A Paramount Pictures liberou um novo vídeo de ‘A Vigilante do Amanhã‘.
Nele, você confere Scarlett Johansson, parte do elenco e da equipe técnica comentando sobre a visão futurista da Direção de Arte para a produção.
Assista, com comerciais e trailer:
O filme estreia em 30 de março de 2017.
‘Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.
Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.
Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.
A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).
A Marvel divulgou o trailer sensacional de ‘Pantera Negra‘ na noite de ontem, que apresentou uma Wakanda incrível e um clima à lá ‘Capitão América – O Soldado Invernal‘.
Para você não perder nenhum detalhe do vídeo, o CinePOP separou mais de 40 screenshots para você se deliciar.
Confira:
Após o lançamento do primeiro trailer de ‘Pantera Negra’, o diretorRyan Coogler sentou para conversar com o site da revista Entertainment Weekly e comentou sobre alguns detalhes apresentados no material.
Ao longo da conversa, ele comentou sobre o papel do vencedor do Oscar, Forest Whitaker, que interpreta Zuri – uma figura espiritual do universo de Wakanda, que possui uma relacionamento muito próximo com o pai de T’Challa .
Segundo Coogler:
“Ele é uma espécie de figura religiosa ou espiritual. No quadrinhos, o universo de Wakanda conta como uma atmosfera espiritual e é algo que gostaríamos muito de trazer para a produção. O papel de Forest é uma conexão fortíssima com o passado, através do pai de T’Challa. Zuri é alguém que ele procura para obter direcionamento”.
“Após os eventos de Capitão América – Guerra Civil, o Rei T’Challa retorna para casa para a sua reclusa e tecnologicamente avançada nação africana de Wakanda com o objetivo de servir ao povo como o novo líder do país. T’Challa logo descobre que ele é desafiado pelo trono dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra se une ao agente da CIA Everett Ross, e ao grupo Dora Milaje – as forças especiais de Wakanda – para impedir que o país seja arrastado para uma guerra mundial.”
Segundo o IndieWire, o diretor Martin Scorsese estourou o orçamento previsto para as filmagens de ‘The Irirshman‘.
O orçamento seria de US$ 105 milhões, mas o diretor já gastou US$ 140 milhões. O motivo? o grande número de efeitos especiais para rejuvenescer seus astros, como as cenas que mostramRobert De Niro mais jovem.
Apesar de estourar o orçamento, a Netflix liberou mais verba para que Scorsese pudesse finalizar seu filme
A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).
A expectativa é que o lançamento aconteça em 2019 na Netflix.
Confira imagens dos bastidores:
Comparação com uma cena de Os Bons Companheiros (1990)
Plateia, poetas, poemas próprios e jogo de cintura: essa é a fórmula dos Poetry Slams, campeonatos performáticos de poesia falada que vêm se espalhando pelo Brasil. O filme testemunha o crescimento da cena brasileira desde 2008, viaja às origens da competição nos EUA e acompanha a campeã nacional de 2016, Luz Ribeiro, até a Copa do Mundo de Slam em Paris, representando uma nova onda feminista e negra que tem se firmado pela virulência poética do verbo politizado.
O live-action de ‘Aladdin‘ superou todas as expectativas e se tornou a maior bilheteria da carreira de Will Smith, que interpreta o Gênio na nova versão.
Após um mês em cartaz, o filme já soma US$ 821,2 milhões mundialmente.
O live-action ultrapassou a bilheteria de ‘Independence Day‘, que arrecadou US$ 817 milhões em 1996 e detinha o recorde de maior bilheteria da carreira de Smith.
Empolgado, ele gravou um vídeo agradecendo aos fãs:
Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em
Nos EUA, ‘Aladdin acumula US$ 296,5 milhões. No mercado internacional, são US$ 524,7 milhões.
Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.
Uma das maiores bilheterias da história já está disponível no catálogo da Netflix e provavelmente você nem sabia. O sci-fi chinês ‘Terra à Deriva‘ se tornou um dos filmes mais vistos da Netflix nas últimas semanas, principalmente por ter uma temática similar à que o mundo está enfrentando.
A produção teve uma jornada meteórica nos cinemas, faturando mais de US$ 700 milhões e se tornando a segunda maior bilheteria da história da China.
Em ‘Terra à Deriva‘, a Terra passa por um difícil período de sobrevivência no ano de 2500 enquanto o sol fica cada vez mais perto de seu desaparecimento completo. Para tentar salvar a raça humana, um destemido grupo de jovens enfrenta o desafio de restabelecer a ordem e embarca em uma viagem para fora do sistema solar. O sci-fi é baseado em um dos contos do livro ‘Wandering Earth‘, do escritor Liu Cixin.
Confira o trailer:
Mesmo com o filme tendo baixíssima exposição nos principais circuitos internacionais – como aconteceu nos Estados Unidos – sua trajetória segue de maneira impressionante, tendo uma bilheteria similar a ‘Capitã Marvel‘.
‘Alita: Anjo de Batalha‘ é considerado um clássico cult para muitos fãs que testemunharam a adaptação live-action da franquia de anime, e seguem fazendo campanha para que o filme ganhe sua sequência.
Agora, o produtor James Cameron revelou que o filme está voltando aos cinemas para tentar uma arrecadação maior nas bilheterias, e finalmente provar que a sequência pode ser lucrativa.
Cameron compartilhou a notícia de que a produção retornará aos cinemas no final deste mês, no dia 30 de outubro, dando aos fãs a oportunidade de mergulhar mais uma vez no futuro cyberpunk que se tornou um favorito dos fãs quando se trata de adaptações para anime.
Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria decepcionante (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.
Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.
E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 160.000 assinaturas.
Como justificativa, o autor diz que:
“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.”
Para atiçar ainda mais, o produtor Jon Landau postou uma imagem indicando que a sequência pode estar à caminho.
Na foto, Landau surge vestindo uma camisa muito oportuna. O topo cinza tem o cartaz de Alita impresso e o texto ao redor da imagem diz:
Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.
A Netflix continua cancelando séries queridas pelo público após apenas uma temporada, o que deixa os assinantes do streaming revoltados. Em menos de sete dias, o streaming cancelou duas séries, e os assinantes estão REVOLTADOS.
Netflix não conte comigo pra mais nada nessa porra tanta série ruim bosta do caralho merda cu e cancelam os irregulares de baker street, tiram Sherlock Holmes do catálogo, eu quero q esse streaming se exploda
— bot da Agatha Christie📖: a maldição do espelho (@poirotsupremacy) May 4, 2021
Os números de audiência de ‘A Duquesa’ não foram o suficiente para que a plataforma de streaming renovasse a produção para mais um ano (tendo sido assistida por 10 milhões de usuários em 28 dias). A primeira e única temporada foi composta por seis episódios.
O que faz a Netflix CANCELAR tantas séries amadas, e renovar outras ruins?
Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos de ‘Sense8’ e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.
A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.
Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:
Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.
É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, como ‘The Crown’ e ‘Stranger Things’, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.
Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.
Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.
Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.
E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.
Para atrações como ‘GLOW’ e ‘The Society’, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.
Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.
Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de ‘This Is Us’. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.
Com elencos volumosos (como o de ‘The Society’) e com nomes badalados (como o de ‘I Am Not Okay With This’ — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am NotOkay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.
A troca de lideranças
Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)
Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.
Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.
O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.
Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.
Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, ‘Dark’, ‘Elite’ e ‘La Casa de Papel’ foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.
Cancelar para conquistar
Elite
Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas.
O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.
Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries como ‘GLOW’, ‘Caçadoras de Recompensas’, ‘One Day at a Time’, ‘Dear White People’ por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?
“Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”
A atriz Colleen O’Shaughnessey foi confirmada como Miles “Tails” Prower. Ela já interpreta o icônico personagem há muito tempo nos games e até mesmo foi contratada para a breve cena pós-créditos do primeiro filme, dando o gancho para a continuação.
O’Shaughnessey se junta ao recentemente confirmado Idris Elba, que será Knuckles.
Sidney Prescott, de Neve Campbell, não vai aparecer pela primeira vez em um filme da franquia ‘Pânico‘, o que deixou os fãs bastante decepcionados.
Agora, a atriz Jenna Ortega falou pela primeira vez sobre a saída de Campbell em entrevista ao Entertainment Tonight.
“Sinto que realmente não posso falar muito sobre isso só porque não é minha personagem. Mas vou dizer que há tanta coisa acontecendo no sexto filme, que terá tanta ação e tanto sangue, que você não vai sentir tanto sua falta. Mas é claro que há várias referências a Sidney, é claro. Você sabe, é bom porque ainda há uma proteção no roteiro e isso é algo que os atores tinham naturalmente sobre ela porque obviamente a respeitamos e queremos o melhor para ela. Ela sentiu falta e pensou nisso.”, afirmou.
Apesar da decepção com a ausência de Campbell, o novo filme vê o retorno deHayden Panettiere, que volta a viver Kirby.
“Hayden é um amor. Tenho muita sorte que os diretores Matt [Bettinelli-Olpin] e Tyler [Gillett] e Melissa [Barrera] e Jasmin [Savoy Brown] e Mason [Gooding], todos nós temos tanto amor e respeito um pelo outro. Eles são como uma família para mim, então quando você está em um trabalho como esse, é muito gostoso. Está trabalhando com seus amigos. É o melhor cenário possível.”, concluiu.
A Paramount Pictures do Brasil divulgou a sinopse OFICIAL em português de ‘Pânico 6‘, que teve a estreia antecipada no Brasil para 9 de Março de 2023 – uma semana antes da estreia de ‘Shazam! 2‘.
O texto já havia sido divulgado antes em uma versão mais resumida, mas agora ganha mais detalhes.
Confira:
O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera.
Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).
Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack Champion, Liana Liberato, Devyn Nekoda, Josh Segarra e Henry Czerny completam o elenco.
Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornam para a próxima aventura.
‘Ferrari‘, novo filme do diretor Michael Mann (‘Fogo Contra Fogo’) e estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’, ‘Infiltrado na Klan’), ganhou seu primeiro trailer.
Assista:
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa debutou com uma aprovação de 86%, e uma nota média de 6.8/10.
Confira algumas avaliações:
“Um drama bem feito, interpretado com competência, mas no final das contas bastante vazio.” – Times (UK)
“A Ferrari demora, depois deslumbra e finalmente faz barulho.” – The Wrap
“Esta é uma produção refinada, requintada e cara, mas a Ferrari não acelera o ritmo rápido e furioso o suficiente para ter um apelo mais amplo.” – Screen International
“É um filme flexível e elegante, o tipo de longa que você esperaria de um veterano como Mann, que não faz um filme desde 2015” – TIME Magazine
“Depois que o que está em jogo foi pacientemente definido… é como se uma injeção de nitro tivesse ocorrido sob o capô do filme. As cenas de direção são surpreendentes – tão eletrizantemente reais quanto qualquer coisa na história do gênero.” – Daily Telegraphy
“Afastando-se das emoções e mirando ao drama familiar, ‘Ferrari’ se beneficia de outra grande atuação de Adam Driver e de um punhado de cenas de corrida coreografadas com maestria, mas, em última análise, é muito avessa ao risco.” – IGN
O longa-metragem chega aos cinemas em 8 de Fevereiro de 2024.
A trama é ambientada no verão de 1957 e nele o ex-piloto de corridas Enzo Ferrari está em crise. A falência persegue a empresa que ele e sua esposa, Laura, construíram há dez anos. Seu casamento é conflitante devido o luto enfrentado por um filho e o reconhecimento de outro. Ele decide então contrariar tudo e apostar numa corrida de mil milhas pela Itália, a conhecida Mille Miglia.
“Ferrari é muito mais do que a história de um homem e sua máquina. É uma história extraordinária e emocionante que Michael vem desenvolvendo há anos e toda a equipe da STX está ansiosa pelo início da produção com esse elenco e cineasta dos sonhos. Adam Driver é um dos atores mais talentosos e fascinantes que já trabalhamos, e não poderíamos estar mais empolgados em tê-lo junto a Penélope, uma lenda viva”, disse o presidente da STX Entertainment, Adam Fogelson.
Baseado no livro ‘Enzo Ferrari: O Homem e a Máquina‘, do autor Brock Yates, e dirigido pelo cineasta indicado ao Oscar Michael Mann (‘Colateral’), ‘Ferrari‘ também conta com Penélope Cruz (‘Mães Paralelas’) como esposa, Laura Ferrari; Shailene Woodley como sua amante, Lina Lardi; Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como o piloto italiano de Fórmula 1 Piero Taruffi; e Gabriel Leone (‘Dom’) como o malfadado piloto espanhol Alfonso de Portago.
Após ser confirmado como o Doutor Destino do MCU, o ator Robert Downey Jr. postou fotos dele encarando a máscara do vilão. Em vez de interpretar o Homem de Ferro, ele interpretará o icônico vilão da Marvel.
A nova versão de ‘Branca de Neve‘ da Disney, dirigida porMarc Webb, está se destacando nas bilheteiras, alcançando um desempenho notável em seu final de semana de estreia.
O musical, estrelado porRachel Zegler e Gal Gadot, arrecadou impressionantes US$ 16 milhões somente na sexta-feira, somando as exibições prévias em cerca de 4.200 locais.
Com esse início promissor, as projeções indicam que o filme pode alcançar mais de US$ 45 milhões em sua estreia de final de semana nos EUA, posicionando-se para ser a segunda maior estreia do ano, atrás apenas de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, outro grande lançamento da Disney.
Apesar desse bom desempenho inicial, a jornada para a lucratividade de ‘Branca de Neve‘ será desafiadora. O filme, que traz uma reinterpretação moderna do clássico conto de fadas, carrega um orçamento de produção astronômico superior a US$ 250 milhões.
Isso coloca uma pressão significativa sobre a sua performance nas bilheteiras, já que, para se tornar rentável, precisa não apenas alcançar boas receitas no mercado interno, mas também se destacar globalmente. O conceito de “quatro quadrantes” – que significa atingir uma audiência ampla e diversa, incluindo crianças, adolescentes, adultos e idosos – é fundamental para o sucesso do filme, e a Disney espera que o filme consiga apelar para esses diferentes públicos, assim como outros sucessos da companhia no passado.
Vale destacar que, apesar das expectativas elevadas, ‘Branca de Neve‘ enfrenta uma competição acirrada. Filmes anteriores da Disney com orçamentos pesados, como ‘Mufasa: O Rei Leão‘, lançado em dezembro, também tiveram performances mistas. Embora o remake de Mufasa tenha estreado com críticas negativas e uma bilheteira inicial morna de US$ 35 milhões, ele se manteve estável e teve um desempenho global impressionante, arrecadando mais de US$ 250 milhões na América do Norte e superando US$ 700 milhões em todo o mundo. Isso mostra que, mesmo com um início abaixo das expectativas, alguns filmes da Disney podem ganhar força ao longo do tempo, especialmente com apelo internacional.
No entanto, nem todos os lançamentos tiveram um desempenho tão positivo. O remake de ‘Dumbo‘ de 2019, também parte da estratégia da Disney de reimaginar seus clássicos animados, teve uma estreia de US$ 45 milhões, mas viu seu total global cair para US$ 353 milhões, sendo considerado um desempenho decepcionante, especialmente considerando que o filme tinha um orçamento significativamente menor que o de ‘Branca de Neve‘ – US$ 170 milhões. Isso serve como um lembrete de que, mesmo com grandes nomes e orçamentos robustos, a bilheteira não é garantida, e a competitividade no mercado atual exige muito mais do que apenas um nome reconhecido.
Portanto, ‘Branca de Neve‘ enfrenta uma trajetória de alto risco. Embora as primeiras impressões nas bilheteiras sejam positivas, o filme precisará continuar a atrair grandes audiências e alcançar um desempenho estável ao redor do mundo para justificar seu orçamento colossal e alcançar o sucesso financeiro esperado pela Disney.
O filme recebeu a MENOR pontuação de audiência da CinemaScore para um remake live-action da Disney.
O público norte-americano deu a nota B+ para o filme. ‘A Bela e a Fera ‘ e ‘A Pequena Sereia‘ conquistaram nota A. Até mesmo ‘Aladdin‘ e ‘O Rei Leão‘, que tiveram sua parcela de críticos, também conseguiram nota A dos espectadores.
Um B+ para ‘Branca de Neve‘ não é terrível, mas é um passo abaixo do que estamos acostumados a ver. É o tipo de nota que diz que as pessoas não odiaram, mas também não ficaram impressionadas.
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