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‘Thor: Amor e Trovão’ contrata editora de ‘Venom’

Segundo o site Discussing Film, a editora Maryann Brandon foi  contratada pela Marvel Studios para ficar responsável pela montagem do vindouro ‘Thor: Amor e Trovão’.

Brandon é conhecida por diversos trabalhos de grande calibre, incluindo Venom‘Como Treinas o seu Dragão’Mentes Sombrias. Ela também é uma colaboradora de longa data de J.J. Abrams, tendo atuado em obras como ‘Missão Impossível 3’Star TrekStar Wars.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano) e traz de volta Thor (Chris Hemsworth), Jane Foster (Natalie Portman), Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) e o Grão-Mestre (Jeff Goldblum).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

Lembrando que a Marvel adiou todos os seus lançamentos nos cinemas devido a pandemia do Coronavírus, que fechou quase todas as salas de cinemas pelo mundo.

‘Ms. Marvel’: Filmagens da série já estariam acontecendo [RUMOR]

Após ter sido adiada em agosto, em virtude da pandemia do coronavírus, as filmagens da nova série original Disney+, ‘Ms. Marvel‘, parecem ter oficialmente iniciado. A informação foi revelada por Charles Murphy, do Murphy’s Multiverse.

O jornalista, que é conhecido por obter informações em primeira mão, contou a novidade ao responder o questionamento de um seguidor no Twitter. A revelação está em concordância com informações divulgadas no passado recente, que apontavam que as filmagens teriam sido adiadas para novembro de 2020.

Vale lembrar que originalmente as gravações começariam no mês de agosto. No entanto, o delicado quadro mundial acabou comprometendo o cronograma determinado pelo Disney+.

Ainda segundo Murphy, as filmagens estariam acontecendo na cidade de Atlanta.

Iman Vellani interpretará Kamala Khan – uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial a ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A dupla de diretores da popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘, Adil El Arbi e Bilall Fallah, irá assumir a direção dos episódios. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali será a showrunner de ‘Ms. Marvel‘.

Recentemente, o artista Aniq Rahman publicou em seu perfil do Instagram um belo pôster minimalista desenhado por ele enquanto os fãs aguardam a divulgação das imagens oficiais.

Confira:

 

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Here is a poster I made for the upcoming #MsMarvel series! #marvel #marvelcomics #mcu #poster

Uma publicação partilhada por Raniq Designs (@raniqdesigns) a

 

‘Batman vs Superman’: Saiba quem viveria a Mulher-Gato no filme

Carla Gugino já colaborou com o diretor Zack Snyder em diversas produções, como Watchmen(2009) e ‘Sucker Punch – Mundo Surreal’ (2011).

E parece que ela quase interpretou a Mulher-Gato em ‘Batman vs Superman‘ (2016), como revelou Snyder durante uma entrevista para o The Nerd Queens.

“Provavelmente eu diria que a Mulher-Gato de Carla [Gugino] seria perfeita. Eu pensei numa cena de flashback para ‘Batman vs Superman‘, na qual ele e a Mulher-Gato dividiam a tela e pareciam ter uma relação. Ele teve que prendê-la e isso mexeu com eles, mas ele acaba deixando-a a partir… Não a vemos depois porque… Quem sabe o que ela estaria fazendo agora? No fim das contas, Bruce queria abandonar o capuz e reencontrá-la. Acho que Carla ficaria perfeita no papel.”

A cena com certeza traria um pouco mais de humanidade para o Batman de Ben Affleck, mas o cineasta não revelou porque o trecho não foi inserido no filme, talvez por não se encaixar com o restante da trama.

Mesmo assim, vale lembrar que Gugino ainda participou do longa dando voz à inteligência artificial da nave kryptoniana de Kal-El (Henry Cavill), papel que ela dublou pela primeira vez em ‘O Homem de Aço‘ (2013).

Lembrando que o Batman irá retornar ao DCEU no Snyder Cut deLiga da Justiça, que será lançado na HBO Max em 2021

Enquanto isso, confira as imagens promocionais:

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Sequência já está disponível na Netflix

A popular continuação ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quinta-feira (12).

Na trama, Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta.

Vale lembrar que a terceira sequência, ‘Jurassic World: Domínio‘, teve sua estreia adiada para o dia 10 de junho de 2022 (um ano depois de seu lançamento original).

O novo filme terá o retorno de Dr. Alan Grant (Sam Neill), a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern), e Ian Malcolm (Jeff Goldblum).

O diretor Colin Trevorrow já planejava utilizar alguns deles anteriormente, mas disse ao Collider que estava esperando o momento certo para que eles não aparecessem de maneira forçada.

Contribuindo com a fala de Colin, Neill adiantou que esses personagens serão vistos durante todo o filme e não se tratam apenas de participações especiais. Confira quem foi confirmado até agora!

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

 

‘American Horror Stories’: Derivado de ‘American Horror Story’ ganha pôster INCRÍVEL

Em seu Instagram oficial, o realizador Ryan Murphy divulgou o primeiro pôster de American Horror Stories, derivado da premiada série American Horror Story.

Confira:

Com poucos detalhes divulgados, sabe-se que os episódios serão histórias curtas de uma hora cada em vez de temporadas completas. Além disso, Sarah Paulson ficará responsável pela direção de alguns capítulos.

O spin-off será transmitido pelo Hulu.

Vale lembrar que a série principal caminha para sua décima temporada e contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Mais detalhes não foram revelados.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Franquia Jurassic Park

Com a produção de ‘Jurassic World – Domínio‘ finalizada, o CinePOP decidiu ranquear os filmes da franquia Jurassic Park do “pior” para o melhor.

Confira:

 

5 | Jurassic Park III (2001)

O terceiro capítulo da saga original é o mais contestado. Apesar da nítida evolução tecnológica na reprodução dos dinossauros e com o visual repaginado dos Velociraptors, que foram adequados para as descobertas da época, o roteiro é bem raso e as adições ao elenco não foram tão cativantes. Ao final do filme, fica um questionamento. O que é pior: ser perseguido pelo terrível Espinossauro ou ficar preso numa ilha com um casal divorciado?

Toda a filosofia do Homem X Natureza foi posta de lado em prol do suspense comercial. Mas ainda assim é um passatempo divertido.

4 | O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

A sequência do filme original sofreu com as críticas, mas, para mim, segue como um dos filmes mais fascinantes com dinossauros.

Ian Malcolm (Jeff Goldblum) assume o papel de protagonista ao saber que sua namorada, Sarah Harding (Julianne Moore), foi enviada para fotografar uma segunda ilha, onde dinossauros vivem sem cercas.

Com cenas simulando um safári e vários dinossauros novos, Steven Spielberg dedica todo o terceiro ato à realização do sonho de qualquer criança: soltar um Tiranossauro na cidade e deixá-lo “interagir” com os objetos modernos. É uma aventura anacrônica de mão cheia e com vários momentos de suspense bem construído.

3 | Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

22 anos após a abertura do parque original (e do lançamento do primeiro Jurassic Park), acompanhamos a reabertura dos portões do agora Jurassic World, um parque de última geração com atrações vivas.

É o sonho de John Hammond posto em prática e a primeira vez que vemos o complexo realmente funcionar. Mas como vimos ao longo da franquia, a vida encontra um meio e os animais pré-históricos se libertam e tocam o terror na Ilha Nublar.

Tudo é novo, menos a destruição. Chris Pratt e Bryce Dallas Howard assumem como os novos protagonistas e entramos na era dos dinossauros híbridos. Outro novo ponto são os raptores treinados, peças chave no futuro dos filmes.

2 | Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

A continuação do sucesso bilionário de 2015 abriu mão do encantamento para adentrar o terror e suspense. Com a trama chave dos cinco filmes, o diretor aposta novamente em dinossauros híbridos no papel de vilões (ou seriam anti-heróis?).

Com uma veia mais forte de ficção científica, “O Reino Ameaçado” volta a se questionar sobre a bioética. Eles também fazem uma releitura bem interessante sobre a extinção dos dinossauros e termina com um final beeeeem interessante, deixando o famoso gancho para o filme 3.

1 | Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

Um clássico imortal do cinema de entretenimento, Jurassic Park chocou o mundo ao trazer os dinossauros mais reais que o cinema já havia visto.

Presença certa na cabeça de qualquer um que já foi criança um dia, o filme é uma obra-prima da imaginação e conquista pelos personagens carismáticos e história bem contada. Apesar de se chamar Jurassic Park, o longa conta com apenas 15 minutos de dinossauros no filme.

Se você não viu, corre pra ver! Se você já viu, reveja! É um filmaço!

Parabéns aos Paleontólogos que acompanham o CinePOP! O trabalho de vocês inspira muita gente!

Jake Gyllenhaal pode estrelar novo filme de ação dirigido por Michael Bay

De acordo com o ComicBook, Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘) está em negociações para estrelar o suspense de ação ‘Ambulance‘, que será dirigido pelo cineasta Michael Bay (‘Transformers‘).

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas especula-se o longa seguirá o mesmo estilo que clássicos da ação dos anos 90, como ‘Velocidade Máxima‘ e ‘Bad Boys‘.

Chris Fedak (‘Prodigal Son‘) é responsável pelo roteiro, que será inspirado em um homônimo filme dinamarquês.

As filmagens estão programas para começarem no início de 2021.

O site aponta que ainda não há um acordo de distribuição para o projeto, mas rumores afirmam que a Universal Pictures terá prioridade para adquirir a produção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Spawn’: Jason Blum revela que reboot ainda vai acontecer

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Jason Blum revelou que o reboot de ‘Spawn‘ ainda está em desenvolvimento.

“Aconteceu muita coisa nos bastidores da produção de ‘Spawn’. Não vou revelar detalhes, mas eu tenho falado muito sobre esse projeto e espero ter mais notícias para compartilhar sobre ele no futuro. Por enquanto, posso confirmar que o projeto ainda está em desenvolvimento.”

Ele completa, “Eu quero muito produzir esse filme. Tenho falado com vários pessoas sobre ele.”

O reboot será dirigido por Todd McFarlane.

Jamie Foxx viverá o anti-herói. Jeremy Renner irá interpretar Twitch, um detetive aliado do anti-herói. Segundo rumores, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.

Até o momento, sabemos que será o longa será produzido pela Blumhouse.

‘Mortal Kombat’: Produtor fala sobre a estreia do reboot e o lançamento do trailer

Inicialmente previsto para janeiro de 2021, o aguardado reboot de ‘Mortal Kombat‘ foi adiado por tempo indeterminado por causa da pandemia de coronavírus. Através do seu Twitter, o produtor Todd Garner revelou novas informações sobre o lançamento da produção.

“Nós não teremos uma data de estreia até que os cinemas sejam reabertos. O mesmo acontecerá com o lançamento do trailer.”

O produtor também confirmou que o longa passará por algumas filmagens adicionais, que deveriam ter acontecido em março.

O reboot será dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan.

Greg Russo é o responsável pelo roteiro da nova versão.

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

A trilha sonora ficará por conta de Benjamin Wallfisch (‘It: Capítulo 2‘).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

James Wan vai produzir novo terror pós-apocalíptico para a New Line

De acordo com o Deadline, o cineasta James Wan (‘Invocação do Mal‘) vai produzir um novo terror pós-apocalíptico para a New Line.

O projeto ainda não possui título, mas será ambientado em Los Angeles.

Detalhes sobre a trama, no entanto, não foram revelados.

Bishal Dutta será responsável pela direção.

O roteiro é baseado em uma ideia de Joshua Rollins.

Os produtores da Atomic Monster incluem Wan, Michael Clear e Judson Scott.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Franquia Velozes e Furiosos

A Universal Pictures está apostando alto em ‘Velozes e Furiosos‘, e já confirmou que a franquia vai continuar até o 11º filme.

O próximo filme da franquia é ‘Velozes e Furiosos 9’ – que foi adiado mais uma vez e agora será lançado em 28 de maio de 2021.

Já são oito filmes e mais o Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw ao todo, e pensando nisso, o CinePOP resolveu homenagear a série mais envenenada do cinema, colocando em ordem todos os episódios, do pior ao melhor.

Então, aperte o cinto e prepare-se para altas velocidades. Não esqueça de deixar seu comentário, listando você também em ordem de preferência os filmes Velozes e Furiosos.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Franquia Velozes e Furiosos:

9. + Velozes + Furiosos (2003)

Motor: com o sucesso do primeiro filme, uma sequência (desnecessária) foi logo criada. Dois roteiros foram escritos, um com e outro sem a presença do personagem de Vin Diesel. Dá para perceber qual foi usado. Soando como continuação caça-níquel, o que de fato era, o filme perdeu parte de seu charme e público.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), agora do outro lado da lei, é capturado por seus ex-companheiros, e forçado a se infiltrar numa gangue em Miami. Para a tarefa, ele recorre ao seu velho amigo Roman Pearce (Tyrese Gibson) – aonde se encaixaria Diesel na trama.

Velocidade: logo no começo, temos um racha com um carro pulando por cima de outro em uma ponte. Em outra cena, numa corrida, caminhões se mostram obstáculos nada agradáveis. No final, temos um carro decolando voo e aterrissando em um iate.

Arranque: Roman e Tej (Ludacris) foram introduzidos neste filme, mas o grande chamariz é a presença de Eva Mendes, como a policial infiltrada Monica Fuentes. Esperamos ansiosamente o retorno da cubana à série.

Trava Roda: o vilão aqui é Carter Verone (Cole Hauser), que tem como hobby colocar ratos na barriga de desafetos e atiçá-los para que cavem um buraco.

Piloto: John Singleton, de Os Donos da Rua (1991).

 

8. Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006)

Motor: se no filme anterior, Vin Diesel estava fora, neste nem Paul Walker retorna. Aqui, foi quando todos achavam que a franquia estava morta e enterrada. Hoje, olhando para trás, não é o pior episódio da série, e até possui certo charme ao se desassociar totalmente da proposta dos anteriores.

Chassi: movendo a ação para Tóquio, Japão, e com o objetivo de ser um animal totalmente novo, sem qualquer elo com os anteriores, Desafio em Tóquio não é sobre corridas, mas sim sobre drift, aquelas derrapadas em curva. Outra remodelada é por um filme mais jovem, com protagonistas colegiais, o que faz do filme uma espécie de Karate Kid sobre rodas.

Velocidade: as cenas das famosas derrapadas nas rampas em curva, os chamados drift, são bem legais. A cena que abre o filme, se tornando o motivo do protagonista Sean Boswell (Lucas Black) ser enviado para o Japão, também é recheada de adrenalina.

Arranque: nenhum dos personagens deste filme foi reutilizado ao longo da série, tirando Han (Kang) – apesar de Sean (Black) ter feito uma ponta no sétimo episódio. Nesta história reciclada de filmes colegiais do aluno recém-chegado, temos a mocinha em quem ele fica interessado (Nathalie Kelley) e o antagonista valentão que surge como terceira parte no triângulo amoroso (Brian Tee). O rapper mirim Bow Wow, hoje usando o nome Shad Moss, interpretou o melhor amigo do protagonista.

Trava Roda: D.K. (Tee) era a peste do colégio, mas o maior vilão do filme era mesmo o tio do rapaz, o mafioso Kamata, papel do lendário Sonny Chiba.

Piloto: o asiático Justin Lin, de Annapolis (2006) – que fazia uso de dois veteranos da franquia, Jordana Brewster e Tyrese Gibson – realizava seu quarto longa-metragem com Desafio em Tóquio.

 

7. Velozes e Furiosos 4 (2009)

Motor: “novo modelo, peças originais”, era o que anunciava o slogan do filme. Parte continuação, parte reboot, o quarto filme da franquia trouxe de volta o elenco original – Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster. Justamente por isso, precisava ser um filme melhor, decepcionando por não honrar o retorno dos envolvidos.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), novamente trabalhando para o FBI (decida-se, certo?), precisa se infiltrar nas operações de um grande traficante mexicano. Para o feito, ele recorre ao velho conhecido Toretto (Diesel), e termina reencontrando a paixão Mia (Brewster), irmã do careca.

Velocidade: a cena de abertura, com Dom e Letty (Rodriguez) roubando combustível de um caminhão tanque é a melhor do filme. De resto, ganhamos um filme abaixo do esperado, sem a adrenalina dos anteriores e uma sequência final dentro de túneis em uma caverna muito escura, que não funciona.

Arranque: além da volta do time original, somos introduzidos a Gisele (Gal Gadot), criminosa, braço direito do vilão, com formas de modelo. Han (Sung Kang) também dá as caras, após sua “morte” no terceiro filme – quebrando a cronologia.

Trava Roda: Campos é o vilão deste grande retorno da trupe, interpretado pelo ótimo John Ortiz. Ele se mostra um adversário mais sério e ameaçador, voltando em uma participação no sexto filme, em uma cena na cadeia. O principal capanga do traficante é Fenix, papel do musculoso Laz Alonso, o assassino de Letty. O filme, infelizmente, não nos dá uma pancadaria entre ele e Dom, como esperado.

Piloto: o diretor aqui é o taiwanês Justin Lin, que havia entrado na série no comando do filme anterior.

 

06. Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (2019)

Motor: há algum tempo vinham sendo prometidos derivados da franquia Velozes e Furiosos, e o primeiro acontece com Hobbs & Shaw. Seja por qual motivo tenha ocorrido (as más línguas não cansam de citar a desavença entre The Rock e Vin Diesel), o fato é: Hobbs (The Rock) e Shaw (Jason Statham) se tornaram tão populares em suas picuinhas e na afirmação de “dois bicudos não se beijam”, que ganharam um filme inteiro só para isso. Ah, e mais um filme, com toda a turma, vem aí ano que vem.

Chassi: a trama aqui é o que menos interessa, e é vendida por dois motes: a família dos protagonistas (o lema da série) e suas personalidades conflitantes para fazer graça. Hobbs é o americano troglodita. E Shaw, o britânico cool. Mas já que temos que ter uma história, ela é reciclada do filme de espionagem B mais canastrão, com um super soldado renegado atrás de um vírus que pode dizimar a humanidade, e somente nossos heróis para salvar o dia e derrotar o vilão.

Velocidade: esse é o problema com franquias que querem ser cada vez maiores e absurdas em suas cenas de ação: em algum momento acabam recaindo de vez para o cartunesco. Isso ocorreu com o 007 de Pierce Brosnan, e acontece o mesmo aqui. Hobbs & Shaw é basicamente um filme de super-heróis ou um desenho animado – com direito a vilão ciborgue, motos que andam sozinhas, manobras impossíveis e até mesmo Hobbs segurando um motoqueiro com um braço só (que colocou para fora do carro vindo no sentido oposto). Existe muita ação, mas ela é quase toda genérica e nada memorável. O humor conta mais alto aqui.

Arranque: Hobbs e Shaw ganham os holofotes aqui em seu primeiro filme solo. Como a família sempre foi o núcleo desta franquia, é claro que em algum momento conheceríamos os parentes dos durões. Quem sai na frente no núcleo familiar é Shaw, já que sua irmã Hattie (Vanessa Kirby) é primordial para a trama e a terceira em importância no filme atrás somente da dupla. Kirby dá um show. Helen Mirren também retorna como a mãe deles. Já Hobbs vai encontrar com sua família no final do filme, e a para a grande revelação de seu irmão, o papel havia sido planejado para Jason Momoa, que não pôde participar por motivo de agenda, e o personagem acabou ficando com Cliff Curtis. Dois atores bem conhecidos aparecem aqui em participações especiais, mas acho que ainda não vale a pena revelar quem são…

Trava Roda: depois de Charlize Theron, a franquia segue demonstrando que consegue escalar grandes nomes para seus antagonistas, com a contratação de Idris Elba para viver Brixton. Quero ver quem eles irão chamar agora. O antagonista é um ex-parceiro do serviço secreto de Shaw, um fantasma de seu passado, que o protagonista vê ressurgir bem em sua frente. Deixado para morrer, ele retorna numa versão com upgrade, com implantes e literalmente partes cibernéticas e de metal. O sujeito é uma mistura do Exterminador do Futuro, mas se autointitula o Superman Negro. Não está errado. Infelizmente, o personagem é somente o típico vilão de HQ, sem qualquer personalidade ou profundidade, e extremamente bidimensional. Uma pena.

Piloto: David Leitch é quem assume o primeiro derivado da franquia. Especializado em lutas, coreografias e cenas intensas, o sujeito não deixa a peteca cair aqui no quesito, mas em matéria de cenas de ação grandiosas, o longa fica abaixo dos demais exemplares da franquia. O ex-dublê e lutador marcial tem no currículo as direções de filmes como De Volta ao Jogo (John Wick), Atômica e Deadpool 2.

 

5. Velozes & Furiosos 5: Operação Rio (2011)

Motor: o episódio mais cultuado pelos fãs, Operação Rio (como ficou conhecido no Brasil) trouxe a franquia para terras tupiniquins e para nossas favelas – mesmo que nem tudo esteja geograficamente correto. Foi aqui que a série verdadeiramente recuperou seu fôlego e atingiu o status gigantesco e megalômano em que se encontra hoje.

Chassi: Toretto e sua equipe planejam um roubo audacioso, transformando a série totalmente, de corridas de carros para a ação de grandes assaltos ousados. A missão impossível no Brasil não será tão fácil, já que em seu encalço, Vin Disel e cia. possuem o braço mais forte da lei, Luke Hobbs (The Rock).

Velocidade: aqui foi quando a série começou a tomar proporções homéricas. Temos por exemplo a perseguição a um trem e o voo de uma ponte, que liga o Rio a São Paulo. Ou não. Carros arrastando um cofre não é algo que se vê todos os dias. Mas a pancadaria entre os brutamontes Diesel e Johnson definitivamente é um dos pontos altos aqui.

Arranque: como gostava de anunciar na época, Dwayne ‘The Rock’ Johnson afirmava ser o Viagra das franquias. Dito e feito, uma das decisões mais acertadas dos produtores para a série foi introduzir o carismático gigante na pele do policial Luke Hobbs, confeccionando assim um verdadeiro duelo de titãs com o Dom de Vin Diesel, no lado oposto da lei. Além disso, enquanto o quarto filme trouxe de volta as partes originais, o quinto trouxe todos os opcionais, vide Roman (Gibson), Han (Sang), Vince (Matt Schulze), Gisele (Gadot) e Tej (Ludacris). A policial brasileira Elena (Elsa Pataky), importante para a trama da franquia, faz seu debute.

Trava Roda: apesar dos bandidos serem os mocinhos e o antagonista, o agente da lei Hobbs, existe sim um vilão declarado no quinto longa da franquia. O português Joaquim de Almeida vive o criminoso brasileiro Reyes, que tem fortes laços com políticos, empresários e policiais corruptos. E o que mais? Como diz Toretto a certa altura do filme, “This is Brazil!”. Sim, definitivamente é.

Piloto: mais uma chance é dada para Justin Lin, que desta vez pôde conhecer o que era o sucesso absoluto em um filme da franquia.

 

 

4. Velozes e Furiosos 8 (2017)

Motor: após a morte de Paul Walker e da despedida no sétimo filme, a franquia poderia ter encerrado. Mas aí a Universal perderia sua galinha dos ovos de ouro. Então um novo filme saiu do papel, e não será o último. O grande mote aqui é a traição de Diesel, o pilar da família Velozes, e a chegada da vilã definitiva.

Chassi: é o fim dos tempos quando Toretto precisa se voltar contra o que mais considera importante no mundo, sua família. O motivo? O grandalhão careca é chantageado por Cipher, terrorista cibernética temida mundialmente, que planeja roubar ogivas nucleares e fazer governos de refém. E o que mais?

Velocidade: se o quinto filme abriu portas, o sexto foi o que atingiu níveia de Missão: Impossível, 007, ou qualquer arrasa-quarteirão megalomaníaco. Aqui, seguimos a máxima de superar cada feito anterior, e temos carros guiados por controle remoto, chuva de carros e até mesmo uma corrida no gelo com um enorme submarino. Mas o que choca mesmo é o beijo de Charlize Theron em Vin Diesel.

Arranque: a musa Charlize Theron é a melhor adição do elenco no oitavo filme da franquia. Todos (ou a maioria) dos “jogadores” retornam. Além da loira, temos aqui a veterana Helen Mirren num papel hilário, e o novato Scott Eastwood como um agente federal tentando ocupar a vaga do saudoso Paul Walker como o galã da franquia.

Trava Roda: a vilã definitiva é Cipher, Charlize Theron, uma hacker terrorista superinteligente, que faz da trupe suas marionetes. É revelado que a criminosa estava por trás de acontecimentos datando do sexto filme, ou seja, Dom e sua turma eram uma pedra antiga em seu sapato, que ela tratará de retirar.

Piloto: F. Gary Gray, do sucesso Straight Outta Compton (2015), é o terceiro americano a comandar um filme da franquia.

 

3. Velozes e Furiosos (2001)

Motor: onde tudo começou. O primeiro Velozes e Furiosos se comporta demais como uma refilmagem não declarada de Caçadores de Emoção (1991), de Katheryn Bigelow.

Chassi: um agente do FBI (Paul Walker) precisa se infiltrar no submundo de corridas clandestinas para descobrir a gangue que anda assaltando caminhões de mercadorias nas estradas.

Velocidade: as cenas de corridas são todas muito bem orquestradas. A cena que mais marca o filme, no entanto, é o duelo final entre Diesel, Walker e um trem. Além disso, este filme ainda tinha um pé em nosso mundo, e cria um clima de mistério e certo suspense interessante para um blockbuster descerebrado.

Arranque: na época, o elenco se resumia a um grupo de desconhecidos. Seu status cult veio com o lançamento do longa no mercado de vídeo.

Trava Roda: o primeiro filme trata de assuntos mais relevantes, como confiança, do que o combate a um vilão. Mas eles não deixam de existir aqui, e o principal é Johnny Tran, o corredor com laços mafiosos, vivido por Rick Yune.

Piloto: Rob Cohen (Daylight) dirigiu o primeiro filme e voltaria a trabalhar com Vin Diesel em XxX (2002).

2. Velozes e Furiosos 6 (2013)

Motor: aqui foi onde a série deu o pulo para a estratosfera, embora muitos tenham creditado ao episódio anterior. O orçamento mais inflado, proporcionou a franquia Velozes e Furiosos adentrar no território dos filmes mais caros da atualidade e o resultado é percebido nas telas. Sem dúvida um dos mais divertidos de todos.

Chassi: na trama, Letty (Rodriguez) está viva! Mas não se lembra de nada, devido a uma amnésia (ridículo? Ei, não esqueça que estamos falando de Velozes e Furiosos). Além de viva, ela faz parte de um novo grupo de criminosos, que vem tocando o terror por Londres. Hobbs pede a ajuda de Toretto e seus amigos mais uma vez, em uma missão mais pessoal impossível para a “família”.

Velocidade: as cenas de ação aqui atingiram níveis inacreditáveis. Temos, por exemplo, uma perseguição em uma ponte com um tanque de guerra. Além dessa, as ruas de Londres se tornam o palco de uma batalha entre a equipe de Toretto e a nova família de Letty, que usa os infames “carros rampa”. O final traz o que acontece quando carros combatem um avião jumbo!

Arranque: Michelle Rodriguez é trazida de volta para a série e sua Letty, de volta à vida (ninguém morre de verdade aqui). Hobbs volta, assim como toda a trupe, mas alguns encontrarão um trágico destino.  Fora isso, Gina Carano, a então musa do MMA feminino e atriz nas horas vagas, reforça o elenco na pele da parceira do grandalhão The Rock, com direito a um “cat fight” com Rodriguez.

Trava Roda: o vilão da vez é Shaw (Luke Evans), um anarquista que planeja uma série de ataques e tem na manga a lealdade de Letty, por ter salvado sua vida – ao final do quarto filme. A gangue de Shaw é quase como uma versão “bizarra” de nossos heróis, com cada um dos membros encontrando sua contraparte.

Piloto: quarto e último filme da franquia comandado por Justin Lin, que decidiu alçar voos maiores, com Star Trek – Sem Fronteiras (2016).

 

1. Velozes e Furiosos 7 (2015)

Motor: adiado por um ano, o sétimo Velozes e Furiosos foi marcado pela tragédia, quando o astro da franquia Paul Walker faleceu em um acidente automobilístico (na máxima das cruéis ironias) e não pôde completar sua participação, sendo substituído por dublês, efeitos e seus irmãos da vida real. A arte imita a vida, e Velozes 7 serviu de despedida para Walker e seu Brian O´Connor, usando a metalinguagem de forma mais que emocionante. Impossível evitar as lágrimas e o nó na garganta ao final.

Chassi: um grande problema decide ir atrás de nossos heróis, eliminando-os um a um. A caça vira o caçador quando a equipe decide combater tal ameaça, para isso precisando da ajuda de antigos aliados e de novos, como o agente do governo Sr. Ninguém (papel do veterano Kurt Russell).

Velocidade: se no sexto filme tivemos um avião jumbo e um tanque de guerra, no sétimo temos carros caindo de paraquedas de um avião, descendo ribanceiras, comboios militares extremamente armados, a demolição de um estacionamento, drones e, é claro, carros atravessando os prédios mais altos do mundo, em Abu Dhabi.

Arranque: a despedida de Paul Walker chama atenção no sétimo episódio, mas temos também a entrada de Kurt Russell na série na pele do enigmático Sr. Ninguém, o agente federal que dá respaldo na caçada ao terrorista Deckard Shaw. Além disso, a série também ganha mais uma presença feminina de respeito, com a hacker Ramsey, papel da belíssima Nathalie Emmanuel (Game of Thrones).

Trava Roda: até então, a maior ameaça da série, tida como definitiva, era “o irmão mais velho e malvado”, vivido por Jason Statham. Escolha acertadíssima para um elenco de brucutus, Statham é outro herói de ação que se junta ao filme como o vilão. É claro que a chance de um embate entre ele e The Rock e depois com Vin Diesel não seria perdida. Além disso, a lutadora Ronda Rousey faz uma participação e trava seu próprio embate com Michelle Rodriguez. Os atores Djimon Hounsou e Tony Jaa também dão as caras como vilões.

Piloto: sai o taiwanês Justin Lin, e entra malaio James Wan (Invocação do Mal), que não faz feio. Nem perto disso.

‘Sorority House Massacre’: Série de TV baseada no slasher está em desenvolvimento!

De acordo com o Deadline, o slasher ‘Sorority House Massacre‘ (Mansão da Morte, no Brasil), lançado em 1986, será adaptado no formato de uma série de televisão.

Norman Reedus, o Daryl de ‘The Walking Dead‘, irá produzir.

“Eu não poderia estar mais animado em colaborar com o Robert Schwartzman e sua equipe incrível da [produtora] Utopia nesse projeto,” declarou Reedus. “A visão criativa deles é inspiradora e exatamente o que nós estávamos procurando. Estamos animado em revisitar esse clássico do gênero e criar algo realmente único.”

Stephen Trask também serão responsável pela produção.

No filme original, jovens estudantes de uma sororidade são perseguidas por um assassino que tem uma estranha conexão telepática com uma delas.

Vale lembrar que a franquia original rendeu três filmes.

Irmãs lutam pela sobrevivência no INTENSO trailer do suspense ‘Breaking Surface’; Assista!

O suspense de sobrevivência ‘Breaking Surface‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi dirigido por Joachim Hedén.

“Alguns dias antes do Natal, as meias-irmãs Ida e Tuva vão mergulhar durante o inverno em uma parte remota da costa norueguesa. No final do mergulho, um deslizamento de pedras prende Tuva sob a água. Quando Ida sobe para pedir ajuda, ela descobre que o deslizamento de pedras também atingiu a superfície da água, enterrando seus equipamentos, telefones e chaves do carro – elas estão completamente isoladas de qualquer chance de resgate externo. Enquanto a corrida frenética pela sobrevivência se desenrola, Ida é submetida ao teste final de caráter e força. Durante a luta de Ida para salvar Tuva, uma irmandade fragmentada é exposta, e quando tudo parece perdido, as apostas aumentam além da simples sobrevivência.”

Moa GammelMadeleine Martin estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 15 de dezembro.

Stephen Lang estrelará novo suspense do diretor de ‘Rastros de Vingança’

Stephen Lang stars in Screen Gems' horror-thriller DON'T BREATHE.

De acordo com o Deadline, Stephen Lang (‘O Homem nas Trevas‘ e ‘Avatar‘) irá estrelar o suspense ‘Old Man‘, que será dirigido por Lucky McKee (‘Rastros de Vingança‘).

Marc Senter (‘Starry Eyes‘) também estrelará a produção.

Ambientada no coração de uma floresta, a trama segue um andarilho perdido (Senter) que acaba encontrando a cabana de um velho (Lang) errático e recluso. O que começa como uma conversa cordial, logo se transforma em algo perigoso quando se torna claro que um deles ou ambos podem estar escondendo um segredo aterrorizante.

Joel Veach é responsável pelo roteiro.

“O roteiro de Joel é um mergulho assustador e comovente na loucura dos personagens. É lindo ver uma equipe tão forte se formar ao nosso redor,” afirmou o diretor em uma declaração.

As filmagens estão programadas para começarem em 2021.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Você não vai acreditar qual foi o filme original mais POPULAR da Netflix em 2020…

O contrato milionário que o astro Adam Sandler assinou para produzir e estrelar filmes para a Netflix continua dando bons frutos, apesar dos críticos – e de certa parte do público – torcerem o nariz para suas produções.

A mais recente comédia do astro, intitulada ‘O Halloween de Hubie‘, se tornou o filme original mais popular da Netflix neste ano.

A produção fica atrás apenas do polêmico e controverso filme ‘365 dias‘, que não é um filme original da Netflix, mas foi a produção mais popular do streaming em 2020.

De acordo com a pesquisa realizada pela FlixPatrol, ‘O Halloween de Hubie‘ está na 8ª posição na lista geral de ranking mensais da plataforma. Os dados computados englobam a partir do mês de abril, primeiro período oficial em que a gigante do streaming começou a realizar o seu Top 10 diário na plataforma.

Isso significa que, no ranking geral de conteúdos mais acessados na Netflix norte-americana, a comédia de Sandler é o segundo filme mais visto na plataforma e o 8º título – entre longas e séries – mais assistido.

Em se tratando de ranking geral, a série ‘The Umbrella Academy’ foi o título mais conferido no serviço de streaming, seguida pela polêmica série documental ‘Tiger King: Morte, Caos e Loucura‘ e de ‘Cobra Kai‘.

A pontuação foi calculada pelo número de dias que as produções aparecem nas listas de Top 10 programas ou filmes mais populares da Netflix no mês identificado.

Confira o TOP 10:

No início do mês, Sandler conversou com Jimmy Fallon e disse que Boyce teria um papel de destaque n’O Halloween do Hubbie‘, mas faleceu antes das gravações.

“Ele faleceu poucos dias antes das filmagens”, disse Sandler. “Aquele garoto era incrível… Ele e sua família. Eu o conheci em ‘Gente Grande’ e vi aquele garoitinho se transformar em um astro talentoso. Meus filhos o adoravam. Ele veio para o bar mitzvá da minha filha, e deu autógrafos para todas as crianças da festa, eram mais de 400 crianças. Ele era sempre caridoso e gentil, ele já insitiu para que eu o ajudasse com feiras de caridade, era com isso que ele se importava. Era apenas um garoto bom, sólido e talentoso.”

Confira, junto com o trailer de ‘O Haloween do Hubbie‘:

Hubie é um homem que virou motivo de piada entre as crianças e adultos de sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.

Além de Sandler, o extenso elenco conta com Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, Karan Brar, Noah Schnapp, Mikey DayMelissa VillaseñorKym WhitleyLavell CrawfordBetsy SodaroGeorge WallaceBlake Clark.

Sandler é o protagonista e fica responsável também pelo roteiro.

Steve Brill, o mesmo responsável pelo especial de stand-upAdam Sandler: 100%‘, assume a direção do novo projeto.

‘Girl’: Bella Thorne quer vingança nos novos cartazes do suspense; Confira!

O suspense ‘Girl‘, estrelado pela Bella Thorne (‘A Babá‘), ganhou dois novos cartazes.

Confira:

O suspense será lançado em cinemas selecionados no dia 20 de novembro.

Quatro dias depois, em 24 de novembro, a produção chegará em VOD e em outras plataformas online.

A trama segue uma jovem (Thorne) que retorna para sua cidade natal para conseguir vingança contra pai abusivo, apenas para descobrir que alguém o matou no dia anterior. Enquanto ela busca por respostas, a garota logo se encontra sob o domínio do sinistro xerife e descobre um legado familiar mais perturbador do que ela poderia ter imaginado.

A produção marca a estreia na direção do cineasta Chad Faust.

O elenco ainda conta com Mickey Rourke, Glenn GouldLanette WareElizabeth Saunders.

‘Animais Fantásticos 3’: Fãs estão animados com Mads Mikkelsen substituindo Johnny Depp como Grindelwald

Após a saída de Johnny Depp da franquia ‘Animais Fantásticos‘, foi anunciado que a Warner Bros está em negociações finais com Mads Mikkelsen (‘Hannibal‘) para preencher o papel de Grindelwald no próximo filme.

Por conta disso, diversos fãs internautas expressaram animação com a novidade, já que a maioria sempre foi contra a escalação de Depp por conta da polêmica entre ele e Amber Heard, que o acusou de violência doméstica.

Inclusive alguns internautas argumentaram que só vão assistir à sequência se Mikkelsen for mesmo confirmado como o antagonista.

Confira as reações:

‘Animais Fantásticos 3’: Abaixo-assinado pedindo retorno de Johnny Depp ultrapassa 130 mil assinaturas

Entenda o caso

Após uma grande perda nos tribunais do Reino Unido por acusações de ser um “espancador de mulher”, Johnny Depp foi liberado pela Warner Bros. da franquia ‘Animais Fantásticos‘.

Em comunicado, a Warner confirmou a saída do ator:

Johnny Depp deixará a franquia Animais Fantásticos. Agradecemos a Johnny por seu trabalho nos filmes até agora. Animais Fantásticos 3 está atualmente em produção e o papel de Gellert Grindelwald será reformulado. O filme vai estrear nos cinemas de todo o mundo no verão de 2022.”

Depp apostou em seu Instagram que a Warner Bros. pediu ele se demitisse da franquia  e ele aceitou o pedido.

Confira:

“À luz de eventos recentes, gostaria de fazer essa breve declaração”, ele escreveu. “Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que me presentearam com apoio e lealdade. Fico honrado e tocado por ter recebido várias mensagens de amor e carinho, particularmente nos últimos dias. Segundamente, gostaria de deixá-los a par de que foi pedido para deixar a Warner Bros. e deixar meu papel como Grindelwald na franquia ‘Animais Fanrásticos’ – e eu respeitei e concordei com esse pedido. Por fim, gostaria de dizer isto: o julgamento surreal da corte do Reino Unido não vai mudar minha luta para falar a verdade e eu confirmo que planejo recorrer. Minha resolução permanece forte e pretendo provar que as alegações contra minha pessoa são falsas. Minha vida e minha carreira nao serão definidas por esse momento”.

No último mês, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.

Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira delas foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. Meses depois do lançamento do segundo longa-metragem, foi provado que ambas as partes haviam cometido os crimes.

A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.

Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.

Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.

Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).

As gravações da sequência deveriam começar a partir de 16 de março, mas foram adiadas por tempo indeterminado por ordem do governo local de Londres.

Animais Fantásticos 3, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 12 de novembro de 2021.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

Gosta de ‘The Crown’? Conheça 5 filmes sobre a Monarquia Britânica

Família real britânica é uma força cultural que ultrapassa as mais diversas mídias

Conforme o mês de novembro vai passando vai também se aproximando a estreia da quarta temporada de The Crown. A série de Peter Morgan visa contar a ascensão da Rainha Elizabeth enquanto soberana ao mesmo tempo em que ela amadureceu como mulher tendo que, não somente ser um símbolo passivo para seu país, como também mediando as diversas crises entre parentes.

A seguir constam cinco filmes que, a sua própria maneira, adaptaram a família real no cinema; seja priorizando uma abordagem mais realista e embasada com informações reais ou uma trama mais dramática e ficcional.

5) A Outra

Por diversas vezes a realidade se confunde com a fantasia. Essa frase é ainda mais propícia para qualquer episódio ambientado na idade média. Um dos mais famosos da história da Inglaterra é justamente a declaração de independência da Igreja Anglicana junto a influência de Roma, quando o Rei Henrique VIII buscou a anulação de seu casamento com a rainha Catarina de Aragão para assim desposar Ana Bolena.

As irmãs Bolena são peças centrais no jogo de interesse na corte de Henrique VIII

No filme de 2008 a trama segue sob a perspectiva das duas irmãs Bolena, focando um pouco mais na de Ana (interpretada por Natalie Portman) e na construção da sua personalidade enquanto uma jovem ambiciosa que, induzida pela família, seduz o soberano Henrique VIII. Mesmo que uma consequência dessa escolha seja o inevitável subaproveitamento de personagens secundários como o rei ou a irmã de Ana, Maria (interpretada por Scarlett Johansson), o filme ainda assim é bem feliz em construir uma visão interessante desse episódio.

4) A Favorita

Sexo e poder caminham lado a lado desde o início dos tempos. Isso não é novidade para ninguém e certamente também não o é se tratando de cinema. Por isso, é sempre interessante quando uma obra consegue trabalhar o tema sem apelar para o mau gosto, mas sim como uma forma de construir uma trama intrincada.

A figura da Rainha se torna pequena frente à disputa de interesse de duas mulheres

Foi dessa forma que o diretor grego Yorgos Lanthimos construiu a trama de como a rainha Ana foi sendo manipulada primeiramente por sua conselheira e amante, depois por uma jovem empregada do palácio. Com uma sutil dose de humor negro ele vai construindo essa representação do que era de fato o círculo íntimo de um monarca: um espaço aonde cão comia cão visando ficar mais próximo do trono.

3) Victoria & Abdul

A figura da Rainha Vitória é bastante marcante para a cultura britânica por todo o período que ela englobou. A era vitoriana foi marcada pelo grande avanço econômico e industrial da Inglaterra mas também pela superlotação das cidades, aumento da pobreza e da violência. Por causa desse cenário amplo, a persona da rainha muitas vezes é esquecida e se torna muito mais um símbolo homônimo dessa época.

Um retrato humano da rainha Vitória

Victoria & Abdul, portanto, chega como uma abordagem interessante de como a monarca se relacionava com outras pessoas, mais especificamente um empregado direto de nacionalidade indiana. O trabalho de Judi Dench em conferir uma visão mais humanizada à sua personagem (isto é, sem atrelá-la ao tradicional semblante solene real) favorece na construção da amizade com Abdul.

2) O Discurso do Rei

A oratória é uma habilidade essencial para qualquer líder; tão importante quanto a frieza para tomar decisões importantes. Nesse caso, poucas histórias assumem um contorno tão próprio e dramático quanto a luta do Rei George VI em vencer a gagueira em um período próximo ao da sua coroação. O filme então assume contornos dramáticos ao relacionar um fracasso do futuro rei em discursar com o risco de desmerecer toda a monarquia.

O drama pessoal do Rei George VI movimenta a trama de “O Discurso do Rei

O filme ainda utiliza da tradicional ferramenta narrativa do protagonista contar com um “mestre” para guiá-lo no desafio. Nesse caso o personagem de Geoffrey Rush, um terapeuta australiano, assume essa função. Tudo isso auxilia ainda mais o filme a aumentar sua área de aceitação com o público.

1) A Rainha

A obra-prima de Peter Morgan é, na mais direta das classificações, agoniante. A proposta toda é mostrar o tumultuado cenário que a monarquia atravessava em fim dos anos 90, com um novo primeiro-ministro dono de ideias populares sendo empossado, somado à eventual trágica morte da princesa Diana. A hesitação da rainha em anunciar publicamente que a família estava de luto, apesar de motivada por rígidas razões protocolares, entra em rota de colisão com o crescente descontentamento popular em relação à figura dispendiosa e inerte da realeza.

A interpretação de Helen Mirren da atual soberana do Reino Unido marcou época

Nesse cenário caótico, a Rainha Elizabeth (magistralmente interpretada por Helen Mirren) se destaca pela opção da postura serena mesmo que visivelmente exausta e até assustada de perder a fé de seu povo. É um retrato bastante comovente sobre sentimentos que, para o bem da estabilidade da nação, precisam ser enterrados pela soberana mesmo que seu povo exija isso.

 

‘Alex Rider’: Adaptação será lançada no Brasil pela Amazon Prime; Confira o trailer legendado!

A Amazon Prime divulgou o trailer legendado da série ‘Alex Ride‘.

A primeira temporada da adaptação, que é baseada na popular saga adolescente escrita por Anthony Horowitz, será lançada no catálogo brasileiro do serviço de streaming nesta sexta-feira (13).

Confira o trailer:

Quando Alex Rider descobre que seu tio Ian foi morto no cumprindo seu dever como um espião britânico – e não em um acidente de carro, como lhe disseram –, tudo muda para esse adolescente normal. Logo, Alex é abordado por Alan Blunt, chefe de um ramo ultra-secreto do MI6 conhecido como O Departamento, que revela que ele foi treinado sem saber desde a infância para o perigoso mundo da espionagem. Pressionado a deixar sua antiga vida para trás, Alex se disfarça para investigar a conexão entre a morte de dois bilionários e um internato remoto chamado Point Blanc. Ao chegar, ele descobre que os alunos são cobaias do plano do diretor da escola megalomaníaca, com o objetivo de ganhar o controle dos impérios comerciais de suas famílias. Ajudado por seus amigos, Alex irá expor a rede global da trama e começar sua carreira como o ativo secreto mais jovem do MI6.

Otto Farrant interpreta o personagem-título. O elenco ainda conta com Ronke Adekoluejo, Haluk Bilginer, Nyasha Hatendi, Vicky McClure e Jon Moore.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Oi??? Robô vai estrelar filme de ficção científica de US$ 70 milhões

De acordo com o The Hollywood Reporter, uma androide com inteligência artificial vai estrelar filme de ficção científica orçado em US$ 70 milhões.

O projeto é fruto de uma parceria entre diversas produtoras, como a Happy Moon Productions e a Bondit Capital Media, que financiou títulos como ‘To the Bone’ e ‘Com Amor, Van Gogh’.

Intitulado ‘B‘, o longa trará a androide Erica interpretando uma super-humana geneticamente modificada, que foge com o cientista que ajudou a criá-la depois que uma organização tenta destruí-la.

Em entrevista ao portal, o produtor Sam Khoze disse que:

“Em outros métodos de atuação, os atores exploram suas próprias experiências de vida e adicionam essas emoções ao papel. Nosso desafio foi reproduzir isso na programação de Erica, já que ela nunca teve experiências de interação muito complexas. Ela foi criada como um projeto de robótica avançada, então tivemos que simular seus movimentos, emoções e linguagem corporal por meio de sessões individuais. Foi quase uma terapia.”

Algumas das cenas de Erica já foram filmadas no Japão em 2019, mas os produtores esperam concluir o resto do filme na Europa durante o verão de 2021.

No entanto, ainda não há diretor associado ao filme e o elenco humano ainda não foi escalado.

Além disso, não há previsão de estreia.

Antes de ser escolhida como estrela do filme sci-fi, Erica foi construída pelos cientistas japoneses Hiroshi Ishiguro e Kohei Ogawa como objeto de estudo para analisar como a inteligência artificial interage com a sociedade.