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‘Annabelle 4’ pode ter diretor de ‘A Freira’

Após o mediano Annabelle 3: De Volta Para Casa arrecadar saudáveis US$ 231 milhões mundialmente, o quarto filme da franquia é dado como certo.

Segundo o WGTC, a New Line atualmente está traçando planos para ‘Annabelle 4‘ – embora detalhes concretos sobre o enredo ainda não foram revelados.

Corin Harder, responsável por A Freira‘, está interessado em assumir a direção, mas os detalhes sobre equipe e elenco ainda permanecem em segredo.

O último filme da franquia mostrou os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazendo a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre.

O próximo filme da franquia é Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (The Conjuring: The Devil Made Me Do It), que chega aos cinemas em 11 de setembro de 2020.

Crítica | Cuties: Filme da Netflix acende polêmica sobre o que deseja combater

Envolto numa polêmica que diz mais sobre as pessoas que a levantaram que sobre o filme, Cuties — ou Mignonnes, no original — é muito menos uma história sobre amadurecimento e mais sobre as pressões sociais exercidas sobre crianças e adolescentes em fase de transição, que se intensificam ainda mais com as redes sociais. O filme da roteirista e diretora franco-senegalesa Maïmouna Doucouré parte da perspectiva da jovem Amy (Fathia Youssouf) para contar uma história sobre identidades mistas e o conflito de gerações que se apresenta na interseção entre preservar o tradicionalismo (ora pautado no sexismo) da cultura familiar e a incessante vontade de descobrir o mundo que atinge qualquer pessoa em fase de amadurecimento. A interseção entre a adolescência e a juventude aos 11 anos de idade. 

O resultado, complexo em sua natureza e mais preocupado em dar voz à protagonista de forma não-apologética, às vezes ignora o fato de ela ser muito nova para este tal olhar não-apologético, e se isso causa um olhar dúbio, dá material tanto para os seus defensores quanto para os seus detratores.

A controvérsia do filme vem de um lugar honesto, mas corre o risco de acabar com qualquer tipo de debate ou relativização justamente proposta pela obra. Se as escolhas feitas pelo marketing da Netflix não foram as melhores, cabe dizer também que talvez tenha faltado ao filme ser mais enfático no estudo das suas personagens e todas as suas complexidades e contradições.

Na história, Amy é uma garota de 11 anos de origem senegalesa e família muçulmana que se encanta com um grupo de dança de seu colégio, formado por outras quatro meninas da mesma idade que ela. Amy se dedica então a ficar cada vez mais parecida com elas para ser aceita dentro do grupo — roupas justas, exposição nas redes sociais e passos de dança nada apropriados para a idade, então, passam a fazer parte desta jornada de Amy e de suas novas amigas. Paralelamente, a garota vive em casa cercada pela tradição religiosa e vendo a poligamia do pai ser um sofrimento silencioso para a mãe. A ideia de rompimento vem a partir da exposição destes dois ângulos opostos da realidade da criança.

Vencedor do prêmio de melhor direção na seção de Drama do Cinema Mundial do Festival de Sundance, o longa foi adquirido pela Netflix para distribuição global e a primeira grande mudança veio no material de divulgação. Enquanto o cartaz que divulga o longa na França, onde foi lançado nos cinemas, traz as garotas em um clima de brincadeira e inocência pelas ruas, o material escolhido pela gigante do streaming mostra o grupo de protagonistas em uma apresentação de dança, que está em um dos momentos finais do filme, e todas usam roupas curtas feitas justamente para a apresentação e estão em poses supostamente sexualizadas. 

A comoção que passou a pedir que a Netflix cancelasse o lançamento do filme tomou proporções gigantescas, e arrecadou milhares de assinaturas em petições antes mesmo de alguém poder assistir à obra. As acusações foram de sexualização de menores a um olhar predatório da direção que estaria despreocupada com as repercussões para as jovens atrizes que participaram do filme, e embora nenhuma dessas acusações deva ser feita ou olhada de forma leviana, corremos o perigo aqui de estar diante de um olhar intransigente através do qual falar sobre um assunto é sinônimo imediato de compactuar com ele.

Por um lado, Doucoré constrói uma obra deliberadamente indigesta, a partir das próprias experiências e da observação de seus arredores. O filme contrasta os lampejos de infantilidade das protagonistas — brincadeiras, a inocência e as explosões de risadas que denunciam a imaturidade esperada para a idade — com cenas que obrigam o espectador a confrontar seus corpos e uma ‘adultização’ precoce buscada por elas. Exposta para nos incomodar e determinar que estamos diante de uma mistura de idades, de fases e de influências ao mesmo tempo perigosa e delicada, é a exposição demorada sobre os corpos das crianças, em close-ups e ângulos pouco sutis, que acendeu certos alertas. A composição dos contrastes nas entrelinhas às vezes parece não ser o suficiente para transmitir o recado de forma efetiva, embora a indigestão volta e meia reapareça com toda força. É como se o filme estivesse ao mesmo tempo tentando caminhar pegando a audiência pela mão para se certificar de que o recado será entendido, e justamente por isso isso, às vezes, se torna exaustivo e literal demais. 

Mesmo assim, a confluência de estímulos a que Amy e suas colegas estão expostas no filme existe de forma questionadora, um cabo de guerra que termina quando a garota escolhe um dos lados. Nas redes sociais, as crianças publicam registros próprios carregados de filtros que as fazem parecer muito mais velhas do que realmente são, e enquanto o mundo junto aos colegas é de cada um descobrindo e entendendo melhor o próprio corpo, em casa elas são parte de manter e passar adiante tradições familiares que vêm de gerações e que, talvez, elas sejam um pouco novas para entenderem a importância. Não precisar escolher um lado é um conceito que talvez Amy seja muito nova para entender, mas isso não significa que o filme não saiba disso. 

A ideia de abrir o debate e falar abertamente sobre os problemas da superexposição e sexualização infantil é tanto a ideia do filme quanto a de seus opositores, embora estes últimos partam de uma ideia que tenta podar qualquer conversa que possa partir da obra. Doucouré usa suas próprias experiências crescendo entre duas culturas e também a sua observação dos seus arredores em Paris, além de entrevistas com centenas de crianças e adolescentes que contaram histórias que entraram para o filme ou não — algumas ela sequer teve coragem de abordar tamanha a delicadeza.

É uma confluência de ideias que se torna leve quando acompanhamos as brincadeiras das crianças — em uma das cenas mais cômicas, uma delas tem a língua lavada com sabão após brincar com uma camisinha no parque, achando que era um simples balão. Mas se torna pesada quando toda a forma como a sexualização dessas meninas é posta em tela sob uma perspectiva que deixa claro justamente o quanto aquilo é confuso para elas. Em algumas cenas, elas estão obcecadas com alguns rapazes, que se afastam ao descobrirem que elas têm apenas 11 anos. Em outra cena, as poses de dança que são terrivelmente chocantes para quem olha são, para elas apenas bobas e inocentes. 

O que revela uma certa displicência no filme é a forma como ele não se preocupa com resultados, e parece se apressar para um final com poucas resoluções e ainda menos consequências. O resultado é uma mensagem cheia de ruídos, que esconde a potencial beleza e o carisma construído com cuidado e carinho na primeira metade do filme. Se costurasse melhor as causas e consequências das ações de Amy, poderia ter um resultado mais unânime e potente, ainda que não seja lá tão difícil entender certas coisas se você um dia já foi uma garota de 11 anos de idade.

Tendo como ponto de partida o choque da adultização precoce destas garotas, ‘Lindinhas’ é um retrato provocador do trauma, que busca acender um debate sobre a forma como os estímulos e as percepções sociais recaem sobre uma idade em que você se acha adulta demais para ser criança mas é criança demais para ser uma jovem. O filme se constrói sobre a ideia de uma escolha cruel, e em sua execução errática por vezes se esquece que essa já é uma idade difícil o suficiente sem as explosões a que recorre no final. Mas, se o seu objetivo era gerar um debate, pode ter certeza que isso ele conseguiu. 

‘Shrek’: Franquia COMPLETA estreia na Netflix e filmes entram para o TOP 10!

A franquia completa de ‘Shrek‘ foi lançada no catálogo brasileiro da Netflix.

Shrek‘, ‘Shrek 2‘, ‘Shrek Terceiro‘ e ‘Shrek para Sempre‘ foram disponibilizados no catálogo, e dois filmes já figuram no TOP 10 dos mais assistidos da Netflix.

Shrek‘ estreou no 6º lugar, enquanto ‘Shrek 2‘ figura na 8ª posição dos títulos mais vistos do streaming.

Confira:

Além da franquia original, o serviço de streaming também tem em seu catálogo o spin-off ‘Gato de Botas‘, além de especiais de Natal e Halloween.

Shrek‘ teve quatro filmes lançados no cinema, que arrecadaram US$ 3 bilhões mundialmente. Além deles, dois especiais lançados direto em vídeo, de Natal e de Halloween, e um spin-off focado no ‘Gato de Botas‘.

Inicialmente, eram previstos cinco longas, mas a má recepção do terceiro e do quarto filme fizeram a Dreamworks pausar a produção.

Shrek Para Sempre‘ foi lançado em 2010 e arrecadou US$ 238 milhões nos EUA, pior arrecadação da franquia – sem levar em consideração os US$ 149 milhões arrecadados pelo spin-off do ‘Gato de Botas‘.

‘A Babá – O Chamado das Sombras’: Terror do diretor de ‘A Noiva’ ganha trailer DUBLADO e data de estreia no Brasil

O terror ‘A Babá: O Chamado das Sombras‘ ganhou um assustador trailer dublado e nova data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme será lançado pela Playarte nas telonas no dia 25 de Novembro.

O terror é dirigido por Svyatoslav Podgaevsky – que já fez ‘A Sereia – Lago dos Mortos‘ e ‘A Noiva‘ – e Nathalia Hencker, e é baseado em uma antiga lenda do folclore eslavo.

Assista ao trailer dublado:

Uma jovem família contrata uma babá para tomar conta de suas crianças, mas depois de conseguir a confiança dos pais, a nova guardiã começa a exibir um comportamento estranho. Quando seus pais se recusam a acreditar nele, o filho Egor precisa enfrentar a situação sozinho… até que ele descobre que a babá e sua irmãzinha desapareceram sem deixar rastro. Com seus pais em um estado hipnotizado, sem lembranças de sua própria filha, Egor percebe que sua família foi vítima de um antigo demônio chamado Baba Yaga. Com a ajuda dos seus amigos, ele deve parar a entidade antes que os seus pais esqueçam dele também.

Maryana SpivakAleksey Rozin e Svetlana Ustinova estrelam a produção.

 

Apple TV+ aumenta o valor da mensalidade em MAIS DE 50%

A Apple subiu os valores de suas mensalidades da Apple TV+ e Apple Music, sem justificar o motivo do aumento.

O Apple TV+, serviço de streaming de filmes e séries, foi de R$ 9,90 para R$ 14,90 por mês. Trata-se de mais de 50% de aumento.

O Apple Music foi de R$ 16,90 para R$ 21,90 no plano individual, e no plano familiar foi de R$ 24,90 para R$ 34,90.

Apesar de não tão conhecido ou utilizado quanto suas conterrâneas, o catálogo da Apple+ possui algumas das joias dos últimos anos, incluindo a recente adaptação A Tragédia de Macbeth ou a aclamada comédia Ted Lasso, que vem fazendo a limpa nas premiações desde sua estreia oficial.

Pensando nisso, separamos uma breve lista com dez grandes produções recentes que você pode conferir na plataforma, de séries e a filmes fantásticos.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

THE MORNING SHOW (2019 – PRESENTE)

Há muitos anos, Alex Levy (Jennifer Aniston) é a diretora do The Morning Show, um programa de TV matinal de prestígio que parece ter revolucionado a televisão americana. Quando Mitch Kessler (Steve Carell), seu parceiro de trabalho há 15 anos, é demitido por ser acusado de má conduta sexual, a jornalista se esforça para manter seu emprego como âncora principal, enquanto trava uma batalha contra Bradley Jackson (Reese Witherspoon), uma novata que quer roubar seu lugar.

DICKINSON (2019 – 2021)

Se você ainda não assistiu à série Dickinson, não sabe o que está perdendo: estrelada por Hailee Steinfeld, a trama acompanha, de forma descontraída e deliciosamente anacrônica a vida e a obra da poeta estadunidense Emily Dickinson, que lutou contra o status quo para publicar seus escritos, enfrentando o próprio pai e a tradicionalista e impetuosa sociedade em que se encontrava. Com breves três temporadas, a jornada criada por Alena Smith é irretocável e envolvente do começo ao fim.

SERVANT (2019 – PRESENTE)

Um dos grandes acertos da carreira de M. Night Shyamalan certamente não poderia ficar de fora da nossa lista. Servant acompanha um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

ON THE ROCKS (2020)

Considerado um dos melhores longas-metragens de Sofia CoppolaOn The Rockstraz Bill Murray, Rashida JonesMarlon WayansJessica HenwickJenny Slate e Barbara Bain no elenco e posa como uma comédia não ortodoxa ambientada na cidade de Nova York, onde Laura (Jones), uma escritora, se reúne com seu rico pai Felix (Murray) para investigar o marido (Wayans), o qual ela suspeita que está tendo um caso.

WOLFWALKERS (2020)

Em uma época de superstição e magia, uma jovem aprendiz de caçadora, Robyn Goodfellowe, viaja para a Irlanda com seu pai para exterminar a última matilha de lobos. Enquanto explora terras proibidas para além dos muros da cidade, Robyn se torna amiga de Mebh, uma jovem espírito-livre e membro de uma misteriosa tribo que tem a habilidade de se transformar em lobo à noite. Conforme procuram a mãe de Mebh, Robyn descobre secretos que a levam mais fundo no mundo dos Wolkwalkers – e arrisca se tornar tudo o que o pai mais odeia.

GREYHOUND – NA MIRA DO INIMIGO (2020)

Qualquer produção que tenha Tom Hanks já nos chama a atenção – senão pelo poder da obra em si, pelo carisma e pela versatilidade invejáveis que o astro traz às telas. No drama de guerra ‘Greyhound – Na Mira do Inimigo’, Hanks, que também assina o roteiro, vive Ernest Krause, capitão de um comboio com 37 navios aliados durante a II Guerra Mundial que se vê no centro de uma perseguição por barcos nazistas.

TED LASSO (2020 – PRESENTE)

Ted Lasso estreou sem muito barulho e, em poucas semanas, transformou-se em uma das produções mais ovacionadas da contemporaneidade – conquistando dezenas de prêmios e o coração do público, principalmente pela atuação impecável de nomes como Jason Sudeikis e Hannah Waddingham. A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

PHYSICAL (2021)

Sheila Rubin (Rose Byrne) é uma dona de casa quietamente atormentada pela San Diego dos anos 1980 que, detrás das portas, luta contra demônios pessoais e uma viciosa voz interior. Mas as coisas mudam drasticamente quando ela descobre a aeróbica, mergulhando numa jornada a caminho do empoderamento e do sucesso.

SCHMIGADOON! (2021 – PRESENTE)

Estrelado por Keegan Michael-KeyCecily Strong‘Schmigadoon!’ precisa estar na sua lista de próximos títulos para assistir. A trama gira em torno de um casal em uma viagem com o objetivo de revigorar seu relacionamento, mas eles acabam encontrando uma cidade mágica que vive em um musical dos anos 1940, e não podem ir embora até que encontrem o “amor verdadeiro”.

A TRAGÉDIA DE MACBETH (2021)

A Tragédia de Macbeth é uma das mais recentes e aclamadas adaptações da obra homônima de William Shakespeare – e, meses depois de ter chegado ao mercado internacional, chegou ao Brasil. Estrelado pelos vencedores do Oscar Denzel WashingtonFrances McDormand, essa fantástica produção acompanha a ascensão e a queda de Macbeth, um lorde inglês ambicioso que não deixará ninguém se colocar entre ele e seus objetivos – guiado pela profecia de um trio de bruxas sinistro e auxiliado pela companhia de sua esposa, Lady Macbeth, que tem desejos próprios a que almeja cumprir.

‘Rebel Moon’ sequer estreou e Zack Snyder já sonha em lançar “Versão do Diretor”

Após ‘Rebel Moon ganhar seu trailer, Zack Snyder (‘Liga da Justiça’) revelou que já pensa em lançar uma “Versão do Diretor” do filme que sequer estreou.

“Eu não consigo evitar. Tenho esperança que isso aconteça no futuro.”, afirmou ao Comic Book.

O filme será lançado com classificação para maiores de 12 anos na Netflix, e o diretor quer lançar uma versão para maiores de 18 anos futuramente.

Em entrevista exclusiva à Vanity Fair, Snyder já havia adiantado que o filme será lançado com dois cortes diferentes: um PG-13 (adequado para maiores de 13 anos) e outro Rated R (restrito para maiores de idade).

“Um corte é um filme que qualquer um pode assistir e curtir. O outro é mais explícito e é estritamente para adultos. Acho que esse segundo corte será mais divertido para os meus fãs e para as pessoas que estão preparadas para um mergulho mais profundo e intenso”, afirmou Snyder.

A primeira parte do projeto sci-fi, intitulado Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo’, chegará à Netflix em 22 de dezembro; a segunda, intitulada Rebel Moon – Parte 1: A Marcadora de Cicatrizes, estreia em 19 de abril de 2024.

Confira:

Em uma recente entrevista à Empire, Snyder revelou que não consegue ver um “fundo” em relação a quanto conseguirá explorar desse universo sci-fi – indicando que o filme pode ter mais sequências além das duas já confirmadas e, quem sabe, uma série de televisão.

“Quando eu mostrei a ideia para a Netflix, a escala era algo que eles queriam”, Snyder conta. “Eles disseram: ‘bom, o quão grande pode ser? Quantos filmes?’. Eles me fizeram dizer: ‘OK, se nós realmente vamos fazer isso, podemos mergulhar bem fundo. Não podemos atingir o fundo, realmente”.

Conversando com a mesma revista, Snyder revelou que o filme teve uma origem interessante no universo ‘Star Wars‘.

Em uma reunião com a Lucasfilm, logo após a aquisição da empresa pela Disney em 2012, surgiu a ideia original para o projeto. Snyder expressou seu desejo de criar uma história independente, sem utilizar personagens já estabelecidos.

“A venda tinha acabado de acontecer. Havia uma janela ali em que ninguém sabia o que era possível, sabe? Eu cheguei para a reunião e disse: ‘Não quero nenhum dos seus personagens. Não quero fazer nada com figuras que o público reconheceria. Quero fazer a minha própria história ali do lado'”, compartilhou Snyder.

No entanto, o diretor também expressou seu desejo de que ‘Rebel Moon‘ fosse um filme para maiores de idade, o que se tornou um obstáculo na negociação.

“Eu ainda disse a eles: ‘Acho que será um filme para maiores!’. E isso foi um grande problema. Eu sabia que era muita coisa para pedir, e quanto mais eu tentava convencê-los, mais percebia que eles nunca iam deixar eu fazer o que queria.”

Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos. Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança. Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

 

Bill Skarsgård em cena de ação de ‘O Corvo’ no estilo de ‘John Wick’

Foi divulgado um rápido clipe que traz Bill Skarsgård no reboot de ‘O Corvo‘, que tem estreia agendada para o dia 22 de agosto nos cinemas nacionais.

Na breve cena, podemos ver que o filme terá uma ação no estilo de ‘John Wick‘.

Confira, com o trailer dublado e legendado:

A trama acompanha Eric Draven (Bill Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.

Conhecido por seu papel como Pennywise em ‘It: A Coisa‘, Bill Skarsgård estrela o filme ao lado da cantora FKA twigs, que faz sua estreia nos cinemas. Um dos projetos mais comentados da indústria cinematográfica dos últimos anos, o longa é uma nova versão do clássico estrelado por Brandon Lee em 1994.

Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.

“Acho que o encanto do protagonista é que ele tem uma beleza perturbadora e, à medida que se transforma através de sua perda, ele se torna algo que nem ele consegue controlar. É aquela frase famosa: ‘Quem luta contra monstros deve ter cuidado para que não se transforme em um.’”, disse o diretor em entrevista.

Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

‘Sonic 3’ chega dia 19 nas Plataformas Digitais; Saiba aonde assistir!

Sucesso de crítica e público, ‘Sonic 3: O Filme‘ já tem data para chegar às plataformas digitais.

Os fãs do ouriço azul poderão assistir ao filme em casa a partir desta quarta-feira, 19 de fevereiro, através de serviços de compra e aluguel.

Quem optar pela compra poderá fazer por meio do Amazon Prime Video, Apple TV, Google Play e Microsoft Store e adquire também 50 minutos de conteúdos bônus exclusivos do filme*. Já quem decidir alugar tem como opções a Claro TV+, Vivo Play e Oi.

Na terceira aventura do ouriço, Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo o que já enfrentaram antes. Com suas habilidades excepcionais, a Equipe Sonic vai buscar uma aliança improvável na esperança de deter Shadow e proteger o planeta. Jim Carrey, James Marsden e Tika Sumpter retornam aos seus papéis como Ivo Robotnik, Tom e Maddie Wachowski. Ben Schwartz, Idris Elba e Colleen O’Shaughnessey também reprisam a dublagem de Sonic, Knuckles e Tails respectivamente. A grande novidade é a voz de Shadow que fica sob responsabilidade de Keanu Reeves.

A sequência conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção segue como a maior arrecadação da saga, com US$ 230.5 milhões.

Internacionalmente, o longa soma US$ 232 milhões, o que representa a maior arrecadação internacional da história da franquia. Para termos de comparação, o segundo filme fechou sua passagem pelos territórios internacionais com US$ 214.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28.9M), México (US$21.1M), França (US$18.4M), Austrália (US$17.1M) e Brasil (US$12.3M).

Com o sucesso, o quarto filme da franquia foi confirmado e já tem data de estreia: 19 de março de 2027.

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Raquel Hallak lança livro sobre os 20 anos do CineOP, com reflexões sobre preservação e memória do cinema brasileiro

Memória Viva do Cinema Brasileiro: CineOP 20 Anos (2006-2026)’, novo livro da Universo Produção, foi lançado neste domingo no hall do Centro de Convenções da UFOP, dentro da programação da 21ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto.

Com 360 páginas e formato especial, a obra celebra duas décadas da Mostra com textos de pesquisadores, curadores, professores, preservadores, realizadores e profissionais do audiovisual. Trata-se de uma reflexão coletiva sobre os pilares da CineOP, único evento do país dedicado permanentemente à preservação audiovisual, à história e à educação e que fortalece e pensa o cinema como patrimônio cultural. A coordenação editorial do livro é do curador, crítico e professor Cleber Eduardo, e a organização é de Raquel Hallak e Fernanda Hallak d’Angelo. A publicação foi financiada com recursos do Fundo Especial do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (Funemp), em parceria com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Concebido como publicação de caráter acadêmico e curatorial, “Memória Viva do Cinema Brasileiro” reúne ensaios, artigos, entrevistas e depoimentos com propósito geral de pensar a memória audiovisual como dimensão estratégica da cultura brasileira e reforçar o cinema como patrimônio e produção de conhecimento e transformação social diante de desafios e transformações tecnológicas, culturais e políticas ao longo dos anos.

Entre os pontos centrais adotados pelo livro está a compreensão de que preservar envolve escolhas, responsabilidades e disputas permanentes sobre aquilo que uma sociedade decide manter vivo. Os textos discutem questões como políticas públicas, formação especializada, preservação digital, arquivos e acervos, inteligência artificial, memória indígena e negra, circulação em plataformas digitais e os impactos das novas tecnologias sobre produção, acesso e conservação das imagens. A preservação é entendida como um processo contínuo, que depende de organização institucional, investimento, pesquisa, participação social e constante renovação de práticas e conhecimentos.

A obra está organizada em quatro grandes partes complementares. A primeira reúne textos dedicados à trajetória da CineOP e à consolidação de seus três eixos (Preservação, História e Educação) e relembra a construção da Mostra, sua relação com Ouro Preto e a formação de um espaço permanente de debate sobre o audiovisual brasileiro.

A segunda parte tem ensaios sobre as múltiplas dimensões da preservação contemporânea a partir de aspectos técnicos, políticos, sociais e culturais. A terceira seção tem um mosaico de memórias, experiências e testemunhos de profissionais, pesquisadores e curadores que participaram da construção da CineOP ao longo de seus vinte anos, e a quarta parte reúne documentos, cartas, marcos históricos e registros da trajetória do evento.

Entre os autores com textos na publicação estão figuras essenciais da discussão do cinema brasileiro como memória, educação e história, casos de João Luiz Vieira, Hernani Heffner, Adriana Fresquet, José Quental, Fernanda Coelho, Rafael de Luna Freire, Débora Butruce, Ines Aisengart Menezes, Daniela Giovana Siqueira, Vivian Malusá, Clarissa Alvarenga, Juliana Gusman, Lincoln Péricles e Anita Leandro, entre outros pesquisadores, realizadores e profissionais que atuam em diferentes frentes de cada eixo. Os textos percorrem temas que vão da memória televisiva à preservação indígena, das cinematografias negras e periféricas à animação brasileira, da profissionalização dos arquivos à formação de novas gerações.

O conjunto de artigos aponta que a preservação extrapola a conservação de filmes e incorpora documentos, cartazes, materiais de divulgação, arquivos pessoais, práticas curatoriais, cineclubismo, circulação de conhecimento e políticas de memória. Os autores e autoras defendem, num sentido amplo, a necessidade de ampliar a representatividade dos acervos preservados e de fortalecer a articulação entre universidades, instituições culturais, profissionais do setor e sociedade civil.

Memória Viva do Cinema Brasileiro: CineOP 20 anos (2006-2026)
Organização: Raquel Hallak d’Angelo e Fernanda Hallak d’Angelo
Coordenação editorial: Cleber Eduardo
Número de páginas: 360
Editora: Universo Produção
Lançamento: 28/6 (domingo), às 12h30, no Centro de Convenções da UFOP