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‘F1’ se torna o MAIOR sucesso global da carreira de Brad Pitt

O novo filme de corrida ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt e dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), acaba de ultrapassar uma marca histórica: com US$ 545,6 milhões arrecadados mundialmente, o longa se tornou o maior sucesso global da carreira do astro, superando ‘Guerra Mundial Z‘ (2013).

Produzido pela Apple Original Films e distribuído internacionalmente pela Warner Bros., ‘F1‘ continua a surpreender nos mercados internacionais, mesmo após semanas de exibição. Na Coreia do Sul, por exemplo, o filme cresceu impressionantes 36% em sua sexta semana em cartaz — algo raro para blockbusters com tantas semanas de bilheteria.

No total, ‘F1‘ arrecadou mais US$ 17,2 milhões em 78 mercados estrangeiros neste último fim de semana, acumulando US$ 372,3 milhões fora dos EUA. Com o mercado doméstico somando o restante, o total global chega a US$ 545,6 milhões.

Além de marcar um novo recorde na carreira de Brad Pitt, o sucesso de ‘F1‘ reforça o apelo global de histórias centradas em velocidade, drama e carisma.

O filme, que mescla ação de alto nível com bastidores intensos do mundo da Fórmula 1, ainda tem fôlego para crescer nas próximas semanas — especialmente com estreias tardias em mercados estratégicos e possíveis indicações a prêmios no radar.

Vale lembrar que o filme registrou US$ 144 milhões em sua estreia global, tornando-se o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.

Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, a Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Relembre o trailer:

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Artigo | ‘Não Olhe para Cima’ e o discurso sarcástico de Adam McKay sobre a atualidade

Em 2021, Adam McKay viria a lançar o que apenas podemos considerar como o filme mais popular de sua carreira – Não Olhe para Cima. O diretor, que já havia trabalhado no excelente A Grande Aposta e comandado a cinebiografia Vice, resolveu manter-se fiel à identidade trabalhada em seus projetos anteriores para mergulhar numa comédia político-satírica que serviu como reflexo de uma fervilhante realidade enfrentada pelos Estados Unidos, em que a ascensão da extrema-direita e a derrota de Donald Trump em sua tentativa de reeleição transformou o país em palco para teorias conspiratórias, disseminação de fake news e até mesmo o negacionismo científico em meio à pandemia de COVID-19.

O complexo panorama em questão foi traduzido por McKay nessa épica ironia cinematográfica que contou com um elenco de peso e uma predileção por criticar absurdidades inacreditáveis através de uma alegoria que, apesar de ter sido explicada pelo realizador como metáfora para as mudanças climáticas, consegue servir de instrumento de análise para inúmeras vertentes. A trama gira em torno do Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e sua aluna de mestrado Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence), que descobrem que um meteoro conhecido como “assassino de planetas” está a caminho do planeta Terra e irá exterminar a raça humana caso o governo dos Estados Unidos não mobilize forças para impedir o impacto.

Com a ajuda do Dr. Teddy Oglethorpe (Rob Morgan), chefe do Departamento de Coordenação de Defesa Planetária, os astrônomos são convocados até a Casa Branca para explicar à presidente Janie Orlean (Meryl Streep) a necessidade de garantir que o Cometa Dibiasky, como fica conhecido, seja destruído. Porém, a urgência da situação é tratada sem muito interesse e importância por Janie e por seus assessores, que incluem o estranho filho Jason (Jonah Hill). Dessa forma, Randall e Kate tentam chamar a atenção da mídia para convencer os outros de pressionar as autoridades para tomarem uma atitude contra a mortal ameaça – incluindo o programa dos supercarismáticos e condescendentes apresentadores Brie Evantee (Cate Blanchett) e Jack Bremmer (Tyler Perry). Todavia, tudo o que conseguem é se tornarem piadas mundiais, levando-os em uma espiral de descrença na falta de atenção de todos.

Não demora muito até que a presidente resolva chamá-los de volta para a Casa Branca em meio a uma crise de imagem que, magicamente, a compele a recuperar sua aprovação em meio ao próprio partido e aos olhos dos eleitores. Assim, ela destina um orçamento de emergência e esquadrinha um plano de enviar uma frota de ônibus espaciais desativados e ogivas nucleares para destruir o corpo celeste e salvar o mundo. E é claro que as coisas não saem como o planejado: os planos mudam quando o magnata da tecnologia Peter Isherwell (Mark Rylance) descobre que o cometa está recheado de minérios imprescindíveis para o país e que tirariam o monopólio de outras grandes economias, reafirmando a onipresença estadunidense. Logo, ele e Janie firmam parceria para implodir o assassino de planetas pouco antes dele adentrar a atmosfera terrestre – levando Randall e Kate a uma luta para trazer a verdade à tona.

DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

McKay constrói uma narrativa que, como percebemos, é fácil de ser acompanhada e faz um ótimo uso de sarcasmos inteligentes e propositalmente exagerados para garantir que as mensagens sejam transmitidas com clareza ao público. Em meio à simplicidade do enredo, erros técnicos são cometidos em uma constância maior do que poderíamos imaginar – mas ao menos os temas analisados carregam uma importância que, ano a ano desde seu lançamento, continuam atuais. Percebemos como uma das principais incursões exploradas é o negacionismo: afinal, desde a falta de aceitação da presidente frente a ameaça do cometa até a crescente aderência de grupos à defesa do que o governo deseja fazer, há uma onda que renega fatos científicos em prol de teorias conspiratórias que servem apenas como bode expiatório de um problema muito maior.

É dessa maneira que o realizador parte para outra exploração: o capitalismo predatório. Afinal, é notável como há um embate claro que satiriza de maneira jocosa e bastante ácida a mentalidade adotada pela extrema-direita de maximização dos lucros em detrimento do ser humano em si – e que, como podemos ver, compele Janie, uma clara representação caricata de Trump e de seus aliados republicanos, a apenas adotar medidas drásticas quando sua reputação está em jogo. E isso não é isso: no momento em que percebe que pode ultrapassar seus principais “inimigos” socioeconômicos (no caso, a China), ela volta atrás em sua decisão e visa a um acúmulo de riquezas que ultrapassa a questão máxima da sobrevivência, defendida pela presença categórica de Kate e de Randall (ainda que este tenha se rendido por um tempo às falsas promessas da fama e do reconhecimento).

As investidas sobre negacionismo, ultraindividualismo e ufanismo exacerbados partem de um princípio consciente de absurdez, como já mencionado alguns parágrafos acima, e remodela a estética non-sense para um equilíbrio entre comentários ao mesmo tempo autocríticos e alheios a como a realidade, de fato, é. Temos a descrença promovida por uma mídia sensacionalista e a preocupação dos grandes veículos em focar em uma política informativa à la “pão e circo” que promove cortinas de fumaça e uma supressão do que realmente deve ser defendido. E, à medida que o cometa se aproxima e o fim parece inevitável, há inclusive retaliações bélicas promovidas pelos apoiadores de Janie para impedir que os outros países tentem destruir o corpo celeste antes que ele extermine a Terra.

Por mais que não funcione o tempo todo, o irônico e despojado discurso promovido por McKay funcione em vários âmbitos e, mesmo quatro anos depois de seu lançamento, permanece com explorações que refletem a complexa e melancólica realidade em que nos encontramos.

Não Olhe para Cima’ está disponível no catálogo da Netflix.

Amores Materialistas

(Materialists)

 

Elenco:

Dakota Johnson
Chris Evans
Pedro Pascal

 

Direção: Celine Song

Gênero: Comédia romântica

Duração: 109 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em AMORES MATERIALISTAS, os negócios de uma casamenteira de Nova York se complicam quando ela se envolve em um triângulo amoroso com seu ex-namorado ator, que ganha a vida como garçom, e um novo pretendente ricaço.

Crítica: 

Crítica | Amores Materialistas – Celine Song apresenta um roteiro afiado, mas um romance SEM FAÍSCAS

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Celine Song também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Família à Prova de Balas

(Guns Up)

 

Elenco:

Kevin James
Christina Ricci
Luis Guzmán

 

Direção: Edward Drake

Gênero: Ação

Duração: 92 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em FAMÍLIA À PROVA DE BALAS, após se dar mal em uma missão, um ex-policial que atua como capanga de mafiosos tem apenas uma noite para tirar sua família da cidade e escapar da fúria dos inimigos.
Curiosidades: 

» Além de dirigir, Edward Drake também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

familia a prova de balas poster

Fotos: 

O Ritual

(The Ritual)

 

Elenco:

Dan Stevens
Al Pacino
Ashley Greene

 

Direção: David Midell

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em O RITUAL, dirigido por David Midell, acompanha dois padres – um deles em crise com sua fé e o outro confrontando um passado turbulento – que precisam superar suas diferenças para realizar um exorcismo arriscado. O roteiro é assinado por David Midell e Enrico Natale.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, David Midell também assina o roteiro ao lado de Enrico Natale;

CRÍTICA EM VÍDEO:

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Morte de um Unicórnio

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(Death of a Unicorn)

Elenco:

Paul Rudd
Jenna Ortega
Will Poulter

Direção: Alex Scharfman

Gênero: Comédia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 15 milhões

Estreia: 31 de Julho de 2025

Sinopse: 

Em A MORTE DE UM UNICÓRNIO, um pai e uma filha acidentalmente atropelam e matam um unicórnio enquanto viajam para um retiro de final de semana, onde seu chefe bilionário busca explorar as milagrosas propriedades curativas da criatura.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Alex Scharfman também assina o roteiro do longa;

» O mestre John Carpenter (‘O Enigma de Outro Mundo’) fica responsável pela trilha sonora ao lado de Cody CarpenterDaniel Davies;

Trailer:

Cartazes: 

death of a unicorn

Fotos: 

‘Man’s Best Friend’, novo álbum de Sabrina Carpenter, contará com DOZE faixas; Confira a tracklist!

sabrina carpenter 2

Nos últimos dias, a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, revelou a tracklist oficial de seu próximo álbum de estúdio com a ajuda dos fãs.

O compilado de originais é intitulado ‘Man’s Best Friend’ e conta com doze faixas inéditas, incluindo o lead single “Manchild”.

Confira:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O lançamento do álbum está agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘Confinado’: SUSPENSE com Bill Skarsgård e Anthony Hopkins ganha data de lançamento no Prime Video!

O suspense ‘Confinado‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘Contra o Mundo’) e Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’), ganhou data de estreia no catálogo do Prime Video.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 8 de agosto.

Confira o novo trailer promocional e siga o CinePOP no Youtube:

David Yarovesky (‘Brightburn: Filho das Trevas’) é responsável pela direção.

Na trama, quando Eddie arromba um carro de luxo, ele cai em uma armadilha mortal preparada por William, um autoproclamado justiceiro que entrega sua própria marca distorcida de justiça. Sem meios de escapar, Eddie deve lutar para sobreviver em uma viagem onde a fuga é uma ilusão, a sobrevivência é um pesadelo e a justiça se encontra em alta velocidade.

O longa é um remake do suspense argentino ‘4X4‘ (2019), que já havia ganhado uma versão brasileira, ‘A Jaula‘ (2022), estrelada por Chay Suede e Alexandre Nero.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova COMÉDIA de Adam Sandler

A aguardada sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Mae Martin e Toni Collette no teaser inédito da nova série de SUSPENSE da Netflix, ‘Wayward’; Confira!

Netflix divulgou um novo teaser oficial de Wayward, minissérie de suspense criada e estrelada por Mae Martin (‘Feel Good’).

A produção também ganhou data de estreia na plataforma de streaming25 de setembro.

Confira:

Martin co-criou a produção ao lado de Ryan Scott. Ela também fica responsável pelo roteiro da atração.

Ambientada em uma cidade bucólica, agradável e sinistra, Wayward é uma série de suspense que explora o insidioso ponto fraco de uma escola nada ortodoxa. Na trama, após uma tentativa de fuga de uma academia para adolescentes problemáticos, dois estudantes unem forças com um policial recém-chegado, desvendando os segredos obscuros e profundamente enraizados da cidade.

Além de Martin, o elenco conta com Brandon Jay McLarenSarah GadonPatrick J. AdamsAlyvia Alyn LindPatrick GallagherSydney TopliffeJoshue CloseToni Collette.

Saiba QUANDO estreia o novo capítulo da franquia ‘Um Lugar Silencioso’

Recentemente, a Paramount Pictures confirmou um novo capítulo da franquia de terror Um Lugar Silencioso.

O terceiro capítulo da saga principal e quarto no geral (incluindo Um Lugar Silencioso: Dia Um’) chega aos cinemas no dia 9 de julho de 2027 e trará John Krasinski de volta à cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro e pela produção do longa-metragem.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem à nova empreitada.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

‘Irish Blood’: Alicia Silverstone descobre segredos OBSCUROS no trailer do drama criminal; Confira!

Acorn TV divulgou recentemente o trailer oficial de Irish Blood, drama criminal estrelado por Alicia Silverstone (‘As Patricinha de Beverly Hills’).

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de agosto, ainda sem previsão de chegar ao Brasil.

Confira:

Molly McGlynn dirige a atração, enquanto Silverstone entra como produtora executiva.

A advogada de divórcios Fiona Fox (Silverstone) recebe uma mensagem de seu pai distante e embarca em uma jornada para a Irlanda. Ela descobre verdades familiares e o passado sombrio do pai, percebendo que a história de abandono que viveu foi uma mentira protetora.

Jason O’MaraWendy CrewsonDearbhla MolloySimone KirbyRuth CoddLeonardo Taiwo e outros integram o elenco.

‘Atividade Paranormal’, ‘Cloverfield – Monstro’ e os MELHORES filmes found footage do século (até agora)

O gênero do found footage é um dos mais conhecidos no cenário contemporâneo do cinema e encontrou terreno fértil a partir dos anos 1990, com sua popularização através do clássico ‘A Bruxa de Blair’.

Para aqueles não familiarizados, o estilo em questão parte de uma premissa bastante simples: a câmera na mão. Os longas, médias e curtas-metragens realizados dessa forma normalmente partem de um orçamento baixo e apresentam um grupo de personagens que é filmado da maneira mais amadora possível – e um cinegrafista que serve como uma espécie de diretor e montador.

Ainda que não tenha sido o primeiro do gênero, o filme mencionado no primeiro parágrafo abriu portas para inúmeras produções de grande apreço crítico e/ou de público, como Atividade Paranormal‘Cloverfield – Monstro’‘Assim na Terra como no Inferno’. E, enquanto a popularização dessas obras eventualmente culminou em uma quantidade exacerbada de histórias voltadas para o terror e repetições constantes, alguns títulos modernizaram os tropos do found footage com inovações interessantes. Esse foi o caso do subestimado ‘Amizade Desfeita’, do ótimo suspense Buscando…’, o recente thriller sobrenatural Host e até mesmo o inédito ‘Entrevista com o Demônio’.

Pensando nisso e como forma de celebrar o impacto do gênero em questão no cenário do entretenimento, preparamos uma breve lista elencando os melhores filmes found footage do século (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. HOST (2020)

Host não poderia ter vindo em hora melhor e, certamente, se configurou como uma das melhores produções lançadas durante a pandemia de COVID-19. Modernizando por completo o found footage, a narrativa, que foi aclamada pela crítica especializada, acompanha seis amigas que contratam uma médium para fazer uma sessão através de uma chamada de vídeo – mas elas ganham muito mais do que pediram conforme às coisas começam a dar errado. Quando um espírito maligno invade suas casas, elas percebem que podem não sobreviver.

O filme chama nossa atenção por não se levar a sério e por deixar claro que funciona em virtude do caminho trilhado por outras produções, incluindo ‘Amizade Desfeita’, que começou a popularizar narrativas envolvendo uma reunião virtual de amigos que se vê num jogo de gato e rato impossível de ser vencido. O sucesso vem do ótimo trabalho de Rob Savage, que sagra um subgênero de terror de quarentena ao singrar pela paranoia e pelo horror de maneira sublime.

4. BUSCANDO… (2018)

Se você ainda não assistiu ao suspense Buscando…’, não tem ideia do que está perdendo. Estrelado por John Cho, o elogiado longa-metragem acompanha David Kim, um pai superprotetor que se vê no centro de um mistério inexplicável quando a filha de dezesseis anos desaparece sem mais nem menos. Depois de 37 horas sem receber qualquer atualização das autoridades locais, ele decide invadir o computador de sua filha para procurar pistas que possam levar ao seu paradeiro – e descobre segredos assombrosos.

O filme se beneficia não apenas pela performance espetacular de Cho, que até então não tinha o reconhecimento que merecia no show business, mas por modernizar ainda mais o found footage e construir uma instigante e complexa narrativa movida pelo melhor do suspense. A tensão arquitetada por Aneesh Chaganty é irretocável e se vale de incontáveis reviravoltas que fazem sentido dentro de uma trama engenhosa e que nos envolve desde os primeiros segundos.

3. CLOVERFIELD – MONSTRO (2008)

O subestimado ‘Cloverfield – Monstro’ merece mais atenção que tem, principalmente por se configurar como uma das melhores entradas da carreira de Matt Reeves. Acompanhando o sucesso de Atividade Paranormal, o diretor percebeu que podia dar o primeiro passo a um escopo mais épico e cobiçoso ao trazer os tropos do terror sci-fi para as telonas e construir uma mitologia que se transformaria em uma inesperada franquia.

Na trama, Michael Stahl-David dá vida a Rob Hawkins, um jovem que mora em Nova York e que está está prestes a se mudar para o Japão. Ele reúne os amigos em uma festa de despedida, na qual pretende revelar sentimentos mal resolvidos. Entretanto um forte solavanco assusta os convidados. Todos buscam notícias sobre o ocorrido na TV, que diz que a cidade sofreu um terremoto. Ao chegar ao terraço para ver os estragos o grupo nota uma bola de fogo gigante, seguida pela queda de luz na cidade. O pânico toma conta de todos, o que aumenta ainda mais quando eles enfim conseguem chegar à rua.

2. ATIVIDADE PARANORMAL (2007)

Depois do impacto causado por ‘A Bruxa de Blair’ em 1999, o gênero do found footage caiu em um limbo que durou alguns anos – até Atividade Paranormal retomar as rédeas de uma contínua revolução estética que viria a influenciar uma gama de realizadores. Dirigido por Oren Peli, o impacto causado pelo longa-metragem também se expande para o sucesso financeiro, que o sagrou o filme de maior rentabilidade da história da sétima arte.

Na trama, acompanhamos Katie, que desde criança ouve ruídos estranhos, sussurros e sente sensações inesperadas. Já adulta, ela mora com seu namorado Micah, que, meio cético quanto aos depoimentos, resolve usar uma câmera para gravar tudo o que acontece enquanto eles dormem e vivem dentro da casa. O que era para ser apenas uma forma de esclarecer o mistério torna-se uma experiência intrigante e assustadora.

1. [REC] (2007)

Um dos filmes mais elogiados e conhecidos dos anos 2000, ‘[REC]’ merece o lugar na lista por se comprometer a entregar uma das narrativas mais chocantes e arrepiantes do gênero de terror. Apostando fichas em um escopo ambicioso, o projeto apresenta uma mistura apaixonante de suspense, terror e teorias conspiratórias que explode em cena e que aposta fichas em uma narrativa simples, competente e movida a despretensiosos efeitos práticos.

Na trama, Manuela Velasco interpreta Ángela Vidal, uma jornalista que, juntamente com seu cinegrafista, faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.

10 Filmes que apagamos de nossas mentes por inteiro – e não temos culpa!

Em um mundo saturado de lançamentos constantes e superproduções, alguns filmes simplesmente desaparecem da memória do público, mesmo tendo estreado há menos de uma década. Essas obras, por mais que tenham tido atores conhecidos, orçamentos consideráveis ou grandes campanhas de marketing, acabam caindo no limbo do esquecimento — vítimas de roteiros genéricos, falta de originalidade ou de um apelo que realmente conecte com o espectador. São títulos que, apesar de sua existência, parecem não ter sido assistidos por ninguém, virando quase lendas urbanas do cinema contemporâneo.

Esse fenômeno mostra como a indústria cinematográfica pode ser implacável e como o público, cada vez mais exigente e bombardeado por opções, acaba rejeitando o que não consegue prender sua atenção. Filmes que deveriam ter marcado a década acabam esquecidos, relegados a pastas em serviços de streaming, enquanto a cultura pop segue em frente, sem olhar para trás. Revisitar essas produções é um exercício curioso, que revela tanto as tendências passageiras quanto as armadilhas do mercado audiovisual moderno. Confira abaixo.

Sob o Mesmo Céu

Sob o Mesmo Céu (Aloha) é um daqueles casos curiosos de filmes com tudo para dar certo — grande elenco, diretor prestigiado, cenários paradisíacos — mas que simplesmente não funcionam… e acabam esquecidos. Escrito e dirigido por Cameron Crowe (de ‘Quase Famosos), o longa reunia Bradley Cooper, Emma Stone, Rachel McAdams e até Alec Baldwin em uma trama que mistura romance, drama militar e questões culturais no Havaí. Mas o resultado foi um tanto bagunçado e desajeitado.

O filme foi criticado por sua narrativa confusa, ritmo irregular e principalmente pela escalação de Emma Stone como uma personagem havaiana com ascendência asiática — o que gerou uma grande controvérsia na época. Apesar de todo o brilho de Hollywood envolvido, ‘Sob o Mesmo Céu não encontrou seu tom e tampouco seu público, rapidamente caindo no limbo dos filmes que “existem”, mas ninguém lembra de ter assistido. Hoje, é mais citado como exemplo de casting problemático do que por qualquer valor cinematográfico real.

American Ultra – Armados e Alucinados

Esse filme parecia querer desesperadamente se tornar um cult instantâneo ao misturar ação insana, comédia maconheira e romance improvável, com Jesse Eisenberg como um agente secreto letal que nem sabia que era agente secreto — e Kristen Stewart como sua namorada cúmplice. Mas a mistura não emplacou: o tom irregular, os clichês estilizados e a tentativa forçada de ser “cool” demais afastaram tanto a crítica quanto o público. Mesmo com boas ideias e uma dupla carismática, o filme acabou perdido entre gêneros e hoje é mais lembrado como uma curiosidade de streaming do que como uma produção marcante.

O Franco-Atirador

Calma, não estou falando do clássico da década de 70 com Robert De Niro e Meryl Streep, e sim de seu “imitador de título” em português. The Gunman (no original) foi a tentativa de transformar Sean Penn em um novo herói de ação no estilo “homem maduro e perigoso” que fez sucesso com Liam Neeson em ‘Busca Implacável. Dirigido por Pierre Morel, o mesmo do filme de Neeson citado, este longa tinha tudo para repetir a fórmula: tiroteios internacionais, conspiração geopolítica e um protagonista durão com passado sombrio. Mas o resultado foi genérico, sisudo e pouco empolgante, com um roteiro arrastado e sem o menor traço de carisma. O público não comprou a ideia de Penn como astro de ação, e o filme rapidamente sumiu da memória coletiva.

Música, Amigos e Festa

Esta produção tentou capturar, sem sucesso, o espírito da juventude moderna, com festas eletrônicas, ambição artística e muita vibe californiana. Zach Efron interpreta um aspirante a DJ tentando “estourar” no mundo da música eletrônica enquanto equilibra amizade, romance e dilemas existenciais. O problema é que o filme soava mais como um videoclipe estendido do que uma narrativa envolvente, com diálogos rasos e personagens pouco carismáticos. Lançado com muita pose de “filme de geração”, acabou falhando tanto de crítica quanto de bilheteria — e hoje é mais lembrado como um meme ou uma piada do que como um retrato legítimo da cena EDM.

Mistress America

Greta Gerwig e Noah Baumbach já fizeram muitos filmes juntos, o mais famoso deles sendo o fenômeno ‘Barbie‘. Porém, um que temos certeza que ninguém lembra é ‘Mistress America‘. Escrito pela dupla, a obra prometia ser uma comédia indie espirituosa e cheia de afeto sobre identidade, ambição e relações femininas pouco convencionais – seguindo os passos do elogiadíssimo ‘Frances Ha‘. Gerwig vive uma nova-iorquina excêntrica e falante que arrasta a jovem meia-irmã por um turbilhão de ideias mirabolantes e devaneios boêmios. Apesar do estilo verborrágico e da energia cativante de Gerwig, o filme acabou sendo celebrado apenas em nichos muito específicos — principalmente o público que já era fã do cinema indie nova iorquino. Fora desse circuito, passou quase despercebido, ficando com cara de “filme alternativo que você nem ouviu falar e muito menos viu”.

Victor Frankenstein

De tempos em tempos Hollywood tira da cartola ideias mirabolantes que tentam reinventar a roda. Quer um exemplo? Que tal modernizar o clássico de Mary Shelley com uma abordagem mais “radical”, cheia de ação e efeitos, centrando a história na perspectiva de Igor, o assistente corcunda do Doutor Victor Frankenstein? Para o papel de Igor, que tal Daniel Radcliffe, enquanto James McAvoy assume o papel do cientista obcecado. A intenção era dar um ar mais pop e empolgante à trama gótica, quase como um Sherlock Holmes steampunk, mas o resultado foi uma mistura desequilibrada de tom e estilo. Nem o talento da dupla principal salvou o roteiro confuso, repleto de excessos e pretensões. Lançado com barulho, acabou não gerando faísca nenhuma — e logo virou só mais uma tentativa esquecida de “reimaginar um monstro famoso”.

Lugares Escuros

Sabe aquela história de tentar capitalizar em cima do time que está ganhando? Pois bem, Lugares Escuros (Dark Places) chegou com pedigree: baseado no livro de Gillian Flynn, autora de Garota Exemplar, e estrelado por Charlize Theron. A premissa era sombria e intrigante, envolvendo uma mulher traumatizada que revisita um massacre familiar décadas depois, em busca da verdade. Mas, ao contrário da adaptação anterior de Flynn, este filme não teve o mesmo impacto. A narrativa morna, o ritmo irregular e a direção sem brilho tornaram o suspense pouco envolvente. Mesmo com um elenco forte, o longa acabou caindo no esquecimento — uma daquelas produções que prometiam muito, mas entregaram pouco e sumiram rápido das conversas.

Cavaleiro de Copas

Terrence Malick não é para todos. Depois de ter voltado aos radares com ‘A Árvore da Vida‘ (2011), o diretor sumiu de novo, e o culpado foi este ‘Cavaleiro de Copas‘. Estrelado por Christian Bale, o longa parecia destinado a ser uma obra poética e contemplativa sobre os vazios da alma em meio ao brilho de Hollywood. E realmente foi — talvez até demais. Com sua narrativa fragmentada, vozes sussurradas, belíssimas imagens e quase nenhum diálogo direto, o filme fascinou alguns poucos fãs de Malick, mas alienou o público geral. Para muitos, foi como assistir a um longo comercial de perfume existencialista. A intenção era profunda, mas a recepção foi morna, e hoje é lembrado mais como uma experiência estética curiosa do que como um drama marcante – pela mesma meia dúzia de fãs do diretor.

Pais e Filhas

Esse é um teste de cinefilia, pois até mesmo os maiores fãs de cinema terão dificuldade de saber que filme é este. Um drama emocional, a produção explora as complexas relações entre pais e filhas através de duas gerações. Com Russell Crowe no papel de um escritor traumatizado que luta para criar sua filha (Amanda Seyfried) após uma tragédia familiar. O filme busca tocar em temas como perda, redenção e os laços profundos da família. Apesar das boas intenções e do elenco talentoso, a narrativa por vezes se torna arrastada e previsível, o que dificultou a conexão com o público. Lançado sem grande alarde, ‘Pais e Filhas acabou ficando esquecido.

Carta Selvagem

Jason Statham possui muitos filmes de ação em seu currículo, alguns muito bons e outros nem tanto. Mas você já tinha ouvido falar nesse ‘Carta Selvagem‘? E o pior, ele foi lançado nos cinemas há 10 anos apenas. O longa trouxe Jason Statham de volta ao universo dos anti-heróis durões, interpretando um guarda-costas com passado turbulento que luta para proteger uma amiga em Las Vegas. O filme apostava em cenas intensas de ação, lutas coreografadas e o estilo típico “tough guy” de Statham para atrair o público fã do gênero. Contudo, apesar da presença carismática do ator, o roteiro genérico e a direção pouco inspirada deixaram o filme morno e previsível. ‘Carta Selvagem acabou não se destacando nem para os fãs do ator, tornando-se mais um título esquecido entre as muitas produções de ação da década passada.

Curtiu ‘Pecadores’? Relembre os clássicos filmes de VAMPIRO que mais marcaram os anos 90

Os anos 90 foram um terreno fértil para os filmes de vampiros, com produções que reinventaram o mito à luz da estética da época. Saindo do puro terror gótico e abraçando novos tons, os vampiros dos anos 90 ganharam contornos mais humanos, eróticos, filosóficos e até cômicos. Foi uma década em que o sangue andava lado a lado com o desejo, o existencialismo e o estilo, em obras que exploravam a imortalidade sob perspectivas modernas e, muitas vezes, ousadas.

De grandes superproduções como ‘Entrevista com o Vampiro‘ e ‘Drácula de Bram Stoker‘ a cults ousados como ‘O Vício‘, e a ressignificação do gênero em longas como ‘Um Vampiro no Brooklyn‘ e ‘Blade‘, o cinema vampírico noventista oscilou entre o refinado e o trash, entre o drama introspectivo e a ação desenfreada. Houve espaço para vampiras sensuais, caçadores brutais, crises existenciais e muito couro preto. Foi uma década em que os vampiros saíram das tumbas góticas e entraram definitivamente para a cultura pop, com dentes afiados, estilo próprio e muito carisma sombrio. Confira abaixo a seleção que separamos para você.

Entrevista com o Vampiro (1994)

Dirigido por Neil Jordan e baseado no romance de Anne Rice, é um marco no cinema de vampiros que combina horror gótico com um drama intenso e sofisticado. O filme explora a imortalidade através dos olhos do vampiro Louis (Brad Pitt), que narra sua longa e torturada existência ao jornalista interpretado por Christian Slater. Com uma atmosfera sombria, cenários exuberantes e performances memoráveis — incluindo a carismática e perturbadora interpretação de Tom Cruise como Lestat —, o filme mergulha nas angústias, desejos e conflitos dos seres noturnos, humanizando-os de forma profunda e complexa. ‘Entrevista com o Vampiro‘ é reconhecido não só por revitalizar o gênero na década de 90, mas também por seu visual estilizado e narrativa envolvente, conquistando fãs além dos limites do horror tradicional.

Drácula de Bram Stoker (1992)

Com Gary Oldman brilhando no papel do icônico Conde Drácula, o filme combina romance, horror gótico e drama em uma narrativa que explora tanto o terror sobrenatural quanto a trágica história de amor do vampiro. Sob o comando de Francis Ford Coppola, trata-se de uma adaptação luxuosa e visualmente deslumbrante do clássico literário de Bram Stoker. Coppola investiu em cenários exuberantes, figurinos ricos e efeitos práticos que deram vida a uma atmosfera sombria e envolvente, respeitando o espírito da obra original ao mesmo tempo em que adicionava camadas emocionais profundas. A produção se destaca por sua fidelidade ao texto, performances intensas — incluindo Winona Ryder e Anthony Hopkins — e uma trilha sonora marcante, tornando-se um dos filmes de vampiro mais reverenciados e visualmente icônicos da década de 90.

Um Drink no Inferno (1996)

Aqui temos algumas das inspirações de ‘Pecadores‘ – ao menos narrativamente. O filme segue dois irmãos, Seth e Richie Gecko (George Clooney e Quentin Tarantino), que acabam se envolvendo com vampiros sedentos de sangue em uma cidadezinha do Texas. Com uma estética estilizada, cenas de violência exagerada e diálogos afiados, o longa celebra o cinema B com muita irreverência e energia contagiante. Dirigido por Robert Rodriguez e escrito por Tarantino, é uma mistura explosiva de horror, ação e humor negro que se tornou um clássico cult instantâneo. A combinação do estilo único dos dois cineastas resultou em uma obra divertida, sangrenta e cheia de personalidade, que conquistou fãs pelo mundo e influenciou gerações de cineastas e fãs do gênero.

Blade: O Caçador de Vampiros (1998)

Blade‘ (1998), dirigido por Stephen Norrington e estrelado por Wesley Snipes, se tornou um marco no gênero de ação com vampiros, que misturou elementos de horror, fantasia e artes marciais em uma produção moderna e estilizada. O filme acompanha Blade, um meio-vampiro com habilidades sobre-humanas, que luta para proteger a humanidade dos vampiros tradicionais. Com uma atmosfera sombria, cenas de ação intensas e um visual noir, ‘Blade‘ inovou ao trazer um protagonista negro forte e complexo, quebrando padrões do gênero na época. Seu sucesso abriu caminho para uma nova onda de filmes de super-heróis mais sombrios e influenciou significativamente o cinema pop dos anos 2000, consolidando-o como um clássico cult.

Vampiros de John Carpenter (1998)

Você acha que o mestre do terror John Carpenter, no auge de sua atividade nos anos 90, ficaria de fora da abordagem deste monstro clássico do gênero? Carpenter nunca havia usado vampiros em suas histórias e a escolha foi com este thriller de horror que mistura ação e elementos sobrenaturais, colocando o espectador no meio de uma caçada implacável contra criaturas sanguinárias. O filme segue um grupo de caçadores liderados pelo durão Jack Crow (interpretado por James Woods), que enfrenta uma seita de vampiros perigosos no Novo México. Com um ritmo acelerado, cenas de tiroteio intensas e o estilo característico de Carpenter — direto, sombrio e eficiente —, ‘Vampiros‘ oferece uma visão mais brutal e realista do mito vampírico. Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial, o filme conquistou fãs pela combinação de horror com ação e pela atmosfera tensa, consolidando-se como um título cult dentro da filmografia do diretor.

Cronos (1993)

Você sabia que o primeiro filme do mestre Guillermo del Toro foi este filme de vampiros bem diferente? É claro que ele voltaria ao gênero na sequência ‘Blade II‘ (2002). Aqui ele apostava em elementos sobrenaturais com uma reflexão profunda sobre a imortalidade, a morte e a humanidade. A trama acompanha um antiquário que encontra um dispositivo mecânico antigo capaz de conceder vida eterna, mas que vem acompanhado de uma maldição vampírica. Com sua estética única, que combina o gótico com o realismo mágico, Del Toro constrói uma narrativa sensível e visualmente rica, explorando temas como o desejo de viver e as consequências do poder sobrenatural. ‘Cronos‘ é considerado um marco no cinema mexicano e o início promissor da carreira de um dos diretores mais aclamados do gênero fantástico.

O Vício (1995)

De um filme cult pouco conhecido para outro. ‘O Vício‘ é dirigido por Abel Ferrara – cineasta independente norte-americano. Este é um filme de vampiros fora do comum, que mistura horror com reflexão filosófica sobre o vício, seja por sangue ou qualquer outro. A trama acompanha Kathleen Conklin (Lili Taylor), uma estudante de filosofia em Nova York que é mordida por uma misteriosa mulher vampira e passa a lutar contra seu novo estado de existência. A ideia funciona como uma poderosa metáfora para o vício em drogas e a perda do controle sobre si mesma. Filmado em preto e branco, o filme cria uma atmosfera sombria e claustrofóbica, reforçando o tom introspectivo e existencial da narrativa.

Drácula – Morto, mas Feliz (1995)

Comédia dirigida por Mel Brooks e estrelada por Leslie Nielsen, o filme é uma paródia hilária dos clássicos de vampiros, especialmente do Drácula de Bram Stoker, brincando com os clichês do gênero e fazendo piadas irreverentes sobre monstros, mistérios e romances góticos. Leslie Nielsen interpreta o Conde Drácula com seu humor característico, trazendo um tom leve e absurdo que se tornou marca registrada do ator. Com situações exageradas, diálogos espirituosos e muitas referências engraçadas, o filme é um entretenimento divertido para fãs de comédia que gostam de uma boa zoação dos clássicos do terror.

Buffy: A Caça-Vampiros (1992)

Não, não estamos falando sobre a série estrelada por Sarah Michelle Gellar (que irá ganhar reboot em breve) e sim sobre o filme (pouquíssimo conhecido) que deu origem a ela. Se trata de uma comédia de horror que mistura ação e sátira, estrelada por Kristy Swanson no papel da jovem Buffy Summers. Antes de se tornar a heroína cult da série de TV, Buffy foi uma estudante colegial aparentemente comum que descobre seu destino como uma caçadora de vampiros, encarando criaturas sobrenaturais com humor e estilo. O filme traz um tom leve e divertido, com muitas cenas exageradas, diálogos espirituosos e um toque de paródia aos filmes de terror tradicionais. Embora não tenha alcançado o sucesso crítico ou popular da série que viria depois, ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ de 1992 é lembrado como uma produção divertida, que abriu caminho para o universo expandido da personagem e conquistou fãs pelo carisma da protagonista e pela mistura de horror e comédia.

Um Vampiro no Brooklyn (1995)

Eddie Murphy fazendo filme de terror com vampiros? Sim, querido leitor, os anos 90 nos presentearam com isso. Mas não um filme de vampiros qualquer, e sim um dirigido por ninguém menos que o mestre Wes Craven, criador de ‘A Hora do Pesadelo‘ e ‘Pânico‘. É claro que Murphy também conseguiu espremer bastante humor no longa, com um toque da cultura urbana dos anos 90. Murphy estrela no papel do vampiro prussiano Maximillian, e o filme acompanha a chegada do personagem a Nova York em busca de uma noiva humana para continuar sua linhagem. Com um equilíbrio entre cenas engraçadas e momentos assustadores, o filme aposta no carisma de Murphy e em situações inusitadas para criar um entretenimento leve e divertido. Embora tenha recebido críticas mistas, ‘Um Vampiro no Brooklyn‘ conquistou seu público por trazer uma abordagem diferente do mito vampírico, combinando horror com comédia e elementos culturais únicos.

O Bordel de Sangue (1996)

O Bordel de Sangue‘ é, na verdade, o segundo filme derivado da série antológica ‘Tales from the Crypt‘. O filme é uma comédia de terror que mistura humor negro e elementos sobrenaturais, centrando-se em um detetive particular que investiga um bordel misterioso onde clientes desaparecem. Com um tom irreverente e exagerado, o longa traz atuações divertidas e cenas sangrentas que satirizam clichês do gênero, alinhando-se ao estilo característico da franquia Contos da Cripta. Apesar de não ter sido um grande sucesso de crítica, o filme conquistou fãs entre os admiradores do terror com humor e se tornou uma curiosidade cult dos anos 90. Uma pena que não deu continuidade aos filmes baseados na série.

Inocente Mordida (1992)

John Landis já havia revolucionado os filmes de lobisomem com ‘Um Lobisomem Americano em Londres‘ (1981). Onze anos depois, ela partia para fazer o mesmo com vampiros – porém, o resultado ficaria bem longe do mesmo sucesso. O filme gira em torno de Marie (Anne Parillaud), uma vampira moderna que só se alimenta de criminosos. Com um tom entre o sensual e o grotesco, o filme traz a marca registrada de Landis: violência gráfica estilizada, humor sombrio e uma série de participações especiais de nomes conhecidos do terror e do cinema policial. Embora não tenha sido um sucesso comercial, ‘Inocente Mordida‘ ganhou certo status cult por seu estilo ousado, trilha sonora jazzística e a forma inusitada como mistura o vampirismo clássico com a estética dos filmes de máfia.

A Sedução do Mal (1995)

Um thriller erótico de horror, que ficou marcado por ser uma transição ousada da atriz Alyssa Milano do universo das sitcoms para papeis adultos. Na trama, Milano interpreta Charlotte, uma jovem tímida e reprimida sexualmente que vive em um campus universitário e começa a ter visões perturbadoras e sonhos eróticos com um misterioso vampiro (Martin Kemp), que a persegue e a seduz através de um elo psíquico. A atmosfera é carregada de erotismo gótico e visual estilizado. O filme se apoia na dualidade entre inocência e tentação, explorando temas como o despertar sexual e a perda de controle. Embora tenha sido criticado por sua ênfase em cenas sensuais em detrimento da narrativa, o longa acabou se tornando um cult nos anos 90.

Thiago Lacerda e Claudia Ohana anunciam os VENCEDORES do 3º Bonito CineSUR: ‘Oro Amargo’ e ‘A Melhor Mãe do Mundo’

Aconteceu na noite deste sábado, 2 de agosto, o encerramento da terceira edição do BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO DE BONITO, no Auditório Kadiwéu – Centro de Convenções de Bonito. Os atores Claudia Ohana e Thiago Lacerda iniciaram a apresentação da cerimônia saudando a cidade de Bonito, os encontros proporcionados pelo Festival e relembraram a homenageada desta edição, a atriz paraguaia Ana Brun.

 

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“Um Festival de cinema que reúne um continente inteiro numa única tela traz para o real, traz para o concreto, aqui em Bonito, a transformação da utopia em realidade. O Festival é a celebração do cinema sul americano. Das imagens, das histórias, das lutas e conquistas que nos movem quando a tela se acende”.

Os apresentadores celebraram o cinema sul-americano, agradeceram à equipe de produção do Festival e chamaram ao palco os vencedores das mostras competitivas. O evento contou com a presença dos representantes dos filmes exibidos ao longo da última semana, as autoridades, a imprensa e os espectadores que tiveram acesso gratuito a toda a programação.

Durante nove dias, Bonito transformou-se em um grande cenário do audiovisual sul-americano refletindo sobre integração, conexão, pertencimento e cinema do nosso continente. Foram 200 convidados entre artistas, cineastas, produtores, roteiristas e profissionais do audiovisual que estiveram na cidade para participar de várias ações: oficinas, sessões de cinema, seminários e debates. 120 horas de programação, de olhares, aprendizados e trocas. E mais de 60 filmes de 10 países da América do Sul.

Os artistas premiados na Cerimônia de Encerramento do Festival Bonito Cinesur

A cerimônia contou com a entrega dos Troféus e prêmios no total de R$ 57.500,00 aos vencedores das 5 mostras competitivas; foram 30 obras concorrendo aos prêmios do júri oficial internacional e ao prêmio de melhor filme pela escolha do voto popular.

O júri internacional de cinema sul- americano foi composto por Álvaro Inostroza Bidart, Claudio Marques e Magdalena Arau. Aurélio Michelis, Humberto Espíndola e Mônica Guimarães integraram o júri da mostra ambiental. Enquanto o júri sul-mato-grossense foi formado por Alfredo Manevy, Andrea Cals e Buda Lira.

Os vencedores foram anunciados por Lelo Marches, diretor de cultura de Bonito, Andrea Freire, coordenadora do Festival, Thamara Colombeli, representante da empresa Energisa, Juliane Salvadore, secretária de turismo e vice prefeita da cidade, Emanueli Ribeiro, assessora da Fundação de Turismo de MS, Nilson Rodrigues, diretor do Festival, a curadora Cecília Diez, Camila Ítavo, reitora da UFMS, o prefeito Josmail Rodrigues e Roseli Loubet, representante do Deputado Federal Vander Loubet, autor da emenda parlamentar que viabilizou a existência do BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO DE BONITO).

Confira os vencedores do Júri oficial:

JÚRI OFICIAL SUL-AMERICANO

Melhor Longa-Metragem Sul-Americano: ORO AMARGO, de Juan Olea (Chile/Uruguai/Alemanha)

Melhor Curta-Metragem Sul-Americano: AMOR EN LOS TIEMPOS DE QUALQUER QUE SEJA O NOME PRESENTE, de Valentina Qaszulxkef (Colômbia)

JÚRI OFICIAL CINEMA AMBIENTAL

Melhor Longa-Metragem Ambiental: RUA DO PESCADOR Nº 6, de Bárbara Paz (Brasil)

Melhor Curta-Metragem Ambiental: SOBRE A CABEÇA OS AVIÕES , de Amanda Costa e Fausto Borges (Brasil)

JÚRI OFICIAL SUL-MATO-GROSSENSE

Melhor Filme Sul-Mato-Grossense: JARDIM DE PEDRA – VIDA E MORTE DE GLAUCE ROCHA (Daphyne Schiffer Gonzaga)

Daphyne Schiffer Gonzaga, Andrea Freire e Ulísver Silva – Créditos: Diego Cardoso | Fotografando Bonito

JÚRI POPULAR

Melhor Longa-Metragem Sul-Americano: A MELHOR MÃE DO MUNDO, de Anna Muylaert (Brasil)

Melhor Curta-Metragem Sul-Americano: REVELACIÓN, de Emanuel Moreno Elgueta (Chile).

Melhor Longa-Metragem Ambiental: SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli (Brasil)

Melhor Curta-Metragem Ambiental: SOBRE RUÍNAS, de Carol Benjamin (Brasil)

Melhor Filme Sul-Mato-Grossense: ENIGMAS NO ROLÊ (Ulísver Silva)

Thiago Lacerda, Claudia Ohana, Shirley Cruz, Gustavo Maximiliano, Michel Coeli e Valentina Qaszulxkef

MENÇÃO HONROSA

*Menção Honrosa ao curta-metragem ambiental UMA MENINA, UM RIO, de Renata Martins (Brasil)

*Menção Honrosa ao longa-metragem ambiental SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli(Brasil)

Troféu Pantanal

Este ano, o Festival realizou uma iniciativa inédita: “As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano”, criada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que une arte e meio ambiente em uma homenagem simbólica aos grandes nomes do audiovisual sul-americano. A iniciativa propõe o resgate da memória cultural e a conexão entre o ser humano e a natureza por meio de um simbolismo: gravar mãos de artistas reconhecidos do audiovisual sul-americano e patas de animais típicos da fauna pantaneira – lado a lado – em esculturas simbólicas. Foram homenageados por meio da ação: Thiago Lacerda (queixada), Claudia Ohana (quati), Luiz Carlos Lacerda (Tatu Galinha), Aurélio Michiles (Capivara), José Eduardo Belmonte (Paca), Humberto Espíndola (Jacaré), além de Ana Brun (tamanduá-mirim), Maeve Jinkings (lobo-guará), Antônio Pitanga (onça-pintada); Cecília Diez (papagaio) e Jean Thomas Bernardini (anta).

O BONITO CINESUR é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal), por meio de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet. Conta com patrocínio da Fecomércio-MS, Sesc, Emgea, Agência Nacional do Cinema (Ancine), Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Tem o apoio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico e da Prefeitura de Bonito, da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur), da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e do Governo de Mato Grosso do Sul, além do apoio cultural da Energisa e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Saiba mais:

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Reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ surpreende e arrecada US$ 28.5 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!‘ (The Naked Gun), estrelado por Liam Neeson e Pamela Anderson, surpreendeu em sua estreia nas telonas.

Atrás apenas de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ e ‘Os Caras Malvados 2‘, a nova versão abriu no TOP 3 no território norte-americano, com US$ 17 milhões. O valor ficou acima das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 13-15 milhões no país.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 11.5 milhões através de 46 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 28.5 milhões.

Para termos de comparação, o filme está registrando um desempenho 44% acima de ‘A Noite do Jogo‘ e 36% acima de ‘As Bem-Armadas‘.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$2.3M), Alemanha (US$2.3M), México (US$674K), Holanda (US$590K) e Áustria (US$430K).

Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o reboot recebeu uma nota A- dos espectadores no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo longa original, de 1988.

No Brasil, a comédia será lançada apenas no dia 14 de agosto.

Confira o trailer siga o CinePOP no Youtube:

‘Superman’ ultrapassa US$ 550 milhões e se torna o MAIOR filme de super-herói do ano

Sucesso! ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar US$ 550 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se o primeiro filme da DC a superar a marca em mais de três anos.

Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 316.2 milhões – ultrapassando o total doméstico de ‘O Homem de Aço‘ (US$291M) e ‘Superman: O Retorno‘ (US$200M).

Internacionalmente, acrescenta US$ 235 milhões através de 78 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 551.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$28.7M), México (US$20.9M), Austrália (US$13.4M), França (US$9.6M) e Espanha (US$7.9M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 122 milhões nos EUA – o que representa a terceira maior abertura doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M).

Para termos de comparação, esta é a segunda maior estreia para um filme do Homem de Aço no território norte-americano, atrás apenas de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (US$166M). Os números também representam a segunda maior estreia da carreira de James Gunn, atrás apenas de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ (US$146.5M).

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Notalgia! Você lembra desses clássicos do “tiro, porrada e bomba” que dominaram a Sessão da Tarde nos anos 80?

Em 2025, celebramos quatro décadas de uma safra de filmes de ação que, apesar de terem prometido explosões, lutas memoráveis e heróis carismáticos, acabaram esquecidos pelo grande público. Esses longas, muitas vezes produzidos com orçamentos modestos e protagonistas em início de carreira, marcaram a década de 1980 com seu estilo próprio — recheado de cenas exageradas, tramas simplistas e aquele clima inconfundível da época. Contudo, com o passar dos anos, foram ficando à sombra dos grandes sucessos e franquias que definiram o gênero, tornando-se verdadeiros tesouros perdidos para os fãs mais dedicados e colecionadores do cinema de ação.

Esses filmes esquecidos que completam 40 anos agora despertam curiosidade e nostalgia, pois trazem uma janela para os gostos, modismos e técnicas cinematográficas de uma era em que a ação era sinônimo de entretenimento descompromissado e adrenalina pura. Revisitar essas produções é mais do que um passeio pelo passado; é entender como o gênero evoluiu e reconhecer que, mesmo as obras menos lembradas, tiveram seu papel na construção do legado que inspira o cinema de ação atual. Afinal, nem só de blockbusters vive a memória do cinema — às vezes, o esquecido é que guarda as melhores histórias para contar. Confira abaixo a seleção que separamos para você.

Remo – Desarmado e Perigoso

Filme de ação e aventura que mistura humor leve e artes marciais, estrelado por Fred Ward como o agente secreto Remo Williams. Após ser dado como morto, Remo é recrutado por uma agência clandestina do governo e treinado em uma antiga arte marcial coreana para combater o crime. Embora conte com cenas de luta empolgantes e um enredo cheio de conspirações, o filme flerta com o exagero e o tom descontraído, o que o tornou uma produção divertida, mas sem grande destaque, ganhando um status cult entre fãs do gênero ao longo dos anos. Aliás, até o título original destacava o início de uma série de aventuras, mas que infelizmente parou logo na primeira.

Guerreiro Americano

Guerreiro Americano ou American Ninja, é  estrelado por Michael Dudikoff e encapsula o espírito aventureiro dos anos 80. Dudikoff interpreta Joe Armstrong, um soldado americano habilidoso em ninjutsu que enfrenta uma rede de mercenários e conspirações militares. Com lutas coreografadas cheias de golpes acrobáticos e um clima de aventura exagerada, o filme certo humor e muita adrenalina, mesmo com um roteiro simples e previsível. Embora não tenha recebido aclamação crítica, ‘Guerreiro Americano conquistou fãs fiéis e gerou várias sequências, tornando-se um marco cult para os amantes do gênero e das lutas orientais na época.

Desejo de Matar 3

O filme continua a saga do justiceiro Paul Kersey (novamente interpretado pelo durão maior Charles Bronson) com mais cenas de ação, o vigilante  segue em busca de justiça. O filme mantém a fórmula da franquia, apresentando Kersey enfrentando gangues perigosas para proteger uma jovem sob sua tutela. Apesar do carisma inconfundível de Bronson, o longa sofreu com um roteiro previsível e uma trama que pouco acrescenta à série, resultando em um filme que não alcança a intensidade dos primeiros capítulos. Mesmo assim, ‘Desejo de Matar 3 agrada aos fãs do gênero pela dose certa de tiroteios e cenas de confronto, consolidando Bronson como um ícone do cinema de ação dos anos 80.

Invasão USA

E se falamos no durão Charles Bronson, precisamos falar na outra metade da testosterona na época: Chuck Norris! ‘Invasão USA‘ é um de seus filmes mais famosos, e também dono de uma das premissas mais insanas para um filme de ação da época. Que tal se da noite para o dia os EUA acordassem com terroristas estrangeiros tentando dominar o país em seu próprio território. Acontecem em ‘Amanhecer Violento‘ (1984) e acontece aqui. Este é um filme de ação típico dos anos 80, recheado de tiroteios, explosões e o carisma marcante do astro. No longa, Norris interpreta um ex-agente que enfrenta uma invasão terrorista em solo americano, assumindo sozinho a missão de salvar o dia. Apesar da premissa simples e do roteiro pouco elaborado, o filme agrada pelo ritmo acelerado, cenas de luta coreografadas e o estilo “macho alfa” tão característico de Norris. Embora não seja uma obra-prima, ‘Invasão USA se tornou um clássico cult entre os fãs do gênero, representando bem o espírito de ação e patriotismo da década.

Os Dois Super-Tiras em Miami

Este longa reúne a famosa dupla italiana Bud Spencer e Terence Hill, que dominou a década de 80 no Brasil. Esta é uma comédia policial repleta de ação e humor característico dos dois. No filme, os parceiros interpretam policiais que se envolvem em investigações cheias de confusão, perseguições e, claro, muitas cenas de briga caricatas e engraçadas. O longa mantém o estilo leve e descontraído que consagrou a dupla no cinema, misturando lutas divertidas e momentos cômicos com o charme típico dos anos 80. Embora não tenha alcançado grandes sucessos de bilheteria, o filme agradou os fãs da dupla e segue como um exemplar divertido e nostálgico da parceria Bud Spencer e Terence Hill.

Gotcha! Uma Arma do Barulho

Só os anos 80 para fazer um filme sobre uma arma de brinquedo. Trata-se de uma mistura descontraída de comédia, ação e espionagem que captura bem o clima dos anos 80. Estrelado por Anthony Edwards, o filme acompanha um estudante universitário que se envolve involuntariamente em uma trama de espionagem internacional ao participar de um jogo de paintball que se torna perigoso. Com um toque leve e cenas divertidas, ‘Gotcha! combina suspense e humor, embora nem sempre acerte o tom, especialmente quando tenta ser mais sério. O filme conquistou um público fiel e é lembrado como um curioso exemplar da cultura pop oitentista.

Tuff Turf – O Rebelde

Tudo que dá certo em Hollywood, pode ter certeza que irá virar tendência. Assim, um ano após o sucesso de ‘Karatê Kid‘ (1984), chegava uma versão mais sombria e violenta da mesma história do “rapaz novo na cidade, que vira alvo de uma gangue ao se apaixonar por uma loirinha”. ‘Tuff Turf – O Rebelde é um drama adolescente que tentou capturar o espírito rebelde dos anos 80. Estrelado por James Spader como Morgan Hiller, um jovem que se muda para Los Angeles e enfrenta gangues locais, o filme mistura romance, violência urbana e dilemas típicos da juventude. Ah sim, o longa marca um dos primeiros filmes de um certo Robert Downey Jr.

O Último Dragão

Agora entramos no terreno da pura galhofa dos anos 80. Essa era a época da chamada “Ninja-mania”, que dominava o mundo na cultura pop. Assim, pode ter certeza que o cinema de ação e de artes marciais também foi estrelado por esses guerreiros japoneses mascarados. Ou seja, se John Wick tivesse sido feito nos anos 80, teria um bando de ninjas para o matador enfrentar. ‘O Último Dragão é uma mistura vibrante de ação, artes marciais e comédia que se tornou um clássico cult dos anos 80. Estrelado por Taimak como Leroy Green, um jovem que busca dominar suas habilidades de kung fu para enfrentar um vilão poderoso, o filme combina sequências de luta coreografadas com uma trilha sonora funky e uma vibe urbana única.

Viver e Morrer em Los Angeles

Dirigido pelo saudoso William Friedkin, este longa é um dos maiores cults da ação saídos dos anos 80. Um favorito dos fãs graças a combinação de três elementos: estilo, clima sombrio e reviravoltas. O filme acompanha dois agentes do governo em uma caçada implacável a um falsificador de dinheiro, mergulhando o espectador num submundo violento e implacável da cidade de Los Angeles. Com uma abordagem realista e cenas de perseguição memoráveis — incluindo uma sequência de perseguição de carro amplamente elogiada —, o longa se destaca pelo ritmo acelerado e pela tensão constante.

O Ano do Dragão

Mickey Rourke foi um dos nomes mais marcantes dos anos 80 graças a filmes como ‘9 1/2 Semanas de Amor’ e ‘Coração Satânico’. Antes de ambos, ele estrelou este thriller policial intenso que mergulha nas tensões culturais e criminosas do Chinatown nova-iorquino. Rourke interpreta Stanley White, um detetive durão e obstinado que enfrenta a máfia chinesa em uma missão pessoal repleta de violência e dilemas morais. A atuação visceral de Rourke e a direção estilizada de Michael Cimino fizeram de ‘O Ano do Dragão um cult dos anos 80, reconhecido por sua abordagem crua e realista do submundo criminal.

‘Os Caras Malvados 2’ arrecada US$ 44.5 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, a sequência ‘Os Caras Malvados 2‘ arrecadou US$ 44.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa abriu no TOP 2, atrás apenas de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, com US$ 22.2 milhões.

Levemente acima das projeções, a sequência registrou uma média parecida com a abertura do longa original, que arrecadou US$ 23.9 milhões no território norte-americano neste mesmo período.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 22.3 milhões através de 58 mercados.

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação também parece ter conquistado os espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo longa original.

Os Caras Malvados 2’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.

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Dirigido por Pierre Perifel, o longa é baseado na saga literária infantil de Aaron Blabey.

No novo capítulo, os Caras Malvados lutam para encontrar confiança e aceitação para sua recente condição de bons moços, quando são forçados, por um esquadrão de mulheres criminosas, a abandonar a aposentadoria para fazer um último trabalho.

A produção contará com as vozes de Sam Rockwell, Marc Maron, Craig Robinson, Anthony Ramos, Awkwafina, Richard Ayoade, Zazie Beetz, Lilly Singh e Alex Borstein.

O primeiro filme, ‘Os Caras Malvados‘, foi um sucesso de bilheteria, ultrapassando a marca dos US$ 250 milhões mundialmente, e ainda ganhou um especial de Natal intitulado ‘Os Caras Malvados: Um Natal do Mal‘.