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Crítica | ‘O Monstro em Mim’ – Tour sombrio pelo inconsciente marca inquietante suspense na NETFLIX

Colocando em evidência a psicopatia e os dramas pessoais ligados por tragédias, chegou à Netflix uma minissérie cheia de caminhos para sua compreensão que nos leva até um jogo psicológico sombrio e inquietante. Escrita pelo nova-iorquino Gabe Rotter e tendo como showrunner Howard Gordon – da equipe do excelente Homeland -, O Monstro em Mim, ao longo dos seus intensos oito episódios, conta com atuações marcantes de Claire Danes e Matthew Rhys.

Aggie (Claire Danes) é uma escritora de sucesso que, após a morte do único filho, vê sua vida desmoronar. Sentindo-se culpada e não se desprendendo de procurar culpados para a tragédia, destrói seu casamento e passa a viver reclusa. Um dia, muda-se para sua vizinhança o polêmico e ambíguo empresário Nile (Matthew Rhys), acusado anos atrás de assassinar a própria esposa. Ao se aproximar dele, começa a desconfiar de algumas ações e resolve escrever um livro sobre ele, ao mesmo tempo que busca informações sobre se ele matou ou não a ex-esposa.

Desde o início, em uma bela construção narrativa, percebemos que a tragédia é uma variável importante e que ligaria pontos entre dois personagens completamente distintos. Com uma ótima direção dividida entre Antonio Campos e Tyne Rafaeli – onde a câmera caminha pelos detalhes sugerindo de forma indireta todo o complexo contexto ligado a incoerências e comportamentos – vai sendo modelado um thriller inquietante, que provoca o público e fisga a atenção.

Para quem gosta de tudo mastigado, esta é uma obra para se ter paciência: nada é diretamente proposto, há um caminho profundo para se chegar nas revelações. A série esquenta a partir do terceiro episódio, com os dramas familiares já desenvolvidos – leia-se a culpa e o luto -, além de uma trama política que faz todo sentido no alicerce do discurso que o roteiro propõe. Com o inconsciente se manifestando – um prato cheio para fãs de Freud – estabelece-se um tabuleiro de xadrez, com acertos e erros.

O roteiro se arrisca o tempo todo nas nuances de apresentar o fator psicológico – um caminho cheio de espinhos que respinga na narrativa. Esse acaba sendo um dos grandes méritos da obra: com seu bom desenvolvimento dentro dessa psicologia dos personagens, onde valores, motivações e medos se manifestam, moldando modos de agir, logo chegando aos desvios morais, sem esquecer de apresentar as vulnerabilidades.

O Monstro em Mim foge de qualquer ingenuidade ou dos desencontros que uma fluidez narrativa poderia provocar. Seu objetivo é apresentar o ‘monstro dentro das pessoas’, como se expressa externamente e no subconsciente. Ao se jogar nas complexidades – com dois excelentes protagonistas ditando o ritmo das ações – avançamos nos graves descompassos da personalidade humana, em uma incursão profunda no oculto da mente, onde a moralidade hipócrita se manifesta.

Coletivo da Ponte apresenta ‘Barrela’ na capital paulista, com sessões a partir deste sábado

O Coletivo da Ponte, nos dias 22, 23 e 30 de novembro e 13 e 14 de dezembro, apresenta Barrela, de Plínio Marcos, primeira peça do dramaturgo santista censurada pela ditadura militar por vinte anos desde sua escrita, em 1958.

A trama se desenrola em uma noite em que seis detentos, dividindo a mesma cela do presídio, são acordados por gritos de um deles, assombrado pelo fantasma da ex-mulher, e se veem em um jogo de gato e rato repleto de ameaças, humilhações e promessas de morte – até que o café seja novamente servido e o sol anuncie um novo dia.

As apresentações acontecem no Complexo Cultural Funarte, na capital paulista, e conta com Gustavo Nolla na cadeira de direção, com Claudia Nolla assumindo a função de assistente de direção e preparadora corporal.

A dupla também coestrela a produção ao lado de Daya CristineGabriela BonavitaGian VitorIvan TeixeiraMariana NollaRafael OliveiraRoberta BelonyRony Fou.

Veja as informações completas:

Serviço:
Apresentações: 22, 23 e 30/11 | 13 e 14/12 – Sábados às 19h e Domingos às 16h
Local: Complexo Cultural Funarte – Sala Arquimedes | Alameda Nothmann,1058
Dúvidas e mais informações: @coletivodaponte no Instagram

Ficha técnica:
Dramaturgia: Plínio Marcos
Elenco: Claudia Nolla | Daya Cristine | Gabriela Bonavita | Gian Vitor | Gustavo Nolla | Ivan Teixeira | Mariana Nolla | Rafael Oliveira | Roberta Belony | Rony Fou
Preparação Corporal: Claudia Nolla
Assistência de cenografia: Paula Nesi
Cenografia: Rafael Oliveira
Figurino: Jenn Cardoso
Iluminação e projeção: Henrique Balleiras
Sonoplastia: Diana Leocata
Assistência de direção: Claudia Nolla
Direção: Gustavo Nolla
Produção: Coletivo da Ponte
Identidade visual: Gabriela Pinheiro
Fotos de divulgação: Amanda Carrazedo
Apoio: Com que Roupa | Funarte

Marina Ruy Barbosa revela POR QUE topou viver Suzane von Richthofen na série ‘Tremembé’ [EXCLUSIVO]

Screenshot

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Marina Ruy Barbosa revelou por que topou viver Suzane von Richthofen, uma das criminosas mais notórias do Brasil, na série ‘Tremembé‘.

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Crítica | ‘Tremembé’ – Aguardada produção TRUE CRIME tem ótimas atuações e um calcanhar de aquiles evidente

Suzane moveu diversos processos judiciais contra Ullisses Campbell, o roteirista da série. Contudo, o jornalista afirmou que Suzane perdeu todas as ações.

Segundo reportagem do Metrópoles, a informação foi revelada pelo próprio jornalista e roteirista, Ullisses Campbell, que destacou que Suzane tentou barrar suas publicações nos tribunais.

“Ela fica naquela: ‘eu odeio’, mas ao mesmo tempo ‘consigo faturar com isso'”, declarou Campbell. Ele ressaltou que acredita que esse comportamento se enquadra em um padrão narcisista.

O roteirista ainda salientou que, apesar da suposta revolta, Suzane acaba lucrando com a repercussão gerada pela produção audiovisual.

“Ela tinha 50 mil seguidores, dobrou esse número. Agora vende muito mais aquelas ‘bugigangas’ dela do que vendia antes, graças a essa visibilidade [da série]”, afirmou Campbell.

‘Tremembé’: Marina Ruy Barbosa vive Suzane von Richthofen nos novos cartazes da série do Prime Video; Confira!

Suzane von Richthofen foi presa e condenada pelo assassinato dos próprios pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ocorrido em 2002. O crime contou com a participação de seu então namorado, Daniel Cravinhos, e do cunhado, Cristian Cravinhos, que foram os executores.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

Autor de ‘Um Dia’ irá adaptar ‘The Secret Diary of Adrian Mole’ para a BBC

David Nicholls, autor responsável pelo best-seller ‘Um Dia’, foi escalado para liderar o time criativo da adaptação de ‘The Secret Diary of Adrian Mole’, da BBC.

As informações são do Deadline.

Nicholls é acompanhado por um time que inclui Caitlin MoranCaroline Moran (‘Raised By Wolves’), Dillon MapletoftOliver Taylor (‘Everyone Else Burns’) e Jack Rooke (‘Big Boys’).

A série é inspirada no primeiro volume da saga literária assinada por Sue Townsend.

Está em curso uma busca nacional por atores para o papel principal – um rapaz desajeitado entrando na adolescência antes do advento dos telemóveis e das redes sociais, que escreve um diário sobre as suas espinhas, o divórcio dos pais, o tormento do primeiro amor e o facto de nunca ter visto um mamilo feminino.

O pano de fundo é a Grã-Bretanha do início dos anos 80, com eventos históricos como o governo de Margaret Thatcher, a Guerra das Malvinas e o casamento do Príncipe Charles com Diana.

A série contará com dez episódios, com a Big Talk Studios supervisionando o projeto.

Em uma declaração oficial, Nicholls afirmou: “por acaso, sou um pouco mais velho que Adrian’ e adoro este livro desde que o li quando foi publicado. É uma obra clássica da literatura cômica e uma incrível demonstração de ventriloquismo por parte de Sue Townsend – como ela sabia? Adaptar Adrian’ para as telas é um prazer absoluto”.

Benoit Blanc retorna no trailer inédito de ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’, sequência de ‘Entre Facas e Segredos’

Homem elegante em cenário industrial preto e branco.
Daniel Craig

O aguardado Entre Facas e Segredos 3’, intitulado ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, acaba de ganhar um trailer inédito divulgado pela Netflix.

O filme marca o retorno de Daniel Craig como o carismático detetive Benoit Blanc e tem estreia marcada para o dia 12 de dezembro de 2025.

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Lembrando que o grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.s.

Daniel Craig reprisará o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

Lembrando que o filme antecessor, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e se tornou a 3ª maior estreia de um longa-metragem em serviços de streaming da Netflix, com 2.2 bilhões de minutos assistidos durante os três primeiros dias.

Ballet Clássico de São Petersburgo chega a São Paulo com ‘O Quebra-Nozes’, em duas apresentações no Teatro Liberdade

Nos dias 17 e 18 de novembro, São Paulo será palco de um acontecimento cultural histórico: a chegada ao Brasil do Ballet Clássico de São Petersburgo, companhia referência mundial no repertório clássico, que estreia sua aclamada produção de ‘O Quebra-Nozes’. A Infinitus, do Grupo In, recebe a temporada no Teatro Liberdade, reforçando o espaço como endereço de grandes produções internacionais. Os ingressos já estão disponíveis para compra no site da Sympla e na bilheteria física do teatro.

O espetáculo ganha brilho especial com a participação de dois grandes nomes da dança internacional: Alexander Volchkov, Premier do Ballet Bolshoi de Moscou, e Maria Tomilova, do Ballet Grigorovich. Sob a direção artística de Kirill Safin, estrela do Ballet Mariinsky, eles se unem a um elenco de 24 bailarinos, entre russos e ucranianos, em uma montagem grandiosa e fiel à tradição russa. 

Para São Paulo, receber essa temporada é motivo de celebração. A cidade será a primeira no Brasil a apresentar o espetáculo, em uma turnê que passará ainda por outras capitais. Assim, o Teatro Liberdade reforça seu papel como referência para grandes produções internacionais, consolidando-se não apenas como palco de teatro e musicais, mas também como espaço para obras-primas do repertório clássico mundial.

No palco, essa atmosfera ganha vida em cada detalhe: cenários e figurinos luxuosos que evocam o lirismo das festas de fim de ano, um corpo de baile em perfeita harmonia, momentos de virtuosismo técnico — como o célebre Grand Pas de Deux do segundo ato com as estrelas convidadas — e a execução integral da trilha imortal de Tchaikovsky. O resultado é a promessa de uma noite inesquecível.

Mais do que um balé, O Quebra-Nozesé um rito de encantamento que atravessa gerações. Um dos três ballets compostos por Piotr Tchaikovsky, estreou em 18 de dezembro de 1892 no histórico Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, então capital da Rússia imperial. Baseada na adaptação de Alexandre Dumas para o conto de E.T.A. Hoffmann (‘O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos’), a trama se tornou um marco das celebrações natalinas, traduzindo em música e movimento o instante delicado entre infância e maturidade.

A história narra a noite em que Clara ganha um quebra-nozes mágico, que desperta à meia-noite e a conduz por batalhas épicas contra o Rei dos Ratos até o Reino dos Doces. Entre sonhos, medos infantis e descobertas, o público é levado a um universo lúdico e atemporal, em que a fantasia se encontra com o espírito do Natal.

“Apresentar O Quebra-Nozes ao público do Brasil com nosso selo artístico é uma alegria imensa. É um balé que fala à criança que existe em todos nós, com música sublime e dança cristalina”, afirma o diretor Kirill Safin, do Ballet Clássico de São Petersburgo.

É justamente essa mistura de inocência, beleza e esperança que mantém O Quebra-Nozes atual em qualquer época. Ao som da trilha inconfundível de Tchaikovsky — ora grandiosa, ora delicada —, o espetáculo convida o público a revisitar emoções profundas: a alegria da festa, o suspense da batalha, a ternura da amizade e o deslumbramento diante do maravilhoso. Não por acaso, tornou-se tradição mundial, celebrado anualmente em dezenas de países como símbolo das festividades de fim de ano.

‘Depois da Caçada’: POLÊMICO filme com Julia Roberts chega esta semana ao streaming!

Depois da Caçada‘ (After the Hunt), novo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’), chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa-metragem, que dividiu a crítica e o público ao redor do planeta, será lançado na plataforma de streaming nesta próximo dia 21 de novembro.

Na trama…

Uma professora universitária se encontra em uma encruzilhada pessoal e profissional quando um aluno estrela faz uma acusação contra um de seus colegas, ameaçando expor um segredo sombrio de seu próprio passado.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.

O elenco ainda conta com Chloë Sevigny, Michael Stuhlbarg, Thaddea Graham, Will Price e Christine Dye.

Nora Garrett assina o roteiro.

‘Com Amor, Mamãe’: THRILLER que causou frisson no mercado editorial chega ao Brasil

‘Com Amor, Mamãe’ é um sucesso que nasceu no mercado independente e foi a grande sensação da última Feira do Livro de Londres, com direitos vendidos para países como Estados Unidos, Inglaterra, Brasil, Espanha e Alemanha.

Com uma escrita rápida e sagaz, Iliana Xander, que escreve sob pseudônimo, conta uma história sobre vingança ao narrar a investigação eletrizante da morte suspeita de uma autora best-seller de suspenses. A obra, que chega às livrarias pela Intrínseca em novembro, coloca em discussão o limiar entre o passado e as suas consequências.

Na trama…

Mackenzie vive às sombras de sua mãe, a grande escritora E. V. Renge, que conduz com mão de ferro as relações familiares. Famosa por suas obras regadas a violência, sangue e vingança, ela alcançou o estrelato ainda nova, mas blindou-se atrás da fama precoce e construiu uma relação de indiferença em seu trato com a filha. Após a morte repentina da mãe, Mackenzie começa a receber cartas que insinuam contar a verdadeira história por trás de tudo. Com a ajuda de EJ, seu melhor amigo, ela começa uma investigação paralela que lança dúvidas a respeito das origens de E. V. Renge e da legitimidade dos trabalhos de sua carreira literária.

Entrelaçando passado e presente, Iliana apresenta, com maestria, uma história intrigante que debate como as experiências pessoais podem influenciar a escrita. Diante dos envelopes que não param de chegar, Mackenzie se vê bombardeada de informações que revelam mentiras e uma história de vingança que podem ter inspirado E. V. Renge. E o tempo todo a jovem se pergunta: quem está enviando todos aqueles bilhetes? Será que tudo aquilo é verdade?

Em uma narrativa eletrizante e audaciosa, ‘Com Amor, Mamãe’ navega pelas consequências de uma história de amor do passado repleta de plot twists, que promete obrigar o leitor a virar as páginas até encontrar todas as respostas.

Para mais informações, clique aqui!

O pesadelo não tem FIM no trailer dos próximos episódios de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’; Confira!

A HBO Max divulgou o trailer da segunda metade da temporada de estreia de ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘, série derivada do terror ‘It: A Coisa‘.

Vale lembrar que o próximo episódio, intitulado “Neibolt Street”, vai ao ar no dia 23 de novembro.

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Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

‘Pecadores’: Ryan Coogler revela que CLÁSSICO filme do Disney Channel inspirou o terror de vampiros

Com um dos melhores filmes do ano sob sua tutela, Ryan Coogler causou um grande impacto com o lançamento do impecável Pecadores no começo deste ano – e, recentemente, revelou que uma das inspirações para o projeto veio de uma fonte inesperada.

Durante o painel promocional do longa-metragem durante o Deadline Contenders Film, o diretor e roteirista contou que o clássico filme do Disney Channel ‘A Sorte dos Irlandeses’, de 2001, alimentou o fascínio que tinha pelas similaridades entre a cultura irlandesa e a negra – inspirando a criação do vilanesco Remmick (Jack O’Connell) para a narrativa.

“Essa foi nossa primeira introdução a algumas das semelhanças entre a música folclórica irlandesa e, basicamente, a nossa música”, explicou ele. “Havia uma pequena comunidade irlandesa na região da Baía de São Francisco, e nós conversávamos sobre isso. Aquele filme foi uma espécie de ponto de partida para nós, por incrível que pareça. Sempre fomos fascinados por essa cultura na minha família”.

Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da HBO Max e é um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Michael B. Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

O elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

Ryan Coogler explica por que fez ‘Pecadores’: “Não queria me esconder atrás de todas essas franquias”

O cineasta Ryan Coogler, conhecido por dirigir ‘Pantera Negra’, explicou recentemente o que o motivou a fazer o filme de terror original Pecadores em vez de se dedicar imediatamente a uma nova sequência em suas franquias de sucesso.

Em entrevista ao Deadline, Coogler destacou seu profundo apreço pelo público e pela experiência cinematográfica:

“Eu acho que foi porque, sinceramente, o público global que vai ao cinema me deu tanto”, explicou Coogler. “Sinto-me muito abençoado porque, na minha idade, cada filme que escrevi indiretamente foi lançado nos cinemas, foi lançado em algum nível internacionalmente. E eu não tomo isso como garantido, porque foi sentado no cinema que me apaixonei por filmes”.

Ele enfatizou o impacto pessoal que o cinema teve em sua vida: “Essa forma de arte mudou a minha vida, mudou a vida da minha família, me permitiu viajar pelo mundo. Eu consegui meu primeiro passaporte porque um filme que fiz na escola de cinema foi aceito em um festival no exterior. O cinema literalmente mudou o rumo da minha vida”.

Diante das incertezas do setor e das mudanças nos hábitos de consumo, o diretor percebeu que precisava criar uma obra inteiramente sua: “Havia muita ansiedade sobre o setor, sobre se ele iria desaparecer ou não devido aos hábitos de consumo que estavam mudando”.

“E eu percebi que, se os filmes parassem, eu nunca teria feito algo que fosse verdadeiramente e totalmente meu e isso me deixou triste”, acrescentou.

Coogler revelou que essa decisão foi uma forma de coragem artística:

“Foi realmente algo em que eu não queria ser covarde”, explicou Coogler. “Eu não queria me esconder atrás de todas essas franquias… e nunca realmente mostrar tudo de mim em um contexto cinematográfico. Eu cresci amando filmes estranhos, cinema e literatura de terror. Eu não tinha feito nada nesse espaço, e sentia que não havia criado momentos suficientes que fossem surpreendentes”.

Outro fator crucial foi o desejo de trabalhar novamente com colaboradores de longa data antes que as oportunidades se tornassem mais raras:

“Estamos ficando mais velhos. Quero dizer, estamos comprando minivans e tal”, brincou o cineasta. “Agora consigo ver nossas vidas. Consigo ver que estava se tornando cada vez menos provável que, se eu pegasse o telefone e ligasse para eles dizendo: ‘Ei, me encontrem em Nova Orleans por quatro meses’, eles aceitariam. Então ficou muito claro que a hora era agora ou nunca”.

Curtiu ‘Pecadores’? Relembre os clássicos filmes de VAMPIRO que mais marcaram os anos 90

Lembrando que a produção, que se tornou uma das mais elogiadas de 2025 e promete ser uma das grandes apostas do Oscar 2026, está disponível no catálogo da Max.

Jordan interpreta os irmãos gêmeos Smoke e Stack e o elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Simu Liu rebate críticas ao gênero de super-heróis: “Está meio que na moda agora odiar isso”

Simu Liu, o ator que interpreta o icônico herói Shang-Chi no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), comentou recentemente sobre as críticas crescentes ao gênero de super-heróis e aproveitou para falar sobre o aguardado Vingadores: Apocalipse.

Em entrevista à Variety, Liu admitiu que criticar o gênero se tornou uma tendência atual, mas questionou a validade desse ataque generalizado.

“Está meio que na moda agora odiar isso”, afirmou. “Acho que há críticas válidas à forma como os filmes são feitos, à forma como os orçamentos de produção são gerenciados, acho que há muitas coisas válidas a dizer, mas essa ideia de criticar filmes de super-heróis como gênero, eu não sei. Não sei, porque falo como alguém que simplesmente adorava assistir quando criança”.

‘Vingadores: Apocalipse’: Arte promocional indica possível morte de heróis

O ator também compartilhou seu entusiasmo ao gravarVingadores: Apocalipse, o próximo épico da Marvel: “Foi realmente incrível, empolgante. Tantos atores que eu cresci assistindo, e poder meio que brincar naquele espaço com eles… É a realização de um sonho”.

Simu Liu finalizou ressaltando o valor e o poder de representação que esses filmes têm para ele:

“Cresci assistindo filmes de super-heróis e querendo acreditar que os excluídos, nerds e esquisitos poderiam encontrar em si mesmos a capacidade de ter superpoderes e salvar o dia. Era nisso que eu de 12 anos me agarrava. Ainda acredito, para o bem ou para o mal, no poder do que esses filmes representam hoje”, concluiu o ator.

Astro de ‘Loki’ confirma que NÃO irá aparecer em ‘Vingadores: Doomsday’

Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

Diretor de ‘Piratas do Caribe’ critica uso da IA no cinema: “Tem sido mal direcionada”

O cineasta Gore Verbinski, conhecido por dirigir a franquiaPiratas do Caribe, recentemente compartilhou sua visão crítica sobre o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) na indústria de Hollywood.

Durante uma entrevista ao portal Dexerto, Verbinski foi direto ao expressar seu incômodo: “Só me incomoda o fato de que a promessa da IA tem sido mal direcionada”.

“Em vez de tentar resolver o câncer ou nos levar a Marte, ou essas coisas que poderiam solucionar problemas reais, ela está indo atrás da narrativa, está indo atrás das ilustrações, vai compor sua música para você. É como dizer que ela vai respirar por você, vai transar por você. Ela vai tirar coisas de você”, argumentou.

Verbinski questionou a escolha de focar a IA nas artes, que ele considera o cerne da humanidade:

“Existem certas coisas que precisamos fazer como seres humanos, como sentar ao redor de uma fogueira e contar histórias uns aos outros. Por que está tirando justamente as coisas que nos tornam fundamentalmente humanos? Por que não ir atrás dos trabalhos que não queremos fazer?”, afirmou.

O cineasta especulou que o foco da IA nas artes decorre de seu desenvolvimento:

“Suponho que isso aconteça porque é um modelo de linguagem e porque seus estágios iniciais nasceram de estudar a nós mesmos: ‘Qual é o nosso perfil de usuário? O que compramos? Do que gostamos? Como consumimos? O que odiamos? O que nos mantém engajados?'”, destacou.

“Acho que o fato de que isso tudo foi usado antes de se tornar senciente, em tantos desses aspectos, significa que tudo isso será escrito no código-fonte, é fundamental. Provavelmente é por isso que está sendo direcionado às artes”, comentou.

Michael Caine assina contrato para ter sua voz RECRIADA por inteligência artificial para uso comercial

Questionado sobre como enxerga o futuro, Verbinski previu um cenário de criação instantânea, mas com um custo:

“Acho que não há dúvida de que você vai poder dizer: ‘Quero assistir a um filme, me surpreenda. Quero ver um filme que seja, sei lá, O Poderoso Chefão com sapos falantes’, e ele vai existir, vai ser bom, sem dúvida. Mas o que isso acabou de tirar de nós?”, destacou.

Ele comparou a situação ao hobby de criar: “Não existe algo em nós que nos faz querer criar aquilo que amamos? Você ama pesca com mosca, e ele vai pescar com mosca por você. ‘Não, quero dizer que EU quero ir pescar com mosca!’ Acho estranho tirar aquilo que nos faz humanos”.

Para Verbinski, o uso acelerado da IA pode levar a um ciclo vicioso de conteúdo: “Acho que talvez algo muito interessante vá acontecer, porque ele ingeriu tanto da internet e está devolvendo tanta coisa, tão rápido, de volta para a internet, que está começando a beber o próprio mijo, e acho que vamos ver esse pequeno desvio de dois graus. Vai ficar bem surreal, muito rápido”.

Ele finalizou com um tom nostálgico e de alerta: “Quero comprar uma Encyclopaedia Britannica pré-IA, só para ter. Tipo: nós costumávamos saber essas porcarias!”.

‘Tremembé’: Roteirista revela que foi processado por Suzane von Richthofen

Suzane von Richthofen, uma das criminosas mais notórias do Brasil, moveu diversos processos judiciais contra Ullisses Campbell, o roteirista da série ‘Tremembé‘. Contudo, o jornalista afirmou que Suzane perdeu todas as ações.

Segundo reportagem do Metrópoles, a informação foi revelada pelo próprio jornalista e roteirista, Ullisses Campbell, que destacou que Suzane tentou barrar suas publicações nos tribunais.

“Ela fica naquela: ‘eu odeio’, mas ao mesmo tempo ‘consigo faturar com isso'”, declarou Campbell. Ele ressaltou que acredita que esse comportamento se enquadra em um padrão narcisista.

O roteirista ainda salientou que, apesar da suposta revolta, Suzane acaba lucrando com a repercussão gerada pela produção audiovisual.

“Ela tinha 50 mil seguidores, dobrou esse número. Agora vende muito mais aquelas ‘bugigangas’ dela do que vendia antes, graças a essa visibilidade [da série]”, afirmou Campbell.

‘Tremembé’: Marina Ruy Barbosa vive Suzane von Richthofen nos novos cartazes da série do Prime Video; Confira!

Suzane von Richthofen foi presa e condenada pelo assassinato dos próprios pais, Manfred e Marísia von Richthofen, ocorrido em 2002. O crime contou com a participação de seu então namorado, Daniel Cravinhos, e do cunhado, Cristian Cravinhos, que foram os executores.

‘Tremembé’ está disponível no Prime Video.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção acompanha o cotidiano do presídio Tremembé II, no interior de São Paulo, conhecido por abrigar condenados de alta notoriedade. A série é inspirada nos livros “Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido” e “Suzane: Assassina e Manipuladora”, ambos do jornalista Ulisses Campbell.

O elenco conta ainda com Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo, Anselmo Vasconcelos e Lucas Oradovschi.

O roteiro é assinado por Ulisses Campbell, Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio. A direção-geral é de Vera Egito, com direção episódica de Daniel Lieff.

PRIMEIRA MÃO: Criador de ‘Palm Royale’ revela que adoraria comandar um spin-off focado em [SPOILER]

Após um ótimo primeiro ano, ‘Palm Royale’ retornou com sua aguardada 2ª temporada, que chegou recentemente ao catálogo da Apple TV.

Estrelada por Kristen WiigLaura Dern, a trama nos leva para a idílica e intocável high society de Palm Beach, na Flórida, no final dos anos 1960 – e acompanha a forasteira Maxine Dellacorte-Simmons (Kristen Wiig), que luta para conquistar um lugar em meio a um seleto grupo através do clube de campo mais exclusivo da cidade, o Palm Royale, aprendendo no processo o que ela fará e o que não fará para alcançar seu objetivo. E, após um bombástico season finale, as expectativas para as desventuras de Maxine estão mais altas do que nunca.

Recentemente, o CinePOP teve a oportunidade de participar de uma coletiva de imprensa com o criador da série, Abe Sylvia, que nos disse como foi regressar a esse colorido, vibrante e perigoso mundo – e até mesmo revelou que tem planos de construir um spin-off focado em uma das personagens principais.

Confira:

Como foi retornar a esse universo e explorar as complexidades da alta sociedade de Palm Beach?

Bem, nós definitivamente queríamos começar com Maxine em um lugar onde o mundo inteiro estivesse contra ela. Nós a encontramos literalmente em uma camisa de força, e sabemos que essa é uma mulher ambiciosa, com uma noção de sua própria glória pessoal, e literalmente o mundo a aprisionou, assim como Linda, e essas mulheres estão literalmente presas. É algo que realmente aconteceu em Palm Beach naquela época. Nós não inventamos isso.

Se uma esposa se tornasse muito rebelde, diziam que a internariam. A chamariam de louca. Quero dizer, isso acontecia repetidamente na alta sociedade, e não era só isso, mesmo que a gente trate o assunto com um toque de humor.

Isso era algo muito real que acontecia com as mulheres em Palm Beach naquela época. Então, sabe, é incrível, não é só uma metáfora, é uma realidade. […] Tudo gira em torno de como essas pessoas marginalizadas tiveram que se virar quando o mundo estava literalmente tentando mantê-las em cativeiro.

Há uma constante de reinvenções que acompanha cada um dos personagens. O que “reinvenção” significa para você dentro desse universo?

Bem, eu adoro essa pergunta porque é um dos maiores temas da série e é como nós sobrevivemos na vida.

Temos que nos transformar, especialmente se não planejamos viver uma vida estática. Então, na primeira temporada, Maxine pensava: “OK, se eu fizer todas essas coisas e me comportar como essas mulheres, posso ser uma espécie de rainha da cidade”. E o que ela aprende é que, assim como todos os personagens, não existe apenas uma identidade, não existe uma única versão pessoal, a melhor versão de si mesmo. Você vai ser 50 ou 60 pessoas diferentes até o fim da vida, se quiser continuar no jogo.

A personagem de Vicky Lawrence, em um dos episódios, diz que se você viver o suficiente como mulher, você será muitas pessoas e todas elas serão você. E esse é um dos maiores temas da temporada.

As mulheres nesta história – especialmente Maxine, Evelyn e Norma – realmente quebram as regras de poder dos anos 1970. O que o levou a adotar essa perspectiva?

Ser criado por uma feminista, por uma mãe iconoclasta que, durante as décadas de 60 e 70, não seguia as regras dos outros e dizia que o segredo da vida é viver com integridade, mesmo enquanto você está em busca de seus próprios sonhos e objetivos, especialmente se esses objetivos… Sabe, se não houver um caminho para você, você precisa criar o seu próprio. Então, fui criado por alguém que me transmitiu isso e foi um ótimo exemplo.

O que você pode nos contar sobre o que a 2ª temporada irá explorar?

Bem, acho que elevamos o nível em relação à primeira temporada. Acho que a série está mais maluca.

Acho que é mais engraçado. Acho que as situações são mais extremas. Acho que o que nos permitimos fazer foi, depois de ver como foi a primeira temporada, dizer que o céu é o limite para onde podemos levar essas mulheres, e temos talento suficiente no nosso elenco para ir a qualquer lugar.

‘Palm Royale’ é uma sátira pungente sobre a alta sociedade – mas também fala sobre solidão e ambição. O que o inspirou a usar o glamour de Palm Beach como um retrato da natureza humana?

Essa é uma pergunta incrivelmente perspicaz e instigante. Sabe, quando comecei, eu me inspirava apenas em imaginar como provavelmente seria a vida das mulheres nas fotografias de Aaron. Mas agora, depois de três ou quatro anos trabalhando na exposição, vimos como Palm Beach se tornou um verdadeiro centro cultural e de poder nos Estados Unidos e no mundo.

Então, sabe, ninguém poderia ter previsto. Eu mesmo não poderia ter previsto como escritor, que todas as figuras poderosas do mundo estariam indo para Mar-a-Lago para bajular o presidente. Eu não sabia disso oito anos atrás. Mas aqui estamos. É uma espécie de feliz coincidência que agora tenhamos este palco para contar esta história que, embora se passe em 1969, é incrivelmente relevante.

Você consideraria desenvolver um spin-off focado em um dos personagens?

Sim, e nós conversamos muito sobre isso na sala dos roteiristas. Nós inventamos algumas ideias, e certamente nenhuma delas foi sequer escrita. Mas nós meio que pensamos: “nossa, não seria divertido se um dos personagens falasse sobre essa época da vida dele, tipo uma série sobre essa época?”. Estávamos brincando, uma das nossas séries favoritas, que provavelmente nunca vamos conseguir fazer, é uma série fictícia chamada Dinah of Park Avenue.

E é sobre o primeiro casamento d[a personagem de] Leslie Bibb, quando ela morava em Nova York. Então, enquanto exploramos as histórias de fundo de nossos personagens, às vezes elas se transformam em séries em nossas próprias mentes. Mas sim, temos essa série divertida chamada Dinah of Park Avenue’, onde tentamos imaginar ela, seu primeiro marido e seu primeiro casamento, e como era para Dinah ser uma mulher da alta sociedade nova-iorquina. Então, Apple, se vocês estiverem ouvindo, poderíamos fazer ‘Dinah of Park Avenue’ em seguida.

‘Street Fighter’: Diretor celebra TÉRMINO das filmagens do live-action

Kitao Sakurai, diretor da aguardada adaptação do popular jogo Street Fighter, revelou que as gravações do live-action foram oficialmente finalizadas.

As boas novas foram reveladas através de uma postagem em seu Instagram.

Confira:

A estreia está marcada para o dia 16 de outubro de 2026.

Dalan Musson assina o roteiro, baseando-se no icônico game da Capcom.

“Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria.
Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo”, diz a sinopse.

Confira o elenco:

Noah Centineo – Ken Masters

Andrew Koji – Ryu

Callina Liang – Chun-Li

Cody Rhodes – Guile

Orville Peck – Vega

Curtis “50 Cent” Jackson – Balrog

Jason Momoa – Blanka

Vidyut Jammwal – Dhalsim

Olivier Richters – Zangief

Hirooki Goto – E. Honda

David Dastmalchian – M. Bison

Joe “Roman Reigns” Anoa’i – Akuma

Andrew Schulz – Dan Hibiki

Eric André – Don Sauvage

Mel Jarnson – Cammy

Rayna Vallandingham – Juli

Alexander Volkanovski – Joe

Live-action de ‘Street Fighter’ contrata novo diretor

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

Connie Nielsen revela o que a fez se apaixonar pela nova versão de ‘Robin Hood’ [EXCLUSIVO]

Robin Hood é a mais nova e épica série da MGM+ e oferece uma versão mais sombria, sangrenta e sedutora da clássica lenda do “ladrão honrado”.

A produção funciona como uma adaptação moderna do conto clássico sobre o fora da lei que rouba dos ricos e dá aos pobres, interpretado por Jack Patten, e sua épica história de amor com a corajosa Marian, vivida por Lauren McQueen. Na trama, após a invasão normanda da Inglaterra, Rob, filho de um guarda florestal saxão, e Marian, filha de um lorde normando, se apaixonam e decidem lutar juntos por justiça e liberdade. Enquanto Rob ascende como líder de um bando de bandidos rebeldes, Marian se infiltra no poder da corte. Juntos, eles farão de tudo para frustrar a corrupção real e trazer paz à terra.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Connie Nielsen, que interpreta a Rainha Eleanor de Aquitânia no projeto – e ela nos contou o que a fez se apaixonar pelo projeto.

Confira nossa entrevista na íntegra:

A série foi criada por Jonathan English, produtor executivo de ‘Librarians: The Next Chapter‘. John Glenn (‘SEAL Team’) servirá como showrunner.

Jack Patten, Lauren McQueen, Sean BeanConnie Nielsen estrelam. O elenco ainda conta com Richard Lintern (‘Silent Witness’), Erica Ford (‘The Nevers’), Ryan Gage (‘Escolha ou Morra’), Oscar Salem (‘Vigil’), Miloš Timotijević (‘Na Terra de Amor e Ódio’) e Tamara Radovanović (‘The Arc’), Lydia Peckham (‘Planeta dos Macacos: O Reinado’), Steven Waddington (‘The Trap’), Marcus Fraser (‘Fundação’), Angus Castle-Doughty (‘Sombra e Ossos’) e Henry Rowley.

‘Predador: Terras Selvagens’ supera US$ 130 milhões e se torna a 3ª MAIOR arrecadação da franquia

Em menos de duas semanas, o aclamado ‘Predador: Terras Selvagens‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o novo longa já se tornou a terceira maior arrecadação da história da franquia – atrás apenas de ‘Alien vs. Predador‘ (US$177.4M) e ‘O Predador‘ (US$160.5M).

Nos EUA, o filme soma US$ 66.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 70 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 136.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$12.7M), Reino Unido (US$5.6M), México (US$4M), França (US$3.7M) e Japão (US$3.3M).

Crítica | Predador: Terras Selvagens transforma o vilão em HERÓI em ficção científica divertida e estonteante

Vale lembrar que ‘Terras Selvagens‘ abriu com US$ 40 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia doméstica da história da franquia, facilmente superando ‘Predadores‘ (US$24.7M) e ‘O Predador‘ (US$24.6M).

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo longa recebeu uma nota A- do público no CinemaScoreEssa é a maior média de aprovação da história da saga.

Predador: Terras Selvagens’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

‘O Telefone Preto 2’ já arrecadou mais de QUATRO VEZES o valor do seu orçamento

Sucesso! A sequência ‘O Telefone Preto 2‘ (The Black Phone 2) já arrecadou quase US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de quatro vezes do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.

Nos EUA, o longa soma US$ 74.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 53 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 127.7 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$11.2M), Reino Unido (US$4.8M), Brasil (US$3.5M), Austrália (US$2.7M) e Espanha (US$2.3M).

Crítica | Scott Derrickson constrói um épico invernal slasher com o ótimo ‘O Telefone Preto 2’

Vale lembrar que o longa arrecadou US$ 26.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – superando a estreia do longa original, que abriu com US$ 23.6 milhões no país.

Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento doméstico do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).

Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

Prime Video disponibiliza primeiro episódio de ‘The Mighty Nein’ de forma GRATUITA; Assista!

Prime Video acaba de disponibilizar de forma gratuita e na íntegra o primeiro episódio de The Mighty Nein, animação de fantasia adulta baseada na segunda campanha do popular programa Critical Role (um jogo profissional do clássico ‘Dungeons & Dragons’) e spin-off da aclamada A Lenda de Vox Machina.

A produção tem estreia marcada para o dia 19 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=Mvht2clqats

A produção foi criada pelo time do Critical Role ao lado das companhias MetapigeonTitmouseAmazon MGM Studios.

A trama acompanha um grupo de desajustados com passados ​​e segredos conturbados que se veem unidos pelas circunstâncias. Eles se envolvem em um conflito maior e precisam trabalhar juntos para salvar o reino depois que uma poderosa relíquia arcana conhecida como O Farol cai em mãos perigosas.

Ambietando no mundo fictício de Exandria, a trama se passa vinte anos depois dos eventos de ‘Vox Machina’.

Laura BaileyMarisha RayTaliesin JaffeAshley JohnsonLiam O’BrienTravis WillinghamSam RiegelMatthew Mercer integram o elenco de voz.