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Madonna foi um PESADELO durante as filmagens desta comédia clássica; Saiba o que aconteceu!

Recentemente, trouxemos aqui no CinePOP uma matéria relembrando Uma Equipe Muito Especial, produção muito querida da década de 1990, que este ano está completando 30 anos de seu lançamento. A proposta do filme vai muito além de ser uma comédia dramática de entretenimento focada no baseball. O longa é importante devido à sua mensagem de empoderamento feminino, trazendo a mulher ao foco de sua narrativa numa história de sororidade e superação. Esse ano, Uma Equipe Muito Especial voltou à tona, não apenas por seu aniversário de trinta anos, mas também porque como forma de celebrar, a Amazon finalmente irá tirar do papel a tão aguardada nova versão da história, trazendo para jogo uma novidade: a representatividade racial, com jogadoras negras no elenco – elemento ausente do original.

Leia também: ‘Uma Equipe Muito Especial’ | Relembre o Clássico dos anos 90 que Completa 30 Anos e vai virar série na Amazon

Dirigido pela saudosa Penny Marshall, uma fã ávida do esporte, o filme nasceu de uma ideia da própria diretora após assistir a um documentário feito por um canal de TV sobre a criação e os primórdios da Liga Feminina de Baseball Americana. Protagonizado por grandes nomes como Geena Davis, Tom Hanks e Madonna, o filme narra a história das mulheres convocadas para substituir os homens durante a década de 1940. Era a época da Segunda Guerra Mundial, e os homens haviam sido alistados para lutar no conflito. E como o povo precisava de entretenimento nesse momento tão difícil, os dirigentes de famosos times trataram de escalar as mulheres (que não teriam a vida fácil dentro do esporte – sofrendo diversas humilhações) para jogar e fazer o baseball prosperar.

Uma Equipe Muito Especial’ faz 30 anos em 2022. O clássico querido só cresce em importância com o tempo.

O filme foi um sucesso de crítica e público, conseguindo se manter relevante após essas três décadas – permanecendo também nas mentes e corações dos fãs. Porém, nem sempre o que vemos em tela reflete seus bastidores e muitas vezes filmes queridos pelos fãs se mostram um verdadeiro pesadelo de bastidores para os seus realizadores. E Uma Equipe Muito Especial conta pelo menos com um elemento que fez a vida de todos ao redor mais difícil: a material girl Madonna. Notória bad girl da vida real, a estrela da música foi casada nos anos 80 com o problemático Sean Penn e com ele viveu um dos relacionamentos mais conturbados da época, que era um verdadeiro paraíso para os tabloides e paparazzo. Reza a lenda que durante um réveillon, Penn teria deixado a cantora amarrada com cordas chamando socorro. Os dois lançaram um filme juntos, Surpresa de Shanghai (1986), uma aventura cômica passada na década de 1930, que se tornou um fracasso retumbante e abalou ainda mais o relacionamento dos astros.

Então com 34 aninhos, Madonna foi uma presença, digamos, não muito positiva nos bastidores de Uma Equipe Muito Especial. Para começar, a musa pop foi o motivo da saída da protagonista originalmente planejada do projeto. Debra Winger, atriz que já tinha duas indicações ao Oscar (pelos dramas famosos A Força do Destino e Laços de Ternura), treinou baseball durante meses a fim de exibir uma performance convincente como Dottie. No entanto, assim que a Columbia (Sony) e a diretora Penny Marshall contrataram Madonna para o papel de Mae ‘All the Way’, a jogadora atrevida do grupo, Winger desistiu da produção. Segundo a atriz, a presença da cantora no filme tiraria a seriedade que ela achava que o longa merecia. De acordo com Winger, o estúdio estava atrás de uma “aventura com Elvis”, fazendo referência aos musicais leves e açucarados que o astro da música costumava protagonizar.

Então uma estrela badalada em Hollywood, e indicada a dois Oscar, Debra Winger desisitu do filme por causa de Madonna.

E realmente todos os críticos da época concordaram que a presença de Madonna no filme foi meramente uma manobra do estúdio para vender mais ingressos e encher os cinemas. Não por acaso, Madonna ainda escreveu e performou a música tema do filme, ‘This Used to be my Playground’, pela qual recebeu indicação ao Globo de Ouro.

Mas não foi só Debra Winger quem se incomodou com a presença da diva pop no filme. É muito reportado que Madonna estava se sentindo miserável durante as filmagens do longa, já que teve que abandonar as badalações de cidades como Los Angeles e Nova York, e se enfiar no interior, no “meio do nada”, em cidades como Huntingburg e Evansville, ambas no Estado de Indiana. Apesar de parte do filme ter sido gravado também em Chicago. Em uma carta (ainda não existia WhatsApp) escrita a um amigo, o fotógrafo Steven Maisel, Madonna revelou seu estado mental durante as filmagens. Nas palavras da própria: “Eu não poderia sofrer mais do que eu sofri no último mês, aprendendo a jogar baseball com um bando de garotas (irgh) em Chicago (irgh duplo). Eu estou bronzeada, eu fico suja o dia inteiro e eu quase não tenho usado maquiagem. Laverne (se referindo à diretora Penny Marshall, que atuou como atriz na década de 1970 com o seriado Laverne & Shirley), Geena Davis é uma boneca Barbie, e quando Deus decidiu onde os homens bonitos iriam morar no mundo, Ele não escolheu Chicago. Eu fiz algumas amigas, mas elas são atletas e não atrizes. Elas não possuem nada de extravagante. Eu queria poder ir à Nova York”.

A material girl Madonna sentiu falta de seu estilo de vida durante as filmagens de ‘Uma Equipe Muito Especial’.

A carta tornada pública, mostra muito do sentimento da atriz e cantora em relação à produção, inclusive à diretora e à colega de elenco Geena Davis, que havia acabado de sair de uma indicação ao Oscar por Thelma & Louise (1991). Madonna havia saído do sucesso de Dick Tracy (1990), para o qual igualmente trabalhou na trilha sonora. Entre uma superprodução e outra, a estrela pop estreou o documentário Na Cama com Madonna (1991) e uma rápida participação no filme noir de Woody Allen, Neblina e Sombras (1991). No fim do mesmo ano de Uma Equipe Muito Especial, Madonna voltaria a ser ousada, com Corpo em Evidência, sua própria versão de Instinto Selvagem, repleta de sexo.

Ao se sentir pouco à vontade e alegre, Madonna trataria de fazer com que as pessoas ao seu redor se sentissem da mesma forma. Segundo relatos, na cidade de Evansville, Indiana, onde grande parte do filme foi rodado para as cenas dos jogos da World Series, Madonna teria sido tão desagradável e rude com os cidadãos, os funcionários do hotel e dos restaurantes, e outros locais, que sua reputação segue manchada por lá até hoje. E a estrela não esconde sua falta de apreço pelo local, falando mal da cidade em entrevistas.

Madonna não se preocupou em ser agradável com os fãs e a população das pequenas cidades durante os bastidores.

O ranço de Madonna não terminava por aí. Durante as filmagens dos jogos da World Series, os astros do filme revezavam para fazer shows a fim de entreter os figurantes, que nem mesmo recebiam cachês. Assim, Tom Hanks, que vive o técnico das meninas no filme, fazia apresentações de marionetes, enquanto Rosie O’Donnell se apresentava com seu show de stand-up comedy. Mas Madonna, no seu “bom humor” durante o período se recusava a se unir aos “mortais” e entreter as massas de graça. Assim, vários atores fingiram ser Madonna e cantaram suas músicas para os fãs, já que a verdadeira se recusou.

O estrelismo de Madonna ainda levaria a uma gozação do ator Jon Lovitz, que no filme interpreta o olheiro Ernie Capadino. Quando Lovitz soube que a material girl estava usando um nome falso para ficar hospedada no hotel designado pela produção, resolveu entrar na brincadeira e criar um nome ridículo também para os registros do estabelecimento. O nome escolhido pelo ator “Edna Poo-a-dee-doo”.

A humorista Rosie O’Donnell também é uma das figuras importantes em Uma Equipe Muito Especial. O filme marcou sua estreia no cinema e depois a comediante seguiria para longas famosos como Sintonia de Amor (1993), Uma Nova Tocaia (1993) e Os Flintstones – O Filme (1994), onde interpretaria Betty Rubble. Em Uma Equipe Muito Especial, O’Donnell vive Doris, a amiga da personagem de Madonna. De início, a personagem seria parecida com a da cantora, ou seja, uma mulher sexy e com menos tempo de tela. Quando O’Donnell foi contratada, sua personagem mudou e ganhou mais destaque.

Apesar da falta de simpatia, a cantora ganhou sua própria boneca do filme.

Tirando um pouco da má fama de Madonna durante a produção de Uma Equipe Muito Especial, está a amizade desenvolvida entre a estrela e a humorista Rosie O’Donnell. A comediante estava nervosa em conhecer a musa pop, mas as duas terminaram se entrosando de forma rápida e intensa. E se tem alguém nos bastidores do longa para falar bem da cantora, esse alguém é definitivamente Rosie O’Donnell. As duas continuam grandes amigas até hoje.

Madonna se dedicou muito e trabalhou tanto quanto as demais atrizes para atingir o seu melhor jogando baseball. E isso é um fato reconhecido pela equipe. Fora isso, a estrela ainda desenvolveu um forte sotaque Nova Yorkino para sua personagem no filme, embora seja originalmente nascida e criada no Michigan. Madonna destaca-se no filme entre outras coisas pelo visual menos chamativo de sua personagem, tentando ao máximo desglamourizar a imagem que todos possuem dela e centrar sua performance o mais próximo de uma contemporânea da década de 1940.

‘Superman’: James Gunn revela que quase escolheu Bradley Cooper para o papel de Lex Luthor

O filme Superman está em cartaz nos cinemas nacionais, apresentando David Corenswet como o Homem de Aço e Nicholas Hoult como o icônico vilão Lex Luthor. No entanto, outro grande nome quase assumiu o papel do bilionário inescrupuloso.

Recentemente, James Gunn revelou ao ComicBookMovie que cogitou escalar o astro Bradley Cooper como Lex Luthor.

“Eu realmente conversei com o Bradley”, disse Gunn. “Mas eu queria que o Lex fosse alguém mais contemporâneo ao Superman do [David]. Eu não escrevi com uma idade específica em mente, mas acho que Lex Luthor é importante para o Superman, e importante para o futuro do Universo DC. E achei que era melhor seguir com o Nick [Hoult]. Mas sim, o Bradley teria sido um ótimo Lex. O Bradley é ótimo em tudo”.

No fim das contas, Bradley Cooper acabou sendo escalado como Jor-El no filme, e talvez o vejamos novamente em futuras produções do Superman.

Durante a entrevista, Gunn também foi questionado se considerou colocar Lex Luthor em um traje de combate, ao estilo do Homem de Ferro de Tony Stark, para enfrentar fisicamente o Superman.

“Ainda temos bastante tempo… já vemos os primeiros protótipos”, disse Gunn, ressaltando, no entanto, que o traje de guerra nunca foi incluído no roteiro final.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Antes de ‘Superman’, James Gunn quase fez filme sobre Krypto, o Supercão

Em cartaz nos cinemas brasileiros, Superman, dirigido por James Gunn, marca o início de uma nova fase do DCU. No entanto, antes de assumir o comando criativo do universo cinematográfico da DC, o cineasta chegou a desenvolver uma proposta bastante curiosa: um filme focado em Krypto, o Supercão, com o Superman em papel secundário.

Segundo o ComicBookMovie, Gunn revelou que em 2018 estava desenvolvendo três ideias diferentes antes de finalmente aceitar a proposta da Warner Bros. Uma dessas ideias, e ele compartilhou isso pela primeira vez, era um filme do Krypto:

“Na verdade, escrevi três ideias diferentes da DC e comecei a brincar com elas”, afirmou. “Uma delas, e vou revelar isso pela primeira vez, era um filme do Krypto, em que o Superman estava perseguindo o Krypto. Eu nem lembrava disso até agora. O Krypto era o protagonista, e o Superman era um personagem secundário, sim”.

Gunn não revelou qual era sua terceira ideia. Quando questionado sobre isso, ele respondeu: “Essa aí, é melhor eu não dizer porque é complicada. Eu te conto depois. Mas quanto a O Esquadrão Suicida, gosto de ter todo o núcleo central da história definido antes de concordar em fazer algo”.

Considerando que Gunn já declarou que o Cavaleiro das Trevas é seu personagem favorito, podemos especular que sua terceira ideia para um filme da DC poderia ter sido centrada no Batman.

Superman’ está atualmente em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Superman’: James Gunn explica saída de Henry Cavill; “Foi realmente injusto”

Com o novo filme do Superman em cartaz nos cinemas nacionais e David Corenswet assumindo o manto, muitos fãs ainda sentem falta do trabalho de Henry Cavill como o Homem de Aço. Agora, o cineasta James Gunn finalmente explicou a saída do ator.

Segundo o ComicBook, Gunn revelou a verdadeira história por trás do afastamento de Cavill:

“Acredite se quiser, no dia em que estávamos lidando com as negociações para assumir a DC Studios, no exato dia em que o contrato foi fechado, de repente começaram a anunciar que Henry estava de volta. E eu fiquei tipo: ‘O que está acontecendo? Nós sabemos qual é o plano. O plano era chegar e fazer Superman.’ Foi realmente injusto com ele, e muito frustrante”, afirmou.

Gunn acrescentou que havia um “vácuo de liderança” na época: “Chegamos nesse cenário, e foi realmente lamentável. Eu pensei: ‘Coitado desse cara.’ [Henry] foi um verdadeiro cavalheiro, um cara excelente. Ele disse: ‘Só peço que eu mesmo possa anunciar isso, em vez de vir de vocês.’ E eu respondi: ‘Isso é uma atitude de classe'”.

Apesar desse final decepcionante para a jornada de Cavill como Superman, Gunn deixou claro que está aberto a trabalhar com o ator no DCU.

“Conversei com ele naquele mesmo dia. Adoraria colocar o Henry em algum projeto”, confirmou o diretor.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Dica | Onde assistir os filmes do ‘Quarteto Fantástico’?

Os fãs da Marvel estão entrando na semana mais aguardada do ano. Isso porque Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega aos cinemas nesta quinta-feira (24), prometendo trazer o filme mais ‘quadrinhos’ de todo o Universo Cinematográfico Marvel até o momento.

Com a proposta de ser ambientado em um universo alternativo, que traz uma estética retrofuturista, o longa se passa em uma década de 1960 (a mesma em que os personagens foram criados nas HQs) extremamente tecnológica e otimista. Nesse mundo, o Quarteto Fantástico é a família mais popular e influente. Porém, os heróis terão seu valor posto à prova quando o terrível Galactus chegar à Terra prontinho para almoçar o planeta.

Divulgação: 20th Century Studios/Marvel Studios. © 2025 20th Century Studios / © and ™ 2025 MARVEL.

Por se tratar de um filme que começa em um universo novo, não há necessidade de assistir nenhuma outra produção do MCU para entender essa aqui, o que é raríssimo no que tange o Universo Cinematográfico Marvel. Ainda assim, esse longa não é a primeira adaptação da Superfamília da Marvel nos cinemas. Na verdade, os filmes que vieram antes sofreram bastante com a crítica.

De qualquer forma, é muito comum que esse filme desperte no público a curiosidade para ver como o grupo foi tratado nas versões anteriores. Pensando nisso, o CinePOP foi atrás dos streamings para listar onde você poderá encontrar esses filmes. Confira!

Quarteto Fantástico

Uma bomba mais radioativa que a poeira cósmica que deu poderes ao grupo: assim pode ser definido o primeiro filme do Quarteto Fantástico. Não lançado em 1994, esse longa é uma desgraça. Na época, a Constantin Film, produtora alemã, estava com um problema nas mãos. Eles haviam adquirido os direitos de adaptação para os cinemas do Quarteto Fantástico durante os anos 80, só que não conseguiram fazer um filme que se aproximasse da qualidade da série do Hulk, por exemplo, que era um fenômeno na época.

Com isso, eles estavam prestes a perder os direitos, que voltariam para a Marvel, então decidiram fazer um filme com orçamento máximo de 1 milhão de dólares apenas para garantir os direitos de adaptação por mais algum tempo. O resultado foi um filme com efeitos e uniformes sofríveis, vide o Coisa bonecão e os pijamas estilo paródia pornô, que jamais foi lançado. O filme foi feito propositalmente ruim, porque se o longa não chegasse aos cinemas, economizariam nos impostos, mas como teria sido feito, os direitos permaneceriam com a produtora. Infelizmente, algum desalmado conseguiu distribuir cópias piratas do filme, que se popularizaram pela internet nos últimos 30 anos. Houve um tempo em que somente em fóruns dava para encontrar essas cópias. No entanto, atualmente, ela está disponível legendada no YouTube.

A trama é aquela imutável. Reed Richards e Victor Von Doom eram amigos de infância que se separaram. Anos mais tarde, Reed vira cientista e leva sua família e amigos para uma missão no espaço. Entretanto, um vilão conhecido como O Joalheiro substitui um diamante que seria responsável por proteger a tripulação de raios cósmicos por uma bijuteria. No espaço, a nave é atingida pela radiação, que altera o DNA de Reed e seus amigos.

De volta à Terra, os quatro descobrem poderes fantásticos, mas são capturados pelos capangas do Doutor Destino, o misterioso monarca da Latvéria. Destino se uniu ao Joalheiro para acabar com o grupo, que vai enfrentá-lo até descobrir sua real identidade: o antigo amigo de Reed. Há relatos de que Stan Lee fez diversas visitas ao set, onde sentiu um desgosto terrível, entrando em conflito com a equipe criativa diversas vezes. Enfim, é super compreensível que tenham optado por não lançar essa bomba.

Onde assistir: YouTube.

Quarteto Fantástico

Lançado em 2005, o Quarteto Fantástico veio com produção da falecida Fox e fez sucesso junto a criançada da época. A ideia era surfar na onda dos heróis Marvel, que viviam uma boa fase nas telonas com franquias como Homem-Aranha, X-Men e Blade. Com a proposta de ser uma aventura 100% família, o longa apostou em um elenco que vinha majoritariamente de comédias ou produções infantis, tanto que o primeiro diretor trazido para o projeto foi Raja Gasnell, que desistiu dessa aventura para dirigir Scooby-Doo: O Filme (2002), fazendo a produção sofrer um atraso. Com isso, foi trazido Tim Story, que havia comandado o divertido Táxi (2004), que surpreendeu os acionistas da Fox.

O filme conta a história de um grupo de cientistas que vai ao espaço em uma missão bancada pelo CEO da Von Doom Industries. Nessa missão é apresentado todo o núcleo de heróis e vilões. Victor Von Doom é o CEO da empresa, amigo de faculdade de Reed Richards e Ben Grimm, e atual namorado de Sue Storm. Sue é ex-namorada de Reed e irmã de Johnny Storm. Os cinco viajam para o espaço, onde fazem estudos em uma estação espacial que acaba atingida por uma nuvem de radiação cósmica. Cada membro é atingido em diferentes níveis pela radiação, que altera o DNA deles.

De volta à Terra, Victor se afasta e começa a se converter em um vilão quando percebe que Reed está ‘roubando sua vida’ e que seu rosto foi destruído pela radiação. Enquanto isso, Reed e os outros membros começam a se aproximar conforme estudam seus poderes. Sob publicidade de Johnny, que acha um barato toda aquela situação, eles viram celebridades em Nova York. O problema mesmo é com Ben, que vira um monstro de pedra e vê sua família o abandonar.

O filme recebeu críticas mistas, mas foi muito bem recebido pelo público, que compareceu em peso aos cinemas, rendendo uma bilheteria digna de mais de 300 milhões de dólares, o que garantiu a ele uma sequência. O interessante é que esse longa vem passando por um revisionismo de parte da crítica, que agora elogia a inocência dos personagens e o humor mais bobão que foi tão massacrado na época.

Onde assistir: Disney+.

Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado

Adaptando o arco do casamento de Sue e Reed, e a vinda de Galactus, Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado chegou aos cinemas em 2007 com grande expectativa do público e uma certa má vontade da crítica. A trama começa com o casamento dos super-heróis, que aproveitam a fama para conseguirem avançar com suas pesquisas científicas. Porém, o evento mais badalado do ano acaba interrompido pelo ataque do Surfista Prateado, um alienígena misterioso que está causando apagões e fazendo crateras ao redor do mundo.

Chamando atenção do exército dos EUA, o Surfista passa a ser alvo do Quarteto Fantástico, que tenta estudar suas ações para prever o que ele fará a seguir. Isso dá início a uma aventura pelo mundo, enquanto Johnny sofre com uma instabilidade em seus poderes. Após entrar em contato com o Surfista, ele passou a absorver e trocar de habilidades com quem ele encostasse, causando muitas confusões. Paralelamente a isso, o Doutor Destino consegue falar com o Surfista Prateado, descobrindo seu papel de preparar o planeta para ser consumido por Galactus. O problema é que ele usa isso para dar um golpe no exército americano em uma tentativa de conseguir sua vingança contra Reed.

No fim das contas, o Surfista muda de lado e tenta impedir a vinda de Galactus, que é retratado de uma forma “cientificamente correta”. Ou seja, é uma nuvem de poeira cósmica. O problema é que esse tanto de vilões não foi bem aceito pelo público, sem contar que a história ficou inchada e enfadonha. Nem mesmo o carisma de Ben e Johnny foi capaz de salvar. Além disso, os fãs de quadrinhos ficaram ultrajados com o Galactus de Poeira, fazendo do filme uma piada no meio.

Ainda assim, ele conseguiu uma bilheteria honesta de 300 milhões de dólares, que não foi o bastante para que a Fox aprovasse uma terceira aventura da família, dando fim a passagem deles pelas telonas.

Onde assistir: Disney+.

Quarteto Fantástico

Oito anos depois, o meio dos super-heróis vivia uma nova era. Com a consolidação do Universo Cinematográfico Marvel, era inaugurada a década dos universos compartilhados nas telonas. A Marvel/ Disney tinha o MCU, a DC/ Warner construía seu DCEU. Enquanto isso, a Fox havia reiniciado sua franquia dos X-Men e queria fazer seu próprio Universo Marvel. Com isso, veio a ideia de fazer um Quarteto Fantástico ambientado neste universo para que as franquias pudessem se cruzar em algum momento.

O problema é que os próprios filmes dos X-Men estavam longe da unanimidade. Nessa época, houve também um desejo de fazer filmes de heróis para maiores de 18 anos. Com isso, foi escrito um filme com ampla influência da ficção científica sobre Reed e Ben, dois jovens cientistas que trabalhavam em um portal de teletransporte. Contratados pela Fundação Baxter, eles se unem a Victor Von Doom e os irmãos Sue e Johnny Storm para criarem um portal quântico.

Com o sucesso da máquina, os jovens esperam ser escolhidos para a exploração dessa nova dimensão, mas são afastados do projeto. Então, eles invadem o laboratório e decidem explorar esse local sozinhos. As coisas saem errado e eles acabam explodindo a máquina, que altera o DNA do grupo, dando a cada um diferentes poderes. Quem se dá pior é Victor, que ficou preso nesse outro planeta e teve seu corpo fundido ao traje. Os anos se passam, o Quarteto vira alvo de estudo do governo, que passa a usá-los em missões especiais. Quando eles conseguem reconstruir o portal, encontram Victor, que é trazido de volta para a Terra, onde dá início ao seu plano de absorver a Terra para ser o comandante soberano.

O filme é patético. A ideia inicial do diretor Josh Trank foi completamente descaracterizada pelo estúdio, que interferiu bruscamente no projeto, alterando cerca de 2/3 do longa. O resultado foi uma quimera em forma de filme, que é apenas chato e vergonhoso. Ele não diverte, não fascina e nem surpreende. E a bilheteria foi um reflexo disso. É uma tragédia total que acabou enterrando qualquer chance do Quarteto voltar a ganhar uma franquia pela Fox.

Onde assistir: Disney+.

Agora, o Quarteto ganha sua nova chance no MCU. Nós já vimos meia hora do filme, que trouxe momentos extremamente fiéis aos quadrinhos e um visual espetacular.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos estreia nos cinemas em 24 de julho de 2025.

Após sucesso de ‘Superman’, James Gunn fala sobre o futuro do ‘Batman’ nos cinemas

Com o sucesso de bilheteria do novo filme do Superman de James Gunn, os fãs estão ansiosos para saber quando o Batman aparecerá novamente nas telonas.

De acordo com o ComicBook, James Gunn esclareceu que não pretende lançar seu filme do Batman, The Brave and the Bold, muito próximo de Batman II’, dirigido por Matt Reeves.

Gunn afirmou: “Provavelmente não no mesmo ano do calendário”, referindo-se aos cronogramas de ambos os filmes do Batman em desenvolvimento.

Ele também revelou que The Brave and the Bold continua nos estágios iniciais de produção, com outros projetos do DCU mais adiantados.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Retratando múltiplas realidades do Brasil, CINEMATO entra na reta final deixando um gostinho de quero mais

Com o tema necessário “Descolonizando a Amazônia”, o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato – tem promovido, ao longo da última semana, uma reflexão contemporânea sobre o Brasil. Por meio de curtas e longas-metragens — muitos deles inéditos — vindos de 19 estados do país, o festival revela um mosaico de realidades, atravessando questões sociais pulsantes, dilemas íntimos e relações marcadas por tensões e afetos.

Teve pot-pourri sonoro compondo um retrato vibrante de uma região do Norte do país, discurso afiado sobre questões sociais e relações humanas a partir de um acidente no interior de São Paulo, um curioso recorte de uma cidade fictícia construída sobre um ‘terreno maldito’, além de uma comovente jornada de resistência e ternura vivida por uma mãe trans — entre tantas outras histórias potentes que marcaram a programação.

Filme 'Reagente'
Filme ‘Reagente’

Até domingo (20), o público poderá aproveitar a reta final do festival com uma seleção de filmes marcantes, como Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta, de Marco Altberg e Tainá de Luccas (RJ), um mergulho profundo no pensamento cosmológico yanomami, e Serra das Almas, de Lírio Ferreira (PE), que revisita a poética do sertão por meio de uma envolvente obra de ficção.

Filme 'Marcos, o Errante'
Filme ‘Marcos, o Errante’

A cerimônia de encerramento, marcada para o dia 20 de julho, contará com a entrega do Troféu Coxiponé aos filmes premiados. Na ocasião, a atriz Dira Paes também fará a entrega de um prêmio que leva seu nome, destinado a uma personagem feminina de destaque no audiovisual e nas causas socioambientais.

Filme 'Cabeça de Boi'
Filme ‘Cabeça de Boi’

E pra fechar, uma dica imperdível! O festival oferece uma excelente opção ao disponibilizar parte dos filmes das Mostras Competitivas de longas e curtas-metragens em formato online, no canal oficial do Festival Cinemato no YouTube (youtube.com/Festivalcinemato). Essa é uma oportunidade para quem não pode estar em Cuiabá acompanhar uma parte da seleção dos filmes no conforto de casa.

O Cinepop está fazendo a cobertura do evento à convite do festival. Não deixem de acompanhar tudo aqui no site e também pelas nossas redes sociais.

 

‘The Front Room’: TERROR da A24 estrelado por Brandy chega ao Brasil; Saiba onde assistir!

O terror psicológico ‘The Front Room‘, estrelado por Brandy Norwood (‘Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’), finalmente chegou ao Brasil.

Produzido pela A24, o longa-metragem foi lançado hoje, 19 de julho, no catálogo do Prime Video.

Relembre o trailer:

O projeto é dirigido por Max e Sam Eggers, irmãos de Robert Eggers – diretor de ‘A Bruxa‘ e ‘O Homem do Norte‘.

A trama é baseada no conto homônimo escrito por Susan Hill.

A história segue um jovem casal que está esperando um filho e que é forçado a acolher uma madrasta doente que há muito se afastou da família.

O elenco ainda conta com Kathryn Hunter, Andrew BurnapNeal Huff.

Max coescreveu o roteiro de ‘O Farol‘, enquanto Sam foi assistente de produção em ‘A Bruxa‘.

Dica do fim de semana | Novidades para assistir no Disney+ e no HBO Max

Neste fim de semana, o CinePOP traz cinco dicas de produções recém-chegadas aos catálogos do Disney+ e do HBO Max. Nossa curadoria apostou em opções para todas as idades e gostos, mesclando séries, filmes e documentários. Então, se prepare para viajar nessas cinco produções.

Para ajudar a encontrar as produções, segmentamos em ‘Disney+’ e ‘HBO Max’, então é só ler e correr para assistir o que mais te interessar. Confira!

Disney+

Tucci na Itália

Existe uma tendência muito interessante nas séries documentais que é levar atores de Hollywood para viajarem pelo mundo experimentando diferentes culturas, enquanto dialogam e refletem sobre como isso reflete em suas experiências e vivências. Exemplos não faltam, e por mais bobas que podem parecer, sempre trazem episódios interessantes. Nesta produção do NatGeo, o ator Stanley Tucci viaja por cinco diferentes regiões da Itália, sempre trazendo ao público as principais indicações gastronômicas e culturais delas, sendo não apenas um guia de turismo, mas também um guia subjetivo, já que ele dá suas interpretações sobre a história e as culturas que vivencia. São apenas cinco episódios, mas são excelentes para passar o tempo.

Jogo Cruzado

O universo do futebol brasileiro é bastante anedótico. Em meio a imbecilidades da imprensa esportiva e atletas marmanjos que agem como crianças de 30 e poucos anos de idade, existe uma paixão em comum pelo esporte que, em algum momento, uniu esses mundos. Em Jogo Cruzado, produção nacional original do Disney+, o público acompanha a vida e infortúnio da maior promessa do futebol brasileiro, que desfila seu talento pelo campo até sofrer um desmaio e descobrir que tem uma doença cardíaca que o afasta dos gramados imediatamente. Se quiser viver, ele jamais poderá jogar bola novamente. Acostumado a sua vida de astro e mordomias, ele se vê sem chão e tenta arrumar um novo emprego. Ele é convidado para integrar um programa esportivo de TV, onde vai dividir bancada com uma jornalista esportiva com quem teve uma grave polêmica no passado. A série passa pelas polêmicas da vida de jogador, mas dá um foco especial ao papel da mulher no jornalismo esportivo, trazendo os desafios, preconceitos e dificuldades. São apenas oito episódios que já deixam aquele gostinho de ‘quero mais’.

Operação Vingança

Foto: John Wilson. © 2024 20th Centruy Studios.

Lançado sem muito alarde neste ano, Operação Vingança é um thriller perfeito para quem é fã de Mr. Robot e de 24 Horas. Estrelado e produzido por Rami Malek, o filme acompanha Heller, um analista de dados da Inteligência americana que é bastante recluso. Ele é bastante focado no trabalho e só se abre com a esposa. Porém, ela acaba morrendo em um atentado terrorista, deixando o rapaz sem rumo. De volta ao trabalho, ele descobre um segredo da alta diretoria da agência, indicando que eles possam estar envolvidos em uma trama conspiratória internacional que culminou na morte de sua esposa. Então, ele usa suas habilidades virtuais para obrigar a agência a treiná-lo para ir a campo para conseguir sua vingança contra os assassinos de sua amada. É um suspense bastante curioso, principalmente porque traz um protagonista que precisa matar, mas não consegue puxar o gatilho, então bola armadilhas para suas vítimas caírem das formas mais inusitadas possíveis.

HBO Max

Chespirito: Sem Querer Querendo

chespirito sem querer querendo

Faltando apenas um episódio para o fim, a série Chespirito: Sem Querer Querendo entrou de vez na fase polêmica da vida do criador de franquias como Chaves e Chapolin Colorado. Feita com muito carinho, a minissérie foi produzida e criada pelo filho de Roberto Bolaños, que trouxe um clima nostálgico muito bem feito para a produção. Além disso, parte do elenco das produções retratadas (os que ainda estão vivos e não brigaram com a família do Chespirito) retorna em participações especiais. A trama acompanha a vida de Roberto desde a infância sofrida, passando pela descoberta da arte e do amor, até chegar ao estrelato na televisão latino-americana. No entanto, com a fama, novos desafios pessoais surgiram, pondo em risco a família, as amizades e o próprio caráter de Chespirito. A série está muito boa no geral, mas o quarto episódio é um verdadeiro espetáculo. Se quiser ver o último episódio assim que ele for lançado – nesta quinta (24) -, ainda dá tempo de maratonar os sete episódios que já estão no catálogo.

Simple Plan: The Kids in the Crowd

Considerada uma das bandas mais populares e irreverentes dos anos 2000, o Simple Plan fez sucesso com suas músicas reflexivas sobre a experiência melancólica de crescer nas décadas de 1990 e 2000 sendo os garotos excluídos do rolé. Com seu estilo Pop Punk característico, eles juntaram uma legião de fãs que os seguem ao redor do mundo. Neste documentário, a banda relembra suas origens, enquanto abre o camarim para a produção acompanhar suas turnês pelo planeta. É bem divertido. E também se mostra uma experiência bem especial para os fãs, já que o Doc. traz diversas cenas dos shows da banda no Brasil.

Crítica | ‘Marcos, o Errante’ – No horizonte da incerteza, a luta por sobreviver [Festival Cinemato]

Com simplicidade, faz-se um bom cinema. Selecionado para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival de Cinema e Vídeo – Cinemato –, Marcos, o Errante conduz sua narrativa com objetividade ao longo de seus 12 minutos, apresentando a autorreflexão como elemento central. Acompanhamos a trajetória de um homem à margem da sociedade, vivendo em condições precárias e buscando, em meio a um horizonte incerto, apenas sobreviver.

O filme gira em torno de Marcos, um morador de rua em uma grande cidade baiana, conduzindo o espectador por momentos e lugares marcantes de sua trajetória. Através de suas histórias, revelam-se fragmentos do passado, reflexões do presente e as incertezas que rondam seu futuro. A partir da figura desse nômade que escolhe viver à margem, constrói-se um panorama sociológico potente, capaz de despertar reflexões profundas.

Tendo o próprio personagem como narrador, o filme ganha força ao adotar esse olhar que, longe de estar perdido, enxerga com lucidez os detalhes sociais ao seu redor. Especialmente quando direciona sua atenção ao outro — mais do que a si mesmo —, somos levados a críticas e questionamentos sutis, que emergem mesmo nas entrelinhas. É impossível não refletir, por exemplo, sobre as políticas públicas e suas falhas na prática.

Com a câmera na mão e entregue ao acaso — talvez à espera do inesperado —, o cineasta Thiago Brandão escapa do lugar-comum e acerta ao transmitir com precisão o discurso que deseja. Parte em busca da realidade que se revela diante dele, alcançando muito com muito pouco.

Dica do fim de semana | Novidades para assistir na Netflix e no Amazon Prime Video

Neste fim de semana, o CinePOP traz cinco dicas de produções recém-chegadas aos catálogos de Netflix e Amazon Prime Video. São longas de terror, suspense, animação musical e até mesmo documentário. Ou seja, são opções para todas as idades e gostos.

Para facilitar, separamos os filmes pelo streaming no qual você poderá encontrá-lo. Confira!

Netflix

Sorria 2

Abrindo a lista, indicamos esse terrorzão psicológico que surpreendeu muitos fãs do ‘terror raiz’ quando chegou aos cinemas ano passado. Sequência de um ‘terrorzinho pop’ que fez bastante sucesso em 2022, Sorria 2 eleva a escala da maldição ao colocar uma Diva Pop no auge do sucesso para sofrer com a maldição sorridente. Após presenciar a morte de um amigo de adolescência, ela começa a ser perseguida pela morte sorridente. O problema é que ela está para embarcar em turnê, então não tem como se isolar, fazendo com que ela vá surtando aos poucos, já que qualquer um pode ser uma ameaça mortal. É aquilo, o estúdio viu o sucesso do primeiro, então decidiu investir em efeitos práticos e em um elenco mais qualificado. O resultado é muito positivo.

Apocalipse nos Trópicos

É um documentário da Petra Costa. Isso já é o bastante para que muitos decidam se vão ou não assistir o documentário. Dito isso, o momento de sua chegada ao streaming não poderia ser mais certeiro, já que aborda as conexões entre o caos político que atinge o Brasil há mais de uma década, com o nascimento político dos Bolsonaros e o renascimento político de Lula, enquanto traça paralelos com a influência evangélica na política e nas comunidades, culminando nos eventos lamentáveis do 8 de janeiro de 2023. É um doc com todos os vícios e trejeitos da Petra Costa. Então, se você é fã do trabalho dela, vá sem medo. Se você não gosta, talvez seja melhor assistir outras dicas.

Trolls 3

Perfeito para a molecada, o terceiro capítulo da franquia Trolls traz tudo que fez da saga um sucesso mundial. Enquanto se aproxima mais de Tronco, Poppy acaba descobrindo que o jovem foi membro de uma antiga boyband que marcou sua infância. O problema é que ele descobre que seus irmãos foram sequestrados por uma dupla de ícones Pop, que estão sugando seu talento para conseguirem atingir notas impressionantes. Então, a duplinha embarca em uma nova aventura, misturando as mais diversas playlists e adotando diferentes técnicas de animação, para resgatar os irmãozinhos de Tronco e trazer a banda de volta. Vale dizer que os irmãos do Tronco (Justin Timberlake) terminam o filme com uma música até então inédita do N’Sync. Fica a dica aí para os fãs da boyband.

Amazon Prime Video

Nosferatu

Talvez o terror mais comentado da virada do ano, Nosferatu é um remake do clássico do mundo dos vampiros, mas agora dirigido pelo badalado Robert Eggers (O Farol, A Bruxa). A trama se passa nos anos 1800 e fala sobre a obsessão de um vampiro por uma jovem noiva. A moça começa a ser assombrada por visões que conectam a monstruosidade ao seu noivo, um corretor de imóveis que viaja para tentar vender uma propriedade para o misterioso Conde Orlok. Porém, ele acaba sendo vítima do esquema do vampirão, que viaja para a casa do corretor para consumar sua obsessão pela jovem noiva.

Linha da Extinção

Inspirado em Um Lugar Silencioso, Linha da Extinção é provavelmente o filme de ação e suspense mais genérico que você verá no fim de semana, mas ele é extremamente divertido. A trama se passa em uma terra pós-apocalíptica, na qual uma família formada pelas condições vive isolada nas montanhas. Esse grupo descobriu que uma ameaça que invadiu a Terra não consegue sobreviver na altitude, então estão seguros por lá. Porém, ao descobrirem que estão com a vida de um garoto nas mãos, o grupo começa a explorar a região, podendo morrer a qualquer momento. Se quiserem sobreviver, vão precisar trabalhar em grupo, reforçando laços que eles nem imaginavam que tinham. É bem interessante, apesar de genérico ao extremo.

Dica do Fim de Semana | ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, uma das melhores produções da Netflix

A Archie Comics é casa de uma série de quadrinhos bastante populares – que originaram produções como Riverdale e ‘Sabrina: Aprendiz de Feiticeira’. E, dentro desse panteão, existe uma subdivisão intitulada Archie Horror, que entregou uma das narrativas mais interessantes envolvendo a icônica bruxa Sabrina Spellman – sob um tom menos familiar e mais sombrio que conquistou fãs ao redor do mundo. Em 2018, a Netflix adquiriu os direitos de adaptação das HQs e escalou o criador e roteirista original para comandar um sólido live-action ao longo de 36 episódios que trouxeram um ótimo elenco às telinhas em histórias arrepiantes.

Arquitetada por Roberto Aguirre-Sacasa com a colaboração de Robert Hack, a trama é centrada em Sabrina (Kiernan Shipka), uma jovem feiticeira que, às vésperas de seu aniversário de dezesseis anos, deve tomar uma escolha muito importante: assinar seu nome no Livro da Besta e declarar sua total devoção ao Senhor das Trevas, Lúcifer Estrela-da-Manhã, e alcançar a plenitude de seus poderes como bruxa; ou recusar-se a participar do batismo de sangue, renegar suas habilidades e viver como mortal ao lado de seus verdadeiros amigos e seu namorado. Vivendo com as tias Zelda (Miranda Otto) e Hilda (Lucy Davis), e com seu primo mais velho, Ambrose (Chance Perdomo), Sabrina se vê em um beco sem saída e não se sente parte nem do mundo mortal nem dentro de seu clã – visto que é uma mestiça, isto é, filha de um bruxo com uma mortal.

Logo no primeiro capítulo, Sabrina mostra que veio para causar um grande impacto em ambos os universos ao não apenas renegar servir a um lorde que apenas em si próprio, como ao dizer com todas as palavras que pertence a dois cosmos diferentes e, ao mesmo tempo, complementares. Seguindo os passos do pai (que ela descobre não ser biológico com o decorrer da série), ela deseja reformular as doutrinas às quais as bruxas são submetidas, sendo subjugadas o tempo todo sem poder exercer seus plenos potenciais – mas isso atrai a ira de membros mais tradicionalistas e retrógrados do clã, como o Padre Faustus Blackwood (Richard Coyle), que trama um plano maligno para tirá-la de cena.

E isso não é tudo: uma outra ameaça aparece para tentar convencê-la de se render às trevas e aceitar quem realmente é, emergindo na materialização de Lilith, a Mãe dos Demônios, que toma posse do corpo da Srta. Wardwell (Michelle Gomez), professora da Escola Baxtor frequentada por Sabrina e seus amigos. Lilith, que mascara quem realmente é como uma suposta aliada de Sabrina e da família Spellman – mas é centro de eventos misteriosos que procuram forçá-la, dia após dia, a abraçar a escuridão que habita dentro dela. E cabe à própria protagonista navegar por inúmeros perigos que ameaçam o sua vida e a vida daqueles que ama (e o equilíbrio entre os reinos).

Ao longo de duas temporadas divididas em quatro partes, Aguirre-Sacasa faz um ótimo trabalho em adaptar os quadrinhos que ele mesmo assinou – trazendo um certo ar de contemporaneidade e de nostalgia que coloca o cenário principal da narrativa, a cidade de Greendale, fora do tempo como o conhecemos. E, acompanhando-o nessa empreitada, Shipka faz um sólido trabalho ao encarnar Sabrina, pincelando-a com uma identidade única e apaixonante que perpassa pelas complexidades do ser humano com fluidez invejável – e que a coloca no centro dos holofotes em todas as cenas que aparece.

E, enquanto Shipka brilha sozinha ao mesmo tempo que desfruta de uma química gigantesca com seus colegas de elenco, que incluem Ross Lynch como Harvey Kinkle, seu interesse amoroso e um dos amigos mais próximos; Jaz Sinclair como a sagaz Rosalind Walker e Lachlan Watson como Theo Putnam, seus dois melhores amigos; Tati Gabrielle como Prudence, líder do trio de bruxas conhecida como as Irmãs Estranhas e que nutre de um arco de enemies-to-allies dentro do escopo da série; e Gavin Leatherwood como Nicholas Scratch, um poderoso feiticeiro que logo conquista o coração de Sabrina e se torna peça essencial para o coming-of-age de Sabrina.

O trabalho performático é inegável e nos enche com falas muito bem construídas e uma ácida ironia que acompanha cada um dos personagens, por mais distintos que sejam: Otto é outra a nos roubar a atenção toda vez que abre a boca para um conselho rigidamente maternal que dá à Sabrina, incorporando uma protetora e austera Zelda que tem o coração no lugar certo e que só quer o melhor para sua sobrinha; Davis serve como contraponto ao encarnar a divertida Hilda, que prefere enxergar a vida com todas as cores que ela entrega, mas transforma-se em uma fera mortal quando ameaçam sua família; e Gomez brilha como Lilith, nos convidando para acompanhar uma das antagonistas mais bem escritas da década passada, que mistura incursões noventistas aos arquétipos de Femme fatale com exímia perfeição.

Ao longo dos capítulos, percebemos que o showrunner tem uma visão muito clara em mente. Não é por qualquer razão que exista um estilo único que pende para um estilo onírico e sobrenatural, infundido grande parte das cenas em um filtro propositalmente borrado que reitera a atmosfera esotérica – ainda que o exagero fale mais alto em certos momentos. E, ao apostar em um claro espectro de mistério, suspense e horror, Aguirre-Sacasa opta por cores quentes como vermelho, laranja e amarelo em composição à falsa sensação de segurança do marrom e do preto.

Apesar de momentâneas falhas, O Mundo Sombrio de Sabrina permanece como um dos maiores acertos recentes da Netflix e que compele os fãs de séries de fantasia a apreciá-la em sua completude. Contando com ótimas atuações e uma sólida história contada com a dose certa de preciosismo e de capricho, visitar o arrepiante mundo da família Spellman é sempre um convite bem-vindo.

Primeiras impressões de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ são EXTREMAMENTE POSITIVAS

Com lançamento programado para a próxima quinta-feira (25) no Brasil, o novo filme da Marvel, o aguardado ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, já teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são extremamente positivas.

Os críticos aclamaram a produção, destacando seus visuais retrô, a excelente trilha sonora e, principalmente, o sólido desempenho dos atores principais e sua química excepcional dentro das telas.

Confira as reações dos críticos:

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é possivelmente o melhor filme que a Marvel Studios já lançou. Tem atuações excepcionais de Vanessa Kirby e Joseph Quinn. Se você acha que o MCU morreu com ‘Vingadores: Ultimato’, pense novamente. Este filme foi feito com muito carinho e é facilmente um clássico que define o gênero.”

“Então, eu já vi 40 minutos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ e é (trocadilho intencional) FANTÁSTICO! Com uma pegada retrô de quadrinhos dos anos 60, ação espacial épica, uma trilha sonora cinematográfica e visuais VIBRANTES! A dinâmica familiar é incrível! Vanessa Kirby e Pedro Pascal são mágicos juntos! Ansiosa para ver o filme completo!”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é exatamente o que a Marvel precisava. Há uma excelente dinâmica familiar e os riscos são altos. Todos estão perfeitos em seus papéis, mas Vanessa Kirby é o grande destaque como a Sue [Storm]. [O diretor] Matt Shakman nos lembra o motivo de termos amado seu trabalho em ‘WandaVision’ e por que iremos amar este filme.”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é EXTRAORDINÁRIO! A trilha sonora é pura magia, o visual é de outro nível e a química do elenco é eletrizante. É ousado, inovador e diferente de tudo que a Marvel já fez. Esta é a próxima OBRA-PRIMA do estúdio!”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ marca o retorno à boa forma do MCU; os primeiros minutos me deixaram impressionado. As performances de Julia Gardner e Joseph Quinn foram as que mais me chamaram a atenção. Galactus traz riscos reais à narrativa e sua presença é sentida até mesmo fora da dela.”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é uma obra-prima. Os efeitos visuais e a trilha sonora são um GRANDE destaque. Galactus está enorme em IMAX. Este é um filme emocionante e que te dá esperança. Ele te emociona e não para. Fiquem até o fim dos créditos.”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é visualmente uma das melhores coisas que a Marvel já fez. Alguns momentos parecem o filme ‘Interestelar’ e exigem serem vistos em IMAX. Galactus é incrível. A Surfista Prateada tem um visual muito, muito bom. E os efeitos visuais estão impecáveis. Matt Shakman proporcionou um banquete visual.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Os Episódios mais POLÊMICOS de Séries Queridas

A quinta temporada de The Boys está a pleno vapor. A série mais popular da Amazon de todos os tempos segue dando frutos para a plataforma. O formato que a empresa encontrou e que vem se mostrando muito eficaz é o de um episódio por semana. E talvez nesta temporada nenhum outro vá gerar tanto hype (quem sabe apenas a season finale) quando o episódio desta semana. Intitulado Herogasm, o episódio 6 da terceira temporada prometia… bem, nada menos do que uma orgia sexual com super-heróis. Está aí uma coisa que não se vê todos os dias.

Pensando nessa ideia mais que cabulosa, decidimos criar uma nova matéria apresentando apenas os episódios mais controversos de séries muito famosas e queridas. É claro que a controvérsia pode ser por vários motivos: a polêmica pelo tema de um episódio específico, o fato de determinado episódio não ter agradado os fãs e ter sido rapidamente varrido para debaixo do tapete pelos realizadores (como se não tivesse existido) e até mesmo episódios que se tornam polêmicos aos olhos de hoje (de uma era politicamente correta) por terem envelhecido mal, causando desconforto por sua visão de mundo, hoje considerada incabível. Ou seja, tem de tudo. Confira abaixo alguns dos que selecionamos para você.

The Boys / Herogasm

Começamos a lista com o tópico que a motivou. The Boys é uma das séries mais incorretas da atualidade, extremamente violenta, lasciva, nua e crua, o programa de super-heróis da Amazon não é, definitivamente, indicado para os de estômago fraco. E essa semana, o que o seriado nos prometeu foi nada menos do que uma “suruba” de super-heróis, com seres poderosos utilizando seus dons, não para combater o crime, mas sim para o prazer sexual. Curiosamente, apesar do hype, Herogasm não fugiu do que geralmente vemos em The Boys. Pelo contrário, foi até mais “manso” do que outras atrocidades que a série mostrou, como o episódio 1 da terceira temporada, que realizou o que os fãs pediam na internet com o Homem-Formiga e Thanos. Você já pode imaginar.

House of Cards / 6ª Temporada

A controvérsia pode atacar uma série de fora para dentro também. Isto é, fatores externos envolvendo os atores e os realizadores podem atrapalhar o desempenho de um programa, ainda mais se for um grande sucesso em seu auge de popularidade. Foi exatamente isso o que aconteceu com House of Cards, o primeiro fenômeno da Netflix. Tendo estreado em 2013, a série é baseada num programa homônimo britânico, mas conseguiu superar a audiência de seu predecessor. A trama fala sobre as falcatruas do mundo político de figurões nos EUA. Quando o protagonista Kevin Spacey começou a ser acusado por diversas vítimas de assédio sexual, inclusive nos bastidores do programa, a empresa não teve outra escolha senão “dar um pé na bunda” do sujeito. Mas o show precisava continuar, e assim, sua esposa no programa, papel de Robin Wright, assumiu a vaga deixada pelo personagem. Apesar de muitos terem aplaudido, o desfecho da série deveria focar no divórcio amargo entre o casal vivido por Spacey e Wright. Ao invés, os realizadores simplesmente mataram o protagonista.

Buffy / Earshot e The Body

Voltando no tempo para a década de 1990, Buffy: A Caça-Vampiros fez história na TV, conquistando uma verdadeira legião de fãs que dura até hoje. Muitos podem não saber, mas a ideia começou como um filme, que está completando 30 anos em 2022, criado pelo próprio Joss Whedon (hoje ele mesmo uma figura controversa). Fora isso, a série fez de Sarah Michelle Gellar uma estrela de Hollywood na época. Buffy não era conhecida por ser uma série polêmica, pelo contrário. Mas dois episódios em especial foram os que mais chamaram atenção por seus, digamos, temas delicados. Em ‘Earshot’, o episódio 22 da terceira temporada, a heroína enfrenta não um vampiro, um demônio ou qualquer assombração. Seu desafio da vez é um rapaz que entra armado no colégio. O episódio criou polêmica porque seria exibido logo após o massacre de Columbine em 1999 e precisou ser adiado. Outro delicado foi ‘The Body’, o episódio 16 da quinta temporada. Um dos mais dramáticos da série, aqui a protagonista se despede de sua mãe, que falece vítima de um aneurisma cerebral.

Friends / Envelhecendo Mal

Os fãs hardcore de Friends não gostam que fale, mas assim como qualquer outra série do passado, ao reprisarmos alguns episódios podemos perceber que nem tudo continua funcionando. É natural, e não tem nada de errado com isso. Afinal, vivíamos em outra época, com outra mentalidade. Mas também não podemos fechar os olhos sem apontar que determinados pensamentos já não se encaixam mais, e podem causar constrangimento. Friends tem uma “penca” de episódios que descem bem “quadrados” hoje em dia. Temos, por exemplo, Monica (Courteney Cox) fazendo sexo com um menor de idade, Phoebe (Lisa Kudrow) sendo abusada sexualmente pelo namorado italiano de Rachel (Jennifer Aniston), Ross (David Schwimmer) criando caso porque seu filho está brincando com uma boneca, Monica quando era gordinha no passado sendo motivo de piadas sem noção (a gordofobia dispara), e tantas outras piadas feitas às custas do pai de Chandler, um personagem trans da série, que deveria ser pioneiro de relevância. Não vale cancelar, no entanto, apenas aprender com os erros do passado.

Watchmen / Temas políticos

Watchmen, a minissérie, é uma das melhores criações recentes da HBO. A excelente série recebeu inúmeros elogios dos críticos e também dos fãs. Infelizmente, o programa teve o azar de ser lançado numa época em que os nervos estavam aflorados, politicamente falando. A chamada “lacração” era muito repudiada pelos que possuem uma visão de mundo mais conservadora (e hipócrita, diga-se). Desta forma, a série que é pura representatividade, sofreu com os números de audiência, vendo grande parte dos espectadores simplesmente virarem as costas para ela, devido ao seu conteúdo, digamos, mais inflamatório. Os criadores afirmam que Watchmen sempre foi político. E estão certos. Assim, após a estreia do seriado, a audiência caiu em 200 mil espectadores depois da exibição do polêmico primeiro episódio. De acordo com a reclamação de muitos fãs, o programa estava mais interessado em fazer sua panfletagem do que qualquer outra coisa. Com tamanha controvérsia, mesmo que quisesse, Watchmen não teria chance de uma segunda temporada.

Game of Thrones / O Final

Assim como The Boys, a série mais popular de todos os tempos na HBO, a medieval Game of Thrones nunca poupou no sexo e sangue. A fantasia conhecida por suas cenas para lá de picantes, e mortes chocantes e inesperadas, trouxe ao longo de suas 8 temporadas momentos inesquecíveis, inquietantes e diversos outros polêmicos. Um dos que mais incomodou os fãs foi o estupro de Sansa Stark (Sophie Turner) em sua noite de núpcias, no episódio 6 da quinta temporada. Mas nem todas as surpresas que a série trouxe preparariam os fãs para o desfecho do programa. Esse foi um caso onde a controvérsia esteve no roteiro que os produtores arrumaram para o desfecho. Após tantos anos de dedicação por parte dos fãs, o último episódio pareceu um tanto quanto apressado. Grande parte do destino dos personagens não foi completamente aceito pelos fãs, como os de Jaime e Cersei, Arya derrotando o Rei da Noite, e Daenerys sucumbindo ao “lado sombrio” e sendo morta por Jon Snow, seu amante, agradou um total de zero pessoas.

Sex and the City / Cock-a-Doodle-Do

Sex and the City é considerado um programa à frente de seu tempo no que diz respeito ao feminismo, independência feminina e empoderamento. A série fala abertamente e sem papas na língua sobre a vida sexual de quatro amigas de Nova York, seus anseios e insatisfações. Além, é claro, de seus prazeres. Sem julgamentos. Tudo, levado de uma forma bem leve. O seriado fez um revival um pouco polêmico, pois não contou com uma das quatro amigas. A nova série, chamada And Just Like That deixou de fora Samantha (Kim Cattrall), uma das personagens mais populares, devido ao relacionamento ruim entre ela e Sarah Jessica Parker na vida real.

Mas não iremos falar desta controvérsia, e sim de um episódio antigo, quando a série ainda estava no seu auge de popularidade. O episódio citado é o 18, que encerra a terceira temporada e foi ao ar em 2000. Neste episódio, o centro da polêmica é justamente Samantha, que entra em guerra com algumas prostitutas trabalhando em sua rua durante a madrugada. Samantha não consegue dormir e vai tirar satisfação com as “damas da noite”, que por sinal são trans. A coisa vai se agravando até que Samantha usa termos pejorativos e chega a jogar água nelas. A atriz trans Laverne Cox já comentou sobre o episódio numa entrevista com a Variety e disse que apesar de ainda adorar a série, foi decepcionante ver mulheres negras trans entrarem no universo de uma série tão adorada quanto Sex and the City desta forma.

Euphoria / A Série Inteira

Como dito, o valor de choque hoje em dia é um dos fatores que podem atrair uma legião de fãs a um programa de TV. É claro que tal elemento não deve ser gratuito, mas sim bem trabalhado. Quando isso ocorre, demonstra que os realizadores de determinada série não têm medo de pegar pesado a fim de demonstrar o potencial de seu roteiro e sua narrativa. Uma das mais atrevidas dos últimos tempos é Euphoria, programa que pega um tema típico de séries adolescentes e a subverte completamente de ponta cabeça.

A criatividade de Euphoria não está apenas em sua parte visual, técnica ou na forma como cria seus personagens e diálogos. Euphoria é criativo por abraçar a polêmica e seus inúmeros temas delicadíssimos. Temos, por exemplo, um constante abuso de drogas e substâncias ilícitas por parte das adolescentes colegiais, em especial a protagonista “zé droguinha” Rue (Zendaya). A verdade é que o tema é tratado como uma doença, o que realmente é. Fora isso, temos bastante representatividade com a personagem Jules (Hunter Schafer), não apenas uma personagem trans tratada de uma forma exemplar pelo roteiro, como também uma intérprete trans conquistando espaço em Hollywood. Temos ainda o abuso de menores, relações altamente tóxicas, violência doméstica, jovens “vendendo” o corpo online e aborto, por exemplo.

Lembra? Os Filmes de “Terrir” Mais ASSUSTADORES dos Anos 80

A comédia e o terror são dois gêneros do cinema que à primeira vista não possuem muito em comum. É o que grande parte do público pode achar. A comédia é um gênero extremamente popular com as massas, que ainda consegue arrastar multidões com a premissa de esquecer os problemas do cotidiano e simplesmente se divertir. Já o terror se define melhor como o gênero cult do cinema, recomendado aos fãs, digamos, de gosto peculiar, mas que ao longo dos anos conquistou também o público geral com obras de qualidade.

Embora definitivamente siga como um gênero não recomendado para todos – ao contrário de seu colega de matéria, a comédia. Agora, o que esses dois tipos de filme podem possuir em comum? A verdade é que a mistura dos dois podem render um produto extremamente saboroso.

Em uma matéria recente, eu abordei aqui no CinePOP os filmes paródia que tiravam sarro do gênero terror – em especial do subgênero slasher, que vinha fazendo muito sucesso no início dos anos 80.

Mas nesta nova matéria a abordagem será outra. Aqui, focaremos em outra vertente apresentada durante a citada década, de filmes de comédia que baseavam suas tramas em elementos de terror, em geral tendo algo de sobrenatural, fossem fantasmas, vampiros, bruxas, o diabo, ou simplesmente assassinos. É claro que nem tudo virou sucesso e alguns se tornaram verdadeiramente obscuros. Outros, encontraram seu público anos depois, se tornando obras cult. Confira abaixo e venha viver essa nostalgia.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

 

Vamp: O Filme

Terminando a lista, temos outra produção de 1986, com temática de vampiros. Antes da famosa novela da Globo utilizar o mesmo título, esse filme veio antes. Precedendo também o filme de Tarantino e Rodriguez, Um Drink no Inferno (1996), aqui temos uma história que também conta sobre um bar barra-pesada, repleto de criaturas da noite. Na trama, dois amigos de faculdade procuram uma stripper para um evento – e terminam chegando até o local indicado por um sujeito misterioso. Porém, logo terão vampiros (e vampiras principalmente) em seu encalço. O destaque do filme fica com Grace Jones no papel da vampira Katrina.

Procura-se Rapaz Virgem

O astro Jim Carrey voltou as boas com o sucesso, apostando em filmes para a criançada, com Sonic – O Filme (2020) e Sonic 2 (2022), nos quais interpreta o vilão Dr. Robotinik. Apesar da nova onda de boas bilheterias, o astro canadense dos anos 90 está anunciando sua aposentadoria. Infelizmente. Voltando para 1985, Carrey ainda não tinha a fama que viria a fazer após o sucesso de O Máskara em 1994, mas protagonizava essa comédia sensual com a temática de vampiros. Na trama, Carrey interpreta um jovem nerd sem sorte com as garotas, que ainda é virgem. Até que ele conhece e se envolve com uma bela mulher mais velha, papel da veterana Lauren Hutton, e os dois iniciam um relacionamento. Ele só não sabe se tratar de uma Condessa Vampira em busca do sangue de virgem para poder ficar viva.

Transilvânia – Um Hotel do Outro Lado do Mundo

Hoje, um muso excêntrico da cultura pop, o veterano Jeff Goldblum já fez de tudo um pouco em sua carreira – e em breve retornará num dos papeis mais marcantes de sua filmografia: Ian Malcolm em Jurassic World – Domínio. Voltando para esse filme de 1985, Goldblum e Ed Begley Jr. interpretam dois jornalistas de um tabloide enviados para a Transilvânia a fim de descobrir se um boato sobre o monstro de Frankenstein é verdadeiro. No local, além do monstro, eles encontram um cientista louco, um lobisomem, um mordomo sinistro e uma vampira para lá de sexy e tarada (papel de Geena Davis).

Elvira: A Rainha das Trevas

Comédia de 1988, a ideia aqui foi pegar carona na figura exótica e assustadora da personagem título, Elvira, personificada pela atriz Cassandra Peterson. Elvira é uma figura muito associada ao terror, em especial nos EUA – isso porque ela tinha um programa de TV chamado Movie Macabre, muito popular nos anos 80, que durou de 1981 a 1986. Assim, dois anos depois do encerramento de seu programa, Elvira ganhava um longa-metragem na forma de superprodução nos cinemas para chamar de seu. A história apresenta Elvira herdando uma mansão assombrada numa pequena cidade americana e mudando a vida dos cidadãos do local com seu jeito extrovertido e excêntrico. Em 2001, chegava a tão aguardada sequência, com As Loucas Aventuras de Elvira, sem o mesmo impacto.

As Bruxas de Eastwick

Igualmente bastante popular nos anos 80 e 90, esse longa divertidíssimo de 1987, do diretor George Miller (da franquia Mad Max), baseado num livro, foi caindo no esquecimento com o passar das décadas, sem que muitos jovens cinéfilos falem nele hoje em dia, ou quem sabe sequer o conheçam. O elenco é um dos melhores da década, com as presenças de Jack Nicholson, Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer. O trio de mulheres vive três solteironas de uma pequena cidade que sonham com a chegada do homem perfeito – sem querer elas terminam o evocando. Ele chega nas formas de Jack Nicholson e as seduz, todas. Aos poucos elas vão recebendo dons sobrenaturais e entendendo quem é o sujeito é de verdade. A ideia foi levada às telinhas duas vezes, num piloto em 2002 que sequer se tornou uma série, e num programa de 2009, que terminou cancelado após sua primeira temporada.

Os Sete Suspeitos

Neste filme de 1985, temos todos os elementos que constituem as bases do cinema de suspense, bem típico de clássicos como as obras de Agatha Christie, por exemplo. Vejam essa premissa: diversos personagens excêntricos e que não se conhecem são convidados para um jantar numa mansão muito suspeita. Quando um deles é assassinado, qualquer outro pode ser o culpado. Este seria um thriller assustador como outro qualquer, a não ser por dois fatores. O primeiro é se tratar de uma insana comédia. O outro é que se trata do filme que adapta para as telonas o jogo de tabuleiro homônimo (no título original) Clue – no Brasil conhecido como Detetive. No elenco, os rostos mais conhecidos são os de Tim Curry e Christopher Lloyd. Embora não tenha sido um sucesso em sua estreia nos anos 80, o longa ressurgiu como cult nos anos seguintes.

Lua de Mel Assombrada

Gene Wilder foi um verdadeiro mestre da comédia, participando de diversos filmes icônicos como Primavera para Hitler, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, A Dama de Vermelho e Cegos, Surdos e Loucos. Aqui, o humorista, que também era diretor de cinema e roteirista, resolve embarcar na brincadeira das comédias de terror, ao desenvolver a história e comandar este longa. No filme de 1986, ele contracena com sua esposa da vida real, a também humorista Gilda Radner. A dupla interpreta um casal recém-casado, que vai passar a lua de mel numa mansão de família. No local, estranhos acontecimentos começam a assustá-los – mas tudo é parte de um tratamento bolado por seu psicólogo. Ou será?

Com Fantasmas Não se Brinca

Lançado no mesmo ano de Beetlejuice, em 1988, essa foi outra comédia de terror que utiliza uma trama similar e até mesmo efeitos bem parecidos com o filme de Tim Burton – podendo ser considerado seu gêmeo. Apesar disso não ficaria tão famoso ou conhecido quanto o citado. Pelo contrário, caindo por completo no anonimato. Na trama, o veterano Peter O’Toole vive o dono de um hotel que, para aumentar o número de hóspedes e a curiosidade, começar a fazer propaganda sobre o estabelecimento ser assombrado. E assim, fantasmas de verdade começam a aparecer no local, como a personagem de Daryl Hannah – que termina por se apaixonar pelo protagonista vivido por Steve Guttenberg, astro da franquia Loucademia de Polícia. Curiosamente, o filme é escrito e dirigido por Neil Jordan.

 

Os Fantasmas se Divertem

Não poderíamos começar a lista de outra forma. O mais popular das “comédias de terror” é esse filme de 1988, que marcou o primeiro grande sucesso do diretor Tim Burton e o que alçou sua carreira a voos ainda maiores, como o primeiro Batman (1989). Com título original Beetlejuice, o nome do personagem de Michael Keaton no filme, o longa mostra um casal (Geena Davis e Alec Baldwin) de interioranos morrendo num acidente de carro e tendo seus espíritos aprisionados na casa que tanto adoravam. O problema é quando os novos proprietários, artistas de Nova York moderninhos, chegam no local. Os antigos moradores logo convocam a ajuda de um espírito traiçoeiro (Keaton) ao mesmo tempo em que fazem amizade com a filha da família (Winona Ryder). Beetlejuice é um dos filmes dos anos 80 mais queridos que nunca ganhou continuação – mas uma vem sendo anunciada há certo tempo, sem nada de concreto.

Meus Vizinhos São um Terror

Tão popular quanto Os Fantasmas se Divertem para a geração dos anos 80, este veículo para o astro Tom Hanks foi perdendo sua força com as novas gerações. Isso porque o nome do diretor Tim Burton continuou em alta com o passar das décadas, ao contrário do de Joe Dante – o diretor aqui. Mas ainda posso lembrar de assistir tanto este quanto o item acima pela primeira vez em suas exibições na Tela Quente e ambos possuem um teor similar, apostando no “medo” de mentirinha em suas tramas cômicas. Aqui, Hanks vive um pacato morador dos subúrbios americanos que, ao lado de seus excêntricos vizinhos, começa a desconfiar que os novos moradores da vizinhança sejam assassinos em série adoradores do diabo. O filme foi lançado em 1989.

‘Superman 2’: James Gunn revela PEDIDO de Kevin Feige para a sequência

Superman, o novo longa de James Gunn que marca o início do DCU, tem conquistado as bilheterias, aumentando as chances de o filme ganhar uma sequência.

Recentemente, durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Gunn revelou que Kevin Feige, CEO da Marvel, mandou uma mensagem a ele pedindo uma participação especial no filme.

“Sim, com certeza. É engraçado, o [presidente da Marvel Studios] Kevin Feige me escreveu ontem. Ele disse que espera ver seu velho amigo Bizarro… [risos] Ele quer ver o Bizarro”, afirmou.

“Sim, acho que ele é todas essas coisas, mas também é meio que uma versão toda ferrada do Clark. Em algum momento, havia umas coisas mais tristes ali no roteiro que eu gostei muito. Mas eu não tive tempo para colocar tudo. Você nunca tem tempo para tudo”, afirmou sobre o Ultraman, personagem no longa que os fãs tem teorizado ser o vilão Bizarro.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

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Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘The Thomas Crown Affair’: Taylor Russell DEIXA remake estrelado e dirigido por Michael B. Jordan

A atriz Taylor Russell não fará mais parte do elenco do remake de ‘The Thomas Crown Affair‘, produzido pela Amazon MGM Studios e estrelado por Michael B. Jordan. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (18), após sua saída ser atribuída a diferenças criativas.

A produção do longa, que também será dirigido por Jordan, já está em andamento em Londres. Com a decisão de Russell, o estúdio iniciou o processo de recasting para encontrar uma nova atriz para o papel principal feminino.

O elenco ainda conta com o vencedor do Oscar Kenneth Branagh e a indicada ao Oscar Lily Gladstone, além de Danai Gurira.

The Thomas Crown Affair‘ terá estreia exclusiva nos cinemas em 5 de março de 2027 e traz o vencedor do Oscar Charles Roven (Oppenheimer) no time de produtores.

Inspirado no clássico de 1968 e em sua versão de 1999, o filme seguirá a mesma premissa central: um homem extremamente rico, movido por adrenalina, que comete um roubo de alto nível apenas pelo desafio intelectual, mas acaba envolvido em um intenso jogo de gato e rato com uma investigadora brilhante — papel que será vivido por Taylor Russell (Waves).

O roteiro é assinado por Drew Pearce (Missão: Impossível – Nação Secreta), com versões anteriores escritas por Wes Tooke (For All Mankind) e Justin Britt-Gibson (The Strain).

Alan Trustman, roteirista do filme original com Steve McQueen e Faye Dunaway, atua como produtor executivo.

A produção está programada para começar neste verão (do hemisfério norte). Com um elenco de peso, nomes consagrados nos bastidores e o respaldo de um estúdio apostando em lançamentos exclusivos para os cinemas, ‘The Thomas Crown Affair‘ promete ser um dos thrillers mais elegantes e comentados de 2027.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Diretora explica remoção das cenas de Lola Tung e Nicholas Alexander Chavez

Os atores Lola Tung e Nicholas Alexander Chavez, que haviam sido escalados para o novo filmeEu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, tiveram suas cenas oficialmente removidas da edição final do longa. Os dois foram anunciados no elenco em novembro de 2024.

Segundo a People, a diretora Jennifer Kaytin Robinson explicou que a cena com Tung e Chavez, acabou não se encaixando com o restante da narrativa.

“Em todo filme, há um plano ideal. Mas depois que você edita e monta tudo, às vezes pensa: ‘Eu adoro essa cena isoladamente. É fantástica. Mas não funciona dentro do contexto do filme'”, disse Robinson.

“Foi uma daquelas situações que não teve nada a ver com Lola e Nicholas, os dois são incríveis. Eu adoraria trabalhar com eles de novo. Foi uma experiência maravilhosa. Eles mandaram muito bem. Mas dentro do panorama maior da história, simplesmente não funcionava”, acrescentou.

A diretora ainda comentou: “É horrível, porque você nunca quer fazer isso com os atores. E também é frustrante quando você adora uma cena, mas ela simplesmente não funciona no corte final”.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Jennifer Love Hewitt desmente rumores de rivalidade com Sarah Michelle Gellar

A atriz Jennifer Love Hewitt, conhecida por seu trabalho em Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, falou recentemente sobre os rumores de uma suposta rivalidade com Sarah Michelle Gellar.

Segundo a People, Hewitt revelou que não mantém contato com Gellar desde o lançamento do filme original, em 1997.

“Sinceramente, nem sei o que foi isso ou como tudo isso começou”, disse Hewitt ao ser questionada sobre as especulações online de que haveria uma briga entre elas. “Acho que as pessoas simplesmente não querem que a narrativa seja simples. Por que sempre temos que estar em conflito umas com as outras?”.

Ela acrescentou: “Não vi a Sarah. Literalmente, não conversamos desde que eu a vi com 18 anos, quando o primeiro filme foi lançado. É por isso que acho tudo isso tão engraçado. As pessoas ficavam: ‘Responde alguma coisa!’ E eu pensava: ‘Responder o quê? Eu nem vi ela’. Da minha parte, está tudo bem. Não faço ideia de onde isso surgiu”.

Os boatos de uma rixa entre as atrizes existem há algum tempo e ganharam força recentemente, já que as duas não tiraram fotos juntas no tapete vermelho da estreia do novo filmeEu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado. Ambas as atrizes alegam que simplesmente não se viram no evento.

Lembrando que o mais novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

Tina Fey e Marc Platt vão produzir adaptação cinematográfica de musical ‘John Proctor Is the Villain’ para a Universal

O aclamado espetáculo da Broadway John Proctor Is the Villain, indicado ao Tony Awards, ganhará uma adaptação para os cinemas pelas mãos de Tina Fey e Marc Platt. Em uma disputa acirrada pelos direitos, a Universal Pictures saiu vitoriosa e já confirmou o projeto com grandes nomes envolvidos na produção. A novidade foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

A peça, escrita por Kimberly Belflower, será adaptada pela própria autora para o roteiro do filme. A atriz Sadie Sink (Stranger Things), que recebeu uma indicação ao Tony por sua atuação na montagem teatral, está confirmada como produtora executiva.

Ambientado em uma cidade rural da Geórgia, John Proctor Is the Villain acompanha um grupo de adolescentes que, enquanto estudam As Bruxas de Salem de Arthur Miller na escola, criam um clube feminista. O grupo busca entender o impacto do movimento #MeToo e refletir sobre suas próprias experiências com figuras masculinas — colegas, professores e pais — em um contexto conservador e sufocante.

“Na essência, Belflower constrói uma história comovente sobre a adolescência feminina e o poder das amizades”, destacou o The Hollywood Reporter em sua crítica, apontando a peça como uma das mais relevantes da temporada.

A produção foi indicada a sete prêmios Tony, incluindo o de Melhor Peça, e já arrecadou mais de US$ 10 milhões em bilheteria. A temporada segue em cartaz até 31 de agosto.

A produção do longa será assinada por Tina Fey e Eric Gurian por meio da Little Stranger, Inc., enquanto Marc Platt produzirá com Adam Siegel e Jared LeBoff pela Marc Platt Productions, ambos sob contratos com a Universal. O executivo Britt Hennemuth, vice-presidente de desenvolvimento e projetos especiais da Universal, supervisionará o projeto.

Com uma equipe poderosa e um texto que dialoga com questões urgentes, a adaptação de John Proctor Is the Villain promete levar às telonas um olhar sensível, crítico e atual sobre os desafios da juventude feminina nos dias de hoje.