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Jack Heaven e Janeane Garofalo irão estrelar THRILLER cômico ‘Grind’

Segundo o DeadlineJack Haven (‘Eu Vi o Brilho na TV’) e a prestigiada comediante Janeane Garofalo (‘Wet Hot American Summer’) irão estrelar o suspense cômico ‘Grind’.

O projeto é dirigido por Peter Collins Campbell e começa a ser rodado na cidade de Nova York em outubro.

Na trama, Haven interpreta Ricky, um entregador de comida de Manhattan obcecado pela frenética cultura urbana, que corre atrás de tudo para pagar o aluguel em uma única noite. Não há informações sobre o papel que Garofalo interpretará.

Bethany McHugh entra como produtora ao lado de Philipp Engelhorn, que assume o cargo de produtor executivo.

Allison Estrin fica responsável pelo casting.

Em uma declaração sobre a escalação de Haven, Campbell disse ao Deadline: “Jack é o tipo de ator camaleônico que você não vê mais com tanta frequência, e tê-lo como âncora deste filme e competindo com atores como Janeane, que têm uma presença tão imponente e magnética, vai ser muito divertido de assistir. Acho que o que estamos vendo nos filmes agora é um apetite por algo realmente diferente, e o público está pronto para coisas mais estranhas, engraçadas e criativamente ambiciosas do que o que está sendo apresentado — é a única maneira de dar sentido ao mundo atual”.

Mais informações não foram reveladas.

Freddie Prinze Jr. diz que está muito velho para ‘Scooby-Doo 3’, mas “Matthew Lillard poderia voltar como o Salsicha” [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP,  Freddie Prinze Jr. revelou que amou marcar uma geração com as franquias ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘Scooby-Doo‘, mas que está velho demais para voltar a interpretar Fred Jones em um terceiro filme live-action da franquia do cão investigador.

“Adorei o tempo que dediquei a esses filmes, e adoro como isso afetou as pessoas, mas tenho quase 50 anos. Eu não posso mais interpretar Fred Jones. Não posso usar a peruca. Este cabelo é grisalho. Não é, não é loiro. Não posso falar pelo resto do elenco, mas tenho certeza de que eles farão um e Matt provavelmente poderia fazê-lo até o dia em que morrer, porque ele tem essa voz nele, você sabe, eternamente.”, afirmou.

Assista:

 

Os fãs das adaptações live-action de Scooby-Doo‘ fazem campanha há anos para que um 3º filme da franquia seja lançado.

Inspirados no clássico e adorado desenho da Hannah-Barbera, os filmes foram lançados em 2002 e 2004, e também trouxeram Sarah Michelle Gellar (Daphne), Matthew Lillard (Salsicha) e Linda Cardellini (Velma) como a turma da Mistério S/A.

Juntos, os títulos renderam US$ 456.9 milhões aos cofres da Warner Bros.

O novo ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de julho.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretora Jennifer Kaytin Robinson revelou que adoraria fazer um crossover com a franquia ‘Pânico’, que ganhará seu sétimo filme em 26 de Fevereiro de 2026.

“Eu adoraria ver um crossover com Pânico. Isso seria muito icônico. Já imaginou o fisherman e o Ghostface? Ainda mais que o Kevin Williamson está de volta, com certeza eu gostaria de ver isso.”, ela afirmou.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Motorista de Fuga’, thriller de ação com Samara Weaving

O Disney+ divulgou o trailer nacional do thriller de ação ‘Motorista de Fuga‘ (Eenie Meanie), estrelado pela Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa estreará no serviço de streaming no dia 22 de agosto.

“Uma ex-motorista de fuga é arrastada de volta ao seu desagradável passado quando um ex-empregador lhe oferece a chance de salvar a vida do seu inconfiável ex-namorado.”

Shawn Simmons (‘Wayne’) é responsável pela direção e roteiro.

Karl Glusman (‘Observador’) também estrela a produção.

10 filmes de romance que vão te destruir emocionalmente

O cinema já nos presenteou com inúmeras paixões avassaladoras — nem sempre com finais felizes. Seja por meio de romances intensos ou reviravoltas emocionantes, esses filmes costumam marcar profundamente nossa memória afetiva. Para celebrar essas histórias que continuam ecoando em nossos corações, preparamos uma seleção especial de filmes de romance intenso:

 

Um Dia

Na trama, um homem e uma mulher se conhecem nos tempos da escola e vamos acompanhando a história desses dois corações sempre no mesmo dia, 15 de julho, só que em anos diferentes. Com o passar do tempo, muitas coisas acontecem mas o grande sentimento, confuso para ambos, sempre esteve presente ali.  O desenrolar desse destino eminente é intenso, às vezes injusto e recheado de surpresas que deixam o público de lenço na mão.

 

Casablanca

Um dos maiores clássicos do cinema, Casablanca nos apresenta uma história de amor com um final longe da felicidade. Na trama, conhecemos um exilado norte-americano que comanda um badalado clube noturno em Casablanca até que um dia reencontra um antigo amor.

 

Closer – Perto Demais

Na trama, conhecemos quatro personagens em alguns momentos de suas vidas. Um encontro pelas ruas de uma grande cidade, entre o jornalista que escreve obituários Dan (Jude Law) e uma jovem vinda de outro país, Alice (Natalie Portman), acende uma paixão. O tempo passa, e Dan escreveu um livro sobre Alice e acaba conhecendo e se apaixonando pela fotógrafa Anna (Julia Roberts) com quem mais à frente entrará em um relacionamento com Larry (Clive Owen). Essas quatro vidas vão passar por uma série de situações dolorosas a partir de suas próprias escolhas ligadas ao desejo e o que acham que é amor.

 

Todas as Canções Falam de Mim

Ramiro (Oriol Vila) e Andrea (Bárbara Lennie), como todo casal comum viveram seus momentos intensamente, durante seis anos. Quando resolveram se separar, houve um trauma e uma dor muito grande por parte do primeiro. O filme mostra delicados pontos de vistas desses dois românticos personagens e um sonho distante de um dia se reencontrarem e quem sabe viverem uma nova história de amor.

 

As Pontes de Madison

Na trama, dois irmãos vão saber sobre os documentos e testamento deixados por sua mãe recém falecida. Assim, a história volta para meados da década de 60, onde conhecemos a história de Francesca (Meryl Streep), uma descendente de italianos, moradora do interior de Iowa, casada, mãe de dois filhos, que um dia tem seu destino cruzado com o de Robert (Clint Eastwood), um fotógrafo que trabalha para a Revista National Geographic e está fazendo um trabalho sobre as pontes da região. Passando alguns poucos dias juntos, após a família de Francesca sair para um evento em outra cidade, Francesca e Robert viverão momentos que nunca mais irão esquecer.

 

Titanic

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

Íntimo e Pessoal

Lançado em meados da década de 90, dirigido pelo cineasta Jon Avnet, esse drama protagonizado por Michelle Pfeiffer e Robert Redford conta a história de amor de uma jovem jornalista que ganha a chance de crescer na carreira em uma nova emissora e um experiente ex-correspondente da Casa Branca.

 

Asas do Desejo

Na trama, conhecemos um anjo chamado Damiel (Bruno Ganz) e outro chamado Cassiel (Otto Sander) que passeiam por uma Berlim do lado ocidental, friorenta, ao lado de outros iguais, observando o cotidiano dos mortais que não podem lhe enxergar. Damiel está no limite, de saco cheio da vida eterna. Seu maior desejo é se tornar um humano mortal algo que só cresce quando se apaixona por uma trapezista de circo chamada Marion (Solveig Dommartin).

 

Diário de uma Paixão

Figurinha carimbada em muitos corações de cinéfilos e cinéfilas espalhado pelo mundo, dirigido por Nick Cassavetes e baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks, Diário de uma Paixão conta a saga romântica de um amor que precisou vencer muitos obstáculos, desde a época que os protagonistas se conheceram, durante a década de 40, até o presente na história. Um filme muito bonito que é sempre reprisado por algum canal de televisão.

 

Ghost – O Outro Lado da Vida

Com direção de Jerry Zucker e roteiro assinado por Bruce Joel Rubin, Ghost – Do Outro Lado da Vida fala sobre o amor, sobre a inveja, o egoísmo, sobre as inúmeras formas de manter vivo um amor que não se encontra por aí. Talvez o maior sucesso da carreira de Patrick Swayze, Ghost conta a história de um ótimo executivo que possui um relacionamento muito bonito com sua namorada Molly (Demi Moore). Planejando o futuro juntos e juntando suas vidas, tudo muda quando Sam é assassinado. Só que Sam não consegue passar para o outro lado e acaba encontrando como se comunicar com uma médium chamada Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg) e assim parte em busca de se reaproximar de Molly.

Cult querido da carreira de Adam Sandler faz sucesso na Netflix

Um Maluco no Golfe 2‘ quebrou recordes de audiência para a Netflix, estreando como um de seus filmes originais mais assistidos de todos os tempos. O filme faz parte da parceria da empresa com o comediante Adam Sandler, que iniciou em 2015 e já soma treze filmes. Desde então Sandler não lançou mais comédias no cinema – já que seu acordo é de exclusividade. Como de praxe com a plataforma de streaming, ela disponibilizou também a obra que deu origem a ‘Um Maluco no Golfe 2‘, ou seja, ‘Um Maluco no Golfe‘, o filme original de 1996 – uma produção da Universal Pictures. Ambas estão hoje (no lançamento desta matéria) no ranking dos filmes mais vistos da plataforma (o primeiro em nono e o segundo em terceiro). É justamente sobre o primeiro ‘Um Maluco no Golfe‘, a comédia mais celebrada da carreira de Adam Sandler, que iremos falar aqui.

Adam Sandler começou sua carreira ainda bem jovenzinho com participação em quatro episódios da icônica sitcom ‘The Cosby Show‘ no período entre 1987 e 1988. Depois disso, apesar de fazer sucesso com seu estilo irreverente, provocador, mas também muito infantil, em shows de stand-up comedy, realizou uma muito malsucedida estreia nas telonas com o fiasco ‘Ir ao Mar‘ (Going Overboard), de 1989, o qual escreveu o roteiro e estrelou. O filme conta as desventuras de um jovem funcionário de um cruzeiro de luxo, esperando sua grande oportunidade na comédia. Apesar do tema ser totalmente propício, Sandler ainda não estava pronto para se tornar uma estrela. E filme poderia ter acabado com sua carreira, mas felizmente não foi isso que ocorreu.

Sua grande chance viria mesmo no ano seguinte, quando sua carreira deu um salto ao ser descoberto para o programa Saturday Night Live – um dos humorísticos mais duradouros da história da TV. Em 1990, Sandler foi contratado inicialmente como roteirista e, pouco depois, passou a aparecer diante das câmeras, interpretando personagens cômicos que rapidamente conquistaram o público. Durante seus cinco anos no SNL, Sandler virou sinônimo de humor nonsense, com quadros memoráveis como o do cantor Operaman e canções como “The Thanksgiving Song”. Nessa fase, Sandler pôde dividir o palco e as câmeras com alguns outros humoristas que levaria consigo para a vida, como David Spade, Chris Rock e Rob Schneider. Mas o grande destaque era para o saudoso Chris Farley, que assim como Sandler fez sucesso no cinema também nos anos nos 90, mas nos deixaria cedo demais em 1997.

Ainda durante os seus cinco anos no elenco fixo do SNL, Adam Sandler teve a chance de fazer papeis no cinema, sempre como coadjuvante (para melhor entender o processo e não se atropelar como antes), em filmes como ‘Um Palhaço Suspeito‘ (1991), ‘Cônicos e Cômicos‘ (1993), ‘Os Cabeças de Vento‘ (1994) e ‘Um Dia de Louco‘ (1994). Foi só depois de ter feito este “estágio” nas telonas – trabalhando com veteranos como Steve Martin e Dan Aykroyd, que Sandler arriscaria novamente estrelar uma produção. Seu primeiro grande passo no cinema veio com ‘Billy Madison – Um Herdeiro Bobalhão (1995), onde já exercia forte controle criativo, ao lado do parceiro Tim Herlihy. O filme foi recebido de forma morna pela crítica, mas atraiu um público fiel e abriu caminho para sua consolidação em Hollywood — algo que ‘Um Maluco no Golfe viria a confirmar de vez no ano seguinte.

A ideia para ‘Um Maluco no Golfe surgiu da colaboração entre Adam Sandler e seu amigo de longa data, o roteirista Tim Herlihy, com quem já havia trabalhado também no SNL. A dupla queria criar uma nova comédia centrada em um personagem explosivo, deslocado em um ambiente inesperado — e o golfe, tradicionalmente associado à elite e ao comportamento contido, pareceu o cenário ideal para a anarquia típica de Sandler. A inspiração também veio de observações sobre atletas com temperamentos fortes, como jogadores de hóquei, o que levou ao conceito de um protagonista que tentava migrar de um esporte brutal para outro completamente oposto. A partir dessa premissa inusitada, nasceu Happy Gilmore, o antijogador de golfe definitivo.

Um Maluco no Golfe foi produzido pela Universal Pictures, estúdio que começava a apostar com mais força em novas vozes da comédia, especialmente aquelas com apelo entre o público jovem. A prova disso foi que o estúdio bancou os três primeiros filmes estrelados por Sandler, após ter se tornado um rosto conhecido no SNL.

O sucesso modesto de ‘Billy Madison havia chamado atenção suficiente para garantir a Sandler e sua equipe maior liberdade criativa e um orçamento mais generoso. Para a direção, foi escolhido Dennis Dugan, veterano de televisão e cinema, conhecido por seu timing cômico. Dugan e Sandler estabeleceriam ali o início de uma parceria duradoura, com o diretor comandando vários outros projetos do ator nas décadas seguintes. Juntos, eles buscavam criar uma comédia que fosse tanto absurda quanto estranhamente emocional — um equilíbrio que se tornaria a marca registrada do universo de Happy Gilmore.

Para dar vida ao universo excêntrico de ‘Um Maluco no Golfe, Adam Sandler foi cercado por um elenco que mesclava veteranos carismáticos e rostos pouco conhecidos, escolhidos a dedo para realçar o tom cartunesco da história. Christopher McDonald brilhou como Shooter McGavin, o arrogante rival de Happy, entregando uma performance que virou cult entre os fãs. A atriz Julie Bowen, então em início de carreira, interpretou Virginia Venit, a executiva do torneio de golfe e interesse romântico do protagonista. Outro destaque foi Carl Weathers, famoso por interpretar Apollo Creed nos filmes ‘Rocky, aqui em um papel completamente diferente: o instrutor de golfe Chubbs Peterson, que rouba cenas com sua mão de madeira e temperamento contido. Até mesmo Bob Barker, o lendário apresentador de TV, fez uma participação hilária interpretando a si mesmo em uma das sequências mais lembradas do longa.

Na trama, Happy Gilmore é um ex-jogador de hóquei no gelo com um temperamento explosivo e um sonho frustrado de entrar na NHL. Quando descobre que sua avó está prestes a perder a casa por falta de pagamento, Happy decide tentar uma alternativa inusitada: se tornar um jogador de golfe profissional para ganhar o dinheiro necessário. Apesar de não ter nenhuma experiência no esporte, ele descobre que seu poderoso e descontrolado swing, herdado do hóquei, pode ser uma arma letal no campo de golfe. Com a ajuda do excêntrico treinador Chubbs Peterson, que retira-se do esporte após perder a mão em um acidente, Happy começa a aprender as regras e técnicas, enquanto luta para controlar seu temperamento.

Ao entrar no circuito profissional, Happy precisa enfrentar não apenas as dificuldades do esporte, mas também seu maior adversário, Shooter McGavin, um arrogante campeão que vê o novato como uma ameaça à sua hegemonia. Além disso, Happy tenta conquistar o respeito da bela executiva do torneio, Virginia Venit, enquanto mantém sua autenticidade e jeito irreverente, muito distante do mundo polido do golfe. O filme equilibra sequências de humor escrachado com momentos de emoção, mostrando a jornada de um personagem que desafia as convenções, prova seu valor e, no caminho, ensina que talento e paixão podem superar qualquer barreira.

Lançado no dia 16 de fevereiro de 1996, podemos dizer que ‘Um Maluco no Golfe‘ fez o que precisava para dar início a carreira de Adam Sandler de forma favorável. O longa dividiu a crítica da época e não foi por assim dizer um sucesso retumbante de bilheteria. Por outro lado, apesar de não ter estreado em primeira posição do ranking das maiores bilheterias de seu fim de semana (vaga que ficou com o blockbuster de ação ‘A Última Ameaça‘, estrelada por John Travolta e dirigida por John Woo – em seu segundo fim de semana), ficou com a segunda posição – a maior entre as estreias daquela semana. O filme, com US$8.5 milhões, desbancou os lançamentos do infantil ‘Os Muppets na Ilha do Tesouro‘, o drama político de prestígio ‘City Hall: Conspiração em Alto Escalão‘ (com Al Pacino, John Cusack e Bridget Fonda) e a comédia ‘Deu Tudo Errado‘ (com Ellen DeGeneres e Bill Pullman).

Em contrapartida, outra comédia de dois ex-integrantes do SNL havia se dado melhor nas bilheterias, dois fins de semana antes. ‘A Ovelha Negra‘, com Chris Farley e David Spade, arrecadou US$10.5 milhões e ficou em primeira posição do ranking. Um Maluco no Golfe encontrou um público apaixonado que logo transformou o filme em um sucesso. No final de sua estadia nas telonas, o filme arrecadou um total de US$41.4 milhões, com um orçamento de US$12 milhões, garantindo um sucesso modesto.

Se nos cinemas o filme teve um desempenho respeitável, foi nas locadoras que ‘Um Maluco no Golfe realmente virou fenômeno. Lançado em VHS ainda em 1996, o longa se tornou um dos títulos de comédia mais alugados daquele ano nos Estados Unidos, figurando por meses entre os mais procurados nas prateleiras. No Brasil, o sucesso se repetiu, com o filme virando figurinha carimbada nos fins de semana em família, especialmente entre adolescentes que se identificavam com o humor rebelde e desbocado de Happy Gilmore. Esse desempenho explosivo no mercado de vídeo foi fundamental para ampliar o alcance do filme e consolidar Adam Sandler como um ídolo da nova geração. O sucesso nas locadoras também ajudou a criar demanda por novos projetos estrelados pelo ator, tornando-o um nome forte comercialmente para os anos seguintes.

Um Maluco no Golfe foi um divisor de águas na carreira de Adam Sandler, marcando o momento em que ele deixou de ser apenas um nome promissor da comédia para se tornar um astro consolidado de bilheteria. O personagem Happy Gilmore personificava tudo o que o público passou a esperar de Sandler: um sujeito desajustado, explosivo, mas com um coração genuíno — uma fórmula que ele levaria adiante em inúmeros filmes. O sucesso do longa abriu caminho para a criação da Happy Madison Productions, produtora fundada por Sandler que se tornaria responsável por boa parte de seus projetos futuros.

Com o tempo, Happy Gilmore ganhou o reconhecimento que faltou na estreia, sendo hoje considerado um dos filmes mais emblemáticos da primeira fase da carreira de Sandler.

‘Casamento às Cegas: Reino Unido’: 2ª temporada do reality ganha NOVO trailer; Confira!

A Netflix divulgou o novo trailer oficial da 2ª temporada de Casamento às Cegas: Reino Unido’, reality show derivado de Casamento às Cegas.

O próximo ciclo tem lançamento marcado para 13 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

Emma e Matt Willis são os apresentadores.

A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).

Jesse Metcalfe lamenta ter recusado teste para ‘Entourage’: “Estraguei essa oportunidade”

O ator Jesse Metcalfe, conhecido por seus papéis em ‘Todas Contra John’ e ‘Chesapeake Shores’, revelou um grande arrependimento em sua carreira: ter recusado um teste para a aclamada série Entourage.

Em entrevista à Deadline, Metcalfe confessou que teve a oportunidade de fazer um teste para o papel de Vincent Chase, o protagonista da série, mas não compareceu.

“Eu tinha uma audição para Entourage, li o episódio piloto e pensei: ‘Isso é estúpido’, e não fui à audição”, confessou o ator. “Obviamente, eu não fazia ideia do que estava dizendo. Acabou se tornando uma série icônica, que eu absolutamente amo, e definitivamente gostaria de ter feito parte”.

O ator demonstrou remorso pela decisão: “Eu estraguei essa oportunidade. Às vezes, a gente precisa dizer ‘não’, mas essa foi a escolha errada. Aprendi que não sei tudo. Ultimamente, tenho feito testes para o que parece ser praticamente tudo”.

Entourage, criada por Doug Ellin, tornou-se um fenômeno cultural e de crítica, conquistando seis prêmios Emmy ao longo de sua trajetória. A série foi exibida por oito temporadas, de 2004 a 2011, e ganhou um filme derivado lançado em 2015.

‘Highest 2 Lowest’: Suspense CRIMINAL com Denzel Washington ganha trailer; Confira!

Highest 2 Lowest, suspense criminal estrelado pelo vencedor do Oscar Denzel Washington, ganhou um novo trailer oficial.

Confira:

O filme teve uma estreia impressionante no Rotten Tomatoes, conquistando 89% de aprovação com base em 37 análises.

Os críticos, de modo geral, elogiaram o filme, destacando o trabalho do diretor Spike Lee, que conseguiu dar vida e uma identidade própria ao longa, originalmente inspirado em um filme japonês.

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“A premissa se encaixa perfeitamente com a indústria da música, e Washington está impecável, entregando uma de suas melhores atuações recentes como um homem preso em um dilema moral impossível”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Ao final, Lee eleva Highest 2 Lowest a novos patamares, entregando um filme de gênero envolvente e provocativo, que entretém enquanto faz um alerta sobre os possíveis caminhos que a cultura contemporânea pode estar seguindo”, disse Peter Debruge da Variety.

“O diretor assume aqui o papel de um showman chamativo e cheio de estilo, e o interpreta com perfeição, entregando um grande e altamente refinado pedaço de cinema que é puro entretenimento”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Embora esteja longe de ser o melhor de Lee, Highest 2 Lowest é um filme divertido, e para os fãs de Denzel Washington, é imperdível”, disse Therese Lacson do Collider.

“Descaradamente épico, corajosamente engraçado e orgulhosamente negro, Highest 2 Lowest pode ter origem em um cineasta japonês, mas sua alma pertence claramente a Lee”, disse Robert Daniels do RogerEbert.

“Lee é muito mais interessante pelo que ele acrescenta a um projeto do que pelo que ele retira dele, e Highest 2 Lowest está naturalmente em seu melhor quando se desvia do material original”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Highest 2 Lowest é uma mistura de cinema reluzente e profissional com escolhas curiosas. É uma vitrine tanto para um veterano consagrado, Washington, quanto para uma revelação promissora, ASAP Rocky, disse Steve Pond do TheWrap.

“O filme pulsa com uma energia e vitalidade incríveis, movendo-se na tela com a elegância expansiva de seu astro Denzel Washington, embora um pouco da melancolia discreta, do pessimismo complexo e do cinismo do filme original tenha se perdido”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

O longa chega a cinemas selecionados no dia 22 de agosto antes de chegar à Apple TV+ em 5 de setembro.

Confira:

O filme é dirigido por Spike Lee, com roteiro assinado por Alan Fox e inspirado no clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa.

Quando um magnata da música (Washington), amplamente conhecido por ter os “melhores ouvidos do ramo”, é alvo de um plano de resgate, ele se vê preso em um dilema moral de vida ou morte.

Ilfenesh HaderaJeffrey WrightIce SpiceASAP RockyDean WintersJohn Douglas Thompson completam o elenco.

‘Os Caras Malvados 3’: Diretor revela conversas para nova sequência!

O filme Os Caras Malvados 2 já está fazendo barulho nos cinemas brasileiros, e a repercussão do longa tem gerado discussões sobre o futuro da franquia. Em meio a essa onda, o diretor Pierre Perifel revisitou a possibilidade de um terceiro filme.

Durante uma entrevista à Variety, Perifel revelou que já tem ideias para um possível terceiro longa, com uma abordagem mais voltada para ficção científica e ação.

“Definitivamente há conversas”, afirmou ele. “Estamos conversando entre nós, movidos pela paixão, sobre a possibilidade de fazer um terceiro. Temos ideias e estamos empolgados porque esse é o universo em que queremos brincar. É muito divertido. Agora, se vai acontecer? Essa já é outra questão, porque depende de muito mais do que só da nossa vontade”.

Perifel também comentou sobre os desafios de produzirOs Caras Malvados 2. Segundo ele, o maior obstáculo foi manter a mesma qualidade que conquistou o público no primeiro filme.

“Quando você tem a oportunidade de fazer uma sequência de um filme que teve uma boa recepção, o desafio é: ‘Será que consigo fazer de novo? Será que vou ter sucesso em pelo menos fazer um bom trabalho com a mesma qualidade ou melhor?’ Sequências são notoriamente complicadas de se fazer”, explicou. “Essa foi a pressão que enfrentamos. Tivemos que sair do nosso próprio caminho e abraçar o que estava diante de nós para que o filme e a história se desenvolvessem por conta própria”.

Os Caras Malvados 2’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Pierre Perifel, o longa é baseado na saga literária infantil de Aaron Blabey.

No novo capítulo, os Caras Malvados lutam para encontrar confiança e aceitação para sua recente condição de bons moços, quando são forçados, por um esquadrão de mulheres criminosas, a abandonar a aposentadoria para fazer um último trabalho.

A produção contará com as vozes de Sam Rockwell, Marc Maron, Craig Robinson, Anthony Ramos, Awkwafina, Richard Ayoade, Zazie Beetz, Lilly Singh e Alex Borstein.

O primeiro filme, ‘Os Caras Malvados‘, foi um sucesso de bilheteria, ultrapassando a marca dos US$ 250 milhões mundialmente, e ainda ganhou um especial de Natal intitulado ‘Os Caras Malvados: Um Natal do Mal‘.

‘Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’ encanta o Bonito CineSur – entrevista exclusiva com o diretor Jordan Nugem

Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Um dos filmes mais aguardados pelas crianças durante o Bonito CineSur 2025 foi a pré-estreia mundial da animação brasileira Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul. Na tarde do último sábado (02), em uma sala de cinema completamente lotada, diversas famílias puderam conferir em primeira mão esse encantador longa-metragem, que estreia oficialmente nos cinemas no dia 20 de novembro. Repleto de personagens carismáticos e mensagens importantes sobre a preservação da natureza, apresentadas de forma lúdica e divertida, o filme encantou o público do começo ao fim com sua energia vibrante.

Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de 'Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de ‘Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Durante o encerramento do evento, tivemos a oportunidade de conversar com um dos diretores da animação, Jordan Nugem. Ele compartilhou detalhes importantes sobre o processo de criação do projeto e refletiu sobre os desafios e as perspectivas do mercado de animação no Brasil.

Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o intenso processo de transformar a série em filme, Jordan comentou: “A série foi lançada em 2019 e teve uma repercussão muito boa, tanto no Brasil quanto no exterior. A partir disso, decidimos tirar da gaveta o projeto do longa, que já existia há bastante tempo. Sempre houve a dúvida se valeria a pena levar essa história para o cinema, especialmente considerando as dificuldades de captação de recursos — ainda mais sendo animação, que é um processo caro e demorado. Mas a série serviu como um grande validador para o filme.”

Ao falar sobre o mercado de animação no Brasil, Jordan compartilhou sua visão com entusiasmo e realismo: “Sinto que o mercado vem crescendo a cada ano e está muito mais presente hoje. Acho que finalmente saiu do nicho dos festivais e passou a ocupar espaço na TV aberta, na TV por assinatura e nas plataformas de streaming, como a Netflix. Estamos conseguindo mostrar ao público o talento dos artistas brasileiros da animação. É um mercado em expansão, mas que ainda enfrenta muitos desafios, principalmente por ser uma área que exige investimentos altos. Ainda não temos, por exemplo, filmes e séries com orçamentos grandiosos como os da Pixar, que possibilitam explorar ao máximo o potencial criativo. Mas, aos poucos, estamos conquistando nosso espaço.”

Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Como toda pessoa que mergulha em uma profissão onde a criatividade é essencial, perguntamos a Jordan sobre suas referências no mundo da animação. Ele contou: “Sempre fui apaixonado por games, cinema e anime. Minha mãe é super cinéfila e, desde pequeno, ela me mostrava making ofs de filmes de animação. Meu pai, é fã de anime. Cresci imerso nesse universo e, com o tempo, percebi que era esse o caminho que queria seguir. Claro que não foi fácil — estudar animação no Brasil é muito caro — então fui aprendendo por conta própria, com livros, vídeos no YouTube, e aos poucos fui encontrando meu espaço na área.”

Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Virginia Limberger (Produtora do filme) e Jordan Nugem (um dos diretores do filme) na abertura da sessão de Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul’, no Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o legado que espera deixar com o filme, Jordan comentou: “Quero muito levar a temática da proteção das florestas e da natureza não só para as crianças, mas para toda a família. É um tema fundamental, um dos mais importantes do planeta — precisamos cuidar do nosso meio ambiente. A proposta é mostrar isso de forma leve e divertida, por meio de uma aventura envolvente, na qual as crianças possam aprender enquanto se divertem.”

Lindsay Lohan desabafa sobre os TRAUMAS causados por paparazzi nos anos 2000

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A atriz Lindsay Lohan, ícone dos anos 2000 com sucessos como ‘Sexta-Feira Muito Louca‘ e ‘Herbie: Meu Fusca Turbinado‘, abriu o coração em uma entrevista ao The Times sobre os traumas que carrega da época em que era perseguida intensamente pela mídia e pelos paparazzi.

“Não quero que minha família jamais passe pelo que eu passei sendo perseguida por paparazzi. Foram momentos aterrorizantes. Tenho transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) extremo por causa disso. Situações muito invasivas. Realmente assustadoras. E oro para que isso nunca volte. Não é seguro. Não é justo”, declarou.

Segundo Lohan, o cenário melhorou nos últimos anos: “Sinto que hoje em dia isso não acontece com tanta intensidade quanto antes. Era muito pior quando eu era mais jovem.”

A atriz, hoje com 38 anos e mãe de um menino de dois anos, acredita que as redes sociais deram mais autonomia aos artistas para controlarem suas narrativas. “Agora, com as redes sociais, você pode contar sua própria história da forma que quiser. Isso trouxe de volta o controle sobre a sua vida”.

Apesar disso, ela reconhece que o assédio ainda existe — apenas mudou de forma. “Hoje as pessoas sempre têm um celular na mão. Isso é assustador, muito desconfortável. Prefiro que venham e peçam uma foto, em vez de você ficar desconfiada a cada movimento que faz”. 

Quando questionada sobre o que diria à jovem Lindsay do auge da fama, ela respondeu:

“Diria: ‘Desacelera’. Naquela época era tudo: ‘Vai! Vai! Vai!’ Queria que alguém estivesse por perto dizendo: ‘Você está bem. Pode ir com calma, garota'”.

Lohan também falou sobre sua nova fase de vida e carreira, revelando que a maternidade mudou suas prioridades. “Tudo o que eu faço hoje gira em torno do que funciona para a minha família. Se se encaixa, é para ser. Se não, é não”. 

Seu papel em ‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda‘ marca sua primeira atuação como mãe na ficção — algo que, segundo ela, ressoou fortemente com sua vida real. “O vínculo com um filho, o desejo de fazer o certo por ele… isso se tornou o mais importante para mim”.

Vale lembrar que a sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ estreia no dia 07 de agosto nos cinemas.

Recentemente uma cena do filme foi divulgada. Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

‘Eddington’: Filme do diretor de ‘Hereditário’ estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal ganha data de estreia no Brasil

Eddington, longa estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal, ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

A Universal Pictures lança o filme no Brasil dia 6 de Novembro.

Eddingtonteve uma estreia mediana no Rotten Tomatoes, conquistando 67% de aprovação, com base em 218 análises.

Os críticos, em geral, elogiaram o longa, embora tenham apontado algumas falhas na narrativa.

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Crítica | Eddington – Ari Aster Transforma a Pandemia em Tragicomédia Política e Violenta [Cannes 2025]

“O filme provavelmente teria sido melhor se fosse mais focado (e mais curto), mas a visão insana de Aster faz com que a maioria dos diretores pareça tímida em comparação”, disse Nicholas Barber do BBC.

“‘Eddington’ pode parecer um passo atrás para Ari Aster no que diz respeito aos seus visuais marcantes e à sua habilidade de criar experiências cinematográficas perturbadoras. No entanto, o filme revela justamente o contrário: Aster mostra que é capaz de transportar esses pesadelos para o mundo real — e fazê-los funcionar dentro dele”, disse Emma Kiely do Collider.

“Sem cerimônia nem piedade, Eddington arranca o curativo de uma vez — e nem todos vão querer olhar ou pensar sobre o que está por baixo dele”, disse Damon Wise do Deadline.

“Há um lado indulgente em Ari Aster e, embora esteja mais contido aqui, é possível sentir que ele ainda se entrega a isso. No entanto, esse traço também é inseparável do que faz dele, em Eddington, um cineasta tão estimulante”, disse Owen Gleiberman do Variety.

“Se Hereditário e Midsommar mexeram com o psicológico por meio de narrativas genuinamente assustadoras e imagens impactantes, e Beau Tem Medo foi igualmente desconcertante e enlouquecedor, Eddington é apenas irritante e vazio”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Aster nos entregou mais um filme que arrepia, perturba e dá vontade de sair da própria pele. Você só gostaria que este não parecesse tão próximo da não ficção”, disse David Fear do Rolling Stone.

“O quarto longa de Aster é menos impactante como um choque ao sistema do que pela forma vívida, e desconfortável, com que retrata, no dia a dia, o quanto o nosso futuro digital tem tirado das pessoas a capacidade de identificarem suas próprias verdades”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Um filme melhor sintetizaria de forma coesa o macro com o micro, mas Aster, em vez disso, os deixa lado a lado de forma dissonante, ressoando ao vento do deserto”, disse Richard Lawson do Vanity Fair.

O longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.

‘Predador: Terras Selvagens’, do diretor de ‘O Predador: A Caçada’, ganha DATA DE ESTREIA no Brasil

Predador: Terras Selvagens‘, do visionário diretor Dan Trachtenberg (‘O Predador: A Caçada’), já tem data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme será lançado nos cinemas brasileiros no dia 6 de novembro de 2025 – assumindo a data que originalmente pertencia ao reboot de ‘Blade

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Trachtenberg compartilhou detalhes inéditos sobre o filme, revelando que a trama se desenrolará, ao menos em parte, no planeta natal dos temíveis Predadores, conhecido como Yautja Prime.

Conforme noticiado pelo ComicBookMovie, Trachtenberg explicou: “Uma das coisas mais empolgantes sobre este filme é que estaremos em Yautja Prime — há uma rica tapeçaria do universo expandido presente. Fomos ousados o suficiente para tratar a linguagem do planeta de forma apropriada, tal como o élfico em ‘O Senhor dos Anéis’ ou o dothraki em ‘Game of Thrones’, embora nesses casos houvesse mais precedentes”.

Em relação à personagem de Elle Fanning, chamada Thia, o trailer já havia insinuado que ela não era uma humana comum, e agora foi confirmado que ela é uma sintética da Weyland-Yutani, ou, para os familiarizados com a lore, uma “androide”.

“Por mais que eu me inspire em filmes, também sou profundamente influenciado por videogames como ‘Shadow of the Colossus’, onde o protagonista tem um companheiro que adiciona emoção e conexão à narrativa”, revelou o diretor. “Há uma cena com o cavalo em ‘Shadow of the Colossus’ que é absolutamente devastadora. E ‘Predator: Badlands’ terá um pouco dessa dinâmica — queríamos explorar a interação de um Predador ao lado de alguém completamente oposto. Ele é taciturno, ela não. Ela possui habilidades que ele não tem. Fisicamente, ela detém algo muito especial que mal posso esperar para que vocês testemunhem. Mas prefiro que isso se revele por si só no filme”.

Segundo Trachtenberg, este filme do Predador se distanciará significativamente de seus antecessores:

“É uma aposta ousada, e acredito que é exatamente isso que atrai o público ao cinema. Se a intenção é reviver a mesma experiência de sempre, sempre haverá ‘Predador’, ‘Prey’ ou qualquer outro disponível. Este filme é algo completamente inovador”, concluiu.

Confira o trailer:

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Elle Fanning (‘Malévola’) será a protagonista.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ REESTREIA nos cinemas nacionais em comemoração aos 20 anos do filme

Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ será relançado nos cinemas nacionais pela Warner Bros. em comemoração aos 20 anos do lançamento original.

A reestreia acontece no dia 15 de Novembro de 2025.

Assista ao trailer:

Harry Potter e o Cálice de Fogo’ representa o VERDADEIRO amadurecimento dos bruxinhos

Em 2004, a franquia Harry Potter passava por uma profunda mudança em sua estética com o lançamento de ‘O Prisioneiro de Azkaban’, adaptando o terceiro romance da saga assinada por J.K. Rowling. É notável como, através de uma sólida direção de Alfonso Cuarón, toda a imagética antes infantil que rodeava Harry, Rony e Hermione começou a transformar em um profundo conto de terror e suspense que apenas ganharia mais camadas nos capítulos seguintes. Todavia, enquanto o filme em questão deu os primeiros passos nesse amadurecimento compulsório, não foi até ‘O Cálice de Fogo’ que as temáticas receberiam uma roupagem ainda mais densa e chocante.

Lançado um ano depois de ‘Prisioneiro de Azkaban’, a quarta iteração da franquia mágica se inicia com uma tenebrosa e arrepiante sequência que dá continuidade aos eventos anteriores. Após escapar de uma possível prisão, Rabicho (Timothy Spall) reúne-se com outros asseclas de Lord Voldemort para trazê-lo de volta à vida, esquadrinhando um plano temeroso cujos corolários são inimagináveis. Pouco depois, percebemos que o retorno d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está intrinsicamente ligado aos constantes pesadelos sofridos por Harry (Daniel Radcliffe), indicando que o perigo está cada vez mais perto e premeditando reviravoltas que mudariam para sempre a perspectiva do protagonista acerca da própria vida e do que irá acontecer.

Durante a Copa Mundial de Quadribol, Harry, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) ficam cara a cara com os Comensais da Morte, seguidores ferrenhos de Voldemort, pela primeira vez – e têm certeza de que, talvez, Hogwarts não seja mais tão segura (não que fosse uma fortaleza impenetrável, para início de conversa). Assim que conseguem se desvencilhar das garras do Ministério da Magia, que acreditam que os três jovens foram responsáveis por dessacralizar o mundo dos bruxos com a invocação da Marca Negra, eles voltam à escola para descobrirem que ela será palco do Torneio Tribuxo – uma competição árdua que reúne os melhores alunos para digladiarem pela honra eterna, enfrentando obstáculos mortais em três provas quase impossíveis. E, como podemos imaginar, Harry é selecionado para participar do Torneio, tornando-se uma presa fácil para forças externas encontrarem-no e matarem-no.

É notável a mudança artística que acomete o filme: se no capítulo anterior tínhamos sido engolfados na melancolia do azul e do verde, aqui ambos os tons são camuflados com pinceladas mais obscuras e de pura desesperança. É claro que tais conceitos seriam explorados com firmeza maior nos títulos subsequentes, mas o diretor Mike Newell e o diretor de fotografia Roger Pratt compõe um contraste significativo de cores que permeia as tramoias de Voldemort e seus asseclas, o coming-of-age dos personagens principais, que agora adentram a adolescência e as significativas mudanças hormonais, o Baile de Inverno e as tarefas do Torneio Tribruxo. Mesmo com uma quantidade exacerbada de tramas e subtramas, a estética identitária une os pontos em uma letargia que se sagra nos momentos finais do terceiro ato.

O motivo é simples: esta é a primeira vez que Harry e seus amigos lidam, de fato, com o conceito da morte. É claro que o nosso herói já tinha presenciado a morte dos pais, mas era muito novo para sequer se lembrar de alguma coisa. Agora, ele tem a maturidade o suficiente para não apenas sofrer com as angústias de sua idade – como o amor não correspondido, os traumas de um passado que se recusam a ir embora e uma necessidade de se provar para todos -, mas com uma desesperadora tragédia à qual ele é impotente para impedir.

Como bem nos lembramos, a terceira tarefa do Torneio é ambientada em um labirinto metamorfo recheado de criaturas perigosas – algo que não vemos no filme, mas que está presente no romance original. Eventualmente, Harry e Cedrico (Robert Pattinson) encontram a Taça da Vitória no centro do labirinto e, ao tocarem-na, são transportados para um cemitério amedrontador, coberto por uma densa névoa e onde Lord Voldemort seria trazido de volta à vida por Rabicho. Mas, antes disso acontecer, Cedrico tenta proteger seu amigo ao enfrentar Rabicho, apenas para ser atingido pelo feitiço Avada Kedavra e transformar-se em um cadáver gélido e inexpressivo. Depois de enfrentar Voldemort e os Comensais com a ajuda da energia psíquica daqueles que já se forma, incluindo seus pais, Harry consegue levar o corpo de Cedrico de volta a Hogwarts e anunciar que o Lorde das Trevas, enfim, retornou.

Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, estando presente no momento da morte de Cedrico, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.

Lembrando que a saga Harry Potter está disponível no catálogo da Max.

Documentário sobre Cássia Eller será RELANÇADO nos cinemas

Os discos jogados num quarto repleto de quadros e violões, ah… e aquele all star azul ao lado do de cano alto. Como um furacão de emoções, dramas e muita verdade, que promete emocionar a todos, chega aos cinemas brasileiros nesta semana o espetacular documentário Cássia Eller – que será RELANÇADO nos cinemas nacionais no dia 4 de Dezembro pela H2O Filmes, em comemoração aos 10 anos do seu lançamento original.

Assista ao trailer:

Dirigido pelo excelente diretor Paulo Henrique Fontenelle, que vem brindando os cinéfilos com trabalhos fabulosos (como foi em Dossiê Jango), tentamos decifrar os segredos e a timidez de uma artista que marcou seu nome na história não só pela música mas nas conquistas importantes que conquistou, também quando se foi. O filme é pura emoção e bate aquela vontade de bater palmas de pé quando já emocionados vemos as letrinhas dos créditos subirem.

Nesse projeto 100% nacional, acompanhamos em pouco mais de 110 minutos de fita, toda a história que cercou o nascimento de uma lenda da música popular brasileira. Filha de um paraquedista e uma dona de casa, Cássia usava a música como uma intensa fuga para sua timidez. Com um alcance vocal único e com uma força enorme quando estava no palco, a protagonista deste documentário, que não deixa de ser uma linda homenagem a essa baita mulher, aos poucos foi se tornando uma bomba relógio de emoções.

Como todo bom documentário, todas as verdades são ditas e apresentadas, deixando o próprio público tirar suas conclusões sobre os fatos. Os vícios de drogas também não são escondidos, acompanhamos todos os dramas por conta de tratamentos, problemas amorosos, estresses e abstinências. Cássia teve uma vida intensa, não temos dúvida. Com o sucesso batendo na porta a todo instante, seu jeito simples e a falta de estrutura emoção para lidar com a fama aos poucos vão incomodando a cantora que sempre contava com todos os amigos nessa hora.

A amizade entre Cassia e Nando Reis gera os mais emocionantes depoimentos que vemos na tela. É como se a menina tímida ainda estivesse aqui entre nós, tamanha a força que marcou sua presença durante suas décadas neste país. Percebemos o carinho que todos que conheciam Cássia tinham por ela. Sua relação com a eterna Maria Eugênia e com o filho Chicão mostram um lado doce que transformam o furacão Cássia em uma ventania poética de felicidade. E sobre sua família, falamos da conquista que conseguiu quando seu filho teve a guarda dada a mulher que sempre amou. Uma vitória inédita para o amor.

De Nirvana à Piaf. De Buarque ao blues. Um alcance vocal único. Um ícone da música brasileira. Música é uma coisa bela que toca lá dentro. E não temos dúvidas de que Cássia cumpriu seu objetivo, tocou profundamente e se tornou inesquecível em nossos corações.

 

‘Chefe de Guerra’: Assista aos créditos de abertura do ÉPICO histórico estrelado por Jason Momoa

Chefe de Guerra, drama épico-histórico estrelado, roteirizado e com produção executiva de Jason Momoa (‘Aquaman’), já está disponível no catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou os créditos de abertura da atração.

Ambientada no belo cenário das ilhas do Havaí, a série de nove episódios, baseada em eventos reais, acompanha o guerreiro Ka’iana (Momoa) enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett.

Com um elenco predominantemente polinésio liderado por Momoa, Chefe de Guerra acompanha a unificação e colonização do Havaí de um ponto de vista indígena. Momoa retrata o guerreiro Ka’iana, enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

O compositor Hans Zimmer (‘O Rei Leão‘, ‘Duna‘), vencedor do Grammy e do Oscar, escreveu a música tema e coproduziu a trilha sonora de todos os nove episódios com o compositor James Everingham (‘Virdee‘, ‘Planeta Gelado II‘,’Robin and the Hood‘), durante seu período na Bleeding Fingers Music, o coletivo de compositores multipremiado com o Emmy e indicado ao BAFTA, cofundado por Zimmer em 2013.

Luciane Buchanan, Temuera Morrison, Te Ao o Hinepehinga, Cliff Curtis, newcomer Kaina Makua, Moses Goods, Siua Ikale’o, Brandon Finn, James Udom, Mainei Kinimaka e Te Kohe Tuhaka também integram o elenco.

‘Wandinha’: 2ª temporada chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 2ª temporada de Wandinha, série estrelada por Jenna Ortega, estreia esta semana no catálogo da Netflix.

A primeira leva de episódios do novo ciclo chega à plataforma de streaming nesta próxima quarta-feira, 6 de agosto. A segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para 5 de setembro.

Relebre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Alison Brie fará estreia na direção com filme de TERROR feminino

GLOW

Após inúmeros trabalhos como atriz, Alison Brie está se preparando para ficar atrás das câmeras em seu próximo projeto (via Deadline).

A duas vezes indicada ao Globo de Ouro revelou recentemente que fará sua estreia diretorial com uma história de terror que coescreveu com Alice Stanley Jr. (‘Busy Tonight’), descrito como “feminino” e com “uma energia muito divertida”.

“Enquanto escrevíamos, senti como se estivesse escrevendo para dirigir”, disse ela à revista Marie Claire. “Eu conseguia visualizar cada cena na minha cabeça”.

Brie acrescentou: “acho que as mulheres carregam muitas dúvidas sobre si mesmas e temos o desejo de fazer tudo perfeito antes de tentar algo, ou de aprender tudo o que podemos aprender. Você quer realmente verificar os requisitos e pensar: estou preparada para isso? E chega um ponto em que você precisa simplesmente dar o salto e acreditar em si mesma”.

Infelizmente, qualquer detalhe sobre o projeto não foi revelado.

Vale lembrar que o projeto mais recente de Brie veio ao lado de seu marido Dave Franco na forma do terror corporal Juntos, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Prime Video adquire os direitos de exibição do drama histórico ‘King & Conqueror’ nos EUA

Em uma das mais recentes disputas por direitos de exibição, o Prime Video se saiu vitorioso na compra de King & Conqueror, novo drama histórico épico estrelado por Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’) e James Norton (‘Happy Valley’).

Segundo o Deadline, a plataforma de streaming ficará responsável por lançar a produção nos Estados Unidos, enquanto a HBO Max comprou os direitos para mercados internacionais como Hong Kong, Sudeste Asiático, Países Baixos e a Ibéria.

A produção não tem data de estreia confirmada, mas deve ser lançada ainda este ano.

Confira o trailer:

A série foi criada por Michael Robert JohnsonBaltasar Kormákur assume a cadeira de direção.

King & Conqueror narra a história de um confronto que definiu o futuro de um país — e de um continente — por mil anos, cujas raízes remontam a décadas e se estendem por duas dinastias familiares interconectadas, lutando pelo poder em dois países e um mar revolto.

Clémence PoésyEmily BeechamLuther FordIngvar SigurdssonEddie MarsanJuliet StevensonJean-Marc BarrGeoff Bell e outros também fazem parte do elenco.

A primeira temporada conta com oito episódios.

Soulja Boy é PRESO por porte ilegal de arma durante abordagem policial em Los Angeles

O rapper Soulja Boy, cujo nome verdadeiro é DeAndre Cortez Way, foi preso na madrugada deste domingo (03) em Melrose, Los Angeles, sob suspeita de porte ilegal de arma de fogo, segundo reportagens de veículos como a NBC Los Angeles e Deadline.

A polícia local (LAPD) informou que o artista era passageiro de um carro parado por volta das 2h30 durante uma abordagem de trânsito. Ao revistar o veículo, os oficiais teriam avistado uma arma, o que levou à prisão do rapper sob a acusação de ser um criminoso reincidente em posse de arma de fogo — o que configura crime federal.

Ainda não há informações detalhadas sobre o motivo inicial da abordagem, e representantes de Soulja Boy e da LAPD não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da imprensa.

Horas antes da prisão, Soulja Boy havia comemorado seu aniversário de 34 anos na casa noturna Poppy, em West Hollywood, conforme publicações em suas redes sociais.

Soulja Boy alcançou o estrelato em 2007 com o hit “Crank That (Soulja Boy)”, que lhe rendeu uma indicação ao Grammy. Entre outros sucessos, estão “Turn My Swag On” e “Kiss Me Thru the Phone”. No entanto, sua carreira tem sido marcada por diversas controvérsias e problemas legais.

Em abril deste ano, ele foi condenado por um júri de Los Angeles a pagar US$ 4 milhões a uma mulher que o acusou de agressão sexual e física durante dois anos de relacionamento.

Além disso, em 2023, esteve entre os artistas acusados pela SEC de promover criptomoedas sem declarar o recebimento de pagamentos — caso em que ele se recusou a firmar acordo com as autoridades, diferentemente de outras celebridades como Lindsay Lohan e Lil Yachty.

Soulja Boy permanece detido até o momento, aguardando a definição de sua situação judicial.