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Paul Rudd, o Homem-Formiga, e os Irmãos Russo aparecem no primeiro vídeo do set de ‘Vingadores: Doomsday’

Há muitas especulações em torno de ‘Vingadores: Doomsday’, especialmente porque vimos pouca coisa em termos de desenvolvimento do filme após sua reestruturação completa. Afinal, originalmente, o projeto seria intitulado ‘Vingadores: A Dinastia Kang’, mas os planos mudaram após a demissão de Jonathan Majors do Universo Cinemático Marvel.

E ao que parece, Paul Rudd vai ter uma grande participação como o Homem-Formiga no filme. Em um vídeo exibido na Destination D23, o ator aparece no set ao lado dos irmãos Russo.

Assista:

Apesar dos fãs terem sido agraciados com algumas histórias do Multiverso, apenas três longas-metragens nos prepararam para a chegada de Robert Downey Jr. como Victor von Doom/Doutor Destino ao MCU‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’‘Thunderbolts*’‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, com suas respectivas cenas pós-créditos.

‘Thunderbolts*’ estabeleceu que os Novos Vingadores e a equipe de Vingadores de Sam Wilson estão em conflito por causa de uma marca registrada e, de acordo com o insider Alex Perez, do The Cosmic Circus, essa cisão será um grande ponto da trama em ‘Doomsday’

“[O] destino de todo o multiverso está em jogo”, ele escreveu em sua conta oficial no X (antigo Twitter), “E duas das equipes principais estão em conflito porque os líderes ainda estão tentando resolver o fiasco do ‘manto’. E então adicione o grupo original à mistura…”.

O “grupo original” mencionado por Perez é uma referência provável a Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro, integrantes do time clássico dos Vingadores – e o comentário do jornalista indica que os personagens irão retornar em âmbito inesperado e como aliados do Doutor Destino (através de variantes malignas que enfrentaram os heróis).

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequÊncia ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Mortal Kombat’: Famosa Adaptação de Game Violento Completa 30 Anos de sua estreia nos cinemas

Em 2026, chega a tão aguardada sequência de ‘Mortal Kombat’ (2021) nos cinemas – cuja estreia aconteceria em outubro e foi adiada para maio de 2026. A franquia possui seu público fiel, formado principalmente pelos fãs dos games. Embora o primeiro filme não tenha sido um sucesso estrondoso, nem de crítica e tampouco de bilheteria, existe certa expectativa para a sequência – em especial pela presença de Karl Urban como o favorito dos fãs Johnny Cage.

Mas é claro que o fã de cinema um pouquinho mais antigo, ou o mais empenhado, sabe que ‘Mortal Kombat’ já havia sido levado aos cinemas em live-action de forma bastante gloriosa em meados da década de 1990 – época perfeita, já que era bem próxima do sucesso do game. É justamente sobre essa primeira versão que iremos falar nessa nova matéria, já preparando os motores para o novo filme. O original está completando três décadas de sua estreia, tendo feito a alegria de toda uma geração.

Antes da chegada de ‘Mortal Kombat aos cinemas em 1995, as adaptações de videogames ainda buscavam conquistar credibilidade junto ao grande público e à crítica. O gênero era visto com desconfiança após tentativas frustradas como ‘Super Mario Bros. (1993), que, apesar do apelo da franquia da Nintendo, foi um fracasso de crítica e bilheteria, e ‘Double Dragon (1994), que também não conseguiu agradar.

Até mesmo ‘Street Fighter – A Última Batalha (1994), baseado em um dos jogos de luta mais populares do mundo e estrelado por Jean-Claude Van Damme, foi recebido com certa frieza – depois que a empolgação passou e a poeira baixou. Esses filmes sofriam com roteiros inconsistentes, direções problemáticas e uma notável dificuldade em transpor o espírito dos jogos para o cinema.

Originalmente, Mortal Kombat seria um jogo estrelado de fato por Jean-Claude Van Damme, numa parceria entre a Midway e o ator. A ideia era criar um jogo com gráficos digitalizados que colocasse Van Damme como protagonista, no auge de sua popularidade por filmes como ‘O Grande Dragão Branco (1988). No entanto, o acordo não se concretizou. Com isso, os criadores Ed Boon e John Tobias decidiram criar um personagem inspirado no astro: Johnny Cage — um ator de filmes de ação, vaidoso, vestido com calça preta, faixa vermelha e óculos escuros, que aplica um golpe clássico… exatamente igual ao “split punch” de Van Damme em ‘O Grande Dragão Branco’.

Uma das influências mais marcantes na criação de Mortal Kombat foi o cultuado filme ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986), dirigido por John Carpenter. A mistura estilizada de artes marciais, magia oriental, humor e personagens caricatos do longa serviu como uma referência visual e temática para os criadores Ed Boon e John Tobias. O vilão Lo Pan, interpretado por James Hong, foi uma clara inspiração para o feiticeiro Shang Tsung, enquanto os três guerreiros elementais que servem a Lo Pan lembram diretamente personagens como Raiden, com seus raios e visual baseado em deuses orientais. O próprio conceito de um torneio sobrenatural em um reino místico, onde heróis ocidentais enfrentam forças antigas e misteriosas, ecoa a narrativa do filme de Carpenter. Essa fusão entre culturas, ação exagerada e mitologia mística foi essencial para moldar a identidade única de Mortal Kombat desde seus primeiros pixels.

A ideia de adaptar ‘Mortal Kombat para o cinema surgiu pouco tempo depois do estrondoso sucesso dos primeiros jogos da franquia, lançados entre 1992 e 1993. Criado por Ed Boon e John Tobias, Mortal Kombat se destacou nos fliperamas por seu visual realista com atores digitalizados, violência gráfica explícita e os infames fatalities, o que lhe rendeu tanto popularidade quanto controvérsia. O impacto cultural foi imediato, com filas em arcades, protestos de grupos conservadores e até mesmo discussões no Congresso dos Estados Unidos sobre a violência nos videogames.

Diante desse fenômeno, a produtora Threshold Entertainment, liderada por Larry Kasanoff — que havia trabalhado em ‘O Exterminador do Futuro 2 — viu ali uma oportunidade de transformar a franquia em um produto multimídia. Kasanoff adquiriu os direitos junto à Midway Games e convenceu os estúdios de que Mortal Kombat tinha potencial para ir além dos fliperamas, alcançando também o cinema, a televisão e o mercado de brinquedos.

Para dirigir a adaptação cinematográfica de ‘Mortal Kombat, a produção apostou em um nome ainda pouco conhecido: o britânico Paul W. S. Anderson, que havia chamado atenção com o thriller independente ‘Shopping: O Alvo do Crime (1994). Apesar de inexperiente em grandes produções, Anderson demonstrava uma afinidade com temas sombrios e visuais estilizados, o que se alinhava com o universo do jogo. Com a pressão de manter a essência brutal de Mortal Kombat sem ultrapassar a censura PG-13 — visando atingir um público mais amplo —, o diretor optou por um tom mais aventuresco e místico, inspirado em filmes como ‘Operação Dragão (1973) e ‘Indiana Jones.

Anderson evitou o uso excessivo de sangue e gore, mas preservou o espírito dos combates e a estética marcante dos personagens, equilibrando ação, fantasia e artes marciais. Essa abordagem permitiu que o filme agradasse tanto aos fãs quanto a um público mais geral, sem perder completamente a identidade da franquia. O diretor, é claro, voltaria anos depois ao universo das adaptações de games famosos cuidando da franquia ‘Resident Evil‘ nos cinemas.

O elenco de ‘Mortal Kombat foi composto por rostos relativamente conhecidos da televisão e do cinema de ação da época, mas sem grandes estrelas de Hollywood — uma escolha que ajudou a manter o foco nos personagens e na fidelidade ao jogo. Robin Shou assumiu o papel de Liu Kang, o herói central da trama, trazendo carisma e autenticidade às cenas de luta graças à sua experiência em filmes de artes marciais em Hong Kong. Linden Ashby interpretou Johnny Cage com uma mistura de arrogância e humor, evocando a persona vaidosa do personagem nos jogos.

Bridgette Wilson, recém-saída do sucesso de ‘Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão‘ – filme que lançou a carreira de Adam Sandler nos cinemas, viveu a destemida Sonya Blade, assumindo o papel de última hora após a desistência de Cameron Diaz por conta de uma lesão (você sabia dessa?). O destaque do elenco ficou por conta de Cary-Hiroyuki Tagawa como o vilão Shang Tsung, cuja performance intensa e teatral ajudou a consolidar o personagem como um dos mais memoráveis do filme. Completando o núcleo central estavam Christopher Lambert, já consagrado por ‘Highlander: O Guerreiro Imortal, no papel do enigmático deus do trovão Raiden, e talentos como Talisa Soto (Kitana) e Trevor Goddard (Kano).

As filmagens de ‘Mortal Kombat ocorreram em diversas locações, incluindo estúdios em Los Angeles e paisagens exóticas na Tailândia, que serviram como cenário para a ilha mística onde se desenrola o torneio. Apesar do orçamento relativamente modesto para um filme de ação com elementos fantásticos — cerca de US$18 milhões —, a produção soube tirar proveito dos recursos disponíveis. As coreografias de luta foram tratadas com seriedade e ensaiadas com dedicação, resultando em sequências fluidas e impactantes.

Os efeitos especiais, embora datados pelos padrões atuais, foram inovadores para a época, especialmente nas aparições das criaturas Goro — um animatrônico de quatro braços operado por vários técnicos — e Reptile, criado com tecnologia digital. Outro elemento decisivo para o sucesso do filme foi sua trilha sonora pulsante, que mesclava música eletrônica, techno e rock industrial. O tema principal, “Techno Syndrome”, da banda The Immortals, tornou-se instantaneamente associado à franquia, ajudando a criar uma atmosfera energética e marcante que se manteve viva por décadas.

A trama de Mortal Kombat gira em torno de um torneio ancestral e místico que decide o destino da Terra. De tempos em tempos, guerreiros escolhidos são convocados para lutar na Ilha de Shang Tsung, um feiticeiro poderoso que representa o sombrio reino de Outworld. Se Outworld vencer o torneio dez vezes seguidas, poderá invadir e dominar o planeta. Com nove vitórias acumuladas, a próxima disputa será decisiva para o futuro da humanidade. Para impedir que isso aconteça, três combatentes terráqueos embarcam na jornada: Liu Kang, um monge shaolin em busca de vingança pela morte de seu irmão; Sonya Blade, uma oficial das Forças Especiais que persegue o criminoso Kano; e Johnny Cage, um astro de filmes de ação desacreditado que quer provar seu valor como lutador de verdade.

Guiados pelo enigmático deus do trovão Raiden, os três heróis enfrentam desafios físicos e espirituais enquanto combatem os guerreiros de Outworld — entre eles, o ninja Sub-Zero, o assassino Scorpion, a princesa Kitana e o próprio Shang Tsung. À medida que o torneio avança, os protagonistas descobrem que suas motivações pessoais são pequenas diante da ameaça que paira sobre toda a humanidade. Com batalhas intensas, traições e lições de autoconhecimento, ‘Mortal Kombat combina ação, fantasia e artes marciais em uma narrativa simples, porém eficiente, que honra as bases do jogo original enquanto adapta sua mitologia para o cinema de forma acessível ao grande público.

A recepção da crítica a ‘Mortal Kombat foi mista, refletindo o desafio de equilibrar as expectativas dos fãs do jogo com o apelo ao público geral. Muitos críticos elogiaram as sequências de ação e as coreografias de luta, destacando a atmosfera estilizada e o ritmo ágil do filme. Cary-Hiroyuki Tagawa, como Shang Tsung, foi amplamente reconhecido por sua atuação marcante, que conferiu ao vilão uma presença memorável. No entanto, o roteiro foi frequentemente apontado como simplista e os diálogos, por vezes, caricatos, o que limitava a profundidade dramática da trama. Além disso, alguns críticos sentiram falta de uma maior fidelidade ao tom mais sombrio e violento dos jogos. Ainda assim, o filme conseguiu conquistar um público fiel e se tornou uma referência cult dentro das adaptações de videogames, especialmente por capturar a essência visual e a energia que tornaram Mortal Kombat um fenômeno nos arcades.

Shang Tsung - Mortal Kombat (1995) #shangtsung #mortalkombat #film #goodsceene #cool #victory #victoria

Embora a crítica tenha sido dividida, a recepção dos fãs de ‘Mortal Kombat foi, em sua maioria, positiva. Muitos apreciaram o esforço do filme em trazer para as telas a atmosfera e os personagens icônicos do jogo, especialmente em uma época em que adaptações de videogames raramente agradavam aos jogadores. A fidelidade visual, as cenas de luta coreografadas e o carisma do elenco conquistaram o público fiel da franquia, transformando o longa em um sucesso cult.

Comercialmente, ‘Mortal Kombat superou as expectativas. Em seu fim de semana de estreia no dia 18 de agosto de 1995, o longa ficou com o topo do ranking das maiores bilheterias, em primeiro lugar com US$23 milhões. E assim permaneceu por mais dois fins de semana, não dando chance para filmes como ‘A Balada do Pistoleiro‘, com Antonio Banderas, e o terror baseado em Clive BarkerO Mestre das Ilusões‘. O filme arrecadou cerca de US$122 milhões mundialmente — um desempenho expressivo para um filme com orçamento modesto de aproximadamente US$18 milhões. O sucesso nas bilheterias garantiu a produção de uma sequência em 1997, além de solidificar a marca como um importante fenômeno pop dos anos 90, influenciando outras produções e mantendo vivo o interesse pela franquia em múltiplas mídias.

 

Pacificador | Pontos para prestar atenção na 2º episódio da 2ª temporada

O segundo episódio da segunda temporada de Pacificador já está no HBO Max, dando sequência ao dramático capítulo inicial. Desta vez, porém, James Gunn atua apenas como produtor e roteirista, deixando a direção com o diretor de Superbad: É Hoje!, Greg Mottola.

O texto a seguir contém SPOILERS. Siga por sua conta e risco.

Com a chegada de Mottola, o segundo episódio assume um tom mais cômico que o primeiro, mas ainda assim traz momentos muito densos. Confira!

Rick & Morty

O episódio traz um dos momentos mais grotescos de toda a série. Após matar sua versão do “mundo perfeito”, Chris (John Cena) entra em crise de uma vez por todas. Isso porque ele decidiu ser uma pessoa melhor, mas até mesmo quando ele tenta fazer o bem, acaba estragando tudo. Vale lembrar que, ao longo de sua vida, ele matou acidentalmente o próprio irmão e se viu obrigado a matar o próprio pai. Agora, não fosse o bastante, ele acaba matando a si mesmo, mas em uma realidade na qual ele não era um fracasso. Chris está em uma jornada destrutiva que o leva ao auge da solidão. Internamente, está em frangalhos. E isso o leva a convidar o Vigilante (Fred Stroma) para ajudá-lo a desmembrar e descartar o corpo dentro do portal. É engraçado porque esse momento remonta aos episódios da animação Rick & Morty, mas há um contraste muito grande dos envolvidos na cena. Chris está aterrorizado, enquanto o Vigilante está empolgado, como se fosse apenas mais uma aventura com seu melhor amigo.

Cronologia

Como já havíamos comentado no episódio anterior, o DCU tem momentos muito próximos aos de produções do falecido DCEU. Neste segundo episódio, Gunn resgata a cena de O Esquadrão Suicida (2021), na qual o Pacificador mata Rick Flag (Joel Kinnaman). Ela é idêntica a do filme, canonizando os eventos do longa neste novo universo, com exceção da menção ao tiro de Kryptonita no Superman. Mais do que isso, ela situa bem a jornada de Rick Flagg Sr. (Frank Grillo) no DCU. Neste episódio, é mostrado um flashback que situa a primeira temporada de Comando das Criaturas logo após a primeira temporada de Pacificador, por isso que Rick vai a campo nas missões. Ele ainda não era diretor.

Diretor

Os flashbacks explicam também que Rick só descobriu o verdadeiro responsável pela morte de seu filho há cerca de oito meses, quando foi promovido a Diretor da ARGUS. Por conta dos eventos da primeira temporada, em que o Pacificador ajudou a resolver a invasão alienígena, Chris contava com prestígio no projeto. Porém com a ascensão de Rick, Chris passará a ser perseguido pelo diretor, que já havia atuado em Superman (2025) neste cargo, por isso esteve presente nas reuniões sobre a segurança de Metrópolis no filme. Ou seja, sua caçada na temporada será por motivos pessoais.

Lordtech

Esse episódio termina com Chris tentando flertar com Emilia Harcourt (Jennifer Holland) de seu mundo, após roubar o telefone celular do Chris que ele acabou de assassinar. No aparelho, ele viu que namorava Harcourt nesse mundo perfeito, o que o levou a tentar uma investida em sua realidade, o que deu terrivelmente errado. É interessante reparar que o telefone do ‘mundo perfeito’ era fornecido pela Lordtech, empresa de Maxwell Lord (Sean Gunn), o grande patrocinador da Gangue da Justiça. Ele está ganhando relevância na série, então é possível que volte a aparecer em breve. Fato é que James Gunn já falou que não enxerga o empresário exatamente como um vilão, mas como um bilionário meio babaca.

Cegueira de Pássaros

Por fim, o episódio traz a grande sequência de ação da temporada até aqui. E o mais legal é que ela é protagonizada pelo Eagly, a águia de estimação do Pacificador. Ele ataca as tropas de Langston Fleury (Tim Meadows), que está espionando a casa de Chris a mando de Rick. A cena é toda construída em cima da piada de que Langston sofre de Cegueira de Pássaros, uma condição médica que o impede de identificar diferentes espécies de aves. Ele começa confundindo a águia com um pato, e logo depois tem seus comandados destroçados pela ave de rapina. Caso você tenha terminado o episódio com dúvida, a “Cegueira de Pássaros” não é uma doença real.

Os novos episódios de Pacificador estreiam toda quinta-feira às 22h, no HBO Max.

Saiba QUANDO o teaser trailer de ‘Pânico 7’ deve ser lançado

Segundo o confiável insider DanielRPK, o primeiro teaser trailer de ‘Pânico 7‘ já está pronto e foi enviado aos cinemas norte-americanos.

O teaser pode estrear nesta quinta-feira, dia 4, com as cópias de ‘Invocação do Mal 4‘. Porém, a certeza é que o teaser será lançado ainda no mês de setembro.

Lembrando que ‘Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Netflix CANCELA série de suspense do criador de ‘Pânico’ e assinantes estão revoltados

‘O Píer’, novo drama familiar criado por Kevin Williamson (‘Pânico’), foi oficialmente cancelado pela Netflix após uma temporada.

A série tinha no elenco o brasileiro Rafael Silva e havia conquistado bons números de audiência.

Nas redes sociais, os fãs reagiram ao cancelamento.

Confira:

Williamson já comunicou a decisão da plataforma de streaming ao elenco. O restante da equipe também foi informada.

Ainda não se sabe o motivo pelo qual a Netflix resolveu finalizar a atração, visto que a série permaneceu cinco semanas no Top 10 das séries de língua inglesa do serviço – além de alcançar 11,6 milhões de visualizações em sua primeira semana de estreia.

Inspirada em eventos reais, a trama acompanhou os membros da família Buckley, focando em suas tentativas de manter o controle de seu império pesqueiro em ruínas na Carolina do Norte – o que os levam a meios cada vez mais perigosos para se manterem por cima.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Holt McCallany, Maria Bello, Jake Weary, Melissa BenoistDave Annable e outros estrelam.

 Williamson assina o roteiro da produção, além de servir como produtor executivo ao lado de Ben Fast.

Apesar de ser conhecido por criar a icônica franquia ‘Pânico‘ e estar fortemente associando ao gênero terror, Williamson também tem experiência em projetos dramáticos – tendo sido responsável pelo clássico teen ‘Dawson’s Creek‘.

Crítica | ‘Pssica’ – Com atuações viscerais, série brasileira da NETFLIX escancara as feridas de uma sociedade dominada pela criminalidade

Créditos: Aline Arruda e Diego Formiga/Netflix
Créditos: Aline Arruda e Diego Formiga/Netflix

É tão bom assistir a uma produção audiovisual brasileira com tanta qualidade! Esta, em especial, provoca reflexão atrás de reflexão! Baseada no livro homônimo do escritor paraense Edyr Augusto, a nova série da NetflixPssica – empolga do primeiro ao último episódio, conduzindo o público por um mosaico de violência, cujas peças se encaixam com certa precisão, ao apresentar uma tonelada de temas importantes. Somam-se a esse retrato, que escancara as feridas de uma sociedade dominada pela criminalidade, atuações viscerais de um elenco coeso.

Já vá se preparando: esta é uma daquelas séries que merecem uma maratona! Do drama à ação, embarcamos em histórias que correm em paralelo, com dinâmicas conturbadas entre pais e filhos atravessando toda o discurso. Personagens muito bem desenvolvidos, são levados ao extremo de qualquer limite moral, em um lugar dominado pela corrupção, por crimes violentos – um paraíso consumido pelo crime.

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

Com ritmo eletrizante, desde seu piloto brilhante, vamos percebendo que a complexidade do texto de Edyr Augusto é muito bem diluído em quatro episódios com cenas fortes que vão nos levando até um mar de inconsequências. As protagonistas são nossos maiores guias nessa história. Uma adolescente sequestrada e vivendo horrores, busca encontrar soluções para a situação em que está. A outra, uma heroína sul-americana, com marcas no presente e no passado, que embarca numa sede de vingança.

A narrativa busca seu caminho por meio das infinidades que o cinema pode provocar – inclusive com um achado que se soma ao desenvolvimento: a ilustração de trechos do livro, que volta e meia ganham espaço entre as cenas. A trilha sonora marcante e cenas, muito bem dirigidas pelo diretor Quico Meirelles, conduzem o espectador por paisagens empolgantes na fronteira amazônica, escancarando de forma intensa os diferentes tipos de corrupção que corroem o senso de humanidade.

Pssica, em seus quatro episódios já disponíveis na Netflix – nos apresenta o contraste de um pedaço do nosso país, do paraíso ao inferno. Uma minissérie provocante, que nos faz refletir bastante sobre nossa sociedade.

 

Adam Sandler seria o Willy Wonka e o Rocket Raccoon! Conheça os Personagens Famosos que o ator QUASE interpretou…

Ao longo de mais de três décadas de carreira, Adam Sandler construiu uma galeria de personagens que marcaram gerações. De Happy Gilmore, o jogador de hóquei que vira um fenômeno do golfe, a Billy Madison, o herdeiro imaturo que precisa repetir a escola inteira, passando por odes à comédia escrachada como ‘O Paizão, ‘Como Se Fosse a Primeira Vez e ‘Tratamento de Choque, Sandler se tornou um símbolo do humor americano dos anos 90 e 2000. Em seu acervo, também provou o talento dramático em filmes como ‘Joias Brutas(Uncut Gems) e ‘Arremessando Alto(Hustle), conquistando a crítica e mostrando uma faceta que não explora com frequência em sua atuação.

Esses personagens, muitos deles criados sob medida para o estilo de humor do próprio ator, consolidaram seu nome em Hollywood — e ajudaram a definir o que se entende por “comédia de Adam Sandler”: exagerada, sentimental, às vezes absurda, mas quase sempre irresistível para seu público fiel. No entanto, o que poucos sabem é que o astro quase deu vida a outros papeis igualmente memoráveis. Algumas oportunidades foram recusadas, outras sequer chegaram a passar do estágio das negociações, mas todas revelam um aspecto curioso da indústria cinematográfica: o que vemos nas telas é apenas uma parte da história.

A seguir, relembramos alguns dos papeis que Adam Sandler quase interpretou ao longo dos anos — personagens que poderiam ter mudado não apenas sua trajetória, mas também a maneira como esses filmes foram recebidos pelo público. Prepare-se para imaginar versões alternativas de clássicos do cinema, com Sandler no centro da ação.

Colateral (2004)

Um dos papeis mais marcantes que Adam Sandler deixou escapar foi o do motorista de táxi Max, no thriller ‘Colateral (2004), dirigido por Michael Mann. Sandler chegou a ser escalado para o papel, e iria contracenar com Tom Cruise, que interpreta um assassino de aluguel. No entanto, ele acabou desistindo do projeto para se dedicar ao drama ‘Espanglês, lançado no mesmo ano. A vaga então foi preenchida por Jamie Foxx, cuja performance foi tão impactante que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. É curioso imaginar como o filme teria soado com o tom mais contido e introspectivo de Sandler — e se ele teria alcançado o mesmo reconhecimento da crítica.

A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Adam Sandler também foi considerado para o papel de Willy Wonka no remake de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005), dirigido por Tim Burton. A ideia era explorar uma versão mais excêntrica e divertida do icônico dono da fábrica, aproveitando o carisma e a veia cômica do ator. No entanto, o estúdio acabou optando por um caminho mais sombrio e estilizado, escalando Johnny Depp, colaborador frequente de Burton, para o papel. A escolha dividiu opiniões e deu ao personagem uma abordagem bastante peculiar — bem diferente da interpretação que Sandler poderia ter oferecido.

Uma Loucura de Casamento (1998)

Segundo o site TV Over Mind, Adam Sandler chegou a ser escalado para viver Michael Berkow, o personagem que acidentalmente mata a stripper em ‘Uma Loucura de Casamento (Very Bad Things), de 1998. O papel acabou ficando com Jeremy Piven, após Sandler deixar o projeto por conflitos de agenda — na época, ele estava envolvido nas filmagens da comédia ‘O Rei da Água(The Waterboy), que se tornaria um dos maiores sucessos de sua carreira. No entanto, há outra versão da história: em entrevista ao The Guardian, o diretor Peter Berg afirmou que, apesar de excelentes ensaios, Sandler acabou recusando o papel por considerar o material “sombrio demais” para o tipo de filme que queria fazer naquele momento. Seja por conflito de agendas ou por questões criativas, essa oportunidade perdida mostra o contraste entre o humor caótico da comédia pesada e o estilo mais leve que marcou o início da trajetória de Sandler no cinema.

Encontro Explosivo (2010)

Além de quase dividir a tela com Tom Cruise em ‘Colateral, Adam Sandler também esteve próximo de assumir um papel que acabaria indo justamente para o astro de ‘Missão: Impossível— e que hoje é considerado uma de suas performances mais subestimadas. Trata-se de Roy Miller, o agente secreto carismático e imprevisível de ‘Encontro Explosivo (Knight and Day, 2010), uma comédia romântica recheada de ação. Segundo o The New York Times, Sandler chegou a negociar para protagonizar o filme, que inicialmente seria moldado como uma comédia romântica com tons de espionagem, ao lado de Drew Barrymore, sua parceira frequente em sucessos do gênero.

A proposta parecia feita sob medida para seu estilo — um romance leve com uma ideia maluca por trás —, mas o ator acabou recusando o papel. Em tom bem-humorado, justificou a decisão dizendo: “simplesmente não me vejo com uma arma na mão” — uma declaração que revela uma curiosa autoconsciência. No entanto, a justificativa fica um tanto curiosa quando lembramos que, dois anos antes, ele estrelou ‘Zohan: Um Agente Bom de Corte, interpretando justamente um comando antiterrorista israelense, ainda que tenha abandonado a vida de ação para seguir o sonho de ser cabeleireiro. Com Sandler, até a lógica tem seu próprio senso de humor.

Bastardos Inglórios (2009)

Poucos atores recusam uma oportunidade de trabalhar com Quentin Tarantino, cujos roteiros afiados e personagens intensos são considerados verdadeiros presentes para qualquer intérprete. Participar de um filme do diretor muitas vezes significa um novo fôlego na carreira — algo que já aconteceu com nomes como John Travolta, Pam Grier e até Leonardo DiCaprio. Mas Adam Sandler faz parte de um seleto grupo que disse “não” a Tarantino. O convite era para interpretar Donny Donowitz, o temido “Urso Judeu” de ‘Bastardos Inglórios (2009), papel que acabou indo para Eli Roth.

Sandler recusou para estrelar a comédia dramática Tá Rindo do Quê?’ (Funny People) dirigida por Judd Apatow, uma obra mais pessoal que explora o universo do stand-up e a fragilidade por trás do humor. Embora não tenha sido um sucesso de bilheteria, o filme trouxe uma das atuações mais sensíveis de sua carreira. Por outro lado, Roth entregou uma performance intensa e icônica como o vingador judeu armado com um taco de beisebol. No fim, ambos os projetos encontraram seu lugar — mas fica a curiosidade de como seria ver Sandler em um papel tão brutal e marcante dentro do universo tarantinesco.

Guardiões da Galáxia (2014)

De acordo com o site The Things, no meio da década de 2010, Adam Sandler recebeu a oferta para dar voz ao icônico Rocket Raccoon em ‘Guardiões da Galáxia, papel que acabou ficando com Bradley Cooper. No entanto, essa história foi desmentida pelo próprio diretor James Gunn, que afirmou não ser verdade que Sandler esteve na disputa pelo papel. Em resposta a rumores publicados nas redes sociais — que também afirmavam que Sandler teria feito teste para dublar o Groot, papel que ficou com Vin DieselGunn esclareceu que nunca sequer conheceu o ator, colocando um ponto final nas especulações.

Mesmo assim, a ideia de Sandler como o guaxinim falante gerou muita curiosidade, ainda mais porque ele teria recusado a participação no blockbuster para estrelar a esquecida comédia romântica ‘Juntos e Misturados (2014), na qual contracenou com Drew Barrymore pela terceira vez. Embora a parceria fosse divertida, dificilmente poderia competir com o sucesso estrondoso e o carisma explosivo de Rocket nas bilheterias. É importante destacar que Sandler não escolhe seus projetos apenas pelo potencial comercial, mas principalmente pelo quanto se diverte fazendo-os — e nisso ninguém pode culpá-lo. Ainda assim, poucos atores diriam “não” a Kevin Feige e abririam mão de integrar o universo Marvel. No fim, deu tudo certo: Cooper se tornou a voz definitiva do personagem, conquistando fãs ao redor do mundo, enquanto Sandler seguiu trilhando seu próprio caminho no cinema.

VEM AÍ! ‘Grimm’ vai ganhar filme…

Personagens da série Grimm em floresta com armas

A série de fantasia ‘Grimm‘ vai ganhar um reboot. O Deadline afirma que o Peacock está desenvolvendo um filme baseado no seriado, que será lançado direto em seu serviço de streaming.

Josh Berman, criador de ‘Drop Dead Diva‘, será o roteirista da nova versão. Ele também servirá como produtor executivo ao lado da equipe criativa do seriado original, os cocriadores e showrunners David GreenwaltJim Kouf.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados. O reboot alegadamente manterá conexão com a produção original, mas terá sua própria identidade – podendo ser assistido por novos espectadores que não assistiram a série da NBC.

Na trama da série…

O detetive Nick Burkhardt descobre que ele é parte de um grupo encarregado de manter o equilíbrio entre a humanidade e as criaturas mitológicas, um Grimm.

O seriado original durou por seis temporadas e rendeu 123 episódios. Um derivado feminino foi anunciado em 2018, mas o projeto nunca saiu do papel.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vin Diesel e Dwayne Johnson ENCERRAM briga nos bastidores antes de voltarem para ‘Velozes e Furiosos 11’

A rixa que existia entre os astros de ‘Velozes e Furiosos’, Vin Diesel e Dwayne Johnson, movimentou os tabloides do mundo inteiro por um tempão.

A rivalidade entre os dois começou durante as filmagens de Velozes e Furiosos 8 (2017), quando Dwayne Johnson publicou uma crítica enigmática no Instagram, chamando colegas de elenco de “covardes” e “profissionais de mentira” — mensagem que muitos interpretaram como dirigida a Vin Diesel. A tensão se intensificou nos anos seguintes, com declarações públicas e rumores de desentendimentos criativos e pessoais.

Apesar disso, Vin Diesel chegou a convidar Johnson publicamente para retornar à franquia em 2021, com um apelo emocional citando até o falecido Paul Walker. Johnson, na época, considerou o gesto “manipulativo” e rejeitou a proposta. A relação parecia irrecuperável.

Contudo, em 2023, os fãs foram surpreendidos por uma aparição surpresa de Dwayne Johnson na cena pós-créditos de Velozes e Furiosos 10, sinalizando que as portas estavam se reabrindo. Segundo fontes próximas à produção, os dois astros se encontraram em particular meses antes das filmagens e tiveram uma “conversa sincera e transformadora”.

“Chega um momento em que você percebe que a irmandade que construímos na tela é maior do que qualquer desentendimento fora dela”, disse Johnson em uma entrevista recente. “Conversamos como homens, como pais, e como amigos. E agora, estamos juntos novamente — mais fortes.”

Como Johnson volta para o próximo filme da franquia, Diesel encerrou a briga postando uma foto com a seguinte legenda: “Apenas amor… Sempre…”.

Confira:

Foto postada recentemente por Vin Diesel

Diesel pegou os fãs de surpresa ao anunciar oficialmente que Velozes e Furiosos 11 – também conhecido como Velozes e Furiosos 10: Parte 2 – já tem data de estreia marcada: abril de 2027.

Segundo Diesel, que além de protagonista também atua como produtor da franquia, o novo capítulo marcará um retorno simbólico às raízes da saga, com a trama sendo ambientada novamente em Los Angeles – cidade onde tudo começou em Velozes e Furiosos (2001). A proposta, segundo ele, é resgatar o espírito original da série, focando menos em missões globais cheias de explosões e mais na “cultura dos carros” e nas corridas de rua que conquistaram o público no início da franquia.

“Vamos voltar ao coração da história. Às ruas. À cultura que nos formou. Essa sempre foi a essência de Velozes e Furiosos”, declarou o ator no palco do evento, sendo ovacionado pelos fãs presentes.

No entanto, a revelação mais emocionante da noite foi a confirmação do retorno do personagem Brian O’Connor, interpretado originalmente por Paul Walker, falecido em 2013. Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

Com esse retorno e o tom mais emocional anunciado para o filme, Velozes e Furiosos 11 parece caminhar para um encerramento épico e nostálgico da saga principal, que já dura mais de duas décadas. A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.

10 séries que fazem você dizer “Hmm, interessante…”

Um roteiro empolgante, episódios que se interligam e reviravoltas que chamam a atenção. Pensando nesses três pontos importantes de qualquer produção seriada, algumas obras conseguem ligar de forma envolvente esses, e outros elementos, transformando o sofá de casa no lugar preferido da nossa residência. Abaixo, segue 10 séries bem legais para você maratonar:

 

A Melhor Irmã (Prime Video)

Chloe (Jessica Biel), é um mulher bem-sucedida, editora-chefe de uma revista de sucesso, que vive sua rotina de milionária ao lado do marido, o advogado Adam (Corey Stoll), e do filho Ethan (Maxwell Acee Donovan). Sua rotina é interrompida quando Adam é brutalmente assassinado e Chloe encontra seu corpo quando chega em casa. A partir desse momento, segredos profundos sobre o casamento começam a vir à tona — incluindo a chocante revelação de que Ethan é, na verdade, fruto de um relacionamento entre Adam e Nicky (Elizabeth Banks), irmã de Chloe. Sem opções, a não ser lidar com o passado e os conflitos entre elas, Chloe e Nicky precisam superar as desavenças e encontrar soluções para os conflitos que aparecem.

 

C.B. Strike (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Cormoran Strike (Tom Burke), um condecorado ex-membro do exército britânico que teve uma parte do corpo amputada. Ele é filho de um famoso artista (como quem não se dá bem). Tempos atrás resolveu abrir um escritório de investigações que atualmente, e também após o término com a ex-epsosa, vai de mal a pior. Tudo parece começar a mudar com a chegada de Robin (Holliday Grainger), sua nova assistente, uma jovem com grande vontade de trabalhar como detetive. Ambos embarcam em jornadas misteriosas buscando decifrar não só os crimes terríveis que aparecem pelo caminho mas também as mentes por trás.

 

As Mil Mortes de Nora Dalmasso (Netflix)

Um dos crimes mais cruéis de toda história da Argentina, com quase duas décadas desde seu ocorrido, e ainda sem solução. Retratando em uma contextualização profunda os desenrolares desse brutal assassinato, chegou na Netflix As Mil Mortes de Nora Dalmasso, um projeto que por meio de depoimentos de advogados, imprensa que fez a cobertura na época, reportagens da época e da própria família, monta recortes com pontos de vistas sobre todo o circo midiático que se tornou a investigação.

 

Som na Faixa (Netflix)

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões.

 

Black Bird (Apple Tv+)

Inspirado em fatos reais, em Black Bird conhecemos Jimmy (Taron Egerton), um charmoso traficante de drogas que vê todo seu mundo ir à baixo quando a polícia invade a sua casa e o faz ser condenado a 10 anos de prisão. Alguns meses se passam e algo inusitado acontece: a polícia volta a conversar com ele lhe propondo um acordo que consiste em ele ser enviado a uma prisão de segurança máxima, conseguir a confissão de um suspeito de assassinatos chamado Larry (Paul Walter Hauser) e assim conseguir a liberdade. Mas nada será fácil e muitas perguntas se encontrarão pelo seu caminho.

 

Slow Horses (Apple Tv+)

Na trama, conhecemos os Slow Horses, um grupo de agentes da inteligência britânica que foram colocados para escanteio, indo para uma espécie de segunda divisão da espionagem local. Esse grupo é liderado pelo enigmático Jackson Lamb (Gary Oldman), um homem com um passado misterioso, deveras arrogante, que esconde segredos. Certo dia, o grupo descobre uma espinhosa trama que envolve mentiras no alto escalão da inteligência e um sequestro de um jovem. Assim, o destino deles se encontra com a poderosa Diana Taverner (Kristin Scott Thomas), uma das chefes de um setor do MI5.

 

Lakers: Hora de Vencer (HBO MAX)

Na primeira temporada, que possui 10 eletrizantes episódios com cerca de uma hora de duração, acompanhamos a trajetória quase desorganizada de Jerry Buss (John C. Reilly) um empresário quase fanfarrão que resolve do dia para a noite comprar um time de basquete chamado Los Angeles Lakers, uma franquia na época que não era tão vitoriosa dentro de uma liga, a NBA, que ainda começa a engatinhar como força nos esportes norte-americanos. Assim, vamos acompanhando a primeira campanha vitoriosa de um time que acabara de draftar (escolher atletas dos esportes universitários) Magic Johnson (Quincy Isaiah), um astro do basquete que viria a se tornar uma verdadeira lenda.

 

Tokyo Vice (HBO MAX)

Caminhando nos ofícios da profissão de jornalista mostrando o conflito cultural entre um jovem norte-americano entusiasmado pelo que faz trabalhando no principal jornal de um país completamente diferente do seu, Tokyo Vice chegou ao streaming da HBO Max de forma tímida, sem muito alarde, e nos seus minuciosos oito episódios da primeira temporada (todos já disponíveis) conquista de vez toda nossa atenção. É um episódio melhor que o outro. Há muitos tipos de conflitos dentre fascinantes personagens que estão contidos nessa ótima trama baseada em fatos reais.

 

Yellowjackets (Netflix, Paramount Plus)

Na trama, conhecemos quatro mulheres na fase adulta que por mais que sigam suas vidas com suas respectivas famílias foram marcadas por acontecimentos trágicos quando eram adolescentes (cerca de duas décadas atrás) e viajavam de avião para um jogo importante já que eram do time de futebol feminino conhecido em toda a cidade delas chamadas de Yellowjackets. Assim, ao longo de 10 intensos episódios vamos conhecendo Tai (Tawny Cypress), Shauna (Melanie Lynskey), Misty (Christina Ricci) e Natalie (Juliette Lewis) e os segredos que esconderam durante todo o tempo em que estiveram perdidas após um grave acidente de avião.

 

Mayor of Kingstown (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos os irmãos McLusky, Mike (Jeremy Renner) e Mitch (Kyle Chandler), que levantaram um negócio na cidade de Kingstown que envolve serem intermediários em acordos envolvendo criminosos barra pesada, policiais, carcereiros. Isso obviamente os coloca em situações complicadas e violentas, se expondo ao tempo todo. A mãe deles, a professora Miriam (Dianne Wiest) nunca foi a favor do que os filhos fazem principalmente quando eles usam como apoio em suas negociações o outro irmão deles, o policial Kyle (Taylor Handley). Assim, em meio ao tiroteio de informações que chegam, Mike toma à frente das ações que terão consequências para ele e a todos que o cerca.

Autor de ‘Psicopata Americano’ acha que remake é fake: “Não tenho nada a ver com isso”

O escritor Bret Easton Ellis, autor de Psicopata Americano‘, não gostou nadinha que estão fazendo um remake do filme baseado em sua obra e falou que o projeto é “fake”.

A Variety revelou que Austin Butler (‘Elvis’) teria sido escolhido para protagonizar o longa, que seria dirigido por Luca Guadagnino, mais conhecido por ‘Me Chame Pelo Seu Nome’.

No entanto, Bret Easton Ellis acredita que tudo não passa de uma grande “fake news” e afirma que não há nenhum contrato assinado com Austin Butler.

“Tenho a sensação de que é tudo fake news. Ouvi de alguém, em algum lugar, que não há nenhum contrato. Austin Butler não assinou nada para interpretar Patrick Bateman”, disse Ellis.

O escritor também revelou que Scott Burns, apontado como o suposto roteirista do remake, igualmente não possui contrato com a Lionsgate.

Scott Burns, que supostamente escreveria o roteiro, também não tem contrato. Diversas fontes que tenho apontam que isso é tudo mentira, apenas para testar a reação do público. Se o projeto existe, eu não estou envolvido, não tenho nada a ver com isso”, completou Ellis.

O livro de Ellis, publicado em 1991, causou controvérsia por seu conteúdo violento e pela narrativa chocante que acompanha a vida de um banqueiro de investimentos que se torna um serial killer. A nova adaptação promete trazer uma abordagem moderna da trama.

Apesar de não ter sido um grande sucesso de bilheteria (arrecadando apenas US$ 34,2 milhões mundialmente), o suspense Psicopata Americano conquistou status de cult ao longo dos anos, desenvolvendo uma base leal de fãs.

A sinopse oficial do filme afirma: “Em Nova York, em 1987, o belo jovem profissional Patrick Bateman tem uma segunda vida como um horrível assassino em série durante a noite. O elenco é formado pelo detetive, a noiva, a amante, o colega de trabalho e a secretária. Esta é uma comédia de humor seco que examina os elementos que transformam um homem em um monstro.”

Psicopata Americano está disponível no Prime Video.

Hugh Jackman como Wolverine teve cena CORTADA de ‘Quarteto Fantástico’ (2005); Assista!

Em uma revelação que pegou muitos fãs de surpresa, foi confirmado que Hugh Jackman fez uma participação especial não creditada como Wolverine no filme ‘Quarteto Fantástico‘, lançado em 2005. A descoberta veio à tona após o lançamento de uma versão remasterizada do filme em 4K, que inclui cenas deletadas e comentários do diretor Tim Story.

A breve aparição acontece em uma cena cortada ambientada em Nova York, onde o Quarteto interage com um mutante desconhecido em um bar após uma batalha. O personagem, de jaqueta de couro e charuto, faz um comentário sarcástico sobre “turistas com superpoderes”, antes de desaparecer pelas sombras — uma clara referência ao estilo de Wolverine.

Na nova versão, o rosto de Hugh Jackman é visível por alguns segundos, confirmando o rumor que circulava entre os fãs há anos.

Assista:

Segundo os comentários do diretor, a ideia da participação veio como uma forma de criar um universo compartilhado entre os filmes da Marvel produzidos pela 20th Century Fox, já que Jackman já havia interpretado Wolverine em três filmes dos X-Men na época. No entanto, a cena acabou sendo cortada para evitar confusão entre as franquias e devido a questões contratuais.

“Foi uma decisão difícil na época”, disse Story. “Tínhamos essa conexão incrível nas mãos, mas o estúdio não estava pronto para expandir esse universo de forma oficial. Hoje, vendo como os fãs valorizam esse tipo de crossover, me arrependo um pouco de não ter mantido a cena.”

A revelação reacendeu o entusiasmo dos fãs da era pré-MCU, que agora revisitam os filmes da Fox em busca de outras possíveis conexões escondidas.

‘F1’ se torna o filme mais LUCRATIVO da carreira do astro Brad Pitt – Conheça o TOP 10 do ator!

Pitt

Uma das coisas mais legais em qualquer carreira é se saber reinventar. Sempre existe espaço para fazer mais filmes bem sucedidos, mesmo em uma trajetória de sucesso que já dura três décadas e meia. Esse é o caso com o astro Brad Pitt, que este ano estreou o seu filme de maior bilheteria mundial. ‘F1: O Filme‘, épico sobre fórmula 1, que é uma espécie de ‘Top Gun: Maverick‘ nas pistas de corrida (e contou inclusive com o mesmo diretor do citado longa de Tom Cruise) quebrou alguns recordes, um deles foi ter se tornado o maior filme em termos de bilheteria da carreira duradoura de Brad Pitt.

É preciso lembrar também que embora Pitt estrele sim filmes comerciais, ele sempre deu ênfase para superproduções de conteúdo, nunca estrelou um filme de super-heróis (a fonte mais lucrativa na atualidade), não é adepto de grandes franquias e dificilmente protagoniza continuações de seus filmes. Ou seja, mesmo com todos esses “entraves”, Pitt conseguiu uma carreira de bastante sucesso, com obras autorais e ainda assim lucrativas. Abaixo separamos para você os 10 filmes mais lucrativos da carreira do ator, para termos uma ideia da quebra de barreira que ‘F1‘ conquistou. Confira.

10) Bastardos Inglórios (2009)

Inglorios

Em 2009, Brad Pitt protagonizou ‘Bastardos Inglórios, sua primeira parceria com Quentin Tarantino, interpretando o carismático e impiedoso tenente Aldo Raine. Misturando humor ácido, violência estilizada e uma ousada reescrita na história da Segunda Guerra Mundial, o filme conquistou público e crítica, tornando-se um dos maiores sucessos da carreira do ator. A produção arrecadou cerca de US$ 321 milhões mundialmente. Além do desempenho financeiro impressionante, o longa consolidou Pitt como um astro capaz de brilhar tanto em blockbusters quanto em projetos autorais, e foi indicado a alguns prêmios no Oscar.

09) Seven (1995)

Seven

Agora voltamos 30 anos no passado, para o primeiro filme protagonizado por Pitt, após seu divisor de águas em ‘Entrevista com o Vampiro‘ (1994). ‘Seven’ apresentou o ator em um de seus papeis mais intensos, como o detetive David Mills, ao lado de Morgan Freeman e sob a direção de David Fincher – que viria a se tornar um parceiro recorrente. O suspense sombrio e perturbador conquistou a atenção do público pela atmosfera sufocante e pelo desfecho impactante, que se tornou icônico na cultura pop. O filme surpreendeu ao arrecadar mais de US$ 328 milhões em bilheteria global. O sucesso não apenas reforçou a versatilidade dramática de Pitt, mas também ajudou a consolidar ‘Seven como um clássico moderno do gênero policial.

08) O Curioso Caso de Benjamin Button (2008)

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Último filme (até o momento) da parceria entre Pitt e o diretor David Fincher (lembrando que ‘As Aventuras de Cliff Booth‘ está sendo filmado atualmente), ‘O Curioso Caso de Benjamin Button‘ emocionou plateias do mundo todo, inspirado em um conto de F. Scott Fitzgerald. No papel do homem que nasce idoso e rejuvenesce ao longo da vida, o ator entregou uma interpretação sensível e tecnicamente desafiadora, apoiada por efeitos visuais inovadores. O filme alcançou uma bilheteria mundial de aproximadamente US$ 335 milhões. Além do êxito comercial, a produção recebeu 13 indicações ao Oscar, reafirmando Pitt como um intérprete capaz de equilibrar apelo popular e reconhecimento crítico.

07) Doze Homens e Outro Segredo (2004)

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Em 2004, Brad Pitt retornou ao papel do elegante e astuto Rusty Ryan em ‘Doze Homens e Outro Segredo, sequência do sucesso ‘Onze Homens e um Segredo. Dirigido por Steven Soderbergh, o filme reuniu novamente um elenco estelar, incluindo George Clooney, Matt Damon e Julia Roberts, em uma trama repleta de reviravoltas ambientada na Europa. Apesar de críticas mais divididas em relação ao primeiro longa, a produção mostrou força nas bilheterias, arrecadando cerca de US$ 362 milhões mundialmente. O desempenho consolidou a franquia como uma das mais rentáveis de sua época e manteve Pitt no centro de grandes produções de Hollywood.

06) Era uma Vez em Hollywood (2019)

Hollywood

Em sua segunda parceria com o diretor Quentin Tarantino, exatamente dez anos depois da primeira em ‘Bastardos Inglórios‘, Pitt interpretou o dublê e fiel amigo Cliff Booth (que vai voltar em um filme solo). Ambientado na Los Angeles de 1969, o filme mistura realidade e ficção para revisitar a era de ouro do cinema e os eventos que marcaram o fim de uma geração em Hollywood. A produção arrecadou cerca de US$ 392 milhões nas bilheteiras globais. Além do sucesso comercial, o papel rendeu a Pitt seu primeiro Oscar como ator, na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, coroando um momento de maturidade artística em sua carreira.

05) Onze Homens e um Segredo (2001)

Ocean

Remake de um filme do Rat Pack da década de 1960, ninguém esperava que o sucesso deste filme fosse render uma trilogia despretensiosa, mas de enorme sucesso financeiro e crítico. Tais filmes se tornaram as únicas continuações da carreira de Brad Pitt. Aqui, ele assumia pela primeira vez o papel de Rusty Ryan. A trama, centrada em um elaborado assalto a três cassinos de Las Vegas, combinou humor, estilo e ritmo ágil, tornando-se um fenômeno de entretenimento. O filme surpreendeu ao arrecadar cerca de US$ 450 milhões mundialmente. O sucesso estrondoso não apenas deu início a uma lucrativa franquia, mas também reforçou a imagem de Pitt como um dos atores mais carismáticos e rentáveis de Hollywood.

04) Sr. & Sra. Smith (2005)

Smith

Um casamento acaba e outro começa. Tudo foi bem real e ocorreu durante os bastidores deste blockbuster de ação. Pitt começou a produção casado com Jennifer Aniston e terminou em um romance fora das telas com sua parceira de cena Angelina Jolie. Interpretando um casal de assassinos de aluguel que desconhece a verdadeira profissão um do outro, Pitt combinou charme, timing cômico e cenas de ação eletrizantes, criando uma química explosiva com Jolie. O filme foi um fenômeno de bilheteria, arrecadando cerca de US$ 487 milhões no mundo todo. Além do sucesso comercial, a produção ganhou notoriedade por marcar o início do relacionamento entre os dois astros, transformando-se em um dos lançamentos mais comentados do ano.

03) Troia (2004)

Troy

No mesmo ano de ‘Doze Homens e Outro Segredo‘, mas alguns meses antes, Brad Pitt assumia o papel do lendário guerreiro Aquiles em ‘Troia, superprodução épica dirigida por Wolfgang Petersen e inspirada na Ilíada, de Homero. Com batalhas grandiosas, figurinos detalhados e locações exuberantes, o filme apostou no espetáculo visual para narrar o cerco à cidade de Troia. A produção conquistou o público global, arrecadando cerca de US$ 497 milhões nas bilheteiras mundiais. Apesar de críticas mistas, o desempenho comercial consolidou ‘Troia como um dos maiores sucessos da carreira de Pitt e reafirmou seu status como astro de alcance internacional.

02) Guerra Mundial Z (2013)

Z

Thriller apocalíptico de zumbis dirigido por Marc Forster e baseado no livro de Max Brooks. No papel de Gerry Lane, um ex-investigador da ONU que percorre o mundo em busca de uma solução para deter uma pandemia global, Pitt liderou uma produção marcada por cenas de ação intensas e efeitos visuais de grande escala. Com um orçamento estimado em US$ 190 milhões — um dos mais altos de sua carreira —, o filme surpreendeu ao arrecadar cerca de US$ 540 milhões mundialmente. O êxito transformou ‘Guerra Mundial Z em seu maior sucesso comercial como protagonista até então e abriu caminho para discussões sobre uma possível continuação.

01) F1: O Filme (2025)

F1

Este ano, Brad Pitt liderou o elenco de ‘F1 – O Filme’, interpretando o ex-piloto de Fórmula 1 Sonny Hayes, em uma emocionante produção dirigida por Joseph Kosinski. A superprodução, tornou-se o maior sucesso de bilheteria da Apple Studios — arrecadando mais de US$ 293 milhões em apenas 10 dias e ultrapassando os recordes de ‘Napoleão‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘. No fim de julho, já havia ultrapassado a impressionante marca dos US$ 500 milhões globalmente. Este feito consagrou o longa como o filme de maior bilheteria da carreira de Pitt, superando seus sucessos anteriores como ‘Guerra Mundial Z e ‘Troia‘. O filme soma atualmente US$571 milhões, mas como segue em cartaz nos cinemas, pode vir a ultrapassar ainda mais esta marca.

 

Dica do fim de semana | Lançamentos incríveis para ver nos streamings

Divulgação/ Marvel Studios. © 2024 MARVEL.

Agosto está chegando ao fim, mas dá tempo de curtir um bom filme antes de acabar o mês. Pensando nisso, o CinePOP selecionou cinco produções recém-chegadas aos principais streamings do Brasil. Dentre lançamentos saídos diretamente dos cinemas, produções originais e longas que retornaram ao catálogo após muitos anos, o que não falta são opções do que assistir.

E como de costume, as dicas trazem sugestões para todas as idades. Para saber onde assisti-las, basta olhar logo abaixo das dicas. Confira!

O Homem-Cão

o homem cão

Grande lançamento da DreamWorks Animation do início deste ano, O Homem-Cão é uma adaptação dos livros infantis homônimos que contam a história de um policial e seu melhor amigo, um cachorro. Porém, a dupla sofre um acidente gravíssimo. Com a morte em vista, eles são levados para uma cirurgia que une ambos, dando origem ao Homem-Cão. Agora, esse policial canino vai tentar deter a ameaça de Pepê, o gato mais malvado do mundo. É garantia de diversão para a molecada.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Capoeiras

Produção nacional original do Disney+, Capoeiras é uma série inspirada no livro A Balada de Noivo-da-Vida e Veneno-da-Madrugada, do mestre Nestor Capoeira. A adaptação surgiu de um antigo desejo do ator Raphael Logam, que foi aluno do mestre Nestor, de trazer essa obra para os cinemas ou para a TV. No streaming, a série chega com seis episódios, em que conta as origens e desventuras de Veneno (Logam) e Noivo (Sérgio Malheiros), dois capoeiristas de Xerém, no Rio de Janeiro, que são separados por um trauma na infância. Uma década depois, Noivo retorna para casa, onde descobre que Veneno se enfiou em um esquema complexo de lutas clandestinas para entreter a Zona Sul carioca.

Onde assistir: Disney+

Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente

Inspirada em uma complexa história real, Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente se passa entre as décadas de 1980 e 1990, quando o Brasil viveu uma epidemia de Aids gravíssima. Em meio à desinformação e ao preconceito, um comissário de bordo esconde sua verdadeira sexualidade da família, enquanto leva uma vida de muitos prazeres. Nessa época, ele perde amigos para o HIV e acaba sendo diagnosticado com o vírus. Para complicar ainda mais a situação, o único medicamento para o tratamento da doença ainda não era regulamentado pela Anvisa, então os infectado não teriam como se tratarem, aumentando a taxa de mortalidade. Por isso, o comissário começa um programa de contrabando do medicamento para tentar se salvar e salvar seus amigos. O primeiro episódio estreia neste domingo. A cada domingo, um novo capítulo será lançado na plataforma.

Onde assistir: HBO Max

Thunderbolts*

Sucesso de crítica, Thunderbolts* foi um grande flop financeiro da Marvel em 2025. No entanto, é um filme legitimamente interesse dentro do Universo Cinematográfico Marvel. Focado nos coadjuvantes dos projetos lançados nos últimos anos, o longa acompanha Yelena Belova (Florence Pugh) em sua jornada de missões internacionais. Sem propósito, sem perspectivas e sem valor, ela está cansada dessa vida solitária. Então, ela embarca naquela que seria sua última missão. Porém, no caminho, ela descobre que foi mandada para uma armadilha na qual outros anti-heróis descartáveis deveriam se matar, acabando com as provas dos crimes de uma figura influente nos bastidores do MCU. Ao perceberem a maracutaia, esses excluídos decidem se juntar, dando início a um novo grupo que promete fazer barulho no futuro dos Vingadores.

Onde assistir: Disney+

Trilogia Se Beber, Não Case!

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Sucesso estrondoso da virada dos anos 2000 para os anos 2010, a trilogia Se Beber, Não Case! segue como ícone da comédia politicamente incorreta, que está cada vez mais escassa nos cinemas. O primeiro filme mostra o início dessa aventura, quando um grupo de amigos vai para Las Vegas, onde vão celebrar a despedida de solteiro de um deles. O problema é que eles exageram e perdem o noivo. Precisando descobrir onde está o rapaz, eles embarcam em uma jornada completamente sem noção pela Cidade do Pecado, arrancando risos a cada nova cena. Ao longo da franquia, eles viajam para a Tailândia e até mesmo arrumam uma confusão com o tráfico internacional. Os filmes não são exatamente lançamentos, mas entraram no catálogo da Netflix depois de muito tempo fora, então é uma ótima oportunidade para revê-los.

Onde assistir: Netflix

Disponível na Netflix, divertida aventura fantástica vai agradar fãs de ‘O Senhor dos Anéis’

Spiderwick 1

O gênero da fantasia passou por um boom considerável nos cinemas nos anos 2000, principalmente pelo impacto causado pela trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, comandada por Peter Jackson.

Ao longo da década, franquias como ‘Harry Potter’ e ‘Crepúsculo’ tornaram-se sucessos financeiros absolutos, popularizando as adaptações de romances jovens e jovens-adultos que apresentariam um novo lado das narrativas fabulescas e quase mitológicas – estendendo seu legado para produções subsequentes. E, em meio a tantas obras do gênero que dominavam as telonas, uma delas parece ter passado longe do radar mainstream: As Crônicas de Spiderwick.

O longa-metragem dirigido por Mark Waters, que em 2003 havia conquistado popularidade com a ótima comédia ‘Sexta-Feira Muito Louca’, apresenta Jared Grace (Freddie Highmore), um jovem rebelde que se muda da casa que conhecida para uma suntuosa mansão no interior da Nova Inglaterra com a mãe, Helen (Mary-Louise Parker), a irmã mais velha, Mallory (Sarah Bolger), e o irmão gêmeo, Simon (que também é interpretado por Highmore). Nutrindo de um ressentimento pela mãe por ter deixado sua vida em Nova York para trás e por impedir que o pai entre em contato com o filho, Jared se vê sozinho em meio aos pensamentos até descobrir um curioso livro escondido no sótão da casa.

Spiderwick 4

O objeto em questão é um Guia de Campo assinado por Arthur Spiderwick (David Strathairn), antigo dono da casa – e funciona como um compilado de bizarras descobertas que envolvem criaturas mágicas, incluindo goblins, duendes, fadas, grifos e um poderoso ogro que muda de forma chamado Mulgarath (Nick Nolte). Como avisado por Arthur, o Guia não pode cair nas mãos das forças malignas que tentam adentrar a casa, envolta em um poderoso feitiço de proteção. Todavia, no momento em que Jared abre o livro, uma espécie de canal é aberto entre eles e o místico mundo que se esconde por entre as árvores, dando início a uma batalha que pode definir o rumo de tudo que conhecem.

Baseado no romance homônimo de Tony DiTerlizzi e Holly Black, o divertido filme até fez um modesto barulho quando foi lançado nos cinemas, arrecadando quase o dobro de seu orçamento e conquistando alguns elogios por parte da crítica; porém, é inegável que o título ficou ofuscado por produções de calibre maior e que se tornaram estandartes do gênero fantástico no cenário mainstream. Isso não significa que a adaptação seja fraca: pelo contrário, o trabalho feito por Waters e pelo time de roteiristas formado por Karey Kirkpatrick, David Berenbaum e John Sayles é sólido e prático dentro de um espectro mais reduzido e que se apoia nos efeitos visuais para nos convidar a uma aventuresca jornada entre o bem e o mal.

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Através de breves 95 minutos, o enredo traz os tropos clássicos que auxiliam a construir seu ritmo e sua estética: temos um personagem que funciona como “ovelha negra” da família, distanciando-se de todos e servindo como o bode expiatório de tudo de ruim que acontece; temos uma mãe preocupada em manter a desestabilizada família unida, enquanto lida com uma traição imperdoável; temos a presença de “mentores” que auxiliam Jared e, logo depois, seus irmãos a enfrentarem Mulgarath e seus asseclas; e, é claro, as mensagens de bonança que enfeitam o conhecido desfecho.

Nada foge do padrão nessa honesta produção – e esse é seu aspecto de maior sucesso. Waters sabe como delinear projetos que sejam destinados a entreter o público e que, no final das contas, nos deixam satisfeitos. E com As Crônicas de Spiderwick, ele repete o feito de maneira funcional, sem querer dar um passo maior que a perna e aproveitando a popularização e a evolução dos efeitos visuais para construir um mini-espetáculo movido a convencionalismos confortáveis.

Spiderwick 2

O time de atores é a força-motriz do longa-metragem e destila atuações irretocáveis que transformam a simplicidade do roteiro em uma história que celebra a importância da família e de proteger aqueles que amamos. Highmore, recém-saído de seu trabalho em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’, encanta com a personalidade conflitante e ao mesmo tempo complementar de Jared e Simon, enquanto Bolger se diverte ao encarnar Mallory, uma esgrimista habilidosa que se torna peça essencial na luta contra Mulgarath. Parker, Strathairn e Joan Plowright, que interpreta a filha de Arthur, Lucinda, são boas adições ao elenco adulto; e, por fim, nomes como Seth Rogen, Martin Short e Ron Perlman brilham como as vozes das criaturas mágicas.

As Crônicas de Spiderwick funciona dentro do esperado e continua, mesmo dezessete anos depois de ter chegado aos cinemas, como uma boa escolha para se divertir no fim de semana – acertando onde precisa e nos deixando satisfeitos.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

Minissérie dos produtores de ‘Cidade de Deus’ sobre tráfico de meninas no Pará se torna a número 2 na Netflix

Pssica, nova minissérie nacional dirigida por Quico Meirelles e Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus) e que foi rodada em Belém do Pará, se tornou a segunda série mais assistida do momento na Netflix.

Na trama, Janalice é uma adolescente raptada por uma quadrilha que atua nos rios do Pará e é arrastada para o centro de uma rede internacional de tráfico sexual.

Enquanto tenta sobreviver, uma busca sangrenta começa e ela vai precisar de toda a coragem possível para escapar da “pssica” que parece ter sido lançada sobre sua vida. A série mergulha nas profundezas da Amazônia paraense, em meio ao tráfico humano, à corrupção e à luta por justiça.

Assista ao trailer:

 

Domithila Cattete, Marleyda Soto e Lucas Galvino estrelam.

Escrita por Edyr Augusto, a história original está sendo bastante elogiada pelo público e pelos críticos.

O projeto é liderado por Quico e Meirelles (diretor de ‘Cidade de Deus’).

Julia Roberts defende ‘Depois da Caçada’ após críticas sobre #MeToo e movimento feminista

A atriz Julia Roberts defendeu recentemente o longaDepois da Caçada, novo filme do diretor Luca Guadagnino, após críticas de que a obra estaria minando o movimento #MeToo e descredibilizando o movimento feminista.

Segundo a Variety, Roberts foi questionada durante uma coletiva de imprensa no Festival de Veneza se o filme não estaria “enfraquecendo o movimento feminista”, por levantar o debate sobre a credibilidade de mulheres que denunciam agressões sexuais.

“Não para ser do contra, porque isso não é do meu feitio”, disse Roberts com uma risada. “Mas o que você disse que eu achei interessante foi que o filme ‘revive argumentos antigos’. Eu não acho que seja apenas sobre mulheres se atacando ou não se apoiando. Existem muitos debates antigos que são reativados e que geram conversas importantes”.

A atriz continuou: “A melhor parte da sua pergunta é que vocês saíram do cinema discutindo sobre isso. Era exatamente essa a sensação que queríamos provocar. Você entende no que acredita com mais clareza quando mexemos com suas convicções. Então… de nada”.

Questionada novamente sobre o assunto, Roberts negou que o filme tenha sido feito para gerar polêmica e lamentou que a sociedade esteja “perdendo a arte da conversa e da humanidade atualmente”.

“Não estamos fazendo declarações; estamos retratando essas pessoas em um momento específico no tempo”, afirmou. “Não sei se isso é necessariamente controverso, mas estamos desafiando o público a conversar. Se isso te entusiasma ou te enfurece, é uma escolha sua. Se esse filme serve para algo, que seja para estimular o diálogo, e isso, para mim, já é uma grande conquista”.

Encerrando com bom humor, a atriz brincou: “Adoro perguntas leves logo de manhã”.

Depois da Caçada abrirá a 27ª edição do Festival do Rio.

A estreia brasileira do filme acontecerá no histórico Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, tradicional palco da Gala de Abertura do Festival. Neste ano, o evento ocorrerá entre os dias 02 e 12 de outubro, com onze dias de maratona cinéfila.

O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo Que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), também conta com Chloë Sevigny, Michael Stuhlbarg, Thaddea Graham, Will Price e Christine Dye.

O roteiro é assinado por Nora Garrett.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ultrapassa bilheteria de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ nos EUA

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais e, embora não seja um sucesso de bilheteria, tem apresentado um bom desempenho nas arrecadações.

Agora, segundo o ComicBook, o longa já arrecadou US$ 259,8 milhões apenas nos Estados Unidos. Com isso, por uma margem mínima, superou a bilheteria de Capitão América: O Soldado Invernal, que somou US$ 259,7 milhões nos EUA.

Vale lembrar que essa comparação se refere apenas à arrecadação nos EUA. Mundialmente, Capitão América: O Soldado Invernal faturou US$ 714,4 milhões, um número bem superior à arrecadação global atual deQuarteto Fantástico: Primeiros Passos’, que está em US$ 492,9 milhões.

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Matt Shakman comanda o projeto.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’: Novo teaser revela intensa e belíssima batalha do longa; Confira!

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ continua sendo um verdadeiro fenômeno no Japão. Agora, se preparando para estrear no restante do mundo, um novo teaser foi divulgado, revelando uma das lutas do longa.

No vídeo, vemos Shinobu enfrentando Douma.

Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.

‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.

O filme estreia nos cinemas brasileiros em 11 de setembro, com distribuição da Crunchyroll e Sony Pictures Entertainment no Brasil, Canadá e Estados Unidos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.

A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.

A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.

Emma Heming, esposa de Bruce Willis, rebate críticas após ator ser transferido para casa de apoio

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Emma Heming, esposa do ator Bruce Willis, usou as redes sociais recentemente para rebater as críticas que recebeu após revelar que transferiu o marido para uma casa de apoio especializada, responsável por cuidar dele após o agravamento de seu estado de saúde.

Segundo o TMZ, em uma publicação no Instagram na sexta-feira, Emma se defendeu: “O que eu sabia é que, ao compartilhar algumas das nossas informações íntimas, veríamos esses dois lados. Seriam pessoas com uma opinião contra pessoas com uma experiência real”.

Na postagem, Emma escreveu uma mensagem rebatendo as críticas que os cuidadores frequentemente recebem.

“Muitas vezes, os cuidadores são julgados de forma rápida e injusta por aqueles que não viveram esta jornada ou ficaram na linha de frente dela”, afirmou.

“Partilhar abertamente pode convidar opiniões, mas, mais importante, cria ligação e validação para aqueles que realmente navegam pelas realidades de cuidar todos os dias.
É por eles que partilho e para que possa construir uma ligação mais profunda com uma comunidade que compreende esta jornada”, concluiu.

Atualmente, o ator vive com uma equipe de cuidadores em tempo integral em uma casa térrea, já que sua condição se desenvolve e suas necessidades se tornam mais complexas.

Willis, de 70 anos, foi diagnosticado com demência frontotemporal (DFT) em fevereiro de 2023. A doença é rara, afeta o comportamento e a linguagem, e piora progressivamente.