Melhor mixagem de som A chegada Até o último homem La la land: Cantando estações
Rogue One: Uma história Star Wars
13 Hours: The secret soldiers of Benghazi
Melhor design de produção A chegada
Animais fantásticos e onde habitam Ave, Cesar! La la land: Cantando estações
Passageiros
Melhores efeitos visuais
Deepwater horizon Doutor Estranho Mogli
Kubo and the two string
Rogue One: Uma história Star Wars
Melhor canção original
Audition (The fools who dream) (La la land: Cantando estações
Can’t stop the feeling” (Trolls) City of stars” (La la land: Cantando estações)
The empty chair” (Jim: The James Foley Story)
How far I’ll go” (Moana)
Melhor trilha sonora
Micha Levi (Jackie) Justin Hurwitz (La la land: Cantando estações)
Nicholas Britell (Moonlight: Sob a luz do luar)
Thomas Newman (Passageiros)
No final de semana, foi revelado que a franquia ‘Resident Evil‘ ganhará um reboot nas telonas, sem o envolvimento do diretor Paul W. S. Anderson e da atriz Milla Jovovich.
Agora, o projeto começa a ficar mais interessante.
A Constatin Film anunciou que o filme terá como produtor o mago James Wan, diretor de ‘Jogos Mortais‘ e ‘Invocação do Mal‘.
O roteiro será escrito porGreg Russo, de ‘Mortal Kombat‘.
Embora possa parecer repentino, não é realmente surpreendente que eles querem trazer de volta esta série. A franquia original arrecadou US$ 1,2 bilhão no mundo, e é a série de filmes de maior bilheteria baseada em um videogame.
A Netflix liberou novas imagens da segunda temporada de ‘The Crown‘, que teve seu trailer e sua data de estreia confirmadas nessa quinta-feira.
A nova temporada estreia dia 8 de dezembro.
Confira:
Em 2016, o chefão da área de conteúdo da Netflix – Ted Sarandos – disse que o plano proposto por Peter Morgan, criador da série, é o de acompanhar a vida da Rainha Elisabeth II ao longo dos seus 60 anos de reinando.
E tendo em vista que cada temporada conta com 10 episódios, a ideia final é que ‘The Crown‘ seja encerrada com 6 temporadas.
Ted revelou ainda que a série exprime para o mercado todo o primor de uma série de época com extrema qualidade técnica, visual e histórica.
Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, ‘The Crown‘ conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
A 11ª temporada de ‘Arquivo X‘ ganhou um featurette focado no relacionamento dos agentes Fox Mulder e Dana Scully .
A série estreia na Fox Brasil dia 10 de janeiro de 2018, uma semana após a estreia nos EUA. A exibição começa às 23h, com episódio duplo.
Confira, com o trailer:
A nova temporada terá 10 episódios, sendo que dois deles serão focados em Mulder e Scully, enquanto os demais seguirão o modelo de “monstro da semana” já apresentado anteriormente na série.
Depois do episódio que aprofunda a história do Homem Fumante (William B. Davis) e nos laços familiares aparentes com Mulder, a segunda hora abre com um salto de tempo que mostra Mulder e Scully separados novamente. As consequências da abdução de Scully e do chip que foi implantado em seu pescoço continuam a moldar o mundo de Mulder e Scully.
‘Arquivo X‘ segue os passos dos agentes especiais do FBI Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny), que investigam casos inexplicáveis em que a única resposta possível parece envolver fenômenos paranormais. Também voltará a série o ator Mitch Pileggi, como Walter Skinner, Diretor Adjunto do FBI, que caminha em uma linha tênue entre a lealdade a Mulder e Scully e a prestação de contas a seus superiores.
‘Arquivo x’ retorna em 10 de janeiro de 2018 na Fox.
A Netflix divulgou o trailer de seu documentário ‘Miss Americana’, que contará a vida da cantora e compositora Taylor Swift.
Confira:
A produção será exibida no Festival de Sundance em 23 de janeiro e chegará à plataforma de streaming em 31 de janeiro.
O longa é dirigido por Lana Wilsone irá mostrar a performer “abraçando seu papel como compositora, intérprete e como mulher, cultivando todo o poder de sua voz”.
Swift já levou para casa dez estatuetas do Grammy, duas na categoria Álbum do Ano. Ela está indicada para mais três prêmios na próxima edição, além de ter sido homenageada pelo American Music Awards como Artista da Década e pelo GLAAD Awards por sua contribuição para a comunidade LGBTQ+.
‘Miss Americana’ é a segunda obra sobre a artista na Netflix. A primeira, que ainda está no catálogo, é o filme da ‘Reputation Tour’.
Swift também vem para o Brasil este ano, apresentando-se no Allianz Parque nos dias 18 e 19 de julho.
A primeira cena de ‘Biohackers’, a nova série alemã da Netflix,, é daquelas difíceis de se esquecer. Em uma viagem de trem, uma passageira dorme tranquilamente quando alguém pede por ajuda e pergunta se há algum médico a bordo. A jovem usa um colar com o nome ‘Mia’, se identifica como estudante de medicina e vai ajudar o homem sofrendo de um ataque cardíaco. Em seguida, uma mulher começa a ter os mesmos sintoma. Em questão de segundos, todos os passageiros daquele vagão estão caídos no chão — inclusive o suposto namorado de Mia. Todos, menos ela.
Ciência e mistérios
A claustrofóbica cena de abertura que sugere a eclosão repentina de uma pandemia nada tem de relação com o coronavírus. Ainda que neste primeiro momento possa parecer que essa é a verdade da série, em seguida ela parte para assuntos bem distintos. Estamos falando de biologia sintética, mutação genética e o limite da ética, um caminho que se inicia duas semanas antes do acontecimento no trem. É neste momento que Mia conhece seus excêntricos colegas de apartamento, antes de iniciar os estudos em medicina na renomada Universidade de Freiburg.
Criada por Christian Ditter (‘Como Ser Solteira’, ‘Simplesmente Acontece’, ‘Girlboss’), ‘Biohackers’ passa bem longe das comédias e romances anteriores do diretor, e navega num caminho tortuoso de um thriller que investiga até onde vai o limite da ética dentro do estudo da genética. A protagonista, Mia (Luna Wedler), logo deixa claro que tem naquela faculdade um objetivo além de sua paixão pela medicina. Seu objetivo é encontrar a badalada professora Tanja Lorenz (Jessica Schwarz), e um embate entre ambas fica claro desde o primeiro episódio.
O ritmo frenético do piloto, aliás, é cativante por uma trilha sonora ágil e otimista, que corre junto à personalidade sarcástica da nossa protagonista. Ela é inteligente e sabe disso, mas também esconde seus dotes em um tipo de falsa modéstia que faz dela uma pessoa que você iria facilmente subestimar e deixar ir até onde quiser, antes de perceber que ela é mais do que você havia suposto. Os seus segredos, e aquilo que a levou até a universidade e Lorenz, têm relação com sua família e um irmão gêmeo cuja existência ela esconde.
Embora mais movida pela curiosidade em volta dos mistérios, ‘Biohackers’ também conta muito com o carisma de Wedler como a personagem principal. O emaranhado de informações aos poucos se encaixam no lugar e compõem o que é um thriller e suspense com pitadas intrigantes de drama e um debate filosófico sobre medicina, religião e o ato de “brincar de Deus.” A disputa de Mia com Lorenz, os colegas de apartamento não convencionais, um triângulo amoroso, segredos familiares e as infinitas possibilidades que surgem da investigação e do hack genético. Eventualmente, tudo isso se encaixa.
Em alguns momentos, a série excede em explicações óbvias, o que acaba sendo um problema. Ela coloca na boca dos personagens diálogos que são claramente destinados à contextualização da audiência. Mesmo assim, isso jamais chega a comprometer a experiência. Embora a série esteja tratando de um tema delicado, consegue imprimir leveza e um ar melodramático que compõem muito bem todo o cenário e jamais a deixam o ritmo cair em algo monótono. A série também não excede o tempo em tela. Em seis episódios, constrói tensão e curiosidade de forma orgânica, sem que esconda fatos do espectador apenas pelo andamento da história.
Desta forma, ‘Biohackers’ se firma dentro da leva de produções alemãs da gigante do streaming que ganham o mundo com carisma e questões universais. O gancho do episódio final abre caminho para um novo mistério no potencial segundo ano, e pode até frustrar por deixar uma grande pergunta sem resposta, mas também mostra que há uma perspectiva mais profunda que heróis e vilões com lugar marcado.
De acordo com o Moviehole, ‘King’s Man – A Origem‘ foi adiado mais uma vez e vai chegar aos cinemas norte-americanos em 22 de Dezembro de 2021.
A decisão foi tomada por conta da pandemia do Coronavírus, já que diversos cinemas pelo mundo ainda permanecem fechados.
É a quinta vez que a produção foi adiada.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia aqui no Brasil.
Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, o diretor Matthew Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de ‘Kingsman 3‘.
“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”
Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.
Confira as imagens promocionais:
Uma delas mostra Ralph Fiennese Djimon Hounsou se preparando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.
Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.
A série ‘Gavião Arqueiro‘ é uma das mais aguardadas do segundo semestre de 2021. Para aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs, a plataforma Disney+ divulgou um novo trailer da produção, que traz a dupla de atores Jeremy Renner e Hailee Steinfeld prontos para o combate.
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Lembrando que a série estreia em 24 de novembro, noDisney+.
Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
O CinePOP entrevistou com EXCLUSIVIDADE o ator Dakota Beavers, que faz sua estreia como ator no ÓTIMO ‘O Predador: A Caçada‘.
No vídeo, ele se empolgou com a possibilidade de Arnold Schwarzeneggervoltar para a sequência, contou qual é o seu filme preferido da franquia e como foi estrelar sua primeira produção cinematográfica.
O filme já está disponível no Star+ e conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Ambientado no mundo da Nação Comanche no início de 1700, “O Predador: A Caçada” é a história não contada de uma jovem guerreira altamente qualificada, desesperada para proteger seu povo do perigo iminente. Ela persegue e finalmente confronta sua presa, que acaba sendo um predadoralienígena altamente evoluído com um arsenal tecnologicamente avançado, resultando em um confronto brutal e aterrorizante entre os adversários.
O maior fracasso comercial da carreira de Will Smith e M. Night Shyamalanestá fazendo sucesso no HBO Max. “Depois da Terra” conquistou apenas 12% de aprovação dos críticos e arrecadou apenas US$ 243.8 milhões nas bilheterias mundiais.
Mil anos após um cataclisma obrigar os seres humanos a se retirar do Planeta Terra, a Nova Prime se tornou o novo lar dos humanos.
O lendário general Cypher Raige (Will Smith) retorna para sua família depois de uma longa ausência servindo o governo, agora preparado para cumprir seu dever de pai de Kitai (Jaden Smith), de 13 anos. Quando uma tempestade de asteroides prejudica a nave de Cypher e Kitai, eles caem em um Planeta Terra perigoso e sem vida. Seu pai fica à beira da morte, e Kitai precisa correr em terra hostil para conseguir de volta o sinalizador de resgate. Por toda a sua vida, Kitai quis ser um guerreiro como o pai. Agora, ele tem sua chance.
Assista ao trailer:
Não tem como esconder o nepotismo impregnado em “Depois da Terra”, onde o astro Will Smith prepara o terreno e passa a tocha para seu primogênito. Criada por Will, a trama de “Depois da Terra” é também bancada por sua produtora, a Overbrook Entertainment. Um dos grandes problemas, é que embora não seja péssimo,Jaden Smith também não é um jovem ator talentoso para carregar basicamente sozinho uma produção desse porte.
Will aceita um papel coadjuvante em prol de alavancar a carreira do herdeiro. Entra na jogada o diretor indianoM. Night Shyamalan, que embora tenha começado a carreira como uma das vozes mais inovadoras do cinema americano atual, se encontra em baixa devido a consecutivos trabalhos execrados pelos especialistas, que igualmente ficaram longe de render boas bilheterias.
Shyamalan também aceita um trabalho genérico aqui, como um operário padrão de qualquer empacotado hollywoodiano. Para não dizer que nada em “Depois da Terra” remete ao cinema de Shyamalan, os mais meticulosos podem notar algum traço de assinatura em momentos de diálogos entre pai e filho, na trilha sonora, e no desenvolvimento da cena do clímax. A curiosidade fica por conta da direção de arte, que cria numa obra futurística um design no mínimo estranho. A civilização humana parece viver em grandes cavernas tecnológicas no novo planeta. Panos e velas de tecido fazem parte das estruturas e casas.
Tudo parece ser extremamente frágil dentro dos utensílios usados pelos humanos nesse futuro, seja com fins militares ou domésticos. “Depois da Terra” não mostra nada verdadeiramente incrível ou novo. Ao final o sentimento é o de se ter mascado um bom chiclete, não delicioso, no qual não se deposita um pensamento após ter sido descartado no lixo. Uma missão onde um jovem precisa atravessar um percurso enfrentando macacos, aves, e espécies de tigres não é exatamente um material digno do melhor blockbuster.
Dizem as más línguas que a produção é uma espécie de propaganda da Cientologia sobre dominar o medo. Alguém aí falou em “A Reconquista”?
As gravações do novo filme do ‘Superman‘, estrelado por David Corenswet, começaram em março, mas a produção já avançou bastante em apenas dois meses e está perto da conclusão.
Conversando com um fã através do Instagram, o roteirista e diretor James Gunn confirmou que as gravações já estão na metade, e o público está ansioso para que imagens oficiais e teasers sejam divulgadas em breve.
No entanto, quem já está esperando por um trailer, pode acabar se decepcionando.
No post, o fã disse o seguinte:
“Quando o trailer de Superman será lançado? ‘Deadpool 3‘ provavelmente vai ultrapassar US$ 200 milhões durante a abertura e seria uma ótima vitrine para Superman.”
Mas Gunn jogou m balde de água fria ao dizer:
“Estamos apenas na metade das gravações.”
Confira:
Anteriormente, a Warner Bros. deu aos fãs de ‘Superman’ um gostinho do que esperar do próximo filme do Homem de Aço na Licensing Expo anual em Las Vegas. Uma experiência interativa imersiva transportou os participantes para a Fortaleza da Solidão, o refúgio ártico do kryptoniano.
As imagens compartilhadas pelo site Collider mostra cristais e formações de “gelo” que surgem do chão, criando uma atmosfera gelada e alienígena.
Lembrando que o personal trainer Paolo Mascitti revelou à GQ que o astro David Corenswet ganhou 20 quilos de músculos para interpretar o ‘Superman‘.
“David treinava intensamente antes de conhecê-lo, mas ele é naturalmente um cara muito magro… Ele provavelmente passou dos 90 para 110 kg, mas parte dessa massa será perdida à medida que ele continuar a tonificar.”
Confira o físico do ator:
O personal trainer Paolo Mascitti revelou à GQ que o astro David Corenswet ganhou 20 quilos de músculos para interpretar o ‘Superman’.
“David treinava intensamente antes de conhecê-lo, mas ele é naturalmente um cara muito magro… Ele provavelmente passou dos 90 para 110 kg” pic.twitter.com/QOUszUMFyo
Agendado para julho de 2025, o novo filme do ‘Superman‘ finalmente ganhou sua primeira imagem oficial com o novo traje completo do herói.
Diferente da versão de Henry Cavill, a cueca vermelha volta a compor o visual do personagem.
Além disso, o traje tem também gola alta e um cinto dourado em referência ao uniforme clássico usado por Christopher Reeve no filme de 1978.
Mas será que o público gostou da nova versão?
Confira as reações:
não gostei dessa textura do traje do superman não, mas o traje em si tá lindo (e com a cuequinha vermelha porra, isso que importa). só acho que na foto ficou meio desproporcional, com certeza no filme vai estar mil vezes melhor pic.twitter.com/mP9WFX040R
>Entrei no Instagram
> Perfil do James gunn
> Foto do traje do Superman
> Na dúvida se é fosse fanart ou não
> É real
Reação: pic.twitter.com/Ruj9YTIJol
Lembrando que a atualização mais recente sobre o longa foi a adição de Wendell Pierce como intérprete de Perry White.
White é um dos jornalistas do Planeta Diário, onde trabalha ao lado de Lois Lane (Rachel Brosnahan) e desempenhou um papel fundamental para que Clark Kent conseguisse emprego no jornal.
Para quem não sabe, Pierce é conhecido por seus trabalhos em ‘Jack Ryan’, ‘A Escuta’, ‘Elsbeth’ e ‘Suits’.
A notícia foi divulgada pelo Hollywood Reporter e posteriormente confirmada por Gunn através das redes sociais.
“Caso esteja se perguntando, isto é preciso. Feliz por receber Wendell Pierce na família DC Studios”, escreveu Gunn.
Lembrando que ‘Superman’ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.
Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:
“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.
O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.
O filme contará com o retorno de David Koepp, roteirista de ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’, o primeiro filme da franquia.
Em conversa com o The Wrap, Koepp revelou ter criado três regras para trabalhar no novo filme da saga jurássica, sendo uma delas a obrigação de respeitar as obras anteriores.
“A primeira regra foi: os eventos de todos os filmes anteriores não podem ser negados ou contraditos, porque odeio retcon. A segunda: toda a ciência deve ser real. A terceira e última: humor é oxigênio”, disse Koepp.
Koepp deu algumas pistas sobre como o novo filme levará a franquia a uma direção inédita.
“Não queríamos desconsiderar nenhum evento que ocorreu. [O novo filme se passa] nesse mundo. Mas como esse mundo pode ter mudado nos últimos cinco anos, e de quem é a história agora? Foi uma oportunidade de recomeçar e ainda brincar nesse sandbox incrivelmente divertido, com o entusiasmo de um grande estúdio por trás. Foi o melhor dos mundos possíveis. E Steven e eu pudemos fazer a parte mais divertida da produção de filmes, que é ‘Ei, e se…?’ e então você simplesmente cria novas possibilidades”, afirmou Koepp.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Quando ‘O Diabo Veste Prada‘ chegou aos cinemas em 2006, ninguém imaginava que um filme sobre os bastidores de uma revista de moda se tornaria um verdadeiro marco cultural — e muito disso passa diretamente pelas grifes envolvidas na produção. Mesmo com um orçamento relativamente “modesto” para os padrões de Hollywood, girando em torno de US$ 35 milhões, o longa conseguiu reunir peças de marcas de luxo como Chanel, Prada, Dolce & Gabbana, Calvin Klein e Valentino, em um verdadeiro feito liderado pela figurinista Patricia Field.
Na época, a estratégia era bem diferente do que vemos hoje. Muitas dessas peças não foram sequer compradas: foram emprestadas pelas próprias grifes, que enxergaram no filme uma oportunidade de exposição global. Ainda assim, o valor estimado do figurino impressiona — só o guarda-roupa de Miranda Priestly, vivida por Meryl Streep, ultrapassaria facilmente a casa de US$ 1 milhão em valor de mercado.
Já a transformação de Andy Sachs, interpretada por Anne Hathaway, foi marcada por dezenas de trocas de figurino, simbolizando sua ascensão dentro daquele universo extremamente competitivo.
Quase duas décadas depois, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ surge em um cenário completamente diferente, tanto para Hollywood quanto para a indústria da moda. Se antes o filme dependia de empréstimos e boa vontade das marcas, agora a lógica se inverteu: as grifes querem — e muito — fazer parte do projeto.
Com um orçamento que pode ultrapassar os US$ 100 milhões, a continuação deve investir pesado não apenas em figurino, mas também em parcerias estratégicas com gigantes como Gucci, Balenciaga, Louis Vuitton, Versace e Dior.
O PRIMEIRO FILME: LUXO “DISFARÇADO” (E UM MILAGRE DE PRODUÇÃO)
A figurinista Patricia Field (sim, a mesma de Sex and the City) fez mágica: mesmo com limitações, conseguiu reunir peças de grifes como:
Chanel
Prada
Dolce & Gabbana
Calvin Klein
Valentino
💡 Curiosidade: muitas dessas peças não foram compradas — foram emprestadas pelas próprias marcas, interessadas na visibilidade do filme.
O figurino de Miranda Priestly (Meryl Streep) sozinho teria ultrapassado US$ 1 milhão em valor de mercado.
Já Andy Sachs (Anne Hathaway) passou por mais de 60 trocas de roupa — simbolizando sua transformação no mundo da moda.
O SEGUNDO FILME: A ERA DO “MEGA LUXO” (E PARCERIAS MILIONÁRIAS)
Com ‘O Diabo Veste Prada 2‘, o cenário muda completamente. Hollywood hoje trabalha com integrações de marca muito mais agressivas — e lucrativas.
Embora o orçamento oficial ainda não tenha sido totalmente divulgado, estimativas apontam que o filme pode ultrapassar US$ 100 milhões, com uma fatia MUITO maior dedicada ao figurino e marketing fashion.
Entre as grifes cotadas (e algumas já praticamente confirmadas nos bastidores), estão:
Gucci
Balenciaga
Louis Vuitton
Versace
Dior
Aqui entra o pulo do gato: diferente do primeiro filme, agora muitas dessas marcas não só cedem roupas — elas INVESTEM diretamente no filme.
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A principal diferença está no fato de que, hoje, essas marcas não apenas cedem peças — elas investem diretamente no filme como parte de estratégias globais de marketing.
Isso inclui desde a criação de roupas exclusivas para os personagens até campanhas promocionais integradas, desfiles inspirados no longa. O que antes era apenas um figurino de apoio à narrativa agora se transforma em protagonista de uma engrenagem publicitária multimilionária.
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Outro ponto que evidencia essa evolução é a própria divulgação. Enquanto o primeiro filme seguiu uma linha mais tradicional, com trailers, entrevistas e pôsteres, a sequência deve apostar em campanhas muito mais agressivas e conectadas com o universo fashion contemporâneo, incluindo editoriais em revistas como a Vogue e colaborações com influenciadores digitais. Não se trata apenas de lançar um filme, mas de criar um evento global que mistura cinema, moda e cultura pop em escala massiva.
Entre as curiosidades que cercam essa transição, vale lembrar que a personagem Miranda Priestly foi amplamente inspirada em Anna Wintour, uma das figuras mais poderosas da moda mundial, que inicialmente não via o projeto com bons olhos. Ironicamente, o sucesso do primeiro filme ajudou a consolidar ainda mais a relação entre Hollywood e grandes grifes, abrindo caminho para esse novo modelo de integração que deve atingir seu ápice na sequência.
No fim das contas, a comparação entre os dois filmes revela muito mais do que uma evolução estética — mostra como a indústria do entretenimento e a moda passaram a caminhar lado a lado de forma cada vez mais estratégica. Se ‘O Diabo Veste Prada‘ apresentava ao público os bastidores desse universo glamouroso, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ promete escancarar quem realmente dita as regras do jogo — e, pelo visto, com muito mais dinheiro envolvido.
‘O Diabo Veste Prada 2’ abriu com 76% de aprovação dos especialistas, com base em 54 reviews publicadas até o momento. No geral, os jornalistas disseram que o filme cumpre com as expectativas e irá agradar aos fãs do projeto original, lançado em 2006.
A encargo de comparação, o filme original conquistou 75% de aprovação.
Confira os comentários:
“Nenhuma das estrelas aqui está se arrastando, e a química entre elas, que se renova facilmente, garante que esta sequência, por longos períodos, pareça como nos velhos tempos” – Variety.
“É difícil imaginar alguém ficando muito chateado com alguma coisa em ‘O Diabo Veste Prada 2′. É bonito, elegante e tão leve quanto uma matéria elogiosa de revista; sem dúvida, vai faturar uma fortuna” – The Hollywood Reporter.
“‘O Diabo Veste Prada 2’ vai impactar muito mais os jornalistas na plateia, mas mesmo para todos os outros, é uma produção mediana, sem graça e sombria, onde o diabo não faz absolutamente nada” – Bleeding Cool.
“Sequências inteligentes e elegantes nunca saem de moda” – NME.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais amanhã, 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
Primeiro longa-metragem do cineasta italiano Franco Zeffirelli na principal indústria cinematográfica do planeta, O Campeãoé a terceira e mais impactante versão de uma história que já esteve por Hollywood na década de 30 e na década de 50.
Abordando o alcoolismo, a depressão, o abandono, as segundas chances, sob os pontos de vistas de um pai problemático e seu filho pequeno o projeto é também sobre corações partidos, sobre uma infância repleta de inconstâncias no que deveria ser um lar doce lar. Hollywood já produziu muitos filmes tristes, dolorosos de assistir, mas poucos são iguais a O Campeão.
Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos.
Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.
As diferentes formas de se amar alguém. Indicado ao Oscar na categoria Melhor Trilha sonora, o filme navega pela quebra de paradigmas quando pensamos em família, sobre a tão sonhada perfeição, colocando na mesa situações conflituosas, com personagens amargurados em busca de novos recomeços constantes. A narrativa se torna angustiante, com cenas fortes, dolorosas, mas que encosta na realidade de muitos lares.
Um pai que é um péssimo exemplo mesmo nunca tendo-o abandonado, uma mãe que sumiu e depois de se estabelecer na carreira que tanto queria volta buscando o tempo perdido, um jovem carismático que mesmo com o mundo desabando não deixa de abrir um sorriso e acreditar em redenções do seu maior ídolo. Esses três personagens farão qualquer coração refletir sobre família.
O alcoolismo, a depressão e as segundas chances também são elementos marcantes no roteiro dessa versão que é baseada em grande parte na primeira versão, a original do ano de 1931, dirigido por King Vidor, na época com roteiro assinado por Wanda Tuchock e Don Marquis.
Para quem quiser assistir, O Campeão tem para aluguel na Apple Tv.
A Fox acaba de liberar o trailer completo de O Rei do Show, musical com toda a cara de Oscar.
Hugh Jackman protagoniza na pele do artista P.T. Barnum. Assista abaixo:
A biografia contará a história do apresentador P.T. Barnum, que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834. Ele ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com picadeiro e animais exóticos, revolucionando os shows circenses. Por conta disso, Barnum o apelidou de “O Maior Espetáculo da Terra”.
Michael Gracey, diretor de comerciais, assumirá o comando do filme. Bill Condon (diretor de “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”) assinou a última versão do roteiro. Laurence Mark, que trabalhou com Condon em ‘Dreamgirls’, será o produtor.
Esta marca a nova incursão de Jackman nos musicais, depois do ator ter estrelado ‘Os Miseráveis’ em 2012 – performance que lhe rendeu uma indicação ao Oscar.
A data de estreia de ‘O Rei do Show’, o primeiro musical original em 22 anos – desde ‘Extra! Extra!‘ (1992), da Disney, ainda não foi divulgada pela FOX.
A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História é a mais recente investida dos estúdios Disney em revitalizar uma de suas queridas franquias do passado, a transformando num programa moderno para as novas gerações e também os fãs. A ideia desta vez é atualizar e dar continuidade aos filmes de sucesso da década de 2000, A Lenda do Tesouro Perdido (2004) e A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos (2007), ambos protagonizados por Nicolas Cage.
Em No Limiar da História a protagonista agora é a jovem Jess Valenzuela, papel de Lisette Olivera, e o programa ainda traz no elenco a presença de Catherine Zeta-Jones loira no papel da vilã Billie. O elo com as produções para o cinema nas telas são Justin Bartha retornando como o sidekick de Cage, Riley Poole, e Harvey Keitel dando vida novamente ao personagem Peter Sadusky. Ao que tudo indica, se a série for bem, em breve poderemos ver também os retornos de Nicolas Cage e Diane Kruger, quem sabe. Atrás das câmeras, o seriado garantiu os mesmos profissionais dos filmes, com a produção de Jerry Bruckheimer eJon Turteltaub (diretor dos longas), além da adição de Mira Nair – diretora e produtora do programa. A estreia ocorre no dia 14 de dezembro e é uma das grandes apostas da Disney+ para o fim de ano.
Entrando já nesse clima nostálgico, e aproveitando a estreia dos trailers de A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História, resolvemos relembrar com você os filmes que deram origem à série. Nessa matéria, daremos uma olhada no longa original de 2004 – que foi o início de tudo. Confira.
Um protagonista historiador e criptógrafo se tornando um caçador de tesouros moderno, desvendando enigmas com mapas e pistas, contando com ajuda de aliados e ao mesmo tempo sendo perseguido pelas autoridades e rivais – e no fim desvendando algumas das maiores conspirações da sociedade mundial. Não dá para saber exatamente se o roteiro escrito a cinco mãos por Jim Kouf, Cormac Wibberley, Marianne Wibberley, Oren Aviv e Charles Segers para A Lenda do Tesouro Perdido(2004) teve de fato alguma influência pescada do romance O Código Da Vinci, do autor Dan Brown, lançado em 2003, um ano antes da estreia deste filme. A verdade é que antes de seu mais famoso livro, Brown havia lançado Anjos e Demônios com o mesmo personagem Robert Langdon protagonizando. Porém, foi O Código Da Vinci que se tornou filme primeiro, nas formas de uma superprodução bancada pela Sony, com Tom Hanks estrelando. E como nos bastidores de Hollywood, as informações fluem como águas de um rio, é claro que os realizadores do “rival” estavam sabendo tempos antes de o filme da Sony se concretizar. O que pode ter “inspirado” ou “instigado” a produção de Tesouro Perdido. As tramas são realmente semelhantes.
Aventuras repletas de conspirações históricas: A Lenda do Tesouro Perdido e O Código Da Vinci possuem tramas parecidas.
Mesmo que tenha sido inspirado por O Código Da Vinci para sair do papel, o resultado final de A Lenda do Tesouro Perdido guarda suas distinções e está mais voltado para o clima de diversão escapista, sem qualquer peso ou seriedade, como uma versão light e moderna de Indiana Jones. A Lenda do Tesouro Perdido se concentra mais na ação e na aventura, enquanto O Código Da Vince busca laços com o suspense e o drama. Fora isso, a trama de Da Vince possui ares internacionais, enquanto Tesouro se concentra nas raízes formadoras, escondidas nos EUA.
A Lenda do Tesouro Perdido foca no personagem Benjamin Franklin Gates, que ainda não infância ouviu de seu avô (papel do lendário Christopher Plummer), uma história sobre a existência do chamado “tesouro nacional” escondido na América pelos Cavaleiros Templários, os Maçons e os membros Fundadores dos Estados Unidos. Na fase adulta, interpretado por Nicolas Cage, Ben continua a acreditar piamente neste grande tesouro, enquanto seu pai Patrick, papel de Jon Voight, desmerece o conto como história da carochinha. Em uma expedição, financiada por um ricaço, papel de Sean Bean, o protagonista de fato encontra um navio contendo um artefato que serve como primeira pista. O item revela que atrás da declaração da independência dos EUA está o mapa que leva até o tal tesouro almejado. O ricaço se revela um criminoso, e decide roubar a declaração da independência para chegar até as raridades. Assim, Ben Gates faz de sua missão impedir que o vilão chegue até o tesouro, e para isso, após informar o FBI (encabeçado pelo personagem de Harvey Keitel) e a diretora do arquivo nacional (papel da loira Diane Kruger), que não acreditam nele, decide roubar por conta própria o mesmo documento histórico, a fim de evitar que caia nas mãos erradas.
Por ser mais voltado para toda a família, incluindo as crianças, o roteiro de A Lenda do Tesouro Perdido escolhe por vezes o caminho da obviedade, nos martelando na cabeça com referências de fácil acesso para qualquer um. Nada que chegue a incomodar. Temos, por exemplo, os nomes do trio de homens de três gerações da família Gates baseados nos Pais Fundadores dos EUA: Benjamin Franklin, Patrick Henry e John Adams. Fora isso, a personagem de Diane Kruger, Abigail Chase é uma combinação de Abigail Adams, esposa de John Adams, e Samuel Chase, um dos responsáveis pela assinatura da declaração da independência, depois se tornando um dos juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos.
O projeto começou a tomar forma verdadeiramente quando a ideia foi comprada por Jerry Bruckheimer, um dos maiores produtores e empresários de Hollywood de todos os tempos. Bruckheimer ajudou a firmar os blockbusters na década de 1980, tendo debaixo do cinturão alguns dos maiores sucessos da época, vide Um Tira da Pesada (1984) e Top Gun – Ases Indomáveis (1986). Nos anos 1990, consolidou uma parceria de sucesso com a Disney, entregando títulos celebrados da ação, vide A Rocha (1996), Con Air – A Rota da Fuga(1997) e Armageddon (1998). Na década seguinte seria responsável por tirar da cartola um dos maiores acertos da Disney, Piratas do Caribe (2003). Assim, como havia trabalhado com o astro Nicolas Cage em três filmes da Disney previamente, escalá-lo para ser o protagonista de A Lenda do Tesouro Perdido foi um pulo. Apesar disso, Cage revelou em entrevista que inicialmente estava reticente em aceitar o papel. O astro é especialista em criar personagens bizarros, que se tornam por consequência icônicos. No entanto, o pensamento de Cage sobre a trama é que era muito surreal a proposta de roubar a declaração da independência. Ao memo tempo o conceito aguçou a curiosidade do ator.
Indiana Jones moderno. Nicolas Cage cria um dos maiores heróis de ação em sua carreira.
Nessa época, em meados dos anos 2000, a Disney investia em propriedades de seus parques temáticos, os adaptando para se tornarem franquias rentáveis nas telonas, como foi o caso com o citado Piratas do Caribe e também com Mansão Mal Assombrada. E embora A Lenda do Tesouro Perdido não seja verdadeiramente uma atração dos parques da Disney, tem toda a cara e o espírito da coisa. Justamente por isso, antes de receber sua classificação etária da censura, o filme se encontrava sob o selo da Touchstone Pictures, responsável pelas obras, digamos, mais intensas do estúdio. Uma vez analisado seu conteúdo familiar e recomendado para todos os públicos, o longa trocou de selo passando para a boa e velha Walt Disney Pictures.
Para a tarefa de comandar a produção era escalado Jon Turteltaub, cineasta “cria” da Disney tendo trabalhado para o estúdio em comédias bem-sucedidas como Jamaica Abaixo de Zero (1993), Enquanto Você Dormia (1995), Fenômeno (1996) e Duas Vidas (2000). A Lenda do Tesouro Perdidofoi seu primeiro filme de aventura em clima de superprodução, e o diretor se saiu tão bem na empreitada que seu comando nas cenas de ação foram as partes mais elogiadas pelos especialistas, além de lhe garantir o retorno na direção da sequência igualmente. Turteltaub retornará na produção da série No Limiar da História. Segundo o próprio diretor numa entrevista do DVD de A Lenda do Tesouro Perdido, o corte inicial do longa possuía nada menos que 4 horas de duração. Quem sabe com o lançamento do seriado, e com o título novamente em voga, a Disney não se anime para lançar em sua plataforma de streaming a versão alongada do original?
O verdadeiro tesouro perdido é o corte de 4 horas de duração do filme original. Será que o veremos um dia?
Com orçamento de US$100 milhões, A Lenda do Tesouro Perdido estreou no dia 19 de novembro de 2004 nos EUA, e chegava ao Brasil no dia 31 de dezembro do mesmo ano. Em sua estreia no primeiro fim de semana, o filme embolsou US$35 milhões, fechando a conta nos EUA com US$173 milhões em caixa. No mundo, o filme se tornaria um grande sucesso com uma bilheteria total de US$347 milhões, garantindo assim a franquia para a Disney – que dura até hoje, 18 anos depois. O filme se tornou um clássico instantâneo logo em seu lançamento, com a frase proferida por Nicolas Cage, “Eu vou roubar a Declaração da Independência”, se tornando um dos memes mais célebres relacionados ao ator e ao filme. O longa também é considerado um dos mais divertidos de todos os tempos dentro do subgênero de “caça ao tesouro”. Além de poder ser comprado na lojinha de souvenirs do Arquivo Nacional nos EUA (ao menos no passado de uma era de mídias físicas), é um dos poucos filmes nos quais Sean Bean não morre. E isso por si só é motivo para comemorar.
A NBC divulgou um novo trailer para a 3ª e última temporada de ‘Shades of Blue‘.
Confira:
O ano final estreará no dia 17 de junho, e trará conclusão à narrativa do programa.
Jennifer Lopez, que estrela e produz a série, disse que “interpretar Harlee me deu mais forças, e me ajudou a crescer como uma mulher mais segura. Nós criamos um arco narrativo para a terceira temporada que irá concluir a jornada da personagem, que será de redenção.”
A segunda temporada da série registrou uma média de 0.8 na demo, e 4.3 milhões de espectadores no total.
A HBO divulgou as primeiras imagens oficiais da 8ª (e última) temporada de ‘Game of Thrones‘.
Confira:
A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.
De acordo com a revista francesa Premiere, os dois primeiros episódios da oitava temporada de Game of Thrones terão duração de 60 minutos. Já os quatro últimos (essa temporada terá apenas seis episódios) terão duração de 80 minutos cada.
As especulações estão de acordo com o chefe da HBO, Richard Piepler, que anteriormente já havia dito que muito possivelmente os episódios dessa temporada seriam maiores como de costume.