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Após confirmar que faria ‘As Branquelas 2’, Marlon Wayans volta atrás: “Não acho que a sequência vai acontecer”

Marlon Wayans não está tão empolgado para uma sequência do clássico ‘As Branquelas‘, segundo ele revelou na live Mafiathon 3, do streamer Kai Cenat.

“Não acho que a sequência vai acontecer. São sete horas de maquiagem todos os dias, e depois trabalhávamos 14 horas após a maquiagem de sete horas, porque também produzíamos o filme”, ele afirmou.

No ano passado, Marlon Wayans tinha revelado que finalmente iria fazer a sequência.

“Está na hora. Depois que terminarmos Todo Mundo em Pânico 6, nós vamos fazer As Branquelas 2”, ele afirmou ao GMA. 

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood.

O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

‘Wicked: Parte 2’ ganha novos cartazes promocionais; Confira!

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Wicked: Parte 2’ divulgou recentemente novos cartazes promocionais, destacando Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (vivida por Cynthia Erivo), e Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande).

Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

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O segundo capítulo traz de volta o premiado diretor Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) à cadeira de direção, prometendo mais magia, emoção e grandiosidade no encerramento desta épica história.

‘Demon Slayer: Castelo Infinito’ se torna a maior bilheteria para um filme de anime nos EUA

O novo filme da franquia, Demon Slayer: Castelo Infinito’, está se consolidando como um verdadeiro fenômeno de bilheteria e já se tornou o filme de anime com a maior arrecadação da história dos EUA.

Segundo o ComicBook, o longa ultrapassou o recorde do clássico ‘Pokémon: O Filme’, alcançando impressionantes US$ 87,4 milhões em bilheteria até o momento.

Para comparação, ‘Pokémon’, que por muitos anos liderou como o anime mais lucrativo nos EUA, havia arrecadado US$ 85,7 milhões.

Vale lembrar que Demon Slayer: Castelo Infinito’ teve uma estreia avassaladora, arrecadando mais de US$ 70 milhões apenas no primeiro fim de semana.

A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ recebe classificação 18 anos no Brasil; Menores de 16 não podem assistir!

Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.

‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.

Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.

A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’: Novo longa conquista 96% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

10 filmes que seu amigo chato vai ter que admitir que gosta!

Sempre temos aquele amigo mala que não gosta de nada e atrapalha alguns programas que queremos fazer! Imagine reunir os amigos para assistir a um filme e não conseguir definir qual será o escolhido por conta da chatice alheia! Se você está nessa situação, ou conhece alguém que já passou por isso, segue abaixo uma lista com ótimos filmes para convencer qualquer chato por aí:

 

Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro (Disney Plus)

Inspirado em fatos reais, esse longa-metragem – que acabou de chegar no catálogo da Disney Plus – nos leva à história de Whitney Wolfe. Desde o início de carreira, até situações complexas vividas no ambiente de trabalho, acompanhamos a trajetória de sucesso da cofundadora do Tinder e fundadora do Bumble.

 

Puan (Prime Video)

Marcelo (Marcelo Subiotto) é um conceituado professor de filosofia de uma Universidade pública de Buenos Aires que vê uma oportunidade de assumir a chefia do departamento ao qual pertence. Só que a chegada de um outro professor, o super carismático Rafael (Leonardo Sbaraglia), acaba frustrando seus planos, ao mesmo tempo que sua vida pessoal e as escolhas que eram certas começam a ir ladeira abaixo.

 

Close (Netflix)

Na trama, acompanhamos a forte amizade entre os adolescentes Leo (Eden Dambrine) e Remi (Gustav De Waele). Quando o primeiro começa a se afastar do segundo, um acontecimento trágico abala toda a cidade. Buscando forças para entender alguns porquês e seguir em frente, Leo enfrentará uma caminhada de aprendizado sobre o viver.

 

The Doors (Tem para aluguel em algumas plataformas)

No início da década de 1990, chegava aos cinemas de todo o planeta um longa-metragem pulsante que retrata a história de uma das bandas mais influentes da década de 1960. Com um enorme foco no seu líder, um astro do rock que viveu menos de 30 anos mas marcou sua história na indústria fonográfica, The Doors é um filme inesquecível!

 

O Próximo Passo (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos a bailarina profissional Elise (Marion Barbeau), uma mulher que após sofrer uma contusão durante uma apresentação parte para uma estrada de redescobertas.

 

Kompromat (Prime Video)

Kompromat nos mostra a saga de um francês que é chantageado, acusado e punido na Rússia tendo que correr contra o tempo para limpar sua reputação e voltar para casa. Livremente baseado em fatos reais, o filme mete o dedo em feridas geopolíticas e coloca em xeque questões sobre as relações internacionais.

 

Madame (Prime Video)

Maria (Rossy de Palma) trabalha na casa de Anne (Toni Colette) e Bob (Harvey Keitel), um casal de norte-americanos que mora na França. Quando Anne decide dar um jantar para a alta sociedade, percebe que um convidado faltará. Para não ficar um lugar na mesa, Anne convida Maria a vestir uma de suas belas roupas e se juntar ao grupo. Tudo corre bem até Anne perceber o interesse do ricaço David (Michael Smiley) por Maria.

 

Um Pai para Lily (Netflix)

A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.

 

Manas (Telecine)

Manas apresenta o recorte de uma família pela visão de uma jovem adolescente que sofre com muitos tipos de violência em seu cotidiano. Dirigido por Marianna Brennand, o projeto dilacera de forma contundente os muitos tipos de abusos dentro e fora de casa.

 

Caminhos Cruzados (MUBI)

Colocando na mesma balança o acaso e o destino, o longa-metragem europeu Caminhos Cruzados apresenta através de uma forte protagonista um novo olhar para o mundo e as renovações de felicidade que a vida pode nos trazer quando menos esperamos.

‘The Senior’: Drama esportivo baseado em fatos reais conquista 80% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘The Senior’, um drama esportivo estrelado por Michael Chiklis, baseado em uma história real, conquistou 80% de aprovação com base em 20 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram o filme, destacando seu tom inspirador. No entanto, alguns consideraram a produção um tanto genérica em sua abordagem.

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“Você pode simplesmente se entregar às lições morais genéricas do filme, mas mesmo assim, é difícil não sentir que essa história teria funcionado melhor como uma daquelas matérias curiosas de interesse humano em um dia sem muitas notícias”, disse Brandon Yu do New York Times.

“Os elementos já conhecidos são conduzidos com tanta habilidade que você nem se importa com a manipulação. E embora você possa ficar chocado, chocado!, ao descobrir que o filme toma algumas liberdades com a verdade, elas não são tão graves a ponto de diminuir seu impacto geral”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“The Senior é elevado pela atuação sincera e comovente de Michael Chiklis, que encarna o homem comum. Imperfeito, mas inspirador e envolvente”, disse M.N. Miller do FandomWire.

“Sem surpresas aqui, mas ninguém realmente espera surpresas em uma história de superação baseada em fatos. O que queremos são obstáculos reais, um herói imperfeito porém cativante, e talvez um pouco de realização de desejo para quem sonha em ter uma segunda chance. E, nesse quesito, o filme marca um gol”, disse Nell Minow do RogerEbert.

“The Senior é uma inspiradora história esportiva baseada em fatos reais, no estilo clássico, dirigida por Rod Lurie”, disse Joey Magidson do Awards Radar.

“The Senior conta a notável história real de Mike Flynt, que superou falhas pessoais significativas e traumas de infância para se tornar um homem de profunda fé cristã. Sua trajetória no futebol nos lembra que mudanças positivas são possíveis em qualquer idade”, disse Julian Roman do MovieWeb.

Nos EUA, o longa estreia no dia 19 de setembro nos cinemas. No Brasil, o longa ainda não tem data de estreia.

Co-criador revela motivo de atraso em novo episódio de ‘South Park’

Matt Stone, um dos co-criadores de South Park, explicou recentemente por que a série de sucesso adiou o lançamento de seu episódio mais recente em uma semana: simplesmente não conseguiram finalizá-lo a tempo.

“Ninguém retirou o episódio, ninguém nos censurou, e você sabe que a gente diria se fosse verdade. Simplesmente não conseguimos terminar. Quando você sempre deixa tudo para a última hora, às vezes você erra. Esse é o preço de ser um procrastinador”, disse Stone, segundo o ComicBook.

Essa explicação vai ao encontro da nota oficial divulgada pelos criadores no momento do adiamento: “Aparentemente, quando você faz tudo na última hora, às vezes não dá tempo de terminar. Esse erro foi nosso. Não conseguimos terminar a tempo. Agradecemos à Comedy Central e aos fãs de South Park pela compreensão. Fiquem ligados para a próxima semana!”

Apesar do novo cronograma já estar definido, ainda existe a possibilidade de novos atrasos no futuro, já que a equipe costuma trabalhar sempre no limite do prazo.

South Park’ está disponível no Paramount+.

Dica | Onde ver os heróis de James Gunn nos streamings?

CEO do DC Studios, James Gunn tem uma longa trajetória quando o assunto é produções de super-heróis. Seja escrevendo, dirigindo ou até mesmo atuando, Gunn tem uma estrada de 25 anos envolvido nessas produções. E um ponto interessante é que ele carrega seu time de amigos para o elenco em praticamente todas as suas obras.

Pensando nisso, o CinePOP listou filmes e séries escritos ou dirigidos por James Gunn para você conhecer ou relembrar. Confira!

Os Especiais – Heróis em Liquidação (2000)

Lançado em 2000, Heróis em Liquidação é o primeiro trabalho de Gunn focado no mundo dos super-heróis. Além de escrever, ele atua no filme como uma paródia do Homem-Formiga, que é constantemente zombado por ter um uniforme ridículo. Nesse longa, os supers são uma realidade no mundo, mas Os Especiais são apenas a sétima equipe mais popular dos EUA. Além do mais, eles não são amigos das principais empresas que patrocinam os heróis, então tudo que diz respeito a eles é de baixa qualidade. Para complicar mais as coisas, eles têm poderes especiais, mas seguem com vícios humanos, como bebidas, cigarros, drogas e sexo. O filme mostra o grupo vivendo uma grave crise, com o estopim para a separação sendo o lançamento de uma linha de bonecos de péssima qualidade. O curioso é que o elenco dessa comédia politicamente incorreta é formado por nomes como Rob Lowe, Thomas Haden Church, Judy Greer e Sean Gunn – Sean, inclusive, protagoniza uma cena de dança divertidíssima ao som de Life Is a Rock. Além de contar com um cameo de Jenna Fischer (a Pam de The Office), que casaria com James Gunn ainda em 2000.

Infelizmente, por ser um filme de baixíssima procura, ele só está disponível no Looke, além de cópias disponíveis no YouTube. Mas é legal ver os primeiros passos do humor característico de James Gunn se manifestando aqui.

Super (2010)

Lançado em 2010, esse filme foi fundamental na carreira de James Gunn, porque mesmo sendo um “Cult”, acabou chamando atenção de Kevin Feige, que viria a convidar o diretor para comandar um projeto revolucionário. Escrito e dirigido por James Gunn, Super é uma comédia dramática politicamente incorreta sobre Frank (Rainn Wilson), um chapeiro de baixa capacidade social, cuja vida se resume a dois momentos de felicidade: o dia que casou com sua esposa (Liv Tyler) e o dia em que avisou a um policial que um ladrão de bolsas passou correndo naquela direção. Fanático religioso, ele vai para o trabalho, faz hambúrgueres e volta para casa, onde assiste programas evangélicos para crianças, enquanto a esposa se perde nas drogas. Sua vida, porém, muda de uma vez por todas quando um traficante barra-pesada (Kevin Bacon) leva sua mulher embora. Ele reza para Deus dar poderes a ele, e acredita ter sido escolhido para virar um super-herói. Então, pega uma Chave Inglesa, arruma um uniforme vermelho e parte para as ruas, onde combate trombadinhas até eventualmente entrar numa jornada para acabar com o tráfico na região e tentar recuperar sua amada. É um longa cheio de momentos bizarros, mas ainda assim é divertidíssimo.

Por ter um pouco mais de popularidade, Super já perambulou pelos catálogos de Netflix, MUBI e Amazon Prime Video. Ele também já esteve disponível completinho no YouTube, mas assim que ficou em alta há uns dois anos, a plataforma derrubou. No momento, ele só está disponível para aluguel no Prime Video.

Guardiões da Galáxia (2014)

Kevin Feige, CEO do Marvel Studios, assistiu Super e ficou encantado com a forma como Gunn escreveu e dirigiu um protagonista que era um completo fracassado e excluído da sociedade de forma que o público simpatizasse e torcesse por ele. Na época, ele precisava de alguém para tocar o projeto mais arriscado da Marvel desde Homem de Ferro (2008), que falaria justamente de um grupo de párias que teria de aprender a trabalhar como equipe. Foi assim que James Gunn chegou à franquia Guardiões da Galáxia. Com liberdade criativa praticamente total sobre o primeiro filme – segundo ele, a única interferência do estúdio foi a inserção da cena do Thanos (Josh Brolin) -, James escreveu e dirigiu o longa que mudaria de uma vez por todas a perspectiva do Universo Cinematográfico Marvel com a criação de um núcleo espacial sólido que viria a ser explorado nos dois filmes mais importantes do estúdio.

O longa acompanha Peter Quill (Chris Pratt), um humano que foi sequestrado da Terra quando era criança. Em sua mochila havia uma porção de brinquedos dos anos 80, algumas figurinhas e um walkman com duas fitas de música. Os anos se passaram e ele virou um pirata espacial, que acabou interceptando uma das mais mortais Joias do Infinito. Capturado, ele faz um acordo com outros criminosos espaciais para formarem uma aliança, escaparem da prisão e venderem a Joia para o Colecionador. No entanto, eles acabam embarcando em uma aventura musical que vai mudar as perspectivas de todos, mostrando que até mesmo os bandidos mais tontos da galáxia podem fazer a diferença quando decidem fazer o que é certo. O longa foi um sucesso avassalador, conquistando uma bilheteria altíssima e críticas ridiculamente positivas, rendendo elogios até mesmo de Steven Spielberg. Por seu sucesso inquestionável, o filme está disponível no Disney+.

Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Com o sucesso estrondoso do primeiro filme, os Guardiões saíram de um time conhecido apenas nos quadrinhos para verdadeiros ícones da Cultura Pop mundial. Mais do que isso, James Gunn voltou como roteirista e diretor, tendo liberdade criativa total para fazer o que achasse melhor. Sem precisar se preocupar com a trama das Joias do Infinito novamente, ele focou o longa nas relações familiares. Peter Quill descobre que seu verdadeiro pai é Ego (Kurt Russell), um celestial homicida. Rocket Raccoon assume um papel mais paternal com o Bebê Groot, enquanto descobre seu papel no grupo; Gamora tenta se reaproximar da irmã, que nutre um ódio de anos por ela; Drax tenta se aproximar de todos, após anos sentindo apenas ódio e sede por vingança. Da mesma forma, Yondu quebra a casca de pirata sem coração e assume o verdadeiro motivo de não ter concluído a missão do rapto de Peter.

Mais do que isso, Gunn ouviu as críticas negativas e tentou melhorar. Ele trouxe uma nova direção de fotografia que trouxe cores vibrantes e planos mais abertos, valorizando os cenários espaciais, além de ter trabalhado mais o desenvolvimento do vilão, que foi um dos pontos mais criticados do primeiro filme. O visual colorido dos planetas acabou virando referência para o núcleo espacial da Marvel, que abraçou as cores numa época em que a DC apostava apenas no filtro azul e cinza do Snyderverso. O resultado foi uma bilheteria enorme, uma trilha sonora ainda mais vendida e ainda mais moral dentro da Marvel. O filme pode ser assistido no Disney+.

Brightburn – Filho das Trevas (2019)

Diferentemente dos outros projetos, Brightburn não foi escrito ou dirigido por James Gunn, que atuou apenas como produtor. Porém, o filme foi aprovado e financiado por ele. Além disso, a história é ambientada no mesmo universo de Super, e deveria ter dado início a um universo cinematográfico desses personagens alternativos engavetados por Gunn. Na round table que participei com o diretor em 2025, James contou que tentou interferir o mínimo possível neste filme, porque tinha achado um projeto muito interessante, mas queria ver seu irmão e seu primo desenvolvendo suas próprias ideias no roteiro, além de apoiar a direção de David Yarovesky, que considera um nome promissor. Infelizmente, o filme não foi bem nos cinemas, mas ganhou sobrevida nos streamings.

Leia também: ‘Superman’ | James Gunn comenta diferenças entre ‘Brightburn’ e ‘Superman’

A trama é uma paródia da origem do Superman. Porém, em vez do bebê cair na Terra com uma missão de paz, ele vem como uma arma de conquista que deve dominar o planeta para permitir a invasão de sua espécie. Quando o menino começa a entrar na adolescência, seus poderes despertam e ele acaba tomado pelo medo e pelo ódio, espalhando o terror pela cidadezinha de Brightburn. O filme pode ser visto na Netflix.

O Esquadrão Suicida (2021)

Em 2018, após Gunn se posicionar contra falas e medidas do então presidente americano Donald Trump, o diretor foi alvo de um ataque coordenado da extrema-direita que resgatou tweets de uma década atrás, nos quais ele fazia piadas politicamente incorretas de temas como pedofilia e estupro. Gunn veio a público pedir desculpas e dizer que não compactuava mais com esse tipo de humor. Ele assumiu o erro e se afastou das redes. Porém, a cúpula da Disney foi pressionada e demitiu o diretor, muito a contragosto de Kevin Feige, que tentou ao máximo mantê-lo. Enquanto a polêmica era apurada, a Warner, que vivia uma crise sem fim com os personagens da DC, apostou em James Gunn e o contratou para escrever e dirigir uma continuação com jeitão de soft reboot de Esquadrão Suicida (2016), um filme da casa que deu muito dinheiro, levou um Oscar, mas foi massacrado pela crítica. E um comentário bastante comum na época era que a DC havia fracassado por tentar fazer seu Guardiões da Galáxia sem James Gunn. Ouvindo os fãs, eles trouxeram o cara, e o resultado mudaria para sempre os rumos da DC nos cinemas.

Isso porque O Esquadrão Suicida (2021) foi um unânime: sucesso estrondoso de crítica, algo que não acontecia com a DC há muito tempo. Apesar da baixa bilheteria, resultado de ter sido lançado nos cinemas no auge da pandemia, o filme elevou a moral de James Gunn dentro da Warner, que passou a cogitar novos projetos com ele, tanto que confiou uma série sobre um personagem praticamente desconhecido a ele antes mesmo do fim da passagem do filme pelos cinemas. A trama era a mesma do longa de 2016. O governo americano tinha uma missão que, por motivos políticos, não poderia envolver heróis ligados aos EUA. Por isso, enviaram um grupo de supervilões ou anti-heróis para resolverem uma crise de estado na América do Sul, podendo eventualmente ocasionar a morte de todos eles no caminho. Porém, eles não apenas resolvem a missão, como também viram heróis locais e se voltam contra o imperialismo americano, gerando eventos que repercutem no Universo DC até hoje. Com violência para maiores de 18 anos e personagens extremamente carismáticos, O Esquadrão Suicida pode ser assistido no HBO Max.

Pacificador (2022)

A tal série que a Warner “deu de brinde” para James Gunn foi Pacificador. Considerado um dos melhores personagens de O Esquadrão Suicida, o Pacificador era um completo desconhecido do público em geral e não era exatamente bem quisto nem mesmo pelos leitores de quadrinhos, mas Gunn assumiu o projeto, assinando roteiro e a direção de alguns episódios, mudando o patamar de John Cena no cenário Hollywoodiano. A produção deu sequência aos eventos do filme, mostrando o Pacificador acordando no hospital e tentando seguir com a vida, enquanto busca ser um super-herói reconhecido pelos grandes ícones do DCEU.

Porém, sua família desestruturada e os traumas do passado voltam para assombrá-lo, enquanto ele embarca sem saber na investigação de uma invasão alienígena silenciosa e mortal na Terra. Com a ajuda dos agentes da ARGUS, ele desmascara esses ETs borboletas e salva o dia com muita violência e boa vontade. O sucesso da série foi imediato, transformando o Pacificador em um novo ícone da Cultura Pop. Paralelamente a isso, a Marvel sofria para encontrar um novo diretor para Guardiões da Galáxia Vol.3. Depois de muitas tentativas e uma grande recusa de diretores de assumir o projeto em solidariedade a Gunn, a Disney reconheceu que o diretor havia sofrido um boicote político, mesmo não compactuando mais com o tipo de humor de seu início de carreira, e o convidou para voltar. Porém, agora com muito prestígio na Warner, ele concordou em retornar apenas para finalizar a saga dos Guardiões. Ah sim, a primeira temporada de Pacificador pode ser vista no HBO Max.

Guardiões da Galáxia: Especial de Natal

Em sua volta à Marvel (vale destacar que ele não deixou a DC, apenas se licenciou para esses projetos), Gunn ousou com um especial de natal dos Guardiões da Galáxia feito exclusivamente para o Disney+, mas que seria parte do cânone do grupo, introduzindo personagens como a cachorrinha Cosmo na equipe. Além de escrever e dirigir o especial, Gunn também escreveu a música de abertura da produção, que é um rock sobre a visão alienígena do que é o natal. A canção foi top das plataformas de música nos EUA.

O especial é completamente surtado, bem do jeitinho dos Guardiões, e traz o Peter meio triste na época do natal. O problema é que seus amigos não fazem a menor ideia do que a data representa, então Drax e Mantis decidem viajar para a Terra, onde vão tentar pegar materiais para criar um natal memorável, mas também sequestram o ator Kevin Bacon, o grande herói da infância de Peter, para “dá-lo de presente” ao amigo. É simplesmente hilário! No final, tudo se resolve e eles conseguem um natal inesquecível, ainda que por motivos diferentes. O especial pode ser visto no Disney+.

Guardiões da Galáxia Vol.3 (2023)

Quando já havia sido “reapresentado” pela Marvel, Gunn foi convidado para assumir o cargo de CEO da DC, capitaneando um reboot total daquele universo cinematográfico, o que ele obviamente aceitou. Sabendo que seria sua despedida não apenas da Marvel, mas dos personagens que o consagraram no cinema mundial, James Gunn veio com tudo e criou uma verdadeira obra-prima do gênero. Com foco no Rocket Raccoon (Bradley Cooper), declaradamente o personagem favorito de James, o longa construiu uma aventura espacial extremamente emotiva, com mensagens contra os maus-tratos aos animais e sobre a importância da família, embalado por um visual de tirar o fôlego e uma trilha musical explosiva.

O resultado foi uma das melhores avaliações de público e crítica de um filme da Marvel pós-Ultimato. A trama mostra o Rocket sendo mortalmente ferido. O problema é que eles precisam de um código para desarmar um dispositivo interno que ameaça a vida do guaxinim, então eles vão atrás do responsável pelas modificações feitas no Rocket, o Alto Evolucionário (Chukwudi Iwuji), que é um tirano com complexo de Deus, que é capaz de matar e torturar qualquer um para conseguir seu objetivo de criar a espécie ‘perfeita’. Agora, os Guardiões precisam correr contra o tempo para salvar o amigo, enquanto tentam encontrar um meio de acabar com o Alto Evolucionário. O longa foi extremamente elogiado pela crítica, pelo público e pelas organizações de direitos dos animais pelo mundo. O filme pode ser assistido no Disney+.

Comando das Criaturas (2024)

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De volta à DC, o primeiro capítulo do novo Universo DC foi a série animada Comando das Criaturas. Criada e escrita por James Gunn, ela segue com os eventos de O Esquadrão Suicida (2021), que mesmo tendo acontecido em outro universo foi aproveitado nessa nova realidade, e mostra a solução de Amanda Waller (Viola Davis) para a proibição do governo da ‘Força-Tarefa X’. Sem poder usar humanos, ela convoca um time de “Criaturas” para realizar uma missão que um super-herói não poderia assumir, que é manter a princesa do Pokolistão protegida em uma guerra.

Enquanto a trama avança, os membros dos Comandos vão tendo suas histórias explicadas e desenvolvidas, tornando a série uma produção incrível de acompanhar. Apesar de ser uma animação, ela aborda temas pesados e traz cenas de violência e sexo, mas nada gratuito. É muito divertido e muito interessante, até porque é a produção que introduz Rick Flag Sr. (Frank Grillo), o personagem que apareceu em todas as produções do DCU até o momento. A série está disponível no HBO Max.

Superman (2025)

Lançado sob forte expectativa, o primeiro filme do DCU foi escrito e dirigido por James Gunn, que apostou em David Corenswet, um ator em ascensão em Hollywood, para dar vida ao maior super-herói dos quadrinhos. A história mostra o Superman já atuante nesta realidade, após perder sua primeira batalha. Vivendo uma polêmica sem precedentes, após interferir em um conflito geopolítico no Oriente Médio contra um antigo aliado americano, o herói entra no olho de um furacão midiático influenciado por Lex Luthor (Nicholas Hoult), que bola um plano mirabolante para expandir sua atuação no governo e destruir o Superman. Porém, ao lado do cachorrinho Krypto, dos heróis da Gangue da Justiça e da equipe do Planeta Diário, o herói vai fazer de tudo para salvar o dia.

Fenômeno de crítica e bilheteria, o filme já é tratado como um sucesso geracional, com diversas crianças tendo como referência o Superman “bom moço” de David como espelho para o futuro. O longa incentivou uma onda de bem e trouxe mensagens positivas para o público, além de resgatar a credibilidade não só do herói, mas do Universo DC nas telonas. E ele acabou de chegar ao catálogo do HBO Max.

Pacificador – 2ª Temporada (2025)

Por fim, o último projeto com envolvimento criativo de James Gunn com super-heróis, até o momento, é a segunda temporada de Pacificador. Ele escreveu os capítulos e dirigiu alguns episódios que trazem Chris (John Cena) vivendo uma crise existencial sem precedentes. Apesar de ter salvo o mundo, ele segue com o tratamento de um anti-herói. Ninguém o valoriza, ninguém o reconhece. Em meio a essa crise, ele entra acidentalmente em uma outra dimensão na qual seu pai e seu irmão estão vivos, e eles são os maiores heróis do planeta. O problema é que ele encontra sua versão desse mundo e acaba matando o rapaz sem querer. Enquanto isso, suas viagens ligam o alerta na ARGUS, que teme uma nova falha dimensional na realidade do DCU. Para complicar ainda mais, o novo chefe da ARGUS é Rick Flag Sr., que tem uma rivalidade pessoal com Chris pelo assassinato de seu filho (lá em O Esquadrão Suicida).

Em meio a esses problemas, Chris decide ir para esse “mundo perfeito”, só que as coisas não saem exatamente como o esperado. A série está em exibição neste momento no HBO Max. Com novos episódios lançados semanalmente, a produção está a três capítulos do fim.

Outros projetos

Antes de sua demissão da Marvel, a moral de James Gunn era tão alta que ele foi escolhido para dirigir especificamente as participações especiais de Stan Lee nos filmes do MCU. Além dos cameos de Guardiões da Galáxia e Guardiões da Galáxia Vol.2, ele dirigiu Stan em suas participações em Doutor Estranho (2016), Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) e Thor: Ragnarok (2017).

Outro papel que ele assumiu foi de produtor executivo em três produções da Marvel: Vingadores: Guerra Infinita (2018) – no qual também escreveu diálogos adicionais, Vingadores: Ultimato (2019) e na série animada Eu Sou o Groot (2022). Na DC, ele entrou como produtor de Superman (2025) e dos vindouros Supergirl: a Mulher do Amanhã (2026) e Cara-de-Barro (2026), além da série dos Lanternas Verdes (2026). Essa função será cada vez mais frequente, já que ele está por trás de todo o Universo DC.

E aí, qual seu projeto favorito do James Gunn? Diga nos comentários!

Crítica | ‘Ela Disse Talvez’ – Comédia romântica na NETFLIX não sai da mesmice

Dirigido por Buket Alakus e Ngo The Chau, a nova comédia romântica turca/alemã Ela Disse Talvez apresenta sua narrativa de forma simples e objetiva, sem pretensões maiores. Isso não é um problema, longe disso. A questão é que logo percebemos paralelos com uma mistura de outros filmes previsíveis – naquele ritmo e direção que não conseguem se aprofundar em nenhum dos temas que propõem.

Uma jovem arquiteta criada na Alemanha está em um momento radiante de sua vida. Encontrou o amor de seus sonhos – um advogado em crescimento na carreira – e segue em busca dos seus sonhos. Porém, durante uma viagem de férias para a Turquia, descobre segredos do seu passado: ela é filha de um herdeiro de uma família nobre. A partir dessa revelação, ela precisa entender essa situação através de desenrolares que a farão refletir sobre a vida.

Percorrendo lindas cidades e a rica cultura turca – seus costumes e tradições – o pano de fundo dessa obra é arrebatador. Pena que o roteiro insiste em simplificar alguns temas que poderiam ser mais relevantes. A partir de uma protagonista que enfrenta uma crise existencial após uma notícia surpreendente, embarcamos em um história de amor insossa, tomada por clichês, que tem seu respiro apenas no conflito cultural.

Alguns dos méritos de uma obra audiovisual aparecem quando situações despertam a reflexões em quem assiste. Mas, quando chegamos aos créditos finais e não conseguimos pensar em praticamente nada sobre o que vimos, tem algo que não funcionou. Com o ritmo acelerado – fruto de uma edição que se mostra presente -, e personagens simpáticos, porém longe de serem carismáticos, a maior fragilidade desta obra é o conteúdo e o que se busca transmitir.

Como o foco apontado para a jornada mirabolante da protagonista – única e exclusivamente -, chegamos em choques culturais, problemas no relacionamento, tradições e rupturas. Um grave problema é que não há um bom desenvolvimento desse conjunto de elementos ligados aos conflitos existenciais, frustrando o público que busca mais do que uma história de amor previsível.

Desfilando no TOP 10 logo na semana de estreia, no maior streaming do planeta (é impressionante como as produções turcas são sinônimo de sucesso em nosso país), Ela Disse Talvez é aquele entretenimento rápido, igual a tantos outros por aí. Mas veja, vai que você gosta!

Astro de ‘Emily em Paris’ promete reviravoltas: “Ninguém poderia ter previsto aquilo”

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O ator Lucien Laviscount, que interpreta Alfie em ‘Emily em Paris’, afirmou recentemente que a nova temporada está repleta de reviravoltas inesperadas.

“Tudo o que vou dizer é: prepare-se, porque a história vai para a esquerda, muito para a esquerda, e um pouquinho para a direita nesta temporada”, brincou Laviscount, conforme o Deadline.

“Eu não sabia o que esperar, nenhum de nós sabe antes de receber os roteiros, e quando recebemos os roteiros desta temporada foi tipo… É, acho que ninguém poderia ter previsto aquilo”, acrescentou.

‘Emily em Paris’: Gravações da 5ª temporada são interrompidas após morte no set

Falando sobre as filmagens, Laviscount comentou que foi “incrível”, acrescentando: “É bom estar de volta, estar de volta a Paris. Também filmamos um pouco em Roma”.

A sinopse oficial da Netflix confirma que Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.

‘Emily em Paris’: Bryan Greenberg e Michèle Laroque se juntam ao elenco da 5ª temporada

Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.

Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.

Rupert Everett afirma ter sido DEMITIDO de ‘Emily em Paris’

A nova temporada estreia marcada para o dia 18 de dezembro, na Netflix.

Voldemort pode virar mulher na série de ‘Harry Potter’, afirma insider

Por essa ninguém esperava. Segundo o insider DanielRPK, a nova série deHarry Potter da HBO está procurando não só atores, mas também atrizes para interpretar o Lord Voldemort.

Isso indica que o personagem pode ter seu sexo trocado na adaptação da série. Nenhuma informação oficial foi divulgada a respeito da escalação.

O Lorde Voldemort foi interpretado por Richard Bremmer no primeiro filme da franquia ‘Harry Potter‘. Ralph Fiennes assumiu o personagem à partir de ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘.

Rumores antigos indicam que Cillian Murphy, conhecido por seus papéis em ‘Peaky Blinders’ e Oppenheimer, pode viver o personagem.

Segundo o Deadline, Murphy comentou a especulação: “Não, meus filhos me mostram essas coisas de vez em quando, mas não, não sei nada sobre isso”.

“Além disso, é muito difícil substituir qualquer coisa que o Ralph Fiennes tenha feito. Esse homem é uma lenda da atuação. Então, boa sorte para quem for ocupar esse lugar”, acrescentou.

Vale lembrar que Ralph Fiennes marcou o cinema ao dar vida ao terrível vilão na saga de filmes original.

Dramione!: Fanfic de ‘Harry Potter’ sobre Draco e Hermione vira filme milionário

Vale lembrar que o universo deHarry Potter ganhará uma nova adaptação em formato de série pela HBO.

O elenco também conta com:

Kit Harrington, Keira Knightley e MAIS são escalados para a versão audiobook de ‘Harry Potter’

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Mais uma atriz dos filmes originais vai RETORNAR em ‘Pânico 7’

Segundo a EW, a atriz Hayden Panettiere vai retornar como Kirby Reed em ‘Pânico 7‘. Até então, o retorno da atriz era incerto.

Rumores afirmam que além de ‘Pânico 8‘, também teremos uma série de TV focada na personagem.

Kirby foi dada como morta em ‘Pânico 4‘, mas ressurgiu no sexto filme da franquia. Sua personagem é uma das preferidas da saga.

Recentemente, Matthew Lillard (‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’) comentou sobre o seu inesperado retorno e revelou ter recebido o convite do próprio diretor, Kevin Williamson, garantindo que sua participação no longa não irá “arruinar a franquia”.

“Eu recebi uma ligação do Kevin Williamson no meio do ano. Eu atendi, nós conversamos um pouco e ele me perguntou: ‘Você gostaria de retornar [para a franquia Pânico]?’. Eu literalmente pensei comigo mesmo: ‘Estou esperando essa ligação por uns 20 anos’. Fiquei muito animado.”

Ele completa, “Estou muito feliz por retornar. O filme está fantástico, e estou muito ansioso para que as pessoas possam assisti-lo. Não irá arruinar a franquia, essa é a boa notícia. [Originalmente], eles queriam que meu retorno fosse segredo até o lançamento do filme.”

Lembrando que ‘Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Panico

Mark Ruffalo se REVOLTA com a Disney após suspensão do programa de Jimmy Kimmel: “As ações vão cair”

hulk mark ruffalo

Mark Ruffalo também se revoltou com a Disney após a decisão de suspender por tempo indeterminado o programa de entrevistas de Jimmy Kimmel, exibido pela emissora ABC.

A suspensão teria ocorrido após Kimmel fazer um monólogo em seu programa que criticava figuras políticas e apoiadores do ex-presidente Donald Trump.

O ator compartilhou em suas redes um relatório mostrando que as ações da empresa caíram 7% desde que a suspensão.

“As ações vão cair ainda mais se eles cancelarem esse programa. A Disney não quer ser aquela que quebrou a América”, ele postou. 

A atriz Tatiana Maslany, famosa por interpretar a heroína Mulher-Hulk na série da Marvel Studios, usou seu Instagram para pedir que seus seguidores cancelem suas assinaturas de plataformas de streaming como Disney+, Hulu e ESPN.

A atitude de Maslany vem após rumores de seu retorno ao papel de Mulher-Hulk no futuro filme ‘Vingadores: Doomsday’.

‘She-Hulk’: Atriz fala sobre possível retorno ao MCU; “Um verdadeiro milagre”

Lembrando que durante um episódio de seu programa, Kimmel iniciou seu monólogo dizendo que a “gangue MAGA” estava “desesperadamente tentando caracterizar o garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa, menos como um deles”. 

Kimmel acusou aqueles do lado direito de “fazerem de tudo para tirar proveito político” da situação e “trabalharem arduamente para capitalizar sobre o assassinato”, antes de exibir um clipe de um repórter perguntando ao presidente Donald Trump como ele estava lidando com a morte de Kirk.

Quando Trump desviou o assunto para a construção de uma nova sala de baile na Casa Branca, Kimmel brincou dizendo que Trump havia entrado “na quarta fase do luto: construção”.

Kimmel também relembrou os manifestantes que, em 6 de janeiro de 2021, “queriam enforca”, o vice-presidente Mike Pence por certificar a vitória de Joe Biden nas eleições de 2020.

Após isso, um porta-voz da ABC anunciou que o Jimmy Kimmel Live! Seria suspenso por tempo indeterminado. Mais tarde, foi relatado que Brendan Carr, presidente da FCC e apoiador de Trump, ameaçou “tomar medidas” contra a Disney e a ABC.

Programa de Jimmy Kimmel é SUSPENSO por tempo indefinido após comentários sobre Charlie Kirk

She-Hulk‘ (‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’) está disponível no Disney+.

Relembre o trailer legendado e o cartaz nacional.

Confira:

10 séries que até seu vizinho barulhento vai ficar quieto pra ver!

Uma das coisas que mais incomoda quando estamos prestes a dar play em uma série (ou filme) é o barulho! Se você mora em condomínio, sabe que isso pode acontecer a qualquer momento – e, quando acontece, é uma mistura de raiva e aflição. Para você que já viveu, ou ainda vive, situações assim, segue abaixo uma lista com ótimas séries para tentar convencer seu vizinho a assistir e parar com o caos da barulheira:

 

Matchroom: Lendas do Esporte (Netflix)

Um reality que se apresenta como um documentário. Apostando nessa fórmula, a nova minissérie da Netflix Matchroom: Lendas do Esporte nos mostra os bastidores de um negócio de família que busca voos mais altos com a entrada de um investidor poderoso. Entre representações de esportistas em ascensão e a produção de eventos com alto alcance de público, acompanhamos o cotidiano dessa empresa – seus fracassos e suas vitórias.

 

Your Honor (Paramount Plus)

Michael Desiato (Bryan Cranston) é um juiz que vive dias entre corridas, seu tribunal e a educação de seu filho, Adam (Hunter Doohan). A vida de pai e filho muda radicalmente quando o segundo, em meio a uma situação de stress e medo, perde a direção de seu carro e atropela Rocco (Benjamin Wadsworth). O atropelado é filho do cruel e bandido Jimmy Baxter (Michael Stuhlbarg). Sem saber o que fazer, Adam pede ajuda a seu pai e ambos começam um jogo de mentiras para esconderem o que de fato aconteceu.

 

House of Ninjas (Netflix)

Nem toda batalha é vencida pela espada. Buscando resgatar a história das tradições e do imaginário japonês através dos chamados shinobis (no popular, ninjas), figuras bastante conhecidas no Japão feudal, entre os séculos XVI a XIX, chegou na Netflix no início de 2024 um empolgante seriado onde os conflitos se desenvolvem através dos dilemas entre o certo e o errado, com personagens enfrentando diferentes crises existenciais no período presente.

 

Marinheiro de Guerra (Netflix)

Em mais uma produção que traz recortes sobre o caos do maior dos conflitos da humanidade, o projeto norueguês Marinheiro de Guerra mostra a visão de participantes involuntários da Segunda Guerra Mundial, homens e mulheres que foram obrigados a estarem no conflito quando navios mercantes ficaram sob o comando da coroa norueguesa.

 

The Newsroom (HBO MAX)

Essa série é pra você que ama jornalismo! Criada pelo roteirista Aaron Sorkin, somos apresentados a excelentes personagens, com destaque para Jeff Daniels e Emily Mortimer, que nos levam até os tumultuados bastidores de um programa de notícias factício. Imperdível!

 

The Undoing (HBO MAX)

Grace (Nicole Kidman) é uma psicóloga que mora com o marido Jonathan (Hugh Grant) e o filho do casal, Henry (Noah Jupe). Certo dia, após um brutal assassinato, Grace vê sua rotina completamente modificada quando seu marido, que desaparece misteriosamente no dia seguinte ao assassinato, se torna um dos principais suspeitos do crime.

 

Chernobyl (HBO MAX)

Minissérie impactante lançada em 2019, Chernobyl nos leva para reflexões para a famosa tragédia nuclear ocorrida em meados da década de 1980. O projeto recebeu 19 indicações ao Emmy.

 

The Old Man (Disney Plus)

Don Chase (Jeff Bridges) vive solitariamente com seus dois cães em uma cidade do interior dos Estados Unidos. Durante uma invasão à sua casa, percebe que seu passado como agente da CIA acaba batendo novamente à sua porta. Assim, ele resolve ir atrás da resolução de um situação de algumas décadas atrás e descobre que um homem perigoso está atrás dele.

 

Treta (Netflix)

Danny (Steven Yeun) é um empreiteiro que vem de uma decepção com um empreendimento familiar, passando por um presente confuso. Também conhecemos uma empresária chamada Amy (Ali Wong), dona de uma marca que foi ficando poderosa ao longo do tempo. Certo dia, o destino desses dois personagens se cruzam de maneira peculiar, após uma briga de trânsito, o que desencadeia uma série de situações surpreendentes.

 

The Head: Mistério na Antártida (Globoplay)

Na trama, seguimos para os detalhes sobre uma equipe de pesquisa que precisam ficar seis meses longe de tudo, no meio da Antártida. Quando uma outra equipe chega até onde eles estavam, após três semanas sem comunicação, apenas dois sobreviventes são encontrados. Assim, acontece uma investigação para descobrir quem está mentindo.

‘Pacificador’ | Pontos para prestar atenção no 5º episódio da 2ª temporada

Dirigido por Alethea Jones, o quinto episódio da segunda temporada de Pacificador aposta na ação e passa aquela sensação de “agora vai!” para os fãs que estavam reclamando da abordagem mais introspectiva da condução da temporada.

Agora, faltando três episódios para o fim, a produção parece entrar no modo “ação total” para uma conclusão épica. E como nos outros capítulos, este também trouxe menções ao universo passado e ao DCU. Confira!

O texto a seguir contém SPOILERS. Siga por sua conta e risco.

Dois Ricks

O episódio começa com um flashback no DCU que mostra o funeral de Rick Flag Jr., que foi morto pelo Pacificador, assim como no falecido DCEU. James Gunn já disse algumas vezes que muitos eventos entre esses universos aconteceram de forma parecida. No entanto, esse funeral revela uma diferença importante: o nome de Rick. No DCEU, ele se chamava Richard Rogers Flag Jr., enquanto no DCU era Richard Bill Flag Jr., uma sutil, mas importante alteração. Outro ponto interessante é que esse funeral é importante para a cronologia. Ele aconteceu há três anos. Ou seja, pouco tempo antes ou ao mesmo tempo em que o Superman do DCU assumiu seu papel como super-herói nesse universo.

Eagly

Nas redes sociais, a trajetória do Eagly na temporada virou piada, porque está sendo mais porradeira do que a do próprio Pacificador. Enquanto o Chris está nessa viagem emocional para tentar se sentir bem, sua águia de estimação está sendo caçada por um super-caçador de águias que botou na cabeça que o coitado era uma tal de Águia Primitiva, uma entidade ancestral que ele jurou matar. Pois bem, o que parecia ser apenas uma piada acabou rendendo um dos momentos mais inusitados de toda a série: o Eagly realmente tem poderes.

Não dá para saber se ele é mesmo a tal Águia Primitiva, mas o Eagly foi capaz de convocar e coordenar um ataque feito por um grupo de águias para derrotar o Red St. Wild (Michael Rooker). Conhecendo o estilo de escrita de James Gunn, isso não vai parar por aqui, principalmente agora que o bicho vai viajar para outra realidade. É possível – e muito provável – que vejamos mais dos poderes do Eagly nos próximos três episódios.

Sasha Bordeaux

Após cinco episódios, a agente Sasha Bordeaux teve seu segredo revelado. Ela também tem poderes especiais. Assim como nos quadrinhos do Batman, ela é uma mulher biônica. No episódio, eles revelam que ela se envolveu em uma missão da ARGUS, mas sofreu um acidente de avião que destruiu metade de seu corpo. Por ser considerada uma agente muito valiosa para a agência, ela foi resgata e teve suas partes faltantes substituídas por partes robóticas de alta tecnologia, que a permitem, por exemplo, ter uma mira perfeita para atirar.

Também é indicado que ela poderá se aproximar intimamente de Rick Flag Sr. na missão para destruir o Pacificador. Será que ela também foi vítima de alguma ação do Chris no passado?

Posso fazer isso o dia todo

Uma das melhores cenas do episódio é a do “interrogatório” do Chris realizado pelo Rick Flag pai, que aproveita sua posição de poder para descer a porrada no Pacificador, descontando um pouco do ódio que guardou no assassino de seu filho. O interessante é que Chris sabe que sua ação de matar o Rick Flag Jr. a mando de Amanda Waller foi errado, então ele não revida nenhum dos golpes sofridos.

Desde que foi introduzido na DC, o Pacificador vem sendo descrito como um Capitão América deturpado pelo idealismo. Alguém que vai “matar quantas pessoas precisar para manter a paz”. Nessa jornada de mudança genuína do protagonista, que quer ser um herói de verdade, nada mais “Capitão América” do que aceitar uma surra de alguém que tem todo o motivo para querer acabar com ele.

Metáfora

No entanto, mesmo com o episódio sendo mais carregado de ação, ele termina com uma metáfora pesadíssima sobre o suicídio. Após levar essa surra do Rick, Chris é resgatado pelos amigos e decide deixar o mundo de uma vez por todas. Porém, em vez de tirar sua própria vida, ele decide se mudar para o “mundo perfeito”. Ele deixa uma carta de despedida, rendendo um momento extremamente melancólico dos amigos recebendo a notícia de que ele se foi.

É muito denso, é de cortar o coração. No fim, o Judomaster ainda acaba indo com ele, só que parece que o baixinho se perdeu no caminho.

Superman

Por fim, nesse “mundo perfeito”, o Pacificador chega e já é recebido pelo irmão, que avisa sobre um ataque de kaiju no centro da cidade. Ao final do episódio, eles mostram que a criatura foi derrotada pelo Top Trio, revelando ser o mesmo monstro de Superman (2025). Neste universo, a família disfuncional do Chris é mesmo o auge do heroísmo. Também é novamente mencionado por Rick Flag Sr. que a máquina interdimensional do Pacificador pode criar um incidente igual ao que aconteceu em Metrópolis, como mostrado no filme do Superman.

Os novos episódios de Pacificador estreiam toda quinta-feira às 22h, no HBO Max.

Framboesa de Ouro – Relembre os Atores Considerados os PIORES da Última Década!

Época de Oscar, não se fala em outra coisa. Esse é o momento de celebrar o melhor do cinema, as melhores atuações, os melhores atores e atrizes do ano que passou. Mas o início do ano também traz uma premiação bem obscura e incorreta, que surge como o anti-Oscar. Falamos do Framboesa de Ouro, que premia não o melhor, mas sim o pior de cada ano. É uma ideia original, mas que em tempos politicamente corretos, pode soar como sendo de mau gosto.

Em anos recentes, o Framboesa se meteu em polêmicas, como quando indicou uma criança como pior atriz. A pequena Ryan Kiera Armstrong, de então 12 anos de idade, pelo pseudo terror ‘Chamas da Vingança’. Mesmo os que gostam da brincadeira que é o Framboesa de Ouro se questionaram à ocasião se os realizadores não haviam passado dos limites.

Tirando alguns lapsos como este, o espírito do Framboesa de Ouro é sempre o da zoeira. A “premiação” apenas reforça o que todos nós já sabemos e comentamos. O prêmio apenas destaca os filmes que todos já consideram os piores e as atuações já comentadas de forma negativa. Ou seja, os indicados e vencedores de cada ano raramente são surpresa.

Pensando nisso, decidimos relembrar um pouco essas verdadeiras preciosidades da interpretação. É preciso frisar também que o Framboesa apenas destaca performances ruins de atores muitas vezes talentosos, em determinados filmes. Afinal, todo mundo tem direito a um dia ruim. Abaixo separamos as piores atuações masculinas dos últimos 10 anos. Confira.

Jon Voight por ‘Mercy – Golpe de Misericórdia’

Jon Voight é um ator lendário, e possui sua estatueta do Oscar de melhor ator por ‘Amargo Regresso’ (1979) e tem mais três nomeações. Mas em 2024 foi eleito o pior ator do ano no Framboesa de Ouro, ao se meter na roubada conhecida como ‘Mercy – Golpe de Misericórdia’, sobre terroristas tomando o controle de um hospital.

Sylvester Stallone por ‘Os Mercenários 4

O grande veterano Sylvester Stallone será para sempre um dos maiores astros de Hollywood. Sly começou a carreira com o pé direito, e foi indicado ao Oscar por ‘Rocky’ (1976) nas categorias de melhor ator e melhor roteirista. Em 2016, voltaria a ser indicado pelo papel, desta vez em ‘Creed’. Stallone, no entanto, vira e mexe se vê alvo de críticas por seus papeis, mas poucos foram os defensores de ‘Os Mercenários 4’, filme pelo qual venceu o Framboesa como pior coadjuvante.

Jared Leto por ‘Morbius

A vida é feita de altos e baixos. E poucos sabem disso como Jared Leto. Depois de ter abandonado momentaneamente a atuação para se concentrar em sua banda de rock, Jared Leto voltou com tudo e levou o Oscar por ‘Clube de Compras Dallas’. Depois disso, Leto estava sentado no topo do mundo. Mas não pôde ficar lá por muito tempo, pois vieram uma série de produções criticadas em seu repertório. Destas, ele terminou levando o Framboesa como pior ator por ‘Morbius’ em 2023, e antes já havia sido o pior coadjuvante por ‘Casa Gucci’ em 2022.

Tom Hanks por ‘Elvis

É difícil dizer que um ator do nível de Tom Hanks tenha feito algo ruim. Mas se procurarmos, acabaremos encontrando. E os realizadores do Framboesa certamente não possuem dó nem piedade. Assim, Hanks, vencedor de dois Oscar e indicado a outros tantos, terminou levando como o pior coadjuvante por ‘Elvis’, em 2023.

LeBron James por ‘Space Jam – Um Novo Legado’

Colocar esportistas em filmes pode não ser uma boa coisa. A não ser que participem de filmes pipoca, cuja única intenção seja entreter, ou mirado aos pequenos. Porém, todos pegaram implicância com o segundo ‘Space Jam’, e sobrou para James o prêmio de pior ator no Framboesa em 2022. Lembrando que a atuação de Michael Jordan no original foi qualquer coisa, menos boa.

John Travolta por ‘Fanático

John Travolta é outro astro indicado ao Oscar que já sentiu bem de perto o gostinho do Framboesa de Ouro. Em 2020 ele foi “homenageado” com a vitória de pior ator não por um, mas por dois de seus filmes. O drama de ação e esporte ‘Trading Paint’ é pouquíssimo conhecido, mas ‘Fanático’ é considerado um dos piores filmes da história.

James Corden por ‘Cats

O apresentador e ator James Corden se tornou uma figura polêmica e perdeu grande parte de seu status, devido a seu comportamento de bastidores. Quando o público pega ranço de alguém, é difícil desfazer. ‘Cats’, adaptação de uma peça clássica, visava o Oscar, mas se tornou um dos filmes mais detestados do cinema. Tinha que sobrar para alguém, e sobrou para Corden, que recebeu o Framboesa de pior coadjuvante.

Tom Cruise por ‘A Múmia

Até mesmo lendas do cinema, como o astro imortal Tom Cruise possuem seus dias ruins. E seus filmes ruins, com atuações ruins. É claro que sempre é mais fácil dizer que um filme ruim tem atuações ruins. Assim, poucos foram os que gostaram da investida de Cruise no blockbuster sobrenatural ‘A Múmia’, e em 2018 ele foi presenteado com o Framboesa de pior ator.

Jesse Eisenberg por ‘Batman vs. Superman’

Jesse Eisenberg possui uma indicação ao Oscar como melhor ator por ‘A Rede Social’. Em 2024, o ator voltou aos holofotes por ter dirigido a dramédia ‘A Verdadeira Dor’, pelo qual recebeu indicação de melhor roteiro. Porém, em 2017, Eisenberg saiu com o Framboesa de pior coadjuvante por seu retrato, digamos, muito diferente, de Lex Luthor em ‘Batman vs. Superman’. Alguém defende?

Jamie Dornan por ‘Cinquenta Tons de Cinza

É sempre difícil para um ator se livrar de um estigma quando estrela um filme, digamos, polêmico, que muitos não gostaram. Veja o caso com Robert Pattinson e Kristen Stewart – demorou anos para que eles pudessem deixar ‘Crepúsculo’ para trás, e muitos ainda tem preconceito. Com o casal de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ ocorreu o mesmo, e Jamie Dornan levou o prêmio de pior ator no Framboesa em 2016. Dakota Johnson também luta para conseguir levantar, mas não ajuda quando faz filmes como ‘Madame Teia’.

Eddie Redmayne por ‘O Destino de Júpiter

Existem casos de atores que foram do céu ao inferno (ou vice-versa) no mesmo fim de semana – ou com poucas semanas de diferença. Isso porque o Framboesa sempre ocorre perto do Oscar. E na história de ambos os prêmios, já tivemos ganhadores dos dois. Foi o caso com Sandra Bullock. Com Redmayne foi parecido, ele havia levado por ‘A Teoria de Tudo’ e no ano seguinte foi indicado por ‘A Garota Dinamarquesa’. No mesmo ano do segundo, foi premiado com o Framboesa de pior coadjuvante por ‘O Destino de Júpiter’.

10 Clássicos dos Anos 90 Indicados ao OSCAR – para Relembrar e Curtir na Amazon Prime Video

Não se fala em outra coisa a não ser nas indicações ao Oscar. Enquanto os cinéfilos correm para assistir a todos os nomeados desta edição, por aqui gostamos também de relembrar o passado e dar dicas sobre filmes vencedores ou indicados em edições passadas do maior prêmio do cinema. Esses são filmes que entraram para a história e se tornaram amados por todos. O Oscar tem esse poder, afinal são selecionados os filmes considerados os melhores de cada ano. Desta forma, esperamos que muito em breve, os indicados desta edição possam se tornar tão inesquecíveis quanto os demais do passado.

Nessa nova matéria, buscamos ajuda da Amazon Prime Video, a plataforma que não para de surpreender com bons filmes em seu catálogo. A Amazon é para muitos, incluindo este que vos fala, a melhor plataforma de streaming da atualidade. Isso porque consegue mesclar de forma satisfatória as novidades recém-saídas dos cinemas, filmes inéditos recentes e clássicos do passado. Se você curte os anos 80 e 90, por exemplo, a Amazon é a pedida.

Aqui, no entanto, iremos dar uma olhada nos clássicos da década de 90 que foram indicados ou venceram o Oscar – já que esse é o assunto do momento. Confira abaixo.

O que é isso, Companheiro?

Esse ano os brasileiros não poderiam estar mais em festa com as três indicações de ‘Ainda Estou Aqui’ ao Oscar – incluindo melhor filme do ano, algo inédito para o nosso país. Mas voltando quase 30 anos no passado, nos depararemos com esta obra política, que também fala sobre a ditadura, mas do ponto de vista de jovens revolucionários, que praticaram a luta armada. O longa de Bruno Barreto conquistou o feito de uma indicação na categoria de filme internacional no Oscar. Outra curiosidade: o filme uniu em cena Fernanda Torres e Selton Mello, três décadas antes de ‘Ainda Estou Aqui’.

A Lista de Schindler

É graças a filmes como ‘A Lista de Schindler’ que Steven Spielberg é considerado o maior diretor de cinema de todos os tempos. Imagina que ano o cineasta teve em 1993: além de lançar o filme de maior sucesso nas bilheterias, com o revolucionário ‘Jurassic Park’, ainda levou tudo no maior prêmio do cinema com ‘A Lista de Schindler’. Dois filmes grandes e difíceis lançados no mesmo ano. O cara não dorme? Ah sim, Ralph Fiennes, que vive o vilão, foi indicado ao Oscar, e o ator volta este ano com uma indicação por ‘Conclave’. A produção foi indicada para 12 prêmios no Oscar e levou 7, incluindo melhor filme e diretor.

A Outra História Americana

Outra coincidência com o Oscar 2025. O sempre ótimo, mas nem sempre fácil de conviver ou trabalhar, Edward Norton, está indicado este ano como coadjuvante por ‘Um Completo Desconhecido’, a biografia de Bob Dylan. Em 1999, no entanto, Norton era indicado como ator protagonista pelo seu desempenho neste soco no estômago em forma de filme. Norton havia surgido no mundo do cinema dois anos antes, e já com uma indicação por ‘As Duas Faces de um Crime’. Neste ‘A Outra História Americana’, ele vive um neonazista que passa anos na cadeia após matar um homem negro na porta de sua casa.

Malcolm X

Muitos acreditavam que Denzel Washington, um dos maiores nomes da indústria, iria emplacar no Oscar 2025. O astro tinha chances como coadjuvante por ‘Gladiador II’ e como produtor por ‘Piano de Família’ – filme feito em conjunto pela família Washington. Nada vingou junto aos votantes. Mas quem quiser assistir a Denzel no auge de sua forma é só acessar a Amazon e clicar em ‘Malcolm X’, biografia do líder político homônimo, importantíssimo para a história social dos EUA. O filme é dirigido por Spike Lee e teve duas indicações ao Oscar 1993, incluindo melhor ator para Denzel.

Tudo Sobre Minha Mãe

Esse ano, infelizmente, o diretor espanhol Pedro Almodóvar, um dos mais cultuados e prestigiados de todos os tempos, ficou de fora da corrida do Oscar. Almodóvar, que sempre se recusou a fazer filmes em Hollywood ou falados em inglês, andou flertando com os EUA ultimamente, primeiro com um curta, e em 2024 resolveu lançar seu primeiro longa inteiramente falado em inglês, com ‘O Quarto ao Lado’, estrelado por Tilda Swinton e Julianne Moore. No entanto, em 2000, Almodóvar atingia o ponto mais alto de sua carreira com o adorado ‘Tudo Sobre Minha Mãe’ e terminou laureado com o Oscar de melhor filme internacional. No filme, um jovem tenta descobrir a verdadeira identidade de seu pai, a qual sua mãe lhe escondeu a vida inteira.

Perfume de Mulher

Se você acha que hoje temos certos atores injustiçados pelo Oscar – com várias indicações e ainda sem vitória, saiba que casos assim são mais comuns do que se imagina. Por exemplo, o monstro sagrado Al Pacino, considerado o maior ator de todos os tempos por muitos, ficará para sempre conhecido como um dos maiores injustiçados pela Academia. Isso porque Pacino tinha nada menos que seis indicações ao Oscar, incluindo uma segunda pelo mesmo papel (em ‘O Poderoso Chefão II’), quando estrelou ‘Perfume de Mulher’. No mesmo ano, 1993, Pacino figurou com duas indicações, uma segunda como coadjuvante por ‘O Sucesso a Qualquer Preço’. Só aí, o ator seria consagrado com a vitória como um militar turrão e cego. ‘Perfume de Mulher’ foi indicado para mais três Oscar, incluindo melhor filme.

O Reverso da Fortuna

Por falar em grandes atores da história do cinema com menos indicações e vitórias do que imaginaríamos, agora chega outro intérprete lendário do cinema mundial: o inglês Jeremy Irons. Considerado um dos grandes atores da cinematografia mundial, Irons tem apenas uma indicação ao Oscar. E felizmente essa indicação veio seguida de vitória – prêmio como protagonista justamente por ‘O Reverso da Fortuna’. Baseado em um famoso livro, Irons interpreta um ricaço que vivia em pé de guerra com a esposa, acusado de mata-la. O filme ainda recebeu mais duas indicações.

Fargo

Os irmãos Coen são considerados verdadeiros mestres em sua arte, e os melhores diretores de cinema para muitos fãs. E qual o melhor filme da dupla na opinião de seus fãs? Bem, sejamos justos, grande parte pode apontar para ‘Onde os Fracos Não tem Vez’ (2007), é verdade. Mas certamente a outra metade olharia para ‘Fargo’, o qual podemos chamar de a primeira obra-prima dos diretores. O longa sobre uma policial grávida do interior gelado dos EUA, em uma investigação criminal, que termina juntando as peças e encontrando um golpe que sai do controle, e envolve sequestro e assassinato, é considerado um dos melhores de todos os tempos. Não apenas isso, ‘Fargo’ foi indicado ao Oscar de melhor filme em 1997, e obteve mais seis indicações, e as vitórias de melhor atriz (Frances McDormand) e melhor roteiro.

Quatro Casamentos e um Funeral

Voltando três décadas no passado, nos depararemos com o Oscar 1995. Nessa ocasião, o mundo do cinema foi surpreendido pela indicação da querida comédia romântica ‘Quatro Casamentos e um Funeral’. Hoje, o astro Hugh Grant ensaia um retorno, se especializando em papeis de vilão (como no recente ‘Herege’) e deixa para trás os bons moços de sua carreira. Mas nos anos 90, Grant ficou imortalizado como o galã trapalhão. E esse estigma começou aqui. Mas não pense você que o filme é apenas uma água com açúcar levinha, pois já discutia questões interessantes como a liberdade sexual da mulher e fala abertamente sobre relacionamentos a dois. Além de melhor filme, foi indicado também para melhor roteiro original.

Cassino

Nenhuma lista que fala de Oscar estaria completa sem Martin Scorsese, considerado um dos maiores diretores vivos de todos os tempos. Scorsese ocupa aquele lugar no Olimpo da sétima arte ao lado de Steven Spielberg e Francis Ford Coppola, por exemplo. Voltando praticamente 10 anos no passado, encontramos ‘Cassino’, um de seus grandes filmes de máfia. É claro que o filme seria muito comparado à sua obra-prima do gênero ‘Os Bons Companheiros’, e embora a grande maioria admita que ‘Cassino’ não é do mesmo nível, o filme é uma digna companhia para o “irmão mais velho”. Apesar de pertencer aos melhores filmes de todos os tempos, na opinião dos fãs do IMDB, não obteve o mesmo prestígio no Oscar do que seu citado filme anterior, recebendo apenas uma indicação: melhor coadjuvante para Sharon Stone.

Ator defende filme ‘The Flash’: “Eu gostei!”

Tom Cavanagh, astro de The Flash e conhecido por interpretar o Reverse-Flash no sucesso da CW, revelou recentemente que assistiu ao polêmico filme do Velocista Escarlate.

O ator expressou sua opinião sobre a produção, que dividiu a crítica e teve dificuldades nas bilheteiras.

“Eu vi! Eu gostei! Eles fizeram um trabalho notável — a primeira metade desse filme, na minha opinião, e como alguém que é protetor do Grant Gustin como o Flash [da série de TV], achei que foi muito bem feito”, elogiou Cavanagh ao ComicBook.

Ele também explicou sua visão sobre a abordagem do personagem:

“Eles o retrataram como se tivessem diminuído o nível de QI, e eu achei isso bom. Não, mas foi algo feito de propósito, e eu acho que isso vai tornar o Flash mais inocente e diferente. Boa escolha! Porque você não quer repetir o que alguém fez por uma década na televisão”, acrescentou.

Sobre as participações especiais, Cavanagh fez uma observação interessante:

“Quando [Michael] Keaton aparece — alerta de spoiler! — você fica tipo, ‘Caramba!’ É engraçado se você olhar a capa do DVD de The Flash. O que está nela? Batman, o que te diz um pouco sobre algo”.

Assista à nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash, filme da DC lançado em 2023, está disponível na Max e no Prime Video.

Confira:

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Lady Gaga dá resposta sincerona sobre o FRACASSO de ‘Coringa: Delírio a Dois’

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Lady Gaga finalmente quebrou o silêncio sobre o fracasso de Coringa: Delírio a Dois‘, refletindo sobre a reação do público e os desafios enfrentados com a sequência.

Com 32% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 206.4 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o longa original conseguiu superar a marca de US$ 1 bilhão nas telonas.

Em entrevista à Elle, Gaga abordou a rejeição de alguns espectadores ao musical e explicou que nem sempre é possível agradar a todos e que, como artista, é importante estar preparada para a possibilidade de que algo não conecte com o público como se espera.

“As pessoas, às vezes, não gostam de algumas coisas. É tão simples. E eu acho que, para ser um artista, você tem que estar disposto a que as pessoas não gostem. E você continua, mesmo que algo não tenha se conectado da maneira que você pretendia”, disse Lady Gaga.

Lady Gaga também compartilhou sua visão sobre o medo do fracasso, algo que ela considera mais prejudicial do que o próprio fracasso em si.

“Quando isso entra na sua vida, pode ser difícil de controlar. Faz parte do caos.”

Coringa: Delírio a Dois‘ marcou presença na lista de indicados ao Framboesa de Ouro 2025 e foi nomeado a sete categorias, incluindo Pior FilmePior AtorPior Atriz

Na trama da continuação, Arthur Fleck está internado em Arkham, aguardando julgamento por seus crimes como o Coringa. Enquanto lida com sua dupla identidade, ele não só se depara com o amor verdadeiro, mas encontra a música que sempre esteve dentro de si.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Tommy & Tuppence’: Série baseada nos escritos de Agatha Christie anuncia elenco COMPLETO

Segundo o Deadline, o BritBox anunciou o elenco completo de ‘Tommy & Tuppence’, reimaginação contemporânea das clássicas histórias de detetive homônimas assinadas pela primeira-dama do crime, Agatha Christie.

A atração, que conta com seis episódios, escalou recentemente Alex Jennings (‘The Crown’) e Saffron Burrows (‘Você’) em caráter convidado. A dupla se junta aos previamente confirmados Antonia Thomas (‘The Good Doctor’), Josh Dylan (‘Os Bucaneiros’) e Imelda Staunton (‘Harry Potter’).

O restante do elenco regular inclui Callie Cooke (‘F1’), Nicholas Richardson (‘Wu-tang: An American Saga’), Charlie Condou (‘Doctor Who’) e Chizzy Akudolu (‘Pequenos Desastres’). Sebastian De SouzaSean PertweeDenise BlackAlice Krige integram o time de atores convidados.

A trama irá reimaginar Tommy e Tuppence Beresford no mundo moderno, mais de um século depois de terem aparecido juntos pela primeira vez em O Adversário Secreto’, de Christie.

A série se passará em Hampstead, um canto arborizado e rico do norte de Londres, que se tornará palco de assassinatos e mistérios. Tommy e Tuppence apareceram em inúmeras adaptações ao longo dos anos, sendo mais recentemente interpretados por David Walliams e Jessica Raine em Partners in Crime’, lançada pela BBC em 2015.

Phoebe Eclair-Powell (‘The Road Trip’) assinou o roteiro dos episódios.

Dica do fim de semana | Os melhores lançamentos para conferir nos streamings

Esse fim de semana está carregado de novidades nos principais streamings. Dentre filmes e séries, as principais plataformas trouxeram excelentes adições para seus catálogos, sendo um deles um dos filmes mais bem-sucedidos do ano.

Em meio a tantas opções, o CinePOP separou cinco dicas para você assistir neste fim de semana, sempre indicando os streamings onde você poderá encontrar as produções. Confira!

Superman

O filme mais punk-rock do ano está entre nós. A grande adição do mês ao catálogo do HBO Max é o fenomenal Superman. Escrito e dirigido por James Gunn, o longa traz ao mundo o novo Super-Homem, que vive em Metrópolis, enquanto concilia sua rotina de repórter do Planeta Diário com as aventuras do super-herói mais amado dos quadrinhos. Quem não tolera a existência do Superman é Lex Luthor, um bilionário excêntrico que treina um vilão para tentar matar o herói. Paralelamente a isso, a envolvimento repentino do Super em um conflito geopolítico ancestral faz com que sua atuação no planeta vire pauta entre os governos, criando um cenário perfeito para que Lex apronte novos planos para despejar seu ódio. É um filme espetacular, que foi sucesso de público, crítica e vem sendo tratado pelos fãs de super-heróis como um fenômeno geracional.

Onde assistir: HBO Max.

 

Elio

Filme original da Pixar, Elio foi um fracasso assustador de bilheteria. Lançado entre Superman e Quarteto Fantástico, essa aventura animada espacial acabou sendo engolida por outros sucessos da época. Agora, porém, ele chega ao streaming com a expectativa de repetir outros lançamentos da Disney que acabaram fazendo mais sucesso nas telinhas do que nas telonas. Na trama, Elio é um menino que perdeu os pais há pouco tempo. Levado para morar com a tia, ele se fascina pelo espaço sideral em uma visita ao trabalho de sua nova tutora, na NASA. Bastante solitário, o menino passa seus dias tentando ser abduzido por alienígenas, até que ele intercepta uma mensagem espacial e acaba sendo levado pelos ETs, que acreditam que ele é o líder da Terra. Fora do planeta, ele se envolve em um conflito diplomático que pode pôr fim ao universo, então ele precisará se entender com o novo amigo alien para tentar salvar a todos.

Onde assistir: Disney+.

 

Gen V

A segunda temporada de Gen V já está entre nós. Pois é, a divulgação não está lá das melhores, mas os três primeiros episódios da segunda temporada dos “X-Men” do universo de The Boys já foram lançados no Prime Video. Desta vez, Marie e os outros supers capturados no fim da primeira temporada estão de volta à Universidade de Godolkin. Porém, Andre foi morto durante o confinamento, trazendo uma grande desconfiança aos jovens, que estão cada vez mais por dentro da podridão da Vought. Enquanto tenta recuperar sua imagem, Marie passa a ter contato com os matadores de Supers mais amados do streaming, enquanto tenta vazar segredos da nova diretoria para eles. É um começo promissor da temporada, cujos novos episódios serão lançados semanalmente na plataforma.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

A Concierge Pokémon

Haru está de volta em uma das produções mais esteticamente prazerosas da franquia Pokémon. Feita com a técnica de stop-motion, a série acompanha a jornada de Haru, uma jovem que consegue um emprego num resort 5 estrelas localizado em um ilha paradisíaca, onde os Pokémon são deixados para descansarem. Nos novos episódios (5 ao 8), a menina já está com mais experiência, mas agora tem de lidar com novos monstrinhos e novas funções, como preparar um churrasco que atenda a todos os tipos de Pokémon. Sério, a mistura de texturas para criar os novos Pokémon vai encantar todos os fãs da saga.

Onde assistir: Netflix.

 

Garra de Ferro 

Inspirado em uma história real, Garra de Ferro acompanha a jornada de infortúnios da família Von Erich, que é intrinsecamente ligada ao Wrestling. Entre as décadas de 1970 e 1980, os filhos de Fritz vão crescendo e se destacando no mundo das lutas, mas sempre à sombra de uma maldição que supostamente teria matado um irmão deles ainda bebê. Enquanto brigam para se consagrarem nas lutas, eles desenvolvem suas vida pessoais em meio a um lar extremamente abusivo, colocando o esporte acima do bem-estar de todos, o que resulta em momentos de glória nos ringues e tragédias no ambiente familiar. É um drama intenso que conta com um dos melhores trabalhos de Zac Efron.

Onde assistir: Globoplay.