O live-action de ‘Mestres do Universo’ está em desenvolvimento e os fãs estão especulando quem poderia ser o He-Mannos cinemas. Pensando nisso, um fã criou uma arte sensacional imaginando o ator Channing Tatum no papel do personagem. Confira:
Enquanto isso, segundo a revista Variety, o diretor David S. Goyer deixou a direção do live-action de ‘He-Man e os Mestres do Universo’. O site afirma que conflitos na agenda de Goyer não permitiram que ele assumisse o projeto, atualmente trabalhando na minissérie ‘Foundation’, adaptação da trilogia de Irving Asimov.
A Sony estaria em busca de um novo diretor e mantém da data de estreia para dezembro de 2019. Apesar de sair da direção, Goyer continua como produtor e roteirista do live-action.
Recentemente, o Omega Underground revelou que as filmagens de ‘He-Man e os Mestres do Universo‘, o live-action que trará aos cinemas o icônico personagem de brinquedos da Mattel e das séries em animação, vão começar em abril.
ASony Pictures lançará o filme no dia 18 de dezembro de 2019.
Exibida de 1983 a 1985, ‘He-Man e os Defensores do Universo’ teve 65 episódios. A inspiração para a série animada foi a linha de brinquedos da Mattel.
He-Man é a identidade super-poderosa de Adam, filho do rei do planeta Eternia, Randor. Ele ganha seus poderes da Espada do Poder, que ele ativa com a frase “Pelos poderes de Grayskull… Eu tenho a força!” Seu principal oponente é o Esqueleto, que vive determinado a tomar o castelo de Grayskull e dominar Eternia.
O roteirista Oren Uziel, de ‘O Paradoxo Cloverfield’, está trabalhando no roteiro do filme. Apesar da confirmação, o projeto ainda não possui produtor e nem se sabe se terá alguma ligação com os demais filmes do Universo da DC nos cinemas.
Ainda segundo o site, o filme da heroína representa uma mudança de foco no estúdio, onde os super-heróis serão encabeçado por Walter Hamada, que liderou muitos sucessos de filmes da New Line.
Nos quadrinhos, a personagem era adolescente quando escapou do condenado planeta Krypton junto com a criança que cresceu como Clark Kent.
Fique de olho no CinePOP para novidades sobre esse aguardado filme.
Uma das estreias da Netflix deste fim de semana foi uma tentativa de terror chamada O Clube de Leitores Assassinos. Inspirado em um livro homônimo, o longa tenta fazer uma releitura dos Slashers dos anos 90 por meio de uma fanfiction, conforme eles mesmos tentam justificar ao longo da trama, em um dos 498 diálogos expositivos no projeto. O problema é que o filme se perde em sua própria pretensão de ser genial, se apoiando numa metalinguagem barata que mais irrita do que instiga. Para complicar ainda mais a situação, o roteiro é completamente previsível e conta com diálogos mais cafonas e bisonhos que papinho de adolescente vivendo o primeiro amor.
A trama é focada em um grupo de estudantes de literatura, principalmente em Ángela (Veki Velilla), uma autora jovem que emplacou um livro de sucesso e agora sofre para fazer uma sequência. Após ser assediada por um professor, a menina, que tem fobia de palhaços, é apoiada por seu clube de leitura, que decide pregar uma peça no assediador vestindo todos os membros como palhaço para persegui-lo nos corredores da universidade. Só que um acidente ocorre e o professor acaba morrendo. O grupo combina de não falarem sobre nada do que fizeram para a polícia e começam a ser perseguidos por um supostamente amedrontador palhaço assassino.
Sabe aqueles filmes que são tão ruins que “dão a volta” e ficam bons? Claramente não é o caso desse aqui. Isso porque esses filmes que “dão a volta” costumam perceber que estão numa situação mais feia que briga de foice e deixam de se levar a sério, fazendo o público embarcar na galhofa. Mas no caso de O Clube de Leitores Assassinos, a direção acha mesmo que está fazendo um bom trabalho e aborda a trama como se fosse a mais genial já concebida e contasse com um grande elenco em seu auge. Mas, na verdade, não há a menor habilidade de criar tensão ou deixar o público apreensivo acerca de quem pode ser o assassino ou quem será a próxima vítima. E só piora com atuações muito ruins, que acabam sendo o verdadeiro terror do filme.
De verdade, pense na pior atuação que você já viu na TV aberta. Pode ser até aquelas participações de influenciadores digitais que aparecem por 2 minutos para surfar no hype de um vídeo viralizado. Te garanto que qualquer uma dessas atuações ruins que você pensou dão um banho nas apresentadas neste filme. A menos que você tenha pensado em Ilhados (2021), também da Netflix. Aí é páreo-duro mesmo. Mas analisando friamente, é muito complicado que os respectivos agentes dessa molecada jovem do filme tenha lido o roteiro e assistido as gravações, e achado que seria uma boa oportunidade para seus agenciados. De verdade, é um nível tão baixo que pode mesmo afetar suas chances de conseguir algum trabalho melhor daqui pra frente. Principalmente de Álvaro Mel, Carlos Alcaide e Iván Pellicer, que estão muito abaixo dentro de um elenco que claramente não está bem. O resto, feliz ou infelizmente, não chega a ter destaque o bastante. Não acredito nem que esses citados sejam maus atores, porque há sempre margem para crescimento e para evoluir na atuação, mas terem posto seus rostos nessa barca furada pode ser realmente complicado para eles. No fim, quem se salva mesmo é a mais experiente da turma, Veki Velilla, que já tem uma bagagem maior nas produções espanholas e consegue se virar melhor nessa bomba, só que até pra ela fica feio.
A direção é outro show de horrores. Carlos Alonso Ojea acredita que o roteiro realmente tem algo de genial por trás da metalinguagem de botequim e se apoia nisso para tentar levar o projeto a sério, mas falta tensão, falta o senso de urgência. De nada adianta você encher a tela de sangue se isso não transmite nervoso, medo ou incômodo ao espectador. Há personagens que aparecem com o pescoço cortado e você não consegue se importar com isso. Sem contar que o filme gira ao redor de oito bonecos. Desses oito, você já esquece o nome de uns sete ainda nos primeiros minutos de história, sendo que o próprio filme não faz questão de te lembrar, porque são só buchas. O problema é que eles vão morrendo e isso se torna tão relevante ou preocupante quanto pisar numa formiguinha na rua. Culpa da direção preguiçosa, que não se preocupa em desenvolvê-los minimamente para haver algum tipo de impacto em suas despedidas. Até mesmo um personagem, cujo potencial para ser odiado é gigante, fica tão largado na trama que sua morte não exprime qualquer reação do público. E todo fã de slasher sabe que uma das graças desses filmes é ver o cara babaca virando camisa de saudades eternas. Nem esse momento clássico e certeiro a direção é capaz de construir.
E como todo filme que aspira ao slasher, há um vilão fantasiado que tenta ser icônico, mas esbarra no genérico. É um palhaço, talvez para representar o espectador que gasta 1h30 de vida assistindo o filme. Só que a fantasia não assusta, não diverte… É apenas boba. É uma roupa cinza com uma máscara que mais parece um emoji. Qualquer um que já tenha passado o carnaval nos subúrbios do Rio de Janeiro sabe que dá pra fazer uma fantasia simples, mas intimidadora com verba curta, vide os Bate-Bolas. Então, a desculpa de falta de orçamento não cola, é falta de criatividade, de inspiração. É como se tivessem desistido antes mesmo de começar.
Bate-Bolas do bairro da Abolição (RJ), em foto de Guilherme Leporace. Reprodução/ X.
No fim das contas, O Clube de Leitores Assassinos é um grande desperdício da oportunidade de brincar com um braço do terror que voltou com tudo recentemente, que é o Slasher. Vide o sucesso da franquia A Morte Te Dá Parabéns e o retorno triunfal de Pânico. Enquanto pensava sobre o filme para escrever essa crítica, cheguei a me questionar se ele se enquadraria naqueles filmes de terror de baixo orçamento que passavam nas madrugadas da antiga MTV, mas até aquelas produções, por mais simples que fossem, tinham a humildade de reconhecer suas limitações e usavam um certo jogo de cintura para brincar com isso. Seria injusto com os filmes da MTV compará-los a esse aqui, que se leva muito a sério em um cenário catastrófico.
É realmente preocupante pensar que houve uma reunião de executivos da Netflix que se inteirou do projeto, leu o roteiro e falou: “Pode produzir. Está excelente!”. Enquanto filmes como O Clube de Leitores Assassinos ganham sinal verde, há uma porção de produções com potencial que acabam sendo canceladas ou sequer chegam a ver a luz do dia. É desesperador! Pelo preço e pelas limitações impostas atualmente pela plataforma, o mínimo que eles poderiam fazer para compensar seus assinantes é selecionar melhor os projetos que vão integrar seu catálogo – que já foi um dos melhores do mercado. Falta entender que qualidade vale muito mais que quantidade. Enfim, uma pena.
O Clube de Leitores Assassinos está disponível na Netflix
As histórias medievais até hoje permanecem no imaginário das pessoas. A imaginação sobre esse período é passada de geração em geração nos países da Europa, criando lendas como a dorei Arthur e construindo mocinhos e vilões ao longo de séculos e séculos de história. Um dos maiores especialistas vivos em criar ficção baseada em história real da Grã-Bretanha é o escritor Bernard Cornwell, que basicamente dedicou a sua vida a recontar a história do Reino da Bretanha. Uma de sua coleção de livros foi adaptada em formato seriado levando o mesmo título, ‘The Last Kingdom’. Inicialmente produzida para um outro canal, foi a partir do momento em que a Netflix adquiriu os direitos de exibição que esta série excelente acabou ganhando fãs no mundo inteiro. Agora, cinco temporadas depois, o desfecho dessa trajetória chega à plataforma através de um longa-metragem intitulado ‘The Last Kingdom: Seven Kings Must Die’.
Uma sombria profecia começa a circular: a de que sete reis e uma mulher a quem se ama precisam morrer para a paz acontecer. Uhtred (Alexander Dreymon) e seus companheiros ficam ressabiados, mas tentam não dar importância ao anúncio. Porém, quando a saúde do rei Edward começa a ficar frágil e ele vem a óbito, e sua viúva (Elaine Cassidy) e seu filho Edmund (Zak Sutcliffe) pedem refúgio no reino de Wessex, Uhtred começa a desconfiar de que de fato as coisas possam estar em perigo na Bretanha. Quando visita um dos filhos de Edward para assegurar a pacífica passagem de coroa, Uhtred é surpreendido pelo comportamento inesperado de Athelstan (Harry Gilby), que, sob a influência de um conselho ultra cristão, Ingilmundr (Laurie Davidson), mata o irmão e se autointitula rei da Bretanha. Mais ainda: declara que conseguirá unir todos os reinos a partir da conversão forçada de todos ao cristianismo. Assim, uma última vez, Uhtred precisará entrar em batalha para estabelecer a paz entre os reinos saxões, e, quem sabe assim, unir de vez a Grã-Bretanha.
Uma das coisas que chamam a atenção em ‘The Last Kingdom: Seven Kings Must Die’ é que o filme consegue se resolver em menos de duas horas de duração, contrariando a tendência contemporânea de fazer longas mais estendidos. O filme tinha história suficiente para ser uma nova temporada, mas foi acertada a decisão da produção de encerrar a história em outro formato, justamente para não desgastar a franquia.
Para quem não viu absolutamente nada da série, este filme trará bastante dificuldade, pois são muitos os personagens – e com nomes incomuns –, muitos reinos e territórios com mais de um nome, além relações entre personagens que, se você estiver com sono, não conseguirá acompanhar. Tipo aquela sensação de ver ‘Game of Thrones’ pela primeira vez. Por outro lado, apesar do susto inicial o roteiro de Martha Hillier com colaboração do próprio Bernard Cornwell consegue construir uma história que, mesmo que a princípio o espectador não consiga entender quem é quem, aos poucos tudo vai se encaixando, de modo que mesmo a pessoa que nunca leu nada da história da Inglaterra ou que sequer acompanhou a série poderá entender mais ou menos como se deu o início de tudo o que entendemos como Inglaterra nos dias de hoje.
O diretor Edward Bazalgette cria ambientes diferentes em cada um dos pilares dessa equação: mais obscuro no núcleo saxão, mais solar no núcleo do rei Athelstan. Ainda assim, dá uma leve incomodada ver cenários e figurinos muito limpinhos para um contexto histórico em que a higiene não era uma preocupação.
Apesar do título em inglês aqui no Brasil, ‘The Last Kingdom: Seven Kings Must Die’ encerra de forma épica a trajetória bem-sucedida de uma série que, inspirada em eventos reais, ajudou a reviver o mito de criação do Reino da Grã-Bretanha de maneira epopeica e valente, dando o devido protagonismo a um personagem cujo sangue danês precisava ser relembrado ao público. Vai deixar saudade.
“Eles mantêm tudo isso às escondidas, então ninguém disse nada para mim sobre o que acontece depois”, Lilly disse em entrevista ao SYFY. “Mas você sabe… Qualquer coisa pode acontecer”.
Lilly, cuja personagem Hope van Dyne foi pega pelo Estalo de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, adicionou que não é tão “boca aberta” quanto seus colegas do MCU, Tom Holland e Mark Ruffalo – mas admitiu que uma vez deu um grande spoiler para o público.
“Ah, sim, eu já viz isso. Tive sorte porque magicamente isso foi enterrado e ninguém nunca ouviu sobre nada. Eu fiquei suando frio durante uma semana. E então eu comecei a respirar mais calmamente quando percebi que ninguém veria isso. Não é coincidência que seja sempre Tom Holland e Mark Ruffalo, porque eles são dois seres humanos genuínos, doces, abertos e vulneráveis. Sua natureza não é mentir ou esconder”.
Falando com o site Collider, os diretores Joe e Anthony Russodisseram que já estão realizando exibições-teste para o último capítulo da franquia. Por enquanto, mesmo com o longa tendo três horas de duração, a aceitação pelo público é bastante positiva.
Porém, algo que chamou a atenção dos Irmãos Russo foi que as pessoas até mesmo se recusavam a se levantar e a ir ao banheiro. “Nós mostramos o filme quatro vezes para o público”, eles disseram. “Nas três primeiras, ninguém quis ir ao banheiro durante a exibição”.
‘Vingadores: Ultimato’ estreia no dia 25 de abril de 2019.
O aguardado projeto ‘Aves de Rapina (e a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)‘ ganhou um breve teaser trazendo o elenco protagonista reunido e anunciando que o novo trailer completo será divulgado amanhã, 01 de outubro.
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O longa é dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).
Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.
Algumas semanas atrás, o lendário compositor Alan Menken confirmou que a sequência de ‘Encantada’ havia ganhado sinal verde nos estúdios Walt Disney. Agora, em uma recente aparição ao programa de Rosie O’Donnell, o músico anunciou que já está trabalhando nas músicas da continuação.
“Tem sido um ótimo momento para escrever. A produção [do live-action] de ‘A Pequena Sereia’ foi suspensa. Gravamos todas as canções, e escrevi quatro novas músicas com Lin-Manuel Miranda. E já estou trabalhando em ‘Desencantada’, sequência de ‘Encantada’“.
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