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10 curiosidades de ‘Os Vingadores’, um dos filmes mais amados da Marvel

Lançado em 2012, Os Vingadores foi a realização dos sonhos de muitos nerds pelo mundo. Pela primeira vez na história das adaptações de quadrinhos, personagens de franquias estabelecidas previamente se uniam em tela para um filme de grupo extremamente ousado.

O longa foi a consolidação do Universo Cinematográfico Marvel e ditou os rumos do cinemão pipoca da década passada, já que todos os estúdios passaram a tentar emplacar seus próprios universos compartilhados, sendo que praticamente todos fracassaram miseravelmente. Diante desses feitos, o CinePOP selecionou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o filme. Confira!

Avante!

Apesar de ser um filme de grupo, houve pouquíssimas oportunidades em que o elenco estava gravando completinho. Para tentar um entrosamento maior entre todos, os membros do elenco montaram um grupo de mensagens, onde compartilhavam suas experiências nas filmagens e jogavam conversa fora. Segundo o ator Clark Gregg (Agente Coulson), teve um dia em que o elenco inteiro estava reunido nos sets, quando Chris Evans (Capitão América) mandou uma mensagem de “Assemble!” (o clássico bordão do herói para convocar o time) no grupo para chamar a galera para uma confraternização, o que, segundo Gregg, foi um dos “momentos mais incríveis” de sua vida.

Insistência

Nos planos iniciais de Joss Whedon, nenhum dos coadjuvantes dos filmes solo dos heróis apareceria em Os Vingadores, com exceção do Jarvis (Paul Bettany), que compunha o sistema de armadura do Homem de Ferro. No entanto, ele achou uma boa contar com a participação do Dr. Selvig (Stellan Skarsgård). Sabendo disso, Robert Downey Jr. passou a importunar o diretor insistentemente para que ele trouxesse Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) para a trama, porque, segundo ele, a presença do arco romântico seria fundamental para Tony Stark. No fim, ele conseguiu o que queria, mesmo que em poucas cenas.

Interesse amoroso

A “Batalha de Nova York” dá bastante destaque a uma garçonete loira chamada Beth. No fim, não fica muito claro o motivo, mas quem viu os bônus do Blu-Ray sabe qual o motivo dela aparecer tanto. Até o penúltimo corte do filme, o Capitão América teria um interesse amoroso em sua volta ao mundo. Seria a garçonete de uma cafeteria que se interessaria pelos desenhos de Steve, que era aluno de Belas Artes antes de virar o primeiro Super Soldado. As cenas foram gravadas e quase entraram no corte final, mas o diretor optou por cortar esse arco, deixando apenas suas participações no clímax.

Cortes

Nenhum personagem teve tantas cenas cortadas quanto o Capitão América. Steve tinha cerca de 30 minutos de materiais que foram retirados da versão final do longa, que mostravam o rapaz se acostumando ao mundo no século XXI. Mostraria um pouco mais de suas reações à modernidade, um pouco mais de seu treino e tinha até mesmo outra participação especial de Stan Lee, que aconselharia o herói a pedir o telefone da Beth no café. O lado bom é que grande parte desse material foi divulgado nos bônus do Blu-Ray, então são facilmente encontrados na internet.

Visão de fã

Segundo Joss Whedon, um de seus personagens favoritos do filme foi o Agente Coulson. Ele sentia que faltava um pouco da visão dos fãs no longa, então escreveu esse arco do Coulson ser um colecionador de figurinhas e muito fã do Capitão América, algo que o próprio diretor faria se tivesse essa oportunidade. No fim, o sacrifício de Coulson foi o grande responsável pela união dos heróis, dando a esse “fã” um papel central na galeria dos salvadores do dia. Foi como uma grande homenagem a todos os fãs que acompanharam a saga até ali.

Arqueiro

Apesar de ter feito sua estreia como Gavião Arqueiro em uma rápida cena de Thor (2011), foi apenas em Os Vingadores que Jeremy Renner pôde realmente entrar em ação. Para ter uma postura e movimentos perfeitos como o herói, Renner teve o auxílio de arqueiros olímpicos. E quem gostava de ver os treinamentos do ator era o próprio Joss Whedon, que afirmou que algumas de suas cenas favoritas do filme são justamente aquelas em que o Gavião Arqueiro aparece atirando para um lado enquanto olha para o outro.

Hulk

Fanático pelos heróis da Marvel, Joss Whedon optou por resgatar um ídolo de sua infância para reprisar o papel que o consagrou. Ele chamou o ator Lou Ferrigno, que interpretou o verdão no seriado dos anos 1970, para dar voz ao Hulk do filme. Além disso, o ator Andy Serkis, mago da captura de movimentos e responsável por eternizar o Sméagol (O Senhor dos Anéis) nos cinemas, foi quem orientou e contribuiu na movimentação corporal do herói de CGI.

Introduções

Originalmente, a ideia de Whedon era introduzir o Homem-Formiga e a Vespa já neste filme, porque eles são membros-fundadores dos Vingadores nos quadrinhos. Só que Kevin Feige vetou a ideia porque ele já vinha trabalhando num projeto do Homem-Formiga do diretor Edgar Wright, que seria lançado em breve. O problema é que esse projeto se arrastou por décadas, a ponto de Wright abandonar o barco alegando “divergências criativas”. No fim, os heróis só viriam a estrear nos cinemas três anos depois.

De última hora

Essa aqui tem muita gente que não lembra, mas a icônica cena da shawarma foi adicionada de última hora no filme, tanto que as sessões de pré-estreia e de estreia não contavam com ela. Com o sucesso colossal do longa, Feige anunciou que uma nova versão do filme estava chegando aos cinemas do mundo todo com uma cena extra: a da shawarma.

Sucesso total

O longa se tornou um fenômeno de crítica e bilheteria. Pessoas do mundo inteiro abarrotaram as salas de cinema para verem e reverem a aventura do ano. O resultado foi uma bilheteria de mais de 1.5 bilhão de dólares, consolidando essa tendência de franquias bilionárias na Marvel. Na época, essa arrecadação levou o filme ao posto de terceira maior bilheteria da história do cinema. Atualmente, porém, ela não está mais nem no Top 10. Entretanto, segue como a quarta maior bilheteria da história do Universo Cinematográfico Marvel.

Os Vingadores está disponível no Disney+.

‘Tron: Ares’: Sequência com Jared Leto FRACASSA e arrecada menos que ‘Morbius’ em estreia nos EUA

A sequência ‘Tron: Ares‘ decepcionou em sua estreia nos EUA, arrecadando apenas US$ 33.4 milhões em seu primeiro final de semana.

O desempenho ficou abaixo das projeções recentes, que indicavam uma abertura em torno de US$ 45-50 milhões no país.

Para termos de comparação, o longa estrelado por Jared Leto ficou abaixo do lançamento doméstico de ‘Morbius‘ (US$39M), que foi considerado um dos maiores fracassos de 2022. Além disso, a produção falhou em alcançar os números de ‘Tron – O Legado‘ (US$44M).

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 27 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 60 milhões.

É um desempenho decepcionante para uma produção orçada em US$ 180 milhões.

Com apenas 56% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Tron: Ares‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

O elenco ainda conta com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’), Cameron Monaghan (‘Gotham’) e Jeff Bridges (‘The Old Man’).

10 curiosidades de ‘Power Rangers’, um “flop” cinematográfico injustiçado

Lançado em 2017, o filme dos Power Rangers tinha grande expectativa dos fãs da série, porque chegaria aos cinemas no momento em que essas franquias de super-heróis eram fenômenos mundiais, garantindo incontáveis sequências e caminhões de dinheiro para os estúdios. Porém, esse não foi o caso desse longa, que virou um dos maiores fracassos desse filão.

Apesar disso, o longa é considerado “injustiçado” por muitos, tanto que até hoje há fãs que fazem campanha pela sequência que nunca verá a luz do dia. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre o filme que você talvez não conheça. Confira!

Compromisso

Como parte da proposta de criar um mundo mais realista para os Power Rangers, a produção do filme contratou um linguista para criar a língua de Eltar, o planeta natal de Zordon (Bryan Cranston). O problema é que Cranston e Bill Hader (Alpha) tiveram muita dificuldade em aprender essa nova língua para as cenas. Por outro lado, Elizabeth Banks (Rita Repulsa) terminou as gravações fluente no idioma alienígena.

Velho conhecido

Apesar de ter aparecido como Zordon no filme de 2017, Bryan Cranston já era bastante familiarizado com a franquia dos Power Rangers, isso porque ele já havia trabalhado na série original de 1993. Na época, ele deu voz a dois monstros da produção: o Snizzard e o Twin Man.

Escola

A escola da Alameda dos Anjos provavelmente despertou uma sensação de nostalgia nos fãs. Além de utilizar o mesmo letreiro de Angel Grove High School da série de 1993, o colégio foi o mesmo utilizado como cenário nas gravações de Smallville, icônica série adolescente do Superman nos anos 2000.

Home office

Ludi Lin, o Power Ranger Preto, passou por uma situação inusitada. Ele recebeu o convite para fazer o teste para o papel, mas estava com a agenda abarrotada e não conseguiria viajar para Los Angeles. Então, eles sugeriram que ele fizesse o teste onde ele estava. Por isso, ele apelou para um estúdio de baixo orçamento em Cingapura. O teste foi tão bom que o diretor do filme, Dean Israelite, não teve dúvidas que ele era o cara certo para o papel.

De volta à escola

Quando recebeu a notícia de que havia sido escolhido para o papel, Ludi Lin decidiu voltar para a escola onde havia estudado para entender melhor como era o ambiente escolar do ensino médio da época. Ele passou uma semana dizendo ser “aluno de intercâmbio”, até que teve aula com um professor de sua época. Segundo o ator, o mestre levou um susto e perguntou em voz alta: “Ludi, você AINDA está na escola???”.

Youtuber

Segundo o diretor do filme, o personagem de Lin teve um arco que foi cortado na pós-produção, mas que não entrou no corte final por muito pouco mesmo. Na versão original, ele seria um aspirante a Youtuber. Com esse sonho de virar influenciador digital, ele ficaria postando vídeos de suas acrobacias e faria vlogs de toda essa experiência maluca que os Rangers vivem.

Interesse amoroso

De acordo com o ator Dacre Montgomery, as versões iniciais do filme davam bastante destaque à jornada de seu personagem (Jason) com a personagem de Naomi Scott (Kimberly). Porém, essas cenas foram deixadas de fora do corte final com a promessa de que esse interesse amoroso seria melhor desenvolvido nos próximos filmes.

Corte

Inclusive, uma das cenas dos trailers trazia o tão comentado beijo entre a dupla de protagonistas. No entanto, a produção optou por cortar não apenas essa cena, mas praticamente todo o arco de interesse amoroso entre eles, após as primeiras sessões-testes do longa. A reação do público era unânime: o desenvolvimento de um arco amoroso tirava o foco do arco de redenção da Kimberly.

Promoção

Falando na Kimberly, a atriz Naomi Scott havia feito testes para o papel da Ranger Amarela. Só que o diretor ficou impressionado com o teste da atriz e a indicou para fazer o teste para o papel da Ranger Rosa. Não deu outra. Ela conseguiu o papel e realizou o sonho de praticamente todas as meninas dos anos 90, tendo interpretado nos cinemas uma das Panteras, a Ranger Rosa e uma princesa da Disney (Aladdin).

Fracasso

Lançado no auge das produções de super-heróis nos cinemas, o filme dos Power Rangers era cotado pela Lionsgate como sua “galinha dos ovos de ouro”. A ideia era que ele desse início a uma franquia de ao menos três filmes. Só que as primeiras reações não foram muito boas, fazendo com que o longa encerrasse sua passagem pelas telonas com uma bilheteria de pouco mais de 142 milhões de dólares. Como o filme custou US$ 100 milhões, ele foi considerado um fracasso colossal, dando fim ao sonho da franquia se estabelecer nos cinemas.

Power Rangers está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.

 

Remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha’ FRACASSA com estreia desastrosa nos EUA

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O remake ‘O Beijo da Mulher Aranha‘ (Kiss of the Spider Woman), estrelado por Jennifer Lopez, fracassou em sua estreia nos EUA.

A nova versão falhou em alcançar US$ 1 milhão em seu primeiro final de semana no país, abrindo com desastrosos US$ 840 mil através de 1,300 salas de cinema. Para termos de comparação, projeções mais recentes indicavam uma abertura em torno de US$ 1.5-3 milhões.

Vale lembrar que o longa foi financiado de forma independente, antes de ser adquirido pela Roadside Attractions e Lionsgate, e contou com um orçamento de US$ 34 milhões.

A trama segue Valentín, um preso político que divide uma cela com Molina, condenado por atentado ao pudor. Os dois formam um vínculo improvável enquanto Molina reconta o enredo de um musical de Hollywood estrelado por sua diva favorita do cinema, Ingrid Luna.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

‘Pinguim’: Colin Farrell fala sobre possível 2ª temporada; “Teria que ser algo realmente incrível”

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Colin Farrell, astro da série ‘Pinguim’, falou recentemente sobre o sucesso da produção da HBO Max, abordando a possibilidade de uma segunda temporada em entrevista à Variety.

O ator refletiu sobre a experiência intensa, equilibrando exaustão e gratidão:

“Falei sobre essa experiência de todos os ângulos possíveis, e eu amei, mas, ao final, também estava esgotado. Não me entenda mal, fui muito bem pago por isso. Mas, falando como um fã de cinema e televisão, eu não consigo separar o homem que está em um trailer, vestindo aquele figurino no início do dia, do garotinho de cinco ou seis anos, de pijama, sentado no chão da sala dos pais assistindo ‘Batman’ de 1966. Simplesmente não consigo”, afirmou Farrell.

Ele continuou, expressando a honra de assumir o papel: “O sentimento de honra ao interpretar mais uma versão desse personagem, depois de Burgess Meredith, Danny DeVito e o ator da série ‘Gotham’, que ainda não assisti, mas de quem ouvi coisas extraordinárias, foi muito real para mim. Mas eu fui mimado por ter oito horas de história e seis meses de filmagem. Pessoalmente, não sinto um desejo ardente de fazer mais oito horas. Mas a vida é maior do que meus próprios desejos”.

Farrell destacou que um possível retorno dependeria de uma ideia de alta qualidade, que respeitasse o contexto do universo de Matt Reeves.

“Se surgisse uma ideia realmente interessante, algo que funcionasse em paralelo ao universo de Matt Reeves, no início de ‘Batman’, talvez. A série ‘The Penguin’ foi construída de forma impecável, arquitetônica, emocional e psicologicamente, a partir do que aconteceu no final de ‘The Batman’: a enchente e a morte de Carmine Falcone, que deixaram um vácuo de poder em Gotham City. Foi a oportunidade perfeita para criarmos uma história paralela de oito horas que pudesse, possivelmente, se conectar ao segundo filme”, destacou.

Por fim, o ator reforçou seu critério rigoroso para a sequência: “Teria que ser algo realmente incrível. Eu não gostaria de voltar só porque a primeira deu certo, e depois deixar o público pensando: ‘Por que não deixou como estava?’, isso seria uma pena. Mas se viesse algo extraordinário, eu com certeza me interessaria em voltar”.

‘Pinguim’ já está disponível na HBO Max.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Wicked: Parte 2’: Diretor revela uso de efeitos práticos na sequência; “O resultado é extraordinário”

Jon M. Chu, o diretor de Wicked: For Good’, revelou recentemente detalhes instigantes sobre a aguardada sequência do musical de sucesso da Universal, destacando o uso de efeitos práticos para dois personagens icônicos.

“Esperem até verem o Homem de Lata e o Espantalho”, afirmou o diretor conforme a Variety. “Não há efeitos digitais. É tudo maquiagem e cabelo reais, e o resultado é extraordinário. Eu não pude mostrar nenhuma filmagem aqui, mas quando vocês virem, saibam que não havia margem para erros”.

‘Wicked: Parte 2’: Dorothy será vista apenas de costas e à distância na sequência

Sobre a canção “For Good” , Chu afirmou que a interpretação de Cynthia Erivo (Elphaba) e Ariana Grande (Glinda) é “a versão mais bela e emocional que já ouvi em toda a minha vida”.

“Essa música é sobre o que elas fazem com o olhar”, explicou o diretor a respeito da gravação da cena. “É uma das canções mais regravadas, todo mundo já ouviu inúmeras versões, mas a vantagem que temos é que o público já conhece essas personagens”.

Ele continuou: “A forma como elas cantavam uma para a outra quase não parecia canto, era comunicação pura. Nós, cineastas, só precisávamos sair do caminho e deixar acontecer.”

Chu revelou ainda que, inicialmente, filmou a cena de “For Good” com planos “grandiosos”, mantendo essa versão na montagem por sete meses. “Mas nunca soou certo”, confessou. “Então optei por uma abordagem muito mais íntima”.

Após ‘Wicked: Parte 2’, Jonathan Bailey anuncia pausa na atuação!

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar o primeiro longa para o cinema do Super-Homem, a obra mais importante para o gênero (que domina atualmente) na história da sétima arte.

A ideia para o filme ‘Superman (1978) surgiu do desejo de criar uma produção que trouxesse à tela grande o icônico herói da DC Comics de forma grandiosa e respeitosa. O personagem, é claro, foi criado ainda na década de 1930 por Jerry Siegel e Joe Shuster, e recebeu diversas encarnações em seriados exibidos nos cinemas, filmes nos primórdios da sétima arte e animações. Mas nada que pudesse ser considerado uma superprodução.

Nos anos 1970, os estúdios começaram a perceber o potencial dos quadrinhos como fonte para filmes de grande apelo popular. A Warner Bros., detentora dos direitos do personagem, queria aproveitar esse momento para lançar um filme que combinasse ação, aventura e uma forte carga emocional, além de um tom leve e acessível ao público familiar. A escolha de Richard Donner como diretor veio da sua reputação por trabalhar com gêneros diferentes e conseguir equilibrar efeitos especiais com narrativa sólida. O projeto ganhou força com o roteiro de Mario Puzo (‘O Poderoso Chefão‘), mostrando que deixava de ser “coisa de criança” para ser “coisa de adulto”. Fora isso, existia a ambição de trazer efeitos visuais inovadores para a época.

O sucesso de filmes de super-heróis animados e especiais para TV durante os anos 60 e 70 mostraram que o Superman tinha um apelo que transcendia gerações. Os produtores também queriam evitar que o personagem fosse visto apenas como uma figura de quadrinhos e, para isso, investiram em um roteiro que explorasse a origem, os dilemas e a humanidade do herói. A contratação de Christopher Reeve, um ator carismático e pouco conhecido, foi crucial para dar vida a Clark Kent e Superman de forma convincente. O desenvolvimento do filme foi marcado por desafios técnicos e criativos, mas a visão pioneira de Donner e sua equipe tornou o longa um marco, abrindo caminho para toda a era dos blockbusters de super-heróis.

Superman: O Filme (1978) conta a origem do icônico herói, desde seu nascimento no planeta Krypton até sua chegada à Terra, onde é criado como Clark Kent. Ao descobrir seus poderes extraordinários, ele decide usar suas habilidades para proteger a humanidade. Enfrentando o vilão Lex Luthor, que planeja destruir Los Angeles, Superman luta para impedir uma catástrofe e provar que é um símbolo de esperança. O filme mistura ação, romance e drama, explorando a dualidade entre Clark Kent e Superman. Essa história clássica estabeleceu as bases para as adaptações futuras do personagem no cinema.

Antes de ser definido o roteiro final de ‘Superman: O Filme (1978), várias versões alternativas da história foram consideradas e desenvolvidas, mas não chegaram à produção. Uma delas explorava um tom muito mais sombrio e adulto, com uma abordagem mais pesada sobre a origem de Superman, focando na destruição de Krypton e na solidão do herói de forma mais trágica e melancólica, algo que foi deixado de lado para manter o filme mais leve e acessível ao grande público. Outra versão inicial incluía um roteiro em que Lex Luthor tinha um plano mais grandioso envolvendo a manipulação da política mundial e biotecnologia, tornando o vilão mais complexo, mas essa ideia foi simplificada para um esquema de destruição de Los Angeles, mais visual e direto.

Também foram estudadas narrativas que dariam maior destaque à personagem de Lois Lane como protagonista ativa, mas a versão final optou por equilibrar seu papel com o de Clark Kent/Superman para manter o foco na jornada do herói. Por fim, existiam propostas que incluíam sequências mais longas no planeta Krypton, com uma mitologia mais detalhada, que foram cortadas para não alongar demais o filme e preservar seu ritmo.

A escolha de Richard Donner para dirigir ‘Superman: O Filme (1978) aconteceu por sua reputação em lidar bem com filmes de ação e aventura, além de sua capacidade de equilibrar efeitos especiais com narrativa emocional. Donner já havia trabalhado com sucesso em diversas produções para a TV, em episódios de séries como ‘O Fugitivo‘, ‘O Agente da UNCLE‘, ‘Agente 86‘ e ‘Além da Imaginação‘ e mostrava sensibilidade para guiar personagens cativantes, o que agradou os produtores.

Ele também demonstrou entusiasmo pelo projeto e vontade de elevar o gênero de super-herói a um novo patamar. Antes da confirmação de Donner, outros diretores foram cogitados, incluindo Guy Hamilton, conhecido por filmes de James Bond, e John Guillermin, que dirigiu ‘King Kong (1976). Também houve interesse em nomes como Steven Spielberg, que estava muito ocupado com seus próprios projetos, e Sam Peckinpah, que acabou não se encaixando no tom desejado. No fim, a combinação do talento de Donner com a visão do produtor Ilya Salkind foi decisiva para o sucesso do filme.

A escolha de Christopher Reeve para interpretar Superman/Clark Kent foi resultado de um criterioso processo de seleção, no qual o ator se destacou por seu charme, carisma e aparência clássica que remetia ao herói dos quadrinhos. Apesar de ser relativamente desconhecido na época, Reeve convenceu os produtores e Richard Donner com sua combinação de ingenuidade e presença marcante, essenciais para mostrar tanto o lado humano quanto o superpoderoso do personagem. Outros atores famosos foram considerados para o papel, incluindo John Travolta, que chegou a fazer testes, e Jeff Bridges, que estava entre os favoritos por sua versatilidade. Além deles, nomes como Burt Reynolds e Robert Redford foram mencionados em fases iniciais da produção, mas por diferentes razões – como agenda ou interesse – não seguiram adiante. A aposta em Reeve, um ator jovem e com menos experiência, acabou sendo decisiva para dar ao Superman uma identidade fresca e cativante.

O veterano vencedor do Oscar Marlon Brando teve um papel crucial em ‘Superman: O Filme (1978), interpretando Jor-El, o pai biológico de Superman. Seu envolvimento trouxe prestígio e gravidade ao projeto, já que Brando era uma das maiores estrelas de Hollywood na época. Ele foi contratado não apenas por seu talento, mas também para ajudar a legitimar o filme como uma produção séria, elevando o status da obra de super-herói. Brando teve liberdade para colaborar no roteiro de suas falas, o que adicionou uma profundidade maior ao personagem. Além dele, outros atores foram cogitados para o papel de Jor-El, incluindo Laurence Olivier e Trevor Howard, mas nenhum possuía a mesma combinação de prestígio e presença que Brando oferecia. A participação do ator foi curta, mas marcante, e sua imagem como um mentor sábio ficou icônica para o universo do Superman no cinema.

A escolha de Gene Hackman para viver Lex Luthor em ‘Superman (1978) foi bastante estratégica, já que ele trazia um carisma único que combinava com o tom irônico e cômico que o personagem teria no filme. Hackman já era um ator consagrado e sua presença ajudaria a equilibrar a seriedade do Superman com um vilão que tinha uma veia de humor e inteligência, evitando que o antagonista fosse apenas um vilão sombrio. Durante a pré-produção, outros atores foram considerados para o papel, como Jack Nicholson, que poderia ter dado um tom mais excêntrico e ameaçador, e Christopher Walken, conhecido por seus personagens intensos e imprevisíveis. Michael Caine também foi cogitado, e caso tivesse sido contratado traria um estilo mais sofisticado ao vilão. No entanto, a combinação do prestígio de Hackman com seu talento para personagens multifacetados acabou convencendo os produtores e Richard Donner a fecharem com ele, o que resultou em um Lex Luthor memorável e carismático.

Para o papel principal feminino, o da repórter Lois Lane, foi contratada a atriz Margot Kidder. Sua escolha foi resultado de um processo seletivo focado em encontrar uma atriz que conseguisse equilibrar inteligência, charme e uma presença marcante, características essenciais para a repórter destemida e independente. Kidder trouxe uma energia vibrante e um humor sutil que conquistaram os produtores e Richard Donner, ajudando a criar uma dinâmica forte entre Lois e Clark Kent/Superman.

Outras atrizes foram cogitadas para o papel, incluindo Sissy Spacek, que tinha um perfil mais suave, e Diane Keaton, que ofereceria uma abordagem diferente, mais sofisticada e menos convencional. Também houve interesse em nomes como Susan Sarandon e Kathleen Turner, mas questões de agenda ou visão criativa fizeram com que não avançassem na disputa. No fim, Margot Kidder se destacou por seu carisma natural e pela química que desenvolveu com Christopher Reeve, consolidando-se como uma das Lois Lane mais lembradas do cinema.

A recepção da crítica ao filme ‘Superman (1978) foi amplamente positiva na época de seu lançamento, com elogios especialmente direcionados à ambição do projeto e à qualidade técnica inédita para filmes de super-herói. Críticos destacaram a direção de Richard Donner, que conseguiu equilibrar ação, drama e humor, além da performance carismática de Christopher Reeve, que trouxe humanidade ao personagem. Os efeitos visuais, revolucionários para a época, também foram muito elogiados, ajudando a criar a sensação de que um herói realmente voava na tela. Alguns críticos apontaram que o roteiro poderia ser simplista em certos momentos, mas isso não diminuiu o impacto geral do filme. No geral, ‘Superman foi visto como um marco do cinema de aventura e um grande avanço para adaptações de quadrinhos no cinema.

Superman (1978) teve uma estreia de grande sucesso nas bilheterias, rapidamente se tornando um dos filmes mais lucrativos daquele ano. Durante seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, o filme liderou as bilheterias, superando concorrentes e atraindo um público amplo, desde fãs dos quadrinhos até famílias e amantes do cinema de aventura. Ao longo de sua exibição nos cinemas, o filme arrecadou aproximadamente US$300 milhões mundialmente, um valor impressionante para a época e que consolidou ‘Superman como um dos maiores sucessos comerciais dos anos 70. Esse desempenho ajudou a abrir caminho para futuras produções de super-heróis, mostrando o potencial financeiro desse tipo de filme. Além disso, o sucesso garantiu rapidamente a produção das sequências que viriam a seguir.

Sim, ‘Superman (1978) foi indicado ao Oscar em três categorias técnicas importantes: Melhor Trilha Sonora Original, pelo compositor John Williams (o hoje icônico tema do herói); Melhores Efeitos Visuais; e Melhor Edição de Som. Embora não tenha vencido em nenhuma dessas categorias, as indicações reforçaram o reconhecimento da indústria pelo pioneirismo técnico e artístico do filme, especialmente nos efeitos especiais e na música, que até hoje são celebrados como marcos na história do cinema. Essas indicações ajudaram a legitimar ‘Superman como uma produção de alto nível, além do simples entretenimento de super-herói.

Superman: O Filme (1978) deixou um legado profundo ao estabelecer um novo padrão para adaptações de quadrinhos no cinema, provando que filmes de super-heróis podiam ser produzidos com qualidade, respeito à história original e apelo para todas as idades. A combinação de efeitos visuais inovadores, narrativa emocional e personagens bem desenvolvidos abriu caminho para o gênero, que até então era visto como pouco sério. O sucesso comercial e crítico do filme incentivou estúdios a investir em produções similares, impulsionando a popularização dos heróis nas telas grandes. Além disso, o carisma de Christopher Reeve como Superman se tornou um símbolo atemporal, influenciando futuras interpretações do personagem.

No âmbito técnico, ‘Superman também foi pioneiro no uso de efeitos especiais para representar superpoderes de forma convincente, inspirando avanços em tecnologia cinematográfica. A trilha sonora de John Williams tornou-se icônica, ajudando a criar a identidade sonora dos filmes de super-herói. O filme também consolidou a fórmula de combinar ação, romance e humor, que se tornou padrão no gênero. Seu sucesso gerou uma série de continuações e influenciou diretores e roteiristas a tratar os personagens de quadrinhos com maior profundidade e complexidade, marcando o início da era moderna dos blockbusters de super-heróis.

Os 10 MELHORES Vencedores do Oscar de Melhor Filme

Quase cem anos depois de sua inauguração, o Oscar permanece como a maior premiação da sétima arte – celebrando e visando condecorar o melhor do cinema.

É claro que, assim como qualquer outra instância artística, é notável como a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas por vezes se deixa levar por fortes campanhas financeiras e é engolfada no costumeiro lobby – dando as estatuetas a títulos controversos ou que, de fato, não mereciam levá-las para casa. Porém, é inegável que boa parte das escolhas dos membros é certeira, ainda mais considerando o legado deixado por inúmeras incursões fílmicas.

Pensando nisso – e aproveitando que a próxima edição do Oscar se aproxima de nós -, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores vencedores da premiação na maior categoria da cerimônia: a de Melhor Filme.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A MALVADA (1950)

Pouco antes de ser rodado, Bette Davis disse com total certeza de que o roteiro de A Malvada foi o melhor que havia lido em toda sua carreira – e sua determinação em estrelar como a perigosa e impiedosa Margo Channing era admirável, ainda mais considerando sua decadência cinematográfica na década anterior. Aqui, sua personagem entrou em um mágico atrito com a aspirante a atriz Eve Harrington, uma jovem que se infiltrou no mundo do show biz através de Margo – apenas usando sua influência para depois descartá-la.

9. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Há quase uma década, um dos filmes mais aclamados do século XXI, ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’, era exibido pela primeira vez no Festival de Telluride e ganhava aplausos e densos elogios da crítica especializada. Estrelado por nomes como Trevante RhodesAndré HollandMahershala Ali, a produção foi escrita e dirigida por Barry Jenkins e funciona como uma espécie de semi-biografia de Tarell Alvin McCraney. A história é centrada no jovem Chiron e nas três fases de sua vida (infância, adolescência e idade adulta), explorando temas como sexualidade, identidade, abuso doméstico e traumas.

8. CHICAGO (2002)

Chicago se tornou o primeiro musical em quase quatro décadas a levar o maior prêmio do Oscar para casa – e não apenas se tornou o título mais premiado daquele ano, como ajudou a reavivar o interesse do público em produções do gênero, alcançando um sucesso crítico e comercial estrondoso. Contando com performances memoráveis de Renée ZellwegerCatherine Zeta-JonesQueen LatifahRichard Gere, a trama é inspirada na peça homônima da Broadway e nos leva para os anos 1920, acompanhando duas mulheres encarceradas cujo maior sonho é o estrelato.

7. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962)

lawrence da arábia

Mais de sessenta anos depois de seu lançamento oficial nos cinemas, Lawrence da Arábia permanece como um dos maiores milagres da sétima arte, emergindo como um épico dramático que inspirou inúmeros cineastas – incluindo George LucasMartin ScorseseStanley KubrickDenis Villeneuve, que adotaram diversos aspectos utilizados por David Lean para compor suas próprias obras-primas visuais. A trama acompanha o oficial britânico T.E. Lawrence, que é enviado à Arábia para encontrar o príncipe Faisal e servir de ligação entre árabes e ingleses na luta contra os turcos. Com a ajuda do nativo xerife Ali, Lawrence se rebela contra as ordens de seus superiores e enfrenta uma jornada através do deserto para atacar um porto turco bem protegido.

6. A LISTA DE SCHINDLER (1993)

a lista de schindler

Considerado por muitos como a obra-prima dramática de Steven Spielberg, A Lista de Schindler apresenta uma perspectiva nova e bastante visceral sobre o Holocausto da II Guerra Mundial. Estrelado por Liam Neeson, a trama acompanha o alemão Oskar Schindler, que viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da história, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.

5. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

Depois de dois filmes impecáveis, ‘O Senhor dos Anéis’ chegou ao fim com um terceiro capítulo épico, emocionante e que honrou a memória de J.R.R. Tolkien da melhor maneira possível. ‘O Retorno do Rei’ não só emocionou o público e levou de forma merecida para casa onze estatuetas do Oscar, como também insurgiu como a obra-prima da carreira de Peter Jackson – e não é por menos; em meio aos seus mais de 240 minutos de exposição cênica, ele nos apresenta a cada um dos aspectos que transformou a Terra-Média em um dos cosmos mais apaixonantes de todos os tempos, fazendo questão de fornecer a cada um dos vários personagens o seu momento de glória, sua complexa construção arquetípica e sua significação além do que poderíamos imaginar.

4. CASABLANCA (1942)

Com Casablanca, o diretor Michael Curtis ousou sair do lugar-comum e afastar-se das investidas fílmicas propagandísticas que visavam criar um panorama otimista em meados da II Guerra Mundial. No longa-metragem, a narrativa toma um rumo inesperado ao insurgir como crítica sociopolítica, visando até mesmo ao debate, mesmo que não tão profundo, do que realmente estava acontecendo em territórios de “terceiro mundo”. E, ao trazer em primeiro plano a história de amor proibida e inviável entre Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman), toda a atmosfera da obra torna-se envolvente do começo ao fim.

3. SEM NOVIDADE NO FRONT (1930)

sem novidade no front

Há quase cem anos, Lewis Milestone trazia às telonas um ambicioso projeto que tinha como principal ideia escapar das propagandas bélicas que dominavam a Europa em meados dos anos 1930. Encabeçando ‘Sem Novidade no Front’, o cineasta entregou-se de corpo e alma a um filme antiguerra que expôs os horrores do conflito armado e que causou alvoroço nos defensores de tais embates. A trama acompanha grupo de estudantes alemães que é convencido por um professor excessivamente nacionalista a se alistar no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Porém, ao chegarem no campo de batalha, a visão romantizada que tinham é colocada em xeque em meio a tantas mortes e mutilações.

2. O PODEROSO CHEFÃO: PARTE II (1974)

o poderoso chefão parte 2

Dois anos depois do legado deixado por O Poderoso ChefãoFrancis Ford Coppola se viu respaldado por uma liberdade criativa bem maior com os executivos da Paramount Pictures para o desenvolvimento de uma inesperada sequência. Com o nascimento de O Poderoso Chefão: Parte II’, o público e a crítica se depararam com mais uma obra-prima cinematográfica que rivalizou com o capítulo predecessor e que, da mesma maneira, sagrou-se como uma das produções mais influentes da história do cinema.

1. O PODEROSO CHEFÃO (1972)

O Poderoso Chefão, primeiro capítulo da trilogia de Coppola, funciona como um épico criminal que conta a história da família Corleone sob o patriarcado Vito Corleone (Marlon Brando), focando essencialmente na tranformação do filho mais novo, Michael (Al Pacino), de relutante forasteiro em um impiedoso chefe da máfia. Contando com um elenco estelar, que também incluiu James CaanRichard CastellanoRobert DuvallSterling HaydenJohn MarleyDiane Keaton e Richard Conte, o filme se tornou um sucesso de crítica e de público e ditou as regras do gênero gângster.

‘Fucktoys’: Brandon Flynn detalha cenas ousadas e revela a inspiração ‘insana’ por trás de seu personagem

Brandon Flynn, ator conhecido por seu trabalho em13 Reasons Why, falou recentemente sobre seu próximo longa, a comédia sombria ‘Fucktoys’, detalhando suas cenas ousadas e destacando a importância da produção.

Segundo a Variety, Flynn, que interpreta o personagem James Francone, uma brincadeira com nomes conhecidos da indústria, baseou sua atuação em referências curiosas:

“Ele é uma mistura de alguns atores que usei como referência. Um deles estrelou um filme meio autobiográfico e disse em uma entrevista que o personagem que ele interpretava tinha um… digamos, apêndice maior que o dele. Então ele usou um extensor. Eu pensei: ‘isso é perfeitamente insano'”, explica Flynn.

No longa, Brandon Flynn interpreta um ator que contrata um trabalhador sexual trans (vivido por Sadie Scott) para uma tarde de prazeres nada convencionais. As cenas de Flynn são intensas: em um momento, ele aparece sendo submetido a uma prática sexual explícita enquanto usa um jockstrap de borracha e um extensor dourado.

Sobre as cenas mais ousadas, Flynn diz que gosta de sair da zona de conforto e explorar novas formas de interpretação.

“Conheço muitos atores famosos que são adeptos do jogo sexual mais fetichista”, comenta. “E também conheço vários profissionais do sexo que tiveram que assinar acordos de confidencialidade com clientes muito conhecidos. Achei que isso trouxe uma camada verdadeira para a história que a Annapurna quis contar, sobre as hipocrisias e os mundos paralelos que se chocam o tempo todo”.

O produtor Dan Hatkoff, por sua vez, destacou o significado cultural da obra:

“Esse filme incorpora de forma linda o espírito de ‘o cinema queer é um ato de rebeldia’. Podemos protestar nas ruas, mas também podemos colocar 500 pessoas queer numa sala rindo sem parar com um filme absolutamente insano como ‘Fucktoys’. As risadas que vão ecoar nas paredes do teatro SVA na sexta à noite, isso é rebeldia”, concluiu.

O filme é descrito como uma comédia sombria, escrita e dirigida por Annapurna Sriram. A trama acompanha uma stripper e trabalhadora sexual (interpretada pela própria Sriram) na cidade fictícia de Trashtown, enquanto ela tenta conseguir mil dólares para pagar uma cartomante (vivida por Big Freedia) que promete livrá-la de uma maldição misteriosa.

Crítica | Keira Knightley e grande elenco não conseguem salvar ‘A Mulher na Cabine 10’ de um desastre quase completo

Keira Knightley é uma das atrizes mais versáteis da indústria e, mesmo anos depois de ter iniciado sua carreira no cenário do entretenimento, continua a nos surpreender com incríveis performances. Ganhando notoriedade por seu trabalho como Elizabeth Bennet na aclamada adaptação de ‘Orgulho e Preconceito’, dirigida por Joe Wright, e por seu icônico papel como Elizabeth Swann na franquia ‘Piratas do Caribe’, Knightley parece te desenvolvido um considerável apreço por produções mais misteriosas e conspiratórias, navegando pelo drama, pela comédia e pelo suspense com títulos como ‘O Estrangulador de Boston’ e ‘Black Doves’. Agora, ela retoma sua parceria com a Netflix para a adaptação do romance A Mulher na Cabine 10.

Baseado no livro homônimo de Ruth Ware, a trama acompanha Laura “Lo” Blacklock, uma jornalista investigativa que é convidada para uma viagem em um iate de luxo ao lado de uma dúzia de bilionários que irão celebrar o legado de Anne Bullmer (Lisa Loven Kongsli), esposa do magnata Richard Bullmer (Guy Pearce) que foi diagnosticada com leucemia e está nos momentos finais de sua vida. Lo, então, descobre que Anne pretende doar toda sua fortuna para a caridade após assinar uma versão atualizada de seu testamento e se pronunciar oficialmente par o público.

Porém, Lo percebe que as coisas são mais complicadas do que aparentam e se vê num antro de mentiras e artimanhas que se iniciam quando ela acidentalmente entra na cabine ao lado da que está hospedada e cruza caminho com uma mulher que ainda não havia conhecido no embarque. Na mesma noite, após um jantar onde conhece os outros bilionários e reencontra um caso romântico antigo na presença de Ben Morgan (David Ajala), ela ouve uma briga na mesma cabine e, pouco depois, testemunha um corpo sendo jogado ao mar. Desesperada e avisando à tripulação do que viu, uma busca para descobrir o que aconteceu se inicia – ainda mais quando não há qualquer indício de que alguém estava hospedado ao seu lado, quanto mais da misteriosa mulher que ela conheceu.

O longa-metragem bebe de incontáveis produções similares para achar seu tom, trazendo várias referências a obras de espionagem e de mistério: a atmosfera traz elementos que nos remontam a populares títulos do gênero, como ‘Garota Exemplar’ e ‘A Garota no Trem’, construindo um crescente mistério que coloca a protagonista em xeque contra suas crenças. E, como podemos imaginar, a trágica e traumática história de Lo é um dos aspectos que a torna alvo de escrutínio constante, sendo taxada de louca e histérica – seguindo os tropos de outras personagens desacreditadas e convidando o público a acompanhar uma jornada tour-de-force pela verdade e pelo que lhe compele a própria ética.

Trazendo todo seu conhecido carisma para o centro dos holofotes, Knightley faz um sólido trabalho ao encarnar toda a complexidade de Lo em um beco sem saída em alto-mar, levando-a em uma corrida contra o tempo e pela sobrevivência conforme enfrenta pessoas muito poderosas e cada qual com um motivo diferente para obrigá-la a parar de investigar. E, acompanhando a atriz, temos um time de ótimos performers que tentam extrair o máximo de arquétipos bastante familiares – incluindo Hannah Waddingham e David Morrisey como o casal Heidi e Thomas Heatherley, que mascaram uma tendência destrutiva com uma condescendência quase imperceptível, e Kaya Scodelario como Grace, que posa como o caso romântico de um dos bilionários e posa como “confidente” de Lo, alertando-a sobre possíveis inimigos.

Infelizmente, o maior sucesso encontrado pelo filme se resume às boas entregas dos atores e atrizes. A direção de Simon Stone é indiferente a quaisquer tentativas de inovação, preferindo o clássico jogo de gato e rato que coloca a vida de Lo em risco e que reitera o inescapável vórtice conspirativo a que foi arrastada. Responsável por adaptar o romance de Ware ao lado de Joe Shrapnel e Anna Waterhouse, Stone constrói uma mixórdia de frases feitas e uma condução narrativa que, apesar de não ser tão previsível quanto poderíamos imaginar, não sabe como arquitetar uma progressão coesa e, inadvertidamente, caminha em direção a uma reviravolta pautada num frustrante anticlímax.

Se o primeiro ato do projeto é construído com esmero, apresentando os personagens principais da trama e utilizando a backstory de Lo como força-motriz para suas incansáveis tentativas de entender o que está acontecendo e trazer a verdade à tona, os dois atos consecutivos gradativamente perdem força e brilho, deixando de lado pontos de apoio essenciais para arrebatar os espectadores e garantir que a resolução do mistério seja, no mínimo, aprazível. E, ao se esquecer de aparar os excessos e as múltiplas pontas soltas, o roteiro transforma o arco dos personagens em uma canastrice sem fim que ofusca as incursões de um elenco que também inclui Art Malik, Daniel Ings, Amanda Collin e Gugu Mbatha-Raw.

A Mulher na Cabine 10 sofre do mal de uma ambição desmedida que não sabe de que maneira se portar em meio a escolhas equivocadas e quase amadoras. Apesar das tentativas claras de trazer o mínimo de entretenimento ao público, o projeto parece ter sido feito às pressas, resultando em um compilado de chances perdidas.

‘Good Boy’: Indy, estrela canina do longa, pede inclusão de atores animais no Oscar

Em uma jogada de marketing inusitada,Good Boy, o novo filme de terror estrelado por um cachorro, divulgou recentemente uma carta aberta à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, assinada por ninguém menos que Indy, a estrela canina do longa.

Segundo a Variety, o cachorro, que interpreta o protagonista assombrado por espíritos no filme, faz um apelo direto para que os atores animais sejam incluídos nas categorias de atuação do Oscar.

Confira a carta na integra:

“Prezados e estimados membros da Academia,

Escrevo esta carta para solicitar a sua consideração quanto à minha inclusão na corrida deste ano pelo prêmio de melhor atuação do Oscar.

Apesar do meu papel amplamente aclamado pela crítica no recente filme GOOD BOY, fui considerado inelegível para a categoria de Melhor Ator. Essa notícia me atingiu como uma coleira puxada com força — aparentemente, não sou um bom garoto o suficiente para vocês.

Compreendo que existam regras para proteger meus colegas humanos, mas não há regras que reconheçam as ricas e complexas contribuições de nós, cães atores. Quantas grandes performances ainda precisarão ser ignoradas antes que a Academia nos jogue um osso?

Quando eu era apenas um filhote, fiquei profundamente marcado pela comovente atuação de Jed, o cão-lobo, em Caninos Brancos. Foi naquele momento que percebi: eu queria correr atrás dos meus próprios sonhos em Hollywood.

De Free Willy a Babe, de Os Pássaros a Cavalo de Guerra, atores animais têm carregado arcos emocionais — e, em alguns casos, franquias inteiras — enquanto sofrem com a indiferença e o descaso da comunidade de atores bípedes. Até hoje, permanecemos amplamente ausentes de suas homenagens anuais, sem reconhecimento por nosso ofício e deixados de fora — ainda que com um abrigo menor, mas digno — pela Academia como um todo.

Agora, só me resta sentar silenciosamente ao lado da mesa do banquete do Oscar, aguardando a chance de competir entre meus colegas artistas.

Pedimos que parem de fazer pouco caso da contribuição minha e de tantos outros grandes atores animais, cujo trabalho continua sendo ignorado.

Com sincera esperança, profundo respeito
e olhos de cachorrinho pidão,

Indy”.

Embora o apelo tenha gerado grande repercussão e simpatia do público, é pouco provável que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas aceite a demanda e inclua atores animais nas categorias de premiação.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“Nosso herói canino, Indy, se encontra em uma nova aventura com seu dono humano — e melhor amigo — Todd, deixando a vida na cidade para viver em uma casa de família antiga no campo. Desde o início, duas coisas ficam bem claras: Indy desconfia da velha casa assustadora e sua afeição por Todd é inabalável.

Após se mudar, Indy fica imediatamente incomodado com cantos vazios, rastreia uma presença invisível que só ele consegue ver, percebe avisos fantasmagóricos de um cachorro morto há muito tempo e é assombrado por visões da morte sombria do antigo morador. Quando Todd começa a sucumbir às forças sombrias que rondam a casa, Indy precisa lutar contra uma maldade que pretende arrastar seu amado Todd para a vida após a morte.”

A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.

O filme é estrelado por Indy, o cachorro do próprio cineasta, além de Larry FessendenShane Jensen Arielle Friedman.

[Entrevista] Oliver Laxe fala sobre ‘Sirât’, filme de abertura da Mostra SP e aposta espanhola ao Oscar

Em uma tarde de fim de setembro, em um restaurante-café discreto, em Paris, conversei com Oliver Laxe, o cineasta franco-espanhol que vem encantando a crítica internacional desde sua estreia em Cannes, em 2010. O motivo do encontro? A apresentação para membros da Acadêmia de Sirât, seu novo e mais ambicioso filme, que será a obra de abertura da 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo no próximo dia 16 de outubro, e a aposta espanhola no Oscar 2026

Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, em empate com O Som da Queda, da Alemanha, Sirât é uma travessia física e espiritual pelo deserto do Marrocos, onde um pai e um filho buscam a filha desaparecida em meio a uma rave perdida entre dunas e tempestades de areia. É um épico íntimo sobre fé, perda e transcendência, e, como Laxe resume, “um caminho de provação”. 

A narrativa é um trampolim para colocar as imagens em evidência”, me diz o diretor com o olhar sereno de quem prefere o poder da imagem ao da palavra. “Meu cinema é para causar sensações físicas no espectador e, assim, reflexão sobre vida e morte.” Essa declaração define bem a experiência de Sirât: um cinema sensorial, quase místico, cujas batidas e paisagens bruscas são feridas na tela, ao encontro dos traumas dos personagens e do público. Não por acaso, a obra foi condecorada com o prêmio de melhor composição sonora para Kangding Ray também em Cannes. 

Um caminho entre Espanha e Marrocos

Oliver Laxe carrega em sua trajetória uma geografia afetiva dividida entre alguns países. Filho de espanhóis, nasceu na França e viveu quase uma década no Marrocos, onde filmou parte de suas obras. “Sinto-me em casa nos dois lugares. Espanha e Marrocos são os dois corações do meu cinema”, admitiu. 

Embora nascido em terras francesas, o cineasta poliglota tem muito mais afetividade com a Espanha, nação que viabilizou seu filme, com a produção executiva do maior nome cinematográfico do país: Pedro Almodóvar. Os dois se conheceram, em 2019, durante as celebrações do Goya — o Oscar espanhol —, no qual Almodóvar concorria com Dor e Glória, e ele, O Que Arde. O veterano levou a melhor na disputa.

Essa dualidade cultural também atravessa Sirât. O filme foi rodado entre Aragão, na Espanha, e três semanas no deserto marroquino, onde Laxe recriou uma rave real, após dez anos tentando viabilizar o projeto. “Na juventude, participei de várias raves no sul do Marrocos. Eu queria capturar essa energia, essa comunhão de corpos e espírito. Mas filmar em um evento real é impossível, então precisei construir um com o consentimento de todos os participantes”, explicou.

O resultado é uma mise-en-scène de rara potência: alto-falantes cravados na areia, multidões em transe, corpos livres — porém castigados pelo sol — em movimento, uma visão hipnótica que abre caminho para o drama de um pai e seu filho, interpretados por Sergi López e Bruno Núñez Arjona.

Um elenco marcado por cicatrizes reais

Entre os rostos que habitam Sirât estão também Tonin Janvier e Richard “Bigui” Bellamy, ambos não-atores e com deficiência física. O segundo é amigo de longa data do cineasta. “Bigui perdeu a mão dois anos antes das filmagens”, contou Laxe. “Ter dois personagens principais com limitações físicas não estava no roteiro. Cheguei a duvidar se manteria os dois, pois não queria que isso fosse uma questão, mas percebi que isso dava ainda mais força ao filme.

Essa escolha resultou em cenas ainda mais humanas, em que corpos dançam, suam e resistem em meio ao caos, sem jamais serem reduzidos às suas ausências. Em Sirât, a imperfeição é sinônimo de plenitude.

Do deserto à glória de Cannes

A jornada de Sirât começou em maio, quando o filme estreou em Cannes e arrebatou o Prêmio do Júri, consolidando Laxe como um dos autores mais singulares da nova geração europeia. Ele já havia chamado atenção no festival em 2010, com Todos vós sodes capitáns, que lhe rendeu o prêmio da crítica (FIPRESCI) na mostra Semana da Crítica. Desde então, cada novo projeto tem reforçado sua busca por uma espiritualidade visual, como o próprio título sugere.

Em uma temporada acirrada de títulos internacionais, ele disputa espaço no Oscar 2026. Sirât enfrentará produções premiadas como O Agente Secreto, do Brasil, Valor Sentimental, da Noruega, e Foi Apenas um Acidente, do iraniano Jafar Panahi — vencedor da Palma de Ouro, mas representante da França. “Chegar à shortlist [com 15 títulos e lançada em dezembro] já seria uma vitória. E se isso acontecer, vamos produzir uma rave inspirada no filme em Nova York, para umas trezentas pessoas”, promete o diretor.

Laxe encerra nosso encontro com a consciência de quem sabe que seu filme não oferece respostas fáceis: “O cinema, para mim, é uma travessia. O importante não é chegar do outro lado, mas o que acontece no caminho.Sirât propõe — ao público, à Mostra SP — um cinema ousado mesclado entre duas línguas e cheio de mistérios como a vastidão do deserto.

‘Mortal Kombat 3’ é CONFIRMADO antes do lançamento do segundo filme

Durante o painel de ‘Mortal Kombat 2‘ na NYCC, o roteirista e produtor Jeremy Slater confirmou que ‘Mortal Kombat 3‘ está em produção.

O estúdio está empolgado com ‘Mortal Kombat 2‘, que foi adiado para o dia 15 de maio de 2026.

No segundo filme, os campões favoritos dos fãs – agora acompanhados pelo próprio Johnny Cage – são colocados uns contra os outros numa sangrenta e derradeira batalha, sem regras ou limites, para derrotar o sombrio governo de Shao Kahn que ameaça a própria existência do Plano Terreno e seus defensores.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

‘Vingadores: Apocalipse’: Atores do ‘Quarteto Fantástico’ querem voltar a interpretar seus papéis no épico da Marvel

Os atores Ioan Gruffudd e Michael Chiklis, que interpretaram o Senhor Fantástico e o Coisa, respectivamente, na franquia original ‘Quarteto Fantástico’, detalharam suas experiências desafiadoras no set e manifestaram o desejo de reprisar seus papéis em Vingadores: Apocalipse’.

Segundo a Variety, os atores revelaram que estariam abertos a reprisar seus papéis. Chiklis ainda brincou com o público, dizendo: “É hora do pau!”.

‘Vingadores: Apocalipse’: Rumores indicam retorno de personagens queridos

Michael Chiklis ainda relembrou o processo físico e psicológico de interpretar o Coisa, especialmente o desconforto com o traje pesado:

“Depois que colavam o traje do Coisa, eu não conseguia mais sair dele. Assim que colavam as mãos, eu ficava preso naquele traje sem zíper. Sentia sede o tempo todo, porque o látex era mais espesso na região do peito e não respirava de forma alguma”, afirmou.

O ator revelou que a experiência foi claustrofóbica e exigiu ajuda profissional: “Imediatamente, minha temperatura corporal subia, eu começava a suar e, às vezes, entrava em pânico. Eu nunca fui claustrofóbico, mas naquela situação, fiquei”.

Sua ansiedade ficou tão intensa que ele precisou recorrer a uma psiquiatra para evitar abandonar o filme:

“Ela me deu várias técnicas para me tirar da minha cabeça e me manter presente. Mesmo assim, houve duas ocasiões em que eu surtei e gritei: ‘Preciso sair!’ A equipe teve que retirar tudo, e isso custou horas de filmagem. Eu não queria causar, só estava em pânico”, destacou.

‘Vingadores: Apocalipse’: Channing Tatum celebra participação no longa “além dos meus sonhos mais selvagens”

Ioan Gruffudd contou que interpretar Reed Richards foi um desafio diferente, focado em dominar o sotaque americano e entender profundamente o personagem:

“É importante encontrar a voz autêntica do personagem”, explicou. “Isso vem de ler o roteiro várias vezes e trabalhar com um treinador de dialeto para entender o que soaria natural. Ele é um homem muito inteligente e honrado, e isso ajudou a construir sua essência. A voz e o sotaque precisavam refletir quem ele era. Tenho muito orgulho do resultado”.

‘Vingadores: Apocalipse’: Roteirista de ‘Loki’ explica suas contribuições para os roteiros do épico da Marvel

Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

Dominic Cooper revela surpresa ao ser substituído como Howard Stark em ‘Vingadores: Ultimato’: “Achei que estaria”

Dominic Cooper, que deu vida à versão jovem de Howard Stark em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador eAgent Carter’, revelou recentemente sua decepção por ter ficado de fora deVingadores: Ultimato’.

Em uma entrevista ao ComicBook, Cooper brincou sobre sua rivalidade com John Slattery, que interpretou a versão mais velha do pai de Tony Stark.

“É engraçado. Eu realmente quero conversar com ele”, disse Cooper. “Eu o amo em Mad Men, eu era obcecado. E, irritantemente, quando estava filmando o final de Capitão América, me disseram que eu participaria de um filme dos Vingadores no futuro. Mas acabou não sendo eu, foi ele [Slattery]. Então eu meio que quero disputar uma queda de braço ou discutir o motivo. Por quê? Quem decide isso? Deveria ter sido eu, não? Era minha era, não era? Eles o fizeram parecer mais jovem, por que não me fizeram parecer mais velho?”.

O ator, então, hesitou e brincou sobre a situação: “Mas ele é um ator melhor, então… e, no fim das contas, ele não era o original? Agora já nem sei mais quem foi o primeiro!”

‘Vingadores: Apocalipse’: Roteirista de ‘Loki’ explica suas contribuições para os roteiros do épico da Marvel

A confusão de Cooper é compreensível, visto que três atores diferentes já interpretaram Howard Stark no Universo Cinematográfico Marvel (MCU):

Vale lembrar que o próximo grande capítulo do UCM será ‘Vingadores: Apocalipse’.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Wonder Man’: Nova série da Marvel ironiza o UCM em primeiro teaser; Confira!

Wonder Man, nova série da Marvel, ganhou seu primeiro teaser! Ainda envolta em mistério, a produção promete ser uma comédia que vai zoar e satirizar o próprio Universo Cinematográfico da Marvel.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, a produção está prevista para 2026.

Ainda cercada de mistérios, ‘Wonder Man‘ promete expandir os limites do MCU com uma abordagem mais cômica e metalinguística — e a presença de Moayed reforça a continuidade e profundidade do universo compartilhado da Marvel.

Brad Winderbaum, chefe da Marvel Television, informou que a série terá 8 episódios com duração de 30 minutos cada.

O diretor Destin Daniel Cretton, responsável por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, está à frente do projeto como produtor e também dirigirá alguns episódios da série.

O elenco também conta com Lauren Glazier (‘Mindhunter’), Demetrius Goose (‘Fear the Walking Dead’), Torrey Vogel (‘Logan’) e Ben Kingsley, que vai reprisar seu papel como Trevor Slattery após ‘Homem de Ferro 3‘ e ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘.

O roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

‘Batman: Knightfall’: Warner Bros. anuncia adaptação animada em 3 partes da icônica saga dos anos 90

batman cruzado encapuzado

A icônica saga dos quadrinhos dos anos 1990, ‘Batman: Knightfall’, ganhará uma adaptação em múltiplas partes pela Warner Bros. Animation.

Segundo o ComicBookMovie, o primeiro longa animado, intitulado ‘Batman: Knightfall Parte 1: A Queda do Morcego’, já está em produção, com lançamento previsto para o próximo ano. Espera-se que outras três partes sejam lançadas em sequência.

A adaptação terá direção de Jeff Wamester e roteiro de Jeremy Adams.

A saga original dos quadrinhos foi dividida em três arcos principais, Knightfall, Knightquest e KnightsEnd, e narrava o maior desafio físico e psicológico do Cavaleiro das Trevas: o supervilão Bane, que consegue “quebrar o Batman”. Com Bruce Wayne incapacitado, o violento e instável Azrael assume temporariamente o manto do herói.

Embora a trama nunca tenha sido adaptada integralmente para o cinema, ela serviu de inspiração para a conclusão da trilogia de Christopher Nolan, ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012).

A sinopse oficial de ‘Batman: Knightfall – Parte 1’ é: “Quando o misterioso gigante conhecido apenas como Bane liberta toda a galeria de vilões de Arkham Asylum, o Cavaleiro das Trevas é levado ao seu limite físico e mental’.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Produtora revela empolgação da equipe para a sequência

Michelle Wong, produtora do fenômeno da NetflixGuerreiras do K-Pop (K-Pop: Demon Hunters), compartilhou recentemente seus pensamentos sobre a possibilidade de desenvolver uma sequência para a produção de sucesso.

Questionada sobre a continuação, Wong fez uma pausa antes de responder ao Deadline: “Este momento tem sido simplesmente surreal e incrível. Estamos todos muito cansados [risos]. Mas estamos animados para o próximo passo”.

Documentário ‘Número Desconhecido’ desbanca ‘Guerreiras do K-Pop’ e lidera ranking global da Netflix

Joshua Beveridge, diretor de animação do projeto, comentou que trabalhar no filme expôs centenas de animadores e membros da equipe ao vasto público do K-pop.

“É realmente uma cultura”, afirmou. Atento aos fãs, ele acrescentou que o principal objetivo era “garantir que não os decepcionássemos. Esse público é muito maior do que jamais imaginamos.”

A co-produtora Jacky Priddle explicou a gênese do projeto: “a proposta era: ‘façam um filme de K-pop’, mas não queríamos apenas fazer um filme 3D sobre K-pop. Queríamos criar algo empolgante e interessante”.

Assim surgiu o conceito musical e de ação.

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A tecnologia utilizada no filme permitiu à produção fazer escolhas ousadas, especialmente nas sequências de canto e dança. Embora o painel de discussão não tenha se aprofundado muito no aspecto técnico, um vídeo impressionante dos bastidores mostrou o processo coreográfico, com dançarinos reais e suas versões animadas se movendo em perfeita sincronia.

“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.

‘Street Fighter’: Orville Peck celebra o fim das filmagens do live-action

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O cantor Orville Peck usou suas redes sociais para anunciar que encerrou suas gravações na Austrália para ‘Street Fighter’, o longa-metragem live-action no qual interpretará o vilão Vega.

Para celebrar o fim de sua participação no set, o artista, que recentemente fez a transição para a atuação, compartilhou uma série de novas fotos dos bastidores, mostrando seu tempo trabalhando na adaptação do famoso videogame.

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A estreia está marcada para o dia 16 de outubro de 2026.

“Ambientado em 1993, a trama acompanha os lendários lutadores Ryu e Ken Masters, que são arrastados de volta ao combate quando a enigmática Chun-Li os recruta para o próximo World Warrior Tournament, um torneio brutal que envolve punhos, destino e fúria.
Porém, por trás dessa batalha intensa, esconde-se uma conspiração mortal que pode forçá-los a lutar entre si — e contra os demônios de seu passado. Se falharem… é fim de jogo”, diz a sinopse.

Confira o elenco:

Noah Centineo – Ken Masters

Andrew Koji – Ryu

Callina Liang – Chun-Li

Cody Rhodes – Guile

Orville Peck – Vega

Curtis “50 Cent” Jackson – Balrog

Jason Momoa – Blanka

Vidyut Jammwal – Dhalsim

Olivier Richters – Zangief

Hirooki Goto – E. Honda

David Dastmalchian – M. Bison

Joe “Roman Reigns” Anoa’i – Akuma

Andrew Schulz – Dan Hibiki

Eric André – Don Sauvage

Mel Jarnson – Cammy

Rayna Vallandingham – Juli

Alexander Volkanovski – Joe

Live-action de ‘Street Fighter’ contrata novo diretor

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’: Rian Johnson compara novo filme aos livros de Agatha Christie

Rian Johnson, roteirista e diretor da franquia Entre Facas e Segredos, revelou que o terceiro filme da série, ‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out, terá uma estrutura mais tradicional e focada no mistério, semelhante aos clássicos de Agatha Christie.

Johnson detalhou a abordagem que será usada no novo longa: “A realidade deste filme é que ele tem uma estrutura quase mais tradicional de mistério de assassinato. É assim que a maioria dos livros de Agatha Christie funciona, no primeiro ato você conhece todos os suspeitos e o protagonista, que não é o detetive. Depois o assassinato acontece, e então o detetive [Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig] aparece”.

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O produtor Ram Bergman contou que a preparação do filme começou antes mesmo de Johnson terminar o roteiro, já que o cineasta tinha uma visão clara do cenário.

“A história se passa principalmente em uma antiga igreja de pedra em uma pequena cidade. Vocês [no Reino Unido] têm muito mais dessas do que nós nos Estados Unidos”, comentou Bergman. “Nós simplesmente nos apaixonamos por trabalhar com equipes britânicas”.

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‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’, tem estreia marcada para 12 de dezembro de 2025 na Netflix.

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Lembrando que o grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’), Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.s.

Daniel Craig reprisará o seu papel como o detetive Benoit Blanc.