelo cineasta. Em 2011, ele voltava para o quarto filme, com novos atores para um reboot da franquia, que não deu muito certo. E novamente Rodriguez esteve à frente de ainda mais um reboot, em 2023, que não apenas morreu na praia, mas foi ainda menos aceito pelo grande público – lançado direto na Netflix.

Pequenos Grandes Heróis

Finalizando a lista, e também um lançamento da Netflix com assinatura de Robert Rodriguez temos a sequência espiritual do infantil ‘As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl’, de 2005. O filme original é o exemplo de que um cineasta jamais deve ceder ao impulso do nepotismo e deixar seus filhos pequenos participarem de um projeto por pura vaidade. Mas foi o que Rodriguez fez aqui, já que a ideia para o longa partiu de seu filhinho, Racer. A aventura infantil flopou, mas o cineasta até que teve uma tirada criativa para a sequência. Ao invés de simplesmente realizar um filme dois com os mesmos personagens, o que o diretor fez foi criar uma história original sobre heróis e seus filhos, e encaixar os personagens Sharkboy e Lavagirl no roteiro, como coadjuvantes.

‘Virgin River’: Ator de ‘Um Amor de Natal’ entra para o elenco da 8ª temporada; Conheça o personagem!

O ator Mitchell Slaggert, conhecido por seus trabalhos emLandman e ‘Um Amor de Natal’ é a nova adição ao elenco da oitava temporada deVirgin River. Ele assumirá um papel recorrente no drama romântico da Netflix, que recentemente deu início às suas filmagens em Vancouver, no Canadá.

Conforme o Deadline, Slaggert interpretará Eddie, descrito como um paramédico carismático cujo temperamento pode “curar a alma além do corpo”.

De acordo com a descrição oficial: “Ele é um sujeito tranquilo e encantador, que nunca imaginou viver em uma cidade pequena, mas, graças à sua curiosidade natural e entusiasmo pela vida, Eddie irá explorar tudo o que Virgin River tem a oferecer”.

Embora ainda não tenha sido revelado quem será o empregador direto de Eddie, a natureza de sua profissão indica que ele terá interações frequentes com personagens centrais da trama, como o Dr. Mullins (Tim Matheson), Mel (Alexandra Breckenridge) e a chefe dos bombeiros Kaia (Kandyse McClure). Além disso, há expectativa de cenas ao lado de Brady (Ben Hollingsworth), caso o bombeiro voluntário se recupere do acidente de moto ocorrido no final da sétima temporada.

Seguindo a tradição da série, o novo personagem também deve se ver envolvido em tramas românticas que agitarão a pacata cidade.

Para celebrar o início dos trabalhos, a protagonista Alexandra Breckenridge compartilhou uma selfie ao lado de Martin Henderson há duas semanas.

‘Virgin River’: DOIS atores deixam o elenco do popular drama da Netflix

Virgin River’ está disponível no catálogo da Netflix.

TESTE DE CINEFILIA! 10 Filmes dos anos 90 que Quase NINGUÉM Lembra; Assistiu algum?

Os anos 80 podem ser considerados o berço da cultura pop como a conhecemos hoje, e o lar de muitas franquias ainda hoje queridas pelo público. Mas é inegável também que todos que adoram esta década, guardam carinho muito especial pela seguinte também, os anos 90. Essas duas décadas fazem uma dobradinha muito especial no coração dos fãs e de todos que nelas cresceram. Os anos 90 deram continuidade ao avanço tecnológico e introduziram, por exemplo, o uso do CGI (os efeitos por computação gráfica), elevando o cinema entretenimento a outro patamar. E sim, muitos afirmam que a década de 90 trouxe filmes ainda melhores e mais badalados hoje que sua predecessora.

É um caso a se argumentar e talvez exista razão – apesar de termos muito carinho pelos filmes dos anos 80. Afinal, nos anos 90 fomos presenteados com filmes inesquecíveis como os dois ‘Esqueceram de Mim’, ‘Jurassic Park’, ‘O Exterminador do Futuro 2’, ‘Pulp Fiction’, ‘Forrest Gump’, ‘Clube da Luta’, ‘Uma Linda Mulher’, ‘Os Bons Companheiros’, ‘O Show de Truman’ e ‘Titanic’, só para citar alguns. Mas assim como os anos 80, a década de 90 também guarda seus filmes escondidos, aqueles que muitas vezes nem mesmo o cinéfilo mais aplicado já ouviu falar.

E nessa nova matéria iremos descortina-los para você. Confira abaixo.

Tammy e o T-Rex (1994)

Começamos a lista com um item completamente obscuro, que na época de seu lançamento talvez nem mesmo os parentes dos envolvidos tenham tomado conhecimento. Mas nos últimos anos, ‘Tammy e o T-Rex’ vem ressurgindo graças à internet e se tornando um item cult graças à sua trama para lá de bizarra. Afinal, mistura dinossauros, mortos-vivos, trocas de corpos, romance e um cientista louco. Ah sim, traz no elenco também atores em início de carreira como Denise Richards e o saudoso Paul Walker.

Na trama, Walker e Richards são namorados, mas o rapaz sofre um trote violento nas mãos de valentões e termina morto. Isto é, até seu corpo ser levado para um insano cientista, que coloca seu cérebro dentro de um grande animatrônico na forma de um tiranossauro Rex. Agora, como um lagartão artificial, o sujeito pode exercer sua vingança, ao mesmo tempo em que retoma o romance com a amada.

O Futuro da Raça Humana (1991)

Quando o filme de super-herói latino da DC, ‘Besouro Azul’, foi lançado nos cinemas, você certamente ouviu alguma análise o comparando com ‘The Guyver’, título original deste longa. Pois bem, lançado nos cinemas e assistido por menos gente do que cabe em um BRT, este foi outro longa que ressurgiu como item cult na época das vídeo locadoras. E sim, ele guarda semelhanças com o citado herói de Xolo Maridueña.

Com produção da New Line Cinema, antes de ser uma propriedade da Warner, a trama é bem parecida com a do escaravelho azul. Aqui, uma corporação esconde um artefato alienígena, mas o segredo acaba saindo de seus laboratórios e vai parar nas mãos de um jovem chamado Sean Barker (Jack Armstrong). Acontece que o tal artefato é uma bio-armadura que se funde com seu hospedeiro se transformando numa criatura chamada Guyver. No elenco, Mark “Luke Skywalker” Hamill vive um agente da CIA.

Força Excessiva (1993)

Na minha recente matéria dos filmes dos anos 80 que você não sabia que existiam, citei um filme policial cômico estrelado pelo eterno Sr. Miyagi de ‘Karatê Kid’, Pat Morita – o filme ‘Batendo de Frente’. Agora temos outro astro veterano da franquia de karatê adolescente, este mais familiar ao público graças ao sucesso da série ‘Cobra Kai’. Falamos do grande vilão Terry Silver (vivido por Thomas Ian Griffith).

O ator também estrelou seu próprio veículo policial, mas este mais voltado para a ação e o suspense, e não tanto para a comédia. E quando digo seu veículo, a expressão é literal, já que o roteiro foi escrito pelo próprio Griffith. No filme (também da New Line) ele vive um policial investigando o envolvimento de outros policiais no desaparecimento de uma grande quantia de dinheiro, e a matança promovida pela máfia. No elenco, nomes como James Earl Jones, Lance Henriksen, Tony Todd e Burt Young. O filme está completando 30 anos.

Freiras em Fuga (1990)

Na dramaturgia e especialmente em comédias, os autores vira e mexe encontram um espaço em seus textos para colocar algum foragido indo se refugiar em um convento. Aconteceu inclusive recentemente na novela ‘Terra e Paixão’ da Globo, com a protagonista Aline (Barbara Reis). O caso mais notório, é claro, é com a comédia de Whoopi GoldbergMudança de Hábito’ (1992), no qual vive uma cantora de cabaré que testemunha um crime da máfia e precisa se esconder, disfarçada de freira. Dois anos antes, no entanto, a Fox já havia aplicado essa fórmula em ‘Freiras em Fuga’, no qual dois criminosos homens (Eric Idle, veterano do ‘Monty Python’; e Robbie Coltrane – o saudoso Hagrid de ‘Harry Potter’) se disfarçam de freira para fugir do chefe, da polícia e de rivais. Ficou “igualzinho”.

Deu Tudo Errado (1996)

Antes de ser uma apresentadora de um dos talk shows diurnos mais populares da década passada (que recentemente deu uma decaída devido a algumas polêmicas de bastidores), a representante LGBTQIA+ Ellen DeGeneres era atriz e comediante. Começando sua carreira nos palcos de stand-up, Ellen ganharia seu próprio programa (que levava seu nome) na TV em 1996.

A série bem à frente de seu tempo, trazia a primeira protagonista gay da TV norte-americana, e DeGeneres aproveitava a oportunidade para sair do armário ao lado da personagem. Foi no auge dessa popularidade que ela estrelou a comédia ‘Deu Tudo Errado’ para a Disney (através da Touchstone Pictures), que passou em branco. No filme, ela vive uma mulher hétero solitária que parece ter encontrado o homem perfeito (papel de Bill Pullman), mas ela logo descobrirá que não é bem assim.

O Último Jantar (1995)

De uma comédia passamos para outra, essa dona de um teor bem mais ácido e provocativo. Recentemente, escrevi uma matéria comentando melhor sobre esse filme (você pode conferir abaixo no link), que é uma verdadeira pérola escondida e uma produção bem à frente de seu tempo. Chama atenção a participação de uma Cameron Diaz (atualmente longe dos holofotes há 10 anos) bem jovenzinha em um de seus primeiros trabalhos no cinema após a estreia em ‘O Máskara’.

Leia também: ‘O Último Jantar’ na HBO Max | Cult dos anos 90 com Cameron Diaz ressurge mais atual do que nunca!

Ela é apenas uma das peças num elenco de jovens nomes promissores da época. Na trama, cinco universitários dividem uma grande casa, três rapazes e duas moças. Todos possuem pensamentos liberais e uma visão de mundo mais voltada a ideais de esquerda. Seus convidados nos jantares, por outro lado, são extremistas conservadores. Quando o filme foi feito não existia a ruptura de ideologias políticas que encontramos hoje e o filme já colocava o dedo na ferida indo a extremos.

Impróprio para Menores (1992)

Por falar em comédias ácidas, uma das duplas do cinema que quase ninguém comenta, talvez por ser inusitada, foi a formada por Michael Caine e Christopher Reeve, o eterno Superman. A parceria dos dois começou em ‘Armadilha Mortal’ (1982), longa de Sidney Lumet, que se comporta muito como uma peça teatral, digna dos livros de Agatha Christie. Um suspense repleto de reviravoltas, onde nada parece o que é, com apenas três atores em cena e um cenário, uma grande casa no lago. Dez anos depois, os dois repetem a dose, dessa vez falando sobre uma peça teatral verdadeiramente. Eles fazem parte de uma trupe que está prestes a estrear sua mais nova obra. Porém, tudo que pode dar errado, dará.

As Novas Aventuras de Mowgli (1997)

Um dos romances mais adorados de todos os tempos no terreno infantil é o livro do autor Rudyard KiplingO Livro da Selva’ (no Brasil conhecido como ‘Mogli – O menino Lobo’ graças ao desenho da Disney) – que deu origem até mesmo a uma marca de bolsas e mochilas. A animação da Disney da década de 1960 ganhou uma versão bem fiel em live-action (e CGI) em 2016, que ainda é enaltecida como uma das melhores adaptações do segmento.

Mas bem antes disso, em 1994, a própria Disney investia na primeira versão em live-action do conto (esse sim sem o uso de CGI e com animais de verdade), apostando em um Mogli já adulto nas formas de Jason Scott Lee e com o título original ‘O Livro da Selva’. Três anos depois, pelas mãos da TriStar Pictures (Sony), ganhávamos ainda um novo filme de ‘Mogli’, desta vez mais fiel e com o protagonista ainda na infância. Esse, no entanto, é um filme ainda mais desconhecido.

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Os Irmãos Cara de Pau 2000 (1998)

Um dos filmes mais cult da década de 80, e que fez um tremendo sucesso na época, ‘Os Irmãos Cara de Pau’ infelizmente não é uma obra muito comentada nos dias de hoje tanto como deveria. Comédia alucinada com toques musicais, o filme marcou entre outras coisas por ser o maior sucesso da carreira do saudoso John Belushi, uma força da natureza que nos deixou cedo demais devido às drogas. Não fosse por isso, ‘Os Irmãos Cara de Pau’ seria perfeito para ganhar uma continuação. Bem, e quando isso jamais impediu os executivos de Hollywood? Sendo assim, 18 anos depois da estreia do original, era lançada uma sequência, obviamente sem Belushi. Mas trazendo John Goodman como um novo membro da banda, além de inúmeras outras participações especiais. E se as novas gerações não são familiares com o original, o que dirá com essa continuação esquecida.

Vírus (1999)

Terminando a lista, justamente com uma produção de 1999, o último ano da década de 90. Aqui, os produtores Universal resolviam pegar carona no sucesso ‘Halloween H20’ do ano anterior, que colocou Jamie Lee Curtis novamente como protagonista de um filme de terror. Aproveitando esse hype, Curtis era o chamariz desta ficção assustadora, passada em um navio abandonado, onde um vírus vindo do espaço mesclava seres humanos com peças e partes mecânicas, criando ameaças bizarras. No elenco, Donald Sutherland, William Baldwin e Joanna Pacula coadjuvavam. Sim, este filme passou nos cinemas, e sim este amigo que vos fala o assistiu nas telonas.

10 Filmes MARAVILHOSOS dos Anos 80 que Foram Fracasso de Bilheterias

10 Filmes MARAVILHOSOS dos Anos 80… Um dos fenômenos mais interessante na arte e na cultura popular é o chamado teste do tempo. A arte é reflexo de seu tempo, o que inclui fatores sociais e políticos. E o cinema é a arte que mais muda em seus discursos, por serem obras longas, nas quais muitos elementos são empregados. Podemos reparar isso até mesmo voltando apenas dez ou vinte anos no passado, já que nossa sociedade muda com tremenda rapidez. Alguns discursos e pensamentos já não são mais adequados.

Outras produções, por outro lado, podem ser consideradas à frente de seu tempo, fazendo mais sentido hoje do que na época em que foram lançadas – afinal, vivemos em um movimento cíclico, onde vire e mexe ideias e costumem podem voltar. Sendo assim, o teste do tempo pode ser enxergado de duas formas. Filmes que fizeram muito sucesso em sua época de lançamento, mas que foram se apagando com o passar dos anos por não fazerem mais tanto sentido. E o inverso. Filmes que ninguém deu muita bola quando estrearam, mas que com o passar do tempo foram se tornando mais populares do que nunca.

Aqui, nessa nova matéria iremos dar uma olhada em alguns filmes dos anos 80 muito cultuados e adorados hoje em dia, mas que quando estrearam nos cinemas se tornaram fracasso de público / bilheteria. Confira.

O Enigma de Outro Mundo

enigma cinepop
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Outro filme do mesmo ano de ‘Blade Runner’, ‘O Enigma de Outro Mundo’ era a grande aposta da Universal para aquele ano. O estúdio dava carta branca para John Carpenter, após o sucesso de ‘Halloween’ e ‘Fuga de Nova York’, produções mais baratas que haviam rendido lucro para seus estúdios. Assim, com mais dinheiro, Carpenter pôde criar um verdadeiro épico atemporal da paranoia e da ficção científica (além do terror). Refilmagem de ‘O Monstro do Ártico’ (dos anos 50), esse é um bom exemplo de remake superior ao original. Apesar de todos os atrativos, com alguns dos efeitos práticos mais impressionantes já filmados, e de ter sido redescoberto nas locadoras, quando estreou nos cinemas foi fracasso de crítica e público, arrecadando US$19.8 milhões em um orçamento de US$15 milhões.

Quatro décadas do clássico ‘O Enigma de Outro Mundo’

Blade Runner – O Caçador de Androides

bladerunner cinepop
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Um dos filmes de ficção científica mais influentes da história do cinema, ainda hoje impressionando devido à sua direção de arte, e criação de um mundo futurista sem precedentes, ‘Blade Runner’ era para ter sido o terceiro mega sucesso da carreira de Harrison Ford após as franquias ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’. Mas não foi bem assim, e devido à sua narrativa lenta, com estilo noir detetivesco, o filme passou abaixo de todos os radares. Com orçamento de US$28 milhões, arrecadou mundialmente apenas US$41 milhões, vindo a ser redescoberto nas locadoras. O novo ‘Blade Runner 2049’ (2017) sofreu do mesmo problema.

Produtora de ‘Blade Runner 2099’ PROCESSA Elon Musk por usar imagens do filme

Os Aventureiros do Bairro Proibido

aventureiros cinepop
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Mais um filme de John Carpenter na lista. Hoje, o diretor é um dos mais cultuados, ou quem sabe “o” mais cultuado, pela geração que cresceu nos anos 80. Mas é aí que está: essa geração era muito nova para prestigiar os filmes de Carpenter nos cinemas. Seus pais, por outro lado, ignoraram solenemente as obras do diretor. Clássico da Sessão da Tarde, ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ vem prometendo um remake com Dwayne Johnson há tempos. O original, no entanto, teve orçamento de US$25 milhões e bilheteria de US$11 milhões.

Kurt Russell retornará na sequência de ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’? Ator responde!

Cobra

cobra cinepop
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Lançado no mesmo ano do item acima, esse é um clássico policial absoluto, que a geração dos anos 80 não cansava de assistir nas reprises da TV aberta. Aliás, por aqui em nosso país o título do filme sempre foi ‘Stallone Cobra’ – mas isso foi só por aqui, já que o astro Sylvester Stallone não seria tão egocêntrico ao ponto de colocar seu sobrenome no título de um filme. ‘Cobra’ rendeu o dobro de seu orçamento de US$25 milhões, mas não fez o sucesso esperado, ainda mais levando em conta que no ano anterior Stallone havia emplacado acertos estrondosos com ‘Rocky IV’ e principalmente ‘Rambo 2’. Sendo assim, ‘Cobra’ nunca ganharia sua merecida sequência.

CLÁSSICOS! 10 Filmes dos Anos 80 que Fizeram Todo Fã Ficar Esperando Pela Sequência…

Brazil – O Filme

brazil cinepop
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Quando falamos em filmes de ficção científica que usam muito mais ideias do que ação e efeitos em seus retratos do futuro e questionamentos, dois saltam imediatamente à cabeça: ‘Blade Runner’ e este ‘Brazil – O Filme’. São futuros diferentes, mas de certa forma complementares. Aqui, temos um mundo altamente burocrático e sombrio, onde todos dão atenção extrema à superficialidade e futilidade, desviando atenção do que verdadeiramente importa. Nesse cenário, o protagonista Jonathan Pryce deseja escapar e alçar voo. Uma obra cult por excelência e um dos melhores filmes dos anos 80, ‘Brazil’ não fez sucesso em sua estreia, rendendo apenas US$9 milhões em um orçamento de US$15 milhões.

Deu a Louca nos Monstros

monstros cinepop
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A maioria dos filmes da lista são cults redescobertos anos depois de sua estreia. Alguns deles fizeram muito sucesso anos depois, na época das locadoras ou quando foram exibidos pela primeira vez na TV aberta, mas depois desapareceram novamente para as gerações seguintes. Esse é o caso com ‘Monster Squad’, que não permaneceu na cultura pop como ‘Blade Runner’, ‘Cobra’ ou ‘Brazil’. Esse aqui é uma mistura de ‘Os Goonies’ com os monstros clássicos da Universal, vide Drácula, Frankenstein e o Lobisomem (com apoio da Múmia e o Monstro da Lagoa Negra). Com orçamento de US$12 milhões, rendeu apenas US$3.7 milhões nas bilheterias.

Willow – Na Terra da Magia

willow cinepop
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Willow se tornou cult logo quando foi lançado nas locadoras. Na TV aberta também fez sucesso com sua história de fantasia, magia e aventura. Tanto que durante todos esses anos desde sua estreia nas telonas, os fãs saudosistas do filme sempre ficaram imaginando como seria uma continuação do longa. E finalmente puderam saber com uma série que continua o filme, lançada para a Disney+. Infelizmente, assim como o filme original, o programa não vingou e foi cancelado após uma temporada. ‘Willow’, de George Lucas, custou US$35 milhões (um valor alto para os padrões da época) e não se tornou nenhum Star Wars, rendendo US$57 milhões. Não foi um fiasco como alguns da lista, mas estava longe do sucesso planejado.

Highlander – O Guerreiro Imortal

highlander cinepop
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Nem mesmo a trilha sonora composta pela icônica banda Queen foi capaz de salvar ‘Highlander’ do fracasso comercial nos cinemas. Mas foi só o filme cair no mercado de vídeo nas locadoras para um novo público o descobrir e fazer dele o cult da vez. A verdade é que nos anos 80, o público que ia aos cinemas eram os hoje cinquentões. Os hoje quarentões ficavam em casa e alugavam fitas de vídeo. Assim, descobriram ‘Highlander’ e fizeram dele um sucesso, abrindo portas para uma franquia que, bem, verdade seja dita, deveria ter parado no primeiro. Agora, um remake de alto nível é planejado com Henry Cavill no papel protagonista. Mas nos anos 80, o primeiro Highlander rendeu apenas US$5.9 milhões em um orçamento de US$16 milhões.

Uma Noite Alucinante

alucinante cinepop
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O primeiro ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’ foi praticamente o trabalho de conclusão do curso de cinema do diretor Sam Raimi. Feito à toque de caixa, com seus amigos interpretando os personagens, o terror virou item cult em Sessões de meia noite pelo mundo, e uma das obras mais adoradas no gênero. A demora por continuar a história se deu porque Raimi precisou crescer e aparecer, fazendo seu nome no mercado. Assim recebeu a chance de recontar a mesma história com mais recursos dando continuidade a ela. O sucesso foi grande nas locadoras, na TV aberta e com os críticos, mas no cinema ninguém quis saber do segundo ‘Evil Dead’. Assim, com orçamento de US$3.6 milhões, rendeu apenas US$5.9 milhões.

Labirinto – A Magia do Tempo

labirinto cinepop
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Outra produção icônica, que a geração dos anos 80 guarda com muito carinho, ‘Labirinto’ traz um dos primeiros trabalhos da graciosa Jennifer Connelly, ainda bem jovenzinha, precisando resgatar seu irmão bebê sequestrado por criaturas mitológicas e levado a um labirinto – a mando do rei dos duendes, papel do músico David Bowie, se divertindo horrores, e também cuidando da trilha sonora do filme. É simplesmente impossível ter crescido na época e não ter se deparado com este filme em algum momento. Porém, ‘Labirinto’ foi mais um que sofreu em sua época de estreia nos cinemas, vindo a ser redescoberto nas locadoras. Com orçamento de US$25 milhões, rendeu apenas US$15 milhões em bilheteria.

1994 ou 1999? Qual foi o MELHOR ano do cinema? Te ajudamos a decidir qual foi a MELHOR leva de filmes da década de 90…

Qual foi o MELHOR ano do cinema? Os Anos 80 foram o divisor de águas para o cinema e quem ama filmes. Se hoje temos a cultura pop fervendo a todo vapor, é preciso agradecer a essa década tão incorreta que passou em nossas vidas (isto é, quem estava vivo para experimentar toda a sua glória), mas jamais deixará nossas mentes e corações. Foi nos anos 80 que os chamados blockbusters se consolidaram.

O período trouxe filmes que ainda fazem parte da cabeceira de todos os cinéfilos, como o universo de ‘Star Wars‘ e ‘De Volta para o Futuro‘, por exemplo. Na década seguinte, Hollywood deu continuidade, evoluindo as superproduções a um novo patamar com os primeiros filmes a fazerem uso do hoje chamado CGI (efeitos gerados através de computação gráfica). É justamente dessa década, os anos 90, que iremos falar nessa nova matéria.

Dando continuidade a nossa série de matérias sobre “qual ano de determinada década foi o melhor”, depois de ter passado pelos anos 80, chegamos agora aos anos 90. Foi nesse período de dez anos que o mundo do entretenimento deu um salto gigantesco, aprendendo a criar com ferramentas digitais – o que permitiria a imaginação correr solta, agora de forma sem limites na hora de contar histórias.

Foi nos anos 90, por exemplo, que vimos os dinossauros voltar à vida, impressionando audiências no mundo todo. Antes disso, nos maravilhamos com um vilão constituído de metal líquido, vindo do futuro, que não podia ser destruído. Vimos um desenho animado ganhar vida em carne e osso de forma inacreditável. Os primórdios dessa tecnologia marcaram essa década especial com sabor único.

Mas os anos 90 ainda guardaram alguns dos mais adorados filmes da história, ainda hoje muito comentados e celebrados como algumas das melhores produções que o cinema já criou. Você faz ideia de quais sejam? Quais os seus favoritos? E Qual seu ano preferido em matéria de filmes na década de 90? Ajudamos você a decidir. Confira abaixo.

Leia também: Qual foi o MELHOR ANO da década de 80 para o cinema? Ajudamos você a decidir!

1990

Quando falamos no início da década de 90, um filme fez enorme sucesso pegando a todos de surpresa. Trata-se do filme para toda a família ‘Esqueceram de Mim’, que até hoje segue como a pedida perfeita para a época do Natal (apesar de sua trama consistir em ladrões tentando invadir a casa de um menino e este judiar deles até dizer chega), e fez de Macaulay Culkin um dos maiores astros de Hollywood, aos 10 anos de idade. Mas é claro que 1990 tem outros destaques, como os românticos indicados ao Oscar ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’, ‘Uma Linda Mulher’ e ‘Edward Mãos de Tesoura’. Quando o assunto é Oscar, o recordista daquele ano foi o faroeste ‘Dança com Lobos’. Temos ainda os épicos de máfia ‘Os Bons Companheiros’ e ‘O Poderoso Chefão 3’, e os blockbusters ‘De Volta para o Futuro 3’, ‘O Vingador do Futuro’ e ‘Duro de Matar 2’.

1991

O ano de 1991 serviu, entre outras coisas, como divisor de águas para a indústria de Hollywood. Trouxe, por exemplo, o próximo passo em termos de efeitos especiais com ‘O Exterminador do Futuro 2’. Trouxe também a Disney a um novo nível com ‘A Bela e a Fera’, a primeira animação indicada ao Oscar de melhor filme da história. Teve também o primeiro diretor negro indicado ao Oscar (e o mais jovem), com John Singleton por ‘Os Donos da Rua’. E, é claro, o papa-tudo ‘O Silêncio dos Inocentes’, o último longa a ganhar o chamado “Big Five” no Oscar, prêmios de melhor filme, diretor, atriz, ator e roteiro. O ano reservou ainda os blockbusters ‘Hook – A Volta do Capitão Gancho’, ‘Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões’ e ‘A Família Addams’, o thriller policial ‘Caçadores de Emoção’, o escracho de ‘Top Gang!’ e o drama cultuado ‘Thelma & Louise’.

1992

Talvez nada tenha sido mais impactante para o mundo do cinema em 1992 do que a chegada de Quentin Tarantino (de forma discreta ainda) em ‘Cães de Aluguel’. A Disney emplacava de novo, dessa vez com ‘Aladdin’. E também tivemos os repetecos dos sucessos de ‘Batman – O Retorno’ e ‘Esqueceram de Mim 2’. Quando o assunto é o Oscar, quem comandou a festa foi o faroeste ‘Os Imperdoáveis’, o grande vencedor daquele ano, o drama ‘Perfume de Mulher’ e o thriller ‘Questão de Honra’. Fora isso, o ano ainda tinha espaço para sucessos colossais como a comédia ‘Mudança de Hábito’, o thriller romântico ‘O Guarda-Costas’ e o thriller erótico ‘Instinto Selvagem’. Difícil é decidir o melhor.

1993

É impossível falar do ano de 1993 sem lembrar de ‘Jurassic Park’, um dos maiores fenômenos da década de da história do cinema. E também sem lembrar do diretor Steven Spielberg, já que além de revolucionar com os dinossauros mais realistas e vivos que o cinema já havia visto (dando um novo gás nos efeitos especiais), ainda emplacou com ‘A Lista de Schindler’, seu filme sério, ainda muito enaltecido, sobre o holocausto – o mais badalado do Oscar daquele ano. 1993 teria ainda grandes comédias atemporais como ‘Feitiço do Tempo’ e ‘Uma Babá Quase Perfeita’, blockbusters como ‘O Fugitivo’ e ‘A Família Addams 2’, dramas que mexeram com o público na época, como ‘Filadélfia’ e ‘Proposta Indecente’ e filmes infantis cult como a animação ‘O Estranho Mundo de Jack’ e ‘Abracadabra’.

1994

O ano de 1994 é provavelmente o melhor da década de 90. Bem, mas não quero influenciar ninguém, já que grande parte do público adora também o ano de 1999 na mesma década. Acontece que em 1994, temos uma trinca quase imbatível com ‘Um Sonho de Liberdade’, o filme número 1 (imutável) no IMDB, ‘Pulp Fiction’ (ainda o filme preferido de Quentin Tarantino para a maioria de seus fãs) e ‘Forrest Gump’, um dos maiores fenômenos da história do cinema. Como superar isso? Mas ainda não acabou, já que a Disney elevava o jogo com ‘O Rei Leão’, Jim Carrey entrava em cena com ‘O Máskara’, Tom Cruise assustava em ‘Entrevista com o Vampiro’, Keanu Reeves acelerava em ‘Velocidade Máxima’ e Brandon Lee se despedia em ‘O Corvo’. Ainda sobrava espaço para os cults, com o romance ‘Quatro Casamentos e um Funeral’ e o thriller ‘O Profissional’.

1995

Novo ano na década de 90, novos marcos para o cinema. É impossível não começar falando da Disney com ‘Toy Story’, a primeira animação inteiramente computadorizada da história, que revolucionaria não apenas o mercado das animações, mas a forma como o público e as novas gerações se relacionariam com elas. Foi também a chegada de um novo 007 bem aceito depois de Roger Moore e o fracasso da escolha de Timothy Dalton. Em ‘007 Contra Goldeneye’, Pierce Brosnan se tornaria o James Bond para toda uma geração. Era também a chegada de um novo Batman nas formas de Val Kilmer e um novo rumo para a franquia nos cinemas com ‘Batman Eternamente’. Mas quando falamos dos filmes queridos de verdade no ano de 1995, precisamos falar dos suspenses de gelar a espinha ‘Seven’ e ‘Os Suspeitos’, do romance ‘Antes do Amanhecer’, do policial ‘Fogo Contra Fogo’, da comédia adolescente ‘As Patricinhas de Beverly Hills’, da aventura para toda a família ‘Jumanji’ e do épico vencedor do Oscar ‘Coração Valente’.

1996

Foi tanta coisa boa acontecendo no ano de 1996, que infelizmente tivemos que deixar de fora algumas verdadeiras preciosidades, como ‘Fargo’ e ‘Trainspotting’. Imperdoável? Talvez, mas preferimos nos concentrar em blockbusters como ‘Missão: Impossível’, ‘Twister’ e ‘Independence Day’, na comédia ‘O Professor Aloprado’, no romance ‘Romeu e Julieta’, no thriller ‘Tempo de Matar’, nos terrores cult ‘Pânico’, ‘Jovens Bruxas’ e ‘Um Drink no Inferno’, e no infantil ainda muito querido sucessor de ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’, ‘Space Jam’. Foi justo?

1997

É simplesmente impossível falar do ano de 1997 sem falar em ‘Titanic, de James Cameron. Um filme que tinha tudo para flopar e se tornar um dos maiores fiascos da sétima arte, em especial devido aos atrasos nas filmagens e estouros no orçamento – se tornando uma das produções mais caras da história. O resultado, no entanto, foi contra todas as previsões, escrevendo o filme no olimpo da sétima arte. O ano também foi de outros grandes sucessos, como a sequência de ‘Jurassic Park’, ‘O Mundo Perdido’, as voltas por cima de Julia Roberts em ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’, e Jim Carrey em ‘O Mentiroso’. Teve Quentin Tarantino com seu terceiro filme, ‘Jackie Brown’, e a Disney com ‘Hércules’. Fora isso, também reservou sucessos surpresa, como ‘MIB – Homens de Preto’, ‘O Quinto Elemento’, ‘A Outra Face’ e ‘Advogado do Diabo’.

1998

Dois filmes comandaram o ano de 1998. Primeiro, ‘Armageddon’, filme de desastre sobre um meteoro colidindo com a Terra, de Michael Bay, estrelado por Bruce Willis, foi o campeão de bilheteria do ano. Já ‘O Resgate do Soldado Ryan’, filme de Segunda Guerra de Steven Spielberg, com Tom Hanks, também se tornou um imenso sucesso de bilheteria e escalou diretamente até o Oscar. O ano contou ainda com ‘Shakespeare Apaixonado’, o grande vencedor do Oscar de melhor filme, os emocionantes ‘O Show de Truman’, ‘Patch Adams’ e ‘Cidade dos Anjos’ e o cult ‘A Outra História Americana’. A Disney também marcou presença com a cultura asiática em ‘Mulan’, e a Marvel dava os primeiros passos para se tornar o que é hoje com ‘Blade – O Caçador de Vampiros’. Ah sim, 1998 ainda trouxe o filme nacional é que provavelmente o mais querido dos anos 90, ‘Central do Brasil’.

1999

Como dito, dois anos brigam pelo pódio dos anos 90 na opinião dos fãs, cinéfilos e críticos: o ano de 1994 e esse ano de 1999. Embora, claro, tantos outros espectadores possam ter outro como seu preferido. Mas o fato é que 1999 teve muita coisa boa e revolucionária. Como, por exemplo, ‘Clube da Luta’, de David Fincher. E que tal ‘Matrix’? Ou quem sabe ‘O Sexto Sentido’, filme que marcou M. Night Shyamalan em Hollywood. Ah sim, foi o ano de retorno para uma certa franquia do espaço conhecida como ‘Star Wars’, em ‘A Ameaça Fantasma’. O terror também esteve bem servido com o indie ‘A Bruxa de Blair’, que se tornou igualmente fenômeno. E o diretor de ‘Um Sonho de Liberdade’ voltava à vida na cadeia com Stephen King em ‘À Espera de um Milagre’. Ainda teve espaço para aventura à moda antiga, com ‘A Múmia’, romance com ‘Um Lugar Chamado Notting Hill’ e comédias adolescentes, comportadas (’10 Coisas que eu Odeio em Você’) e escrachadas (‘American Pie’).

‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ (1998) – Relembrando a SEQUÊNCIA que levou o terror para as Bahamas

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, thriller que pegou o rastro de ‘Pânico’, recentemente ganhou uma nova sequência legado. O novo filme funciona tanto como um reboot, apresentando a história para toda uma nova geração, como também uma continuação tardia, criando elo com os fãs antigos graças ao retorno de veteranos como Jennifer Love Hewitt como Julie James e Freddie Prinze Jr. como Ray Bronson. A nova versão do clássico, que possui o mesmo título do original, já está no catálogo da HBO Max.

Para entrar no clima do reboot, iremos revisitar a primeira continuação do novo clássico, que saiu logo no ano seguinte, aproveitando o hype que o original gerou junto aos aficionados

Mas para onde seguir com a sequência?

Que tal levar os personagens para um resort em uma ilha paradisíaca nas Bahamas, mantendo assim o clima praiano do slasher. Confira abaixo os detalhes sobre a produção de ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ (1998) – ou seria “dois verões no passado”, mas tudo bem.

Leia também: Você sabia que existe ‘Eu SEMPRE Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado’?

SEQUÊNCIA? Novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ faz SUCESSO em streaming

Na segunda metade dos anos 90, o cinema de terror adolescente vivia um verdadeiro revival. Graças ao sucesso estrondoso de ‘Pânico (1996), dirigido por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson, Hollywood voltou a investir em jovens bonitos correndo de assassinos mascarados. Foi nesse embalo que surgiu ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), uma mistura de suspense, mistério e terror com roupagem de novela teen da CW. O filme foi um sucesso de bilheteria, agradando em cheio ao público jovem. E, como manda a tradição hollywoodiana: se um filme dá lucro, é hora de preparar a sequência o quanto antes. E foi assim, com gancho em punho, que nasceu ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998).

A proposta da continuação era clara: repetir a fórmula do primeiro, mas com novos cenários, novas vítimas e, se possível, mais sustos. Só que ao mesmo tempo, o estúdio queria algo maior – afinal, sequências tendem a ir além. A ideia de manter a ação na mesma cidade foi rapidamente descartada, assim como outros roteiros iniciais que colocariam os personagens na faculdade ou investigando os crimes do passado por conta própria. Um rascunho inclusive envolvia Julie (Jennifer Love Hewitt) trabalhando como conselheira de um acampamento de verão – Jason Voorhees curtiria isso. Por fim, a trama tropical venceu, com a clássica desculpa de uma “viagem paradisíaca em que dá tudo errado”. Um toque de ironia: a ilha caribenha foi, na verdade, filmada no México, em locações bem mais acessíveis e com garantia de chuva cenográfica.

O roteiro ficou a cargo de Trey Callaway, um roteirista ainda em começo de carreira, e a direção passou para Danny Cannon. Cannon tinha no currículo ‘O Juiz (1995), aquele blockbuster futurista com Sylvester Stallone e Rob Schneider que, bem, conhecemos bastante. Aqui, ele tentou manter um clima mais sombrio que o do primeiro filme, mas não resistiu ao apelo pop que a franquia já trazia embutida. O resultado foi uma direção com mais planos dramáticos, chuva constante e takes de Jennifer Love Hewitt andando de biquíni.

O elenco reuniu rostos familiares e algumas novidades que chamaram atenção. Jennifer Love Hewitt voltou como Julie James, agora ainda mais abalada, insegura e com crises de pânico diárias. A atriz, na época, era uma das maiores estrelas teen, graças ao sucesso da série ‘Party of Five e sua crescente carreira no cinema. Freddie Prinze Jr. também retornou como Ray, o namorado que virou suspeito no primeiro filme e agora aparece mais distante – literalmente, já que ele passa metade do filme tentando chegar à ilha.

Entre os novos personagens, Brandy Norwood, estrela pop da música e atriz em ascensão, chega como Karla, a amiga leal e animada que serve tanto de alívio cômico quanto de apoio emocional. Mekhi Phifer surge como Tyrell, o típico namorado que só pensa em “atividade física no quarto”, e Matthew Settle como Will Benson, o simpático rapaz misterioso que conquista Julie, mesmo tendo um nome suspeitíssimo (Ben’s son… pega essa). E claro, temos Jack Black em uma participação totalmente aleatória (e não creditada) como um maconheiro rastafári que entrega exatamente o que você espera… ou menos.

A trama começa com Julie ainda sofrendo com os traumas do verão passado (o primeiro filme). Ela sonha com o assassino, ouve coisas, vê sombras, mas ninguém leva muito a sério. Karla, querendo animá-la, ganha uma promoção de rádio com uma pergunta de cultura geral absurdamente fácil: “Qual é a capital do Brasil?” (eles respondem Rio de Janeiro. Sim, o erro é proposital, e sim, esse é o nível de lógica do roteiro).

A viagem leva as meninas, Will e Tyrell para um resort no Caribe, que está praticamente vazio por conta da temporada de furacões. Clima perfeito para um assassino reaparecer. Ray, desconfiado desde o início, se recusa a ir e acaba sofrendo um atentado na estrada, passando o filme tentando sobreviver e alcançar sua amada.

Na ilha, o clima fica cada vez mais sinistro: hóspedes e funcionários começam a desaparecer misteriosamente, a tempestade isola a ilha do resto do mundo e Julie passa a desconfiar que o passado está de volta para assombrá-la – de novo. E está mesmo: Ben Willis, o pescador com o gancho assassino, está de volta. E como todo bom vilão de filme slasher, ele é praticamente imortal, silencioso, e praticamente tem superpoderes de locomoção invisível.

O ponto alto (ou baixo, dependendo do ponto de vista) é a revelação de que Will, o novo pretendente, é na verdade o filho de Ben. Sim, Will Benson. Ben’s son. Dizer isso em voz alta é quase uma piada de ‘Todo Mundo em Pânico. Aliás, provavelmente foi.

A crítica, no geral, torceu o nariz. Muitos apontaram que o filme era uma sequência preguiçosa, com sustos reciclados, personagens que tomam decisões absurdas e um roteiro que beira o nonsense. O The New York Times chegou a chamá-lo de “um episódio esticado de uma série adolescente com sangue falso”. Outros reclamaram da previsibilidade e da forçação de barra do twist final. Ainda assim, o público adolescente compareceu, principalmente pela presença de astros jovens em alta e pela curiosidade com o destino dos sobreviventes. E claro, porque naquela época não havia streaming – o cinema era a saída de sexta-feira à noite.

Em seu fim de semana de estreia, na sexta-feira 13 de novembro de 1998, o longa estreou em segunda posição do ranking com US$16.5 milhões, atrás do campeão da semana anterior e fenômeno da época: a comédia ‘O Rei da Água‘, que transformou Adam Sandler em uma força em Hollywood. Por outro lado, ‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ foi a melhor estreia da semana, embarreirando ‘Encontro Marcado‘, com Brad Pitt e Anthony Hopkins, que teve que se contentar com a terceira posição do ranking.

O filme arrecadou cerca de US$84 milhões mundialmente, com um orçamento de aproximadamente US$24 milhões. Foi lucrativo, mas não alcançou o mesmo impacto do primeiro filme – que somou US$125 milhões mundiais. De qualquer forma, seu sucesso poderia ter gerado uma terceira parte, para encerrar a trilogia ainda em 1999.

A trilha sonora do longa fez relativo sucesso, trazendo faixas de Brandy, Orgy e Adam Cohen, filho de Leonard Cohen (!). Mas o verdadeiro legado do filme veio anos depois: piadas eternas sobre o nome “Will Benson”, listas de piores continuações e um carinhoso status de “guilty pleasure” para os fãs de terror dos anos 90.

E mesmo com o final sugerindo que Julie ainda seria perseguida, a franquia tomou um rumo diferente, com ‘Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2006), um terceiro filme direto para DVD com elenco novo e nenhuma conexão direta com os dois primeiros. A essa altura, o pescador já tinha aposentado o gancho… e ninguém mais ligava.

Hoje, ‘Eu Ainda Sei’ é visto com uma dose de nostalgia. Talvez não seja um bom filme, mas é um excelente retrato de uma era: roupas largas, diálogos exagerados, jovens correndo sem cobertura de celular, e vilões com motivações confusas, mas presença marcante. Além de, claro, servir como boa ponte para o novo filme, lançado hoje nos cinemas. Se você quer uma noite de terror leve com amigos, pipoca e alguns bons gritos seguidos de risadas, este é um prato cheio. Porque, afinal, o verão pode passar, mas as lembranças – e o pescador vingativo – sempre voltam.

Zod, Lex Luthor e Beijo do ESQUECIMENTO – Revisitando o clássico ‘SUPERMAN II: A Aventura Continua’ (1980)

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhou um novo filme nas telonas recentemente. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Com o filme chegando no streaming, resolvemos revisitar agora o segundo longa para o cinema do Super-Homem, importante para cimentar de vez o gênero e o personagem como um dos mais queridos da época.

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Em 1978, o mundo acreditou. E não em uma pirâmide financeira ou em duendes, e sim que um homem podia voar — era Superman. O filme estrelado por Christopher Reeve não só fez a humanidade acreditar que um homem podia voar, como também provou que adaptações de quadrinhos podiam ser épicas, sérias e, ainda assim, divertidas. ‘Superman – O Filme foi um estouro: aclamado pela crítica, arrecadou mais de US$ 300 milhões ao redor do planeta e inaugurou uma nova era de super-heróis no cinema. Naturalmente, uma sequência era questão de tempo. E assim nasceu ‘Superman II – A Aventura Continua(1980) — um filme que deveria ter sido simples… mas virou uma verdadeira batalha nos bastidores, quase digna de um crossover com o Batman (sem direito a Martha como arrego).

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Desde o início, os produtores Alexander e Ilya Salkind tiveram uma ideia megalomaníaca: filmar ‘Superman’ e sua continuação ao mesmo tempo, como se fazer um filme gigantesco já não fosse complicado o suficiente. O diretor Richard Donner, perfeccionista e visionário, comprou a briga. Durante a produção do primeiro longa, cerca de 75% deSuperman IIjá havia sido filmado, o que teoricamente facilitaria a vida de todo mundo. Teoricamente.

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Mas Donner e os Salkind entraram em colisão mais rápido do que uma bala. O diretor queria manter o tom épico e respeitoso ao personagem, enquanto os produtores queriam mais leveza, mais ação e menos discussões filosóficas sobre Krypton. Resultado? Brigas, gritos e, claro, a demissão de Donner antes que ele pudesse concluir o segundo filme.

Para terminar o trabalho, os Salkind chamaram Richard Lester, conhecido por seu trabalho com a maior banda do mundo, na aventura dos Beatles em ‘Os Reis do Ié-Ié-Ié‘ (A Hard Day’s Night) e por sua habilidade em misturar ação com comédia. E Lester fez jus à fama: regravou boa parte do material já pronto, injetou mais humor e transformou a continuação em algo mais leve, com piadinhas visuais e tom pastelão.

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O resultado é uma obra híbrida — parte do estilo épico de Donner, parte da leveza de Lester. E é exatamente isso que dá charme (ou confusão) ao filme, dependendo de quem assiste. Acredite: tem cena do General Zod flutuando ameaçadoramente… e tem cena de Clark Kent tropeçando no carpete como se estivesse num esquete do ‘Chaves. Tudo, é claro, parte do charme inocente que Reeve trouxe ao personagem.

Apesar do caos, o elenco principal voltou firme como aço reforçado. Christopher Reeve assumiu o manto (ou melhor, a capa) do Superman mais confiante do que nunca — agora mais forte fisicamente e mais afiado no papel. Margot Kidder voltou como Lois Lane, com um timing cômico ainda maior e uma química com Reeve mais refinada. Quem retorna também é Lex Luthor, Gene Hackman volta como o vilão careca mais sarcástico da história — mas só aparece em cenas dirigidas por Donner, já que se recusou a participar das refilmagens com Lester.

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E, claro, temos o destaque do filme: os três kryptonianos banidos da Zona Fantasma. Terence Stamp rouba a cena como o autoritário General Zod — dono da frase mais icônica do filme: “Ajoelhe-se perante Zod!”. Ao seu lado estão Ursa (Sarah Douglas), a guerreira com olhar fulminante, e Non (Jack O’Halloran), o brutamontes silencioso com cara de poucos amigos e força de muitos.

O enredo começa exatamente onde o primeiro parou. Superman salva o mundo, mas está apaixonado por Lois. Na Fortaleza da Solidão, ele toma a decisão mais polêmica de sua carreira: abre mão dos poderes para viver um amor comum com a repórter. Claro que, no melhor estilo “o universo não colabora com casais felizes”, os três vilões escapam da Zona Fantasma e invadem a Terra, conquistando o planeta com a facilidade de quem chega antes do feriado.

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Enquanto isso, Lex Luthor dá um jeitinho de fugir da prisão e se aliar aos kryptonianos, só para tentar roubar a cena (e o mundo). No final, Superman precisa recuperar seus poderes e enfrentar os vilões em uma batalha que envolve socos voadores, vitrines quebradas e uma cena no Planeta Diário digna de novela mexicana. E como bônus, temos um beijo que apaga memórias, porque… por que não, né?

Antes de Reeve se tornar o Superman definitivo, nomes como Robert Redford, James Caan, Nick Nolte e Sylvester Stallone foram cogitados para o papel. Após o primeiro filme, Reeve quase desistiu de voltar, insatisfeito com a direção que o estúdio tomava. Mas após um reajuste de salário e algum convencimento, ele retornou — e ainda melhor. Para a direção, Guy Hamilton (de 007) chegou a ser considerado, mas não pôde por questões legais. Outros nomes bizarros como Sam Peckinpah chegaram a surgir, o que poderia ter tornado ‘Superman II um “faroeste ultraviolento”.

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Superman II foi recebido positivamente pela crítica na época, embora muitos notassem o contraste de tons entre Donner e Lester. O consenso era de que o filme oferecia mais ação e humor do que o original, mas perdia um pouco do peso dramático. O The New York Times elogiou o desempenho de Reeve e a dinâmica entre os personagens, enquanto outros veículos, como a Variety, apontaram a direção de Lester como “mais leve, mas funcional”.

Alguns críticos torceram o nariz para as mudanças de tom e para o humor exagerado. Outros adoraram a ação e o carisma dos vilões. No geral, o filme manteve a boa reputação do primeiro e consolidou-se como uma das melhores sequências de super-heróis já feitas — mesmo com todo o caos nos bastidores.

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Apesar dos problemas internos, ‘Superman II foi um sucesso comercial. Lançado no Reino Unido em dezembro de 1980, assim como no Brasil (e nos EUA apenas em junho de 1981), o filme arrecadou cerca de US$ 190 milhões mundialmente, com um orçamento estimado entre US$ 54 e 60 milhões. Nos EUA, estreou em primeiro lugar e ficou entre as maiores bilheterias do ano, provando que o público ainda queria — e muito — ver o Homem de Aço em ação.

Anos depois, em 2006, os fãs finalmente puderam ver ‘Superman II como Donner o imaginou. O Richard Donner Cut” incluiu cenas inéditas, refilmagens descartadas e uma narrativa mais próxima da visão original. Com um tom mais coeso ao primeiro filme, essa versão ganhou status cult e mostrou que, sim, existe uma linha do tempo alternativa onde Superman podia ser mais sério e menos pastelão.

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Superman II se tornou um clássico. É uma das raras sequências que conseguem manter o nível do original, mesmo com turbulências criativas, egos inflados e diretores trocados no meio do caminho. O filme estabeleceu o General Zod como um dos maiores vilões da cultura pop e consolidou Christopher Reeve como o Superman definitivo — insuperável até hoje, em muitos corações por aí.

Superman II – A Aventura Continua poderia ter dado tudo errado. E, honestamente, quase deu. Mas graças ao talento do elenco, ao charme do protagonista e à paciência dos editores, o filme entregou um espetáculo que mistura ação, romance, comédia e destruição em massa com estilo. Pode não ser perfeito, mas é icônico. E se você ainda não se ajoelhou perante Zod… bom, melhor começar a ensaiar.

Crítica | ‘Resgate em Grande Altitude’ – Um filme de ação sem sal que não nunca encontra a emoção

Sabe aquele arroz que vamos provar e tá sem sal? Acho que essa analogia vale para o novo Top 1 do Prime Video, o longa-metragem Resgate em Grande Altitude, que promete ação desenfreada e fortes contextos dramáticos, mas entrega um filme sem emoção em cada uma dessas questões.

Dirigido pelo cineasta neozelandês Martin Campbell – responsável por filmes como o ótimo Cassino Royale e o terrível Lanterna Verde –, a obra busca inserir o caos de uma ação violenta através de uma dinâmica entre irmãos. O problema começa pela falta de contextualização, seguindo para os personagens completamente apáticos e chega-se até um discurso que acaba não fazendo muito sentido, forçando uma protagonista com habilidades de combate ao posto de heroína da maneira mais mirabolante possível.

Joey (Daisy Ridley) é uma ex-militar britânica que atualmente ganha a vida limpando vidros de um arranha-céu de Londres. Sua vida sempre foi recheada por situações conflituosas no âmbito familiar e, com o passar do tempo, busca construir uma relação melhor com Michael (Matthew Tuck), seu irmão autista. Durante um dia de trabalho, um grupo de ativistas comandados por Marcus (Clive Owen) invade o prédio onde ela trabalha e faz magnatas de uma empresa de energia como reféns. Com a polícia sem saber o que fazer para impedir a ação, Joey se torna peça fundamental para tentar resolver a situação.

No início, até tenta-se criar alguns elos para serem desenvolvidos mais à frente: Questões climáticas, possibilidades de críticas contundentes aos bastidores do poder, pena que nada disso avança. O que fica em evidência, mesmo de forma superficial, é a relação entre os irmãos, algo que acaba sendo deixado de lado quando a ação criminosa atropela as sequências. Assim, a ordem dos acontecimentos começa a ficar sem sentido, como se uma pitada de cada subtrama fosse suficiente para tornar a narrativa coesa e fluida – algo que não acontece.

Nesse festival de cenas genéricas, em uma tentativa de um espetáculo artificial repleto daquelas mentirinhas que lutam com a nossa paciência e utilizando os perigos da altura para criar um clima de tensão – que não se sustenta –, vamos embarcando em um filme de ação completamente apático, que nunca encontra a emoção.

10 FILMES PERFEITOS para sua próxima noite de cinema!

Não sei vocês, mas eu adoro me jogar pelos streamings e passar horas descobrindo filmes que ainda não conhecia e que acabam se revelando um ótimo entretenimento – alguns deles até trazendo reflexões profundas sobre a vida. Por isso, posso afirmar: esses 10 filmes abaixo são perfeitos para sua próxima noite de cinema.

 

Eu, Capitão (Prime Video)

Na trama, conhecemos os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses que resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam: sofrem com os horrores da ganância humana, conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

Long Shot (Netflix)

Em agosto de 2003, um pai de família, em um relacionamento saudável com sua companheira, é abruptamente cercado por agentes da polícia de Los Angeles e acusado de um crime que não cometeu. Somado a esse caótico absurdo, uma variável quase inacreditável se torna a única esperança de Juan Catalan, um homem inocente: a filmagem de um seriado de sucesso da HBO.

 

Baby (Telecine)

O jovem Wellington (João Pedro Mariano), ao sair de um reformatório, vai em busca dos pais que não mantiveram contato enquanto ele estava em reclusão. Ao se ver perdido na maior cidade do país, certo dia, seu destino se cruza com o de Ronaldo (Ricardo Teodoro), um homem que sobrevive se prostituindo e traficando. Aos poucos, esse relacionamento se estabelece com muitas fases, que vão desde amor intenso até caóticos desencontros.

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Na trama, conhecemos Lia (Mzia Arabuli), uma professora de história aposentada, moradora da cidade de Batumi, que está em busca da sobrinha – sua única família. Ela acaba se juntando a Achi (Lucas Kankava), um jovem perdido sobre o que fazer com sua vida, que sabe seu paradeiro. Assim, ambos atravessam a fronteira do sudeste do país, com a Turquia, que na visão de alguns é uma terra de oportunidades. Chegando lá, terão muitas descobertas.

 

A Última Viagem (Prime Video)

A Última Viagem, filme irlandês escondidinho lá no catálogo da Prime Video, usa o clima fúnebre e o flerte com a tragédia para contornar as linhas melancólicas de um roteiro que apresenta reviravoltas importantes, mudando o sentido da trama. Esse é um filme sobre pais e filhos, relacionamentos, novas chances, recheado de personagens carismáticos.

 

Garra de Ferro (Telecine)

Na trama, ambientada pelas décadas de 1970 e 1980, conhecemos quatro dos irmãos Von Erich, uma família de lutadores que foi criada por um pai exigente e uma mãe permissiva. Ao longo do tempo, vamos percebendo como essa criação voltada para um único objetivo, o de fazer campeões, acaba afetando todos esses irmãos que precisam conviver com tragédias sem fim.

 

A Hipnose (MUBI)

Na trama, conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum). que estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato que mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.

 

Sentença de Morte (Death Sentence) (Prime Video)

Nick (Kevin Bacon) é um homem bem-sucedido, com uma família feliz. Tudo muda quando, após parar em uma loja de conveniência, seu filho é assassinado de forma brutal. Completamente desnorteado com o ocorrido, seu luto vira vingança e assim, sem medir as consequências de seus atos, dá início a uma jornada sem volta.

 

Ervas Secas (Telecine)

Um vilarejo turco, um professor desiludido, um fato marcante em meio a uma neve incessante. Indicado à Palma de Ouro em Cannes anos atrás, o longa-metragem Ervas Secas escancara o conformismo para destrinchar as relações humanas movidas pela esperança, a raiva, as incertezas.

 

Reality (Netflix)

Reality (Sydney Sweeney) é uma veterana da força aérea dos Estados Unidos, instrutora de Yoga, que trabalha como tradutora numa agência de segurança norte-americana. Um dia, ao voltar de compras, é cercada por agentes do FBI com um mandato para revistar sua casa, seu carro e possuem informações de que ela vazou informações secretas para um famoso site. Ao longo de 83 minutos, com o nervosismo sendo exposto a cada minuto que passa, vamos vendo a sequência de um interrogatório feito na própria casa da suspeita.

‘O Iluminado’: Fã descobre detalhe BIZARRO que ninguém tinha percebido na atuação de Jack Nicholson

Um fã atento de ‘O Iluminado‘ encontrou um detalhe até então despercebido na atuação de Jack Nicholson no clássico filme de terror de 1980.

Baseado no romance de Stephen King e dirigido por Stanley Kubrick, o filme acompanha Nicholson no papel de Jack Torrance, cuja sanidade vai se deteriorando durante uma estadia em um hotel isolado com sua família. A atuação de Nicholson é amplamente aclamada, mas uma cena em particular chamou a atenção do fã.

Na cena em questão, depois de uma discussão com sua esposa Wendy, Jack sai furiosamente do quarto e lança um breve olhar para a câmera. Ao longo dos anos, houve debates sobre se esse olhar foi intencional ou não.

Agora, um novo ensaio em vídeo de Filippo Ulivieri (ArchivioKubrick no YouTube) analisa várias instâncias em que Nicholson olha diretamente para a câmera ao longo do filme.

O vídeo destaca não apenas a cena mencionada anteriormente, mas também outras ocasiões em que Jack Torrance quebra a quarta parede, desde suas primeiras cenas até o momento final no labirinto de arbustos. São momentos breves, alguns sutis e outros mais evidentes.

Confira o vídeo abaixo:

Lembrando que ‘O Iluminado‘ e sua sequência, ‘Doutor Sono‘, estão disponíveis no HBO Max.

 

Timothy Spall EMOCIONA em ‘Forrest Gump’ da Terceira Idade disponível na Claro TV+

Com o passar do tempo, a idade vai chegando para todo mundo. E o que vamos percebendo enquanto envelhecemos é que sempre há assuntos inacabados para serem resolvidos, que às vezes tempo demais foi gasto em coisas que não deveriam ter recebido tanta atenção. Mas, mesmo assim, nunca é tarde para correr atrás dos sonhos ou para recomeçar. Esta é a veia que conduz o pulsar em ‘O Último Ônibus’, novo drama adorável que está disponível na Claro TV+.

Assista ao trailer:

Tom (Timothy Spall) é um senhor com mais de 80 anos que vive numa linda casinha lá no final da pontinha da Escócia. Décadas atrás, ele se mudara para ali com sua esposa (Nataly Mitson), numa tentativa de recomeçarem a vida após uma grande perda. Os dois viveram uma bela vida juntos, cheia de cumplicidade e companheirismo. Porém, agora Tom decidiu que é hora de realizar uma última viagem para cumprir uma promessa, e que precisa ser feita o quanto antes, já que ele não tem muito tempo a perder. A questão é que ele precisa ir do extremo norte da Escócia a até Land’s End, no extremo sul da Inglaterra. Durante o caminho ele irá encontrar diversos obstáculos, bem como também conhecerá pessoas de bem querendo ajudá-lo a cumprir seu objetivo.

Com quase uma hora e meia de duração ‘O Último Ônibus’ é desses filmes que não tem muito a dizer com palavras, pois a narrativa se alimenta da incrível capacidade expressiva do ótimo Timothy Spall, que, acima de tudo, consegue interpretar um personagem mais de vinte anos mais velho do que si próprio. Todos os sentimentos de confusão, angústia e irritação são facilmente demonstrados pelo ator, o que cria uma imediata comoção ao espectador, fazendo-nos sentir empatia por este personagem obstinado e teimoso, cheio de particularidades e manias – tal qual boa parte das pessoas idosas.

O roteiro de Joe Ainsworth é uma graça, mesmo em se tratando de um drama salpicado de situações cômicas por conta do contraste deste peculiar personagem inserido em um trajeto cheio de modernidades. Em muitas ocasiões relembra o clássico ‘Forrest Gump’, repaginado para os tempos atuais e obedecendo o envelhecimento natural daquele personagem: assim como o contador de histórias interpretado por Tom Hanks, aqui Tom (não é à toa esse nome), já idoso, percorre um trajeto de quilômetros, trocando de ônibus a cada parada, cujo caminho é acompanhado pelas redes sociais das pessoas que cruzam sua jornada e registram suas ações ao longo.

Esse é o maior charme do filme de Gillies MacKinnon, que faz bom uso do set aberto para mostrar a passagem de tempo ao longo do trajeto a partir da iluminação do ambiente externa, construindo, assim, um road movie que também funciona como um filme regional para além das zonas cosmopolitas do Reino Unido.

O Último Ônibus’ é um filme fofo e emocionante, que inspira a reflexão sobre passado, presente e a efemeridade do tempo.

 

‘CHUM’: Terror marítimo estrelado por Alice Eve ganha primeiro trailer tenso; Confira!

Para os entusiastas de thrillers de sobrevivência e filmes de criaturas marinhas, o novo longa-metragemCHUM acaba de revelar seu primeiro trailer oficial. A produção promete levar o público a um cenário de desespero absoluto, transformando uma celebração romântica em um verdadeiro pesadelo em alto mar.

A trama acompanha um grupo de convidados que, em meio a um cenário paradisíaco, acaba ficando à mercê de um predador implacável e de intenções humanas ainda mais sombrias. C

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“Um casamento dos sonhos em Malta explode em caos quando um tubarão sanguinário ataca e um pescador sinistro com uma agenda oculta transforma a celebração em uma armadilha mortal”, diz a sinopse.

O longa é estrelado por Alice Eve (‘Star Trek: Além da Escuridão’) e Mouse Cravensworth, que lideram um elenco cercado de perigos tanto abaixo quanto acima da superfície da água.

Na cadeira de direção, Josh Graves assume o comando da obra, contando com uma equipe de produtores e colaboradores composta por Ron Bonk, Joseph Burton Brunk III, Natasha Chisdes, Alexander C. Guilbert, Emily Lasater, Sherry McCutcheon, Seth Metoyer, Wade Saxton e Charles Solomon Jr.

Matt Reeves confirma retorno de seis nomes do elenco original para ‘The Batman Part II’

O cineasta Matt Reeves, responsável por capitanear a nova era do Cavaleiro das Trevas no cinema, utilizou suas redes sociais para oficializar o retorno de seis integrantes do elenco original na aguardada sequênciaThe Batman Part II. Embora a presença de algumas figuras centrais fosse amplamente esperada, a confirmação de rostos conhecidos do núcleo de apoio trouxe entusiasmo aos fãs que acompanham a construção deste universo.

De acordo com o ComicBookMovie, a lista encabeçada por Reeves reafirma o protagonismo de Robert Pattinson como Bruce Wayne/Batman, acompanhado por seus aliados mais próximos: Jeffrey Wright, que reprisa o papel do tenente Jim Gordon, e Andy Serkis, como o leal Alfred Pennyworth. Outro retorno garantido é o de Colin Farrell, que volta a viver Oz Cobblepot, o Pinguim, após o sucesso de sua série derivada no HBO Max.

As “surpresas” do anúncio ficaram por conta de personagens que ajudaram a moldar o panorama sociopolítico e institucional da cidade de Gotham no primeiro filme. Jayme Lawson retornará como Bella Reál, a jovem e idealista prefeita eleita que simboliza a esperança de renovação após a onda de crimes do Charada.

Além dela, Gil Perez-Abraham também está confirmado para reprisar o papel do policial Martinez. Embora secundário, o personagem de Martinez ganhou a simpatia do público por sua dinâmica de trabalho de campo com o Batman e Gordon.

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‘The Batman 2’: Imagens de bastidores podem ter revelado o VILÃO da sequência; Saiba mais!

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 1º de outubro de 2027, nos cinemas, pela Warner Bros. O primeiro capítulo da franquia, disponível na HBO Max, estreou em março de 2022 e arrecadou US$ 772 milhões em bilheteria mundial.

Na trama…

Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.

Robert Pattinson reprisa seu papel como o Cavaleiro das Trevas, enquanto Andy Serkis retorna como o mordomo Alfred Pennyworth.

Vale lembrar que a produção irá introduzir Sebastian Stan como Harvey Dent, Scarlett Johansson como a esposa de Harvey e Charles Dance como Charles Dent.

Lewis Tan comenta jornada de Cole Young em ‘Mortal Kombat 2’ [SPOILERS]

[AVISO DE SPOILERS]

O ator Lewis Tan, que interpretou o protagonista Cole Young no primeiro longa da nova fase de Mortal Kombat, quebrou o silêncio sobre o destino drástico de seu personagem na sequência. EmMortal Kombat 2’, Young encontra seu fim precoce ao ser assassinado pelo vilão Shao Kahn, uma decisão criativa que marca uma mudança de rumo para a franquia nos cinemas.

Conforme o ComicBookMovie, Tan confirmou que soube o destino de Cole desde o começo e explicou qual era a função original do lutador na narrativa:

“O primeiro filme foi um ponto de partida. Eu gosto de enxergá-lo como uma espécie de prólogo antes do torneio. Já o segundo entra direto na competição. O ponto de entrada era esse novo personagem, Cole Young. Muitos fãs que encontrei gostaram dessa perspectiva”, afirmou o ator.

O ator reconheceu as críticas de parte da comunidade, admitindo que “há muitos fãs hardcore dos games que acharam que isso [um personagem original] não era necessário”, mas aproveitou para elogiar Karl Urban, que assume o protagonismo da continuação na pele do icônico Johnny Cage.

‘Mortal Kombat 2’: Roteirista revela que a MORTE de [SPOILERS] foi motivada por pedidos dos fãs

Embora mortes raramente sejam definitivas no universo deMortal Kombat, Tan foi enfático ao dizer que “Cole acabou”. No entanto, ele deixou as portas abertas para um retorno sob uma nova identidade.

“Se eu voltar em Mortal Kombat III, será de uma maneira diferente”, provocou.Ainda vamos descobrir isso, mas muitos fãs já pediram escalações para outros personagens, e existem muitas conversas nos bastidores sobre como fazer isso funcionar.”

Tan refletiu ainda sobre as limitações de seu papel anterior e as possibilidades que se abrem agora: “Ninguém quer morrer como ator nesses filmes. Ao mesmo tempo, isso abre novas possibilidades para mim, talvez dentro do universo de Mortal Kombat. Não quero falar demais, mas sinto que tenho muito mais a oferecer e fui limitado no que podia entregar com esse papel”.

O ator finalizou ponderando sobre a recepção de seu personagem original e a natureza cíclica da saga: “Não sei se criar um personagem original como Cole foi a decisão certa ou errada. Sou grato pela oportunidade. Mas acredito que poderia oferecer muito mais com minhas habilidades e outros personagens que eu poderia interpretar. Sub-Zero morreu, Kung Lao morreu… e todos voltaram. Existe um plano”.

Sobre a brutalidade de sua despedida em cena, que envolve ter a cabeça esmagada e ser lançado em um tanque de ácido, Tan demonstrou bom humor: “Isso é bem pesado. Mas de um jeito bom.”

Mortal Kombat 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

No novo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

‘Mortal Kombat 2’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da sequência; Confira!

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da HBO Max.

‘O Justiceiro: Uma Última Morte’: Diretor revela como especial prepara retorno do anti-herói em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

O especialO Justiceiro: Uma Última Morte já está disponível no Disney+, e seu desfecho marca uma transição fundamental para o anti-herói. Após concluir sua jornada de vingança, Frank Castle assume uma nova missão: proteger civis perseguidos por organizações criminosas. Esta nova faceta do personagem servirá como prelúdio direto para sua participação emHomem-Aranha: Um Novo Dia’.

O diretor Reinaldo Marcus Green comentou sobre o estado psicológico de Castle e a conexão com o futuro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), conforme reportado pelo ComicBookMovie:

“Eu sinto que estamos chegando no momento certo. Como fã do Justiceiro e fã do Jon [Bernthal], eu quero vê-lo mais em cena. Aquele trailer parece incrível. Destin Daniel Cretton é um diretor fantástico. Então saber que eu trabalhei primeiro com o Frank foi muito legal, chegar antes de todo mundo e preparar o personagem. Agora sabemos o estado psicológico dele antes de entrar em Homem-Aranha. Não poderíamos ter escolhido um timing melhor”, afirmou.

Green ressaltou que o especial foi planejado para ser acessível tanto para leitores ávidos de quadrinhos quanto para novos espectadores:

“Acho que tanto fãs quanto não fãs ainda podem apreciar o especial. Alguém como minha mãe, que nunca viu O Justiceiro, consegue entender onde o Frank está em sua mente, e talvez ela vire fã e vá assistir Homem-Aranha. Espero que possamos conquistar novos membros para o público”, acrescentou.

O Justiceiro: Uma Última Morte’ está disponível no Disney+.

O especial seguirá a jornada do anti-herói após os eventos de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘.

Sob a direção de Reinaldo Marcus Green, a produção deve ter cerca de 45 minutos de duração, seguindo o modelo estabelecido por ‘Lobisomem na Noite‘.

O próprio Jon Bernthal já provocou os fãs ao afirmar que esta será a versão mais intensa do Justiceiro já vista.

“Acho que será o Justiceiro mais intenso que vocês já viram. O que era realmente importante para mim, para o Destin e para o Tom, era acreditar que o Justiceiro poderia sair do set de Homem-Aranha e entrar diretamente no set do especial, e eu acredito que conseguimos isso”, afirmou.

X-Men, Quarteto Fantástico e mais HERÓIS em arte promocional de ‘Vingadores: Doutor Destino’

Vingadores: Doutor Destino‘ ganhou uma arte inédita que vem de uma ilustração com estilo um pouco cartunesco (parece que vai enfeitar uma mochila infantil ou algo parecido), mas nos dá uma primeira olhada nos figurinos/designs de personagens como Capitão América (Anthony Mackie), Gambit (Channing Tatum) e Fera (Kelsey Grammer).

Confira:

O filme chega aos cinemas em breve e, assim como os outros capítulos da elogiada franquia da Marvel Studios, reunirá vários personagens conhecidos e trará Robert Downey Jr. de volta ao Universo Cinemático Marvel – mas, desta vez, como o perigoso Victor von Doom/Doutor Destino.

Desde o anúncio do vencedor do Oscar como o grande antagonista do longa-metragem, os fãs vêm se perguntando como Victor será introduzido na história e, agora, um rumor inédito pode ter revelado de que maneira isso pode acontecer.

Aparentemente, a decisão de Steve Rogers (Chris Evans) de permanecer na linha temporal de Peggy Carter no final de Vingadores: Ultimato’ causou uma incursão multiversal que resultou na morte da esposa e do filho de Victor. Isso o leva a buscar vingança contra o ex-Capitão América no início de ‘Doutor Destino’.

“A história de origem do Destino nem sempre envolve ele ter uma família”, escreve o conhecido perfil insider MTTSH.

“Outras versões incluem a morte de seus pais, uma em que ele acreditava ser a reencarnação de Tony Stark e que ‘pertencia’ ao MCU, e uma das ideias mais insanas o coloca trabalhando para Mefisto, que era o verdadeiro vilão. Outra versão o mostrava obcecado por Pepper Potts ou Sue Storm”.

A origem descartada da reencarnação de Tony Stark é sem dúvida a mais intrigante, já que parece indicar que o estúdio estava considerando introduzir uma conexão mais direta entre o Homem de Ferro e o Doutor Destino.

RUMOR revela planos da Marvel para os Jovens Vingadores em ‘Vingadores: Doutor Destino’

Trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ VAZA… em LEGO!

‘Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Christopher Nolan rebate CRÍTICAS às armaduras em ‘A Odisseia’: “Espero que as pessoas aproveitem o filme”

O cineasta Christopher Nolan manifestou-se recentemente sobre as críticas recebidas a respeito do design das armaduras deA Odisseia, épico que adapta o clássico conto de Homero e tem estreia prevista para breve. Após a divulgação dos trailers, internautas passaram a questionar a estética adotada para os equipamentos gregos, comparando o visual ao aspecto moderno do traje do Batman.

Conforme a VarietyNolan justificou as escolhas criativas detalhando a pesquisa histórica por trás da produção:

“Existem adagas micênicas feitas de bronze escurecido”, explicou o diretor. “A teoria é que eles provavelmente conseguiam escurecer o bronze naquela época. Você pega bronze, adiciona mais ouro e prata, e depois usa enxofre… No caso de Agamenon, Ellen [Mirojnick], nossa figurinista, estava tentando transmitir como ele é superior aos demais. Você faz isso usando materiais extremamente caros”.

O rigor técnico é uma marca registrada da carreira do cineasta britânico. Assim como em Interestelar, onde contratou cientistas para conferir realismo aos conceitos físicos, Nolan afirma ter aplicado o mesmo método em seu novo longa.

“Em Interestelar, você pensa: ‘Qual é a melhor especulação possível sobre o futuro?’. Quando se trata do passado antigo, é basicamente a mesma coisa”, comparou Nolan. “Qual é a melhor especulação possível e como posso usá-la para criar um mundo?”.

O cineasta concluiu reforçando seu compromisso com a obra: “Espero que as pessoas aproveitem o filme, mesmo que não concordem com tudo. Tivemos muitos cientistas reclamando de Interestelar. Mas você não quer que as pessoas pensem que tratou isso de forma leviana”.

O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$ 250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.

Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott.

‘A Odisseia’: Elon Musk DETONA Christopher Nolan por escalar Lupita Nyong’o como Helena de Troia

‘A Odisseia’: Christopher Nolan DEFENDE escalação de Travis Scott para o épico

O longa chega aos cinemas brasileiros em 16 de julho.

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A Odisseia – Filme | CinePOP

Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.

“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Fracasso de público e crítica, ‘Retorno a Silent Hill’ estreia fazendo SUCESSO no streaming; Saiba aonde assistir!

‘Retorno a Silent Hill (Return to Silent Hill), novo filme da aclamada franquia de terror, se tornou um fracasso de público e crítica.

Conquistou apenas 17% de aprovação da crítica, com base em 35 avaliações, além de 30% de aprovação do público. Além disso, o filme arrecadou apenas US$ 25 milhões mundialmente, sendo US$ 5 milhões nos EUA. Com um orçamento de US$ 23 milhões, sequer se pagou.

Agora, o filme encontra seu público no Prime Video. Lançado no catálogo, a produção rapidamente subiu para o quarto lugar entre os filmes mais vistos.

Confira:

De modo geral, os críticos consideraram o longa fraco, apontando mudanças desnecessárias no roteiro, falta de impacto narrativo e uma execução decepcionante.

“A sequência de Gans entrega mais do mesmo, portanto dificilmente vai impressionar quem já não gosta de se perder na névoa”, disse Simon Abrams do RogerEbert.

“Retorno a Silent Hill busca uma estranheza semelhante, às vezes os atores parecem dublês digitais, mas o resultado é menos um reino fantasmagórico e mais uma montagem confusa de cenas cinematográficas”, disse Beatrice Loayza do New York Times.

“Entre mudanças desnecessárias na mitologia e a falta de peso temático em parte de sua narrativa, o retorno do cineasta à franquia é uma mistura estranha de recriações empolgantes, visuais deslumbrantes e uma execução decepcionante”, disse Grant Hermanns do Screen Rant.

“Um enredo confuso, efeitos visuais medíocres e atuações exageradas podem tornar a mais nova adaptação de Silent Hill do diretor Christophe Gans tão divisiva quanto sua primeira tentativa, feita há 20 anos”, disse Ashley Bardhan do GamesRadar+.

“A recriação bem-sucedida de um pesadelo é impressionante, mas o desafio está em transformar esse pesadelo em algo que realmente cative o público. Ao falar sobre um sonho, muitas vezes é quem conta a história que se diverte mais do que quem escuta”, disse Joshua Ryan do FandomWire.

“Essa poderosa história de terror de sobrevivência foi transformada em uma adaptação feia e risível, que prova que talvez nunca devêssemos ter voltado a Silent Hill, disse Ross Bonaime do Collider.

Ficha do Filme: Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno

Confira o teaser legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.

Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.

‘O Mandaloriano e Grogu’ e os Filmes Mais Esperados de Maio 2026 nos CINEMAS!

Chegamos ao quinto mês de 2026. Nos cinemas, já tivemos alguns grandes sucessos. O maior do ano até o momento é a animação ‘Super Mario Galaxy’, com quase US$1 bilhão em bilheteria mundial. Seguindo de perto temos ‘Devoradores de Estrelas’, a verdadeira grande surpresa do ano. Em terceira posição, com mais de meio bilhão de dólares, e se aproximando dos US$600 milhões, está a maior biografia musical do cinema, ‘Michael’, sobre o ícone Michael Jackson. Chegando em quarto e se aproximando rapidamente, temos outro enorme sucesso: ‘O Diabo Veste Prada 2’. E o ano ainda não chegou sequer à sua metade. Este mês ainda teremos alguns filmes que prometem ser bem grandes, como um certo novo projeto de Star Wars. Abaixo você confere as principais estreias de maio nos cinemas.

Já nos Cinemas

O Diabo Veste Prada 2

Não tinha outra data melhor para ‘O Diabo Veste Prada 2’ estrear que não no dia do trabalho, em 1º de maio. E a continuação já é um dos maiores sucessos de 2026. Em um pouco mais de uma semana em cartaz nos cinemas pelo mundo, a sequência conseguiu superar toda a bilheteria mundial do primeiro, e já chega à marca de US$435 milhões. É certo que irá passar do meio bilhão de dólares. Será que isso quer dizer que teremos um ‘O Diabo Veste Prada 3’? É difícil hoje os estúdios dizerem não a um sucesso retumbante assim, quando os cinemas lutam com todas as armas que têm para seguirem como um negócio viável.

Mortal Kombat II

Outra continuação que já está em cartaz nos cinemas brasileiros é a nova aventura de ‘Mortal Kombat’, baseado em um dos dois videogames de luta mais populares de todos os tempos (o outro sendo ‘Street Fighter’, que veremos nas telonas também este ano). Este filme é a sequência do reboot de 2021 – e conta como principal atrativo a adição de Karl Urban, da série ‘The Boys’, no papel do ator Johnny Cage (personagem baseado em Jean-Claude Van Damme). Quem assistiu garante que é bem mais divertido que seu antecessor.

As Ovelhas Detetives

Tido por muitos especialistas como um dos melhores filmes do ano, essa comédia para toda a família traz Hugh Jackman como o chamariz no elenco. A ideia é uma mistura de ‘Babe – O Porquinho Atrapalhado’ e a moda do momento: mistérios de assassinatos. Na trama, Jackman é um pastor de ovelhas que vive isolado do mundo. Toda noite ele lê para o seu rebanho histórias de mistério e assassinato. Porém, ele termina morrendo, e seus animais precisam desvendar o que cerca a sua morte e encontrar o culpado.

Billie Eilish: Hit Me Hard and Soft – The Tour in 3D

Se pensar nas misturas mais inusitadas do cinema, temos a junção do mega premiado James Cameron, dirigindo um filme concerto da cantora pop, sensação mundial Billie Eilish. A ideia aqui é usar o conhecimento técnico e a inventividade do cineasta de ‘Titanic’ e ‘Avatar’, um especialista em tecnologia inovadora, para incluir o espectador dentro do show da jovem artista. Aliás, a cantora já havia lançado outro filme musical ao lado do diretor Robert Rodriguez, igualmente um artista fascinado pelas novas possibilidades tecnológicas.

13/05

Top Gun – Ases Indomáveis

Nem só de filmes novos viverão os cinemas brasileiros no mês de maio. Bem, os brasileiros, americanos e em outros lugares do mundo. Acontece que o clássico absoluto dos anos 80, ‘Top Gun’, está completando 40 anos de sua estreia em 2026. E como forma de comemorar esse verdadeiro blockbuster oitentista, o estúdio resolveu relança-lo nas telonas, para todos os saudosistas que quiserem assistir mais uma vez, e também para os que nunca tiveram essa oportunidade, sejam os mais jovens ou os que simplesmente deixaram passar.

14/05

Na Zona Cinzenta

Falando de filmes de ação, em maio teremos um diretor renomado no comando de mais um filme eletrizante. Falo de Guy Ritchie, responsável pelos filmes ‘Sherlock Holmes’, com Robert Downey Jr., e o live-action de ‘Aladdin’. Aqui, Ritchie se une novamente a Henry Cavill e Eiza González (de ‘Guerra Sem Regras’) e adiciona Jake Gyllenhaal à mistura, para contar a história de um trio de mercenários espiões. A pedida é para os fãs de muita adrenalina, tiro, porrada e bomba. E claro, um trio de protagonistas bastante carismáticos.

Obsessão

Maio também será a casa de alguns filmes de terror que prometem dar o que falar. Começamos com ‘Obsessão’, filme da Universal e da Blumhouse sobre uma história de amor que tinha tudo para dar certo e ser bonitinha, não fosse por um pequeno grande detalhe. Um rapaz nerd e introvertido guarda uma paixão secreta por sua melhor amiga, a menina mais popular do colégio. Ao invés de ter a resposta a chamando para sair, ele covardemente prefere aderir a um artefato capaz de realizar o seu desejo. Porém, muito cuidado com o que você deseja, pois sendo este um filme de terror, esta ação terá consequências para lá de perturbadoras.

Top Gun – Maverick

É claro que teríamos a companhia indispensável do clássico ‘Top Gun’. Agora já não dá mais para pensar no clássico dos anos 80 de Tom Cruise sem pensarmos também em sua sequência. Aliás, a continuação foi ainda mais elogiada e bem-sucedida, inclusive sendo indicada ao Oscar de melhor filme, coisa que o original não foi. E essa é uma deixa perfeita, já que iremos comemorar os 40 anos do primeiro, nada melhor que revisitarmos também o filme dois, quem sabe de uma vez só nas telonas.

21/05

O Mandaloriano e Grogu

Se fosse há um tempo atrás, ninguém teria dúvida que o maior lançamento de maio seria o novo projeto envolvendo o título ‘Star Wars’. Porém, alguns fatores precisam ser levados em consideração. O primeiro é o sucesso estrondoso conquistado por ‘O Diabo Veste Prada 2’, que já pode ser considerado o sucesso surpresa (talvez não tão surpresa assim) de 2026. O segundo é que este se trata de um ‘Star Wars’ menor, ou seja, é derivado de uma série de TV que nem todo mundo assistiu ou conhece. Bem, se o filme conseguir fazer o trabalho de apresentar os personagens para os não familiarizados, como se fosse uma adaptação da série para o cinema, pode ser que o longa se saia bem.

Passageiro do Mal

Enquanto não consegue comprar a Warner, a Paramount Pictures aposta neste filme de terror impactante, que promete ser um dos filmes mais interessantes do gênero. As estradas nunca mais estarão seguras para os viajantes noturnos após este filme. Na trama, dois amigos em uma viagem pelas estradas americanas, descobrem da pior maneira possível que pode haver uma maldição à espreita. Depois disso, é um casal que se vê numa situação assustadora, de onde parece não haver escapatória. A vencedora do Oscar Melissa Leo é o nome mais conhecido do elenco, como uma coadjuvante que sabe muito bem sobre o que é esta maldição. O diretor é o mesmo do cult ‘A Autópsia’ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro’.

Hokum – O Pesadelo da Bruxa

Mais um filme de terror que chega em maio. Aqui, quem comanda o show é Adam Scott, astro da série ‘Ruptura’, o maior sucesso da Apple TV+. Na trama, ele interpreta um escritor em uma visita a uma pousada irlandesa, com o propósito de colocar as cinzas de seus falecidos pais. No entanto, ele termina descobrindo da pior maneira possível que o local em que está é assombrado por uma bruxa.

28/05

Backrooms – Um Não-Lugar

Talvez maio seja o mês com mais estreias significativas do gênero terror nos cinemas. Será que estamos vendo o nascimento de uma tendência para os lançamentos de terror nas telonas (todos lançados em maio). Já tivemos na lista, ‘Obsessão’, ‘Passageiro do Mal’ e ‘Hokum’, todos vindos de grandes estúdios, produtoras famosas e com astros de Hollywood. Porém, o maior deles está guardado para o último fim de semana do mês. ‘Backrooms’ é uma produção da queridinha alternativa A24 e conta com dois atores indicados ao Oscar: Chiwetel Ejiofor e a norueguesa Renate Reinsve. O longa é baseado em uma série de curtas para o Youtube, do jovem diretor Kane Parsons. Aliás, temos visto um movimento de youtubers se tornando diretores de cinema, como Markiplier e Chris Stuckmann. Esse, no entanto, é o que traz mais prestígio, e fala sobre a lenda urbana de depósitos em lojas que são portais para outras dimensões.

Natal Amargo

E que tal o novo filme do prestigiado Pedro Almodóvar? Nesta nova década, o cineasta já lançou três diferentes projetos. Este será o quarto. Bom, dependendo do ângulo em que se analise. Em 2020, ele ainda colhia os louros, em especial no Oscar, de seu ‘Dor e Glória’, uma espécie de biografia de Almodóvar realizada pelo próprio. No mesmo ano o cineasta realizava ‘A Voz Humana’, um curta de 30 minutos estrelado por Tilda Swinton. Almodóvar gostou de brincar na caixa de areia dos curtas, e voltou em 2023 a realizar mais um: ‘Estranha Forma de Vida’, de 31 minutos, com Pedro Pascal e Ethan Hawke, que chegou a ser exibido nos cinemas. Já os longas, foram dois. ‘Mães Paralelas’, em mais uma parceria com a musa Penélope Cruz. E ‘O Quarto ao Lado’, seu primeiro filme inteiramente falado em inglês, com Tilda Swinton e Julianne Moore. Agora, o espanhol retorna com ‘Natal Amargo’, e o lança não no natal, mas em maio. O elenco traz o argentino Leonardo Sbaraglia (de ‘Relatos Selvagens’), como protagonista.

Golpe Explosivo

Além de ‘Na Zona Cinzenta’, teremos mais um filme de ação e espionagem em maio nos cinemas. Aqui, o lançamento fica por conta da Diamond Films. A direção é de David Mackenzie, o mesmo do indicado ao Oscar ‘A Qualquer Custo’. Desta vez, o cineasta conta com Aaron Taylor-Johnson no papel de um militar com a missão de desativar uma bomba no coração de Londres. Enquanto isso, criminosos planejam um roubo a um banco, se aproveitando da situação. Entre os assaltantes temos Theo James e Sam Worthington. E completando o elenco, Gugu Mbatha-Raw no papel de uma policial.

A Revolução dos Bichos

Fechando a última estreia significativa do mês, temos uma longa para a criançada. O chamariz desta adaptação em formato infantil do conto clássico de George Orwell é a direção de Andy Serkis. Isso porque esta animação serve como aperitivo para o próximo projeto do ator e diretor no comando de uma obra: a nova superprodução de ‘O Senhor dos Anéis’. Serkis estará no comando de ‘The Hunt for Gollum’, a ser lançado em 2027. Enquanto isso, ficamos com essa nova roupagem do conto sobre animais de uma fazenda que resolvem fazer uma revolução contra seu dono – que espelha muito a revolução russa real de 1917.

‘The Boys’: Penúltimo episódio surpreende fãs ao apresentar participação especial de [SPOILERS]

[AVISO DE SPOILERS]

O sétimo e penúltimo episódio da temporada final deThe Boys já está disponível no Prime Video e reservou uma surpresa monumental para os espectadores: a participação especial do astro de Hollywood Samuel L. Jackson. O ator emprestou sua voz icônica para um momento crucial e cômico da trama, consolidando a tradição da série de atrair grandes nomes para papéis inusitados.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o showrunner Eric Kripke revelou que a decisão de escalar o eterno Nick Fury surgiu após a experiência bem-sucedida com Tilda Swinton, que deu voz a Ambrosius, a polva e interesse amoroso do Profundo.

“Não seria hilário se, toda vez que ouvíssemos um animal marinho falando, fosse sempre o ator mais grandioso e sofisticado possível, como a Tilda?”, comentou Kripke. “Sempre existe a chance de conseguir esses nomes porque geralmente é só uma ou duas horas em um estúdio de gravação. Eles podem fazer isso de qualquer lugar”.

Kripke também detalhou a experiência de dirigir Jackson, mesmo à distância: “Teve uma manhã em que ele estava livre em Nova York, então o levamos para um estúdio. Eu estava em Los Angeles, mas acompanhando tudo por videoconferência e pude assistir ele interpretando as falas. Cara, isso é algo de lista de sonhos: ver Samuel L. Jackson lendo um diálogo que você escreveu. E acho que isso deixa a cena ainda mais engraçada, porque o The Deep está levando uma bronca, e Sam Jackson é muito, muito bom nisso”.

Prime Video anuncia exibição do último episódio de ‘The Boys’ nos cinemas

Na trama, após o Capitão Pátria decidir dissolver o grupo Os Sete, o Profundo encontra-se desolado e sem rumo. Ao buscar refúgio em uma praia, ele é confrontado por Xander, o Tubarão-Martelo (dublado por Jackson).

O animal revela que a vida marinha está ciente do envolvimento do “herói” em um vazamento de petróleo que causou um verdadeiro genocídio entre os peixes. Com o tom autoritário característico das interpretações de Samuel L. Jackson, Xander deixa um aviso final: se o Profundo retornar ao oceano, será imediatamente executado pelas criaturas marinhas.

The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.