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‘Vingadores: Ultimato’: Quadrinista do Homem-Aranha odiou uma cena envolvendo o personagem

Dan Slott, quadrinista que contribuiu com mais edições do Homem-Aranha do que qualquer outro na história do personagem, não gostou de um elemento específico do personagem em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Em seu perfil no Twitter, Slott critica a cena que Peter Parker aciona a ‘morte súbita’ em seu traje, brutalizando as tropas de Thanos em seu caminho durante a batalha final.

A crítica do quadrinista é mais que válida, afinal, o herói jamais mataria alguém.

“Confissão:
Houve um momento que eu não gostei em ‘Vingadores: Ultimato‘.
Este!
Peter Parker não deveria matar. Mesmo quando se trata do exército maligno de alienígenas de Thanos.
Mas não gostar de uma cena em 3 horas e 2 minutos não é tão ruim assim, né?”

Slott também vinha fazendo duras críticas às adaptações da DC, especialmente depois o clímax de ‘Homem de Aço‘, quando o Superman acaba executando Zod, algo que John Byrne havia feito em quadrinhos controversas nos anos 80.

E você, concorda com Slott?

Assista nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr.Chris EvansMark RuffaloChris HemsworthScarlett JohanssonJeremy RennerDon Cheadle, Paul Rudd, Brie LarsonKaren GillanDanai GuriraBradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Zombie Tidal Wave’: Tsunami zumbi no trailer do terror dos produtores de ‘Sharknado’

SyFy Channel divulgou o novo trailer do terror trash ‘Zombie Tidal Wave‘.

Confira:

O longa é dirigido por Anthony C. Ferrante (responsável pela franquia ‘Sharknado’), e traz novamente Ian Ziering como protagonista.

A história gira em torno de uma onda que acaba trazendo para terra firme uma horda de zumbis sedentos por carne humana – sim, foi exatamente isso o que você leu. Na verdade, a trama não é tão surpreendente assim quanto nos recordamos de que a emissora foi responsável por dar vida a algumas das franquias mais absurdas, como o recente Clownado.

Zombie Tidal Wave‘ tem estreia marcada para o dia 17 de agosto, no SyFy.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix estampa belíssima capa de revista; Confira!

Coringa, filme-solo que focará na origem do icônico personagem titular, voltou a estampar as revistas internacionais: desta vez, o personagem-titular foi capa da nova edição da Il Venerdì.

Confira:

O longa teve uma projeção gigantesca de arrecadação na bilheteria: segundo o site Box Office Pro, o projeto deve alcançar uma marca entre US$ 60 e US$ 90 milhões nas bilheterias domésticas durante seu primeiro fim de semana de estreia.

A estimativa projeta a adaptação à frente de ‘Aquaman’ (US$ 67,8 milhões) e ‘Shazam!‘ (US$ 53,5 milhões), tudo por conta da expectativa em relação aos elogios que a produção vem recebendo.

Confira o trailer:

A trama de Coringa deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

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Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

A estreia está marcada para o dia 3 de outubro de 2019.

Roteiro de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ deve ser reescrito

A produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ pode ser atrasada mais uma vez, já que foi planejada para começar no final de 2018, mas após o afastamento e o retorno de James Gunn, a sequência sofreu atrasos.

De acordo com o Comic Book, o dublê corporal de Rocket e irmão de James Gunn, Sean, foi questionado se havia lido o roteiro e deixou escapar que está esperando pela versão finalizada, que deve ser diferente da atual.

“Sabe… Eu acho que meu irmão deve… ele deve fazer outras mudanças, nesse caso eu iria ler essa versão [reescrita].”, explicou o ator.

Segundo o site, quem já leu o roteiro afirmou que o filme terá momentos mais sentimentais, como foi o sacrifício de Groot e a morte de Yondu.

Agora resta esperar para saber se esses momentos estarão no roteiro editado, e é de se esperar que os ajustes não alterem o coração da narrativa.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, pois o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios, e rumores indicam que a estreia deve acontecer em 2022.

Segundo uma fonte da Marvel, o estúdio agendou ‘Pantera Negra‘ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ para 2022, dando o pontapé inicial para a Fase 5 do MCU.

Na publicação, duas datas entre 2022 e 2024 também foram agendadas, mas ainda sem títulos revelados.  Lembrando que a informação é apenas um rumor, já que ainda não houve um pronunciamento oficial.

Anteriormente, Kevin Feige revelou durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em desenvolvimento, o que se encaixa com o rumor.

Além disso, o presidente da Marvel Studios também confirmou que ‘Pantera Negra 2‘, ‘Capitã Marvel 2‘ e os reboots de ‘Quarteto Fantástico‘ e ‘X-Men‘ vão acontecer.

 

‘Paris é uma Festa’: Livro póstumo de Ernest Hemingway vai virar série

‘Paris é uma Festa’, livro de memórias do aclamado autor Ernest Hemingway, será adaptado para as telinhas.

Segundo a Variety, o Village Roadshow Entertainment Group (VREG) recentemente fechou contrato ao lado de Mariel HemingwayJohn GoldstoneMarc Rosen para produzir uma série baseada no romance originalmente publicado em 1984.

Alix JaffeJillian Apfelbaum irão supervisionar o projeto.

A obra, lançada postumamente, detalha a vida do jovem jornalista expatriado morando em Paris da década de 1920, quando era casado com sua primeira esposa, Hadley Richardson. Ao longo de sua jornada na Cidade-Luz, Hemingway cruzou caminho com diversas figuras de grande renome, incluindo F. ScottZelda FitzgeraldAlice B. ToklasGertrude SteinJames Joyce.

‘Paris é uma Festa’ é meu livro favorito desde os onze anos, quando meu pai me levou para Paris”, Mariel comentou em uma declaração oficial. “Enquanto líamos juntos, ele me mostrou onde morava, comia, escrevia e sonhava em se tornar um grande escritor”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Fãs criam abaixo-assinado pedindo ‘De Volta para o Futuro 4’

Somente em 2019, surgiram abaixo-assinados pedindo Danny DeVito como o novo intérprete do Wolverine e até mesmo Agostinho Carrara como personagem de ‘GTA 6‘.

Desta vez, os fãs de ‘De Volta Para o Futuro‘ publicaram no Change.org um pedido para que um 4º filme da franquia seja lançado.

“Assim como ‘Caça-Fantasmas‘ ganhará uma nova sequência conectada aos filmes originais, poderíamos ver isso acontecer com De Volta Para o Futuro? Robert Zemeckis, diretor da franquia, disse que nã, mas Christopher Lloyd gostaria de ver um novo filme.”, diz parte da publicação.

Embora o diretor Robert Zemeckis tenha concluído a história da melhor forma no último filme, parece que os fãs não estão aceitando o fim da saga.

Por enquanto, o pedido é modesto e registrou apenas 150 assinaturas, mas espera-se que a campanha ganhe força pelos próximos dias.

Anteriormente, Christopher Lloyd revelou, mais uma vez, que retornaria para um quarto ‘De Volta para o Futuro‘.

“Um novo filme poderia trazer uma mensagem muito importante para o mundo todo, globalmente, sobre as mudanças climáticas e o efeito estufa. Eu voltaria sem pensar duas vezes. Seria muito legal incorporar o que está acontecendo no planeta à nostalgia do primeiro, segundo e terceiro filme”, afirmou em entrevista durante a Niagra Falls Comic Con.

“Eu ficaria muito feliz. Eu amaria voltar para o quarto filme, se eles conseguissem chegar com a ideia certa que expanda a mitologia e seja tão boa quanto a dos três primeiros. O maior desafio é fazer algo tão bom quanto os originais. Mais eu acho que um dia pode acontecer”, concluiu.

Robert Zemeckis, que dirigiu a trilogia, revelou que quarto o filme acontecerá “só por cima do cadáver dele”.

Michael J. Fox e Christopher Lloyd comentam o que ‘De Volta para o Futuro’ previu para 2015

Confira 19 raros minutos dos bastidores de ‘De Volta para o Futuro III’

Os 30 anos de ‘De Volta para o Futuro’ 

Recentemente, os astros Michael J. Fox e Christopher Lloyd se reuniram no evento beneficente da The Michael J. Fox Foundation após 28 anos do último filme da trilogia ‘De Volta para o Futuro‘.

Os intérpretes de Marty McFly e do Doutor Emmet Brown pousaram para uma foto no Red Carpet.

Confira:

A última vez que a dupla se reuniu foi em um comercial da Toyota, para comentar tudo o que ‘De Volta para o Futuro‘ pensou que poderíamos ter em 2015, como o 3D, por exemplo.

Assista:

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‘Velozes e Furiosos 9’: Lutador de UFC entra para o elenco da sequência

Segundo o site ComicBook.com, o elenco de ‘Velozes e Furiosos 9’ cresceu ainda mais: o lutador de UFC Francis Ngannou assinou contrato para participar do longa-metragem.

Seu papel, entretanto, ainda não foi revelado para o público.

Essa não é a primeira vez que um lutador participa da franquia, visto que Gina Carano fez seu début nas telonas com Velozes e Furiosos 6Ronda Rousey deu as caras em Velozes e Furiosos 7.

Ngannou se junta aos previamente anunciados Vin Diesel, Michelle RodriguezNathalie Emmanuel, John Cena, Tyrese Gibson, Jordana Brewster e Ludacris.

Diesel também confirmou o retorno Charlize Theron e Helen Mirren.

Theron interpretou a vilã Cipher no longa anterior, e Mirren deu vida à Magdalene Shaw, que também deve retornar em ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’, derivado da franquia, que estreia em 1º de agosto.

Lembrando que o astro Dwayne “The Rock” Johnson não retornará para o longa, após diferenças criativas no passado com Vin Diesel.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 21 de Maio de 2020, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Ad Astra’: Novo trailer é focado na épica jornada do personagem de Brad Pitt

O aguardado ‘Ad Astra‘ ganhou mais um breve trailer – e desta vez trouxe alguns comentários de Brad Pitt e do diretor James Gray sobre a história e sobre o filme.

Confira:

Inicialmente previsto para janeiro deste, o filme havia sido adiado para 23 de maio e agora estreia em 20 de Setembro.

Ad Astra‘ é dirigido e co-roteirizado por Gray (‘Z – A Cidade Perdida’), estrelado por Pitt e produzido pela RT Features, empresa cinematográfica comandada pelo brasileiro Rodrigo Teixeira.

A ficção científica futurista trará Pitt no papel do engenheiro espacial levemente autista Roy McBride. Tommy Lee Jones viverá seu pai. O elenco ainda conta com Donald Sutherland.

Após vinte anos da partida do seu pai para uma missão sem volta em Netuno, com objetivo de encontrar sinais de extraterrestres, McBride viaja pelo sistema solar para encontrá-lo e tentar descobrir por que sua missão falhou.

Ad Astra‘, que significa “para as estrelas” em latim, foi escrito por Gray e Ethan Gross.

‘O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas’: Clássico dos anos 1980 vai virar série!

NBC está desenvolvendo uma adaptação seriada do clássico filme O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas, de 1985. As informações são da Variety.

A série é descrita como uma releitura moderna do longa e gira em torno de um grupo de amigos muito próximos que aprendem a lidar com suas carreiras profissionais, seus comprometimentos e as responsabilidades da vida adulta.

Josh Berman será o roteirista e o produtor executivo, com Chris King atado também como produtor.

Berman é conhecido pela séries ‘Notorius’, da ABC, e pelos shows Drop Dead DivaVanished‘Killer Instinct’.

O filme original foi dirigido e roteirizado por Joel Schumacher e trouxe em seu elenco nomes como Emilio EstevezAlly SheedyJudd NelsonRob LoweDemi Moore. A comédia foi realizada com um orçamento de 10 milhões de dólares, arrecadando pouco mais de 37 milhões nas bilheterias, além de ter sido indicado ao Grammy Award de Melhor Trilha Sonora.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Empire’: Keesha Sharp entra para o elenco da última temporada

A 6ª e última temporada de ‘Empire‘ está ganhando forma e mais um novo membro de seu elenco foi anunciado.

Para completar o novo ciclo, a FOX contratou a atriz Keesha Sharp, que aparecerá de maneira regular nos episódios finais da produção. Ela é mais conhecida por ter participado da série ‘Lethal Weapon‘.

Na trama, ela interpretará a insensata médica Paula Wick, conforme revelado pelo portal Deadline. Ainda não se tem mais detalhes referentes à sua personagem e seu arco.

O próximo ciclo estreia no dia 24 de setembro.

Criada por Lee DanielsDanny Strong, a série inicialmente foi desenvolvida como um longa-metragem.

Na trama, Lucious Lyon (Howard) é um rapper que saiu das ruas e prosperou na música. Dono da gravadora Empire, ele construiu um império no meio musical. Em paralelo a isso, Cookie (Henson), sua afiada ex-esposa, retorna depois de passar 17 anos na prisão disposta a recuperar tudo que perdeu.

O elenco conta com Terrence Howard, Bryshere Y. Gray, Trai Byers, Taraji P. Henson, Ta’Rhonda Jones, Gabourey Sidibe e Serayah.

Disney+: Confira os destaques disponíveis na estreia da plataforma

Faltam apenas três meses para o lançamento da Disney+ e o catálogo da plataforma de streaming irá reunir diversos sucessos do cinema.

Ao total, mais de 300 títulos estarão disponíveis a partir de 12 novembro, além das produções originais do serviço.

No entanto, apenas quatro filmes da Marvel estarão acessíveis: ‘Homem de Ferro’, ‘Homem de Ferro 3’, ‘Thor: O Mundo Sombrio’ e ‘Capitã Marvel’.

Dentro de um ano, espera-se que a Disney recupere os direitos de exibição de ‘Homem de Ferro 2’ e ‘Homem-Formiga e a Vespa’, que devem chegar à Disney+ junto com ‘Vingadores Guerra Infinita’, ‘Pantera Negra’, ‘Capitão América: O Soldado Invernal’, ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Thor: Ragnarok’.

Confira a lista dos principais filmes disponíveis na estreia da plataforma.

‘101 Dálmatas’
‘Vida de Inseto’
‘Pateta – O Filme’
‘Pateta 2 – Radicalmente Pateta’
‘Bambi’
‘Bao’
‘Operação Big Hero’
‘Nascidos na China’
‘Capitã Marvel’
‘Carros’
‘Fantasia’
‘Procurando Dory’
‘Procurando Nemo’
‘Free Solo’
‘Frozen – Uma Aventura Congelante’
‘Como é Bom se Divertir’
‘Hércules’
‘High School Musical’
‘Querida, Encolhi as Crianças’
‘Divertida Mente’
‘Homem de Ferro’
‘Homem de Ferro 3’
‘a Dama e o Vagabundo’
‘Lilo e Stitch’
‘Mary Poppins’
‘Mickey, Donald, Pateta: Os Três Mosqueteiros’
‘Aconteceu no Natal do Mickey’
‘Moana’
‘Universidade Monstros’
‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’
‘Coleção de curtas da Pixar Vol.1’
‘Ratatouille’
‘Duelo de Titãs’
Rogue One: Uma História Star Wars
‘Bela Adormecida’
‘Branca de Neve e os Sete Anões’
Star Wars: Episódio I: A Ameaça Fantasma’
Star Wars: Episódio II: Ataque dos Clones’
Star Wars: Episódio III: A Vingança dos Sith’
Star Wars: Episódio IV: Uma Nova Esperança’
Star Wars: Episódio V: O Império Contra-Ataca’
Star Wars: Episódio VI: O Retorno do Jedi’
Star Wars: Episódio VII: O Despertar da Força
‘O Vapor Willie’
‘O Bom Dinossauro
‘Os Incríveis’
‘A Pequena Sereia’
‘Operação Cupido’ (1961)
‘O Príncipe e o Mendigo (1990)
‘O Diário da Princesa’
‘The Rocketeer’
‘O Aprendiz de Feiticeiro’
‘A Espada Era a Leina pedra
‘Você já foi à Bahia?’
‘Thor: O Mundo Sombrio’
‘Toy Story’
‘Tron’ (1982)
‘Up – Altas Aventuras
‘Wall-E’
‘Zootopia’

‘Nancy Drew’ investiga mistérios no novo trailer da série; Assista!

A CW divulgou o novo trailer da série ‘Nancy Drew‘.

Confira:

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

A série irá estrear no dia 9 de outubro, na CW.

‘9-1-1’: Tsunami atinge Los Angeles no trailer da 3ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘9-1-1‘.

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 23 de setembro.

‘9-1-1’: FOX barrou a participação da atriz Charisma Carpenter, de ‘Buffy’ 

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

Crítica | The Society – história interessante prejudicada pela má construção de personagens

As séries caracterizadas para o público teen estão cada vez mais em alta no mercado das produções audiovisuais. O canal The CW é um dos maiores neste quesito e é claro que a Netflix não ficaria para trás e também investiria nos seus próprios produtos para estes espectadores. Uma das mais recentes lançadas é The Society, criada por Christopher Keyser (Tyrant), que conta a história de um grupo de adolescentes da cidade de West Ham que saem numa excursão, mas devido a alguns problemas na estrada retornam para descobrir que o local onde residem se encontra completamente deserto, todos os pais desapareceram. A partir disso, eles precisam construir sua própria sociedade para sobreviver.

A dramaturgia não esconde suas raízes teen e traz um roteiro que aborda diversas problemáticas típicas de jovens adolescentes, sem contar os grupinhos daqueles mais conscientizados, dos rebeldes, dos ricos, dos menos providos de dinheiro, dos mais quietos aos mais falantes, e por aí vai. O ponto é que o roteiro, a princípio, é intrigante e de fato desperta a curiosidade para descobrir os reais motivos dos desaparecimentos dos pais. Algumas questões surgem como: estariam todos eles mortos e esse é o purgatório? Universos paralelos? Realidades alternativas? Entre outras.

Inclusive, alguns dos personagens se fazem as mesmas questões do público e tentam buscar soluções para essas perguntas. Contudo, apesar de provocar interesse no início, The Society se encaminha numa trilha turbulenta devido a trama escrita relativamente bem, a personagens nada carismáticos e o fato de deixar alguns furos no script que poderiam ser facilmente corrigidos (e ainda podem na segunda temporada). Já quanto aos personagens, é uma outra história.

E por falar neles, é importante ressaltar que aquela que o espectador acredita ser a protagonista, na verdade não é. Cassandra Pressman (Rachel Keller) é a mais intrigante do grupo apesar da sua participação ser bem curta. Já a verdadeira estrela do show, sua irmã Allie (Kathryn Newton), dá nos nervos a cada cena em que aparece. E para deixar a situação ainda melhor, Will LeClair (Jacques Colimon), seu par romântico, é chato ao nível hard, e as cenas em que ambos aparecem dá vontade de passar no modo rápido de reprodução.

Apesar das fracas atuações de Alex Fitzalan, que dá vida a Harry, Alex MacNicoll, Spencer House e Emilio Garcia-Sanchez, respectivamente, Luke, Clark e Jason, o trio de jogares de futebol americano, Gideon Adlon como Becca Gelb, e mais alguns que ficarão fora dessa lista, parte deles ainda conseguem se salvar. E deste outro lado, na parte de boas interpretações, fica um número pequeno como é o caso de Sam Eliot (Sean Berdy), personagem este que traz debates importantes para a série, especialmente quando começa a desenvolver uma amizade com Grizz (Jack Mulhern), um dos que mais possuem camadas dentro da produção.

Outras duas que valem a pena serem mencionadas são Helena (Natasha Liu Bordizzo), a jovem cristã que possui diálogos marcantes, e Kelly Aldrich (Kristine Froseth), a residente de West Ham que mais cresce e evolui ao longo dos capítulos. Contudo, o prêmio de atuação 100% fica para Toby Wallace, o antagonista Campbell Eliot. O ator realmente consegue transmitir a essência de Campbell e despertar no telespectador os sentimentos requeridos pelo roteiro. Se tem alguém que realmente salva a produção da Netflix em atuação é ele.

Na parte técnica a série não inova em nada quando o assunto é direção e apenas entrega alguns ângulos diferenciados – mas não tanto assim – em algumas poucas cenas. A trilha sonora é a típica jovial do momento e não acrescenta em nada na dramaturgia. A arte faz o que é preciso com o roteiro apresentado. Ou seja, não espere nada de surpreendente por aqui.

No geral, The Society é uma produção que serve como um passatempo para aquele dia em que você já não tem mais nada para assistir, só é preciso se preparar para passar um pouco de raiva conforme os episódios forem avançando. E sim, é uma raiva negativa.

Crítica | Outra Vida – série de ficção científica para passar raiva

As séries de ficção científica sempre atraíram grupos de fãs tanto pelo tema em si quanto pelas teorias conspiratórias. Vamos combinar que é intrigante acompanhar um produto audiovisual em que você pode sentar e debater por horas diversas teorias diferentes sobre os motivos pelos quais tais situações estarem acontecendo ou sobre como tudo aquilo irá se resolver. O problema reside, entretanto, na incapacidade de desenvolver um roteiro que consiga prender do início ao fim, afinal, não são muitas das produções que alcançam esse feito.

Outra Vida, série original Netflix que teve sua estreia no final do mês passado, escrita por Aaron Martin (Being Erica), traz a história da astronauta Nick Breckenridge (Katee Sackhoff) –  que precisa se reunir a uma equipe jovem para retornar ao espaço em busca de respostas sobre um artefato que pousou na Terra há seis meses e até então não realizou nenhum tipo de contato com os humanos.

A dramaturgia recheada de ficção científica e teorias conspiratórias possui um roteiro que a princípio convence o telespectador a continuar querendo saber o que mais vem por aí. Entretanto, com o passar dos primeiros episódios, fica evidente que a história não apresenta nada essencialmente novo e não se encaminha para lugar algum. É como se estivéssemos vendo o mesmo plot em que a protagonista e sua equipe se desentendem e encontram algum problema que pode acabar com a missão como um todo. É a mesma sequência de fatos repetidas por capítulos seguidos apenas mudando o motivo da briga e a situação.

A produção, por um tempo, irá prender sua atenção, contudo, ao longo do capítulos, a trama se torna cansativa, repetitiva, sendo os cliffhangers ao final de cada episódio o único motivo para alguém continuar assistindo. É um looping que somente finaliza ao final do décimo capítulo da primeira temporada, que também termina com um gancho numa tentativa frustrada de prender o espectador para a próxima etapa, se é que ainda terá uma.

Outro ponto prejudicial para a série de TV está na construção dos personagens, afinal, somente a protagonista e o holograma William (Samuel Anderson) possuem uma relação convincente, além de serem interessantes e transmitirem realismo devido a suas complexidades. Entretanto, o restante da equipe a bordo da nave é tipicamente boring, além de mostrarem somente camadas superficiais como se não existisse mais para ver deles, inclusive, é tão forte essa parte de não criarem empatia com o público que se torna difícil memorizar os nomes e saber quem é quem.

August Catawnee (Blu Hunt), Bernie Martinez (A.J. Rivera), Sasha Harrison (Jake Abel), Oliver Sokolov (Alex Ozerov), Javier Almanzar (Alexander Eling), entre outros, são todos parte deste pacote de personagens entediantes. Quanto ao marido de Nick, Erik Wallace (Justin Chatwin), cujo papel é fundamental nos avanços das descobertas na Terra, entra também no meio desses que não acrescentam muito nem em atuação, nem em construção do mesmo. Só para ter uma ideia, William, que é um holograma, tem mais química com a personagem de Katee e mais camadas que o mesmo.

No quesito técnico a produção não apresenta grandes transformações em direção, somente o básico que o telespectador já está acostumado a conferir em séries de ficção científica. A trilha sonora não acrescenta em nada, muito menos é marcante, e a arte trabalha com aquilo que o roteiro pede, nada muito surpreendente. Não vá esperando grandes transformações e diferenciais.

No geral, Outra Vida é uma série mediana, sem muito a acrescentar na vida do espectador e sustentada pela construção e atuação da protagonista e do holograma William. É uma história que te fará passar raiva depois de conferir dez episódios.

‘Amor em Obras’: Christina Milian busca recomeço no trailer da comédia romântica da Netflix

A comédia romântica da Netflix,Amor em Obras‘ ganhou seu primeiro e divertido trailer, que traz a atriz e cantora Christina Milian em busca de um recomeço na Nova Zelândia.

Confira:

Na trama, Gabriela acaba de ganhar um pousada aos pedaços na Nova Zelândia. Sem namorado e sem emprego, ela decide encarar o desafio de recomeçar uma nova vida em outro país, a fim de se redescobrir. Mas nesse processo, ela não contava com o surgimento de um belo rapaz, que vai conquistar seu coração de maneira inesperada.

Confira as primeiras imagens:

A comédia romântica é dirigida por Roger Kumble (‘Segundas Intenções‘), a partir de um roteiro escrito por Elizabeth Hackett e Hilary Galanoy.

O longa é produzido por Robyn Snyder, Mel Turner, Fernando Szew e Hannah Pillemer.

Amor Em Obras‘ é estrelado por Christina Milian e Adam Demos. A produção estreia no dia 29 de agosto na Netflix.

 

‘BH90210’: Shannen Doherty está de volta em nova prévia do revival de ‘Barrados no Baile’

BH90210: Shannen Doherty in the BH90210 "Pitch" episode airing Wednesday, Aug. 14 (9:00-10:00 PM ET/PT) on FOX. ©2019 Fox Media LLC Cr: Shane Harvey/FOX

A FOX divulgou um novo teaser de ‘BH90210‘, revival da série clássica ‘Barrados no Baile‘, trazendo o retorno de Shannen Doherty.

Confira:

Criada por Darren Star, a série original estreou em 1991 e durou por 10 temporadas. Além disso, a produção ganhou um remake na CW, que rendeu mais cinco ciclos.

O projeto tem uma proposta diferente: os atores interpretam versões “intensificadas” de si mesmos – à medida que se reúnem e consideram o lançamento de um revival da série original. A ideia é mostrar os bastidores do reencontro do elenco original quando eles decidem tocar um revival de Barrados no Baile, em um mix de série com reality. Após seguirem seus próprios caminhos desde que a série terminou, Jason, Shannen, Jennie, Ian, Gabrielle, Brian e Tori se reúnem quando um deles sugere que é hora de fazer um revival. O que acontecerá no reencontro desse icônico elenco, que cresceu diante dos olhos de todo o mundo nas telas, quando eles tentarem dar continuidade de onde pararam?

A nova versão contará com o retorno do elenco original, entre eles: Shannen Doherty, Jason PriestleyJennie GarthIan ZieringGabrielle CarterisBrian Austin GreenTori Spelling.

‘Parasite’: Filme do diretor de ‘Okja’ ganha novo trailer; Confira!

Depois de sua incursão no cinema americano com Okja (2017), o cineasta sul-coreano Bong Joon-Ho retorna às suas raízes no drama familiarParasite.

Agora, o projeto ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em O Hospedeiro (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e Okja.

O filme levou para casa o Palma de Ouro no último Festival de Cannes e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Rankeamos os Melhores e Piores Filmes da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Ultimato’

Antes de trazer esse mágico universo de super-heróis para as telas, que acabaria se tornando o principal filão da indústria cinematográfica contemporânea e consecutivamente a maior franquia da história da sétima arte, pelo menos no que se refere à popularidade e lucro financeiro, os personagens da Marvel haviam passado por algumas outras produtoras. É o caso do Homem de Ferro, que em 1990 a Universal Studios adquiriu da Casa das Ideias os direitos e planejava fazer um filme de baixo orçamento com Stuart Gordon na direção, o que não aconteceu.

Quando em 1996 a Fox tomou posse do Ferroso, muito se ventilou a respeito: de citação a nomes como Nicolas Cage e Tom Cruise para o papel principal, até Quentin Tarantino sendo cotado para dirigir a adaptação. Também nada foi acordado e o personagem acabou vendido em 1999 para New Line Cinema, que naquele período recebeu inúmeros roteiros e chegou a marcar o início da produção para 2004. Mas como novamente o projeto foi adiado, os direitos legais voltaram para a Marvel.

E foi mesmo em 2005, quando Kevin Feige escolheu de Jon Favreau para comandar a nova empreitada, que a dita Marvel Studios anunciou o lançamento de seu primeiro filme independente em parceria com a Buena Vista International. De lá pra cá, muita coisa aconteceu e o universo que hoje domina também outras mídias foi se solidificando com estratégia e responsabilidade – coisa que a rival DC/Warner parece não ter.

Agora, com o lançamento do épico ‘Vingadores: Ultimato‘, o CinePOP resolveu fazer o seu Top 22 da Marvel Studios. As escolhas, apesar de analíticas, são de certo modo imparciais, pois o que realmente importa aqui é o debate geral. Queremos saber a opiniões de vocês, nossos leitores.

Sem mais delongas, segue abaixo a nossa lista:

 

22. O Incrível Hulk (2008)

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Na época de lançamento, este correto trabalho de Louis Leterrier (Fúria de Titãs), foi bem quisto pela crítica especializada e acolhido pelo público (arrecadou $ 263.427.551 de dólares, sendo a bilheteria mais baixa da Marvel) por trazer novos elementos e aprofundar a personalidade do gigante verde – que há cinco anos havia voltado para as telonas com o trabalho autoral de Ang Lee.

Aqui vemos conflitos humanos e o que há de melhor no personagem: o monstro que guardamos dentro de nós e que há todo momento quer se libertar, soando como uma bela metáfora. Por outro lado é visível que suas veias artísticas são mínimas e sua estética suja e escura acaba destoando dos demais títulos do estúdio. Sendo até ignorado por alguns, principalmente depois que Edward Norton abandonou o posto.

 

21. Homem de Ferro 3 (2013)

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Como filme solo, o Homem de Ferro 3 é de longe o que mais deu lucro ao estúdio. Trazendo pela quarta vez Tony Stark, o personagem mais famoso desse universo, recheado de cenas explosivas como a guerra das armaduras, além do aguardado conceito do Extremis e à dinâmica e maluquice de Shane Black, o filme faturou a incrível quantia de $ 1.215.439.994.

No entanto, possui um roteiro que trata de inúmeras subtramas, mas é pedestre em todas, principalmente com o fato da regeneração. O troço simplesmente não consegue prender o público mais atento. Falhando, miseravelmente, no desenvolvimento do personagem e trazendo um Robert Downey Jr. extremamente automatizado e caricatural, ainda reciclando piadas prontas que pouco funciona. O bom elenco não consegue suprir os problemas da fita e esta acaba sendo apenas entretenimento vazio, quando poderia explorar mais seus conceitos.

 

20. Homem de Ferro 2 (2010)

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Trazendo praticamente toda equipe do anterior, com exceção de Don Cheadle que foi contratado para substituir Terrence Howard no papel de James Rhodes, Homem de Ferro 2 deu certa refrescância para a franquia por ser mais descompromissado e Downey Jr. está ainda mais a vontade no papel de Stark. Isso sem falar nas canções do AC/DC que deram um ritmo especial e marcaram definitivamente o personagem.

Mas apostando num roteiro que traz três pontos importantes para desenvolvimento – um até com grau de dramaticidade mais forte, o caso do personagem Ivan Vanko vivido por Mickey Rourke –, o longa, no fim das contas, não conseguiu obter êxito total. O primeiro ato é realmente excelente, tem todo lado fantástico e cômico do Ferroso, personagens potencialmente interessantes e um clima de romance conflitado, só que por muito se atentar apenas às tomadas de ação, deixa a desejar no andamento da trama.

 

19. Thor 2: O Mundo Sombrio (2013)

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Continuando a chamada Fase 2, ousadia era uma palavra que quase não existia no dicionário da Marvel Studios, isso em relação à complexidade de roteiros. Em O Mundo Sombrio, temos uma introdução enorme em formato de flashback, sobre o que vai desencadear o conflito da trama. Logo depois, no início do segundo ato, Odin nos conta, novamente, como tudo aconteceu. Prova do didatismo.

Ainda assim, o longa comandado por Alan Taylor quase seria um épico, pelo menos em seu primeiro ato, não apostasse em subtramas mais humanas. O que acabou tornando a obra ainda mais atraente foi a química do casal Chris Hemsworth e Natalie Portman, a apresentação familiar e a boa dose de comédia tornou a narrativa orgânica e resgatou a esperança do subgênero.

 

18. Capitã Marvel (2019)

A história acompanha Carol Danvers conforme ela se torna uma das heroínas mais poderosas do universo no momento em que a Terra se vê no meio de uma batalha galática entre duas raças alienígenas. Ambientado nos anos 1990, Capitã Marvel é uma aventura completamente nova de um período nunca visitado da história do Universo Cinematográfico da Marvel. Trata-se do primeiro filme de super-heroína da Marvel, impulsionado pelo sucesso estrondoso de ‘Mulher-Maravilha‘, da DC. Porém, uma direção insegura e um roteiro inchado falham em dar personalidade para a personagem, que é vivida de maneira apática pela Oscarizada Brie Larson. É uma pena ver tanto potencial desperdiçado. O filme vale pelas referências e por explicar como se deu início o projeto ‘Os Vingadores‘ nos anos 90… ah sim, e como Nick Fury perdeu seu olho.

 

 

17. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

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Já tendo feito filmes como Rocketeer e participado da equipe de produção da saga original de Star Wars, Joe Johnston apareceu como um nome perfeito para comandar o líder e principal personagem d’Os Vingadores, Capitão América. O diretor contou com um fiel e belo design de produção, auxiliado por uma direção de arte fabulosa, além do refinado figurino.

Assumindo-se como uma obra puramente gracejada e sem maiores aspirações, ainda que contenha cenas de impacto, tomadas de fuga e batalhas atraentes, seus personagens tridimensionais são bem aprofundados e a ideia do símbolo americano é implantada de forma orgânica e nunca maniqueísta.

 

16. Homem-Formiga (2015)

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Homem-Formiga é sem dúvida o sonho molhado dos nerds de plantão. Existem referências o suficiente para que eles gritem, aplaudam e quase cheguem ao êxtase.

O devido reconhecimento precisa ser dado a um roteiro que consiga fazer de uma história mais difícil, e que facilmente poderia ser alvo de zombaria, algo identificável, curioso e divertido. Com empenho, é justamente assim que a trama criada por Edgar Wright e Joe Cornish, e desenvolvida por eles em parceria com Paul Rudd e Adam McKay, é exibida nas telas. Com um tom bem propício de histórias em quadrinhos, Homem-Formiga é uma investida honesta e com bastante coração. Utilizando de bastante humor, esta é uma aventura digna, mesmo que tudo ocorra em menor escala. Justamente por isso, é mais humana e de fácil acesso.

 

15. Thor (2011)

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Do mesmo modo que Joe Johnston apareceu como uma figura de confiança para dirigir um grande herói, o britânico Kenneth Branagh causou uma reação exatamente oposta. Isso por ser um diretor autoral, não acostumado com blockbusters e realizar obras mais dramáticas, como os excelentes Frankenstein de Mary Shelley e Hamlet.

Mas é justamente aí que reside o grande trunfo do cineasta. Não poderia ter casado melhor Branagh para o filme, já que criou um perfeito enredo shakespeariano entre os irmãos Thor e Loki. Além de possuir o grande romance da franquia e efeitos espetaculares, o mundo de Asgard é um dos elementos mais mágicos que o estúdio já fez.

 

14. Thor – Ragnarok (2017)

O tom de ‘Thor – Ragnarok‘ é similar ao da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, deixando de lado o toma mais sério e se transformando em uma sátira dos filmes de super-heróis, revertendo o gênero e divertindo o público. Ou seja: se você não gostou dos dois primeiros ‘Thor’, você vai amar esse filme.

O Deus do Trovão finalmente mostrou a que veio e ganhou uma personalidade própria, provando o timing cômico do ator Chris Hemsworth – em sua melhor atuação até aqui. Sua interação com o Hulk é impagável, e o verdão também ganha bastante destaque como co-protagonista, apesar de vermos pouco o ator Mark Ruffalo.

Porém, o roteiro deixa um pouco a desejar. Apesar das diversas plot twists chocantes (o filme tem várias), faltou o brilhantismo de um roteirista como James Gunn – que conseguiu reverter os clichês do gênero. Outro problema é a falta de seriedade e urgência, já que estamos falando aqui de Ragnarok – a destruição de Asgard. O fim do mundo está acontecendo, mas os personagens sempre tem um tempinho para suas piadinhas de efeito (que nem sempre funcionam). É uma comédia de ação com selo Marvel.

 

13. Homem-Formiga e a Vespa (2018)

É fácil categorizar ‘Homem-Formiga e a Vespa’ como uma comédia familiar no estilo ‘Sessão da Tarde’ dos anos 90. E isso é um mega elogio, visto que eles adicionam na mistura super-heróis e muitos, muitos efeitos especiais de última geração. Sem muitas ligações com os outros filmes do Universo da Marvel (apenas uma grandiosa bem no final), o filme se permite a arriscar como uma comédia de ação e acerta em cheio. Ao contrário das piadinhas forçadíssimas enfiadas em ‘Thor – Ragnarok’, o humor aqui funciona bastante e nos tira diversas gargalhadas durante a projeção, grande parte vindo do divertido Luis (Michael Peña) – que mais uma vez faz uma narração hilária contando parte da história.

A parte negativa fica por conta da vilã e do roteiro inchado. Após um vilão cheio de camadas como Thanos, fica difícil se empolgar com uma vilã genérica cuja motivação é a velha e batida vingança. Eles poderiam ter trabalhado mais no roteiro para evitar esse clichêzão, e ainda de quebra poderiam dar uma enxugada no filme, que parece um pouco mais longo do que ele deveria ser.

 

12. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Em sua essência, Homem-Aranha: De Volta ao Lar é um filme adolescente de colégio. A decisão sábia do roteiro traz Peter Parker (Tom Holland, o terceiro intérprete do personagem e o mais jovem) de volta aos 14 – 15 anos de idade. E aqui funciona muito bem. Suas desventuras não são tão típicas quanto as de Tobey Maguire – a melhor encarnação do cerne do personagem, com falta de dinheiro, problema com as garotas, tia idosa. O Homem-Aranha de Holland é apadrinhado pelo bilionário (ou seria trilionário?) Tony Stark (Robert Downey Jr.), chega a recusar certas investidas da gracinha Liz (Laura Harrier), por quem nutre paixão, e sua tia, agora nas formas da estonteante Marisa Tomei, bem, curte dançar e uma cervejinha na janta.

A trama, embora simplista, é eficiente. Porém, o filme é uma leve sessão da tarde… Uma versão atual das comédias oitentistas do mestre John Hughes.

 

11. Vingadores: Era de Ultron (2015)

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Joss Whedon retornou como diretor e também assinou sozinho o roteiro deste Era de Ultron, que pode facilmente ser rotulado como um blockbuster autêntico. É recheado de cenas de ação, possui personagens absolutamente carismáticos e tem um humor que caminha organicamente em seus três atos. Sim, apesar do material de marketing apresentá-lo por um viés deveras obscuro, a atmosfera vivenciada aqui não é diferente da anterior. As já conhecidas gags do estúdio são recorrentes, não incomodam e funcionam como alívio cômico.

Bem como o original, a fita possui um roteiro assumidamente simplório, a história basicamente é: heróis unidos lutando para destruir o vilão – este que mesmo não tendo uma forma realmente sólida, já que está ciberneticamente enraizado em qualquer software ou inserido na internet, soando invencível dessa maneira, absorveu conceitos e valores humanos, tornando sua causa ainda mais obsessiva ou até falha.

A segunda aventura dos Vingadores no cinema consegue manter o bom nível e ainda assim superá-lo em certos aspectos, mas no geral, o primeiro filme continua superior.

 

10. Doutor Estranho (2016)

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Doutor Estranho‘ é uma viagem frenética e prazerosa para um novo mundo, que conquista com seu elenco estelar e efeitos visuais mirabolantes, se tornando a melhor apresentação de um personagem desde o primeiro ‘Homem de Ferro‘, lançado em 2008.

Para a difícil tarefa de criar um visual frenético e psicodélico, o estúdio chamou o talentoso diretor Scott Derrickson (‘O Exorcismo de Emily Rose’ e ‘A Entidade’), que nos proporciona um show visual de imagens caleidoscópicas que transformam a projeção em uma jornada alucinante – que muitos comparam com uma viagem de ácido. A fotografia de Ben Davis entrega cenas alucinógenas e muito bem orquestradas, que deixam ‘A Origem‘ no chinelo. A evolução nos efeitos visuais também é visível nesse filme, dando profundidade às cenas psicodélicas e frenéticas do “Plano Astral”.

 

9. Guardiões da Galáxia – Vol 2 (2017)

Enquanto Joss Whedon penou para realizar uma sequência melhor que ‘Os Vingadores‘, entregando o mediano ‘Vingadores: Era de Ultron‘, James Gunn conseguiu a proeza de realizar um filme ainda melhor que o original. ‘Guardiões da Galáxia – Vol 2‘ é uma viagem de ácido com o visual mais delicioso já criado em um filme da Marvel, sendo ainda mais psicodélico e colorido que ‘Doutor Estranho‘ – usando e abusando do Neon para criar um universo intergalático estonteante. Apesar de ter mais ação e mais efeitos visuais, é uma sequência mais intimista que consegue trabalhar cada personagem individualmente enquanto cria um interação extremamente divertida entre eles. É um filme que foge totalmente da “fórmula Marvel” e apresenta com louvor a família mais disfuncional e absurda do cinema. Uma pequena obra-prima, que merece ser degustada e vislumbrada. O filme mais engraçado e divertido da Marvel Studios.

 

8. Homem de Ferro (2008)

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Possuindo um elenco afiado, efeitos especiais incríveis e um roteiro absolutamente amarrado e contido, o filme dirigido por Jon Favreau pegou a todos de surpresa e fez muita gente olhar diferente para a Marvel Studios. Já que, até aquele momento, somente X-Men (Fox) e Homem-Aranha (Sony) eram os trabalhos elogiados do selo.

Homem de Ferro abriu novas perspectivas e foi enaltecido por crítica e público. Mais que isso: foi responsável por todo universo cinematográfico da Casa das Ideias. Podendo, facilmente, ficar entre os primeiros da lista.

 

7. Capitão América: Guerra Civil (2016)

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A segunda empreitada dos Irmãos Russo na Marvel resultou num filme que mesclou a maioria dos elementos de sucesso que o estúdio havia trabalhado anteriormente e adição de novas figuras marcantes. Fazendo assim um longa bastante equilibrado, cheio de grandes cenas de ação e que dá espaço para os vários personagens importantes. O embate entre eles, aliás, é completamente justificado, bem como o vilão é humanamente interessante, por ter como objetivo apenas a vingança, criando uma rima narrativa com a própria ideia do conflito.

No que se refere às aventuras propriamente ditas e algumas gags cômicas, Guerra Civil não faz feio, pois traz o clima empolgante notado no sucesso Os Vingadores (2012), bem como insere piadas sutis e naturais dentre os diálogos dos personagens.

Talvez o ponto fora da curva esteja na duração do filme, que ainda no primeiro ato possui certa gordura e faz o espectador ficar apenas na expectativa pelos acontecimentos futuros, tendo a sensação de que nada acontece. Ou até tenha faltado uma consequência mais trágica no episódio, que poderia trazer uma dramaticidade maior ao evento. No mais não há problemas que afetem a visão macro da obra.

 

6. Guardiões da Galáxia (2014)

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Diferente d’Os Vingadores, a tarefa de James Gunn com Guardiões da Galáxia era ainda mais difícil. Se Whedon teve a maioria de seus personagens apresentados e desenvolvidos nos títulos solos, Gunn, além de realizar esse feito em apenas um filme, trabalhou com figuras completamente desconhecidas no cenário mundial, colocando-as em ascensão e sendo, num todo, imensamente eficaz.

Detentor de um final emocionante, fortes doses de humor e aventura, além de possuir batalhas épicas empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, o filme já é um dos maiores acertos da Marvel. Se no início capengaram, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento que está por vir.

 

5. Pantera Negra (2018)

Esqueça as piadinhas e o humor sarcástico, ‘Pantera Negra’ é o filme mais sério e mais político já feito pela Marvel. É um filme de arte, de guerra, com moldura de super-herói. Lembra a homenagem que a Marvel fez aos filmes “de espiões dos anos 70” em ‘O Soldado Invernal’? Aqui o estúdio repete a dose e flerta com o cinema de gênero, fazendo um filme épico sobre a arte da guerra. É um ‘Coração Valente’ (1995) com um super-herói negro no lugar de Mel Gibson. Ryan Coogler, de ‘Creed’, entrega uma direção sólida e estilosa que mescla com sucesso as cenas de ação com momentos dramáticos em que seu elenco tem a chance de brilhar.

Pantera Negra’ é o James Bond da Marvel, um filme atual, político e necessário que acerta em cheio ao criar uma trama mirabolante, repleta de reviravoltas e mensagens valiosas em seu subtexto. É o filme mais sério e mais profundo da Marvel, cheio de alma e momentos épicos que deixarão qualquer cinéfilo boquiaberto.

 

4. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Em Guerra Infinita, todos (ou quase todos) os personagens principais (e alguns coadjuvantes) se unem para evitar o fim da vida na Terra como a conhecemos. Do espaço sideral surge a nova e mais magnânima ameaça com a qual os heróis já se depararam. Thanos (Josh Brolin) é um vilão (ou seria anti-herói) trágico, sofrido, que realiza seus atos com pesar e em sua loucura (que muitos aqui na Terra compartilhariam) assume a conclusão de um bem maior. Essa talvez seja a melhor surpresa do longa, a humanização de seu antagonista. O filme reuniu praticamente todo o elenco de todas as franquias da casa, e se tornou a segunda produção mais cara da história de Hollywood, atrás apenas de ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Os únicos pequenos problemas são: a falta de conclusão, deixando um cliffhanger tão gigantesco que por pouco não matou nerds ao redor do mundo de crise de nervos; e algumas óbvias reversões de fatos – o que diminui a importância do impacto inicialmente apresentado aqui, já que sabemos alguns detalhes do futuro que não corroboram a dramaticidade almejada. Seja como for, isso não exime a coragem do filme por suas apostas arriscadas.

 

3. Os Vingadores: The Avengers (2012)

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A sorte de Joss Whedon foi ter ao seu dispor personagens extremamente carismáticos – que já haviam sido explanados nos filmes solos – e em cima deles desenvolver toda proposta do enredo. Além das figurinhas carimbadas, a atração dentre a equipe foi a do HULK, interpretado competentemente por Mark Ruffalo. Ou mesmo da Viuva Negra e o Gavião Arqueiro, que ganharam um tempo especial. Aliás, todos os heróis brilharam.

Portanto, criando um universo recheado de humor e aventura, Whedon presenteou os fãs do gênero com uma fiel e legitima transposição cinematográfica de uma história em quadrinhos. E, mesmo cumprindo bem o que se propôs ser, vejo que o roteiro poderia ter sido um pouco mais ambicioso pela total dimensão. Tendo em sua ideia central o simples fato de Loki se juntar a uma determinada raça alienígena – mal explorada, por sinal – para que pudesse destruir a Terra por vingança. Não que um roteiro simplório seja algo ruim, mas certamente um pouco de ousadia tornaria a obra ainda mais grandiosa em sua plenitude.

 

2. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

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Escolher o primeiro lugar é sempre algo difícil e controverso, mas pensamos num título que tivesse ido além de todas as demais produções do estúdio e fosse um tanto mais sério e ambicioso. Logo, essa segunda aventura do Bandeiroso possui todas as características pedidas.

Pulsante em seus três atos, variando entre belíssimos planos abertos e impactantes cenas de combates corpo-a-corpo, em meio a uma trama densa, que tem como background alguns conflitos políticos, sociais e militares, Capitão América 2 – O Soldado Invernal é, sem duvidas, o que surgiu de melhor, em todos esses anos, no universo Marvel.

 

1. Vingadores: Ultimato (2019)

Quase empatado com ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘, ‘Vingadores: Ultimato’ é a grande obra-prima da Marvel Studios… A culminação de 22 filmes é bem escrita, dirigida com louvor pelos irmãos Russos e traz um desfecho digno – literalmente! Os personagens estão muito mais aprofundados aqui.

Repleto de surpresas, easter-eggs e referências, o filme é um enorme “fan service” com três horas de duração que vai revisitar todas as nossas memórias sobre esse Universo Compartilhado e expandir tudo que foi construído até agora. E no meio do caminho, eles reservam alguns dramas que deixaram os fãs aos prantos no cinema, chorando alto de soluçar. Prepara o lencinho porque até o mais forte dos cinéfilos derrubará algumas lágrimas.

Épico, audacioso e impecável, ‘Ultimato‘ consegue encerrar com louvor a história dos nossos heróis e abrir portas para um novo ciclo que promete ser ainda mais surpreendente que este. Até aqueles que acompanharam todas as teorias e supostos “vazamentos” vão se surpreender com as surpresas que a trama nos reserva, intercalando os momentos de agonia extrema com o velho e bom humor característico dos filmes da Marvel. É um espetáculo visual, auditivo e uma experiência que agradará em cheio quem é fã, e até quem não é. Imperdível!

 

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‘Invasor Zim’ está escondido na Terra no primeiro trailer oficial; Confira!

Netflix revelou hoje (14) o primeiro trailer de ‘Invasor Zim’, longa baseado na série animada homônima.

Confira:

A obra já vem sendo produzida pela Nickelodeon há algum tempo. A emissora foi responsável por transmitir o show original, bem como ‘A Vida Moderna de Rocko’, cujos direitos também foram adquiridos pela plataforma.

Leia a sinopse oficial:

Zim descobre que seus líderes nunca tiveram a intenção de ir para a Terra e, por causa disso, perde a confiança em si mesmo pela primeira vez na vida – coisa que sua nêmese humana, Dib, vinha esperando por um bom tempo.

O filme tem estreia marcada para o dia 16 de agosto de 2019.