Site Página 680

Produção de ‘Angels in the Asylum’, com Simon Pegg, está DEVENDO US$ 5 milhões a elenco, equipe e fornecedores após paralisação

O filme independente britânico ‘Angels in the Asylum‘, estrelado por Simon Pegg e Katherine Waterston, se tornou motivo de preocupação nos bastidores da indústria.

Segundo o Deadline, a produção – que teve suas filmagens interrompidas abruptamente há seis meses – acumula uma dívida de aproximadamente US$ 5 milhões (cerca de £3,7 milhões) com membros do elenco, equipe técnica e fornecedores.

Segundo documentos financeiros revelados pelo portal, a produção foi iniciada sem financiamento garantido — uma prática arriscada que se mostrou insustentável. As gravações foram interrompidas em fevereiro, após apenas 15 dias de filmagens de um cronograma previsto para durar um mês.

O longa está registrado sob a empresa AITA Films Limited, criada exclusivamente para o projeto. A empresa entrou em administração judicial em abril, equivalente a um processo de falência nos moldes do Capítulo 11 dos EUA. O relatório do administrador judicial aponta:

£600 mil em salários devidos a membros da equipe técnica; £374 mil em pagamentos pendentes para atores; £1,39 milhão em dívidas com fornecedores e estúdios (como Versa e Twickenham Film Studios); Mais de £41 mil em encargos trabalhistas e feriados não pagos a funcionários.

A empresa de financiamento Brandhouse Global Limited também aparece entre os credores, após ter injetado cerca de £486 mil no projeto — valor que não foi coberto quando o financiamento prometido pela Parkland Pictures não se concretizou.

Embora Simon Pegg conste como produtor executivo do longa, fontes confirmam que o ator não investiu recursos próprios nem recebeu pagamento por sua participação. O mesmo vale para o aclamado diretor de ‘The Crown‘, Steven Daldry, que também integra o projeto como produtor executivo.

Os produtores Rob Sorrenti (que também dirige o longa) e Heather Greenwood já se pronunciaram anteriormente, pedindo desculpas à equipe:

“Nunca poderíamos imaginar que chegaríamos a esse ponto quando começamos essa jornada.”

Ainda há esperança?
Apesar da crise, o relatório do administrador indica que há negociações em andamento com novos investidores para retomar as filmagens e pagar os credores. O cenário, no entanto, depende da finalização de uma “diligência jurídica rigorosa”. O set de filmagem está atualmente armazenado, com previsão de manutenção até setembro.

Caso o novo financiamento seja aprovado, todos os credores seriam pagos integralmente. Do contrário, apenas os “credores preferenciais” — como funcionários e o fisco britânico — devem receber parte dos valores devidos.

Inspirado em eventos reais, ‘Angels in the Asylum‘ acompanha um grupo de mulheres internadas à força em um asilo em Surrey nos anos 1930, após serem consideradas portadoras de tifo.

O elenco do longa ainda inclui nomes como Minnie Driver, Lesley Nicol, Rose Williams, Aurora Perrineau e Alex Jennings.

Enquanto isso, sindicatos como Bectu e Equity têm prestado apoio aos profissionais prejudicados. Em nota, a presidente do Bectu, Philippa Childs, lamentou o cenário:

“Os trabalhadores do cinema e TV já enfrentaram anos desafiadores. Ficar no prejuízo torna tudo ainda mais difícil para muitos de nossos membros. Infelizmente, esse tipo de situação é reflexo de uma indústria instável, e são os profissionais da base que mais sofrem quando uma produção desmorona.”

Novo filme do ‘Homem-Aranha’ pode trazer a participação especial de [SPOILERS]

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, trouxe novidades empolgantes para os fãs do Cabeça de Teia. Em entrevista exclusiva durante a divulgação de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, Feige comentou o que o público pode esperar de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, novo capítulo da saga de Peter Parker (Tom Holland) no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), com estreia marcada para 30 de julho de 2026.

Desde o desfecho emocional de ‘Sem Volta Para Casa‘ — em que Peter sacrifica suas conexões pessoais para proteger o multiverso — o herói tem estado completamente sozinho. Segundo Feige, é exatamente essa solidão que pavimentará uma nova abordagem no quarto filme do Homem-Aranha:

“Acho que há uma promessa ao final de ‘Sem Volta Para Casa‘, por mais triste que seja, de que Peter foi esquecido por todos em sua vida. Estamos vendo, pela primeira vez nas histórias com Tom Holland, ele sendo um verdadeiro Homem-Aranha. Sozinho, dedicado a salvar a cidade, lidando com crimes de rua em vez de eventos que ameaçam o mundo.”

Embora os três filmes anteriores tenham sido bem recebidos, eles contaram com forte apoio de outros personagens do MCU — como Tony Stark, Nick Fury e os Homens-Aranha de Tobey Maguire e Andrew Garfield. Agora, ‘Um Novo Dia‘ pretende retornar às raízes do herói em Nova York, colocando-o frente a frente com ameaças mais “pé no chão”. Ainda assim, Feige deixou claro que haverá espaço para algumas participações especiais do universo compartilhado.

“Quando você faz isso, começa a pensar: ‘Quais são os outros personagens de nível de rua com quem ele nunca interagiu?’ Amo que o Justiceiro começou nos quadrinhos do Homem-Aranha. Destin (Daniel Cretton, diretor do filme) está fazendo um trabalho incrível. Ele tem 8 ou 9 capas de HQ coladas na parede do departamento de arte que ele está trazendo à vida. É muito legal.”

Além do possível encontro com o Justiceiro, rumores indicam que Hulk também poderia aparecer no longa. Feige não confirmou, mas deixou a porta aberta para mais interações inéditas. Outra possibilidade animadora seria ver a clássica parceria entre Peter Parker e Johnny Storm, o Tocha Humana, finalmente se concretizar nos cinemas, com Joseph Quinn assumindo o papel do herói flamejante.

“Essa é uma das relações mais importantes nos quadrinhos da Marvel. Johnny Storm e Peter Parker. E nunca conseguimos chegar perto disso antes. Agora está dentro do campo das possibilidades. Isso é empolgante.”

Com filmagens marcadas para começar ainda este ano, ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ promete levar o herói de volta ao básico — mas com novos aliados e encontros históricos que os fãs aguardam há décadas.

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico‘ chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

– De ‘X-Men’ a ‘Quarteto Fantástico’ – Ranqueamos TODOS os 18 Filmes da era Marvel na extinta FOX

– Quarteto Fantástico será CRUCIAL em novo ‘Vingadores’, revela insider

Astro de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela DETALHES sobre o novo filme da Marvel

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Diretora de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ esclarece POLÊMICA envolvendo Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr.

Com o lançamento do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, o retorno de Jennifer Love Hewitt (Julie) e Freddie Prinze Jr. (Ray) às telas reacendeu o entusiasmo dos fãs — e também alguns rumores antigos. Especulações recentes nas redes sociais sugeriram que os dois atores teriam filmado suas cenas separadamente, devido à supostas desavenças fora das câmeras.

No entanto, a diretora do longa, Jennifer Kaytin Robinson, foi rápida em desmentir as alegações. Em resposta a um post no X (antigo Twitter) que apontava “cortes e enquadramentos separados” como evidência da distância entre os atores, Robinson respondeu de forma direta:

“Eles absolutamente gravaram as cenas juntos. Espero que isso ajude.”

Quando o autor do post se desculpou por ter alimentado a especulação, a cineasta ainda reforçou sua posição:

“Eu entendo totalmente por que as pessoas pensam isso, por conta de alguns dos enquadramentos, mas eles estão sim contracenando diretamente. Foi elétrico!”

A especulação em torno da relação entre Hewitt e Prinze Jr. não é nova. Há anos circulam boatos sobre um suposto desentendimento entre Hewitt e Sarah Michelle Gellar — colega de elenco no original de 1997 e esposa de Prinze Jr. Na esteira do revival, esses rumores voltaram a circular com força nas redes sociais.

Em entrevista recente à Vulture, Jennifer Love Hewitt também fez questão de dissipar as suposições:

“Honestamente, não sei nem de onde isso veio. Acho que as pessoas simplesmente não gostam de narrativas fáceis. Por que temos que estar sempre contra alguém?”

Hewitt ainda revelou que não vê Sarah Michelle Gellar desde a première do primeiro filme, há mais de 25 anos:

“Não a vejo desde os meus 18 anos. As pessoas estavam pedindo que eu dissesse algo. Mas eu pensei: ‘Dizer o quê? Eu nem a vi.’ Da minha parte, está tudo bem.”

Com os boatos colocados de lado, o foco volta a ser o próprio filme — e a nostálgica química entre os protagonistas originais que, segundo a diretora, continua firme e presente nas telonas.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

O reboot estreou com força nas bilheterias, arrecadando US$ 2,2 milhões nas pré-estreias de quinta-feira (11), com sessões iniciadas às 14h.

Segundo o Deadline, o desempenho é superior ao de outros recentes lançamentos do gênero, como ‘Lobisomen‘ (US$ 1,4M em prévias), e mesmo com críticas divididas (38% no Rotten Tomatoes), a resposta do público tem sido mais positiva, com 69% de aprovação na audiência — o melhor índice da franquia até hoje.

O filme caminha para uma estreia em torno de US$ 13 milhões no fim de semana, resultado considerado sólido diante da concorrência atual. Para efeito de comparação, o reboot de ‘Extermínioo: A Evolução‘ abriu com US$ 30M após prévias de US$ 5.8M.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

 

Crítica | ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ vale a pena apenas pela NOSTALGIA

Os anos 1990 ficaram marcados na cultura pop por inúmeros motivos – principalmente na sétima arte. Além da popularização exponencial das comédias românticas, que se estenderia para a década seguinte, tivemos uma revitalização do gênero slasher para as produções de terror. Após o impacto significativo de títulos como ‘Halloween’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’, 1996 trouxe às telonas o icônico primeiro capítulo de Pânico, apostando fichas em uma narrativa metalinguística e autoconsciente que conquistaria o público e a crítica.

Não demorou muito até que uma estética similar fosse levada aos cinemas novamente, dessa vez sob o espectro de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Baseado no romance homônimo de Lois Duncan, o longa-metragem apostou fichas na estética dos anos 1970 para narrar a luta pela sobrevivência de um grupo de amigos que, no feriado de 4 de julho, atropelou um homem e resolveu se livrar do corpo e nunca mais falar sobre o ocorrido. Porém, um ano mais tarde, cada um deles começa a receber mensagens ameaçadoras que vêm acompanhadas de um assassino com uma roupa de marinheiro e um gancho afiado que os coleta um a um. O filme se tornou um clássico cult com o passar do tempo e ajudou a eternizar Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. como Julie James e Ray Bronson.

Quase três décadas mais tarde, a diretora Jennifer Kaytin Robinson resolveu revitalizar a franquia com o lançamento de uma sequência-reboot, seguindo os passos de Pânico e de ‘Halloween’ ao arquitetar uma história que se mantém fiel à identidade do original ao apresentar aos fãs uma nova geração de vítimas. Co-escrevendo o roteiro ao lado de Sam Lansky, Robinson apresenta a cinco amigos: Danica (Madelyn Cline), Ava (Chase Sui Wonders), Milo (Jonah Hauer-King), Teddy (Tyriq Withers) e Stevie (Sarah Pidgeon). Assim como o primeiro filme da saga, eles se envolvem em um trágico acidente de carro, atropelando e matando um pedestre. Decidindo se livrar do cadáver e fazer um juramento, cada um deles segue seu próprio caminho – até que, um ano mais tarde, um serial killer começa a caçá-los em um ímpeto de vingança e justiça deturpada.

Lançando-se a uma missão para descobrir quem é o assassino e por que ele está fazendo aquilo, os amigos percebem que aquilo já aconteceu antes – recorrendo à ajuda de Julie James e Ray Bronson, que retornam em seus status como personagens-legado de maneira a acompanhar o regresso de Sidney Prescott (Neve Campbell) e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) em suas respectivas franquias. E, apesar das boas intenções e da reapresentação desse icônico universo a uma nova geração, o resultado é bem aquém do esperado e nos frustra por não ousar além de obviedades cansativas e previsíveis.

Um dos principais problemas do projeto é o roteiro: Robinson e Lansky se mostram apaixonados o suficiente e conhecedores da mitologia eternizada por Kevin Williamson e Jim Gillespie décadas atrás, promovendo homenagens claras que pretendem construir uma carta de amor ao legado deixado pela dupla. Todavia, esses propósitos nunca se concretizam ao serem regurgitados em diálogos sofríveis e unidimensionais, que transformam cada um dos protagonistas em meros estereótipos de um gênero que, volta e meia, começa a demonstrar fadiga. Em outras palavras, não há nada de novo a ser visto – e o momento de maior inspiração é com o retorno dos supracitados personagens-legado, que aparecem como breves conhecedores desse sanguinolento pesadelo e roubam os holofotes em uma clara incursão saudosista.

Em virtude de arquétipos superficiais, a atuação do elenco se rende a representações familiares demais para serem levadas a sério – e com one-liners que nos fazem soltar risadas de nervosismo, desperdiçando o talento de nomes como Cline, Wonders e Hauer-King. Ademais, a expansão da mitologia é muito ocasional para criar palpabilidade ou nos engajar na narrativa, nos levando a imaginar que as coisas poderiam ter tido outro rumo caso pensadas com maior esmero e cuidado. Ao menos Hewitt e Prinze Jr. se divertem ao regressar para esse panteão do horror, fazendo questão de demonstrar como os traumas de um passado remoto lhe causaram marcas e continuam a assombrá-los (da maneira que for).

O cuidado estético existe e cumpre com a praticidade da opressão causada pela presença do serial killer e pelas mortes que orquestra para, enfim, conseguir sua vingança – nos guiando por sequências do mais puro caos que prezam pelo entretenimento e, em parte, conseguem alcançar o objetivo. E, à medida que caminhamos para uma reviravolta que, dentro das limitações autoimpostas e em meio a atribulações de ritmo e dinamismo, faz sentido e mostra que ninguém está a salvo de se render à maldade.

O novo Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado tem o coração no lugar certo – mas isso não é o bastante para nos convencer da necessidade dessa sequência. Contando com personagens inéditos que não trazem nada para além do esperado, o projeto vale a pena pelo retorno de Julie James e Ray Bronson e pelas breves pulsões de nostalgia que entrega para os espectadores.

 

Crítica | Entre Nós, o Amor – Delicado Drama Francês Retrata a Crise da Classe Média Empobrecida

Nas últimas décadas, a partir da virada do milênio, temos assistido à intensa globalização das sociedades, cada vez mais conectadas e sintonizadas. Se por um lado a facilidade com que as notícias e os produtos circularam, por outro as economias viveram (e vivem) oscilações muito intensas, o que fez (e ainda faz) com que as inflações sejam constantes e as crises financeiras cada vez mais presentes – e quem sofre com tudo isso, claro, é a população. Ainda que o ditado fale que dinheiro não traz felicidade, a verdade é que, sem ele, fica bem difícil conseguir as coisas e ter uma boa relação com as pessoas de seu convívio, como pode ser visto no dramaEntre Nós, o Amor’, filme francês.

Nicole (Valeria Bruni Tedeschi) é mãe solo e, aos 52 anos, está desempregada e com uma dívida de 40 mil euros. Por conta disso, o banco bloqueia seu cartão de crédito, seus cheques e suas possibilidades de empréstimo, deixando-a à própria sorte às vésperas do Natal. Sem dinheiro, sem emprego e muito angustiada para conseguir prover um Natal normal para seu filho Serge (Félix Lefebvre, de ‘O Professor Substituto‘), Nicole acaba pensando e agindo de forma incoerente, o que acaba exasperando seu jovem filho, que tudo que deseja era ter uma família normal, uma mãe normal. Entre brigas e sufocos, mãe e filho passam o fim de ano tentando manter alguma esperança de que dias melhores virão eventualmente em suas vidas.

Apesar do título que remete o espectador à comédia romântica, ‘Entre Nós, o Amor’ é um drama francês bem construído e sem ser melodramático. Com muita delicadeza e muita sensibilidade, o diretor e roteirista Morgan Simon tece uma relação mãe-filho bastante próxima da realidade de uma classe média empobrecida, que não consegue nem acessar as assistências governamentais, nem ter dinheiro o suficiente para programas as férias de verão anuais. A realidade aqui é mais comum: uma mãe solo, que por conta da idade não consegue se recolocar no mercado de trabalho e que ao mesmo tempo se sente injustiçada por ser obrigada a trabalhar mais anos devido às recentes mudanças nos planos de aposentadoria franceses; em oposição, temos um filho que se dedica apenas aos estudos na faculdade, que sonha em ter uma vida melhor, com um pouco mais de dignidade, mas que diariamente se frustra e se aborrece com a situação em que se encontra e, por isso, desconta suas raivas na própria mãe.

Partindo dessa relação cheia de ruídos, o filme constrói uma balança dolorida para o espectador: ao mesmo tempo em que aponta os diversos atores que agem para que as famílias contemporâneas se sintam tão financeiramente impotentes, também o faz a partir de uma protagonista que faz de tudo para proteger o filho da dureza das verdades, e, justamente por tentar florear as verdades, acaba machucando-o.

Em ‘Entre Nós, o Amor’ a história se passa com uma família no subúrbio de Paris, mas tranquilamente poderia ser na zona sul do Rio de Janeiro ou nos arredores de Buenos Aires. As semelhanças das situações financeiras nos países nos dão a ideia de que também as dores e as dificuldades foram globalizadas. Mas ainda há esperança, apesar de tudo, e ‘Entre Nós, o Amor’ nos mostra que entender o valor de sua família, ainda que ela seja desfuncional, é a primeira brecha de luz para continuar nadando entre as crises.

‘F1’ retoma a LIDERANÇA nas bilheterias da Coreia do Sul e ‘Superman’ ocupa a 6ª posição

O filme ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt, voltou ao topo das bilheteiras sul-coreanas no fim de semana de 18 a 20 de julho, arrecadando US$ 2,6 milhões com 332.902 ingressos vendidos. Os dados são da KOBIS, sistema de rastreamento operado pelo Conselho de Cinema da Coreia. Com isso, o longa atinge um total acumulado de US$ 14,5 milhões no país.

A animação bíblica ‘O Rei dos Reis’ fez sua estreia em segundo lugar, com US$ 2,08 milhões e 303.370 entradas. Dirigido por Jang Seong-ho e produzido pelos estúdios Mofac e Angel Studios, o filme reconta a vida de Jesus sob a perspectiva de uma criança. No total, já soma US$ 2,6 milhões.

Em terceiro lugar ficou a animação japonesa ‘Detective Conan the Movie: One-Eyed Flashback’, que arrecadou US$ 1,4 milhão no fim de semana, chegando a US$ 2,2 milhões no acumulado.

Já o sucesso ‘Jurassic World: Recomeço‘, que liderava na semana anterior, caiu para a quarta posição com US$ 1,39 milhão. O longa agora acumula US$ 13,9 milhões nas bilheteiras coreanas.

Na quinta colocação aparece o suspense coreano ‘Noise‘, com US$ 1,38 milhão, totalizando US$ 10,4 milhões.

O ‘Superman‘ de James Gunn ficou em sexto lugar, com US$ 944 mil arrecadados no período e um total acumulado de US$ 5,6 milhões.

A animação ‘Doraemon the Movie: Nobita’s Art World Tales‘ aparece em sétimo, somando US$ 174.929 em sua segunda semana, com um total de US$ 286.987.

Entre os títulos de terror, ‘Ghost Train‘ faturou US$ 85.387 e chegou a um total de US$ 619.963. Em nono, o suspense japonês ‘The Floor Plan‘ (também conhecido como A Strange House) estreou com US$ 78.256 e já soma US$ 101.047. O filme acompanha Amemiya, um YouTuber que investiga uma casa com uma planta inexplicável.

Fechando o top 10, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ arrecadou US$ 73.600 em sua estreia, acumulando até agora US$ 109.582.

No total, os dez filmes mais assistidos do fim de semana movimentaram US$ 11,2 milhões nas bilheteiras coreanas, uma leve queda em relação aos US$ 11,4 milhões registrados na semana anterior.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

F1’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Uma das cenas que Robert Pattinson mais ODIOU gravar é de um de seus filmes mais conhecidos

Crepúsculo é uma das sagas mais conhecidas tanto na literatura quanto no cinema – e trouxe Kristen StewartRobert PattinsonTaylor Lautner como protagonistas de uma narrativa fantástica povoada por vampiros e lobisomens.

Porém, ainda que tenha conquistado uma legião de fãs, o quarto capítulo da franquia, intitulado ‘Amanhecer – Parte 1’, contou com certas cenas que deixaram Pattinson, intérprete de Edward Cullen, um tanto quanto desconfortável.

Durante uma entrevista à revista Parade em 2011, o astro foi questionado sobre detalhes sobre o projeto e revelou que uma das sequências que mais lhe causaram desconforto envolveu os momentos de intimidade com Stewart, que interpretou seu par romântico, Bella Swan.

“Acho que quanto mais confortáveis estamos um com o outro, mais difícil fica fazer qualquer tipo de cena de relacionamento realmente intensa”, ele contou, à época. “Você meio que pensa: ‘não quero passar vergonha na frente dessa pessoa’, ‘eu sei o que ela está pensando agora’, então fica ridículo depois de um tempo. Assistir a outras pessoas fazendo sexo nunca vai ser tão espetacular assim. É estranho quando há tanto alarde sobre isso. Você pensa: ‘Meu Deus, espero que isso esteja à altura’. A parte mais difícil foi evitar uma classificação indicativa para maiores de 18 anos. É engraçado quando as pessoas falam sobre as cenas de sexo no livro, porque não há cenas de sexo nele. Volte e leia. Elas sempre ficam pretas.”

Pattinson também revelou que as cenas em questão não foram tão “românticas” quanto o público imaginava:

“Mostramos romance no quarto e também em um cenário maravilhoso à beira-mar. Era impossível com as ondas. Estávamos tentando nos beijar e julgamos mal a força da maré, então foi uma das coisas mais difíceis que já tive que fazer na minha vida. Havia ondas enormes e Kristen e eu estávamos em cima de caixas amarradas à praia. Nossa, era absolutamente impossível. Uma coisa que eu tenho a dizer é que filmamos essas cenas no Caribe, então a água estava morna”.

A saga acompanha a jovem estudante Bella Swan, que, ao se mudar para a pequena cidade de Forks, conhece Edward Cullen, um belo e misterioso adolescente. Edward é um vampiro, cuja família não bebe sangue, e Bella, longe de ficar assustada, se envolve em um romance perigoso com sua alma gêmea imortal.

TERROR do mesmo roteirista de ‘Jogos Mortais’ ESTREIA no streaming; Saiba onde assistir!

O reboot de ‘Lobisomem‘, dirigido por Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’) e estrelado por Julia Garner, já está disponível no streaming.

A nova versão teve sua estreia na última quarta-feira (16) na grade de programação do Prime Video.

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror arrecadou US$ 34.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, atacados por uma criatura sinistra, Blake e sua família se escondem em uma fazenda enquanto o animal ronda o perímetro. À medida que a noite avança, ele começa a se comportar de forma estranha, transformando-se em algo irreconhecível.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

lobisomem 2

Florinda Meza volta a CRITICAR série sobre Roberto Bolaños, criador de ‘Chaves’ e ‘Chapolin’

Chespirito: Sem Querer Querendo, série que conta a trajetória de Roberto Gómez Bolaños, continua a fazer grande sucesso entre os assinantes da HBO Max – mas parece não ter agradado a todos.

Através das redes sociais, a atriz Florinda Meza, que estrelou as clássicas produções ChavesChapolin e que teve um relacionamento com Bolaños (criador das séries em questão) por mais de 27 anos, voltou a criticar a atração, caracterizando-a como enganosa e escandalosa.

“Mais de 50 anos proporcionando alegria e diversão. Uma equipe que passou 25 anos filmando e um programa que manteve seu sucesso de audiência durante esses anos. Roberto era um grande líder, e no set não havia reclamações ou discussões mesquinhas. Trabalhamos duro e nos divertimos também. As pessoas boas que sempre o acompanharam sabem que é verdade. O resto é um melodrama fictício que, infelizmente, busca escândalos para vender”, ela escreveu em um postagem recente no Instagram.

Meza continua: “não se trata de mim, trata-se de você e do legado de um grande homem que não está mais aqui para se defender. Nada dito por aqueles que traíram Roberto, ou por aqueles que só querem dinheiro, mudará o tesouro que milhões guardam em seus corações”.

Produzida em colaboração com Roberto Gómez Fernández, filho de Bolaños, Sem Querer Querendo é resultado de uma parceria entre a Warner Bros. Discovery e o THR3 Media Group.

Roberto Gómez Bolaños, conhecido como Chespirito, faleceu em 2014, aos 85 anos. O comediante tornou-se mundialmente famoso por seus trabalhos icônicos, comoChespirito, Chapolin e Chaves.

Conheça o novo THRILLER alemão que estreou em 1º LUGAR na Netflix

Brick‘, thriller de sobrevivência estrelado por Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e parece ter chamado a atenção dos assinantes da plataforma.

O longa-metragem estreou em 1º lugar no ranking dos filmes de língua não-inglesa mais assistidos do serviço de streaming, pouco depois de outra produção alemã, ‘Exterritorial’, também fazer um grande sucesso entre os usuários.

Na trama, Tim (Schweighöfer) e Olivia (Ruby O. Fee) acordam presos em seu apartamento atrás de um muro impenetrável e futurista que se materializou da noite para o dia… e eles não estão sozinhos. O prédio inteiro e seus moradores parecem estar cercados.

O que aconteceu? Quem construiu aquele muro e por quê? Sem qualquer chance de ajuda externa, eles precisam se unir para encontrar uma saída. Será que eles irão conseguir desvendar o mistério do muro a tempo — e sobreviver?

Philip Koch é responsável pela direção do longa-metragem.

O elenco ainda conta com Frederick Lau, Salber Lee Williams, Murathan Muslu, Axel Werner, Sira-Anna Faal e Alexander Beyer.

Confira o trailer siga o CinePOP no YouTube:

Netflix utilizou IA generativa em uma de suas séries mais POPULARES de 2025

Em uma recente declaração dada por Ted Sarandos, chefe da Netflix, a plataforma de streaming utilizou inteligência artificial pela primeira vez em uma de suas séries originais mais populares, O Eternauta – uma medida que, de acordo com o próprio executivo, reduziria gastos e aumentaria a qualidade de filmes e séries.

Sarandos afirmou que a série argentina de ficção científica foi a primeira que envolveu o uso de filmagens de IA generativa.

“Continuamos convencidos de que as IAs representam uma oportunidade incrível para ajudar os criadores a fazer filmes e séries melhores, não apenas mais baratos”, disse ele a analistas nesta última quinta-feira (17), depois que a Netflix divulgou seus resultados do segundo trimestre (via The Guardian).

Sarandos acrescentou que série trouxe artistas de efeitos visuais utilizando inteligência artificial para uma cena que retrata um prédio desabando em Buenos Aires.

“Usando ferramentas com tecnologia de IA, eles conseguiram obter um resultado incrível com velocidade notável e, de fato, a sequência de efeitos visuais foi concluída dez vezes mais rápido do que poderia ter sido concluída com ferramentas e fluxos de trabalho de efeitos visuais tradicionais”, ele afirmou.

O executivo também disse que o uso de ferramentas de IA permitiu que a Netflix financiasse o programa a um custo muito menor do que o esperado de uma produção de grande orçamento: “o custo [dos efeitos especiais sem IA] simplesmente não teria sido viável para um show com aquele orçamento”.

Lembrando que ‘O Eternauta’ já foi renovada para a 2ª temporada.

A série foi criada por Bruno Stagnaro e inspirada nos quadrinhos homônimos de Héctor Germán OesterheldFrancisco Solano López.

Na trama, numa noite de verão em Buenos Aires, uma misteriosa nevasca mortal dizima a maior parte da população e deixa milhares de pessoas abandonadas. Juan Salvo e seus amigos embarcam em uma luta desesperada pela sobrevivência. Tudo muda quando eles descobrem que a tempestade de neve tóxica é apenas o primeiro ataque de um exército estrangeiro invadindo a Terra. A única maneira de permanecer vivo é se unir e lutar. Ninguém sobreviverá sozinho.

Ricardo DarínCarla PetersonCésar TroncosoAndrea PietraAriel StaltariMarcelo SubiottoMora Fisz e outros estrelam.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganha mais um teaser EMOCIONANTE; Assista!

A Marvel divulgou mais um teaser promocional de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, filme que dá início à Fase 6 do Universo Cinemático Marvel.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme tem estreia agendada para o próximo dia 25 de julho nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Vingadores: Apocalipse’ contrata NOVO roteirista, que fez uma das séries mais amadas da Marvel

O Kevin Feige revelou novidades sobre ‘Vingadores: Apocalipse’, que atualmente está sendo filmado.

Stephen McFeely (‘Capitão América 1, 2 e 3) está escrevendo o roteiro, mas Feige revelou que o criador de ‘Loki‘, Michael Waldron, foi contratado para ajudá-lo.

“Há coisas positivas acontecendo todos os dias no set de Vingadores: Apocalipse agora, e é incrível assistir porque aqueles cineastas, esses atores, tanto aqueles que estão interpretando esses personagens pela primeira ou segunda vez quanto aquele que os interpreta pela 10a ou 12a vez são os melhores do mundo nisso, e conhecem esses personagens tão bem”, disse Feige. “Então, se eles têm uma ideia, você quer ouvi-la e quer se ajustar a ela e melhorá-la. Eu não gostaria de mudar isso.” 

Com a chegada de ‘Vingadores: Apocalipse’ no próximo ano, a ansiedade em torno da guerra multiversal do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) cresce, e uma das grandes dúvidas sobre a liderança da equipe parece ter sido indiretamente respondida.

O diretor Matt Shakman, responsável por ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, deu a entender que Reed Richards pode assumir o papel de líder dos Vingadores.

“Ele passa de um cientista nerd trancado no laboratório, para um marido e pai disposto a fazer qualquer coisa para proteger sua família, até se tornar o cara que lidera os Vingadores”, disse Shakman, ao falar sobre a versão do personagem que está construindo. “Percebi que a versão que estávamos construindo precisava ter todos esses elementos”.

Nos últimos tempos, diversas teorias têm circulado sobre quem assumiria a liderança no próximo filme dos Vingadores, com nomes como Capitão América (Sam Wilson), Capitã Marvel e Doutor Estranho sendo os principais candidatos.

Shakman também enfatizou que, para Reed e Sue Storm, a família é a prioridade máxima. “Eles são pais antes de tudo”, disse ele. “São cientistas e exploradores em segundo lugar. E se tornam super-heróis apenas quando precisam. Falo isso como pai e marido. Isso é o que torna tudo tão especial para mim”.

Embora o ator Pedro Pascal, que interpreta Reed Richards, não tenha comentado diretamente sobre a possibilidade de liderar os Vingadores, ele revelou que trabalhar com Shakman neste projeto pareceu algo “escrito nas estrelas”.

“Tivemos o mesmo empresário no começo de nossas carreiras”, disse Pascal. “Quase fomos colegas de quarto. Matt sempre foi ligado ao teatro e me incluía em vários projetos na comunidade teatral de Los Angeles. Estar juntos agora em Quarteto Fantástico pareceu absolutamente destinado”.

Confira a data de estreia dos próximos filmes da Marvel:

Homem-Aranha: Brand New Day (Sony) – 31 de julho de 2026

Vingadores: Apocalipse – 18 de dezembro de 2026

Marvel sem título – 23 de julho de 2027

Vingadores: Guerras Secretas – 17 de dezembro de 2027

Marvel sem título – 18 de fevereiro de 2028

Marvel sem título – 5 de maio de 2028

Marvel sem título – 10 de novembro de 2028

Marvel sem título – 15 de dezembro de 2028

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘DISCLAIMER’, ‘Senna’ e outras recentes minisséries INCRÍVEIS para ver nos streamings

O mundo das séries é povoado por inúmeros títulos de extremo apreço por parte da crítica e do público – e, às vezes, uma história não precisa ser contada ao longo de várias temporadas para conquistar a audiência.

É essa a razão da existências das minisséries, que, quando feitas com esmero e cuidado, conseguem nos arrebatar em narrativas incríveis guiadas por atuações fabulosas em poucos capítulos, como foi o caso do recente suspense DISCLAIMER, criado pelo lendário Alfonso Cuarón, ou a ótima Senna, que recontou os dias de glória de um dos esportistas mais célebres da história nacional, Ayrton Senna.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco minisséries imperdíveis para você conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas:

GÊMEAS: MÓRBIDA SEMELHANÇA

Onde assistir: Prime Video

Rachel Weisz faz um trabalho aplaudível ao encarnar com impecável esmero as protagonistas de Gêmeas: Mórbida Semelhança, chegando aos pés de Jeremy Irons, que estrelou o longa original de David Cronenberg. É notável o constante movimento de fluxo e refluxo promovido por performances tão distintas, garantindo que o público perceba uma tóxica e inebriante co-dependência que escala a níveis assustadoras e transforma-se em um thriller arrepiante.

A trama acompanha Beverly e Elliot Mantle, irmãs gêmeas idênticas que compartilham tudo na vida: drogas, amantes e um desejo implacável de fazer o que for preciso — incluindo ultrapassar os limites da ética médica — em um esforço para desafiar as práticas antiquadas na ginecologia e obstetrícia e trazer atenção à saúde da mulher em primeiro plano.

A QUEDA DA CASA DE USHER

Onde assistir: Netflix

Nessa minissérie de oito episódios, Mike Flanagan se apropria do extenso catálogo literário do lendário Edgar Allan Poe, que eternizou contos góticos através de um estilo apaixonante, dilacerante e envolvente. É claro que, considerando o impacto significativo de Poe na cultura mundial, a narrativa poderia se render aos clichês, mas, felizmente, não é isso o que acontece; Flanagan já demonstrou ter uma visão única sobre o mundo e sobre os medos que nos assolam dia após dia e, no final das contas, ele transforma essa incursão em uma pérola artística muito mais profunda do que aparenta.

A trama nos apresenta à Família Usher, dona de um império farmacêutico que enfrenta um grande processo em virtude de seus perigosos medicamentos que causam vício e, em uma dosagem maior, morte. Todavia, o conglomerado é ameaçado por uma série de mortes dentro da própria família – em que todos os filhos do patriarca Roderick Usher (Bruce Greenwood) morreram sob circunstância inexplicáveis e quase sobrenaturais, ligadas a um pacto que ele e a irmã fizeram há muito tempo.

AGATHA DESDE SEMPRE

agatha desde sempre

Onde assistir: Disney+

‘WandaVision’ permanece como a melhor série do Universo Cinemático Marvel até agora; todavia, seu spin-offAgatha Desde Sempre, não deve nada à produção predecessora e até mesmo funciona por conta própria. Trazendo Kathryn Hahn de volta como a icônica e adorada Agatha Harkness, a minissérie da Marvel Television é diabolicamente deliciosa em cada uma de suas cenas, trazendo os exageros da teatralidade e envolvente performances (incluindo as de Patti LuPoneAubrey Plaza) em um compilado que homenageia obras como ‘O Mágico de Oz’‘Da Magia à Sedução’‘Abracadabra’ de maneira indesculpavelmente divertida.

A trama é centrada em Agatha que, após ficar presa em um feitiço lançado pela Feiticeira Escarlate, consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando uma conhecida bruxa aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

SENNA

senna

Onde assistir: Netflix

Seja nas incríveis cenas de corrida, seja no momento em que somos apresentados a um lado mais íntimo da história desse icônico esportista brasileiro, Senna acertou em cheio em praticamente todos os aspectos. A minissérie da Netflix, supervisionada pelos habilidosos membros da Gullane, alcançou sucesso inestimável para o cenário audiovisual contemporâneo, abrindo espaço para uma espécie de novo capítulo dentro do nosso ainda estigmatizado escopo do entretenimento.

Para além da sólida direção e de um roteiro recheado de momentos ainda vivos na memória daqueles que acompanharam a saga de Ayrton Senna, a produção convidou a nova geração a conhecer o piloto de Fórmula 1 através de interpretações aplaudíveis – com destaque a Gabriel Leone em uma assombrosa transmutação como o personagem titular, bem como Kaya ScodelarioPâmela ToméMarco Ricca.

DISCLAIMER

disclaimer 1

Onde assistir: Apple TV+

Criada pelo vencedor do Oscar Alfonso Cuarón, DISCLAIMER trouxe Cate BlanchettKevin Kline em um embate dramático e novelesco (no melhor sentido do termo) que arrancou de ambos os atores algumas das atuações de maior prestígio do ano. Como se não bastasse, a condução do enredo apresentou aos espectadores um narrador tripartido, nos guiando por inúmeras tramas e subtramas que confluíram a um final espetacular e a uma derradeira e emblemática história de vingança, desespero e ressentimento.

Baseado no romance homônimo de Renée Knight e contando ainda com Sacha Baron CohenKodi Smit-McPhee Louis Partridge no elenco, a trama é centrada em uma uma famosa documentarista descobre que é uma personagem proeminente em um romance que revela um segredo que ela tentou manter escondido por décadas a fio – sendo ameaçada de exposição e correndo contra o tempo para impedir que isso aconteça.

Dica da Semana | ‘Os Delírios de Consumo de Becky Bloom’, uma rom-com divertida e honesta

No ano 2000, a autora britânica Sophie Kinsella ganhou proeminência ao nos convidar a acompanhar as aventuras de Becky Bloom com o romance Os Delírios de Consumo de Becky Bloom– uma divertida comédia romântica literária focada em uma viciada em compras idealista que se mete em confusões inimagináveis envolvendo uma paixão pelo prazer e objetivos utópicos demais para serem realizados. Construindo uma narrativa fácil e despojada de acompanhar, o sucesso do romance original deu uma origem a inúmeras sequências e a uma subsequente adaptação fílmica que chegou aos cinemas em 2009 pelas mãos de P.J. Horgan.

Pegando a essência dos livros de Kinsella em uma releitura livre, a trama é centrada em Rebecca Bloomwood (Isla Fisher), uma jornalista fantasiosa apaixonada por compras e pelo prazer de aproveitar o que a vida tem de oferecer. Sentindo-se em uma plenitude inexplicável quando seu cartão de crédito é aprovado nas várias lojas vibrantes e chamativas de Manhattan, Becky dribla os problemas que insistem em persegui-la com uma negação de seus próprios impulsos consumistas – movida por um otimismo inescapável e pelo companheirismo de sua melhor amiga e colega de apartamento, Suzy (Krysten Ritter).

Becky, inclusive, acredita que só precisa da oportunidade certa para mostrar seu valor, desejando mais que tudo uma vaga na famosa revista de moda Alette, podendo, então, deixar seu trabalho em uma pequena editoria de jardinagem e mostrar ao mundo para o que veio. Quando consegue uma entrevista, nossa heroína se vê realizada – isto é, até descobrir que a vaga já foi preenchida pela estonteante e esnobe Alicia (Leslie Bibb). Porém, nem tudo está perdido, e Becky consegue uma entrevista de última hora para, ironicamente, uma revista de economia supervisionada pelo charmoso e impetuoso Luke (Hugh Dancy), sendo contratada por, de alguma maneira, ter mostrado sua maneira única de enxergar a realidade e transformando-se em uma colunista cujo pseudônimo é A Garota da Echarpe Verde.

O problema é que Becky luta contra seus próprios demônios financeiros, descontrolando-se através de pequenos “prêmios” por seu trabalho duro e afirmando para si mesma que seus gastos, na verdade, são investimentos. Todavia, quando um cobrador de dívidas chamado Derek Smeath (Robert Stanton) começa a persegui-la para que ela pague a fatura de suas compulsões materialistas, Becky percebe que seu recém-encontrado porto seguro pode estar ameaçado e pode colocar em risco sua relação com as pessoas que mais ama na vida.

À época do lançamento, o longa-metragem fez um sucesso considerável de bilheteria ao arrecadar mais de US$108 milhões ao redor do planeta, mas foi massacrado por uma fraca recepção crítica – amargando meros 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e duramente criticado por exaltar o consumo desenfreado de maneira indireta. Todavia, ao olharmos de volta para esse projeto, os comentários de que o filme estaria defendendo o materialismo compulsório caem por terra quando sua ideia principal é utilizar a comédia para criticá-lo de maneira inesperada e que funciona em partes e dentro de limites autoimpostos pelo gênero em questão. Navegando pelas atribulações de uma vida profissional recém-iniciada e por obstáculos que deve enfrentar para, enfim, encontrar um merecido amadurecimento, Becky emerge como uma arquetípica protagonista de rom-coms cujo magnetismo é forte o suficiente para nos envolver em uma relação quase parassocial.

Fisher faz um ótimo trabalho em encarnar a protagonista, materializando a personalidade peculiar de Rebecca e roubando os holofotes através de figurinos característicos de sua estonteante presença – e nutrindo de uma química interessante com os outros membros do elenco, principalmente de Ritter e de John Goodman e Joan Cusack, que interpretam seus pais, Graham e Jane. E, em uma subtrama romântica que une Becky e Luke em um convencional arco, é notável a falta de química entre a atriz e Dancy (que, por sua vez, parece apagado em meio ao restante do elenco).

De certa maneira, é notável como o projeto vem à sombra de ‘O Diabo Veste Prada’, que já havia mergulhado nesse universo da moda e do jornalismo de maneira não ortodoxa, funcionando como uma outra adaptação cinematográfica que teve impacto significativo na cultura pop. Entretanto, ainda que as comparações sejam inevitáveis, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom não tem qualquer intenção de reinventar o gênero ou oferecer uma análise profunda sobre ambição e fraqueza; pelo contrário, Hogan, aliando-se ao roteiro de Tim Firth, Tracey Jackson e Kayla Alpert, oferece um entretenimento prático e dentro do que esperaríamos para uma obra assim.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Prime Video.

Emmy Awards 2025 | Conheça as séries indicadas a Melhor Comédia

Os indicados ao Emmy Awards 2025 foram divulgados recentemente – e trouxeram produções bastante aclamadas pela crítica e que também caíram nas graças do público.

E, depois de termos apresentado os nomeados à categoria de Melhor Série de Drama, chegou a hora de explorarmos uma das outras principais categorias – a de Melhor Série de Comédia. Este ano, títulos como Abbott ElementaryO EstúdioO Urso foram selecionadas para disputar pela estatueta, todas com boas chances de levar para casa o prêmio.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista apresentando as séries de comédia que foram selecionadas para a próxima edição do evento.

Confira:

ABBOTT ELEMENTARY – 4ª TEMPORADA

abbott elementary

A quarta temporada da aclamada comédia Abbott Elementary, criada e estrelada por Quinta Brunson, foca na dedicação dos professores aos seus alunos, apesar dos desafios de uma escola pública da Filadélfia. O novo ciclo acompanha os personagens principais em meio a novas dinâmicas, incluindo a demissão temporária de Ava, a breve passagem de Gregory como diretor e o romance florescente entre Janine e Gregory. A temporada também explora o impacto da construção de um campo de golfe nas proximidades na escola e os esforços dos professores para garantir financiamento e melhorar as condições.

O URSO – 4ª TEMPORADA

o urso

O Urso continuou a agradar aos fãs e apostou grande parte do sucesso de sua mais recente temporada no talento de um elenco formado pelos premiados Jeremy Allen White, Ayo Edebiri e Ebon Moss-Bachrach. Os novos episódis trazem Carmy, Sydney e Richie levando o restaurante um novo patamar, enfrentando novos desafios culinários e tomando decisões cruciais sobre o que manter e o que abrir mão. A temporada explora temas como sobrevivência, excelência e a preciosidade do tempo e dos relacionamentos, enquanto a equipe luta com o futuro do estabelecimento.

HACKS – 4ª TEMPORADA

Jean Smart é um dos maiores nomes do cenário do entretenimento e voltou a ganhar reconhecimento com a aclamada e adorada comédia Hacks. E, entrando em seu quarto ano, a série da HBO Max se mostra mais forte do que nunca e com histórias que ainda têm poder de nos cativar. Nos mais recentes episódios, a dupla formada por Ava Daniels (Hannah Einbinder) e Deborah Vance (Smart) se confrontando mais uma vez, visto que Ava, antes trabalhando para Deborah, agora responsável pelo programa de talk show da apresentadora.

NINGUÉM QUER – 1ª TEMPORADA

Já renovada para a 2ª temporada, Ninguém Quer se tornou uma grata surpresa da Netflix este ano e contou com o talento incomparável de Kristen BellAdam Brody como o casal protagonista – cada qual conquistando uma indicação às categorias de atuação do Emmy 2025. Na trama, Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida.

ONLY MURDERS IN THE BUILDING – 4ª TEMPORADA

only murders in the building

Only Murders in the Building continua a nos entreter com narrativas nonsense que trazem o melhor da comédia à tona – e que reitera seu importante status no cenário televisivo contemporâneo. A 4ª temporada coloca Steve MartinMartin ShortSelena Gomez infundidos em uma atmosfera metalinguística que leva seus personagens a Hollywood, onde uma grande companhia comprou os direitos de seu podcast para uma adpatação cinematográfica – mas as coisas saem do controle quando um novo corpo aparece e todos se tornam suspeitos.

FALANDO A REAL – 3ª TEMPORADA

A terceira temporada de Falando a Real mostra Jimmy (Jason Segel) navegando pelas consequências do luto e do perdão, concentrando-se em seguir em frente com sua vida e seus relacionamentos. O novo ciclo se aprofunda no trauma relacionado à morte de sua esposa e ao acidente que a causou, com foco especial no papel de Louis. Além disso, a temporada explora novas dinâmicas, incluindo o relacionamento de Jimmy com seu pai (interpretado por Jeff Daniels) e o retorno de sua colega de elenco Cobie Smulders. Michael J. Fox também faz seu retorno à atuação como membro convidado do elenco, explorando as conexões entre seu personagem e o de Harrison Ford, Paul.

O ESTÚDIO – 1ª TEMPORADA

the studio apple tv+

Funcionando como mais um grande acerto da Apple TV+O Estúdio’ conquistou merecidas 23 indicações ao Emmy Awards 2025, incluindo seu merecido lugar na categoria de Melhor Série de Comédia. Criada por Seth Rogen, a produção esquadrinha as hilárias controvérsias das engrenagens que regem Hollywood – seja no embate entre o que é certo e o que é mandatório, seja na tradução fabulosa e inebriante de estandartes dessa maquinaria através de incursões performáticas de tirar o fôlego. A trama acompanha um estúdio de cinema tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

O QUE FAZEMOS NAS SOMBRAS – 6ª TEMPORADA

A sexta e última temporada de O Que Fazemos nas Sombras apresenta os companheiros de quarto vampiros Nandor, Nadja, Laszlo, Colin e Guillermo, enquanto eles enfrentam novos desafios e experiências. Guillermo, tendo sido uma dessas mitológicas criaturas por um breve período, reconsidera sua vida como um familiar. Os vampiros, após um longo cochilo, percebem que não realizaram muita coisa e decidem entrar no mercado de trabalho, explorar New Hampshire, participar de um jantar humano e até mesmo conjurar um demônio. A temporada também conta com o retorno de um antigo colega de quarto, Jerry, após uma ausência de cinquenta anos.

Assista à última apresentação de Preta Gil ao lado do pai, Gilberto Gil

Neste último domingo, 20 de julho, a artista e empresária Preta Gil faleceu aos cinquenta anos de idade em virtude de complicações contra um câncer reincidente.

Há alguns meses, a cantora e compositora subiu aos palcos com o pai, o lendário Gilberto Gil, para uma tocante apresentação que se sagraria como seu último.

Confira um trecho abaixo:

Preta nasceu em 8 de agosto de 1974, no Rio de Janeiro, e sempre utilizou sua plataforma para falar de temas bastante importantes, ainda mais tendo sido uma mulher preta e bissexual. Lutando contra o racismo, a LGBTQIAfobia e a gordofobia, a artista foi fortemente influenciada pelo movimento da Tropicália, do qual o pai participou à época da Ditadura Militar brasileira.

performer fez sua estreia no cenário musical em 2003, com o lançamento de ‘Prêt-à Porter’. Desde então, lançou outros três álbuns de estúdio e eternizou canções como “Sinais de Fogo”“Relax”“Ser Diferente É Normal”“Andaraí” e muitas outras.

Preta deixa seu filho Francisco Gil, conhecido como Fran, integrante do grupo Gilsons, formado ao lado de José Gil (filho de Gilberto Gil) e João Gil (neto).

Durante a luta contra o câncer, Preta manteve os fãs atualizados por meio das redes sociais, sendo inspiração por sua franqueza, otimismo e ativismo pela saúde das mulheres. Após se curar de um tumor no intestino, a performer descobriu uma reincidência do câncer em 2024, com a aparição de dois novos tumores, uma metástase e um nódulo. Logo depois, ela informou ao público que estava em tratamento.

Preta também buscou tratamento nos Estados Unidos, tendo revelado a seus fãs que “a quimioterapia que eu fiz lá no Brasil, ela não foi tão eficaz como os médicos esperavam e eu também. Então, a gente tem que buscar alternativas em países diferentes, com tipo de estudos diferentes, ensaios diferentes, ainda não publicados ou publicados, drogas que ainda não chegaram [ao] Brasil” através de um vídeo nas redes sociais.

Além da música, Preta era figura constante na televisão, nos carnavais e na cena empresarial — fundou a Bloco da Preta, um dos maiores blocos de rua do carnaval carioca, e era reconhecida pelo apoio a causas sociais e pelos projetos voltados ao empoderamento feminino.

Cantora e apresentadora Preta Gil morre aos 50 anos

A cantora, apresentadora e empresária Preta Gil faleceu neste último domingo (20), vítima de complicações de câncer cujo tratamento foi iniciado em janeiro de 2023.

A artista, filha do músico Gilberto Gil e da empresária Sandra Gadelha, morreu aos cinquenta anos de idade. Ela também era sobrinha do cantor Caetano Veloso.

Gil nasceu em 8 de agosto de 1974, no Rio de Janeiro, e sempre utilizou sua plataforma para falar de temas bastante importantes, ainda mais tendo sido uma mulher preta e bissexual. Lutando contra o racismo, a LGBTQIAfobia e a gordofobia, a artista foi fortemente influenciada pelo movimento da Tropicália, do qual o pai participou à época da Ditadura Militar brasileira.

performer fez sua estreia no cenário musical em 2003, com o lançamento de ‘Prêt-à Porter’. Desde então, lançou outros três álbuns de estúdio e eternizou canções como “Sinais de Fogo”“Relax”“Ser Diferente É Normal”“Andaraí” e muitas outras.

Preta deixa seu filho Francisco Gil, conhecido como Fran, integrante do grupo Gilsons, formado ao lado de José Gil (filho de Gilberto Gil) e João Gil (neto).

Durante a luta contra o câncer, Preta manteve os fãs atualizados por meio das redes sociais, sendo inspiração por sua franqueza, otimismo e ativismo pela saúde das mulheres. Após se curar de um tumor no intestino, a performer descobriu uma reincidência do câncer em 2024, com a aparição de dois novos tumores, uma metástase e um nódulo. Logo depois, ela informou ao público que estava em tratamento.

Preta também buscou tratamento nos Estados Unidos, tendo revelado a seus fãs que “a quimioterapia que eu fiz lá no Brasil, ela não foi tão eficaz como os médicos esperavam e eu também. Então, a gente tem que buscar alternativas em países diferentes, com tipo de estudos diferentes, ensaios diferentes, ainda não publicados ou publicados, drogas que ainda não chegaram [ao] Brasil” através de um vídeo nas redes sociais.

Além da música, Preta era figura constante na televisão, nos carnavais e na cena empresarial — fundou a Bloco da Preta, um dos maiores blocos de rua do carnaval carioca, e era reconhecida pelo apoio a causas sociais e pelos projetos voltados ao empoderamento feminino.

Marvel planeja reescalar os X-Men após ‘Vingadores: Guerras Secretas’

Durante uma coletiva de imprensa que ocorreu nesta última sexta-feira (18), Kevin Feige, chefe da Marvel Studios, confirmou que após os eventos de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, a companhia irá reescalar os X-Men para o filme reboot dirigido por Jake Schreier (‘Thunderbolts*’) (via Variety).

Muitos dos atores que estrelaram os filmes ‘X-Men’ dos anos 2000 e 2010 irão reprisar seus respectivos papéis em ‘Vingadores: Apocalipse’, incluindo Patrick Stewart, Ian McKellen, Alan Cumming, Rebecca Romijn, James Marsden e Kelsey Grammer.

Em filmes futuros, no entanto, os atores que viverão os mutantes serão interpretados por novos atores, juntamente com mutantes que farão sua estreia nas telonas. A decisão reflete mudanças na composição dos quadrinhos da Marvel após a história ‘Guerras Secretas’, que envolveu múltiplas linhas do tempo entrando em colapso e se reconvertendo, misturando os personagens da linha do tempo principal da Marvel no processo.

“Estamos utilizando essa [história] não apenas para completar as que temos contado depois de ‘Vingadores: Ultimato’, mas também para — e você pode consultar os quadrinhos de ‘Guerras Secretas’ para saber aonde isso nos leva — ela nos prepara muito, muito para o futuro”, disse Feige. ‘Ultimato’, literalmente, era sobre finais. ‘Guerras Secretas’ é sobre começos”.

Mas Feige também teve o cuidado de não caracterizar as mudanças como um reboot. Em vez disso, o executivo disse que ‘Guerras Secretas’ servirá como uma “reinicialização” para o MCU.

“Reboot é uma palavra assustadora”, ele explicou. “Reinicialização pode significar muitas coisas para muitas pessoas. Reinicialização, linha do tempo singular — estamos pensando nessa linha”.

‘Vingadores: Apocalipse’ tem estreia marcada para o dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem lançamento agendado para 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Acapulco’: 4ª temporada da ELOGIADA comédia da Apple TV+ ganha mais um clipe inédito; Confira!

Apple TV+ divulgou mais um clipe inédito da 4ª temporada de Acapulco, elogiada série de comédia estrelada por Eugenio Derbez.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 23 de julho na plataforma de streaming.

Confira:

acapulco 4
acapulco 4
acapulco 3
acapulco 3
acapulco 2
acapulco 2
acapulco 1
acapulco 1

Lembrando que as três primeiras iterações da série já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Na mais recente temporada, é hora de reconciliar os erros do passado e novos começos emocionantes. O velho Máximo (Derbez) volta para Las Colinas que não reconhece mais. Enquanto em 1985, o jovem Maximo (Enrique Arrizon) continua sua escalada na escada do sucesso, ao mesmo tempo que coloca em risco todos os relacionamentos que ele trabalhou tanto para construir.

A série foi criada por Austin WinsbergEduardo CisnerosJason Shuman, baseada no longa-metragem ‘Como se Tornar um Conquistador’.

Camila PerezFernando CarsaRaphael AlejandroJessica CollinsRegina ReynosoRafael Cebrián e outros completam o elenco.