O terror antológico ‘The Mortuary Collection‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa será lançado no Shudder no dia 15 de outubro.
Dirigido por Ryan Spindell, o terror conta com cinco contos assustadores.
Uma jovem que candidata a um emprego em um necrotério local e conhece um excêntrico agente funerário que a conta histórias sinistras sobre os cadáveres, uma mais assustadora que a outra.
O elenco conta com Clancy Brown, Caitlin Fisher, Jacob Elordi (‘Euphoria’), Barak Hardley, Sarah Hey e Christine Kilmer.
Hoje estreia o especial da TV Globo de ‘Sob Pressão’, aclamada série de sucesso que, após três temporadas jogando luz na realidade do atendimento da saúde pública do Rio de Janeiro, inicialmente iria fazer uma pausa este ano, retomando as gravações apenas em 2021 por causa da agenda dos atores. Entretanto, diante da grande reviravolta que ocorreu em 2020 por conta da pandemia do corona vírus – e levando em consideração que a série trata de uma equipe médica que luta diariamente para ajudar as pessoas –, produção e elenco entraram em acordo para gravar um especial sobre a pandemia que assolou o planeta neste ano. E é esse especial que começa a ser exibido amanhã naTV Globo.
Mas, o que podemos esperar desse especial?
1 – Linha Temporal Diferente
Como dissemos, esse especial de apenas dois episódios será um ponto fora da curva, e, portanto, não seguirá a linha temporal das três temporadas anteriores, até porque no último episódio tanto a Dra. Carolina (Marjorie Estiano) quanto o Dr. Evandro (Júlio Andrade) haviam se mudado para o interior do Amazonas, onde iniciariam os trabalhos no atendimento às populações ribeirinhas e indígenas – levando o foco da trama para outros locais de nosso país onde a saúde pública também é precária.
Então, no especial desse ano a linha temporal será a mesma do espectador: ano de 2020, mais especificamente no primeiro semestre, no primeiro mês da pandemia no Brasil, com todos os personagens no Rio de Janeiro e trabalhando nas mesmas posições hierárquicas com que estavam acostumados anteriormente no outro hospital.
2 – Personagens Antigos Retornam
Já foi divulgado que ao menos um personagem antigo irá retornar nesse especial: o Dr. Samuel (Stepan Nercessian). Embora na linha temporal da série o personagem tenha falecido por infarto, Dr. Samuel irá aparecer através das memórias do Dr. Evandro – o que não deixa de ser uma boa solução do roteiro para fazer participar desse especial um personagem tão importante e querido na trama.
3 – Início da Carreira do Dr. Evandro
Nesse especial os espectadores serão presenteados com alguns flashbacks da vida do Dr. Evandro – mais especificamente sobre o início da carreira dele, quando o jovem Evandro se questiona os motivos pelos quais quer se tornar médico. Para interpretar o jovem estudante de medicina, foi escalado o ator Ravel Andrade, que é irmão de Júlio Andrade na vida real. Também nesse núcleo conheceremos a mãe do Dr. Evandro, Dona Penha (Fabiula Nascimento).
4 – Hospital de Campanha
Embora as três temporadas anteriores tenham tido cenas gravadas em um hospital real, em Cascadura, em ‘Plantão Covid’ a produção construiu uma réplica de um hospital de campanha dentro da área 4 do Projac, no Rio de Janeiro. Todos os objetos em cena eram desinfectados antes de serem utilizados pelos atores e a equipe foi reduzida pare evitar muita gente dentro do ambiente. Ainda assim, todos que ali dentro estavam utilizaram equipamento de proteção individual completo, incluindo a equipe que não aparecia em cena. Os respiradores, embora fictícios, faziam as medições reais dos batimentos.
5 – Baseado em Fatos Reais
Para elaborar um especial durante o caos que todo mundo estava vivendo, os roteiristas Lucas Paraizo e Marcio Maranhão se basearam em histórias reais vistas ou contadas por profissionais de saúde, tanto no Brasil quanto fora. Assim, os espectadores que acompanharam as notícias mundiais nos primeiros meses da pandemia poderão reconhecer histórias comoventes que partiram nosso coração lá em abril, como, por exemplo, os idosos em asilos que foram contaminados e, sozinhos, tiveram dificuldade de serem atendidos a tempo. Esse personagem idoso será interpretado por Marcos Caruso.
6 – Mesmas Dificuldades
Como vimos na vida real, a pandemia não fez melhorar o sistema público de saúde, pelo contrário: escancarou as enormes dificuldades que os profissionais de saúde enfrentam diariamente para fazer milagre com os pacientes. O mesmo desafio enfrentado pela equipe no hospital de Cascadura será encontrado nesse especial: falta de equipamento, de insumos, de equipe, de leitos, etc. A dura realidade do cotidiano de Evandro e Carolina será acentuada pelo vírus e os fará questionar a profissão e a vida.
7 – Evandro Vai se Arriscar
Alerta de spoiler! Mas o espectador atento já pode antever que o Dr. Estevão terá dificuldades de utilizar o EPI o tempo todo, especialmente o face shield (viseira protetora), por causa do óculos que embaça e a máscara que embaça a viseira. O resultado? Dr. Estevão, num impulso, irá tirar a proteção para tentar resolver um problema (bem a cara dele, né!?) e acabará se contaminando com o vírus, sendo posteriormente internado, com necessidade de respiradouro automático. Tenso, né?
8 – Emoções à Flor da Pele
A última temporada de ‘Sob Pressão’ foi extremamente emocionante, principalmente os últimos quatro episódios. Essa mesma pegada de emoção à flor da pele deverá ser o fio condutor do especial ‘Plantão Covid’, não só pelas histórias que iremos reconhecer, ocorridas na vida real, mas também pela bela homenagem que a série irá prestar aos médicos, mostrando o impacto que o covid teve na rotina da profissão e a enormidade do sacrifício que esses profissionais estão tendo que fazer para salvar vidas. Não percam o especial que estreia amanhã, 06/10, às 22hs naTv Globo.
O aguardado ‘Convenção das Bruxas‘ ganhou um novo trailer voltado para o mercado internacional, que traz cenas inéditas da produção.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais, mesmo com a estreia nos EUA indo direto para o HBO Max, no dia 22 de outubro.
Dirigido por Robert Zemeckis, o longa é baseado no livro homônimo lançado em 1983, escrito por Roald Dahl. O material já havia sido adaptado para as telonas em 1990, estrelado porAnjelica Huston.
A trama segue um menino órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Lamentavelmente, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a Grã-bruxa do mundo (Hathaway) reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.
ANetflix divulgou o trailer completo de ‘Grand Army‘, vindoura série de drama com temática adolescente aos moldes de ‘13 Reasons Why‘.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 16 de outubro.
Baseada na peça teatral ‘Slut‘, de Katie Cappiello, a trama acompanha a adolescente Joey Del Marco, que é violentada sexualmente por três garotos e começa a lutar por justiça. Além disso, a trama também aborda a história de outros cinco adolescentes enquanto eles tentam incentivar a busca por direitos sexuais, raciais e econômicas.
O longa é dirigido por Adam Egypt Mortimer, do elogiado ‘Daniel Isn’t Real‘.
Max Fist é um herói de outra dimensão que é viaja pelo tempo e espaço e acaba caindo na Terra. Ninguém acredita em sua história, expecto por um jovem chamado Hamster. Juntos, eles enfrentam traficantes e o seu chefe para ajudar a recuperar a cidade dos bandidos.
A Universal Pictures anunciou hoje (06) que ‘Jurassic World: Domínio’ teve sua estreia adiada em um ano. Outrora agendado para o 2021, o novo capítulo da franquia chegará aos cinemas apenas em 10 de junho de 2022.
A companhia também divulgou o cartaz oficial da continuação, que traz todos os nomes protagonistas da próxima aventura.
Confira:
Os fãs continuam curiosos para saber como será o reencontro entre os personagem clássicos da franquia.
“Quando me reencontrei com Laura e Sam, a primeira coisa que filmamos… Como posso contar isso sem dar spoilers? Bom, passamos o dia todo em um espaço fechado, desconfortável e muito apertado.”
Ele continuou:
“Nós estávamos sendo ameaçados por… Nem posso dizer o que era, mas esse filmeterá criaturas pré-históricas que vocês nunca viram antes. Vimos coisas incríveis. Estávamos atuando em uma situação de vida ou morte. Bom, eu não posso revelar muito e vocês vão resolver o mistério quando assistirem ao filme, mas esses personagens vão viver momentos emocionantes e um tanto hilários.”
E aí, como está sua expectativa rever os amados personagens?
Além do trio mencionado, o filme contará com muitos personagens queridos de Jurassic Park.
O diretor Colin Trevorrow já planejava utilizar alguns deles anteriormente, mas disse ao Collider que estava esperando o momento certo para que eles não aparecessem de maneira forçada.
Contribuindo com a fala de Colin, Neill adiantou que esses personagens serão vistos durante todo o filme e não se tratam apenas de participações especiais. Confira quem foi confirmado até agora!
Interpretado por Sam Neill, oDr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.
Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).
O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.
Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovemTim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.
Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.
Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.
O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.
Bryce Dallas Howardpassou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.
Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçadolevaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.
Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.
Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.
Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.
A paleoveterinária deDaniella Pinedafoi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.
A Amazon Prime divulgou os trailers legendados dos quatro primeiros filmes do projeto de terror antológico ‘Welcome to the Blumhouse‘.
Confira:
THE LIE (6 de Outubro)
“Quando sua filha adolescente começa ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”
“Depois de perder sua esposa e sua memória em um acidente de carro, um pai solteiro inicia um tratamento experimental agoniante que o leva a questionar quem ele realmente é.”
Dirigido por Emmanuel Osei-Kuffour Jr., o longa é estrelado por Mamoudou Athie (‘Jurassic World 3’), Phylicia Rashad (‘Creed: Nascido Para Lutar’), Amanda Christine (‘Colônia’) e Troy James (‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro’).
EVIL EYE (13 de Outubro)
“Um romance aparentemente perfeito se torna um pesadelo quando uma mãe se torna convencida o que o namorado de sua filha tem uma conexão sombria com seu próprio passado.”
“Pelos corredores de uma prestigiada academia de artes, uma tímida estudante de música começa a ofuscar sua irmã gêmea quando ela descobre um diário que pertencia a um colega de classe recentemente falecido.”
A Amazon Prime divulgou o trailer legendado de um dos filmes de terror em parceira com a Blumhouse para o ‘Welcome to the Blumhouse‘.
O terror se chama ‘The Lie‘ e estreia dia 6 de Outubro.
Assista ao trailer:
“Quando sua filha adolescente começa ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”
A franquia ‘Resident Evil’ está retornando aos cinemas com um elenco inteiramente novo – que inclui Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) como Claire Redfield e Robbie Amell (‘Upload’) como seu irmão, Chris.
E é claro que não levou muito tempo para que os fãs da icônica saga ficassem encantados com as boas novas, compartilhando o que acharam do anúncio nas redes sociais.
Sinceramente eu gostei do elenco do novo filme de #ResidentEvil, Vi muitas pessoas Criticando o interprete do Leon, mas gente calma lá apenas vimos fotos dos atores, mas para o filme existe todo o processo de Caracterização e Maquiagem. Estou bem esperançoso com o filme! #REBHFunpic.twitter.com/7td79bULBW
— GvbemGameNews / #CapcomDublaRe8 (@GvbemStudios) October 6, 2020
Falo mesmo, ADOREI esse cast de Resident Evil!!! E o diretor ainda disse querer captar a essência dos dois primeiros jogos, tem tudo pra dar certo.
O elenco ainda traz Hannah John-Kamen (‘Homem-Formiga e a Vespa’) como Jill Valentine,Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy eNeal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.
A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.
“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.
Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.
Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
A nova produção da Netflix, intitulada ‘Selena: A Série’, ganhou mais um teaser oficial – que também anuncia a estreia: 04 de dezembro.
A produção acompanha a história da emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.
Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com ‘Entre a Mi Mundo’. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.
Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.
Antes do lançamento de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, muitos fãs imaginaram que Rey (Daisy Ridley) iria finalmente usar um sabre de luz com lâmina dupla.
E parece que isso quase aconteceu.
Através de seu site oficial, o ilustrador David Allcock revelou algumas artes conceituais da heroína durante seu treinamento treinamento Jedi.
Infelizmente, o diretorJ.J. Abrams acabou optando pela ideia de um sabre de luz comum para evitar referências da trilogia prequel.
Confira:
Infelizmente, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).
Assista nossa crítica:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
Apos ganhar o seu primeiro e intenso trailer, o thriller de espionagem estrelado por Jessica Chastain, intitulado ‘355‘, teve duas novas imagens divulgadas.
Confira:
(from left) Graciela (Penélope Cruz), Mason “Mace” Brown (Jessica Chastain), Marie (Diane Kruger) and Khadijah (Lupita Nyong’o) in The 355, co-written and directed by Simon Kinberg.The 355 https://twitter.com/TwitterMovies/status/1313165913546534914/photo/1
Assista ao primeiro trailer:
A Universal Pictures anuncio que o projeto dirigido por Simon Kinberg chegará aos cinemas no dia 15 de janeiro de 2021.
Produzido pela Freckle Films, o suspense conta a história de um grupo de espiãs de diversas agências internacionais que acabam se unindo para combater uma organização global que busca trazer o caos no mundo. Nessa jornada, o grupo de até então desconhecidas acaba formando uma irmandade de espionagem, com o codinome 355.
O roteiro é assinado por Theresa Rebeck, a partir de uma ideia original da própria Chastain. O projeto será colocado à venda durante o Festival de Cannes, a fim de conseguir os recursos necessários para viabilizá-lo.
Durante uma coletiva de imprensa virtual para promover ‘Free Guy’, Ryan Reynolds não conteve seu entusiasmo e disse que a comédia de ação é o seu melhor filme.
O astro de ‘Deadpool‘ também garantiu que o roteiro vai agradar até quem não é viciado em videogames porque há uma bela mensagem escondida na trama.
“Eu sempre olhei para filmes de esportes como boas metáforas. Sabe de uma coisa? Os maiores filmes de esportes não são realmente sobre esportes. Se você prestar atenção, ‘Campo dos Sonhos‘ não é uma história sobre o beisebol. Eles usaram o beisebol como um meio de contar uma história realmente bonita sobre um filho e um pai tentando se conectar. E acho que estamos fazendo a mesma coisa com ‘Free Guy‘.”
Ele completou:
“Estamos usando o mundo dos videogames, o mundo da Cidade Livre e a cultura dos videogames como uma espécie de veículo para contar uma história bela e poderosa. Eu acho que essa é a melhor experiência que já tive na minha carreira, e também acho que é o melhor filme que já fiz.”
Lembrando que ‘Free Guy‘será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de dezembro.
Confira o trailer:
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Escrito porMatt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), o longa é dirigido porShawn Levy(‘Uma Noite no Museu‘).
Um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.
O reboot da franquia ‘Resident Evil‘ nos cinemas teve seu elenco divulgado, e o que chamou a atenção foi que os personagens mais amados do jogo estarão presentes, incluindo a Jill Valentine.
Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) será Claire Redfield, enquanto Robbie Amell (‘Upload’) viverá Chris Redfield.
O elenco ainda trazTom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy eNeal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.
A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.
“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.
Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.
Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
O elenco ainda traz Hannah John- Kamen (‘Homem-Formiga e a Vespa’) como Jill Valentine,Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy eNeal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.
A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.
“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.
Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.
Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
Como um mundo de infinitas possibilidades, em que a verdade é só aquilo que você quer que as pessoas saibam sobre você, a era digital redefiniu a forma como nos relacionamos com tudo na nossa vida. Entre avatares construídos a partir das fotos de outras pessoas, aos inúmeros filtros que suavizam os traços faciais, tonalizam os fios de cabelo e colorem os olhos, fato é que hoje a linha que separa o real do fictício é tão tênue, que chega a ser imperceptível. E se apropriando desse novo conceito de sociedade contemporânea, Jordan Peele nos entrega, na segunda temporada de The Twilight Zone, o episódio Downtime, uma experiência tragicômica e um tanto otimista sobre a vida invisível que ninguém mais parece estar disposto a viver.
Considerando o contexto atual em que aparentemente todos nas redes sociais levam vidas bem resolvidas e impecáveis, Downtime nos apresenta esse submundo virtual, a versão do game Second Life que de fato estamos todos curiosos para ver ganhar vida um dia. Nesse universo paralelo, os usuários são capazes de construir uma nova jornada, trocar sua identidade de gênero e assumir estilos distintos e até mesmo construir outros relacionamentos e uma nova família. Realizando os anseios que no mundo real eles são incapazes de conseguir, essas dezenas de milhares de pessoas engolem a realidade do dia-a-dia e sustentam vidas duplas.
Neste conflito sócio psicológica, Michelle Weaver (Morena Baccarin) está entre uma vida de mentira muito bem contada e agradável e sua dolorosa e pouco atrativa realidade. E ao longo do curto episódio, questões éticas e morais são elencadas, à medida que elas tentam instigar na audiência a mesma reflexão que a protagonista do conto. Abordando, de forma leve, assuntos como a insatisfação humana na era digital e a necessidade de auto projeção e autovalidação social persistente nessa era, Downtime falha por não ser aquele tipo de episódio claustrofóbico, que coloca nossas emoções e sensações à flor da pele.
Com uma narrativa mais suave e até mesmo mais promissora, o capítulo antológico reforça a premissa de Peele de fazer uma homenagem singela e positiva à clássica série de Rod Serling. Curioso em primeira instância e prazeroso como um episódio simples, Downtime é bem dirigido, e bem estrelado, mas peca por não destacar sua construção narrativa em um genuíno confronto com a audiência. Perdendo a oportunidade de fazer um pouco do que a brilhante comédia dramáticaIngrid Vai Para o Oeste fez, o episódio é otimista demais diante de um cenário sociocultural controverso. Ainda assim, seu resgate levemente nostálgico da atmosfera de The Twilight Zone faz da experiência um deleite que vale a pena conferir, mesmo que não seja tão memorável assim.
De acordo com o The New York Times, a Cineworld, controladora da 2ª maior rede de cinema dos Estados Unidos, está fechando todas as suas salas no país e no Reino Unido a partir desta quinta-feira (08).
Isso porque o público não está comprando ingressos devido à ausência de estreias causada pela pandemia do Coronavírus… Algo que já era esperado.
Ao total, quase 700 salas serão fechadas por tempo indeterminado, até que os estúdios voltem a lançar novos filmes.
A decisão vai afetar cerca de 40.000 funcionários nos EUA e outros 5.000 no Reino Unido, o que levantou questões sobre o que as outras redes farão se o cronograma de lançamento de Hollywood continuar pausado.
A Cineworld decidiu reabri suas portas apostando no alto faturamento de ‘Tenet‘, mas o longa arrecadou apenas US$ 45 milhões no mercado interno.
Mesmo assim, a estreia de ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ parecia uma salvação aos cofres da rede, e como o longa da MGM também foi adiado, não restaram opções além de encerrar as atividades temporariamente.
No último fim de semana, 2.931 cinemas norte-americanos foram abertos, cerca de 57% do total do país, mas geraram um valor de apenas US$ 12 milhões.
No mesmo período do ano passado, o total de bilheteria chegou a US$ 150 milhões, impulsionado pelo lançamento de ‘Coringa‘, que arrecadou US$ 96,2 milhões nos três primeiros dias de exibição.
Lembrando que ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ chegará aos cinemas em 02 de abril de 2021.
Confira os novos cartazes individuais:
Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.
Apenas pelo trailer, o seriado Emily em Paris (Emily in Paris) já prometia vários clichês sobre as diferenças culturais entre os estadunidenses e os franceses, particularmente os parisienses. A promessa é cumprida em cinco horas, distribuídas em 10 episódios, em que tudo soa falso ou exagerado, até a própria protagonista, vivida pela Lily Collins (Simplesmente Acontece). Contudo, os minutos passam rapidamente e a produção torna-se uma agradável forma de lazer pelas esquinas e avenidas de Paris.
Com um ar daquelas comédias da Sessão da Tarde dos anos 90, na quais as irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen viviam aventuras em outro país, como pedir o prato errado, Emily em Parisapresenta uma jovem publicitária que da noite para o dia deixa a cidade de Chicago para trabalhar em uma agência de publicidade em Paris. Graças a gravidez inesperada de sua chefe Madeline (Kate Walsh), Emily assume a responsabilidade de levar o olhar norte-americano para agência parisiense adquirida pela empresa nos Estados Unidos.
Sem falar nada de francês, Emily Cooper se garante no bordão geracional “fake it until you make it”, em português seria “finja até conseguir”, estratégia vendida por 10 em cada 10 coaches no mundo. Ou seja, Emily encara a vida sem preocupações e com soluções possíveis e rápidas para tudo e, mesmo quando ela não sabe o que está fazendo, ela finge lidar com qualquer tipo de situação muito bem.
Logo no segundo episódio o namoro à distância acaba e Emily vê-se solteira na cidade mais romântica do mundo, segundo a própria personagem. O término pouco abala a moça que não conversa com os colegas de trabalho e esforça-se pouquíssimo para aprender o idioma. Ela acha normal usar o tradutor do seu celular para comunicar-se. Com sorte, a protagonista encontra vários falantes da língua inglesa na cidade luz.
Um deles é o seu vizinho e principal interesse amoroso, o chef Gabriel (Lucas Bravo), que está sempre por perto para ajudá-la. Além dele, há a sua nova melhor amiga Mindy Chen (Ashley Park), uma chinesa rica que prefere trabalhar de babá em Paris a disfrutar a fortuna da família, porém, com várias restrições, no seu país de origem. Para completar o grupo social da recém-residente francesa, ela conhece Camille (Camille Razat), uma jovem artista, herdeira de uma vinícola em Champagne e, por coincidência, namorada de Gabriel.
Disposta a mostrar trabalho, Emily sempre inventa alguma ideia nas redes sociais. Aliás, seu pitch de vendas para os clientes é como conseguir mais seguidores e ter presença digital. Suas frases parecem tiradas de um pequeno manual de social media de 2010. Sua experiência profissional anterior é lançar produtos farmacêuticos e captar clientes por meio de buscas na internet, mas imediatamente ela tem boas ideias para todos os clientes de luxo da agência.
Com o perfil @emilyinparis, a protagonista alcança 20k a partir de postagens com #roomwithaview e saboreando un pain au chocolat. Sua conta no Instagram consegue chamar atenção até da primeira dama Brigitte Macron e de famosas marcas de cosméticos, o que abre uma discussão sobre fazer publicidade por meio de influencers ou com uma agência. Emily bate na tecla de ser uma profissional com mestrado em Marketing e não apenas uma “caçadora de likes”. Para além do aspecto profissional, os clichês da estrangeira perdida culturalmente soam inocentes e engraçados, mesmo que Emily tenha uma postura altiva, a personagem é ao mesmo tempo arrogante e ignorante sobre os modos de vida para além do que ela está habituada.
A postura de “eu vim melhorar o trabalho de vocês” é insolente. Os enredos de pessoas a explorar outros ambientes e experimentar outras perspectivas normalmente são mais maleáveis. Se você já viu Sob o Sol da Toscana (2003), ou mesmo Comer, Rezar e Amar (2010), sabe que o processo mais natural é abrir-se ao desconhecido e aprender. Emily nada aprende, ou melhor, ela reclama da cultura e língua alheia. Sua permanência em Paris parece uma imposição aos outros de adaptarem-se a ela e as suas “novidades” do mundo digital.
Criado por Darren Star, responsável pelos sucessos Sex and the City (1998-2004) e Younger (2015-2020), o seriado capta o espírito glamoroso das produções anteriores, contudo deixa a desejar na construção da protagonista. Apesar dos modelitos extravagantes à la Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), Emily está longe de uma presença contagiante. Os temas problematizados também são pouco evidentes, muito diferente do questionamento sobre o mercado de trabalho a partir dos 40 anos, vivenciado por Liza Miller (Sutton Foster) em seis temporadas de Younger.
Com um tom de Miranda Priestly (Meryl Streep), de O Diabo Veste Prada (2006), Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu) encarna o único desafio de Emily, isto é, agradar a chefe executiva da agência. O processo, no entanto, não se encaixa com o enredo, pois Emily não parece disposta a aprender qualquer coisa na França. Ela apenas quer que todas gostem dela e façam o que ela acredita ser melhor.
Embora as partes mais divertidas sejam os transtornos amorosos da jovem publicitária, quase como a protagonista Fernanda (Mônica Martelli), de Os Homens São de Marte…. E é Pra Lá Que Eu Vou (2014), a temporada termina em um forçado triângulo amoroso. Por outro lado, Paris continua com seu encanto especial e suas peculiaridades garantem momentos de entretenimento em tela.
Sem levar a sério, Emily em Paris é um aprazível descanso da mente em uma cidade lúdica perfeita para qualquer estrangeiro adaptar-se, sonhar e ser quem eles não são em território pátrio. Esta é a mensagem da primeira temporada, além de todas as citações norte-americanas sobre a França, como Nicole Kidman, em Moulin Rouge (2002), Ratatouille (2007) e O Resgate do Soldado Ryan (1998), na Normandia. Afinal de contas, o Rio de Janeiro também não é exatamente como o representado nas novelas de Manoel Carlos, mas o público adora assim mesmo por conta dos personagens dramáticos. Clichês e piadas culturais à parte, falta drama na vida estrangeira de Emily.