Enquanto alguns críticos elogiaram os novos elementos narrativos presentes na atualização da trama clássica, outros sentiram que a nova versão não conseguiu justificar sua existência.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Embora mude alguns elementos do longa original, o remake do Hulu mantém a tensão e apresenta uma atuação magistral da Mary Elizabeth Winstead como a mãe.” (San Francisco Chronicle)
“Mary Elizabeth Winstead, em seu papel mais promissor desde ‘Smashed: De Volta à Realidade’, é uma verdadeira potência.” (The Times UK)
“Os atores estão bem, embora Maika Monroe seja mais eficaz quando submetida a ameaças do que quando as aplica. Mary Elizabeth Winstead faz o que se espera dela… Mas este é um remake com poucas razões convincentes para existir.” (The Hollywood Reporter)
“Este é um remake razoavelmente divertido que consegue acrescentar mudanças sem perder os prazeres básicos do longa original.” (Guardian)
“[A diretora] Michelle Garza Cervera encontrou uma maneira de pegar uma história antiga e introduzir algo novo sem alterar fundamentalmente o material de origem.” (RogerEbert.com)
“Parece óbvio que esse berço foi balançado com tanta força que a sutileza e o potencial para um filme divertido caíram por terra.” (New York Times)
O terror estreará no serviço de streaming do Disney+ no dia 19 de novembro.
Michelle Garza Cervera é responsável pela direção.
Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.
Micah Bloomberg, de ‘Homecoming‘ e ‘Santuário‘, assina o roteiro da nova versão.
O cineasta James Gunn, co-CEO do DC Studios e arquiteto do novo Universo DC (DCU), abordou recentemente os rumores de que Darkseid será o principal antagonista do primeiro capítulo, “Deuses e Monstros”.
Em entrevista ao ComicBookMovie, Gunn explicou por que não pretende usar Darkseid como o grande vilão central agora, citando a semelhança com a figura já explorada no universo rival:
“São os Novos Deuses em geral que me interessam. Estamos explorando isso em Mister Miracle. Há esse aspecto, e também o fato de que Darkseid e Thanos têm muitas semelhanças, eles se parecem muito, inclusive”, afirmou.
O diretor reforçou que a decisão visa evitar repetição e destacar outros elementos do universo DC:
“Por causa disso, e provavelmente te dando uma resposta maior do que você esperava, usar Darkseid como o grande vilão agora não é necessariamente o melhor caminho, por vários motivos. Zack [Snyder] já fez isso de uma forma muito legal, e também há o Thanos, na Marvel”, acrescentou.
Os rumores sobre Darkseid haviam se intensificado devido à menção a Salvation, uma prisão apresentada em Pacificador. Nos quadrinhos, Salvation é conhecida como o campo de treinamento de DeSaad para os Parademônios, mas no novo DCU, a teoria predominante é de que seja uma nova versão da Ilha dos Dinossauros ou do local conhecido como The Centre, com conexões diretas com a série Lanterns.
Questionado sobre a possibilidade de Ultraman, o maligno doppelgänger do Superman, estar preso em Salvation após ser sugado por um buraco negro, Gunn foi cauteloso.
Ele não confirmou a teoria, apenas respondeu: “Poderia ser, mas isso seria uma coincidência enorme”.
Relembre o trailer:
Vale lembrar que ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.
Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Ambos atores são figuras conhecidas entre os fãs de filmes de terror.
Na trama…
Weaving estrela como Caroline Daniels, cujo desejo de deixar sua pequena cidade no Texas a coloca na órbita de um vigarista carismático (Gallner). Juntos, eles traçam um caminho de crime e paixão pelo sudeste americano.
“Estou animado para trabalhar com a Magnolia Pictures e levar ‘Carolina Caroline’ ao público nos cinemas no ano que vem. Para mim, a química é tudo em um romance — e as atuações de Samara e Kyle são eletrizantes. A onda de crimes deles pelo sul dos Estados Unidos exige ser vista na maior tela possível,” declarou o cineasta.
Kyra Sedgwick, da série clássica ‘Divisão Criminal‘, também estrela o longa.
Em entrevista ao Inverse, Guillermo del Toro (‘A Forma da Água’) expressou seu desejo em dirigir uma nova adaptação do clássico ‘O Fantasma da Ópera‘ (The Phantom of the Opera).
O cineasta, no entanto, revelou que o projeto ainda não é uma prioridade.
“[‘O Fantasma da Ópera’] é um conto clássico, mas eu faria uma adaptação diferente. Tenho algumas ideias, mas, no momento, estou focado em filmes de suspense e stop-motion.”
Essa não seria a primeira vez que o aclamado cineasta introduz sua visão única em uma história clássica. No dia 7 de novembro, sua adaptação de ‘Frankenstein‘ será lançada pela Netflix.
Anteriormente, o insider @MyTimeToShineH, declarou que a atriz Rachel Zegler está sendo cotada para estrelar uma nova adaptação cinematográfica de ‘O Fantasma da Ópera‘, que está sendo desenvolvida pelo Disney+.
Caso os boatos se confirmem, Zegler dará vida a Christine, a protagonista feminina da narrativa e objeto de obsessão por parte do Fantasma titular.
A nova versão, intitulada ‘Phantom‘, funcionará como uma história jovem-adulta baseada no icônico livro de Gaston Leroux.
Kenny Ortega (‘High School Musical’, ‘Os Descendentes’) ficará responsável pela direção e pela produção executiva do projeto.
A história de Leroux já foi adaptada inúmeras vezes com o passar dos anos, sendo a mais famosa o aclamado musical da Broadway assinado por Andrew Lloyd Webber, que ficou em cartaz entre 1998 e 2023.
A história é focada em Erik, um gênio musical misterioso e desfigurado que vive sob a Ópera de Paris. Ele fica obcecado por uma jovem soprano, Christine, e manipula os eventos para torná-la a estrela da ópera.
Zegler ganhou reconhecimento mundial ao estrelar o remake de ‘Amor, Sublime Amor’. Pouco depois, estrelou ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ e ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’. Seu projeto mais recente é o remake em live-action de ‘Branca de Neve’.
A atriz Millie Gibson, que interpreta a cientista Ruby Sunday em ‘Doctor Who’, comentou recentemente sobre os boatos de que seu comportamento nos bastidores teria sido de “diva” devido a dificuldades com o intenso cronograma de gravações em junho de 2023.
Segundo o SffGazette, Gibson disse que foi colocada em uma situação“difícil”, na qual não podia “se defender” publicamente.
“Eu não podia simplesmente dizer ‘É mentira!’ porque iam responder ‘Bom, isso é spoiler’. Foi bem complicado me posicionar sem estragar a série. Eu pensava: ‘Isso é horrível, porque parece que é verdade'”, afirmou.
A atriz, que era adolescente na época, admitiu a dor de lidar com tantas notícias negativas: “Foi horrível. O mais frustrante foi a quantidade de pessoas dizendo ‘Poxa, que pena que isso aconteceu, amiga’, e eu pensava ‘É, não aconteceu, mas obrigado mesmo assim'”.
Seu colega de elenco, Ncuti Gatwa, que enfrentou críticas negativas ao ser escalado como o Doutor, foi um grande apoio para Gibson.
“Ele já passou por isso, e é sobre conseguir ignorar. Vai acontecer de novo, com outra coisa, provavelmente. O negócio é sorrir e acenar, sem deixar que isso te afete”, destacou.
Em janeiro de 2024, surgiram rumores de que Gibson teria sido “descartada” como companhia na segunda temporada, o que ganhou força com a confirmação de Varada Sethu (Andor) como a nova companheira do Doutor. Apesar disso, Gibson ainda apareceu em vários episódios, e Varada Sethu juntou-se ao elenco da nova temporada.
Atualmente, o futuro de ‘Doctor Who’ é incerto. A expectativa é que o Disney+ não renove sua parceria com a BBC na produção da série, o que deve forçar a emissora a procurar um novo parceiro de streaming, ou retornar à produção independente, o que resultaria em cortes significativos de orçamento.
Vale lembrar que Ncuti Gatwa já se despediu oficialmente do papel do Doutor, e é pouco provável que Millie Gibson e Varada Sethu retornem ao elenco, a não ser em participações especiais.
Já o showrunner Russell T Davies também tem seu futuro indefinido na franquia, especialmente após a recepção majoritariamente negativa de sua fase mais recente no comando da série.
Millie Gibson, Susan Twist e Jinkx Monsoon também estrelam a nova versão.
Na nova era de ‘Doctor Who’, o Doutor (Gatwa), viaja através do tempo em uma cabine telefônica chamada TARDIS. Na companhia de Ruby Sunday (Gibson), ele desvenda mistérios e combate criaturas estranhas e anomalias em diferentes períodos históricos.
O atorAaron Pierre, escalado para interpretar o Lanterna Verde John Stewart na série ‘Lanternas’ da DC Studios, revelou recentemente que as filmagens da nova produção foram concluídas.
Segundo o ComicBookMovie, o ator confirmou que “terminou recentemente as gravações de Lanterns”, antes da estreia prevista para 2026 na HBO.
“Foi uma produção enorme. Em todos os sentidos da palavra, teve uma escala grandiosa”, adiantou Pierre. “Estamos todos muito orgulhosos disso e muito empolgados. Os fãs e apoiadores esperam há muito tempo. E eu realmente espero, de coração, que deixemos todos orgulhosos e felizes por termos feito isso, porque nós estamos”.
Pierre destacou o que o atrai na Tropa dos Lanternas Verdes e como isso será refletido na série:
“Uma das coisas que mais amo na Tropa dos Lanternas Verdes é que, sim, eles são heróis. Sim, eles são celebrados e reconhecidos como tais, mas eles abraçam suas falhas de uma forma linda”, continuou o ator. “Isso os torna extremamente relacionáveis. Nós conversávamos muito sobre isso no set. Sinto que, sabendo o que sei e o que fizemos nesta temporada, mesmo que eu não estivesse nela, eu assistiria e pensaria: ‘Eu conheço esses caras. Na vida real, eu conheço esses caras'”.
Ele destacou que essa humanidade cria uma conexão com o público: “Isso é algo muito bonito: existe um ponto de acesso a esses heróis. Na verdade, há vários pontos de acesso, porque eles são falhos, reconhecem isso e não fogem de suas imperfeições. Eles fazem o possível para se redimir, ativamente e com consciência”.
“Ao assistir, você até pensa: ‘Quer saber? Se eu descobrir onde se inscreve, talvez eu possa entrar para a Tropa dos Lanternas Verdes.’ O treinamento seria intenso e a responsabilidade enorme, mas talvez eu consiga me candidatar e tentar.’ Existe uma identificação que é muito bonita. Espero que isso ressoe com todos”, concluiu.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov também comandam a produção.
Faltando menos de um mês para a estreia de ‘Wicked: Parte 2’, a Warner Bros. divulgou recentemente novos cartazes da sequência do aclamado musical estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo.
Entre os destaques dos novos materiais está a revelação do visual do Leão Covarde, que será dublado pelo ator Colman Domingo. Lembrando que o personagem foi criado usando CGI, diferente das versões clássicas aonde o ator colocava uma fantasia.
‘Wicked: Parte 2’ adaptará o segundo ato do icônico musical da Broadway, que narra os acontecimentos que antecedem e ocorrem simultaneamente ao filme clássico ‘O Mágico de Oz’.
A expectativa é que, nas próximas semanas, o estúdio divulgue a caracterização e os intérpretes de outros personagens de ‘O Mágico de Oz’ que farão parte da trama, como o Homem de Lata, o Espantalho e, claro, a protagonista Dorothy.
Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.
A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.
Os irmãos Oliver Phelps e James Phelps, que interpretaram os icônicos gêmeos Fred e George Weasley na saga ‘Harry Potter’, usaram as redes sociais para compartilhar uma foto ao lado de Bonnie Wright, a intérprete de Gina Weasley.
O encontro da “família Weasley” em Baltimore (EUA) chamou a atenção dos fãs, levando a comunidade a expressar sua nostalgia e carinho.
“Jantar de família em Baltimore”, escreveu Oliver Phelps na legenda do registro que rapidamente viralizou.
Tanto Oliver Phelps e James Phelps quanto Bonnie Wright foram introduzidos em ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, em 2001, e permaneceram na saga até o último filme, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2’, sendo alguns dos rostos mais conhecidos da franquia.
Vale lembrar que a HBO está produzindo um remake da saga de sucesso, desta vez em formato de série, com cada temporada adaptando um dos livros da franquia.
O reboot contará com Dominic McLaughlin como Harry, Arabella Stanton como Hermione, e Alastair Stout como Rony, assumindo os papéis principais da nova geração.
Cinema e sonho são duas palavras que andam juntas. Por meio de personagens sonhadores, conseguimos embarcar em ótimos paralelos com a realidade – geralmente em tramas com reviravoltas ou marcadas por uma série de obstáculos enfrentados ao longo do caminho. Para você que gosta de conhecer jornadas em busca de um objetivo, separamos abaixo alguns filmes que você precisa assistir:
Na trama, conhecemos um jovem Willy Wonka (Timothée Chalamet), uma alma em busca de seu grande sonho: viver fabricando chocolates e fazendo as pessoas felizes. Chegando em uma grande cidade, aos poucos vai conquistando todos ao seu redor, mas precisará enfrentar um verdadeiro cartel do chocolate que não está nada satisfeito com sua chegada.
Aumenta que é Rock’n’Roll (Globoplay)
Ambientado no início dos anos 1980, conhecemos Luiz Antonio (Johnny Massaro), um jovem jornalista que desde os tempos de colégio, ao lado do amigo Samuca (George Sauma), sonha em trilhar carreira pelas ondas do rádio. Ele consegue a grande oportunidade da vida ao ser colocado de frente de um novo projeto e assim cria a Fluminense Fm, mais conhecida como ‘A Maldita’, que logo se torna uma das estações mais ouvidas, lançando grandes nomes do rock nacional.
Passeando – em partes – pela incrível história de uma das maiores lendas da história do cinema, Steven Spielberg, Os Fabelmans nos apresenta a descoberta do mundo mágico da sétima arte pelos olhos de um jovem, que por meio de suas lentes da memória, da lembrança do que significa família, se tornou um ícone que transcende gerações.
Império da Luz é um interessante recorte de uma Inglaterra nos anos 1980, onde conhecemos uma linda história de amor que tem um cinema como grande palco.
Dirigido por Gabriel Martins, Marte Um nos mostra o cotidiano agitado de uma família, dentro de um olhar urbano, que caminha pelos relatos de uma sociedade vivendo seus dias sem saber como será o amanhã. Há também um olhar delicado para o conflito de gerações quando pensamos nas formas de enxergar as mudanças, o sonhar.
Sam (Tom Hanks) é um arquiteto, de luto, que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal, seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.
Na trama, conhecemos Caio (Brunu Kunk) e Tuka (Fernando Catatau), dois músicos, de duas gerações diferentes, que estão em uma audição para uma vaga que pode mudar suas vidas. Na espera pelo resultado, durante um tempo, rodam pelo centro de fortaleza entre os sonhos e as desilusões sobre o próximo passo na vida.
Dolores (Carla Ribas) é uma mulher solteira, já sexagenária, com marcas no passado. Perto de completar mais um aniversário, tem um sonho revelador. Mantém uma relação conflituosa com a filha Deborah (Naruna Costa), que aguarda a libertação do grande amor de sua vida para, enfim, ser feliz. Em contrapartida, Dolores possui uma ótima relação com a neta Duda (Ariane Aparecida), que trabalha numa espécie de clube de tiro e recebe uma oferta de emprego fora do país. Essas três mulheres vão se jogar em uma jornada em busca da realização de seus sonhos.
Sandra (Imelda Staunton) é uma respeitada mulher da alta sociedade britânica que parece ter a vida perfeita. Só que uma questão logo a abala: após três décadas e meia casada, descobre a traição do marido, um ex-chefe de polícia. Sem saber direito o que fazer da vida, resolve ir morar com a animada irmã, Bif (Celia Imrie), com quem não falava havia tempos, em uma outra parte da cidade.
Eu, Capitão (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Na trama, conhecemos os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses que resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam: sofrem com os horrores da ganância humana e conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança, mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.
Uma pesquisa anual Teens & Screens, conduzida com 1.500 adolescentes pelo Center for Scholars & Storytellers da UCLA, mostra uma mudança significativa no tipo de conteúdo preferido por jovens entre 10 e 24 anos.
Segundo o Deadline, as preferências praticamente se inverteram em relação ao ano anterior: em 2024, o gênero mais popular era a fantasia, com 36,2% de preferência.
Histórias “com pessoas como eu” (identificáveis) representavam apenas 24,2%.
Este ano (2025), 32,7% dos jovens dizem preferir conteúdo relacionável, um aumento de 35,3%, e apenas 25% ainda preferem fantasia.
Essa inversão de tendências confirma observações de plataformas como o Prime Video, que viu o sucesso de conteúdos mais focados em drama e relacionamentos: a 3ª temporada de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’ atingiu 70 milhões de espectadores em todo o mundo nos primeiros 70 dias, um salto de 65% em relação à 2ª temporada no mesmo período.
“O ponto central desses achados é uma verdade mais profunda sobre como os adolescentes usam a mídia:elesestão em busca de conexão”, revela o estudo. “Eles querem se identificar com os personagens, enxergar partes de si mesmos representadas, e talvez, mais do que tudo, construir comunidade com seus pares”.
Essa conexão se manifesta no comportamento de consumo e socialização:
Conversas: 53% dos adolescentes discutem sobre TV e filmes com os amigos, um percentual muito superior aos 18,6% que preferem conversar sobre o que veem nas redes sociais.
Assistir Juntos: Para assistir algo em conjunto, os adolescentes escolhem filmes mais do que qualquer outro tipo de mídia (31,2%), o dobro da preferência por redes sociais (15,6%).
Ao analisar o tipo de conexão desejada, a pesquisa aponta que os adolescentes estão mais interessados em amizade do que em romance.
Quase 60% disseram que querem ver mais histórias centradas em amizades.
Mesmo em tramas românticas, 60,9% preferem que o conteúdo seja mais baseado na amizade do que em sexo.
A atriz Deborah Secco compartilhou em suas redes sociais uma foto segurando o roteiro de ‘Bruna Surfistinha 2‘, revelando que a produção está prestes a começar.
Deborah Secco voltará a interpretar a personagem principal, enquanto Drica Moraes também confirmou seu retorno como a cafetina Larissa.
Confira:
Os roteiristas de ‘Cangaço Novo’, Mariana Bardan e Eduardo Melo, estão desenvolvendo o roteiro junto com Marcus Baldini, diretor do filme. A história será construída a partir dos relatos de Raquel Pacheco, autora do livro que inspirou o longa.
O primeiro filme, lançado em 2011, foi baseado em “O Doce Veneno do Escorpião: O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pela própria Raquel.
A sequência pretende mostrar os acontecimentos posteriores ao filme inicial.
Para o diretor Marcus Baldini, o longa original continua vivo na memória do público:
“É impressionante ver como o primeiro Bruna é um filme que permanece vivo e continua atraindo atenção dos espectadores. Olhando para o mundo de hoje, muito diferente do que era 15 anos atrás (data do início das filmagens), vejo como vai ser um desafio grande dar continuidade a essa história. Ao mesmo tempo, me parece uma grande oportunidade visitar de novo essa personagem junto com a Deborah. Agora, de um ponto de vista mais maduro tanto do lado pessoal como profissional”.
Michael J. Fox, o icônico Marty McFly de ‘De Volta para o Futuro’, e Christopher Lloyd, o Doc Brown, revelaram recentemente em um evento por que acreditam que o clássico de 1985 ainda ressoa profundamente com o público, quase 40 anos após seu lançamento.
Segundo o Deadline, Fox destacou que a relevância do filme reside na forma como ele aborda o conceito de “valentão” (bully) e a determinação em enfrentá-lo:
“Vivemos em uma cultura de bullying hoje em dia. Temos valentões por toda parte, você não precisa que eu aponte quem são, mas eles estão por aí. Neste filme, o Biff é um valentão. O tempo é um valentão”, afirmou Fox.
O ator fez um paralelo pessoal e comovente, relacionando os temas do filme à sua própria luta contra o Parkinson:
“Para mim, pessoalmente, o Parkinson é um valentão. E tudo se resume a como você enfrenta esses valentões e à determinação que você leva para essa luta. É sobre sua resiliência e sua coragem”, destacou
Fox concluiu que o filme se conecta com o momento atual: “Acho que muitas pessoas estão reagindo ao filme porque ele toca em temas que elas talvez nem percebessem conscientemente”.
Já Christopher Lloyd, que interpretou o Dr. Emmett Brown, expressou surpresa com a longevidade do impacto da trilogia: “Ainda me surpreende como os filmes de De Volta para o Futuro afetaram profundamente os jovens. Isso continua surgindo o tempo todo”.
‘Caramelo‘ se tornou um fenômeno de audiência, O vira-lata mais amado do Brasil continua brilhando globalmente, e segue entre os quatro filmes mais assistidos no mundo.
A Netflix divulgou o sucesso que o filme tem feito no catálogo a nível mundial.
A produção nacional se tornou o filme brasileiro de maior alcance mundial na Netflix, entrando no Top 10 em 90 países – incluindo França, Alemanha, Canadá, México, Coreia do Sul e Japão – e já soma mais de 15 milhões de visualizações.
‘Caramelo‘ foi produzido pela Migdal Filmes, e conta a história do chef Pedro (Rafael Vitti), que está prestes a realizar seu sonho de liderar um restaurante quando um diagnóstico inesperado vira tudo de cabeça para baixo.
Com a ajuda de seu vira-lata caramelo, Amendoim, ele embarca em uma jornada de redescoberta e conexão. O roteiro do filme é assinado por Diego Freitas, Rod Azevedo e Vitor Brandt, com colaboração de Carolina Castro e consultoria de Marcelo Saback.
O filme se tornou o mais “viajado” da Netflix, e a Netflix aproveitou o sucesso para lançar uma campanha de incentivo à adoção responsável de cães. A iniciativa, em parceria com o Instituto Caramelo, quer ajudar com esse match tão especial!
No site caramelofilme.com/adote, é possível se conectar com cachorrinhos de 12 ONGs em até 15 estados do país e, com muita responsabilidade, adotar um amigo para toda a vida.
Em apoio à causa, os cartazes de outras produções icônicas da Netflix amanheceram diferentes hoje. Mais fofos, digamos assim.
No site é possível conferir informações e a localização desses e de outros peludinhos, inclusive filtrar por estado. Cada ONG, cuja curadoria foi feita pelo Instituto Caramelo, tem regras e critérios próprios de aprovação dos interessados, além de serem as responsáveis por todo o processo de adoção. A página será atualizada com novos cãezinhos até 14 de novembro. Após esse período, ficará no ar por tempo indefinido centralizando as informações das instituições parceiras.
O cineasta James Gunn, co-CEO da DC Studios, comentou recentemente sobre ‘Constantine 2’, a aguardada sequência estrelada porKeanu Reeves como o mago da DC, que está há anos em desenvolvimento.
Conforme o Deadline, Gunn revelou o que sabe sobre a possível continuação do filme de 2005:
“Já conversei sobre isso algumas vezes. Falei com o Keanu. Mas ainda não li nenhum roteiro”, disse Gunn.
A declaração de Gunn vem apósKeanu Reeves ter compartilhado, no início deste ano, que ele e o diretor Francis Lawrence já haviam apresentado uma proposta para a sequência:
“Estamos [ele e Francis Lawrence] tentando fazer esse filme há mais de uma década, e recentemente conseguimos montar uma história e apresentamos ao DC Studios, e eles disseram: ‘OK’. Então, agora vamos tentar escrever um roteiro”, afirmou.
Na mesma entrevista, o diretor Francis Lawrence que a equipe tinha “uma ótima ideia” para a continuação:
“A gente passou por vários quadrinhos ao longo dos anos, revisando coisas”, contou Lawrence. “Essa ideia surgiu por termos mantido o personagem em nossas mentes por 20 anos, sempre pensando em ideias, histórias e personagens que amamos”.
Embora mais detalhes sobre o enredo e o elenco ainda sejam um mistério, o retorno de personagens icônicos como Lúcifer (Peter Stormare) e Gabriel (Tilda Swinton) ainda está em aberto.
Além de Reeves no papel principal, o filme original contou também com Rachel Weisz, Djimon Hounsou, Shia Labeouf, Tilda Swinton e Peter Stormare.
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas os astros devem interpretar um casal cujo relacionamento toma um rumo inesperado antes do casamento.
Anteriormente, Pattinson compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya, explicando como a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens: “Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator.
“Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.
Spencer Neumann, Diretor Financeiro (CFO) da Netflix, abordou recentemente o impacto de uma despesa fiscal inesperada no Brasil, que resultou em uma dedução de US$ 619 milhões (R$ 3.335 bilhões) e derrubou a margem operacional da empresa no trimestre de setembro.
Durante a teleconferência de resultados, Neumann explicou que o fator responsável pela queda foi a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), um imposto nacional sobre pagamentos ao exterior.
“Primeiro, nenhum outro imposto se parece ou se comporta como esse em qualquer outro país importante onde operamos. E segundo, se não fosse por essa despesa, teríamos superado nossa previsão de lucro operacional e margem operacional para o terceiro trimestre de 2025. E não esperamos que essa questão tenha impacto relevante nos nossos resultados daqui para frente”, afirmou o CFO, conforme o Deadline.
A Netflix reportou uma margem operacional de 28% no terceiro trimestre. Segundo a empresa, sem o “incômodo brasileiro”, a margem teria superado a projeção de 31,5%.
Neumann detalhou a natureza do encargo: “É um pouco complicado… é o custo de fazer negócios no Brasil. Trata-se de um imposto de 10% sobre determinados pagamentos feitos por empresas brasileiras a empresas fora do Brasil. Não é um imposto específico da Netflix. Nem sequer é específico para streaming. Então, presumimos que outras empresas também serão afetadas”.
No caso da Netflix, a despesa se aplica aos pagamentos feitos pelaNetflix Brasil à Netflix EUA por serviços que permitem à operação local oferecer as assinaturas aos clientes brasileiros.
O diretor financeiro explicou a origem do problema: “Na verdade, nós recebemos uma decisão favorável de um tribunal inferior em 2022, que concluiu que não estávamos sujeitos a esse imposto, por isso acreditávamos que não era necessário provisionar esse valor”.
O problema jurídico, que a Netflix já havia mencionado em diversos registros na SEC (a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA), diz respeito ao escopo das transações cobertas pelo imposto, especificamente se ele se aplica a pagamentos por serviços que não envolvem transferência de tecnologia.
O cenário mudou em agosto deste ano, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil decidiu contra uma empresa não relacionada, estabelecendo que: “O imposto se aplica a um leque mais amplo de transações do que acreditávamos ser legalmente permitido”, incluindo pagamentos por serviços sem transferência de tecnologia.
Com base nessa decisão do STF, a Netflix reavaliou as chances de vitória judicial e agora considera a perda provável, razão pela qual registrou a despesa no balanço do 3º trimestre. Cerca de 20% desse valor corresponde ao ano de 2025.
Segundo a publicação, o filme disputa uma das vagas na categoria de Melhor Documentário com outros títulos, como ‘2000 Metros para Andriivka’, ‘O Vizinho Perfeito’, ‘Minha Mãe Jayne’ e ‘A Solução do Alabama’.
Além desses, outros documentários também despontam como fortes concorrentes e podem ameaçar a indicação, entre eles ‘Riefenstahl’, ‘Coloque Sua Alma na Mão’ e ‘Caminhe e Venha Me Ver na Boa Luz’, entre outros.
“Em Apocalipse nos Trópicos, a cineasta Petra Costa mergulha na interseção alarmante entre religião e política no Brasil. Este documentário revela como o movimento evangélico, com sua ideologia apocalíptica, desempenhou um papel crucial na ascensão de Jair Bolsonaro à presidência e levanta questões sobre a ameaça de uma teocracia nacional”, diz a sinopse.
Na trama, James é um homem quebrado após ter sido separado do seu grande amor. Quando uma carta misteriosa o chama de volta a Silent Hill em busca dela, ele percebe que a cidade foi transformada por um mal desconhecido.
Enquanto James se aventura cada mais vez na escuridão, ele encontra figuras aterrorizantes, tanto familiares quanto novas, e começa a questionar sua própria sanidade enquanto ele luta para manter o senso da realidade por tempo suficiente para salvar seu amor perdido.
Dirigido por Christophe Gans – que comandou a adaptação ‘Terror em Silent Hill‘, de 2006 –, o filme é baseado em ‘Silent Hill 2‘, o segundo e mais popular jogo da série de videogames de sucesso da Konami.
Lançado em 2006, ‘Terror em Silent Hill‘ arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente. A sequência, ‘Silent Hill: Revelação‘, fracassou nas bilheterias com apenas US$ 55.3 milhões arrecadados mundialmente, além de ter sido massacrada pelos críticos.
O cineasta James Gunn, co-CEO da DC Studios, explicou recentemente por que o estúdio tem optado por não marcar presença de forma massiva na San Diego Comic-Con (SDCC), mesmo com o início do novo Universo DC (DCU).
Gunn defende que a decisão de participar de grandes eventos é estratégica, dependendo do que há para divulgar:
“Acho que é uma decisão caso a caso”, observou, conforme o ComicBookMovie. “Depende da situação. Às vezes, vale muito a pena ir à Comic-Con, gastar milhões de dólares e vender uma ideia — especialmente quando você tem um trailer incrível”.
No entanto, o executivo destacou que as mídias sociais podem ser igualmente eficientes, e de graça:
“Mas, em outras ocasiões, eu posto uma foto da capa do roteiro no Instagram, de graça, e é igualmente eficaz; gera a mesma quantidade de cobertura na imprensa”, continuou. “Então, você sempre tem que se perguntar: ‘Em que vale a pena gastar dinheiro?'”
Gunn também citou a questão do tempo, que para ele é mais valioso que a exposição: “O difícil para mim é que eu simplesmente não tenho muito tempo. Moro na Geórgia. Vou voar até a Comic-Con durante dias que eu poderia estar usando para escrever outra versão de Superman: Homem do Amanhã? O que importa para mim, no fim do dia, é a qualidade”.
Lembrando que a efetividade de eventos como a Comic-Con tem sido amplamente debatida desde que a COVID os interrompeu em 2020. Os estúdios podem gastar milhões de dólares em apresentações chamativas no Hall H, mas a realidade é que os anúncios não garantem, necessariamente, um retorno nas bilheterias.
Além disso, o público que frequenta a SDCC já é o principal comprador de ingressos, o que faz com que muitos estúdios repensem a necessidade de grandes investimentos no evento. A Disney, por exemplo, costuma guardar os anúncios mais importantes do MCU para sua própria convenção, a D23.