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‘As Crônicas de Nárnia’: Começam as filmagens do remake da Netflix!

nárnia netflix

Boas novas para os fãs de As Crônicas de Nárnia!

Como apontado pelo perfil What’s On Netflix, o ambicioso remake da Netflix, comandado pela indicada ao Oscar Greta Gerwig e baseada na clássica saga literária de C.S. Lewis já começaram em Londres.

A notícia veio acompanhada das primeiras imagens de bastidores, que mostram a construção de um cenário no estilo 1950, no período pós-II Guerra Mundial.

Confira:

Vale lembrar que Gerwig está adaptação O Sobrinho do Mago, sexto livro da série que funciona como uma espécie de prelúdio para a narrativa principal focada nos Irmãos Pevensie. A história acompanha Digory e Polly, que descobrem mundos mágicos por meio de anéis encantados — incluindo o nascimento do reino de Nárnia e da feiticeira Jadis (Emma Mackie).

Carey Mulligan está em negociações para interpretar a mãe gravemente enferma de Digory.

O elenco conta também com Daniel CraigMeryl Streep. Ainda não se sabe quem serão os atores-mirins da atração.

Mark Gordon, Amy Pascal e Vincent Sieber estão entre os produtores.

Vale lembrar que a Netflix, responsável por supervisionar o projeto, vai desembolsar mais de US$ 200 milhões na produção do primeiro filme.

Com tanto gasto, o filme terá um lançamento especial: será exibido globalmente por duas semanas em cinemas IMAX, antes de sua estreia na plataforma de streaming.

O filme será lançado em IMAX no dia 26 de novembro de 2026 e estreará no catálogo da plataforma de streaming em 25 de dezembro de 2026.

No total, os livros da saga já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

‘Frankenstein in Romania’: Sebastian Stan vai estrelar nova visão de Radu Jude para o clássico do terror

A still from A Different Man by Aaron Schimberg, an official selection of the Premieres program at the 2024 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.

O ator Sebastian Stan — conhecido por ‘Pam & Tommy‘, ‘Um Homem Diferente‘ e pelo papel de Soldado Invernal no MCU — vai protagonizar ‘Frankenstein in Romania‘, novo filme escrito e dirigido pelo cineasta romeno Radu Jude, vencedor do Urso de Prata de Melhor Roteiro no Festival de Berlim 2025.

O anúncio chega enquanto Jude se prepara para a estreia mundial de ‘Drácula‘ no Festival de Locarno. Apesar da agenda cheia, o diretor revelou ao The Hollywood Reporter que já está desenvolvendo essa nova releitura do clássico de Mary Shelley.

Segundo o cineasta, Stan deverá interpretar os dois papéis principais — o Dr. Victor Frankenstein e sua icônica criatura. A trama vai misturar elementos da lenda com um pano de fundo inspirado em eventos reais, envolvendo a existência de uma prisão secreta da CIA na Romênia.

“É um filme do Frankenstein na Romênia. Vai se chamar exatamente assim”, contou Jude, acrescentando que a ideia surgiu após conversas com o ator, que também nasceu na Romênia antes de se mudar para os EUA.

O projeto chega em um momento de retomada do interesse pelo personagem nos cinemas, seguindo o anúncio da reimaginação sombria de Guillermo del Toro para a Netflix, estrelada por Jacob Elordi, Oscar Isaac e Mia Goth, que fará parte da competição no Festival de Veneza.

Outras novidades devem ser divulgadas em breve.

Paul Walter Hauser revela que contou seu papel secreto no MCU para MAIS DE 70 pessoas

Toupeira quarteto fantastico primeiros passos capa

Mesmo com toda a política de sigilo da Marvel Studios, o ator Paul Walter Hauser — vencedor do Globo de Ouro e novo integrante do MCU — admitiu que não conseguiu guardar totalmente segredo sobre seu personagem em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘.

No longa, atualmente em cartaz, Hauser interpreta Harvey Elder, o vilão icônico Toupeira, que nesta nova versão se une ao Quarteto Fantástico para enfrentar Galactus. Mas, segundo o próprio ator, ele não foi tão discreto quanto a maioria de seus colegas da Marvel.

“Se eu for honesto — e hoje em dia eu prezo muito pela honestidade — provavelmente contei para 70 ou 80 pessoas, entre familiares e fãs. Não vou mentir dizendo que não falei para ninguém. Contei para várias dezenas de pessoas”, revelou em entrevista à GQ.

Apesar disso, Hauser garantiu que quem soube respeitou o segredo:

“Eles não saíram espalhando por aí ou falando com a imprensa. Mas, se uma criança chegasse pra mim numa cadeira de rodas com um gibi e perguntasse: ‘Você é o Homem-Toupeira?’, eu dizia algo como ‘Não sei, mas ouvi dizer que há uma toupeira por aí…’ e dava uma piscadinha só pra animar”. 

O ator comparou as regras de sigilo da Marvel a “atravessar a rua fora da faixa”:

“Você pode até ser [multado] por isso, mas espero que eles estejam ocupados pegando os bandidos de verdade. Acho que o Kevin Feige e o pessoal da Marvel têm coisas mais importantes para se preocupar do que me caçar”. 

Hauser se junta a um elenco estrelado na nova fase do MCU, e sua versão do Homem-Toupeira marca uma reinterpretação do personagem clássico dos quadrinhos — desta vez, como um aliado inesperado dos heróis.

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Colin Farrell será homenageado com o Golden Icon Award no Festival de Cinema de Zurique

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O astro indicado ao Oscar Colin Farrell receberá o Golden Icon Award na próxima edição do Zurich Film Festival, que acontece entre 25 de setembro e 5 de outubro. A homenagem reconhece tanto sua carreira quanto sua performance no novo thriller psicológico ‘Ballad of a Small Player‘, dirigido pelo vencedor do Oscar Edward Berger.

A cerimônia de entrega acontece em 27 de setembro, antes da estreia de gala do filme, que contará também com a presença de Berger. No dia seguinte, Farrell participará de uma masterclass sobre sua trajetória no cinema.

Nascido na Irlanda, Farrell é conhecido por papéis marcantes em produções como ‘Miami Vice‘, ‘Minority Report‘, ‘Na Mira do Chefe‘ (In Bruges), ‘The Batman‘, ‘O Lagosta‘ (The Lobster), ‘O Sacrifício do Cervo Sagrado‘ e ‘Os Banshees de Inisherin‘.

Ele se junta a um seleto grupo de artistas que já receberam o Golden Icon Award, incluindo Kate Winslet, Jessica Chastain, Hugh Jackman, Cate Blanchett e Hugh Grant.

Baseado no romance de 2014 de Lawrence Osborne, ‘Ballad of a Small Player‘ se passa em Macau e acompanha um apostador de alto risco que, enquanto tenta fugir de seu passado e dívidas, conhece uma pessoa que pode ser a chave para sua salvação.

O diretor do festival, Christian Jungen, destacou o talento de Farrell:

“Ele é um dos atores mais carismáticos e apaixonados do cinema autoral, capaz de nos conquistar tanto como vilão quanto como protagonista romântico. Em ‘Ballad of a Small Player‘, ele nos leva a uma montanha-russa emocional que pode render outra indicação ao Oscar“.

O ator celebrou a homenagem e disse estar animado para conhecer Zurique pela primeira vez:

“É generoso e emocionante ter meus anos de trabalho reconhecidos por um festival tão prestigiado. Será um prazer absoluto visitar a cidade e apresentar o filme ao público local”.

Recentemente, Farrell reprisou seu elogiado papel como Oswald Cobblepot na série ‘Pinguim‘, da HBO, pela qual recebeu prêmios como o Globo de Ouro, o SAG Awards e o Critics Choice Award. Ele também está gravando a segunda temporada da série ‘Sugar‘ (Apple TV+), onde vive o detetive particular John Sugar.

A série ‘Pinguim’ está disponível na Max.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

10 filmes tão leves que até o ‘tio do pavê’ vai gostar (e ainda fazer piada ruim)

Especialmente nos fins de semana, nada melhor que ligar a TV, escolher um streaming e curtir um filme divertido — ou até algo leve e interessante — daqueles que até o famoso “tio do pavê” (presente em toda família) vai aprovar, ficar quietinho e assistir até o fim. Para você que procura exatamente esse tipo de filme, preparamos uma lista bem bacana abaixo:

 

Improvisação Perigosa (Prime Video)

Trilhando com passos largos o caminho de uma comédia camuflada de ‘nonsense’, acaba de chegar ao Prime Video um longa-metragem que coloca três aspirantes a comediantes, todos flertando com o fracasso, na linha de frente do perigo. Com uma estrutura narrativa simples e um roteiro repleto de diálogos feitos sob medida para o riso fácil e também inteligente, Improvisação Perigosa, dirigido por Tom Kingsley, aposta na ridicularização para construir uma sátira afiada sobre o insucesso.

 

Meu Bolo Favorito (Reserva Imovision)

A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.

 

O Melhor está por Vir (Prime Video)

Na trama conhecemos Arthur (Fabrice Luchini), um professor e pesquisador que é taxado como chato pela maioria das pessoas que conhece, menos pelo melhor amigo Cesar (Patrick Bruel). Quando Arthur fica sabendo que Cesar está com uma doença terminal, esconde a informação e resolve realizar todos os desejos do amigo.

 

Blondi (Prime Video)

Blondi (Dolores Fonzi) é uma mulher imatura, perto dos 40 anos, que trabalha em uma empresa que produz uma espécie de Censo. Mãe desde os 15 anos do já adulto Mirko (Toto Rovito), preenche as lacunas do seu cotidiano indo de um lado para o outro com o filho e sendo amiga dos amigos dele. Quando algumas decisões de pessoas próximas a ela acontecem, Blondi começa a perceber que não tem como controlar os rumos da vida dos outros, fato que acaba também a fazendo passar por transformações na sua própria.

 

Jogada de Amor (Diamond Films)

Dirigido pelo cineasta italiano Riccardo Milani, a comédia romântica italiana Jogada de Amor nos apresenta uma história de amor sobre um solteirão de quase 50 anos que adora inventar as mais mirabolantes mentiras para seduzir mulheres por onde passa e sua jornada de desconstrução após conhecer uma mulher paraplégica. A narrativa busca de forma leve e descontraída, sem ser vulgar, refletir sobre o preconceito e a acessibilidade em uma Europa que possui cerca de 120 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência.

 

Homens de Ouro (Looke)

Baseado em fatos reais que aconteceram na cidade de Turim, na Itália, em meados na década de 1990, Homens de Ouro nos mostra os detalhes de um roubo à um carro de transporte de valores dos correios italiano. Focando em algumas perspectivas sobre início, meio e presente em relação ao roubo, somos apresentados à histórias que se unem pela insatisfação que vivem em suas vidas naquele momento.

 

Sentimental (Disney Plus)

Escrito e dirigido pelo cineasta espanhol Cesc Gay (do excelente Truman), a comédia espanhola Sentimental nos coloca em encontro a um casal que durante uma noite de vinhos e sarcasmos redescobre alguns novos sentidos para saírem da monotonia.

 

O Bom Doutor

Esse longa-metragem francês nos mostra dois mundos completamente diferentes que se encontram de maneira inusitada. Um médico rabugento, e já com preguiça da profissão que atende à domicílio, e um ingênuo jovem entregador de encomendas que quase nunca pensa sobre seu futuro.

 

As primeiras férias não se esquece jamais! (Filmelier Plus)

Ben (Jonathan Cohen) é um empresário, hipocondríaco, muito ligado à família, que possui inúmeras manias. Também conhecemos a desbravadora de novas aventuras Marion (Camille Chamoux), uma desenhista de história em quadrinho que mora com dois amigos em um apartamento em Paris. Esses dois, até então estranhos, acabam se conhecendo num aplicativo de namoro e logo marcam de se encontrar. Após uma noite muito divertida e especial, combinam de viajarem para um lugar inusitado: a Bulgária! Assim, partem rumo a esse país que pouco conhecem e muitas situações tragicômicas irão passar juntos.

 

Alice e o Prefeito (Reserva Imovision)

Alice (Anaïs Demoustier) é uma jovem formada em letras que consegue um emprego na prefeitura de Lyon. Recrutada para uma vaga inexistente e logo em seguida para outra, acaba sendo uma das pessoas mais próximas do prefeito Paul Théraneau (Fabrice Luchini), sendo responsável em pouco tempo por pautas importantes, como os discursos dele. Assim, somos testemunhas de debates com argumentações didáticas sobre esquerda, direita, progressistas, socialistas, dentro dos bastidores tumultuados e sempre exigentes da prefeitura dessa grande cidade francesa.

Mayu Matsuoka e Riisa Naka estrelam ‘Plastic Beauty’, novo drama japonês da Netflix

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A Netflix anunciou a produção de ‘Plastic Beauty‘, nova série live-action japonesa ambientada no glamouroso — e por vezes sombrio — universo da cirurgia plástica. A trama será protagonizada por Mayu Matsuoka (Assunto de Família, Tremble All You Want) e Riisa Naka (Alice in Borderland, The Girl Who Leapt Through Time). A novidade foi divulgada pelo Deadline.

Com roteiro de Junya Ikegami (The Blood of Wolves, The Queen of Villains) e direção de Yuki Saito (Unmet: A Neurosurgeon’s Diary), a produção é assinada pela K2 Pictures, a mesma equipe criativa responsável por títulos como ‘The Naked Director‘ e ‘Tokyo Swindlers‘.

Matsuoka interpreta Fumi Numata, uma talentosa cirurgiã que, por circunstâncias da vida, deixa a cirurgia geral para ingressar no mundo da estética. Lá, entra em rota de colisão com Rin Tohyama (Naka), uma renomada cirurgiã plástica de celebridades que enxerga a beleza como forma de salvação.

Segundo Shinichi Takahashi, diretor de conteúdo live-action para o Japão na Netflix, a série busca responder a uma questão central: “O que é, de fato, beleza?”. A produção promete mergulhar nas realidades pouco exploradas da indústria da cirurgia plástica, abordando procedimentos que despertam curiosidade, mas também receio no público.

O diretor Yuki Saito afirmou que a trama vai explorar “os lados claros e obscuros” desse mercado em ascensão e destacou a química entre as protagonistas:

“Ter duas atrizes tão distintas se confrontando, desafiando e, possivelmente, encontrando compreensão mútua é algo que, se captado até nos menores detalhes, vai ressoar profundamente com o público”.

Ainda não há previsão de estreia para ‘Plastic Beauty‘.

Os 10 Melhores Filmes LGBTQIA+ da Década (Até Agora)

Como bem sabemos, o cinema não apenas é um antro do mais puro entretenimento para os espectadores, como um importante veículo para explorar temas de imprescindível necessidade de discussão.

Um desses temas refere-se à multiplicidade e à contínua marginalização da comunidade LGTBQIA+, cuja representatividade no circuito cinematográfico ainda está em fases de aprimoramento, considerando a represália promovida por grupos extremistas de direita e conservadores que criam histórias falsas para desmoralizar a luta desse grupo social.

E, considerando a plataforma que a sétima arte apresenta para diretores, roteiristas, atores, produtores e tantos mais, não é surpresa que, nos últimos anos, produções incríveis focadas nas pessoas LGBTQIA+ tenham nos conquistado.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores longas-metragens queer da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. MAIS QUE AMIGOS (2022)

Mais que amigos

Dirigido por Nicholas Stoller, que não é nenhum estranho às rom-coms, e contando com o roteiro de Billy Eichner e Stoller, o longa-metragem desmistifica os estereótipos encontrados em filmes similares ao trazer para o centro dos holofotes um homem gay chamado Bobby (que também é interpretado por Eichner), que beira os quarenta anos e praticamente desistiu do amor.

Logo no começo da história, é notável como Bobby talvez tenha percebido que não nasceu para ficar com alguém em uma relação duradoura – e ele nem sequer procura por isso. Afinal, sua carreira de sucesso fala por conta própria, considerando que ele é diretor do vindouro museu LGBTQIA+ de Nova York, além de comandar um podcast que abarca discussões queer e fala com abertura invejável sobre o que bem quiser (indesculpável e descaradamente).

9. ALGUÉM AVISA? (2021)

Alguém avisa

Quando pensamos em comédias natalinas, é difícil se esquivar de óbvios convencionalismos e não deixar a narrativa se render a clichês do gênero. Porém, em 2021, a diretora Clea Duvall resolveu remodelas essas incursões bastante conhecidas com o honesto e divertido Alguém Avisa?’, que conquistou nossos corações e trouxe o talento de Mackenzie DavisKristen Stewart e vários outros ao centro dos holofotes.

Na trama, conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Stewart) descobre que Harper (Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.

8. EILEEN (2023)

Critica de eileen anne hathaway centra la atencion en un inquietante thriller queer

Eileen parece que não teve a popularidade merecida quando lançado nos cinemas em 2023 – mas não ficaria de fora da nossa lista. O thriller psicológico comandado por William Oldroyd é uma poderosa análise psicossocial guiada pelas irretocáveis performances de Anne HathawayThomasin McKenzie. A dupla de estrelas brilha em cena e nos convida a uma reflexão sobre a complexidade das relações humanas e que nos arremessa de volta no tempo com uma densa narrativa.

A produção nos leva para 1964, em Massachusetts e acompanha a personagem titular, uma jovem solitária que trabalha em um centro de detenção juvenil, e sua fascinação pela nova psicóloga da instituição, Rebecca. A relação entre as duas toma um rumo sinistro quando Rebecca revela um segredo obscuro, levando Eileen a um caminho inesperado – e as arremessando em um vórtice de reviravoltas.

7. EVERY BODY (2023)

Every body

Conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, o documentário dirigido por Julie Cohen emergiu como mais um passo adiante na representatividade LGTBQIA+ no escopo cinematográfico – e, infelizmente, ainda não tem o reconhecimento que merece.

A produção, que merece nossa total atenção para compreender a pluralidade de gêneros e orientações sexuais ao redor do planeta, é centrada em três indivíduos que superaram a vergonha, o sigilo e a cirurgia não autorizada durante a infância para desfrutar de uma vida adulta bem-sucedida, escolhendo ignorar os conselhos médicos para esconder seus corpos e assumir quem realmente eram.

6. THE BOYS IN THE BAND (2020)

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Escrita por Matt Crowley e estreando na off-Broadway em 1968 antes de migrar para os palcos oficiais nada menos que cinquenta anos mais tarde pelas mãos de Joe Mantello, The Boys in the Bandchocou o público da época ao trazer para os holofotes questões consideradas como tabu àquela época, principalmente sobre seu puro e pungente retrato da comunidade LGBTQ+ no cenário nova-iorquino. Mais do que isso, a peça serviu de inspiração para as rebeliões de Stonewall um ano mais tarde, além de servir de base para o movimento pelos direitos da comunidade queer.

A premissa é bastante simples e nutre de semelhanças com outras adaptações teatrais, como Deus da Carnificina’: enquanto é bem provável que Yasmina Reza tenha pegado alguns elementos de The Boys in the Band para construir seu drama familiar, a releitura fílmica é centrada em um grupo de gays que se reúne para comemorar o aniversário de um deles. Jim Parsons, tomando as rédeas desse enredo como o passivo-agressivo Michael, é o anfitrião e deseja que tudo saia da forma planejada, dentro de um restrito horário e conduzida dentro de um opressor universo.

5. TODOS NÓS DESCONHECIDOS (2024)

Todos nós desconhecidos

Todos Nós Desconhecidos acompanha Adam, um homem que tem um encontro casual com seu misterioso vizinho Harry – e que acaba abalando o ritmo de sua vida cotidiana. À medida que Adam e Harry se aproximam, Adam é levado de volta à casa de sua infância, onde descobre que seus pais falecidos estão vivos e parecem ter a mesma idade do dia em que morreram (há mais de três décadas).

O potente drama fantástico LGBTQIA+ comandado por Andrew Haigh é tocante em cada uma de suas engrenagens, inspirando-se no romance Taichi Yamada para elaborar uma intrincada e profunda análise mnemônica do que significa estar vivo – além de trazer performances impecáveis de Andrew Scott e Paul Mescal.

4. HOMEM COM H (2025)

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A cinebiografia de Ney MatogrossoHomem com H, serviu como lembrete não apenas do impacto de um dos artistas mais únicos e irreverentes da história do Brasil, mas do poder das histórias que eternizamos no nosso cenário audiovisual. Aqui, Jesuíta Barbosa faz um trabalho irretocável ao encarnar os trejeitos, as expressões e o modo de enxergar  vida de um artista que quebrou tabus de gênero e nunca teve medo de enfrentar obstáculos – e que imortalizou uma estética andrógina que seria abraçada por incontáveis performers contemporâneos.

Comandado por Esmir Filho, o longa é uma grata surpresa que faz jus ao legado e à arte de Matogrosso – contando com atuações irretocáveis e um comprometimento estético e criativo que deixa nossos olhos mareados mesmo depois dos créditos de encerramento subirem à tela.

3. FIRE ISLAND: ORGULHO & SEDUÇÃO (2022)

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O aspecto mais emblemático de ‘Fire Island’, releitura do clássico ‘Orgulho e Preconceito’, é sua concisão e o fato de ser destinado a um público específico, a comunidade queer. É nesse universo exuberante que o diretor Andrew Ahn arquiteta uma singela e hilária aventura em uma ilha conhecida como Fire Island – uma espécie de refúgio que, como anunciado logo nas primeiras cenas, funciona como uma “Disneyland gay”.

Aqui, o comediante Joel Kim Booster, que também empresta suas habilidades para o exímio e coeso roteiro, interpreta Noah, um jovem rapaz despreocupado com assuntos do coração e que carrega um mote bastante específico de estar livre para se relacionar com quem quiser e sempre permanecer ao lado de sua família.

2. BABY (2024)

Dois homens conversando na cama, ambiente intimista

Baby, dirigido por Marcelo Caetano, fez sua estreia oficial no Festival de Cannes e, em pouco tempo, conquistou o público e a crítica – e não é por menos: através de uma dramática narrativa recheada de inesperados eventos e de uma preocupação estética que reflete as pulsões íntimas do ser humano em contraste com o urbanismo predatório de uma das maiores cidades do mundo, o longa conta com interpretações fabulosas de João Pedro MarianoRicardo Teodoro em um coming-of-age mandatório de tirar o fôlego.

Na trama, Wellington sai de um centro de detenção juvenil e se vê sem rumo nas ruas de São Paulo, sem contato com seus pais e recursos para reconstruir sua vida. Durante uma visita a um cinema pornô, ele encontra Ronaldo, um homem mais velho, que ensina ao rapaz novas formas de sobrevivência. Gradualmente, o relacionamento dos dois se transforma em uma paixão conflituosa, oscilando entre exploração e proteção, ciúmes e cumplicidade.

1. BLUE JEAN (2023)

Blue jean

É muito provável que o potente drama Blue Jean não tenha passado por seu radar; entretanto, em um período em que a história se repete e que governos extremistas ao redor do mundo voltam a atacar os direitos da comunidade LGBTQIA+, o filme reitera sua importância ao dar vida a uma história competente e envolvente que se beneficia da incrível atuação de Rosy McEwen.

Aqui, a diretora e roteirista Georgia Oakley nos convida a conhecer Jean, uma jovem professora de educação física que esconde quem realmente é em seu ambiente de trabalho e em meio à represália contra a comunidade queer promovida pelo parlamento inglês. Porém, ela se vê ameaçada pela presença de uma aluna que cruza com ela em um bar gay. Temendo por seu futuro profissional e pela própria integridade, Jean não sabe o que fazer e não tem forças para lutar contra um opressor sistema que deseja apagá-la da história, levando-a a enfrentar o que ela, de fato, quer para sua vida.

Você se lembra desse CLÁSSICO? ‘Sky High: Super Escola de Heróis’ completa 20 anos!

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O panteão Walt Disney é uma máquina em constante expansão que, ao longo de sua história, entregou produções de grande calibre e que conquistaram a crítica e ao público – além de revolucionarem o modo de contar histórias de maneira certeira. E, em meio a tantos títulos, é natural que algumas gemas passem longe do nosso radar, como é o caso de Sky High: Super Escola de Heróis. Diferente das produções animadas da Casa Mouse, que definitivamente se tornaram marca registrada da companhia, esse honesto longa-metragem foi distribuído sob o selo da Buena Vista em 2005 e conquistou o público através de uma divertida e familiar história que se transformou em um clássico cult.

Vinte anos depois de seu lançamento nos cinemas, o longa-metragem entrou para a lista de subestimadas produções da Disney que inclui títulos como ‘Abracadabra’ e ‘Atlantis: O Reino Perdido’ – o que significa que o brilho dessa narrativa não foi compreendido como deveria à época. É claro que o título teve uma recepção considerável pela crítica e uma modesta bilheteria mundial, mas, quando o revisitamos, percebemos o comprometimento sólido de um time criativo, técnico e performático que se diverte em meio a papéis arquetípicos e bastante conhecidos do universo super-heroico e que, por consequência, nos encanta através de breves cem minutos.

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A trama é centrada em Will Stronghold (Michael Angarano), um adolescente de catorze anos que é filho dos dois super-heróis mais populares e poderosos da Terra, o Comandante (Kurt Russell) e Jetstream (Kelly Preston). Às vésperas de entrar para a Sky High, uma escola para metahumanos que flutua no céu, Will se vê em um impasse, pois ainda não desenvolveu nenhum poder – sendo colocado junto a outros estudantes, incluindo sua melhor amiga, Layla (Danielle Panabaker), no grupo de ajudantes (ou seja, alunos que não cumprem os requisitos para serem qualificados como heróis). E, enfrentando mais um dilema, o jovem tenta descobrir a maneira certa de contar aos pais que não tem poderes.

Porém, as coisas mudam quando, durante uma briga contra o impetuoso pirocinético Warren (Steven Strait), Will finalmente descobre que tem superforça igual ao pai, sendo transferido para a sala dos heróis e iniciando uma jornada para descobrir quem realmente é e quem são seus amigos de verdade. Em meio às turbulências da adolescência, ele cruza caminho com a sedutora e simpática Gwen (Mary Elizabeth Winstead), uma poderosa tecnopata que se aproxima rapidamente do nosso protagonista com intenções malignas de colocar as mãos em uma arma de rejuvenescimento e concretizar um plano vingativo arquitetado meticulosamente.

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A narrativa apresentada por ‘Sky High’ é pautada em uma gama infindável de produções similares e que, como tantos emblemas do gênero super-heroico, mergulha de cabeça em uma história de origem com ares monomíticos que nos engolfam em uma despojada aventura. Em outras palavras, Will é o nosso clássico “desajustado” que, como podemos ver, não sabe a que lugar pertence e é visto como um estranho em meio a seus colegas. Afinal, ele é o único da classe que não desenvolveu seus poderes, com chances de que nunca consiga fazer isso – mas mostra-se honesto quanto a quem realmente é revela estar orgulhoso de ser um ajudante. Ao cruzar o limiar para território desconhecido, seus valores são colocados em xeque e, cometendo erros até alcançar a glória, ele percebe que precisa ajudar aqueles que ama antes que seja tarde demais.

Angarano brilha como o protagonista dessa empreitada, prestando homenagem a tantos personagens que povoam o imaginário popular e construindo sua própria versão de um herói com qualidades e defeitos. E, em meio a esse coming-of-age construído com uma praticidade funcional e aprazível, ele é acompanhado da ótima presença de Panabaker e Trait, enquanto Winstead se rende a uma performance nostálgica que funciona como carta de amor aos icônicos vilões dos anos 1990 no cinema e na televisão. Ora, até mesmo Lynda Carter, que interpretou Mulher-Maravilha na clássica série da heroína, participa do elenco como a Diretora Powers e brinca com referências à personagem que eternizou.

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Dirigido por Mike Mitchell, mesmo nome por trás de ‘Kung Fu Panda 4’ e ‘Shrek para Sempre’, o longa cumpre com a promessa de nos entreter ao não se levar a sério demais e ao conseguir se apoiar em uma apaixonante e inebriante nostalgia que funciona em quase todos os seus aspectos. É claro que, se procurarmos algo mais profundo do que a sinopse denota, iremos nos frustrar; porém, dentro de um escopo reduzido, Sky High: Super Escola de Heróis é satisfatório e agradável como deveria ser.

‘Chefes de Estado’: Assista aos HILÁRIOS erros de gravação da comédia de ação com Idris Elba e John Cena

A comédia de ação ‘Chefes de Estado‘, estrelada por Idris Elba e John Cena, chegou ao Prime Video há alguns meses e, agora, o Prime Video divulgou os hilários erros de gravação do longa.

Confira:

Na trama, o primeiro-ministro do Reino Unido, Sam Clarke (Elba), e o presidente dos EUA, Will Derringer (Cena), têm uma rivalidade pública que coloca em risco o “relacionamento especial” de seus países. Mas quando eles se tornam alvos de um adversário estrangeiro poderoso e implacável, que se mostra à altura das forças de segurança dos dois líderes, eles são forçados, a contragosto, a contar com as duas únicas pessoas em quem podem confiar: um no outro. Aliados à agente do MI6 Noel Bisset (Priyanka Chopra Jonas), eles precisam fugir e encontrar uma maneira de trabalhar juntos por tempo suficiente para impedir uma conspiração global que ameaça todo o mundo.

O longa de ação conta com um elenco de peso, que ainda inclui Priyanka Chopra Jonas, Carla Gugino, Jack Quaid, Stephen Root, Sarah Niles, Richard Coyle e Paddy Considine.

Chefes de Estado‘ é dirigido por Ilya Naishuller, a partir de um roteiro escrito por Josh Appelbaum, André Nemec e Harrison Query. A história foi criada por Harrison Query.

O longa é produzido por Peter Safran e John Rickard, além de ter produção executiva de Marcus Viscidi, Josh Appelbaum, André Nemec, John Cena e Idris Elba.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ irá introduzir HERÓIS ainda não mencionados no MCU, aponta rumor

Nos últimos dias, rumores apontaram que Homem-Aranha: Um Novo Dia’ iria apresentar vários vilões que ainda não foram mencionados no Universo Cinemático Marvel.

Mas os boatos não pararam por aí – e, segundo a popular conta @MyTimeToShineH, o quarto filme da franquia estrelada por Tom Holland também trará heróis de que ainda não ouvimos falar.

De acordo com o perfil insider, o longa-metragem não trará “apenas outros vilões, mas heróis também”. Infelizmente, detalhes sobre as possíveis aparições não foram divulgados.

A conta também afirma que o filme mostrará Peter Parker criando seus próprios apetrechos, ou seja, sem utilizar a tecnologia deixada por Tony Stark/Homem de Ferro. O boato faz sentido, considerando que, no final de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, a memória de todos que conheciam o herói foi apagada pelo Doutor Estranho para impedir o universo de colapsar.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Conheça o elenco completo da versão TEATRAL de ‘Jogos Vorazes’

Enquanto os fãs da franquia ‘Jogos Vorazes‘ aguardam ansiosamente por ‘Amanhecer na Colheita‘, novo capítulo cinematográfico da saga de Suzanne Collins, o universo distópico de Panem vai ganhar vida também nos palcos.

A capital britânica receberá, a partir de 20 de outubro, a estreia mundial de ‘The Hunger Games on Stage’ (Jogos Vorazes no Palco, em tradução livre), uma adaptação teatral do primeiro livro da série.

E, após anunciar Mia Carragher como Katniss Everdeen, a produção revelou o elenco protagonista da ambiciosa atração: Euan Garrett como Peeta Mellark; Joshua Lacey como Haymitch Abernathy; Tristan Waterson como Gale Hawthorne; Ruth Everett como a Sra. Everdeen; Sophia Ally como Primrose Everdeen; Tamsin Carroll como Effie Trinket; Stavros Demetraki como Caesar Flickerman; e Nathan Ives-Moiba como Cinna.

O restante dos atores inclui Aiya Agustin (Tributo– Rue), Geo Bailey (swing), Alexandra Barredo (ensemble), Imogen Brooke (ensemble), Liana Cottrill (Tributo – Clove), Kyerron Dixon-Bassey (swing), Lewis Easter (Tributo – Marvel), Felix Garcia Guyer (Chefe de Equipe, ensemble e capitão), Marcellus Hill (Tributo – Thresh), Matthew Ives (swing) Jessica Lee (Tributo – Tippet), Mariana Lewis (Tributo – Glimmer), Kiera Milward (swing), Felipe Pacheo (Tributo – Cato), Redmond Rance (Tributo – Stele), Nathanael Saleh (swing), Mark Samaras (Tributo – Drove), Artemis Stamouli (Tributo – Fossa) e Rory Toms (Tributo – Fila).

Ainda não se sabe quem interpretará o Presidente Coriolanus Snow, antagonista principal da trama.

A peça será encenada no Troubadour Canary Wharf Theatre, em Londres, e promete adaptar com fidelidade o início da saga que conquistou uma geração, mantendo os principais eventos do romance original, publicado em 2008.

A encenação marca a primeira vez que a obra de Suzanne Collins é levada aos palcos. A produção é vista como um novo fôlego para a franquia, que recentemente retornou às telas com ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ e já está em fase inicial de filmagens do próximo longa, ‘Amanhecer na Colheita‘.

A adaptação teatral poderá representar uma nova fase para ‘Jogos Vorazes‘, explorando o universo da autora sob uma perspectiva mais intimista e ao vivo — e dando a uma nova geração de talentos, como Mia Carragher, a chance de brilhar sob os holofotes de Panem.

Sobre ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’

Lionsgate escalou mais quatro nomes ao elenco do prelúdio da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins.

Iris ApatowEdvin RydingJax GuerreroSandra Förster foram contratados para o longa-metragem e darão vida a Proserpina, Vitus, Tibby e Hersilia, membros do time de apoio de Haymitch Abernathy e dos outros tributos do Distrito 12.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jhaleil Swaby, Laura Marcus, Percy Daggs IVRada Rae, Sky FrancesTatyana MuzondoAlina ReidSalimou ThiamJohn DoebleKaine Buffonge, Kara Tointon, Smylie Bradwell, Jeffrey HallmanSerafin MishievScot GreenanGrace AckaryMelody Chikakane BrownJefferson White.

O elenco ainda conta com Joseph Zada (Haynith Abernathy), Whitney Peak (Lenore Dove Baird), Mckenna Grace (Maysilee Donner), Jesse Plemons (Plutarch Heavensbee), Kelvin Harrison Jr. (Beetee), Maya Hawke (Wiress), Lili Taylor (Mags), Ben Wang (Wyatt Callow), Ralph Fiennes (Presidente Snow), Elle Fanning (Effie Trinket), Kieran Culkin (Caesar Flickerman), Billy Porter (Magno Stift) e Glenn Close (Drusilla Sickle).

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

10 músicas populares com DUPLO SENTIDO

Lady gaga poker face

O mundo da música é recheado de inúmeras incursões bastante inteligentes e sagazes, que fazem bom uso de metáforas e outras figuras de linguagem que as deixam com um sentido escondido pelas entrelinhas e pelas batidas.

Apenas para citar alguns exemplos, temos o icônico grupo Spice Girls com a clássica “2 Become 1”, que transforma o ato sexual em uma belíssima pintura romântica, e a titânica Lady Gaga, que falou sobre sexualidade com a conhecida “Poker Face”, um de seus maiores hits.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez canções com duplo sentido que você precisa conhecer.

Veja abaixo as nossas escolhas:

“BLACKBIRD”, The Beatles (1968)

Regravada recentemente pela lendária Beyoncé para seu álbum ‘Cowboy Carter’, ‘Blackbird’ foi eternizada pelo grupo The Beatles no final dos anos 1960 – e foi inspirada pelo momento em que Paul McCartney foi agraciado com a presença de um melro-preto durante seus estudos em Meditação Transcendental na Índia. Porém, a cândida narrativa, na verdade, é inspirada pelo movimento dos Direitos Civis que perdurou por mais de uma década nos Estados Unidos – servindo como plataforma para a defesa da comunidade afro-americana que sofria com a segregação racial no país.

“WALK THIS WAY”, Aerosmith (1975)

“Walk This Way” é uma das canções mais famosas da banda Aerosmith e não apenas se tornou um emblema de uma das décadas mais fervorosas do rock, como foi uma das responsáveis por colocá-los no cenário mainstream e a revitalizar a carreira do grupo nos anos 1980. E, diferente do que muitos pensam, a música, na verdade, foi inspirada no clássico terrir ‘O Jovem Frankenstein’, fazendo alusão à cena em que o Dr. Frederick Frankenstein (Gene Wilder) começa a imitar o jeito de andar manco de Igor (Marty Feldman), seu servo corcunda.

“EVERY BREATH YOU TAKE”, The Police (1983)

Considerada uma das assinaturas da icônica banda de rock inglesa The Police, “Every Breath You Take”, na verdade, não possui um duplo sentido em seu cerne, mas foi adotada de maneira “equivocada”, por assim dizer, pelos ouvintes. Ainda que inúmeros fãs encarem a canção como uma declaração de amor e proteção, o próprio vocalista do grupo, Sting, afirmou que a natureza do single é mais sombria do que aparenta e, na verdade, fala sobre um homem que está obcecado por uma mulher e observa cada passo que ela dá.

“WATERFALLS”, TLC (1995)

O icônico grupo de hip-hop TLC imortalizou diversas canções no cenário musical, incluindo a famosa e prestigiada “Waterfalls”. Enquanto o enredo é pautado na frase “não vá correr atrás de cachoeiras”, o que pode ser entendido como um aviso para não insistir em coisas que não valem a pena, o verdadeiro significado da música faz apologia à epidemia de HIV/AIDS que assolava os Estados Unidos desde os anos 1980, servindo como hino de uma comunidade marginalizada e que ainda desconhecida os perigos do vírus.

“2 BECOME 1”, Spice Girls (1996)

O grupo britânico conhecido como Spice Girls dominou os anos 1990 de maneira incontestável – gerando sucessos que são conhecidos mesmo décadas depois de seu lançamento. E, dentre uma discografia recheada de hits, elas aproveitaram para falar sobre sexo com a ótima balada pop “2 Become 1”: a faixa, que integrou o álbum ‘Spice’ e foi escrita pelos próprios membros do girl group, narra sobre a conexão carnal entre duas pessoas que se amam e que se fundem em uma única entidade quando na intimidade – além de abrir espaço para conversas sobre sexo seguro em meio a metáforas cândidas e muito bem escritas.

“GENIE IN A BOTTLE”, Christina Aguilera (1999)

No mesmo ano em que Britney Spears fazia sua gloriosa estreia no cenário fonográfico, Christina Aguilera também ganhava momento como um dos emblemas do teen pop. E já em seu single de estreia, Aguilera mostrou que estava pronta para mostrar um lado mais amadurecido de sua carreira, que se iniciou quando muito jovem: “Genie in a Bottle”, que integra seu primeiro álbum de estúdio, utiliza uma narrativa de autovalorização para com um interesse romântico, escondendo mensagens de abstinência e o conhecimento sobre o próprio corpo com referências sexuais muito bem empregadas.

“POKER FACE”, Lady Gaga (2008)

Lady Gaga é uma das cantoras e compositoras mais conhecidas da história – e, logo no começo de sua carreira, eternizou clássicos instantâneos como o single “Poker Face”. Aqui, ela discorre sobre um homem que não consegue decifrá-la, visto que ela é muito em seus blefes românticos e sexuais (que se refletem pelo título da canção). Todavia, a música também fala de maneira jocosa e inesperada sobre a sexualidade da performer, que é abertamente bissexual e que sempre utilizou sua plataforma artística para defender a comunidade LGBTQIA+.

“IF U SEEK AMY”, Britney Spears (2008)

Britney Spears permanece como uma das artistas mais famosas e prestigiadas de todos os tempos, nunca pensando duas vezes antes de utilizar sua plataforma para quebrar tabus sobre a sexualidade e o desejo femininos. E, em 2008, a princesa do pop voltou a causar polêmica com a canção “If U Seek Amy”, cuja história sobre uma misteriosa personagem chamada Amy é, na verdade, uma máscara para o jogo sonoro do título da música: quando cantado, ele parece soletrar a frase F-U-C-K  ME, que causou alvoroço considerável entre os mais conservadores.

“ROYALS”, Lorde (2013)

Lorde ganhou proeminência incomparável com seu single de estreia “Royals”, que lhe rendeu diversos prêmios e a colocou no centro dos holofotes. E, ao passo que muitos encaram a música como uma crítica à impalpabilidade de uma vida burguesa, de que apenas poucos desfrutam, a verdade é que os versos foram inspirados por um time de beisebol chamado Royals, cuja imagem a artista neozelandesa vira em uma revista da National Geographic.

“LOVE MYSELF”, Hailee Steinfeld (2015)

single de estreia de Hailee Steinfeld veio com grande impacto e inclusive conseguiu entrar para a parada da Billboard Hot 100. Intitulado “Love Myself”, a belíssima e evocativa letra fala sobre aceitar a si mesma, mas carrega uma ambiguidade bastante divertida que fala sobre masturbação, escondida em meio a uma produção sutil e à mensagem de empoderamento. A faixa é uma mistura dançante e envolvente entre dance-pop e electro-pop, contando com a produção de Mattman & Robin e de Oscar Holter.

Grafite de ‘Wandinha’ em prédio de São Paulo é APAGADO após multa de R$190 mil

Wandinha 4

Nos últimos dias, a Netflix se viu enfrentando problemas em São Paulo devido a uma ação de marketing da segunda temporada de Wandinha.

Um grafite gigante da série em um prédio no centro da cidade, criado para divulgar a Parte 1 da 2ª temporada, que já está disponível na plataforma, violou a Lei Cidade Limpa.

Conforme o UOL Splash, a intervenção artística desrespeitou a legislação municipal, que proíbe intervenções que exibam, direta ou indiretamente, nomes, marcas, logotipos, produtos ou serviços de caráter comercial.

Devido a essa infração, o condomínio do prédio foi multado em R$ 190 mil e recebeu o prazo de cinco dias para retirar a arte. Agora, como podemos ver nas imagens abaixo, o mural está quase apagado, com apenas alguns resquícios de roxo (a cor-identidade da série).

Segundo informações, a repintura do edifício começou neste final de semana.

Confira:

O grafite estava localizado em um prédio na Rua Ana Cintra, com vista para o Elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como Minhocão. A imagem trazia elementos conhecidos da série, apresentando Wandinha (interpretada por Jenna Ortega) e a Mãozinha.

Crítica | 2ª temporada de ‘Wandinha’ expande o universo Addams de maneira diabolicamente divertida | CinePOP

Lembrando que a segunda parte da nova temporada tem lançamento agendado para 5 de setembro.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

High School Musical | 20 anos de um dos filmes mais POPULARES do Disney Channel

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Filmes originais do Disney Channel, apelidados carinhosamente de DCOMs, costumam partir de premissas similares que se destrincham em narrativas múltiplas – desde musicais originais até histórias de bonança e que sempre trazem uma mensagem positiva, dialogando com a identidade eternizada pelas inúmeras produções da Walt Disney Studios e suas subsidiárias. E, dentro desses longas-metragens, um dos que mais definiram o significado de DCOM foi o popular High School Musical.

Lançado em 2005 (sim, já faz vinte anos desde que conhecemos os alunos de East High), a trama é centrada em Troy Bolton (Zac Efron), um astro do basquete de seu colégio que é muito popular e que tem seu futuro traçado desde sempre, visto que seu pai é técnico do time local e quer que o filho siga seus passos. Em outro espectro, acompanhamos Gabriella Montez (Vanessa Hudgens), aluna recém-chegada no East High que é extremamente tímida e inteligente, com aptidão natural para as áreas acadêmicas – e que, assim como Troy, tem seu futuro planejado pela mãe, cujo sonho é vê-la em Stanford (uma das universidades mais prestigiadas do planeta). Porém, a vida de ambos dá uma guinada inesperada quando, após cantarem juntos em uma festa de Ano-Novo, os dois desenvolvem um apreço pelo teatro musical e se complementam de maneira inesperada e que coloca dois universos diferentes em rota de colisão.

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Mesmo para a época de seu lançamento, é notável como a história centrada em Troy e Gabriella é pautada nos tropos conhecidos das comédias românticas para se desenrolar – apresentando um escopo teen e regado a músicas bastante chicletes e que dominaram as playlists dos fãs. Não é à toa que a dupla protagonista seja calcada em arquétipos muito familiares e dialogáveis com os espectadores, munidos de uma ótima química que explode em cena e que ofusca os óbvios deslizes que pincelam o projeto. É claro que não podemos nos esquecer do fato de que Efron não tinha habilidades vocais muito firmes quando aceitou protagonizar o filme, mas sua performance se equipara a de Hudgens e os firmam como um dos casais mais famosos do panteão da Casa Mouse.

A dupla não estaria sozinha nessa empreitada: temos a presença memorável de Ashley Tisdale como a icônica Sharpay Evans, antagonista principal da narrativa e que funciona como a estrela de East High, sempre conseguindo os papéis principais do teatro da escola e sendo responsável pelo gerenciamento do corpo artístico – fazendo de tudo para se reafirmar ao lado do irmão, Ryan Evans (Lucas Grabeel). Tisdale e Grabeel, em vários momentos, roubam a cena através de atuações propositalmente exageradas e que transformam as clássicas investidas das mean girls – cujo termo foi cunhado com ‘Meninas Malvadas’, lançado um ano antes – em uma divertida e jocosa incursão. E, completando o sexteto, temos Chad Danforth (Corbin Bleu), amigo de infância de Troy e um dos astros de basquete do colégio, e Taylor McKessie (Monique Coleman), capitã do time de decatlo acadêmico que logo se torna confidente de Gabriella.

High school musical 4

O filme cumpre com o que esperamos de uma produção Disney Channel, mas ganha pontos pelo talentoso time criativo na frente e atrás das câmeras. O elenco abraça os personagens com paixão gritante, motivo pelo qual retornaram para duas sequências – e motivo pelo qual a persona mais popular, Sharpay, foi condecorada com seu próprio spin-off. No âmbito artístico e técnico, o lendário Kenny Ortega, conhecido por seu trabalho na subestimada aventura de Halloween ‘Abracadabra’ e ao lado de ninguém menos que Michael Jackson, assume as rédeas da direção e sabe como conduzir a câmera através das complexas coreografias que delineia com paixão epopeica. Aliás, são os passos de dança que vibram em cena e nos chamam a atenção, transformando certas escolhas sacarinas em um enredo divertido e fácil de acompanhar.

Peter Barsocchini, incumbido do roteiro, mergulha de cabeça em uma releitura contemporânea de ‘Romeu e Julieta’, facilmente a peça mais famosa do dramaturgo William Shakespeare. Apoiando-se em “tipos sociais” costumeiros de obras similares, Barsocchini transmuta as tensões políticas entre os Montéquio e os Capuleto, famílias inimigas da Itália renascentista, em uma ambientação menos altiva e mais palpável que encontra um ponto em comum entre o mundo dos esportes e o das ciências: a música. E, navegando pelas atribulações da adolescência e pela mandatória necessidade de se reafirmar e pertencer a algum lugar, o roteirista desafia o status quo do colégio, cutucando uma hierarquia intocável através de reflexões inteligentes e inesperadas que nos convidam a pensar “fora da caixinha”.

High school musical 2

Há duas décadas, High School Musical era eternizado não apenas como um dos melhores DCOMs de todos os tempos, como revolucionou essa espécie de subgênero de maneira a influenciar praticamente todas as produções futuras do Disney Channel. E, conforme revisitamos esse popular longa-metragem, percebemos que, na verdade, ele envelheceu muito bem para os poucos recursos que tinha à época.

Lembrando que o filme está disponível no Disney+.

Emily Ratajkowski e Lena Dunham se unem à A24 para desenvolver série para a Apple TV+

Emily ratajkowski stephanie danler lena dunham

A Apple TV+ está desenvolvendo uma nova série ainda sem título que promete explorar identidade feminina e maternidade moderna, segundo fontes próximas à produção.

O projeto será escrito e produzido por Emily Ratajkowski e pela autora Stephanie Danler, com Lena Dunham atuando como produtora executiva por meio de sua produtora Good Thing Going. A novidade foi divulgada pelo Deadline.

Ratajkowski, que também estrelará a série, fará sua estreia como roteirista após o sucesso de seu livro de memórias My Body, best-seller do The New York Times. O estúdio responsável é a A24, conhecida por produções como ‘Euphoria‘ (HBO) e o longa ‘On the Rocks‘ (Apple TV+), de Sofia Coppola.

O projeto marca o reencontro entre Ratajkowski e Dunham, que recentemente trabalharam juntas na série ‘Too Much‘, da Netflix, na qual Ratajkowski interpretou Wendy Jones.

Além de ‘Too Much‘, Ratajkowski já participou de produções como o suspense ‘Garota Exemplar‘, de David Fincher, e a comédia ‘Sexy por Acidente‘ (I Feel Pretty), estrelada por Amy Schumer.

Stephanie Danler é autora do best-seller internacional Sweetbitter, que ela própria adaptou para a série homônima da Starz. Inspirada em sua experiência trabalhando no restaurante Union Square Café, a obra conquistou público e crítica. Em 2020, Danler lançou o livro de memórias Stray, abordando temas como disfunção familiar, vício e relações amorosas conturbadas.

Lena Dunham, criadora e protagonista da aclamada série da HBOGirls‘, soma oito indicações ao Emmy e venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical em 2013.

Ainda não há previsão de estreia para a nova produção da Apple TV+.

‘Pacificador’: 2ª temporada irá explicar os problemas de CONTINUIDADE entre o DCEU e o DCU, aponta rumor

Após assumirem os cargos principais da DC StudiosJames GunnPeter Safran deram origem ao novo universo estendido da DC, que ficou conhecido como DCU.

A ideia da dupla era recomeçar o panteão super-heroico do zero, mas o capítulo inicial dessa empreitada, Superman, trouxe rostos familiares do extinto DCEU para as telonas – como Pacificador e outros personagens da série estrelada por John Cena, causando certa confusão por parte dos fãs.

Agora, segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, o primeiro episódio da 2ª temporada de Pacificador irá explicar esses problemas de continuidade entre o DCEU e o DCU.

“O primeiro episódio da 2ª temporada de Peacemaker abre com ‘Anteriormente no DCU’. São basicamente cenas da 1ª temporada, mas há algumas mudanças. A personagem de Danielle Brooks agora fala sobre convocar a Gangue da Justiça, e eles refilmaram a participação especial da Liga da Justiça no final”, aponta o perfil.

insider acrescenta: “agora, serão o Senhor Incrível, Superman, [Guy Gardner], Mulher-Gavião e Supergirl (todos, exceto [Lanterna Verde] e Mulher-Gavião, que estão nas sombras)”.

Lembrando que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 21 de agosto.

“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘Mortal Kombat 2’: Noob Saibot é destaque em nova imagem; Confira!

A Warner Bros. divulgou recentemente uma nova imagem oficial de Mortal Kombat 2’, sequência do aclamado reboot da franquia. A imagem destaca a presença sombria do icônico ninja Noob Saibot.

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 23 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Crítica | ‘Os Enforcados’ – Um FILMAÇO brasileiro que mostra o alto da pirâmide da criminalidade

Apontando o dedo para o alto da pirâmide da criminalidade, o novo trabalho do cineasta Fernando Coimbra – também diretor do excelente O Lobo Atrás da Porta – é um ousado passeio por ações violentas, tramoias sangrentas, tendo no centro das atenções um casal inescrupuloso que entra numa espiral de ascensão e queda na organização criminosa familiar que fazem parte. Selecionado para o Festival do Rio 2024, o projeto tem uma narrativa pulsante, encostando no tragicômico e mantendo-se firme no discurso que logo se mostra uma contundente crítica social com mais que respingos na atualidade.

Na trama, ambientada no Rio de Janeiro atual dominado pelo poder de criminosos, conhecemos Regina (Leandra Leal) e Valério (Irandhir Santos), um casal, parceiros de planos, que vivem abraçados a uma família de crime, ligada ao jogo do bicho e lavagem de dinheiro. Quando resolvem dar um passo nessa hierarquia, cruzando uma série de limites, planejam o que acham ser um plano perfeito. Só que uma série de consequências desse ato tomam conta dos próximos passos desse recorte rumo ao caos.

Coimbra não alivia ao mostrar os detalhes dessa caminhada rumo à ruína, se joga numa reta de ousadia quebrando os paradigmas familiares, adicionando a crítica social focada no poder corrupto, usando o chocar para criar a tensão e reflexão. Um dos elementos importantes, é a composição e desenvolvimento dos personagens, que encontram suas camadas em um tour pelo psicológico dominados pela inconsequência, envoltos num estado de alerta constante chegando até a validação da iminência onde a ciranda do poder pode girar a qualquer momento.

Para validar o forte impacto das cenas, uma direção de arte impecável se torna quase um personagem, um espelho complementar do que vivem e sentem os personagens – brilhantemente interpretados por Irandhir Santos e Leandra Leal. Sem alívio para as ações inescrupulosas e batendo forte na tecla de uma elite corrupta que se acha intocável, toda essa atmosfera criada deixa o público atento e surpreso ao longo das duas horas de projeção.

Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto, Os Enforcados tem como carta na manga a imprevisibilidade, algo que soma demais à narrativa, se consolidando através do caos de ações desenfreadas e do minucioso olhar para quem comanda o crime como um forte retrato de nossa sociedade. Saímos da sessão com uma certeza: os vivos assustam muito mais que os mortos!

‘Let the Devil In’: Série documental do diretor de ‘O Albergue’ ganha trailer APAVORANTE; Confira!

Let the devil in

MGM+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Let the Devil In’, nova série documental produzida por Eli Roth (‘O Albergue’, ‘Feriado Sangrento’).

A produção, que conta com quatro episódios, tem estreia agendada para o dia 31 de agosto na plataforma de streaming.

Assista:

Danielle Franco entra como diretora e showrunner da atração.

Em 1988, uma mãe católica devota é assassinada em Jefferson, Nova Jersey. A brutalidade do crime e a investigação que se segue preparam o cenário para rumores de possessão demoníaca. Décadas depois, a verdade permanece emaranhada em paranoia e medo.

A série documental de quatro episódios explora uma tragédia que durou anos, destruiu uma família e despertou os medos mais sombrios de uma pequena cidade. Pela primeira vez, testemunhas, amigos e membros da comunidade tentam entender os eventos impensáveis, alguns acreditando que o próprio Satanás se apoderou de um adolescente vulnerável, enquanto outros acreditam que demônios muito mais terrenos foram os culpados.

Branden Morgan, Anneka Jones, Jill Burkhart, Ken Druckerman, Banks Tarver, Rod Blackhurst, Dirk Hoogstra e Nicole Sorrenti entram como produtores executivos ao lado de Roth.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: RUMOR aponta que popular personagem dos quadrinhos aparecerá no filme

Rhino homem aranha

As gravações de Homem-Aranha: Um Novo Dia’, próximo capítulo da franquia estrelada por Tom Holland como o Cabeça de Teia, seguem a todo vapor na Escócia – e mais rumores sobre o projeto vêm ganhando momento dia após dia.

Agora, segundo o Glasgow World, um popular personagem dos quadrinhos da Marvel deve aparecer no longa-metragem. De acordo com uma nova reportagem, durante as gravações, “havia uma parte em que um tanque de guerra estava sendo perseguido por outro veículo feito sob medida. Ele tinha o mesmo formato de hélice na frente. Tinha o formato da cabeça de um rinoceronte”.

A matéria teoriza que Rino, alter-ego de Aleksei Sytsevich, pode estar envolvido na sequência em questão – mas nada foi oficialmente confirmado pela companhia.

Para aqueles que não o conhecem, o antagonista era apenas mais um bandido da máfia russa, ávido por dinheiro fácil e a caminho de uma vida cruel, brutal e curta. Seduzido por promessas de riqueza e poder, Aleksei passou por uma série de tratamentos químicos e de radiação, com risco de morte, ao longo de vários meses, para se transformar em um agente com força sobre-humana para um coletivo de espiões profissionais. Em parte, isso visava sustentar sua família.

O poderoso traje de Aleksei foi modelado a partir da pele de um rinoceronte. Dois cientistas escolheram essa forma, tanto por seu impacto visual quanto em reconhecimento ao fato de que o rinoceronte era o resultado de incontáveis gerações de evolução em direção à forma definitiva para ataque blindado. Eles selecionaram Aleksei por seu físico musculoso e baixa inteligência, o que eles acreditavam que garantiria sua lealdade – e que culminou na “criação” de Rino.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney, sucedendo o sucesso ‘Sem Volta para Casa’, de 2021.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.