‘A Última Missão’, comédia de ação estrelada por Eddie Murphy (‘Um Tira da Pesada’), já está disponível no Prime Video.
O longa chegou à plataforma de streaminghoje, 6 de agosto.
Na trama, uma coleta de dinheiro de rotina se transforma em uma perseguição mortal quando dois motoristas de caminhão blindado são emboscados por criminosos cruéis com planos além do dinheiro.
Anteriormente, o filme estava programado para chegar aos cinemas no dia 9 de janeiro de 2026. Porém, a data foi ocupada pela sequência de ‘Destruição Final: O Último Refúgio’, ação estrelada por Gerard Butler e Morena Baccarin.
O longa protagonizado por Statham segue agora sem dia confirmado, mas tem previsão de lançamento para o verão norte-americano de 2026 (isto é, entre os meses de junho e agosto).
Na trama…
Após testemunhar o assassinato de seu patrão bilionário, Cole Reed é injustamente incriminado pelo crime, forçando-o a fugir enquanto tenta desvendar uma conspiração internacional.
Apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados, sabe-se que o personagem de Wong será bem próximo do protagonista, vivido por Jason Statham.
Produzido por Statham e sua recém-criada produtora, Punch Palace Productions, em colaboração com Marc Butan, o filme marca mais uma parceria entre Richet, Butan e Davis.
ChappellRoan lançou recentemente a inédita “The Subway” – e, enquanto os fãs da cantora e compositora vencedora do Grammy aguardavam o iminente anúncio de seu próximo álbum de estúdio, as coisas talvez demorem um pouco mais para acontecer.
Em uma recente entrevista à Vogue, Roan revelou que seu “segundo projeto ainda não existe”.
Roan lançou seu primeiro compilado de originais em setembro de 2023, intitulado ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’ e que foi um dos responsáveis por lhe garantir o gramofone dourado de Artista Revelação. Desde então, ela lançou três singles, “Good Luck, Babe”, “The Giver” e a já mencionada “The Subway”.
No entanto, “não há um álbum”, como ela afirmou. “Não há uma coletânea de músicas”.
“Levei cinco anos para escrever o primeiro, e provavelmente vou levar pelo menos cinco para escrever o próximo”, disse ela. “Não sou o tipo de compositora que consegue produzir muito”.
Lembrando que Roan conquistou a cobiçada estatueta de Artista Revelação na última cerimônia do Grammy Awards. Ela também foi indicada a categorias como Álbum do Ano, Música do Ano e Gravação do Ano pelo aclamado álbum ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’ e pelo single“Good Luck, Babe!”.
Segundo o Deadline, o ator-mirim Cary Christopher(‘Days of Our Lives) foi escalado em caráter convidado na série ‘Lanternas’, da HBO.
A série, criada por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, acompanha o recruta John Stewart (Aaron Pierre) e o lendário Lanterna Verde Hal Jordan (Kyle Chandler), dois oficiais intergalácticos que são arrastados para um mistério obscuro na Terra, levando-os a investigar um assassinado no coração dos Estados Unidos.
Christopher interpretará o jovem Noah, um garoto educado e charmoso de uma cidade pequena. Bastante talentoso para a sua idade e habilidoso em tudo o que tenta, ele fica mais feliz ao passar uma bola de futebol.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov também comandam a produção.
Quando chegou ao catálogo da Netflix em 2022, ‘Wandinha’ fez um estrondoso sucesso em meio ao público por reunir uma equipe de talento inegável que revitalizou e expandiu a mitologia que envolve ‘A Família Addams’ – uma das franquias mais conhecidas do cenário do entretenimento. Produzida por ninguém menos que Tim Burton e estrelada por Jenna Ortega (que vem se sagrando uma das atrizes mais prolíficas da atualidade), a produção encantou os assinantes da plataforma de streaming e quebrou recordes de audiência, sendo renovada para uma 2ª temporada pouco depois do lançamento.
Agora, três anos depois da temporada de estreia, somos convidados a voltar à Escola Nunca Mais com os quatro primeiros episódios da nova iteração – um glorioso retorno do bizarro e delicioso universo dos Addams que não apenas presta mais homenagens aos clássicos quadrinhos e aos longas-metragens, como deixa que seus personagens brilhem com ainda mais desenvoltura. Preparando-nos para a segunda leva, que está agendada para o dia 3 de setembro, os showrunnersAlfred Gough e Miles Millar apostam fichas no proposital exagero de uma mixórdia de gêneros narrativos que, mesmo deslizando aqui e ali, funciona de maneira a nos entreter no momento em que apertamos o play.
Após ter salvado os alunos de Nunca Mais e seu próprio legado das garras da Srta. Thornhill (Christina Ricci) e do monstro que habitava Tyler Galpin (Hunter Doohan), Wandinha (Ortega) aperfeiçoou suas habilidades psíquicas e se tornou uma justiceira vingativa contra serial killers. Porém, à medida que o novo ano letivo começa, ela percebe que um outro perigo paira na peculiar cidade de Jericho e em seus habitantes: ao que tudo indica, um perseguidor mascarado e mortal está na espreita e tem o raro poder de controlar aves – e que, de certa maneira, está conectado com experimentos secretos envolvendo os Excluídos e o assassinato de vários normies. Depois de ter uma preocupante visão envolvendo sua melhor amiga, Enid (Emma Myers), Wandinha decide agir para impedir que desgraças aconteçam.
Mas as coisas não são tão simples quanto parecem, e a nossa anti-heroína deve lidar com outros problemas na escola: não bastasse a escalação do estranho Barry Dort (Steve Buscemi) como novo diretor de Nunca Mais, seus pais, Mortícia (Catherine Zeta-Jones) e Gomez (Luis Guzmán), são convocados como membros honorários da academia e farão parte do corpo de funcionários em caráter regular – colocando-os ainda mais perto de Wandinha, que despreza a ideia. Além disso, Feioso (Isaac Ordonez) começa seus estudos na escola, logo fazendo amizade com Eugene (Moosa Mostafa) e reanimando o cadáver de um insano cientista que apelida de Slurp (Owen Painter).
Como podemos perceber, o retorno da sério veio acompanhada de inúmeras tramas inéditas que se desenrolam pouco a pouco e levando o tempo necessário – motivo pelo qual cada capítulo tem uma hora de duração. Aqui, Burton e Paco Cabezas revezam a cadeira de direção e se aliam a um time de roteiristas que sabe exatamente de que maneira conduzir a narrativa – singrando entre a comédia ácida, o suspense, o drama familiar e os mistérios detetivescos, pincelando algumas sequências com um sangrento apreço pelo gráfico. E, como se não bastasse, o teor sarcástico e próprio da construção dos Addams ganha uma camada extra de dosagem, nos levando de volta aos anos 1990 e resgatando o gostinho incessante de uma despojada nostalgia.
Ortega volta com força e familiaridade potentes como a personagem titular, e dispensa reapresentações para incrementar a personalidade de Wandinha com mais frieza, calculismo e um inesperado sentimentalismo mascarado que a coloca no centro de um embate contra o incerto destino de Enid e de outros Excluídos que foram encarcerados para experimentos cruéis, e contra a mãe, que insiste em podar seu potencial com medo de que ela se perca da família. E, nesse quesito, a presença bem-vinda de Zeta-Jones, Guzmán e Ordonez é envolvente cena após cena, reiterando o gosto que o público tem em observar os Addams navegarem de maneira tragicômica pelas atribulações da vida – ou da morte.
O elenco abre espaço para outras adições fabulosas, como Billie Piper interpretando Isadora Capri, uma professora de música lobisomem recém-contratada que demonstra afeição pelas habilidades de Wandinha; Thandiwe Newton como a Dra. Rachael Fairburn, psiquiatra-chefe do manicômio de Willow Hill e que esconde um segredo obscuro que é investigado pela protagonista; o icônico Christopher Lloyd como o detestável Professor Orloff, o funcionário mais antigo de Nunca Mais; Joanna Lumley como Hester Frump, a formidável e impiedosa mãe de Mortícia; e o retorno de nomes como Fred Armisen (Tio Chico) e Joy Sunday (Bianca Barclay), que aumentam o brilho performático da iteração.
À medida que o final dessa primeira leva se aproxima, percebemos que o time criativo está bem propenso a abraçar riscos para manter o público instigado para o que está por vir. Investindo esforços em um gancho inesperado e que coloca tudo o que conhecemos em xeque, os quatro episódios iniciais da 2ª temporada de ‘Wandinha’ são diabolicamente envolventes e instigantes, mantendo o altíssimo nível de uma das produções mais adoradas da Netflix.
Apesar de sua passagem decepcionante pelas telonas, a animação ‘Elio‘ conseguiu arrecadar US$ 144.2 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor supera a arrecadação total de ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘ (US$141.8M), que passa a se tornar o maior fracasso de bilheteria da história da Pixar.
Vale destacar, no entanto, que ‘Dois Irmãos‘ foi fortemente afetado por causa da pandemia de COVID. A produção chegou a ser lançada no serviço de streaming do Disney+ enquanto ainda estava sendo exibida nos cinemas.
Nos EUA, ‘Elio‘ arrecadou US$ 72.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 71.6 milhões através de 48 mercados.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com a França (US$8.6M), Reino Unido (US$6.4M), Coreia (US$4M), China (US$3.9M) e Alemanha (US$3.8M).
A animação abriu com decepcionantes US$ 21 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano. Além de ter ficado abaixo das projeções – que indicavam uma estreia em torno de US$ 25-30 milhões –, o valor representa o menor lançamento da história da Pixar.
Em entrevista ao podcast Call Her Daddy, Reneé Rapp (‘Meninas Malvadas’) quebrou o silêncio sobre sua inesperada saída da série ‘A Vida Sexual das Universitárias‘.
Sem entrar em muitos detalhes, a artista confirmou que havia problemas nos bastidores da produção – o que, eventualmente, acarretou em sua saída do elenco.
“Às vezes, você apenas sabe [que precisa sair]. Além disso, não há segredos nos sets de filmagens. É muito difícil de manter um segredo, e eu fui a última a descobrir sobre algumas coisas. Não acho que ninguém se importou, para ser honesta.”
Anteriormente, em sua canção Leave Me Alone, a atriz já havia dado uma alfinetada na produção – que foi cancelada depois de apenas três temporadas: “Assinei 100 NDAs, mas ainda digo algo / Deixe-me em paz, v*dia, eu quero me divertir / Levei minha vida sexual comigo, agora a série não está f*d*ndo.”
Vale lembrar que todas as temporadas estão disponíveis na HBO Max.
Para promover o lançamento da primeira parte da 2ª temporada de ‘Wandinha‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com a belíssima sequência de abertura do novo ciclo.
Com quatro episódios da nova temporada já disponíveis no serviço de streaming, a produção ainda retornará com capítulos inéditos no dia 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Com pouco mais de 2.500 habitantes, a charmosa e acolhedora cidade de Fama, no interior de Minas Gerais, foi palco, há oito anos, da primeira edição de um festival que não parou de crescer. De lá pra cá, ele se consolidou, amadureceu e agora se prepara para brilhar em 2025 com sua oitava edição!
De 14 a 17 de agosto, a Mostra de Cinema de Fama tomará conta da belíssima Praça Sagrado Coração de Jesus, às margens do Lago de Furnas — o encantador ‘Mar de Minas’ — com sessões ao ar livre que prometem emocionar o público. O evento, que pode ser considerado uma das mostras mais acolhedoras e especiais do calendário audiovisual, chega com tudo em 2025: serão mais de 40 filmes exibidos, divididos em quatro curadorias apaixonantes — Mostra Animação Nacional, Mostra Mineira, Mostra Animação Internacional e Mostra Fama.
Kabuki, de Tiago Minamisawa
Logo na noite de abertura, o festival promete fortes emoções. Na quarta-feira (14), o aclamado maestro e compositor Wagner Tiso — ícone do Clube da Esquina — será um dos grandes homenageados, celebrando seus 80 anos com uma apresentação especial ao piano, acompanhado pelo Quinteto de Cordas da Filarmônica de Varginha. E a noite continua em clima de celebração: o talentoso ator Fernando Alves Pinto também será homenageado, encerrando a primeira noite de emoções.
152 AB, de Daniel Jaber e Jelton Oliveira
Com o tema ‘Territórios do Olhar’, a edição deste ano da Mostra propõe um mergulho sensível e reflexivo sobre o Brasil sob diferentes perspectivas. A programação, formada majoritariamente por curtas e alguns longas-metragens, promete provocar diálogos potentes sobre o país que somos e o que podemos ser. Entre os destaques estão obras como Eu e o boi, o boi e eu, de Jane Carmen Oliveira; Depois do fim, de Pedro Paulo Dantas Maciel; e Kabuki, de Tiago Minamisawa.
Menino Gepeto, de Cláudio Constantino Barbosa e Rafael Pereira Guimarães, MG, 13 min Pequeno B, de Lucas Borges, MG, 14 min
Kabuki, de Tiago Minamisawa, SP, 15 min 21h15 –
Mostra Mineira (67 min) – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
152 AB, de Daniel Jaber e Jelton Oliveira, Belo Horizonte, MG, 20 min
Espelho azul, de Elizeu Gonçalves Mol e Carlos Gomes, Timóteo, MG, 15 min
Isso dá um curta!, de Felipe Siqueira, Careaçu, MG, 15 min
Aruê, Jerônimos, de Matheus José Vieira, Passos, MG, 17 min
Encerramento: 22h30
17/08 – Domingo
18:15 Oficina de Canto e Coral da Prefeitura de Fama – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
18:30 Mostrinha das escolas – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
Exibição competitiva das Filmes das Escolas:Escola municipal Olinto Magalhães | Escola Municipal Teodoro Rocha | Escola Estadual Maria Olímpia de Oliveira
19h – Mostra Fama (131 min) – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
Javyju – Bom dia, de Carlos Eduardo Magalhães e Kunha Rete, SP, 25 min
Rodinhas, de Guilherme Souza, RJ, 15 min
Márcia Antonelli: das palavras à sobrevivência, de Mariellen Kuma, AM, 15 min
Combustão não espontânea, de Boni Zanatta, SP, 14 min
A mulher invisível, de R.B. Lima, PB, 22 min
O que é de César, de Marcos José, SC, 22 min
Anunciação (enfim o mar…), de Chico Pelúcio, Marcelo Braga e Rodolfo Magalhães, MG, 18 min
21h10 – Pré-lançamento do videoclipe – local: Praça Sagrado Coração de Jesus Um dentro do outro, de Banda Dru e a Luz Azul, 6 min
21h30 – Cerimônia de Encerramento e Premiação – local: Praça Sagrado Coração de Jesus Show de encerramento Banda Dru e a Luz Azul
De acordo com o TVLine, Mike Colter (‘Luke Cage’) será o protagonista de ‘Cupertino‘, novo drama jurídico que está sendo desenvolvido pela CBS.
A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.
O projeto ainda marcará a reunião entre o ator e os realizadores após sua bem-sucedida colaboração em ‘Evil: Contatos Sobrenaturais‘, que durou por quatro temporadas.
Colter interpretará um advogado demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.
Robert e Michelle King estão escrevendo o episódio piloto e servirão como produtores executivos.
A expectativa é que a produção seja lançada apenas em 2026-27.
‘Murder in a Small Town’ acompanha Karl Alberg (Sutherland), que se muda para uma pacata cidade costeira para acalmar uma psique que foi abalada pelo trabalho policial de uma cidade grande. Mas este paraíso gentil tem mais do que a sua cota de segredos, e Karl precisará recorrer a todas as habilidades que fizeram dele um detetive de classe mundial para resolver os assassinatos que, mesmo neste cenário aparentemente idílico, continuam a aparecer em sua costa.
Durante oito dias vibrantes, a encantadora cidade de Bonito – verdadeiro paraíso do ecoturismo no Mato Grosso do Sul – se transformou no epicentro do cinema sul-americano. Em sua terceira edição, o Festival de Cinema Bonito CineSur já mostra que tem tudo para se tornar um dos mais cobiçados do país! Com mais de 60 produções exibidas, incluindo aguardadas pré-estreias nacionais, o evento celebrou a diversidade do nosso continente com filmes de vários países, promovendo também debates ricos e oficinas inspiradoras. Um encontro marcante que reuniu grandes nomes do audiovisual da América do Sul!
Estivemos presencialmente no festival e pudemos vivenciar de perto uma organização impecável, sessões acolhedoras no charmoso Auditório Kadiwéu (no Centro de Convenções de Bonito), debates profundamente enriquecedores e, claro, passeios inesquecíveis. E é justamente nesse último ponto que o evento se destaca ainda mais: este é um festival que valoriza e incentiva o contato com a natureza, reforçando nossa conexão com as belezas naturais que nos cercam – uma experiência que inspira, renova e emociona.
No coração do festival, uma iniciativa inédita e carregada de significado ganhou os holofotes: ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’, idealizada em parceria com a Prefeitura de Bonito. A ação uniu arte e meio ambiente em uma homenagem simbólica aos grandes nomes do audiovisual do nosso continente. Entre os homenageados, estavam figuras marcantes como Thiago Lacerda, Claudia Ohana, Luiz Carlos Lacerda, Aurélio Michiles, José Eduardo Belmonte, Ana Brun, Maeve Jinkings, Antônio Pitanga, entre outros – todos com trajetórias que ajudaram a construir a identidade cinematográfica sul-americana.
Ao longo da nossa cobertura, produzimos uma série de conteúdos especiais sobre os filmes exibidos, os eventos realizados e os convidados que marcaram presença no festival. Para conferir tudo o que rolou, é só acessar esse link!
A atriz Bárbara Paz, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
O festival é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal). Vida longa ao Bonito CineSur! Um festival que já cravou seu nome no calendário audiovisual brasileiro com brilho e personalidade. Que venha, com ainda mais força e encantamento, a aguardadíssima 4ª edição em 2026!
Abaixo os vencedores da edição 2025 do Bonito CineSur:
Vencedores do Júri oficial:
Melhor Longa-Metragem Sul-Americano: ORO AMARGO, de Juan Olea (Chile/Uruguai/Alemanha)
Melhor Curta-Metragem Sul-Americano: AMOR EN LOS TIEMPOS DE QUALQUER QUE SEJA O NOME PRESENTE, de Valentina Qaszulxkef (Colômbia)
Melhor Longa-Metragem Ambiental: RUA DO PESCADOR Nº 6, de Bárbara Paz (Brasil) Melhor Curta-Metragem Ambiental: SOBRE A CABEÇA OS AVIÕES, de Amanda Costa e Fausto Borges (Brasil)
Vencedores do voto popular:
Melhor Longa-Metragem Sul-Americano: A MELHOR MÃE DO MUNDO, de Anna Muylaert (Brasil)
Melhor Curta-Metragem Sul-Americano: REVELACIÓN, de Emanuel Moreno Elgueta (Chile)
Melhor Longa-Metragem Ambiental: SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli (Brasil)
Melhor Curta-Metragem Ambiental: SOBRE RUÍNAS, de Carol Benjamin (Brasil)
Menção Honrosa:
Curta-metragem ambiental UMA MENINA, UM RIO, de Renata Martins (Brasil)
Longa-metragem ambiental SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli (Brasil).
Steven Spielberg e Tom Hanks já colaboraram inúmeras vezes na sétima arte e, considerando o talento de ambos os nomes, é inegável dizer que suas parcerias são mágicas. Ao longo dos anos, a dupla encabeçou projetos como o clássico ‘O Resgate do Soldado Ryan’, o incrível drama de espionagem ‘Ponte de Espiões’ e o thriller político ‘The Post: Guerra Secreta’. Mas foi em 2004 que Spielberg e Hanks uniram forças para uma subestimada e honesta dramédia intitulada ‘O Terminal’ – que, recentemente, foi disponibilizado no catálogo da Netflix.
A trama é centrada em Viktor Navorski (Hanks), um viajante do fictício país da Krakozhia que aterrissa no Aeroporto JFK, na cidade de Nova York, mas não consegue entrar em solo estadunidense. O motivo? Enquanto Viktor estava em voo, sua terra natal sofreu um golpe de Estado e o governo usurpador não foi reconhecido pelos Estados Unidos. Dessa maneira, o protagonista se vê em uma situação inédita por não pertencer a nenhuma nação e não poder deixar os limites do aeroporto, com risco de prisão e deportação, além de ter sido destituído de seus documentos. Sem saber o que fazer, ele permanece apenas com sua bagagem e uma estranha lata de amendoins e passa a viver em um dos portões desativados do local.
A estranha história é parcialmente inspirada na vida de Mehran Karimi Nasseri, um refugiado iraniano que ganhou as manchetes ao redor do mundo ao fazer de sua nova casa o Terminal 1 do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, entre os anos de 1988 e 2006. E, dosando com exímias sagacidade e minúcia, Spielberg transforma esse enredo em uma de suas produções mais honestas e que, infelizmente, não teve a atenção merecida à época de seu lançamento – mas que, com o passar dos anos, alcançou o status cult de forma merecida. Afinal, sabemos que o diretor, conhecido por sua aplaudível e invejável versatilidade identitária, tem habilidosas mãos para transformar o comum em extraordinário e o impossível em possível, traduzindo a essência do ser humano em cada uma de suas produções. E é claro que esta não seria diferente.
A princípio causando estranhamento tanto nos funcionários do aeroporto quanto nos espectadores, Viktor é uma figura complexa, com o coração no lugar certo. Munido de apenas algumas frases em inglês, o nosso improvável herói não sabe o que está acontecendo, porém, tem plena ciência de que precisa esperar tudo se resolver. Sua inesperada presença no JFK começa a conquistar os empregados que se escondem em meio aos corredores e as salas de espera que se expandem pelo lugar, além de causar uma inexplicável irritação em Frank Dixon (Stanley Tucci), Comissário Interino da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA e que deseja que Viktor quebre a lei ao sair do aeroporto e se tornar problema federal – impedindo-o de manchar sua irretocável reputação e de desperdiçar a oportunidade de uma aguardada promoção.
Todavia, Frank subestima a inteligência e a honestidade do protagonista, que pouco a pouco se instala, tornando-se membro de uma família que, dia após dia, se une em virtude do excêntrico homem. Provando ser engenhoso e valendo-se das pequenas brechas do aeroporto, Viktor é tecido com uma apaixonante complexidade que vem à tona através de sutilezas performáticas – cortesia do magnetismo inescapável de Hanks, um dos maiores atores de todos os tempos – e de ápices criativos que despontam nos ótimos diálogos assinados por Sacha Gervasi e Jeff Nathanson.
Spielberg é alcunhado como o “diretor do espetáculo”, um epítome que é reiterado por produções como ‘Jurassic Park’, ‘Tubarão’, ‘Indiana Jones’, ‘Império do Sol’ e tantos outros. Seja no drama, na aventura ou na ação, o diretor se remodela à medida que o escopo de determinado projeto lhe é apresentado – e em ‘O Terminal’ isso não seria diferente: o realizador promove uma quase antologia de esquetes cômicas que servem como respaldo para reflexões sobre guerras, imigração, adaptação cultural e, mais importante, a possibilidade de encontrar gentileza nos lugares mais inesperados. Apoiando-se em breves críticas ao “sonho americano”, Spielberg garante que a multiplicidade de personagens esteja em sintonia com a libertação que Viktor inconscientemente promove.
Se o diretor alcança sucesso ao esquadrinhar os inúmeros temas com a destreza que imaginávamos, ele também faz questão de arquitetar um coming-of-age para cada um dos coadjuvantes – seja na frustrada comissária Amelia Warren (Catherine Zeta-Jones), que vive em busca de um amor verdadeiro à medida que não confia em seus próprios impulsos; no irritadiço e protetor zelador Gupta Rajan (Kumar Pallana); no entregador de comidas do aeroporto Enrique Cruz (Diego Luna), que é secretamente apaixonado pela oficial Dolores Torres (Zoe Saldaña); e no sisudo e amedrontador oficial Judge Thurman (Barry Shabaka Henley).
Há mais de duas décadas, ‘O Terminal’ chegava aos cinemas e, ainda que tenha se sagrado um sucesso comercial, teve uma modesta recepção por parte dos críticos internacionais – que, talvez, não tenham se sentido satisfeitos com um escopo que, para o calibre de Steven Spielberg, era bem mais íntimo e reduzido. Entretanto, essa é a beleza da dramédia comandada pelo diretor: uma história que, por mais impalpável que seja, transforma o particular em universal em um diálogo tocante e inspirador do começo ao fim.
Estrelada por Taylor Kitsch e Chris Pratt, a atração chega à plataforma de streaming no dia 27 de agosto, com o lançamento dos três primeiros episódios. O restante dos capítulos será transmitido em caráter semanal até o dia 24 de setembro.
Relembre o trailer:
Jack Carr e David DiGlio são os co-criadores da série derivada.
A trama Ben em sua jornada desde os Navy SEALs até o lado clandestino das Operações Especiais da CIA, explorando o lado sombrio da guerra e o custo humano que ela traz.
O elenco também conta com Tom Hopper como Raife Haistings, Robert Wisdom como Jed Haverford, Luke Hemsworth como Jules Landry, Dar Salim como Mohammed Farooq, Rona-Lee Shimon como Eliza Perash, Shiraz Tzarfati como Tal Varon e Jared Shaw como Ernest “Boozer” Vickers.
Infelizmente, detalhes sobre seus personagens não foram revelados.
O grupo se junta aos previamente confirmados Elizabeth Posey (‘Euphoria’) e Will Hochman (‘Blue Bloods’).
Jensen Ackles e Aya Cash são os protagonistas, reprisando seus papéis como Soldier Boy e Tempesta, respectivamente.
Paul Grellong, produtor executivo de ‘The Boys‘, será o produtor executivo e showrunner.
Grellong eEric Kripke (criador de ‘The Boys’) disseram: “Estamos empolgados em apresentar a próxima série provocadora do universo de The Boys. Trata-se de um mistério de assassinato retorcido que explora as origens da Vought na década de 1950, as primeiras façanhas de Soldier Boy e as manobras diabólicas de uma Super conhecida pelos fãs como Tempesta, que na época era chamada Clara Vought. Mal podemos esperar para surpreender e perturbar vocês com esta saga lasciva e macabra, imersa em sangue e Coposto V”.
A série é produzida pela Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, em parceria com Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.
Lembrando que ‘The Boys‘ já está renovada para a 5ª (e última) temporada.
Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Prometheus’ e ‘Amor de Redenção’, Logan Marshall-Green foi escalado para o elenco de ‘Y: Marshals’, série derivada de ‘Yellowstone’.
A produção é estrelada por Luke Grimes, que reprisa seu papel como Kayce Dutton.
Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Dutton se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.
Marshall-Green interpretará Pete Calvin, um amigo de Kayce na época em que ele estava no exército.
O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.
O projeto ainda não tem previsão de estreia nem maiores detalhes divulgados, mas se junta a uma série de outras produções que expandem o universo ‘Yellowstone‘, como os já lançados ‘1883‘ e ‘1923‘, além dos futuros ‘The Madison‘, estrelado por Michelle Pfeiffer e os em desenvolvimento ‘1944‘ e ‘6666‘.
A expectativa é alta para os fãs que acompanham a saga da família Dutton — e, ao que tudo indica, ainda há muito território a ser explorado nesse faroeste moderno.
KJ Apa, astro de ‘Riverdale’, foi oficialmente escalado para estrelar ‘Jimmy’, cinebiografia sobre o lendário ator James Stewart (1908-1997), conhecido por filmes como ‘A Felicidade Não Se Compra’ e ‘Janela Indiscreta’.
Segundo a Variety, Apa celebrou viver o icônico ator: “Sempre fui um grande fã de James Stewart e me sinto muito honrado por poder dar vida à sua história. Como alguém da Nova Zelândia, sempre admirei aquela geração de homens americanos que representavam patriotismo, integridade e um profundo senso de dever. É importante para mim retribuir a um país que me deu tanto, e que melhor maneira de fazer isso do que homenageando um homem que o serviu com grande honra”.
“O filme narrará a ascensão de Stewart, natural da Pensilvânia, em Hollywood, incluindo sua vitória no Oscar por ‘Núpcias de Escândalo’ (The Philadelphia Story), antes de se alistar na Força Aérea do Exército dos EUA como piloto de combate no início da Segunda Guerra Mundial. Pouco tempo após seu retorno para casa, ele estrelou ‘A Felicidade Não Se Compra’, de Capra, em 1946″, diz a sinopse.
“Minha família e eu estamos encantados e empolgados que KJ Apa tenha concordado em interpretar meu pai neste filme”, disse ela. “Além de suas consideráveis habilidades como ator, o entusiasmo de KJ pelo projeto só irá acrescentar ainda mais energia e profundidade ao papel”.
As filmagens principais estão programadas para começar em 1º de setembro em West Cork, na Irlanda. O lançamento nos cinemas dos EUA está previsto para novembro de 2026.
De vez em quando, a Netflix surpreende com obras que fogem do óbvio – e Uma Vida Honesta é um desses achados. O longa-metragem sueco, dirigido por Mikael Marcimain e roteirizado por Linn Gottfridsson e Joakim Zander, mergulha no espírito anarquista a partir das desilusões de um jovem protagonista. Preso em um labirinto de ideais, ele atravessa um intenso processo de amadurecimento ao se envolver com outros jovens que vivem à margem das convenções sociais. O filme constrói, com camadas bem estruturadas, uma reflexão sobre a inconsequência, os limites do idealismo e as complexidades das relações humanas.
O jovem estudante Simon (Simon Lööf) chega à cidade de Lund com o objetivo de cursar Direito em uma prestigiada universidade, mesmo carregando o sonho de se tornar escritor. Logo se depara com as desigualdades sociais à sua volta, especialmente ao conviver com colegas de quarto abastados, o que o coloca diante de um cotidiano de contrastes. É nesse cenário que conhece Max (Nora Rios), uma jovem carismática e integrante de um grupo que comete pequenos delitos contra os mais ricos. Fascinado pela rebeldia e pelo idealismo do grupo, Simon se vê cada vez mais envolvido — até que eventos marcantes o forçam a encarar as consequências de suas escolhas.
A confusão diante da realidade ao seu redor é o ponto de partida do protagonista — nossos olhos ao longo dessa jornada. Seu amadurecimento, quase precoce, é impulsionado pelos dilemas morais que surgem a cada nova decisão. Inserido em uma narrativa de ritmo envolvente, o personagem tem seus conflitos desenvolvidos com profundidade, sustentando uma história que entrelaça questões de moral, sociologia e capitalismo, enquanto expõe a solidão como um dos pontos mais vulneráveis da experiência humana. Com camadas bem construídas, o filme oferece reflexões densas, equilibrando com habilidade elementos de ação, drama e suspense.
Ao explorar as desilusões por meio de um gatilho disfarçado de oportunidade, o roteiro mantém-se fiel ao seu discurso e ainda acerta ao apostar na imprevisibilidade como trunfo — entregando um desfecho realista, longe de qualquer tom novelesco. Um dos pontos que contribuem para a harmonia da narrativa são as reflexões sobre as motivações por trás de cada ato, abrindo espaço para uma discussão profunda sobre a inconsequência. Mesmo quando alguns clichês surgem aqui e ali, eles não comprometem a força nem a coerência da trama.
A adaptação ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra‘ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência forte e sangrenta, imagens sinistras, suicídio, linguagem invasiva e referências sexuais”.
Na trama, em um percurso anual que reúne milhares de espectadores, cem garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir o ritmo nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de setembro.
Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.
O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).
Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.
Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.
As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.
O astro Chris Hemsworth, estrela de ‘Resgate 3’, falou recentemente sobre a sequência do sucesso da Netflix, revelando que a equipe já está planejando os próximos rumos da franquia.
“Ele está ficando inquieto. Ele é. Meu Tyler Rake interior está sentindo uma certa quantidade de protesto e precisa ser liberado, com certeza. Isso é algo em que estamos trabalhando, sim. Nós, a equipe criativa, estamos reunindo algumas ideias diferentes e empreendimentos criativos de onde poderíamos levar todo o lugar e o [terceiro] filme. Mas a intenção é certamente fazer outro. Não sei exatamente quando, mas sim, vai chegar”, afirmou Hemsworth.
Vale lembrar que a história da franquia é baseada em uma graphic novel criada pelos Irmãos Russo.
‘Resgate’ e sua sequência já estão disponíveis na Netflix.