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‘Enfermeira Exorcista’: Comédia coreana da Netflix ganha cartazes oficiais; Confira!

Netflix divulgou dois cartazes promocionais de Enfermeira Exorcista, sua nova série coreana de comédia fantástica.

Confira, junto ao trailer:

A produção é inspirada no romance homônimo de 2015 e dirigida por Lee Kyoungmi.

Eun-young é enfermeira em uma escola, sempre ajudando as pessoas sem ser notada. Mas em meio a um novo mundo misterioso e colorido, uma linda e perigosa história vai começar!

Jung Yumi e Nam Joo-hyuk estrelam.

Enfermeira Exorcista estreia no dia 25 de setembro.

‘Dragon’s Dogma’: Confira os créditos de abertura do novo anime da Netflix!

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional do anime ‘Dragon’s Dogma‘, trazendo ao público os incríveis créditos iniciais da série.

Confira, junto ao trailer:

A produção é baseada na franquia de RPG digital da Capcom.

Depois de perder seu lar para um dragão, Ethan decide se vingar de uma vez por todas. Mas muitos perigos o aguardam nessa jornada, pois quando você enfrenta um monstro… pode acabar se tornando um também.

O anime será lançado na plataforma no dia 17 de setembro.

Netflix faz análise do suspense ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo’ em novo vídeo promocional

Netflix divulgou um novo vídeo promocional do suspense psicológico ‘Estou Pensando em Acabar com Tudo‘, dirigido por Charlie Kaufman, no qual faz uma análise categórica sobre a simbologia do longa-metragem.

Confira:

Na trama, em uma viagem para conhecer os futuros sogros em uma fazenda isolada, a namorada de Jake está pensando em terminar tudo. Quando Jake acaba desviando do caminho, deixando-os perdidos, uma mistura de tensão, fragilidade psicológica e terror constantes começam a se formar.

O longa marca o retorno de Kaufman à cadeira de diretor, desde que dirigiu ‘Anomalisa‘ (2015), elogiada animação em stop-motion indicada ao Oscar.

Baseado no romance homônimo de Iain Reid, o longa é estrelado por Jessie Buckley, Jesse Plemons, Toni Collette e David Thewlis.

Diretor de ‘A Babá’ espera conseguir fazer um terceiro filme da franquia

Em entrevista ao The Boo Crew Podcast, o diretor McG comentou um pouco sobre seu trabalho na recém-formada franquia ‘A Babá’, cujo segundo capítulo, ‘Rainha da Morte’, estreou há poucos dias na Netflix.

O cineasta revelou que, levando em conta o final da continuação, há possibilidade para mais tramas e mais reviravoltas, explicando que é provável que o futuro tenha reservado um espacinho para uma trilogia.

“Sempre houve três compassos para essa história. Há o primeiro, que mostra um Cole adolescente, que tem sentimentos estranhos pela babá. Mas naturalmente, não é apropriado que ele continue tendo esses sentimentos por uma mulher adulta. No segundo, ele está numa idade em que pode experimentar o amor… E então nós poderíamos explorar isso. Não quero falar sobre o terceiro compasso do arco de Cole. Mas caso o público goste desse filme, estamos prontos para fazer um terceiro. Vamos ver o que acontece”.

A trama da continuação se passa dois anos após o Cole sobreviver a um culto satânico. Porém, quando ele finalmente está pronto para deixar o passado pra trás, os membros do culto retornam dos mortos para tentar completar o ritual… de uma vez por todas.

Confira o trailer:

McG retorna como diretor.

A continuação trará de volta os astros do original: Bella Thorne, Judah Lewis, Robbie Amell, Hana Mae Lee e Andrew BachelorJenna Ortega é a mais recente adição.

Dois anos após ter derrotado uma seita satânica liderada por sua babá, Cole agora só está preocupado em sobreviver à vida na escola. Mas quando seus velhos inimigos retornam, ele precisa provar novamente que é mais esperto do que as inconvenientes forças do mal.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Novos vídeos de bastidores confirmam retorno das gravações da série

Em seu Twitter oficial, a página Everything Georgia postou dois novos vídeos de bastidores da série ‘Falcão e Soldado Invernal’, os quais confirmam o retorno das gravações de um dos projetos mais aguardados do Disney+.

Confira:

Vale lembrar que as filmagens pretendem retornar em Praga, na República Tcheca, em outubro. Os episódios devem ser rodados entre outubro e novembro, procurando voltar para casa para os feriados de fim de ano e, caso isso realmente aconteça, é bem improvável que a série seja lançada neste ano.

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Don’t Worry Darling’: Harry Styles entra para o elenco do suspense psicológico de Olivia Wilde

ComicBook.com confirmou hoje que o cantor, compositor e ator Harry Styles foi elencado no novo suspense psicológico dirigido e produzido por Olivia Wilde‘Don’t Worry Darling’.

Styles substituiu o outrora confirmado Shia LaBeouf e se junta aos previamente anunciados Florence PughChris Pine. Wilde também terá um papel pequeno na produção.

Roy LeeMiri Yoon (It: A Coisa) serão produtores.

O projeto é descrito como um thriller intimista e gira em torno de uma dona de casa dos anos 1950 cuja realidade começa a rachar e a revelar uma deturpada verdade.

Katie Silberman reescreveu o roteiro originalmente assinado por ShaneCarey Van Dyke.

Wilde estreou na direção com o drama coming-of-age Fora de Série. A comédia, que também representou sua estreia diretorial, arrecadou 22 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos e alcançou uma aprovação incrível de 97% no Rotten Tomatoes.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Adão Negro’ vai mudar para sempre o universo cinematográfico da DC, diz produtor

Segundo o produtor Hiram Garcia, o universo cinematográfico da DC nunca mais será o mesmo depois que Dwayne Johnson fizer sua grandiosa estreia em Adão Negro.

Em entrevista à Variety, Garcia explicou o motivo da história desse icônico personagem ter o poder de mudar dramaticamente o panteão super-heroico em questão.

“A jornada em que vamos colocar Adão Negro é bastante envolvente – o que ele passou e o que você verá nas telas será incrível, e então quando você une isso com o quão poderoso cada personagem é, tudo vai esquentar. Nos divertimos bastante dizendo que a hierarquia de poder na DC Universe irá mudar, porque quando Adão Negro chegar, todos precisarão assistir [ao filme], pois ele vai mudar tudo”.

Os fãs da DC Comics ficaram ainda mais empolgados com a estreia do filme depois de saber que alguns membros da Sociedade da Justiça farão parte do filme, entre eles o Gavião Negro, Senhor Destino, e Esmaga-Átomo.

Durante uma entrevista para o Collider, Garcia foi questionado sobre a presença dos heróis e garantiu que eles serão devidamente honrados na adaptação.

“Estamos muito animados em apresentar a Sociedade da Justiça pela primeira vez no cinema, especialmente o Gavião Negro, que é um personagem tão amado e um daqueles heróis que sempre significou tanto para o universo DC. Estamos comprometidos em retratá-los como eles merecem e não vamos decepcionar o público. trazê-los no mesmo filme que o Adão Negro será incrível, e os fãs vão ficar animados quando perceberem quais elementos clássicos usamos como inspiração para a trama.”

Infelizmente, Garcia não quis revelar como será a interação entre os heróis e o personagem titular, que será vivido por Dwayne Johnson. No entanto, tudo leva a crer que eles vão se enfrentar em algum momento do filme.

Por enquanto, ainda não foram confirmados os intérpretes do Senhor Destino e do Gavião Negro, mas Noah Centineo foi recentemente escalado como o Esmaga-Átomo, um personagem que consegue controlar sua estrutura molecular e pode manipular o próprio tamanho e a própria força.

Vale lembrar que não se sabe quando as filmagens irão começar, visto que o projeto sofreu adiamentos em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, os fãs já sabem Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Jungle Cruise’), ‘Adão Negro continua com estreia marcada para o dia 22 de dezembro de 2021.

Confira as primeiras artes da adaptação:

Crítica | ‘A Babá: Rainha da Morte’ é o filme mais sangrento e bizarro do ano

Em 2017, o conhecido realizador cinematográfico McG dava vida ao início de uma franquia sem precedentes com, senão o melhor do terror slasher e da comédia, ao menos ao mais bizarro encontro desses dois mundos: ‘A Babá’. Estrelado pela sempre carismática Samara Weaving como a demoníaca e sedutora Bee, a história girou em torno de um jovem menino que se tornou alvo de um culto satânico que desejava seu sangue puro para selarem o pacto com o Diabo – e é claro que as coisas dariam certo no final. Mas o que não imaginávamos era que McG voltaria a explorar esse insano mundo com a sequência A Babá: Rainha da Morte, que prometia trazer todos os nossos queridos serial killers de volta à vida e algumas reviravoltas chocantes.

Em partes, a sequência do original Netflix conseguiu cumprir o que prometia, mesmo com alguns choques previsíveis e um final nada menos que fabulesco por todas as razões erradas. De qualquer forma, e apesar de vilões que parecem ter perdido seu carisma, é o gore e as quebras de expectativa que nos mantém vidrados na telinha do começo ao fim – principalmente pela adição de Jenna Ortega como a rebelde e problemática jovem Phoebe. Mas Phoebe não é o nosso foco, ao menos não por enquanto: diferente do que pensávamos (ou talvez não, levando em conta que tudo seria fácil e formulaico demais caso realmente acontecesse), ela não a antagonista; o culto satânico, agora, é liderado por ninguém menos que a outrora inocente Melanie (Emily Alyn Lind), melhor amiga do protagonista Cole (Judah Lewis) que também assinou o Livro de Satã e tem como principal objetivo ressuscitar seus colegas falecidos e manter o legado da seita vivo.

Confesso que o twist de Melanie foi interessante o suficiente para me manter envolvido durante boa parte do segundo ato – mas o grande problema é que McG, que fica responsável pelo roteiro mais uma vez, não sabe exatamente o que fazer com essa informação. Na verdade, o diretor destina a maior parte do longa-metragem para a crescente relação que floresce entre Cole e Phoebe – dois adolescentes assombrados pelos traumas do passados que unem forças por um bem maior e, obviamente, se apaixonam – e para os escapes cômicos – e representando todo mundo. Com exceção de Melanie, cada coadjuvante tem seu momento de “glória” e é peça central de um sanguinolento e divertido show de horrores que arranca risadas pelos diálogos clichês e por algumas sequências incríveis (em qualquer sentido que você queira admitir).

Diferente do primeiro capítulo da saga, a história, dessa vez, traz personagens mais amadurecidos e com problemas que vão para além da pré-adolescência. Cole, ainda sentindo falta de Bee e ainda apaixonado por Melanie, é visto como um lunático pelos colegas de sua escola e por seus próprios pais, que querem interná-lo em um colégio psiquiátrico por ainda acreditar que quase serviu de sacrifício para um culto satânico. Convencido pela amiga a abandonar tudo e a passar um fim de semana em uma casa-barco com ela e seus amigos, ele é arrastado novamente para seu pior pesadelo e é salvo pela última pessoa que esperava encontrar no meio do nada – Phoebe.

A partir daí, McG se joga de cabeça em construções que fogem de qualquer realidade e que são infundidas com certas explicações desnecessárias acerca do passado dos personagens e inflexões da cultura pop extremamente datadas e explosivamente gritantes. O imediatismo urgente com o qual o diretor trata os elementos pelo menos fornece um dinamismo preciso e bem-vindo a uma premissa familiar, que permite que o público faça vista grossa para os inúmeros equívocos e emulações do senso comum: é por essa razão que Cole e Phoebe permanecem em constante fuga e se unam por suas contraditórias semelhanças, compreendendo que precisam permanecer juntos para que sobrevivam a uma noite de puro terror.

Como já é de se imaginar, a arquitetura de ação, pincelada pelo humorismo do “terrir”, é sustentada por eventuais punchlines certeiros e ácidos e por instantes surreais – como Bella Thorne correndo em um desfiladeiro usando um salto-quinze e carregando um revólver que claramente não sabe como manejar. Ou então a volta de Robbie Amell como o insosso atleta Max que, mais uma vez, não consegue fazer nada além de ser o saco de pancadas de Cole. Entretanto, é justamente isso que, da mesma forma que o filme anterior fez, garante a fidelidade de espectadores que querem apenas se divertir, por mais que já saibam o desenrolar da trama desde o momento em que os protagonistas dão as caras – e quando Weaving resolve fazer uma aparição surpresa em um arco de redenção adorável.

A Babá: Rainha da Morte é aprazível como pretende ser e nunca almeja se transformar num grande clássico do gênero – aliás, nem sabe como o fazer. Mesmo assim, é difícil não compará-lo com a pungente irreverência do capítulo inicial da franquia e perceber que, por mais que o coração esteja no lugar certo, as boas intenções de McG não mudam o fato de que essa sequência é menos “inspirada” do que deveria ser.

Warner reagenda ‘Mulher-Maravilha 1984’ para 25 de Dezembro, dia de Natal

O papai Noel vai trazer um presente para os cinéfilos: a tão aguardada estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, que inicialmente seria lançado em outubro de 2019 e sofreu diversos adiamentos.

Agora, a Warner Bros marcou uma nova data de lançamento para o filme, bem no dia de Natal, 25 de dezembro.

O presidente da WB, Toby Emmerich, diz:

“Patty é uma cineasta excepcional e, com Mulher-Maravilha em 1984, ela apresentou um filme incrivelmente dinâmico que os espectadores de todas as idades irão adorar. Estamos muito orgulhosos do filme e esperamos apresentá-lo ao público nas férias.” 

Com os cinemas de Nova York, Los Angeles e São Francisco ainda fechados, o estúdio estava receoso em lançar o filme e fracassar nas bilheterias.

Tenet‘ é outra razão pela qual a ‘Mulher Maravilha 1984‘ foi adiado. O filme de Nolan ainda não abriu em diversos cinemas, e não pode enfrentar concorrência nos próximos meses, principalmente de um grande filme do mesmo estúdio.

Confira a sinopse oficial:

“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?” 

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

Patty Jenkins entra novamente como diretora e roteirista.

‘O Halloween do Hubie’: Adam Sandler estampa belo cartaz da nova comédia da Netflix

Netflix divulgou o cartaz oficial de O Halloween do Hubie (Hubie Halloween), nova comédia estrelada e produzida por Adam Sandler.

Confira, junto ao trailer:

Hubie é um homem que virou motivo de piada entre as crianças e adultos de sua cidade natal, Salem, em Massachusetts. Mas quando algo estranho acontece na noite da tradicional celebração do Halloween, ele será o único capaz de realmente salvar a amada festa para todos.

O filme, que tem estreia marcada para o dia 07 de outubro, é recomendado para maiores de 13 anos (PG-13) devido a “conteúdo e linguagem sugestivos e breves cenas de festa adolescente”. Ainda não se sabe a data de estreia.

Além de Sandler, o extenso elenco conta com Maya Rudolph, Kenan Thompson, Kevin James, Julie Bowen, Ray Liotta, Steve Buscemi, Rob Schneider, Michael Chiklis, Shaquille O’Neal, China Anne McClain, Paris Berelc, Tim Meadows, Colin Quinn, June Squibb, Karan Brar, Noah Schnapp, Mikey DayMelissa VillaseñorKym WhitleyLavell CrawfordBetsy SodaroGeorge WallaceBlake Clark.

Sandler é o protagonista e fica responsável também pelo roteiro.

Steve Brill, o mesmo responsável pelo especial de stand-upAdam Sandler: 100%‘, assume a direção do novo projeto.

Diretor do terror ‘Host’ assina acordo exclusivo com a Blumhouse

De acordo com o Deadline, o cineasta Rob Savage, do elogiado terror ‘Host‘, assinou um acordo exclusivo para dirigir três filmes para a Blumhouse.

Savage voltará a colaborar com a mesma equipe por trás de ‘Host‘, incluindo o produtor Douglas Cox; os roteiristas Jed Shepherd & Gemma Hurley; e a editora Breanna Rangott.

“Nós estamos acompanhando o trabalho do Rob há algum tempo e, quando assisti ‘Host’, eu vi a inovação que nós da Blumhouse estamos buscando,” afirmou Jason Blum em uma declaração. “Estamos ansiosos para começar essa parceria imediatamente.”

Dirigido por Rob Savage, a produção segue o mesmo estilo que ‘Amizade Desfeita‘. O filme foi escrito, filmado e editado em menos de três meses e todos os atores filmaram suas cenas em suas próprias casas.

A trama segue seis amigos que contratam um medium para realizar uma sessão espírita através do Zoom durante a quarentena, mas eles percebem que foi um erro quando a situação sofre uma reviravolta sombria. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles começam a perceber que podem não sobreviver a noite.

O elenco inclui Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb.

‘Pânico 5’: Fãs querem retorno de Hayden Panettiere como Kirby na sequência

Com o retorno da Neve Campbell e até da Marley Shelton (Judy Hicks) confirmados no próximo filme da franquia ‘Pânico‘, agora os fãs estão fazendo campanha para que a Paramount traga de volta a atriz Hayden Panettiere, que interpretou a Kirby Reed em ‘Pânico 4‘.

No Twitter, os fãs se manifestaram pedindo que a personagem apareça no novo filme:

 

Na última vez que vimos a personagem, ela havia sido deixada para morrer após ser esfaqueada duas vezes na barriga. Pelo fato do seu corpo nunca ter sido mostrado, os fãs esperam que a Kirby tenha sobrevivido ao ataque e possivelmente retorne na nova sequência.
Em entrevista ao HollywoodLife, David Arquette afirmou que adoraria ver o retorno da atriz Hayden Panettiere:

“Eu amo a Hayden. Acho que ela é uma atriz e uma pessoa incrível e eu amaria que ela retornasse em ‘Pânico 5’.”

O site Deadline confirmou cinco novos atores no elenco da aguardada sequência ‘Pânico 5‘ – que se chamará apenas ‘Pânico‘. Porém, detalhes sobre os seus papéis não foram divulgados.

As novas adições no elenco contam com Dylan Minnette (’13 Reasons Why’), Mason Gooding (‘Deixe a Neve Cair’), Kyle Gallner (‘A Hora do Pesadelo’), Jasmin Savoy Brown (‘Love’) e Mikey Madison (‘Era uma Vez em Hollywood’).

Confira o Cast:

Ontem, Neve Campbell também foi confirmada na sequência.

O novo filme ainda trará o retorno de Courteney Cox, David Arquette e Marley Shelton, além da introduzir os atores Jack Quaid (‘The Boys’), Jenna Ortega (‘A Babá: Rainha da Morte’) e Melissa Barrera (‘Vida’).

Vale destacar que o quinto filme se chamará apenas ‘Pânico‘, como o original de 1996.

O mesmo aconteceu com a franquia ‘Halloween‘, que ganhou um novo filme esquecendo todas as sequências e recebeu o mesmo título que o original.

Confira nosso ranking com todos os filmes da franquia:

Kevin Williamson será o produtor.

O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.

Neve Campbell disse:

“Depois de falar com a Radio Silence, eles mostraram tanto amor, respeito e admiração por Wes Craven e tudo o que ele criou na franquia Pânico. Estou muito animada para voltar ao papel de Sidney Prescott e voltar para Woodsboro.”

A Radio Silence disse:

“Estamos nos beliscando! É difícil expressar o quanto o personagem Sidney Prescott moldou nosso amor por filmes e ter a chance de trabalhar com Neve é ​​realmente um sonho que se tornou realidade. Simplesmente não seria um filme do Pânico sem Neve e estamos muito animados e honrados em nos juntar a ela em Woodsboro.”

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Sem Mushu e músicas, ‘Mulan’ é um espetáculo visual com roteiro pouco inspirado

São poucas as pessoas que não conhecem ou não ouviram falar da clássica animação Mulan. Lançada em 1998 pela Walt Disney, o filme carrega consigo um legado revolucionário que não apenas finalizou a Era de Ouro de um dos maiores impérios cinematográficos de todos os tempos, mas também apresentou um terreno totalmente diferente do eurocentrismo exacerbado da Casa Mouse – que seria explorado novamente em longas-metragens futuros. Tal foi nossa surpresa quando, seguindo as diversas releituras em live-action, o remake do filme foi anunciado – e mais do que isso: iria mudar cenas-chave que caíram no gosto popular e se afastaria do costumeiro respaldo musical, abrindo portas para uma epopeica narrativa que, no geral, é bastante aprazível.

A verdade é que, considerando as vazias adaptações que permearam o novo ciclo da Disney – incluindo ‘Dumbo’ e ‘O Rei Leão’, com raríssimas exceções -, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás. Com a divulgação dos primeiros matérias promocionais, ficaria bem claro que a aclamada diretora Niki Caro (‘Encantadora de Baleias’) teria um trabalho gigantesco para honrar tanto o trailer quanto as imagens, apresentando-nos um gostinho de um épico bélico ambientado na China imperial – e perscrutada por momentos de ação de tirar o fôlego. Caro, conhecida por sua abordagem sensível de dramas cotidianos, mostrou uma versatilidade apaixonante ao render-se ao panorama mainstream, sem deixar de promover uma cautela estética a cada frame. É claro que, ao longo de percurso, certos deslizes ganham força – e por vezes falam mais altos que os idílicos cenários.

Baseado no milenar conto ‘A Balada de Mulan (assim como a animação original), a história é centrada na personagem titular, aqui interpretada pelo tímido carisma de Liu Yifei. Destinada a se casar com um homem pré-determinado de sua aldeia e trazer honra para sua família, Mulan nunca se encaixou em estereótipos e rótulos, tendo um apreço magnífico pelas artes marciais e por sua conexão com seu shi. Quando mais velha, ela é vista com maus olhos por uma sociedade patriarcal e tradicionalista que não aceita que as mulheres queiram ser algo que “não podem”, como chefes de família ou guerreiras – mas ela não se importa: quando o aleijado pai (Tzi Ma) é convocado para a guerra contra o temível rourano Bori Khan (Jason Scott Lee), que ameaça vingar a morte do pai, matar o imperador e tomar posse da Cidade Imperial, ela rouba a espada e o traje da família e parte para se encontrar com seu batalhão.

A heroína sempre foi símbolo de força e, enquanto a animação era marcada pela adorável e cínica presença de Mushu, aqui o dragão, símbolo de leveza e humor, é colocado de lado por uma alegoria mais afim à cultura asiática: a fênix. Representando o renascimento em meio à adversidade, o mitológico animal surge nos momentos mais difíceis da jornada de Mulan, talvez para lhe dar força, talvez para premeditar algum evento de suma importância – como quando chega ao campo de treinamento ou quando enfrenta Khan no que deveria ser o principal clímax da obra. Entretanto, as evocações metafóricas (claras demais para algo que deveria se basear nas primordiais emoções) acabam canalizando os esforços para uma das secções, deixando a precisão e a envolvência do roteiro em segundo plano.

Disney’s MULAN..Xianniang (Gong Li)..Photo: Film Frame..© 2019 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

Mulan é nosso principal foco – e tal construção não carrega uma complexidade crível, restringindo-se a uma unidimensionalidade quase blasfema. Yifei, dentro de limites impostos por forças externas, faz o que consegue para declinar a seriedade excessiva da personagem e permitir que o público encontre qualquer conexão: certas pérolas imagéticas são arquitetadas com narcótica vulnerabilidade, como quando ela é obrigada a enfrentar quem realmente é para salvar seus companheiros de guerra e, eventualmente, a vida do imperador. O problema é que, quando essas fragmentadas partes são unidas, percebe-se uma falta de ousadia no tocante ao enredo, abrindo margens para que cada ato seja sim um espetáculo visual, mas um maçante coming-of-age que chega a lugar nenhum.

De qualquer forma, Caro parece ter em mente uma perspectiva diferente das outras histórias fabulescas da Disney. A diretora, aliada às habilidosas mãos de Mandy Walker, afasta-se dos convencionalismos dos dramas do gênero e abre espaço para uma fotografia vibrante, recheada de cores contrastantes e enquadramentos impressionáveis, que mesclam a fragilidade de uma persona marcada por traumas e decepções e a íntima força da qual precisa para superar os problemas e se provar digna. Mais do que isso, essa trajetória também serve como base para explorações interessantes e didáticas, mesmo que pueris demais para aproveitamento generalizado, sobre devoção à família, honra e patriotismo.

Disney’s MULAN..Mulan (Yifei Liu)..Photo: Film Frame..© 2019 Disney Enterprises, Inc. All Rights Reserved.

A trama também não tem muita ideia do que fazer com certos personagens coadjuvantes, especialmente com a controversa figura de Xian Lang (Gong Li), uma poderosa feiticeira com habilidades metamórficas que tem uma das piores resoluções dos últimos anos e que tem sua incrível presença totalmente descartada, e Chen Honghui (Yoson Na), uma espécie de par romântico da heroína que não tem impacto o suficiente para ser memorável. No final das contas, Mulan se prova como um exuberante e impecável atração estética, manchada por um circinal roteiro que parece não acreditar em si mesmo.

Crítica | Antebellum – Um Morno Encontro entre Jordan Peele e M. Night Shyamalan

Com estreia prevista via streaming a partir de 18 de setembro nos EUA, A Procurada (Antebellum) chegou aos cinemas franceses no dia 9 de setembro, enquanto o lançamento no Brasil é incerto. No meio de indefinições, contudo, o interesse do público brasileiro é evidente e o trailer da produção atiçou a nossa curiosidade, já que possui os mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019). Os diretores e roteiristas Gerard Bush e Christopher Renz, no entanto,  miram na crítica social de Jordan Peele, mas acertam nas escavações mentais de M. Night Shyamalan.

Com o enredo montado em três partes, os debutantes cineastas apresentam como ponto de partida a citação de William Faulkner: “The past is never dead. It’s not even past” (em português, “O passado nunca está morto. Nem sequer passou”). Frase esta que levou Woody Allen a um processo judicial por usá-la em Meia-Noite em Paris (2011) sem mencionar a fonte. Da obra de Allen, neste suspense de horror, sobrou apenas a questão nostálgica e o desejo de preservar aspectos do passado, precisamente a Guerra de Secessão (1861-1865), nos Estados Unidos. 

 

Assim como o movimento antirracista tornou-se a pauta política em 2020 (antes tarde do que nunca), os filmes sobre a questão racial têm buscado fazer esta mudança na percepção imagética, isto é, deixar apenas de falar da escravidão para colocar os negros no protagonismo do mundo, ainda que eles tenham que enfrentar essa opressão histórica. Filmes como Histórias Cruzadas (2011), 12 Anos de Escravidão (2013) e Estrelas Além do Tempo (2016), além do vergonhoso Green Book – O Guia (2018), ainda apresentam a perspectiva da raça negra à mercê do homem/mulher branco(a) e suas qualidades de benfeitores, generosidade e/ou piedade.  

Não é preciso ressaltar que essas são representações históricas, porém sempre chegam aos olhos do público da mesma forma. Portanto, quando Jordan Peele consegue trazer com humor uma discussão social atual, as pessoas aplaudem de pé, tal como Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, para citar obras recentes. Nesta conjuntura, Antebellum chega para incrementar esta vertente, entretanto, não tão aguçado quanto os supracitados.

Após brilhar em Estrelas Além do Tempo e Moonlight (2016), a talentosa cantora Janelle Monáe encara a protagonista em duas narrativas, como a escrava Eden e a palestrante Veronica Henley. Com um pôr-do-sol escarlate, a dupla de cineastas introduz o filme a partir de uma selvagem cena de caça, tortura e extermínio de escravos em fuga de uma plantação de algodão. Espancada pelo seu capataz, Eden é obrigada a dizer como se chama e sofre pesadas torturas nas mãos do Senador Denton (Eric Lang), um líder dos Estados Confederados. 

A partir deste doloroso começo, o filme intensifica a exploração sexual das mulheres negras, o estupro, a violência e o escárnio. Apesar do cenário e indumentária, algo logo destoa da ambientação campesina e da dúbia submissão servil dos catadores de algodão. A chegada de novos escravos, principalmente a grávida Julia (Kiersey Clemons), à plantação é o ponto de virada do jogo em que o roteiro começa a colocar o público dentro da encenação pretendida pelos diretores.

Se o espectador já esteve em contato com o trailer de Antebellum, a linha narrativa do enredo se projeta em decrescente expectativa. Depois de 40 minutos, Veronica Henley acorda ao lado do formoso marido Nick (Marque Richardson) e sua adorável filha Kennedi (London Boyce). Seu dia começa como um comercial de margarina, ela assiste à sua participação em um debate televisivo, toma café com a família e realiza uma entrevista por Skype, a qual mostra a primeira conexão entre as narrativas. Na pele da entrevistadora Elizabeth, Jena Malone (Jogos Vorazes: Em Chamas, 2015) incorpora uma vilã debochada com comentários racistas.

Este segundo ato é tomado pela presença da relações públicas Dawn, amiga de Veronica, vivida por Gabourey Sidibe (Preciosa: Uma História de Esperança, 2009). Com puro charme e graça, a personagem funciona como alívio cômico da tensão em torno das pistas sobre o destino de Veronica. Se a sensação era de uma fantasia, um escapismo da realidade ou mesmo uma falha temporal, Antebellum não é nada disso. A obra poderia discutir como seria o roubo de uma vida bem sucedida para a condição de escravizada, considerando apenas a questão do tom de pele no espaço-tempo.

Essas elucubrações, entretanto, ficam por conta do espectador, uma vez que Antebellum não as provoca diretamente e, indiretamente, traça um paralelo pacóvio. No terceiro ato, Veronica/ Eden vai engendrar sua vingança e libertação, no entanto, as descobertas e resoluções parecem com as epopeias de M. Night Shyamalan a brincar com a percepção do espectador, mas não de forma impactante como em O Sexto Sentido (1999) e A Vila (2004), na verdade, mais próximo de Fim dos Tempos (2008) e Vidro (2019). 

Com uma premissa envolvente, Antebellum promete uma discussão sobre o papel social das pessoas negras, contudo se envereda pela apresentação do mal interior dos seres humanos, no qual o sucesso alheio é um expurgo aos seus privilégios. Com um jogo de narrativas entre grupos, como o sangrento A Caçada (2020), de Craig Zobel, Bush e Renz traz uma estética de câmera lenta e profundidade de batalha, ambas vistas nos filmes de Zack Snyder (Batman vs Superman: A Origem da Justiça), mas a qualidade cênica não apaga um certo desencanto.

Antebellum mostra um sadismo que ainda dificulta as lutas antirracistas, ou seja, os seres humanos que ainda necessitam pegar em armas de extermínio para provar serem mais forte que outros. Por outro lado, este quadro de vingança alude ao final de Django Livre (2012), de Quentin Tarantino, mas sem o seu traço de violência exacerbada. Com um valoroso começo em longas-metragens, a dupla Bush e Renz, infelizmente, deixa a desejar no terror e na discussão social.

‘Mulher-Maravilha 1984’ é adiado INDEFINIDAMENTE [ATUALIZADO]

É Oficial! A  Warner Bros. adiou novamente ‘Mulher-Maravilha 1984‘.

Previsto para 2 de outubro, o filme agora não tem mais uma data de estreia definida. Segundo o estúdio, pode ser em “algum momento no final do ano”.

Atualização: Segundo a Variety, a Warner Bros. reagendou o lançamento para o dia de Natal, 25 de dezembro.

O presidente do WB, Toby Emmerich, diz:

“Patty é uma cineasta excepcional e, com Mulher-Maravilha em 1984, ela apresentou um filme incrivelmente dinâmico que os espectadores de todas as idades irão adorar. Estamos muito orgulhosos do filme e esperamos apresentá-lo ao público nas férias.” 

Com os cinemas de Nova York, Los Angeles e São Francisco ainda fechados, o estúdio está receoso em lançar o filme e fracassar nas bilheterias.

Tenet‘ é outra razão pela qual a ‘Mulher Maravilha 1984‘ foi adiado. O filme de Nolan ainda não abriu em diversos cinemas, e não pode enfrentar concorrência nos próximos meses, principalmente de um grande filme do mesmo estúdio.

Confira a sinopse oficial:

“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?” 

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

Patty Jenkins entra novamente como diretora e roteirista.

‘Mulan’: Novo vídeo promocional traça semelhanças entre o live-action e a animação original

Disney divulgou um novo vídeo promocional de Mulan, que traça semelhanças entre o recém-lançado live-action e a icônica animação original.

Confira:

Elogiado pela direção e pelos incríveis cenários, a adaptação foi aclamada pelos especialistas, que caracterizaram-na como um “espetáculo visual que serve como uma atualização envolvente de seu predecessor”.

Confira as críticas:

“Em Mulan, a história elegante e energicamente segue em frente, uma mensagem atemporal feita para os dias de hoje” – IndieWire.

“Um conto de fadas transformador com todas as lutas de espadas de um épico marcial” – Punch Drunk Critics.

“Como a fênix, Mulan triunfantemente alça voo e não se perde na tradução” – Cinemaclips.com.

“Você sente o coração em cada momento, até mesmo nas cenas de ação, as quais foram construídas com precisão espetacular” – The Movie Minute.

“Uma reflexão inferior à original” – ScreenCrush.

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

‘The Harder They Fall’: Regina King e Zazie Beetz entram para o novo western da Netflix

Segundo o Collider, a vencedora do Oscar Regina KingZazie BeetzLakeith Stanfield, Danielle DeadwylerDelroy LindoEdi GathegiRJ Cyler foram elencados no novo western da Netflix produzido pelo premiado cantor e compositor Jay-ZThe Harder They Fall.

O grupo se junta aos previamente anunciados Idris ElbaJonathan Majors, que irão estrelar a produção.

A trama acompanha Nat Love, um rapaz que descobre que o homem responsável pela morte de seus pais (Elba) está prestes a sair da prisão, após duas décadas desde o assassinato. Destinado a honrar a memória deles, ele vai reunir a sua gangue para tentar reencontrar o seu inimigo.

The Harder They Fall‘ será dirigido por Jaymes Samuel (que também atende por The Bullitts), que também assina o roteiro ao lado de Boaz Yakin.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Enola Holmes’: Ouça “Wild Child”, uma das faixas da trilha sonora da adaptação

Collider revelou com exclusividade a primeira faixa oficial da trilha sonora de ‘Enola Holmes’, adaptação da Netflix.

Intitulada “Wild Child”, a track faz parte da OST do icônico compositor Daniel Pemberton, conhecido por seu trabalho em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’‘Steve Jobs’.

Ouça:

A trilha sonora já está disponível para pré-venda aqui.

Enola Holmes‘ será lançado na Netflix no dia 23 de setembro.

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

Além de Brown, o longa terá  Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (Jogos VorazesSimplesmente Acontece) completa o elenco.

Harry Bradbeer (Fleabag) comanda o projeto.

Lembrando que a produção foi supervisionada pela Lionsgate.

Zachary Levi achou que tinha perdido o papel em ‘Shazam!’ por causa de Dwayne Johnson

Antes de ser escalado para viver o herói titular em Shazam!’Zachary Levi acreditava que não tinha o potencial necessário para viver o personagem – principalmente depois que Dwayne Johnson já havia sido contratado para o projeto solo Adão Negro. Afinal, os dois são arqui-inimigos e possuem inúmeras histórias interligadas.

Levi comentou em entrevista ao Nerdbot que se sentiu intimidado com Johnson e que, pelo fato de ambos os personagens serem bastante semelhantes entre si, acreditou que seria descartado do projeto.

“Nos quadrinhos, o Adão Negro e o Capitão Marvel – meu nome de verdade – são yin e yang um para o outro. Eles são idênticos. E é por isso que eu realmente não acreditava que tinha chance de conseguir esse papel. Ele já estava escalado com Adão Negro e eu tinha conhecimento o suficiente para saber que o Shazam e o Adão são basicamente doppelgangers, apenas com uma pequena mudança nas cores e no penteado. Eu pensei, ‘Ninguém vai me contratar para ser o gêmeo do The Rock. Não acho que isso vai funcionar”. (via Legião dos Heróis).

Levi recentemente revelou alguns detalhes sobre a aguardada sequência de Shazam!’, deixando claro que o próximo filme será rodado no primeiro trimestre do ano que vem.

“Eles anunciaram que faríamos uma sequência pouco depois da estreia [do filme original]. Eles sabiam que estávamos fazendo uma boa bilheteria, estavam felizes com os números. Então eles têm trabalhado duro na sequência e creio que o primeiro trimestre de 2021 seja a ideia”.

Shazam!: Fúria dos Deuses‘ estreia nos EUA em 04 de novembro de 2022.

Levi comemorou as boas novas ao compartilhar um incrível pôster divulgado na DC FanDome.

Na legenda da publicação, ele escreveu:

“Este pôster pode não ser oficial, mas com certeza aquece meu coração e me deixa louco de vontade de trazer mais novidades para vocês assim que for humanamente (ou heroicamente) possível! Obrigado a todos que acompanharam a DC FanDome.”

Confira:

Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Pantera Negra 2’: Shuri deve assumir o manto do herói na sequência

Após a trágica morte de Chadwick Boseman, os fãs da Marvel continuam preocupados com o futuro da franquia ‘Pantera Negra‘.

No entanto, o jornalista Daniel Ritchman (CNBC) divulgou em seu perfil do Twitter que T’Challa, o personagem de Boseman, não será substituído por outro ator.

Ele completa o anúncio, dizendo que Shuri (Leitita Wright) é quem vai assumir o manto como protetora de Wakanda.

Apesar de não haver nada confirmado, Ritchman tem um histórico positivo ao divulgar informações sobre os bastidores da Marvel Studios.

Na publicação, ele diz:

“Eles [os pordutores da Mrvel] não vão reformular o papel. [O Pantera Negra] vai ser a Shuri.”

E uma fã concorda: “Shuri parece legal.”

Confira:

Vale lembrar que a personagem eventualmente se torna a soberana de Wakanda nos quadrinhos originais.

Entretanto, a ideia não está agradando uma certa parcela do público, mais especificamente àqueles que reproduzem o discurso sexista de que “uma mulher não poderia viver o herói” e que Pantera Negra deveria ser interpretado por um homem.

Em seu Instagram oficial, o perfil @fasmarvelbrasil postou uma imagem de Shuri como a super-heroína – e logo atraiu comentários machistas.

Confira:

Escritores, acadêmicos e ativistas deram uma entrevista à Reuters sobre o impacto cultural do filme e o desempenho de Boseman, e revelaram acreditar que a Marvel e a Disney deveriam honrar o legado do ator com um enredo que une uma nova Pantera Negra do elenco existente.

“Eles realmente deveriam considerar seguir o enredo da história em quadrinhos e levar Letitia Wright (que interpreta Shuri, a irmã gênio da tecnologia do personagem de Boseman) nesse papel central”, disse Jamil Smith, um escritor sênior da Rolling Stone.

“Nós a vimos em ação. Nós a vimos no meio dessas lutas. Por que não pensaríamos que ela teria coragem e força para se tornar a próxima Pantera Negra? ”

Essa estratégia pode ajudar a aliviar os fãs que teriam dificuldade em ver um ator masculino diferente continuar no papel.

“Talvez a resposta, para aqueles de nós que ainda não estão prontos para ver alguém nesse uniforme, seja passar as rédeas um pouco mais cedo do que eles esperavam e permitir que Shuri assuma o manto talvez para um ‘Pantera Negra 2”, disse April Reign, criador do #OscarsSoWhite e vice-presidente de estratégia de conteúdo do Ensemble, um estúdio de conteúdo.

Outras abordagens poderiam celebrar o legado de Boseman.

“Será que (seu personagem) volta como o pequeno Pantera Negra?” disse Nicol Turner Lee, um membro sênior da Brookings Institution. “A Disney honra a imaginação dos meninos e meninas que o admiravam?”

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de Pantera Negra 2, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super-heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.