De acordo com uma conta do Twitter especializada em furos sobre a série, @AHSLeaks, a Twentieth Century Fox acabou de registrar o título ‘American Horror Story: Radioactive‘, o que pode ser o subtítulo/tema da próxima temporada.
O subtítulo parece colaborar com a teoria que a série apresentará algum tipo de universo pós-apocalíptico, considerando que o próprio Ryan Murphy afirmou que o próximo ano se passará “em um futuro próximo”, ou seja, será a primeira temporada a não se passar no presente ou passado.
Murphy também revelou que “não terá nada a ver com o que vimos anteriormente. Será realmente assustador”.
Sarah Paulson já está confirmada na próxima temporada.
Estreou na Netflix a primeira temporada da série original belga de terror psicológico, ‘Tabula Rasa’.
A trama narra a história de uma mulher que acaba se tornando figura-chave em um caso de desaparecimento. O problema é que ela tem amnésia e, como se não bastasse, vive em uma casa onde fenômenos peculiares começam a acontecer.
Apesar de pouco conhecida, a série foi um sucesso no canal Een, no ano passado, com uma aderência de 44% no mercado e ficou bem colocada como o melhor drama do ano no canal.
Os 9 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming. Assista ao trailer:
A diretora do inédito ‘Uma Dobra no Tempo’, Ava DuVernay foi anunciada como a diretora do projeto ‘Novos Deuses’, mais um longa em produção do universo estendido da DC. A informação é da Variety.
Nos quadrinhos, os Novos Deuses são os heróis habitantes do planeta Nova Gênese. Liderados pelo Pai Celestial, eles lutam contra os vilões do planeta-gêmeo Apokolips, cujo comandante é o temido Darkseid.
Apesar disso, ainda não há maiores informações e nem possível data de lançamento. Novidades devem sair em breve.
O próximo filme da DC será ‘Aquaman’, que estreia em 21 de dezembro de 2018.
O atorTom Hardy teve sua participação cortada de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, porém a cena foi gravada e a Lucasfilm divulgou na internet. Na cena em questão, Hardy interpreta um Stormtrooper. Assista:
Lara Croft está de volta aos cinemas com uma nova roupagem no reboot de ‘Tomb Raider’, franquia baseada nos games que teve seu primeiro filme lançado em 2001, estrelado por Angelina Jolie e dirigido porSimon West (‘Con Air – A Rota da Fuga’).
Para que um reboot seja justificável, ele precisa ser bem sucedido em pelo menos dois fatores:
1. Ser melhor que o original. 2. Trazer uma história diferente da anterior para que o cinéfilo não se sinta lesado ao pagar para assistir a mesma história novamente.
‘Tomb Raider – A Origem’ falha nesses dois fatores, e sofre do mesmo mal que assolou o recente ‘O Espetacular Homem-Aranha’.
Ao invés de Angelina Jolie, agora temos a talentosa Alicia Vikander no papel da aventureira Lara Croft, cujo pai milionário desaparece durante uma expedição arqueológica e ela precisa se criar sozinha. Ao invés de aproveitar a fortuna deixada pelo pai, Croft prefere se virar sozinha lutando boxe e trabalhando como entregadora de comidas em uma bicicleta – o que tenta justificar porque ela é tão forte.
Toda a sensualidade da personagem é deixada de lado, e agora temos uma Lara que parece aquela amiga viciada em Crossfit que adora uma aventura e se meter em enrascadas.
Além de sugar trechos do roteiro do filme original, de 2001, esse novo filme também suga todo o visual do game em que ele se baseia. Quando a personagem está caindo, você procura o controle do console para apertar x, x, x, mas lembra que o comando está nas mãos do diretor do filme, o norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’).
O maior problema do filme está em se levar a sério demais, enquanto entrega cenas ilógicas da heroína pulando um buraco de 10 metros de largura ou se jogando de um rio na asa de um avião. Se o filme tenta mostrar que Lara é uma mulher comum, porque dar super-poderes a ela quando se faz necessário pelo roteiro?
A direção deRoar Uthaug é prejudicada por um filme visualmente poluído e com uma direção de arte sofrida: Os sets parecem ter sido feitos de plástico e isopor, e em algumas cenas importantes do filme isso se torna bastante visível, com cenas confusas e picotadas. As cenas de ação são escassas, mas quando elas acontecem são um festival de CGI que lembram bastante o jogo.
Vikandar entrega o seu melhor como a protagonista, mas ainda deixa aquela sensação de saudade da Angelina Jolie e sua protagonista forte e sensual. Sua protagonista mais humana também é mais rasa e superficial, entregando diálogos insossos que são salvos pelo carisma da atriz. Dá vontade de ser melhor amigo dela, mas não dá vontade de acompanhar as aventuras dela nas telonas.
O elenco de apoio também não ajuda: Dominic West está totalmente canastrão e tem alguns diálogos risíveis, e o vilão vivido por Walton Goggins é o mais caricato possível.
O filme se salva pelos seus 10 minutos finais, quando a ação finalmente engata e a história avança, mostrando pra gente que as duas horas de filme que havíamos assistido era, na verdade, um grande trailer do que está por vir na sequência. Mas até lá, a gente já está cansado de tanta exploração (literalmente).
Com menos ação, um roteiro mais raso e personagens genéricos e desinteressantes, ‘Tomb Raider – A Origem’ é mais um reboot que não precisava existir.
Aconteceu algo inusitado na noite da última quarta-feira (14) no programa Dancing Brasil, onde apresentadora Xuxa resolveu fazer uma performance inspirada no seriado ‘Game of Thrones’.
Com direito a Khal Drogo e até mesmo o Trono de Ferro, a apresentadora se vestiu de Daenerys para fazer uma super apresentação de dança. E claro, se tratando da Rainha dos Baixinhos, o resultado não poderia ter sido mais hilário. Assista:
O ilustrador Andy Park, que já trabalhou com o Marvel Studios por um tempo, postou em seu Instagram um belíssimo pôster inédito de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, que foi feito exclusivamente para os membros da equipe de produção. Confira a arte:
Uma publicação compartilhada por Andy Park (@andyparkart) em
James Gunn adora esconder easter eggs em seus filmes, e dessa vez parece que um importante passou despercebido por todos. Trata-se da origem do amado Rocket Raccoon. Segundo Gunn, sua história está escondida em algum lugar de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’.
“Acredite ou não, se você for realmente muito, muito esperto isso esta escondido em algum lugar do Vol. 2”
E aí, vocês descobriram esse easter egg? Conte para nós nos comentários!
O diretor também disponibilizou o roteiro completo em inglês de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ de graça na internet. Confira (com link para a leitura!):
As promised, the Guardians of the Galaxy Vol. 2 script is now online. Read it here for free: http://t.co/xXGha4EhMH
O link para a leitura das 140 páginas se encontra aqui.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ estreou no dia 27 de abril. O terceiro filme, que também será dirigido por James Gunn, ainda não tem data de estreia definida.
‘Logan‘ se tornou um fenômeno de críticas e bilheterias, arrecadando mais de US$ 616 milhões mundialmente. E, apesar da saída de Hugh Jackman, a Fox já tem planos de continuar a franquia.
E candidatos para substituir o insubstituívelHugh Jackman não faltam.
Recentemente, o ator Scott Eastwood revelou que gostaria de interpretar o Wolverine nos cinemas. Pensando nisso, o artista BossLogic criou uma arte incrível mostrando como ficaria o ator no papel do herói. Confira:
Em uma nova entrevista ao Screen Rant, o ator mencionou que o personagem é seu favorito nos quadrinhos:
“Cara, eu adoro o Wolverine. Ele é um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos. É um renegado muito intimidante. É imprevisível, não segue regras… É o tipo de personagem que gosto”
Então, ao ser perguntada se viveria o personagem nos cinemas ele soltou um: “Com certeza!”
Kristen Stewart entrou para o elenco do suspense ‘Against All Enemies’, onde interpretará a atriz Jean Seberg. As informações são do Hollywood Reporter.
O filme será comandado por Benedict Andrews, o diretor de ‘Una’, e acompanha um jovem agente que será o responsável por investigar Seberg depois que a atriz se envolveu no movimento dos direitos civis em Los Angeles, na década de 1960.
Todos conhecemos ao menos as mais básicas histórias da bíblia. No cinema, elas já renderam verdadeiros clássicos Oscarizados, vide Os Dez Mandamentos (1956). Dentre todos os textos tidos como sagrados, o mais famoso segue sendo a história de Jesus Cristo, o homem que se sacrificou na cruz pelos nossos pecados e cujos ensinamentos sobre o amor, a irmandade e o bem, seguimos até hoje. É fácil compreender que Jesus foi o socialista mais amado de todos os tempos e que sua palavra nos dias de hoje vêm perdendo cada vez mais a força para a intolerância, o individualismo e o falso sentimento de bondade que toma conta um pouquinho de todos nós.
A história de Jesus também já rendeu diversos filmes memoráveis ao longo da existência do cinema, e os melhores são justamente os que se atrevem a sair do convencional, a ousar, a mostrar um lado humano desta figura, suas falhas e questionamentos. São justamente essas obras também que tendem a deixar em fervor os fanáticos religiosos, que têm um único conceito santificado e imaculado da figura bíblica. Não que tais filmes, vide A Última Tentação de Cristo(1988), de Martin Scorsese, ou A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson, queiram diminuir a importância de Jesus, ou desmerecer a fé depositada e imutável nele, mas sim trazer sua história para um nível maior de veracidade, tentando se aproximar do que verdadeiramente deve ter sido.
Chegando nesta esteira, Maria Madalena é a nova produção bíblica com um elenco e equipe técnica renomados, e uma proposta verdadeiramente única. Escrito por duas mulheres, as roteiristas Helen Edmundson e Philippa Goslett (How to Talk to Girls at Parties), a ideia por trás do longa é não apenas apresentar estes eventos históricos sob a ótica da mulher que acompanhou tudo de perto, como também modificar de uma vez por todas a imagem da mesma perante o mundo. E pensar que demorou apenas algumas dezenas de séculos – taxada de prostituta por volta do ano 500 por um Papa, foi oficialmente reconhecida pelo Vaticano em 2016.
Quem topa a empreitada ao lado da dupla de escritoras é o jovem cineasta australiano Garth Davis, cujo primeiro esforço dirigindo longas rendeu seis indicações ao Oscar – com Lion: Uma Jornada para Casa. Davis retorna numa produção de prestígio, esta num aspecto mais intimista, apesar de se tratar de uma trama grandiosa. Parte do brilho está na escolha do elenco de peso, que traz Rooney Mara (duas vezes indicada ao Oscar), Joaquin Phoenix (três vezes indicado ao Oscar), Chiwetel Ejiofor (indicado ao Oscar) e Tahar Rahim (um dos jovens atores franceses do momento).
No filme, Maria Madalena (Rooney Mara) é a primeira feminista de que se tem notícia, ao ir contra os ideais e planos traçados para ela por sua família. Um deles é o casamento arranjado, já que naquela época (diabos, foi assim até ontem – e em muitos lugares ainda é) este era o propósito da mulher: se casar e respeitar seu marido. Bem, não para ela, que tinha outras aspirações para sua vida. E se ainda é difícil ir contra o que a sociedade espera de você atualmente, imagina numa época na qual não se tinha precedentes de tal insurreição. Ao se desvencilhar dos laços considerados nocivos por ela, Madalena busca achar sua verdadeira alma, seu espírito, e a encontra com um grupo liderado pelo profeta Jesus, papel de seu namorado na vida real, Joaquin Phoenix. Dentre os seguidores, Pedro (Ejiofor) e Judas (Rahim).
As atuações são vigorosas, e o quarteto principal interpreta como se buscasse prêmio no Oscar. Phoenix talvez o mais chamativo, com uma performance metódica, na qual Jesus usa uma voz arrastada e rouca, dominada por uma serenidade pouco vista no ator em sua carreira. Ejiofor é explosão como o apóstolo questionador, e Rahim traz doçura não imaginada para um obcecado Judas – que deseja ver os milagres prometidos por seu messias a todo custo. Já Mara faz o que sabe muito bem, o retrato de uma mulher fragilizada, mas imponente e incisiva – vide seus trabalhos em filmes como Carol(2015) e Una (2016).
Maria Madalenaé uma das abordagens mais humanas e atuais da maior história de todos os tempos. Apesar da relevância do tema, ao colocar Madalena em primeiro plano, limpando sua imagem (antes tida meramente como prostituta), o longa se distancia de certas polêmicas, como mostrar o relacionamento entre Jesus e a protagonista (focado na obra de Scorsese, por exemplo, ou em O Código Da Vinci) como carnal, além de espiritual, e não se desfazer por completo dos milagres de Cristo, assim santificando sua imagem.
O longa ainda marca o último trabalho do compositor Jóhann Jóhannsson (usual colaborador de Denis Villeneuve – de filmes como Sicario e A Chegada), falecido no último dia 9 de fevereiro.
Maria Madalena foi exibido para a imprensa no dia 8 de março, o dia internacional da mulher, e sinceramente não poderia ter sido em data melhor – ou filme melhor para ocupar a vaga. Acima de tudo, a obra chega para desfazer uma das maiores injustiças da humanidade, e numa era onde fala-se mais do que nunca sobre a igualdade da mulher, a única apóstola, e a mais importante dentre os seguidores de Jesus, demorou, mas finalmente foi reconhecida. E que assim como esta, outras vidas femininas varridas para debaixo dos panos sejam trazidas à tona.
O site Comic Book divulgou os novos cartazes nacionais de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’. Confira:
Confira também uma nova arte promocional de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’, que mostra os personagens com visuais novos em fotos inéditas. Confira:
A Disney divulgou o primeiro trailer completo do aguardado ‘Han Solo: Uma História Star Wars’, junto com novos pôsteres individuais dos personagens. Confira:
A Disneydivulgou a sinopse de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ em que ressalta os perigos que os personagens irão enfrentar desbravando a galáxia. Confira:
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“
“É semelhante com ‘Capitão América: Soldado Invernal’ e ‘Capitão América: Guerra Civil’. Esses dois filmes também se relacionam, tem uma linha narrativa que os conecta, mas ao mesmo tempo há uma independência em termos da experiência e para onde a história está avançando. Não será uma relação de parte I e II”
Ou seja, por mais que as histórias estejam interligadas, cada filme será individual. Isso desmente os rumores de que ambos os filmes seriam parte 1 e 2.
“Pelo que sei, já se passaram dois ou três anos desde a última vez que vimos esses personagens em ‘Guerra Civil’. Eles são parte dos esforços de uma unidade contra terrorismo, mas sem chamar atenção, o que é grande quando você faz parte dessas missões sem qualquer apoio do governo e tudo mais. Você não tem nem o apoio do público em geral. Está correndo perigo, tentando fazer o que acredita que é melhor para o bem de todos, mas não tem ninguém para guiá-los”
Recentemente, o site LRM confirmou que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ terá 2 horas e 36 minutos de duração, como sugeriram as primeiras informações da rede de cinemas AMC e do Fandango.
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Baseado na história real dos primeiros soldados das Forças Especiais a pisarem no Afeganistão após os ataques terroristas em Nova York, nas Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001. Dezessete anos depois, num mundo totalmente diferente, com diversas outras conotações trazidas à mesa, é curioso ver como se comporta um filme como 12 Heróis.
À primeira vista tendo como único propósito de sua existência a exaltação do sentimento exacerbado de patriotismo norte-americano, 12 Heróis poderá pegar muitos de surpresa ao trabalhar estas e outras questões com bastante honestidade e, sim, por que não, humanidade.
Sim, este ainda é um filme de machões. Um filme com soldados armados até os dentes, com o único propósito de exterminar os inimigos. Dentre os quais, o protagonista vivido por Chris ‘Thor’ Hemsworth está aborrecido por não poder voltar ao combate e ver ação de perto – quem sabe pisar em alguns crânios. Bem, ironias à parte, isso é o que soldados fazem – está implícito em sua definição e compreendo que é mais do que injusto um civil como eu tentar captar tal sentimento – é impossível.
Por outro lado, encontramos o grandalhão em um momento mais tenro, ao lado da família, da esposa e filha pequena. Curiosamente, sua companheira é interpretada pela mesma da vida real, a espanhola Elsa Pataky – na primeira colaboração dos pombinhos frente às câmeras.
O lance com 12 Heróis é que, primeiro, ele se comporta no meio termo entre algo um pouco mais sério e embasado, como A Hora Mais Escura (2012), por exemplo, aonde a política de bastidores não está tão distante da realidade, sobrando alfinetadas para eles mesmos; e Rambo III(1988), no qual Stallone se uniu aos guerrilheiros do Afeganistão com objetivo de libertar o povo dos malvados soviéticos. No quesito, sobram explosões, tiros e cenas de ação a cavalo – sim, igual ao filme do cabeludo musculoso de faixa vermelha na cabeça, pouco mudou nessas décadas, já que o país é todo constituído de rochas, montanhas e cavernas. Aqui, a pirotecnia exagerada e incrível chega inclusive a cansar, com cenas repetitivas – apesar da exímia edição.
O texto dos tarimbados Ted Tally (O Silêncio dos Inocentes) e Peter Craig (Atração Perigosa) não faz por menos e se equilibra bem na tênue linha, conseguindo subverter o esperado, entregando um discurso lúcido e imparcial na medida certa. Por exemplo, um líder revolucionário (Navid Negahban), o General Dostum, é quem ciceroneia os soldados americanos para derrubar o Talibã presente na região. Ele tem outra agenda, assim como os americanos, e também o outro líder guerreiro com o qual os EUA trataram de fazer acordo caso este não dê resultado. Tais notas de esperteza no texto dão a pitada certa de cinismo, sem que se crie uma visão 100% inocente dos envolvidos.
Michael Shannon e Michael Peña completam o elenco principal e entregam sólidas performances – já esperadas. Shannon é o braço direito do líder americano (Hemsworth) e tira bastante humor de suas cenas, enquanto Peña é o truculento ranzinza que irá se modificar em seu arco. A direção é do dinamarquês Nicolai Fuglsig, um estreante (vamos colocar assim, já que só tem outro trabalho assinado na direção, e bem desconhecido) com uma mão competentíssima para as transições de humor (tensão, leveza, drama), timing cômico e, obviamente, ação.
Para termos uma ideia do que nos espera em 12 Heróis, é só lembrar dos filmes do Capitão América, da Marvel, em especial o primeiro (2011) e o segundo (2014), sobre os quais todos estavam inseguros por se tratar de um personagem que usa como uniforme a bandeira de um país que não estava em seu melhor momento de popularidade. Imagine agora. Porém, assim como a superprodução de super-herói, este drama de guerra deu um jeito de reverter o quadro, se tornando acessível e crítico o suficiente. Tudo que precisamos fazer é dar uma chance e não julgar o livro pela capa.
Em nota final, 12 Heróis é uma homenagem melhor estruturada e de resultado mais satisfatório do que, digamos, o recente novo trabalho do veterano Clint Eastwood, 15h17 – Trem para Paris, que igualmente serve de carta de amor a militares heroicos.
Apesar da Blumhouse ainda não ter anunciado oficialmente uma sequência para ‘A Morte te dá Parabéns‘, parece que ela virá mais cedo do que todos nós esperávamos. De acordo com o Geek Vibes Nation, o anúncio do começo das filmagens foi postado no site Production Weekly. Eles disseram, “parece que a sequência de ‘A Morte te Dá Parabéns’ começará a ser filmada no dia 14 de Maio, em Nova Orleans.”
Na listagem, o título de trabalho usado tem sido ‘Foe Paw‘. Christopher Landon voltará a escrever e dirigir. Jason Blum irá produzir.
O suspense se tornou um fenômeno nas bilheterias, e arrecadou ótimos US$ 115 milhões mundialmente – com um orçamento de apenas US$ 5 milhões.
Em entrevista ao Collider, a atrizJessica Rotherevelou que adoraria retornar como Tree Gelbman, e que o diretor Christopher Landon já tem uma ideia para a sequência.
“Vai ser ótimo retornar. Eu gosto da ideia porque muitas vezes com filmes de terror, quando eles fazem uma sequência, é quase uma repetição, com atores diferentes e argumentos ligeiramente distintos. Mas funcionou, então você faz o mesmo novamente. Chris teve uma ideia incrível, que trará mais terror para a sequência. Não só terror: comédia, drama e romance. É tipo De Volta Para o Futuro: a sequência começa de onde o primeiro parou, explica muitas coisas do primeiro que não foram explicadas, e eleva tudo a outro nível”.
O filme chega aos cinemas no final do mês de março, mas o novo sci-fi de Steven Spielberg já teve sua exibição prévia no festival South by Southwest e as primeiras impressões são realmente positivas.
Elogiado por suas emblemáticas referências, a adaptação conquistou a crítica especializada por ter os aspectos mais clássicos dos filmes do diretor.
E para te preparar para o que vem por aí, separamos os principais tweets dos críticos norte-americanos que tiveram a oportunidade de conferir a obra em primeira mão.
Confira:
#ReadyPlayerOne is classic Steven Spielberg. It’s got the references, the ferocious effects and the great ‘80s soundtrack, sure, but also the charm, the heart, the humor and a fantastic Alan Silvestri score. I loved it & so did this #SXSW crowd. Be excited for it! pic.twitter.com/xwPOGwXDxd
“Jogador Nº 1 é um clássico Steven Spielberg. Tem as referências, os efeitos ferozes e a trilha sonora incrível dos anos 80, além do charme, do coração, do humor e da fantástica trilha de Alan Silvestri. Eu amei, assim como a multidão do SXSW. Fique animado com o filme!
READY PLAYER ONE feels like Spielberg watched a ton of Luc Besson movies and decided to outdo them. In terms of pure spectacle, it’s the most astonishing thing he’s done. Never underestimate Steve. #SXSW
“Jogador Nº 1 parece que Spielberg assistiu vários filmes de Luc Besson e decidiu superá-los. Em termos de puro espetáculo, é a coisa mais incrível que ele já fez. Nunca subestime Steve”.
So yeah, I LOVED Ready Player One. It’s perhaps the geekiest movie ever made. So so so happy right now!
“Bem, relaxem todos, Jogador Nº 1 será, de fato, a maior coisa no mundo”.
READY PLAYER ONE: So so so much movie. Sometimes too much but what I kept thinking over and over again was “my kids are gonna LOVE THIS.” It is joyous and thrilling for the people who it’s designed to joy and thrill.
“Jogador Nº 1: Esse filme é tanto, tanto, tanto. Às vezes é até demais, mas o que eu ficava pensando o tempo todo era ‘meus filhos vão AMÁ-LO’. É alegre e empolgante para aquelas pessoas destinadas à alegria e à empolgarão”.
READY PLAYER ONE is a big Trapper-Keeper stuffed full of smiles, Adventure, and heart.
“Mark Rylance pode brilhar em, literalmente, qualquer coisa. É isso que vou dizer”.
READY PLAYER ONE: Good lord I was wrong about this one. It’s oodles of fun and kind of the antithesis of Cline’s novel in terms of its quality. References weren’t too cloying for me, but I was so close I couldn’t pick out too much. #sxsw
“Jogador Nº 1: Senhor amado, eu estava errado em relação a esse aqui. Tem um montão de diversão e é meio que a antítese do livro de Cline, em termos de sua qualidade. As referências não foram muito enjoativas para mim, mas eu estava tão perto disso, que eu não consegui identificar muito”.
“Literalmente minha cara durante cada segundo de Jogador Nº 1″.
#ReadyPlayerOne posits a corporate big wig who exploits fan culture for profit as its villain. The irony of that is giving me a headache. This is no love letter to pop culture. It’s a crass play to nostalgia; it offers nothing new or exciting.
“Jogador Nº 1 propõe uma grande peruca corporativa que explora a cultura dos fãs para o lucro como sua vilã. A ironia disso está me dando dor de cabeça. Isso não é uma carta de amor à cultura POP. É uma rude brincadeira com a nostalgia; não oferece nada novo ou empolgante”.
De acordo com os analistas de bilheterias do Box Office Pro, a fantasia ‘Jogador Nº 1’ deverá arrecadar cerca de US$ 54 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA, se consolidando como uma das melhores estreias de Steven Spielberg em anos.
Estão no elenco: Mark Rylance, que viverá James Donovan Halliday; Tye Sheridan, que viverá o protagonista Wade Watts; Olivia Cooke (‘Bates Motel’) como Artemis, avatar que a personagem Samantha Cook escolhe no do jogo Oasis; e Simon Peggcomo o cocriador da Oasis, Orgen Morrow.
Na trama, o ano é 2044 e, como o resto da humanidade, o protagonista Wade Watts prefere mil vezes o jogo do OASIS do que o mundo real. Ele garante que esconde as peças de um diabólico quebra-cabeça cuja resolução leva à riqueza incalculável. A chave para o quebra-cabeça são baseadas na cultura do final do século XX e, por anos, milhões de seres humanos têm tentado encontrá-los, sem sucesso.
De repente, Wade consegue resolver o quebra-cabeça e ganha o prêmio, e, posteriormente, deve competir contra milhares de jogadores para conseguir o troféu. A única maneira de sobreviver é ganhar, mas para isso terá que abandonar sua existência virtual e lidar com a vida e o amor no mundo real, que sempre tentou fugir.
Zak Penn escreveu o roteiro do filme, que tem estreia prevista para 29 de Março de 2018.
‘Vingadores 4’ está marcado para chegar aos cinemas em 2 de maio de 2019.
Enquanto isso, a consagrado ator Samuel L. Jackson publicou em seu Instagram uma foto no mínimo curiosa dos bastidores de ‘Capitã Marvel’. Na imagem, podemos ver que está sendo feito uma espécie de molde para o provável uso de efeitos especiais posteriormente. O que será que vem por aí? Confira:
O produtor Kevin Feige contou em entrevista à EW que esse filme e outros filmes de ação dos anos 1990 estão servindo de inspiração para ‘Capitã Marvel’.
“Não tem como ficar mais icônico que ‘O Exterminador do Futuro 2’. Cara, são lutas no nível da rua, perseguições, coisas divertidas desse tipo que sumiram quando chegamos no cinema de ação dos anos 2000”
Enquanto isso, os fãs de ‘Capitã Marvel’ podem esperar uma adaptação dos quadrinhos bem divertida, que vai mesclar ação com comédia. Pelo menos é o que uma das roteiristas do filme, Geneva Robertson-Dworet, revelou.
Em uma entrevista ao site Entertainment Weekly, Geneva pontuou o tom que a produção seguirá:
“‘Capitã Marvel’ tem um tom bem engraçado e está mais para um filme de ação-comédia, mais ou menos aquilo que conversávamos quando começamos a desenhar o primeiro rascunho de ‘Tomb Raider’…mas diferente deste, o tom cômico permaneceu na adaptação da Marvel. Eu amo personagens femininas que sejam engraçadas e como ‘Tomb Raider’ acabou ficando com um tom mais sério, eu me comprometi com a ideia de fazer ‘Capitã Marvel’ hilária”.
Apesar dos vários projetos atualmente em desenvolvimento da DC Comics, parece que mais um está vindo por aí! De acordo com o IGN, a Warner está considerando fazer um filme sobre o Gavião Negro e a Mulher-Gavião.
Jeremy Conrad, um dos editores do IGN, disse que “os rumores são fortes nos bastidores da Warner”. Não muito depois, o repórter Umberto Gonzalez reforçou o rumor em seu twitter.
Curiosamente, há uma especulação que ambos os personagens apareceriam em ‘Liga da Justiça‘. Recentemente, os personagens já haviam aparecido na série ‘Legends of Tomorrow‘, do canal CW, tornando-se parte do Arrowverse.
‘O Grito‘ traz a arrepiante história de Karen (Sarah Michelle Gellar), uma assistente social que, depois de visitar uma estranha casa amaldiçoada após assassinatos ocorridos em um momento de terror, vê sua viva virar de cabeça para baixo. Ela tenta resolver o mistério por trás da maldição, que cresce e se altera de acordo com suas vítimas. É uma cadeia de horror que não perdoa ninguém.
A versão americana de ‘O Grito‘ rendeu duas continuações. Ainda não há data de estreia para o filme.
‘Pantera Negra’ vem quebrando recordes atrás de recordes desde a sua estreia nos cinemas. Aclamado pela crítica especializada e pelo público, o novo filme da Marvel Studios conquistou (até agora!) cerca de US$ 1,1 bilhão em bilheteria mundial, se consolidando como uma das 20 maiores bilheterias de todos os tempos.
O longa do Rei de Wakanda ultrapassou filmes como ‘Toy Story 3’ (US$ 1,06 bilhão), ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (US$ 1,08 bilhão) e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1’ (US$ 960 milhões).
Parece que nem mesma a estreia do novo filme da Lara Croft pode bater a bilheteria do filme.
De acordo com novas previsões do Deadline, ‘Tomb Raider: A Origem’ não conseguirá tirar ‘Pantera Negra’ do primeiro lugar em seu primeiro final de semana nos Estados Unidos.
Será a 5ª semana consecutiva de dominação do filme da Marvel, que tem previsão de US$ 27 milhões de arrecadação para o próximo fim de semana, se aproximando assim dos US$ 1.15 bilhão mundialmente.
Já a nova adaptação do jogo pela Warner Bros., deve arrecadar meros US$ 25 milhões em sua estreia, muito abaixo do esperado para a produção de alto orçamento estrelada por Alicia Vikander.
Um dos principais lançamentos do ano, ‘Tomb Raider: A Origem’, conquistou (até agora!) 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. A nova adaptação dos jogos está dividindo a opinião dos críticos.
A porcentagem baseada em 99 avaliações computadas, sendo 48 positivas e 51 negativas. A nota média no famoso agregador é de 5.2, enquanto no Metacritic, outro conceituado site norte-americano, aparece com 47/100.
Confira a crítica em vídeo feita pelo redator-chefe Renato Marafon:
E confira também algumas reações dos críticos internacionais:
Rohan Naahar, do Hindustan Times:
“A ação é editada e picotada, e depende excessivamente do CGI para partes mais ambiciosas de qualquer tipo de ameaça”.
Rashid Irani, Hindustan Times:
“Angelina Jolie deve estar com um pouco de inveja da Lara Croft da Alicia Vikander. Dito isto, o filme parece um aperto de mão precoce quando deveria ser um caloroso abraço.”.
James Marsh, South China Morning Post:
“A pegada mais realista de Vikander até que é boa, mas é rasa e traz a cansativa relação pai e filha”.
Devesh Sharm, Filmfare:
“Vikander é realmente uma sucessora digna de Jolie. Vamos esperar que a franquia aproveite ao máximo os talentos dramáticos e atléticos da atriz no futuro.”
Neil Soans, The Times of India:
“Repleto de perseguições, acrobacias e efeitos caseiros e totalmente desprovido de intensidade”.
Vale lembrar que ‘Tomb Raider: A Origem‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.
No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.