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‘Pódio para Todos’: Documentário sobre os Jogos Paralímpicos ganha trailer EMOCIONANTE; Confira!

Netflix divulgou hoje (13) o trailer oficial de Pódio para Todos, novo documentário que explora a importância dos Jogos Paralímpicos.

Confira:

Ian BonhôtePeter Ettedgui comandam a produção.

Pódio para Todos conta a história extraordinária dos Jogos Paralímpicos. Dos escombros da Segunda Guerra a terceiro maior evento esportivo do planeta, as Paralimpíadas deram início a um movimento global que continua mudando a perspectiva da sociedade sobre deficiência, diversidade e potencial humano. 

O filme estreia no dia 26 de agosto.

‘Rick e Morty’: Novos episódios da 4ª temporada são lançados na Netflix

A segunda metade da 4ª temporada da animação ‘Rick e Morty‘, composta por cinco novos episódios, foi lançada hoje (13) no catálogo brasileiro da Netflix.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Gatunas’: 2ª e ÚLTIMA temporada ganha trailer oficial; Confira!

Netflix anunciou divulgou hoje (13) o trailer oficial da 2ª temporada da série teen ‘Gatunas’, que estreia no dia 25 de agosto.

Vale lembrar que o novo ciclo será o último.

Confira:

Quando três adolescentes de diferentes cantos do refeitório da escola se encontram na mesma reunião de Cleptomaníacos Anônimos, uma improvável amizade se forma. Elodie (Brianna Hildebrand, ‘Deadpool‘) – a desajustada de luto; Moe (Kiana Madeira, ‘The Flash‘) – a misteriosa forasteira; e Tabitha (Quintessa Swindell) – a imagem imperfeita da perfeição, encontrarão forças umas nas outras enquanto lidam com questões familiares, drama do ensino médio e o complicado dilema de tentar se encaixar, à medida que anseia por se libertar.

Crítica | Madonna cria uma coesa e subestimada jornada com ‘Rebel Heart’

Demorou três anos, mas Madonna mostrou estar disposta a se reinventar mais uma vez, talvez para apagar da memória uma incursão extremamente problemática que se intitulou MDNA, cujas boas intenções acabaram não valendo a pena e, quando aspiravam a uma centelha de esperança, não combinavam com o teor e com a estética da obra. No final de 2014, a artista começava a promover seu 13º álbum de estúdio, o subestimado Rebel Heart, procurando misturar aspectos contemporâneos e clássicos de sua própria discografia, num estilo proprioceptivo que é ausente em diversas carreiras da atualidade. Em março de 2015, o CD nascia e, apesar de ter tido uma recepção sólida por parte da crítica e um sucesso comercial considerável, ainda não representava o retorno à forma da rainha do pop; não obstante, merecia maior reconhecimento do que teve, principalmente por servir de influências para jovens cantores e compositores que dominavam a cenário fonográfico.

Diferente de suas duas iterações predecessoras, a performer retoma as rédeas de sua arte com força descomunal e, apesar dos claros deslizes que se destrincham em certas faixas (como a repetição exaustiva de construções sonoras e de interjeições vocálicas), o resultado é bastante positivo e ganha requinte conforme os anos passam por seu progressivo tom e pela manutenção da originalidade das músicas. Ainda com o impressionante número de colaboradores – que, contando com a lead singer, alcança as duas dezenas -, Rebel Heart é coeso o suficiente para nos fazer ansiar por mais e por nos deixar animados para os capítulos que virão dentro de uma discografia nada menos que icônico. E, visto que estamos analisando a versão deluxe, nada mais justo que deixar claro que as dezenove faixas desenrolam-se em um piscar de olhos.

A princípio, o escopo instrumental é bastante familiar, principalmente a meados da década de 2010, que começava a fornecer para a esfera musical um apreço mais experimental (coisa que Madonna faria com mais ousadia em seu próximo capítulo, Madame X). Temos a presença constante dos sintetizadores, aqui aliados aos drills do novo século e mascarados com o piano elétrico e com um místico baixo que parece se transmutar em vários elementos diferentes em uma mesma canção. “Living for Love” é uma incrível abertura para o álbum, refrescante em cada acorde propositalmente unidimensional e criando um ecoante e bem estruturado pano de fundo – tudo isso conforme é pincelado com camadas vocais secundárias on point e um beat-drop comedido e funcional; o mesmo acontece com “Unapologetic Bitch”, que usa elementos do reggae para agregar certa sensualidade, eventualmente se tornando repetitivo; em “Illuminati”, uma aventura divertida e crítica dentro de seus limites, nota-se o electro-synth embebido em uma arquitetura mais dark e dissonante.

No geral, a cantora e compositora destina sua atenção para alguns detalhes em detrimentos de outro – e deixa que produtores secundários tenham uma voz maior, o que, de fato, explica certos exageros e redundâncias. Em “Bitch I’m Madonna, o epílogo é tão desnecessário e pedante que acaba manchando as compactas bases apresentadas nos atos anteriores; “Body Shop” se transforma numa rendição infantil demais quando colocada ao lado do restante das faixas, retomando os problemas de MDNA, mas não deixando que eles controlem o decorrer da narrativa; “Best Night” força um conceito que estende suas raízes para as melodias orientais e não consegue se reencontrar em momento algum, representando um dos declives da obra; “S.E.X.” é uma homenagem frustrada ao revolucionário Erotica e tenta misturar os tabus da década de 1990 com a libertação do corpo dos dias de hoje.

Nenhum aspecto fora de contexto é gritante a ponto de manchar o que Madonna pretende entregar para seus fãs – e, como já mencionado, o saldo positivo fala mais alto e deixa de se isolar na profusão desmedida, adornando basicamente todas as tracks. É claro que a performer não retornou ao auge prometido, valendo-se de forma contínua de vícios de linguagem reminiscentes de antigas eras; ela não chega a criar uma colcha de retalhos dançante como Music, mas também não instiga reflexões intimistas como Bedtime Stories. De qualquer forma, as partes se fundem em um painel competente e despontado pelo brilhantismo da semi-balada “Ghosttown”, a críptica e sensorial viagem promovida por “Iconic” e a teatral e épica orquestra de “Messiah”.

A artista também é sagaz ao criar retratos íntimos de sua própria carreira, seja na forma de construções recuadas e movidas pelo classicismo do piano, como a poética e marchante “HeartBreakCity” (que viria a influenciar Mark Ronson anos mais tarde) ou o country-dance da faixa-título, que merecia maior reconhecimento por sua simplicidade comovente e por sua mensagem inspiradora. Madonna também viaja para os anos 1960, remodelando a memorável “House of the Rising Sun” às modernizações sintéticas do novo século e, enfim, gerando a narcótica e blasfema “Devil Pray”. Com menos clareza, ela também desconstrói os preceitos elegíacos engessados na música para acrescentar comoção e emoção a “Wash All Over Me”.

Retomando o caminho da redenção, mas ainda não exatamente atingindo o potencial que sabemos que tem, Rebel Heart merecia mais atenção à época de seu lançamento e, talvez com o passar dos anos, continue a ser redescoberto da maneira digna.

Nota por faixa:

  • Living For Love – 4,5/5
  • Devil Pray – 4,5/5
  • Ghosttown – 5/5
  • Unapologetic Bitch – 3,5/5
  • Illuminati – 3,5/5
  • Bitch I’m Madonna – 2,5/5
  • Hold Tight – 3,5/5
  • Joan Of Arc – 3,5/5
  • Iconic – 4/5
  • HeartBreakCity – 4,5/5
  • Body Shop – 1,5/5
  • Holy Water – 3/5
  • Inside Out – 2,5/5
  • Wash All Over Me – 4,5/5
  • Best Night – 2/5
  • Veni Vidi Vici – 3/5
  • S.E.X. – 3/5
  • Messiah – 3,5/5
  • Rebel Heart – 4/5

Mulher descobre ter poderes no novo filme de SUPER-HERÓIS da Netflix

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Freaks – Um de Nós’, nova produção original de super-heróis.

Confira:

O filme é dirigido por Felix Binder.

Wendy (Cornelia Gröschel), uma jovem mãe trabalhadora, percebe que anos de medicamentos lhe concederam poderes sobrenaturais. Ela, então, conhece um estranho com a mesma história e descobre que seu colega de trabalho, Elmar (Tim Oliver Schultz) é dotado com habilidades similares. A pergunta é: o que ela fará com seus novos poderes?

Wotan Wilke MöhringNina KunzendorfFrederic LinkemannFinnlay BergerGisa FlakeRalph HerforthThelma Buabeng completam o elenco.

‘Freaks – Um de Nós’ estreia no dia 02 de setembro.

Disney confirma o lançamento do Disney+ no Brasil e revela quais títulos estão no streaming

Disney+, o serviço de streaming por assinatura da The Walt Disney Company dirigido a todos os membros da família, que já acumula 60,5 milhões de assinantes nos países em que está presente desde a sua estreia nos Estados Unidos em 12 de novembro de 2019 e em outros países do mundo, chegará a toda América Latina e Caribe em novembro de 2020.

A partir do seu lançamento na região, o Disney+ será o destino exclusivo para a mais completa e melhor seleção de filmes e séries de Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, além de produções originais exclusivas, tornando-se a única plataforma de streaming onde estarão todos os filmes disponíveis de Disney, Pixar, Marvel e Star Wars.

“Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+, o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+, um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America.

E acrescentou: “A partir do seu lançamento na América Latina, Disney+ se tornará a primeira e única opção de acesso em streaming com presença exclusiva dos conteúdos cinematográficos de todas as nossas marcas. O Disney+ também será a única plataforma a oferecer acesso ilimitado e permanente ao catálogo completo de todos os filmes de Disney, Pixar, Marvel e Star Wars para seus assinantes. Nossa audiência poderá também acessar no Disney+ todos os programas de TV produzidos local ou globalmente (séries, filmes para TV, documentários, shows, eventos e programas especiais), tornando-se o único destino digital que terá tudo. De um modo geral, posso dizer que as melhores e mais relevantes experiências Disney para todos os membros da família estarão disponíveis no Disney+ de maneira ilimitada e permanente. Compartilharei mais detalhes no lançamento do Disney+ em breve.

Na América Latina, alguns dos novos filmes, séries, documentários e curtas produzidos para serem vistos somente na plataforma (Disney+ Originals, com 19 indicações ao Emmy®) estarão disponíveis no lançamento do serviço, outros irão estrear posteriormente. Estes são alguns deles:

  • As novas histórias da Marvel Studios, que chegarão na região em lançamento simultâneo aos EUA atualmente programado para 2020 e 2021: Falcão e o Soldado Invernal, que reúne Sam Wilson/Falcão (Anthony Mackie) e Bucky Barnes/O Soldado Invernal (Sebastian Stan) após os eventos de VINGADORES: ULTIMATO, em uma aventura global que testa suas habilidades e paciência; WandaVision, a série de comédia que combina o estilo das comédias clássicas com o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), no qual Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão vivendo uma vida suburbana ideal, até começarem suspeitar que nem tudo é o que parece; e Loki, uma nova série na qual Tom Hiddleston reprisa seu papel como Loki e que também se passa depois de VINGADORES: ULTIMATO.
  • Os oito episódios que compõem a primeira temporada de “The Mandalorian”, a série épica de live-action da saga Star Wars que acumula 15 indicações ao Emmy ®, com Jon Favreau como showrunner e Pedro Pascal como Mando. A segunda temporada será lançada ao mesmo tempo que nos EUA. Os fãs de Star Wars também poderão ver em novembro Disney Gallery: The Mandalorian uma série documental que explora os bastidores de The Mandalorian em entrevistas, imagens exclusivas e mesas redondas com os envolvidos no projeto. Além disso, Star Wars: The Clone Wars, a série animada vencedora do Emmy®, retorna para sua conclusão épica no Disney+.
  • Filmes criados pelo The Walt Disney Studios exclusivamente para a plataforma, como A Dama e o Vagabundo, uma versão live-action do clássico de animação de 1955; Noelle, uma comédia original com temática natalina protagonizada por Anna Kendrick; Togo, uma história real ambientada no inverno de 1925, na perigosa tundra do Alasca, cheia de aventura, que testarão a força, a coragem e a determinação de um homem, Leonhard Seppala (interpretado por Willem Dafoe, nomeado para o Oscar® quatro vezes) e Togo, seu principal cão de trenó
  • Filmes que capturam a essência de experiências ao vivo, como Hamilton, que representa um salto na arte de filmar shows ao vivo como longas-metragens e transportará o público para o mundo dos espetáculos da Broadway de maneira única e intimista, conta com a direção de Thomas Kail e produção executiva de Lin-Manuel Miranda e Jeffrey Seller, entre outros.
  • High School Musical: O Musical – A Série, uma nova série que segue os dias dos alunos do East High que estão se preparando para apresentar um musical na escola pela primeira vez, com muitas referências à franquia original do Disney Channel. Secret Society of Second-Born Royals, um filme emocionante que combina o encanto da realeza com as aventuras repletas de ação de super-heróis em treinamento. Da diretora Anna Mastro e baseado em uma história de Alex Litvak, Andrew Green e Austin Winsberg.
  • A série original da National Geographic The Right Stuff uma adaptação do best-seller homônimo de Tom Wolfe, no qual ele relata no gênero não-ficção os primeiros dias do programa espacial dos Estados Unidos. Produzida por Appian Way de Leonardo Di Caprio e Warner Horizon Scripted Television, conta com a produção executiva de Leonardo DiCaprio e Jennifer Davisson. Mark Lafferty (Castle Rock, Halt and Catch Fire) é produtor executivo e
  • O Projeto Os Heróis da Marvel, que celebra os extraordinários jovens que fazem a diferença em suas comunidades. A série documental de seis episódios The Imagineering Story, da diretora Leslie Iwerks, indicada ao Emmy® e ao Oscar®.
  • As novas séries em formato curto Pixar na Vida Real e Disney Family Sundays, e as coleções completas dos curtas animados SparkShorts e Forky Asks a Question, da Pixar Animation Studios.

 

Passado, presente e futuro do storytelling com sabor local

A plataforma oferece aos espectadores de todas as idades uma combinação única e inigualável, integrando novos programas e filmes à coleção que pertence ao acervo dos criadores da The Walt Disney Company; visionários que representam a vanguarda de criatividade na Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e mais.

 

A partir do lançamento em novembro de 2002, estes são alguns dos filmes, curtas e séries que estarão disponíveis para streaming de forma exclusiva na região pelo Disney+:

 

  • Animações clássicas da Walt Disney Signature Collection, da Walt Disney Animation Studios, criados ou inspirados na imaginação e no legado de Walt Disney, incluindo: BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES, A BELA E A FERA, PINÓQUIO, BAMBI, O REI LEÃO, A DAMA E O VAGABUNDO, PETER PAN, A PEQUENA SEREIA, CINDERELA e mais.
  • Os mais recentes sucessos da Disney em live-action, tais como: ALADDIN, MOGLI – O MENINO LOBO, O REI LEÃO, A BELA E A FERA, CINDERELA, entre outros.
  • Filmes produzidos pela Marvel Studios e distribuídos pela Walt Disney Studios que fazem parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) de HOMEM DE FERRO a VINGADORES: ULTIMATO.
  • A saga completa de STAR WARS, desde a estreia em 1977 até o ápice em 2019, além de títulos lançados no cinema que ampliam esse universo como ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS e HAN SOLO: UMA HISTÓRIA STAR WARS.
  • A coleção completa dos filmes inovadores favoritos dos fãs da Pixar Animation Studios, como TOY STORY, DIVERTIDA MENTE, VIVA: A VIDA É UMA FESTA, WALL·E, UP – ALTAS AVENTURAS, MONSTROS S.A., PROCURANDO NEMO, OS INCRÍVEIS e VALENTE, assim como todos os curtas inesquecíveis da Pixar, entre eles Bao e Os Heróis de Sanjay, vencedores do Oscar®.
  • O repertório completo de episódios de séries de sucesso com produção local da Disney que será gradualmente incorporado ao Disney+ para que um novo público descubra histórias como Violetta, Sou Luna, BIA, O11ZE, Juacas, Peter Punk, Jungle Nest, Highway Rodando a Aventura, Quando Toca o Sino Art Attack e crianças em idade pré-escolar poderão aprender e se divertir com Nivis: Amigos de outro mundo, Junior Express, A Floricultura da Nana, A Casa do Disney Junior, Morko e Mali, O Jardim da Clarilu, Playground e Playhouse Disney.
  • As séries preferidas do Disney Channel como Hannah Montana, Zack & Cody: Gêmeos em Ação, Kim Possible, A Casa do Mickey Mouse, PJ Masks – Heróis de Pijama e Jake e Os Piratas da Terra do Nunca além dos filmes originais do Disney Channel favoritos de uma geração, incluindo: High School Musical, Camp Rock e Descendentes.
  • Aventuras incríveis do National Geographic, incluindo: a série documental One Strange Rock (apresentada por Will Smith); a série documental Origens: A Evolução Humana, que conta com o famoso anfitrião Jason Silva; Jane Goodall: The Hope, o documentário que marca os 60 anos de sua chegada à Tanzânia para estudar o reino dos chimpanzés; Before the Flood, protagonizado por Leonardo Di Caprio; Free Solo, o documentário vencedor do Oscar® na categoria Melhor Documentário; e programas produzidos na América Latina como Ciência do Absurdo.
  • Algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979 até os dias de hoje, incluindo X-Men, Homem-Aranha e Marvel’s Runaways.

‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’: Edgar Wright compartilha inúmeras fotos inéditas dos bastidores

Mesmo sendo um fracasso nas bilheterias, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘ acabou se tornando uma das adaptações de quadrinhos mais amadas pelo público ao longo dos anos.

E a produção vai comemorar 10 anos de estreia no dia 13 de agosto. E para celebrar o marco, o cineasta Edgar Wright compartilhou uma série de imagens inéditas dos bastidores, que destacam o clima descontraído da produção.

Confira:

 

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Toronto. Pre-production. Feb 2009. #scottpilgrimvstheworld #scottpilgrimis10

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Toronto. Pre-production, Feb / March 2009. #scottpilgrimvstheworld #scottpilgrimis10

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Toronto. Pre-production, March 2009. #scottpilgrimvstheworld #scottpilgrimis10

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Toronto. Pre-production, March 2009. #scottpilgrimvstheworld #scottpilgrimis10

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Lançado em 2010, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundoé uma adaptação dos quadrinhos homônimos escritos por Bryan Lee O’Malley e publicados a partir de 2004.

Na trama, Scott Pilgrim (Cera) é um jovem canadense preguiçoso que sonha em ganhar o mundo com sua banda de rock de garagem, a Sex Bob-Omb. Ao longo do filme, ele se apaixona pela entregadora Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead), mas para conquistá-la, ele deve derrotar seus sete ex-namorados, chamados de ‘A Liga dos Sete Ex-namorados do Mal’.

Infelizmente, o longa arrecadou apenas US$ 48 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.

Apesar isso, conquistou 82% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

‘Superman & Lois’: Lois é destaque em colorido cartaz da nova série da DC; Confira!

A nova série do universo DC, intitulada Superman & Lois’, ganhou um novo e colorido cartaz, que traz a jornalista Lois em destaque.

Confira:

A série será lançada em janeiro de 2021, em dia a ser confirmado pela emissora The CW.

Confira a sinopse oficial:

“Em Superman & Lois’, anos depois de enfrentarem supervilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem.

Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

Tyler HoechlinElizabeth Tulloch vivem os personagens titulares, respectivamente. Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh completam o elenco.

Vale lembrar que a CW já encomendou uma temporada completa da atração.

A trama será bem semelhante à ‘Lois & Clark‘ (1993-1997), e irá acompanhar a rotina do casal enquanto tentam lidar com a pressão e o estresse em dividir suas vidas como jornalistas e guardar o segredo do maior herói da América, o Superman.

Todd Helbing (‘The Flash‘) será nosso showrunner, e estava me contando sobre o roteiro do piloto, o que posso dizer? Eu fiquei arrepiada. A história é tão envolvente, é algo que nunca vimos antes, garanto que será ótimo e o público vai se surpreender.”

O projeto é escrito por Todd Helbing, produtor executivo de The Flash‘, e supervisionado por Greg Berlanti, produtor da DC Universe e da Warner Bros. Television.

Trailer do terror filmado durante a pandemia que virou um FENÔMENO de crítica

O terrorHost‘ se tornou um fenômeno de crítica e abriu com nada menos que 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

Com nota 7.99/10 baseada em 43 reviews até o momento, o filme é “simples, tenso e assustador”, utilizando uma “clássica premissa para entregar um presente para os fãs do gênero”.

Assista ao trailer:

O terror tem o mesmo estilo de Amizade Desfeita, que se passa através de uma chamada de vídeo, e foi filmado INTEIRAMENTE durante a quarentena!

Confira algumas das críticas abaixo:

Host é um exercício simples e sórdido que pode não durar por muito tempo, mas mostrar o que pode ser feito durante tempos difíceis” – Guardian.

“Os personagens, as performances e o modo habilidoso com o qual [o diretor] Rob Savage constrói a atmosfera realmente salvam o filme” – ChrisStuckmann.com.

Host’ é o tipo de filme que só poderia ter sido feito agora” – Wicked Horror.

Host parece o equivalente moderno que definiu as produções de baixo orçamento de Val Lewton nos anos 1940″ – IONCINEMA.com.

“Um filme engenhoso sobre as restrições do isolamento social, Host entrega uma montanha-russa de sensações que é simples, doce e absolutamente assustadora” – The Jam Report.

Rob Savage comanda o longa.

Host conta a história de seis amigos que contratam uma médium para fazer uma sessão através de uma chamada de vídeo – mas eles ganham muito mais do que pediram conforme às coisas começam a dar errado. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles percebem que podem não sobreviver.

Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb estrelam.

O filme já está disponível na plataforma de streaming do Shudder.

10 Filmes de Terror realmente ATERRORIZANTES

A experiência de assistir a um filme de terror é algo bem especial para os fãs do gênero. Nada como aquele clima de tensão, medo e suspense, ou mesmo aquele susto que te pega de surpresa e te faz pular da cadeira. Mas tem hora que o cinema exagera. Volta e meia aparece um filme que arrepia os ossos e deixa o espectador completamente sem reação e, até, atormentado.

Sabemos que existem poucos programas mais legais do que ver aquele filminho no final de noite, de preferência com uma boa companhia, mas… Conferir um longa de terror e logo na sequência ir pra cama pode não ser uma boa ideia. Especialmente quando o filme é daqueles clássicos do terror psicológico.

Assim sendo, o CinePOP preparou uma lista de filmes de terror que devem ser vistos à luz do dia. Pensa só. Você vê algo aterrorizante. Aí você saí na rua e ainda é dia! Você pode fazer outros programas. Você não fica perdido numa escuridão refletindo sobre tudo o que é de ruim ou tenebroso.

A BRUXA (2015)

Um dos filmes de terror mais assustadores dos últimos tempos. E que se enquadra precisamente no foco da matéria. Não é uma obra de muitos sustos, mas que oferece ao espectador um estado permanente de tensão e medo. É difícil dormir depois. É difícil pensar em dormir. A Bruxa, de Robert Eggers, cria medo a partir do isolamento e parece não ter pressa para criar situações assustadoras. No filme, uma família de moral rígida tem como ameaça principal o isolamento de viver ao lado de uma floresta fechada. A forma como aborda religiosidade e misticismo só torna tudo mais tenso e impactante. O terror nasce da relação dos personagens entre si, e com o cenário ao seu redor.

O ILUMINADO (1980)

Clássico do terror dirigido por Stanley Kubrick, O Iluminado é mais um longa a ter seu foco no horror psicológico. E até por isso é mais assustador. É claro que o isolado hotel é quase um protagonista do filme, mas o verdadeiro medo nasce da forma como este ambiente influencia na figura do pai vivido por Jack Nicholson. Embora o autor Stephen King já tenha declarado publicamente seus problemas com a obra, é inegável o talento de Kubrick na construção de um clima de medo. Não é fácil fazer coisas banais como uma criança andando de velotrol ficar eternamente marcado na cabeça das pessoas. Isso sem falar naquelas gêmeas, naquele quarto, naquela banheira. O Iluminado é um filme para ser visto. De preferência com luz do lado de fora.

JU-ON: O GRITO (2002)

Estrelado por Sarah Michelle Gellar, O Grito (2004) buscava repetir o sucesso e a estratégia por trás de O Chamado. Mesmo com alguns bons sustos, o filme ficou bem longe da qualidade de seu original, o terror japonês Ju-On: O Grito. Se você se assustou com a versão americana, não deixe de conferir a japonesa, dirigida por Takashi Shimizu. Ju-On é aterrorizante e tenso durante seus 92 minutos. É uma demonstração clara do motivo do terror japonês ter sido alvo de tantos remakes no início do século XXI. Não deixe de assistir. E se não estiver noite lá fora, ainda melhor.

O CHAMADO (2002)

Se O Grito americano é pior que o japonês, o mesmo não pode ser dito com relação a O Chamado, refilmagem de Ringu. Ainda que devemos reconhecer a importância e a qualidade do original, não podemos negar que o remake foi muitíssimo bem sucedido em transportar a história para o cinema ocidental. Dirigido por Gore Verbinski (Piratas do Caribe), o terror conta com Naomi Watts na pele de uma mulher que investiga a história de uma fita de vídeo que, ao ser assistida, geraria a morte da pessoa em sete dias. O longa possui muitos sustos, mas também uma sensação de terror permanente. Não só você vai preferir assistir durante o dia, como também vai desejar acionar o modo avião em seu telefone. Você não vai querer receber uma ligação tão cedo.

ESPÍRITOS – A MORTE ESTÁ AO SEU LADO (2004)

Espíritos – A Morte está ao Seu Lado é mais um exemplo do ótimo cinema de terror feito fora dos Estados Unidos. A produção tailandesa é de deixar o público arrepiado, tendo como foco principal essas criaturas sempre assustadoras: espíritos. Após um trágico acidente, um fotógrafo e sua namorada começam a lidar com situações sobrenaturais. Ele começa a perceber sombras em suas fotos e, aos poucos, descobre que não pode escapar de seu passado. Uma obra realmente assustadora e envolvente. Os recursos são limitados, mas a criatividade é enorme. A direção é da dupla Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom.

O EXORCISTA (1973)

Clássicos são clássicos por um motivo. E não há filme de terror mais assutador que O Exorcista. Embora conte com alguns momentos mais próximos do gore, a grande força do filme está no clima constante de horror e tensão. William Friedkin criou o confronto perfeito entre um padre (Max von Sydow) e uma garotinha (Linda Blair) possuída pelo demônio. O filme não poupa o espectador de cenas realmente assustadoras e impactantes. Se for pra ver, é melhor que não tenha que dormir logo na sequência. Afinal, você não vai conseguir mesmo. Uma obra-prima do terror.

O BABADOOK (2014)

O Babadook é mais uma prova de que um bom terror pode vir de qualquer lugar. Esta pequena produção australiana se tornou um fenômeno da cultura pop e sensação do gênero no século XXI. O longa dirigido por Jennifer Kent acompanha uma mãe (Essie Davis) e seu filho (Noah Wiseman) pouco tempo após a morte do pai da família. O garoto tem dificuldade para dormir, acreditando que há um monstro que deseja matá-lo. A mãe fica preocupada e desesperada com a situação do filho. E a coisa só piora quando ela percebe que há sim certa verdade no motivo do desespero do menino.

O SILÊNCIO DO LAGO (1988)

Representante da Holanda na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1989, O Silêncio do Lago é um caso bem especial de filme de terror que foca mais no drama do que no horror. Não temos monstros sobrenaturais ou grandes sustos. Aqui, o medo nasce da própria sociedade. Estamos diante de um filme com pé no chão, um verdadeiro horror da vida real, que oferece uma situação pra lá de possível. Após o desaparecimento de uma jovem mulher, acompanhamos seu namorado tentando descobrir o que de fato aconteceu. De forma corajosa e quase inédita, o longa revela o responsável pelo crime logo de cara. E o faz de forma natural, sem tentar criar um monstro. O que torna tudo mais tenso.

O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA (1974)

Como já devem ter percebido, a nossa lista privilegia aqueles filmes com terror psicológico, que geralmente produzem mais medo do que aqueles com muito sangue e cenas de susto, por mais divertido que possam ser. Mas há um slasher movie que merece o nosso reconhecimento. Trata-se do original O Massacre da Serra Elétrica. Com um orçamento de apenas US$ 140 mil, o diretor Tobe Hooper criou um dos maiores clássicos do gênero, que oferece algumas cenas grotescas, mas também momentos de tensão e medo. O filme mescla momentos de silêncio quase minimalistas com uma violência gore que beira o insuportável. Não julgue o filme por suas sequências ou refilmagens. Não deixe de conferir o original. Só não precisa ser à noite.

ATIVIDADE PARANORMAL (2007)

De 2007 para cá, foram lançados nada menos que seis filmes da franquia Atividade Paranormal, além de outros suspenses que buscavam replicar seu clima e até estrutura. Então, é inegável que hoje exista um desgaste com a saga. Isso não apaga, no entanto, o impacto que sentimos com o primeiro longa, que custou US$ 11 milhões e faturou nada menos que US$ 193 milhões mundialmente. Dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal conversa muito com os dias de hoje, principalmente no uso da tecnologia. O mais assustador aqui é a forma como parece algo verídico, quase documental. E isso se dá pelo uso elegante e inteligente de imagens que parecem mesmo gravadas por um sistema de segurança.

‘Barrados no Shopping 2’: Ben Affleck retorna para a sequência

A sequência da comédia ‘Barrados no Shopping‘ vai realmente acontecer e deve contar com o retorno do astro Ben Affleck no papel de Shannon Hamilton. A informação foi compartilhada pelo próprio Kevin Smith, durante uma live feita com o ator Jason Mewes.

Ao ser questionado por um fã a respeito da presença do personagem no longa, Smith revelou que o personagem não apenas aparece na trama, como o próprio Affleck teria expressado seu entusiasmo para retornar ao papel.

Segundo ele:

“Seu personagem foi escrito ali no roteiro. Shannon Hamilton está ali e o verdadeiro ator por trás dela me disse que está a fim de participar. Então, dedos cruzados, pois está ficando bom”.

Smith ainda falou sobre a cena pós-créditos do primeiro longa, que traz Brandy (Claire Forlani) e TS (Jeremy Long) se casando, Brodie (Jason Lee) se tornando o apresentador do talk show The Tonight Show e Shannon indo para a prisão por se envolver amorosamente com uma garota menor de idade.

Ao ser questionado a respeito dos desdobramentos dessa cena, Smith tranquilizou os fãs, dizendo:

“Essa cena será abordada sim. Eu não quero dizer muita coisa, mas sim, tudo vai se encaixar”.

Barrados no Shopping‘ foi lançado em 1995 e contou com um orçamento de US$6,1 milhões, sendo um fracasso devastador nas telonas, faturando pífios US$ 2,123 milhões. Ainda assim, o longa conquistou um status de cult com o passar dos anos.

Filmes com Nota Baixa no Rotten Tomatoes que Adoramos

O Rotten Tomatoes surgiu para ficar. Odiado por muitos – fãs da DC -, mas adorado por outros, o agregador de críticas segue servindo de balizador da análise de produções cinematográficas pela imprensa internacional. É claro que não devemos nos guiar unicamente pelas críticas e seguir nossos próprios instintos na hora de escolher os filmes. Aliás, para enriquecer nosso repertório é sempre bom ver de tudo. Sucessos e fracassos de crítica sempre existiram, isso não é novidade trazida pelo agregador.

Para mostrar que nem sempre concordamos com a maioria dos críticos, resolvemos listar 20 filmes mal avaliados pelo Rotten Tomatoes (ou seja, a maioria dos veículos de cinema internacionais), mas que nós simplesmente adoramos. Diga nos comentários se concorda com a gente ou discorda, e liste os filmes que você gosta e ninguém mais parece gostar. Vamos a eles.

Malévola

Esse nos pegou de surpresa. Projeto dos sonhos da estrela Angelina Jolie, Malévola, a versão de carne e osso que dá ênfase à vilã de A Bela Adormecida  tem 50% de aprovação. Não é uma nota tão ruim, mas garante o tomate podre. Jolie ficou perfeita na pele da bruxa e o filme ganhou uma sequência em 2019.

Pânico 4

Aqui no CinePOP, amamos a franquia Pânico. Concordamos que o terceiro filme é o mais fraco da cinessérie e o que deixa mais pontas soltas – o que traduz-se em furos no roteiro (alguém lembra da teoria do segundo assassino?). É curioso que os críticos tenham dado uma nota melhor ao segundo (1997) do ao primeiro (1996). No entanto, a injustiça ocorre mesmo nas notas do terceiro e, em especial, do quarto. Pânico 4 serviu para revigorar a franquia para os novos tempos, adicionando elementos não vistos antes. O filme amarga 59% de aprovação, por pouco não conseguindo se manter “fresco”.

RoboCop (2014)

Pobre José Padilha. Nosso conterrâneo tinha uma tarefa ingrata ao refilmar/rebootar o icônico Robocop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven. O que Padilha entregou, no entanto, nos surpreendeu bastante, nem de longe merecendo o desprezo que recebeu pelo mundo. O novo RoboCop obteve 49% de aprovação.

O Rei do Show

O musical cheio de energia protagonizado por Hugh Jackman parecia ter nascido vencedor. Este que vos fala entrou com os dois pés atrás para a exibição e por pouco não saiu dançando e cantando da sessão. Isso não aconteceu, mas nas semanas que seguiram, esta foi a trilha sonora que me acompanhou para todo lado. Jackman, Zendaya, Efron e as canções cativantes não mereciam os 56% de aprovação.

Terremoto: A Falha de San Andreas

The Rock é o astro do momento. Tudo que ele toca é ouro. Bem, não é exatamente assim. E em se tratando de Baywatch, infelizmente, estão mais do que certos. Porém, estão errados ao confinarem esta produção recheada de adrenalina e diversão a meros 50% – afinal quem esquecerá a cena em que o astro sobe com a lanchinha numa onda monumental e precisa lidar com as consequências deste ato.

xXx: Reativado

Pulando de um astro da franquia Velozes e Furiosos para outro, agora é a vez de Vin Diesel entrar na dança. Tão alucinado, caricato e divertido quanto a mega franquia da Universal citada, o terceiro Triplo X finalmente abraçou a estupidez de tudo, adentrando um universo que muito bem poderia fazer crossover com o de Dominic Toretto e sua turma. Ah sim, ainda temos Ruby Rose. Os críticos nem quiseram saber e marcaram o Retorno de Xander Cage com 45% de aceitação.

Power Rangers

Quem diria. O novo Power Ranger é muito legal. Confesso que não estava esperando gostar do filme, mas logo na cena de abertura somos fisgados com um plano-sequência de dentro de um carro envolvendo a fuga dos jovens da polícia. Depois, o filme segue para se mostrar uma mistura de Clube dos Cinco com filmes de heróis. Pena o resultado não ter impressionado, com 45% de aprovação. Esta é uma continuação que merecia ser desenvolvida.

American Pie – O Reencontro

A franquia American Pie não é exatamente bem vista pelos críticos. Hoje em dia talvez fosse menos aceita ainda. Então, é de se espantar que a atriz Tara Reid tenha nos confidenciado em primeira mão que o quinto filme está a caminho – veja no link. Nós adoramos essas comédias e sabemos que vocês também. No gosto dos críticos, porém, apenas o primeiro ficou acima da média. Assim como a série Pânico, American Pie teve seu quarto exemplar lançado muitos anos depois de um pseudo encerramento, se mostrando antenado com os novos tempos, sem esquecer sua essência. O filme obteve 44% de aprovação.

Invasão a Casa Branca

O melhor exemplar de Duro de Matar – que não é Duro de Matar – desde Duro de Matar: A Vingança (1995). Gerard Butler vive o segurança do presidente neste filme violento e cheio de ação como gostamos. Justamente por isso, não sabemos explicar o motivo de apenas 48% de aprovação. Já da continuação Invasão a Londres não gostamos nem um pouco e concordamos com os 25% de aceitação.

Demônio de Neon

Exibido no Festival de Cannes, onde causou reações mistas de amor e ódio, o último trabalho do polêmico Nicolas Winding Refn é o que podemos chamar de obra-prima. Um longa perturbador, que remete aos filmes giallo italianos, e traz atuações fenomenais – em especial da protagonista Elle Fanning. Demônio de Neon não é de forma alguma uma produção para os de estômago fraco e promete chocar. Um pesadelo em forma de longa metragem, a obra não emplacou junto aos críticos e amarga 57% de aceitação.

Desconhecido

Os veículos de ação do astro Liam Neeson costumam cair no gosto do grande público e da maioria dos especialistas. Redescoberto aos 60 anos como herói de tais filmes, Neeson entrega bons exemplares deste tipo de cinema desde 2008. Desconhecido é um dos melhores. Numa trama que mistura suspense Hitchcockiano, inúmeras questões e reviravoltas, e adrenalina de histórias de espionagem, o longa resume tudo o que queremos deste tipo de filme. Infelizmente, com os críticos, Desconhecido consta com 56% de aprovação.

Perfeita é a Mãe

Uma das comédias incorretas mais subestimadas dos últimos anos, Perfeita é a Mãe se mostrou tudo o que o novo Caça-Fantasmas (2016) deveria ter sido e não foi. Mostra mulheres cansadas de precisar agir conforme o que a sociedade espera delas, em especial sendo mães e esposas. O filme é uma declaração, um atestado de basta, não mais. Fora isso, a forma incorreta como estas mulheres dizem f***-se para o mundo é de se aplaudir. Apesar de ser este libelo, Perfeita é a Mãe arrecadou 58% de aprovação. Sua continuação, igualmente injustiçada – apesar de inferior – teve destino ainda mais trágico junto aos críticos, com 29% de aprovação.

Cidades de Papel

O mundo se emocionou e chorou com A Culpa é das Estrelas, romance dramático baseado na obra do romancista John Green. Mas quando foi a hora de prestigiar o próximo trabalho do autor, muitos deram para trás. Cidades de Papel não é tanto um romance, se comportando mais como o típico filme adolescente de amadurecimento, enfatizando a amizade de três jovens. Instantaneamente somos remetidos ao tipo de produção saída da década de 1980, em especial as de John Hughes, que os americanos sabem fazer muito bem. Apesar de tudo isso, o filme marcou apenas 56% de aprovação junto aos críticos.

A Lei da Noite

Aqui, existia certa má vontade com Ben Affleck. Enaltecido como um grande diretor em suas primeiras três obras (Medo da Verdade, Atração Perigosa e Argo), o astro voltou a cair na boca do sapo devido a epopeia passada junto a DC Comics. Depois que se confirmou o Batman, o ator interpretou o personagem nos malfadados Batman Vs Superman (2016) e Liga da Justiça (2017), fracassos de crítica. No meio deste turbilhão, Affleck resolveu entregar a adaptação do universo de mafiosos escrito por Dennis Lehane. Apesar de suas inúmeras qualidades, a maioria dos especialistas torceu o nariz, deixando o filme com injustos 35% de aprovação.

Os Mercenários

Tem gente que simplesmente não entende uma brincadeira. O que Sylvester Stallone realizou aqui foi a mais pura homenagem aos heróis de ação das décadas de 1980 e 1990. Um prazer culposo de marca maior, que representa o que este tipo de cinema sempre significou, e ainda de quebra resgata do ostracismo grandes nomes do gênero. Apesar da emoção, do ar jocoso e de muitos tiros, porrada e bomba, Os Mercenários emplacou apenas 42% de aprovação junto aos críticos. Com a sequência Os Mercenários 2 (2012), a coisa foi um pouco melhor com 66% de aprovação. Já no terceiro e igualmente divertido episódio – que trouxe grandes nomes como Wesley Snipes, Harrison Ford, Antonio Banderas e Mel Gibson – a nota voltou a regredir, com 32% de aceitação. Tem gente que não saberia o que é diversão nem se os atingisse na cabeça.

Assassinato no Expresso do Oriente

Pulando para um filme mais recente, o diretor Kenneth Branagh adapta o clássico de Agatha Christie de forma chamativa, com visual arrojado e linguagem jovem. Tudo isso, é claro, sem desmerecer o texto e as atuações. Justamente por isso, trouxe um elenco estelar, com nomes que fazem parte da nata do cinema mundial, vide Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Daisy Ridley e Johnny Depp. Uma pena a aceitação da crítica ter sido tão baixa, com apenas 57% de aprovação. Esperamos com sinceridade que isto não mine os planos para a continuação. Queremos ver o Agathaverse no cinema.

A Garota no Trem

Muito se vendeu este filme como o Garota Exemplar (2014) de 2016. Bem, não chega a tanto – e isso precisamos reconhecer mesmo gostando também deste exemplar. O motivo da comparação se deve por ambos serem baseados em livros de suspense assinados por talentosas escritoras e por jogar os holofotes numa protagonista falha e cheia de desvios de personalidade. Assim como a Amy Dunne de Rosamund Pike, a personagem Rachel Watson é um prato cheio para Emily Blunt se deliciar – e que desempenho a atriz entrega. Mesmo que a conclusão do thriller tire parte do seu brilho, A Garota no Trem não merecia a animosidade dos 45% de aprovação.

Olhos da Justiça

Todos nós amamos de paixão O Segredo dos Seus Olhos (2009) e o cinema argentino. Então, não era de se espantar que a maioria tenha entrado com os dois pés atrás nesta refilmagem norte-americana do já clássico moderno. Ah, e como é bom sermos surpreendidos positivamente. Preparados para odiar de forma gratuita esta versão estrelada pelos talentosos Julia Roberts, Nicole Kidman e Chiwetel Ejiofor, o que recebemos foi uma obra incrivelmente satisfatória, que não se atém a copiar o original, mas acrescentar muito à mistura, respeitando a produção argentina. Resultado: dar o braço a torcer faz parte. Bem, talvez não para uma grande parcela de jornalistas turrões, que erroneamente lascaram um 40% de aprovação no longa.

Rei Arthur: A Lenda da Espada

O backlash sofrido por (mais) esta adaptação do icônico personagem foi incrível. É difícil vermos na atualidade tais personagens clássicos representados de forma satisfatória. Mas ei, esta ao menos foi bem mais legal que as últimas roupagens de Tarzan, Robin Hood, Os Três Mosqueteiros e Sherlock Holmes (dirigido pelo mesmo Guy Ritchie). Acontece que aqui a proposta do cineasta foi transformar a mitologia em torno do Rei Arthur numa história em quadrinhos de super-heróis. Sim, é preciso comprar a ideia. No final, ganhamos inclusive a batalha final contra o vilão superpoderoso. Pode não ser para todos, mas é diversão garantida para aqueles que forem com a mentalidade certa. Nada isso importou para os críticos, que marcaram o filme com 30% de aprovação.

Vizinhos Imediatos de 3º Grau

Este é um item no qual talvez eu esteja sozinho. Justamente por isso deixei para último. A comédia estrelada por Ben Stiller, Vince Vaughn e Jonah Hill sofreu, e muito, com todo tipo de problema de bastidor. A começar por um crime cometido por vigilantes da vizinhança reais quando o filme estava para ser lançado. Justamente por isso, uma mudança no título precisou ocorrer de última hora, assim como a trama foi totalmente reformulada e o longa precisou ser refilmado para incluir na história a invasão alienígena (a fim de tirar o foco apenas das operações dos protagonistas na vizinhança). Com toda esta bagunça não é de se espantar que o filme não tenha dado certo. Mesmo assim, existe algo no clima de um pacato bairro de uma cidadezinha americana sendo perturbado por elementos externos que apela diretamente a mim e me faz lembrar de comédias como Meus Vizinhos São um Terror (1988). O filme tem irrisórios 17% de aprovação.

10 Remakes Melhores que os Originais

Talvez o termo que mais faça os cinéfilos rangerem os dentes seja remake. As infames refilmagens chegaram para ficar e, em sua grande maioria com toda certeza são, digamos, no mínimo desnecessárias. Mas é claro que para toda regra existe a exceção. E assim, para cada 10 obras refilmadas, ganhamos ao menos uma para salvar o dia.

Esses bons exemplares servem, acima de tudo, para mostrar que se desenvolvidos da maneira certa, os remakes pode acrescentar muito ao material original, expandindo sua mitologia e modernizando o conceito para os novos tempos e novos públicos – sem que precisemos esquecer do clássico. Um bom exemplo disso é o que a série Westworld criou, em especial em sua primeira temporada, em relação ao que havia sido trabalhado no filme homônimo de 1973.

Pensando nisso, o CinePOP cria uma nova matéria colocando nos holofotes algumas ótimas refilmagens que, além de funcionarem muito bem por conta própria, ainda conseguem ser tão boas (ou quem sabe até melhores) que os filmes originais. Vem conhecer.

A Mosca (1986)

Baseado no conto homônimo de George Langelaan, A Mosca da Cabeça Branca (1958) é uma produção B da FOX que ganhou status de cult – e foi lançada numa época áurea para este tipo de filme, ficções científicas e histórias fantásticas. Quase trinta anos depois do original, a mesma FOX lançava o remake, e não poderia ter escalado diretor melhor, já que David Cronenberg fez carreira em cima do horror corpóreo e do grotesco – encaixes perfeitos para a natureza desta trama.

Nas duas versões, o protagonista brinca de Deus ao criar uma nova tecnologia que transporta matéria de um receptáculo ao outro. Ambos são obcecados com seu trabalho e têm seus laboratórios em sua própria casa. A diferença é que no original, Andre (David Hedison) é um pai de família e sua mulher (Patricia Owens) é a verdadeira protagonista. A história também começa pelo fim, e o que vemos é inteiramente um flashback contado pela esposa. A experiência, por sua vez, termina por dividir Andre em dois seres. O remake ganha ares de superprodução, com um orçamento de US$15 milhões – o que eleva os efeitos práticos criados aqui a outro patamar, ainda hoje alguns dos mais memoráveis da década e vencedor do Oscar de melhor maquiagem.

Bravura Indômita (2010)

Essa é páreo duro. O filme original conta com uma grande atuação do eterno cowboy John Wayne, que inclusive conquistou o único Oscar de sua carreira pelo trabalho, e está no panteão de seus melhores filmes do gênero. Lançado em 1969, o longa é baseado no livro de Charles Portis e também recebeu indicação no Oscar por sua canção original. Quarenta e um anos depois foi a vez dos irmãos Coen, celebrados cineastas, adaptarem o clássico faroeste para a Paramount.

Se formos comparar unicamente os prestígios das produções, a versão dos Coen sai na frente, com 10 indicações ao Oscar – entre elas melhor filme, diretor, roteiro, fotografia, ator principal e atriz coadjuvante -, mesmo que não tenha levado nenhuma. O veterano Jeff Bridges faz um trabalho tão bom quanto Wayne na pele do caolho Rooster Cogburn, e Matt Damon e Josh Brolin são adições de luxo a qualquer elenco. Se tem outro ponto no qual o remake sai vitorioso novamente é na escalação da menina Hailee Steinfeld no papel de Mattie Ross. A começar que Steinfeld tinha mesmo 16 anos na época, ao contrário dos vinte e poucos de Kim Darby no filme original. Uma das principais diferenças é a inclusão de um epílogo com Mattie já adulta e sem braço, ausente no clássico.

Sob o Domínio do Mal (2004)

Outra disputa duríssima. Paranoia é a palavra central desta trama escrita pelo autor Richard Condon, que teve o seu livro adaptado ao cinema pelo diretor John Frankenheimer em 1962. Aqui, a Guerra-Fria e o pânico norte-americano do comunismo servem como tema na história sobre um grupo de militares dos EUA sequestrado por forças soviéticas durante uma operação em terras estrangeiras, sofrendo lavagem cerebral a fim de cometerem atos terríveis. Tudo canalizado por uma família política ambiciosa e sem escrúpulos.

No remake de Jonathan Demme (O Silêncio dos Inocentes), lançado 42 anos depois do original, sai a paranoia da Guerra Fria, dos coreanos, soviéticos e comunistas, e entra a da Guerra do Golfo, a dos atentados terroristas, e de grandes empresas farmacêuticas e militares. Sai também Frank Sinatra como o protagonista Marco e entra Denzel Washington, servindo a narrativa de maior representatividade. Outros membros do batalhão ganham mais destaque no remake também, além de qualquer filme lucrar com a presença de Meryl Streep. Aliás, o remake ganha muitos pontos somente pela dobradinha Washington/Streep.

Um Crime Perfeito (1998)

Esta remake orquestrado por Andrew Davis (O Fugitivo) consegue um feito impensável: melhorar Alfred Hitchcock. Baseado na peça de Frederick Knott, Hitchcock cria Disque M para Matar (1954) bem no estilo de uma montagem teatral – com poucos cenários (basicamente o apartamento do casal protagonista) e a ação toda baseada em diálogos. O fato faz deste longa uma bela companhia para Festim Diabólico (1948), outra obra do icônico diretor confeccionada em tais moldes.

O remake, mais arrojado e chamativo, acerta ao mesclar os personagens do assassino e do amante num só, eliminando assim a existência de um “mocinho”. Na nova versão, não existem santos, e sim pecadores – o que torna tudo mais crível. Outro ponto a favor é a concentração de uma linha investigativa, ao contrário da “volta ao mundo” que a polícia precisa realizar para conseguir concluir o caso no original. E o que dizer do “passeio” que uma condenada à morte é permitida fazer bem na véspera de sua execução – bem, hoje em dia tais momentos podem não descer tão redondos assim, e o remake fez bem em elimina-los. Fora isso, na refilmagem não existe espaço para a comicidade, incluída no original através do Inspetor Hubbard (John Williams), quase um Poirot. Talvez por isso, no remake tenha sido escalado para o mesmo personagem o ator David Suchet, que viveu o detetive criado por Agatha Christie na série homônima, de 1989 a 2013.

A Pequena Loja de Horrores (1986)

Dirigido pelo rei do cinema B Roger Corman, esta produção de baixo orçamento lançada em 1960 pode se gabar de sua ideia original e alucinada, e de ser um dos primeiros projetos a contar com a participação do astro Jack Nicholson num papel coadjuvante. A trama mostra um tímido funcionário de uma floricultura descobrindo uma planta carnívora como nenhuma outra. O filme, que mistura comédia e terror, se tornou cult e virou um musical nos palcos no início da década de 1980.

Em 1986, tal peça era adaptada ao cinema na forma de uma grande produção dirigida por Frank Oz. Igualmente um musical, o filme manteve alguns atores dos palcos e adicionou grandes nomes da comédia de Hollywood dos anos 1980 ao elenco – gente como Rick Moranis, Steve Martin, Bill Murray e John Candy desfilam em tela. O remake ganhou ainda mais tintas de item cult, se tornando unanimemente preferida em relação ao original. A surpresa é que uma nova versão da história está sendo desenvolvida pelo diretor de Com Amor, Simon (2018), e com Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton no elenco.

Scarface (1983)

Por falar em remakes da década de 1980 que ganharão novos remakes, aqui temos o inesquecível neoclássico de Brian De Palma, com uma das mais chamativas atuações do mestre Al Pacino. Scarface: A Vergonha de uma Nação (1932) é um dos filmes responsáveis por cimentar o cinema de máfia e suas alegorias como conhecemos hoje. A influência do longa sobre um bandido chamado Tony que escala até o topo do submundo do crime ecoa até hoje.

Cinquenta e um (uma boa ideia) anos depois, o diretor De Palma reimaginaria o clássico, com roteiro assinado por Oliver Stone. A ideia é tirar a história de Chicago e a levar até Miami, onde um imigrante ilegal foragido de Cuba faz a trama ganhar novos contextos políticos. Pacino vive o Tony da vez, e assim como no original sobe na cadeia alimentar da contravenção, assassinatos e todo tipo de crime até o topo. Mesmo tido como exagerado hoje, o remake de Scarface é um dos filmes mais adorados do gênero, e conta com coadjuvantes de luxo como Michelle Pfeiffer e Mary Elizabeth Mastrantonio. Outra semelhança entre os longas é a frase “The World is Yours”, mostrada em momentos específicos de ambos.

O Professor Aloprado (1996)

O saudoso Jerry Lewis ficou imortalizado como um dos maiores nomes do humor no cinema mundial. E foi justamente de sua cabeça que saiu a ideia para O Professor Aloprado – a história sobre um gênio da ciência muito tímido e atrapalhado (o típico nerd), cuja maior vontade é ser popular com as mulheres. Bem, não se pode ter tudo. Ou será que sim? Escrito e dirigido pelo próprio ator, esta espécie de O Médico e o Monstro cômico foi lançado em 1963, e mostra um sujeito retraído criando uma fórmula que o torna um “ás” com as mulheres – hoje, leia-se um “macho tóxico”.

O Professor Aloprado, de Jerry Lewis, foi um sucesso e se tornou seu filme mais famoso. Trinta e três anos depois, outro humorista sensação se apropriou do material, elevando ainda mais o jogo. Eddie Murphy foi sucesso no humorístico Saturday Night Live, e em seu início de carreira no cinema marcou um golaço com Um Tira da Pesada (1984). Depois disso, ficou entre altos e baixos, e foi com sua versão de O Professor Aloprado que o ator recuperaria seu status de outrora. Então, mais do que um filme, para Murphy a obra significou o resgate de sua carreira. A boa sacada do roteiro é fazer do protagonista um homem com baixa autoestima devido ao sobrepeso. A lição final, no entanto, é o oposto da gordofobia, é a de aceitarmos quem somos de verdade. Outro ponto positivo é a atuação de Murphy como vários membros da família Klump, referência a Um Príncipe em Nova York (1988), outro grande acerto de sua filmografia.

Onze Homens e um Segredo (2001)

Já tivemos um filme protagonizado por Frank Sinatra na lista, e agora chega o segundo. Tanto Sob o Domínio do Mal (1962) quanto Onze Homens e um Segredo (1960) são ótimos filmes, mas produtos de seu tempo. Aqui mais ainda, o longa parece ter sido feito na famosa circunstância da camaradagem – pense em Adam Sandler e seus amigos saindo de férias para gravar Gente Grande, por exemplo. Na década de 1960, tínhamos o chamado Rat Pack (o “grupo de ratos”), comandado por Sinatra e seus comparsas (Sammy Davis Jr., Dean Martin, entre outros) – um grupo de malandros sedutores, que adoravam beber e fumar, e eram os caras mais descolados da época.

Justamente por isso, quando foi a hora do alternativo Steven Soderbergh regravar o longa 41 anos depois, sua principal motivação foi reunir um elenco tão “legal” quanto e estipular o clima de brincadeira e camaradagem nos bastidores – que se reflete na tela. Assim, George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, entre outros, desfilam num dos maiores e melhores elencos de todos os tempos. É claro que para esta modernização a trama fica um pouco mais complexa e repleta de reviravoltas – assim como melhor aprofundamento de personagens. A principal diferença é, claro, o avanço na tecnologia, e o fato de que no original todos eram colegas das forças armadas planejando um grande golpe em Las Vegas.

Guerra dos Mundos (2005)

Tudo começou com a obra literária do autor H.G. Wells, que conta em detalhes como ocorreria uma invasão alienígena na Terra saída de Marte – lançada ainda em 1897. Antes desta primeira adaptação do livro clássico ao cinema, de 1953, no entanto, tivemos a infame transmissão de rádio, na qual Orson Welles relata a chegada de marcianos ao nosso planeta de forma tão precisa que criou uma histeria em massa, em 1938. Produzido por dois anos até seu lançamento, a Paramount criou esta superprodução – que pegava carona no filão da década da ficção científica, com diversos paralelos traçados, o maior deles sendo o medo e a paranoia do “estrangeiro” em meio à Guerra Fria.

E quando pensamos em alienígenas e superproduções, qual cineasta vêm à mente de forma quase instantânea. Acertou quem disse Steven Spielberg. Após os sucessos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) e E.T. – O Extraterrestre (1982), o diretor trata pela primeira vez os visitantes interplanetários como vilões – afinal, esta é toda a essência do material original. Mesmo após Independence Day (1996) – o Guerra dos Mundos dos novos temposSpielberg consegue entregar uma obra relevante, em especial por centrar sua trama numa família: um pai fazendo de tudo para proteger seus dois filhos. Pode parecer destoante, mas o que o cineasta faz é algo mais intimista, pessoal e dramático dentro da megalomania que uma situação destas apresenta.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Como dito, os anos 1950 foram o berço da ficção científica no cinema – com diversas produções clássicas desta época ainda lembradas como alguns dos maiores exemplares do gênero na sétima arte. É exatamente onde O Monstro do Ártico (1951) se encaixa. Baseado no conto ‘Who Goes There’, de John W. Campbell Jr., o filme apresenta um grupo de cientistas e militares em uma base americana no Alaska, descobrindo uma criatura alienígena congelada na neve. A criatura, é claro, foge e se torna uma ameaça para a equipe, matando seus membros.

Trinta e um anos depois, o cultuado John Carpenter, então no auge de sua carreira, refilma a obra, dando sua própria abordagem diferenciada. A trama é movida para a Antártida, onde temos desta vez uma equipe inteiramente constituída de homens, ao contrário do original. Além disso, o terror começa em uma base norueguesa vizinha, e o primeiro contato com o monstro é através de um cachorro contaminado. A grande diferença, entretanto, é a maior graça do remake. Enquanto no original, a produção não contava com um orçamento folgado, a criatura era apenas um monstro de macacão no estilo Frankenstein, descrito como um vegetal humanoide. Já na refilmagem, Carpenter pôde brincar bastante com o conceito, fazendo da criatura um ser transmorfo, que podia se parecer com qualquer um, inclusive animais, como cachorros. Ao mesmo tempo em que as mutações grotescas se tornaram o chamariz do longa, com efeitos práticos reverenciados até hoje.

‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ quase teve Robert Pattinson como vilão no lugar de Chris Evans

Mesmo sendo um fracasso nas bilheterias, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘ acabou se tornando uma das adaptações de quadrinhos mais amadas pelo público ao longo dos anos.

E a atuação de Chris Evans como Lucas Lee foi um dos motivos que contribuíram para o amor dos fãs pelo filme.

No entanto, o diretor Edgar Wright revelou à Vanity Fair que Robert Pattinson fez o teste para o papel e quase foi escalado antes da chegada de Evans.

“Eu me lembro muito bem das audições de Robert Pattinson para viver Lucas Lee. Ele fez uma leitura muito mais intensa do roteiro… Obviamente, ele é um ator incrível e alguém com quem eu adoraria trabalhar atualmente. Mas foi uma visão muito diferente do que Chris fez com o papel, e acabamos escolhendo ele.”

E aí, você acha que Pattinson seria uma boa escolha para o papel?

Lançado em 2010, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundoé uma adaptação dos quadrinhos homônimos escritos por Bryan Lee O’Malley e publicados a partir de 2004.

Na trama, Scott Pilgrim (Cera) é um jovem canadense preguiçoso que sonha em ganhar o mundo com sua banda de rock de garagem, a Sex Bob-Omb. Ao longo do filme, ele se apaixona pela entregadora Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead), mas para conquistá-la, ele deve derrotar seus sete ex-namorados, chamados de ‘A Liga dos Sete Ex-namorados do Mal’.

Infelizmente, o longa arrecadou apenas US$ 48 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 85 milhões.

Apesar isso, conquistou 82% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

O Massacre da Serra Elétrica | Conheça TODOS OS FILMES da franquia

Antes de Atividade Paranormal, Jogos Mortais e Premonição, antes mesmo de Jason, Freddy, Chucky ou até Michael Myers, existia Leatherface e sua família de canibais psicopatas. O Massacre da Serra Elétrica pode ser considerado uma das franquias de terror mais antigas da história do cinema, e uma que continua gerando frutos – para o bem ou para o mal.

Pegando carona no anúncio de um novo filme da franquia, resolvemos fazer uma retrospectiva destrinchando (com o perdão do trocadilho) todos os filmes que levaram até o público o pavor da sonoridade da serra do maníaco “cara de couro”. Portanto, pegue sua motosserra, ou serra elétrica se preferir, e vamos lá.

Confira nossa análise de Massacre no Texas, oitavo filme da franquia O Massacre da Serra Elétrica

O Massacre da Serra Elétrica

Foi em 1974 que tudo começou, sem a mínima aspiração de transformar esta obra crua, visceral e com ares de documentário em uma franquia. Dirigido pelo saudoso Tobe Hooper em início de carreira (este foi seu segundo longa), o filme é livremente baseado na vida do psicopata real Ed Gein, que também rendeu assunto para o clássico Psicose (1960), de Alfred Hitchcock.

Gein gostava de roubar túmulos e foi um dos assassinos em série mais notórios da história dos EUA. Em sua casa, a polícia encontrou diversas partes, órgãos e membros decepados de suas vítimas, que o sujeito insano usava como objetos de decoração no local. Este fato serviu como inspiração para o interior da casa da família deste filme, mostrado no desfecho. Além disso, Leatherface, como viria a ficar conhecido o personagem de Gunnar Hansen, o maníaco mudo, usava a pele de suas vítimas para confeccionar as máscaras que vestia ao longo do filme.

O Massacre da Serra Elétrica foi vendido na época como um filme real, muito antes de A Bruxa de Blair (1999), e serviu para assombrar uma geração inteira, sendo proibido em diversos países por anos. Devido a seu baixo orçamento, a obra ganhou contornos de amadorismo (principalmente nas atuações), o que somaram ao teor realista. Bastou um filme para Leatherface se tornar um ícone dos slasher e Marilyn Burns, a mocinha, ser catapultada ao status de musa rainha do grito no gênero.

O Massacre da Serra Elétrica – Parte 2

Sabe tudo que eu disse no item acima, sobre o realismo e tom quase documental? Pois bem, jogue tudo isso fora para a sequência. Mais de dez anos depois (doze para ser bem preciso), o mesmo Tobe Hooper decide revisitar o universo da família canibal do Texas. Nesta época, já tendo passado pela epopeia de Poltergeist –O Fenômeno (1982) – filme pelo qual é creditado, mas jura de pé junto ter sido dirigido por Steven Spielberg -, Hooper optou pelo caminho inverso, e com um orçamento bem mais folgado, entrega uma orgia do nonsense, numa viagem lisérgica.

Os personagens são os mesmos, mas em 1986, década bem propícia para a “farofada”, eliminam bastante do fator medo, recaindo voluntariamente no humor e na sexualidade. Logo na primeira cena de morte, quando uma dupla de “machões” decide despejar muita obscenidade numa ligação para a DJ de uma rádio, percebemos que Hooper estava muito mais em sintonia com a época do que de fato com sua obra original. É um caminho ousado, mas que demonstra originalidade ao não tentar se repetir.

O Massacre da Serra Elétrica 2, no entanto, não é um filme ruim qualquer – como viriam a se mostrar os outros episódios vindouros desta franquia – é uma obra de muito estilo, seja na estética ou narrativa, ambas muita apuradas. O que Hooper cria é uma grande brincadeira com o gênero e com sua própria mitologia. A confecção por trás de tudo, por exemplo, é muito viva, e a direção de arte se faz tão presente – em especial o cenário da rádio – que além de o sentirmos como um personagem, temos a dimensão exata de sua arquitetura. Aqui é também aonde Leatherface começa a surgir como anti-herói, representado como figura enfatuada pela mocinha; a grotesca e libertina cena da serra na virilha de shortinho da protagonista demonstra isso de maneira deturpada.

O filme cria ainda uma das heroínas de maior fetichismo na franquia, a locutora de rádio Vanita ‘Stretch’ Brock, papel da belíssima Caroline Williams, imortalizada igualmente pelo papel. A falta de desfecho, a cena da competição do chilli, e alguns momentos com o grande Dennis Hopper (como quando ele adquire sua motosserra para combater os vilões) fazem da Parte 2 o exemplar mais Twin Peaks de toda a franquia.

O Massacre da Serra Elétrica 3

Sabemos que o dinheiro sempre falou mais alto em Hollywood, mas também a vontade dos fãs, afinal sem eles não existiria filme. Assim, a terceira parte de O Massacre da Serra Elétrica já exibia seu trailer antes mesmo de um roteiro, e um diretor ser contratado. Com um lançamento programado para 1989, o filme chegava aos cinemas em 1990 sem qualquer dos envolvidos nas produções anteriores.

Sem o impacto do original e sem o estilo estético do segundo, O Massacre da Serra Elétrica 3 adentrava os anos 1990 se tornando apenas um slasher qualquer, numa década em que tais filmes já pereciam. Assim, a história aqui era o que menos importava, já que era confeccionada como uma produção rotineira do subgênero. Originalmente planejado para a volta de Tobe Hooper na direção, o cineasta de fato chegou a enviar o tratamento de sua ideia para a New Line, mas optou por desistir, em nome de Combustão Instantânea, o filme que lançava no mesmo ano. Assim, Jeff Burn assumia em seu lugar.

O anúncio do trailer já credita o longa a seus nomes mais famosos, os produtores de A Hora do Pesadelo, agora que Leatherface recaía nas mãos da New Line, mesmo estúdio de Freddy Kruger, saindo da falida Cannon. Peter Jackson e o maquiador Tom Savini foram oferecidos o filme. Jackson começou a carreira em produções de horror, como Trash – Náusea Total (1987) e Fome Animal (1992); e Savini estrearia na direção de um longa no mesmo ano, com o remake de A Noite dos Mortos Vivos (1990).

A cada novo exemplar, a família se reestruturava e mudava seus membros. O único elemento imutável é Leatherface. Bem, ao menos no roteiro, já que o intérprete, depois de Gunnar Hansen no primeiro e Bill Johnson no segundo, assume os contornos de R.A. Mihailoff. O desejo por impulsionar o psicopata na cultura pop, ao ponto de querer torna-lo o novo Jason ou Freddy (tardiamente), era tanto que a New Line não hesitou em intitular o longa como Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III no original. Curiosamente, o último exemplar da franquia traz novamente Leatherface como título original de Massacre no Texas.

Fora isso, o terceiro filme traz ainda um desconhecido Viggo Mortensen, como o rosto mais famoso do elenco (pelo menos agora), na pele de um dos membros desta peculiar família, e o retorno de Caroline Williams reprisando o papel de Stretch numa ponta. O desejo do diretor era mostrar que a personagem havia subido na vida, de DJ ela agora é uma repórter dando as notícias das mortes – o diretor pensou que Stretch estaria investigando por conta própria os assassinatos, mas o longa não foca nisso.

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno

É claro que a New Line não iria deixar sua recém-adquirida franquia apenas sentar na prateleira sem uso. Assim, quatro anos depois do malfadado Leatherface, o quarto exemplar da franquia chegava aos cinemas. Mas a coisa mais assustadora aqui é a atuação caricata e exagerada de um então iniciante Matthew McConaughey como o alucinado psicopata Vilmer. Dizem as más línguas que os produtores sabiam que a carreira do ator estava para decolar (em 1996 ele lançaria o divisor de águas Tempo de Matar) e esperaram sua explosão para soltar um relançamento do filme. Além disso, a mocinha é interpretada por ninguém menos do que Renée Zellwegger em início de carreira.

Mais uma vez, Leatherface passou a máscara e a serra adiante, e quem assume aqui é Robert Jacks – estranhamente creditado como “Leatherface Slaughter”. A direção ficou a cargo de Kim Henkel, parceiro (sim, não deixe o nome te enganar, se trata de um homem) de Tobe Hooper no roteiro do filme original. Ele assume o texto e a comando do quarto exemplar. A trama, a mais idiota até então – e estamos levando em conta a “viagem de ácido em forma de filme” que foi o segundo – apresenta um grupo de adolescentes a caminho do baile de formatura, cujo infortúnio os joga diretamente na fazenda da famosa família canibal.

Como forma de homenagear o original, no qual esteve envolvido como roteirista, o diretor entregou a reunião de alguns atores do clássico em pontas neste quarto episódio. Na cena do hospital, John Dugan, o vovó do filme de 1974, interpreta um policial; Paul A. Partain (o deficiente Franklin) vive um funcionário, e a lendária Marilyn Burns é uma paciente na maca. Outro detalhe é que nesta continuação, Leatherface incorpora sua veia drag de forma mais intensa, com diversas cenas do maníaco se maquiando em frente ao espelho, usando perucas e roupas femininas, e até mesmo no pôster do filme sua aparência lembra bastante as formas físicas de uma mulher, com meia arrastão e salta alto. O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno colocaria um grande hiato na franquia, por nove anos.

O Massacre da Serra Elétrica

A refilmagem O Massacre da Serra Elétrica (2003) foi a produção responsável por abrir as portas de vez para a febre de remakes de filmes de terror que assola Hollywood nos últimos anos. É claro que refilmagens já existiam, mas aqui elas se apossaram de alguns dos maiores ícones do gênero no cinema. Foi depois desta obra que vieram A Profecia (2006), Sexta-Feira 13 (2009), Halloween (2007), A Hora do Pesadelo (2010), Carrie – A Estranha (2013), A Hora do Espanto (2011), entre outros.

Tudo, é claro, culpa de Michael Bay e sua Platinum Dunes, a produtora responsável, sob a tutela da New Line. O curioso é perceber que o filme não é ruim, muito pelo contrário, consegue sobressair à maioria de reimaginações que seguiram. Este foi também o primeiro filme com o selo da franquia que este amigo que vos fala assistiu na telona. O Massacre da Serra Elétrica é uma modernização do clássico de 1974 que, ao mesmo tempo em que respeita os conceitos, estrutura, cenas e a época retratada (todo o clima dos anos 1970 está lá, embora não seja obrigatoriamente passado em tal década), o longa inova com sua edição e visual chamativo – longe do clima “cru” do original.

A história é a mesma, e mostra cinco amigos aterrorizados em uma viagem ao Texas por uma bizarra família de canibais. No elenco, destaca-se a estonteante Jessica Biel, em seu primeiro papel de protagonismo no cinema, fazendo as vezes da Marilyn Burns moderna. O gigante Andrew Bryniarski vive Leatherface, e a direção ficou com Marcus Nispel, exalando todo seu estilo saído de videoclipes. Nispel viria a comandar produções maiores como o citado remake Sexta-Feira 13 (2009) e Conan – O Bárbaro (2011). A história termina de tal forma, com a protagonista arrancando o braço do psicopata a machadadas, que esta linha narrativa jamais foi seguida.

O Massacre da Serra Elétrica: O Início

 

Para onde correr após o desfecho da refilmagem? Porque deixar o filme sem continuação, jamais, não é mesmo? A opção então se mostrou por uma prequel (uma pré-sequência), apostando em eventos passados antes da refilmagem, e assim antes do primeiro filme (1974) também. Nesta reintrodução à franquia, lançada em 2006, uma trama envolvendo a Guerra do Vietnã é adicionada, narrando a história de dois irmãos que, antes de partirem para seu serviço militar, resolvem viajar ao lado das namoradas. No lugar da mocinha Jessica Biel, entra a filha de brasileira Jordana Brewster (antes de seu retorno para Velozes e Furiosos).

Essa é a primeira vez também que a franquia repete o intérprete do maníaco Leatherface, com o gigante Andrew Bryniarski reprisando o papel do filme anterior. Quem também volta é o saudoso R. Lee Ermey (falecido recentemente), no papel do sádico patriarca da família Hewitt. O elenco conta ainda com Matt Bomer como um dos irmãos protagonistas. A direção é de Jonathan Liebesman, que havia dirigido o terror No Cair da Noite (2003) e seguiu para blockbusters como Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011), Fúria de Titãs 2 (2012) e As Tartarugas Ninja (2014).

O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua

Este filme com título imenso em nosso país, foi a tradução que demos para Texas Chainsaw 3D – título original que dispensa o “Massacre” do nome, e acrescenta o caça-níquel do 3D, o primeiro filme da franquia dentro do formato. Aqui ocorre mais uma troca de batata quente entre estúdios: depois da Cannon, da New Line e da Platinum Dunes, a Serra Elétrica cai nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films – o que causa o encontro curioso (mas não oficial) entre Leatherface e Jigsaw, assassino da maior franquia da casa, Jogos Mortais. Encontro este no qual Leatherface dá um chega pra lá em um Jigsaw wannabe – mostrando o respeito dos produtores pelo clássico.

Depois de beldades como Marilyn Burns, Caroline Williams, Renée Zellwegger, Jessica Biel e Jordana Brewster no comando dos “pulmões” protagonizando, é a vez de Alexandra Daddario deixar seu legado nesta longa história de terror. A trama, joga fora todas as continuações e segue direto após os eventos do longa original, artifício utilizado também pelo mais recente Halloween (2018).

Só existe um pequeno grande problema com este roteiro, detalhe que foi apontado na maioria das críticas da obra. Enquanto Halloween irá acertar utilizando a mesma Jamie Lee Curtis, uma adolescente de 18 anos no original e agora uma senhora de 60 anos, a premissa deste filme quer que acreditemos que em 1974 Daddario ainda era um bebê e hoje, uma jovem em seus 27 anos. O problema? Neste tempo se passaram 39 anos! E esta deveria ser a idade dela. Bem, isso se resolveria se a trama estivesse ocorrendo até o início da década passada, mas os carros, celulares com câmeras e outros aparatos centram o filme em seu ano de lançamento de 2013.

Na história, a personagem de Daddario é cria da bizarra família, adotada por um casal do interior, já que após os eventos ocorridos no filme de 1974, os canibais são inteiramente dizimados pelos habitantes locais. Ou quase todos, já que Leatherface, o único sobrevivente (interpretado aqui por Dan Yeager), vive inerte durante esses anos todos no porão de uma idosa, sua parente. Quando a mulher morre, Daddario herda a casa e viaja para a propriedade com um grupo de amigos. O elenco traz Scott Eastwood na pele de um policial e direção de John Luessenhop (Ladrões).

Mais uma vez transformado em anti-herói, Leatherface não deu mais as caras em sua versão famosa e a série ficaria mais alguns anos na geladeira.

Massacre no Texas

Falei recentemente sobre esta produção, lançada direto em vídeo no Brasil (ao contrário da anterior e da refilmagem de 2003), que marca o oitavo longa com a marca “O Massacre da Serra Elétrica”. Bem, ou quase, como podemos notar no título – este é o primeiro filme da franquia a não exibir o nome original aqui no Brasil. No original, ficou apenas Leatherface.

Os rostos mais famosos aqui são os de Stephen Dorff e Lili Taylor, vivendo personagens coadjuvantes. O roteiro criativo tenta (sem sucesso) soprar novo ar para dentro da franquia, ao contar os verdadeiros primórdios do assassino “cara de couro” e sua ligação com a família. Taylor vive a matriarca, e logo no início Leatherface ainda criança é tirado dos cuidados dela e levado pelas autoridades até uma instituição psiquiátrica, aonde fica até se tornar um jovem rapaz.

A grande jogada do filme é nos fazer adivinhar qual dentre alguns possíveis candidatos irá se tornar Leatherface. Durante uma rebelião no manicômio, alguns pacientes fogem e saem numa jornada criminosa, levando consigo uma enfermeira sequestrada. Acompanhamos seus atos, o que transforma este exemplar mais em um drama criminal do que num filme de terror em si. Isto é, até seu desfecho apoteótico.

‘Jurassic World: Domínio’: Novas imagens mostram pequenos dinossauros e floresta

A Universal Pictures divulgou novas imagens dos bastidores de ‘Jurassic World: Domínio‘, que mostram mais novidades da produção.

Na primeira imagem vemos pequenos dinossauros, e na segunda temos Owen e uma personagem feminina gravando em uma floresta.

Confira:

Por enquanto, ainda não foram revelados muitos detalhes sobre o longa, mas Trevorrow revelou ao Collider que a sequência terá mais efeitos práticos do que os filmes anteriores da trilogia.

“Nossa proposta era trabalhar com mais efeitos práticos em todos os filmes da trilogia desde o primeiro. Por isso criamos mais animatronics para o 3º filme, há mais desses efeitos do que tivemos nos dois anteriores.”

O cineasta pareceu empolgado ao dizer que a equipe de efeitos visuais aprimorou as técnicas de edição para mesclar os animatronics com retoques digitais.

“Nos últimos dois meses, descobrimos uma nova forma de mesclar as extensões digitais nos animatronics, combinando a textura e o nível de fidelidade dos bonecos sem que percebam a diferença. Então isso é muito emocionante para mim.”

Ele também falou um pouco sobre o retorno do elenco original após sua ausência nos últimos dois filmes.

“Precisávamos descobrir uma razão pela qual Ellie, Malcolm e Grant foram ao parque temático exatamente no mesmo dia em que ele foi destruído… De novo. O próximo filme permite que os personagens herdados dos filmes originais façam parte da história de maneira natural e convincente. [A roteirista] Emily Carmichael e eu chamamos essa sequência de ‘Jurassic Park VI‘ porque realmente é.” 

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

‘Pânico’: David Arquette quer que a franquia ganhe mais filmes após o 5º

David Arquette foi um dos protagonistas dos quatro filmes da franquia ‘Pânico‘ e estará reprisando seu papel como Dewey Riley mais uma vez no vindouro ‘Pânico 5‘.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o astro pareceu empolgado com o retorno à franquia e disse que adoraria repetir a experiência em mais filmes, além do 5º filme.

“Eu amo interpretar Dewey. Esse personagem teve um papel muito importante na minha vida e na minha carreira. Como ator, você tenta fazer filmes que funcionem, divirtam e que prendam a atenção do público… E eu sinto que a franquia ‘Pânico‘ causa essas sensações.”

Questionado sobre o que acha da expansão da franquia além de ‘Pânico 5‘, ele foi direto ao responder:

“Seria incrível. A base de fãs de terror é enorme, então quando você realmente se conecta com eles, e tem a possibilidade de ir além, é algo muito especial. Quando [os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett] me convidaram para o próximo filme, só eu tinha confirmado presença… Agora temos temos Courteney [Cox], espero que Neve [Campbell] se junte à equipe também. Acho que será um retorno triunfante.”

Para quem não sabe, Campbell revelou ao Collider que está em negociações para reprisar seu papel como Sidney Prescott.

As filmagens da sequência vão acontecer no Spyglass Media Group, em Wilmington, Carolina do Norte.

O plano da Paramount Pictures é lançar o novo filme em 2021.

Em entrevista ao Comic Book, o produtor Kevin Williamson revelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.

“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt , do elogiado ‘Casamento Sangrento’, dirigem.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.  

Fique ligado para mais informações!

Palhaço assassino toca o terror no trailer do slasher ‘Clownface’; Assista!

O terror ‘Clownface‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Alex Bourne.

Um jovem insano, usando uma máscara de palhaço feita de carne humana, aterroriza uma pequena cidade com uma série de assassinatos. Os vizinhos Jenna e Owen procuram sua amiga desaparecida Zoe, que pode ser a última vítima dessa lenda urbana local conhecida como Cara de Palhaço.

Thomas LoonePhilip Bailey e Hannah Dougles estrelam a produção.

O terror será lançado direto em DVD e VOD no dia 18 de agosto.

‘Shazam! 2’: Filmagens serão iniciadas em 2021

Embora a pandemia do coronavírus tem afetado o cronograma de filmagens de várias produções – impactando em suas datas de estreias, ‘Shazam 2‘ não deve ser afetada.

Segundo o portal TheIlluminerdi.com, a Warner Bros. planeja iniciar os trabalhos do longa na primavera norte-americana de 2021 (período que compreende os meses de março e junho).

Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Uma Cilada para Meu Avô’: Comédia com Robert De Niro e Uma Thurman ganha trailer

A comédia familiar ‘Uma Cilada para Meu Avô’ (The War With Grandpa) teve seu primeiro trailer divulgado.

O filme é estrelado por Robert De Niro, Christopher Walken e Uma Thurman.

Assista:

Adaptado do romance de Robert Kimmel Smith, ‘The War With Grandpa’ conta a história do jovem Peter (Max Jenkins), que está entre seu amor pelo avô e seu querido quarto. Quando sua avó morre, o avô decide se mudar para a casa do neto e por conta de um problema em sua perna, ele acaba tomando seu quarto. O rapaz se vê forçado a abandonar seu cômodo e a mudar para sótão da casa, gerando alguns contratempos.