‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’, a aguardada sequência estrelada por Lindsey Lohan e Jamie Lee Curtis, está prestes a chegar às telonas. Agora, Lindsey Lohan compartilhou seus planos para o futuro após o lançamento do longa.
Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Lohan disse que o novo filme é “maior, temos mais histórias para contar. É uma troca de quatro vias, tem mais música e muito mais comédia física do que o primeiro, o que eu adoro. Sempre que posso fazer algo no estilo Lucille Ball, estou pronta”.
Lohan também falou sobre sua relação com Curtis: “Ela esteve ao meu lado em um momento da minha vida em que minha mãe estava ocupada cuidando dos meus irmãos, e ela se tornou uma figura materna para mim aqui em Los Angeles. Isso nos manteve muito unidas com o tempo, e sempre estivemos em contato”.
Curtis acrescentou que, ao trabalhar com Lohan, que tinha apenas 15 anos no primeiro filme: “Disse a ela desde o primeiro dia: ‘Não quero nada de você, a não ser a sua própria paz e serenidade. Eu sou um porto seguro, uma base; não quero nada, não vou te pedir nada’. Não quero que ela sinta que nossa relação é transacional. Quero que ela sinta amor”.
Lohan terminou falando sobre seus planos para o futuro: “Estou trabalhando em uma série para o Hulu, da qual estou muito animada para participar, e gostaria de assumir alguns papéis mais sérios e dramáticos. Eu amo fazer comédia romântica porque é onde me sinto em casa, e acho que meus fãs gostam de me ver nesse tipo de papel. Mas quero experimentar coisas diferentes, talvez até um filme de ação. Quero mostrar às pessoas um lado diferente meu”.
Também de volta para a sequência está o interesse romântico Chad Michael Murray, que brincou sobre contracenar novamente com Curtis e Lohan: “Eu sigo essas garotas para onde forem. Você entra num projeto desses e nunca sabe o que esperar. Fica pensando: ‘Meu Deus, tomara que a gente não estrague tudo.’ Mas é uma sequência que, odeio dizer isso, é tão boa quanto — se não melhor — que o original. Elas entregaram tudo”.
A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
A icônica cantora e compositora Mariah Carey revelou recentemente que “Sugar Sweet” será o segundo single oficial de seu próximo álbum de estúdio, ‘Here For It All’.
A canção, que é precedida por “Type Dangerous”, será lançada amanhã, 25 de julho. O compilado de originais, por sua vez, tem lançamento marcado para 26 de setembro.
Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”, “Obsessed” e “Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.
Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstarAriana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.
O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.
Salvador Plasencia, médico responsável por Matthew Perry (1969-2023), se declarou recentemente culpado por distribuição de cetamina, o que causou a morte do ator. Conforme a Variety, o médico será sentenciado em dezembro.
Nesta quarta-feira (24), Plasencia se declarou culpado por quatro acusações de distribuição de cetamina e será sentenciado em 03 de dezembro.
Como parte do acordo, Plasencia, de 43 anos, entregará sua licença médica dentro de 30 a 45 dias, segundo informou o Departamento de Justiça dos EUA. Ele permanecerá em liberdade sob fiança até a data da sentença.
Plasencia aceitou o acordo em junho, admitindo ter distribuído cetamina sem propósito médico legítimo ao ator de ‘Friends’, que morreu de overdose em outubro de 2023.
Em troca, os promotores retiraram as acusações de falsificação de prontuários médicos e outras denúncias relacionadas à distribuição do entorpecente.
A única ré ainda pendente no caso é Jasveen Sangha, apelidada de “Rainha da Cetamina”, que deverá ir a julgamento no próximo mês. Ela é acusada de manter um local de armazenamento em North Hollywood usado para a distribuição ilegal da droga.
Plasencia também iria a julgamento na mesma data, mas seus advogados fecharam o acordo antes disso.
O médico enfrenta uma pena máxima teórica de 40 anos de prisão, embora, segundo as diretrizes federais de condenação, deva receber uma pena significativamente menor.
‘King & Conqueror’ narra a história de um confronto que definiu o futuro de um país — e de um continente — por mil anos, cujas raízes remontam a décadas e se estendem por duas dinastias familiares interconectadas, lutando pelo poder em dois países e um mar revolto.
O canal Starz divulgou os créditos de abertura da série derivada ‘Outlander: Blood of My Blood‘, que servirá de pré-sequência ao seriado original.
A produção focará em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.
Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.
A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).
As filmagens de ‘O Diabo Veste Prada 2’ seguem a todo vapor e novas imagens dos bastidores estão circulando nas redes sociais, dessa vez trazendo a premiada cantora Adele em destaque.
Ainda é incerto dizer como será a participação da vencedora do Oscar e se ela interpretará algum papel específico ou se aparecerá de forma especial como ela mesma.
Confira as imagens, com as demais divulgadas anteriormente, e siga o CinePOP no Youtube:
Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.
Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.
A estreia do novo filme está prevista para 1º de maio de 2026.
No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.
Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.
Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.
‘O Diabo Veste Prada’, lançado em 2006, foi dirigido por David Frankel e tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro.
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
As séries que têm desembarcado aos montes nos catálogos dos streamings disponíveis no Brasil vêm surpreendendo com tramas densas e envolventes — verdadeiros quebra-cabeças emocionais que exigem atenção total do início ao fim. Se você está em busca de narrativas provocativas, que fazem pensar e refletir a cada episódio, preparamos uma lista com 10 grandes sugestões que certamente vão prender a sua mente:
Na trama, conhecemos uma jovem cientista lá na década de 60, em meio à revolução cultural chinesa, que após passar por um trauma acaba recebendo a chance de trabalhar num lugar secreto que tem como objetivo colocar a China como líder na comunicação interestelar. Um dia, ela consegue contato com seres de outro planeta e uma decisão nessa comunicação acaba vindo a ter consequências anos depois atingindo em cheio as vidas de um grupo de amigos e brilhantes cientistas que estão na Europa nos tempos atuais.
Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.
É possível mudar o mundo antes de si mesmo? Chegou na Netflix uma interessante minissérie de apenas seis episódios que caminha pela esperança desencontrada abrindo um leque de profundas reflexões a partir de uma busca de um refúgio para intensas aflições. Eric, apresenta pelo olhar indefeso do mundo, um casamento em ruínas, a política, a corrupção, a polícia, o preconceito, os abandonos de relações entre pais e filhos. Criado pela dramaturga britânica Abi Morgan, e com todos os episódios dirigidos pela cineasta Lucy Forbes, tem como maior trunfo as lições que transmite através da personificação dos sentimentos centralizados na figura de um boneco criado por um desenho que atrás de seu ar monstrengo nos leva até medos, inseguranças.
Jimmy (Jason Segel), um terapeuta que trabalha com outros dois amigos em um enorme consultório que depois de um ano apenas sobrevivendo após o falecimento da esposa em um trágico acidente de carro, volta a despertar para a vida, reconectado laços perdidos, principalmente com a única filha, a adolescente Alice (Lukita Maxwell). Para buscar soluções para suas próprias barreiras que ele mesmo colocou na sua vida, contará com a ajuda dos amigos Paul (Harrison Ford) e Gaby (Jessica Williams) com quem divide esse enorme consultório de atendimento psicológico e também de um casal de curiosos vizinhos, Derek (Ted McGinley) e Liz (Christa Miller).
A amizade no centro do tabuleiro conturbado da meia idade. Chegou de mansinho, quase desapercebida uma brilhante comédia que gira em torno da crise de meia idade impulsionada pelo realinhamento de uma antiga amizade. Mostrando que é possível fazer rir e refletir de forma madura, trazendo paralelos interessantíssimos com a realidade, Amor Platônico é mais um achado da Apple tv Plus que vem se consolidando como uma mina de ouro para quem gosta de séries com alta qualidade e altamente envolventes.
As formas de lidar com o cotidiano. Sentimentos que nós seres humanos julgamos ser conflitantes, como: a raiva, o medo, a insegurança, se tornam elementos centrais dos oito excelentes episódios de Assassino Zen, produção alemã disponível na Netflix. Com uma narrativa dinâmica, usando – sem abusar – da quebra da quarta parede, esse projeto mostra a desconstrução de um protagonista, na corda bamba da moral e da ética, sendo parte de um contexto curioso onde lições em meio ao caos vem de encontro a muitas considerações existenciais.
Com uma forma criativa e concisa de apresentar sentimentos e dilemas em torno do fim do mundo – e também no declínio das relações sociais – chegou nesse início de 2025 na Disney Plus o surpreendente seriado Paradise. Criado pelo excelente roteirista Dan Fogelman, que já tinha deixado sua marca com a aclamada This is Us, esse seu novo projeto atrai o público com reviravoltas, mistérios e camadas que se abrem aos montes nos levando para uma jornada empolgante através de personagens enigmáticos.
Tá pra ser adicionada ainda nos mais famosos streamings que temos disponível no Brasil um seriado tão sensível e metafórico que aborda a existência, os erros e os acertos de forma tão detalhista e humana. Os Contos do Loop, Tales From The Loop no original, disponível no bom catálogo da Prime Video, é inspirada na obra do artista e designer sueco de 36 anos Simon Stålenhag.
O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’. Bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.
Na trama, criada por Dan Erickson, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo nas duas realidades.
Quando o marido da primeira-ministra britânica é sequestrado e a presidente francesa, em visita, é chantageada, as duas líderes políticas enfrentam escolhas inimagináveis. Forçadas a uma rivalidade feroz em que seus futuros políticos, e suas vidas, podem estar em jogo, conseguirão elas trabalhar juntos para desvendar a conspiração que os ameaça?
Skeet Ulrich acaba de ser escalado para ‘Five Nights at Freddy’s 2‘, aguardada sequência do sucesso de terror da Blumhouse baseado na icônica franquia de jogos. A novidade foi divulgada por fontes próximas à produção e marca um reencontro especial para os fãs do gênero: Ulrich voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.
Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.
O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.
A reunião de Ulrich e Lillard já está sendo celebrada pelos fãs nas redes sociais, relembrando a química entre os dois como Billy Loomis e Stu Macher em ‘Pânico‘, dupla de assassinos que marcou uma geração. Desde então, os atores trilharam caminhos distintos, mas sempre mantiveram laços com o terror e o suspense em suas carreiras.
Christopher Meloni foi escalado como protagonista da nova série dramática da Hulu ambientada no universo da NFL.
O projeto é criação de Dan Fogelman, mente por trás de sucessos como ‘This Is Us‘ e ‘Paradise‘, e será produzido pela 20th Television (divisão da Disney) em parceria com a Skydance Sports — joint venture entre a NFL e a Skydance, futura proprietária da Paramount. A novidade foi divulgada pela Variety.
Ainda cercada de mistério, a trama se passa nos bastidores da National Football League e acompanhará diferentes gerações de uma mesma família. Meloni interpretará o técnico principal de uma equipe, papel que promete explorar os dramas e pressões tanto dentro quanto fora do campo.
Além desse novo compromisso, Meloni também estrela ‘Law & Order: Organized Crime‘ no Peacock, cuja quinta temporada — a primeira exclusiva para streaming após quatro na NBC — foi encerrada em junho. A plataforma ainda não confirmou se a série será renovada, mas caso continue, o ator poderá atuar em ambas as produções.
O projeto foi oficialmente encomendado pela Hulu em outubro de 2024. A parceria com a NFL reforça o interesse da liga em expandir sua presença no entretenimento roteirizado, levando para as telas histórias ficcionais que giram em torno do futebol americano.
Dan Fogelman assina o roteiro e atua como produtor executivo, ao lado de Jess Rosenthal e dos executivos da Skydance Sports: David Ellison, Jesse Sisgold e Jason T. Reed.
Com uma carreira sólida na televisão, Meloni é amplamente reconhecido por seu papel em ‘Law & Order: SVU‘, além de participações marcantes em produções como ‘Wet Hot American Summer‘ e o filme ‘Little Brother‘, da Netflix.
A 27ª temporada de ‘South Park‘ estreou na última quarta-feira (23) e, como já era de se esperar da série criada porTrey Parker e Matt Stone, começou com uma dose pesada de sátira política. O primeiro episódio, intitulado “Sermon on the ‘Mount”, coloca Donald Trump não apenas de volta à Casa Branca — mas também, literalmente, na cama com o Diabo.
O episódio mergulha o público em um South Park caótico. Cartman está deprimido pelo fim de seu programa favorito da NPR, Randy tenta impedir que Jesus assuma o controle da escola South Park Elementary, e o presidente dos EUA está ocupado demais prendendo e processando seus inimigos políticos para se importar com a crise na cidade.
Quando uma multidão enfurecida invade a casa de Mr. Garrison para pedir respostas, ele revela que não está mais na presidência há anos. A cena corta então para a Casa Branca, onde Trump — representado de forma grotesca — está em pleno comando, discutindo com o Primeiro-Ministro do Canadá e soltando frases como:
“Você quer que eu te bombardeie como fiz com o Iraque?” “Não foi o Irã?” “Irã, Iraque… Qual a porra da diferença?”
Logo em seguida, Trump aparece se despindo e tentando seduzir Satanás, que o rejeita de forma contundente. Trump insiste:
“Vamos lá, Satan, trabalhei duro o dia inteiro.” “Você não fez nada, só ficou fazendo memes idiotas,” rebate Satanás. Trump então tenta se exibir sexualmente, mas acaba humilhado: “Não consigo nem ver nada… é tão pequeno,” diz o Diabo, encerrando a cena com escárnio.
O retorno da série acontece após atrasos causados por conflitos entre a Paramount e a Skydance, envolvidos na fusão que impactou o cronograma da 27ª temporada. No início do mês, a estreia foi adiada de 9 para 27 de julho, e a conta oficial da série no X (ex-Twitter) não poupou palavrões ao culpar a fusão corporativa pelo transtorno.
Com essa estreia explosiva, ‘South Park‘ reafirma seu lugar como uma das sátiras mais ousadas da TV — e não dá sinais de suavizar o tom nesta nova fase.
Novo contrato
A Paramount firmou um novo acordo com a Park County, produtora comandada por Matt Stone e Trey Parker, garantindo cinco anos adicionais de episódios inéditos e a migração da biblioteca completa da série para o Paramount+ nos EUA e no mundo.
Segundo o The Hollywood Reporter, o contrato, avaliado em cerca de US$ 1,5 bilhão, assegura a produção de 50 novos episódios que continuarão a ser exibidos pela Comedy Central. Nos Estados Unidos, cada episódio novo estará disponível no Paramount+ no dia seguinte à sua exibição na TV. Globalmente, o catálogo de ‘South Park‘, que antes estava sob domínio da HBO Max (via Warner Bros. Discovery), também passará a ser exclusivo do Paramount+.
“Queremos agradecer à Chris McCarthy e à Keyes Hill-Edgar pelos anos de parceria. Estamos animados em continuar fazendo ‘South Park‘ pelos próximos cinco anos”, declarouMatt Stone.
Já Trey Parker foi mais enfático: “Isso vai além de um contrato — é um compromisso com a organização, com nossos colegas e com os fãs.”
A negociação foi complexa e tensa nos bastidores. Enquanto a Park County buscava estender um acordo de 10 anos avaliado em US$ 3 bilhões, a nova gestão da Paramount — sob comando da Skydance, prestes a assumir o controle da empresa — preferia um contrato mais curto, receosa das mudanças futuras no mercado de streaming. O resultado foi um acordo de cinco anos por US$ 1,5 bilhão, considerado alto, mas que inclui adiantamentos sobre receitas futuras de streaming, segundo fontes próximas.
O impasse chegou a atrasar o lançamento da nova temporada. Em 2 de julho, Parker e Stone postaram:
“Essa fusão está uma zona e está ferrando com ‘South Park‘. Estamos no estúdio trabalhando nos novos episódios e esperamos que os fãs consigam assisti-los de algum jeito.”
Além dos novos episódios e da migração para o Paramount+, a parceria reforça o peso de ‘South Park‘ como uma das franquias mais valiosas da TV. A série, que estreou em 1997, continua sendo um dos maiores trunfos da Comedy Central, com uma base de fãs fiel e crescente.
“’South Park‘ é mais popular hoje do que nunca. Matt e Trey são talentos singulares e parceiros confiáveis. Estamos entusiasmados que ‘South Park‘ continue na Comedy Central e, agora, exclusivamente no Paramount+ em todo o mundo.”
Já no Brasil, a animação está disponível no Prime Video.
A aguardada terceira temporada de ‘Euphoria‘, série da HBO criada por Sam Levinson, acaba de ganhar um reforço de peso: o premiado compositor Hans Zimmer foi confirmado como parte da equipe de trilha sonora. Ele se une a Labrinth, responsável pelas composições marcantes das duas primeiras temporadas e cuja identidade sonora se tornou uma das marcas da série.
Zimmer, conhecido por trilhas como ‘Interestelar‘, ‘A Origem‘, ‘Gladiador’ e ‘O Rei Leão‘, celebrou a novidade:
“É uma honra fazer parte desta equipe de contadores de histórias liderada por Sam Levinson. Labrinth moldou a identidade da série com sua música e estou empolgado para contribuir com essa nova fase da história.”
Labrinth também expressou entusiasmo com a parceria:
“Mais um capítulo no universo de ‘Euphoria’! Trabalhar ao lado do Hans, um dos meus heróis da música para cinema, é um sonho. Vamos trazer uma nova magia para essa temporada.”
Sam Levinson revelou que a obra de Zimmer sempre esteve presente nos bastidores criativos da série:
“Escrevi esta temporada ouvindo as trilhas de Interestelar e ‘Amor à Queima-Roupa‘. A música de Hans sempre esteve no DNA criativo de ‘Euphoria‘. Estou empolgado para ver onde ele e Labrinth podem nos levar agora”.
A terceira temporada, cuja produção finalmente começou após diversos adiamentos, mantém boa parte do elenco original — incluindo Zendaya, Sydney Sweeney, Hunter Schafer, Jacob Elordi e Colman Domingo — e apresenta novos nomes de destaque como Sharon Stone, Rosalía, Marshawn Lynch e Toby Wallace.
Com estreia prevista para 2026, a nova temporada promete uma abordagem ainda mais cinematográfica, e a colaboração entre Labrinth e Zimmer deve elevar a intensidade emocional e estética da série a novos patamares.
O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.
Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
A atriz Jamie Lee Curtis falou recentemente sobre ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’, o novo longa da bem-sucedida franquia da Disney de 2003, destacando que o filme é uma carta de amor a Los Angeles.
Conversando com o Deadline, Curtis ressaltou a importância do longa, principalmente em meio à atual turbulência política.
“O mundo está muito instável. Parece muito assustador para muitas pessoas. Imigrantes neste país estão apavorados. Politicamente, está tudo muito assustador por aí”, disse Curtis. “Normalmente, em tempos de turbulência e conflito, buscamos algo familiar, algo seguro, uma comida reconfortante. E acho que Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca é isso: um conforto cinematográfico”.
Ela continuou: “Você sabe exatamente o que vai encontrar. É satisfatório. É comovente. Faz você rir e se sentir melhor assistindo. E a gente não sabia, em junho do ano passado, onde estaríamos hoje, então me sinto realmente feliz”.
Curtis também comentou que “fez campanha para que o filme fosse feito em Los Angeles”, sua cidade natal, acrescentando:
“O filme é uma carta de amor a Los Angeles, assim como o original. Filmamos na casa original e também por toda a cidade de Los Angeles”, afirmou.
Infelizmente a casa foi destruída pelos incêndios em Los Angeles no início deste ano, incluindo o local em Altadena onde foi gravada a cena do torneio de pickleball.
“Agora teremos um registro permanente da grande beleza de Pacific Palisades e Altadena para sempre”, disse ela. “Tenho muito orgulho de ter mantido minha posição e dito: não farei este filme em nenhum outro lugar que não seja Los Angeles”.
Sobre filmar a sequência mais de 20 anos depois, a atriz reflete sobre estar em uma fase muito diferente da vida.
“Me sinto muito jovem. Me sinto muito viva. Me sinto mais jovem hoje do que há 22 anos”, disse ela. “Tenho uma liberdade que não tinha há 22 anos, e digo isso em todos os aspectos, físico, espiritual, mental, minha família, minha visão política… Tudo. Estou livre. Sinto que fui libertada e estou realmente feliz”.
A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
‘Zombies 4: A Era dos Vampiros’ estreou recentemente no Disney+ e se provou um verdadeiro sucesso. O quarto filme da franquia acumulou 9,3 milhões de visualizações globais nos primeiros 10 dias na plataforma, conforme o Deadline.
Além do grande feito, esses números se somam aos da franquia, que já é um verdadeiro fenômeno, tendo gerado mais de 250 milhões de horas de streaming até agora. Isso torna ‘Zombies’ uma das franquias de filmes originais do Disney Channel mais populares no Disney+.
“Com uma história eletrizante, uma trilha sonora de sucesso e grande repercussão no streaming e nas redes sociais, ‘Zombies 4: A Era dos Vampiros’ está fazendo sucesso com crianças de todos os lugares”, disse Ayo Davis, presidente da Disney Branded Television, em comunicado. “A música sempre foi central nos nossos filmes originais do Disney Channel, e ‘ZOMBIES 4’ continua essa tradição, juntando-se a ‘Descendentes: A Ascensão de Red’ como um dos eventos imperdíveis deste verão para o público infantil. Esse entusiasmo está transbordando para o mundo real também, com a turnê Descendants/Zombies: Worlds Collide lotando arenas por todo os EUA neste verão”.
Além do sucesso do filme, as músicas também mostram ter conquistado o público. “Someday”, música do primeiro filme que se tornou uma marca registrada da franquia, ultrapassou a marca de 100 milhões de streams no Spotify, impulsionado por uma emocionante reprise no novo filme.
A trilha sonora do novo longa estreou em 3º lugar na parada Billboard 200 Soundtracks, com destaques como “Dream Come True”, “The Place to Be” e “Don’t Mess With Us”.
Nos primeiros 10 dias após o lançamento, os streams de áudios globais chegaram a 30 milhões, incluindo:
20 milhões no Spotify
9 milhões na Apple Music
11 milhões na Amazon Music
No YouTube, os fãs já consumiram mais de 900 mil horas de vídeos relacionados à trilha sonora.
Quando sua viagem de verão sofre um desvio inesperado, Zed (Manheim) e Addison (Donnelly) enfrentam uma nova rivalidade monstruosa: Caminhantes Diurnos vs. Vampiros. A tensão aumenta quando a dupla se vê atuando como monitores de acampamento entre as duas facções sobrenaturais opostas. Com a ajuda de Eliza e Willa, eles precisam convencer Nova (Freya Skye) e Victor (Malachi Barton), seus inimigos jurados, a tentar unir seus mundos em guerra antes que uma ameaça ainda maior os coloque em perigo.
A 2ª parte da 2ª e última temporada de ‘Sandman’, popular série baseada nos escritos de Neil Gaiman, já chegou ao catálogo da Netflix.
A nova leva de episódios foi lançada hoje,24 de julho, na plataforma de streaming. Vale lembrar que um episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.
Relembre o trailer:
1. Season of Mists 2. The Ruler of Hell 3. More Devils Than Vast Hell Can Hold 4. Brief Lives 5. The Song of Orpheus 6. Family Blood 7. Time and Night 8. Fuel for the Fire 9. The Kindly Ones 10. Long Live the King 11. A Tale of Graceful Ends 12. Death: The High Cost of Living
A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
As continuações de filmes de sucesso sempre fizeram parte do repertório de Hollywood e do cinema em geral pelo mundo, até aqui no Brasil. Mas nunca anteriormente a palavra de ordem foi tão forte “construir uma franquia” como na indústria de hoje. No passado, George Lucas pôs de pé um verdadeiro império simplesmente ao lançar o primeiro Star Wars em 1977. Hoje, como sabemos, é a Marvel a dona do tutorial de como fabricar rios de dinheiro com suas produções interligadas, que ainda possuem suas próprias franquias dentro do universo criado pelo estúdio. É claro que este é um caso extremo, e não é preciso ir tão longe assim, afinal o esperado minimamente por cada um dos grandes estúdios da meca do cinema é que seus filmes se saiam bem o suficiente nas bilheterias para deixar a bola rolando para a primeira sequência. E assim, o fluxo pode ser seguido com a ideia ganhando vida própria por novos caminhos. O esperado de cada um dos grandes estúdios é que seus filmes de entretenimento caiam no gosto do grande público – a continuação pode ser consequência deste sucesso. Mas acredite, ela é esperada. Difícil é perceber um sucesso pop que se recusa a expandir seu universo e duplicar seu lucro hoje em dia.
Franquias em potencial estão a cada esquina em Hollywood, só esperando seu lugar ao sol – leia-se ser comprado pelos fãs. Nem todas conseguem, obviamente. Para enfatizar nosso ponto de vista, nos concentraremos apenas nos dois últimos anos, desde que o mundo parou – mais conhecido como 2020. Desde então tivemos muitos filmes de qualidade, e muitos produtos voltados ao entretenimento que de fato se deram bem, e conseguiram tocar o coração de seu público-alvo, que compareceu e fez deles um sucesso. Assim, naturalmente já se transformaram em franquias. Mas aqui, iremos adereçar o outro lado da moeda. Ou seja, os filmes que miraram na próxima franquia badalada de Hollywood, mas erraram o alvo, se tornando “uma franquia flopada”, que fez os executivos puxarem o plugue antes mesmo de uma nova investida. Confira abaixo esses filmes azarados.
Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City
Se não está quebrado, não conserte. Os fãs mais hardcore do game Resident Evil sempre reclamaram da falta de fidelidade das adaptações para o cinema, nos filmes protagonizados por Milla Jovovich. Verdade seja dita, os filmes com a atriz são mais voltados para a ação e pirotecnia do que de fato ao terror – como seu material fonte. No entanto, o fato é: o primeiro filme de Jovovich (que está completando 20 anos em 2022) fez sucesso o suficiente para não apenas gerar como continuação, como também uma franquia de seis filmes que chegou ao fim em 2017. Depois disso, o estúdio (a Sony de novo) achou por bem reiniciar os trabalhos em Resident Evil, e desta vez aplicando mais fidelidade para os fãs sossegarem. Ou seja, o reboot seria agora sim um filme de terror – e o longa seria mais intimista, assim como os games. O resultado, você pergunta? Infelizmente ficou igual a um filme amador produzido no quintal de uma casa. Fracasso retumbante de crítica e público, o novo Resident Evil nasceu morto e colocou rapidamente um ponto final numa nova franquia em potencial. Até mesmo a Netflix se apropriou do título com uma série inédita em live-action para tentar abrandar a coisa.
Lançado em fevereiro de 2020 pelo mundo (incluindo no Brasil), ou seja, um mês antes do início da pandemia,A Ilha da Fantasia – como muitos devem saber – é a adaptação para o cinema de um clássico seriado da década de 70, que ganhou novas versões para a TV em 1998 e uma recente em 2021. A história fala sobre uma ilha misteriosa, regida por um anfitrião sofisticado e igualmente nebuloso, que recebe convidados no local e realiza todos os seus desejos mais inusitados e fantásticos. Sim, algo de sobrenatural trabalha na ilha, mas o teor aqui era o de fantasia e drama, no máximo aventura. Quando foi a hora da Blumhouse levar essa trama aos cinemas pela primeira vez, é claro que a produtora transformou o enredo num filme de terror. Bem, o fato logo de cara fez os fãs torcerem o nariz, mas talvez eles tivessem aceitado mais se o filme que ganhamos fosse de fato bom. O resultado ruim das bilheterias, somado à críticas essencialmente negativas, colocaram um ponto final no que com certeza era planejado pela Sony como uma série de filmes.
Aproveitando a popularidade do renovado astro Robert Downey Jr. após os filmes da Marvel onde interpretou o herói Homem de Ferro, a Universal resolveu usar o carisma do ator para encabeçar uma nova franquia. E o projeto escolhido para isso foi uma adaptação moderna dos livros de Hugh Lofting sobre um médico capaz de se comunicar com todo tipo de animal, o Dr. Dolittle. A história havia sido levada às telas anteriormente num filme clássico de 1967, que concorreu ao Oscar na categoria principal, e depois em 1998 com Eddie Murphy à frente do elenco. Mas a proposta da Universal era por algo ainda mais grandioso, um verdadeiro blockbuster de US$175 milhões, repleto de efeitos especiais na hora de criar a fauna diversificada, e as vozes de grandes astros de Hollywood dublando as criaturas. Era para ter sido algo épico do nível de Piratas do Caribe, com uma aventura de matinê em navios, ilhas e terras desconhecidas. E terminou como um dos maiores fiascos do currículo de Downey e do estúdio, do qual o astro ainda não se recuperou até hoje, dois anos depois – Downey não lançou mais nenhum filme desde então.
Esse é um dos casos mais curiosos dos últimos anos. A franquia X-Men, da Fox, começou muito bem, mas aos poucos foi saindo dos trilhos. O primeiro filme, de 2000, aliás foi um dos grandes responsáveis pela nova era dos longas baseados em super-heróis de quadrinhos que temos hoje. O sucesso foi tanto que gerou duas continuações, seis derivados, um reboot e três continuações desse reboot – e isso antes da venda para a Disney. Um destes derivados foi Novos Mutantes, o primeiro filme da equipe adolescente formada de mutantes problemáticos do universo X. O longa estava pronto para ser lançado em 2019, junto com X-Men: Fênix Negra, mas foi adiado inúmeras vezes até de fato estrear em 2020. A venda da Fox para a Disney teve culpa nessa demora. Mas a verdade é que a qualidade do filme vinha sendo alardeada como catastrófica – mesmo após um trailer elogiado que prometia o primeiro filme de terror dentro do gênero dos super-heróis. O resultado não foi bem esse, e Os Novos Mutantes foi rapidamente varrido para debaixo do tapete e esquecido, sem condições de trazer novas aventuras dos adolescentes com poderes especiais. Aliás, você lembra de algum destes personagens sem carisma?
G.I. Joe Origens: Snake Eyes
Na lista até o momento já tivemos exemplares de alguns dos maiores estúdios de Hollywood, como Universal, Disney, Fox e duas da Sony. Agora é a vez da Paramount. O estúdio da montanha com as estrelinhas tirou a sorte grande quando comprou os direitos dos brinquedos Transformers e adaptou para as telonas na forma de uma superprodução incrivelmente bem-sucedida. De uma hora para outra os carros que se transformam em robôs guerreiros se tornaram muito populares de novo, gerando quatro continuações e um derivado. Em breve mais um filme irá estrear. Assim, o estúdio achou que essa era a linha que deveria ser seguida, e tratou de vasculhar outro brinquedo popular que poderia render um belo caldo. Os escolhidos foram os bonecos dos G.I. Joe, carinhosamente conhecido como Comandos em Ação aqui no Brasil. O primeiro filme foi lançado em 2009, mas não fez o sucesso esperado. Aos trancos e barrancos empurraram uma sequência em 2013 – que também permaneceu estática após a estreia. Assim, apenas em 2021, o estúdio tentaria de novo, com um reboot agora focado no ninja silencioso vestido de preto, Snake Eyes. E bem, era melhor ter ido ver o filme do Pelé.
Terminando a lista das franquias flopadas que não conseguiram sair da estaca zero, aqui temos o que é provavelmente o filme mais azarado da época cercando a pandemia. Como sabemos, o mundo parou quando a covid se alastrou, e isso incluiu as salas de cinema. Muitos não deram a devida importância, sem conseguir mensurar o estrago que seria feito. Em Hollywood o caso mais marcante foi o que envolve o pseudo blockbuster Bloodshot, da Sony. Adaptação de quadrinhos alternativos da editora Valiant Comics, que trouxe Vin Diesel como o personagem principal – um soldado restruturado com poderes tecnológicos. Hoje, todos os envolvidos, principalmente o astro Vin Diesel, concordam que Bloodshot foi prejudicado pela sua data de estreia, que foi justamente na semana em que o mundo “fechou”. Se a ideia tivesse sido verdadeiramente comprada pelos fãs, no entanto, a esta altura poderíamos estar vendo Bloodshot 2 ou 3.
Se você acha que não teremos filmes de terror na lista, se enganou. A franquia O Grito é uma das mais bem sucedidas do terror japonês e já gerou inúmeros filmes em seu país de origem. Para o público nipônico, as franquias O Grito e O Chamado são os equivalentes de Freddy e Jason na década de 1980 nos EUA. Assim, prontamente por lá as duas franquias inclusive ganharam um crossover. As duas franquias também já receberam suas respectivas refilmagens americanas – ambos muito bem-sucedidas e se tornando igualmente franquias nos EUA. O Grito ganhou três filmes na terra do tio Sam, produzidas por um verdadeiro Sam, o Raimi, diretor da trilogia Homem-Aranha e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, especialista em terror igualmente. Raimi e os produtores então planejaram um reboot para o conceito em 2020, mais sério e sombrio, focando ainda mais no drama pessoal dos personagens e em criativas linhas narrativas – com um elenco de atores renomados. Mas não era bem isso que o público queria naquele momento e o resultado terminou passando em branco, embora obviamente o plano fosse por montar uma nova franquia.
Buffy: A Caça-Vampiros, série cult que ainda guarda um lugar especial no coração dos fãs e fez da jovem Sarah Michelle Gellar uma estrela da TV nos anos 90, está completando 28 anos de seu lançamento em 2025 – tendo estreado em 10 de março de 1997. O seriado está completinho, com suas sete temporadas, disponível na Star Plus – a plataforma de streaming da Disney com as produções do acervo da Fox e os seus conteúdos, digamos, mais adultos. Sem dúvidas é um prato cheio para todos os fãs e os nostálgicos pelos produtos da querida década de 1990, que vai ganhar uma sequência em breve…
Mas o que talvez nem todos saibam é que o programa criado por Joss Whedon havia ganhado às telas cinco anos antes. E não na TV, mas sim numa produção para os cinemas de US$7 milhões bancada pela mesma Fox. É sobre esta versão cinematográfica, obscura para muitos, também presente no acervo da Star Plus, que falaremos nesta matéria.
Buffy: A Caça-Vampiros estreou no dia 1º de julho de 1992 nos cinemas dos EUA e chegaria no fim do mês no resto do país. Em grande parte do mundo, devido ao fracasso do longa em seu país de origem, o filme chegaria direto no mercado de vídeo. A ideia nasceu da mente do próprio Joss Whedon, ainda um nome desconhecido em Hollywood na época, tendo estreado como roteirista em sitcoms como Roseanne (1989-1990) e Parenthood(1990-1991).
O mote aqui era uma mistura de gêneros, como uma espécie de As Patricinhas de Beverly Hills encontra Os Garotos Perdidos. Ou seja, uma abordagem mais espertinha, cheia de referências, piadas e muita graça ao gênero do terror de vampiros. Whedon criou uma trama onde uma patricinha de marca maior, uma jovem chamada Buffy, extremamente fútil, cuja meta de vida era viajar para a Europa, casar com Christian Slater e depois morrer (como citado pela própria) teria um arco dramático onde se descobriria a salvadora do mundo e eventualmente cresceria como pessoa.
Buffy é a escolhida para combater os vampiros em sua pequena cidade – que são bem reais e estão entre nós, prontos para transformar os jovens do local em mortos-vivos. Do dia para noite, a jovem de cabeça vazia descobre a ameaça e recebe a notícia de que ela, e apenas ela, é a linha de defesa da humanidade. Muito antes de Kevin Williamson mesclar tão perfeitamente o humor e o terror nos slasher adolescentes do fim da década de 1990, a começar com Pânico, Joss Whedon tinha essa proposta em sua narrativa – mas infelizmente as coisas não sairiam como planejado pelo realizador. Para começar, seu roteiro original foi completamente reescrito em prol de entregar um filme mais leve e aprazível aos adolescentes. No desfecho, por exemplo, numa manobra digna de Carrie – A Estranha, Buffy acaba com o baile de formatura incendiando a escola, num esforço para destruir os vampiros. Tais mudanças deixaram o roteirista Whedon tão frustrado e aborrecido – já que estava se distanciando por completo de sua visão – que o criador decidiu abandonar a produção, deixando o set e nunca mais retornando. Apesar disso, o filme ainda leva seu crédito como roteirista único da obra.
Curiosamente, o fato citado acima do incêndio na escola provocado por Buffy, é mencionado algumas vezes na série. Segundo Whedon, o seriado é um derivado de seu roteiro original e não do filme. O roteirista acredita que a produção cinematográfica de Buffydeva ser encarada como uma obra própria, sem qualquer ligação com o programa de TV – tamanho o desafeto pelo longa. De acordo com ele, tudo em relação ao filme não deve ser considerado cânone para a série – separando bastante ambos. De fato, o roteiro original de Whedon inclusive se tornou uma HQ, intitulada “A Origem” – essa sim considerada por ele como precursora da emblemática série noventista.
Uma das principais diferenças abandonadas na série em relação ao filme foram as infames cólicas “sensoriais” de Buffy. Não sabemos exatamente se a ideia partiu de Joss Whedon ou já consta entre as inúmeras modificações que o roteiro sofreu, mas o fato é: no filme Buffy tinha um poder, digamos, no mínimo curioso (para não dizer sem noção) que depois desapareceu na versão televisiva (ainda bem). Imagine o sentido aranha do herói Homem-Aranha, que o avisa dos perigos ao redor. Agora pense numa versão pseudo-engraçadinha que tenta subverter para o universo feminino de uma adolescente. Em resumo: Buffy tem cólicas sempre que um vampiro está por perto – o que ela define como algo muito semelhante a cólicas menstruais. Er… bem,…
Para o papel protagonista da heroína, a morena Alyssa Milano era a primeira escolha, e dizem estava pronta para pegar o papel. Milano fez sucesso na adolescência no seriado cômico Quem é o Chefe(1984-1992) e no cinema foi a filha de Arnold Schwarzenegger em Comando para Matar (1985). A atriz ainda estava no ar com sua sitcom quando quase pegou o papel de Buffy, e na época tinha 20 aninhos. Ela não ficou com a personagem, mas no ano seguinte da estreia da série de Buffy, estrearia seu próprio seriado de sucesso nos mesmos moldes com Charmed – Jovens Bruxas(1998-2006). Para o papel protagonista no filme da Fox então entrava em cena a loiríssima Kristy Swanson, famosa pelo prazer culposo cult de Wes Craven, A Maldição de Samantha (1986). Quatro anos depois de Buffy, Swanson participaria da única adaptação (até o momento) do herói dos quadrinhos O Fantasma(1996). Justiça seja feita, a loirinha Swanson está bem no papel e se entrega de verdade ao projeto. O problema do longa, incluindo o pobre resultado, nada tem a ver com sua protagonista.
Além de Kristy Swanson, Buffy: A Caça-Vampiros também marcaria os primeiros papeis de gente como a duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank, Ben Affleck, Thomas Jane e David Arquette. O saudoso Luke Perry, no auge de sua popularidade devido à série Barrados no Baile(Beverly Hills 90210) – que havia estreado dois anos antes -, vive o interesse amoroso da heroína: o rebelde Pike – uma espécie de bad boy de bom coração, de certa forma similar ao papel de Dylan que vivia no seriado. Os grandes nomes do elenco, no entanto, eram os dos veteranos Donald Sutherland e Rutger Hauer. O primeiro vive Merrick, o responsável por rastrear a caçadora e treiná-la para salvar o mundo, e o segundo vive Lothos, o vampirão malvado do filme. De acordo com Whedon, Sutherland não foi nada fácil de se trabalhar. O ator constantemente reescrevia seus diálogos ao bel prazer, sem sequer consultar o roteirista.
Porém, existe outro ator no filmeBuffy que atraiu atenção de forma extremamente negativa na época. O humorista Paul Reubens não é muito conhecido aqui no Brasil, mas ele é o responsável pela criação do personagem infantil Pee Wee Herman, que viu seu auge na década de 80, tendo seu próprio programa para crianças na TV, além de estrelar dois filmes (em 1985 e 1988 – o primeiro inclusive marcando a primeira produção dirigida por Tim Burton). A vida pessoal de Reubens era outra história, e embora o comediante fosse associado a uma inocência juvenil, ele era também um pervertido de marca maior. Reubens foi preso no início da década de 1990, enquanto se masturbava publicamente dentro de um cinema exibindo filmes pornô. Na época, isso foi um verdadeiro escândalo, e o ator foi colocado na geladeira por um tempo. Seu primeiro papel depois disso foi aqui em Buffy, onde vive o segundo vampiro em poder, Amilyn – num papel que foi originalmente planejado para a atriz Joan Chen (de Twin Peaks). Figuras como David Bowie e Mick Jagger também fariam aparição como vampiros, mas no fim das contas a produção terminou sem dinheiro para conseguir escalar os músicos, mesmo em pontinhas.
Swanson abraçou a galhofa com muito charme em Buffy. Enquanto Paul Reubens ainda era alvo de polêmica na época.
Buffy: A Caça-Vampiros se meteu em briga de cachorro grande, programando sua estreia para julho de 1992, época dos maiores lançamentos do ano, por serem as férias escolares da garotada. Assim, o filme estreou em quinta posição no ranking das bilheterias, com US$4.5 milhões no primeiro fim de semana – logo na semana seguinte, caindo para a décima posição. Buffy terminaria sua estadia nas telonas com um pouco mais do dobro de seu orçamento, com US$16.6 milhões, evitando assim se tornar um fracasso retumbante. Ao menos financeiramente, já que as críticas do filme não seriam nada favoráveis.
Joss Whedon por outro lado não desistiu da ideia de sua patricinha matadora e deste universo de vampiros, terror, adolescentes, humor, referências pop e diálogos espertinhos. Após a explosão do filme Pânico (1996), Whedon achou que valia a pena tentar de novo, afinal a demanda por produtos deste gênero haviam aumentado consideravelmente, e levou sua premissa novamente à Fox, desta vez ao seu segmento televisivo. Com um novo elenco encabeçado por Sarah Michelle Gellar, novos personagens, e muitas participações de jovens atores do momento (na época), Buffy: A Caça-Vampiros finalmente alcançaria a popularidade merecida. O programa ficaria no ar por sete temporadas. E se você é daqueles que acham que já está mais do que na hora de Buffy ensaiar um retorno na forma de um reboot, saiba que o próprio criador concorda com você. Whedon vem tentando tirar um reboot do papel e chegou perto de conseguir em 2019. O problema atual, assim como foi há 30 anos no passado, são certas acusações de má conduta no ambiente de trabalho por parte do criador – o que deve dificultar as coisas para sua menina dos olhos… É a criatura pagando pelos pecados de seu criador.
O universo da DC pode estar prestes a ganhar um novo e ousado capítulo sob a ótica de um cineasta com crescente destaque no gênero de terror.
De acordo com informações recentes divulgadas pelo insider Daniel RPK — conhecido por antecipar novidades do mundo do entretenimento — o diretor e roteirista Zach Cregger, responsável pelo aclamado Noites Brutais (2022), teria finalizado o roteiro de um longa-metragem centrado em dois dos personagens mais icônicos e caóticos da DC Comics: Coringa e Arlequina.
Segundo a apuração, Cregger estaria ansioso para apresentar a proposta ao DC Studios, embora até o momento nenhuma reunião oficial tenha sido marcada com os executivos da Warner Bros. ou da divisão cinematográfica da editora. O projeto ainda está em um estágio embrionário, mas já está cercado de curiosidade e especulação entre os fãs e a mídia especializada.
Quando a notícia veio à tona, internautas relembraram uma entrevista concedida por Cregger ao site ComicBook há cerca de dois anos.
Na ocasião, o cineasta mencionou a existência de um roteiro ambientado em Gotham City, escrito por iniciativa própria, sem qualquer envolvimento inicial da Warner ou da DC. Na entrevista, ele revelou que considera esse projeto sua obra mais pessoal e criativa até o momento — mesmo tendo sido elaborado antes de seu sucesso com Noites Brutais, longa que conquistou o público com sua narrativa inquietante e atmosfera opressora.
“Existe um roteiro que escrevi antes mesmo de fazer Noites Brutais, que se passa em Gotham City. Eu realmente amo esse material. Para ser honesto, acho que é a melhor coisa que já escrevi. Mas ninguém na Warner Bros. ou na DC sabe disso ainda. Nunca apresentei a ninguém. Quem sabe um dia?”, afirmou o diretor na ocasião.
Apesar do mistério em torno da trama, fontes próximas sugerem que o roteiro pode trazer uma abordagem mais sombria e psicológica dos personagens, com influências claras do horror — gênero em que Cregger vem se consolidando com grande maestria. A história seria ambientada em uma Gotham distorcida, potencialmente mais próxima da estética macabra vista em Batman (2022), de Matt Reeves, ou no premiado Coringa (2019), de Todd Phillips. No entanto, vale ressaltar que nada foi oficialmente confirmado, e o futuro do projeto ainda é incerto.
Enquanto isso, Zach Cregger segue em plena atividade. Ele está atualmente promovendo seu novo filme de terror, A Hora do Mal (Weapons, no original), previsto para estrear nos cinemas no dia 7 de agosto de 2025. Após essa estreia, o cineasta deve concentrar seus esforços na produção do reboot da franquiaResident Evil, um dos maiores desafios de sua carreira, com lançamento programado para 18 de setembro de 2026.