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‘Hora de Aventura’: Novo especial da HBO Max ganha teaser INCRÍVEL; Confira!

A HBO Max divulgou uma nova cena oficial do mais novo especial da série ‘Hora de Aventura‘, intitulado ‘Adventure Time: Distant Lands – Obsidian‘ (‘Hora de Aventura: Terras Distantes – Obsidian’, em tradução livre).

Confira, junto ao trailer:

A produção irá estrear oficialmente no dia 19 de novembro.

O especial vai acompanhar o grupo de protagonistas animados explorando novos lugares mágicos e cheios de peripécias.

Criada por Pendleton Ward, ‘Hora de Aventura‘ contou com 10 temporadas, que relatam as divertidas e peculiares aventuras de Finn e Jake em um universo distópico pós-apocalíptico. Por meio da linguagem infantil, assuntos sérios e até mesmo polêmicos são abordados nos episódios, como obsessão amorosa, cárcere privado, entre outras temáticas. A inusitada abordagem da série animada fez com que seu sucesso extrapolasse as barreiras do público infantil, se tornando um desenho cultuado entre jovens e adultos também.

‘Mundo em Caos’: Trailer do sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley ganha data de estreia

Após ter passado por diversos problemas nos bastidores e várias refilmagens, o longa ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking) parece finalmente caminhar a passos mais largos.

E depois de ter o seu primeiro cartaz divulgado, o sci-fi ganhou outras novidades, com o anúncio do lançamento de seu primeiro trailer oficial.

A informação foi divulgada pela conta oficial do Twitter da Lionsgate, em resposta a uma publicação feita pela outra conta do próprio filme.

Na ocasião, a página oficial do sci-fi questionou o estúdio a respeito de como os fãs da produção deveriam ser chamados – se seriam endereçados como caóticos ou caminhantes.

Em resposta, a Lionsgate surpreendeu os fãs, revelando que o trailer será lançado nesta semana, em data a ser revelada:

“Gostaria de poder dizer mais, mas tudo que posso dizer a vocês é que o trailer sai esta semana”. 

Mundo em Caos‘ tem estreia prevista para 2021.

O elenco conta com Tom Holland, Daisy Ridley, Mads Mikkelsen, David Oyelowo, Mylène Dinh-Robic e Nick Jonas.

Confira o cartaz:

Segundo rumores, a produção tem sido “um grande desafio” para a Lionsgate, e que seu orçamento já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões.

“O resultado final foi considerado uma bomba pelos executivos que assistiram o primeiro corte do filme, de acordo com antigos funcionários. A Lionsgate atrasou os planos de um lançamento em março e começou três semanas de filmagens adicionais, o que custará mais milhões de dólares, na esperança de melhorar a qualidade do longa.”

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é baseado no livro The Knife of Never Letting Go, escrito por Charlie Kaufman.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Ridley).

 

Hamilton: Ranking das 46 canções do musical, da pior à melhor

Uma coisa é certa, o CinePOP nunca estará satisfeito até “vender” a palavra de Hamilton para o maior número de pessoas. O musical criado por Lin-Manuel Miranda é um dos maiores fenômenos da Broadway de todos os tempos, tendo conquistado 11 prêmios no Tony e ainda um Grammy. E agora pode ser visto pelos brasileiros no Disney+, que acaba de chegar ao país.

Inicialmente prevista para lançamento nos cinemas em 2021, a versão cinematográfica de Hamilton acabou sendo jogada para o streaming por causa da pandemia. Perdemos a oportunidade de conferir a produção na tela grande, mas o importante é que você não precisa mais esperar e, agora, um número bem maior de pessoas pode ter acesso ao musical.

Aproveitando o lançamento no Brasil, o CinePOP decidiu cometer uma loucura: ranquear todas as 46 músicas presentes na peça, da pior à melhor. O desafio é complicado, mas não vamos desperdiçar nossa chance! 

 

46) Schuyler Defeated

Trecho marcante:They don’t need to know me / They don’t like you

Eliza e Philip cantando sobre a derrota do pai/avô na eleição é algo pra lá de desimportante em todo o espetáculo que é Hamilton. Ainda que a breve conversa entre Burr e Alexander tente salvar a breve canção, não há muito o que tirar dali.

 

45) The Adams Administration

Trecho marcante:As long as he can hold a pen, he’s a threat

Uma música de transição que é das menos relevantes de toda a peça. Serve apenas para introduzir o ideia de um governo de John Adams, que nem é um personagem em cena. Nem a presença de Jefferson e Madison fazem a canção algo mais interessante.

 

44) Meet Me Inside

Trecho marcante:Well, I don’t have your name / I don’t have your titles / I don’t have your land

Com pouco mais de um minuto de duração, “Meet Me Inside” surge como sequência de um dos duelos menos relevantes e toda discussão “não me chame de filho” entre Hamilton e Washington é bem aquém do nível geral do musical.

 

43) Farmer Refuted

Trecho marcante:Oh my God. Tear this dude apart

Samuel Seabury talvez seja o personagem menos relevante de todos com falas em Hamilton. Não por acaso, seu número musical é bem esquecível. Embora a dinâmica entre os discursos de Samuel e Alexander seja interessante, com as falas ocorrendo de forma simultânea entre os dois personagens, não há muito o que tirar da sequência.

 

42) Blow Us All Away

Trecho marcante:I’m sorry, I’m a Hamilton with pride / You talk about my father, I cannot let it slide!

Philip Hamilton… Sem querer ser deselegante, mas… quem se importa? Quase todas as canções envolvendo o personagem são de pouco impacto. E seu duelo não seria diferente. Com alguns momentos mais leves, a canção parece buscar referência em alguns dos primeiros números da peça, mas sem a mesma criatividade. 

 

41) Hurricane

Trecho marcante:I’ll write my way out / Overwhelm them with honesty

O único número solo de Lin-Manuel Miranda como Hamilton, o que é uma surpresa tendo em vista o nome da peça. Ainda assim, embora seja uma balada com certa beleza, não há muito o que se tirar. Até pelo estranho posicionamento da canção no musical. O furacão na vida de Alexander aconteceu logo na adolescência. A referência – mesmo que metafórica – no segundo ato soa atrasada.

 

40) Stay Alive (Reprise)

Trecho marcante:I did exactly as you said, Pa / I held my head up high

O derradeiro momento de Philip Hamilton. Narrativamente, é uma cena emocionante na peça, mas não necessariamente um momento musical memorável. A letra, por sinal, é bem simples.

 

39) The Story Of Tonight (Reprise)

Trecho marcante:I will never understand you / If you love this woman, go get her / What are you waiting for?

A reprise de “The Story of Tonight” é bem menos interessante que a original. É basicamente uma música de passagem. E que responsabilidade de “passar” entre “Satisfied” e “Wait for It”.

 

38) We Know

Trecho marcante:You don’t even know what you’re asking me to confess

A canção em que Madison, Jefferson e Burr confrontam Hamilton sobre possíveis irregularidades em suas contas serve para reforçar bastante as relações entre o quarteto. Ainda assim, é pouco relevante no contexto geral. 

 

37) Stay Alive

Trecho marcante: “I have never seen the General so despondent / I have taken over writing all his correspondence”

A primeira versão de “Stay Alive” é bem superior à derradeira, mas ainda assim não o suficiente para colocá-la dentre as principais canções da peça. É a música que apresenta o general Charles Lee e reafirma a inquietude de Hamilton, sempre em busca de um lugar de destaque no campo de batalha. 

 

36) I Know Him

Trecho marcante:They will tear each other into pieces / Jesus Christ, this will be fun!

Último ato do Rei George na peça. A melodia é a mesma de “You’ll Be Back”. Logo, mesmo divertindo e oferecendo bons momentos, há de se reconhecer a falta – ainda que proposital – de originalidade. 

 

35) A Winter’s Ball

Trecho marcante:Watch this obnoxious, arrogant, loudmouth bother / Be seated at the right hand of the father

“A Winter’s Ball” tem seus momentos, mas o fato de estar posicionada justamente antes de “Helpless” e “Satisfied” acaba pesando um pouco na sua análise. Acaba funcionando mais como ponte do que como algo realmente especial.

 

34) Best Of Wives And Best Of Women

Trecho marcante:Why do you write like you’re running out of time? / Come back to bed, that would be enough

“Best Of Wives And Best Of Women” é uma balada bonitinha e que funciona como a despedida entre Eliza e Hamilton. Ainda assim, não é das melhores da peça. Sem dúvida, o menos interessante dos números de Eliza. Curtinha e inofensiva. 

 

33) The Story Of Tonight

Trecho marcante:Raise a glass to the four of us / Tomorrow there’ll be more of us

A primeira versão de “The Story of Tonight” é melhor do que a segunda, até por ser a original. Além disso, é momento importante na relação entre Hamilton, John Laurens, Lafayette e Hercules Mulligan.

 

32) That Would Be Enough

Trecho marcante:Let this moment be the first chapter / Where you decide to stay

Ninguém emociona tanto quando Phillipa Soo em Hamilton. Sua Eliza cantando (quase implorando) para Alexander perceber que o legado político é menos importante que a vida em família dos dois é algo pra lá de tocante.

 

31) What Comes Next

Trecho marcante:You’re on your own / Awesome, wow

A figura do Rei George é uma das mais enigmáticas em Hamilton. Todas as entradas de Jonathan Groff são encantadoras e divertidíssimas, mas também é verdade que é sempre uma variação da mesma melodia de “You’ll Be Back”. Assim, ainda que “What Comes Next” tenha seus méritos, também não dá para posicioná-la muito melhor.

 

30) History Has Its Eyes On You

Trecho marcante:Let me tell you what I wish I’d known / When I was young and dreamed of glory / You have no control / Who lives, who dies, who tells your story

A “History Has Its Eyes On You” é curtinha e delicada, e estabelece muitas coisas sobre a personalidade de George Washington. Além de tudo, trata-se de um bom respiro que acontece justamente antes do furacão “Yorktown”. 

 

29) Say No To This

Trecho marcante:But my God, she looks so helpless / And her body’s saying: Hell, yes

É a música mais “boy lixo” de Hamilton. A música sobre como Alexander é seduzido por uma mulher estranha e praticamente “obrigado” a trair Eliza. Isso não significa que a canção seja ruim, mas o valor musical acaba sim um pouco prejudicado pelo valor narrativo dentro da peça. 

 

28) Take A Break

Trecho marcante:Angelica, tell this man John Adams spends the summer with his family / Angelica, tell my wife John Adams doesn’t have a real job anyway

A música que determina o “início do fim” de Alexander Hamilton. A peça (e a história americana) provavelmente seria diferente se o sujeito simplesmente fosse passar o verão com a família. A canção ainda reforça a dinâmica cheia de duplos sentidos entre Alexander e Angelica.

 

27) Election Of 1800

Trecho marcante:But when all is said and all is done / Jefferson has beliefs. Burr has none

Acha que o confuso processo eleitoral dos Estados Unidos é algo novo? Pois esta canção mostra que o problema está presente há muito tempo. “Election Of 1800” não é propriamente empolgante, mas conta com boas reviravoltas.

 

26) Your Obedient Servant

Trecho marcante:You’ve kept me from the room where it happens / For the last time

A batalha de rap entre Burr e Hamilton pode não ter o mesmo impacto ou a mesma agilidade que as que envolvem Thomas Jefferson, mas “Your Obedient Servant” define de forma bem eficiente o sentimento entre os adversários políticos nos momentos derradeiros de suas vidas públicas.

 

25) Aaron Burr, Sir

Trecho marcante:If you stand for nothing, Burr, what’ll you fall for?

O título da canção deixa claro que trata-se da introdução do personagem Aaron Burr, apesar de presença importante já na primeira música da peça (“Alexander Hamilton”). Mas não só isso! Além de introduzir Burr e seu estilo “sorria mais e fale menos”, a canção apresenta personagens importantes como John Laurens, Lafayette e Hercules Mulligan.

 

24) The Reynolds Pamphlet

Trecho marcante:Well, he’s never gon’ be president now / That’s one less thing to worry about

A felicidade genuína de Thomas Jefferson ao perceber que Hamilton praticamente encerrou sua carreira política é dos momentos mais divertidos de todo musical. E a canção ainda é importante para reforçar os vínculos entre Angelica e Eliza, principalmente quando a primeira avisa para Alexander que não “está lá para ele”.

 

23) Cabinet Battle #2

Trecho marcante:If we try to fight in every revolution in the world, we never stop / Where do we draw the line

A segunda reunião de gabinete não é tão boa quanto a primeira (que está mais à frente na lista), mas mesmo assim é incrível ver Lin-Manuel Miranda e Daveed Diggs em uma batalha de rap. Além de tudo, é uma canção contra o movimento intervencionista dos Estados Unidos em outros países.

 

22) Right Hand Man

Trecho marcante:Dying is easy, young man / Living is harder

Nada menos que a apresentação de George Washington, brilhantemente interpretado por Christopher Jackson. Também marca o início do arco sobre a guerra pela independência dos Estados Unidos. E mostra que Hamilton estava realmente disposto a não desperdiçar sua chance. 

 

21) The World Was Wide Enough

Trecho marcante:He may have been the first one to die / But I’m the one who paid for it

É verdade que quando chegamos no terceiro duelo da peça, o público já tá no clima do “sério?”, mas a dinâmica Burr x Hamilton e as inquietudes dos dois personagens ao longo da música faz a experiência ser bem desenvolvida e impactante. E o trecho final, com Burr chegando a conclusão de que o mundo era grande demais para os dois é simplesmente tocante.

 

20) Ten Duel Commandments

Trecho marcante:Look ‘em in the eye, aim no higher / Summon all the courage you require

Os duelos são parte importante de Hamilton, mas nem de longe são as coisas que os fãs mais gostam. Ainda assim, há de se valorizar a sofisticação de “Ten Duel Commandments”, em que a peça apresenta de forma inteligente as regras para um duelo. E a música acaba servindo de base para vários outros momentos do musical, principalmente por causa de sua contagem inicial. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9…

 

19) It’s Quiet Uptown

Trecho marcante:There are moments that the words don’t reach / There is suffering too terrible to name

Tem muita gente que não gosta de “It’s Quiet Uptown”. Para essas pessoas, eu pergunto: vocês estão loucos?! Trata-se do momento mais tocante de toda a peça. É de partir o coração ouvir Angelica contando sobre a nova rotina de Hamilton e Eliza após a perda do filho Philip. 

 

18) The Schuyler Sisters

Trecho marcante:And Peggy!

A música que apresenta Angelica, Eliza e Peggy! As irmãs Schuyler! Em pouco mais de três minutos, o público tem um gostinho das personagens. E é ainda um hino feminista ao alfinetar a Declaração de Independência escrita por Thomas Jefferson, especialmente o trecho em que fala que “todos os homens foram criados iguais”. 

 

17) Cabinet Battle #1

Trecho marcante:‘We plant seeds in the South. We create.’ Yeah, keep ranting / We know who’s really doing the planting

Nunca é demais lembrar o quão brilhante é Lin-Manuel Miranda. Pensar numa batalha de rap para representar uma reunião de gabinete é algo tão sofisticado e transgressor que é até difícil mensurar. A canção reforça a disputa entre Hamilton e Jefferson. 

 

16) Who Lives, Who Dies, Who Tells Your Story

Trecho marcante:And when my time is up / Have I done enough? / Will they tell my story?

Se você não chorou em “Who Lives, Who Dies, Who Tells Your Story” é por falta de coração, não tem jeito. É a música que fala sobre o legado de Alexander Hamilton e que destaca a verdadeira estrela do musical: Eliza Schuyler. Phillipa Soo brilha do início ao fim da canção, passando ao mesmo tempo melancolia e força. Triste, mas ao mesmo tempo esperançosa. 

 

15) What’d I Miss? 

Trecho marcante:Mr. Jefferson, welcome home / Sir, you’ve been off in Paris for so long!

Thomas Jefferson é um personagem tão grande em Hamilton que é até difícil acreditar que ele só entra no segundo ato do musical. E a entrada triunfal é justamente em “What’d I Miss?”. Daveed Diggs é talento e carisma puro neste número musical. E, de cara, seu Jefferson se apresenta como uma oposição a Hamilton.

 

14) My Shot

Trecho marcante:I’m just like my country / I’m young, scrappy and hungry / And I’m not throwing away my shot

“My Shot” é uma música impactante presente logo no início do musical. Não é das mais complexas ou das mais elegantes, mas faz muito com pouco. Mesmo seu título faz menção há mais de uma coisa. O “my shot” faz, obviamente, referência à grande chance de Hamilton, que ele não pretende desperdiçar. Mas o “shot” também é uma referência ao tiro, que viria a ser importante nos confrontos e duelos. Acha que acabou aí? A música acompanha um momento em que Hamilton conhece novos amigos em um bar. Logo, o “shot” também está presente na dose da bebida. 

 

13) Guns and Ships

Trecho marcante:You wanna fight for your land back? / I need my right hand man back!

Em um momento de “Guns and Ships”, Daveed Diggs fala 19 palavras em 3 segundos. É isso mesmo. 19 palavras em 3 segundos. Um absurdo. E simplesmente fabuloso. É o grande momento do Marquês de La Fayette e também marca o momento em que Washington percebe que precisa da ajuda de Hamilton para ganhar a guerra.

 

12) Alexander Hamilton

Trecho marcante: “My name is Alexander Hamilton / And there’s a million things I haven’t done / But just you wait, just you wait”

O que dizer da canção “Alexander Hamilton”?! Não só é o início da peça, como foi o início do fenômeno por trás de Hamilton, quando Lin-Manuel Miranda apresentou uma versão inicial da música em um evento na Casa Branca, em 2009, um conteúdo que acabou viralizando. É o início perfeito para o musical, apresentando seu protagonista, destacando praticamente todo o elenco e, é claro, já revelando Burr como o assassino do personagem principal.

 

11) Dear Theodosia

Trecho marcante:You will come of age with our young nation / We’ll bleed and fight for you / We’ll make it right for you

Hamilton desenvolve a rivalidade entre Alexander e Burr de forma elegante e muito inteligente. Inclusive, no modo em que mostra as semelhanças entre eles. E, neste sentido, “Dear Theodosia” surge de forma marcante ao apresentar os dois personagens reagindo diante do nascimento dos filhos. Uma das mais belas canções do musical.

 

10) Non-Stop

Trecho marcante:Why do you assume you’re the smartest in the room? / Soon that attitude may be your doom

A música perfeita para encerrar o primeiro ato. Tanta coisa acontece em “Non-Stop” que não dá pra negar que têm momentos irregulares. Mas os pontos altos são muito mais significativos. E o trecho final, com todos os personagens repetindo referências de suas canções mais marcantes ao longo da peça é de um impacto fabuloso.

 

9) Helpless

Trecho marcante:Look into your eyes, and the sky’s the limit / I’m helpless

“Helpless” estabelece tanta coisa importante que pode até passar batido por muitas pessoas. É muito mais do que uma música sobre o encantamento de Eliza por Hamilton. A música revela muito da relação dos dois, mas também a dinâmica com Angelica. Ainda estabelece Hamilton como o sujeito ambicioso de origem humilde que busca subir na vida através de um casamento, e com grandes planos para o futuro. Phillipa Soo arrasa.

 

8) One Last Time

Trecho marcante:If I say goodbye, the nation learns to move on

Um dos momentos mais emocionantes da peça é quando Washington avisa a Hamilton que não irá concorrer a uma reeleição na disputa presidencial dos Estados Unidos. A canção mescla bem a troca de ideias da dupla, como o sentimento de Washington de que sua saída seria a melhor coisa para a nação seguir em frente. E a cereja no bolo é a mescla, ao final, da canção com o verdadeiro discurso de Washington comunicando sua despedida.

 

7) Washington On Your Side

Trecho marcante:I’ll pull the trigger on him, someone load the gun and cock it / While we were all watching, he got Washington in his pocket

Deixados sempre de escanteio por Hamilton, James Madison, Thomas Jefferson e Aaron Burn se unem contra o adversário político na segunda metade da peça. E o momento chave é justamente quando eles percebem que seria difícil superar Alexander enquanto ele tivesse a proteção de Washington. A canção é repleta de rimas ágeis e divertidas, e a performance dos atores só melhora o texto. 

 

6) Burn

Trecho marcante:You forfeit all rights to my heart / You forfeit the place in our bed

As músicas de Eliza Schuyler podem não ser as mais empolgantes da peça, mas são de um impacto emocional diferenciado. Na voz da incrível Phillipa Soo, “Burn” é de cortar os pulsos. Uma música tocante que faz todo o público sofrer junto com sua personagem, e sentir bastante raiva de Alexander Hamilton

 

5) Yorktown (The World Turned Upside Down)

Trecho marcante:I imagine death so much it feels more like a memory

Uma das grandes canções que reúne quase todo o elenco da companhia de Hamilton e um dos pontos altos da peça. É a música que representa a vitória dos EUA na luta pela independência. Retrata a batalha derradeira e a participação importante de Laurens, Mulligan, Jefferson, Washington e, é claro, Hamilton

 

4) You’ll Be Back

Trecho marcante:I will kill your friends and family / To remind you of my love

É fácil ignorar a importância de “You’ll Be Back”. A canção talvez seja uma das mais simples de toda a peça. Pode parecer apenas uma balada divertida de um personagem secundário, o Rei George, mas é muito mais que isso. “You’ll Be Back” é incrível. E assustadoramente viciante. É uma música que fica na cabeça por meses, e não dá para negar que o fato de ser uma das mais fáceis de se cantar acaba colaborando para isso. 

 

3) The Room Where It Happens

Trecho marcante:We want our leaders to save the day / But we don’t get a say in what they trade away

É o ponto de ruptura de Aaron Burr e sua postura de não assumir os riscos. Ao ver o sucesso de Hamilton, ele se cansa de ESPERAR (entenderam?) e decide que quer estar no centro do poder, no quarto onde as decisões são tomadas. Após essa canção, Burr investe em uma carreira política e passa a confrontar mais seus adversários. Além de tudo, “The Room Where It Happens” talvez seja o número musical mais complexo da peça no que diz respeito à coreografia, mostrando muita coisa em cena, e uma performance eletrizante e estarrecedora de Leslie Odom Jr.

 

2) Wait for It

Trecho marcante:Death doesn’t discriminate / Between the sinners and the saints / It takes and it takes and it takes

A música definitiva de Aaron Burr. Responsável por humanizar o personagem e mostrar que ele não é simplesmente o “cara chato e loser que não toma posição alguma”. Goste ou não da postura de Burr, ela é algo que está posto. Ele é daquele jeito, resguardado e conservador, sem querer assumir riscos. E “Wait for It” ajuda a explicar um pouco. Brilhantemente interpretada por Leslie Odom Jr, a canção deixa claro como o sucesso de Hamilton incomoda Burr. “Wait for It” é a anti-My Shot. E, curiosamente, possui muito mais coração do que a música do protagonista e seus sonhos.

 

1) Satisfied

Trecho marcante:You strike me as a woman who has never been satisfied

Se o próprio Lin-Manuel Miranda diz que “Satisfied” é a música mais complexa que ele já fez na vida, quem sou eu para discordar? A canção é puro suco de Hamilton. Traz tudo que a peça tem de melhor. O ritmo acelerado, as trocas entre personagens, a mescla entre rap e baladas da Broadway, a voz e a precisão de Renée Elise Goldsberry… tudo faz de “Satisfied” uma música deliciosa e perfeita. E é de suma importância dentro da peça para estabelecer a relação entre Angelica e Hamilton, e Angelica e Eliza. Um brinde aos compositores! Um brinde aos atores!

Amizade é testada no trailer LEGENDADO do drama ‘Verão de 85’; Assista!

O drama francês ‘Verão de 85‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por François Ozon, o longa é baseado no livro homônimo de Aidan Chambers.

O que você sonha quando tem 16 anos e em um resort à beira-mar na Normandia na década de 1980? Um melhor amigo? Um pacto adolescente ao longo da vida? Sair em aventuras em um barco ou moto? Viver a vida a uma velocidade vertiginosa? Não. Você sonha com a morte. Porque você não pode dar um chute maior do que morrer. E é por isso que você o salva até o fim. As férias de verão estão apenas começando, e essa história relata como Alexis cresceu em si mesmo.

Félix Lefebvre, Benjamin Voisin e Philippine Velge estrelam a produção.

‘A Morte te Dá Parabéns 2’: Diretor acredita que a estratégia de marketing prejudicou a sequência

Em entrevista ao THR, o diretor Christopher Landon afirmou que a estratégia de marketing prejudicou a sequência ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ nas bilheterias, mas revela que ainda acredita ser possível fazer um terceiro filme da franquia.

“Quando um filme se sai muito bem nas bilheterias, a expectativa de todos fica muito alta. E o mais devastador, especialmente para mim e para a Jessica [Rothe], é que as previsões apontavam que a sequência teria uma performance parecida com a do primeiro filme, mas o público não apareceu como antes. A sequência não é um fracasso. Na verdade, fez bastante dinheiro. O marketing da Universal é excelente, eles são geniais e ótimos de se trabalhar, mas acredito que esse foi um projeto difícil de se vender. O que tradicionalmente funciona para as outras sequências, que é apresentar mais do mesmo, realmente nos prejudicou. Eu fiz um segundo filme muito diferente do primeiro, mas eles promoveram a sequência como se fosse a mesma coisa – até usaram a mesma música no trailer. Acho que esconder todos os elementos que tornavam o segundo filme único realmente nos prejudicou.”

Ele completa, “É um pouco estranho, porque qualquer franquia conseguiria fazer uma nova sequência com os novos resultados. Mas, por alguma razão, não tivemos a oportunidade. O mais interessante é que ambos os filmes ganharam sobrevida após o lançamento nos cinemas. Ainda há chances para fazermos o terceiro filme, mas essa é uma decisão da Universal. Eles sabem que todos os envolvidos nos primeiros filmes querem fazer mais um, mas eles precisam se sentir justificados para dar um sinal verde.”

A Morte te Dá Parabéns (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125.5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Caso uma terceira sequência seja realmente produzida, história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chama Danielle (Rachel Matthews), que acaba presa em seu próprio loop.

Vale lembrar que no passado, o diretor Christopher Landon havia confirmado exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

A Morte te Dá Parabéns‘ já está disponível na Netflix.

Assista a entrevista:

 

 

 

Criadora da série ‘I Am Not Okay with This’ vai adaptar novo livro de Stephen King

De acordo com o THR, Christy Hall, criadora da série ‘I Am Not Okay with This‘, será responsável pelo roteiro da adaptação ‘The Girl Who Loved Tom Gordon‘, que será baseada no livro homônimo de Stephen King, lançado em 1999.

Lynne Ramsay (‘Precisamos Falar Sobre o Kevin‘) irá dirigir a produção.

Na trama do livro:

“Em uma caminhada de dezesseis quilômetros na Trilha dos Apalaches, Trisha McFarland, de nove anos de idade, cansa-se rapidamente das constantes brigas entre seu irmão mais velho, Pete, e sua mãe recém-divorciada. Mas quando ela vagueia sozinha, e depois tenta pegar um atalho, ela se perde em um labirinto cheio de perigos e terror.

Quando a noite cai, Trisha tem apenas sua engenhosidade como defesa aos elementos a sua volta, e apenas sua coragem e fé para resistir a seus crescentes medos. Para seu consolo, ela sintoniza seu walkman nas transmissões dos jogos de beisebol do Red Sox e acompanha as performances corajosas de seu herói, o lançador Tom Gordon. E quando a recepção de seu rádio começa a desaparecer, Trisha imagina que Tom Gordon está com ela – protegendo-a de um inimigo muito real que deixou um rastro de animais abatidos e árvores mutiladas na densa floresta escura…”

Roy Lee, produtor de ‘It: A Coisa‘, e Jon Berg, da Vertigo Films, serão os produtores.

Além disso, Chris Romero, esposa do finado George A. Romero, também está envolvida com o projeto.

“Estou animado que meu livro está sendo adaptado com o envolvimento da esposa de [George A.] Romero. Chris [Romero] trabalhou duro para esse projeto acontecer,” declarou King.

‘Disque M para Matar’: Alicia Vikander pode estrelar minissérie baseada no suspense

De acordo com o Deadline, a MGM está desenvolvendo uma minissérie baseada no suspense clássico ‘Disque M para Matar‘, que será produzida pela Alicia Vikander (‘Tomb Raider: A Origem‘).

Além disso, o site aponta que a atriz possivelmente também estrelará o projeto.

A série “será uma reimaginação da história através de uma perspectiva feminina.”

Rumores apontam que a produção pode ganhar formato antológico, com próximas temporadas explorando tramas diferentes.

A série foi criada por Michael Mitnick (‘O Doador de Memórias‘), que também é responsável pelo roteiro da adaptação.

O longa original, lançado em 1954 e dirigido pelo mestre Alfred Hitchcock, girava em torno de um ex-jogador de tênis que tenta armar o assassinato da esposa após descobrir que ela estava tendo um caso.

Crítica | Artemis Fowl – Adaptação da Disney+ é cheia de falhas, mas encantará os pequenos

Nos anos 2000, apenas duas sagas de livros permeavam o imaginário infantil: Harry Potter e Artemis Fowl. Responsáveis por moldar uma geração inteira de leitores – com narrativas que flertavam com o inimaginável e exploravam a criatividade infantil, ambas as franquias literárias sempre foram vistas como grandiosas promessas que aflorariam nas telonas. Enquanto HP viu a luz do projetor sucessivas vezes em meio a orçamentos e bilheterias milionárias, Artemis Fowl viu seu vigor ser engavetado em projetos que nunca foram adiante, até agora.

Para os adultos que cresceram com as mirabolantes aventuras de Artemis, que antes só existiam no campo das ideias, talvez seja necessário se desapegar da versão adaptada de Kenneth Branagh, que mais se preocupa em cativar a atual geração que não viu de perto o frenesi gerado pelos livros. Aqui, Artemis Fowl: O Mundo Secreto possui um compromisso maior em dialogar com os pequenos e tenta explorar as alegorias quase élficas da mitologia da saga de Eoin Colfer, para hipnotizá-los em direção a uma trama que traz de tudo um pouco, ainda que não se preocupe muito em desenvolver os universos que apresenta.

Colorido e com efeitos visuais que tropeçam no começo, mas acham o seu rumo ao longo da narrativa, o sci-fi juvenil peca por não dar profundidade aos seus personagens, tão pouco para suas respectivas origens. Carregando a trama com elementos dos mais diversos, o filme se transforma em uma explosão de acontecimentos que se desenrolam de forma rápida até demais. Perdendo o brilho do material original, a produção perde também pela falta de ousadia e ambição de tentar seguir pela mesma perspectiva madura que a franquia cinematográfica de Harry Potter percorreu com maestria. Tornando a narrativa de Artemis excessivamente infantil, a trama nos deixa um tanto à deriva, esperando pelo grande momento em que seremos arrebatados pela magia de Fowl.

Ainda assim, com todos os seus tropeços, o sci-fi estrelado por Ferdia Shaw, Josh Gad, Judi Dench e Colin Farrell consegue recuperar o seu fôlego por se apresentar como uma aventura que, em geral é divertida – se vista de forma despretensiosa. Com cenas de ação eletrizantes, a produção tem potencial para crescer e conquistar um público sólido no futuro, mas tudo dependerá da abordagem narrativa a ser adotada.

Aos olhos do público mirim, a produção deve despertar o mesmo imaginário alegórico que os livros assim o fizeram com a geração millennial. Por essa ótica, a adaptação até consegue mostrar a que veio e acerta por ter sido lançada no formato de streaming, garantindo um público muito maior que – provavelmente – não conquistaria nos cinemas. Com pontas soltas que abrem precedentes para uma futura sequência, Artemis Fowl pode não ser a adaptação que nós queríamos, mas não se assuste se ela se tornar a nova queridinha das crianças.

 

‘Songbird’: Terror de Michael Bay sobre a pandemia de COVID-23 não será mais lançado nos cinemas

Songbird, novo terror pandêmico produzido por Michael Bay, não será mais lançado nos cinemas dos EUA.

O estúdio preferiu fazer o lançamento direto em Video on Demand Premium no dia 11 de Dezembro. O filme estará disponível por US$ 19,99 para alugar por 48 horas.

No Brasil, o filme será lançado pela Diamond Films e deve chegar aos cinemas em 2021.

Dirigido por Adam Manson (‘Into the Dark’), o filme é ambientado em 2024, ano no qual o atual coronavírus se transformou no mortal COVID-23, matando quase 50% das pessoas infectadas – e forçando o mundo a se restringir a campos de lockdown.

Confira:

KJ Apa stars in SONGBIRD

SONGBIRD
Sofia Carson stars in SONGBIRD

KJ Apa estrela a produção como um jovem imune ao vírus, enquanto Sofia Carson co-protagoniza como a mulher pela qual ele se apaixona. Juntos, os dois devem descobrir um jeito de lutar pela humanidade.

Alexandra DaddarioBradley WhitfordCraig RobinsonDemi Moore e Paul Walter Hauser completam o elenco.

Simon Boyes assina o roteiro.

Crítica | O Mandaloriano é uma maravilhosa aventura Star Wars com um pé na saga original

Popularização ou banalização, chame como quiser. Independente da terminologia, é inerente o impacto sócio cultural que a já amada franquia Star Wars alcançou desde seu retorno às telonas com novos episódios e spin-offs, iniciados com O Despertar da Força (2015). Desde então, a peculiar e vanguardista saga criada por George Lucas e certa vez compartilhada por ele em seu círculo íntimo de Movie Brats (composto por Steven Spielberg, Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Brian De Palma) ganhou proporções bíblicas, chegando aos mais diversos formatos midiáticos, graças à tecnologia.

E agora, Jon Favreau assume o controle da propriedade intelectual do veterano cineasta, dando sequência em seu legado original com O Mandaloriano, uma aventura Star Wars cravada no futuro do streaming Disney+, mas que mantém um pézinho em seu saudoso passado.

Essencialmente, a primeira série live-action original de Star Wars é como todo fã da marca gostaria que fosse: redundantemente bem Star Wars. Das transições de cenas, aos cortes secos, o que torna a franquia um deleite à sua maneira é justamente sua habilidade de ser irreverente e fantabulosa na construção de seus personagens, à medida que também é prática e quase sem estética em sua tecnicidade no estilo de filmagem. Eu disse quase. Justamente porque é essa simplicidade e peculiaridade nascida no Episódio IV que torna a saga uma experiência única e de fato totalmente autêntica em seu formato de gravação. Original desde o princípio, o universo de George Lucas possui seus maneirismos, do desenrolar do roteiro à mesa de edição, e Favreau soube captar isso, respeitando o que faz de Star Wars o clássico imortal que é, conforme ainda entrega sua própria porção desse expansivo mundo.

O Mandaloriano logo de cara nos apresenta ao universo de caçadores de recompensa, mas mantém seus mistérios quanto à dialética e sistemática desse submundo. Aqui, rapidamente encontramos o familiar rosto de Lando Calrissian (Carl Weathers), como uma forma acalentadora de recepcionar os fãs mais antigos que buscam easter-eggs e outras referências diretas à trilogia que deu início a tudo. E a série criada e roteirizada por Favreau se atentou justamente a isso, dispondo elementos identificáveis para o público mais atento, como um Boba Fett deslocado em segundo plano, além de pequenos elementos que compõem o universo expansivo de Star Wars. Isso ajuda a tornar a experiência ainda mais rica, permitindo que o envolvimento com a narrativa seja quase instantâneo, de tão bem apresentado que é.

E em seu primeiro episódio a série caminha com solidez, captura a atenção por suas rápidas e bem arquitetadas cenas introdutórias de luta e faz disso seu engate para mostrar a que veio. Caminhando com naturalidade, como se fôssemos convidados para testemunhar uma narrativa há muito tempo em andamento, a produção da Lucasfilm atira primeiro, para explicar depois, gerando um fascínio inaugural em primeira instância. Curiosos, ficamos atentos a fim de saber para onde seremos levados pelos próximos capítulos. Ainda mantendo muito sigilo sobre qual é a genuína aventura de O Mandaloriano, a série também é bem dirigida, produzida e enaltece o realismo amado de Star Wars em sets bem construídos e arquitetados, que garantem a sensação de que tudo fora planejado de maneira espaçosa. Sua estética ainda conta com um excepcional trabalho de maquiagem e um design de produção rico e palpável.

Com efeitos visuais práticos que garantem a mesma qualidade fílmica dos longas de altíssimos orçamentos da franquia, a série não perde em nada em se tratando de sua qualidade, sabe dosar o seu ritmo para construir um clímax que valha a atenção no primeiro capítulo e se encerra de maneira surpreendente, revelando um easter-egg genial e que certifica uma real conexão com os filmes originais. Mas ainda como uma grande incógnita na mente da audiência, o enigmático final do episódio de abertura de O Mandaloriano nos lembra que nessa mesma fonte onde algumas das mais fascinantes histórias de Star Wars nasceram, há sempre um frescor novo para saciar os fãs mais apaixonados.

‘WandaVision’ se transformam em um só em nova e criativa arte de fã; Confira!

Uma das estreias mais aguardadas dos streamings em 2021 é certamente a da primeira temporada de ‘WandaVision‘.

A produção, que trará o adorável casal do MCU de volta, explorará uma jornada inesperada cheia de referências da cultura POP e submeterá a dupla de personagens à circunstâncias das mais inusitadas.

E aproveitando o recente lançamento de novos materiais publicitários da série – bem como a divulgação de sua data de estreia, o habilidoso artista Spdrmnkyxxiii compartilhou uma nova arte conceitual, que transforma o casal em uma figura só.

O peculiar resultado está chamando a atenção dos internautas.

Confira:

 
 
 
 
 
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A série ‘WandaVision‘ estará disponível no catálogo da Disney+ a partir de 15 de janeiro de 2021.

O anúncio foi revelado em um vídeo de apenas 28 segundos, em que são mostradas as diferentes realidades em que Wanda (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão presentes.

Ao fundo também é possível ouvir risadas da plateia, evidenciando que a série também terá um lado humorístico… e um tanto sombrio.

Confira:

WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

Confira o trailer nas versões legendada e dublada:

‘Red Notice’: Dwayne Johnson admira raríssimo tesouro egípcio em foto do longa da Netflix

Em seu perfil do Twitter, Dwayne Johnson vem divulgando diversas imagens inéditas de ‘Red Notice‘, novo filme de ação da Netflix.

Na trama dirigida por Rawson Marshall Thurber, Johnson interpreta um agente da Interpol que busca um ladrão internacional de obras de arte (Reynolds), conhecido por ser o mais procurado no mundo.  

Desta vez, o astro compartilhou uma foto na qual seu personagem admira o inestimável Ovo de Cleópatra, um raríssimo tesouro egípcio.

Confira:

 

Lembrando que ‘Red Notice‘ estreia em 2021, ainda sem data específica.

Confira algumas imagens dos bastidores:

‘Pânico’: O que podemos esperar do novo filme da franquia? Produtor responde!

No último fim de semana, o produtor Kevin Williamson se reuniu com elenco de ‘Pânico‘ (1996) e confirmou que o novo filme da franquia terá uma direção bem diferente dos anteriores.

Mas o que isso significa?

Lançado em 2011, o 4º filme teve o pior desempenho financeiro da franquia, arrecadando apenas US$ 97 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$  42 milhões.

Um número bem abaixo de ‘Pânico 3‘, que teve o mesmo orçamento e arrecadou US$ 161 milhões pelo mundo, mesmo sendo considerado o pior dos filmes, com míseros 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Isso só prova que Hollywood precisava encontrar uma forma de encerrar o desgaste de toda a trama criada no primeiro filme pelo diretor Wes Craven e se concentrar em meios de renovar o que já foi feito.

Quando questionado sobre os rumos do próximo filme, Williamson não soube, ou não quis, revelar quais são as novas regras para o sucesso dos filmes de terror.

Ainda assim, ele fez questão de afirmar que o novo filme irá se sustentar por conta própria, sem ignorar os principais elementos que impulsionaram a franquia.

“O que adoro no novo ‘Pânico’ é que ele tem uma abordagem totalmente nova, e é capaz de se sustentar por si só. É um novo filme, mas também tem um fator nostálgico que nos transporta aos primórdios da franquia permeia. É a mistura perfeita!”

Ele também elogiou o trabalho dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet (‘Casamento Sangrento’).

“Estou encantado com os diretores e muito nervoso porque ninguém chega aos pés de Wes Craven. Eu estava realmente hesitante em embarcar nesse projeto… Mas, cara, como estou feliz por ter feito isso, porque acho que vai deixar Wes orgulhoso.

Infelizmente, os protagonistas Neve Campbell e David Arquette não compartilharam nada sobre o enredo do filme durante a reunião, mas Arquette deixou claro que:

“Estamos fazendo exatamente o oposto do que fizemos antes. Eu me preocupo que a franquia meio que se desgastou ao longo dos anos. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror como esse, ou algo parecido. Então você se preocupa com os rumos que [o próximo] vai seguir. Mas este é diferente.”

Será que o novo filme será mesmo capaz de reviver a franquia em sua glória? E aí, como estão suas expectativas?

Confira algumas imagens dos bastidores:

Anteriormente, Campbell participou do programa The Talk, e revelou seu entusiasmo por poder retornar à franquia que impulsionou sua carreira ao estrelato:

“Ah pessoal, eu estou com 47 anos e estarei coberta de sangue. Estou empolgada por poder voltar, por rever Courtney (Cox) e David (Arquette). Estou animada para ver esse novo e jovem elenco e por poder trabalhar com esses novos diretores. Eu estava um pouco apreensiva, porque o nosso incrível diretor Wes Craven faleceu e eu não tinha certeza se faria um filme sem ele. Mas os novos diretores vieram até mim com essa belíssima carta, dizendo que se tornaram diretores e que amam o cinema por conta desses filme e do Wes. E eles realmente querem ser verdadeiros à história e jornada dele com essa franquia. Então, eu fiquei muito feliz de saber isso”.  

Campbell vai reviver a mocinha perseguida eternamente por “Ghostface” nove anos após ‘Pânico 4‘ (2011), e se juntar a outros dois queridinhos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que dão vida à jornalista Gale Weathers e ao delegado Dewey Riley, respectivamente.

Pânico’ também traz uma nova geração de atores promissores de Hollywood como Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

Kevin Williamson será o produtor.

O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Pacote que inclui a Disney+ e o GloboPlay sai mais barato que a Netflix no Brasil

A Disney e a GloboPlay uniram forças para tentar tirar a liderança da Netflix entre os serviços de streaming no Brasil.

Antes mesmo do lançamento oficial da Disney+ em território nacional, que acontece amanhã (17), o streaming fez uma parceria com a GloboPlay e está oferecendo um pacote com os dois serviços por apenas uma assinatura.

O combo inédito dará a chance dos usuários assinarem os dois serviços de streaming por um preço mensal de R$ 43,90 ou anual de 12x de R$ 37,90.

Através do www.globoplay.com/disneyplus, já é possível fazer o pré-cadastro para receber um alerta sobre o combo, que estará disponível a partir do dia 17 de novembro.

Individualmente, a Disney+ sairá pelo valor R$ 237,90 (equivalente a R$ 19,82 por mês).

A oferta estará disponível somente até o dia 16 novembro, um dia antes do lançamento da plataforma por aqui. Depois disso, o valor anual terá 15,5% de acréscimo e será alterado para 279,90 (ou R$ 23,32 por mês).

Lembrando que a Disney+ também inclui um período de teste gratuito por sete dias.

  • Os fãs já podem se inscrever em www.disneyplus.com e serem os primeiros a começar a curtir, no dia 17 de novembro, as histórias das icônicas marcas de entretenimento da The Walt Disney Company, incluindo Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e muito mais.

Os assinantes poderão assistir Disney+ em diversos dispositivos móveis e TVs conectadas à Internet, incluindo: consoles de videogames, reprodutores de mídia de streaming e TVs inteligentes. Os assinantes poderão aproveitar o conteúdo de alta qualidade sem interrupções comerciais em até 4 dispositivos simultâneamente, downloads ilimitados em até 10 dispositivos, recomendações personalizadas e a capacidade de configurar 7 perfis diferentes, incluindo a opção para os pais criarem perfis para seus filhos e filhas com uma interface fácil de usar, projetada especificamente para meninos e meninas acessarem conteúdo apropriado para suas idades.

A partir do seu lançamento na região em 17 de novembro, Disney+ será o destino exclusivo e permanente da mais completa e melhor seleção de filmes e séries da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, bem como produções originais exclusivas, tornando-se assim a única plataforma de streaming onde todos os filmes disponíveis da Disney, Pixar, Marvel e Star Wars estarão acessíveis. Todos os títulos originais produzidos pelo e para o Disney+, bem como as coleções completas de todo o conteúdo disponível dessas cinco marcas icônicas em todos os formatos (filmes, séries, curtas, shows e documentários) estarão exclusivamente na plataforma.

O preço padrão do www.disneyplus.com a partir do lançamento em 17 de novembro, está confirmado com os seguintes valores, com uma avaliação gratuita de sete dias nos seguintes países:

  • Brasil: BRL$ 27,90/mês ou BRL$ 279,90/ano (igual a R$23,32 por mês).
  • Argentina: ARS$ 385,00/mês ou ARS$ 3.850,00/ano.
  • Chile: CLP$ 6.500,00/mês ou CLP$ 64.900,00/ano.
  • Colombia: COP$ 23.900,00/mês ou COP$ 239.900/ano.
  • Perú: PEN$ 25,90/mês ou PEN$ 259,90/ano.
  • México: MXN$ 159,00/mês ou MXN$ 1.599,00/ano.
  • Costa Rica, Equador e Panamá: USD$ 5,99/mês ou USD$ 59,99/ano.
  • Uruguai: USD$ 7.49/mês ou USD$ 74.99/ano.

O preço e a moeda podem variar nas plataformas de terceiros na região.

Kristen Stewart vai interpretar a princesa Diana nos cinemas

A atriz Kristen Stewart assinou contrato para interpretar a princesa Diana em ‘Spencer‘, drama biográfico do diretor Pablo Larraín – que também dirigiu ‘Jackie‘.

O filme será apresentado e vendido no próximo Festival de Cannes.

Segundo o Deadline, ‘Spencer‘ foi escrito por Steven Knight e “acompanha um fim de semana crítico no início dos anos 90, quando Diana decidiu que seu casamento com o príncipe Charles não estava funcionando e que ela precisava se desviar de um caminho que a colocasse na linha de um dia seja rainha.”

A produção de ‘Spencer‘ está prevista para o início de 2021.

O filme “se passa em três dias” e gira em torno de uma das “férias finais de Natal de Diana na Casa de Windsor, na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra”.

“Kristen é uma das grandes atrizes de hoje. Para fazer isso bem, você precisa de algo muito importante no cinema, que é um mistério. Kristen pode ser muitas coisas, e ela pode ser muito misteriosa e muito frágil e, finalmente, muito forte também, e é disso que precisamos. A combinação desses elementos me fez pensar nela. A maneira como ela respondeu ao roteiro e como ela está se aproximando do personagem, é muito bonito de se ver. Eu acho que ela fará algo impressionante e intrigante ao mesmo tempo. Ela é essa força da natureza.”, disse Larraín ao Deadline. 

Jackie‘, de 2016, escalou Natalie Portman como Jackie Kennedy. Portman foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz.

‘Soul’: Nova animação da Pixar ganha teaser ADORÁVEL e recheado de música; Confira!

Disney/Pixar divulgou mais um teaser oficial da vindoura e já aclamada animação ‘Soul’.

O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com pontuação perfeita (100%), com nota 7.78/10 baseada em 19 reviews até o momento.

Confira, com as críticas:

“É triste, divertida e lindamente feita” – Times (UK).

“Para qualquer um que já tenha se sentido como se não fosse o bastante, ‘Soul’ sugere aceitar que a vida não é algo que você possa entender da primeira vez” – Little White Lies.

‘Soul’ é, talvez, o filme mais existencialmente ambicioso feito pela Disney” – TheWrap.

“Um conto original sobre viver a vida ao máximo sem ser sacarino” – South Chine Morning Post.

“É difícil pensar em outro filme que se seja tão rico ou tão poderoso.” – HeyUGuys.

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘A Barraca do Beijo 3′: Joey King confirma lançamento da sequência para meados de 2021

A Barraca do Beijo vai ganhar mais um capítulo oficial – e, durante seu discurso de aceitação por Estrela de Comédia na última edição do People’s Choice Awards, a atriz Joey King confirmou que a terceira iteração será lançada no verão norte-americano de 2021 (ou seja, entre junho e agosto do ano que vem).

Confira o primeiro teaser:

‘A Barraca do Beijo 2′ é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

O filme é dirigido por Vince Marcello.

Na trama, após conquistar o namorado dos sonhos, Elle tenta equilibrar o relacionamento à distância com inscrições para universidades e uma nova amizade com um colega de classe maravilhoso que pode acabar mudando tudo.

O filme traz de volta Joey King, Joel Courtney e Jacob Elordi.

‘Emily em Paris’: Netflix diz que fãs estão pronunciando o título da série da forma errada

Em uma recente postagem no Twitter, a Netflix revelou um detalhe um tanto quanto interessante (e que ninguém realmente pediu) sobre a mais recente série rom-com ‘Emily em Paris’.

A plataforma de streaming disse que os fãs estão pronunciando o título da produção da maneira errada. Afinal, ‘Emily em Paris’ deve ser pronunciando com um sotaque francês, para que ‘Emily’ e ‘Paris’ rimem”.

O que você acha disso?

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

“Na próxima temporada, nós poderemos explorar como a relação entre esses três personagens irá evoluir,” afirmou o criador Darren Star ao TVLine. “Pra mim, isso é algo divertido para explorarmos na segunda temporada, porque eles não são americanos. Eles são franceses. E uma grande parte da série é mostrar coisas comuns através de um novo ângulo. A nova temporada irá abrir interessantes e surpreendentes possibilidades.”

Criada por Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Lily Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

‘Sister of the Groom’: Comédia com Alicia Silverstone ganha pôster oficial; Confira!

A EW divulgou com exclusividade o pôster oficial de Sister of the Groom, nova comédia matrimonial estrelada por Alicia Silverstone.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Amy Miller Gross.

Liam está para se casar com uma jovem garota francesa chamada Clemence, nos Hamptons. Sua irmã, Audrey, e seu marido, Ethan, são convidados para a cerimônia – mas os motivos de Audrey são outros: para o casamento. Audrey e Clemence não se dão bem, visto que Clemence relembra Audrey de todas as suas imperfeições o tempo todo. Sentimentos de inveja em virtude de oportunidades perdidas, incertezas sobre si mesma e quarenta anos de escolhar erradas podem vir a explodir bem na cara de sua nova cunhada.

Silverstone será a produtora executiva ao lado de Justin ScutieriMiller GrossAndrew CarlbergTim Harms.

Tom Everett ScottJake HoffmanMathilde Olivier, Charlie Bewley, Mark Blum, Julie Engelbrecht e Ronald Guttman completam o elenco.

Portas do inferno se abrem no trailer do terror antológico ‘Deathcember’; Assista!

O terror antológico ‘Deathcember‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O terror terá 24 curtas, dirigidos por 24 diretores ao redor do mundo, que terão uma versão sombria da temporada festiva de fim de ano.

A lista completa de diretores inclui Saxl, Michael Varrati, Lazar Bodroža, Florian Frerichs, Isaac Ezban, Sonia Escolano, Bob Pipe, Steve De Roover, Jürgen Kling, Ama Lea, Sadrac González-Perellón, Julian Richards, Lee Sang-woo, Vivienne Vaughn, Ruggero Deodato, Sam Wineman, Andreas Marschall, Lucky McKee, Milan Todorović, Pollyanna McIntosh, Rémi Fréchette, Jason A. Rostovsky, John Cook Lynch, Trent Haaga, Annika Marx, BD’s own BJ Colangelo, Zach Shildwachter e Alyosha Saari.

O longa será lançado direto em VOD no dia 24 de novembro.