As indecifráveis linhas tênues entre a amizade e o amor são o combustível de Ah, a Amizade… , filme que chegou ao catálogo da Netflix neste início de 2026. Dirigido por Johnny Barbuzano, essa comédia romântica despretensiosa não apresenta nenhuma novidade quando pensamos em linguagem cinematográfica. Esse longa-metragem Sul-africano se resume a uma fórmula de bolo batida, seguindo padrões já consolidados, que acaba caindo na sonolência conforme os 95 minutos de projeção atravessam a tela.
Thando (Katlego Lebogang) e Charles (Siya Sepotokele) são dois amigos de longa data precisam lidar, em um primeiro momento, com a distância, já que um deles vai morar durante alguns anos em Nova Iorque. Quando Charles retorna, apresenta sua futura noiva e logo surge uma viagem para um destino paradisíaco para oficializar essa relação. Esse fato desperta em Thando mais incertezas sobre o que sente por ele.
Como saber quem é a pessoa certa para entregar seu coração? Trazendo o humor – um dos poucos elementos que funcionam, fruto do carisma dos personagens – ao caótico dos conflitos emocionais, o filme levanta essa e outras questões. Assim, entendemos os dramas que os personagens vivem, mergulhados em uma solidão silenciosa, sem saber como expressar, o que, realmente sentem. Isso é algo mundano, pelo qual qualquer ser humano pode passar alguma vez na vida – aspecto que deveria aproximar esse entretenimento das reflexões amorosas da vida real.
Pena que o roteiro não apresenta nada novo ao molho do gênero cinematográfico. Não provoca e insiste em uma narrativa que não se arrisca, evitando qualquer decisão dramática imprevisível, permanecendo presa totalmente aos clichês. Ao optar por uma linha totalmente convencional na forma de contar essa história, as boas reflexões que poderiam surgir em Ah, a Amizade… acabam limitadas aos simbolismos de uma visão idealizada do amor romântico, guiada pela fantasia das almas gêmeas.
Halloween Kills: O Terror Continua está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O mais recente exemplar da franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers marca o segundo capítulo de uma planejada nova trilogia que, traz de volta Jamie Lee Curtis (a musa da série) como a protagonista Laurie Strode, e já arrecadou mundialmente mais de US$60 milhões num orçamento de US$20 milhões, em tempos pandêmicos. O longa estreou na semana passada e concluirá este arco da saga em 2022, com Halloween Ends.
No entanto, como muitos fãs devem saber, Halloween Kills não é a primeira sequência direta da franquia, ou sequer a primeira continuação direta a marcar o retorno da veterana Jamie Lee Curtis. Ao voltarmos quatro décadas no passado, para 1981, nos depararemos com Halloween II – O Pesadelo Continua, a “primeiraça” continuação que essa série de filmes recebeu, dando sequência ao clássico atemporal e verdadeira obra-prima da sétima arte, Halloween – A Noite do Terror (1978). O filme, assim como o original, fazem parte do atual acervo da Netflix e são pedidas certas para esse dia das bruxas.
A caveira brotando da abóbora marca a abertura de Halloween II.
É interessante perceber que mesmo os críticos mais céticos e contrários ao que definimos hoje como o subgênero dos slasher, guardavam com afeto e elogios múltiplos o longa do mestre John Carpenter. Um exemplo disso são os famosos críticos norte-americanos Roger Ebert e Gene Siskel, “pais” do formato dos críticos em vídeo (ainda na década de 1970), a dupla repelia toda produção de terror considerada de mau gosto; com Halloween (1978) o exato oposto aconteceu, com ambos tecendo elogios para suas inúmeras qualidades artísticas, como contraste de luz e sombras, uma crescente atmosfera de suspense, onde nossa imaginação era desafiada a completar a lacuna do que víamos em tela, sem respostas fáceis.
A história do raio não cair no mesmo lugar duas vezes é quase certa em se tratando de obras e artistas, afinal um trabalho jamais sairá exatamente igual ao outro. E quando criou Halloween (1978) ao lado da parceria Debra Hill, o cineasta John Carpenter conseguiu capturar um relâmpago na garrafa; um filme de história simples, mas tão artesanalmente perfeita que se tornou irresistível não apenas para os aficionados pelo terror. Ao lado das críticas bem elogiosas chegava também o prêmio de se tornar a produção independente mais rentável àquela altura, título que manteve por doze anos. Mas toda conquista e boa ação gera uma consequência.
Halloween(1978) fez tanto sucesso que gerou uma penca de imitadores, com todo produtor “oportunista” de Hollywood desejando uma parcela de tal lucro. Um dos primeiros a entrar neste filão foi Sean S. Cunnighan que, endividado e precisando sustentar a família, liberou seu lado mais marketeiro e vendeu a ideia para Sexta-Feira 13 (1980) para a Paramount – que nada mais era do que uma produção criada nos moldes de Halloween, visando unicamente o lucro financeiro. Deu muito certo e arrecadou ainda mais bilheteria. Com agora dois acertos colossais, começou-se a “corrida do ouro” dos filmes slasher, com todo estúdio de Hollywood se mexendo para tirar da cartola filmes semelhantes – assim dando início a uma verdadeira enxurrada nos cinemas. Isso sem falar nas sequências dos filmes que haviam dado muito certo.
Logo no ano seguinte, em 1981, Sexta-Feira: Parte 2 era programado para a estreia. Assim, o produtor sírio Moustapha Akkad não desejava se manter fora desse jogo, afinal foi o seu produto que começou tudo. Mesmo não sendo uma atitude “artística”, num aspecto financeiro era a decisão certa a se ter. Então o produtor foi diretamente falar com “o homem” para que a continuação de Halloween tomasse forma. John Carpenter, por outro lado, já havia contado essa história e para ele, o longa tinha começo, meio e fim, sem qualquer vontade de sua parte a retornar a tal universo. Um tempinho depois, aconselhado por amigos e gente de confiança, Carpenter foi convencido a permanecer por perto da franquia e tirar dela uma boa grana. Assim, o cineasta aceitou as funções de roteirista e produtor, mas deixava a direção de lado (lançava nos cinemas no mesmo ano, a ficção científica de ação Fuga de Nova York – cult instantâneo).
Novamente ao lado de Debra Hill, Carpenter precisava tirar uma segunda parte da cartola, mesmo à contragosto. Pensando no polpudo cheque que receberia, o diretor sentou em sua máquina de escrever e abastecido com uma quantidade respeitável de sua marca de cerveja preferida, deu asas à sua imaginação. Desta “viagem” embriagada nascia a trama de Halloween II (1981), contada na mesma noite, de forma mais que direta e servindo de “complemento” para o original – como se fossem um longo único filme de 3 horas de duração. Como vemos no primeiro Halloween, Michael Myers é baleado pelo Dr. Loomis ao tentar matar Laurie Strode, mas basta uma segunda olhada para notarmos que o psicopata se levantou do gramado e não pode mais ser visto. A questão brilhante do original é: onde estará ele? Com os últimos takes sendo todos os lugares por onde andou no filme, dentro e fora das casas do subúrbio da fictícia Haddonfield, em Chicago, a sensação era a que de ele poderia estar em qualquer lugar, inclusive perto de nós, que assistíamos a tudo. Toque de gênio. Revertendo essa ótima jogada, o segundo filme realmente respondia e nos mostrava onde Michael andava.
Bem, e ele continuava sua onda de matança pelos arredores da vizinhança. Entrando e saindo de casas de moradores idosos e jovens do bairro, no caminho matando toda e qualquer pessoa que via pela frente. Um dos principais atrativos do primeiro Halloween é realmente o suspense, a sensação do inesperado, a imprevisibilidade de ser ter um louco fugido de um hospital psiquiátrico rondando e espreitando na vizinhança – com a maioria alheio a ele. O fato de ter invadido uma loja e roubado uma máscara, a qual usa em seu rosto no dia das bruxas, demonstra ainda mais que ele não está “puro” e pode ser perigoso. Carpenter constrói o suspense com Michael sendo muito mais um “stalker”, alguém que persegue; é só mais para o desfecho que ele realmente começa a matar os jovens e atacar a protagonista. Em Halloween II, já começamos o filme sabendo do que ele é capaz, e isso faz desaparecer o elemento da surpresa. Foi nisso que Carpenter apostou.
Jamie Lee Curtis retorna como Laurie (com direito à peruca), mas tem pouco a fazer na continuação.
De começo, a ideia do diretor Rick Rosenthal – escalado para substituir Carpenter na cadeira de comando – era seguir à risca o que o filme original havia apresentado, ou seja, apostar bem mais no clima intimista, na construção minuciosa do suspense e na imprevisibilidade de onde a história poderia caminhar. Contrariando o que havia confeccionado no anterior, Carpenter acreditava que as surpresas já haviam sido declaradas e que agora cabia apenas partir para a ação, elevando tudo a outro nível narrativo. Além, é claro, de saber que o público apreciava cada vez mais filmes movimentados e que enfrentavam a concorrência de outras produções criadas nestes moldes. Assim, os problemas na produção se iniciavam, com a colisão de produtor/ roteirista e diretor. Ironicamente, ao deixar vaga a cadeira de direção, a intenção de Carpenter era dar oportunidade a novos diretores e suas visões para a história. E esse era o debute de Rick Rosenthal no cargo.
Com mais mortes e sustos (muitos dos quais Carpenter reescreveu para dar mais energia à sequência), Halloween II também contava com mais cenas de ação e até mesmo uma explosão – como na cena em que um infeliz usando uma máscara igual a de Michael Myers, é confundido com o psicopata, atropelado pela polícia e esmagado entre uma van, ao que o carro explode e incinera o rapaz. O jovem em questão era Ben Trammer, paixão platônica da protagonista Laurie mencionado por ela no filme original. Sua aparição e subsequente morte no segundo serve para, além de levantar suspeita sobre o destino de Michael (adicionando um pouco daquela imprevisibilidade que faltava), criar um elo ainda mais forte com o antecessor (ao apresentar em tela personagens apenas mencionados previamente) e enfatizar a descida em espiral de Laurie em seu inferno pessoal, tendo retirado dela até mesmo um possível amor.
A ação de Halloween II desta vez se desenvolve dentro de um hospital durante o plantão noturno.
Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) é muito lembrado pelos fãs como o “filme do hospital” da franquia. Inicialmente planejado para ter como cenário um grande prédio de apartamentos, ficou decidido finalmente que a maior parte da trama se passaria dentro do Haddonfield Memorial Hospital (tão fictício quanto a cidade em si – tendo a maioria de suas cenas sido gravadas no muito real Morningside Hospital, em Los Angeles), onde Laurie foi levada para tratar de seus ferimentos adquiridos no desfecho do primeiro Halloween. Para a continuação, é claro, grande parte dos atores originais retornaram, alguns como Nancy Loomis, que interpretou a melhor amiga Annie, apenas para atuarem como mortos, sendo levada por uma maca. Os retornos mais esperados, no entanto, eram os de Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence – o incansável Dr. Loomis.
Lágrimas de crocodilo… e de sangue! Por que choras Michael Myers?
A introdução de Halloween II, que ainda utiliza novos ângulos e cenas para reproduzir os eventos do original, recapitulando para o público (afinal haviam se passado três anos entre os longas), ocorre nas cercanias dos quarteirões residenciais dos subúrbios da pacata cidade. Grande parte da narrativa, como mencionado, se concentra no hospital, onde Michael segue Laurie e encontrará todo um novo lote de vítimas – em sua maioria funcionários do local, entre médicos, enfermeiras, motoristas de ambulância e seguranças. O que muitos observam e criticam é o fato de, apesar de ser o plantão noturno, o hospital se encontrar demasiadamente vazio – a não ser pela chegada de Laurie e de um menino que comeu doces demais e encontreu uma lâmina de barbear dentro de um deles, prendendo o objeto cortante na língua (uma famosa lenda urbana americana).
Fogo no parquinho! Michael Myers incendeia a tela e a si mesmo no desfecho de Halloween II.
No fim das contas, Halloween II (1981) é mais lembrado por introduzir na mitologia da série o fato de Laurie e Michael serem irmãos, solução encontrada por Carpenter em seu roteiro para justificar a obsessão do assassino pela protagonista. Afinal, ao ser levada para o hospital, enquanto o maníaco foge da polícia, suas histórias se separariam aí. Essa linha narrativa foi mantida em todas as sequências, inclusive nos remakes de Rob Zombie, sendo eliminada somente nos recentes filmes da Blumhouse – que usam como cânone apenas o original. Halloween II, embora não tão bem sucedido financeiramente ou de críticas quanto o original, é uma das continuações mais queridas da franquia. Com um orçamento de US$2.5 milhões, rendeu o retorno de US$25.5 milhões. E no que diz respeito a John Carpenter, este foi o fim da história de Michael Myers, Laurie Strode e do Doutor Loomis. Ou seja, o fim de uma era. Isto é, até retornar como produtor executivo e compositor da trilha da nova trilogia da Blumhouse – seu único envolvimento desde então com o “bicho papão” que criou.
O suspense ‘Downrange‘ ganhou um novo trailer, destacando a tensão da produção.
Assista:
Apesar da premissa básica de um grupo de jovens em meio a uma estrada no meio do nada, ‘Downrange‘ ainda parece ser um tanto original por conta do restante da trama. Isso porque os jovens são caçados por um serial killer que está em cima de uma árvore.
O TVLine divulgou as primeiras imagens do spin-off ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘.
Confira:
Sasha Pieterse (Alison) e Janel Parrish (Mona) serão as protagonistas.
Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights – e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino.
Com 10 episódios encomendados, ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ estreará em 2019.
Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.
A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.
O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.
Os novatos Zoey Deutch, Avan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.
‘Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.
Aproveitando a quarentena imposta por causa do surto de COVID-19, pai e filha, do canal do Youtube Gelsey Laurie, decidiram recriar uma das cenas mais icônicas do clássico ‘The Rocky Horror Picture Show‘ e o resultado ficou INCRÍVEL.
Confira:
Baseado no espetáculo teatral de 1973, de Richard O’Brien, o longa acompanha a história de um casal de noivos que, diante de um problema com o carro, pede ajuda aos moradores de um estranho castelo nas proximidades, sem imaginar que ele é habitado por alienígenas do planeta Transexual, cujo anfitrião bissexual está à procura de uma criatura para lhe satisfazer sexualmente exatamente naquela noite.
Dirigido por Jim Sharman, o filme contou com participações de Tim Curry, Susan Sarandon e Barry Bostwick.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Jac Schaefer, criadora da série ‘WandanVision‘, revelou que o retorno dos atores Randall Park (de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Kat Dennings (da franquia ‘Thor‘) na série foi uma ideia da Marvel, mas deixou claro que o estúdio não a obrigou a encaixá-los na trama.
“O retorno de Retorno de Randall Park e Kat Dennings foi uma sugestão que eu estava 100% de acordo. Isso é algo que eu já vi em outros projetos da Marvel. Eles têm ideias de onde podem encaixar diferentes personagens e narrativas. Não funciona sempre. Não é sempre assim. [O retorno deles] começou como uma ideia geral e, então, nós pensamos se conseguiríamos fazê-la funcionar.”
Ela continua, “Não consigo pensar em uma situação [com a Marvel] em que fui obrigada a fazer algo. Não é assim que funciona. Eles meio que sugerem algo para ver se funciona e isso ajuda a criar novas ideias. É incrível.”
Vale lembrar que o próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.
A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.
Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).
Alma passa a noite com um homem que tem metade de sua idade achando que será apenas uma aventura extraconjugal, mas um acontecimento trágico faz com que ela comece a desconfiar de todos ao seu redor. Quem é inocente? Quem é culpado? Neste labirinto de espelhos, nada é o que parece.
Além de Perroni, o elenco conta com Jorge Poza, Regina Pavón e Erik Hayser.
O suspense ‘To Catch a Killer‘, estrelado pela Shailene Woodley (‘A Culpa é das Estrelas’), ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Damián Szifron é responsável pela direção.
Eleanor (Woodley) é uma jovem policial lutando contra os demônios de seu passando quando é recrutada por um investigador do FBI (Ben Mendelsohn) para ajudar a rastrear o paradeiro de um assassino perturbador. Enquanto eles caçam o perigoso indivíduo, eles continuam sendo surpreendidos por seu comportamento imprevisível. Por causa do seu passado, Eleanor pode ser a única pessoa que pode entender a mente do psicopata e trazê-lo à justiça.
O suspense será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 21 de abril.
De acordo com o Deadline, Steven Yeun (‘The Walking Dead’) deixou oficialmente o elenco de ‘Thunderbolts‘, novo filme do MCU que está em desenvolvimento pela Marvel Studios.
O site afirma que o ator se afastou da produção por causa de conflitos em sua agenda, causados pelas greves dos roteiristas e atores em Hollywood – o que acarretou no adiamento das filmagens do longa.
Apesar de não ter sido confirmado, Yeun alegadamente iria interpretar o Sentinela.
O elenco de ‘Thunderbolts‘ contará com o retorno de Florence Pugh (Viúva Negra), David Harbour (Guardião Vermelho), Sebastian Stan (Bucky Barnes), Hannah John-Kamen (Fantasma), Julia Louis-Dreyfus (Valentina), Olga Kurylenko (Treinadora) e Wyatt Russell (Agente Americano), além de introduzir o Harrison Ford.
De acordo com o astro Wyatt Russell, as filmagens do longa estão programadas para serem iniciadas nos primeiros meses de 2024:
Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Russell comentou: “Há muito a explorar com John, e ainda mais a ser feito com John. Sou muito sortudo por ter a oportunidade de trabalhar com o tipo de talento com o qual estarei envolvido quando ‘Thunderbolts’ começar em março ou abril“, afirmou o ator. “Sinto que estamos buscando algo com profundidade e interessante para teorizar, indo além de simplesmente voar por aí e fazer coisas de super-heróis’.”
Atualmente, o filme está programado para estrear no dia 25 de julho de 2025.
O próximo ciclo será dividido em duas partes. A primeira estreará no dia 10 de outubro, e a segunda chegará somente no dia 7 de novembro.
Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.
Chase Stokes, Rudy Pankow, Jonathan Daviss, Madison Bailey, Madelyn Cline, Charles Esten, Austin North e Drew Starkey estrelam.
Sucesso! O live-action de ‘Lilo & Stitch‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas da animação chinesa ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$953.6M).
Nos EUA, a produção arrecadou US$ 386.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 523.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 910.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$64.2M), Reino Unido (US$46.3M), França (US$37.1M), Brasil (US$34.5M) e Alemanha (US$29M).
Vale lembrar que o live-action abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).
Além disso, a nova aposta da Disney também registrou o segundo maior lançamento estendido de 4 dias da história do país, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), que estreou no final estendido do Dia do Presidente.
Com 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme segue em exibição nos cinemas nacionais.
De acordo com o Deadline, a Sony Pictures deu sinal verde para um filme baseado no ‘Labubu‘, boneco que se tornou um dos maiores fenômenos de 2025.
O estúdio adquiriu os direitos da Pop Mart, marca chinesa dos bonecos, e tem a intenção de começar uma nova franquia de sucesso.
Paul King, diretor dos aclamados ‘Paddington 2‘ e ‘Wonka‘, comandará a produção.
Ele também assinará o roteiro ao lado de Steven Levenson (‘Querido Evan Hansen’).
Sem detalhes sobre a trama, o site afirma que o projeto será uma mistura de live-action e CGI – no mesmo estilo de ‘Garfield‘ (2004) e ‘Scooby-Doo‘ (2002).
Os bonecos Labubu foram originalmente criados pelo artista Kasing Lung.
A linha se tornou um verdadeiro fenômeno após chegar nos Estados Unidos, integrando-se à cultura popular com a ajuda de estrelas como Rihanna, Lisa do BLACKPINK, Kim Kardashian, entre outras.
Encontrar o próximo ator que vai assumir as garras de Wolverine não parece ser uma das prioridades da 20th Century Fox por enquanto.
Segundo o produtor de ‘X-Men’, Hutch Parker, todos estão um pouco hesitantes, considerando que o personagem Logan está diretamente ligado a Hugh Jackman, que se imortalizou como ninguém com o icônico mutante.
Durante uma entrevista ao site Screen Rant, Parker revelou:
“Eu acho que por hora nosso foco são os outros personagens. Eu creio que há uma parte em todos nós que acha que Logan, interpretado por Hugh, é a performance definitiva daquele personagem. E eu acho que todos estamos um pouco hesitantes quanto à ideia de realizar um reboot em qualquer forma. Então, para agora vamos olhar para este outro plano – há tantas outras coisas para explorar no universo de ‘X-Men’. Particularmente, como vimos escolhas ousadas sendo feitas, eu creio que isso abre para uma paisagem, onde outros gêneros vivem plenamente dentro do gênero dos quadrinhos. E você viu isso com ‘Guardiões da Galáxia’, acho que esse filme é um exemplo excepcional disso. Obviamente ‘Deadpool’ e ‘Logan’ também são, mas eu acho que há muito mais por vir”.
Nem todo o material filmado para ‘Pantera Negra‘ sobreviveu ao corte final e o editor da produção, Michael Shawver, compartilhou uma das cenas que ficaram para trás.
Em uma entrevista ao site The Wrap, ele revelou que a tomada em questão foi a mas dolorosa de ser retirada da produção e contava com Danai Gurira e Daniel Kaluuya.
Disse:
“Sem sombra de dúvidas, a cena mais difícil de ser retirada da produção foi uma que contava com Danai Gurira e Daniel Kaluuya. Lá pelo final, depois que as coisas dão errado e Killmonger está com todo o controle, eles estão conversando sobre o que fazer a partir disso e o que seria de Wakanda sob o seu comando. Eles são dois atores surpreendentes e essa era uma cena incrível, com tantas camadas importantes. Estamos falando da dinâmica de namorado e namorada, do fato de termos uma general e seu conselheiro, todos esses aspectos em jogo. Foi difícil cortar esse momento”.
Vez outra o cineasta Zack Snyder compartilha conteúdos inéditos de seus filmes na rede social Vero.
E dessa vez, ele publicou algumas fotos inéditas de ‘Batman Vs Superman‘, que trazem o astro Ben Affleck trajando o visual do Homem Morcego perto do seu batmóvel. Outra imagem traz o dublê do ator, Richard Cetrone, com o uniforme do herói.
A legenda das fotos foi o que mais chamou a atenção, com o Snyder chamando Affleck de seu “Batman perfeito”.
Após os eventos de O Homem de Aço, Superman (Henry Cavill) divide a opinião da população mundial. Enquanto muitos contam com ele como herói e principal salvador, vários outros não concordam com sua permanência no planeta. Bruce Wayne (Ben Affleck) está do lado dos inimigos de Clark Kent e decide usar sua força de Batman para enfrentá-lo. Enquanto os dois brigam, porém, uma nova ameaça ganha força.
A série ‘Supergirl’ chegou ao tão sonhado 100º episódio no último domingo (23). E para comemorar a exibição do capítulo em questão, a atriz Melissa Benoist publicou novas imagens dos bastidores, celebrando o importante marco.
Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.
A minissérie ‘Dança da Morte‘, (‘The Stand‘), adaptação da obra de Stephen King, já está caminhando para a sua segunda metade e o 5º capítulo da produção, intitulado “Fear and Loathing in New Vegas”, ganhou suas imagens oficiais.
O episódio, que vai ao ar nesta quinta-feira (14), mudará um pouco da sua abordagem narrativa, dedicando-se a acompanhar um grupo de sobreviventes em Las Vegas, que por sinal está sendo controlado pelo sombrio e diabólico Randall Flagg (Alexander Skarsgard).
Confira:
Os episódios serão lançados pela plataforma CBS ALL Access.
Confira o trailer dublado:
A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).
A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.
O elenco grandioso conta com Alexander Skarsgård,Whoopi Goldberg, Jovan Adepo, Owen Teague, Greg Kinnear, Brad William Henke, Nat Wolff, Daniel Sunjata,James Marsden, Amber Heard, Odessa Young, Eion Bailey, Katherine McNamara, Heather Graham, Marilyn Manson, Hamish Linklater e Henry Zaga.
A comediante Tiffany Haddish foi presa sob a suspeita de dirigir embriagada no estado da Georgia, na manhã da última sexta-feira (14). A informação foi confirmada pela revista People.
Segundo o TMZ, a comediante de 42 anos foi presa por policiais de Peachtree City, por volta das 4h da manhã, por suspeita de dirigir embriagada e por parar de forma imprópria em uma estrada. Haddish foi liberada após o pagamento da fiança.
A polícia recebeu uma ligação anônima de que um motorista havia adormecido ao volante. Pela descrição do veículo, a atriz acabou sendo abordada pelos policiais. Ainda de acordo com o TMZ, as autoridades alegam que a atriz estava fumando maconha.
Foto: Polícia do Condado de Fayette
O incidente ocorreu em meio a uma sucessão de perdas sofridas pela atriz. Nas últimas semanas, ela perdeu a sua avó (que a criou), seu cachorro e seus amigos íntimos Bob Saget e Carl Craig.
Vale lembrar que Haddish poderá ser vista em breve na nova série da Apple TV+, ‘The Afterparty’, que estreia no dia 28 de janeiro de 2022 na plataforma de streaming.
Confira:
A série foi criada pela dupla Phil Lord e Chris Miller, produtores conhecidos pela aclamada animação vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’.
Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.
Os personagens incluem: Aniq (Sam Richardson), um designer de escape rooms que espera se reconectar com uma antiga paixão do colégio; Zoe (Zoë Chao), uma ex-artista que agora é administradora da escola; Yasper (Ben Schwartz), melhor amigo de Aniq que deseja conquistar o mundo da música; Brett (Ike Barinholtz), ex-marido de Zoe e um ex-atleta arrogante; Chelsea (Ilana Glazer), oradora e presidente da turma; Xavier (Dave Franco), um antigo estudante de teatro da história que agora é um famoso ator e astro do pop; e Walt (Jamie Demetriou), outrora ignorado por seus colegas, comparece à reunião na esperança de ser relembrado por alguém.
Anthony King e Aubrey Lee entram como produtores executivos ao lado de Lord e Miller.
Eis que chegamos ao Vale (ou ao final da segunda temporada). E é difícil encontrar as palavras certas para descrever a magnitude desta season finale. A primeira temporada fez algo incrível e até deixou a possibilidade de um fim definitivo, enquanto que esta segunda etapa abriu as portas para o que será do futuro. Além de, claro, deixar os espectadores com muitas perguntas não respondidas turbilhando na mente.
Pelo andar da carruagem no anterior, era óbvio que todos estavam se encaminhando para o Além do Vale, cada um com seus objetivos. Aquilo a que chamamos de presente, pois marcava a continuação dos acontecimentos da finale da primeira parte, seria uma espécie de passado. As confusões temporais de Bernard (Jeffrey Wright) era o fator determinante da temporalidade que o telespectador vivenciou durante toda esta etapa.
Como peças de um quebra-cabeça se juntando, ‘The Passenger’ monta a odisseia da segunda temporada. Dolores (Evan Rachel Wood) mostra novamente ter uma consciência geral dos acontecimentos do parque, é como se Ford (Anthony Hopkins) continuasse o trabalho de Arnold (Wright) ao distribuir o conhecimento e permitir, de certa forma, que ela chegasse ao ponto de despertar finalmente. Sendo a anfitriã mais antiga, não é de se admirar a vasta consciência da mesma. O que Dolores quer, Dolores está cada vez mais perto de conseguir.
É de uma genialidade os diálogos da personagem tanto com Bernard quanto com William (Ed Harris). A forma como categorizam os seres humanos, em espécies simples, de decisões previsíveis é algo a se refletir. Ford, inclusive, deixa claro que nós (humanos) somos moldados por aquilo em que acreditamos, e raramente mudamos quem somos, a matriz, a essência. Enquanto que os anfitriões teriam a habilidade de se moldarem, adaptarem, mudarem conforme a necessidade. Até mesmo ser algo melhor?
Maeve (Thandie Newton) foi protagonista de cenas épicas durante o episódio final. Primeiro que a personagem em si já é um ícone que merece aplausos de pé. O momento em que escapa das mãos de um dos funcionários da Delos é incrível. Os búfalos sendo orquestrados por ela é de arrepiar a epiderme. E, claro, a cereja do bolo é o momento em que diz que demoraram demais, portanto, ela precisou salvar a si mesma. É da necessidade humana ter contato, pessoas ao redor e quem amar, óbvio que tendo em sua matriz as questões humanas, os androides também possuem tais necessidades, mas é indiscutível que a personagem de Newton tem a capacidade de sobreviver e muito bem sozinha. Outro momento é a cena em que controla todos os anfitriões para que a filha consiga escapar pela porta. Parecia até cena de quadro renascentista.
Inclusive, é interessante destacar esta ode a bíblia realizada durante esta segunda temporada e, em especial, neste capítulo final. Inclusive, o despertar do Ghost Nation é toda a ideia de rumo ao paraíso. A construção de Bernard é o exemplo de todo o pensamento do corpo material que fica para trás e a alma que se eleva ao paraíso. Por outro lado, Dolores, chamada de ceifadora pelos mesmos, seria a pessoa que poderia ‘destruir’ este modo de sobrevivência, como mostra o próprio episódio. Contudo, o ideal da camponesa é viver o que é real e não esta espécie de “ilusão”.
O grande plot twist é a forma como a personagem de Wood volta à vida, no corpo androide de Charlotte Hale (Tessa Thompson), o que permite a mesma escapar de vez de Westworld. Sendo tudo isso ideia de Bernard, que retoma a consciência e temporalidade ao final desta jornada. E aqui entramos no que seria o futuro, mas na verdade é o presente (tá vendo a loucura?), com Dolores já fora do parque, em uma casa construída por Ford, onde ela pode replicar a forma humanoide de si (o que me leva acreditar que a consciência de Hale agora é outra) e o próprio Lowe.
É preciso relembrar que a camponesa levou consigo mais “bolinhas”, ou consciências androides, o que já pode se imaginar quais personagens, “mortos”, retornarão. Estaria ela com a de Maeve? Ou quem reviverá a meretriz serão os rapazes humanos que estavam com ela antes? E os caminhos, como a própria loura diz, serão diferentes para os dois (Dolores e Bernard), entretanto, ambos são necessários neste domínio do mundo real (ou humano?) por eles que são a chamada nova espécie. Cada um com seus ideais e suas maneiras de acreditar no funcionamento disso. Quase uma espécie de Adão e Eva, não?
Por fim, o público é deixado com uma cena pós-crédito que evidencia um futuro, como se a jornada do Homem de Preto fosse uma simulação baseada em algo que de fato aconteceu. Afinal, a cena com Emily (Katja Herbers) dá a entender que conseguiram extrair sua consciência para um corpo em androide e agora estão realizando os testes. Contudo, aquilo pode indicar um futuro no qual os androides conseguiram o resultado que desejavam e aquela seria a espécie de resistência humana, talvez? Quem sabe estão tentando adquirir algum conhecimento dele sobre o ocorrido para tentar vencer neste novo mundo? Não sei. O que resta agora é aguardar pela terceira temporada (em 2020?).
Um fã e usuário do Reddit resolveu recriar o pôster de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (liberado na Comic-con no ano passado) em live-action, e o resultado ficou sensacional. Confira:
Enquanto isso, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ ganhou um novo banner. O filme deve ganhar um novo trailer na próxima semana, durante o SuperBowl, que acontece dia 4 de Fevereiro.
A esperada sequência de ‘A Forca’, terror da Blumhouse lançado em 2015, finalmente foi anunciada e se chamará ‘The Gallows Act II’ (ou em tradução livre, ‘A Forca: Ato II’), porém, detalhes da produção ainda estão sendo mantidos em segredo.
Além disso, a Lionsgate lançará o filme nos EUA com classificação “R”, por conter “conteúdo violento e perturbador” e os diretores Travis Cluff e Chris Lofing também retornam.
Em 2015, ‘A Forca’ faturou mais de US$ 40 milhões em bilheteria ao redor do mundo. Novas informações sobre a sequência devem sair nos próximos meses e o filme deve chegar aos cinemas apenas em 2019.
Com duas grandes estreias neste fim de semana, os streamings estão com muitas adições boas aos seus respectivos catálogos. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções para você conferir neste fim de semana.
Caminhos da Memória (HBO Max)
Estrelado por Hugh Jackman, essa ficção científica é uma boa pedida para um dia sem compromissos. Sem fazer parte de uma franquia, o filme consegue construir bem seu próprio universo para contar a história de um veterano de guerra que tira o pão de cada dia trabalhando com uma máquina que permite aos clientes acessarem suas memórias. Depois de se apaixonar por uma cantora e ela desaparecer misteriosamente, este homem precisará entrar de cabeça numa investigação repleta de reviravoltas e conspirações se quiser voltar a ver a amada novamente.
É uma trama que se aproveita dessa temática de “viagem pelo cérebro”, que vem se tornando uma constante nas ficções recentes, para trabalhar uma história interessante que se destaca muito pela ambientação e pelo jeitão de filme policial.
A Família Dinossauros (Disney+)
Clássico dos anos 1990, essa série teoricamente voltada para o público infantil está disponível no catálogo do Disney+ completinha. São várias temporadas que superam um fim de semana, mas vale a pena começar a maratona, já que é uma produção muito, muito atual.
Repleta de críticas sociais implícitas ou explícitas, a produção consegue mesclar isso a um humor sarcástico maravilhoso, questionando pontos do dia a dia pela ótica de dinossauros antropomórficos. Além disso, os personagens são muito carismáticos, e quem viu na época do lançamento ainda consegue se envolver em um sentimento gostoso de nostalgia.
A Menina Que Matou os Pais (Amazon Prime Video)
Polêmico desde seu anúncio, esse filme nacional é baseado no caso do assassinato de um casal rico de São Paulo pela própria filha, Suzane Von Richthofen (Carla Diaz) e os Irmãos Cravinho, que chocou o Brasil no início dos anos 2000. Dividido em dois projetos, também vale a pena conferir O Menino Que Matou Meus Pais, os longas contam o caso pela ótica de Daniel Cravinho e da Suzane.
É interessante ver como a história muda bastante diante da versão que você assista, mostrando cada um sua própria versão de quem manipulou quem para cometer um dos crimes mais famosos do Brasil. E como as tramas dos longas foram baseados nos processos públicos, pode assistir sem peso na consciência, já que nenhum dos envolvidos no crime receberá um centavo sequer dos projetos.
A Jornada de Vivo (Netflix)
Voltado para o público infantil, esse musical animado traz a vida animada de Vivo (Lin-Manuel Miranda), um jupará que trabalha com um músico velhinho em Cuba. Porém, quando eles são convidados para uma apresentação nos EUA, o amigo bate as botas, deixando Vivo desolado. Em respeito ao idoso, o pequeno jupará decide honrar a memória dele indo até Miami entregar sua carta de amor, há muito escrita, para a amada em questão.
No caminho, o simpático mamífero se envolve nas mais estranhas confusões. Tudo isso ao som das músicas de Lin-Manuel Miranda. É uma animação visualmente linda, mas que talvez não agrade tanto aos adultos por ser mais infantil, mas é certeza que os pequenos vão amar.
Star Wars Visions (Disney+)
Essa série animada do universo Star Wars é diferente de tudo que já foi feito até aqui.
São nove episódios com cerca de 20 minutos de duração, nos quais a equipe criativa usa das técnicas narrativas e de animação dos mundos do anime para contar histórias paralelas ambientadas em eras do universo Star Wars.
A mistura desse mundo espacial com a cultura japonesa foi uma combinação perfeita que agrega muito a mitologia da franquia.
Os anos 1980, 1970, 1960 (e até mesmo um pouco antes disso) foram décadas marcadas por uma grande abertura capitalista a nível global. Produtos estadunidenses, chineses, japoneses, russos passaram a ser disponibilizados em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, tornando-se de fácil acesso (de certo modo) à população, especialmente à classe média. Não só produtos, mas também tecnologias – eletro e eletrônicos manufaturados no exterior que começaram a ser importados e trazidos ao Brasil, como os rolos de filmes fotográficos, aparelhos de vídeo cassete e DVD, o cinema hollywoodiano, etc. Porém, com a virada do milênio e a globalização ferrenha, muitos desses produtos e tecnologias ficaram obsoletas. Com uma pegada bem-humorada sobre esse embate, chega aos cinemas brasileiros a comédia nacional ‘Galeria Futuro’, a partir de 18 de novembro em cartaz nas salas.
Valentim (Marcelo Serrado), Kodak (Otávio Müller) e Eddie (Ailton Graça) são três adultos, amigos desde a infância, passada na Galeria Futuro, uma galeria no coração de Copacabana que costumava ser muito frequentada e ter dezenas de lojas diferentes. Hoje o local está às moscas, com dívidas estratosféricas e prestes a ser vendido para uma igreja evangélica. Quando Paula (Luciana Paes), uma nova inquilina, aluga uma loja no espaço e percebe a furada em que se meteu, os quatro vão unir forçar para tentar arrecadar o dinheiro necessário para salvar a Galeria Futuro, e, junto com isso, tentar salvar o que lhes resta de dignidade.
Em pouco mais de uma hora e vinte de duração, ‘Galeria Futuro’ convida o espectador adulto a uma nostálgica viagem no tempo, de volta à uma época em que o mistério era relevante – o mistério de revelar fotografias sem saber se ficaram boas ou não, de alugar um filme sem saber se está escolhendo bem, de truques de mágica cuja execução é desconhecida pelo público. Nada disso é mais relevante nos tempos de hoje, com as câmeras nos celulares, os filmes on demand e críticas antecipadas, e diversos vídeos e tutoriais que desmascaram os ingênuos truques dos grandes mágicos. Outros tempos.
Esse é o ponto forte do roteiro de Matheus de Souza, Pablo Padilla, Cristiano Gualda, Bia Crespo e Fernando Sanches, que consegue realmente transportar o espectador para a saudosa época de coisas analógicas e cringes. Entretanto, a partir da segunda metade do longa o enredo fica desgovernado, trazendo um inesperado non sense que resulta numa resolução agridoce, porém real, prestando homenagens a clássicos do cinema internacional.
Fernando Sanches e Afonso Poyart fazem de seu filme um retrato que demonstra que tanto os protagonistas quanto a tal ‘Galeria Futuro’ e o bairro de Copacabana são personagens que resistem à modernidade dos tempos, igualmente na ficção quanto na vida real. Um filme que toca num ponto delicado de vivermos em tempos tão descartáveis, nos quais pessoas e locais analógicos não encontram mais espaço para viver. Talvez até mesmo por isso, ‘Galeria Futuro’ faça uso da comédia para contar sua história – um grande acerto, aliás, com piadas, comentários e comportamentos naturais condizentes com a índole desses indivíduos que, a seus modos, buscam resistir ao descaso da memória patrimonial e arquitetônica com bom humor.
‘The Witcher’ é um dos shows mais aguardados da Netflix devido à popularidade que o protagonista Geralt of Rivia (Henry Cavill) ganhou. Cavill há bastante tempo foi um dos queridinhos dos fãs do jogo original para viver o herói e, muito em breve, o público poderá vê-lo em ação.
Em uma nova imagem vazada, é possível ver um pouco do visual de Yennefer, uma das principais personagens, duelando com um mago.
Confira:
Agora, um novo vídeo compartilhado no Reddit traz algumas revelações dos bastidores. Confira:
A primeira temporada, com oito episódios confirmados, continua sem data de estreia confirmada, apesar de sabermos que a série será lançada mais tarde neste ano.
‘The Witcher’ traz em seu elenco Henry Cavill, Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra, Björn Hlynur Haraldsoon e outros. A história gira em torno de Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros que luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas provam ser mais perversas que as criaturas que enfrenta.
O elenco da 2ª temporada de ‘Titãs’ continua a crescer.
Segundo o site ComicBook.com, o ator Michael Mosley, conhecido por seu trabalho nas séries ‘Ozark’ e ‘Fear the Walking Dead’, foi elencado como o Dr. Light no aguardado novo ciclo. Entretanto, não se sabe quando o antagonista fará seu début na produção ou se terá um arco significativo nesses próximos episódios.
Confira o trailer oficial:
Além de Dr. Light, o novo ciclo irá introduzir outros personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão aparecer.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
O projeto foi criado por Greg Berlanti e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).
Depois de um longo período de gestação, ‘Sonic – O Filme’ estreou nos cinemas brasileiros e promete se tornar uma das melhores adaptações de jogos das últimas décadas (cujo gênero não se configura como promissor o suficiente para nos envolver).
Felizmente, as críticas parecem indicar que a adaptação da clássica franquia trazida à vida pela Sega e pela Paramount Pictures é divertida e aprazível o bastante para conquistar a família inteira – seja os membros mais velhos, que serão engolfados por uma deliciosa nostalgia, seja pela nova geração, que poderá se divertir com as aventuras do ouriço azul e de seus amigos. Mais do que isso, o longa-metragem carrega consigo um potencial considerável de se transformar numa saga, ainda mais pelo comando de Jeff Fowler e pelo roteiro assinado por Patrick Casey, Josh Miller e Oren Uziel, que deixa não apenas um, mas dois ganchos para futuras iterações.
Cuidado: muitos spoilers à frente.
Durante a batalha final entre Sonic (Ben Schwartz) e o Dr. Robotnik (Jim Carrey), o herói acaba utilizando seus mágicos anéis de viagem interdimensional para expulsar o vilão para longe da Terra, mais precisamente para um horrendo mundo habitado por nada além de gigantescos cogumelos.
Levando em conta que o perigoso cientista possui um intelecto gigantesco, era de se imaginar que conseguisse sobreviver e já começasse a arquitetar um novo plano para concluir sua missão de capturar Sonic e utilizar suas poderosas habilidades para dominar o mundo (e talvez o universo). Afinal, antes de ser banido de sua realidade, ele conseguiu esconder e manter a salvo um dos espinhos do ouriço, carregado com uma força inexplicável. Nas cenas finais, podemos inclusive ver que o icônico bigode de Robotnik já começou a crescer – e que sua loucura também atingiu níveis assustadoramente mortais
Entretanto, como já mencionado, isso não é tudo: a segunda cena pós-créditos é o primeiro vestígio da ampliação da mitologia de ‘Sonic’, introduzindo outro personagem clássico dos games: Miles “Tails” Prower.
Para aqueles que não se recordam, Tails é uma raposa com múltiplas caudas fundidas em alusão à mitológica criatura kitsune, da cultura japonesa. Seu principal poder a permite se impulsionar no ar como um helicóptero (porém, por um tempo limitado) e, assim que dá as caras nos últimos segundos do longa-metragem, percebemos que ela vem para a Terra também em busca de Sonic.
Tails é o melhor amigo do personagem titular nos jogos, tendo sido criado justamente para acompanhá-lo em suas diversas aventuras. E agora, novas perguntas surgem – e clamam por respostas que precisam ser respondidas pela sequência: afinal, somos levados a pensar que a raposa, assim como o ouriço, habitava uma ilha solitária e tinha como companhia apenas um guardião, forçada, eventualmente, a deixar sua terra natal para sobreviver. Ou então, a antiga guardiã de Sonic pode tê-la mandado para algo muito maior.
Entre essas dúvidas, outras também surgem, inclusive a seguinte: será que outros personagens da franquia ‘Sonic’ também irão aparecer? Será que veremos Knuckles, Nack, Chaotix e Amy Rose nas futuras produções?
A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim Carrey, Adam PallyNeal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.
Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
A sequência ‘After – Depois da Verdade‘, segundo filme baseado na série de livros ‘After‘, da escritora e roteirista Anna Todd, ganhou um cartaz oficial.
Confira:
Roger Kumble, conhecido pelo clássico ‘Segundas Intenções‘, dirige a sequência.
Tessa tenta esquecer Hardin, o jovem caótico e revoltado que partiu seu coração em vários pedaços. Mas ela está prestes a descobrir que alguns amores não podem ser superados. Como apagar da memória as noites apaixonadas em seus braços, ou a eletricidade de seu toque?
O elenco conta com Josephine Langford, Hero Fiennes Tiffin, Dylan Sprouse, Selma Blair, Charlie Weber e Candice King.
Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou ótimos US$ 69.4 milhões mundialmente.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o astro Stephen Lang, que retorna para o papel antagônico na vindoura sequência de ‘O Homem nas Trevas’, revelou alguns detalhes sobre a trama e disse que o novo capítulo será único.
“Eu nunca terminei uma cena com a sensação de que deixamos algo passar. Nós realmente lutamos para tirar tudo o que conseguimos disso. Há uma tremenda afinidade com o primeiro filme, mas, de várias formas – de todas as formas -, é algo único”.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de setembro de 2021. A estreia acontece três semanas após o lançamento nos EUA, programado para 13 de agosto de 2021.
O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.
A trama se passará diversos anos após o primeiro filme, com o homem cego vivendo uma vida tranquila… até que os pecados do seu passado o encontram. O homem cego tem se vivido em uma cabana isolada após adotar uma garotinha de um orfanato. A vida tranquila deles é perturbada quando um grupo de sequestradores aparece e pega a criança, forçando o homem cego a deixar seu lar para salvá-la.
Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Para aqueles que acreditavam que ‘Meu Pai’ passaria batido na temporada de premiações, o BAFTA veio para dar uma centelha de esperança: o longa-metragem estrelado por Anthony Hopkins e Olivia Colman levou para casa duas estatuetas na última edição.
Hopkins superou o favorito Chadwick Boseman e conquistou o prêmio de Melhor Ator, enquanto Christopher Hampton e Florian Zeller ganharam o de Melhor Roteiro Adaptado.
O longa é dirigido por Florian Zeller.
Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?
O elenco conta com Anthony Hopkins, Olivia Colman, Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots e Rufus Sewell.
Antes de entrar para o Universo Cinemático Marvel como a icônica Capitã Marvel, Brie Larson participou de diversos filmes muito bem recebidos pela crítica e pelo público – incluindo o aplaudido drama ‘O Quarto de Jack’, que comemora seu sexto aniversário hoje, 04 de setembro.
Inspirado no livro de mesmo nome escrito por Emma Donoghue, o longa conta a história de Jack (Jacob Tremblay), um menino de cinco anos que é criado por sua mãe, Ma (Larson). Como toda boa mãe, Ma se dedica a manter Jack feliz e seguro e a criar uma relação de confiança com ele através de brincadeiras e histórias antes de dormir. Contudo, a vida dos dois não é nada normal: eles estão presos em um espaço de 10m². Enquanto a curiosidade de Jack sobre a situação em que vivem aumenta, a resiliência de Ma alcança um ponto de ruptura. Os dois, então, começam a traçar um plano de fuga.
Também trazendo Joan Allen e William H. Macy ao elenco, o filme fez sua grandiosa estreia no Festival de Telluride em 2015 e conquistou uma série de prêmios. Além de indicações a Melhor Filme, Melhor Direção para Lenny Abrahamson e Melhor Roteiro Adaptado para Emma Donoghue no Oscar, Larson levou para casa a estatueta de Melhor Atriz, repetindo o feito no BAFTA, no Globo de Ouro e no SAG Awards.
Para celebrá-lo, o CinePOP preparou uma singela lista com várias curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:
Larson se isolou na própria casa por um mês, sem telefone ou internet, e seguiu uma estrita dieta para entender pelo que Ma e Jack passavam na história. Larson também disse que, em virtude de se considerar uma pessoa introvertida, que prefere ficar em casa, acreditava que o mês de isolamento seria fácil; entretanto, na última semana, ela ficou bastante depressiva e chorava o dia todo.
Tentando fazê-los se conectar, a mãe de Tremblay perguntou a ele se ele tinha dúvidas para Larson. Ele, então, fez três perguntas: sua cor favorita, seu animal favorito e se ela gostava ou não de ‘Star Wars’.
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Tremblay, apesar de já ter atuado antes, não conseguia gritar com Larson nas cenas em que seu personagem fica irritado pelo fato do bolo de aniversário não ter velas. Para ajudá-lo, Abrahamson pediu para que todo o elenco e a equipe criativa começassem a pular e a gritar até que ele conseguisse fazer o mesmo.
Larson revelou que evitava lavar o rosto durante as filmagens, para deixar claro, na câmera, que não estava usando maquiagem.
O filme foi rodado, em sua maior parte, em sequência, para deixar mais fácil a Tremblay performar à medida que o personagem evoluía.
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Para manter a atmosfera claustrofóbica, o primeiro mês de gravações foi feito em um espaço bastante confinado, erguido em um cubículo de 11m². As paredes não eram removidas para facilitar a atuação e a concepção da história – o que significava que o diretor e a equipe precisavam de saídas criativas para fazer tudo funcionar.
Donogue escreveu o roteiro para o longa-metragem antes mesmo do romance original ser publicado oficialmente.
O filme faz uma clara referência ao clássico romance ‘O Conde de Monte Cristo’, de Alexandre Dumas. O livro é mencionado por Ma a Jack: Ma diz ao filho que o personagem principal foi encercarado em uma cela por muitos anos.
Larson se tornou a sexta atriz consecutiva a levar o Oscar de Melhor Atriz por interpretar uma personagem com alguma doença mental, seguida por: Natalie Portman, interpretando uma bailarina que tem alucinações em ‘Cisne Negro’ (2010); Meryl Streep como Margaret Thatcher, primeira-ministra do Reino Unido que sofria de demência em ‘A Dama de Ferro’ (2011); Jennifer Lawrence como uma mulher que sofria de bipolaridade em ‘O Lado Bom da Vida’ (2012); Cate Blanchett, vivendo uma socialite que sofre um surto psicótico em ‘Blue Jasmine’ (2013); e Julianne Moore como uma professora universitária diagnosticada com Alzheimer em ‘Para Sempre Alice’ (2014).
Emma Watson, Rooney Mara e Shailene Woodley foram cotadas para interpretar Ma na produção.
Com o passar dos anos, mais e mais títulos ganham o status de clássico por fãs e por especialistas da arte cinematográfica.
Desde as primeiras escolas da sétima arte – como o cinema soviético e o expressionismos alemão -, passando pelos dramas atemporais como ‘Casablanca’ e ‘Cidadão Kane’, até chegar à ascensão dos musicais e do gênero detetivesco, são várias as obras que continuam a estender seu inestimável legado para o cenário contemporâneo, revisitadas constantemente como fonte de influência e de inspiração para realizadores que ainda acreditam que há histórias novas a serem contadas.
Pensando nisso, o CinePOP resolveu explorar o extenso catálogo do Star+, recente plataforma de streaming subsidiária do Walt Disney Studios e do Disney+, para vasculhas por filmes clássicos que merecem ser conferidos.
De ‘Cleópatra’ a ‘Titanic’, confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:
CLEÓPATRA (1963)
Quase uma década e meia depois de ter levado o Oscar de Melhor Direção e Melhor Roteiro por ‘A Malvada’, Joseph L. Mankiewicz voltaria a conquistar ainda mais aclame com o épico histórico ‘Cleópatra’. Estrelada por Elizabeth Taylor, a produção gira em torno da vida e do império comandado pela personagem titular, a jovem rainha do Egito que resistiu ao imperialismo de Roma. Conquistando quase três vezes o valor de seu orçamento nas bilheterias mundiais, o longa foi elogiado pela crítica e conquistou nove indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, além de ter catapultado ainda mais a carreira de Taylor no show business.
TUBARÃO (1975)
‘Tubarão’ revolucionou o cinema e se tornou o primeiro blockbuster da história – e é claro que o filme com um calibre deste tamanho seria comandado pelo lendário diretor Steven Spielberg. A trama acompanha um terrível ataque a banhistas que dá sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.
ALIEN – O 8º PASSAGEIRO (1979)
O clássico de Ridley Scott merece estar na sua lista – e merece ser redescoberto quantas vezes forem necessárias. Na trama, uma nave espacial volta para a Terra e recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Ao investigarem o local, um dos tripulantes é atacado por um estranho ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.
E.T.: O EXTRATERRESTRE (1982)
Outro clássico de Spielberg na nossa lista – e esse, definitivamente, é um dos mais conhecidos de sua carreira. Trazendo no elenco nomes como Dee Wallace, Henry Thomas e Drew Barrymore, a narrativa é centrada em Elliott, um jovem garoto que cria laços de amizade com um extraterrestre que está preso na Terra. Ao lado de seus amigos e de sua família, Eliott deve encontrar um jeito de ajudar a pobre criaturinha a voltar para sua casa – sem chamar a atenção do governo e das autoridades que querem encarcerá-lo para estudo.
A MOSCA (1986)
David Cronenberg é um nome que muitos conhecem – ainda que indiretamente. Suas habilidades fílmicas colocaram em voga uma outra vertente do terror, o corporal, em que seus personagens passavam por mutações viscerais e horrendas. O cineasta, em sua extensa filmografia, mergulha na busca entre terror e sci-fi que alcançaria o ápice com ‘A Mosca’. Conquistando o Oscar de Melhor Maquiagem no ano seguinte, a narrativa traz o físico Seth Brundle como protagonista (interpretado por Jeff Goldblum), cujo objetivo é construir uma máquina de teletransporte. Entretanto, ao entrar na cabine para testá-la, seu corpo se funde ao de uma mosca e dá origem a uma monstruosa criatura movida pelo medo.
DE VOLTA PARA O FUTURO (1985)
Estrelado por Michael J. Fox, Christopher Lloyd, Lea Thompson, Crispin Glover e Thomas F. Wilson, a história gira em torno de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente viaja trinta anos para um passado através de um carro DeLorean transformado em máquina do tempo por seu amigo cientista Doc Brown. Preso no passado, Marty sem querer impede que os pais se conheçam, e, lutando contra o tempo, tenta reuni-los para que seu futuro não esteja perdido.
DIRTY DANCING (1987)
Nesse clássico de Emile Ardolino, Baby (Jennifer Grey) está a um verão de entrar para o Corpo de Paz. Esperando aproveitar sua juventude enquanto ela dura, Baby fica desapontada quando seus planos de férias a levam para um resort em Catskills junto aos pais. A sorte dela muda totalmente, entretanto, quando o instrutor de dança do resort, Johnny (Patrick Swayze), alista Baby como sua nova parceira – e os dois se apaixonam. O pai dela a proíbe de vê-lo, mas ela está determinada a ajudá-lo a performar a última grande dança do verão.
SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (1989)
Trazendo no papel principal ninguém menos que o icônico Robin Williams, ‘A Sociedade dos Poetas Mortos’ acompanha o novo professor de inglês John Keating, que é introduzido a uma escola preparatória de meninos que é conhecida por suas antigas tradições e alto padrão. Ele usa métodos pouco ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola. Com a ajuda de Keating, os alunos Neil Perry, Todd Anderson e outros aprendem como não serem tão tímidos, seguir seus sonhos e aproveitar cada dia.
TITANIC (1997)
Conquistando onze estatuetas do Oscar e carregando por muito tempo o título de filme mais bem-sucedido de todos os tempos, o trágico épico de James Cameron completa 25 anos neste ano e incorpora elementos reais e fictícios para trazer à vida a narrativa do RMS Titanic, um gigantesco transatlântico que colidiu com um iceberg e naufragou, tornando-se um dos maiores desastres humanos de todos os tempos. No centro desse impiedoso enredo, temos o crescente amor que desperta entre Rose DeWitt (Kate Winslet) e Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), dois jovens pertencentes a mundos diferentes e que lutam para ficar juntos em meio a tantas adversidades.
A BRUXA DE BLAIR (1999)
Um dos clássicos mais recentes da nossa lista, ‘A Bruxa de Blair’ promoveu uma grandiosa revolução no gênero terror e popularizou a estética do found footage e do mockumentário. Lançado em 1999, a produção fez um estrondo de bilheteria e funciona até os dias de hoje como uma belíssima aula de marketing sobre como promover um filme. A história acompanha três jovens cineastas amadores que viajam para uma sombria floresta a fim de rodar uma obra sobre a lenda da Bruxa de Blair; acreditando ser apenas uma narrativa fantasiosa, o grupo percebe que a perigosa criatura realmente existe e os está caçando impiedosamente.
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