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Fernanda Torres vence prêmio de Melhor Atriz no Satellite Awards por ‘Ainda Estou Aqui’

Fernanda Torres está celebrando mais uma conquista em sua carreira, desta vez recebendo o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama no prestigioso Satellite Awards, por sua atuação no aclamado longa ‘Ainda Estou Aqui‘.

A premiação, organizada anualmente pela International Press Academy (IPA), anunciou sua lista de vencedores na madrugada desta sexta-feira, 26 de janeiro, e, mais uma vez, a atriz brasileira se destacou em meio a uma competição feroz.

Ao conquistar este prêmio, Fernanda Torres mostrou mais uma vez seu imenso talento e sua capacidade de emocionar e encantar o público com performances memoráveis. Sua atuação no filme Ainda Estou Aqui foi amplamente elogiada pela crítica, e agora, com o Satellite Award em mãos, ela reafirma seu status como uma das maiores atrizes da sua geração. A vitória de Fernanda é ainda mais significativa, pois a atriz desbancou nomes mundialmente renomados, como Angelina Jolie e Tilda Swinton, que também estavam na disputa pela mesma categoria.

No filme, Torres interpreta uma mãe de cinco filhos cuja vida é devastada pelo regime ditatorial que sequestra seu marido.

Sua atuação foi amplamente elogiada, destacando-se pela resiliência e pela emoção crua ao dar vida a uma personagem que enfrenta a perda e a opressão, mas permanece forte por seus filhos.

‘Ainda Estou Aqui’ subiu para 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Os críticos elogiaram amplamente o filme, destacando a forma humanizada com que retrata os eventos reais, bem como o desempenho notável do diretor Walter Salles e da atriz Fernanda Torres.

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“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.

“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.

“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.

“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.

“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.

“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.

“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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‘Orgulho e Preconceito’ com Zumbis faz SUCESSO em streaming; Saiba aonde assistir!

Os filmes de super-heróis e contos de fada não devem sair tão cedo de moda, assim como as produções sobre zumbis. A moda da vez é ‘Orgulho e Preconceito e Zumbis‘, uma versão mais hardcore do clássico livro ‘Orgulho e Preconceito‘, escrito por Jane Austen e lançado em 1813.

O filme estreou no TOP 5 dos filmes mais vistos da HBO Max.

Confira:

A essência da história de Austen continua a mesma: Em um baile, Jane (Bella Heathcote) e Elizabeth Bennet (Lily James) conhecem Mr. Bingley (Douglas Booth) e seu arrogante amigo, Mr. Darcy (Sam Riley), recém-chegados à cidade. Enquanto Mr. Bingley rapidamente se interessa por Jane, Elizabeth e Mr. Darcy parecem não compartilhar dos mesmos sentimentos e entram numa relação de amor e ódio.

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Nessa versão, as irmãs Bennet aparecem como guerreiras especialistas em artes marciais. E entre vestidos e penteados, escondem facas e espadas, já que uma praga zumbi tomou conta da Europa e elas precisavam aprender a se defender.

Dirigido por Burr Steers (‘A Morte e Vida de Charlie’), que também assina o roteiro juntamente com David O. Russell (‘Trapaça’), o longa tem pouco mais de uma hora e meia de duração e chama a atenção por não se parecer com os “filmes-paródia” que estamos acostumados a ver.

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Aqui, a história de Jane Austen é respeita e levada a sério. Os personagens, o romance, os temas abordados e até os diálogos do original continuam ali. É como se Seth Grahame-Smith, o autor do livro lançado em 2009 (que leva o mesmo nome do filme e foi a grande inspiração para esse projeto), tivesse apenas incluído zumbis comedores de cérebro na história.

As saídas que o roteiro encontra para adaptar as situações são criativas e é interessante ver uma sociedade do século XIX tentando manter seus costumes e tradições mesmo com uma horda de mortos-vivos andando por aí.

Porém, nem tudo são flores na produção hollywoodiana. O longa protagonizado por Lily James (‘Cinderela’), Sam Riley (‘Malévola’), Douglas Booth (‘Romeu e Julieta’) e Bella Heathcote (‘Sombras da Noite’) sofre com atuações medianas e efeitos especiais bem abaixo do esperado.

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O destaque fica pela participação de dois atores da série ‘Game of Thrones‘, Charles Dance (que no filme faz o papel de Mr. Bennet) e Lena Headey (Lady Catherine).

Orgulho e Preconceito e Zumbis‘ pode não agradar aqueles que esperam por uma aventura épica, mas funciona como um bom entretenimento. Além disso, é uma ótima oportunidade de se conhecer uma história clássica com uma nova roupagem, cheia de ação, sangue e bom humor.

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