O filme de Panahi acompanha cinco personagens que acreditam ter identificado o promotor que os torturou durante suas próprias prisões. No entanto, como todos estavam vendados na cadeia, nenhum deles pode ter certeza absoluta de que o homem capturado é de fato o responsável.
Um dos méritos de um bom roteiro é fazer com que o espectador não desgrude os olhos da tela. Há muitas formas de se realizar essa conexão, muitas vezes com uma história envolvente, personagens indecifráveis e tramas que nos levem a conclusões longe da obviedade.
Pensando nisso, resolvemos criar uma poderosa lista abaixo com 10 filmes que prendem totalmente a nossa atenção:
Nas batidas de tudo que é abstrato. Chegou aos cinemas nos últimos dias uma obra que abraçada com seu ritmo pulsante, mostra um intenso triângulo amoroso que percorre anos, com personalidades conflitantes no centro desse tabuleiro muitas vezes parecendo um vulcão, prestes a entrar em erupção. Sensual, inteligente, reflexivo, Rivais, dirigido pelo cineasta italiano Luca Guadagnino escancara o abstrato, dá um tapa na caretice e mostra uma história com mil e uma possibilidades.
E a Festa Continua!
Tudo que importa é viver! Trazendo um recorte sobre uma família e encostando nas paredes da realidade social de uma região, desabrochares de pensamentos vão conduzindo uma narrativa leve, agradável, sem deixar de tocar em pontos importantes para reflexões. E a Festa Continua! dirigido por Robert Guédiguian, caminha por encontros: a política se mistura às portas que se abrem para uma nova avaliação sobre a solitude, ideologias se convergem com dramas pessoais.
Verissimo
O Luis Fernando do Verissimo. Partindo 15 dias antes do aniversário de 80 anos de uma das lendas da literatura brasileira, o documentário Verissimo, busca um recorte do dia a dia de um dos maiores cronistas do cotidiano. Com um acertado tom intimista, a narrativa, de alguma forma, simplifica a personificação de um homem pacato que adora criar laços com as palavras através de seu próprio universo. Dirigido por Angelo Defanti, o projeto foi um dos destaques do Festival É Tudo Verdade desse ano.
Uma família rica. Um sequestro. Uma noite de revelações surpreendentes. Remake de um filme espanhol lançado em 2017, o longa-metragem mexicano Confissões é tenso, aterrorizante, que através de declarações inesperadas expõe na tela as dores, a vingança e o absurdo de ações feitas no passado. Dirigido por Carlos Carreira, esse é um filme que vai te surpreender principalmente pelo seu final impactante.
Na trama, conhecemos Eva (Grazi Massafera), uma artesã de bonecos de bebês à espera do terceiro filho, o primeiro menino, que vive seus dias felizes ao lado do marido, o advogado Vicente (Reynaldo Gianecchini), e das duas filhas gêmeas em um condomínio de alto padrão numa grande cidade brasileira. Certo dia, já após o nascimento do novo filho, e em meio a uma depressão pós-parto evidente, suas filhas aparecem machucadas e Eva acaba sendo acusada de ter cometido tal ato. Assim, sua vida muda completamente, desencadeando uma série de conflitos que rebatem em acontecimentos estranhos e duvidosos.
Na trama, ambientado por volta de 1860, na região de Midland, na Irlanda, conhecemos a enfermeira Lib (Florence Pugh, em mais uma destacada atuação), uma mulher com um pensar à frente do seu tempo que é selecionada por um conselho para ir até uma pequena vila e investigar algo de inusitado que está acontecendo: uma jovem de onze anos chamada Anna (Kíla Lord Cassidy) não se alimenta faz meses e continua viva, se tornando famosa na região e recebendo turistas, peregrinos, que querem presenciar esse possível milagre. Os que mandam e desmandam nesse vilarejo também estão de olho nessa situação, até mesmo os que defendem o lado religioso. Aos poucos, a enfermeira vai conhecendo melhor essa história, principalmente da família da jovem, e assim muitas surpresas vão aparecer durante sua estadia na região levando-a a dilemas.
Exibido na Mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes do ano passado, A Natureza do Amor estrutura suas bases partindo do pessimismo em relação ao sentimento mais intenso que existe. O choque dos momentos de êxtase com a realidade, no sentido de conexões que logo viram desconexões, passam por citações de Platão à Schopenhauer. Acompanhamos os desenrolares através de uma protagonista e sua necessidade de descobrir o afeto, o amor, tendo o desejo como uma lacuna que aos poucos vai mudando de sentido. Escrito e dirigido por Monia Chokri, A Natureza do Amor é uma jornada de opostos que se atraem.
Na trama, conhecemos Jo (Ágata Buzek), uma professora do ensino médio com uma vida agitada. Uma mulher que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano, numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho que acabou de ser pai e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que impera em sua frente, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de um alguém que descobriu sua traição.
Na trama, conhecemos Paul (Nicolas Cage), um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viralizando após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.
Na trama, conhecemos Nick (Kevin Bacon) um homem bem sucedido, com uma família feliz. Tudo muda quando, após parar em uma loja de conveniência, seu filho é assassinado de forma brutal. Completamente desnorteado com o ocorrido, logo seu luto vira vingança e assim, sem medir as consequências de seus atos dá início a uma jornada sem volta.
As gravações de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ seguem a todo vapor, e diversos rumores têm circulado sobre o quarto filme do amado Amigo da Vizinhança.
O mais recente envolve o papel da atriz Sadie Sink, cuja participação, desde que foi anunciada, tem gerado teorias entre os fãs, muitos acreditam que ela possa interpretar Mary Jane Watson ou até Jean Grey, no contexto do UCM.
No entanto, segundo o ComicBookMovie, novos rumores revelam que a atriz vai viver Annabelle Adams no longa.
Para quem não conhece, Annabelle foi introduzida nos quadrinhos em Scarlet Spider #1 (2012). Ela era uma bartender e cantora em um hotel de Houston, onde vivia Kaine Parker, o clone de Peter Parker. Os dois desenvolveram um romance, mas, durante uma batalha contra a vilã Shathra, Kaine se transformou em um enorme monstro aracnídeo, assustando Annabelle, o que levou à separação do casal.
Apesar de a personagem existir nas HQs, especula-se que a versão da Annabelle do UCM possa ser uma fusão de diferentes personagens do universo Marvel, ou até mesmo um codinome para disfarçar o verdadeiro personagem da atriz.
Os rumores também apontam que a vilã Shathra será uma das antagonistas do filme, ela é uma criatura de uma dimensão alternativa, com presença recorrente nas histórias do Aranhaverso, sendo uma ameaça multiversal que já deu trabalho para vários Homens-Aranha ao longo dos quadrinhos.
Importante destacar que as informações ainda não foram confirmadas oficialmente e devem ser tratadas como rumores.
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.
Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.
O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.
A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.
Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Sandman’ e ‘Narcos’, Boyd Holbrook assinou contrato para coestrelar a série derivada de ‘O Resgate’, da Netflix.
Juntando-se ao previamente confirmado Omar Sy, o ator dará vida a David Ibarra, líder de um time de extração e resgate, como aponta o Deadline.
Na trama…
Um mercenário (Sy) está em uma perigosa missão para resgatar reféns na Líbia. Preso entre facções em guerra e assassinos implacáveis, a série mergulha nos conflitos emocionais de personagens complexos e imperfeitos, cada um enfrentando traumas, traições e decisões de vida ou morte.
As filmagens da primeira temporada estão programadas para começar em dezembro de 2025 e devem seguir até o início ou meio de 2026. As locações escolhidas para a série são no Marrocos, norte da África.
A nova série contará ainda comGlen Mazzara como roteirista.
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‘Resgate’ e sua sequência estão disponíveis na Netflix.
‘Superman’, longa que marca o início oficial do novo Universo DC nos cinemas, foi amplamente aclamado pelos fãs por sua representação inspiradora de esperança. No entanto, um ponto específico da trama dividiu opiniões: a revelação de Jor-El.
No longa, uma mensagem revela que Jor-El e Lara Lor-Van enviaram Kal-El à Terra com a missão de conquistar o planeta e engravidar o maior número possível de mulheres, a fim de preservar a linhagem kryptoniana.
Segundo o ComicBookMovie, o diretor James Gunn já havia sido categórico ao afirmar que a mensagem decodificada por Lex Luthor era real. No entanto, fãs mais atentos perceberam um detalhe sutil no filme que pode indicar uma possível mudança de planos em relação à narrativa.
Durante uma reportagem exibida no Planeta Diário sobre as declarações de Maxwell Lord contra Luthor, uma faixa de texto na parte inferior da tela afirma: “Planeta Diário mostra que Luthor estava por trás das imagens falsas da mensagem dos pais do Superman alegando que…”.
Apesar de ser um detalhe discreto, essa informação pode sugerir duas possibilidades:
Que Clark Kent ou Lois Lane tenham encoberto a verdade para preservar a reputação do Superman, o que seria um desvio ético questionável e em desacordo com os princípios dos personagens; ou queJames Gunn esteja recuando da ideia original, abrindo espaço para uma reinterpretação dos eventos em futuras produções.
De qualquer forma, esse possível “retcon” oferece a Gunn uma oportunidade de abandonar a polêmica sem ela continuar afetando o desenvolvimento do herói no novo DCU.
Anteriormente, Gunn havia declarado: “Esse é o ponto principal do filme: o Superman acredita que está cumprindo um destino traçado por seus pais kryptonianos. Mas, ao longo do caminho, ele descobre, por meio do amor de seus verdadeiros pais, que suas ações não são motivadas por outros, mas por si mesmo”.
“É uma metáfora profunda sobre responsabilidade. Sua moralidade não vem de uma figura externa, mas nasce de suas próprias escolhas. Acho isso realmente bonito, e não vou mudar isso”, acrescentou.
Ele ainda completou: “E nem vejo Jor-El e Lara como totalmente malignos. Eles apenas enxergam os humanos como inferiores, para eles, somos como tartarugas-marinhas. Eles estão apenas tentando manter vivos os genes kryptonianos”.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Em pouco tempo de carreira, Cardi B tornou-se um expoente inegável no cenário fonográfico, dominando o cenário rapper e sagrando-se um dos principais emblemas da nova geração. Por mais que tenha lançado apenas um álbum de estúdio oficial, o sucesso de ‘Invasion of Privacy’ lhe rendeu ainda mais aclame ao torná-la a primeira artista feminina solo a conquistar o Grammy de Melhor Álbum de Rap – cimentando uma carreira que teria muito a nos contar.
Roubando os holofotes em um cenário com óbvia predominância masculina e seguindo os passos da lendária Lauryn Hill, uma de suas principais influências, é notável como a performer influenciou inúmeras artistas, direta ou indiretamente, incluindo Ice Spice, Doja Cat, Megan Thee Stallion, Olivia Rodrigo e até mesmo BLACKPINK. Não é surpresa que canções como “Bodak Yellow” e “WAP” alcançaram um status invejável e quase incomparável, sendo construídas através de um comprometimento técnico e criativo que abriu espaço para diversas narrativas – como enredos de positividade corporal, empoderamento feminino e até diss tracks divertidas e bem arquitetadas.
Quase um mês antes do lançamento de seu segundo álbum de estúdio, ‘Am I The Drama?’, Cardi retornou ao mundo da música com mais um single promocional: intitulado “Imaginary Playerz”, a faixa acompanha o nostálgico processo de resgatar décadas passadas ao trazer interpolações de “Imaginary Players”, música de Jay-Z para seu álbum ‘In My Lifetime, Vol. 1’ (1996). A conhecida progressão sonora movida pelo baixo e pela sutileza da bateria é rearranjada com um downtempo mais característico das produções da rapper e encontra espaço o suficiente para unir passado e presente em um mesmo lugar.
Falar da rendição de Cardi é desnecessário a esse ponto. O que nos chama a atenção é que, mesmo já sendo uma veterana na indústria, ela continua nos encantando com versos muito sagazes e que singram entre uma autoconsciência de seu lugar no show business e alfinetadas hilárias aos nomes que a enfrentam. Aliando-se a um time talentosos de compositores de produtores, a rapper aposta fichas em uma celebração do hip-hop à medida que entrega frases memoráveis que fazem menção à própria carreira – como é o caso de “Cardi B, todas as músicas platinadas, não sou a outra v****”, nos relembrando do estrondoso sucesso comercial de seu début.
As investidas não se limitam apenas às aguilhoadas e às zombarias, estendendo-se para uma construção rimática muito interessante e que se afasta das obviedades: apostando em uma sinestesia que nos convida a participar ativamente da canção, Cardi faz questão de garantir o ritmo e a fluidez através de um jogo de palavras e de sons que consegue unir frases como “poppin’ it” e “compliment”, e “on me” e “probably”, apenas para citar alguns. À medida que engendra uma declamação celebratória e testamentária sobre si mesma, ela diverte-se como nunca em mais um desdobramento de sua carreira que, como se não bastasse, puxa pontuais elementos do soul e do R&B para a composição.
“Imaginary Playerz” não apenas é uma das melhores músicas do ano, como reitera o impacto da rapper na indústria contemporânea em uma série de brincadeiras ácidas que dialogam com a identidade que eternizou. Cardi B está de volta, e ela faz questão de nos relembrar disso de maneira indescupavelmente aplaudível.
‘Am I The Drama?’ tem lançamento agendado para o dia 19 de setembro.
A jornada do homem comum em busca de um novo propósito levou Bob Odenkirk para rumos inesperados no cinema, fazendo de Anônimo a descarga de adrenalina perfeita para os fãs de ação. Em meio aos frangalhos da pandemia, o longa de Derek Kolstad – mesmo responsável por John Wick – simbolizou um alívio para tempos sombrios, a redenção visceral e enérgica de uma audiência inquieta e enclausurada.
Três anos depois e um novo alvorecer já estabelecido, a dupla retorna ao lado do diretor Timo Tjahjanto e do corroteirista Aaron Rabin, dessa vez para uma jornada solar em meio ao quente verão norte-americano. Deixando para trás os sujos e escuros galpões tomados por sangue, o herói comum Hutch Mansell faz as malas com sua família e acidentalmente a leva consigo em uma inevitável e sangrenta jornada marcada por um prazeroso humor galhofa.
E sob esse novo direcionamento, Connie Nielsen e sua personagem Becca se expandem nas telonas, nos apresentando uma perspectiva bem diferente que o longa de 2021 entregou. Readaptando a franquia para o formato de comédia de ação, Anônimo 2 traz a atriz mais envolvida do que nunca na complexa vida dupla de Hutch.
E sobre isso, ela conversou com o CinePOP, revelando detalhes do mais novo lançamento e compartilhando de que forma cada um dos elementos introduzidos em sua personagem preparam a audiência para uma possível terceira sequência. Se no primeiro filme Becca era o porto seguro emocional de Hutch, na sequência ela entra de vez no campo de batalha — literalmente.
“Já no primeiro filme, os produtores me disseram que queriam desenvolver mais a personagem. Em Anônimo 2, conseguimos manter a verdade emocional do casal, mas começamos a abrir a ‘caixa de segredos’ deles”, contou. Para Nielsen, a dinâmica familiar permanece central, mas o público começa a entender melhor o passado e as habilidades ocultas do casal. “Esses dois são profissionais em guardar segredos e aos poucos o público vai descobrindo quem eles realmente são”.
E desa vez, um dos maiores desafios para a atriz foi encarar cenas subaquáticas. “Eu tive que aprender a nadar de forma convincente. Eu sei que parece engraçado, mas, mesmo sendo da Dinamarca, nadar nunca foi meu ponto forte. Treinei bastante para uma cena de mergulho e para fazer um stunt subaquático que era absolutamente lindo, mas desafiador. Eu estava insegura no início, e foi uma curva de aprendizado enorme. E é isso que eu amo no meu trabalho: transformar inseguranças em conquistas”, comentou com um sorriso no rosto.
Nielsen, que já interpretou diversas personagens fortes no cinema, ainda comentou sobre a abordagem feminina nas telonas e como a indústria está explorando olhares mais sensíveis para esse nicho. “O cinema está cada vez mais disposto a mostrar as mulheres como elas realmente são. Antropologia e história já provaram que sempre houve mulheres guerreiras, desde a pré-história. E quando uma mulher vê isso na tela, ela se sente validada. E eu acho maravilhoso que filmes como Anônimo explorem essa realidade sem cair no estereótipo”.
A chegada do diretor Timo Tjahjanto também trouxe uma nova energia para o universo de Anônimo, conforme ponderado pela veterana. Segundo a atriz, a expertise do cineasta indonésio impactou diretamente no resultado final do longa, unindo elemento aparentemente díspares em uma harmônica narrativa.
“Timo tem um coração enorme. Ele é sensível, gentil e ao mesmo tempo um diretor de ação absolutamente brilhante. Essa combinação é rara. O filme ficou extremamente equilibrado, com espaço para todos os personagens brilharem. E claro, temos vilões excelentes. É como se ele conseguisse misturar a alegria de uma criança com uma técnica impecável”.
E agora que a abordagem narrativa da franquia ganhou novos desdobramentos a partir do desenvolvimento de seus personagens principais, as expectativas em relação ao futuro da família Mansell ganham novas cores. Com a sequência absorvendo a comédia para dentro desse submundo de um assassino de aluguel, paira no ar algumas dúvidas sobre os próximos rumos de Anônimo. Segundo Nielsen, as possibilidades existem e são latentes, mas tudo depende da recepção nas bilheterias.
“Obviamente, tudo isso é algo que adoraríamos continuar explorando. Se todos forem assistir a este filme no cinema, teremos a chance de mostrar muito mais sobre Hutch e Becca. E acreditem: ainda há muitos segredos que vocês não conhecem. Mal posso esperar para revelar mais!”
Quatro anos após ter enfrentado acidentalmente a máfia russa, Hutch ainda deve 30 milhões de dólares à organização criminosa e está pagando a dívida com uma sequência interminável de assassinatos de criminosos internacionais. Por mais que goste da ação explosiva do seu “trabalho”, Hutch e sua esposa Becca se veem sobrecarregados e se distanciando um do outro. Por isso, decidem levar os filhos para uma pequena viagem ao Wild Bill’s Majestic Midway and Waterpark — o único lugar onde Hutch e seu irmão Harry passaram férias quando eram crianças.
Com o pai de Hutch a reboque, a família chega à pequena cidade turística de Plummerville, ansiosa por um pouco de diversão ao sol. Mas quando um encontro trivial com alguns valentões locais coloca a família na mira de um operador corrupto de parque temático e de seu xerife duvidoso, Hutch se torna o alvo principal da chefe do crime mais insana e sanguinária que ele (ou qualquer um) já enfrentou.
Com 24 reviews publicadas até o momento, o terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, conquistou 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Apesar dos pontos negativos e o roteiro fraco, os especialistas destacaram que esta nova versão é insanamente divertida e consegue entreter em meio ao seu caos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Por mais instável que seja sua base, ‘Witchboard’ oferece loucura o suficiente para entreter.” (RogerEbert.com)
“A presença sedutora, porém sinistra, de Jamie Campbell Bower como o especialista em ocultismo Alexander Babtiste acrescenta mais tempero neste guilty pleasure.” (San Jose Mercury News)
“[O diretor] Chuck Russell certamente está comprometido em fazer um filme de terror clássico e cheio de efeitos práticos.” (Slant Magazine)
“Uma história rasa e frustrantemente previsível, sem muita emoção. O filme tem uma alta classificação indicativa, mas não tenho ideia de como conseguiu isso com suas cenas básicas.” (Horror Press)
“Chuck Russell está disposto a fazer seus personagens passarem por pesadelos infernais inspirados.” (Flickering Myth)
“É impressionante – de formas boas e ruins. [Este remake] é um caldeirão picante de bruxaria maluca que se deleita com sua bagunça.” (Daily Dead)
Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.
Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.
Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.
Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.
Dirigido por Marc Forster, o longa-metragem foi inspirado no romance homônimo de Max Brooks e, além das críticas positivas, o projeto arrecadou impressionantes US$540 milhões ao redor do mundo, tornando-se o mais rentável do gênero e responsável por repopularizar histórias de zumbis na sétima arte.
Desde então, fãs estão aguardando uma continuação da história. Uma sequência estava sendo desenvolvida pela Paramount Pictures e traria o aclamado realizador David Fincher na cadeira de direção, mas o projeto foi cancelado devido a problemas financeiros. Porém, parece que as coisas estão mudando – e o segundo capítulo da narrativa deve tomar forma em breve.
De acordo com David Ellison, CEO da Skydance Productions e novo presidente da Paramount, a prioridade do estúdio é dar continuidade a grandes franquias que pertencem à companhia, incluindo ‘Transformers’, ‘Top Gun’, ‘Star Trek’ e ‘Guerra Mundial Z’ (via THR).
Isso significa que, em breve, a continuação desse clássico de zumbis pode ser oficialmente confirmada.
Baseado no livro ‘Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks, o primeiro filme acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.
O filme está disponível na Paramount+ e na Netflix.
Beau DeMayo, o ex-showrunner da aclamada animação ‘X-Men ’97’, voltou a ser o centro das atenções nas redes sociais ao tecer duras críticas ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e, especificamente, à forma como os ‘X-Men’ estão sendo introduzidos na franquia live-action.
De acordo com o ComicBookMovie, DeMayo expressou um profundo ceticismo em relação ao “reboot” dos mutantes, que agora farão parte oficialmente do MCU.
Em uma longa publicação, DeMayo explicou sua posição, pedindo desculpas antecipadamente por possíveis irritações: “Aff… um seguidor me perguntou se eu tenho fé na ‘Saga Mutante’ da @MarvelStudios e eu acabei clicando e perdi a mensagem. Espero que essa pessoa veja isso, mas como recebo essa pergunta com frequência, decidi fazer uma postagem maior — que talvez irrite alguns de vocês. Peço desculpas desde já”.
Ele enfatizou a importância dos ‘X-Men’: “Primeiro de tudo: os X-Men são muito maiores do que qualquer pessoa criativa — inclusive eu. Eu adoraria ter escrito, dirigido ou conduzido os filmes live-action? Claro. Mas acredito de verdade que existem artistas incríveis por aí com visões e histórias fantásticas para contar com os X-Men”.
Sobre a questão central, DeMayo foi direto: “Agora, sobre a pergunta: eu tenho fé na Saga Mutante do MCU? Resposta curta: Ainda não. E vou explicar por quê, pra não parecer que estou apenas sendo um hater”.
DeMayo detalhou seu raciocínio, apontando o que ele vê como falhas na introdução dos mutantes no MCU: “Os X-Men exigem planejamento. Planejamento profundo, pra que tudo funcione e tenha impacto. Você também precisa ser cuidadoso na forma como apresenta essa história ao público. E, principalmente, precisa deixar o ego de lado, parar de tentar ‘colocar sua marca’ em tudo e se concentrar em encontrar os mutantes nos termos DELES, o que significa respeitar o cânone e o investimento emocional que os fãs têm com esses personagens”.
Ele então listou exemplos do que considera erros na abordagem da Marvel Studios:
Ms. Marvel como Primeira Mutante: “Um retcon com trilha musical em Ms. Marvel dizendo que ela “agora é uma mutante”. Literalmente, a nossa primeira introdução aos X-Men no MCU não é nenhum dos mutantes consagrados em décadas de histórias, mas sim uma personagem adolescente com uma origem forçada, imposta por Kevin Feige pra “dar a cara do MCU” à franquia. E até hoje, esse teaser não teve nenhuma continuação”.
Desconsideração por Personagens Clássicos: “Falando nisso: por décadas, os fãs esperam por justiça para mutantes adolescentes como Jubilee e Kitty Pryde no cinema. Kevin sabe disso, mas assim como a Fox empurrou a Vampira adolescente goela abaixo nos anos 2000, agora temos Kamala Khan sendo forçada da mesma forma, quando há muitos mutantes mais interessantes que poderiam ter sido usados. É um verdadeiro “foda-se” para os fãs. Já estive numa sala com essas pessoas, é puro ego. Sabe o que teria sido melhor? Se uma nova Jubilee aparecesse no fim de Ms. Marvel para recrutá-la. Qualquer coisa seria melhor do que aquele final esquecível”.
Participação Aleatória do Professor Xavier: “Uma participação nostálgica e aleatória do Professor Xavier em Doutor Estranho 2, usando o tema da série animada. Kevin achou que seria “inovador e legal” mostrar o líder visionário e ativista dos X-Men sendo brutalmente assassinado… DE NOVO”.
Cena Pós-Créditos de ‘As Marvels’: “Depois, temos Monica Rambeau se encontrando com o Fera daquele que é, provavelmente, o pior filme dos X-Men já feito. E detalhe: esses dois personagens nunca tiveram qualquer ligação, diferente de, por exemplo, Nick Fury e Tony Stark no fim de Homem de Ferro. As cenas pós-créditos da Fase 1 tinham um objetivo claro, formar os Vingadores. Mas essa? Monica e Fera servem pra quê? Nada. Só uma tentativa desesperada de nos fazer nos importar. Quer ver uma cena final melhor? Monica ou Carol acordando… e dando de cara com a Vampira da Anna Paquin. Aí sim! Isso seria digno de Fase 1 do MCU”.
Reciclagem de Wolverine e Deadpool:“A tentativa de reciclar Wolverine e Deadpool do universo Fox, numa história feita para agradar fórum de Reddit, pra “se despedir” da antiga franquia… mais uma vez. E, novamente, vemos o MCU cometendo o mesmo erro da Fox: depender preguiçosamente do Wolverine como símbolo dos X-Men”.
Adamantium em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’: “Um enredo forçado sobre adamantium em Capitão América: Admirável Mundo Novo que até agora não levou a lugar nenhum — e ainda levanta questões de linha do tempo, já que, aparentemente, a Ms. Marvel virou mutante antes mesmo de Wolverine entrar no projeto Arma X”.
“E, por fim, os mesmos personagens da Fox que achávamos que tinham sido encerrados… estão sendo usados de novo, só pra gerar hype artificial e tentar desviar a atenção das falhas da Marvel e de Kevin Feige na última década”, concluiu.
Ugh, a follower asked me if I had faith in @MarvelStudios Mutant Saga and I clicked away and lost the message so hopefully they see this, but also I get asked this a lot so I wanted to make a larger post that may piss some of you off. I’m sorry in advance.
Em outro post, DeMayo não poupou críticas à liderança da Marvel Studios, questionando a competência e o respeito pelos X-Men
“Olha, não quero parecer um hater, mas quem olha pra isso e acha que é o cuidado, respeito e pensamento sério que os personagens dos X-Men merecem? Pelo amor de Deus, quem olha pra isso e diz que é uma liderança competente de um estúdio que não está nem um pouco alarmante?”, afirmou.
Ele entao criticou a forma como Kevin Feige está introduzindo os mutantes: “Kevin está introduzindo novos conceitos como adamantium e a mutante Ms. Marvel, enquanto simultaneamente recicla antigos personagens da Fox, tudo isso antes de nos dizerem que vão reiniciar tudo de qualquer maneira? Que porra é essa?”.
DeMayo estão fez algumas acusações contra Kevin Feige:
“Agora, vamos falar sobre como Kevin, Nate e a Marvel falam sobre a única coisa que saiu da Marvel e foi universalmente amada? Ah, certo, eles não falam. Na verdade, Kevin e seu “Parlamento” da Marvel nem mesmo compareceram à estreia de XMen97. Um dos membros da equipe estava no elevador com Lou no dia da estreia e mencionou isso, e Lou nem sabia do que ele estava falando”, desabafou.
Ele então afirma que Feige ficou ressentido com o sucesso de ‘X-Men ’97’: “Além disso, repare como todo mundo na Marvel fala como se Deadpool e Wolverine tivessem colocado os X-Men de volta nos debates modernos? Desculpe, mas isso foi XMen97, e até o Ryan Reynolds reconheceu isso. Infelizmente, Kevin Feige e seus bajuladores odiaram o fato de que o que eu criei com minha equipe estava recebendo todo o reconhecimento que teve”.
“E antes que você pense que estou sendo egotista, destaco isso para dizer que, sob minha liderança e visão, minha equipe e eu criamos um projeto que ressoou com o público central do MCU de uma forma que Kevin e seu Parlamento não conseguiram fazer em mais de uma década. Em vez de olhar para o que minha equipe e eu fizemos e aprender a replicar nosso foco no cânone e no trabalho profundo de personagens, eles me difamaram, ameaçaram a equipe para não falar nada, enquanto continuavam a abusar deles, e fizeram tudo para agir como se #XMen97 não tivesse sido um sucesso”, acrescentou.
“Lembre-se, fui informado por um dos principais executivos da Marvel no ano passado que Kevin ressentiu-se do meu trabalho e da série porque os FÃS, como você, estavam usando isso como um referendo de como o MCU de Kevin está falhando. Fui informado por vários artistas da série que queriam postar ou incluir comentários elogiando minha liderança e visão e tudo o que investi na série, mas a Marvel censurou ou repreendeu eles. Lembre-se, Jake Castorena foi literalmente impedido pela Marvel em uma entrevista com o IGN por “me dar crédito demais como showrunner.” E o IGN ainda foi junto com isso, jornalistas respeitáveis que são”, destaca.
“Tudo isso é ego, e os X-Men não têm espaço para ego. O legado deles e o investimento que muitos de nós fizemos nele é o que importa, não fazer sua própria marca. Ainda não vi nada de Kevin e da Marvel que mostre que eles respeitam o quanto os fãs investiram nesses personagens”, critica.
“Agora, isso vai mudar? Eu espero que sim. Como eu disse, não tenho fé… ainda”, ressalta. “Mas minha opinião pode ser mudada, não por PR, elenco de peso e nostalgia barata, mas por alguém de fato fazendo uma entrevista na Marvel sobre os X-Men, onde eu os ouço falar sobre história de verdade”.
Por fim, ele concluiu fazendo uma critica aos painéis da Marvel no Hall H.
“Para finalizar, digo o seguinte: Durante a Fase 1, os painéis da Marvel no Hall H e os comunicados de imprensa eram tão empolgantes porque falavam sobre os quadrinhos, os temas e as histórias. Eles falavam sobre os fãs e fazer o certo por eles e pelos quadrinhos.
Agora, os painéis do Hall H e as notícias são só Kevin ou algum dos seus bajuladores falando sobre o último astro de A-list que será pago com 8 dígitos para se fantasiar de herói da Marvel. Não falam sobre os verdadeiros heróis, personagens ou histórias, porque Kevin e sua turma estão apenas se aproveitando das estrelas, esperando que isso gere bilheteira.
É triste, e esses personagens merecem ser tratados como algo mais do que uma plataforma de PR para a fama e as carreiras de Kevin e seus amigos celebridades”.
Like, I don’t mean to be a hater, but who looks at this and says this is the care and respect and serious thinking that the X-Men characters deserve? Hell, who looks at this and says this is competent leadership from a studio that is in no way alarming?
É importante lembrar que Beau DeMayo foi demitido da Marvel Studios em março de 2024, pouco antes da estreia mundial de ‘X-Men ’97’. Segundo fontes, a decisão veio após uma investigação interna conduzida pelo estúdio. Um porta-voz da Marvel declarou na época:
“O Sr. DeMayo foi demitido em março de 2024 após uma investigação interna. Dada a gravidade das conclusões, cortamos os laços com ele imediatamente. Ele não tem mais nenhuma ligação com a Marvel”, afirmou.
Relatórios indicam que a demissão teria ocorrido após o envio de fotos inapropriadas a membros da equipe, além de acusações de conduta física e sexual inapropriada envolvendo colegas de trabalho.
‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
DW Medoff é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Joey Miller.
Quatro amigos acordam e se encontram presos em uma fábrica abandonada. Seu captor é um apresentador perturbado com uma máscara assustadora que os obriga a participar de um game show mortal. A única maneira de escapar é vencer.
O elenco ainda conta com Ella-Rae Smith (‘Fundação’),Jamie Flatters (‘Avatar: O Caminho da Água’), David Angland (‘A Hora do Diabo’) e Joelle Rae (‘Uma Namorada para Meu Pai’).
Sem data de estreia, o terror será lançado no festival FrightFest no dia 22 de agosto, em Londres.
Com 34 reviews publicadas até o momento, a 2ª temporada de ‘Pacificador‘ (Peacemaker) abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca o tom divertido da produção – que segue afiada, violenta e com sinais de amadurecimento.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Ancorada pelo ótimo trabalho de John Cena, a segunda temporada de ‘Pacificador’ eleva seu já alto padrão com uma mistura bem calculada de coração, loucura e uma águia briguenta.” (Empire Magazine)
“Enquanto ‘Pacificador’ continua sendo um destaque do gênero nas telinhas, esta série de super-heróis não se afasta de suas origens humildes.” (RogerEbert.com)
“As piadas e a violência continuam abundantes, mas não são os temas dominantes desta temporada. James Gunn encontra ressonância emocional no conceito de multiverso — algo que a Marvel, apesar de todos os seus esforços nessa dimensão, até agora não conseguiu mostrar.” (TheWrap)
“As cenas de luta continuam criativas, enquanto todos trabalham com um orçamento bem mais modesto do que o de Gunn em seus filmes. E o elenco ainda tem uma boa química. Mas definitivamente há uma mudança de tom.” (Rolling Stone)
“Tudo funciona bem suficiente para provar que Gunn é capaz de operar em tons diferentes dentro do mesmo universo. E, independentemente do ângulo, ele prioriza a diversão dos quadrinhos — um verdadeiro alívio.” (Consequence)
“A segunda temporada de ‘Pacificador’ aborda a transição do DCEU para o DCU de forma brilhante, mas ainda garante a mesma vibração maluca e emocional.” (Moviefone)
O próximo ciclo será lançado na HBO Max no dia 21 de agosto.
“Nos novos episódios, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”
Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).
Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.
Samuel Van Grinsven é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele coescreveu ao lado de Jory Anast.
Após ser abandonado na infância, Jack (Montgomery) se aventura na remota Nova Zelândia para comparecer ao funeral de sua mãe distante e lá conhece a viúva em luto, Jill (Vicky Krieps). Sua busca por respostas se torna perigosa quando o fantasma de sua mãe retorna para possuir Jack e Jill, usando seus corpos para se comunicarem e instigando uma dança noturna com risco de vida entre os três.
Em exibição nos cinemas norte-americanos, o terror segue sem previsão de lançamento no Brasil.
Quando paramos para pensar em alguns relacionamentos que não foram o maior de nossos sucessos, é comum surgir aquele pensamento de que algo poderia ter sido feito para termos êxito nessa relação. O poder do cinema em nos mostrar verdades é gigante e essa ‘reflexão’ pode chegar como uma flecha. Pensando sobre isso, fizemos uma lista abaixo de filmes que nos despertam:
Rosie (Lily Collins) é uma menina graciosa que possui uma forte amizade com seu vizinho Alex (Sam Claflin). Ao longo do tempo vamos vendo os personagens se desenvolvendo, passando pela adolescência e chegando na fase adulta mas sem nunca terem tido um relacionamento amoroso duradouro. Obviamente há uma atração nítida em cada cena entre os dois pombinhos mas o destino teima em não deixar que essa história de amor se realize por completo. Assim, lutando contra um destino nada promissor, ambos irão enfrentar muitos obstáculos esperando a grande chance de serem felizes.
Jerry Maguire – A Grande Virada
Jerry Maguire (Tom Cruise) é um badalado empresário de esportistas que vai do céu ao inferno quando, no auge da carreira, é demitido da empresa onde trabalha. Buscando um recomeço no mercado competitivo que está, vai em busca de firmar parceria com um jogador de futebol americano chamado Rod (Cuba Gooding Jr.) que é puro coração. Nessa jornada, Jerry contará com a ajuda da ex-secretária Dorothy (Renée Zellweger) com quem viverá um grande amor.
Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!
Na trama, acompanhamos Sophie (Amanda Seyfried), filha de Donna (Meryl Streep) e o início dos preparativos para uma festa em homenagem a mãe que falecera faz um ano. Conforme vão passando os dias, e exatamente no lugar onde a mãe passou os melhores anos de sua vida, Sophie busca em suas memórias relembrar os momentos passados de sua mãe, sempre com a ajuda dos seus três pais Bill (Stellan Skarsgård), Sam (Pierce Brosnan) e Harry (Colin Firth), as melhores amigas de Donna, Rosie (Julie Walters) e Tania (Christine Baranski), seu futuro marido Sky (Dominic Cooper) e também sua avó que pouco conhece, Ruby (Cher). Cheio de vai e vém em sua linha temporal, o projeto apresenta a excelente atriz britânica Lily James como Donna, na época que estava grávida de Sophie.
Indicado para três Oscars em 2022, esse emocionante filme adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês. No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade.
Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.
Quem nunca sonhou em poder brincar de viajar no tempo? Nesta fantástica história de amor, perdas e sonhos conhecemos Tim (Domhnall Gleeson) um jovem advogado, tímido e brigado com o barbeiro que mora com os pais em uma casa grande cheia de alegria. Após tentar várias vezes se relacionar com diversas mulheres, sem êxito, e se mudar para longe da casa onde morou toda vida, descobre através de seu pai que possui o poder de voltar no tempo. Assim, com esse fato inusitado sendo usado como trunfo na manga, começa a buscar seu futuro que começa com um grande amor que aparece quando ele menos espera.
Daniel (Michiel Huisman) é um advogado tributário em ascensão na carreira morando na cidade de Nova Iorque, que está indo para a Irlanda após a morte de sua mãe. Durante o voo um senhor de idade ao lado da sua poltrona morre e de uma forma bem inusitada Daniel fica responsável por levar o corpo dele para ser enterrado ao lado de um parente na Irlanda do Norte. Durante essa jornada, o protagonista busca se reconectar com o irmão autista Louis (Samuel Bottomley) e acaba conhecendo melhor uma funcionária da funerária, a carismática Mary (Niamh Algar).
Na trama, conhecemos o jovem Mohammed Assaf que curte os dias na cidade de Gaza, na Palestina, onde vive com sua família. Alegre e repleto de amigos que sempre se envolveram com músicas, passa por um grande abismo quando perde precocemente sua única irmã para uma doença terrível. Assim, ele cresce e seus sonhos ficam mais distantes e a realidade que vive o vai sugando. Até que um dia resolve voltar a buscar a música como inspiração e se candidata ao Arab Idol (o American Idol Árabe) no ano de 2013 buscando seu tão sonhado sucesso e reconhecimento.
Will (Billy Crudup) é um homem bem estabelecido na sua profissão, centrado, que possui um conflito de anos com seu pai Ed (Albert Finney/Ewan McGregor). Anos após a última vez que se falaram, Will recebe um telefonema de sua mãe Sandra (Jessica Lange) dizendo que o pai não está nada bem. Embarcando numa viagem de volta para casa, ao lado da esposa Josephine (Marion Cotillard), Will irá refletir bastante sobre sua relação com o pai a partir das intensas histórias que ele contava sobre a própria trajetória até ali.
Adri (Álvaro Cervantes) é um jornalista que trabalha em uma revista badalada escreve sobre os mais diversos e muitas vezes polêmicos temas. Certa noite, saindo com dois inseparáveis amigos e acaba conhecendo Carla (Susana Abaitua) da maneira mais inusitada possível e ambos resolvem curtir aquela noite sem compromisso e depois não se verem mais. A questão é que a tal noite é intensa e inesquecível, deixando Adri desesperado nos dias seguintes atrás daquela mulher que acabara de mudar sua maneira de enxergar o mundo. Ele acaba a achando, e descobre que Carla é paciente em uma clínica psiquiátrica. Assim, o protagonista precisará bolar um plano bem fora do comum para tentar passar mais alguns dias perto do amor de sua vida.
Apesar de ter sido exibido na San Diego Comic-Con no mês passado, o site Bloody Disgusting afirma que a versão sem cortes do remake de ‘O Vingador Tóxico‘ será lançada exclusivamente nos cinemas.
No entanto, parece que os exibidores nos EUA estão com medo de lançar a nova versão nas telonas por causa de suas cenas gráficas e violentas.
Na versão sem cortes, por exemplo, há um momento em que o Toxie se encontra uma situação peculiar: ele precisa usar sua urina radioativa para escapar de uma situação mortal – e os produtores prometem mostrar tudo em detalhes.
Sucesso entre os críticos, o remake estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral destaca que, apesar deste filme não ser para todos, os amantes de violência e gore ficarão extremamente satisfeitos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“É um filme agradavelmente estúpido. É uma escolha deliberada por parte do diretor — uma que irá alienar grande parte do público potencial do filme, mas que irá agradar àqueles que já estão preparados para rir durante a sessão.” (Indiewire)
“É ainda mais fácil torcer por essa versão do Toxie; ele consegue ser ainda mais carismático e emotivo em meio às cenas bobas.” (Austin Chronicle)
“Este remake foi criado principalmente para os fãs [do longa original], o que não é necessariamente algo ruim.” (Variety)
“‘O Vingador Tóxico’ fica melhor à medida que sua trama progride, especialmente porque isso significa se distanciar dos filmes tradicionais de super-heróis.” (Mashable)
“Um passatempo maluco e sangrento. ‘O Vingador Tóxico’, de Macon Blair, é extremamente divertido e barulhento que também parece uma celebração da magia do cinema, especialmente das coisas malucas que se podem criar com engenhosidade, efeitos práticos e muita paixão pelo gênero.” (Collider)
“Ninguém pode acusar ‘O Vingador Tóxico’ de ser um remake diluído. Ele tem todo o sangue e a comédia imatura que tornaram o original tão querido, e é exatamente disso que o gênero de super-heróis pós-Marvel precisa atualmente.” (United Press International)
Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original.
O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).
O remake é escrito e dirigido porMacon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.
O projeto marca o retorno de Orley à cadeira de direção após seu trabalho em ‘Big Time Adolescence’, estrelada por Pete Davidson.
Isaac Aptaker (‘Com Amor, Simon’) assina o roteiro a partir de uma história desenvolvida com Orley.
Grande parte da história permanece em segredo, mas sabe-se que ela se concentra em um dois companheiros que conhecem e fazem amizade com um casal de celebridades durante uma viagem a Santa Bárbara. Entre outras coisas, limites pessoais são cruzados, resultando em momentos hilários e constrangedores.
O longa começa a ser rodado em Londres, Inglaterra, em setembro deste ano.
Aptaker entra como produtor ao lado de Elizabeth Berger, através da Walk-Up Company. Ashley Fox e Johnny Pariseau co-produzem o projeto pela Maximum Effort.
A aguardada animação ‘Marvel Zombies’, derivada da série ‘What If…?’, chegará ao Disney+ mais cedo do que o previsto. De acordo com o site ComicBookMovie, a produção estreia no catálogo da plataforma no dia 24 de setembro de 2025.
Além da novidade, o showrunner e diretor Bryan Andrews comentou mais sobre o projeto e revelou que a animação quase foi lançada como um filme.
“Pensamos que poderia ser um filme, tipo: ‘Ah, deveríamos lançar como um longa’. Deveríamos simplesmente fazer um filme”, contou Andrews. “Mas surgiram algumas questões, certos problemas que nos fizeram pensar: ‘Ok, vamos dividir’. E aí tivemos que transformá-lo em quatro episódios”.
O diretor explicou ainda que, apesar do formato em episódios, a estrutura se mantém coesa: “Basicamente, é como um mini-evento de quatro episódios, como se fosse um filme dividido em quatro partes. É uma história única, com um fio condutor. Muita loucura acontece”.
‘Marvel Zombies’ recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos (TV-MA nos EUA), semelhante à de ‘Demolidor: Renascido’. Segundo Andrews, a decisão está diretamente ligada ao alto nível de violência e gore, e não tanto ao uso de linguagem imprópria.
“Tentamos não exagerar na linguagem, mas há alguns momentos-chave em que um personagem diz algo que simplesmente faz sentido, algo que qualquer um diria naquela situação”, explicou. “Acho que a classificação vem do nível de violência e da intensidade das situações enfrentadas pelos personagens. E sim, há sangue — e queremos que o público veja isso”.
A série chega ao catálogo da plataforma no dia 24 de setembro de 2025.
“Da Marvel Animation, Marvel Zombies chega a tempo do Halloween, em outubro de 2025”, diz a sinopse.
A produção será composta por apenas 4 episódios.
Hudson Thames (Homem- Aranha)se junta a um elenco que também conta com Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Awkwafina (Katy), David Harbour (Guardião Vermelho), Simu Liu (Shang-Chi), Randall Park (Jimmy Woo), Florence Pugh (Yelena Belova), Hailee Steinfeld (Kate Bishop), Dominique Thorne (Coração de Ferro), Iman Vellani (Ms. Marvel) e Todd Williams em um papel ainda não revelado.
O cineasta ‘James Gunn’ explicou recentemente a decisão da Warner Bros. de lançar o longa ‘Superman’, ainda em cartaz nos cinemas, nas plataformas digitais como Amazon Prime Video, Apple TV, Fandango at Home e outras.
Segundo a Variety, Gunn justificou a decisão para que o público possa assistir ao filme antes da estreia da 2ª temporada de ‘Pacificador’, que está marcada para 21 de agosto na HBO Max.
“Bem, é algo muito complicado, mas a verdade é que isso acontece por causa de ‘Pacificador'”, disse Gunn. “Eu originalmente achava que ‘Pacificador’ estrearia no mês que vem. Houve muitas coisas fora do nosso controle, então agora a série chega neste momento, e, no fim das contas, eu queria que todos tivessem a chance de assistir a ‘Superman’, inclusive aqueles que não conseguiram ir ao cinema antes de ‘Pacificador’. E esse é realmente o motivo”.
O filme foi disponibilizado para compra em plataformas digitais (PVOD) nesta sexta-feira, 15 de agosto nos EUA, pouco mais de um mês após sua estreia nos cinemas, em 11 de julho, pela Warner Bros. e DC Studios.
No Brasil, o filme chega no dia 26 de agosto.
A decisão gerou debates nas redes sociais, principalmente devido ao bom desempenho do longa, que já arrecadou US$ 600 milhões em bilheteria mundial.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O grande problema de boa parte das comédias românticas atuais é a falta de ambição. Em outras palavras, a popularização do gênero a partir dos anos 1990 transformou narrativas cinematográficas em arcos engessados e imutáveis que apenas regurgitavam histórias consagradas – e que não trouxeram nada de novo a histórias desse estilo ou não apresentaram perspectivas novas a arquétipos familiares demais para nos convencerem. Com algumas exceções, como é o caso do ótimo filme ‘Podres de Ricos’ ou da memorável ‘A Mentira’, é difícil encontrarmos, ao menos hoje, títulos que fujam do padrão. Felizmente, ‘Amores à Parte’ veio para mostrar que, quando um talentoso time se reúne, mágica acontece.
A trama acompanha Carey (Kyle Marvin), que vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando a esposa, Ashley (Adria Arjona), revela que quer o divórcio por não estar mais feliz – e isso não é culpa de seu marido, e sim de suas impulsões para explorar o que ela negou a si própria por muito tempo, principalmente no tocante a assuntos carnais. Levado a uma espiral de culpa, ele recorre à ajuda do melhor amigo, Paul (Michael Angelo Corvino), que já está casado há alguns anos com a bela Julie (Dakota Johnson). Tentando entender o que aconteceu, ele se vê em território inédito quando eles revelam que têm um relacionamento aberto e não-monogâmico, mostrando a Carey um lado diferente do amor e do sexo, eventualmente culminando em uma breve noite com Julie.
O problema é que as coisas não são tão simples quanto imaginava: decidindo não acatar o divórcio e sim abrir o relacionamento, Carey se mostra compreensível aos desejos de Ashley, tornando-se inclusive amigo de seus amantes e cultivando nela um crescente ciúme que nos engaja em uma divertida e despretensiosa jornada; em outro espectro, Paul percebe que não é evoluído o suficiente para acatar um casamento não-monogâmico, resolvendo trabalhar em uma constância doentia até entrar em um negócio falido e perder todo o dinheiro – o que alimenta a decisão de Julie em deixá-lo. E, a partir daí, nossos protagonistas se veem em um inesperado arco coming-of-age que funciona como uma sagaz e hilária análise da complexidade humana como um todo.
Marvin e Corvino unem forças para um exímio roteiro que, ao longo de quase duas horas, não perde o ritmo em momento algum. A dupla, que já trabalhou junta na dramédia ‘A Subida’, afasta-se das construções palpáveis da alegre melancolia da vida para apostar fichas em uma narrativa que beira o non-sense de maneira aprazível e competente – ora, a primeira cena do filme já mostra Carey e Ashley tentando apimentar a relação em uma viagem de carro, que logo se transforma em um choque de realidade quando presenciam um trágico acidente. A partir daí, somos engolfados em peripécias que singram entre uma vergonha alheia proposital e a importância da honestidade, por mais brutal que seja, que é respaldada com tiradas inteligentes e um ácido humor que nos conquista logo de cara.
Corvino não apenas empresta suas habilidades ao roteiro e ao elenco principal, como dirige o projeto – e, de maneira exemplar, rearranja os tropos das rom-coms para um escopo adulto e que converge uma crise de meia-idade a um microcosmo povoado por ótimas atuações e uma invejável excelência estética. Investindo em incursões ousadas que incluem planos-sequência intrincados e bem coreografados, o diretor foge do exagero imagético e deixa que a fotografia de Adam Newport-Berra se desenrole de maneira sóbria e bem calculada, enquanto a montagem de Sara Shaw abre espaço para momentos mais íntimos que refletem a multiplicidade de personalidades que compõe o projeto.
De certa maneira, as pulsões cômicas e românticas funcionam como sutilezas que mascaram uma profundidade às escondidas e que traz à tona tipos de relacionamento que, mesmo em pleno século XXI, são condenados por não se restringirem à norma. Mais do que isso, essa comédia de erros bem apessoada e estruturada sobre uma sólida base técnica e artística esquadrinha obras como ‘Sonho de Uma Noite de Verão’ e ‘Nosso Tipo de Mulher’ em uma releitura contemporânea e que usa e abusa do talento inato de seus atores. Corvino e Marvin reiteram sua afeição pelo gênero de maneira esplêndida, enquanto Johnson e Arjona roubam os holofotes ao se jogarem de cabeça em papéis edificados – cada qual navegando pelas atribulações e pela efemeridade da vida em uma irônica exploração existencialista.
Garantindo um aproveitamento máximo de um potencial quase infinito, ‘Amores à Parte’ se sagra um dos melhores longas-metragens do ano e uma das melhores rom-coms da década, emergindo como um clássico instantâneo para o gênero e reiterando o poder de tais histórias dentro do circuito cinematográfico.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 21 de agosto.
As filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ continuam a todo vapor, e novos registros dos bastidores sugerem um possível encontro, ou embate, entre o herói e o vigilante Justiceiro.
Nas fotos, o Homem-Aranha aparece sobre uma van totalmente preta, que chama atenção por trazer estampado no capô o icônico emblema da caveira, símbolo clássico do Justiceiro.
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.
Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.
O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.
A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.