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‘Mother Mary’: David Lowery está dando os “toques FINAIS” no musical estrelado por Anne Hathaway

Em uma recente entrevista ao Screen Talk, Ryan Heller e Michael Bloom, da Topic Studios, trouxeram algumas atualizações sobre Mother Mary, melodrama musical estrelado pela vencedora do Oscar Anne Hathaway.

Durante a conversa, a dupla, que financiou o projeto, afirmou que o diretor David Lowery está dando os “toques finais” no filme e que o lançamento oficial nos cinemas será revelado em breve.

“Não tenho certeza do que posso dizer, porque a A24 ainda está fazendo planos. […] Não acho que há muito sobre o que podemos falar. Estamos colocando os toques finais no filme. [Ele] está pronto. Há planos para o longa e eles serão anunciados em breve”.

Anteriormente, em entrevista à Vogue, Lowery se recordou de um momento em que Hathaway, que interpreta uma diva pop que abandona sua turnê em meio a uma crise existencial, desabou no set de filmagens.

“Em certo momento, Annie desabou e disse: ‘preciso me desculpar, porque acho que o que vai sair de mim vai te machucar’. E Michaela pegou suas mãos e disse: ‘Eu te amo, eu confio em você’”, o diretor conta. “Estivemos em vários estágios disso por cerca de uma semana, filmando aquela cena”.

O projeto é fruto de uma parceria entre a A24 e as produtoras Homebird Productions e Gugenschein Filmproduktion.

O longa é descrito como um melodrama pop épico que gira em torno de uma estrela da música (Hathaway) e seu complicado relacionamento com uma icônica estilista (Michaela Coel).

Mais detalhes sobre a trama não foram revelados.

Ainda sem previsão de estreia, ‘Mother Mary‘ terá canções originais escritas por Jack Antonoff e Charli XCX.

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

RUMOR: Elizabeth Olsen continuará interpretando Feiticeira Escarlate no MCU após ‘Vingadores: Guerras Secretas’

Recentemente, foi revelado que o Universo Cinemático Marvel passaria por grandes mudanças após ‘Vingadores: Guerras Secretas’, incluindo a escalação de um novo Capitão América e de um novo Homem de Ferro.

Porém, os fãs da Feiticeira Escarlate podem ficar tranquilos, porque Elizabeth Olsen não planeja ir a nenhum lugar.

De acordo com o The Cosmic Circus, Olsen continuará dando vida a Wanda Maximoff no futuro pós-‘Guerras Secretas’. Caso confirmada, a decisão se afasta da história da personagem nos quadrinhos, que é apresentada como a filha do icônico mutante Magneto – e que indicava uma possível substituição da atriz com a chegada dos X-Men ao MCU.

Vale lembrar que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Crítica | Zodiac Killer Project esmiuça a obsessão por documentários true crime através de uma impecável análise satírica

Zodiac killer project

Ao acender das luzes do projetor, uma voz serena emerge, traçando as primeiras linhas do que poderia ser mais um documentário true crime. Um amplo estacionamento é o centro das nossas atenções. Vazio, em uma silenciosa região, ele marca o início de algo que não foi e jamais será. Charlie Shackleton tenta aflorar nossa imaginação com seu argumento, que bem narrado, visa nos transportar para uma angustiante cena que nos levaria à descoberta do século: quem é o assassino do Zodíaco.

Mas esse aqui não é um documentário e essa cena de abertura ainda não nos significa absolutamente nada. Zodiac Killer Project é de fato uma espécie de “wishful thinking”, um desejo que domina a mente mas jamais é consumado. Um devaneio que não se cumpre. Uma ilusão que encontra conforto na mente. E é uma das produções mais ousadas do gênero documental dos anos recentes.

Fruto da obstinação de um documentarista frustrado por perder sua fonte – um policial que jura veementemente ter encontrado o assassino do zodíaco -, Zodiac Killer Project existe por uma questão de honra. Com o objeto de seu filme, Shackleton, abandonando a ideia de transformar suas teorias em um longa, o diretor decide por fazer de um azedo limão uma inexplicável e inesperada experiência sinestésica. Munido de um texto brilhantemente escrito, ele se aconchega em uma cabine de gravação e faz de seu fracassado documentário uma reflexão sobre o fascínio humano por produções true crime.

Inerentemente, ele faz uma análise e crítica à linguagem artística usada pelo gênero de docs true crime, à medida em que compartilha sua visão artística, regada pelo desalento de jamais poder executar aquilo que tanto ansiou. Embarcando em uma epifania onde compara as diversas séries e filmes nesse formato a partir de suas apelativas técnicas de persuasão e encantamento, Zodiac Killer Project pondera sobre as escolhas moralmente questionáveis na reconstrução narrativa de crimes reais.

Perpassando por diversas produções que atingiram sucesso global nos principais streamings, o diretor faz uma observação crítica afiada desse formato tão popular, enquanto explica pela ótica de documentarista porque cada um desses elementos sinestésicos são tão sedutores, tanto para o diretor, bem como para a audiência. Com um senso de humor próprio onde se coloca nas lentes de um telescópio e também se julga pelos mesmos parâmetros que usa para avaliar seus colegas de profissão, Ele consegue nos inebriar para dentro de seu wishful thinking”, nos acomodando em suas ideias de tal maneira que nos sentimos presos pelo som de sua voz e pelas imagens frias que percorrem a tela – com o objetivo de nos ambientar naquela narrativa documental que jamais se cumpriu.

E ao refletir sobre o filme que jamais conseguiu fazer, Shackleton tenta aceitar o irremediável e amargo destino de um documentário que apenas existirá em sua mente. E ainda que sua insatisfação seja completamente palpável e compreensível, a verdade é que Zodiac Killer Project é infinitamente superior do que aquele doc true crime que nunca verá a luz do projetor. Mal sabe ele que tais devaneios e reflexões sobre toda uma indústria alimentada pelo sangue de vítimas reais têm muito mais a oferecer do que qualquer documentário sobre um assunto tão desgastável e, infelizmente, eternamente insolúvel.

E de maneira original e audaciosa, Zodiac Killer Project registra em 1h30 toda sua visão criativa para o longa, como se fizesse de seu filme um desabafo profundo e despretensioso. Com uma voz serena, uma locução envolvente e um texto exemplar, que convida a audiência para dentro de sua visão criativa jamais consumada, o diretor entrega um documentário honesto e envolvente. Estruturado como um desabafo entre amigos, seu argumento é autêntico e sincero, sem a pretensão de se tornar a voz da razão em meio a um gênero que se farta do sangue alheio. Vulnerável em sua exposição e absolutamente certeiro em suas reflexões, Zodiac Killer Project é infinitamente superior a qualquer versão originalmente desenhada. Para os seus produtores, talvez seja apenas a sombra de algo que não fruiu. Para nós, enquanto audiência, é visão completa e crua do que um excelente filme denúncia precisa ser.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2025

Morre Terence Stamp, astro de ‘Superman’ e ‘Priscilla, a Rainha do Deserto’

Terence stamp

Terence Stamp, prestigiado ator conhecido por seu trabalho na franquia Superman e em ‘Priscilla, a Rainha do Deserto’, morreu aos 87 anos de idade.

A notícia foi confirmada pela família do ator indicado ao Oscar neste domingo (17).

“Ele deixa para trás um extraordinário corpo de trabalho, tanto como ator quanto como escritor, que continuará a tocar e a inspirar as pessoas anos à frente”, a família declarou, de acordo com o site Reuters. “Pedimos por privacidade nesse triste momento”.

Stamp nasceu m 1938 e começou sua carreira ainda nos palcos em 1960, com a produção de ‘This Year Next Year’. Sua estreia nos cinemas se deu com o clássico ‘O Vingador dos Mares’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e uma indicação ao BAFTA de Melhor Estreante.

Ao longo de sua carreira, Stamp eternizou diversos projetos e personagens, tendo imortalizado o popular antagonista General Zod em Superman e em Superman II’. Ao protagonizar o icônico ‘Priscilla, a Rainha do Deserto’, ele conquistou indicações ao BAFTA e ao Globo de Ouro. Outros créditos de sua carreira incluem ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’, ‘Mansão Mal-Assombrada’, ‘Elektra’ e ‘Agente 86’.

Seu último trabalho nos cinemas foi o elogiado suspense ‘Noite Passada em Soho’, onde contracenou com nomes como Anya Taylor-Joy e Thomasin McKenzie. Já no cenário televisivo, ele interpretou Giacomo Paradisi na elogiada adaptação de ‘Fronteiras do Universo: His Dark Materials’, da HBO.

Diretor de ‘Sexta-Feira Muito Louca’ conta que adoraria ter voltado para a sequência: “Teria sido legal”

‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ já estreou nos cinemas ao redor do mundo, revivendo o icônico filme da Walt Disney Studios lançado em 2003 sob uma ótica modernizada e que trouxe Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan de volta em mais uma divertida aventura.

A sequência foi dirigida por Nisha Ganatra, que ganhou proeminência no final da década passada com a subestimada comédia ‘Late Night’, estrelada por Emma Thompson e Mindy Kaling – e a cineasta fez um ótimo trabalho em prestar homenagens ao filme original e expandir essa despojada mitologia.

Enquanto diversos nomes retornaram para a sequência – incluindo Chad Michael Murray, Stephen Tobolowsky e Ryan Malgarini -, um dos não incluídos foi o do diretor Mark Waters, que foi catapultado ao estrelato após comandar o capítulo anterior.

Em uma recente entrevista à Variety, Waters, que também comandou produções como ‘Meninas Malvadas’ e ‘As Crônicas de Spiderwick’, revelou que se ofereceu para retornar à sequência, mas os planos não saíram como o desejado.

“Eu levantei minha mão e disse que adoraria estar envolvido, mesmo que em um espectro de ‘padrinho’ ou produtor executivo. Mas não me chamaram”, ele conta.

Waters continua: “apoio muito a ideia deles de fazerem um filme novo. Teria sido legal estar envolvido, mas já que não estou, meio que guardei isso para mim. Preciso dedicar minha energia a continuar fazendo coisas novas e originais que serão sucessos e que as pessoas possam refazê-las em vinte anos. Então é isso que estou fazendo agora. Você não pode se preocupar com os projetos que não faz. Certamente teria sido divertido, e ouvi vários membros do elenco enquanto eles estavam filmando, dizendo: “onde diabos você está, Waters?” Eu não abandonei vocês! Me desculpem”.

Lembrando que o filme está em exibição nos cinemas nacionais.

A trama do novo filme é ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda conta com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ supera a 2ª animação e se torna a MAIOR arrecadação da franquia

Como treinar o seu dragão

Sucesso! O live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 624 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa superou arrecadação total da animação ‘Como Treinar o seu Dragão 2‘ (US$621.5M), tornando-se a maior bilheteria da história da franquia.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$828.5M).

Nos EUA, a produção já soma US$ 262 milhões. No mercado internacional, foram US$ 361.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o China (US$39.4M), México (US$37.3M), Reino Unido (US$30.3M), França (US$21.9M) e Brasil (US$21.7M).

Vale lembrar que o live-action registrou uma estreia global de US$ 197.8 milhões – o que representa o quarto maior lançamento do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Ne Zha 2‘.

Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também parece ter agradado os espectadores após receber uma nota A no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mason ThamesNico Parker estrelam como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

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‘Jurassic World: Recomeço’ ultrapassa US$ 820 milhões nas bilheterias mundiais

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Sucesso! A sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 820 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 332.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 496.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 828.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$78.1M), Reino Unido (US$45.3M), México (US$35.3M), Alemanha (US$30.5M) e França (US$26.6M).

Vale lembrar que o novo capítulo da franquia registrou uma estreia doméstica de US$ 147.3 milhões no final de semana estendido do Dia da Liberdade.

Para termos de comparação, a produção arrecadou US$ 91.5 milhões no final de semana regular, ficando abaixo do lançamento das iterações anteriores da saga, ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$208M), ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ (US$148M) e ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$145M).

Jurassic World: Recomeço’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘Superman’ já arrecadou quase US$ 600 milhões mundialmente

Sucesso! ‘Superman‘ já arrecadou quase US$ 600 milhões mundialmente – tornando-se a maior bilheteria global da DC em mais de três anos.

Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.

E, apesar de já estar disponível em VOD, o longa sofreu uma queda de apenas -33% em comparação ao final de semana anterior – mantendo-se no TOP 6 das maiores arrecadações mais de um mês após sua estreia no território norte-americano.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 340.9 milhões – ultrapassando o total doméstico de ‘O Homem de Aço‘ (US$291M) e ‘Superman: O Retorno‘ (US$200M).

Internacionalmente, acrescenta US$ 253.6 milhões através de 78 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 594.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$34.9M), México (US$20.9M), Brasil (US$16M), Austrália (US$15.4M) e França (US$11.8M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 122 milhões nos EUA – o que representa a terceira maior abertura doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M).

Para termos de comparação, esta é a segunda maior estreia para um filme do Homem de Aço no território norte-americano, atrás apenas de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (US$166M). Os números também representam a segunda maior estreia da carreira de James Gunn, atrás apenas de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ (US$146.5M).

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’ já arrecadou mais do que o DOBRO do seu orçamento

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Em menos de duas semanas, a sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ conseguiu arrecadar US$ 86.2 milhões nas bilheterias mundiais.

Os números representam mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 42 milhões (via Variety).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 54.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 31.5 milhões.

O TOP 3 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$2.7M), Reino Unido (US$2.3M) e Austrália (US$1.3M).

Vale lembrar que a sequência arrecadou US$ 29 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – superando a estreia doméstica do longa original e se tornando o maior lançamento da carreira da Lindsay Lohan no país.

Com 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo filme também conquistou os espectadores – alcançando uma nota A do público no CinemaScore.

Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Gal Gadot e Rachel Zegler abrem o jogo sobre ‘Branca de Neve’, cancelamento e movimento “anti-Israel”

Rachel Zegler falou recentemente sobre seu cancelamento após ser escalada para interpretar a Branca de Neve no criticado live-action da Disney.

Na ocasião, muitos fãs expressaram descontentamento com a escolha da atriz, especialmente após ela afirmar que o filme original de 1937 continha ideias ultrapassadas sobre as mulheres e precisava ser atualizado.

Em entrevista à Cosmopolitan, ela revelou ter sido alvo de ataques e cancelamentos por conta de sua escolha para o papel.

“Por ser parda. Por ter pele parda. Por interpretar a Branca de Neve. Houve muito assédio de um certo grupo de pessoas — elas apareciam no meu apartamento gritando palavras de baixo calão”, relatou Zegler.

A atriz explicou que, inicialmente, tentava lidar com as críticas de forma irônica, mas o assédio se intensificou a ponto de afetar sua saúde mental.

“Onde eu queria, de uma forma que parecesse uma ironia. Mas chegou a um ponto em que não era mais engraçado e eu realmente me odiava por algo que outras pessoas estavam me dizendo sobre mim. Mas minha capacidade de me recuperar disso e ainda ser apaixonada pelo trabalho que fiz para aquele projeto é algo que admiro em mim mesma”, declarou.

Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha’) deu entrevista ao The A Talks e culpou o decepcionante desempenho do longa nos cinemas por conta do movimento “anti-Israel” em Hollywood em meio ao conflito contra a Palestina.

Sabe, isso acontece muito em várias indústrias, incluindo Hollywood. Há uma pressão muito grande para as celebridades se pronunciarem contra Israel. Isso aconteceu.”

Ela continua, “Eu sempre tento explicar e dar contexto sobre o que está acontecendo aqui. Eu sempre faço isso. Mas, no final das contas, as pessoas tomam suas próprias decisões. Fiquei decepcionada pelo filme ter sido profundamente afetado por tudo isso e não tenha se saído bem nas bilheterias. Essas coisas acontecem. Você vence algumas vezes, e perde outras.”

Com apenas US$ 205.6 milhões arrecadados nas bilheterias mundiais – e ter rendido um prejuízo milionário para a Disney –, o live-action de ‘Branca de Neve‘ amargou 38% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

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Revelado o valor da FORTUNA de Tom Holland, astro de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Aos 29 anos, Tom Holland, famoso por viver o Homem-Aranha no Universo Cinematográfico da Marvel, é um dos atores mais conhecidos da atualidade, o que permitiu ao jovem britânico acumular uma grande fortuna.

Envolvido em diversos projetos fora do UCM, como ‘O Diabo de Cada Dia’, ‘Uncharted’ e outros, Holland já conquistou um patrimônio estimado em aproximadamente US$ 25 milhões, cerca de R$ 142 milhões na cotação atual, segundo o Celebrity Net Worth.

Considerado um dos atores mais importantes de sua geração, Holland certamente seguirá aumentando sua fortuna nos próximos anos, já que não faltam novos projetos e oportunidades na carreira do astro.

Somente na Marvel, Tom Holland já tem garantido que continuará interpretando Peter Parker em pelo menos três novos filmes do UCM, sendo um longa solo e dois projetos dos Vingadores.

Atualmente, ele filmaHomem-Aranha: Um Novo Dia’ em Glasgow, na Escócia, e divulgou um vídeo falando sobre o projeto.

“Me sinto bem, cara. É o primeiro dia, meu quarto primeiro dia como Homem-Aranha, disse Holland no vídeo, conforme a Variety. “É engraçado, vestir o traje desta vez parece diferente, de alguma forma. Também é a primeira vez que temos fãs no set no primeiro dia, então é muito empolgante compartilhar isso com eles”.

Holland acrescentou: “Temos alguns rostos familiares no set. Vou fazer o meu melhor, espero acertar. Sem pressão”.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem previsão de estreia nos cinemas para 31 de julho de 2026.

Este será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney, sucedendo o sucesso ‘Sem Volta para Casa’, de 2021.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Os 10 Melhores Singles de Lady Gaga

91st Academy Awards – Vanity Fair – Beverly Hills, California, U.S., February 24, 2019 – Lady Gaga holds her award for Best Original Song "Shallow". REUTERS/Danny Moloshok

Lady Gaga não é um dos maiores nomes da história da música por qualquer razão. Desde sua estreia oficial no cenário fonográfico com The Fame, Gaga ascendeu a uma fama e a uma importância inegáveis, sendo responsável por dar início a tendências inéditas no escopo mainstream ou a recuperar estilos que pareciam perdidos no tempo. Além de ser um dos emblemas do dark pop – cujo legado chegou a influenciar nomes mais contemporâneos, como Billie Eilish -, ela foi uma das responsáveis por repopularizar o synth-pop e deu os primeiros passos que culminaram no surgimento do hyperpop.

Recentemente, Gaga fez seu glorioso retorno ao mundo da música com o lançamento de “Disease”lead single de seu vindouro 7º álbum de estúdio, e fez o maior show de sua carreira em Copacabana – Rio de Janeiro.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando seus dez melhores singles – excluindo suas incursões colaborativas com Tony Bennett, seu trabalho na trilha sonora de ‘Nasce Uma Estrela’ e as faixas que não foram lançadas oficialmente como singles (e sim como tracks promocionais, como “Dance in the Dark”“911”).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu single favorito:

10. “G.U.Y.”

Álbum: ARTPOP

O hino power-bottom “G.U.Y.” sofreu do mesmo mal que as canções conterrâneas de ARTPOP e veio a ganhar reconhecimento muitos anos depois de lançada. A ode EDM, que também fala abertamente sobre sexo e sobre autoafirmação, seja corporal ou artística, contém elementos do R&B contemporâneo, do house e até mesmo do industrial pop.

9. “ALEJANDRO”

Álbum: The Fame Monster

O blasfemo single “Alejandro” chocou o planeta – e, principalmente, a igreja católica -, pela estética fosseana e pela potente lírica sobre o medo dos homens e sobre abuso de poder dentro de um relacionamento, familiar ou romântico. No videoclipe, Gaga aparece utilizando roupas de látex e instrumentos de BDSM – enquanto posa como uma freira e engole um rosário.

8. “APPLAUSE”

Álbum: ARTPOP

lead single de ARTPOP é uma amálgama dos múltiplos temas que Gaga trouxe para o álbum. “Applause” resgata o movimento da pop art e as incursões promovidas por Andy Warhol e fala, de modo nada convencional, sobre a fama e sobre a indústria do consumo excessivo – além de ter colocado o EDM de volta no cenário mainstream.

7. “DISEASE”

Álbum: Ainda Sem Título

Apresentando uma amálgama diabolicamente equilibrada de referências a The Fame Monster’ e a Born This Way“Disease” abre a mais nova era de Lady Gaga com uma força irrefreável e um comprometimento arrepiante – sendo lançada em uma época certeira e revelando que nossa Mother Monster ainda tem muito a nos contar.

6. “JUST DANCE”

Álbum: The Fame

single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

5. “PAPARAZZI”

Álbum: The Fame

A história promovida por “Paparazzi” rendeu a Gaga um dos maiores hinos dance do século. Falando sobre a necessidade de atenção e criticando o posicionamento incisivo dos paparazzi, a semi-balada mistura elementos da eletrônica e do pop de modo perfeito, carregando um dos refrões mais conhecidos de todos os tempos.

4. “POKER FACE”

Álbum: The Fame

Quando Lady Gaga saiu de uma piscina ornamentada trajando nada além de um bodysuit de látex em “Poker Face”, o público ia à loucura com uma nova era da música mainstream. O synth-pop, recheado de mensagens subliminares e um dos principais indicadores da bissexualidade da performer, é icônica do começo ao fim, desde a robótica voz que precede o refrão até o irreverente bridge.

3. “THE EDGE OF GLORY”

Álbum: Born This Way

A dêitica “The Edge of Glory” merecia mais reconhecimento do que realmente tem, mas ainda assim continua como uma das faixas favoritas dos fãs e da crítica. Inspirada pela morte do avô, Gaga aliou-se à habilidade irretocável de Clarence Clemons no saxofone para uma perfeita e emocionante faixa que fala sobre os últimos momentos da vida.

2. “YOÜ AND I”

Álbum: Born This Way

Antes de ‘Joanne’, Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “Yoü And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de Born This Way, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

1. “BAD ROMANCE”

Álbum: The Fame Monster

Nenhuma outra canção poderia ocupar o topo da nossa lista além de “Bad Romance”. Mesmo quinze anos depois de seu lançamento oficial, é notável como o lead single de The Fame Monster’ permanece original e revigorante, aliando o EDM do final dos anos 2000 às incursões europeias do techno e do house – trazendo pinceladas de homenagens sonoras que são remodeladas com maestria. Não é surpresa que a canção seja considerada sua magnum opus e seja idolatrada pelos fãs da cantora e pelos apreciadores de boa música.

Conheça o filme de US$ 150 milhões com Anthony Mackie, o ‘Capitão América’, que NUNCA foi lançado

Desertwarrior

O projeto ‘Desert Warrior’ começou a ser desenvolvido em 2021 como uma das grandes promessas do cenário cinematográfico contemporâneo.

Contando com Anthony Mackie (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’) e o vencedor do Oscar Ben Kingsley, o épico histórico de US$150 milhões estava sendo supervisionado pela MBC, apresentando uma visão do antigo mundo árabe a uma geração de realizadores locais – que teriam outras fontes de inspiração além da indústria hollywoodiana.

Porém, três anos depois do início das filmagens, o projeto parece não ter ganhado muitas atualizações.

A trama gira em torno de uma batalha pré-islâmica entre tribos árabes e o Império persa-sassânida no que hoje é o sul do Iraque. O enredo acompanha a princesa árabe Hind (Aiysha Hart), que se recusa a se tornar a concubina do vilanesco imperador Kisra (Kingsley). Depois de escapar para o deserto implacável, Hind confia no misterioso Bandido (Mackie) enquanto reúne tribos rebeldes para enfrentar o enorme exército de Kisra.

Rupert Wyatt, conhecido por seu trabalho na recente franquia ‘Planeta dos Macacos’, estava responsável pela direção – com detalhes de bastidores rasgando elogios às filmagens e ao trabalho que cultivava, além de comentários bastante positivos para as atuações de Mackie e de Hart (a heroína da narrativa).

Através das redes sociais, membros da equipe postaram fotos de bastidores antigas, especulando sobre o status do longa-metragem e se ele, de fato, será lançado algum dia nos cinemas.

Fontes afirmam que um corte final ainda precisa ser aprovado por Wyatt, que abandonou a cadeira de direção e, pouco depois, retornou ao projeto em meio a fissuras criativas. Como se não bastasse, um teste de exibição revelou que o filme não se conectava com o público, enquanto uma versão primária não deixou os executivos estadunidenses convencidos.

Além disso, questões começaram a ser levantadas sobre o fato da história do mundo árabe antigo estar depositada nas mãos de cineastas ocidentais – o que poderia prejudicar o retrato real dos acontecimentos.

As divergências internas acerca do projeto tomaram ainda mais força no ano passado.

Em fevereiro de 2023, a executiva Christina Wayne, da Amazon Studios, havia sido escalada para supervisionar uma das unidades de produção de ‘Desert Warrior’. Sendo escalada um ano depois das filmagens, Wayne aproveitou o embalo para chamar Alexandra Milchan (‘TÁR’) para ajudá-la na tarefa. Completando o time, estavam o CEO da MBC, Sam Barnett; o presidente da MBC, sheik Waleed al-Ibrahim; e o gerente sênior Ali Jaafar (todos envolvidos nos processos criativos e nas decisões finais).

Meses depois, a MBC queria que Wyatt reduzisse o longo tempo do filme (155 minutos) em 20%, para cumprir obrigações contratuais. Desavenças acerca do tom da narrativa também eram constantes, segundo fontes. Wyatt, inclusive, tinha planos de entregar um filme autoral e cheio de nuances, enquanto os executivos da MBC almejavam a uma obra mais semelhante a ‘Coração Valente’ (1995). De acordo com o Deadline, todas as partes envolvidas “as melhores intenções” para o projeto.

Em julho de 2023, uma versão inacabada de Desert Warrior’ passou por uma exibição-teste em Las Vegas. Os responsáveis pela pesquisa de recepção afirmaram que o filme despertou o interesse de apenas 25% dos entrevistados. Os espectadores disseram que o filme se arrastava inúmeras vezes, o ritmo era incômodo e que alguns não conseguiram compreender as motivações dos protagonistas – isso mesmo depois de Wyatt ter rodado cenas extras que explicassem o arco do personagem de Mackie.

“A confusão era grande, não apenas no início, mas mais adiante no filme, esvaziando as respostas gerais à história e a aceitação dos personagens principais”, afirmara a pesquisa, à época.

Os membros da MBC minimizaram os testes como sendo uma ferramenta de rotina para abordar o ritmo e a clareza da narrativa. Fontes próximas ao filme também apontaram que muitos sucessos de bilheteria não tinham repercussão significativa no público nas primeiras pesquisas.

No entanto, o pífio resultado levou alguns a questionar se haveria apetite por uma interpretação ocidental de uma história árabe. O elenco principal apresentava poucos atores árabes, enquanto os membros da equipe afirmaram que o diálogo tinha um estilo quase shakespeariano. A precisão histórica do filme foi discutida entre os executivos da MBC, enquanto os choques culturais ficavam evidentes em alguns momentos.

Wyatt comentou que a versão de ‘Desert Warrior’ exibida no teste em questão não era a sua versão, visto que a MBC havia mudado o corte após sua saída do projeto em abril de 2023; outros afirmaram que quaisquer edições para a exibição foram mínimos. De qualquer forma, Kelley Dixon (‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’) foi impulsionada a reeditar o filme.

Enquanto o longa ainda segue sem data de lançamento confirmada, acredita-se que a produção deve chegar aos cinemas no ano que vem.

Por trás da Mostra de Cinema de Fama: a visão e os sonhos da guerreira do audiovisual Aryanne Ribeiro

Aryanne

Há oito anos, uma produtora e gestora cultural do interior de Minas Gerais decidiu apostar em um festival numa cidade linda, aconchegante, cercada pelas belezas do ‘Mar de Minas’. Assim, nasceu a Mostra de Cinema de Fama, que chega em 2025 na sua oitava edição, sempre trazendo novidades.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

À frente de tudo o que esse festival representa está a mineira Aryanne Ribeiro, uma mulher batalhadora que tem na ponta do seu discurso – e eficiência como gestora – o compromisso com o cinema como ferramenta de pertencimento, memória e transformação. Durante a edição 2025 do festival, tivemos a oportunidade de conversar com ela e entender um pouco da trajetória que construiu o festival até aqui – e os próximos voos que vem pela frente:

Foto: divulgação do festival
Foto: divulgação do festival

1) Quais os maiores obstáculos para realizar essa edição?

Aryanne Ribeiro: “A gente tem duas questões importantes. A primeiro é o orçamento. A segunda é conseguir alcançar o público, fazer com que as pessoas saiam de casa e vão pra praça ou para uma sala de cinema assistir a filmes nacionais e curtas-metragens. Temos trabalhado para mostrar a essas pessoas como tudo isso funciona, o que significam esses filmes. Essa comunicação tem sido um dos grandes desafios dessa edição.”

2) Todo Festival de cinema tem a possibilidade de abrir a porta talvez para uma nova sala de cinema na cidade.

Aryanne Ribeiro: “É o nosso sonho! Ter uma sala de cinema, um espaço de oficinas e diálogos sobre cultura. É um sonho e um objetivo a gente construir esse espaço e que a gente possa permanentemente exibir filmes por aqui.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

3) Como você está vendo o atual cenário do audiovisual no Brasil?

Aryanne Ribeiro: “Temos questões políticas neste momento. Temos lutado pelo VOD, e que vai trazer muitas possibilidades de avanço, outros caminhos de orçamento pra dar continuidade no trabalho. Será um grande passo se conseguirmos alcançar o que está sendo proposto. Está sendo difícil o diálogo, a construção, mas esse é o caminho. Outro ponto são os arranjos regionais e outras perspectivas que tem surgindo. Nós, enquanto política pública, sempre esbarramos na estruturação como um todo, e acaba não se pensando a médio e longo prazo. Temos um ecossistema do audiovisual que começou a ser descoberto há pouco tempo. Antes, só se investia em produção, e isso, por si só, não é suficiente para sustentar esse ecossistema.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

4) Qual o legado que você quer deixar dessa 8ª edição da Mostra de Cinema de Fama?

Aryanne Ribeiro: “Para que possamos olhar para nós mesmos. Trazer sempre o tema dos territórios, dos interiores, é muito importante, pois nos reconhecemos na tela e nos espaços.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

5) Sobre a edição do ano que vem, já tem alguma novidade?

Aryanne Ribeiro: “Sempre queremos avançar em relação à última edição, e já temos planos. Um deles é a criação de uma sala de cinema. A ideia não é perder a tradição da praça, com o telão nesse espaço tão representativo em frente à igrejinha, mas sim criar um outro ambiente para que consiga complementar ainda mais o festival.”

‘Pacificador’: 2ª temporada da série com John Cena chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 2ª temporada de Pacificador (‘Peacemaker’), elogiada série estrelada por John Cena, chega esta semana ao catálogo da HBO Max.

O novo ciclo tem estreia marcada para o próximo dia 21 de agosto na plataforma de streaming.

Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.

Relembre o trailer:

Com 34 reviews publicadas até o momento, a segunda iteração abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)

“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)

“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)

“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)

“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)

“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘O Agente Secreto’: Longa de Kleber Mendonça Filho conquista DOIS prêmios do Festival de Lima

O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, recebeu na noite de ontem (16) dois prêmios no 29º Festival de Cine de Lima – PUCP.

O já aclamado longa-metragem levou para casa os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e Melhor Filme pela crítica internacional.

No anúncio na cerimônia, o júri oficial divulgou a justificativa do prêmio concedido pela Fundação BBVA: “pelo impacto visual, sonoro, autoral e de desenho de produção que incorpora de forma brilhante elementos de gêneros inesperados iluminando tempos traumáticos da história política e social do Brasil, o jurado outorga por unanimidade o prêmio de Melhor Filme”.

Kleber agradeceu a premiação e enviou um vídeo para o festival, dizendo:O Agente Secreto é um ‘irmão’ mais novo de outro filme que eu realizei há dois anos – ‘Retratos Fantasmas’ e que tive a mesma honra de ser premiado. Estou muito honrado.”

Este é o terceiro prêmio que Kleber recebe no Festival de Lima. Ele já foi condecorado por seu trabalho em ‘Bacurau’, lançado em 2019, e pelo supracitado ‘Retratos Fantasmas’, de 2023.

O Agente Secreto transporta o público para a Recife de 1977, onde Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à sua cidade natal em busca de tranquilidade. No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.

Em todo o Brasil, o longa chega nos cinemas no dia 6 de novembro.

Crítica | ‘152 AB’ – Os desabafos de um cotidiano com poucas luzes de esperança [Mostra de Cinema de Fama]

Modelando uma narrativa simples e eficiente sobre as inquietudes urbanas, o curta-metragem 152 AB é um retrato sociológico do cotidiano de muita gente. Por esse gancho, a identificação já fisga rapidamente o público, trazendo paralelos com a realidade. Dirigido pela dupla Daniel Jaber e Jelton Oliveira, esse é um singelo recorte existencial, onde na estrada de desilusões as luzes de esperanças piscam e precisam, de alguma forma, serem aproveitadas.

Dois personagens e suas dificuldades, morando lado a lado, em um lugar onde os sonhos parecem se despedaçar. Ela, com dívidas de aluguel, prestes a ser despejada. Ele, com notícias terríveis e uma saudade de doer o peito. Num rápido encontro, desabafos e espasmos de luz do fim no túnel se mostram presentes.

Um muro dividindo histórias que se complementam. Através dos protagonistas e suas angústias, além os sonhos perdidos – completamente na corda bamba das emoções – a pergunta que logo nos fazemos é: O que fazemos na loucura cotidiana das responsabilidades e dificuldades? Através dos diálogos desses conhecidos de curto tempo, vizinhos que pouco se falavam, as peças de encaixe entre as duas histórias chegam em reflexões profundas sobre a vida.

Através da liberdade criativa e infinidades de possibilidades do cinema, o projeto encontra seu norte com elementos simples. Esse não se arriscar deixa tudo mais ‘pé no chão’, focando em ótimos diálogos e mensagens diretas que modelam o desenvolvimento dos personagens. Mesmo com um excesso de trilha sonora – que acaba escapando da atmosfera de tom sóbrio lapidado por melancolia que conduz a narrativa – 152AB deixa sua marca, explorando as muitas realidades da grande parcela da população dos centros urbanos.

‘Adolescência’: Vídeo nos leva aos bastidores da ACLAMADA série da Netflix; Confira!

Owen Cooper como Jamie Miller em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)

A série da NetflixAdolescência fez um sucesso extraordinário e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores da atração.

Confira:

Vale lembrar que a série foi uma das mais relembradas na próxima edição do Emmy Awards, conquistrando treze indicações – incluindo Melhor Série Limitada.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

Crítica | ‘Procissão’ – Uma viagem hipnotizante rumo à construção de identidades [Mostra de Cinema de Fama]

Um dos filmes mais interessantes da Mostra de Cinema de Fama 2025, o curta-metragem cearense Procissão, é uma viagem hipnotizante rumo à construção de identidades fazendo refletir através de jornadas atemporais de vidas que se entrelaçam pela fé. Contemplativo, deixando margens pra imaginação e caminhos para suas interpretações, atravessa a criatividade com seu discurso certeiro aplicado a uma narrativa que preza pela sincronia visual impressionante – que causa impacto.

A reunião de elementos, e suas inter-relações, juntamente com traços marcantes de técnicas de animação impecáveis em sua reprodução na tela se agrupam para contar um amplo contexto, dentro de um recorte plural. De marchas de caráter comemorativo, chegamos até formações de cidades, de bolhas que encontram seus pontos em comum. Tudo isso feito com um ritmo dosado que deixa nosso pensar borbulhando de opções para embarcar no que assistimos.

Com figuras caracterizando personagens – e todos tendo função como um todo – andando em direção a contar uma história sobre devoção e formações sociais que moldam regiões, o projeto nos leva em 16 minutos a pensar sobre a religiosidade com uma lupa social acoplada. Impressiona também como o tempo se torna um trunfo da narrativa, que explora o começo, meio e fim de ciclos, esse último através das memórias.

O artista visual e animador Álisson Pereira Flor é o responsável por esse curta-metragem criativo, nada pretencioso, que se coloca num papel inteligente de observador dos laços criados através da religiosidade popular. A fé, os encontros, as memórias, são colocados num liquidificador sociológico se tornando um filme com ótimos pontos para debate.

Isabela Merced lança versão salsa de “apocalipsis”, single do álbum ‘the better half of me’

Apocalipsis isabela merced

A cantora, compositora e atriz Isabela Merced lançou recentemente a versão salsa de “apocalipsis”, single do elogiado álbum the better half of me, lançado em 2020.

A regravação foi feita ao lado de Tony Succar.

Confira:

EP em questão foi o último compilado de originais lançado pela cantora e compositora, que está disponível nas principais plataformas de streaming.

Merced também é uma das atrizes mais prolíficas da nova geração e ganhou destaque mundial ao protagonizar a versão live-action de ‘Dora e a Cidade Perdida’. Além do longa, ela também participou de produções como ‘Deixe a Neve Cair’‘Tartarugas Até Lá Embaixo’‘Madame Teia’ e, mais recentemente, o aclamado terror ‘Alien: Romulus’ e o elogiado filme de super-heróis ‘Superman’.

No circuito seriado, ela ganhou proeminência este ano ao interpretar Dina na segunda temporada de ‘The Last of Us’.